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GNOME 3.36 vai trazer melhoras na trocas de GPUs em notebooks híbridos

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sábado, 14 de dezembro de 2019

2019 foi realmente um ano bem positivo para os usuários de notebooks híbridos, equipamentos esses que possuem duas placas de vídeo, uma do processador (iGPU) geralmente sendo da Intel e uma dedicada (dGPU) que em sua maioria é da NVIDIA.

GNOME 3.36 vai trazer melhoras na trocas de GPUs em notebooks híbridos






Primeiro começou com a notícia de que o Ubuntu 19.04 lhe daria a possibilidade de instalar o driver da NVIDIA já na formatação, baixando o driver e instalando ele. Depois veio que o Ubuntu 19.10 viria com o driver já incluso na ISO, assim facilitando a instalação offline. Por último, foi o Ubuntu 18.04.3 LTS incluindo os drivers também.

Depois, vimos a NVIDIA disponibilizar uma gama muito grande da sua documentação e assim facilitando a vida dos desenvolvedores do driver open source Nouveau. A matéria completa sobre esse marco, você pode conferir aqui.

Logo em seguida os desenvolvedores da NVIDIA trabalharam em cima do PRIME, tecnologia essa que permite o usuário usar a dGPU NVIDIA somente em alguns casos, como nos jogos, programas de renderização, no OBS Studio e por aí vai. Também fizemos uma cobertura “chuchu beleza” e você pode conferir através deste link.

Há 5 dias, segunda-feira dia 9 de dezembro de 2019, a NVIDIA lançou em seu site, que na GPU Technology Conference 2020 ela vai participar de uma palestra sobre “Open Source, Linux Kernel, and NVIDIA”, apresentada pelo principal engenheiro de software da NVIDIA, John Hubbard. A matéria completa você pode conferir aqui.

Agora, nos 40 minutos do 2º Tempo, mais uma ótima notícia vem para os usuários de notebooks híbridos, e vem do pessoal do Gnome. O desenvolvedor Bastien Nocera fez um post em seu blog, sobre as melhorias e novidades que virão no Gnome 3.36 e no Linux Fedora, para quem precisa fazer o “switching” (troca) entre as GPUs. 

Ele comenta que a possibilidade de clicar com o botão direito em cima de algum programa e mandar rodar com a dGPU já existia mas não funcionava com o driver proprietário da NVIDIA. Isso está prestes a mudar. Segundo Bastien, a solução que existia e feita por ele, tinha muitos erros no código de detecção, o switcheroo-control.




Segundo ele, o erro se dava porque para fazer essa troca, era necessário usar o vga_switcheroo no kernel, e o driver da NVIDIA não tinha. Além disso, o Gnome Shell esperava o conjunto do Mesa OpenGL, aí não conseguia dar certo.

Mas agora ele atualizou o código e vai ser possível usar a dGPU com os drivers proprietários da NVIDIA com todas as variáveis necessárias para que se possa abrir o app com a GPU dedicada.

Para o pessoal do KDE, ele recomenda que usem a API D-Bus para fazer a implementação. O post você pode conferir aqui.

Isso me deixa extremamente animado para o ano de 2020, pois pelos indícios que estamos acompanhando, será um ano muito bom para o pessoal das híbridas (eu estou incluso nisso 😁✌) em que finalmente poderemos sair do calvário 😁😂, e também será interessante para quem quiser jogar, porque além dos drivers, o Ubuntu e mais algumas distros vão começar a entregar o gamemode da Feral Interactive já embutido, vide o caso do ZorinOS 15.1. Isso é muito animador. 

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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ZorinOS 15.1 é lançado com novidades

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Nesta quinta-feira (12), a empresa Irlandesa Zorin Group mantenedora do ZorinOS, soltou uma point release da nova versão do seu sistema operacional.

 ZorinOS 15.1 é lançado com novidades






O ZorinOS 15.1 chegou um pouco depois de 6 meses após o lançamento da versão 15. Muitas novidades são relacionadas a melhorias em ferramentas, updates em apps e a adição do Gamemode da Feral Interactive no sistema. Segundo anúncio feito no blog oficial da empresa, eles leram atentamente os feedbacks dos usuários sobre o sistema.

Um detalhe bem curioso que eles comentam, é que o ZorinOS foi baixado “nada mais nada menos” 550 mil vezes nos últimos 6 meses, e o mais surpreendente é que 65% desses downloads vieram de PCs com Windows e de macOS.

A primeira coisa que foi apresentada, é o update no Zorin Connect, que agora conta com a função “ Apresentação de slides”, fazendo assim com que o ponteiro responde conforme o telefone é movimentado.



O segundo ponto abordado, foi que agora o ZorinOS vai trazer o LibreOffice 6.3, e segundo eles abre 97% mais rápido que antes.



O ponto mais curioso, para não dizer surpreendente, foi a adição do Gamemode da Feral Interactive. Como noticiamos recentemente, o Ubuntu também está planejando em adicionar o gamemode no sistema. Agora, os games compatíveis com o gamemode usufruirão dessa melhoria e, se você quiser usar nos jogos da Steam, basta digitar (ou copiar e colar) o seguinte comando na inicialização do jogo: gamemoderun %command% . Eles ainda agradeceram o pessoal da Feral Interactive, então provavelmente teve algum “collab” entre as equipes.

Uma das coisas mais legais que o ZorinOS trouxe, foi a possibilidade de ter um tema da área de trabalho (desktop) conforme a hora do dia. Agora você pode escolher manualmente qual horário o tema dark ou light é acionado. Eu achei muito legal esse recurso 😁👍.




Também foi adicionado ao Zorin Appearance do Zorin OS Lite, o Gerenciador de Janelas (Window Manager).

Agora o ponto mais curioso dessa release foi a adição de uma fonte que lhe ajuda a lembrar das coisas de forma melhor. A fonte em si é a Sans Forgetica, que segundo o pessoal do ZorinOS, foi desenvolvido para esse fim, conforme nessa parte do texto:

“Foi desenvolvida usando os princípios da psicologia cognitiva para ajudá-lo a se lembrar melhor do texto. Suas letras incomuns e interrompidas sugerem sutilmente aos leitores que aumentem o processamento cognitivo do texto, aumentando a retenção de memória. É a fonte perfeita para usar ao destacar pontos importantes em suas anotações de estudo.”


O artigo da RMIT University sobre o estudo da fonte, você pode encontrar aqui.

“Por debaixo do capô”, o sistema agora é baseado no Ubuntu 18.04.3 LTS, agora com a versão 5.0 do kernel e mantendo o HWE para atualizações futuras. Também continua trazendo o driver da NVIDIA na ISO do sistema.

Para quem estiver usando o ZorinOS 15, pode fazer o update através do Software Update. Mas agora se você preferir fazer o download, basta clicar nas versões abaixo. Lembrando que a versão Ultimate é paga, saindo por US$39 (mais ou menos R$160). Para ver as vantagens da versão Ultimate, clique neste link.



Se você quiser ver a review da versão 15, você pode conferir ela logo abaixo:

         

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Microsoft Teams é lançado oficialmente para Linux

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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Sem que ninguém esperasse, a Microsoft lançou o Microsoft Teams de forma oficial para Linux, confirmando assim alguns rumores sobre a chegada.

 Microsoft Teams é lançado oficialmente para Linux





Para quem não conhece, o Microsoft Teams é um concorrente direto do Slack, software esse que serve basicamente para gerenciamento de projetos, equipes, comunicação e afins. Fizemos uma cobertura bem completa sobre a possibilidade do MS Teams no Linux, que você pode conferir aqui e aqui.

Então, na tarde desta terça-feira (10), a Microsoft fez o anúncio em seu blog oficial (TechCommunity). O anúncio foi feito pela Marissa Salazar, Product Marketing Manager do Microsoft Teams.


No post, ela fala que o MS Teams é o “primeiro aplicativo do Office a chegar aos desktops Linux” e com ele, trazendo todas as funcionalidades nele presentes na versão de Windows, como chat, chamadas de vídeo, chamadas e colaboração nos documentos feitos no Office 365.

Também foi comentando, que vários clientes estavam rodando em seus “devices” uma variedade de sistemas, sendo Windows 10, Linux e entre outros. Por isso precisam ter um suporte para essas plataformas também.


Quem deu uma declaração positiva da chegada do MS Teams, foi o Diretor Executivo da (The) Linux Foundation, Jim Zemlin:

“2019 foi outro ano incrível para o código aberto, e o Linux continua no centro de todo o crescimento e inovação. Estou realmente empolgado com a disponibilidade do Microsoft Teams para Linux. Com este anúncio, a Microsoft está trazendo seu hub do teamwork para o Linux. Estou emocionado ao ver o reconhecimento da Microsoft de como as empresas e instituições educacionais estão usando o Linux para transformar sua cultura de trabalho.”

Outro que “comemorou” a chegada do app para Linux, foi o Personal Products da Volvo Cars, Jimmy Beckman:

“Na Volvo Cars, o Linux está sendo usado por muitos usuários em vários departamentos. Até agora, nossos usuários de Linux estavam em grande parte presos em uma ilha de colaboração com diferentes clientes não oficiais e não suportados do Skype for Business e, mais recentemente, do Microsoft Teams. Com o Teams for Linux da Microsoft, conseguimos sair dessa ilha e colaborar em nossas diferentes plataformas com a funcionalidade completa de um cliente rico. Se devo salientar uma coisa, ser capaz de participar do compartilhamento de tela é uma grande melhoria para os usuários de Linux da Volvo Cars.”

Atualmente o Microsoft Teams está em Public Preview e você pode baixá-lo através deste link.

Dois pontos chamaram a atenção nesse anúncio, que foram: “The Microsoft Teams client is the first Office app that is coming to Linux desktops..” (O cliente do Microsoft Teams é o primeiro app Office a chegar no Desktop Linux) e “..and collaboration on Office 365 documents..” (e colaboração em documentos do Office 365), isso pode indicar que mais ferramentas podem chegar, como o Onedrive (que você pode votar e pedir através deste link) e o Office pode finalmente ter uma versão nativa para o Desktop Linux.  O MS Teams ficou muito bem integrado aqui no meu PC, que atualmente está rodando o RegataOS com KDE, e se forem na mesma “Linhagem”, creio que o tema escolhido ficará bem em qualquer DE. O print abaixo é da minha instalação.



Creio que será questão de tempo a vinda das versões para Linux do OneDrive e do MS Office, assim deixando completo o “pack business” , contendo o Skype, Teams, Edge, OneDrive e o Office.

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Ubuntu Cinnamon Remix quer ser o concorrente do Linux Mint

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Recentemente tivemos o anúncio do Ubuntu Cinnamon Remix, uma distribuição que usa o Ubuntu como base (19.10), mas traz o ambiente gráfico Cinnamon (o mesmo do Linux Mint) para os usuários, vamos conhecer um pouco melhor o projeto?

ubuntu-cinnamon-remix-logo

A distribuição/remasterização é origem de um projeto de ItzSwirlz, que realmente não é uma pessoa muito fácil de achar informações na internet. Posso estar enganado, mas pela pesquisa que pude fazer, me parece ser um jovem entusiasta de tecnologia.

O Ubuntu Cinnamon Remix


Esta é uma versão NÃO OFICIAL do Ubuntu, e não faz parte, atualmente, do conjunto de flavors apoiadas diretamente pela Canonical, se trata de um projeto comunitário, com algumas poucas pessoas envolvidas até o momento.

Ubuntu Cinnamon Remix Menu

A distribuição é construída com uma série de ferramentas e recursos desenvolvidos por terceiros, caracterizando "a clássica" remasterização. Temos como base o Ubuntu 19.10 Eon Ermine, que traz consigo o Kernel 5.3, e utilizando o repositório backports ativo (o que não é a melhor das ideias), a distro nos traz o Cinnamon Desktop 4.0.x. O problema de usar o backports em prol de um pacote, é que durante as atualizações, outros pacotes também podem receber upgrades instáveis.

A versão mais recente do Cinnamon é a 4.4.x, e será disponibilizada juntamente com o Linux Mint 19.3, o Linux Mint 19.2, ainda usa o 4.2, que mesmo assim é mais recente.

Várias aplicações desenvolvidas pela equipe do Linux Mint para o Cinnamon não fazem parte do Ubuntu Cinnamon Remix, como os XApps, o gerenciador de atualizações, gerenciador de drivers, gerenciadores de repositórios, loja de aplicativos, entre outros, sendo substituídos por contrapartes equivalentes, como o "Atril" para documentos e o "Pluma", para arquivos de texto, (que curiosamente também são desenvolvidos em parte pela equipe do Mint, para o ambiente MATE), com a GNOME Software como loja de aplicativos e o software "Programas e atualizações", tradicional do Ubuntu, fazendo o papel de gerenciador de repositórios e drivers.

Confira o vídeo do canal com mais detalhes sobre a distro:


Poucos elementos do Ubuntu Cinnamon Remix são empacotados pelo(s) desenvolvedor(es), o sistema possui um repositório PPA próprio, onde podemos encontrar os seguintes pacotes:

- blueberry
- calamares-settings-ubuntu
- kimmo-gtk-theme
- kimmo-icon-theme
- ubuntucinnamon-environment
- ubuntucinnamon-meta
- ubuntucinnamon-wallpapers


A maior parte do tempo ciclo parece ter sido gasto na mudança do tema e adição de papéis de parede (eu sei o que você está pensando 😎), no entanto existem promessas para a versão 20.04 LTS, que não me parecem tão promissoras, nesta nota de lançamento no Google Docs.

Atualmente o site da distro ainda está sob construção, possuindo apenas um grupo no Telegram para discussões.

Será que é um projeto com futuro?


Quem me conhece sabe que eu não gosto de desdenhar de projetos de código aberto, só porque eles não são como EU imagino que deveriam ser, especialmente quando as pessoas estão apenas começando e aprendendo a fazer muitas coisas, criando boas práticas. Dito isso, é possível que essa distribuição evolua e se torne uma flavor oficial do Ubuntu, assim como aconteceu com o "Ubuntu Budgie Remix", outrora uma derivação não oficial, que agora se tornou canônica, sendo chamada apenas de "Ubuntu Budgie", no entanto, a primeira impressão que tive com o sistema não foi positiva.

Sinta-se à vontade para compartilhar os seus pensamentos. Do meu ponto de vista, é basicamente uma montagem de um ambiente gráfico sobre uma base, com um gosto duvidoso para design,  ícones diferentes e papéis de parede, entretanto, de forma geral, as principais distros baseadas no Ubuntu, acabam tendo esse viés, elas são o Ubuntu, com uma interface gráfica diferente por cima, então, por que não um Ubuntu Cinnamon?

De fato, esse é um bom ponto, mas o Linux Mint não é exatamente isso? Os desenvolvedores do Linux Mint são os principais responsáveis pelo desenvolvimento do Cinnamon, a integração com outras ferramentas, em muitos casos superiores do que as contrapartes do Ubuntu, não o tornaria mais atrativo do que o Cinnamon Remix?

Ao contrário do Ubuntu Budgie, que não tinha nenhuma outra distro com o Budgie Desktop base Ubuntu como concorrente, o Ubuntu Cinnamon Remix tem uma das mais populares distribuições Linux da atualidade (Linux Mint) como seu comparativo direto inevitável. 

Reparei que alguns nomes conhecidos da Canonical se aproximaram do projeto, como o líder atual da divisão Desktop, Martin Wimpress, e Alan Pope, reconhecido pelos Snaps especialmente, na intenção de dar dicas e apontar algumas direções para tornar o sistema digno de fazer parte das flavors oficiais em algum momento no futuro, o que deve levar ainda alguns ciclos ao menos, creio eu.

Atualmente você pode "fabricar" o seu Ubuntu Cinnamon Remix facilmente, abra o terminal do seu Ubuntu 19.10 GNOME e rode estes comandos:
sudo apt install cinnamon-desktop nemo
Na tela de login, no ícone de engrenagem, você pode trocar a sua interface. O Ubuntu Cinnamon Remix vem também com uma seleção de software ligeiramente diferente do Ubuntu com GNOME, então pode pode instalar os softwares que desejar, e remover os indesejados, se quiser usar o tema do Cinnamon Remix, basta baixar aqui.

Existem alguns outros pequenos ajustes que poderiam ser feitos, como instalar o LightDM, mas a grosso modo, o Ubuntu Cinnamon Remix é apenas isso.

Eu usaria o Ubuntu Cinnamon Remix?


No momento de desenvolvimento atual, eu não vejo o menor sentido em usar esta distribuição, ela não entregada nada que o Linux Mint não entregue, e na minha opinião, ainda fica devendo coisas. 

Apesar dessa posição, confesso que acho interessante que exista uma flavor do Ubuntu com Cinnamon, talvez dessa forma mais pessoas se envolvam com o projeto e tenhamos mais apoio ao desenvolvimento dessa interface que eu acho tão bacana.  Neste momento, aliás, eu acho que as únicas pessoas que deveriam utilizar de fato a distro são os que querem ajudar ativamente em seu desenvolvimento, reportar bugs e coisas do tipo; não é uma distro recomendada para ser usada em produção.

O Cinnamon tem esse potencial de ser fácil de utilizar para pessoas que vem do Windows, o que é uma coisa sempre interessante, e no mundo open source não tem muito essa de "não é útil para muita gente, então não faça", porque no fim das contas, basta ser útil, divertido ou interessante, para quem está fazendo, e mais ninguém. 

Lembra quando o seu computador servia para fazer o que você queria? Então... :)

Ainda assim, a menos que algo super interessante e revolucionário seja apresentado, não vejo as pessoas deixando o Linux Mint pelo Ubuntu Cinnamon Remix, especialmente sem ele se tornar uma flavor oficial, talvez com o tempo e amadurecimento do projeto, e dos desenvolvedores, as coisas mudem. Possivelmente existam pessoas que queiram usar o Cinnamon com base Ubuntu, sem ser no Linux Mint, e serão estes os possíveis usuários desta distro, só não creio que seja uma grande massa de usuários.

Quais são as suas apostas?


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Canonical lança pesquisa para saber o que você quer ver no Ubuntu 20.04 LTS

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Estamos há 4 meses do lançamento da próxima LTS do Ubuntu, e muita expectativa é criada em torno dessa versão, pois pelo “andar da carruagem”, vem para ser um grande marco nessa distro Linux.


Canonical lança pesquisa para saber o que você quer ver no Ubuntu 20.04 LTS





Em um anúncio feito no blog oficial do Ubuntu, o gerente de produtos para robótica Rhys Davies, fez um post pedindo o feedback da comunidade do Ubuntu, para saber o que eles podem melhorar, incluir, o que você pensa do sistema, as suas frustrações e também o que faria você a usar o Ubuntu caso não use. Em um trecho do anúncio, uma frase me chamou a atenção, que foi:

“Durante todo o processo de desenvolvimento, as nossas equipes estão presentes nos mais variados fóruns e tópicos, ouvindo seus comentários para ajudar a informar nossa tomada de decisão. Nossos próprios engenheiros são incrivelmente apaixonados pelo Linux e pela comunidade Ubuntu em geral, e nosso processo de tomada de decisão sempre gira em torno desse fato.”

Outra parte foi:

“Antes do nosso último lançamento da LTS, enviamos uma “call to action” para os desenvolvedores, para que nos dissessem como podemos melhorar o Ubuntu. Hoje, gostaríamos de pedir à nossa comunidade mais ampla comentários semelhantes. Com nosso próximo lançamento no horizonte, ainda há tempo para influenciar a imagem final e o futuro roadmap do Ubuntu.”

Isso, para mim, mostra uma mudança de postura da Canonical em relação a qual público ela quer atingir, pois durante a gestão do Will Cooke, me dava a impressão de que o Ubuntu só estava se “focando” para o público dev e sysadmins, e que o usuário doméstico estava meio “de escanteio”. Mas parece que na gestão do Martin Wimpress isso tende a ser diferente, assim eu espero.

Se você quiser contribuir com a pesquisa, pode acessá-la através deste link.

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NVIDIA pode vir com algumas novidades para o driver Open Source em 2020

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O ano de 2019 foi realmente bastante interessante para quem usa o driver da NVIDIA no Linux. Foram algumas novidades que não estávamos esperando tão cedo.

NVIDIA pode vir com algumas novidades para o driver Open Source em 2020





No mês de agosto, tivemos duas notícias bem importantes, para não dizer bombásticas, para quem usa drivers da NVIDIA. A primeira notícia foi que a empresa do “lado verde da força” liberou no Github uma documentação bem ampla e que ajudou o pessoal que desenvolve o driver open source Nouveau, assim melhorando o mesmo. Mas ainda assim, não o drive open source não trabalhava bem com as GPUs mais novas, principalmente nas séries acima das GTX 900. Abordamos melhor neste artigo.

Outra novidade em 2019, foi a “corrida contra o tempo” que a NVIDIA fez nas arquiteturas híbridas em notebooks, onde você tem duas GPUs, geralmente uma integrada (Intel) e a outra sendo dedicada (NVIDIA ou denominada como dGPU). Até então, para usar Linux nesses equipamentos, era necessário utilizar a tecnologia Bumblebee, por exemplo, mas ela não tinha suporte às tecnologias mais recentes, como o VULKAN. Mas isso mudou com o pessoal do departamento de Linux da NVIDIA investindo esforços para corrigir isso e trazer toda a tecnologia da empresa para quem usa o Linux. Abordamos em um artigo bem bacana que você confere aqui.

Mas 2019 ainda não acabou né 😁, e ainda pode reservar uma última “emoção” para quem utiliza NVIDIA no Linux. O site de tecnologia Phoronix, foi informado por um leitor, que no site da NVIDIA, na parte de eventos, uma palestra na GPU Technology Conference 2020 terá o seguinte tema: “Open Source, Linux Kernel, and NVIDIA”, apresentada pelo principal engenheiro de software da NVIDIA, John Hubbard. O que tem de curioso, é o conteúdo que será abordado, que é:

“Vamos relatar o status e atividades de desenvolvimento da NVIDIA até o último momento, e possivelmente alguns futuros planos e direções (dependendo das últimas atualizações), sobre as nossas contribuições para o Kernel Linux; suporte ao Nouveau (o driver de código aberto para GPUs no Linux), incluindo signed firmware, documentação e patches dos drivers da NVIDIA para o Kernel.

Vale lembrar que a AMD (lado vermelho da força) e a Intel (lado azul da força), já tem os seus drivers em código aberto e os devs trabalhando neles e sendo pagos.

Minha reação foi “WOW isso está acontecendo mesmo??”. Será que a NVIDIA realmente “acordou” e agora vai começar a investir no modelo open source, como as suas rivais fazem, e assim podendo se beneficiar como elas? Pois eu acredito que se a NVIDIA ir pelo mesmo caminho e começar a caminhar lado a lado com o pessoal do Nouveau, poderemos ter várias melhorias sendo implementadas mais rapidamente, como no caso das híbridas por exemplo. Até mesmo o suporte ao Wayland pode se tornar viável. Espero que ela tome esse “rumo”, pois todos saem ganhando.

Tanto que além do Phoronix, o Jason Evangelho comentou sobre e o pessoal do GamingOnLinux também.

Mas e você, acha que ela vai vir mesmo ou só está dando uma falsa “esperança”? Nós diga aí nos comentários.

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Veja algumas das novidades que podem chegar ao Ubuntu 20.04

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domingo, 8 de dezembro de 2019

Cerca de 2 meses atrás, em outubro deste ano (2019), foi anunciado a data, o codinome e alguns detalhes do Ubuntu 20.04 LTS Focal Fossa, que você pode conferir a nossa cobertura neste post.

Veja algumas das novidades que podem chegar ao Ubuntu 20.04





Desde o anúncio, ficamos especulando o que poderia vir nessa nova versão LTS do Ubuntu e o que poderíamos esperar dela. Bom, se formos nos basear no Trello do projeto, podemos esperar muitas novidades vindo por aí.

Algumas coisas são bem interessantes, e se vierem mesmo, vai ser um salto gigantesco em relação ao suporte em vários aspectos. Alguns pontos que podemos destacar são:

● Contínua melhora da performance do Gnome Shell, em relação aos stutterings e perdas de frames;

● Inclusão do GameMode da Feral Interactive junto na ISO do Ubuntu, possibilitando assim otimizações do sistema para jogos;

● Melhorar o driver para impressão digital (fingerprint), esse a pedido de uma empresa OEM que não foi divulgada;

● Reativar o suporte ao NVENC no Ubuntu dentro do binário do FFmpeg, que estava desativado desde a versão 18.10 por causa de compatibilidades de licenças. O NVENC é essencial para quem tem GPUs da NVIDIA.

● A versão nova do Plymouth tem um novo binário incluso do  plymouth-theme-spinner, habilitando assim a possibilidade de usar o logo na hora do boot, como outras distros já fazem, como por exemplo o Fedora;

● Continuação do trabalho no suporte do ZFS/Zsys no sistema.

Para conferir todas as opções que podem vir ou estão no roadmap, você pode conferir no Trello deles.

Creio que se todas essas novidades vierem para a versão 20.04 do Ubuntu, realmente será uma das melhoras já feita. Pois vai dar um enfoque a mais em quem precisa de processamento gráfico, principalmente para quem usa NVIDIA, além de incluir o gamemode da Feral. Outro ponto importante, especialmente para o pessoal das híbridas (Intel+NVIDIA), o Ubuntu 20.04 LTS muito provavelmente virá com o Xorg 1.20.6, que conta com as modificações feitas pela NVIDIA para que as GPUs híbridas funcionem de forma satisfatória no Linux.

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Disney+ agora funciona no Linux sem problemas

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sábado, 7 de dezembro de 2019

Para quem esteve preso em alguma realidade paralela ou “sumiu” pelo estalo do Thanos 😂, a Disney agora tem um serviço de streaming chamado Disney+ (quanta criatividade né 😂😂?), que chega para concorrer com outros serviços do setor, como Netflix, Amazon Prime Video, Hulu, entre outros. Mas esse serviço tinha um empecilho, não “rodava” no Linux 😟.


Disney+ agora funciona no Linux sem problemas






O serviço tem estreia prevista no Brasil para meados de novembro de 2020, mas sem preço definido. Nos EUA ele custa US$6,99/mês, algo em torno de R$29/mês. Além dos EUA, está disponível no Canadá e Holanda, e para outros lugares do planeta o serviço estará disponível ao longo de 2020.

Quem fez o relato que o Disney+ não estava funcionando no Linux, foi o pessoal do OMG! Ubuntu!, dizendo que em nenhuma distro funcionava e que precisava de “soluções alternativas” para acessar.

Segundo eles, essa limitação inicial era por causa do DRM usado no serviço, o Widevine, requer um nível de segurança maior do que aceito no Linux (de nível 1).  Um outro serviço que pode enfrentar limitações deste tipo, é a Netflix, que não oferece resoluções em FullHD e 4k, mas o resto do serviço funciona perfeitamente.

A notícia que o suporte estava disponível para Linux foi dada por um engenheiro do Disney+, Justin Garrison. O tweet você confere abaixo:



Isso é muito bom, pois mostra que a empresa está preocupada em não deixar nenhum cliente fora da sua plataforma e assim tendo uma cobertura bem ampla de quem pode ver o seu conteúdo. Ponto para a Disney 😀.

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Rode games nativos de Linux em versões especificas dentro da Steam

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

A Valve vem investindo ultimamente, um tempo e dinheiro bem considerável nas soluções de games para rodarem no Linux, um exemplo famoso é o Proton. Agora ela dá mais um passo.

Rode games nativos de Linux em versões especificas dentro da Steam





Enquanto o Proton é uma solução que junta em um mesmo “guarda-chuva” (vamos assim dizer) o Wine e o DXVK, para rodar jogos de Windows no Linux, agora a Valve “ataca” os jogos que são desenvolvidos nativamente para o sistema do pinguim.

Nos mês passado (novembro), foi lançado uma nova feature chamada Steam Linux Runtime, que está disponível no cliente beta da Steam. O anúncio foi feito no blog oficial da Steam, pelo desenvolvedor da Valve, Timothee Besset.

Essa nova funcionalidade, segundo Besset, abre a possibilidade de usar os jogos em contêineres, assim isolando do sistema, podendo com isso ajudar a Valve em dar suporte aos jogos mais antigos nas distribuições mais recentes, assim podendo colocar runtimes diferentes, libs mais recentes, ter um controle de qualidade maior sem que afete o sistema. 

Como usar o Steam Linux Runtime ?



Para utilizar essa nova ferramenta, primeiro você vai precisar ter a versão Beta da Steam no Linux, que você consegue acessar através deste caminho:  Steam > Configurações (Settings) > Conta (Account) e depois marcar a opção de participar do beta, e será preciso dar um restart na Steam.



Depois que fizer isso, na sua Biblioteca (Library) você vai procurar por “linux runtime” e instalar a ferramenta. No meu caso, eu já tenho ela instalada e por isso só precisei dar um update, mas se você não tem, vai aparecer o botão de Instalar (Install).



Agora para testar em algum jogo, você vai nas Propriedades dele e “forçar” ele a utilizar o Steam Linux Runtime. Lembrando que essa ferramenta é para jogos nativos, ou seja, que tenham versões para o Linux. O jogo que testei foi o 7 Days to Die.



Pode acontecer que alguns jogos não rodam, assim forçando você a tirar essa opção do jogo.

É muito incrível que isso esteja acontecendo, pois os devs e produtoras que tem jogos “antigos” no Linux  e querem dar um update neles, possam fazer isso sem se preocupar em quebrar o sistema ou coisa do tipo, e sim somente se concentrar no jogo. Além disso, creio que possa incentivar outras produtoras que tenham jogos “old school” e precisam de um maior controle de como são entregues, isso pode facilitar a vida deles. Mas isso é o que eu penso sobre o assunto.

Agora nos diga aí nos comentários, o que você acha dessa novidade e o que pode trazer de bom para o mundo gamer Linux.

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Lutris chega na versão 0.5.4 com suporte para GPUs híbridas

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Um dos gerenciadores de jogos mais famoso para Linux chega a sua versão 0.5.4 com várias melhorias, correções e novidades, como o suporte ao NVIDIA Prime.

Lutris chega na versão 0.5.4 com suporte para GPUs híbridas





O Lutris é uma “mão na roda” para quem precisa instalar algum jogo não nativo do Linux. Ele traz alguns scripts que facilitam a vida da galera que quer ter aquela jogatina “marota” no pinguim. Temos aqui no blog, alguns posts bem bacanas para você, como instalar o WineHQ corretamente, ou de como preparar o seu Linux para jogos ou de como instalar o Lutris de forma correta.



Na versão 0.5.4 do Lutris, tivemos vários updates bem interessantes e alguns chamaram atenção, que vou listar abaixo:

● Suporte ao Python 3.8 adicionado;

● Suporte para o Nvidia PRIME off-load adicionado;

● Esync agora está funcionando com o Wine Staging 4.6 ou superior.

● O Wine do Lutris, na versão 4.20, agora tem inclusive uma correção para o Overwatch, onde a tecla CTRL esquerda não estava funcionando e o High Precision Mouse Input também foi consertado;

Sobre o Nvidia PRIME off-load, isso é muito bom, pois vai possibilitar que somente o jogo seja renderizado na GPU, assim aliviando o processador. Para saber mais a implementação da NVIDIA no Linux, você pode conferir neste artigo.



As outras melhorias e updates presentes nesta versão, você pode conferir aqui.

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elementaryOS 5.1 Hera é lançado com várias novidades e suporte ao flatpak

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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

O elementaryOS é lembrado na comunidade Linux por tentar trazer ao máximo a integração dos aplicativos com a interface gráfica do sistema e assim tendo uma harmonia para o mesmo. Na nova versão do sistema, não poderia faltar mais melhorias no “capô” do sistema como na “lataria”, que vamos ver a seguir.

elementaryOS 0.5.1 Hera é lançado com várias novidades e suporte ao flatpak






Podemos começar com a nomenclatura e a versão do sistema, que ainda se baseia na versão Juno 5, mantendo os mesmos repositórios e bibliotecas. Segundo o anúncio no blog do elementaryOS, a versão 5.1 é uma atualização importante, mas não uma nova versão, que ocorre a cada 2 anos, mas que esse grande update merecia um nome próprio e uma identidade.

Outro ponto abordado no post deles, foram classificar como importantes, o Greeter (saudação da tela de login) e o Onboarding, que seria o primeiro contato dos usuários com o sistema.



Como podemos ver na tela acima, a tela de login e de bloqueio (Greeter), tiveram um redesign, assim tornando-os mais nítidos e com o problema do HiDPI resolvido. Com esse novo update do Greeter, foi possível adicionar novas funcionalidades, como mostrar os nomes de um usuário para os demais, o wallpaper que o usuário escolheu agora é mostrado no “card” dele, notificação de quando o Caps Lock e o Num Lock estejam ativados e entre outras melhorias que você pode conferir aqui.

Outra melhoria anunciada pelo pessoal do elementaryOS, é o Onboarding, aplicativo que mostra as principais novidades e recursos presentes no sistema, para todo novo usuário criado. Ele seria como um “tutorial” dos primeiros passos no sistema, vamos assim dizer. Para mais detalhes técnicos sobre ele, você pode conferir aqui.



A outra novidade, é em relação aos pacotes flatpaks e como eles são manipulados dentro da distribuição. Agora, de forma oficial, os pacotes flatpaks são suportados de forma nativa pelo sistema. Assim, quando você instalar algum app no formato, poderá ser feito o gerenciamento do mesmo através da loja do elementaryOS, o AppCenter.

Também foi desenvolvida uma ferramenta que facilita a instalação dos arquivos baixados do Flathub, assim dispensando a necessidade do terminal ou PPAs para essa finalidade. A ferramenta é o Sideload, que faz todo esse trabalho de instalação para você, quando o arquivo .flatpakref é baixado. Ele te dá todas as informações referente ao app que será instalado.








Falando no AppCenter, o mesmo recebeu várias melhorias na versão Hera, e segundo o pessoal do elementaryOS, está 10x mais rápido que a versão anterior. 



Quando um app é instalado via flatpak, as atualizações também aparecerão no AppCenter. Agora você poderá escolher qual fonte quer instalar o app, seja dos repositórios do elementaryOS ou do Flathub. Também será possível navegar de forma offline, graças ao sistema de cache do sistema, assim podendo desinstalar aplicativos sem conexão também. 

Opção de mudar a fonte de instalação

Navegação offline no AppCenter


Além dessas novidades, também foi aprimorada a configuração de som, principalmente se o seu computador tiver várias saídas de áudio.

Outro ponto que recebeu um redesign e aprimoramentos, foi na parte de gerenciamento de mouse e touchpads, oferecendo agora mais possibilidades de configurações e ajustes.



Houve também melhorias e updates nos apps nativos do elementaryOS, como no Calendar (Calendário), Camera, Fotos (Photos), Música (Music) e Vídeos. Também foi aprimorado os indicadores do sistema, assim tornando mais harmonioso e de fácil entendimento para os usuários.




Essas foram só algumas das muitas novidades que a versão 5.1 Hera do elementaryOS trouxe, que para mais detalhes técnicos e mais algumas novidades, você pode conferir neste post do blog oficial do projeto.

Para baixar o elementaryOS 5.1 Hera, acesse este link, e na sessão que aparece “Pague o que quiser”, você pode pagar ou não pelo sistema. Se você optar por não pagar, basta ir no espaço “Personalizar” e por o número 0 (zero), baixando assim o sistema sem nenhum custo.


Se você já estiver usando a versão 5.0 Juno, basta verificar o AppCenter e clicar no botão “Verificar Atualizações” e assim instalar elas. Se você precisar de algum suporte mais “aprimorado” em seu hardware, basta instalar o conjunto HWE LTS, com o seguinte comando:

sudo apt install --install-recommends linux-generic-hwe-18.04 xserver-xorg-hwe-18.04


Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Temos um monte de cupons de desconto da GearBest para você! [Atualizado]

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Nós fechamos  uma ótima parceria com a loja GearBest para trazer excelentes descontos para os leitores do blog Diolinux e assinantes do canal, confira agora os  descontos em produtos disponíveis para você por um preço mais baixo. 

cupons de desconto GearBest





São cupons de desconto com valores diversos e para vários produtos diferentes. Logo abaixo você confere os produtos com maiores descontos e com valores especiais.


Para ter os descontos, basta clicar no link para ir para a página do produto e inserir o código que está lisado ao lado de cada produto na tabela abaixo na hora de finalizar a sua compra na GearBest, alguns chegam 36%.

Aqui eu vou colocar uma série de cupons que são liberados semanalmente com descontos variados para produtos mais vendidos, volte toda a semana para conferir as novidades:

* Os produtos desta lista já estão com descontos aplicados ou são flashsales.
* Caso o desconto não apareça no site ma versão em português, acesse pela versão mobile, assim os descontos sempre aparecerão.


Confira também os descontos que  separamos para você em lojas nacionais 




PRODUTOLINK
Smartphone Xiaomi Redmi Note 7 Prohttp://bit.ly/2KWHd7n
Smartphone Xiaomi Mi 9T Prohttp://bit.ly/35WMpzX
Smartphone Lenovo Z5shttp://bit.ly/2ONooG0
Smartphone Xiaomi Redmi Note 8 Prohttp://bit.ly/2MBu7fy
Smartphone OnePlus 7http://bit.ly/308P1ri
Smartphone CUBOT X20 Prohttp://bit.ly/33wcOU4
Fone de ouvido Gocomma F9http://bit.ly/33sRPRZ
Mini PC Beelink J45http://bit.ly/2sw7WRs
Mini PC Beelink T4http://bit.ly/33wetZO
TV Box Alfawise A8 NEOhttp://bit.ly/2qfMSOb
Mouse Logitech M185http://bit.ly/2YdDiIn
Mouse Alfawise WM01http://bit.ly/2Le5eHk
Notebook Xiaomi Mi Rubyhttp://bit.ly/361e17b
Notebook Teclast F7http://bit.ly/34HGxdL
Notebook Lenovo YOGAhttp://bit.ly/2VrzlhV
Projetor M18 LCD http://bit.ly/32nMTNO


A próxima lista possui produtos que contém cupons de descontos, aproveite as promoções da GearBest para fazer as compras:



PRODUTOLINKSCUPOM
Smartphone OnePlus 7 http://bit.ly/35WNo37GBOP7BFDS
Smartphone Xiaomi Redmi Note 8http://bit.ly/2LcCSN1GBNOTE801
Smartband Xiaomi Mi Band 4 http://bit.ly/2P3H0AhGBBAND4MI
Fone de ouvido Xiaomi Redmi AirDots http://bit.ly/35ZBWDXGBREDMI189
Smartphone ASUS ROG Phone 2http://bit.ly/35WOpYZGBROG2345678
Notebook Teclast F15http://bit.ly/2Rc1NnTN3C5B362EE61D001


Basta clicar na categoria e usar o cupom de desconto na hora de finalizar a compra em qualquer produto que pertence a ela.
Eu tenho alguns cupons de descontos para a algumas categorias da loja GearBest, então usando estes cupons em qualquer produto da categoria você ganha uma quantidade "x" de desconto.



CATEGORIACUPOMDESCONTO
SmartphonesGBMBP7%
TabletsGBTPC8%
Computadores e RedesGBCPNT8%
LuzesGB17LED10%
LampadasGBST12%
Fitas de LEDGBStrips12%
CarregadoresGBCHS12%
Acessórios e FerramentasGBLA12%
Acessórios AppleGBWATCH20%

Estes são os que eu tenho por enquanto para vocês aproveitarem, vou deixar este artigo fixo no topo do blog para que fique fácil de todos acessarem, se quiserem algum produto específico com desconto que não se enquadra nestas categorias apenas deixem nos comentários que eu vou tentar conseguir para vocês.

Agora você também pode receber as FlashSales pelo Telegram! Basta entrar neste canal:  t.me/descontosdiolinux

Boas compras!
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