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Canonical procura novo engenheiro para trabalhar com Ubuntu Desktop

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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

A Canonical, empresa que desenvolve a distro Linux Ubuntu, anunciou que está com vagas abertas para novos profissionais que devem ajudar a melhorar o sistema operacional, para ser mais específico, a vaga é para Software Engineer para o time de desenvolvimento do Ubuntu Desktop.

Canonical procura por Engenheiro de Sofware






Para quem imaginava que a Canonical estava deixando o Desktop do Ubuntu de lado, uma vaga para esta função mostra que empresa ainda se preocupa com o segmento que o deu tanta popularidade a distro. Segundo o anúncio, a empresa busca um engenheiro de Software para se unir ao time de Desktop do Ubuntu. 

Essa equipe é responsável por entregar o Ubuntu para computadores tradicionais e usuários domésticos, que é, segundo as palavras do anúncio, "um dos mais populares sistemas operacionais baseados em Linux da atualidade", afirmando que "o Ubuntu prima por ser o melhor sistema operacional baseado em Open Source da existência", nas palavras da Canonical.

Um dos desafios particulares do "Ubuntu Desktop Team" é manter todos os pacotes que a empresa suporta atualizados e com alta qualidade de funcionamento e segurança, desde pacotes que fazem referência a coisas mais básicas do sistema, como gestores de rede, bluetooth, gerenciadores de áudio, até a própria interface GNOME Shell e as aplicações do ecossistema GNOME.

A anúncio afirma que um engenheiro de software bem sucedido no cargo deve ver o futuro do Ubuntu com paixão e ter um "mindset" ajustado com os ideais do modelo Open Source, ao mesmo tem que precisa ter uma ampla e inovadora organização, ter uma boa comunicação. Segundo o anúncio, ser bom em relacionamentos é tão substancial quanto ser muito bom tecnicamente. 

O trabalho também envolve em fazer algumas viagens por ano, geralmente com duração de uma semana inteira. O trabalho pode ser feito de qualquer home office, em qualquer lugar do mundo, porém, se a pessoa morar na Europa ou estiver na costa leste dos EUA (ou no mesmo fuso horário) seria preferível.

Sobre as principais responsabilidades do cargo


A vaga lista algumas funções que o candidato(a) deve cumprir para exercer a função na empresa, como:

- Acompanhar e fazer a manutenção de alguns componentes centrais do Ubuntu Desktop, como alguns já mencionados anteriormente no texto. Isso envolve debugar problemas complexos de qualquer tipo de pacote que o Ubuntu e Canonical suportem, além de trabalhar diretamente com as equipes de desenvolvimento Upstream, como o time de desenvolvimento do GNOME;

- Garantir que os trabalhos sejam feitos com performance e qualidade;

- Trabalhar com os pacotes Snap, ferramentas que envolvam os pacotes Snap e a integração deles com o Ubuntu Desktop;

- Trabalhar com outros times da Canonical para entregar as funções acordadas pelo desenvolvimento e ajudar a levar essas funções para o Ubuntu Desktop em cada lançamento, a cada seis meses, dentro do cronograma.

- Quando necessário, trabalhar respondendo a assuntos e problemas envolvendo usuários finais e usuários comerciais da empresa.

Habilidade requiridas e experiência


Toda vaga de emprego tem alguns pré-requisitos e elementos que são bem vistos e/ou obrigatórios, para este caso não seria diferente. Coisas que serão observadas na hora de contratar um novo funcionário:

- Uma clara paixão pelo futuro do Ubuntu;

- Uma demonstração clara de contribuição com algum projeto Open Source;

- Uma boa experiência com C/C++, preferencialmente em algum projeto Open Source;

- Conhecimento em tecnologias que formam o Ubuntu Desktop como o GNOME, D-Bus, Xorg/Wayland, etc;

- Estar a par de ferramentas open source de desenvolvimento e das metodologias utilizadas para a criação do Ubuntu, como o Git, o Launchpad, o empacotamento em .deb, apt, dpkg, debhelper, etc;

- Excelente lógica, capacidade de resolver problemas e habilidade de análise de bugs;

- Inglês fluente, especialmente Inglês técnico;

- Estar confortável com comunicação online e colaboração através de listas de e-mails, IRC e Wiki;

- Habilidade de ser produtivo em um projeto globalmente distribuído, sendo disciplinado em relação a motivação, acordos de entrega e prazos.

Além destes itens, existem também alguns que são especialmente bem vistos e podem contar como "um pontinho a mais" para o candidato:

- Experiência com a comunidade GNOME;

- Já ser um desenvolvedor Debian ou Ubuntu;

- Estar desperto para metodologias e ferramentas de desenvolvimento ágeis.

Se você gostou da ideia de trabalhar com o Ubuntu, você pode submeter a sua candidatura através deste site.

Até a próxima!
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Curso EXTREMAMENTE AVANÇADO de Shell Script!

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domingo, 11 de novembro de 2018

Agora que você já perdeu o medo do terminal Linux chegou a hora de dar um passo a mais e usar todo o potencial que ele te oferece como uma ferramenta para controle, automação e até diversão, por que não?

Cursos avançado de Shell Script







O meu amigo Marcos, do canal Terminal Root, vem desenvolvendo há muito tempo um material extenso e completo sobre o uso de aplicações em modo texto, terminal e shell script e hoje eu tenho o prazer de anunciar a disponibilidade deste material!

O que você vai aprender se fizer o curso?


Absolutamente tudo sobre manuais, processos, animações em ASCII e Unicode. Vai aprender inúmeros comandos de manipulação de dados do Terminfo e Termcap. Também vai descobrir todo raciocínio e lógica utilizada para criação de games, utilizando a raíz da criação. 

Aprenderá a criar um instalador pra o Arch Linux, bem como manipulação de Sistema de Arquivos via linha de comando. Entre diversos outros tópicos para criar programas profissionais e com recursos UX e UI deixando-os mais intuitivos.

No vídeo à seguir o Marcos te mostra a aplicação prática do Script de instalação do Arch.



São 22 vídeos, mais de 2GB de conteúdo que você pode baixar e guardar com você para sempre, 18 apostilas em PDF, 18 Scripts didáticos e ainda vários arquivos, imagens e outros, tudo isso para te ajudar a estudar e virar um ninja especialista no terminal.

Quanto custa?


O curso possui o valor de investimento de R$ 174,90, porém, um requisito importantíssimo é já ter conhecimento básico ao menos em Shell Script, para que assim você possa desenvolver as habilidades propostas no curso de forma mais rápida.

Caso você não satisfaça esse pré-requisito, o Marcos também preparou alguns cursos que vão te dar toda a base necessária para ir para o curso extremamente avançado.

1 - Curso do Iniciante ao Avançado de Shell Script - Onde você aprenderá o essencial, além de manipular banco de dados e usar Shell Script para Web.

Valor: R$ 39,90.
Mais detalhes em: terminalroot.com.br/bash

2 - Curso do Editor Vim - Você aprenderá a customizar o Vim, podendo por exemplo mapear qualquer tecla para responder como deseja.

Valor: R$ 29,90
Mais detalhes em: terminalroot.com.br/vim

3 - Curso Extremamente Avançado em Shell Script Bash - Para criação de animações, instaladores de distros, games e muito mais, como já comentado neste artigo:

Valor: R$ 174,90
Mais informações em: terminalroot.com.br/shell

PORÉM, como aqui não brinca quando o assunto é promoção, agora, em uma parceria entre o Diolinux e o Terminal Root, você pode levar todos os 3 cursos por apenas R$ 179,90!

Um bônus: Além destes cursos mencionados, você também receberá o curso de SED - Editor de fluxo completo.

Como você pode comprar?


Na verdade, de forma muito simples. Todo o material dos cursos será enviado para você por e-mail, então basta fazer a compra através do PagSeguro: https://pag.ae/bkBDp7l

Depois disso é só aguardar o recebimento do material, se tiver alguma dúvida, entre em contato diretamente com o Marcos em terminalroot.com.br.

Fique ligado no blog e o no canal Diolinux, pois provavelmente sortearemos alguns cursos completos para nossos leitores e inscritos em breve!

Até a próxima!
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Como programar em C/C++ no Ubuntu

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terça-feira, 22 de maio de 2018

Olá você! Vamos continuando a nossa série de dicas de como programar utilizando Linux, especialmente o Ubuntu. Esta série está sendo coescrita com o nosso leitor Tiago Funk, que já falou sobre a criação de um ambiente básico para programar em Java e em Python.

Como programar em C++ no Ubuntu





Por mais estranho que pareça, programar nessa linguagem no Ubuntu é relativamente simples, você vai perder mais tempo escolhendo a ferramenta aonde será escrito o código do que instalando o básico para compilar o seu código fonte.
Neste artigo C e C++ serão tratados como sinônimos, ou seja, a instalação das ferramentas de um é igual ao que é necessário à outra, apenas na hora de escrever os códigos que é diferente.

Requisitos:

- Computador com Ubuntu.
- Internet para downloads.
- Paciência (para escolher a ferramenta correta para a edição do código fonte e depois para aprender a linguagem)

Entendendo o C/C++


Esta nova linguagem que você esta prestes a aprender é uma das mais utilizadas no mundo atualmente, ela esta nos sistemas operacionais, drivers, compiladores de várias linguagens, etc. Ela é de baixo nível, assim, você pode mexer em recursos avançados no sistema que o seu programa for rodar, isso que pode ser um grande problema para alguns e uma coisa muito boa para outros.

Como o Kernel Linux (o qual o Ubuntu utiliza) tem partes escritas em C/C++, ele já possui um compilador no sistema, por isso não precisamos instalar nada para rodar códigos dessa linguagem, além dela rodar em linguagem de máquina diretamente (o Java por exemplo é executado dentro de uma máquina virtual).

Escolhendo uma ferramenta de Edição de código


Aqui vamos listar algumas alternativas aonde você pode editar o seu código:

Terminal

É comum que os programadores dessa linguagem utilizarem um editor de texto qualquer para escrevê-la (gedit, vi, nano, bloco de notas, etc) e depois compilarem pelo terminal.  Vou ensinar essa alternativa, porque pode ser que um dia ela seja útil para você trabalhar.
Abra um editor de texto qualquer e digite os seguintes comandos:

#include <iostream>

using namespace std;

int main(){
cout << “Olá mundo” << endl;
return 0;
}

Depois salve como main.cpp (a extensão .cpp é muito importante)

Vai pelo terminal até a pasta que você salvou e digite para compilar:
g++ main.cpp -o meuPrograma
Para executar:
./meuPrograma
No terminal deve haver a seguinte saída:

Compilando programa em C++

Como vimos, qualquer editor de texto pode ser utilizado para a edição, mas existe alguma ferramenta que otimize o trabalho, compilando os arquivos para min? Sim.


Atom

O Atom é uma delas, um editor leve, que suporta outras linguagens também, compila e executa e ainda tem uma interface que eu achei muito bonita.

Atom no Ubuntu

Acesse: https://atom.io/ 

E baixei o pacote .deb

Vai na pasta do download pelo terminal e digíte:
sudo dpkg -i nomePacote.deb
Por enquanto, ele ainda é apenas um editor de texto simples, vamos adicionar uma extensão para executar os códigos C++. Você encontra ele no formato Snap também na própria central de aplicativos do Ubuntu.
Vá na barra superior e clique no menu em packages >> setting views >> open, na janela que se abrir, clique em install e busque por "gpp-compiler", instale essa extensão para poder compilar arquivos.

Atom editor

Digíte o seu código e aperte o F5 para compilar e executar (ele vai abrir um “Terminal” para mostrar a saída para você).

Code::Blocks

Outra alternativa é code::blocks, talvez quem programou em C/C++ no Windows conheça, bastante parecido com o Atom. Única coisa diferente é poder criar um projeto com o código, e não apenas separar em pastas.

No terminal:
sudo add-apt-repository ppa:damien-moore/codeblocks-stable
sudo apt-get update
sudo apt-get install codeblocks codeblocks-contrib
Code Blocks

 Para criar um projeto, clique no primeiro ícone à esquerda no menu (olhar imagens).

Code Blocks Ubuntu

Em categoria, selecione Console, e avance, pode deixar tudo no padrão na próxima, selecione C ou C++ depois, E coloque um nome para o seu projeto, e coloque o projeto em uma pasta. 


O programa já vai ter criado um um arquivo main.cpp para você e já pode executa-lo.

Netbeans

Minha última sugestão é o Netbeans, eu vou recomenda-la porque ela é mais completa (por exemplo, as duas anteriores não mostram erros em sintaxe, se você escreveu um comando errado, o Netbeans mostra), ela permite integrar várias linguagens em um único projeto e tenho bastante experiência com ela.
Atenção: o Netbeans é um software que consome bastante recursos do computador, por conta disso é aconselhável ter um processador da geração mais nova e ter pelo menos 4 GB de RAM, não que você não consiga utilizar o Netbeans em uma máquina que não possua este hardware, mas compromete bastante (experiência própria).
Na página você pode ver várias opções:

Download do NetBeans

Selecione a quinta opção se você for programar apenas C/C++.
Com o download finalizado, vá na pasta que foi feito o download pelo terminal e digite:
sudo sh NomedoArquivo.sh
Quando abrir a janela apenas clique “próximo”, em todas as janelas, além de aceitar o termo de utilização, pode deixar tudo no padrão.
Ah, não se assuste com a demora para a instalação. Bem comum. Além disso, não cancele a instalação, senão a instalação ficara comprometida e arrumar tudo depois vai dar muita dor de cabeça.
Para abrir o Netbeans, basta pesquisar no seu computador (Aperte a tecla do Windows) e abra-o, ele costuma demorar um pouco para abrir pela primeira vez. Clique no segundo ícone e escolha “C/C++” e “Aplicação C/C++”, depois de um nome para o projeto.


Repare que o Netbeans já criou o arquivo e muito do código para fazermos o teste. Basta deixar o código igual à imagem e clicar na flecha verde.

NetBeans Ubuntu

Finalizando

Se ficou com alguma dúvida em como instalar ou utilizar, busque tutoriais na internet, aprenda a pesquisar também, vai ser muito útil para você na sua vida de programador.

That’s all folks, por hoje seria apenas isto. Até mais.

Nota do editor: Gostaríamos de agradecer ao Tiago Funk pela colaboração com o artigo.
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GAMEDEV Talks - Um workshop online e grátis para desenvolvedores de jogos e interessados

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sábado, 10 de março de 2018

Eu acho muito saudável que nós possamos apoiar as pessoas que trabalham desenvolvendo jogos aqui no Brasil. A nossa comunidade ainda é pequena se comparada a outros países onde o segmento está melhor encaminhado, por isso o esforço de reunir pessoas experientes e novatas, mas principalmente interessadas na área, pode ajudar a criar várias oportunidades interessantes e pode tirar várias dúvidas.

Gamedevtalks Brasil






Se você sempre sonhou em ir eventos de desenvolvedores de jogos e nunca pode ir por conta de morar muito distante de qualquer evento destes, problemas de transporte e seja lá o que mais possa ter te impedido, graças a internet agora você poderá se reunir com um monte de pessoas com o mesmo interesse que você.

Sobre o evento


O que é o GAMEDEV TALKS? 

Serão 4 encontros com grandes nomes da indústria de jogos brasileira onde conversaremos sobre diversas questões relacionadas ao mundo do desenvolvimento de jogos.

Quando o evento vai acontecer?

O GAMEDEV Talks vai acontecer entre os dias 13 e 22 de Março de maneira totalmente gratuita. Serão 4 dias diferentes com 1 encontro por dia. Você poderá se inscrever nesta página para participar!

Como funciona inscrição? 

É só você se cadastrar com seu nome e e-mail. Todas as informações serão enviadas pro seu e-mail de cadastro, então fique de olho nele!

Como vou assistir aos encontros ao vivo?

No dia de cada encontro será enviado por e-mail o link de transmissão daquele dia - é só você clicar e estar preparado para assistir!

QUANTO CUSTA PARA PARTICIPAR? 

O evento é 100% gratuito e você pode se inscrever nessa página sem nenhum custo.

Posso assistir fora do horário de transmissão?

Os encontros serão gravados e o link de gravação será enviado para todos que estiverem inscritos no GAMEDEV Talks.

Dúvidas? Envie para contato@producaodejogos.com

Sobre os eventos que acontecerão em cada dia


ꔷ (13/03/2018) às 20h

Pitch que vale ouro: como convencer aceleradores, publishers e investidores a apostar no seu jogo

Participantes:

ꔷ Orlando Fonseca Jr. - Fundador da IMGNATION, que participou das aceleradoras Boost VC e GameFounders

ꔷ Gabriel Sturmer - CMO da Cupcake, que participou da Startup Chile, GameFounders e recebeu investimento de 1 milhão de dólares

ꔷ Saulo Camarotti - CEO da Behold Studios, que recebeu 1 milhão de reais da ANCINE

ꔷ Raphael Dias - Fundador do Produção de Jogos e idealizador do GamedevTalks


Nesta conversa com Orlando Fonseca Jr. (Imgnation), Gabriel Sturmer (cupcake) e Saulo Camarotti (Behold Studios), Raphael Dias vai te ajudar a entender como comunicar sua ideia de jogo para convencer possíveis investidores, publishers ou mesmo entrar numa aceleradora.

- Como a Cupcake conseguiu investimento internacional de 1 milhão de dólares.

- Como criar pitches que convencem os melhores investidores e abrem portas para seu estúdio de games.

- Lições do Vale do Silício: O que a IMGNATION aprendeu sendo acelerada por 3 meses na Boost VC.

- Como usar editais de fomento do governo para alavancar seu estúdio de games e desenvolver suas melhores ideias de jogos (apenas em 2017 foram mais de R$ 20 milhões).



ꔷ (15/03/2018) às 20h

Pergunte ao CEO: Como criar e crescer uma empresa de jogos no Brasil

Participantes:

ꔷ Marivaldo Cabral - CEO da QUByte Interactive, que já produziu jogos para PC, PS4, Wii e Nintendo Switch

ꔷ Maurício longoni - CEO da Aquiris Game Studio, que tem 10+ anos de história e 70+ funcionários

ꔷ João Vítor - CEO da Cupcake, que busca ser #1 no mundo em jogos casuais do tipo brain puzzle

ꔷ Raphael Dias - Fundador do Produção de Jogos e idealizador do GamedevTalks


Nesta conversa com Marivaldo Cabral (QUByte), Maurício Longoni (Aquiris) e João Vítor (Cupcake), Raphael Dias vai selecionar as principais dúvidas da audiência e discutí-las ao vivo com os CEOs de 3 empresas de jogos de sucesso.

- O que fazer quando um jogo fracassa: lições de resiliência de quem alcançou sucesso seguindo em frente

- Como fazer seu estúdio de games crescer e transformá-lo numa empresa saudável e produtiva (muitas pessoas investem anos e nunca descobrem como fazer isso)

- Como atrair desenvolvedores comprometidos e altamente habilidosos para seu estúdio de games e montar um time dos sonhos

- O que esses CEOs fariam se fossem começar tudo do zero e criar uma nova empresa de games (aplique essas lições para aumentar suas chances de sucesso)



ꔷ(20/03/2018) às 20h

Vivendo de Jogos: como ganhar dinheiro desenvolvendo jogos independentes

Participantes:

ꔷ Walter Machado - Criador da série Ubermosh e um dos principais cases nacionais de sucesso indie

ꔷ Daniel Snd - Criador do What The Box e Rocketfist. Primeiro brasileiro a publicar no Nintendo Switch

ꔷ Rafael Carminatti  - Desenvolvedor independente com mais de 3 milhões de jogos vendidos na STEAM

ꔷ Raphael Dias - Fundador do Produção de Jogos e idealizador do GamedevTalks


Nesta conversa com Walter Machado, Daniel Snd e Rafael Carminatti, Raphael Dias vai debater quais são os principais ingredientes para conseguir viver da venda dos seus próprios jogos.

- As lições aprendidas por pequenos estúdios (de 1 ou 2 pessoas) que conseguiram criar jogos com mais de 100.000 cópias vendidas mundialmente.

- Como criar jogos que vendem todo dia e atraem jogadores sedentos pelas seus próximos projetos.

- Como ter um público engajado e quase implorando para comprar seu jogo mesmo meses antes do lançamento.

- Como ter uma legião de fãs que compram todos os jogos que você faz e te permitem viver do seu sonho de trabalhar com games.



ꔷ (22/03/2018) às 20h

Como Mudar de Carreira e Começar a Trabalhar com Jogos

Participantes:

ꔷ Thiago Adamo - Compositor de trilhas e sound designer, trabalhava na área de TI

ꔷ Sergio Ueta - Engenheiro e Co-Fundador da Mens Sana, trabalhava na área de TI

ꔷ Tony Salto - Programador na Garage 227, criadora do SHINY (PC/PS4)

ꔷ Raphael Dias - Fundador do Produção de Jogos e idealizador do GamedevTalks


Nesta conversa com Thiago Adamo, Sergio Ueta  e Tony Salto, Raphael Dias vai discutir sobre o processo de mudança de carreira e como dar os primeiros passos na indústria de jogos sem largar o emprego atual.

- Como criar um plano de ação para dizer adeus aos empregos monótonos e encontrar um trabalho estimulante na indústria de jogos

- Como dar os primeiros passos no mercado de games mesmo sem largar seu emprego atual (e como descobrir a hora certa de migrar)

- Os maiores erros e principais acertos de quem decidiu mudar e hoje tem uma carreira de sucesso no mercado de games (e como aplicar essas lições na sua vida profissional)

- Estratégias comprovadas para ter uma segunda carreira na indústria de games, mesmo se o seu trabalho atual consome praticamente todo seu tempo


Aproveite a oportunidade, até a próxima!

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5 passos para você iniciar sua jornada na área de Data Science

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Você já deve ter ouvido falar sobre Data Science, Big Data e monte de termos aí relacionados com Inteligência Artificial.  Diante disso, cada vez mais pessoas estão interessadas em se tornar profissionais dessas áreas. Mas como começar?

Data Science





Comece com o básico


Se você ainda não conhece nada de Data Science provavelmente vai ficar confuso com tantos termos e conceitos novos.

O ideal é começar se inteirar do assunto para saber por qual caminho seguir. De preferência comece procurando conteúdo português, assim você vai minimizar a curva de aprendizado, uma das boas opções para encontrar conteúdo no nosso idioma é o blog Minerando Dados. Lá você irá encontrar artigos técnicos sobre Machine Learning, Manipulação de Dados, Análise de Dados, Conceitos e tarefas do dia a dia de um Cientista de Dados, é bacana pra quem está começando do zero.

Obviamente você vai encontrar muito material em inglês, isso não deve ser um empecílio

Disciplinas fundamentais


Como tudo que é novo requer estudo para ser feito de forma mais eficaz, estudar disciplinas que são a base para essas tecnologias é fundamental. 

Por exemplo, saber o básico sobre Matemática e Estatística já vai ser muito importante na hora de entender como os algoritmos funcionam. Em seguida, pesquise sobre linguagens de programação mais usadas, quais as melhores ferramentas utilizadas pelos profissionais e principalmente como instalar em sua distribuição Linux predileta, a maior parte desses projetos que podem ter um alto fator de escalonamento roda em Linux.

Linguagens Python ou R


R vs Python

Pesquise quais são as linguagens de programação e plataformas mais utilizadas em projetos nessa área. 

Por exemplo, se você gosta de Python já está um passo a frente, pois, uma grande parcela dos projetos de Data Science utilizam essa linguagem como principal.

O Python além de ser uma linguagem conhecida entre os desenvolvedores, também é muito bem aceita na comunidade acadêmica. Além de robusta e muito amigável, existem diversas bibliotecas prontas para trabalhar com Data Science. Veja aqui um exemplo de manipulação de dados utilizando uma biblioteca poderosa e perceba o poder dessa linguagem.

Essa linguagem por ser bastante difundida, se tornou um sucesso nessa área tanto pela sua capacidade, tanto pela sua simplicidade.

Outra linguagem que de grande peso nessa área é o R. O R é uma linguagem estatística muito usada na comunidade acadêmica, além disso, o R contém muitas bibliotecas e pacotes prontos para utilização. Bibliotecas para cálculos matemáticos, visualização de dados, processamento entre outras.

Por ser uma linguagem muito simples, tem se tornado uma linguagem bastante utilizada em projetos de Data Science. Isso levou o R a não ser mais uma linguagem somente utilizada na academia.

Então qual escolher? Python ou R?

Eu sugiro que você escolha a que mais lhe agradar. Realmente vai depender do projeto. Não tente estudar as duas linguagens de uma vez, você vai acabar perdido com tanta informação.

Recomendo fortemente que você escolha a linguagem que mais lhe interessa e estude ela.

Aprenda Machine Learning


Machine Learning

Não dá pra falar de Data Science sem falar de Machine Learning.

Machine Learning ou "Aprendizado de Máquina" é uma área que vem crescendo muito e está cada vez mais presente no nosso dia a dia. Um exemplo interessante é: 

Como o Google consegue classificar e-mails com “spam” para milhares de contas de e-mail? E vamos combinar que raramente ele erra né ? 

Conhecer sobre Machine learning é fundamental para qualquer Cientista de Dados, mas você não precisa conhecer e saber utilizar todos os algoritmos logo de cara. 

Para começar, escolha alguns algoritmos mais utilizados e procure aprender como eles funcionam e já está de ótimo tamanho.

Abaixo temos exemplos de tarefas que utilizam Machine Learning e que existem diversos artigos, tutoriais e livros disponíveis para você aprender sobre os algoritmos gratuitamente:

- Análise de Sentimentos: Essa tarefa é muito utilizada aplicando Machine Learning em textos, onde se quer que o algoritmo aprenda a classificar em positivo, negativo ou neutros dados de teste.

- Predição de Valores: Essa tarefa normalmente utiliza algoritmos de Machine Learning que utilizam regressão para aprender padrões e predizer valores. Um exemplo muito conhecido seria predizer preços de imóveis de uma região.

- Agrupamento de Dados: Algoritmos que fazem agrupamento de dados utilizam Machine Learning para descobrir informações semelhantes nos dados as quais permitem criar grupos similares. Uma aplicação desse tipo de algoritmo é um banco que quer agrupar clientes em categorias sem ter que definir critérios muito bem estabelecidos para isso.

- Reconhecimento de Imagens: Esta é uma tarefa muito bem utilizada pelo Facebook. A rede social utiliza algoritmos de Machine Learning para identificar rostos das pessoas através das fotos.

Os exemplos mencionados acima são muito utilizados hoje em dia, isso mostra que Machine Learning veio para ficar e a tendência é que teremos cada vez mais soluções utilizando essa tecnologia. 

Colocando a "mão da massa"!


A melhor forma de aprender algo é colocando em prática. Mas como começar ? 

Bom, uma ótima forma de começar a aprender sobre essas tecnologias é buscando bases de dados gratuitas e praticando em projetos pequenos. Um site muito interessante é o Kaggle, neste você pode fazer download de diversas bases de dados gratuitamente e começar a brincar com os dados.

Como mencionei no início, para quem quiser baixar material em português e encontrar bases de dados para download, juntamente com códigos gratuitos, pode encontrar no Minerando Dados.

Além do blog que citei acima, segue outras fontes de estudo para você conferir, aprecie sem moderação :)

  1. Blogs sobre Data Science:
  2. Python: Python Brasil
  3. Estatística: Statitics.org

Espero que esse artigo tenha te ajudado na caminhada para iniciar na área de Data Science!

Agradeço ao Rodrigo Santana Ferreira pela colaboração com o texto.

Até a próxima!

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Instalando o básico para programar em Python no Linux (Ubuntu, Mint e Debian)

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dando continuidade a uma pequena série de artigos que vai te ensinar a criar ambientes básicos de programação em linguagens variadas que começou com este artigo falando de Java, hoje vamos mostrar como criar um ambiente bacana para você desenvolver Python no Ubuntu, Linux Mint, Debian e seus derivados, o que inclui Deepin, elementary OS, entre outros.

Montando ambiente para programar em Python





Este artigo foi desenvolvido em parceria com Tiago Funk, ele vai te ajudar a entender melhor como criar uma ambiente ideal para começar a programar em Python em algumas das distribuições Linux mais famosas.

Começando


Se você está com dúvidas sobre o que é necessário para poder programar em Python na sua distro Linux, este artigo tem a pretensão de lhe instruir em seus primeiros passos. Antes de tudo, é importante dizer que o Python é uma linguagem interpretada, ou seja, todas as instruções que você for programar nela são, na verdade, instruções que um outro software seguirá.

O mais legal nessa história é que distros Linux utilizam Python para muitas coisas, assim esse interpretador já vem instalado na sua distribuição, mas há um porém, em geral as distros utilizam uma versão antiga do Python, a 2.7, enquanto que hoje existe a 3.5 (Essa versão também já vem instalada em alguns casos). Para ver testar o Python, abra o terminal e digite python3.5 e note que o cursor do terminal vai mudar.

Testando Python

Nesse console que se abriu podemos digitar comandos em Python para que ele os execute. Ao digitar  apenas python  o terminal, ele vai usar a versão 2.7 ai invés da mais recente.

É importante definir qual a versão do Python que você quer trabalhar, pois existem diferenças na sintaxe entre as versões, ou seja, para fazer a mesma ação, existem comandos diferentes em cada versão.

Instalando uma IDE


Para poder programar em Python, em teoria, você já teria o suficiente só com o que vem pré-instalado, entretanto, para ganharmos tempo, vamos instalar um IDE, que é um software que vai automatizar muito dos processos que você teria que fazer para poder executar o programa que você acabou de escrever.

Talvez a melhor opção para Python seja o PyCharm, é muito completo, leve, e bastante bonito. 


No site de download escolha a versão da comunidade, que é gratuita, porém mais básica, para o nosso propósito, vai servir perfeitamente. Se não me engano há um pacote Snap para Ubuntu (e qualquer distro) dele, se você usa o Deepin, ele está na Deepin AppStore.

Site do PyCharm

Após o finalizado o download, você terá uma arquivo .tar.gz, descompacte-o, entre na pasta que foi criada e entre na pasta bin.

Instalando o PyCharm

Dentro dessa pasta existe um arquivo chamado pycharm.sh, esse arquivo é o instalador, para executa-lo, abra o terminal, navegue até a  pasta do arquivo e digite ./pycharm.sh, e a instalação vai iniciar.

Instalando o PyCharm

A primeira janela que vai se abrir é a janela que pergunta se você vai querer restaurar dados de instalações passadas, no nosso caso não vamos fazer isso, depois aceitamos o termos de utilização e por último, uma janela aonde podemos personalizar a interface vai se abrir, podemos deixa-la no padrão.

O próximo passo é criar um projeto, escolhendo o local onde serão guardados os nossos arquivos Python.

Configuração do PyCharm

Não esqueça de escolher a versão do Python com que você quer trabalhar. Agora, vamos criar um novo arquivo.
Novo arquivo no PyCharm

Clique em file (no menu superior) e depois em new…, vai-se abrir uma pequena janela, selecione Python file, nomeie-o e escreva o seguinte:
print(“Olá para todos !!”)

PyCharm Indexando

Talvez você tenha que esperar um pouco se esta for a sua primeira vez abrindo o PyCharm, é necessário esperar um pouco. Como na imagem acima, o Pycharm estará indexando alguns arquivos, assim, é bom esperar um pouco e deixar que isso ocorra.

Para executar o seu código, vá até o menu Run e clique em Run novamente, a execução será semelhante a isso:

Rodando o programa no PyCharm

Finalizando


Basicamente está tudo pronto e funcionando, mas temos mais duas dicas para você:

1 - Para escolher a versão do Python do seu projeto vá em: File (no menu superior), default settings, e na janela que se abrir selecione project interpreter e  então selecione a versão desejada.

Configurando o Interpretador no PyCharm

2 - Se você é do tipo que gosta de usar atalhos, vá em help (menu superior), keymap references e vai se abrir um PDF como todos os atalhos da IDE. Dê uma estudada nele, pois eles podem ajudar a agilizar o seu trabalho.

Agradecemos ao Tiago pela contribuição, agora você já tem o básico para começar os seus trabalhos e estudos.


Até a próxima!


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Participe do PHP Community Summit de São Paulo, um evento para reunir desenvolvedores PHP

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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Líder em desenvolvimento para web, a linguagem PHP será o tema do primeiro PHP Community Summit. Voltado para desenvolvedores de todos os níveis e tomadores de decisão de empresas que usam a tecnologia, como gerentes, arquitetos e CTOs, o evento é exclusivo para a área e visa expandir o conhecimento de todos os segmentos de softwares produzidos com, por e para o PHP, assim como debater desafios e tendências.

Evento para desenvolvedores PHP em São Paulo





Organizado pela comunidade PHPSP e pela Locaweb, o evento acontece nos dias 1 e 2 de setembro, na sede da Fecomercio SP, e a expectativa é reunir 700 participantes. As apresentações serão divididas em dois locais – Sala People e Sala Code. 

Entre os palestrantes estão Ari Stopassola Junior (da Perito.inf.br e responsável pelas principais iniciativas de certificação), Guilherme Blanco (Senior Architect na Huge Toronto e contribuidor dos principais frameworks PHP), Luis Cobucci (Engenheiro na Usabilia Amsterdã e contribuidor Opensource) e Augusto Pascutti (Gerente de Desenvolvimento na Easy e co-fundador do PHPSP). 

A comunidade PHP é bastante extensa e por muitas vezes segregada. Ao longo de 22 anos construiu basicamente os fundamentos da web e algo tão grande assim naturalmente cria vertentes em diferentes focos. O PHP Community Summit chega para unir essas comunidades no mesmo lugar, além de difundir e aprimorar os diálogos sobre o presente e futuro da linguagem”, ressalta o gerente de marketing institucional da Locaweb e um dos responsáveis pelo evento, Luis Carlos dos Anjos. 

As inscrições podem ser feitas pelo site. Existem lotes para cada tipo de ingresso, mas como o evento está próximo, alguns já foram esgotados, porém, você que acompanha o blog Diolinux vai poder ir ao evento com um grande desconto, basta inserir o seguinte cupom na hora de comprar o seu ingresso:

PRC_Diolinux

Este cupom vai te dar 30% de desconto no evento! Aproveite e depois me conte como foi, vai ser uma grande oportunidade de aprender coisas novas, trocar experiências e fazer network.

Obrigado à Locaweb pela cortesia e até a próxima!
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Instalando o básico para programar em Java no Ubuntu e Linux Mint

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Quando se está aprendendo uma linguagem nova de programação podem surgir muitas dúvidas, uma delas é: quais softwares eu devo instalar na meu computador? Aqui vamos apresentar a maneira mais simples (embora bastante completa e instalar o necessário para programar em Java) no Ubuntu. Antes que eu esqueça: quando eu falar em Java e JDK (mais a frente eu explico o que é), estou me referindo ao mesmo software.

Como montar um ambiente de programação Java no Ubuntu






Este material foi co-escrito com o nosso leitor Tiago Funk. Este conteúdo destina-se a programadores que utilizam Ubuntu, Linux Mint ou derivados.


Instalação do JDK


O JDK (Java Development Kit) é um software permite que aquilo que você programa em Java, que basicamente é apenas texto, seja traduzindo em linguagem de máquina e depois executado (não vou entrar em detalhes, mas o Java é executado dentro de uma máquina virtual). Além disso, ele contém bibliotecas (código já existentes da linguagem), assim você podem também utilizá-las e vários outros recursos importantes que ajudam a programar.


Para trabalhar com JDK no Ubuntu e no Linux Mint nós vamos instalá-lo via PPA para manter o Java sempre atualizado, porém, antes vamos verificar se você já não tem o programa instalado.

Abra o terminal e digite:

java -version

Com Java Instalado
Com Java instalado

Sem Java Instalado
Na imagem de cima o Java está instalado (versão 1.8 ou versão 8, como queiram chamar) e na de baixo ele não está instalado.
Assim, se o Java estiver instalado, você pode pular essa parte do tutorial, indo direto para as IDEs.
Para instalar o Java basta digitar os seguintes comandos para começar a instalação:

sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java

Repare que quando o PPA for adicionado, aparecerá uma mensagem dizendo que já existe a versão 9 do Java, mas esta em fase de desenvolvimento, ou seja, não é aconselhável a sua instalação para produção estável.

Aqui vamos instalar a versão 8, a versão mais recente e estável.
Voltando aos comandos:

sudo apt-get update
sudo apt-get install oracle-java8-installer


O ultimo comando baixa um scrip que automatizará a instalação do Java, por isso ele é tão pequeno (menos de 100 Kb), mas ele vai baixar e instalar o JDK que é bem maior, esse processo pode demorar bastante dependendo da velocidade da internet que você tem. 

Depois de instalado você teoricamente teria o necessário para começar a programar em Java, basta escrever o código no bloco de notas e compilar pelo terminal cada arquivo, simples não?  Simples sim, prático? Nem tanto. Por isso escolher uma IDE é um passo fundamental, a IDE é um software que escolhido com calma pode adiantar muita coisa que antes era feita manualmente.

Escolhendo uma IDE


Existe duas opções iniciais mais populares para quem programa em Java, o Eclipse e o Netbeans. Obviamente existem outras, mas isso fica a critério de programadores mais experientes usá-las e testá-las. Vou mostrar como instalá-las por possuir experiência com ambas e são os softwares oficiais da mesma empresa que cuida da linguagem Java. 

Eu particularmente recomendo o Eclipse para quem estiver começando a programar, por ser um pouco mas flexível, e na medida do tempo, com mais experiencia, utilize o Netbeans, é interessante saber utilizar ambas, cada uma traz seus pontos fortes e fracos, mas se você está começando a programar não se preocupe com eles.


Instalando o Eclipse


Acesse o site oficial e baixe a versão mais nova. (atualmente é o Eclipse Oxygen). Será feito o download de um arquivo de extensão tar.gz, descompacte-o e dentro da pasta que você acabou de descompactar execute o arquivo eclipse-inst.

Instalando o Eclipse

Será aberta uma janela de instalação, selecione Java ou Java EE (mais completa) quando for solicitado. Depois é só esperar a instalação pacientemente, ela demora um pouco.

Ao terminar a instalação será criado um uma pasta chamada 'eclipse' (tudo minúsculo) na sua pasta de usuário. Dentro desta pasta, entre no diretório eclipse-(nomeVersãoEclipse), depois entre na pasta "eclipse" novamente, e execute o "eclipse" (pode colar na área de trabalho para ser mais rápido o acesso).

ATENÇÂO: Esses passos foram feitos com o eclipse oxygen, versões anteriores e posteriores podem ser diferentes (mas nada que o Youtube e o Google não resolvam).

Binário do Eclipse

Ao iniciar o Eclipse será necessário indicar a pasta do WorkSpace, ou seja, aonde vão ficar guardados os projetos que você for criar, pode deixar o padrão ou escolher uma nova pasta (é legal você criar uma pasta apenas para guardá-los).

Workspace do Eclipse

Na barra de cima de interface, clique no primeiro item, depois escolha “Java”, “Java project”, depois dê um nome para o projeto. Vamos chamá-lo de “OlaMundo” (sem acentos ou caracteres especiais pois podem ocorrer erros).

Eclipse

No lado esquerdo, vai aparecer o seu projeto, clique duas vezes nele, vai se abrir uma pasta “src”, clique com o botão direito nela, depois “new” e “class”, e finalmente, dê um nome para esse arquivo.
Vai-se abrir o novo arquivo, digite o código da imagem que vem a seguir e clique no ícone verde para executar, logo abaixo vai surgir a mensagem “olá mundo”.

Instalação do NetBeans


Atenção: o Netbeans é um software que consome bastante recursos do computador, por conta disso é aconselhável ter um processador da geração mais nova e ter pelo menos 4 Gb de RAM, não que você não consiga utilizar o Netbeans em máquinas que não possuam esse hardware, mas compromete bastante (experiência própria). 


Na página você pode ver várias opções:
Download NetBeans

Note que é possível programar em várias linguagens no NetBeans, mas isso é história para outro dia. Escolha a segunda opção, a versão completa para o Java. Paciência para o download de quase 200 MB.

Com o download finalizado, vá na pasta que foi feito o download pelo terminal e digite:

sudo sh NomedoArquivo.sh

Quando abrir a janela apenas clique “próximo”, em todas as janelas, além de aceitar o termo de utilização, pode deixar tudo no padrão.Não se assuste com a demora para a instalação, isso é algo comum, além disso, não cancele a instalação, senão a instalação ficara comprometida e arrumar tudo depois vai dar muita dor de cabeça.

Para abrir o Netbeans, basta pesquisar no seu computador (Aperte a tecla do Windows) e abra-o, não assuste se demorar para abrir o programa, é bem comum também.

Para abrir um projeto e executá-lo é bem parecido com o que foi feito no Eclipse. 

Clique no segundo ícone e escolhe “Java” e “aplicação Java”, depois atribua um nome para o projeto. Repare que o Netbeans já criou o arquivo e muito do código para fazermos o teste.

Basta deixar igual à imagem e clicar na flecha verde.

NetBeans

Antes de terminarmos tenho mais duas coisas para comentar:

Primeira: Eclipse e Netbeans consomem muitos recursos da máquina, então não se assustem se eles demorem para executar uma ação.

Segunda: Se ficaram com dúvida de com utilizá-los, busquem, pesquisem, vejam tutoriais. Vai ser importante para quem está começando a programar aprender a pesquisar e felizmente existem muita documentação sobre estes softwares na internet.

That’s all folks, por hoje seria apenas isto. Até mais.

Nota do blog: Se você quiser participar do blog também e enviar uma matéria para que ela seja publicada aqui, entre em contato.

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