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Lançado "Rise of the Tomb Raider" para Linux

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quinta-feira, 19 de abril de 2018

A Feral Interactive anunciou hoje o lançamento do game "Rise of the Tomb Raider" para Linux, a versão para macOS havia sido lançado uma semana atrás pela empresa e finalmente temos o título "no pinguim".

Rise of the Tomb Raider






A espera acabou e temos mais um título "triplo A" chegando à plataforma Linux. O anúncio ocorreu hoje e para comemorar temos uma belo desconto na Steam para os jogadores.

O game de ação e aventura saiu em 2015 como exclusivo de Xbox One e 360, saindo em 2016 para Windows. As versões para macOS e Linux saíram apenas neste mês, porém, com todas os conteúdos adicionais já disponíveis. Trata-se da sequência direta do game "Tomb Raider" de 2013, o qual também possui versão para Linux e macOS, e mostra, como o título sugere, a acensão da protagonista "Lara Croft" ao se tornar uma "Assaltante de tumbas", na história a personagem tenta descobrir os mistérios da mítica cidade russa de Kitej, que segundo as lendas do game, contém os segredos para a imortalidade.


No momento em que escrevo este artigo o game está com quase 70% de desconto.

Os requisitos para o game no Linux são:

MÍNIMOS:

SO: Ubuntu 17.10

Processador
: Intel Core i3-4130T ou equivalente da AMD

Memória: 8 GB de RAM

Placa de vídeo: 2GB AMD R9 285 (GCN 3rd Gen and above), 2GB Nvidia GTX 680 ou melhor

Armazenamento: 28 GB de espaço disponível

RECOMENDADOS:

SO: Ubuntu 17.10

Processador: Intel Core i7-3770K

Memória: 12 GB de RAM

Placa de vídeo: Nvidia GTX 980Ti

Armazenamento: 28 GB de espaço disponível

O game utiliza o Vulkan apenas como API gráfica, ajudando a dar vida a essa nova geração de jogos para computador baseada na nova ferramenta.

Você pode conferir o trailer do game aqui: 


O pessoal da Feral Interactive foi muito gentil em nos fornecer uma chave para o teste do game, então em breve vocês podem esperar conteúdo relacionado a ele no canal, fiquem ligados.

Até a próxima!
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Novo site do Flathub já está disponível

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sábado, 14 de abril de 2018

O novo site do Flathub está no ar com uma nova aparência e ainda mais agradável, contendo algumas novidades, como um campo para buscas de aplicativos e a separação por categorias, assim tornando-o mais organizado e facilitando a navegação no site.

Novo site do Flathub já está disponível






Depois de se tornar um formato de empacotamento de programas muito popular no mundo Linux, o flatpak atraiu o interesse de vários desenvolvedores e aplicativos populares como o Spotify, Steam, Discord, LibreOffice, Skype entre outros, acabaram ganhando versões no formato. Aqui no blog temos várias matérias sobre o flatpak, que você acessa através desse link.

Com essa adesão de grandes nomes do mundo da tecnologia, fazia-se necessário um site aonde as pessoas pudessem buscar os programas favoritos de forma organizada, um lugar onde também os desenvolvedores pudessem hospedar os seus aplicativos para esse tipo de empacotamento.

Quando foi lançado o flathub, site esse que mantem o fácil acesso aos programas no formato flatpak, ele tinha como buscar os programas através de uma barra de pesquisa (um Search comum), mas essa facilidade se perdeu ao longo do tempo e na home (tela inicial) do site só apareciam alguns programas tendo assim que utilizar as centrais de programas das distros, como por exemplo a do  Linux Mint, ou mesmo a GNOME Software. 

Mas na última segunda-feira (9) o site do flathub recebeu uma repaginada e trouxe a facilidade que vemos nas centrais de aplicativos das distros, como: Popular Apps, New & Updated Apps, e a tão aguardada "Categorias".

Novo site do Flathub já está disponível

O site ainda está na versão Beta, mas isso não impede de ter uma navegação no site bem fluída e sem problemas.

Dica:  Se você usa o Ubuntu (acima da versão 17.10) e não utilizou o flatpak no seu sistema, vai precisar instalar algumas coisinhas antes:

Primeiro vamos adicionar o PPA do projeto flatpak ao sistema e depois instala-lo:
sudo add-apt-repository ppa:alexlarsson/flatpak
sudo apt update 
sudo apt install flatpak 
Depois vamos adicionar o plugin do flatpak para que ele possa funcionar na Central de programas do Ubuntu:
sudo apt install gnome-software-plugin-flatpak
E por último vamos habilitar o repositório do flathub:
 flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo
Feito isso, basta reiniciar a sessão ou o seu computador, para que o flatpak possa ser usado. Na versão mais recente do Ubuntu (a ainda não lançada 18.04 LTS), a adição do suporte a flatpak pode ser feita diretamente pela GNOME Software, como mostramos neste vídeo:


Conte ai nos comentários o que você achou do novo site do flathub, se achou mais fácil e intuitivo de usar, conte-nos. =)

Até uma próxima e um forte abraço!
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GNOME 3.28 melhorará a sua performance com a ajuda da Canonical

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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Desde que a Canonical anunciou o abandono do Unity em prol do GNOME Shell como interface principal do Ubuntu que muito vem se especulando em como a empresa ajudará a comunidade. Lembramos que quando a decisão foi tomada, a GNOME Foundation deu uma calorosa "boas vindas" à empresa de Mark Shuttleworth. 

Ubuntu ajudará a melhorar o GNOME 3.28







O  lançamento da nova LTS do Ubuntu estará disponível em breve para o público e alguns detalhes no entorno do GNOME ainda precisam ser ajustados, para tornar esta versão de longo suporte mais estável e polida.

Daniel van Vugt, um dos desenvolvedores da Canonical, anunciou uma serie de bug fixes que deverão ser incorporados ao GNOME 3.28 (a versão que virá com o Ubuntu 18.04 LTS), incluindo a correção para o problema de leak de RAM, que relatamos aqui no blog há algumas semanas e outras melhorias que deverão impactar positivamente a performance do GNOME Shell.

Uma das melhorias esperadas será no compositor de janelas Mutter, a nova versão será mais eficiente ao exibir as animações, transições e efeitos do sistema.

Alguns usuários do Arch Linux já fizeram alguns testes e a diferença é notável:


As otimizações também devem impactar na forma com que o GNOME Shell trata o caching de GPU, deixando o processador com menos carga também, o que gera o resultado de maior eficiência do ambiente gráfico no hardware.

As correções feitas pela Canonical devem ser adicionadas ao GNOME Vanilla, o que vai ajudar outras distros que trabalham com o Shell automaticamente.

Vamos aguardar as novidades para vermos  se as implementações realmente farão uma boa diferença no Ubuntu e nos demais sistemas que usam o GNOME Shell como interface.

Tudo indica que o novo Ubuntu será lançado no dia 26, então não vamos precisar esperar muito! :)

Até a próxima!

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Feral Interactive libera "Game Mode" para Linux

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terça-feira, 10 de abril de 2018

A principal empresa de portes de jogos para Linux, a Feral Interactive, anunciou uma nova ferramenta Open Source para ajudar a otimizar o desempenho de jogos no Linux. Trata-se de um daemon e uma lib que permitem que os games extraiam mais desempenho dos processadores.

Linux Game Mode






O chamado "Game Mode" da Feral Interactive, que está trazendo ainda nesta semana o "Rise of the Tomb Raider" pra Linux e macOS, consiste em fazer com que o game consiga alocar "mais atenção" do processador para assim melhorar o desempenho do mesmo.

O recurso foi criado especialmente para ajudar os jogadores que possuem apenas Placas Intel HD Graphics para jogar ou alguma outra APU AMD, onde em ambos os casos, o desempenho do jogo está diretamente ligado ao desempenho do CPU.

Ainda assim, mesmo jogadores que tenham placas de vídeo dedicada (da Nvidia por exemplo), poderão tirar alguma vantagem do recurso.

Como funciona e como instalar


O "Game Mode" é algo que funciona em Background no sistema e altera o comportamento do "CPU Governor" para uma aplicação em específico, no caso um jogo. O recurso consiste em uma espécie de "combo" de biblioteca e daemon que permite aos jogos requisitarem certas otimizações para o kernel de forma temporária.

O código da ferramenta está disponível no GitHub para os interessados em testar.

A ideia não é incluir o recurso diretamente nos jogos atualmente, sendo algo que o usuário deve tomar a liberdade para si de usar ou não, mas em tese, nada impede que existem implementações diferentes do futuro.

Para instalar no seu sistema (apenas distros baseadas em Ubuntu e Arch) você deverá fazer a instalação via linha de comando, trata-se de um ajuste avançado, mas não necessariamente complicado.

Precisamos de algumas dependências antes:

(Ubuntu, Linux Mint, elementary OS e derivados)
sudo apt install meson libsystemd-dev pkg-config ninja-build git
(Arch, Manjaro e derivados):
sudo pacman -S meson systemd ninja git 
Os demais comandos são iguais para qualquer distro:
git clone https://github.com/FeralInteractive/gamemode.git 

cd gamemode
./bootstrap.sh
Depois disso, reinicie o computador para que o Daemon inicie já junto com o sistema e observe se tudo inicializa corretamente. Você pode pressionar a tecla "F8" para verificar a inicialização em modo "verbose" para ter mais informações.

Depois disso você precisa indicar manualmente que o jogo deve usar este recurso, o que teoricamente pode ser feito com um comando assim:
LD_PRELOAD=/usr/\$LIB/libgamemodeauto.so ./game
Onde "./game" no final é o caminho e binário do jogo, mas no caso da Steam, fica mais simples, basta editar os parâmetros de inicialização.

Clique com o botão direito do mouse sobre o jogo na sua biblioteca Steam, vá em propriedades e depois clique em "Set Launch Options" e cole o seguinte comando:
LD_PRELOAD=$LD_PRELOAD:/usr/\$LIB/libgamemodeauto.so %command%
Assim como está na imagem:

Diolinux tesde Game Mode Feral Interative

Clique no "Ok" e jogue normalmente.

Testes preliminares e desempenho


Claro que é cedo para dizer qualquer coisa, o projeto acabou de ser anunciado e ainda deve receber muitas melhorias e otimizações, mas a primeira vista a impressão foi boa.

Eu vou instalar alguns games mais pesados para fazer alguns testes e verificar, mas testei com dois jogos, Rocket League e Ballistic Overkill e os resultados foram interessantes.

Os jogos são relativamente leves e a máquina é potente (Ryzen 7, 16 GB de RAM DDR4 de 3000 Mhz, SSD e um GTX 1060 de 3 GB), mas ainda assim tive uma pequena melhoria.

Em ambos os jogos eu obtive uma média de 10 a 15 FPS acima do "normal" sem essa modificação. Ambos os jogos já rodavam muito acima dos 100 FPS, então a diferença em game não se torna grande, ainda mais em uma máquina assim, no caso do Ballistic Overkill por exemplo, o game chega a passar de 200 FPS.

Ambos os jogos foram testados com todos os gráficos, texturas e filtros nas opções de qualidade máxima.

Pretendo fazer testes em hardware mais modesto, onde ali sim, espero ter resultados mais animadores.

Se você testar, compartilhe conosco o resultado através da sessão de comentários, lembre de informar o hardware do computador, distro, qual e game e qual configuração gráfica você estava usando e se possível, mencione um "antes e depois".

Para deixar de usar o "Game Mode" no jogo, basta tirar o parâmetro de inicialização do lançador da Steam. Outra coisa que esperamos do futuro é que existe uma forma mais simples para aplicar esta funcionalidade, exigindo menos conhecimento técnico, funcionando talvez como um pacote de software, como qualquer outro que você instala dando dois cliques, ou que seja uma função já incorporada nos próprios jogos.

Bom proveito!
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Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux via Terminal

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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Vamos mostrar hoje como você pode instalar o tema para ícones Azure na sua distro Linux e deixá-lo com um tema de ícones mais moderno e bonitão. Esse é só um dos vários temas para ícones que existem, e se você quiser ver um "TOP 10" montamos uma lista neste artigo.

Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux






O tema de ícones Azure segue a linha de temas flat (ou chapada), que faz muito sucesso nos dispositivos móveis, como celulares e tablets por exemplo, esse tipo de tema vem ganhando fãs a cada dia por serem bonitos e amigáveis.

O tema Azure é baseado no tema Arc, feito pelo usuário horst3180 do github. O Azure é compatível com ambientes gráficos que rodem o GTK 3 e GTK 2, como por exemplo: Gnome, XFCE, MATECinnamon e etc.

Para rodar o tema você vai precisar ter o GTK+ 3.20 ou superior e se você estiver utilizando o GTK 2 vai precisar instalar dois pacotes adicionais, que são o GTK2 engine Murrine 0.98.1.1 ou posterior e o GTK2 pixbuf engine ou o gtk(2)-engine package. Para instalar vamos utilizar o terminal, mas nada que seja complicado, ok? 😉

Para abrir ele (terminal) vamos pressionar as seguintes teclas simultaneamente:  "Ctrl + Alt + T" ou procurar por "terminal" no menu da sua distro.

Depois de ter feito isso, você vai digitar (ou copiar e colar) no terminal essa linha de comando (procure observar o processo na distro que você estiver utilizando):

Fedora/openSuse e derivados:
yum install gtk-murrine-engine gtk2-engines

 Ubuntu/Mint/Debian e derivados:
sudo apt-get install gtk2-engines-murrine  gtk2-engines-pixbuf

ArchLinux:
pacman -S gtk-engine-murrine gtk-engines


Depois de ter feito isso, voce vai baixar o pacote do Azure lá no GitHub.

Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux

Depois de baixado o arquivo, você vai precisar descompactá-lo, o que vai gerar uma pasta com o nome do tema. Feito isso será necessaáio acessar a pasta via terminal e assim instalar o tema.

Estando dentro do diretório, você deve rodar o seguinte comando:
./Install
Se estiver usando o Ubuntu 16.04 (ou uma versão acima) ou o Mint e aparecer o seguinte erro  "XMLLINI not set and xmllint not found in path; skipping xml preprocessing", deverá rodar o seguinte comando para corrigir:
sudo apt install libxml12-utils
E se for no Fedora e derivados o comando é o seguinte:
 sudo dnf install glib2-devel
Feito isso, ainda dentro da pasta que voce descompactou,  é só rodar o seguinte comando para instalar os ícones:
./Install-Paper-Azure
Ai é só aguardar o processo terminar, "reiniciar" o seu computador e depois abrir a sua ferramenta de modificação de ambiente, como o Gnome Tweak ou a equivalente do ambiente da sua distro, procurar a sessão de personalização dos ícones, e ativar o tema Azure.


Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux via Terminal


E nesse passo a passo, você vai ter o Tema de Ícones Azure na sua distro. :)

Conte pra gente nos comentários qual é o seu tema de ícones favorito, espero que tenham gostado, até uma próxima e um forte abraço.

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Lançado Beta 2 do Ubuntu 18.04 (Bionic Beaver), baixe agora!

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sexta-feira, 6 de abril de 2018

No dia de hoje (06/04) a Canonical lançou de forma oficial, a versão final do seu segundo Beta do novo Ubuntu 18.04 LTS que vinha ao longo dos últimos meses tendo um polimento em sua interface (o GNOME Shell) e a correção de bugs reportados pelos usuários, também foi liberado esse segundo Beta para os flavours (sabores) do Ubuntu, como KDE, MATE, XFCE, etc.

Lançado Beta 2 do Ubuntu 18.04 (Bionic Beaver)  já pode ser baixado






Na sétima versão LTS do sistema operacional da Canonical, temos algumas novidades com o Gnome 3.28, a última versão do gerenciador de arquivos Nautilus e a instalação "Minimal". Não faz muito tempo em que a equipe da Canonical colocou o novo Ubuntu em fase de "congelamento".

Outras Novidades vindas com o novo Ubuntu


Abaixo vamos listar algumas das principais novidades que virão na nova versão do Ubuntu:

Kernel Linux 4.15 com patches de correção aos problemas de segurança Meltdown e Spectre;

● Xorg como servidor gráfico como padrão;

● Instalação "Minimal";

● Suporte nativo aos emojis coloridos

● Inclusão de atualização de aplicativos populares, como a nova versão do LibreOffice 6;

●  GDM como gerenciador da tela de login do sistema;

●  Facilidade em alternar nas categorias dos aplicativos Snaps no Ubuntu Software;

● GNOME 3.28;

●  Utilitarios do Sistema Operacional, como por exemplo a Calculadora e o Monitor de Sistema, virão no formato Snap.

Dos outros "Flavours" do Ubuntu, os únicos que liberaram junto com a Canonical essa nova versão, foram o pessoal do Ubuntu Bundgie, Ubuntu MATE e o Xubuntu.

A versão final do Ubuntu 18.04 LTS (Bionic Beaver) será lançada no dia 26 de abril de 2018. Para baixar o Beta 2 basta clicar neste link.

E você o que espera da nova versão do Ubuntu? Conte-nos aí nos comentários. =)

 Até uma próxima e um forte abraço.

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Como instalar o OBS Studio 21.1 nas versões 14.04/16.04/18.04 do Ubuntu

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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Quando falamos em captura de tela ou em transmissão para a internet, o primeiro programa que vem a nossa cabeça é o famoso OBS (OBS Studio). Pois ele é grátis open-source (código aberto), assim podendo receber melhorias e plugins de terceiros, o que aumenta as suas capacidades. E ele também é usado por YouTubers que fazem tutoriais ensinando algo no seu computador, como também o pessoal gamer usa para transmitir as suas partidas online.





Depois dessa pequena "intro" explicando a serventia do OBS, vamos ensinar a instalar a última versão do programa  para as versões 14.04, 16.04 e 18.04 do Ubuntu e seus derivados, como o Mint, ou seja, as últimas versões LTS.


Nessa nova versão foram corrigidos alguns bugs, como o travamento de  inicialização do OBS, falhas relacionadas aos scripts também foram corrigidas.

A lista completa das correções você pode acessar aqui.

Para instalar essa nova versão do OBS, vamos utilizar o terminal, mas nada que seja complicado, ok? 😉

Para abrir ele (terminal) vamos pressionar as seguintes teclas simultaneamente:  "Ctrl + Alt + T" ou procurar por "terminal" no menu da sua distro.

Depois de ter feito isso, você vai digitar (ou copiar e colar) no terminal essa linha de comando:
sudo add-apt-repository ppa:obsproject/obs-studio
E depois vai pressionar a tecla Enter  e digitar a sua senha.

Dica: Se você ainda estiver usando o Ubuntu 14.04 LTS, será necessário acrescentar este ppa para a biblioteca FFmpeg: 
sudo add-apt-repository ppa:kirllshkrogalev/ffmpeg-next
Feita essa primeira etapa, vamos atualizar o sistema e instalar o OBS com os seguintes comandos:
sudo apt-get update 
sudo apt-get install obs-studio -y
Dica:  É possível instalar programas no Ubuntu via PPA sem utilizar o Terminal, para entender como isso funciona, leia este artigo aqui do blog.

Pronto! Agora é só esperar o término do processo no terminal e acessar o programa no menu do seu sistema.

Se precisarem de mais uma "forcinha" para configurar o OBS, temos um vídeo, explicando com maiores detalhes:




E nesse simples passo a passo, você vai ter o OBS sempre atualizado na sua distro. :)

Dica: Aprenda a configurar Streamlabs no OBS.

Conte pra gente nos comentários se você tem mais alguma dica para o OBS.

Espero que tenham gostado, até uma próxima e um forte abraço.

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TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

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sábado, 31 de março de 2018

Sempre que um pessoal novo chega a alguma distro Linux, como Ubuntu ou o Mint (que estamos tomando como base), sempre se perguntam quais programas devem instalar para ter uma certa produtividade ou diversão na plataforma. E nesse post vou mostrar alguns aplicativos que na minha opinião, vão lhe ajudar nessa "jornada". Para facilitar vou dividir em categorias. Então chega mais! 👊😁

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux






Quando terminamos de instalar qualquer distro Linux sempre nos perguntamos quais programas devemos instalar para aproveitarmos ao máximo o sistema que terminamos de instalar, na lista abaixo vou mostrar alguns programas que eu acho bacana ter no computador.

1 - Navegador de Internet


Como não poderia faltar estou recomendando o browser (navegador) mais popular do momento, que é o Google Chrome, onde você vai poder utilizar para acessar praticamente tudo na internet, como Bancos, YouTube, Netflix, Facebook, etc.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Chrome, você pode clicar AQUI.

2 - Multimídia 


Como ninguém é de ferro e precisa se divertir e relaxar, nada melhor do que ouvir uma música e ver um vídeo com a família ou amigos.

Por isso começo com o Spotify, que reúne uma gama enorme de musicas no seu acervo. Ele já aparece nas centrais de programas da maioria das distros Linux, e se não estiver, também é encontrado nos formatos Snap e Flatpak.


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux
Para baixar, basta clicar AQUI.

O próximo da minha lista acho que seja essencial em qualquer sistema operacional, servindo para abrir praticamente qualquer arquivo de vídeo e áudio. Estou falando do versátil e "guerreiro" VLC Player, recomendo ele porque o uso há praticamente 10 anos e nunca me deixou na mão para reproduzir qualquer arquivo multimídia. 


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar ele, você tem duas alternativas, clicando AQUI você a sua Central de Programas e instala ele, ou clicando AQUI e baixando direto do site dele.

Por último um programa que me conquistou pela versatilidade e praticidade em poder baixar vídeos da internet, como Facebook, Dailymotion e YouTube por exemplo, o 4K Vídeo download.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Você pode baixar ele através do site da desenvolvedora, clicando AQUI.

3 - Games e apps complementares


Esta categoria pode gerar alguma discordância ou algo do tipo, mas não podemos negar que temos games e aplicativos complementares para quem gosta de dar uma jogadinha no pinguim.

Primeiro vamos começar pela Steam, que é atualmente a maior plataforma de distribuição e vendas de jogos online, metade do seu seu acervo já tem porte para o Linux, além disso, como já foi mostrado aqui no blog, existem outras 7 plataformas de distribuição que você pode acessar AQUI, além da plataforma da Valve, ou seja, Games no Linux estão se tornando algo muito sério para várias empresas.


Para baixar a Steam, você pode utilizar a Central de Programas da sua distro ou acessar o site da Steam e baixar clicando AQUI.

Também não poderia faltar o Discord, a plataforma de comunicação mais usada pela galera gamer e que também está disponível para Linux.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Discord, você pode utilizar a Central de Programas da sua distro ou acessar o site oficial e baixar clicando AQUI.

4 - Messengers


Nessa sessão vou recomendar dois programas desenvolvidos pela comunidade para os dois messengers mais populares e usados no momento. O Messenger do Facebook e o WhatsApp.

O primeiro foi desenvolvido por Dario Ferrando, utilizando a plataforma Electron,  e conseguiu trazer o messenger do Facebook para qualquer sistema operacional, como você pode ver na imagem abaixo, ele é bem "simpático" e de fácil manuseio.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Messenger, você pode acessar o site deles clicando AQUI. Lembrando que não se trata de um cliente oficial.

O segundo foi desenvolvido pelo Enrico204, também utilizando a plataforma Electron, e assim trazendo a vida uma versão de desktop, do popular WhatsApp. Ele funciona da mesma forma que a versão Web com a diferença de que possui integração com a barra de notificações do sistema.


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o WhatsApp Desktop, você pode acessar o site deles clicando AQUI. No caso do Linux Mint você o encontra na própria Central de Aplicativos da distros.

5 - Produção Audiovisual 


Nesta categoria vou recomendar dois aplicativos que eu uso no meu dia a dia. Quero fazer uma menção "de honra" ao GIMP, que já teve inúmeros posts aqui no site e que você pode conferir AQUI.
Apesar do GIMP ser extremamente versátil e poderoso, para as pessoas que só querem editar as suas fotos de uma forma mais simples em uma interface mais "moderninha", o Pixeluvo se torna uma opção.


Pixeluvo é um editor de imagem extremamente prático e de muito fácil de aprendizado. Ele conta com duas versões, uma Free (que tem algumas limitações) e uma paga que custa até o presente momento US$ 34,00. Você pode inclusive ver o vídeo demonstrativo dele no canal Diolinux.


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Pixeluvo, você pode acessar o site deles clicando AQUI.

O último aplicativo dessa minha lista, e que não poderia faltar, é o poderosíssimo editor de áudio Audacity. Muitos produtores de conteúdo, tanto na internet quanto na industria "convencional", utilizam ele por causa da sua simplicidade e fácil manuseio, mas não deixando a desejar para soluções pagas.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Audacity, você pode utilizar a Central de Programas da sua distro ou acessar o site do software e baixar clicando AQUI

E esse foi o meu TOP 10 de aplicativos que todo mundo deveria ter na sua distro Linux, mas me conte você quais aplicativos não podem faltar na sua pós-instalação do Linux, os comentários estão abertos para você! :)

Até a proxima e um forte abraço.
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Intel deixará de produzir o seu instalador de drivers para Linux

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sexta-feira, 30 de março de 2018

A Intel anunciou que está descontinuando o software instalador de drivers da empresas para as distros Linux. O "Linux Graphics Update Tool" está obsoleto e deixará de ser produzido.

Intel aposenta instalador de drivers para Linux






Nós já falamos algumas vezes aqui no blog sobre esta ferramenta da Intel e de fato, ela já foi mais útil. Geralmente a empresa lançada drivers com suporte "oficial" apenas para Ubuntu e Fedora, no entanto, distros derivadas também podiam se beneficiar dela, ainda que necessitasse de alguns ajustes, como o Linux Mint.

Intel Drivers


A Intel anunciou que a ferramenta de atualização de drivers será descontinuada por um simples motivo, as distros Linux atualmente já estão conseguindo trazer a versão mais recente dos drivers da empresa no próprio Kernel Linux, eliminando a necessidade de uma ferramenta como esta.

Vale ressaltar que isso nada tem a ver com os drivers da Intel em si, eles continuam sendo desenvolvidos e otimizados normalmente, o que deixamos de ter a ferramenta de atualização, puramente por praticidade e falta de necessidade.

Em um "mundo ideal" esse tipo de coisa se tornaria mais comum, isso também vem acontecendo nos sistemas que usam o Kernel Linux quando o assunto é Driver AMD, enquanto isso, os drivers Nvidia, que tem um ótimo desempenho, ainda são instalados de outra forma.

Recomendo assistir a nossa entrevista com o Alfredo Heiss, representante da AMD aqui no Brasil, para entender melhor essa relação entre os drivers open source e o Linux:


O "modus operandi" do Linux de forma geral acaba gerando esse tipo de comportamento, ainda assim, alguns hardwares mais específicos ainda pode necessitar de suporte externo, enquanto que a maior parte tem suporte diretamente do Kernel, inclusive de atualizações para versões mais recentes.

Até a próxima!

Fonte
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Top 10 Melhores Jogos no Steam para Linux

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Eu acho que nem precisaria avisar que uma lista como esta possui informações baseadas em opinião pessoal, mas mesmo assim vamos fazer esse contrato de acordo informal, de forma que você pode se sentir à vontade para adicionar outros títulos que você goste através dos comentários. Mesmo assim, temos aqui ótimas indicações para quem gosta de jogar no Linux, selecionando games de estilos e categorias diferentes para você se divertir no "sistema do pinguim", vamos lá?

TOP 10 Games para Linux na Steam






Existem vários games grátis e bons para Linux, eles estão reunidos em um outro artigo aqui do blog, na lista de hoje todos eles são pagos e disponibilizados através da plataforma Steam da Valve, então fique de olho em promoções para comprar os games com desconto.

1 - Hitman


Focando em ser furtivo, na exploração do mundo aberto e na satisfação de conseguir o assassinato perfeito, os jogos Hitman ganharam uma base de fãs incondicionais. O último lançamento da franquia, intitulado simplesmente de Hitman, foi um sucesso enorme, com gráficos atualizados e incríveis locais de assassinato no jogo. Essa franquia dá um ângulo completamente novo ao tema de assassino destemido.

Confira o gameplay no nosso canal:


2 - Xcom 2


Muito aclamada por oferecer um combate tático tenso baseado em turnos, a franquia Xcom foi retomada recentemente. Com mais personalização de personagens do que nunca, além de um novo e enorme arsenal de armas, o Xcom 2, o mais recente da franquia, foi um grande sucesso entre os jogadores de todas as partes, por uma boa razão.


3 - Rocket League


Um dos jogos mais populares e jogados no Steam atualmente (e um dos meus preferidos), Rocket League é uma ideia simples levada ao extremo. O que é Rocket League? É futebol jogado com carros de controle remoto. 

Com milhões de jogadores ao redor do mundo, Rocket League é um jogo que todos devem experimentar pelo menos uma vez, principalmente se você gosta de coisas que voam, como drones, ou outras coisas controladas por rádio.


4 - Mad Max


Tendo sido retomada pelo filme Mad Max: Estrada da Fúria, a franquia Mad Max está viva e botando pra quebrar de novo. O jogo Mad Max com certeza é prova disso. Oferecendo gráficos incríveis, além de combates viscerais e a capacidade de personalizar um veículo do deserto, o jogo com certeza deixará os viciados em carros felizes. Além disso, tem uma excelente história que se desenvolve enquanto você joga.


5 - SOMA


Os criadores de Amnesia: The Dark Descent acertaram em cheio. O jogo foi um sucesso viral, permitindo que a empresa prosseguisse para projetos maiores e mais interessantes. SOMA é o próximo grande jogo dos desenvolvedores, e foi recebido com aclamação quase universal. É assustador, instigante e, certamente, uma experiência que permanecerá com os jogadores por muito tempo. E provavelmente não é uma boa ideia jogar SOMA sozinho, em casa, no escuro.


6 - Deus Ex: Mankind Divided


Uma franquia clássica retomada, Deus Ex: Mankind Divided olha para um futuro onde a modificação ciborgue humana é possível. Combinando jogabilidade flexível com uma narrativa profunda e instigante, é obrigatório para aqueles que buscam um pouco mais do que os jogos de tiro em primeira pessoa comuns.


7 - Superhot


Superhot apresenta um conceito original e interessante; o tempo só passa quando você se move. Use essa mecânica inteligente para derrotar vários inimigos, usando a vantagem para superar uma enorme vulnerabilidade. Além disso, você se sentirá como uma estrela de filmes de ação enquanto faz isso.


8 - Dying Light


O gênero de ação zumbi pode estar saturado, mas Dying Light injeta vida nova nele, adicionando uma cidade de mundo aberto e a capacidade de se movimentar nela como um ninja. O foco visceral no combate corpo a corpo com zumbis faz dessa uma experiência única no ataque aos zumbis.


9 - The Talos Principle


O gênero de quebra-cabeça em primeira pessoa não está exatamente fazendo um sucesso estrondoso, mas com o excelente jogo de quebra-cabeça The Talos Principle, com certeza ainda é um dos melhores gêneros em jogos de PC. Apenas para aqueles que gostam de um desafio mental. Outro detalhe curioso é que "Talos" foi o primeiro game para Linux a rodar com Vulkan.


10 - Portal 2


Portal 2 é um dos jogos de quebra-cabeça em primeira pessoa mais aclamados, oferecendo não só quebra-cabeças brilhantes, como uma das melhores histórias em todos os jogos. Também há um modo cooperativo com sua própria seleção de quebra-cabeças, para que você e um amigo possam resolvê-lo como equipe.


Para finalizar...


É importante dizer que esta é somente a "ponta do iceberg". Atualmente cerca de metade do catálogo de jogos da Steam está disponível para Linux, por isso é bem provável que algum game que você goste esteja de fora da lista. Para falar a verdade, eu mesmo deixei vários dos meus favoritos de fora ao montar esse "TOP 10" em prol de deixar os estilos de jogos mais ecléticos e diversificados, então eu reitero, por favor comente abaixo os títulos que você mais curte, assim os outros leitores terão ainda mais referências.

Convido você a acessar a nossa playlist de gameplays de jogos para Linux no canal Diolinux e acessar um outro artigo aqui do blog com 50 jogos nativos para Linux para conhecer outras opções legais.

Outro artigo bacana para você conferir aqui no blog é que mostramos outras 7 lojas, além da Steam, onde você pode comprar jogos para Linux.

Até a próxima!
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Como configurar a sua placa de som no Linux facilmente

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terça-feira, 27 de março de 2018

Muitos usuários novos que chegam ao Linux ficam com dúvida em como configurar o som em Notebooks e Desktops, pois quando plugam algum Headset ou fones de ouvido e mesmo assim o "bendito" do som teima em sair pelas caixas de som ou qualquer outro lugar. E hoje nesse artigo vamos mostrar como configurar a sua placa de som no Linux facilmente e alguns "pulos do gato" para não passar mais apertos. Borá lá?

Como configurar placa de som no Linux






A configuração que vamos mostrar a seguir é relativamente simples e fácil de se fazer, mas muitos usuários novos no Linux ainda se confundem ou ainda não tiveram a oportunidade de explorar o sistema à fundo. 

Estamos usando o Linux Mint como base do tutorial, mas basta que vocês localizem o caminho do som na sua distro, o resto é idêntico.

Primeiramente, clicamos no "Menu", depois em "Configuração de Sistema" e por fim em "Som".



Você também podem chegar nessa tela de configuração, através do ícone de som, clicando nele e depois clicando em configurações de som.

Nessa tela, você tem duas abas importantes, a "Saída" e a "Entrada", aonde na aba "Saída" você vai ter os dispositivos como caixas de som, fones de ouvido ou qualquer outro dispositivo que lhe forneça uma saída ( 👊agora faz todo sentido, não é?), e na aba "Entrada", você vai ter todos os dispositivos que lhe vão fornecer uma entrada, como microfones.

Alguns macetes e dicas de como ver se a placa de som está configurada


Agora os "pulos do gato" que mencionamos no começo do texto.

Muitas pessoas que estão usando alguma distro Linux pela primeira vez podem estranhar que ao conectar o seu Headset ou fone de ouvido eles não recebam o som.

Isso acontece pois no Linux ele vai "soltar" o som na saída que você escolheu e não "tentar adivinhar", como acontece no Windows por exemplo.

Isso é facilmente contornável na aba "Saída", aonde você pode configurar em qual dispositivo o som deverá sair, como a saída HDMI que você liga na TV, o seu Fone de Ouvido, Headset e por ai vai.

Vídeo do canal mostrando como fazer


No nosso canal fizemos um vídeo mostrando como fazer essas configurações e mais algumas dicas que você pode conferir logo abaixo:




Com isso você não deve ter mais dificuldades na hora de configurar o seu som nas distros Linux. Ratificando, aqui fizemos o tutorial com o Linux Mint e o Ubuntu (representados no vídeo acima), no entanto, estas mesmas técnicas são válidas para outras distribuições e outras interfaces, salvo as suas pequenas diferenças.

Você pode deixar nos comentários as suas experiências com placas de som e Linux.

Até a próxima!
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Ubuntu 18.04 LTS recebe melhorias visuais de última hora!

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sábado, 24 de março de 2018

Depois do Ubuntu 18.04 LTS ter entrado em fase de congelamento, onde geralmente não são incluídos novos recursos ou modificações na interface, deixando os desenvolvedores trabalharem na correção de eventuais bugs, teoricamente não teríamos mais adições ao sistema, mas curiosamente tivemos hoje um implemento visual muito interessante na atualização da Daily Build de, confira:

Novidades do Ubuntu 18.04 LTS






Hoje quando atualizei a minha imagem Beta do Ubuntu 18.04 LTS tive uma grata surpresa. O gerenciador de arquivos Nautilus recebeu um visual novo e mais atrativo, mesmo dentro do tema antigo.

O tema novo do Ubuntu criado pela comunidade, chamado de "Communitheme" não será o padrão da nova LTS por ainda conter bugs que os desenvolvedores não querem trazer para uma versão tão importante e de longo tempo de suporte, talvez por isso, a decisão de alterar um pouco o tradicional tema "Ambiance" do Ubuntu tenha sido tomada, assim temos, pelo menos um pouco, de rejuvenescimento visual.
Nautilus no novo tema
Por conta da decisão da equipe do GNOME de remover o suporte para a área de trabalho no GNOME 3.28, a Canonical decidiu levar para o Ubuntu 18.04 LTS o Nautilus 3.26, para assim manter a sua funcionalidade de gerir arquivos no Desktop.

Desta forma, o que você vê na imagem acima ainda é o mesmo Nautilus da review da versão Beta que nós fizemos, mas com um visual novo e na minha opinião, muito mais interessante do que a versão anterior do Ubuntu.


Acho que ficou bem melhor, não? Mas estas não foram as únicas novidades na atualização, tivemos também a chegada do Wallpaper oficial da versão final do Ubuntu 18.04 LTS Bionic Beaver e finalmente (aleluia inclusive! 😁) tivemos um visual que difere daquele "conceito origami" dos últimos anos.
Novo wallpaper do Ubuntu
O próprio wallpaper pode ser considerado mais uma "volta às raízes" do Ubuntu, que agora, além de trazer o GNOME de volta, também faz essa referência através do Wallpaper.

Se você não estiver entendendo, me refiro ao fato de que antigamente os papéis de parede do Ubuntu tinham sempre um desenho/design que representava o mascote da versão, essa prática tinha sido deixada de lado com a chegada da interface Unity curiosamente.

Ubuntu Wallpapers

Existe uma variação do Wallpaper com as cores do Ubuntu em cinza (mais clara) disponível para utilização também.

Snaps! Snaps! Snaps!


Outra coisa interessante é que ao acessarmos a Central de Aplicativos do sistema veremos uma quantidade imensa de novos aplicativos empacotados em Snap e que estão disponíveis para o Ubuntu (e qualquer outra distro, graças ao formato), sejam eles de código fechado ou aberto.

Parece que a cada dia mais desenvolvedores tem adotado o formato.

Ubuntu Snaps

Essas foram nas novidades dessa atualização, confira o vídeo de review logo acima para saber mais sobre as novidades e continue acompanhando o blog para não perder nada do lançamento do Ubuntu 18.04 LTS.

Até a próxima!
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