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Jogue títulos do Playstation 3 no Linux com o RPCS3

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terça-feira, 18 de junho de 2019

O Playstation 3 é um dos consoles mais aclamados da Sony, claro que o Playstation 2 está em posições mais altas na lista dos “sonystas” (que lista é essa? 😁😁😁). Lançado em 11 de Novembro de 2006, no Japão, o “Play 3” (para os mais íntimos), só chegou em terras tupiniquins em 2007. Com continuações de títulos aclamados como, God of War e novos jogos sensacionais (The Last of Us é um deles), o Playstation 3 conquistou uma legião de gamers.

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Particularmente sempre fui mais do lado dos “consoles de mesa e portáteis”, jogando esporadicamente no PC. Há alguns anos que venho me aprofundando mais por essas bandas de “games no desktop”. Para quem tem jogos favoritos no Playstation 3 e por algum motivo não tem mais acesso ao hardware da Sony. Não consigo parar de pensar em meu PSP que recentemente “morreu” (😭😭😭), jogar no computador pode ser uma alternativa. Claro, que nem todos os jogos funcionarão na solução que irei demonstrar. Porém, quem sabe não “mate a saudade”.

RPCS3 o emulador de Playstation 3 


O RPCS3 é um emulador de Playstation 3, open source, que está em constante desenvolvimento. Com uma compatibilidade de games interessante, cerca de mais de 40% dos games classificados como jogáveis, o emulador pode ser uma ótima alternativa. Com versões para Linux e Windows, existe a possibilidade de se divertir com clássicos do PS3.


Requisitos mínimos (o funcionamento pode não ser como o esperado)


  • CPU: Qualquer processador compatível com 64 bits;
  • GPU: OpenGL 4.3 ou superior;
  • RAM: Mínimo 2 GB;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Requisitos recomendado (para funcionamento satisfatório dos games)


  • CPU: Intel Quad-core ou superior com TSX-NI (Haswell ou superior);
  • CPU: AMD Hexa-core ou superior (Ryzen);
  • GPU: Placa AMD ou NVIDIA compatível com Vulkan;
  • RAM: 8 GB ou mais;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Para usuários do Windows, é necessário a última versão do Microsoft DirectX instalado no sistema e o Microsoft Visual C ++ 2017. Outro requisito para o funcionamento do emulador é a firmware do Playstation 3. Por razões legais o mesmo não pode acompanhar tal arquivo. Entretanto, você pode efetuar o download do arquivo de atualização de sistema do PS3 (PS3UPDATA.PUP) no site oficial da Sony por este link. Com o “PS3UPDATA.PUP” não será obrigatório o “dump” da firmware de seu console.

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A versão do RPCS3 para Linux encontra-se no formato AppImage. Acesse este link e efetue o download do emulador

Configurando o RPCS3 em sua distribuição


Após baixar o programa, em um local de sua escolha, dê as devidas permissões para a execução do AppImage (não sabe como proceder? Acesse este post e veja como é simples).

Execute o RPCS3, no menu acesse “File >> Install Firmware”. Selecione o arquivo “PS3UPDATA.PUP”, que você fez o download previamente, e clique no botão “Open”.

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Em seguida, se tudo deu certo, está mensagem aparecerá. Aperte em “ok”.

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Os módulos PPU começarão a serem compilados. Dependendo da velocidade do seu processador, este processo poderá ser mais rápido ou lento.

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Performance e ajustes no RPCS3


Algumas configurações estão disponíveis no RPCS3, com elas podemos tornar as gameplays mais fluidas. Recomendo sempre pesquisar previamente sobre o jogo específico que está tentando emular. Existem dicas muito valiosas no Youtube, demonstrando todo procedimento. Para um aspecto geral, podemos efetuar da seguinte maneira:

No menu do emulador, contido no painel superior, acesse “Configuration” ou “Config”. Iremos começar com a categoria “CPU”.

  • Na seção “PPU Decoder”, deixe marcado “LLVM Recompiler (fastest)”; 
  • Na seção “SPU Decoder”, deixe marcado “ASMJIT Recompiler (faster)”, entretanto, recomendo testar a função em desenvolvimento “LLVM Recompiler (experimental)”;
  • Em “Firmware Settings” deixe “Automatically load required libraries”. Em jogos específicos poderá ser necessário mudar para opção “Manually load selected libraries”;
  • Firmware Libraries” é quando você selecionou para marcar manualmente as bibliotecas, em alguns jogos esse processo é muito importante para seu funcionamento;
  • Additional Settings” possui configurações com foco em processadores com, Ryzen e i5, i7 e alguns i3. Caso possua um Ryzen, marque todas as opções, menos “Accurate xfloat”. No caso dos Intel, não marque nem a “Enable thread scheduler” ou “Accurate xfloat”;
  • Preferred SPU Threads”, selecione o máximo de Threads conforme seu processador (o máximo até o momento são 6 threads); 
  • SPU Block Size”, deixe como “Safe”.

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Na segunda aba, “GPU”, configurações como, resolução nos jogos, framelimit (a quantos FPS eles irão rodar), filtro anisotrópico, anti-aliasing, etc. Poderão ser configurados. Neste quesito é bem subjetivo, pois, você não poderá selecionar 60 na opção “Framelimit” em algum jogo que funcione em 30 fps. Na realidade até poderá, entretanto, seu funcionamento não será como o esperado. Sempre pesquise se o jogo em questão suporta 60 fps ou teste, e caso ocorra algum problema, mude para 30 fps novamente. Uma opção importante e que deve ser mencionada é na seção “Render”. Alguns games funcionarão melhor sobre OpenGL (utilizando apenas seu processador) e outros via Vulkan (com uso da sua GPU). Como sempre, eis a importância do teste. 

  • Em “Additional Settings” deixe marcado “Write Color Buffers”.

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Na aba “Audio” pouquíssimas configurações são necessárias. Então, configure apenas as que demonstrarei.

  • Em “Audio Out” você pode selecionar “PulseAudio”;
  • Na seção “Audio Settigns” , marque a opção “Downmix to Stereo”. Caso perceba algum problema na reprodução do áudio, volte na seção “Audio Out” e selecione “ALSA”.

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A seção “I/O” não exige configurações, na próxima, “System” você pode configurar o tamanho máximo de cache em disco, região do console, língua e homebrew.

  • Console Language” deixe em “Portuguese (BR)”;
  • Em “Enter Button Assignment”, deixe “Enter with cross”;
  • Deixe selecionado “Enable /host_root/” em “Homebrew”.

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Alguns jogos necessitam de conexão com a internet, não foi o caso dos que testei, mas como já reforcei, pesquise caso haja esse requerimento por parte do game. Para habilitar internet acesse a aba “Network” e mude o status da conexão para “Connecting”.

Outra aba que não costumo modificar nada é “Emulator”, apenas troco o tema do RPCS3 na aba “GUI”.

Assim na seção “UI Stylesheets” deixe no tema que mais lhe agrada. Como tenho preferência por uma interface mais escura, utilizo o “Kuroi (Dark by Ani)”.

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Salve todas as modificações que fizemos, clicando em “Save”.

Configurando seu joystick no RPCS3


A configuração de joysticks é muito simples no RPCS3. Suportando o DualShock 3 e 4, você poderá ter uma experiência confortável utilizando o controle da Sony. Também existe a possibilidade de utilizar um teclado, e joystick de Xbox 360. Infelizmente não consegui utilizar controles genéricos no emulador (se não me engano um que possuía, genérico do Xbox 360, “compatível com o console”. Não posso confirmar, pois, o mesmo deu defeito). para configurar o joystick vá em “Pads” (um símbolo bem sugestivo de joystick 😁😁😁). Após setar todos os botões, conforme seu joystick, clique em “Add Profile” se quiser criar um customizado ou salve, no botão “save”.

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Gerenciamento de usuários, sistema de arquivos, saves e dados


O RPCS3 pode ser multi-usuário, ao criar novas contas e separar os saves e progressos de cada um. Isso torna o emulador interessante para mais de um utilizador ou quem deseja criar saves distintos para cada momento. Confesso que pouco explorei essa opção e outra chamada “Thropies”. Algo “semelhante as conquistas da Steam”, na qual alguns games possuem. Para não me alongar muito, e caso tenha interesse nas opções de gerenciamento do RPCS3, acesse esta página oficial do projeto. No windows os saves dos games estão contidos em “\dev_hdd0\home\00000001\savedata\”. Já na versão Linux esse diretório com os saves encontra-se em “~/.config/rpcs3/”. Faça sempre backup desses arquivos antes de formatar seu sistema.

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Instalando games de Playstation 3 no RPCS3


A instalação dos jogos no RPCS3 é bem simples, obviamente que será necessário ter efetuado o download do game em questão, e por motivos legais não podemos distribuir jogos do Playstation 3, esse procedimento fica ao seu encargo. O arquivo de instalação dos jogos é no formato “.PKG” e alguns jogos necessitam de extensão “.RAP”.

Para instalar um jogo em “.PKG”, vá no menu, na barra superior. Depois em “File >> Install .pkg”. Certos jogos necessitam de um arquivo extra, o já comentado, “.RAP”. Se o game em questão ter esse arquivo complementar, adicione o mesmo manualmente na pasta localizada em “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/home/00000001/exdata” (ou simplesmente você poderá arrastá-los e soltá-los na janela principal do emulador, vale o teste). 

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Os arquivos de jogos instalados via “.PKG” ficam localizados no diretório “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/game”.

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Depois de finalizar a instalação, execute o jogo. Vários módulos PPU começarão a serem compilados, não se assuste com algumas mensagens de erro no “terminal do emulador”, isso é absolutamente normal. O tempo de espera até o início do game é variável. Seja por conta de seu hardware ou “peso do jogo”, então, “muita hora nessa calma” (acho que troquei as bolas 😁😁😁).

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Executando jogos de PS3 no formato ISO ou mídias físicas 


Outra maneira de executar os jogos do “Play 3” no RPCS3 é utilizando uma mídia física ou arquivo ISO. Como não possuo um leitor Blu-ray, e somente alguns leitores são compatíveis para execução das mídias físicas do Playstation 3 (indo no final da página contida neste link, existe uma breve lista de leitores compatíveis), um arquivo ISO pode ser uma forma de contornar essa limitação. Você pode tanto extrair os arquivos de suas próprias mídias físicas, ou baixá-los da internet. Pelo que percebi é bem comum eles virem “prontos para o uso”. Todavia, caso o jogo esteja em “.ISO”, monte em uma unidade virtual e copie os arquivos para um diretório com seus games.

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Dentro dos arquivos, existirá uma estrutura de pastas semelhante em todos os games. Por exemplo, extraí os arquivos do game “Soulcalibur IV”. O arquivo que você irá selecionar com o emulador RPCS3 é o “EBOOT.BIN”. Localizado em “NOME-DO-SEU JOGO/PS3_GAME/USRDIR/EBOOT.BIN”.

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No RPCS3 vá em “File >> Boot SELF/ELF”.

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Navegue até o arquivo “EBOOT.BIN” do seu jogo e clique em “Open”. Assim como os “.PKG”, o game aparecerá na Game List do emulador (Não apague ou mude a localização destes arquivos).

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E pronto! Execute o seu jogo… Lembre-se de sempre verificar a lista de compatibilidade dos jogos e pesquisar na internet por eventuais configurações do jogo em questão. 

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Gosto bastante de acompanhar a evolução desses emuladores, e o RPCS3 sem dúvidas é um dos que sempre estou de olho (😜😜😜). Participe de nosso fórum Diolinux Plus, se você curte um game ou tem alguma dúvida, o pessoal sempre se une para auxiliar o próximo. 

Até o próximo post, que esse deu trabalhão (😵😵😵), SISTEMATICAMENTE! 😎
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Os incríveis games da Endless Studios

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sexta-feira, 14 de junho de 2019

A Endless é uma empresa que tem como foco permitir o acesso à tecnologia para pessoas com conexão limitada e engajamento de novos usuários com o meio tecnológico. Possuindo diversos projetos que vão desde hardwares com Linux embarcado, softwares próprios, seu sistema operacional Endless OS. A empresa também desenvolve games por meio da Endless Studios

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Se existe um projeto que “eu tire o chapéu” é o Endless OS e todo seu ecossistema. Ao contrário de muitos que são “mais do mesmo”, a proposta da Endless é totalmente diferente e agregadora. Seja com seus softwares, ou até mesmo games. Aliás, me surpreendi com a qualidade e criatividade de seus jogos. Para saber dos bastidores deste projeto, temos um Diocast entrevistando o pessoal da Endless, recomendo demais.

Jogos que divertem e aguçam o saber


Por ser um projeto com foco em novos usuários, que em um contexto geral estão mais engajados com tecnologias como smartphones ou nunca tenham tido um contato com um PC. É visível que o Endless faz sucesso entre crianças, estudantes e idosos.


Você pode estar pensando: “Lá vem aqueles joguinhos educacionais bem simples e bobinhos para crianças pequenas”. Eis que é aí que você “cai do cavalo” (hoje estou tão “informal” 😁😁😁). O que me encheu os olhos foram ver jogos que te possibilite aprender e ao mesmo tempo, se divertir. Não apenas focado em crianças, mesmo que a idade mínima recomendada seja mais de 8 anos. O visual, a gameplay, os desafios a diversão e o conhecimento proporcionado é algo que me encantou. Como é bom ver algo bem elaborado. Com um intuito pedagógico? Sim! Entretanto, que possibilite a diversão indiferente da sua idade.

Títulos da Endless Studio


Veja logo abaixo um breve resumo sobre cada game e tire suas próprias conclusões. Um detalhe interessante, todos são gratuitos.

Aqueducts


Toda a água desapareceu da sua aldeia e cabe a você salvar o dia! Vá em uma aventura para conectar os canos de água, e trazê-la novamente para sua aldeia. Resolva quebra-cabeças e abra caminho através de 15 níveis em ilhas divertidas e desafiadoras. Você pode descobrir e aprender algumas coisas ao longo do caminho…


Dragon’s Apprentice


Uma força maligna se espalhou pela terra de Ovun e está ameaçando destruir a pacífica cidade. Seja o herói que Ovun precisa! Desbloqueie os segredos dos Templos do Dragão oculto e desperte Dalfur. Somente com este dragão você derrotará o malvado Shadow Warlord e seus lacaios, os Shadow Fiends.


Frog Squash


Você tem o que é preciso para atravessar essas estradas traiçoeiras? Evite flechas, serras e bolas de fogo para não ser esmagado! Escolha entre oito animais diferentes para atravessar essas estradas perigosas. A chave é a sobrevivência para acumular muitos itens e depois de dominar as estradas, hackear a IA do seu animal e ir mais longe do que nunca!


Tank Warriors


Assuma o controle de seu próprio tanque para batalhar através de arenas multiníveis, derrotar o inimigo e completar objetivos. Atualize seus tanques para serem mais rápidos, mais resistentes e mais poderosos que seus oponentes! Invada a IA do seu tanque para ser mais esperto que o tanque do inimigo e torne-se um absoluto campeão! Construa sua frota de tanques, com código real... Você pode ser mais esperto que a inteligência artificial do jogo?


The Passage


Você desembarcou em um planeta misterioso com uma missão; encontre o mapa secreto para localizar o bunker escondido. Você pode encontrá-lo? Hackeie o mundo para atravessar terras perigosas e os obstáculos à dentro. Jogue para descobrir se consegue ultrapassar “A Passagem”.


Midnightmare Teddy


Você está em um sonho... ou talvez um pesadelo! Todos os brinquedos ganharam vida e estão te perseguindo. Combata-os e corra para sobreviver o máximo que puder. Quer o desafio final? Experimente o Modo Matemático e use suas habilidades numéricas como uma arma para lutar contra os brinquedos do mal!

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Missile Math


Teste suas manobras aéreas para ser o melhor piloto nos céus. Exploda aviões inimigos e evite o fogo rápido durante o voo. Jogue o Modo Matemático para enganar seus inimigos usando seu raciocínio rápido e habilidades computacionais.

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Como baixar e instalar os games da Endless


Todos os games acima são oferecidos de forma gratuita, e estão na própria loja do Endless OS. Para usuários de outras distribuições Linux, existe uma solução. Os games estão disponíveis no Flathub, caso não tenha o Flatpak configurado em seu sistema, confira este post ensinando todo procedimento. A instalação pode ser tanto via interface gráfica, aprenda como habilitar o Flatpak na loja do Ubuntu (No Mint basta pesquisar diretamente em sua loja pelos jogos), ou com o auxílio do terminal.

Acesse este link e instale os jogos que desejar.

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escolajogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola-flathub

Por exemplo, irei instalar o game “Aqueducts”. No entanto, a lógica é a mesma para todos.

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola-aqueducts

Abaixo existirão os comandos necessários para instalar o jogo.

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-install-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola

Proceda conforme a imagem acima, obviamente que o Flatpak deve estar configurado em seu sistema (como mencionado anteriormente).

(Comando que instala o jogo em Flatpak).

flatpak install flathub com.endlessnetwork.aqueducts

(Se desejar executar via terminal, mas o jogo aparecerá junto aos programas de seu sistema).

flatpak run com.endlessnetwork.aqueducts

Para mais comandos do Flatpak, existe essa postagem bem interessante com vários exemplos.

Repita o passo-a-passo descrito e você poderá instalar qualquer Flatpak do site Flathub. Escolha o game, na lista dos jogos da Endless.

Parabéns a equipe da Endless por produzir um conteúdo com muita qualidade. Fiquei encantado com esses jogos educacionais.

Veja um pouco mais do Endless OS, com este review e tutorial de instalação.


Conhece outros games com “essa pegada”? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe conhecimento.

Até o próximo post, como sempre, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Instale o novo GIMP 2.10.12!

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quinta-feira, 13 de junho de 2019

O GIMP (GNU Image Manipulation Program) é bem famoso e utilizado no mundo open source, fora dele também. Afinal, conheci “esse camaradinha” antes mesmo de saber o que era Linux (😁😁😁). Possuindo versões para Linux, Windows e macOS, o GIMP é uma ótima alternativa gratuita e bem poderosa. No dia 12 de Junho, o programa recebeu uma atualização. Confira as novidades do GIMP 2.10.12.

gimp-manipulador-edditor-imagens-photoshop-free-gratuito-flatpak-gimp2.10-linux-windows-macos

Basicamente a versão 2.10.12 veio recheada de correções de bugs. Entretanto, alguns novos recursos foram implementados e outros lapidados.

Melhorias e recursos do GIMP 2.10.12


  • A ferramenta de edição de curvas (Curves) foi aprimorada, proporcionando melhor controle ao manipular os movimentos relativos ao arrastar os pontos, encaixes e foram adicionados tipos de pontos de curva suave ou de canto;


  • TIFF agora possui suporte a camadas, sem a necessidade de mesclá-las ao exportar as imagens;
  • Suporte a fontes instaladas pelos usuários do Windows. Este recurso ainda está em desenvolvimento e não foi totalmente implementado, podendo conter bugs. Com isso outras fontes podem ser adicionadas ao software;
  • Pintura mais rápida, descartando a constante dependência do buffer, resultando em alguns casos em uma pintura mais veloz;
  • Modo incremental na ferramenta “Dodge/Burn”, aplicando efeitos incrementalmente conforme o cursor do mouse;
  • Retorno da seleção preliminar na ferramenta “Free Select”, isso permite a seleção imediata após a região for fechada, contudo, com um controle maior (semelhante à ferramenta “Rectangle Select”);
  • Nova ferramenta de deslocamento, permitindo criar padrões repetitivos ao envolver as bordas e deslocar os pixels;

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  • Capacidade de mover um par de guias em interseção com a ferramenta “Mover”;
  • Melhor suporte a pinturas de simetria;
  • Melhor suporte a exportação de imagens, mantendo as cores do perfil da imagem;
  • Aperfeiçoamento do GEGL e babl, proporcionando uma visível melhora no coeficiente do amostrador cúbico, na interpolação (abrangendo todas as ferramentas de transformação, “Warp Transform”, etc.);
  • Com o aprimoramento do GEGL, o gerenciador de memória obteve resultados superiores. Ainda mais com arquivos grandes que antes tinham uma variante muito alta de memória;
  • Entre outras melhorias.

Diversos bugs solucionados na versão 2.10.12


  • Corrigido bugs relacionados ao gerenciamento de cores;
  • Correção de um bug que ocasionava na alteração indesejada das cores num primeiro e segundo plano, nas predefinições de ferramentas;
  • Correção de bugs no modo pintura de simetria;
  • Solucionado um erro que interrompia a tradução, conforme o idioma do usuário;
  • Corrigido bugs no formato do pincel;
  • E muito mais, cerca de 200 commits em 2 meses.

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Instalando o GIMP 2.10.12


Provavelmente a sua distribuição conta com uma versão do GIMP nos repositórios. Não obstante, é bem provável que a mesma esteja na 2.8 e salve alguns casos o programa estará na 2.10. Pois bem! Existem diversas formas de se obter as últimas releases estáveis do GIMP, porém, irei demonstrar o processo de instalação da versão indicada por eles em seu site oficial, o GIMP em Flatpak.

Para usuários de macOS e Windows, baixe o instalador do GIMP, em seu site oficial.

Antes de tudo configure o Flatpak em seu sistema, saiba mais acessando este post (é muito simples). No caso das últimas versões do Linux Mint, o Flatpak já vem por default.

Você poderá instalar o GIMP 2.10.12, tanto via terminal como interface gráfica (dependendo de seu sistema). Caso queira habilitar a opção para instalação de flatpaks na loja do Ubuntu, acesse esse post (a loja do Mint, já possui tal funcionalidade). Depois de configurar a loja, conforme o post indicado, pesquise por GIMP e instale a versão no formato Flatpak.

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Já via terminal você pode proceder da seguinte maneira:

Habilite o repositório do Flathub, caso ainda não o tenha.

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Depois instale o GIMP, utilizando o comando:

flatpak install flathub org.gimp.GIMP

Para executar o programa você pode verificar se o mesmo apareceu junto aos programas do seu sistema, ou rodando o comando:

flatpak run org.gimp.GIMP

A desinstalação pode ser efetuada da seguinte forma:

flatpak uninstall org.gimp.GIMP

Se você já possui o GIMP instalado em Flatpak, e não quer atualizar via interface gráfica, pode atualizar todos os Flatpaks do sistema com um simples “flatpak update” ou especificar a aplicação.

flatpak update org.gimp.GIMP

gimp-manipulador-edditor-imagens-photoshop-free-gratuito-flatpak-gimp2.10-linux-windows-macos


Planos para o futuro


A equipe de desenvolvimento do GIMP informou que mesmo, na atual situação, a versão 3.0 do programa esteja com pouca visibilidade. Eles darão mais novidades em breve. Incentivam o apoio, com donativos ao projeto. Isso vai acelerar todo o processo de desenvolvimento da próxima versão. Acesse a página oficial de contribuições do projeto e ajude o GIMP, basta clicar neste link. Para mais detalhes do lançamento, acesse o site oficial do projeto.

Utiliza o GIMP? Gosto muito deste programa. Que tal acessar nosso fórum Diolinux Plus e sempre ficar por dentro das novidades?

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: GIMP.org.
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A Snap Store ganha novas páginas personalizadas de instalação para as Distros [UPDATE]

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A Canonical, dona do Ubuntu, desenvolveu o formato Snap para distribuir programas e assim facilitar a vida de quem quer portar o seu software para o Ubuntu e outras distros Linux. Para isso utilizam o Snapd como “motor” do pacote. Para saber mais sobre ele, basta acessar o novo artigo para habilitar a função em sua distro.


A Snap Store ganha novas páginas personalizadas de instalação para as Distros






Pensando em melhorar a experiência de quem quer usar o formato em outras distros que não sejam o Ubuntu, agora o site da Snap Store tem uma nova página de instalação. Se você usa uma distro que já tem o snapd habilitado por padrão, basta clicar em instalar o programa normalmente. Entretanto,  se você usa alguma distro que não tenha o snapd ainda habilitado, essa novidade vai facilitar a sua vida e de quem queira usar.

No seu navegador de internet, pode ser Mozilla Firefox; Google Chrome; Brave; Vivaldi ou Opera, basta digitar uma simples URL (endereço do site). A sintaxe é a seguinte https://snapcraft.io/install/[nome do programa]/[nome da distro]. Vamos a alguns exemplos.

O primeiro é usando o Skype e o elementaryOS. A sintaxe do endereço é: 

https://snapcraft.io/install/skype/elementary 

Então, aparecerá  a seguinte página (dividimos para ficar mais didático).





O segundo aplicativo e distro a serem usados, é o Spotify e o Linux Mint. Com a sintaxe:

https://snapcraft.io/install/spotify/mint 



        

No terceiro exemplo, vamos utilizar o Fedora e o Telegram (sim, o Telegram tem uma versão oficial em Snap, mas não está no site, fazer o que né 😁). A sintaxe da URL para o Fedora é:

 https://snapcraft.io/install/telegram-desktop/fedora





O último caso que vamos dar como exemplo, é o Slack e o Debian. Para o Debian, a sintaxe da URL é:

 https://snapcraft.io/install/slack/debian






Até o momento, 11 distribuições Linux estão "suportadas", são elas: Arch, CentOS, Debian, elementary OS, Fedora, KDE Neon, Kubuntu, Manjaro, Mint, OpenSUSE e Ubuntu.

[UPDATE]

Teve um update importante na pagina de instalação de cada aplicativo Snap. Agora, no final de cada pagina, aparece a lista das distros, com ícones de cada uma e "linkados" para a sua respectiva pagina de instalação personalizada. No exemplo abaixo, vamos utilizar o Spotify.



Com essa simples facilidade e comodidade na hora de instalar o programa em Snap, a Canonical tenta ampliar a sua participação no mercado e não ficando presa a base Ubuntu. Isso pode também aumentar a oferta de aplicativos, pois, com uma base maior, mais usuários e futuros consumidores poderão ser atingidos pelas empresas que distribuem tais softwares. Ainda assim, tem algumas coisas para serem arrumadas, como a questão dos temas, por exemplo. Creio também que muito em breve a opção de “Compra” ou “Buy” aparecerá,  proporcionando a venda de apps dentro da própria Snap Store, mas isso é só uma “previsão” rsrs.

Mas agora, comente aí para nós, o que achou dessa facilidade do Snap, de ter páginas específicas para as distros.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Versão 23.2.0 do OBS STUDIO chega ao Linux e demais sistemas

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Quem está acostumado a fazer gravações da sua tela, seja para fazer tutoriais ou transmitir algo pela internet (streaming), muito provavelmente deve usar o famoso programa OBS STUDIO, tanto que o mesmo é usado para fazer lives e gravações de alguns tutoriais do canal Diolinux, OSistemático e do Canal O Cara do TI.


Versão 23.2.0 do OBS STUDIO chega ao Linux e demais sistemas






Imagem do OBS Studio na versão Flatpak
Como já noticiamos anteriormente, os devs do OBS STUDIO, decidiram não mais diferenciar as versões de Linux, macOS e Windows, sendo assim, todas as plataformas vão receber a mesma versão do software.
Alguns recursos e aprimoramentos que foram listados no GitHub oficial do projeto, são:

Melhorias no navegador interno na versão para macOS, melhorando a integração aos serviços de streaming (como Twitch, Mixer, YouTube e afins). Por “tabela”, essas melhorias e correções também beneficiam a versão para Linux. Um dos devs menciona que conseguiu funcionar os painéis dos serviços, mas que ainda tem problemas e que por hora a função de integração não está disponível;

Estimativa de quanto tempo de gravação ainda resta de acordo com o espaço disponível no disco (por hora, somente na versão para Windows);

Agora é possível definir o valor exato dos decibéis (dB) na propriedade de volume avançada, antes o valor era definido por um percentual;

Corrigido um problema no Linux em que o programa não estava sendo capaz de capturar alguns monitores;

Corrigido um problema com o codificador VAAPI no Linux, onde o CBR nem sempre produzia uma taxa de bits constante.

Para conferir a lista completa dos bugs, correções e melhoramentos do OBS, basta acessar a release neste link.

Vale uma menção aqui. O OBS STUDIO na versão oferecida pelo ppa oficial deles, para quem usa GPUs da NVIDIA, não está “pegando” o NVENC, na versão 19.04 do Ubuntu, já a versão flatpak ocorre normalmente. Enquanto a versão snap se encontra bem instável para uso.

Para instalar no Ubuntu e variantes, basta seguir as recomendações neste link. Para quem quiser usar a versão em Flapak, temos este tutorial de como instalar o serviço na sua distro, já o OBS STUDIO basta acessar este link.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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KDE 5.16 lançado! Veja como instalar em seu Kubuntu/Ubuntu

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terça-feira, 11 de junho de 2019

Recentemente anunciamos o lançamento da versão beta do KDE Plasma 5.16, com diversas melhorias e refinamentos. Seu sistema de notificações foi totalmente reformulado, houve mudanças na tela de login/logout, melhor suporte ao Wayland e muito mais. Hoje, 11 de Junho, foi lançado definitivamente o Plasma 5.16 e você já pode instalar a nova versão em seu Kubuntu.

kde-plasma-kde5.16-linux-interface-ubuntu-kubuntu-neon

Em primeiro lugar, deixamos claro que esse procedimento tem que ser feito com cuidado e siga sempre a “máxima”: backup nunca é demais. Pois, bem! Faça o backup de seus arquivos, caso tudo não saia como o planejado. Outra ressalva é que este tutorial não tem como foco abranger outras versões que não sejam a do Kubuntu/Ubuntu 19.04 (Disco Dingo), se possuir uma versão inferior e tentar, já fica avisado que “vai dar ruim” (😵😵😵).

Instalando o novo KDE Plasma 5.16 e suas aplicações no Kubuntu/Ubuntu 19.04


Através de sua conta do Twitter, a equipe do Kubuntu anunciou que a nova versão 5.16 do KDE já está presente em seu PPA Backports. Sua instalação é fácil, mas como já citado anteriormente, tenha os backups de seus arquivos, caso algo saia errado.

Adicione primeiramente o repositório PPA Backports da equipe do Kubuntu:

sudo add-apt-repository ppa:kubuntu-ppa/backports

Atualize o seu sistema:

sudo apt update && sudo apt full-upgrade

Após o procedimento, reinicie o sistema e utilize a nova versão do KDE Plasma.

Para usuários que querem instalar o KDE Plasma junto a outra interface, no caso do Ubuntu em sua versão principal ou em outra flavour, a instalação do meta pacote do KDE pode ser uma opção.

sudo apt-get install kubuntu-desktop

Depois adicione o PPA e atualize o sistema, conforme os dois comandos acima. Particularmente não gosto de adicionar mais de uma interface no sistema. Acho meio carregado, e as vezes, processos de ambas as interfaces iniciam juntos. Sendo bem chato ficar configurando processo por processo. Entretanto, fique a vontade e proceda como desejar. Em casos de possuir mais de uma interface gráfica, a escolha da mesma será durante a tela de login.

Para remover o KDE Plasma, instalado via o PPA Backports do Kubuntu, proceda assim:

sudo apt install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:kubuntu-ppa/backports

Reinicie o sistema após finalizar a desinstalação.

Essa forma pode ser utilizada para quem não quer instalar o KDE Neon e mesmo assim tirar proveito de versões mais atualizadas do Plasma e suas aplicações.

Usa KDE Plasma? Sem dúvidas é uma das interfaces mais voláteis e customizáveis do mundo do pinguim. Participe de nosso forúm Diolinux Plus, existem vários amantes do KDE, você poderá tirar todas suas dúvidas sobre esse ecossistema.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Kubuntu.
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Olivia, um elegante player para streaming de áudio

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Dizem as más línguas que “Linux não tem programas”. Ao contrário desta “afirmação”, a cada dia conheço um app novo para Linux. Particularmente, amo isso. Hoje irei apresentar um player de música voltado a streaming, que conheci recentemente, ao “procurar por programas novos”.

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux

Player de música é um assunto muito pessoal, e no Linux existem inúmeras alternativas. Caso tenha um player favorito, não é crime algum ter predileções, permita-se experimentar coisas novas. Sem mais delongas, conheça o software Olivia, um player de música escrito em Qt5, open source e que pode lhe chamar a atenção. 

Olivia um player focado em streaming


Ao contrário da maioria dos tocadores de som (essa é para “os das antigas”), Olivia tem foco no streaming de áudio. Seja procurando por músicas no Youtube ou em rádios online. O app está em constante desenvolvimento e conforme o tempo passa, novas features são esperadas. Com mais de 25.000 estações de rádio da internet, o programa poderá muito bem agradar aos ouvintes de rádio (confesso que este não é o meu caso).

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux

O reprodutor de música está em alfa, e por ser relativamente novo, problemas em sua interface podem ocorrer. Caso isso acontece, os próprios desenvolvedores pedem para executar o app via terminal, com um comando que aparentemente resolve o problema (quando executado via linha de comando). No entanto, ao menos em minha instalação no Ubuntu 18.04, não obtive problema algum. Veja o comando abaixo:

QT_STYLE_OVERRIDE='gtk' olivia-test.olivia

Caso o Olivia tenha erros como: fontes grandes demais, e aparência fora de resolução, o comando acima deve contornar.

Alguns recursos e características do Olivia


Com funcionalidades interessantes, creio que vale o teste do Olivia, irei citar alguns que me chamaram a atenção.

  • Pesquisa e reprodução de artistas, álbuns e músicas online;
  • Reprodução de música do Youtube (apenas áudio, economizando a banda de sua internet);
  • Rádio online, com mais de 25.000 estações do mundo inteiro;
  • Interface personalizável, com cores, transparência, tema conforme a música e muito mais;
  • Mini-player, player convencional e modo tela cheia;
  • Recomendação de músicas, conforme músicas relacionadas;
  • Opção de ouvir as músicas offline;
  • Entre outras funcionalidades (não quero “estragar” sua descoberta 😁😁😁).

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux-mini-player

No momento que escrevo este post o Olivia não possui a função para apagar o cache local, das músicas que você vá salvando para reprodução offline. Caso queira excluí-los, navegue com seu gerenciador de arquivos (no meu caso estou utilizando o Nautilus) e apague os arquivos.

~/snap/olivia-test/current/.local/share/org.keshavnrj.ubuntu/Olivia/downloadedTracks

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linuxolivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux-offline

Instalando o “cloud player music” Olivia


Por estar em desenvolvimento e considerado como “software alfa”, o player poderia trazer um certo risco ao seu sistema. Isso se o mesmo não estivesse em Snap. Neste formato o Olivia estará à parte de seu sistema, garantindo segurança e caso não goste do player, desinstale ele sem comprometer sua máquina. Para instalar o programa em seu sistema será necessário ter o Snap configurado, no caso do Ubuntu ele é padrão. Está utilizando outro sistema? Não tem problema, acesse este artigo e configure facilmente o Snap.

No caso do Ubuntu você pode simplesmente pesquisar por “Olivia” em sua loja e efetuar a instalação.

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux-loja-ubuntu

Ou se possui o Snap configurado em seu sistema, e prefere o terminal. Instale com o comando abaixo:

sudo snap install olivia-test

Para remover o programa, utilize o comando:

sudo snap remove olivia-test

Já conhecia o player Olivia? Depois do Spotify passei a não utilizar mais players, porém, fiquei curioso em testar esse. Acesse nosso fórum Diolinux Plus, quem sabe a galera tem indicações de players de música interessante.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Canonical quer saber quais aplicativos você quer na Snap Store

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

Muitos sabem que a Canonical vem investindo “pesado” em seu formato de empacotamento Snap, para que se possa distribuir programas no Linux independente da distribuição que você escolher. O esforço trouxe algum fruto até o momento.


Canonical quer saber quais aplicativos você quer na Snap Store





Alguns aplicativos possuem  versão oficial para o formato Snap, como o Skype, Visual Studio Code da Microsoft, Telegram, Krita, LibreOffice, Spotify, Inkscape, Slack, Opera, OnlyOffice, VLC Player. Esses são só alguns exemplos.

Para aumentar ainda mais essa gama de aplicativos oferecidos, o perfil oficial do Snacraft no Twitter perguntou quais apps gostaríamos de ver na Snap Store, solicitando que sugestões fossem enviados  lá no fórum deles.






E foi exatamente isso que eu fiz (😁). Entrei no fórum (fiz uma conta rapidinho lá) e deixei a minha lista de sugestão de apps que julgo ser interessante ter na Snap Store e que ajudaria a trazer mais público para o Linux “de quebra”. A minha lista foi:

- Google Chrome;

- Telegram (com a correção da parte de acentuação);

- Lutris;

- Gimp (suportado oficialmente pelos devs);

- FreeOffice (SoftMaker);

- App of WhatsApp (não baseado na versão web);

- OBS Studio (suportado oficialmente pelos devs);

- Steam (suportado oficialmente pelos devs);

- Audacity (suportado oficialmente pelos devs);

- Kdenlive (suportado oficialmente pelos devs);

- Krita (suportado oficialmente pelos devs);

- App of Google Drive (não baseado na versão web) ;(suportado oficialmente pelos devs);

- App of Netflix (não baseado na versão web) ;(suportado oficialmente pelos devs);

Para a minha surpresa, eis que o responsável pela parte dos Snaps, Alan Pope, me responde. Primeiramente sendo muito cordial e depois falando que os aplicativos listados, também são identificados como importantes pela Canonical. Que já estão em contato com os devs upstream deles, dizendo também que alguns devs ainda não estão prontos para distribuírem suas aplicações em Snap. Ele finalizou dizendo que estão trabalhando para isso acontecer.



Recomendo que a todos que puderem, que passem lá no fórum deles e deixem sugestões (de forma cordial e educada) de apps que gostariam na Snap Store. Pode até comentar que os temas ficam feios nos snaps (😁). Para acessar o fórum da Canonical, basta acessar este link.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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