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Conheça o app Habits, que contabiliza quantas teclas você pressionou no dia

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Se você tem curiosidade para saber quantas vezes pressionou determinada tecla ao longo do dia ou qual a distância que o seu mouse percorreu, Habits pode lhe ajudar nesta tarefa.


 Conheça o app Habits, que contabiliza quantas teclas você pressionou no dia






O aplicativo foi desenvolvido pelo site espanhol EL ATAREAO, mais precisamente pelo seu “dono”, o Lorenzo Carbonell.

No artigo de apresentação do aplicativo, Lorenzo comenta o seguinte:

“Em muitas ocasiões, comentei o quão improdutivo é o uso do mouse. Não que eu esteja descobrindo algo novo. Imagine que você está na frente do seu editor de texto favorito, o que você deseja. Imagine que você deseja abrir um documento. Nesse momento, você precisa mover o ponteiro do mouse de onde você está para o menu, clicar no menu a ser exibido, mover o ponteiro para a entrada de menu correspondente e clicar. Não é muito mais rápido usar o atalho do teclado Ctrl+O? Certamente, você é claro. Se você não estava claro, agora está claro. E como melhorar? Mudando seus hábitos. Começando a usar preferencialmente o teclado para o mouse. No entanto, para saber se você melhora ou não, é necessário medir e torná-lo propósitos mensuráveis ​​e realistas. E como medir seus hábitos para saber se você melhora ou não? No caso de medir seus hábitos com o mouse e o teclado na área de trabalho do Linux, proponho Habits (hábitos).”



O app Habits faz a medição das seguintes tarefas:

● distância percorrida pelo ponteiro do mouse em metros;
● número de teclas pressionadas no teclado;
● número de cliques no mouse ou no touchpad;



Você também pode modificar alguns parâmetros do Hábitos, como:

● Você pode configurar o Habits para iniciar quando o sistema operacional iniciar.
● Da mesma forma, você também pode iniciar o monitoramento quando o aplicativo inicializar.
● Você pode definir o tema dos ícones a serem usados ​​para se ajustarem perfeitamente ao tema que você instalou.
● Por fim, é possível modificar as cores mostradas nos gráficos que o Habits exibe.






Se você se interessou e quer testar o Habits, a instalação é feita através de um PPA do projeto. Por hora ele só está disponível para a base Ubuntu. Uma observação importante, o aplicativo não monitora quais teclas você pressiona, mas apenas se você pressionar. Também não são enviados dados do seu sistema. Para instalá-lo, basta abrir o seu terminal e copiar/colar o comando abaixo ou você pode digitá-lo também.

sudo add-apt-repository ppa:atareao/atareao -y && sudo apt update &&
sudo apt install habits -y

E se você quiser desinstalar ele por completo, basta digitar os seguintes comandos:
sudo apt remove habits
sudo add-apt-repository ppa:atareao/atareao --remove

O GitHub do projeto, caso você queira conferir o código do aplicativo, você pode acessá-lo aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum, o Diolinux Plus. Espero você até a próxima, um forte abraço.






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7 dicas para melhorar o seu Inglês através do seu computador

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Sabemos que o Inglês é a língua mais importante para o mercado de trabalho atualmente, e especialmente na área de tecnologia, entender e falar o idioma deixou de ser uma vantagem para ser uma obrigação. Hoje, iremos sugerir alguns hábitos que você pode mudar, que irão te ajudar a melhorar o seu Inglês.

Como aprender Inglês computador

De forma geral, aprendemos algo quando nos colocamos em constante contato com o nosso objeto de estudo. Se a intenção é aprender Inglês, é importante fazer com que qualquer lugar que você olhe, o idioma esteja presente, ou ao menos, em grande parte do seu dia.

Mudar o idioma do seu smartphone


Pode parecer algo simples, mas mudar o idioma do seu smartphone para Inglês pode trazer muitas vantagens. Primeiramente, estar exposto à língua traz familiaridade e te faz aprender novas palavras. E com a presença do Google Assistente no Android e a Siri no iOS, é possível realizar algumas ações falando apenas em inglês.

O Smartphone está presente na maior parte do dia de muitas pessoas, e se tudo o que você for observar estiver em Inglês (ou grande parte estiver em Inglês), isso vai te ajudar a se habituar.

Para mudar a linguagem do seu dispositivo Android para Inglês é bem simples: basta entrar nas configurações, ir na opção Sistema, selecionar Idiomas e entrada e clicar na opção Idiomas. Feito isso, basta clicar em Adicionar um idioma e na lista procurar por English e depois selecionar a região de sua preferência, como Estados Unidos, Austrália ou Reino Unido.

Deixe seu Smartphone em Inglês

Mudar o idioma do seu desktop


Além de mudar o idioma do smartphone, alterar no desktop aumenta ainda mais a exposição com à língua. Se você não passa tanto tempo assim no Smartphone, mudar o idioma do seu sistema operacional no computador pode trazer maiores resultado. Este processo pode variar conforme o seu sistema operacional ou interface, então busque as informações referentes a isso com o suporte do sistema que você usa.

Idioma do Ubuntu


No Ubuntu, por exemplo, para alterar o idioma, é bem simples: primeiramente no menu superior direito, clique no botão de Configurações . Feito isso, basta selecionar a opção Região & idioma, e na opção Idioma selecionar Inglês de acordo com a região desejada. Simples, não?

Outra forma de fazer isso seria pesquisando no menu por "Idioma", e a opção será exibida.

Praticar conversação


Praticar é a parte mais importante na hora de aprender o idioma, então para isso é muito importante perder a vergonha de falar. A parte complicada, é que, provavelmente você não tem algum fluente em casa para dialogar, e mesmo tenha, ainda assim, você vai acabar se habituando a falar com uma única pessoa, e é importante forçar um pouco mais, afinal, as pessoas falam de forma diferente e é importante entender e conseguir se comunicar com todos e não com apenas algumas pessoas.

Conversar com as pessoas sobre assuntos diversos em Inglês é o que te traz realmente a famosa “fluência”, ao menos quando nos referimos à troca de informações. Você pode usar a tecnologia para te ajudar com isso.

O Cambly é um site e aplicativo que conta com professores nativos de países de língua inglesa para todos os níveis, e muitos deles também falam Português, o que torna o processo ainda mais tranquilo.


Seleção de professores da Cambly
É possível praticar a qualquer hora do dia, já que o Cambly possui professores disponíveis 24 horas. Caso preferir, também é possível reservar um horário específico para a sua aula.

Disponível através da web e de aplicativos para smartphone, você pode treinar a qualquer momento e em qualquer lugar. Baixe o aplicativo para Android ou iOS e experimente.

Realizando um cadastro no Cambly com o código DIOLINUXBLOG você tem direito a uma aula inteiramente grátis para experimentar a plataforma. O Cambly também conta com aulas para crianças a partir de 3 anos através do Cambly Kids, e é possível experimentar uma aula de 30 minutos por apenas R$1,00!

Recentemente publicamos um vídeo no canal sobre essa temática e você pode conferir logo abaixo. Neste vídeo eu comento sobre como aprendi Inglês:


Ao experimentar o Cambly, percebi que existem muitas outras pessoas que estão em situações parecidas da minha, que precisam praticar com maior frequência a conversação. A interface do site é muito simples de utilizar, permitindo a pesquisa por experiências que você queira ter, como praticar conversação, praticar comunicação para apresentações mais formais, estudar hábitos e costumes de algum país ou local em específico.

Conversa dentro do Cambly
Norman and Dionatan - Cambly
Eu, por exemplo, procurei por pessoas da área de tecnologia, que eu sabia que teria mais em comum para conversar, como você pode ver no vídeo acima. As ferramentas disponíveis durante a conversa e também no pós, como a ferramenta de replay/review, são realmente importantes para te ajudar na experiência.

Corre experimentar o Cambly, não perde essa oportunidade!

Consumir conteúdos em inglês


Uma estratégia que vai te ajudar muito a aprender inglês é a de consumir conteúdos neste idioma. Pode parecer uma medida simples (talvez por ser simples muitos subestimem), mas, assistir a séries e filmes com legendas podem te ajudar a aumentar o vocabulário e se acostumar com a pronúncia da língua. Quando estiver mais confiante, mude a legenda para inglês também, até finalmente conseguir consumir sem legenda alguma.

That '70s Show


Tente assistir algo que você gosta muito e não vai se importar de rever algumas vezes, assistindo uma vez com as legendas em Português, depois com as legendas em Inglês e finalmente sem legendas, você acaba se aprendendo a compreender mais facilmente o que está sendo dito, além de aprender novas palavras e a sua grafia.

Ouvir músicas em Inglês


Ouvir músicas em Inglês também é uma ótima estratégia para aprender em casa (ou onde você estiver), o mesmo vale para podcasts. Para a melhor absorção da língua, acompanhe a tradução da música enquanto ouve. Isso vai deixar o seu vocabulário ainda mais rico!

Tradução do início da música "Patience" do Guns n' Roses


Inclusive, músicas em especial costumam ajustar o tom das palavras para que ocorram rimas eventualmente, ou tem algumas “licenças poéticas” e pronunciam as palavras ou conjugam verbos de forma "errada" propositalmente, então é bom ficar atento, no entanto, se você já for capaz de entender as músicas com facilidade, significa que a sua capacidade de ouvir e entender já está ficando aprimorada.

Quando você se sentir mais confiante com a língua, um ótimo exercício é pegar uma música e tentar fazer a tradução dela apenas ouvindo. Após isso, compare com a letra original e a tradução para ver o quanto você acertou.


Mude os seus games para Inglês também


Aposto que muitos de vocês aprenderam suas primeiras palavras em Inglês com games, mesmo na época que nem faziam ideia do que elas significavam realmente, mas aprenderam pelo contexto, por exemplo, que o “Start” começava uma partida, e o “Quit” fechava a aplicação.

Red Dead Redemption 2 com legendas em Inglês


Hoje em dia, especialmente games com história, possuem também legendas em Inglês, e você pode tornar o seu tempo de diversão ainda mais rico se praticar o idioma enquanto joga. Games, diferente de músicas, vão prover, geralmente, um contexto para as palavras, o que te ajuda a entender melhor as coisas.


Uma forma de se comunicar com o mundo


O que torna o Inglês realmente interessante para mim, é que ele é uma forma de você se comunicar com o mundo todo, ou ao menos, a maior parte dele. Através da comunicação você literalmente tem várias portas abertas para oportunidades de trabalho, lazer e educação, que, de outra forma, você não teria acesso pleno.

Apesar das vantagens claras, confesso que uma das coisas que me deixa mais satisfeito é entender o contexto das conversas nos conteúdos que assisto em Inglês, que são a maioria do meu dia, existem expressões e até mesmo piadas que não fazem o menor sentido ou nem tem a menor graça quando traduzidas, e não estou falando somente dos “tiras” nos filmes de ação, que aliás é um desses casos de tradução forçada.

Fica como uma curiosidade para você que nunca se perguntou sobre isso: A palavra Inglesa geralmente usada nestas circunstâncias é “cops”, que significa “policiais”, porém, “cops” é uma palavra muito rápida para ser dita e na hora de fazer a dublagem para o Português brasileiro, falar “Policiais” tiraria muito o “lip sync”, ou seja, a sincronia labial, por isso a palavra “Tiras” foi escolhida, mesmo que ninguém nunca tivesse ouvido ou usado. Felizmente hoje em dia é algo mais histórico do que realmente usado, mas isso é só um exemplo.

Aproveite as oportunidades e faça pequenos ajustes, isso vai te ajudar a ficar melhor no Inglês aos poucos.

See you later, folks!



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Kisak PPA: Uma ótima opção para o Mesa Driver no Ubuntu

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Conheça o “kisak-mesa”, um PPA do Mesa Driver mantido por um desenvolvedor afiliado à Valve que pode ser uma excelente alternativa aos velhos conhecidos Padoka e Oibaf.

kisak-ppa-alternativa-ao-mesa-driver-no-ubuntu-debian-e-derivados

Recentemente fizemos um artigo apresentando a vocês opções de PPAs para o Mesa Driver, e como utilizá-los no Ubuntu e seus derivados. Foi na sessão de comentários do referido artigo recebemos uma sugestão do nosso amigo Esdras sobre o Kisak PPA, que após ter testado, cheguei a conclusão de que é uma opção tão boa quanto, ou talvez até melhor que os PPAs Padoka e Oibaf.

As Diferenças


As diferenças entre o Padoka Stable, Padoka Unstable e Oibaf já foram abordadas no artigo anterior, por isso neste artigo me limitarei a falar sobre o diferencial do Kisak PPA.

Tratando-se do Mesa Driver, bem como da grande maioria dos softwares, o melhor é sempre utilizar uma versão do mesmo que não seja muito antiga, mas também que não seja muito nova. Versões muito recentes dos softwares, também conhecidas como “bleeding edge” ou “unstable” tem o lado positivo de trazerem sempre as últimas atualizações e recursos dos mesmos, mas tem também o lado negativo de não terem sido muito testadas e tendem a apresentar mais bugs.

Padoka e Oibaf


Dito isso, no momento em que estou escrevendo este artigo o Padoka Stable traz a versão 19.2 do Mesa Driver, que não chega a ser uma versão velha, é a mesma que está presente por padrão no Ubuntu 19.10 e Fedora 31. O Mesa 19.2 é uma versão estável, mas não traz algumas novidades importantes como o compilador de shaders ACO, e o Vulkan Overlay Layer. Isso faz com que o Padoka Stable seja uma excelente opção para usuários de distros com pacotes um pouco mais antigos, como o Ubuntu 18.04 LTS que não buscam por essas novas funcionalidades, não fazendo sentido utilizá-lo em distros com pacotes mais atuais, como o Fedora 31 ou Ubuntu 19.10.

Tanto o Padoka Unstable quanto o Oibaf encontram-se com o Mesa na versão 20.0, que é justamente a versão mais atual do software. É a versão que traz todas as novidades, mas também é aquela que mais tem chances de apresentar algum bug. Sendo assim, eu diria que é uma boa escolha para se utilizar para fins de testes, em máquinas que não são utilizadas para produção, e em casos nos quais o usuário não irá ser muito prejudicado caso alguma coisa “quebre”.

Kisak PPA


Por fim temos o kisak-mesa, que é mantido por um desenvolvedor afiliado à Valve, e moderador do Github da mesma. O Kisak PPA traz o Mesa Driver na versão 19.3, que traz várias melhorias que não estão presentes no 19.2, ao mesmo tempo não sendo tão “bleeding edge” quanto a versão 20.0. Sendo assim uma excelente opção para usuários de qualquer distro atual, já que é capaz de fornecer uma versão mais atual do Mesa Driver, ao mesmo tempo não sendo tão “bleeding edge”.

Atualmente o Kisak PPA suporta o Ubuntu nas versões 18.04.3 LTS, 19.04 e 19.10.

Como instalar?


O procedimento de utilização do Kisak PPA é o mesmo de qualquer outro PPA. Caso você não conheça esse procedimento, temos um artigo que lhes mostra como instalar PPAs no Ubuntu sem o uso do terminal.

Para instalar o Kisak PPA simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal.

Ubuntu e derivados:

sudo apt-add-repository ppa:kisak/kisak-mesa -y && sudo apt update && sudo apt upgrade -y

KDE Neon:

sudo apt-add-repository ppa:kisak/kisak-mesa -y && pkcon update

Agora é recomendável que você reinicie o seu sistema, e pronto!

Para checar qual é a versão do Mesa Driver que você está utilizando no momento, copie e cole o comando abaixo, e observe conforme na imagem a seguir:

glxinfo | grep OpenGL

Descobrindo a versão em uso do Mesa Driver utilizando o comando "glxinfo | grep OpenGL".
Obs.: PPAs são repositórios que podem ser criados e mantidos por qualquer pessoa que tenha o conhecimento necessário para fazê-lo. Nós do Diolinux não garantimos o funcionamento de qualquer PPA. Use por sua conta e risco!

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Novo tema para o Ubuntu 20.04 está em desenvolvimento

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Desde que mudou do Unity para o GNOME, a equipe do Ubuntu vem aprimorando o tema do sistema para ficar o mais harmonioso possível. Isso vem acontecendo desde o Ubuntu 18.10 com o tema Yaru, antes chamado de Ubuntu Community Theme.

Novo tema para o Ubuntu 20.04 está em desenvolvimento






O anúncio dos novos ares para o Yaru veio através de um post no blog oficial do Ubuntu, onde o líder do projeto Martin Wimpress comentou como é importante ter uma identidade visual para sistema. Ele comentou que a equipe do Yaru se reuniu em Londres, com o pessoal de design da Canonical e do Ubuntu Desktop para traçar o como seria essa nova identidade visual do sistema.



Também foi comentado que o Yaru está disponível para os usuários do Fedora e Arch. O Pop!_OS também foi citado, em que o seu tema foi baseado no Yaru. Outro ponto interessante mencionado por Wimpress, foi que eles receberam pedidos para “portarem” o Yaru para as outras flavours do Ubuntu, como também para o Linux Mint e Manjaro.

Um detalhe bastante interessante apresentado por ele, é que os botões de seleção, opção (check-boxes) e os switches (similar a um botão de ligar/desligar), vão deixar de serem na cor verde e ir para uma tonalidade de roxo (berinjela), como você pode ver na imagem abaixo.




Ele também tocou no assunto de que muitos colaboradores para o GNOME/GTK não utilizam o Ubuntu como base. Isso foi “percebido” na  GUADEC e na Linux Application Summit, em que os colaboradores desejam que os seus apps funcionem corretamente para os usuários Ubuntu, sem ter a necessidade de fazer dual boot ou “subir” uma VM para isso. Com esse feedback, para facilitar a integração, vai ser disponibilizado em flatpak um complemento do tema Yaru já presentes nos arquivos do Fedora e no AUR do Arch Linux. Para minimizar mais ainda alguma inconsistência em relação ao tema Yaru, ele foi alinhado ao upstream do Adwaita (tema base) no ano de 2019. Sendo introduzida as ações no GitHub, o Yaru vai receber automaticamente as novidades, correções e afins do Adwaita, reduzindo assim o tempo entre “sair” em um projeto e ser “habilitado” no outro.

Agora uma novidade que virá com o tema Yaru, é a variação em relação ao shell do sistema, como a barra superior, balões de notificações e afins. Vão ser 3 opções, uma Light (totalmente clara), uma Standard (barra dark mas o interior da janela branca) e uma totalmente Dark. Os desenvolvedores estão investigando como fazer essa troca sem precisar do logoff.


Por final, eles estão “experimentando” ícones alternativos para se adequarem aos temas light e dark que virão.




Para ver o post completo, você pode acessá-lo aqui.

Muito legal ver que o pessoal do Ubuntu Desktop está preocupado em dar novamente uma identidade visual ao sistema operacional, coisa que ficou marcante nos anos 2010 /2012 quando o Unity era a cara do Ubuntu, querendo resgatar agora e parece que estão conseguindo.

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Ubuntu 19.04 chega ao fim do seu ciclo de vida ainda este mês, atualize já!

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A excelente versão 19.04 do Ubuntu está chegando ao fim da sua vida útil ainda neste mês. Se você estiver utilizando essa versão do sistema, não perca tempo e faça já a atualização para o Ubuntu 19.10!

ubuntu-19.04-chega-ao-fim-do-seu-ciclo-de-vida-ainda-este-mes-atualize-ja

A versão 19.04 do Ubuntu trouxe muitas melhorias, comparadas as suas antecessoras, foi sem dúvidas a melhor versão do sistema lançada desde o abandono do Unity, até então. A superioridade do sistema em comparação a LTS 18.04 fez com que um grande número de usuários o adotasse como sistema principal, mas algum dia tudo tem seu fim.

O Ubuntu possui dois tipos principais de lançamentos, sendo as versões LTS, que possuem um suporte de cinco anos e são lançadas a cada dois anos. E as versões intermediárias, que possuem um suporte de nove meses e são lançadas a cada seis meses nos espaços de tempo entre as versões LTS.

O Ubuntu 19.04, apesar de ser uma versão excelente, é uma versão intermediária, tendo o seu suporte prestes à acabar no próximo dia 23 (Janeiro/2020).

Mas o quê significa o fim do suporte? O meu sistema vai parar de funcionar?


O sistema continuará funcionando normalmente, mas nenhum tipo de atualização será lançada para a versão a partir desta data. Sem atualizações, principalmente as de segurança, o sistema se torna cada dia mais vulnerável, e as chances de ocorrerem bugs e até mesmo de sofrer ataques de softwares maliciosos se tornam cada vez maiores.

Utilizar um sistema que já tenha passado o seu tempo de suporte não é recomendado em hipótese alguma, por isso o mais indicado a fazer é atualizar o seu sistema para a versão seguinte, que neste caso é a 19.10 ou então fazer uma instalação limpa do Ubuntu ou outro sistema da sua escolha.

Como atualizar para a próxima versão?


Já fizemos um artigo aqui no blog com várias dicas sobre o quê fazer depois de instalar o Ubuntu 19.10, e uma dessas dicas é justamente como fazer a atualização a partir do 19.04.

O nosso artigo de lançamento da versão 19.10 também é uma ótima pedida para quem está para chegar agora na nova versão do Ubuntu.

O Ubuntu 20.04 LTS está chegando em Abril deste ano, com mais cinco anos de suporte e várias melhorias, e outra grande vantagem de se estar utilizando a versão 19.10 é que será possível realizar uma atualização para a nova LTS, não sendo necessário formatar a máquina e realizar uma instalação limpa.

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KDE Community quer facilitar a vinda dos usuários do Windows 7 ao Linux

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Como noticiamos no começo do ano passado (2019), o Windows 7 ou “Seven” para alguns, estaria deixando de ter suporte estendido em 2020, assim o tornando muito vulnerável a ataques não sendo mais seguro usá-lo. Bom o KDE quer ajudar trazendo os usuários ao mundo do pinguim.

KDE Community quer facilitar a vinda dos usuários do Windows 7 ao Linux






Em seu blog, o projeto KDE usa a seguinte chamada “Plasma: um lugar seguro para os refugiados do Windows 7” ou em inglês “Plasma: A Safe Haven for Windows 7 Refugees”. No post, eles salientam a data final do suporte da MS ao Windows 7, que será no dia 14 de janeiro de 2020.


Ainda neste post, eles comentam das vulnerabilidades de ainda continuar usando o Windows 7. Também comentam que atualmente o Windows detém cerca de 77% do marketshare global dos desktops e que destes 77%, quase 30% ainda usam o Windows 7. Algumas pessoas já estão migrando as suas máquinas para o Windows 10, que é recomendado pela Microsoft, mas tem outras que não querem essa mudanças por N motivos, que não vamos detalhar aqui 😅.

Eles também incentivam que as pessoas ajudem a trazer os seus amigos, familiares, colegas de classe e conhecidos. Segundo o pessoal do KDE, “Mesmo se você convencer apenas uma pessoa a fazer a transição para qualquer sistema baseado em Linux, você terá feito algo valioso e ajudado o movimento FLOSS.”, que não deixa de ser verdade 😀. Se você quiser contribuir com ideias e afins para o KDE, pode fazer através deste link, basta ter um KDE Identity, mas se não tiver, basta fazer um aqui.

No vídeo abaixo, o pessoal do KDE mostra o por que de fazer o update do Windows 7 para alguma distro Linux, que no caso do vídeo está usando o KDE Plasma com a base Ubuntu.


A modificação foi feita por Dominic Hayes, criador do Feren OS. Ele usou os seguintes elementos para isso:

● Tema do Plasma: Seven Black;
● Decoração das Janelas: Seven Black;
● Application Style: Gtk2;
● Tema GTK: Windows Se7en by Elbullazul;
● Ícones: Darkine;
● Cores: Breeze Light;
● Cursores: DMZ White;
● Splash Screen: Feren OS;
● Painel: 38 height;
● Widgets: Default Apps Menu, I-O Task Manager, Stock System Tray, Feren Calendar or Event Calendar, Win7 Show Desktop.

Para conferir o post completo do pessoal do KDE, basta acessá-lo aqui. Também teve um tweet deles comentando sobre.

Muito bom ver esse tipo de iniciativa da comunidade Linux, em querer ajudar os novos usuários vindos de outro sistema operacional e assim deixá-lo o mais confortável possível para usar o novo sistema. Espero que mais projetos e pessoas de dentro da comunidade façam isso, vai ser muito bom essa atitude 😀.

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Instale a última versão do Mesa Driver no Fedora, Ubuntu e derivados

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terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Manter o Mesa Driver em uma versão mais atualizada pode dar ao usuário acesso a novas funcionalidades, melhor compatibilidade, e em alguns casos até melhorias de desempenho em jogos e aplicações 3D, o que pode ser um excelente negócio, especialmente para usuários de GPUs AMD, e APUs Intel.


Por possuírem lançamentos fixos (point release) e um grande foco em estabilidade, distribuições como o Linux Mint, as versões LTS do Ubuntu, e outras distros que são baseadas nela, com o tempo acabam ficando com certos softwares em versões relativamente antigas. Para contornar tal característica nessas distros é bastante comum utilizarmos os PPAs (Personal Packages Archives), que como o próprio nome já diz são repositórios pessoais nos quais qualquer usuário com o devido conhecimento pode manter e distribuir pacotes próprios ou de terceiros.

A versão mais atual do Ubuntu, a 19.10, bem como o Fedora 31 fazem uso do Mesa Driver na versão 19.2. Já a versão 18.04 LTS do Ubuntu está utilizando o Mesa 18.0, e o Linux Mint 19.3 utiliza o Mesa Driver 19.0. Todavia, a versão estável mais recente do Mesa atualmente é a 19.3, que não está presente em nenhuma dessas distros, e pode ser uma versão muito interessante para usuários de chips gráficos Intel e AMD.

O Mesa Driver 19.3 trouxe melhorias de compatibilidade importantes para proprietários de GPUs Navi da AMD, e CPUs Intel da microarquitetura “Tiger Lake”. Essa também é a primeira versão a trazer por padrão o compilador de shaders ACO, desenvolvido pela Valve, e também o software de monitoramento de hardware em jogos, o Mesa Vulkan Overlay. Já cobrimos todas essas novidades e várias outras no post de lançamento do Mesa Driver 19.3.

Agora mostrarei a vocês como manter os drivers atualizados no Ubuntu, derivados do Ubuntu e Fedora. Para o Ubuntu e derivados temos três PPAs diferentes que podemos utilizar. São eles o Padoka nas versões de teste e estável, e também o Oibaf PPA. Já para o Fedora 31 utilizaremos um repositório copr, que de forma simplificada, são como os PPAs, só que para o Fedora.

Como instalar no Ubuntu e derivados?


Caso você esteja utilizando o Elementary OS, antes de adicionar qualquer PPA será necessário instalar o pacote “software-properties-common”, o que pode ser feito com o comando abaixo:

sudo apt install software-properties-common

Padoka Stable


A versão estável do PPA do Padoka, que atualmente conta com o mesa na versão 19.0, é uma excelente escolha especialmente para usuários da versão LTS do Ubuntu que não querem se arriscar em instalar uma versão de testes. O “Padoka Stable” também é o PPA recomendado pela Valve na Wiki oficial do Proton. Para instalar o “Padoka Stable” simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal:

sudo apt-add-repository ppa:paulo-miguel-dias/pkppa -y && sudo apt update && sudo apt upgrade -y

Para o KDE Neon o comando é o seguinte:

sudo apt-add-repository ppa:paulo-miguel-dias/pkppa -y && pkcon update

Padoka Unstable


A versão “Unstable” do PPA do Padoka conta com o Mesa na versão 20.0, e é compatível com as versões 18.04 LTS e 19.10 do Ubuntu, bem como com as distros derivadas dessas versões. Essa é a versão mais atualizada do Mesa Driver disponível atualmente, e conta com todas as mais recentes novidades implementadas pelos desenvolvedores. Todavia, essa também é uma versão de testes, e não é recomendado o seu uso caso você esteja procurando por estabilidade. É perfeitamente possível que você jamais tenha qualquer problema ao utilizar tal versão, que inclusive é a que eu utilizo. Mas como o próprio nome já diz, é uma versão “Unstable”. Então use por sua conta e risco.

Para instalar o “Padoka Unstable” simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal:

sudo apt-add-repository ppa:paulo-miguel-dias/mesa -y && sudo apt update && sudo apt upgrade -y

Para o KDE Neon o comando é o seguinte:

sudo apt-add-repository ppa:paulo-miguel-dias/mesa -y && pkcon update

Oibaf PPA


O Oibaf PPA é o repositório no qual o “Padoka Unstable” é baseado, e também traz a versão mais recente do Mesa Driver, que atualmente é a 20.0. Por ser uma versão “unstable”, todas os avisos citados anteriormente sobre o “Padoka Unstable” também se aplicam ao Oibaf PPA. Como diferencial, o Oibaf é compatível com um número maior de versões do Ubuntu, sendo elas a 18.04, 18.10, 19.04 e 19.10.

Para instalar o “Oibaf PPA” simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal:

sudo apt-add-repository ppa:oibaf/graphics-drivers -y && sudo apt update && sudo apt upgrade -y

Para o KDE Neon o comando é o seguinte:

sudo apt-add-repository ppa:oibaf/graphics-drivers -y && pkcon update

Como instalar no Fedora 31?


No Fedora 31 utilizaremos o repositório “che/mesa”, que também conta com o Mesa Driver na versão 20.0. Sendo assim, todas os avisos citados anteriormente sobre o “Padoka Unstable” e o “Oibaf PPA” também se aplicam ao “che/mesa”.

Para atualizar o Mesa Driver para a versão 20.0 através do “che/mesa”, primeiro abra o editor de texto da sua preferência em modo de superusuário. Para fazê-lo, abra o terminal e digite “sudo NomeDoEditorDeTexto”. Por exemplo, se você estiver utilizando o GNOME Shell, o editor de texto padrão é o Gedit. Nesse caso, o comando é “sudo gedit”.

Feito isso, acesse a página oficial do repositório che/mesa, e conforme mostrado na imagem abaixo copie o conteúdo da primeira caixa de texto, cole dentro do editor de texto que você abriu como “root”, e salve o arquivo no diretório “/etc/yum.repos.d/” com o nome de “che-llvm.repo”.

Por fim, novamente abra o editor de texto em modo “root”, cole dentro dele o conteúdo da segunda caixa de texto, e salve no mesmo diretório “/etc/yum.repos.d/” com o nome de “che-mesa.repo".

Agora é só atualizar o seu sistema através da loja de aplicativos, ou com o comando abaixo:

sudo dnf update -y

Pronto! Após ter atualizado o Mesa Driver através do procedimento de sua preferência, é só reiniciar o sistema e aproveitar as novas funcionalidades. Mas lembre-se: se você não está tendo problemas, e não está precisando de nenhuma das novas funcionalidades, a melhor escolha é sempre manter a versão que está instalada no seu sistema por padrão. Como diz o ditado: “Em time que está ganhando não se mexe”.

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Isso é tudo, e FELIZ NATAL! 🎄🎅😃


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GNOME 3.36 vai trazer melhoras na trocas de GPUs em notebooks híbridos

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sábado, 14 de dezembro de 2019

2019 foi realmente um ano bem positivo para os usuários de notebooks híbridos, equipamentos esses que possuem duas placas de vídeo, uma do processador (iGPU) geralmente sendo da Intel e uma dedicada (dGPU) que em sua maioria é da NVIDIA.

GNOME 3.36 vai trazer melhoras na trocas de GPUs em notebooks híbridos






Primeiro começou com a notícia de que o Ubuntu 19.04 lhe daria a possibilidade de instalar o driver da NVIDIA já na formatação, baixando o driver e instalando ele. Depois veio que o Ubuntu 19.10 viria com o driver já incluso na ISO, assim facilitando a instalação offline. Por último, foi o Ubuntu 18.04.3 LTS incluindo os drivers também.

Depois, vimos a NVIDIA disponibilizar uma gama muito grande da sua documentação e assim facilitando a vida dos desenvolvedores do driver open source Nouveau. A matéria completa sobre esse marco, você pode conferir aqui.

Logo em seguida os desenvolvedores da NVIDIA trabalharam em cima do PRIME, tecnologia essa que permite o usuário usar a dGPU NVIDIA somente em alguns casos, como nos jogos, programas de renderização, no OBS Studio e por aí vai. Também fizemos uma cobertura “chuchu beleza” e você pode conferir através deste link.

Há 5 dias, segunda-feira dia 9 de dezembro de 2019, a NVIDIA lançou em seu site, que na GPU Technology Conference 2020 ela vai participar de uma palestra sobre “Open Source, Linux Kernel, and NVIDIA”, apresentada pelo principal engenheiro de software da NVIDIA, John Hubbard. A matéria completa você pode conferir aqui.

Agora, nos 40 minutos do 2º Tempo, mais uma ótima notícia vem para os usuários de notebooks híbridos, e vem do pessoal do Gnome. O desenvolvedor Bastien Nocera fez um post em seu blog, sobre as melhorias e novidades que virão no Gnome 3.36 e no Linux Fedora, para quem precisa fazer o “switching” (troca) entre as GPUs. 

Ele comenta que a possibilidade de clicar com o botão direito em cima de algum programa e mandar rodar com a dGPU já existia mas não funcionava com o driver proprietário da NVIDIA. Isso está prestes a mudar. Segundo Bastien, a solução que existia e feita por ele, tinha muitos erros no código de detecção, o switcheroo-control.




Segundo ele, o erro se dava porque para fazer essa troca, era necessário usar o vga_switcheroo no kernel, e o driver da NVIDIA não tinha. Além disso, o Gnome Shell esperava o conjunto do Mesa OpenGL, aí não conseguia dar certo.

Mas agora ele atualizou o código e vai ser possível usar a dGPU com os drivers proprietários da NVIDIA com todas as variáveis necessárias para que se possa abrir o app com a GPU dedicada.

Para o pessoal do KDE, ele recomenda que usem a API D-Bus para fazer a implementação. O post você pode conferir aqui.

Isso me deixa extremamente animado para o ano de 2020, pois pelos indícios que estamos acompanhando, será um ano muito bom para o pessoal das híbridas (eu estou incluso nisso 😁✌) em que finalmente poderemos sair do calvário 😁😂, e também será interessante para quem quiser jogar, porque além dos drivers, o Ubuntu e mais algumas distros vão começar a entregar o gamemode da Feral Interactive já embutido, vide o caso do ZorinOS 15.1. Isso é muito animador. 

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Ubuntu Cinnamon Remix quer ser o concorrente do Linux Mint

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Recentemente tivemos o anúncio do Ubuntu Cinnamon Remix, uma distribuição que usa o Ubuntu como base (19.10), mas traz o ambiente gráfico Cinnamon (o mesmo do Linux Mint) para os usuários, vamos conhecer um pouco melhor o projeto?

ubuntu-cinnamon-remix-logo

A distribuição/remasterização é origem de um projeto de ItzSwirlz, que realmente não é uma pessoa muito fácil de achar informações na internet. Posso estar enganado, mas pela pesquisa que pude fazer, me parece ser um jovem entusiasta de tecnologia.

O Ubuntu Cinnamon Remix


Esta é uma versão NÃO OFICIAL do Ubuntu, e não faz parte, atualmente, do conjunto de flavors apoiadas diretamente pela Canonical, se trata de um projeto comunitário, com algumas poucas pessoas envolvidas até o momento.

Ubuntu Cinnamon Remix Menu

A distribuição é construída com uma série de ferramentas e recursos desenvolvidos por terceiros, caracterizando "a clássica" remasterização. Temos como base o Ubuntu 19.10 Eon Ermine, que traz consigo o Kernel 5.3, e utilizando o repositório backports ativo (o que não é a melhor das ideias), a distro nos traz o Cinnamon Desktop 4.0.x. O problema de usar o backports em prol de um pacote, é que durante as atualizações, outros pacotes também podem receber upgrades instáveis.

A versão mais recente do Cinnamon é a 4.4.x, e será disponibilizada juntamente com o Linux Mint 19.3, o Linux Mint 19.2, ainda usa o 4.2, que mesmo assim é mais recente.

Várias aplicações desenvolvidas pela equipe do Linux Mint para o Cinnamon não fazem parte do Ubuntu Cinnamon Remix, como os XApps, o gerenciador de atualizações, gerenciador de drivers, gerenciadores de repositórios, loja de aplicativos, entre outros, sendo substituídos por contrapartes equivalentes, como o "Atril" para documentos e o "Pluma", para arquivos de texto, (que curiosamente também são desenvolvidos em parte pela equipe do Mint, para o ambiente MATE), com a GNOME Software como loja de aplicativos e o software "Programas e atualizações", tradicional do Ubuntu, fazendo o papel de gerenciador de repositórios e drivers.

Confira o vídeo do canal com mais detalhes sobre a distro:


Poucos elementos do Ubuntu Cinnamon Remix são empacotados pelo(s) desenvolvedor(es), o sistema possui um repositório PPA próprio, onde podemos encontrar os seguintes pacotes:

- blueberry
- calamares-settings-ubuntu
- kimmo-gtk-theme
- kimmo-icon-theme
- ubuntucinnamon-environment
- ubuntucinnamon-meta
- ubuntucinnamon-wallpapers


A maior parte do tempo ciclo parece ter sido gasto na mudança do tema e adição de papéis de parede (eu sei o que você está pensando 😎), no entanto existem promessas para a versão 20.04 LTS, que não me parecem tão promissoras, nesta nota de lançamento no Google Docs.

Atualmente o site da distro ainda está sob construção, possuindo apenas um grupo no Telegram para discussões.

Será que é um projeto com futuro?


Quem me conhece sabe que eu não gosto de desdenhar de projetos de código aberto, só porque eles não são como EU imagino que deveriam ser, especialmente quando as pessoas estão apenas começando e aprendendo a fazer muitas coisas, criando boas práticas. Dito isso, é possível que essa distribuição evolua e se torne uma flavor oficial do Ubuntu, assim como aconteceu com o "Ubuntu Budgie Remix", outrora uma derivação não oficial, que agora se tornou canônica, sendo chamada apenas de "Ubuntu Budgie", no entanto, a primeira impressão que tive com o sistema não foi positiva.

Sinta-se à vontade para compartilhar os seus pensamentos. Do meu ponto de vista, é basicamente uma montagem de um ambiente gráfico sobre uma base, com um gosto duvidoso para design,  ícones diferentes e papéis de parede, entretanto, de forma geral, as principais distros baseadas no Ubuntu, acabam tendo esse viés, elas são o Ubuntu, com uma interface gráfica diferente por cima, então, por que não um Ubuntu Cinnamon?

De fato, esse é um bom ponto, mas o Linux Mint não é exatamente isso? Os desenvolvedores do Linux Mint são os principais responsáveis pelo desenvolvimento do Cinnamon, a integração com outras ferramentas, em muitos casos superiores do que as contrapartes do Ubuntu, não o tornaria mais atrativo do que o Cinnamon Remix?

Ao contrário do Ubuntu Budgie, que não tinha nenhuma outra distro com o Budgie Desktop base Ubuntu como concorrente, o Ubuntu Cinnamon Remix tem uma das mais populares distribuições Linux da atualidade (Linux Mint) como seu comparativo direto inevitável. 

Reparei que alguns nomes conhecidos da Canonical se aproximaram do projeto, como o líder atual da divisão Desktop, Martin Wimpress, e Alan Pope, reconhecido pelos Snaps especialmente, na intenção de dar dicas e apontar algumas direções para tornar o sistema digno de fazer parte das flavors oficiais em algum momento no futuro, o que deve levar ainda alguns ciclos ao menos, creio eu.

Atualmente você pode "fabricar" o seu Ubuntu Cinnamon Remix facilmente, abra o terminal do seu Ubuntu 19.10 GNOME e rode estes comandos:
sudo apt install cinnamon-desktop nemo
Na tela de login, no ícone de engrenagem, você pode trocar a sua interface. O Ubuntu Cinnamon Remix vem também com uma seleção de software ligeiramente diferente do Ubuntu com GNOME, então pode pode instalar os softwares que desejar, e remover os indesejados, se quiser usar o tema do Cinnamon Remix, basta baixar aqui.

Existem alguns outros pequenos ajustes que poderiam ser feitos, como instalar o LightDM, mas a grosso modo, o Ubuntu Cinnamon Remix é apenas isso.

Eu usaria o Ubuntu Cinnamon Remix?


No momento de desenvolvimento atual, eu não vejo o menor sentido em usar esta distribuição, ela não entregada nada que o Linux Mint não entregue, e na minha opinião, ainda fica devendo coisas. 

Apesar dessa posição, confesso que acho interessante que exista uma flavor do Ubuntu com Cinnamon, talvez dessa forma mais pessoas se envolvam com o projeto e tenhamos mais apoio ao desenvolvimento dessa interface que eu acho tão bacana.  Neste momento, aliás, eu acho que as únicas pessoas que deveriam utilizar de fato a distro são os que querem ajudar ativamente em seu desenvolvimento, reportar bugs e coisas do tipo; não é uma distro recomendada para ser usada em produção.

O Cinnamon tem esse potencial de ser fácil de utilizar para pessoas que vem do Windows, o que é uma coisa sempre interessante, e no mundo open source não tem muito essa de "não é útil para muita gente, então não faça", porque no fim das contas, basta ser útil, divertido ou interessante, para quem está fazendo, e mais ninguém. 

Lembra quando o seu computador servia para fazer o que você queria? Então... :)

Ainda assim, a menos que algo super interessante e revolucionário seja apresentado, não vejo as pessoas deixando o Linux Mint pelo Ubuntu Cinnamon Remix, especialmente sem ele se tornar uma flavor oficial, talvez com o tempo e amadurecimento do projeto, e dos desenvolvedores, as coisas mudem. Possivelmente existam pessoas que queiram usar o Cinnamon com base Ubuntu, sem ser no Linux Mint, e serão estes os possíveis usuários desta distro, só não creio que seja uma grande massa de usuários.

Quais são as suas apostas?


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Veja algumas das novidades que podem chegar ao Ubuntu 20.04

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domingo, 8 de dezembro de 2019

Cerca de 2 meses atrás, em outubro deste ano (2019), foi anunciado a data, o codinome e alguns detalhes do Ubuntu 20.04 LTS Focal Fossa, que você pode conferir a nossa cobertura neste post.

Veja algumas das novidades que podem chegar ao Ubuntu 20.04





Desde o anúncio, ficamos especulando o que poderia vir nessa nova versão LTS do Ubuntu e o que poderíamos esperar dela. Bom, se formos nos basear no Trello do projeto, podemos esperar muitas novidades vindo por aí.

Algumas coisas são bem interessantes, e se vierem mesmo, vai ser um salto gigantesco em relação ao suporte em vários aspectos. Alguns pontos que podemos destacar são:

● Contínua melhora da performance do Gnome Shell, em relação aos stutterings e perdas de frames;

● Inclusão do GameMode da Feral Interactive junto na ISO do Ubuntu, possibilitando assim otimizações do sistema para jogos;

● Melhorar o driver para impressão digital (fingerprint), esse a pedido de uma empresa OEM que não foi divulgada;

● Reativar o suporte ao NVENC no Ubuntu dentro do binário do FFmpeg, que estava desativado desde a versão 18.10 por causa de compatibilidades de licenças. O NVENC é essencial para quem tem GPUs da NVIDIA.

● A versão nova do Plymouth tem um novo binário incluso do  plymouth-theme-spinner, habilitando assim a possibilidade de usar o logo na hora do boot, como outras distros já fazem, como por exemplo o Fedora;

● Continuação do trabalho no suporte do ZFS/Zsys no sistema.

Para conferir todas as opções que podem vir ou estão no roadmap, você pode conferir no Trello deles.

Creio que se todas essas novidades vierem para a versão 20.04 do Ubuntu, realmente será uma das melhoras já feita. Pois vai dar um enfoque a mais em quem precisa de processamento gráfico, principalmente para quem usa NVIDIA, além de incluir o gamemode da Feral. Outro ponto importante, especialmente para o pessoal das híbridas (Intel+NVIDIA), o Ubuntu 20.04 LTS muito provavelmente virá com o Xorg 1.20.6, que conta com as modificações feitas pela NVIDIA para que as GPUs híbridas funcionem de forma satisfatória no Linux.

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Sistematicamente, até mais…

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Infelizmente estou me afastando da equipe de redatores do Diolinux, agradeço a todos os leitores que acompanharam e leram minhas postagens no decorrer do ano de 2019. Todo ciclo tem seu início, meio e fim, talvez para um novo processo, aquela reviravolta na história ou uma mudança temporária.

despedida-diolinux-osistematico-sistematico-henriquead-redator-linux-comunidade

É curioso pensar no Diolinux, sem todas as situações e problemas resolvidos por este blog em minha vida, além do conhecimento e amadurecimento de ideias e pontos de vista, claro. Tudo isso antes mesmo de compor a equipe de redatores e escrever sobre uma das coisas que mais amo na vida, tecnologia.

Para quem não acompanha meu trabalho no canal OSistemático, saiba que durante muito tempo venho lutando contra alguns problemas de saúde que vêm tirando minha paz e sono. Aliás, não era incomum me encontrar altas horas da madrugada estudando ou bolando algo para um próximo post, ou vídeo. Às vezes a forma que ludibriei as intensas dores, foram justamente incontáveis horas de buscas por assuntos voltados à tecnologia. Digamos que por um tempo, ocupando a mente, o corpo “dava uma folga”. Contudo, o ano de 2019 vem sendo um misto de dor e prazer. O engraçado que muitos afirmam que ambos andam lado a lado, digamos que existe um fundo de verdade nisso (😁️😉️😈️).

Retrospectiva 2019 (faz de conta)


Você recorda qual foi a minha primeira postagem aqui no blog Diolinux? Uma de minhas paixões, games! Especificamente uma matéria sobre o emulador de Nintendo 3DS, o Citra. Falando um pouco dos bastidores, a imagem da capa “fugia um pouco do padrão do site”, mas a imagem final foi se encaixando à proposta do Diolinux. Aquele tipo de ideia que só surge dentro de uma mente sistemática (😁️😁️😁️).

Abaixo você pode conferir a capa que foi reprovada, ainda bem o resultado ficou muito superior, e para ver a capa final acesse a postagem sobre o Citra.

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E não parou por aí, a capa utilizada em minha quarta postagem acabou tendo um de seus elementos utilizados em um projeto bem conhecido. Estou falando da matéria que escrevi sobre o AppImageHub, um site que concentra aplicações Linux neste formato de empacotamento. O ícone que criei, inspirado na logo do software da Snap Store, está sendo utilizado no site appimagehub.com, como bem pode ser visto na print logo abaixo (pena não terem atribuído a imagem a minha pessoa 😂️😂️😂️).

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Também houve diversas postagens capciosas, assim digamos, que tive o prazer de escrever e a participação de vocês nos comentários foi excepcional. Abordei variados temas, obviamente a maioria com foco em tecnologias Open Source, mas o Windows e postagens relacionadas tiveram boa recepção. Matérias, como: “Microsoft revela o futuro do Windows”, “Windows 7 com data para morrer, e agora, o que fazer?” e “Você realmente precisa do Windows?”, são exemplos que posso destacar. Inclusive uma das minhas capas preferidas, estava inspirado no dia, foi sobre o Windows Phone/Mobile e seu fim oficial.

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Matérias sobre jogos é o que não falta, tive a oportunidade de transmitir parte dos conhecimentos que tenho com emuladores e opinar, em temas e notícias sobre games. Lá vai uma listinha rápida de tutoriais e verdadeiros guias-rápidos de alguns emuladores disponíveis para Linux.


Games são uma paixão, e mesmo não jogando a quantidade que gostaria, me empolgo sempre que abordo o tema. Quem se recorda do “Projeto de lei que quer proibir jogos violentos no Brasil”, algo que em meu ponto de vista é uma tremenda bizarrice. Um assunto que rendeu bastante, foi “Linux e a pirataria nos jogos”. Sabemos que uma das maiores barreiras na inserção de Linux no mundo dos jogos, são os anti-cheats. Outro tema amplamente discutido ao decorrer do ano de 2019 aqui no blog Diolinux.

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Entre notícias, tutoriais, dicas de apps (sejam eles para Android ou alguma distro Linux desktop) minha jornada no Diolinux foi repleta de opiniões, erros e muitos acertos. Sempre tive a liberdade de expor meu pensamento e escrever sobre temas que julgava ser interessantes. Falei sobre o Ubuntu Touch, se tinha morrido ou não. Testei inúmeros aplicativos e pequenas séries, além das de emuladores, se concretizaram. Posso citar a relacionada aos vários players de música que testei e passei a gostar. Se ainda vale a pena usar o Ubuntu 18.04 LTS ou até mesmo o Deepin. Falando em Deepin, apostei alto especulando uma possível parceria com a gigante chinesa Huawei. O palpite foi certeiro, pouco tempo depois a empresa começou a oferecer equipamentos com a distro Linux, e quem sabe mais o que poderá ocorrer com a nova versão do sistema.

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Escrever é algo que surpreende, quantas vezes fiz postagens que fizeram grande sucesso, enquanto outras que me empolgaram não tiveram a mesma quantidade de views. Uma que me lembro até hoje é esta: “Em dúvida ao escolher um nome para seu app, marca ou projeto?”. É uma de minhas favoritas, na qual mesclei a original com minha pitada pessoal. No entanto, ela não caiu no gosto das massas (😁️😁️😁️). E olha que tem até easter eggs sobre OSistemático. “10 Dicas para novos usuários de Linux/Ubuntu” é outra postagem que indico a leitura, como “O que leva um novo usuário desistir do Linux?”.

A criatividade foi uma das características que mais desenvolvi, aprender a controlar os processos criativos e burlar os bloqueios, acabou somando em minhas perícias.

Me diz se você algum dia imaginou o Dio chinês? Ou quem sabe sem sua barba e criança?

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Toda equipe Diolinux sempre foi muito solicita e compreensiva em momentos de dificuldade, uma verdadeira família. E como toda família, passamos por altos e baixos. Discussões, alegrias, reuniões, treinamentos, brincadeiras, trabalho e muito mais.

Contribuir com um dos maiores sites de tecnologia, Open Source e Linux, no Brasil foi e é uma realização profissional. Ter a oportunidade de somar com projetos, como o PhotoGIMP, criando a logo é algo que sempre ficará marcado em meu coração. 

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OSistemático me trouxe até aqui!


Focar no trabalho e fazer o que gosta sem esperar nada das pessoas, pode lhe levar a lugares nunca imaginados. O Diolinux sempre foi o “pontapé inicial” para o surgimento do meu projeto OSistemático. Não faz muitos anos em que passei a utilizar Linux conscientemente, por ironia do destino me deparei algumas vezes com este blog durante seu nascimento. Confesso que nunca fui de acompanhar sites e blogs, apenas consumia quando necessário ou me convinha. Contudo, um canal no Youtube de mesmo nome me chamou a atenção. Não tinha muitos vídeos, uns dois ou três. Neste período nem conta no Youtube tinha, mas passei a acompanhá-lo mesmo assim. Linux e jogos, algo que gostava e já no primeiro dia me fez sentir uma vontade de criar um canal parecido.

Anos se passaram, aprendi a gostar do blog e canal Diolinux e também me inspirar, concordar e discordar de suas opiniões. O projeto OSistemático foi criado e quando menos esperava, estava participando de lives (ou conversando) no Diolinux e canais no cenário Linux que admiro muito, como: Madrugueds, Fast OS, Tuxter Games, Livre Software, Toca do Tux, Araras Studio (outrora Fosloks), entre outros. Sempre sendo verdadeiro e expondo minhas opiniões, ideias e jeito de ser. 

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Se hoje estou me despedindo, talvez mesmo que temporariamente, do Diolinux é graças ao OSistemático que me trouxe até aqui. Como, também, as pessoas que conheci através dele e passei a mais que admirar, poder chamar de amigos.

Obrigado a todos os leitores, estou me afastando para dar foco em meu tratamento no ano de 2020, porém, continuarei a participar de lives no Diolinux e postar vídeos em meu canal (devagar, devagarinho vídeos serão produzidos, o foco é minha saúde). Então, convido a se inscreverem nos canais que mencionei anteriormente e também no OSistemático. Se não conhecia meu trabalho lá, aposto que vai gostar. 

Muito obrigado à família Diolinux, e a você Dionatan Simioni por permitir compor essa equipe incrível e por ser um líder notório, cativante, compreensivo, forte, profissional e amigo. Nunca trabalhei em um lugar que, mesmo com as diversidades e atritos, poderia chamar de família.

Participem da comunidade Diolinux Plus, e fiquem ligados no blog Diolinux.

Só ao nível de curiosidade, comecei com uma postagem sobre emulador e terminei com outra. Inconscientemente sendo sistematicamente sistemático (🤔️😉️😋️).

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux e em meu canal, SISTEMATICAMENTE! 😎️


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