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Ubuntu Touch ganha versão 64-bits ARM, entre outras novidades

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terça-feira, 12 de novembro de 2019

A UBports, fundação que tomou a responsabilidade em manter o Ubuntu Touch, após o mesmo ter sido descontinuado pela Canonical, recentemente anunciou a disponibilidade para download das imagens de 64 bits do sistema.
ubuntu-touch-ganha-versao-arm-64-bits-entre-outras-novidades

O Ubuntu Touch é um sistema operacional convergente, para smartphones e tablets. Desenvolvido e inicialmente mantido pela Canonical (empresa responsável por criar e manter o Ubuntu), o Ubuntu Touch desde a sua origem, sempre foi um projeto ambicioso e inovador. Conforme mencionado anteriormente, a ideia era que o sistema fosse convergente, sendo assim um sistema operacional para dispositivos móveis, que também poderia ser utilizado com mouse e teclado ao ser conectado em um monitor de computador.

A proposta inicial do Ubuntu Touch era ser o sistema operacional padrão dos Ubuntu Phones, porém, pelos motivos que você pode conferir neste artigo, o mesmo foi descontinuado pela Canonical na mesma ocasião em que a empresa também abandonou o projeto Unity.

Porém, tratando-se de Open Source, quando um software é descontinuado não necessariamente significa que este ficará esquecido, perdido no tempo. Como bem sabemos, por ter o seu código aberto, qualquer pessoa ou equipe com o conhecimento necessário pode “tomar as rédeas” do projeto para si, e dar continuidade ao mesmo da forma que bem entender.

Dessa forma foi criada a UBports. Uma fundação sem fins lucrativos, criada por Marius Gripsgard, Ricardo Mendonza, Jan Sprinz, Florian Leeber e Ewald Pierre com o objetivo inicial de dar continuidade ao projeto do Ubuntu Touch. Sem abrir mão da ideia de futuramente também abraçar ou até mesmo criar outros projetos.

A UBports vem mantendo o Ubuntu Touch desde então, que já pode ser instalado em vários modelos de dispositivos oficialmente suportados. Todavia, até pouco tempo atrás, o sistema estava disponível apenas na sua versão de 32 bits. Realidade essa que acaba de mudar.

O vídeo abaixo é o registro de uma live stream (em inglês) feita por três dos desenvolvedores do projeto, na qual é oficialmente anunciada a disponibilidade das imagens ARM 64.


Para aquelas pessoas com a agenda cheia, que não tem tempo para assistir o anúncio oficial, ou para aqueles que não tem um bom entendimento da língua inglesa, veja a seguir um resumo do que foi anunciado. Segundo a UBports:

Dispositivos ARM 64-bits já estão no mercado há relativamente bastante tempo, porém, desde que o Ubuntu Touch foi criado, sempre funcionou apenas em 32 bits. Recentemente percebemos que ter uma versão ARM de 64 bits é muito mais útil do que pensado anteriormente. E não apenas quando se trata de dispositivos com mais de 4GB de RAM.

A UBports também lançou a versão nativa para Ubuntu Phone dos apps TELEports 0.6.0, e Telegram. Foi anunciado também que a interface de usuário Unity 8, bem como o servidor de exibição Mir 1.x, já estão disponíveis na versão de desenvolvimento do Ubuntu Touch. Muito provavelmente, que chegará na versão estável ainda este ano.

Embora seja algo óbvio, é sempre bom ressaltar que testar a versão em desenvolvimento do Ubuntu Touch, bem como de qualquer outro software, é indicado apenas para usuários que estejam dispostos a ajudar no desenvolvimento reportando bugs, e não esperam grande estabilidade do sistema.

Por fim, penso que o Ubuntu Touch, a cada update, vem cada vez mais se tornando um excelente sistema operacional. Porém, por vários motivos, sendo o principal deles a baixa disponibilidade de apps, não acho que o Ubuntu Touch chegará a ser popular. Ao menos nos próximos anos.

Mesmo assim pretendo testá-lo assim que possível, quando tiver um smartphone extra, pois realmente não pretendo instalá-lo no meu smartphone principal, ao menos por hora.

Você já testou, ou tem curiosidade em testar o Ubuntu Touch? O quê você pensa sobre as novidades, e o caminho que o projeto vem tomando? Conte-nos nos comentários!

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Melhorias no ZFS estão a caminho para o Ubuntu 20.04 LTS

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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Há uns 4 meses, a Canonical anunciou que estaria começando a testar a tecnologia de sistema de arquivos ZFS.


 Melhorias no ZFS estão a caminho para o Ubuntu 20.04 LTS




Em agosto deste ano (2019), a Canonical falou que começaria os testes do ZFS, de forma experimental no Ubuntu 19.10, para que os usuários do sistema operacional pudessem testá-lo, assim podendo dar o feedback de como o sistema de arquivos estaria se comportando no Ubuntu.


Atualmente, no Ubuntu 19.10, na hora da instalação você pode escolher se quer ou não utilizar o ZFS. Porém, instalar o sistema nesse modo resulta na utilização total do HD, não podendo ser utilizado com outros formatos, como o EXT4 e nem em dual boot. Espera-se que no 20.04 LTS, possa ter essa possibilidade.

Também é esperado no ciclo de trabalho do Ubuntu 20.04 LTS, a implementação completa do ZFS, bem como a possibilidade de se utilizar o LVM junto. Outra coisa que está sendo trabalhada, é o Zsys cards, que vai possibilitar a utilização de uma partição EFI (ESP), com redimensionamento dinâmico do /boot, correções de integração do GRUB, desmontar/desligar de forma apropriada, entre outros items. Para mais detalhes, você pode consultar o README do Zsys cards.

Com a implementação completa do ZFS, a partir do Ubuntu 20.04 Focal Fossa poderemos ter, por exemplo, pontos de restauração mais ágeis e de fácil manuseio. 

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Dell amplia variedade de notebooks XPS com Ubuntu

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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Cerca de uns 3 meses mais ou menos, fizemos umas reportagem, em que cobrimos o novos modelos de ultrabooks da Dell, da linha XPS 13. Agora, a família cresceu.

Dell amplia variedade de notebooks XPS com Ubuntu







O anúncio foi feito no blog do fundador e líder do projeto Sputnik da Dell, Barton George, onde ele comenta as novas opções agora disponibilizadas para o consumidor.




No post, ele fala que agora a Dell oferece 18 configurações diferentes na 9ª geração da linha XPS, sendo equipados com processadores da Intel de 10ª e com o Ubuntu 18.04 LTS pré-instalado.

As opções oferecidas não mudam muito do modelo anunciado, mas só reforçando, elas são:

● Opções do processador
   - Processador Intel® Core ™ i5-10210U de 10a geração (4 núcleos)
   - Processador Intel® Core ™ i7-10710U de 10a geração (6 núcleos)
● Ubuntu 18.04 LTS pré-instalado ;
● Killer ™ AX1650 (2 × 2) integrado no chipset Intel WiFi 6 + Bluetooth 5.0 ;
● Tela InfinityEdge com posicionamento superior da câmera ;
● Suporte para resolução FHD e UHD
● Até 16 GB de memória LPDDR3 a 2133 MHz
● Possibilidade de escolha do armazenamento, podendo ter até 1TB à  2TB em SSD;

O Dell XPS 13 Developer Edition, com todas as opções, será distribuído no momento apenas nos EUA, Canadá e Europa. Para ver mais detalhes, você pode conferir por este link.

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Loja do elementary OS passa a suportar o Flatpak

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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Loja do elementary OS agora possui compatibilidade com pacotes Flatpak, e usuários do sistema poderão instalar apps neste formato de forma descomplicada.

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O elementary OS foi cotado durante anos como a distribuição Linux mais bela, dono de uma interface gráfica que é fortemente inspirada na Aqua (macOS), a distro baseada no Ubuntu acaba de dar mais um passo significativo. Para quem não acompanha o elementary OS, saiba que sua pretensão vai além de ser mais uma distro Linux, de forma que foi criado todo um ecossistema/plataforma em torno da distribuição. O vídeo a seguir explana um pouco mais sobre o tema.


Há quem diga que a loja do Deepin seja a mais bonita entre as diversas opiniões do mundo Linux, particularmente gosto da simplicidade da AppCenter (loja do elementary OS). A ideia de oferecer a possibilidade de doações dentro da própria loja é algo que me chama a atenção. Obviamente, que existem muitas deficiências no design da loja e até a ausência de algumas funcionalidades. A AppCenter foi disponibilizada aos usuários da distro no ano de 2017, e pequenas implementações foram adicionadas desde então. Ao menos das vezes que utilizei, nenhuma mudança substancial saltou-me os olhos.


Agora um recurso interessantíssimo passa a compor a loja do elementary OS, noticiamos essa decisão e escrevi uma postagem intitulada “Por que o elementary OS escolheu o Flatpak?”, acesse e saiba mais sobre essa escolha. No último update, a loja passou a suportar a instalação de pacotes neste formato. Como é de se esperar, os responsáveis pelo sistema tem todo um controle de qualidade, e através de sua curadoria de apps, seleciona as aplicações com o “selo elementary”. Inicialmente parece haver pouquíssimos programas no formato Flatpak em sua loja, ao menos não encontrei nenhum ao pesquisar, no entanto, é possível adicionar o repositório Flathub e usufruir de uma gama considerável de aplicações.

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Ao contrário do Linux Mint que traz por padrão o repositório do Flathub, o elementary apenas entrou em contato com os responsáveis pela plataforma para integrar facilmente a adicção em sua AppCenter. 

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Mesmo não vindo por default no sistema, basta clicar em “Install” na página do programa no Flathub, o download do arquivo “.flatpakref” ocorrerá, então efetue a instalação com o auxílio do app Sideload, e o repositório será adicionado ao sistema (como bem informa a página de configuração do flatpak).

Todavia, na prática, o Sideload ainda não vem instalado por padrão. Baixei o arquivo e após clicar sobre ele, o app de texto que é aberto. Sendo necessário a instalação do pacote: 

sudo apt install io.elementary.sideload

Depois bastou instalar o arquivo utilizando o Sideload (traduzido para “carregamento lateral”), marcar a opção que compreendia que não era um app curado “não confiável” e clicar em “Instalar mesmo assim”.

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Inicialmente o programa não apareceu no menu, nem na loja. Reiniciei e o programa estava no menu. Vale salientar que a loja consegue diferenciar quando existe mais de uma aplicação em diferentes formatos e nos repositórios. Outro detalhe, não será obrigatório reiniciar o sistema ou finalizar a sessão a cada novo programa instalado em Flatpak, e nem baixar o arquivo “.flatpakref”. Você pode utilizar a loja para isso, e no futuro são esperados mais recursos voltados ao Flatpak na AppCenter.

Confira na prática esta nova funcionalidade:


A implementação é nova, então é comum o sistema não estar totalmente “redondinho” com essa integração com os Flatpaks. Apenas o Flathub é suportado e não tem, ao menos por agora, como adicionar repositórios de terceiros. O Flathub é famoso por concentrar a maior variedade de programas neste formato, mas não é a única fonte. Desenvolvedores podem oferecer suas aplicações fora dele, um exemplo é o emulador de Nintendo 3DS Citra. O repositório do Citra ainda não é suportado pela AppCenter, para obter o software no elementary OS outros meios, como o terminal, deverão ser utilizados.

Você é usuário do elementary OS? Já pôde conferir o suporte ao Flatpak na AppCenter? Deixe nos comentários suas experiências com este novíssimo recurso.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: elementary OS.


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Canonical promete oferecer suporte pleno do Ubuntu em todos os Raspberry Pi

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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Canonical recentemente informou que os novos modelos das placas Raspberry Pi seriam compatíveis com seu sistema, contudo, um bug da versão do kernel Linux que o Ubuntu 19.10 traz embarcado vem ocasionando problemas e bloqueando o uso das portas USB.

ubuntu-raspberry-pi-arduino-placa-mae-pc-linux-projeto

Os Raspberrys Pi estão populares a cada ano, pois oferecem praticidade e custo benefício para elaborar os mais diversos projetos. Diversas distribuições Linux são utilizadas nestes equipamentos, como o Debian (Raspbian), que sempre está no topo da lista. A Canonical também oferece imagens arm64 do Ubuntu destinadas a donos destes equipamentos.

Temos um vídeo ensinando como instalar sistemas voltados ao Raspberry Pi.


O bug causado pelo kernel Linux 5.3 no Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, pode ser contornado temporariamente, enquanto não sai uma correção oficial. Lembrando que até o momento os novos modelos Raspberry Pi 4 SBC com 4 GB de RAM foram impedidos de acessar as portas USB por conta desse bug.

Caso seja dono de um modelo mais recente e venha sofrendo com o bug, a forma atual para contorná-lo é editando o arquivo “boot/firmware/usercfg.txt” e limitar a RAM para 3 GB. Basta adicionar a linha “ total_mem=3072 ” (sem aspas, obviamente), ao arquivo anteriormente mencionado.

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A dona do Ubuntu também pretende disponibilizar o Ubuntu Server e Ubuntu Core para todos os Raspberry Pi no mercado, incluindo os modelos anteriores, sendo enfim suportados oficialmente nestes equipamentos. A Canonical entende que a plataforma Raspberry Pi vem ganhando mais espaço em meio as mentes inovadoras, criando e desenvolvendo soluções a partir do mesmo. Sendo assim, é natural a disponibilidade das demais versões do Ubuntu para o Raspberry Pi.

“O Raspberry Pi se estabeleceu como a plataforma mais acessível para inovadores no espaço incorporado.. A Canonical se dedica a capacitar inovações com software de código aberto. Consequentemente, a Canonical se esforça para oferecer suporte oficial completo a todas as placas da família Raspberry Pi. Assim, a Canonical disponibilizará o Ubuntu Server e o Ubuntu Core para todas as placas Pi “, diz Galem KAYO, gerente de produtos para o Ubuntu Core.

Muita coisa pode ser criada com esses “pequenos monstrinhos”, aliás você pode conferir logo abaixo um servidor que cabe, literalmente, no bolso.


O Ubuntu pretende ser popular, não somente em meio aos equipamentos “convencionais”, mas também em outras arquiteturas (arm64), como a do Raspberry Pi. Para essa empreitada, seu sistema deverá ser o mais funcional e otimizado possível e para isso a empresa conta com o feedback da comunidade.

Para mais detalhes, acesse a publicação oficial em seu site.

Particularmente gosto bastante do Raspberry e do Arduino, e toda vez que ouço ou falo sobre o assunto, lembro de um professor meu de hardware que tinha o desejo de criar uma casa automatizada com o auxílio deles. Toda aula ele comentava sobre o “Arduino”, curiosamente seu sobrenome era “Arduim”… Então trocávamos (meus colegas e eu), carinhosamente, o sobrenome dele por Arduino (😋️😁️😅️).

Diga nos comentários se possui algum equipamento destes e quais projetos já fez ou pretende fazer.

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Fonte: Ubuntu, Softpedia.


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Habilite o modo dark do Yaru no Ubuntu - aplicações e GNOME shell

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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Veja como habilitar o modo dark do tema do Ubuntu, Yaru, tanto nos programas quanto no GNOME Shell (englobando seus menus, painéis e afins).

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O Ubuntu 19.10 Eoan Ermine veio cheio de novidades e melhorias, comparado aos seus antecessores. Fizemos uma cobertura em torno deste novo lançamento do sistema. Aliás, confira logo abaixo a nossa review detalhando cada aspecto desta nova fase do sistema da Canonical.


Após verem o vídeo, alguns podem se questionar se vale ou não deixar o Ubuntu 18.04 LTS e migrar para nova versão. Criamos um artigo sobre este tema e recomendo a leitura, para efetuar o download do Ubuntu 19.10, acesse esta outra postagem. Não se preocupe quanto ao pós-instalação do sistema, ou até mesmo a atualização do Ubuntu 19.04 para o 19.10, você pode seguir nossa matéria e saber o que fazer depois de instalar o sistema.

Requisitos 


Antes de demonstrar os passos necessários para compor as mudanças, alguns requisitos são necessários. Obviamente que o primeiro deles é estar utilizando o Ubuntu 19.10 com o GNOME 3.34. A Canonical modificou seu tema, logo após a versão 19.04 do Ubuntu para harmonizar ainda mais com o tema padrão do GNOME, além de evitar eventuais problemas em aplicações e bugs relacionados a temas. Neste período até foi cogitado a possibilidade de entregar o Ubuntu com uma variação “clara/branca” do Yaru. Em seguida desistiram da ideia e mantiveram o mais próximo do visual da versão 19.04 de seu sistema. Contudo, algumas modificações ainda permaneceram, e elementos do shell foram entregues com essa premissa de ser algo mais branco (eis o motivo da criação desta matéria). No entanto, o que muitos não sabem é que existe sim a variante dark do Yaru, não apenas para os apps, e o GNOME Shell também pode ficar com um visual mais sombrio e noturno. Essa modificação não chegou à tempo do lançamento do Ubuntu 19.10, mas é bem provável que na próxima LTS a mesma esteja disponível.

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Sabemos que por padrão o GNOME não contém formas para trocar os temas de suas aplicações e shell, sendo assim passos extras são requisitados. Mais saiba que o uso de extensões no GNOME é por sua conta e risco, nunca tive problemas com as mencionadas neste artigo, porém fica o aviso.

Se você não sabe como adicionar extensões ao GNOME Shell, aprenda seguindo esse link, também recomendo a instalação da ferramenta GNOME Tweaks ou “Ajustes”. Ela será a forma em que selecionaremos o Yaru-Dark. Segue artigo de como instalar a aplicação.

Ok! Você já sabe como instalar temas no GNOME, já tem o GNOME Tweaks no sistema, o próximo passo é adicionar a extensão “User Themes” para podermos trocar o shell padrão pela variante dark. Existem várias formas de se obter este resultado, como bem viu no artigo que demonstra a instalação de temas no GNOME, fique a vontade e escolha o seu favorito. Pode tanto pesquisar diretamente na GNOME Software (Software Ubuntu, a loja) ou pelo site GNOME Extensions.

Instalando o tema Yaru-Dark para aplicativos e shell


Mencionei anteriormente que o tema Yaru escuro para o shell não foi entregue a tempo do lançamento do Ubuntu 19.10, pois bem! Vamos utilizar a última versão disponibilizada em seu repositório no Github.

Vamos enfim instalar o tema, porém recomendo abrir o GNOME Tweaks (Ajustes) e trocar o tema do shell e das aplicações por outro qualquer que não seja da família Yaru. Na seção “Aparência”, mude as opções “Aplicativos” e “Shell” por outro que não seja Yaru ou equivalentes.

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Antes de todo passo a passo, certifique-se que na pasta “.themes” em sua “home” não contenha o tema Yaru. Claro, se essa pasta existir, na realidade esse passo é uma precaução (provavelmente não existirá, se acabou de efetuar uma instalação limpa). Com o gerenciador de arquivos do Ubuntu aberto, Nautilus, ao utilizar a combinação de teclas “Ctrl+H”, pastas e arquivos ocultos tornam-se visíveis ou retornam ao seu estado anterior. 

tema-dark-modo-escuro-noite-apps-shell-theme-ubuntu-gnome-yaru-tweak-ajustes

Caso nunca tenha “clonado” um repositório do Github, ou compilado algum programa utilizando ele, algumas libs serão obrigatórias. Mas podemos instalar tudo em apenas um comando:

sudo apt install git meson sassc libglib2.0-dev libxml2-utils

O segundo passo é clonar o repositório do tema Yaru, sendo mais simples e direto, isso nada mais é que efetuar o download do mesmo. Tenha ciência do repositório que está localizado ao abrir o terminal, por padrão é sua pasta pessoal (home). Abra o terminal pressionando a combinação de teclas “Ctrl+Alt+T” ou execute pressionando sobre seu ícone. Então, digite o comando e espere pacientemente até o fim do processo.

git clone https://github.com/ubuntu/yaru

Entre na pasta do Yaru, via terminal mesmo, conforme o exemplo abaixo:

cd yaru

Vamos construir o tema Yaru, se percebeu, dentro do repositório que acabamos de clonar para nosso computador, existem diversos arquivos.

meson build

O processo pode levar algum tempinho, aguarde pacientemente e depois entre na pasta que foi criada.

cd build

Agora iremos instalar o tema ao nosso sistema, entretanto, ele não será aplicado. Este passo será realizado através da ferramenta Ajustes (GNOME Tweaks).

sudo ninja install
Reinicie o computador ou saia da sessão atual, assim o tema será visível no sistema. Abra novamente o GNOME Tweaks, se já estava aberto feche-o, e procure na seção “Aparência” o Yaru-dark, nas opções “Aplicativos” e “Shell” escolha o Yaru-dark. Obviamente que, se preferir, apenas o shell pode ser o alvo do “modo dark”. Pessoalmente utilizo todo o sistema com esta modificação.

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O resultado é bem agradável aos meus olhos, utilizar uma variante escura é quase que um requisito para meu cotidiano em frente ao PC.

tema-dark-modo-escuro-noite-apps-shell-theme-ubuntu-gnome-yaru-tweak-ajustes

No final do procedimento o repositório clonado também pode ser removido sem problema algum, nada disso impactará no tema, pois já está nos devidos diretórios do sistema.

sudo rm -r ~/.themes/yaru

Se por algum motivo não curtiu e queira remover o tema instalado via repositório do Github, basta excluir as pastas do Yaru no caminho “/usr/share/themes”, e reinstalar o tema Yaru padrão que acompanha a versão 19.10.

Para remover, utilize o comando:

sudo rm -r /usr/share/themes/{Yaru,Yaru-dark,Yaru-light}

A reinstalação do tema, para deixar o tema default, proceda assim:

sudo apt install --reinstall yaru-theme-gnome-shell yaru-theme-gtk

Lembrando que antes de remover o tema, você deve trocá-lo por outro lá no GNOME Tweaks. Tentar apagá-lo enquanto ainda em uso poderá resultar em bugs.

O Ubuntu 19.10 veio com muitas coisas boas, entretanto, não ter uma opção semelhante ao Pop_OS! 19.10 para trocar entre diferentes variações de seu tema é uma característica que faz muita falta. Essa crítica também se aplica ao projeto GNOME, pois ambos possuem temas escuros, mas para acessá-los apenas através de softwares de terceiros. Que ao menos na próxima LTS do Ubuntu o tema escuro seja adicionado, e quem sabe a opção de trocar facilmente entre as variações do Yaru (tanto para apps, quanto para o shell). 

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Fonte: Ubuntu.


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GNOME 3.36 “Gresik” entra em fase de desenvolvimento

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

O GNOME 3.34 veio com muitas melhorias de desempenho, e quanto ao GNOME 3.36, o que podemos esperar para próximo lançamento?

gnome-apps-shell-linux-distro-fedora-ubuntu-arch-performance-novidade-desktop

Durante muito tempo o GNOME vem passando por uma situação nada agradável, entregar um ambiente gráfico que não performa satisfatoriamente na maioria dos hardwares. Não é incomum, pessoas afirmarem coisas relacionadas ao GNOME Shell, e muitas exageradas, contudo nos últimos lançamentos houve uma melhora considerável. A versão 3.28 é notavelmente inferior à 3.32, com a atual 3.34 não é diferente. Após um trabalho e esforço empenhado em solucionar leeks de memórias, bugs com as animações do shell, performance e gerenciamento do sistema o ambiente gráfico entregue pela GNOME Foundation vem se aperfeiçoando. Não apenas os desenvolvedores do GNOME merecem ser parabenizados pelas mudanças, a Canonical também empregou bastante tempo com tais implementações e correções de desempenho.

Podemos notar justamente essa evolução no Ubuntu 19.10, que conta com a versão 3.34 do shell e ganha de lavada do Ubuntu 18.04, quando o assunto é performance do GNOME Shell. 


O GNOME 3.36 será o próximo grande lançamento do ecossistema GNOME, ele substituirá a atual versão 3.34 e é esperado que o Ubuntu 20.04 LTS venha com ele embarcado. O codinome já foi revelado e remete a cidade sede da conferência GNOME Asia Summit 2019. Apelidado de “Gresik”, cidade localizada na Indonésia, seu ciclo de desenvolvimento passou por um atraso, sendo anunciado apenas semana passada. Isso, devido a atrasos com algumas instabilidades em sua versão intermediária GNOME 3.35.1, que já está disponível para downloads por entusiastas deste ambiente desktop. O GNOME 3.35.2 tem lançamento programado para 23 de novembro e o 3.35.3 para o início de janeiro.

Em um de nossos Diolinux Friday Show, Georges Stavracas desenvolvedor do GNOME, informou que novidades grandiosas estão a caminho do GNOME 3.36, entretanto ainda não estava autorizado a nos informar. Considerando o cronograma dos desenvolvedores da Canonical em relação ao GNOME no Ubuntu 20.04 e 20.10, podemos ter um vislumbre. Live essa que discutimos sobre a reivindicação de possível quebra de patentes em um dos softwares do GNOME.

Daniel Van Vugt, descreveu no blog do Ubuntu diversos planos para os próximos lançamentos do sistema, e focou exclusivamente no GNOME. Ele demonstrou humildemente os erros e acertos no desenvolvimento do shell, e enfatizou as metas futuras. Inclusive, é planejado ao Ubuntu 20.04 LTS ter alto desempenho com o GNOME em máquinas relativamente modernas, e em sua próxima versão, 20.10, o objetivo serão as máquinas mais antigas. No entanto, não entenda máquina antiga como algo defasado. Estamos falando de computadores da atualidade, não pense que o GNOME será performático comparado ao LXQT/XFCE em um hardware limitado com um processador muito antigo e pouquíssima RAM. Perceba que para os padrões atuais, uma máquina com 4GB de RAM, processador quad-core (podendo ser dois núcleos físicos e dois lógicos) são considerados computadores fracos. 

Recomendo a leitura do vasto e detalhado material disponibilizado no blog do Ubuntu, assim você poderá ter um aspecto geral do GNOME em suas últimas versões não tão lapidadas e o futuro que o aguarda.

O lançamento do GNOME 3.36 está previsto para o dia 11 de março de 2020.

Já testou alguma distro com o GNOME 3.34? A melhoria na performance foi perceptível aqui até via Virtual Box. Fiquei surpreso com o Fedora 31 e Ubuntu 19.10.

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Fonte: Softpedia, Ubuntu.


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Will Cooke deixa a divisão de desktop do Ubuntu, entra Martin Wimpress

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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Uma notícia pegou alguns usuários da comunidade Linux de surpresa, especialmente aqueles que usam o Ubuntu. Will Cooke saiu da empresa.


Will Cooke deixa a divisão de desktop do Ubuntu, entra  Martin Wimpress





Cooke ficou na Canonical como diretor/gerente do Ubuntu Desktop de 2014 a 2019, sendo um dos responsáveis pelo projeto Unity, que depois de muitos anos de vida, “morreu”, assim dando lugar novamente ao GNOME, como DE do Ubuntu.



Há alguns meses, fizemos uma entrevista com Cooke, e nela tem algumas declarações interessantes sobre o rumo do Ubuntu nos desktops foram ditas. Você pode conferir na íntegra a entrevista através do link.


Agora, quem assume a divisão de Desktops para o Ubuntu, é o Martin Wimpress, mais conhecido como o dev principal do Ubuntu MATE. Além de também trabalhar como engineer na Snapcraft, da Canonical.

Imagem de divulgação do Ubuntu MATE 19.10


Com essa mudança na diretoria, na divisão do Ubuntu Desktop, podemos esperar muitas coisas boas vindo por aí. Umas das façanhas do Wimpress, é “reviver” o Unity dentro do MATE, além é claro de fazer trabalhos relacionados aos laptops híbridos (Intel+NVIDIA), onde no Ubuntu MATE, algumas implementações como o applet mate-optimus, que faz a alternância (switch) entre as placas, além é claro, de ser uns dos primeiros a começar a implementar as novidades da NVIDIA para esses laptops. Além de que, o Wimpress está mais ativo nas redes sociais e comunidades do que o Cooke.

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O que fazer depois de instalar o Ubuntu 19.10

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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O Ubuntu 19.10 está sendo elogiado pela maioria dos usuários, com uma versão atualizada do GNOME o sistema vem demonstrando maior performance ao realizar as tarefas. Aprenda quais passos tomar após instalar o Ubuntu 19.10.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia

Aguardado por muitos, essa é a última versão até o próximo lançamento de longo suporte, o Ubuntu 20.04 LTS. Caso tenha alguma dúvida com seu pós-instalação, iremos demonstrar quais ações devem ser tomadas com o novo Ubuntu.

Atualizando do Ubuntu 19.04 para o 19.10, sem reinstalar o sistema


Está usando o Ubuntu 19.04 e quer migrar para o 19.10? Talvez uma boa alternativa é atualizar o sistema, sem precisar baixar uma ISO, e fazer todo o trabalho de criar um pendrive bootável ou “queimar” um dvd. 

Antes de tudo, backup é a “nova lei” (😁️😁️😁️). Brincadeiras à parte, faça o backup de seus arquivos, para evitar problemas. Então, abra o programa “Softwares e Atualizações” e execute uma verificação por atualização, caso exista a ferramenta lhe informará.

Outra maneira é via terminal:

sudo do-release-upgrade -c

Configurações iniciais


Ao iniciar o sistema pela primeira vez, aparecerá a tela de “Bem-vindo”, basta ir completando os passos desejados e ignorando outros. Cada escolha é bem particular, como: Conectar ou não às suas contas on-line, ceder dados a equipe do Ubuntu para construir um sistema melhor (apenas informações simples de seu hardware e coisas do tipo, nenhum dado pessoal), habilitar ou não o serviço de localização, e até instalar alguns Snaps antes mesmo de usar o sistema pela primeira vez.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia

Escolha o melhor servidor e habilite os parceiros da Canonical


Para tornar as atualizações e instalações mais rápidas, podemos escolher algum servidor que esteja mais próximo de nossa localização. Pesquise por: “Programas e atualizações”, selecione a aba “Aplicativos Ubuntu”, clique em “Baixar de: Outro…” e na nova janela em “Selecionar o Melhor Servidor”. Um teste será iniciado testando os espelhos mais próximos e você pode escolher o melhor clicando em “Escolher Servidor”.

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Finalize clicando em “Fechar” e caso o sistema solicite para “Recarregar” proceda desta maneira.

Na segunda aba do programa, existe a opção de habilitar “Parceiros da Canonical”, este repositório é composto de alguns softwares proprietários e seus extras. Marque ela e faça como anteriormente, para finalizar a ação.

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Atualize o sistema


Esse passo sempre é importante, antes de tudo ele deve ser o principal a ser feito. Pesquise por “Atualizador de programas” e se houverem atualizações, basta clicar em “Instalar agora”.

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Complete a instalação dos pacotes de idioma


Mesmo instalando o sistema em “portuguê brasil”, ainda é necessário instalar completamente o suporte ao idioma. Uma tarefa bem simples, abra o app “Configurações”, vá até à sessão “Região & idioma” e clique em “Gerir Idiomas Instalados”. O Ubuntu verificará se todos os pacotes já estão instalados, caso não, ele informará.

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Instale codecs multimídia


Abra a “Software Ubuntu”, sua loja de programas, clique na categoria “Complementos” e depois em “Codecs”. Instale quais deseja.

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Instale o Synaptic


A loja do Ubuntu pode ser bem interessante quando o assunto são pacotes Snaps e Flatpaks, entretanto ela tem uma deficiência que pode limitar sua experiência de uso. Mesmo sendo versátil em alguns casos em outros ela deixa a desejar, estou falando especificamente em sua limitação em não oferecer softwares sem ícones. No caso, pacotes, como libs, programas para linha de comando entre outros.

Nesse quesito um software que pode auxiliar, e muito, é o gerenciador de pacotes Synaptic. Com ele será possível fazer vários procedimentos sem a necessariamente do terminal, demonstrando que é possível sim usar Ubuntu sem obrigatoriamente fazer tudo via terminal.

Pesquise na loja do Ubuntu por: “Synaptic” e instale o software. Por exemplo, irei instalar o pacote de codecs “ubuntu-restricted-extras” via Synaptic. Não precisa nem se preocupar com quais codecs, este pacote instala os essenciais.

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Não sabe como usar o Synaptic, assista o vídeo abaixo e domine essa ferramenta.


Instale o OpenJDK, caso utilize aplicações em Java


Você pode instalar o OpenJDK em seu sistema, basta pesquisar pela versão desejada. Suponhamos que queira a versão 13, instale o pacote “openjdk-13-jdk”. Se preferir, instale apenas a máquina de execução “openjdk-13-jre”. Fica ao seu desejo. Outro pacote existente é a versão “padrão” do OpenJDK no Ubuntu. Essa se chama “default-jdk”.

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Instale os drivers Intel


Para quem possui um processador Intel de 3ª à 8ª geração, pode ser interessante proceder da seguinte maneira: abra a loja do Ubuntu, vá em “Complementos” e na aba “Drivers de hardware” selecione “Beignet” e instale esse driver.

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Instale o driver de vídeo para sua placa de vídeo


Caso possua uma GPU dedicada da AMD, nenhum procedimento é necessário (o driver aberto já vem no próprio Kernel). Isso no caso dos modelos mais recentes, se estiver em dúvida, acesse nossa postagem e veja como instalar o driver correto para sua placa de vídeo AMD. Inclusive até mesmo a versão do Mesa Driver contida no Ubuntu 19.10 é superior à versão estável do PPA do Padoka.

Donos de GPU’s NVIDIA podem pesquisar diretamente no sistema por: “Drivers Adicionais” e instalar o driver para sua placa de vídeo. Lembrando que a adição do PPA da NVIDIA não é mais obrigatória. Você pode acessar nossa matéria demonstrando e explicando um pouco mais sobre os Drivers proprietários NVIDIA no Ubuntu.

Habilite o suporte ao Flatpak e adicione o repositório Flathub


Infelizmente o Ubuntu não vem configurado por padrão com o suporte ao Flatpak, apenas Snap. Contudo, a tarefa é muito simples e rápida. Acesse essa postagem para configurar seu sistema, e comece a usar Flatpaks no Ubuntu. Depois pesquise na loja por apps neste formato.

Instale programas em Snap


Por default o Snap já vem configurado, então basta acessar a loja e instalar apps neste formato. O Spotify é um que sempre utilizo, ouvir músicas enquanto trabalho acaba aguçando minha criatividade (isso ao criar alguma arte ou coisa do gênero).

Baixe e instale programas em DEB


Particularmente utilizo vários programas, em diferentes formatos de empacotamento. Sendo que pacotes DEB estão presentes em meu pós-instalação. Esse ponto é bem particular e cabe a você escolher quais apps baixar. O 4K Vídeo Downloader e Google Chrome “”são de lei”. Para baixar o Navegador Google Chrome, por exemplo, acesse seu site oficial e baixe a opção em DEB.

Finalizado o download, abra com dois cliques ou com o botão direito do mouse e depois “Abrir com Instalação de programa”. Daí basta instalar como qualquer outro programa via loja do Ubuntu.

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Esse procedimento é semelhante com todos os demais pacotes neste formato.

Preparando o sistema para jogos


Você pode configurar seu sistema para inúmeros tipos de uso, caso queira jogar em seu Ubuntu, criamos um post demonstrando todo o preparo. Algumas partes podem estar obsoletas, como a indicação de um PPA para quem usa Mesa Driver ou PPA NVIDIA. Não aplique essas partes, dê preferencia as demonstradas nesse pós-instalação. As demais, aplique e deixe seu Ubuntu pronto para a jogatina.

Customizando o sistema


Esse passo é muito pessoal, você pode substituir wallpapers, mudar a posição da dock, retirar a função de suspensão de tela por inatividade, entre outras. Acesse o programa “Configurações” e personalize conforme seu uso. Assim como os navegadores de internet, o GNOME Shell pode ser modificado com a adição de extensões. Mas cuidado, adicionar extensões em demasia pode ocasionar instabilidades no sistema. Faça por sua conta e risco.

Temos uma matéria demonstrando algumas extensões interessantes para potencializar seu uso no GNOME Shell, porém não adicione a extensão “Pixel Saver” (a dica número 7 do link acima). Opte por outra suportada e que acaba sendo bem superior, segue a postagem da extensão Unite o “Pixel Saver compatível com o Ubuntu 19.10”

Essas são as dicas de pós-instalação do Ubuntu 19.10, caso queira dicas adicionais acesse outra matéria de pós-instalação que escrevi na época do Ubuntu 19.04. Algumas dicas ainda são válidas, mas tenha como preferência aplicar essas do Ubuntu 19.10 (se houver algum aparente conflito).

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Até o próximo post, e bom uso do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, SISTEMATICAMENTE! 😎


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Ainda vale a pena usar o Ubuntu 18.04 LTS?

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A Canonical acaba de lançar a última versão não LTS até, seu próximo sistema de longo suporte, o Ubuntu 20.04 LTS. Aliás, já cobrimos o lançamento do Ubuntu 19.10. Mas, a pergunta que não quer calar: ainda vale a pena utilizar o Ubuntu 18.04?

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O Ubuntu 20.04 LTS é aguardado com muito apreço pelos usuários, tendo em vista todas as otimizações e novidades de sua recém lançada versão 19.10 (momento curiosidade: você sabia que o codinome do Ubuntu 20.04 já foi revelado? Saiba mais em nossa matéria). Contudo, o Ubuntu 18.04 é um sistema com um longo período de atualizações. Sabemos que conforme o tempo passa, as versões LTS vão ficando mais maduras e lapidadas. 

Antes de nos aprofundarmos um pouco mais, voltemos alguns anos. Com o fim do Unity 7 (de ser empregado como interface padrão), a Canonical resolveu adotar o GNOME Shell. Uma escolha sensata e já aguardada, não é segredo para ninguém que a empresa utilizava a DE em versões passadas do Ubuntu, e continuou a adotar aplicações do ecossistema GNOME (mesmo após desenvolverem o Unity 7).

Veja logo abaixo um comparativo entre GNOME-Shell e Unity 7:


Chegamos a 2018, após algumas versões do Ubuntu com o GNOME-Shell por padrão, em que a empresa constrói sua LTS. Nessa época já se discutia sobre uma repaginada visual do sistema, entretanto seu novo tema Yaru não foi considerado maduro o suficiente e deixou de ser adotado. Ok! O visual não foi tão lapidado, mas até que fizeram uns ajustes rápidos no tema. Todavia, a interface parecia estar pesada demais, e com sérios problemas de vazamento de memória.


A versão do GNOME no Ubuntu com o tempo recebeu correções de bugs, mas por conta de ser uma LTS ficou estagnada. O GNOME está longe de ser esse monstro pintado por alguns, porém são notórias as melhorias em suas últimas releases.

Vale apena ou não usar o bendito Ubuntu 18.04 LTS?


Estou com o Ubuntu 18.04 LTS instalado em minha máquina, e trabalhando com ele desde seu lançamento (mais ou menos uma semana depois, para ser sincero 😁️😁️😁️). Faço todas as minhas tarefas com ele, trabalho, edito, jogo, estudo e muito mais.

Para ser honesto com vocês, o sistema tem atendido minhas expectativas e não perco tempo resolvendo problemas. Simplesmente faço minhas tarefas do cotidiano, mas já estou me planejando a migrar para às novas versões. Mas o porquê dessa minha decisão?

O Ubuntu 18.04, por ser um sistema focado em estabilidade, entrega uma enorme gama de aplicativos e é compatível com uma maioria esmagadora de apps de terceiros (a exemplo o Insync). Mas peca em entregar uma versão relativamente antiga do GNOME-Shell e um visual antiquado. Não digo que o GNOME esteja inutilizável, como alguns querem pintar. Afinal, estou com ele neste exato momento em meu computador principal. Fiz até testes para desmistificar falácias sobre a interface, demonstrando na prática e não apenas ficando no campo das idéias. 


Não obstante, querer comparar o GNOME 3.28 com o 3.34 é como “por um gavião para competir em voo com uma águia”. A diferença é mais que notória.

Por na balança os seus objetivos, é o segredo, para chegar a conclusão se ele vale ou não manter o Ubuntu 18.04 em seu computador.

Ele está funcionando bem em seu hardware? 

Se não existir aparente motivo para uma troca, melhor deixar como está. A não ser que goste de desbravar e conhecer os novos detalhes. Atualmente o Ubuntu 18.04 encontra-se em minha máquina principal e também de meu irmão caçula. Sendo que ele é mais hard core quando o assunto é jogatina, não tem um dia que ele não esteja jogando. Seja na Steam, via Proton, algum emulador, Wine, etc. O Ubuntu 18.04 está atendendo muito bem ao seu uso diário. Obviamente que algumas customizações são necessárias, pois como mencionado, o visual é bem antiquado. Uma extensão que não conseguimos ficar sem é o “Unite”. Você pode saber mais acessando nossa postagem, se quer economizar espaço em tela ela é perfeita. Caso não saiba instalar extensões no GNOME Shell, recomendo outro post.

A nova versão atende todos os requisitos de seus softwares?

Mudar para outro sistema não é assim tão “vamo que vamo”. Mesmo sendo o Ubuntu, uma versão difere bastante de outra. Com isso, alguns softwares poderão não estrar compatíveis em um primeiro momento, por conta das libs diferentes e coisas do tipo. É comum os PPA’s levarem algum tempinho até serem plenamente compatíveis. A maioria das empresas empacota seus softwares pensando nas versões LTS, entretanto graças aos novos formatos de empacotamento esse encalço pode ser contornado em muitos casos.

Tendo ciência que versões não LTS duram apenas 9 meses, vale mesmo a pena formatar, ou atualizar para a próxima versão?

Essa sempre acaba sendo uma dúvida dos iniciantes, inclusive pessoas acabam confundindo o Ubuntu 19.04 com uma LTS. Por conta de sua numeração terminar com “04”.

Você pode entender todo esse processo de desenvolvimento e releases, com um vídeo bem didático e de fácil compreensão.


Dependo de suas respostas, vale a pena testar algo novo. 

Já para os outros sabores do Ubuntu, não vejo uma mudança significativa para justificar sair da base 18.04 LTS. Não sei quanto a você, mas sempre indico as LTS. Mas sempre tem uma exceção, não é mesmo? Eis que o Ubuntu 18.04 é uma delas.

Não me entenda mal, o sistema está longe de ser ruim. No entanto, em minha concepção, essa foi a pior LTS do Ubuntu. E não culpo a Canonical, a transição nunca é um momento agradável e com grandes frutos imediatos. O resultado demora um pouco, e pelo andar da carruagem podemos dizer que o Ubuntu está rendendo bons frutos com seus recentes lançamentos.

Resumindo


O 18.04 ainda vale a pena, mas caso queira experimentar e se beneficiar das melhorias do GNOME (e também está disposto a não ter a comodidade de uma LTS), recomendo o teste de uma nova versão. Digo “teste”, pois seria imprudência afirmar a mudança sem ao menos tirar suas próprias conclusões.

Usuários de flavours, como o Kubuntu, por exemplo, não vejo vantagens em sair do 18.04. Se deseja um KDE Plasma mais recente, usar o KDE Neon seria uma decisão mais sensata.

Uma mudança de LTS para não LTS, em minha perspectiva, só se torna interessante para usuários da versão principal com GNOME. Obviamente, que você é livre para usar a que bem entender. Longe de mim, cercear a sua liberdade de escolha.

Veja se os PPA's que utiliza são suportados, se as libs das aplicações que usa são atendidas, assim migrar pode ser uma boa pedida. Se for mais precavido, tenha em mente que em “time que tá ganhando, não se mexe”. Não desinstale seu sistema que funciona ao seu agrado, só por “moda”.

No fim, quem usa o sistema é você, e quem julga se vale ou não também é você. Estou pensando seriamente em migrar, só esperando um pouquinho mais e avaliando a situação. Confesso que estou inclinado em mudar de versão nessa minha máquina de trabalho, tudo isso devido aos testes que venho fazendo de sistemas, como o Fedora, Ubuntu 19.04 e Ubuntu 19.10. Volto a mencionar, o sistema tem me atendido e não passo por dificuldades ou me estresso com ele. Já customizei de modo a se encaixar perfeitamente em meu fluxo de trabalho e usabilidade. Uma possível mudança é motivada por experimentar as novidades e sentir um gostinho do Ubuntu 20.04 em meu dia-a-dia.

Você utiliza o Ubuntu 18.04 LTS e pretende migrar para os últimos lançamentos?

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Até o próximo post, que vou fuçar mais numas distros Linûx, SISTEMATICAMENTE! 😎


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