Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador Ubuntu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ubuntu. Mostrar todas as postagens

Novo GNOME MPV é lançado e tem seu nome alterado para Celluloid. Aprenda como instalar o player

Nenhum comentário

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

O player GNOME MPV é famoso entre os usuários do GNOME, sendo um frontend do GTK para o mpv, o programa recebeu uma nova versão. Em seguida irei destacar as principais mudanças desta nova versão e demonstrar como obter as últimas versões de lançamento do software.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Player de música e vídeo, são coisas muito pessoais. Mas estar aberto a novas experiências, e quem sabe substituir uma atual solução por uma nova, pode lhe proporcionar bons resultados.

Outrora chamado de GNOME MPV, o player de vídeos, agora foi renomeado para Celluloid (em sua versão 0.17).

O por quê dessa mudança? Segundo um dos membros do GNOME, Tobias Bernard, o nome era “não-descritivo”:

“O nome atual é um pouco deselegante e não se encaixa realmente com outros aplicativos na plataforma GNOME. Bons nomes de aplicativos geralmente são um único substantivo relacionado ao domínio do aplicativo (por exemplo, "Fragments" para um aplicativo de torrent ou "Peek" para um gravador de tela).”

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Há pouco tempo Tobias escreveu no blog oficial do GNOME, uma postagem com dicas e demonstrando um passo a passo para dar bons nomes aos seus projetos. Você pode acessar uma postagem que escrevi, aqui no blog Diolinux, complementando com minhas experiências as dicas do Tobias. Recomendo para quem deseja iniciar um novo projeto (seja software, canal no Youtube, site, nome de marca, etc) ou possui um atualmente e gostaria de um nome mais condizente. Você pode acessar essa postagem, por este link (falo um pouco do OSistemático, e algumas curiosidades, aposto que gostará 😉️😉️😉️).

Celluloid, esse nome tem haver com vídeos?


Alguns podem estar se perguntando: Mas porque Celluloid? Celluloid (em português celulóide) é o nome de um plástico transparente feito em folhas de cânfora e nitrocelulose, antigamente utilizado para filme cinematográfico (por ser altamente inflamável, era comum ocorrer acidentes durante a exibição dos filmes). O nome segue algumas das regrinhas descritas na postagem que disponibilizei no link acima. Obviamente que existiria uma mudança em seu ícone, isso ocorreu na versão anterior do app (0.16). Este novo ícone representa muito bem o nome Celluloid, pois sua figura é de um quadro de filme de celulóide, somado a um símbolo de player e uma pequena barra indicando ser um reprodutor.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Principais alterações na versão 0.17 do Celluloid:

  • Nome renomeado de GNOME MPV para Celluloid;
  • Tradução Turca adiciona por @TeknoMobil;
  • Tradução em Esperanto adicionada por @ F3nd0;
  • Migração do opengl-cb para a nova API de renderização;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado numpad;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado unicode;
  • Encaminhamento dos eventos do “media-keys” para o mpv;
  • Adicionado a chave dconf para controlar o limite de velocidade do cursor para mostrar os controladores;
  • Adicionado a opção para suprimir erros de reprodução;
  • E muito mais.

Como instalar o Celluloid


Por conta dessa transição do nome GNOME MPV para Celluloid, não será raro encontrar ambas as formas de se adquirir o programa. Alguns pacotes e repositórios o denominam pelo antigo nome e outros pelo novo. Por exemplo, no Ubuntu você encontrará a versão antiga pesquisando em sua loja por “GNOME MPV”, entretanto, para instalar os últimos lançamentos deverá recorrer ao PPA ou o pacote em Flatpak.

Celluloid (GNOME MPV) via PPA


A opção via PPA em meu ponto de vista não é a melhor opção. Justamente por conta da migração, o repositório continua com o pacote da versão .016, a anterior a 0.17 com o novo nome (na data deste post 16/08/2019). No momento não existem informações se o PPA será trocado ou apenas o pacote. Inclusive no próprio site oficial do Celluloid essa opção é disponibilizada. No entanto, recomendo a segunda forma que irei demonstrar adiante. Agora se mesmo assim deseja instalar por essa maneira, eis os comandos.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:xuzhen666/gnome-mpv

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Celluloid (GNOME MPV) do PPA via terminal:

sudo apt install gnome-mpv

Removendo o Celluloid (GNOME MPV) via terminal:

sudo apt remove gnome-mpv

Removendo o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository -r ppa:xuzhen666/gnome-mpv 

Celluloid Flatpak via Flathub


O Celluloid está disponível do repositório Flathub, facilitando a instalação para maioria das distribuições Linux. Caso esteja utilizando Linux Mint, não será necessário nenhuma configuração. Pesquise na loja por: “Celluloid” e instale a aplicação. Usuários do Ubuntu podem adicionar o suporte ao Flatpak e também instalar pela loja. Configure conforme este tutorial.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-flathub-flatpak

Para usuários de outras distribuições, veja neste link a forma de habilitar o suporte a Flatpak. Lembrando que o repositório do Flathub deverá ser adicionado. Já se prefere instalar via terminal ou a loja de sua distro Linux não possui integração com o Flatpak, use os comandos logo abaixo para instalar o Celluloid. Obviamente, que você o Flatpak já deve estar configurado em seu sistema, conforme o procedimento que informei anteriormente.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak install flathub io.github.celluloid_player.Celluloid

Removendo o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak remove io.github.celluloid_player.Celluloid

Se preferir pode compilar o Celluloid, em seu repositório do Github existe todo procedimento. 

E você, costumava usar o GNOME MPV ou utiliza outro player? Gosto muito do VLC. O visual dele não é um dos melhores, mas ele “roda até tampa de garrafa” (😁️😁️😁️). No entanto, o Celluloid se comportou bem e não tive maiores problemas (nem com legendas).

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, que agora irei ver alguns vídeos no Celluloid, SISTEMATICAMENTE! 😎

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Ubuntu 19.10 deve trazer suporte ao poderoso ZFS

Nenhum comentário

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Há muito tempo a Canonical, empresa que desenvolve o Ubuntu, vem trabalhando para trazer suporte ao sistema de arquivos ZFS para o sistema. Atualmente é possível instalar deliberadamente, porém, era praticamente impossível distribuí-lo junto com o Linux por conta de sua licença.

ZFS no Ubuntu





O ZFS é uma combinação de sistema de arquivos e um gerenciador de volumes lógicos, desenvolvido originalmente pela Sun Microsystems. Se trata de um sistema de arquivos extremamente escalável, e inclui uma grande proteção contra corrupção de arquivos, suporte para altas capacidades de armazenamento, uma eficiente capacidade de compressão de arquivos, suporte para snapshots, clones copy-on-write, verificação de integridade e reparo automatizado, entre muitas coisas.

Originalmente o ZFS era um software de código fechado, e usado internamente pela Sun como parte do Solaris, em 2005 ele teve seu código aberto através da licença CDDL (Common Development and Distribuition License). Um dos fatores mais impressionantes do ZFS, para nós, meros mortais, é a sua capacidade de volume máximo, que são 256 trilhões de yotibytes

Manobras da Canonical


A empresa levou muito tempo para analisar calmamente as licenças de ambos os softwares, o ZFS e o Linux, para entender como seria possível oferecer o recurso no Ubuntu da forma mais direta possível, sem quebrar qualquer regra.

Segundo as informações da Canonical, o Ubuntu 19.10 deverá permitir a instalação do sistema em ZFS para a partição raiz, permitindo que os usuários da distro tenham acesso aos recursos avançados do file system sem complicações.

Usar o ZFS no Ubuntu permitira a existência de novos recursos avançados, como Snapshots do sistema através do GRUB, como é demonstrado neste artigo da Canonical.

O Objetivo do Ubuntu é tornar algumas das ferramentas básicas e avançadas acessíveis e transparentes para qualquer pessoa, por exemplo, provendo snapshots automáticas, e uma forma rápida e fácil e fazer o rollback de um sistema inteiro em instantes, atualizações offline, uma simples ferramenta de backup, entre outras coisas que o ZFS permite.

Enquanto o Ubuntu 19.10 Eoan Ermine não chega, fique ligado aqui no blog para saber das novidades, se quiser trocar algumas ideias com a gente e com a incrível comunidade Diolinux, entre no nosso fórum, o Diolinux Plus.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Antivírus no Linux? Conheça o ClamAV

Nenhum comentário
Usuários de Windows estão habituados a utilizarem softwares antivírus, como técnico em informática sempre comunico com as pessoas a importância de manter seu sistema atualizado, seguro e pronto para o trabalho. Existe um grande debate na real importância da utilização destes tipos de programas, deixarei esse assunto para uma próxima ocasião, no momento vamos manter o foco no uso de antivírus no Linux.

clamav-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint

O ClamAV é um antivírus de código aberto desenvolvido pela Cisco Systems, uma das maiores empresas em soluções de TI e rede. Quem já teve a oportunidade de manusear um de seus equipamento, sabe a qualidade e eficiência dos produtos desta empresa. Isso sem mencionar suas certificações, e importância no cenário tecnológico.

A solução oferecida pela Cisco é multiplataforma, possuindo versões para diversos sistemas, como: Windows, Linux, BSD e macOS. Conforme você pode observar em seu site oficial.

O ClamAV pode tanto ser utilizado inteiramente via linha de comando, como por interface gráfica.

Preciso de antivírus no Linux?


Antivírus é um assunto delicado, existem técnicos e usuários que são a favor e outros contra. Principalmente por sua forma de funcionamento, não será difícil ver alguém mencionando que nunca utilizou antivírus, seja no Windows ou qual seja o sistema. Que basta ter consciência e cautela por onde navega e quais arquivos abrem que o assunto está encerrado. Todavia nem sempre esse controle depende apenas do utilizador da máquina em si, e em casos específicos pode ser interessante usar um antivírus no Linux.

Assista o vídeo logo abaixo e entenda um pouco mais sobre o tema: vírus para Linux, Windows e Android.


Um dos cenários em que você poderá considerar o uso de antivírus em sua distro é se possuir dualboot com Windows. Outra caso é se constantemente trabalha com arquivos vindouros de outros usuários ou da própria internet e vá disponibilizar para outros usuários do Windows, ou costuma fazer manutenções e varreduras em máquinas de clientes. Afinal, a infecção de pragas virtuais pode ser mais difícil no Linux, entretanto, por vezes seu sistema não pode ser infectado, mas você pode estar abrindo as portas para pessoas más intencionadas no computador de algum conhecido. “Segurança nunca é demais”, e mesmo não sendo algo rotineiro na vida de usuários Linux, o uso de algum programa como o ClamAV tem seu valor.

Como instalar o ClamAV no Ubuntu, Mint e derivados


O interessante do ClamAV é sua versatilidade, proporcionando tanto seu uso via terminal ou com um frontend chamado ClamTk. Você pode adquirir o ClamAV diretamente pela loja do Ubuntu, Mint e derivados. Basta pesquisar por: “ClamTk” e instalar o antivírus.

clamav-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-clamtk

Outra maneira é instalar o programa via terminal, com o comando:

sudo apt install clamav clamav-daemon clamtk

clamav-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-clamtk

Com isso poderá manusear a aplicação com uma interface não tão difícil de entender. Mas, se o seu intuito for utilizar via linha de comando, instale apenas o ClamAV mais o pacote “clamav-daemon”.

sudo apt install clamav clamav-daemon

Outro pacote interessante, caso utilize arquivos compactados no formato RAR, é a biblioteca “libclamunrar”. Atualmente no Ubuntu, o mesmo encontra-se na versão 7. Caso queira este “plus” em seu sistema, você poderá instalar tanto pela linha de comando ou com o auxílio de um software, como o Synaptic, a GNOME Software atualmente não instalar alguns pacotes (no Mint, é só pesquisar diretamente na loja).

sudo apt install libclamunrar7

Aos utilizadores do ClamAV com interface gráfica, existe a opção de sempre obter as últimas atualizações de segurança, seja de forma automática ou manual. Se por algum motivo não conseguir pela interface, poderá proceder da mesma maneira de quem utiliza via terminal (por esse motivo instalamos o pacote “clamav-daemon” junto a interface gráfica).

Primeiro iremos interromper o processo do clamav-freshclam (só por precaução):

sudo systemctl stop clamav-freshclam.service

Em seguida atualizar o arquivo de definições, de seu banco de dados:

sudo freshclam

Utilização do antivírus ClamAV


O uso do ClamAV é bem simples, para escanear algum diretório a procura de vírus, malwares, trojans e demais ameaças. Utilize o comando “sudo clamscan -r” com o caminho logo a frente. Por exemplo:

clamscan -r /home/henriquead/minha_pasta/

clamav-comandos-terminal-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint

No caso acima nem o root utilizei, raramente algum arquivo na home necessitará de privilégios elevados, entretanto, aconselho o uso do “sudo” para evitar maiores problemas. Para os mais atentos perceberão que utilizei o parâmetro “-r”, proporcionando uma busca recursiva em meus diretórios. Existem muito mais opções, utilize “clamscan --help” e leia todas as possibilidades. Citando uma bem curiosa é o parâmetro “-i”, que emite um som a cada ameaça identificada.

Usuários que tenham instalado o ClamTk, maiores explicações são dispensáveis. Com alguns minutinhos navegando e lendo cada seção (Configurações, Lista Branca, Rede, Programador, Histórico, Quarentena, Atualização, Assistente de atualização, Escanear um arquivo, Escanear um diretório e Análise), logo se identifica e aprende o funcionamento da ferramenta. 

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Lollypop um player de música completo

Nenhum comentário

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Lollypop é um poderoso player de música desenvolvido em GTK, software livre e muito famoso no meio GNOME. No entanto, sua usabilidade não se limita ao ecossistema GNOME, podendo ser utilizado em diversos ambientes e até outros sistemas. Afinal, o player também está disponível para FreeBSD.

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Durante este ano de 2019 venho mais do que nunca utilizando diversos players de música. Há muito tempo substitui meus “momentos sonoros” pelo streaming via Spotify, e quando offline utilizava o VLC player. Infelizmente meu player favorito foi “abandonado pela Canonical”, era o Music, uma das aplicações do Unity 8 com convergência conforme o redimensionamento da janela. Obviamente que sou movido tanto pela praticidade, funcionalidades, como visual. Veja o visual logo abaixo do Music.

music-ubuntu-unity8-canonical

Contudo, se existe algo em que o Lollypop não peca (e não estou falando do Android 😁😁😁), é em seu visual e quantidade de recursos. O player chama a atenção com seu visual minimalista e elegante. Além, de também possuir uma certa convergência ao se adaptar conforme redimensione sua janela.

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Uma curiosidade é que o Lollypop é o player de música padrão do smartphone com Linux da Purism, o Librem 5. Algumas características deste belo player, que posso destacar são:

  • Tema dark;
  • Reprodução dos principais formatos de áudio, por exemplo: MP3, MP4, OGG, FLAC, entre outros (até hoje não tive problema com formatos);
  • Navegação de suas músicas por: gênero, artista, capa;
  • Pesquisa rápida e eficiente;
  • Integração com atalhos de teclado;
  • Suporte a lista de reprodução (podendo importar playlists);
  • Visualização em modo tela cheia;
  • Sincronização MTP;
  • Suporte a telas de alta intensidade (HiDPI);
  • Suporte a TuneIn;
  • Integração com a web, podendo buscar informações de canções diretamente em serviços, como o Last.fm;
  • Download das capas dos albúns e dos artistas (o legal que o player não te força esse recurso, sendo totalmente opcional);
  • Suporte a rádio;
  • Visualização do artista por contexto;
  • Equalizador de áudio;
  • Sistema de favoritos, você pode dar notas as suas músicas com estrelas (podendo ouvir as prediletas ou pesquisar e montar suas playlists “mais acaloradas”);
  • Adição de vários diretórios em locais diferentes com suas músicas;
  • Possibilidade de ouvir música via streaming (por incompatibilidades com algumas APIs proprietárias, esse recurso pode nem sempre funcionar perfeitamente);
  • Opções como: transição suave entre as músicas, repetição, separação por categorias, redimensionamento das miniaturas de seus álbuns, e muito mais. 

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Existem várias formas de se obter o Lollypop nas distribuições, como Arch Linux, Fedora e OpenSUSE. Basta pesquisar normalmente no repositório, seja via terminal ou pela loja. No Ubuntu e derivados existe a possibilidade da adição de um PPA ou via Flatpak (forma que também pode ser utilizada em outras distros).

Lollypop via PPA


A instalação via PPA é um meio de se obter o Lollypop, entretanto, caso seja iniciante recomendo a segunda opção. Particularmente não creio que atualmente o uso de PPAs seja a melhor forma de se obter softwares no Ubuntu, salvo poucas exceções.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:gnumdk/lollypop

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Lollypop do PPA via terminal:

sudo apt install lollypop

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:gnumdk/lollypop

Lollypop via Flatpak


O Lollypop encontra-se no repositório Flathub, antes de tudo, para instalar o Lollypop desta maneira será necessário ter o Flatpak configurado em seu sistema. Para usuários de outras distros que não sejam o Ubuntu ou Mint, acesse essa postagem (o repositório do Flathub deve ser adicionado, conforme irei abordar ao demonstrar o processo via terminal). No Ubuntu, você pode acompanhar todo passo a passo deste post, e além de configurar o Flatpak, configurar a GNOME Software (loja do Ubuntu) para efetuar suas instalações via interface gráfica. Após ter tudo pronto, pesquise por: “Lollypop” e instale a aplicação (no Linux Mint, basta pesquisar, não sendo preciso nenhuma configuração prévia).

player-música-gnome-gtk-lollypop-flathub-flatpak-ubuntu-mint

O processo pode ser igualmente feito via terminal, caso tenha preferência ou sua distribuição não possua uma loja que suporte este tipo de pacote.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Lollypop Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.gnome.Lollypop

Removendo o Lollypop Flatpak via terminal:

flatpak remove org.gnome.Lollypop

Conclusão


O Lollypop é uma alternativa muito interessante, funcional e bonita. Ao que parece o mesmo permanecerá em meu sistema por muito tempo. O player passou a ser um de meus favoritos, seja por sua beleza ou eficiência. No entanto, existem muitas soluções atuais em que eu e meu colega de trabalho, Ricardo (O Cara do TI), abordamos durante este ano de 2019. Recomendo que experimente e descubra qual o melhor player de música para você. Segue a lista: Olivia Player, Elisa Player, Museeks, Tauon Music Box e o Strawberry para os mais saudosistas. 

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, existem muitos audiófilos por lá também (😁😁😁).

Agora vou ouvir algumas músicas no Lollypop, enquanto vou criando a capa deste post, SISTEMATICAMENTE! 😎


Fonte: GNOME.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Canonical vai ajudar a British Telecom na migração do 5G na UK

Nenhum comentário

terça-feira, 13 de agosto de 2019

O 5G é uma tecnologia que está vindo para mudar o cenário de conexão móvel, pois ela permite Downlink de 20 Gbps, Uplink de 10 Gbps, latência de menos de 1ms e um número de conexões simultâneas extremamente grande, algo em torno de 1 milhão/km² (100X da 4G).

Canonical vai ajudar a British Telecom na migração do 5G na UK





Uma das maiores operadoras da Europa e do mundo, a British Telecom ou BT, fechou uma parceria muito importante com outra grande empresa do ramo de tecnologia, a Canonical (responsável pelo sistema operacional Ubuntu), que usando tecnologia OpenStack, irá  levar o seu 5G para todo Reino Unido e para os clientes em todo o mundo.

A Canonical vai oferecer um Gerenciamento de Infraestrutura Virtual (Virtual Infrastructure Manager, VIM) open source, que fará parte do programa de Virtualização com Função de Rede (Network Function Virtualisation, NFV) da BT. Com isso, a telecom vai conseguir suprir às demandas necessárias do 5G, além de conseguir acompanhar as constantes mudanças na rede.

Para que o VIM seja implementado de forma completa, está sendo utilizado o Juju da Canonical, junto com o Charms DevOps tools Metal-as-a-Service (MaaS), provendo assim as ferramentas necessárias para a “cloud” da BT. Completando o “time”, o “core” do 5G vai estar sobre o Ubuntu Advantage for Infrastructure, assim dando suporte e gerenciamento contínuo para toda a rede 5G da BT. A rede da telecom conta com 30 milhões de clientes móveis e 10 milhões de banda larga fixa.

“Vou ser honesto, quando começando as observar potenciais parceiros, eu não estava considerando a Canonical, porque, francamente, eu ainda não tinha ouvido falar deles exatamente. Claro, eu conhecia o Ubuntu, mas nada muito além disso, porém, na fase de testes e requisição por propostas, foi claro que eles tinha incríveis capacidades e pessoas inteligentes, e compartilhando dos nossos ideais.  A Canonical está nos provendo com soluções ‘cloud-native”, que são a nossa base, para que possamos criar uma rede inteligente e com grande alcance. Utilizando tecnologias open source vamos assegurar juntos que possamos entregar a nossa promessa de ampla cobertura, e permitir-nos a liderança mundial de experiência de internet 5G para nossos clientes.” comentou Neil McRae, BT Group's chief architect, sobre a escolha da Canonical.

“BT é reconhecida no Reino Unido por eficiência, flexibilidade e inovação através de uma arquitetura aberta, que percebe o valor para cada modo de trabalhar, e permite a entrega de novas tecnologias e serviços 5G.  Estamos felizes em trabalhar com eles na fundação deste projeto que vai levar a internet 5G da BT para seus clientes”, comenta o CEO da Canonical, Mark Shuttleworth sobre a escolha.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Atualização no tema Yaru do Ubuntu 19.10 recebe elogios do time do GNOME

Nenhum comentário
Constante lapidação é um modus operandi muito interessante de seguir no mundo de desenvolvimento de software. A Canonical anunciou mudanças que devem chegar ao novo tema do Ubuntu, o Yaru, que recebeu elogios até mesmo da comunidade GNOME pela postura de desenvolvimento.

Yaru theme Ubuntu 19.10






O tema Yaru foi responsável pela modernizada no visual do Ubuntu que tivemos com a versão 19.04, ele é realmente muito belo e amigável aos olhos, algo que o Ubuntu precisava muito, depois de anos usando o Ambiance sem maiores modificações.

O trabalho com o Yaru, no entanto, não está completamente finalizado, e imagens vazadas onde alguns novos detalhes podem ser percebidos:

Tema Yaru novo

Como podemos ver, o novo Yaru parece respeitar mais o tema padrão do GNOME, o Adwaita, desde o formato dos switches na interface, até mesmo espaçamento e posicionamento dos elementos.

Em 25 de Maio deste ano, alguns desenvolvedores GNOME comentaram, de forma aberta, que gostariam que as distros parassem de estilizar os seus aplicativos por contra própria, apontando vários problemas e bugs que só aconteciam nos softwares por conta dessas modificações, onde as distros que criavam o problema, não arcavam com a solução dele, ao mesmo tempo que não tentavam criar uma temificação que ajudasse a não quebrar os aplicativos, mesmo sem perder a identidade visual que se propõem a carregar.

É sabido que isso acontecia, muitas vezes, sem que as distros tivessem consciência do problema. Ao modifcar as fontes, o espaçamento, o posicionamento e o CSS do temas GTK para dar "a cara" que gostariam, as distros acabavam criando alguns aplicativos bugados, com ícones sem contraste, ou simplesmente visuais quebrados, quando os reports de bugs eram feitos por conta desses problemas, eles iam diretamente para o desenvolvedor original do App, que nada tinha a ver com a modificação que causou o mesmo.

Ainda que o tema Yaru não fosse um grande problema neste sentido, há sempre coisas que podem melhorar em relação ao que você pode fazer de forma colaborativa, e mais uma vez a Canonical acatou o feedback da comunidade em relação a isso, dessa vez a comunidade de desenvolvedores GNOME, e está trabalhando nesse polimento do Yaru para que não existam estes conflitos.

O perfil do GNOME Twitter parabenizou o Ubuntu pela atitude:

GNOME cumprimenta Ubuntu

Em uma tradução livre:

"Nós apreciamentos o tempo dedicado pelo Ubuntu para nos ajudar a evitar a fragmentação de temas, permacendo próximo das escolhas de design dos designers do GNOME e de seus desenvolvedores. Isso é realmente uma decisão 'de classe' de um grande grupo de pessoas. Estamos entusiasmados para ver o produto final".

No fórum do Ubuntu podemos ver mais alguns screenshots do projeto, que tem o objetivo de ser lançado com o Ubuntu 19.10, caso haja tempo suficiente para fazer a adição. Apesar de parecer simples, o visual do sistema é algo muito importante e quando feito de forma profissional, requer vários testes para ver se ele não quebra o visual das aplicações pré-instaladas e, no mínimo, as mais comuns utilizadas pelas pessoas.

Outra característica que está sendo considerada é adicionar, nas configurações do sistema, uma opção para ativar o tema dark sem a necessidade de instalar o GNOME Tweaks, o que não muda muito as coisas na prática, mas é um toque legal, que o Pop!_OS por exemplo, possui.

O que você achou do novo visual? Compartilhe suas ideias no nosso fórum.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Como instalar o LibreOffice no Linux

Nenhum comentário

sábado, 10 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma suíte office muito popular entre usuários do pinguim, mas também com usuários Windows e Mac. Hoje você verá algumas maneiras de se obter essa poderosa suíte office.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-flatpak-appimage

No momento em que escrevo esse artigo, estou utilizando o Ubuntu 18.04, porém, a dica é válida para todos derivados e com exceção do passo que demonstrarei a instalação de pacotes DEB e PPA, as principais distribuições poderão fazer uso das demais formas apresentadas. Feitas essas ressalvas, vamos pôr as mãos na massa!

Instalando o LibreOffice diretamente do site


Acesse o site oficial do LibreOffice, e efetue o download da última versão, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu (DEB).

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Ao efetuar o download o site irá sugerir mais 2 pacotes, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Para maior organização, extraia os arquivos em uma pasta. Comece pelo pacote do LibreOffice, no momento que faço essa postagem o “LibreOffice_6.3.0_Linux_x86-64_deb”, verá que dentro dele existe uma pasta denominada “DEBS” com diversos pacotes dentro.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Clique dentro da pasta com o botão direito do mouse, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Dentro do terminal, digite o comando para instalar todos os pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Espere a conclusão da instalação, e repita o procedimento com os demais arquivos que baixou e extraiu (ajuda e linguagem do usuário em português). Caso tenha alguma dúvida, veja o procedimento neste vídeo.


LibreOffice via PPA


Essa opção é para quem quer ter a instalação via PPA oficial do LibreOffice. Particularmente não vejo a necessidade em instalar por esta maneira, porém, alguns usuários ainda fazem uso deste tipo de instalação.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o LibreOffice do PPA via terminal:

sudo apt install libreoffice

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:libreoffice/ppa

LibreOffice via Snap


Outra possibilidade é instalar o LibreOffice no formato Snap. Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “LibreOffice”, atente-se para a origem do pacote e veja se o mesmo é o Snap.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-snapcraft

Se estiver utilizando outra distribuição, que não seja o Ubuntu, por exemplo o Linux Mint. Acesse essa postagem e habilite o Snap em seu sistema. A instalação também poderá ser feita via terminal, caso sua distribuição não possua uma loja com integração com o Snap ou queira utilizar o terminal.

Instalando o LibreOffice via Snap:

sudo snap install libreoffice

Removendo o LibreOffice via Snap:

sudo snap remove libreoffice

LibreOffice via Flatpak


A suíte mais famosa do mundo Linux também está disponível no Flathub, assim caso queira utilizar o LibreOffice no formato Flatpak sua instalação é bem simples. Usuários do Linux Mint, por exemplo, podem pesquisar por: “LibreOffice flatpak” e instalar sem prévias configurações. No Ubuntu será necessário habilitar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório Flathub, uma tarefa tranquila e com um passo a passo para você. Após configurar o seu Ubuntu, instale diretamente da loja conforme mencionei para o Mint.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-flathub-flatpak

Outras distribuições que não tenham o Flatpak por padrão, podem utilizar esse post. A adição do repositório do Flathub é um requisito importante, irei demonstrar a seguir aos usuários que decidirem instalar o LibreOffice via terminal.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.libreoffice.LibreOffice

Removendo o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak remove org.libreoffice.LibreOffice

LibreOffice via AppImage


Uma forma bem interessante para utilização do LibreOffice é o AppImage, com ele não será necessária nenhuma instalação e você pode até manter o arquivo salvo em um pendrive. Baixe do site oficial e escolha a versão desejada. São 3: Basic (apenas em inglês), Standard (com outras línguas, incluindo o português) e Full (com todas as línguas suportadas). No exemplo logo abaixo efetuei o download da Standard.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Para executar o arquivo, clique com o botão direito do mouse, vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque “Permitir a execução do arquivo como um programa”. Clique duas vezes sobre o AppImage e “seja feliz”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Obviamente que existem outras maneiras de instalar o LibreOffice em seu sistema, como via PPA ou até mesmo o pacote contido diretamente do repositório oficial de sua distribuição. No entanto, é bem provável que a versão baixada do site (seja a DEB, RPM ou AppImage) estarão nos últimos lançamentos. As opções em Snap e Flatpak costumam sempre seguir a mesma lógica, todavia, é normal que haja um pequeno atraso (geralmente no máximo uma semana).

Você pode escolher qual forma utilizará o LibreOffice, e o uso do terminal é opcional. Em distribuições com foco no usuário comum, às lojas auxiliam bastante. Particularmente gosto e acho bem prático utilizar o terminal, enfim, a instalação contempla ambos os gostos (😁😁😁).

Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Ubuntu 18.04.3 LTS lançado com Kernel 5.0 e várias melhorias

Nenhum comentário

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

A Canonical lançou um Point Release da versão LTS do Ubuntu 18.04, agora chegando na versão 18.04.3 LTS e contando com algumas novidades bem interessantes.

Ubuntu 18.04.3 LTS lançado com Kernel 5.0 e várias melhorias





Essas Point Releases do Ubuntu, são imagens ISO novas, contendo as correções de bugs, patches de segurança, além de updates dos principais aplicativos ali presentes. Com essa nova ISO, é esperado uma economia de tempo em relação aos updates, pois os mesmos não precisam ser baixados e instalados posteriormente.

Algumas correções importantes foram feitas no Gnome-Shell, na Gnome Software, no Mutter, o MESA Driver foi atualizado, entre outras correções que você pode conferir aqui.

Essas melhorias só foram possíveis, pois essa nova versão do Ubuntu “puxa” algumas coisas do HWE (hardware enablement stack ou conjunto de ativação de hardware) do Ubuntu 19.04. Isso quer dizer que as melhorias e novidades contidas no 19.04 estão agora presentes no 18.04 LTS, permitindo que o usuário se mantenha em uma versão de longo tempo de suporte,  mesclando com as novidades lançadas em versões mais recentes do Ubuntu

Dentro destas novidades, estão as novas versões do Kernel, Mesa Driver e o Driver da NVIDIA.

● Kernel passou da versão 4.18.0-25.26 para a versão 5.0.0-23.24; 

● Mesa Driver 18.2.x series para a série 19.0.2 (com suporte para Vulkan)


●Drivers da Nvidia inclusos : versões 390, 418 e uma versão mais recente da série 430 (mais precisamente há 430.26).



Sobre os drivers da Nvidia, é interessante eles já disponibilizarem as últimas versões pelo repositório. Isto mostra que eles estão dispostos a facilitar a vida de quem tem GPUs do “lado verde da força”, como mostramos em reportagens recentes, que você pode conferir aqui e aqui.

Atualizando


Se você instalou a versão 18.04 LTS (Abril de 2018), e fez todos os updates desde então, teoricamente já está com boa parte dessas melhorias, só não tendo o novo Kernel e os drivers de vídeo. Vai ser preciso habilitar o HWE para isso. O procedimento é bem simples e é feito pelo terminal. Depois de aberta a aplicação, basta digitar ou copiar/colar o seguinte comando:

sudo apt-get install --install-recommends linux-generic-hwe-18.04 xserver-xorg-hwe-18.04

Se você instalou o Ubuntu 18.04.2 LTS e fez os updates, você deverá receber essas atualizações normalmente através do gerenciador de atualizações em modo gráfico.

Se você preferir fazer uma instalação limpa, sem problemas, basta baixar a ISO novamente através deste link.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Ao - Microsoft To-Do App para Ubuntu

Nenhum comentário
A Microsoft tem muitos produtos interessantes focados em produtividade para empresas, um deles é o aplicativos de tasks, Microsoft To-Do, que não tem versão nativa de Linux, mas que pode ser acessado de forma primorosa pelo Ao.

Microsoft To-Do App Linux





O "Ao" é um aplicativo não oficial que te dá acesso ao Microsoft To-Do, uma solução para criação de listas de tarefas e afazeres diários atrelado a sua conta Microsoft, sincronizado em nuvem. Atualmente é distribuído via Snap para Ubuntu, e em outras distros que tenham suporte para o formato.

Microsoft To-Do

O App tem várias opções e configurações de temas, incluindo o Dark, Black e Sépia, com função de redução de luz azul ao anoitecer.

App de planejamento

A aplicação também tem um ícone indicador que te dá um acesso rápido a configurações à partir da tray. É possível separar as suas tarefas por categorias também, colocar datas e vefiricar quais são as atividades do dia.

Para baixar o App, basta procurar por ele na loja de aplicativos, ou então clicar no botão abaixo:




Quer bater um papo sobre aplicativos de produtividade? Participe dos debates no nosso fórum!

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Como instalar o Discord no Linux

Nenhum comentário

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

O Discord é um aplicativo de voz sobre IP e mensageiro muito utilizado na comunidade gamer, seja no ato da jogatina ou até para socializar com outros usuários. O programa é proprietário, entretanto, distribuído gratuitamente. Com versões mobiles para Androi e iOS, Windows, macOS, Linux e navegadores web. Use tanto no smartphone ou no laptop/pc.

discord-linux-deb-tar.gz-flatpak-snap-flathub-snapcraft-gamer-voip-voz-ip

Existem diversas maneiras de se obter o Discord, hoje você conhecerá algumas formas de se utilizar o programa no Linux. Talvez esteja sofrendo alguns problemas com uma versão específica, vale o teste.

Baixando diretamente do site oficial


O Discord pode ser obtido diretamente de seu site oficial, basicamente na seção download irão possuir versões para os sistemas anteriormente mencionados. No caso do Linux, duas opções são oferecidas. A primeira no formato DEB, para Ubuntu, Debian e derivados. A segunda um arquivo TAR.GZ, para ser executado em diferentes distribuições.

discord-linux-deb-tar.gz-gamer-voip-voz-ip

Se baixar a versão DEB, efetue a instalação dando dois cliques e seguindo os passos de costume. Já se escolheu a versão TAR.GZ, pode executar o Discord via terminal, após extrair o arquivo, indo até a seu diretório de destino e executando conforme o exemplo.

Dê permissão de execução ao binário do Discord (você também pode fazer via interface):

sudo chmod +x Discord

Execute o Discord via terminal:

./Discord

Instalando o Discord via Snap


Caso utilize Ubuntu e queira a praticidade de instalar o Discord diretamente da loja, o mesmo encontra-se no formato Snap (na Snapcraft), portanto, pesquise normalmente por: “Discord” e instale a aplicação.

discord-linux-snap-snapcraft-gamer-voip-voz-ip

O processo pode ser feito pelo terminal, ou em outra distribuição. Para isso, habilite o suporte ao Snap em sua distro Linux.

Instalando o Discord Snap via terminal:

sudo snap install discord

Removendo o Discord Snap via terminal:

sudo snap remove discord

Instalando o Discord via Flatpak


O programa também possui uma versão no repositório Flathub. Para usuários do Linux Mint, basta pesquisar diretamente em sua loja. Se usa Ubuntu, acesse essa postagem e habilite o suporte ao Flatpak (e adicione o repositório do Flathub) em seu sistema. Logo após, pesquise por: “Discord Flatpak” diretamente da loja do Ubuntu.

discord-linux-flatpak-flathub-gamer-voip-voz-ip

Outras distribuições podem ter o Flatpak habilitado, acesse esse link e veja como. Via terminal é bem simples, obviamente, o repositório Flathub deve ser habilitado também.

Adicionando o Flathub ao sistema, caso não tenha o repositório:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Discord Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.discordapp.Discord

Removendo o Discord Flatpak via terminal:

flatpak remove com.discordapp.Discord

Agora você sabe o quão simples é instalar o Discord em sua distribuição Linux, são várias formas, pela loja, via terminal, DEB, Snap, Flatpak, TAR.GZ, etc. Você decide qual utilizar, equal atende às suas necessidades. Já utilizei todas as opções acima, e por conta da praticidade, atualmente uso via Snap no Ubuntu e também o app em meu smartphone Android.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo