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Canonical vai oferecer suporte estendido de segurança para o Ubuntu 14.04 LTS

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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Foi anunciado ontem, dia 19 de Setembro, pela Canonical em seu blog que o Ubuntu 14.04 LTS “Trusty Tahr” terá o pacote de manutenção de segurança estendido oferecido aos seus usuários, permitindo assim que a versão ainda seja utilizada, a medida promete impactar especialmente Corporações, Organizações, Administradores de Sistema e entre outros. O “fim da vida” (EOL) desta versão do Ubuntu acontece em Abril de 2019.


Canonical vai oferecer suporte estendido de segurança para o Ubuntu 14.04 LTS






O Ubuntu 14.04 LTS foi lançado em Abril de 2014 com o Codinome Trusty Tahr, trazendo várias melhorias na época para o Nautilus, Unity entre outros. Você pode conferir o vídeo que fizemos na época mostrando o sistema.

           

Com o fim do suporte bem próximo (2019) e com muitos usuários ainda usando o Ubuntu 14.04 LTS, a Canonical lançou o ESM (Extended Security Maintenance) que requer o investimento de  US$150/ano para desktops e US$750/ano para servidores, conforme a necessidade dos clientes.

Segundo a Canonical, esse suporte é voltado especificamente para os usuários que precisam ter essa versão instalada em seu parque de TI e recomenda para o usuários domésticos que utilizem as versões mais estáveis e recentes do Ubuntu (hoje se encontrado-se na versão 18.04 LTS). E ainda declararam:

As organizações usam o [Ubuntu] ESM para tratar as questões de segurança enquanto gerenciam os processos de atualizações para versões mais recentes do Ubuntu, com total suporte para as mesmas. A capacidade de planejar as atualizações dos aplicativos em um ambiente à prova de falhas continua a ser o principal motivo para a adoção do ESM por elas.”

Assim o Ubuntu 14.04 ESM vai oferecer updates com correções de segurança para o Kernel do Ubuntu e entre outros updates essenciais para o sistema.

O ESM é parte do programa Ubuntu Advantage, onde a organizações ou empresas por exemplo podem escolher os planos.

Interessante ver esse cuidado da Canonical com os usuários que ainda usam uma versão “antiga” do sistema dela, cuidado esse que ela começou com a versão 12.04 LTS do Ubuntu.

Mas diga aí nos comentários se você já usou o Ubuntu 14.04 e em qual distro Linux você está usando nos dias de hoje.

Um forte abraço e até a próxima.
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4K Video Downloader - Para salvar os vídeos que marcaram a sua vida

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Sempre que encontramos algum vídeo na internet e gostamos muito dele, vem a pergunta na nossa cabeça “ Como posso salvar ele no meu computador?”, mesmo em tempos de streaming de alta qualidade, podem haver momentos onde ter o vídeo offline pode ter algumas vantagens, como poder consumir os DioCasts a qualquer hora sem depender de conexão com a internet,e pesquisamos sempre achávamos soluções não satisfatórias. Até agora, pois o 4K Video Downloader vai te ajudar nessa tarefa.


 4K Video Downloader - Para salvar os vídeos que marcaram a sua vida






O 4K Video Downloader é um aplicativo que vai lhe auxiliar para salvar os vídeos dos sites mais populares, como YouTube, Facebook, Vimeo  entre outros.

Primeiramente vamos baixá-lo através do site oficial deles, e podendo escolher 2 opções para Linux, um para a base Debian/Ubuntu/Mint sendo .deb e o outro para as outras distros sendo no formato tar.gz2, temos um vídeo no canal explicando como usar esse formato.

Feito a instalação você vai abrir o programa e aceitar os termos.




Logo depois aparecerá a tela onde você vai poder colar o link do vídeo do site da onde você quer salvar ele. Basta você copiar o link e clicar no ícone verde escrito “colar link”.


Depois vai abrir uma janela onde você vai ver as informações do vídeo e também onde você quer salvar ele.



E por último vai aparecer uma tela mostrando o progresso, aí é só esperar o término e dar play no vídeo.. Muito simples, né? =)

Uma dica muito útil e boa para quem quer salvar aquele vídeo inesquecível, ou que precisa salvar aquela trilha sonora para aquele momento memorável. Mas atenção, muitos vídeos online possuem direitos autorais que restringem os downloads, então tome cuidado para não violar as regras de nenhum site ou criador de conteúdo.


Espero você até uma próxima e um forte abraço!
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Canonical quer a sua ajuda para melhorar o driver NVIDIA no Ubuntu

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terça-feira, 11 de setembro de 2018

Nos últimos dias, o diretor da divisão de desktops da Canonical, Will Cooke, vem recrutando usuários que tenham GPUs da NVIDIA e que queiram ajudar na melhoria do suporte para os drivers no Ubuntu.

Canonical que a sua ajuda para melhorar o driver NVIDIA no Ubuntu 18.04 e 18.10






Cooke quer trazer a melhor experiência possível para o Ubuntu, o que deve se refletir diretamente no desktop do usuário final.

A “convocação” foi feita através do site discurse.ubuntu.com, onde ele detalhe melhor o procedimento, mas dentre as suas declarações, há algo que vale a pena destacar:

“Estamos procurando voluntários comprometidos para testar a GPUs da  NVIDIA com drivers open source e de código proprietário. O objetivo desse teste é detectar as regressões no início do ciclo e corrigir os erros antes que eles alcancem um grande público”

Para entrar no programa de testes, você deve ter uma conta no Launchpad (se não tiver uma, basta fazer o cadastro) e depois acessar o link do xorg.qa com a conta criada e seguir as instruções que estão no comunicado.
Isso é muito legal por parte da Canonical, pois esta é uma forma de mostrar que ela está ciente de que melhorias são necessárias e está atenta e disposta a melhorar o sistema, de modo que toda ajuda seja bem-vinda, participe você também!

Diga-nos  nos comentários o que você achou da ideia e se vai ajudar.

Até a próxima e um forte abraço.
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Conheça os novos recursos adicionados ao GNOME 3.30

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Foi lançado nesta quarta-feira (5) a 35ª versão do GNOME, chegando na versão 3.30 e com o nome de  “Almería”. O lançamento ocorreu após 6 meses da versão 3.28 ter “ganho a luz do dia”.

Conheça os novos recursos adicionados ao GNOME 3.30






A nova versão do GNOME conta com 24.845 alterações no seu código e contou com aproximadamente 801 colaboradores. O nome “Almería” foi uma homenagem para a equipe de organização da GUADEC, que é a principal conferência anual do GNOME e que neste ano aconteceu em Almería - Espanha.

Novas funcionalidades do Gnome 3.30


⏺ Desempenho do desktop melhorado

O pessoal do Gnome focou em melhorar a fluidez e rapidez do GNOME e assim consumindo menos recursos do computador, isso inclui a correção do problema de “vazamento” memória do GNOME Shell que se encontra presente. Isso foi possível, graças aos devs da Canonical e da Red Hat,  juntamente com a comunidade para abordar e corrigir essas questões.

Outra melhoria foi a atualização do GNOME Javascript (GJS) para o SpiderMonkey60, que é a versão mais recente do JavaScript Engine, procurando otimizar o desempenho do ambiente gráfico.

       GNOME 3.30 Desktop


 ⏺ Novo visual do Nautilus

O Nautilus, gerenciador de arquivos do GNOME, teve melhorias também, como o refinamento e simplificação dos principais recursos, como o  comportamento da barra de pesquisa e a melhora da fluidez dos ícones quando são redimensionados.

Outras mudanças são incluem a substituição dos botões na barra onde fica o caminho das pastas e agora tem um visual mais sutil e “clean”. A pesquisa foi integrada também à barra e agora você pode acessar o caminho clicando com o botão direito em cima, exibindo-o em um menu suspenso.

       GNOME 3.30 Features - Nautilus




Melhor gerenciamento dos pacotes Flatpaks

O GNOME Software vai receber melhorias para o gerenciamento dos pacotes Flatpack, além de receber os updates vindos diretamente do flathub, assim recebendo as versões mais recentes e estáveis dos aplicativos,você também poderá escolher se quer receber os updates automaticamente e se quer também receber notificações sobre eles.


       Automatic Flatpak Updates

 ⏺ Programa nativo de Podcasts

O GNOME 3.30 vai trazer um programa nativo para os amantes dos Podcasts. Nele você vai poder gerenciar as suas assinaturas diretamente da área de trabalho, além poder controlar a reprodução, pausando e mudando de faixa Outra funcionalidade presente é a possibilidade de baixar os novos episódios, além de poder importar episódios de outros dispositivos.

      GNOME Podcasts App

 Para maiores informações sobre o GNOME 3.30, você pode acessar os links do projeto aqui e aqui.

O GNOME 3.30 vai ser lançado junto com a nova versão do Ubuntu, a 18.10 em 5 de Setembro de 2018. Conte-nos nos comentários se você usa o GNOME e se está esperando essas melhoras com entusiasmo, qual novidade mais lhe agradou?

Até uma próxima e um forte abraço


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Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça

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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A empresa Tracktion Software está disponibilizando para baixar a sua poderosa ferramenta de produção de áudio digital multiplataforma ou em inglês “Digital Audio Workstation” (DAW) de forma gratuita.

Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça







Se você está procurando um software para produção de áudio em DAW o Tracktion 7 é uma boa ferramenta para isso. Uma boa alternativa aos programas Audacity e o Ardour.

T7 DAW (ou Tracktion 7) teve a sua primeira versão lançada em 2016 custando US$59 e tendo uma recepção muito boa da mídia especializada e recebendo vários prêmios pela qualidade do produto oferecido.

O T7 DAW é um Freeware ( e não open source) e que se você precisar de plugins complementares e o suporte dado diretamente pela empresa, você terá que pagar por isso, mas se precisar eles disponibilizam um fórum para ajuda, além de um FAQ para Linux.


               


Ele é multiplataforma, podendo ser usado em Linux (Ubuntu, Mint e derivados), RaspBerry PI, macOS e Windows

A interface dele sendo single-panel (painel único) foi pensada em deixar mais dinâmica e rápida para mixar e fazer gravações, como aplicar correções, efeitos entre outros em ilimitadas trilhas apenas usando o arrastar e soltar.

Outra coisa boa que foi confirmado por eles, é que a versão Free não terá nenhuma limitação em relação às versões pagas.

Para rodar ele na versão para Linux (Ubuntu, Mint e derivados) você vai precisar de um processador Intel Core i5 2 GHz e no minimo 4 GB de memória RAM, mas se recomenda  8 GB de memória RAM.

Para baixar ele você vai precisar entrar no site da Tracktion Software e fazer um rápido cadastro, para que eles possam mandar um link onde você poderá baixar o programa, que está no formato .deb, e também ativar o seu programa, após estes passos, para “desbloquear” o seu programa você vai usar o seu login e senha criados no site anteriormente. Um “preço justo a se pagar” para ter um software profissional em mãos. 

Acho muito legal ter mais alternativas para esse segmento do mercado de produção de áudio profissional, e assim mostrando que a plataforma Linux é um meio viável para isso.

Mas digam aí nos comentários se você já usou a ferramenta ou se vai testar o “poderio” dela. =)

Forte abraço e ate a próxima.

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Yaru - Como instalar o novo tema do Ubuntu

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Parece que finalmente as coisas estão mudando pelos lados da Canonical quando o assunto é o visual do Ubuntu, há vários anos os usuários pediam por uma renovação do tema Ambiance do Ubuntu, porém, parece que só agora, no Ubuntu 18.10, que sairá em Outubro de 2018, é que teremos um novo tema por padrão.

Ubuntu Yaru Theme





Apesar do novo tema só vir por padrão na próxima versão do Ubuntu, você já pode instalar o tema Yaru (antigamente chamado de Communitheme) do Ubuntu 18.04 LTS através de um pacote Snap presente na loja de aplicativos.

Abra a aplicativo "Programas" e procure por Yaru:

Instalando o novo tema Yaru no Ubuntu

Instale o tema normalmente como qualquer outro aplicativo, encerre a sessão e na tela de login, clique na engrenagem e selecione o tema para iniciar com o novo visual.

Instalando o novo tema Yaru no Ubuntu

Ainda existem alguns ajustes a serem feitos no tema, mas realmente é uma grande evolução para o visual do Ubuntu, é bom ver o sistema ficando belo novamente, mas sem perder a sua identidade visual.

Até a próxima!
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Flameshot, mais uma ótima ferramenta de PrintScreen para Linux

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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Quando precisamos “tirar um print” de alguma coisa, pode ser uma foto, vídeo ou mesmo uma página da internet, sempre utilizamos as ferramentas que vem por padrão nas distros e depois para fazer marcações ou anotações nelas precisamos abrir um editor de imagem, como o GIMP ou o Pinta.

Flameshot, mais uma ótima ferramenta de PrintScreen para Linux







Mas o flameshot é uma ferramenta para PrintScreen ou “tirar print” da tela do seu computador de uma forma bem simples e fácil de utilizar.

É possível instalar o Flameshot na sua distro de 4 formas diferentes, , os pacotes .deb para Ubuntu e derivados (Bionic e Xenial) ou para Debian (Jessie e Strech), os .rpm para Fedora 27 e 28 ou ainda escolhendo o formato AppImage, todos com arquitetura x86_x64, que funciona em qualquer distro, alternativamente você pode baixar o código fonte da aplicação, este vídeo que fizemos sobre pacotes tar.gz pode te ajudar com isso.

Para baixar você pode acessar o Github do projeto e escolher a melhor forma para você.

Depois de instalado, você precisa inicializar ele uma primeira vez, basta procurar ele na sua dashboard ou no menu de aplicativos. No caso deste artigo, estamos usando o gnome, mas o ícone é igual nas distros.


Depois de inicializado, ele vai aparecer na sua barra de tarefas. E quando clicamos nele com o botão esquerdo do mouse, ele abre um submenu lhe oferecendo 3 opções: Take Screenshot; Configuration e Information. Para tirar o “print” ou “screenshot”, vamos clicar na primeira opção.


Logo após a captura, sua tela vai ficar levemente escura e com um mensagem no meio explicando o que você pode fazer com a ferramenta. Nela diz que você pode selecionar com o mouse a área que você quer “printar”, que com o botão direito você pode mudar as cores das ferramentas e que pressionando o Enter você salva o “print”.



O formato que ele salva é em .png, mas se você precisar comprimir ele mais um pouco, recomendamos o Converseen, ferramenta que já possui um artigo aqui no blog.

Uma ferramenta muito útil para o nosso dia a dia e para torná-lo mais produtivo. =)

Agora conte-nos aí nos comentários, o que você achou do Flameshot.

Até uma próxima e um forte abraço.

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Ubuntu 18.10 vai ser lançado com versão antiga do Nautilus

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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Quando a versão final do Ubuntu 18.04 LTS foi anunciada no começo desse ano (26/04), ele veio trazendo algumas novidades na nova versão do Gnome (3.28), que foi o não suporte a inclusão de ícones na área de trabalho e uma nova versão do gerenciador de arquivos Nautilus (v3.28).

Ubuntu 18.10 vai ser lançado com versão antiga do Nautilus






Isso gerou algumas reclamações na comunidade Linux e assim “forçando”  a Canonical a lançar o novo Ubuntu 18.04 LTS com a versão do Nautilus ainda na ”versão antiga”, a 3.26 que ainda tem suporte nativo a criação de ícones na área de trabalho. 


Parece que a história vai se repetir novamente com a versão 18.10 do Ubuntu.

Os devs querem lançar com a nova versão do Ubuntu, as também versões novas do Gnome e do Nautilus, que seriam respectivamente 3.30 e 3.28 e que não iam oferecer suporte nativo para a criação de ícones na Área de Trabalho.

Mas o pessoal achou melhor “não mexer no time que está ganhando”, estão preferindo manter a versão 3.26 do Nautilus junto com o Gnome 3.30.

Sabendo que os ícones na área de trabalho são “populares”, o dev Carlos Soriano da Red Hat está trabalhando em uma extensão do GNOME SHELL para quando acontecer a mudança de fato, os usuários possam habilitar novamente essa opção do ícones. Por hora o projeto está em Beta. 

Os devs do Ubuntu estão observando que essa extensão que habilita os ícones na área de trabalho está bem completa e “redondinha”, mas que ainda não está pronta para adoção no sistema. Ainda preferem manter como está, com a versão 3.26 do Nautilus.

Houve recentemente o anúncio da versão 3.30 do GNOME, que deverá sair em Setembro., essa versão traria também a nova versão do Nautilus (3.30), comentamos mais neste artigo.

Muito provavelmente será possível instalar a nova versão do Nautilus (3.30) no Ubuntu 18.10 como um aplicativo Flatpak através do repositório GNOME e assim podendo ter as duas versões no sistema, de forma a poder experimentar as novidades do gerenciador de arquivos novo do Gnome. 

Lembrando que o Nautilus Flatpak pode não ter uma integração “perfeita” ao desktop do Ubuntu.

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GNOME 3.30 terá ícones na área de trabalho via extensão

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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

A evolução do projeto GNOME não tem agradado a todos, e uma das mudanças mais drásticas foi a remoção do suporte à área de trabalho ativa, com ícones e atalhos, mas felizmente, ao menos agora você terá uma extensão para contornar essa ausência.

GNOME Shell






Como a maior parte das funcionalidades diferenciadas do GNOME Shell nos últimos tempos, agora a área de trabalho também será responsabilidade de uma extensão da comunidade.

Obviamente a decisão foi controversa, mas mesmo assim parece que o GNOME vai seguir por este caminho, entretanto, a solução veio à partir de Carlos Soriano, funcionário da Red Hat e desenvolvedor do GNOME, onde é responsável por dar manutenção no pacote do gerenciador de arquivos Nautilus, o que lhe deu conhecimento suficiente para realizar este projeto. Soriano criou uma extensão que devolve ao ambiente GNOME todas as funcionalidades que o nautilus-desktop fornecia, e quem sabe, algumas a mais.

Através da extensão de habilitar os ícones no desktop os usuários GNOME poderão ter uma experiência semelhante ao que já se tem usando o Nautilus, até então, distros como o Ubuntu 18.04 LTS, que gostariam de usar os ícones no desktop, foram obrigados a usar uma versão mais antiga do gestor de arquivos, que claramente possui alguns problemas de usabilidade.

O que você acha da decisão do GNOME de acabar com os ícones na área de trabalho? Você acha viável usar uma extensão para contornar o problema?

Até a próxima!
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UKTools - Uma nova ferramenta gerenciar as versões do Kernel Linux no Ubuntu e derivados.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Hoje você conhecerá uma nova ferramenta para você instalar Kernels no Ubuntu e seus derivados de forma fácil.

Como gerenciar Kernel do Ubuntu






Se você está precisando de uma ferramenta para gerenciar e mudar a versão do Kernel do Ubuntu ou dos seus derivados, apresentamos o UKTools para isso.

Anteriormente aqui no blog, já postamos duas ferramentas o Ukuu e um Script para fazer isso, e agora vamos apresentar mais uma.

Essa ferramenta funciona via terminal, mas não é um bicho de sete cabeças como possa imaginar. =) 

O UKTools tem dois comandos para gerenciamento do kernel, o uktools-upgrade e o uktools-purge.

O primeiro (uktools-upgrade) tem a função de instalar a ultima versao stable lançada no kernel.ubuntu.com 


Já o segundo comando (uktools-purge) tem a função de remover as versões antigas do Kernel.


Para utilizar o UKTools vamos ter que rodar dois comandinhos no terminal, pois o mesmo ainda não está nos repositórios do Ubuntu. 

O software está no GitHub, então vamos baixar utilizando o comando “git” e depois compilar::

sudo apt install git

git clone https://github.com/usbkey9/uktools && cd uktools

make



Para desinstalar o UKTools é bem simples também. Basta deixar a pasta dele no / (raiz), pois assim que você queira rodar ele novamente, só é  preciso navegar até a pasta, ou desinstalar que é o caso aqui. O comando para isso é:

cd ~/uktools/ && make uninstall
O legal do "mundo Linux" é a variedade de ferramentas para fazermos uma determinada tarefa, assim nós podendo escolher a melhor que nos atente.

Até uma próxima, forte abraço.

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Chrome OS agora tem suporte para instalar pacotes no formato .deb

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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

O site Chorme Unboxed, através do seu colaborador Gabriel Brangers, descobriu que agora é possível instalar programas no formato .deb (Debian Linux Packages) no Chrome OS da Google, o sistema baseado em Linux da empresa, que roda nos Chromebooks.

Chrome OS agora rodará Apps .deb de Linux






Ele descobriu essa compatibilidade enquanto “fuçava” no canal de desenvolvimento "Canary" do Chrome OS, com algumas pequenas modificações, foi possível instalar um pacote .deb no sistema.

Nos testes, ele usou o instalador da Steam para descobrir se teria suporte para a sua GPU e para sua surpresa, a instalação ocorreu sem nenhum problema.

Outro site que noticiou tal compatibilidade foi o XDA Developers, informando que em códigos acrescentados recentemente no Chrome OS foi adicionado suporte aos pacotes .deb, onde o programa “Arquivos” ficaria responsável pelo gerenciamento e facilitando a vida do usuário, que não precisaria ter interação direta com o terminal ou coisa do tipo, pois os programas no formato .deb seriam instalados em “containers”. O projeto de compatibilidade é chamado de Crostini, como mostramos neste outro artigo do blog.

Na minha opinião, creio que isso vem para facilitar o contato do usuário comum com o mundo Linux e sem traumas (como alguns insistem em fazer), e também podendo trazer empresas como Adobe e Autodesk, como exemplos, para portarem os seus aplicativos para Linux, já que ter uma empresa como a Google por traz do sistema pode ser um fator motivacional.

Comente o que você acha dessa compatibilidade do Chrome OS com os pacotes .deb, será que isso pode trazer alguma mudança no mercado?

Até a próxima!
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Compreendendo o Tempo de vida das versões do Ubuntu

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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

O Ubuntu é uma distro muito importante no cenário de servidores e desktops e seu tempo de suporte, além de influenciar na escolha pelo usuário de qual versão utilizar, também influencia diretamente nas distros que são flavors ou versões derivadas do sistema da Canonical. Você já deve ter se deparado com os gráficos disponibilizados no site da Canonical exemplificando o tempo de suporte de cada versão de seu sistema e agora, nós vamos dar uma olhada mais de perto nesses gráficos para que você compreenda melhor.






O gráfico abaixo (retirado do site da Canonical) basicamente está dividido em ano (na parte inferior) e ao lado você encontra as releases do Ubuntu onde encontram-se também as versões que ainda não saíram.

A parte em laranja escuro que você está vendo são atualizações de hardware e manutenção, mostrando que durante aquele período que está determinado, aquela versão do sistema pode receber versões novas do Kernel que vão sendo implementadas e correções que sejam necessárias como bugs por exemplo. Após um período de tempo depois do lançamento de cada versão LTS (long term support) a versão do sistema simplesmente vai ter atualizações de manutenção (laranja claro) para corrigir algumas coisas de segurança e bugs que aparecerem na distro, não ocorrendo mais muitas atualizações no próprio sistema, pois quando um sistema LTS entra no modo “manutenção” uma outra LTS já terá sido lançada e vários usuários já estarão migrando para esta nova versão. 

Por padrão, as versões LTS do Ubuntu também utilizaram softwares LTS, geralmente tudo o que for Long term Support (LTS), vai ser incluído nos repositórios do Ubuntu, mantendo-se na mesma versão enquanto não for lançaao uma nova versão LTS desse software.

Assim que o período de tempo de suporte passa, o sistema simplesmente “congela” e você não recebe mais atualizações, sendo que o único jeito de você continuar conseguindo consultar o repositório é adicionando o repositório old releases do Ubuntu, o qual até fizemos um post aqui no blog, apesar de ser apenas uma ajuda momentânea até você fazer a troca de versão.

Ainda sobre o gráfico mostrado acima, nele você encontra as Standard releases (em cinza), que são versões intermediárias que não são LTS. As versões LTS no Ubuntu, são lançadas a cada dois anos e entre cada versão LTS, você encontra três lançamentos Standard que são um tipo de versões "beta" para teste daquilo que virá na próxima LTS e só possuem 9 meses de suporte, por isso não são aconselháveis em projetos de longo prazo. Geralmente essas versões são lançadas em Outubro do mesmo ano de lançamento de uma LTS,  em Abril e outra em Outubro do ano seguinte e consecutivamente outra versão LTS. 

No vídeo abaixo, foram respondidas algumas dúvidas sobre as versões do Ubuntu. Nele você encontra explicações detalhadas e exemplos sobre as versões do sistema e seu tempo de suporte.



Até a próxima!

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Mozilla lança nova versão do seu cliente de e-mail Thunderbird, que chega na versão 60

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Depois de muito tempo, a Mozilla lançou uma versão nova do seu cliente de e-mail, o Thunderbird que agora chega na sua versão 60, trazendo melhorias, correções de bugs e um novo tema.


Mozilla lança nova versão do seu cliente de e-mail Thunderbird, que chega na versão 60







O último lançamento feito pela Mozilla do Thunderbird tinha sido no começo de 2017, mais de um ano atrás.

Algumas das novidades implementadas pelo pessoal da Mozilla no Thunderbird:


Temas claros e escuros;

Suporte para autenticação do OAuth2 para o Yahoo e AOL;

Suporte a notificações nativas do Linux;

Suporte para os temas WebExtension;

Atualização dos feeds de forma individual;

Calendário: permite copiar, recortar ou excluir uma ocorrência selecionada ou toda a série para eventos recorrentes;

E muitas outras melhorias que você pode ver no site oficial.

Outra novidade é a utilização da interface “Photon”, que já vinha sendo implementada no seu “irmão” Firefox, onde é utilizada a engine Quantum CSS, que torna a interface mais responsiva, ainda segundo a nota, quem tiver a versão 52 ou anterior do Thunderbird não vai receber update, tendo que baixar o mesmo manualmente.


Mozilla lança nova versão do seu cliente de e-mail Thunderbird, que chega na versão 60

Para baixar e instalar o novo thunderbird, é muito simples. Primeiro você vai ter que baixar ele através desse link e escolher a versão dele, nesse caso usaremos como exemplo a versão pt-br de 64 bits, mas pode ser a versão da sua escolha.


Depois de baixar o programa para a pasta Download (vamos usá-la como exemplo, mas pode ser a pasta de sua preferência.), vamos extrair o arquivo para a pasta e assim vai surgir uma nova pasta, com o nome “thunderbird”.

Dentro dela, procure pelo arquivo “thunderbird” e dê dois clicks nele, assim abrir-se-a a nova versão do software.

Minha distro receberá a atualização?

Informações apontam que Ubuntu e Linux Mint devem receber a atualização para a nova versão do Thunderbird sem a necessidade da adição de repositórios extras em algumas semanas, então basta aguardar, pois o Thunderbird novo não deve ser adicionado através de PPAs.

Outras distros, especialmente as rolling release, tendem a receber estas atualizações um pouco antes das demais.

Mas conte aí nos comentários o que você achou das novidades do Thunderbird. 
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Como instalar o conversor de imagens Converseen no Linux

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terça-feira, 7 de agosto de 2018

Uma hora ou outra nos deparamos na situação em que precisamos mandar uma imagem para alguém, pode ser via e-mail, Telegram, WhatsApp ou qualquer outro meio que possibilite o envio de imagens.


Como instalar o conversor de imagens Converseen no Linux







Mas como "nem tudo são flores”, esses serviços têm um limite do que podemos anexar neles, quando isso acontece sempre recorremos a outras ferramentas, como sites e softwares.

Hoje vamos mostrar um aplicativo que pode tornar essa rotina um pouco menos trabalhosa.

O aplicativo Converseen é um projeto open source escrito em C++ usando as bibliotecas Qt5. Você consegue converter para mais de 100 tipos de formatos de imagens, dentre eles: DPX, EXR, GIF, JPEG, JPEG-2000, PDF, PhotoCD,PNG, Postscript,SVG e TIFF. Outro ponto positivo é que ele tem tradução para o Português do Brasil.

Como instalar o conversor de imagens Converseen no Linux


Para instalar Converseen, você pode escolher entre duas formas, instalando via repositórios da sua distro preferida ou compilando o código fonte, vamos mostrar as duas formas.

Instalando via repositórios:


Ubuntu: 

sudo apt-get update

sudo apt-get install converseen

Se quiser instalar via repositórios do pessoal do site UbuntuHandbook, segue esse post de como adicionar ppa no Ubuntu e derivados:

O ppa a ser adicionado é o ppa:ubuntuhandbook1/apps e depois rodar os seguintes comandos no terminal:

sudo apt-get update

sudo apt-get install converseen

Se preferir pode instalar via synaptic também, basta procurar por “converseen”.

Fedora:

yum install converseen

openSUSE:

Pode utilizar o 1-Click install ou a linha de comando zypper install converseen

A segunda forma é procurando na loja da sua distro favorita por "Converseen" e instalar.

Para maiores informações de instalação em outras distros, acesse o site oficial neste link

Conte-nos ai nos comentários, o que você achou do programa. =)

Espero até uma próxima e um forte abraço.

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Fizeram um SNAP da Steam do Windows para Linux

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terça-feira, 31 de julho de 2018

No começo desse mês foi lançada uma versão do cliente Steam para Windows empacotado via Snap, rodando em cima do Wine, permitindo que alguns games de Windows da Steam sejam rodados no Linux.


Fizeram um SNAP da Steam do Windows para Linux





O pessoal da Snapcrafters criou um snap com a versão de Windows da Steam rodando na versão 3.10 staging de 32 bits do Wine, configurado para rodar como uma versão do Windows XP.

Antes de instalar esse snap, vamos relembrar como instalar o suporte a pacote Snaps na sua distribuição, para isso temos um post especial aqui no blog Diolinux com o " Manual dos pacotes Snap", lembrando que à partir do Ubuntu 16.04 LTS, Linux Mint 18.2 e Fedora 24 o snapd, ferramenta que permite a compatibilidade com os pacotes snap, já está nos repositórios oficiais, só precisando instalar o daemon para funcionar.

Para instalar o daemon snapd no Ubuntu/Mint/Debian, abra o terminal e digite o seguinte comando:

sudo apt install snapd 

E para instalar o daemon snapd no Fedora e derivados:

sudo dnf install snapd


Agora vamos instalar o SteamForWindows e logo em seguida vamos reiniciar ele com os seguintes comandos:

sudo snap install steamforwindows --edge

snap connect steamforwindows:joystick

sudo snap refresh steamforwindows

Depois do processo anterior se abrirá uma janela onde será baixado e atualizado o cliente da Steam, posteriormente ocorrerá a instalação dele. Esse processo pode demorar um pouco, dependendo da velocidade da sua conexão com a internet e do seu computador.

Vale lembrar que é este programa ainda é considerado um "Beta", de modo que ainda serão feitos vários ajustes, como mudar a versão padrão do Windows, como do XP para o 7 e assim dar suporte para mais jogos. Além de poder dar suporte a versão 64 bits do Wine e do Windows.

Conte-nos aí nos comentários qual game você gostaria de ver portado para Linux.

Um forte abraço, até uma próxima.
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Governo do Reino Unido cria extenso material sobre segurança no uso do Ubuntu

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Software utilizado por órgãos públicos pode ser complicado. O ideal é que ele seja gratuito, para não onerar a população através de impostos, é interessante que ele seja aberto a modificações e seguro, também é interessante que exista um órgão ou empresa a qual recorrer em caso de necessidade de suporte, mas que, ainda assim, seja possível treinar a sua própria equipe para cuidar de todas as estações. Definitivamente não é simples.

Dicas de segurança para o Ubuntu


É fácil observar que dentro destes requisitos o Ubuntu se encaixa muito bem, ainda mais por ser um sistema originário do Reino Unido (UK), entretanto, o Ubuntu possui uma configuração genérica, que permite customização, é claro, mas que foca em um público com necessidades mais generalizadas, incluindo o quesito segurança, assim como as demais distros com focos similares. Por conta disso, o governo do Reino Unido decidiu criar um guia de ajustes que devem ser implementados para que o Ubuntu fique dentro dos padrões de segurança que eles desejam.

Por que isso é interessante?


É interessante porque através de um guia como este você pode tirar várias dicas interessantes de segurança e privacidade para usar no seu computador ou no computador da sua empresa ou clientes.

A lista é "pra lá" de longa e você pode conferir ela de forma completa aqui, focando-se no Ubuntu 18.04 LTS. 

O que podemos fazer é apontar alguns pontos interessantes mencionados no documento:

- Dicas de instalação de softwares do repositório, incluindo e preferindo Snaps;

- Dicas de configuração do usuário, como alterar configurações para que arquivos binários não possam ser executados localmente sem maiores permissões;

- Configuração de privacidade, desabilitando a coleta de dados por pacotes do Ubuntu e ajustando as senhas, assim como, desabilitando o Apport;

- Desabilitando o acesso ao Shell pelo usuário comum, entre muitas outras coisas.


Vale a pena conferir a lista completa para ter uma noção das rotinas de segurança aplicadas e colocar em prática o que lhe for conveniente. Agradeço ao nosso leitor Léo Oliveira, que nos enviou a informação e ajudou a produzir este material.

Boa parte do material produzido pelo governo de lá também foca em mostrar que a estrutura por completo precisa ser sólida, não basta apenas ajustar a distro dos desktops e servidores, mas a infraestrutura, contendo firewalls e outras camadas adicionais de segurança também é um ponto de extrema importância, além do treinamento do usuário.

O que você achou da lista? Vai implementar alguma dica do seu(s) Ubuntu(s)?

Até a próxima!
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