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Dash to dock chega na versão 67, com recursos parecidos ao do Unity

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Algumas distros que utilizam o Gnome Shell como ambiente gráfico, em alguns casos, fazem alguns ajustes com extensões, como é o caso do Ubuntu com a extensão “Ubuntu Dock”, que é derivada de outra extensão popular, a “Dash to Dock”, que recebeu uma nova versão recentemente.

Dash to dock chega na versão 67, com recursos parecidos ao do Unity






A versão 67 do Dash to Dock, agora traz suporte ao Gnome Shell 3.34, onde fizemos uma cobertura bem completa nessa matéria aqui.

Para trazer o suporte ao Gnome 3.34, o desenvolvedor Michele G, precisou “modernizar” o código da extensão, assim deixando de suportar às versões anteriores do Gnome. Mas sem “pânico”, pois às versões até à v66 funcionarão normalmente.

As duas novidades que estarão presentes nesta versão do Dash to Dock, são a inclusão do ícone da lixeira e do ícone para os dispositivos removíveis (como pendrive, hd externos e afins). Esse recurso já estava nos planos, como noticiamos aqui, que poderia chegar no Ubuntu Dock também. Para instalar a extensão, basta acessar aqui e habilitá-la.



Para conferir o post de lançamento, você pode acessar aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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BlueMail um cliente de e-mail elegante

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Basicamente existem dois tipos de usuários de desktops, generalizando muito, os que acessam seus e-mails direto pelo navegador de internet e aqueles que preferem acessar através de outro app. Clientes de e-mails são bem famosos, e no mundo Linux não é diferente. Aliás, já fizemos uma postagem destacando alguns clientes de e-mails no Linux e você pode acessar por este link

cliente-email-linux-ubuntu-windows-android-ios-desktop-alternate-outlook-mailspring-geary-mozilla-thunderbird-evolution-snapcraft-snap

O BlueMail é um cliente de e-mail multiplataforma, disponível para Windows, Linux, iOS e Android. Com um visual moderno e elegante, a aplicação é minimalista e direta ao ponto. Talvez por conta de sua simplicidade alguns usuários mais avançados não ficarão satisfeitos com o programa. A meu ver o programa parece uma mescla entre diversos clientes atuais, com semelhanças e características que lembram o Mailspring, Geary e o próprio cliente de e-mail do Windows 10.

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Configurar uma conta é extremamente intuitivo, e mesmo que algumas partes de sua interface não esteja completamente traduzida para o português, não existe dificuldade. Iniciando o programa pela primeira vez, uma tela solicitando um e-mail aparecerá. Não é necessário um pré-cadastro ou algo do tipo, basta logar com sua conta (no meu caso, utilizei o Gmail).

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O Cliente suporta uma gama interessante de serviços, a qualquer momento você poderá adicionar outras contas. 

cliente-email-linux-ubuntu-windows-android-ios-desktop-alternate-outlook-mailspring-geary-mozilla-thunderbird-evolution-snapcraft-snap

Se você gosta de interfaces mais escuras, o BlueMail nativamente possui uma variante do “modo dark”. Sei que essa característica atrai muitos usuários, afinal, estou entre os mesmos (😂️😂️😂️).

cliente-email-linux-ubuntu-windows-android-ios-desktop-alternate-outlook-mailspring-geary-mozilla-thunderbird-evolution-snapcraft-snap-modo-tema-escuro-dark

Possuindo uma organização concisa, alguns elementos, como painéis e listas de e-mails podem ser ocultados. Cada conta de e-mail pode ser visualizada separadamente ou unificada ao ser apresentada em tela. Mesmo não possuindo inúmeros recursos, foram os “pequenos detalhes” que me chamaram a atenção. Ao pesquisar pelos e-mails recebidos, você poderá mudar uma simples chave seletora e passar a filtrar apenas pessoas. Clicando nos três pontinhos, próximo a essa chave, mais opções aparecerão.

cliente-email-linux-ubuntu-windows-android-ios-desktop-alternate-outlook-mailspring-geary-mozilla-thunderbird-evolution-snapcraft-snap

Como mencionei anteriormente, existem partes na interface em inglês. Isso não chega a ser um empecilho, mas é um detalhe que não poderia passar despercebido, obviamente que essa questão pode influenciar na usabilidade, dependendo do perfil da pessoa. Neste aspecto o programa deixa a desejar, comparado a alternativas como o Mozilla Thundebird ou até mesmo o Outlook. Todavia, ao que tudo indica o público do BlueMail não é o usuário avançado.

Personalização não é o ponto forte do programa, entretanto funcionalidades interessantes estão presentes. Falo especificamente da “Assinatura”, um recurso que pessoas julgam ser importante. Existe mais, porém incentivo você a ter suas próprias conclusões sobre o BlueMail.

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Instalando o BlueMail


No início dessa postagem adicionei os links conforme cada versão do BlueMail, vale ressaltar que no Windows o programa pode ser encontrado diretamente em sua loja, assim como no Ubuntu.

cliente-email-linux-ubuntu-windows-android-ios-desktop-alternate-outlook-mailspring-geary-mozilla-thunderbird-evolution-snapcraft-snap

Por ser distribuído em Snap, o BlueMail poderá ser instalado facilmente na maioria das distribuições Linux. Contudo, o Snap deve ser configurado previamente em seu sistema, no Ubuntu esse passo não é necessário. Acesse essa matéria e habilite o suporte ao Snap em sua distribuição. Lembrando que dependendo de sua distro, o processo só poderá ser feito via terminal, pois nem toda loja possui o suporte aos pacotes em Snap.

Após ter configurado, e se preferir instalar via terminal, proceda desta maneira:

sudo snap install bluemail

Caso queira remover o app:

sudo snap remove bluemail 

Particularmente vivo mesclando entre clientes de e-mails e via web, atualmente estou utilizando direto do navegador, mas confesso que depois do último lançamento do Geary, venho testando novamente diversas aplicações. Sei que as interfaces web evoluíram de tal maneira que para muitos, aplicativos nesse estilo são redundantes. Todavia, ter opções é algo bom e creio que vários usuários gostam de conhecer alternativas e novidades.

Reforçando, vale o teste, porém se você está acostumado com as infindas opções do Thunderbird, o BlueMail não será de seu agrado. Outro detalhe que vale mencionar, foi a ausência de um ícone na tray (bandeja) do sistema. Não sei se o problema é relacionado ao Snap atual, só sei que nas capturas de telas na Snapcraft o ícone da tray está presente e em meu Ubuntu 18.04 não.


Você acessa seus e-mails via navegador ou faz uso de outro app? Deixe nos comentários a sua experiência com o BlueMail e possíveis dicas aos leitores do blog.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Conheça alguns atalhos de teclado muito úteis no Ubuntu

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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Por mais prático que seja utilizar o mouse, certas tarefas se tornam muito mais práticas e rápidas quando fazemos uso dos atalhos de teclado. Hoje iremos conferir vários dos muitos atalhos de teclado disponíveis no Ubuntu, que podem facilitar muito as nossas tarefas e aumentar a produtividade.

atalhos-de-teclado-muito-uteis-no-ubuntu

Este artigo será focado no Ubuntu, porém, todas as principais distros e interfaces possuem funcionalidades semelhantes. Muitas vezes os atalhos podem ser diferentes em outras distros, bem como a forma de configurá-los. Todavia, essa funcionalidade possui fácil configuração, e costuma estar disponível nas configurações do sistema.

• Abrir o terminal:


O terminal é uma ferramenta que nem todos utilizam, e muitos realmente nem precisam utilizá-la. Mas é sem dúvidas um facilitador e um economizador de tempo. E para economizar tempo, melhor ainda é abrí-lo com uma simples combinação de teclas.

Control + Alt + T

• Minimizar todas as janelas:


Este é um recurso que eu sempre utilizei em todas as distros e interfaces. Porém, não através de atalhos no teclado, e sim clicando no tradicional ícone “Exibir a área de trabalho” disponível na maioria das interfaces gráficas. O Ubuntu também possuía essa função quando utilizava o Unity, porém, no GNOME Shell este ícone não existe e, por padrão, não pode ser ativado. É aí que entra o atalho:

Super + D

Obs.: A tecla “Super” é a mesma que comumente vem com a logo do Windows. Também chamada de “tecla do Windows”.

• Encerrar a sessão:


Não é uma tarefa que exige muitos passos em qualquer interface gráfica, mas quando se trata de produtividade, cada segundo conta. Trata-se de um atalho de teclado muito comum no Windows, que entre outras coisas, também serve para encerrar a sessão.

Control + Alt + Delete

• Tirar print de uma área determinada da tela:


Ao pressionar a combinação de teclas abaixo, o cursor do seu mouse mudará para um formato de “cruz”. Nesse momento você precisa apenas selecionar na tela a área que deseja tirar o print, e a imagem será criada instantaneamente na sua pasta “Imagens”.

Shift + Print Screen

• Controlar o posicionamento das janelas na tela:


Super + ⇒” - Dimensiona e posiciona a janela atual na metade direita da tela.

Super + ⇐” - Dimensiona e posiciona a janela atual na metade esquerda da tela.

Super + ⇓” - Restaura o tamanho que a janela atual possuía antes de ter sido maximizada.

Super + ⇑” - Maximiza a janela atual.

Super + H” - Minimiza a janela atual.

• Abrir um prompt de entrada para comandos:


Este atalho abre um prompt, similar ao “Executar” no Windows, que pode ser útil para tarefas simples e rápidas, como “matar” uma aplicação que não esteja respondendo, ou abrir uma nova. Um bom exemplo é, se o seu Firefox estiver travado e não respondendo, você pode simplesmente pressionar o atalho, digitar “killall firefox” e pressionar “Enter” para encerrar a aplicação. Também pode utilizar a combinação, caso o GNOME Shell trave. Neste caso digitando dentro da caixa de diálogo "r".

Alt + F2

• Gravar a tela sem precisar de programas de terceiros:


Isso mesmo! O GNOME Shell, e também o Cinnamon, possuem de forma nativa uma funcionalidade que permite gravar a tela por até 30 segundos sem que seja necessário instalar quaisquer aplicativos extras. Uma funcionalidade muito útil para criar tutoriais rápidos para postar como resposta em fóruns, ou ensinar algum amigo a executar determinada tarefa.

Shift-Control-Alt-R

• Abrir aplicativos fixados na barra lateral:


Os primeiros dez aplicativos, contando de cima para baixo, que você tiver fixados na barra lateral do seu Ubuntu, sejam eles quais forem, podem ser abertos instantaneamente com um simples atalho no teclado. Considerando que o primeiro aplicativo é o número um (1), e o décimo é o número zero (0). Utilize o comando da seguinte forma:

Super + 1” (Substituindo o “1” pelo número do aplicativo desejado.)

• Alternar entre workspaces:


Eu nunca fiz uso da funcionalidade de múltiplas áreas de trabalho em sistema nenhum. Mas muitas pessoas utilizam essa funcionalidade, e os atalhos abaixo podem ser uma forma muito mais prática de alternar entre esses workspaces.

Super + PageUp

Super + PageDown

O vídeo a seguir te ensina a como criar novos atalhos, e também mostra todos os atalhos citados deste artigo sendo executados.


Você utiliza outros atalhos de teclado além dos clássicos “Ctrl + C”, “Ctrl + V”, “Ctrl + Z”, e etc? Já conhecia os mencionados acima? Ou assim como eu, aprendeu muitos novos com este artigo? 😌

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Flatpak 1.5 lançado com novidades

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

O Flatpak vem evoluindo a cada momento, funcionalidades estão sendo adicionadas e mais programas sendo oferecidos neste formato de empacotamento. Se você está se perguntando: “Mas que raios é esse tal de Flatpak?”. Escrevemos uma postagem explicando um pouco mais sobre essa tecnologia.

flatpak-linux-ubuntu-mint-fedora-ppa-runtime-freeze-pacote

No ano passado o Flatpak chegou em sua versão 1.0, com novos parâmetros e melhorias de performance, daí em diante o processo de lapidação não parou. Avançando um pouco no tempo, chegamos ao início do ano, sendo que em fevereiro a versão 1.2, além de adicionar novos parâmetros, foi repaginado o visual do Flatpak via terminal. Possuindo assim, uma melhor disposição nas informações via CLI. 

O desenvolvimento está tão acelerado que inúmeras versões já foram lançadas este ano. Agora o mais recente lançamento é anunciado com um recurso aguardado por muitos.

Saiba mais sobre o Flatpak


Sabemos que tudo tem seus prós e contras, afinal, nós humanos desenvolvemos a tecnologia atual. Caso esteja na dúvida entre os formatos, acesse nossa postagem detalhando um pouco mais as diferenças entre os “novos concorrentes” de distribuição de softwares no Linux.

Muitos não compreendem as vantagens do Flatpak, ou demais formatos. Outros chegam a acreditar e generalizar que seu uso é inviável, ou até impossível. 

Comparações com a forma de distribuição e funcionamento entre o Windows e Linux, também são alvo de acalorados debates e discussões. Contudo, alguns falam sem conhecer realmente essas diferenças, apenas repetem como papagaios. Para não correr este risco, acesse uma matéria demonstrando os tipos de pacotes e instalações, tanto no Windows, como no Linux. Inclusive indico que vejam o vídeo contido na postagem acima, o mesmo contém muitas informações adicionais.

Flatpak 1.5


Uma das vantagens do Flatpak, é utilizar programas em versões atualizadas sem a preocupação de conflitos de dependências. Ter as últimas versões das aplicações, sem comprometer o sistema é uma característica interessantíssima. No entanto, pense numa hipótese em que o usuário, por algum motivo, deseja “congelar”/fixar o app em determinada versão e evitar downloads automáticos. O recurso que estava sendo aguardado por vários usuários de Flatpak, torna-se realidade com a nova versão.

As mudanças da versão 1.5, são:

  • Novas opções no “flatpak install”, a exemplo, o parâmetro “--or-update”;
  • Um novo comando, o “flatpak mask”, permitindo fixar a versão dos flatpaks evitando downloads automáticos;
  • Suporte a atualizações automáticas e seu monitoramento no portal flatpak;
  • Correções nas atualizações dos serviços exportados com o dbus-broken;
  • Aprimoramento visual ao utilizar via CLI, ocultando colunas na saída do terminal caso todas sejam, iguais;
  • Correções de eventuais erros em que os repositórios remotos não eram removidos adequadamente;
  • O flatpak-session-helper passa a ser vinculado a mais bibliotecas;
  • OCI: agora suporta imagens marcadas (“tagueadas”) com rótulos e anotações;
  • OCI: passa a sempre gerar históricos para imagens;
  • OCI: suporta docker mimetypos em adição aos mimetypos do OCI.
  • A desinstalação agora sempre funciona, mesmo que o repositório remoto tenha sido removido abruptamente (forçado);
  • Novas chaves de configuração dos idiomas default agora permitem a adição na lista do sistema, em vez de uma substituição;
  • Vários pequenos ajustes no comportamento e na saída do CLI foram realizados.

Você pode adicionar o Flatpak em seu sistema, seguindo o nosso tutorial. Todavia, nem sempre as versões contidas nos repositórios das distribuições serão as mais atuais. O Ubuntu é um belo exemplo. Para obter as últimas versões no sistema da Canonical, será necessário a adição do PPA oficial do Flatpak.

sudo add-apt-repository ppa:alexlarsson/flatpak

sudo apt update

sudo apt install flatpak

Obviamente que não é obrigatório utilizar este formato via terminal, pensando nisso, criamos essa matéria ensinando como habilitar o suporte aos Flatpaks na loja do Ubuntu.

Normalmente não indico a utilização de PPAs, cada caso um caso, entretanto muitas correções de bugs apenas estão presentes nas mais atuais. Posso relatar um caso chato que me ocorreu. A versão do Flatpak contida nos repositórios do Ubuntu, simplesmente passou a baixar inúmeras runtimes do meu driver de vídeo NVIDIA, indiferente da versão utilizada. E a cada nova versão, mais e mais novas runtimes eram baixadas ( não estavam em uso). Mesmo removendo-as, eram baixadas novamente. Logo após instalar a versão do PPA, consegui resolver o tal bug (esse caso ocorreu faz um tempo).

Em nosso fórum Diolinux Plus, também notei relatos de usuários que obtiveram algum erro durante a instalação de apps em Flatpak, devido a versão antiga nos repositórios do Ubuntu e outras distros, como o Debian. Então, se por algum motivo tudo funciona corretamente para você, talvez não exista a necessidade de atualizar para as últimas versões através do PPA. Analise e tome suas próprias decisões, por sua conta e risco.

OBS.: Até o momento o Flatpak via PPA ainda não recebeu a versão 1.5, você pode verificar diretamente por este link e confirmar se o mesmo foi atualizado.

Para eventuais dúvidas, utilize o comando: “flatpak --help” para visualizar cada função. Não sabe a versão do Flatpak contida em seu sistema? “flatpak --version” lhe mostra o versionamento.

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Fonte: Flatpak.
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Google Password Checkup, agora alerta caso houver vazamento de senha

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O Google vem criando soluções que a cada dia facilita o uso da tecnologia, seja com sistemas operacionais, aplicativos, sites ou serviços. Agora seu gerenciador de senha passa a receber um novo recurso, esse antes disponível anteriormente através de uma extensão para seu navegador Google Chrome, agora nativamente no Google Password Checkup.

segurança-senha-key-gerenciador-google-password-checkup-android-chrome-chromium

Criar senhas fortes pode ser considerado uma verdadeira arte, brincadeiras à parte, evitar as famigeradas “123456” ou “senha” não é tão difícil assim (essa foi para você Happy 😆️😆️😆️).

O Google Password Checkup, aquele que sempre te pergunta se quer salvar uma senha no Chrome ou Android, recebeu ontem quarta-feira (2), a capacidade de averiguar se sua senha está comprometida por vazamentos ou não. Acesse o Gerenciador de senhas, confirme sua identidade e solicite a verificação. Assim, três resultados podem ser apresentados, indicando o estado atual de sua segurança.

segurança-senha-key-gerenciador-google-password-checkup-android-chrome-chromium

Senhas fracas


Caso exista alguma senha mal formulada, e que seja de simples alvo para um eventual ataque, o Password Checkup indicará essa falha de segurança. Então, nada de nomes de parentes, conhecidos, cônjuges ou coisas do tipo. Datas de aniversários ou comemorativas também não são uma boa ideia. Dê preferência a frases que venham de uma letra de uma música, quem sabe um livro ou algo assim. Alternância entre letras maiúsculas e minúsculas, como caracteres especiais são bem-vindos (“t3us_0lhos#sAo mev5-Livros”).

Senhas utilizadas


Esse é outro problema que o gerenciador poderá lhe alertar. Repetir a mesma senha em diferentes serviços só aumentam as chances de invasão. Se uma senha vazar, os demais serviços estarão em risco.

Senhas comprometidas


Não! Suas senhas não estão lhe traindo com outra pessoa, talvez até sim, afinal se o Google Password Checkup exibir este alerta, é plausível que você seja um alvo. Senhas comprometidas, significam que algum serviço que você utiliza sofreu um possível ataque ou vazamento de dados e por algum motivo sua senha foi descoberta. 

Segundo o site The Verge, o Google revelou uma pesquisa que aponta o uso de autenticação de duas etapas por apenas 37% dos americanos entrevistados. Outra curiosidade é que 66% utilizam suas senhas em mais de um serviço. Já uma falha gravíssima é que somente 11% efetuaram a troca de suas senhas, após casos de vazamentos de serviços de streaming

O Google consulta uma vasta lista de fontes para verificar se sua senha já vazou na internet:

  • 000webhost;
  • 17 Media;
  • Coleção 1,4 bi;
  • 7k7k;
  • Adobe;
  • Anti-public;
  • Badoo;
  • Bitly;
  • Coleção 1-5;
  • Dropbox;
  • Exploit.in;
  • iMesh;
  • Imgur;
  • Last.fm;
  • Lifeboat;
  • LinkedIn;
  • Mate1;
  • Neopets;
  • NetEase;
  • Nexus Mods;
  • Pemiblanc;
  • R2Game;
  • Rambler;
  • Tianya;
  • Tumblr;
  • VK;
  • VN;
  • Yandex;
  • Youku;
  • Zoosk.

Como diz o ditado: “segurança nunca é demais”, e sempre devemos nos atentar quanto a esses detalhes. Recentemente noticiamos o retorno do botnet Emotet, que se valia de senhas fracas para efetuar seus ataques. Então, evite ao máximo expor suas contas e possíveis problemas. Talvez a utilização de um gerador de senhas seja uma ótima dica, no entanto, esse já é assunto para outro artigo (😉️😉️😉️).

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Jogue games da Battle.Net, como Overwatch no Linux via Lutris

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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Battle.Net é um serviço online de jogos da Blizzard, que conta com títulos apreciados pelo mundo gamer, alguns que posso citar são: World of Warcraft, Diablo III, Warcraft III, Overwatch, entre outros. Infelizmente o launcher da Blizzard, não possui uma versão nativa para Linux. Todavia não se preocupe, iremos te mostrar como configurar a Battle.Net em seu Ubuntu, Mint e derivados.

blizzard-launcher-games-jogo-linux-battlenet-battle-net-wine-proton-lutris-script-ppa-ubuntu-mint-gamer-overwatch-diablo-world-warcraft

Há um tempo seria insensatez formar uma frase afirmando que o pinguim é viável para jogos. Contudo, se existe algo que aprendi nestes anos utilizando Linux, é que as coisas evoluem e mudam tão rapidamente no cenário de TI, que a cada dia um projeto bombástico pode ser revelado. Foi assim com o Proton e o Steam Play da Valve, mas existem games fora da loja da Steam e nem por isso você deixará de jogá-los. Caso tenha um game na Battle.Net e queira instalar em sua distro Linux, no meu caso o Overwatch, proceda conforme irei demonstrar.

Preparando o sistema


Mencionei anteriormente que a Blizzard não disponibilizou seu launcher para Linux, entretanto sua instalação é bem simples. Um passo extra será necessário, ao invés de simplesmente baixar o programa e instalá-lo, iremos utilizar “um intermediário”. Afinal, a Battlenet.Net não foi desenvolvida com o Linux em mente, mas através do Wine (que não é um emulador e sim uma camada de compatibilidade, digamos que ele traduz o que o programa para Windows diz para o Linux e vice-versa). Se ainda não configurou seu sistema para jogos, essa postagem pode lhe auxiliar. Se possui um computador com uma placa de vídeo NVidia, instale os drivers como no artigo acima, isso vale para utilizadores de placas AMD ou até mesmo APUs, ou processadores Intel (sem uma GPU offboard), contudo nestes casos a versão do Mesa Driver deve ser a mais atual (prefiro utilizar as últimas versões estáveis, e nada de tentar instalar driver da Nvidia em uma AMD ou processador Intel… Parece besteira, mas já recebi pedidos de ajuda por conta dessas gafes).

O Lutris também é o fiel escudeiro de todo gamer Linux, claro os que jogam títulos disponíveis para Windows. Temos um artigo demonstrando sua instalação.

A mágica do shell script


Que tal automatizar a instalação do Wine, do Vulkan, do Lutris e diversas bibliotecas exigidas para o bom funcionamento da Battle.Net no Linux? Você pode fazer os procedimentos manualmente ou seguindo os artigos que escrevemos no Diolinux. 

Pensando em sua comodidade, disponibilizamos um script para configurar de forma automática o Wine, Lutris, Vulkan e demais libs. Se você já tem o Driver de vídeo configurado, no caso das NVidias e o Mesa Driver para os demais. Basta, executar o script e esperar a mágica acontecer. Depois só nos resta instalar a Battle.Net, diretamente do Lutris.

Este script adiciona o repositório PPA do Lutris e o repositório do Wine, posteriormente instalando não só o Lutris em si, mas também o Wine, com adições de alguns pacotes indicados para rodar games que usem Vulkan, DXVK ou D9VK (libvulkan1 32 e 64 bits), além de adicionar alguns pacotes extras para garantir a compatibilidade com o lançador da Battle.Net.

Baixe o script diretamente do repositório do Diolinux no Github, clicando no botão “Clone or download”.

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Extraia o arquivo ZIP, entre no diretório que será criado de nome “Lutris-Wine-BattleNet-master”. 

Clique com o botão direito do mouse em cima do script, “Lutris+Wine+BattlNet.sh”, acesse a opção “propriedades” e marque a opção que permite a execução do arquivo como um programa na aba “Permissões”. Isso no caso do Ubuntu, utilizando o Nautilus, em outros ambientes gráficos os passos podem ser um pouco diferentes.

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Agora clique dentro do Nautilus, ou seu gestor de arquivos, com o botão direito do mouse (você deve clicar em algum espaço vazio, não em cima dos arquivos) e vá à opção “Abrir no terminal”.

Se você não permitiu a execução do script, conforme mencionei anteriormente um passo extra será exigido. Dar essas permissões.

sudo chmod a+x Lutris+Wine+BattlNet.sh

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Para executar o script utilize o comando abaixo, digite sua senha e espere a mágica acontecer (conexão com a internet é exigida).

./Lutris+Wine+BattlNet.sh
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Instalando a Battle.Net


Já configuramos tudo, só basta instalar o launcher da Blizzard. O Lutris é bem prático neste quesito e também automatiza tudo. Existem duas formas de instalar programas ou jogos no Lutris.

A primeira é acessando diretamente a página do programa em questão no site do Lutris, e clicar em “Install”.

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Um pop-up irá abrir, informando que este link precisa de um programa para ser aberto. Abra o link e ele vai te direcionar ao Lutris instalado em seu sistema.

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Outra forma é pesquisando diretamente no software do Lutris em seu computador por “Battlet.Net”, logo após clicar em “Install”.

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Algumas opções aparecerão, clique novamente em “Install” para versão “Standard”.

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Confirme o local da instalação.

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Caso o Lutris aconselhe a instalação do “Wine Mono”, instale o complemento.

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Aguarde o procedimento findar, isso dependerá de sua conexão com a internet.

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Daí em diante você pode proceder normalmente, como faria no Windows ou macOS, escolhendo seu jogo e efetuando a instalação.

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Você costuma jogar muito? Talvez irá gostar dos tutoriais ensinando a instalar a Epic Games Store ou a Uplay no Linux.


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Novo tema claro do Ubuntu não será mais o padrão na versão 19.10

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Há alguns dias postamos aqui no blog um artigo sobre o novo tema claro do Ubuntu. No artigo, relatamos os planos dos desenvolvedores de trazer o novo tema como padrão no Ubuntu 19.10. Planos esses que, por dificuldades técnicas, acabaram de mudar.

novo-tema-claro-ubuntu-nao-sera-padrao-na-versao-19.10

A criação da nova variação clara do tema Yaru veio um tanto quanto tardia no desenvolvimento do Ubuntu 19.10. Apesar de que, aos olhos mais leigos, parece uma mudança simples de ser feita. Alterar a cor das “headerbars” de cinza para branco exige muito mais trabalho do que parece.

O tema do sistema tem que ser capaz de se integrar de forma, no mínimo coerente, com milhares de aplicações diferentes, das quais apenas uma pequena parte segue os padrões de design do GNOME. É realmente bastante fácil, “somente” alterar a cor de cinza para branco, qualquer usuário com conhecimentos mínimos pode alterar a cor através dos arquivos do tema. O difícil e muito trabalhoso, é fazer com que essa nova cor, designs, efeitos de botões e menus, se adaptem perfeitamente ao maior número possível de aplicações e todo o sistema. Dito isso, fica clara a razão pela qual os planos de trazer o novo tema como padrão na próxima versão não deram certo.

Já está definido que o tema que virá por padrão na versão 19.10 será uma versão atualizada e levemente modificada do Yaru Ambience, que é o tema padrão do Ubuntu desde a versão 18.10.

Mas se você é uma das muitas pessoas que estavam animadas com a chegada do novo tema, não desanime! A nova versão clara do tema Yaru ainda estará disponível no Ubuntu 19.10. Apenas, não como padrão. Com o auxílio do GNOME Tweaks (Ajustes) será possível alternar entre as variações do Yaru: ambience, dark, e a nova versão light. O objetivo continua o mesmo, tornar o tema “light” padrão. Porém, apenas no Ubuntu 20.04.

Na minha opinião, a mudança de planos de quando o “Yaru light” se tornar o tema padrão é completamente aceitável. É preferível prorrogar o prazo e lançar um software melhor acabado, do que cumprir o primeiro prazo estipulado e entregar um produto cheio de erros, e não completamente funcional.

Você estava ansioso com a chegada no “Yaru light” como tema padrão? O quê você pensa sobre a recente mudança nos planos? Conte-nos nos comentários.

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Lançada a nova versão do Nitrux, a distro Linux focada em AppImage

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terça-feira, 1 de outubro de 2019

O Nitrux é um sistema baseado em Linux que faz uso de tecnologias do KDE e Qt. A distribuição traz diversas peculiaridades, a começar por sua escolha em focar no formato de empacotamento para software AppImage. Mesmo sendo baseado no Ubuntu, não espere encontrar o APT nessa distribuição e em seu lugar existirá o AppImage CLI Tool para gerenciar os AppImages.

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Seu Desktop environment é o KDE Plasma 5, mas com algumas modificações. Não chega a ser um novo ambiente gráfico, mas dá uma identidade própria para distro. Essa customização é denominada pelo projeto de NX Desktop, contudo eles reforçam que não se trata de um fork, uma nova DE ou algo do tipo, apenas o bom e velho KDE Plasma. Adiante um vídeo da versão 1.0.16 feito pelo pessoal do Linux Scoop.


Muitas outras características interessantes, como: o znx, MauiKit e VMetal estão presentes. Falando do VMetal, especificamente, fiquei atraído por sua performance durante a execução do Windows 10 em paralelo com o Nitrux. O projeto promete, e quem sabe a execução de softwares do Windows, digamos que programas da família Adobe, possam ser realidade. Obviamente, sem o auxílio de tecnologias como Wine, Proton, etc. Veja abaixo um vídeo demonstrando o Windows sendo executado sob o Nitrux.


Caso tenha se interessado pelo VMetal, acesse a postagem da equipe do Nitrux detalhando os testes e o desenvolvimento do projeto. Vale ressaltar que algumas interfaces de suas aplicações são desenvolvidas pelo Nitrux utilizando a framework MauiKit, a loja é um exemplo.

Nova versão lançada!


O anúncio do lançamento do Nitrux 1.2.1 foi realizado diretamente em seu perfil oficial do Twitter, indicando a disponibilidade do sistema e seu suporte e FAQ. Além de incentivar o download.

Acesse o site oficial do Nitrux para obter mais informações sobre o projeto, adianto que as versões estáveis só podem ser baixadas mediante uma contribuição e as versões em desenvolvimento podem ser experimentadas sem nenhuma restrição.

Site oficial do Nitrux, FAQ em espanhol para esclarecimento de dúvidas.

Já conhecia o Nitrux? É incomum ver uma distribuição utilizando AppImages no lugar de um gerenciador de pacotes ou quem sabe um Flatpak da vida. 

Particularmente o que me atrai é o VMetal, esse me chama muito atenção. Quando um dos responsáveis pelo Nitrux, o Uri Herrera, fez a postagem no Medium fiquei impressionado.

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Fonte: Nitrux.
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PhotoGIMP agora está disponível em Snap

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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

O PhotoGIMP é um patch criado com o intuito de facilitar a migração de pessoas habituadas com o ecossistema da Adobe, porém, que desejam utilizar um software livre e sem atuar na ilegalidade (não é incomum usuários possuírem a versão crackeada do Photoshop).

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Como todo programa de código aberto, o GIMP é plenamente customizável e permite inúmeras modificações em sua interface e comandos internos. O projeto PhotoGIMP é de autoria do Dionatan Simioni, o responsável pelo Diolinux (o “manda chuva” 😁️😁️😁️), mas com o tempo, novos colaboradores se juntaram e contribuíram com o projeto.

Esse é o caso do Felipe Cereda, design e profissional conhecido pelos usuários Linux aqui no Brasil, que criou a arte da Splash Screen (aquela telinha que aparece, quando o programa está iniciando).

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Agora em 2019, graças ao Pedro Marinho, o PhotoGIMP chega à Snapcraft. Anteriormente o PhotoGIMP, que era apenas um patch, tinha que ser aplicado manualmente em uma instalação do GIMP. Caso queira fazer o procedimento manualmente, acesse essa postagem com todo passo a passo.

Algumas novidades da versão em Snap


Não é mais necessário ter uma versão do GIMP pré-instalada no sistema, porém, o PhotoGIMP continua sendo o “GIMP”, mas sendo instalado como um programa. Pedro Marinho passou a ser o responsável por manter o pacote Snap no repositório da Canonical e o código fonte pode ser encontrado diretamente em seu Github.

Incentivamos que todo e qualquer bug encontrado no PhotoGIMP via Snap, seja relatado no Github do Pedro, assim as devidas correções poderão ser lançadas.

Tive o prazer de criar uma logo para o PhotoGIMP, algo que remetesse ao GIMP e que mantivesse a personalidade do projeto. Não sou tão experiente, como o Cereda, mas foi interessante compor o visual do ícone.

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Também modifiquei a tela de Splash Screen, utilizando a criada pelo Cereda, adicionando pequenas alterações sem influenciar tanto em seu trabalho. 

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Obviamente que os atalhos e disposição das ferramentas foram alteradas, em comparação com o GIMP, para facilitar e simplificar ao máximo aos usuários que utilizavam o Photoshop.

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Perceba na imagem acima, que apenas as ferramentas mais usuais na edição de imagem estão presentes por padrão. Elas continuam a existir, todavia a lógica de organização foi pensada para remeter ao software da Adobe.

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, com menos ferramentas visíveis e sem poluir a interface. Tanto o painel de camadas e canais estão localizados na mesma região que é encontrado no Photoshop, como a adição de uma aba para seleção de fontes.

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Lembrando que esses ajustes também estão presentes no patch de modificação, que serve tanto para o GIMP no Linux, como no macOS e Windows. A vantagem do PhotoGIMP via Snap, é manter todas essas modificações à parte de outra instalação do GIMP e a facilidade de instalar sem precisar modificar nada manualmente. Atualizações futuras chegarão automaticamente, ao fazer o update do pacote. Em algumas distribuições, como o Ubuntu, tudo será atualizado automaticamente.

Instalação PhotoGIMP via Snap


O Snap já vem configurado por padrão no Ubuntu, sendo assim, basta pesquisar diretamente na loja por: “PhotoGIMP” e instalar o app. Demais sistemas baseados em Linux podem ser configurados para utilização de programas neste formato, acessando este link.

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Instalar utilizando o terminal também é uma opção. Se prefere assim, use o comando a seguir:

sudo snap install photogimp

Remover via terminal é bem simples.

sudo snap remove photogimp

Por fim, fica meu agradecimento especial ao Dionatan Simioni por possibilitar a minha singela contribuição com o projeto. Reforço que, quando possível, recorram ao mantenedor do pacote Snap, o Pedro Marinho em seu Github (sem ele não existiria o PhotoGIMP via Snap). Todo esse trabalho é empregado em nome do espírito de colaboração Open Source. Acredito que muitas pessoas podem ser auxiliadas com essa iniciativa do Diolinux.

OBS.: Você não precisa instalar ou possuir outra versão do GIMP em seu sistema, caso opte pelo PhotoGIMP via Snap. O pacote já é o programa com o patch aplicado.

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Microsoft lança a nova versão de sua plataforma de desenvolvimento Open Source

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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

O .NET Core é uma plataforma para desenvolvimento de aplicações web, desktop, IoT, mobile e jogos, desenvolvida pela Microsoft. Compatível com Windows, Linux e macOS, é oferecido sob a licença MIT, sendo assim de código aberto e disponível no Github.

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Anunciado em 2014, o .NET Core veio como a solução Open Source do já conhecido .NET Framework, esse sim proprietário.

Com uma semana repleta de anúncios da Microsoft para seus desenvolvedores, sua fonte Cascadia Code é um exemplo. O .NET Core 3.0 vem com diversas melhorias, conforme é apresentado em seu anúncio oficial: 

“Temos o prazer de anunciar o lançamento do .NET Core 3.0. repleto de melhorias, incluindo a adição de Windows Forms e WPF, a adição de novas APIs JSON, suporte ao ARM64 e melhoria do desempenho geral. O C# 8 também faz parte desta versão, que com fluxos anuláveis, assíncronos e mais padrões. O F# 4.7 está incluso e focado em descomplicar a sintaxe utilizada no .NET Standard 2.0”.

O lançamento é compatível com versões anteriores, facilitando a atualização das aplicações. A nova versão promete maior desempenho, suporte às linguagens de programação C# 8 e F# 4.7, APIs JSON, redução no uso de memória com um garbage collection mais eficiente, inclusão padrão de executáveis nos aplicativos, suporte a novos chips ARM, aprimoramento no desempenho do framework via contêineres, entre outras novidades.

Para usuários do Visual Studio, a Microsoft informa que, basta atualizar a IDE para obter automaticamente a última versão do .NET Core.

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Sistemas suportados pela plataforma


O .NET Core 3.0 é suportado nos seguintes sistemas operacionais:

  • Alpine: 3.9+
  • Debian: 9+
  • openSUSE: 42.3+
  • Fedora: 26+
  • Ubuntu: 16.04+
  • RHEL: 6+
  • SLES: 12+
  • macOS: 10.13+
  • Windows: 7, 8.1, 10 (1607+)
  • Windows Server: 2012 R2 SP1 +

Nota: Os aplicativos Windows Forms e WPF funcionam apenas no Windows.

Os chips suportados pela tecnologia são:

  • x64 no Windows, macOS e Linux;
  • x86 no Windows;
  • ARM32 no Windows e Linux;
  • ARM64 no Linux (kernel 4.14+).


Para mais detalhes técnicos, pontuando cada melhoria e novas adições ao framework, acesse o anúncio oficial no blog de desenvolvedores da Microsoft.

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Fonte: Microsoft.
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Zorin OS 15 Education Edition é lançado

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O Zorin OS é focado em usuários comuns e visa simplificar os processos, sendo jus ao seu propósito. Seu ambiente gráfico pode lembrar em muito a usabilidade de sistemas como o Windows 7, e um visual que remete ao Windows 10. A estratégia é clara: atrair usuários do sistema mais utilizado em desktops.

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Não faz muito tempo em que o Zorin OS 15 foi lançado, isso no início de Junho deste ano. Agora aproveitando toda a estrutura do sistema, sua “vertente” educacional é lançada.

O Objetivo continua ser prático, no entanto, para escolas e outras instituições de ensino, que possam ter um sistema poderoso e gratuito. Uma sólida seleção de softwares foram adicionadas ao Zorin OS Education Edition, e segundo seus responsáveis, a alternativa de código aberto é dotada dos melhores e mais recentes softwares, para impactar diversos níveis do aprendizado.

“Temos o prazer de anunciar o lançamento do Zorin OS 15 Education. Ele combina o melhor software e o mais recente, com aplicativos educacionais que tornam o aprendizado eficiente e mais impactante nos níveis pré-escolar, primário, secundário e terciário. Ajuda a preparar os alunos com as habilidades necessárias para entender o mundo de hoje e construir o mundo de amanhã”.

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Como mencionado anteriormente, diversos programas com uma proposta educacional foram adicionados a essa versão. Chidsĺay e eduActiv8 incluem jogos educativos para crianças em

idade pré-escolar e do ensino fundamental. Musescore é focado no ensino musical e o Scratch 3 foi adicionado para oferecer aos alunos um ambiente que lhes proporcionem os primeiros contatos com a programação.

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Já os professores poderão utilizar o aplicativo Veyon, que oferece visibilidade do que cada aluno está fazendo em seus computadores em sala de aula. Caso seja necessário, o professor pode espelhar a tela ou remotamente acessar a maquina de seus alunos e auxiliar durante suas aulas.

Temos um vídeo demonstrando o Zorin OS 15, que é baseado na versão 18.04 LTS do Ubuntu e terá suporte de atualizações de segurança até 2023. 



O download da versão educacional pode ser efetuado por meio deste link.

Não sou fã de soluções educacionais, devido a erros cometidos por várias distribuições no segmento, contudo atualmente existem boas alternativas e o Zorin OS 15 me parece ser uma delas.

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Fonte: Zorin Group.
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