Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador Ubuntu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ubuntu. Mostrar todas as postagens

Como fazer Dual Boot entre Ubuntu e Gentoo

Nenhum comentário

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

O Gentoo para muitos é uma distro que instiga o aprendizado, funcionando quase como uma "meta" para se completar enquanto se usa Linux. Por diversos motivos, pode ser insteressante usar o Gentoo em Dual Boot com outra distro, como o Ubuntu, ao menos enquanto você "constrói" o seu sistema.

Ubuntu e Gentoo em Dual Boot






Para facilitar a sua vida, o nosso amigo Marcos, do canal Terminal Root, realizou um incrivelmente detalhado tutorial sobre o assunto, eliminando as suas possíveis dúvidas e problemas. Você pode conferir o vídeo completo aqui:


Caso tenha restado alguma dúvida, entre para a nossa comunidade no Diolinux Plus, lá é o lugar ideal para tirar as suas dúvidas, ensinar e aprender.

Aproveitando a deixa


O pessoal do Terminal Root produz muitos cursos e material interessante, de altíssima qualidade e orquestrado por pessoas extremamente competentes, inteligentes e de confiança. É um combo raro, nao?  

Temo um uma MEGA PROMOÇÃO rolando . Na promoção você irá adquirir e baixar todo o material para o seu computador por apenas R$ 129,90 , o que inclui todos os cursos: 
  • Vim;
  • Shell Script do Iniciante ao Avançado;
  • Sed;
  • Expressões Regulares
  • e Shell Script Extremamente Avançado.
Para adquirir tudo pelo preço diferenciado acesse o link:

Saiba mais: http://terminalroot.com.br/promo

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Ícones Yaru do Ubuntu podem receber um "leve redesign"

Nenhum comentário

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Parece que o Ubuntu ainda está revendo seu design atual, com um pack de ícones “controverso”, que tenta propor um design novo, porém ao mesmo tempo sem descaracterizar os ícones de terceiros, o tema de ícones Yaru vem “lutando” entre manter os ícones num estilo meio quadrado/arredondado e usar os ícones oficiais de apps de terceiros.

redesign-novos-icones-yaru-ubuntu-suru

Recentemente a equipe de designers da Canonical estava desenvolvendo uma solução para tal paradigma, até noticiamos sobre a mesma, num post bem interessante, entretanto ao que parece, a investida de criar um script que automatiza a padronização dos ícones de terceiros sem agredir sua identidade visual, talvez não seja a melhor solução.

É notório o desagrado de alguns usuários sobre esse novo rumo e design dos ícones Yaru, um ícone mais quadrado mantendo todos apps num padrão visual, é condizente com as aplicações nativas ao sistema, o “desfalque” começa quando instalamos vários softwares de terceiros, descaracterizando uma harmonia visual com ícones quadrados e alguns fora do padrão. Se por um lado mudar os ícones dos softwares como Firefox, Spotify, Skype, Discord etc; Pode matar a identidade visual proposta por seu fabricante, manter todos os ícones do sistema num padrão e outros sem, parece algo contraditório, e a equipe do Yaru vem tendo grandes dificuldades com o desfecho desta questão.

Ícones Yaru junto a softwares de terceiros (Atual)


icones-yaru-ubuntu-suru-atual

E qual a solução, afinal? Não existe algo finalizado. Os designers, ao que tudo indica, estão começando a desistir desta ideia de “ícones quadrados”, e começaram a experimentar outras formas de desenhos, misturando objetos quadrados, retangulares e circulares no mesmo tema. Um fork do Yaru foi criado, e testes estão sendo feitos, com tais experimentações de formatos diversificados, contudo, sem perder a premissa de identidade visual e consistência dos ícones originais de aplicações de terceiros.

Ícones Yaru junto a softwares de terceiros (Em testes)


icones-yaru-ubuntu-suru-teste

Ainda em fase de testes


Por ser algo relativamente novo, os ícones obviamente não estão todos prontos, e nem a ideia foi tomada como decisão final, a discussão ainda continua: Qual a melhor decisão a ser tomada? Ao que parece, “pelo andar da carruagem”, este será o caminho tomado pela equipe do Yaru.

Se você é um apressadinho (ou curioso 😂😂😂), e gostaria testar os ícones com esse novo redesign, basta instalar via snap, ou substituir, caso tenha ele instalado.

Instalando os ícones, caso não tenha a versão estável

snap install communitheme --channel=edge/yaru-pr1209

Substituindo os ícones pelo “redesign”

snap refresh communitheme --channel=edge/yaru-pr1209

Voltando para versão estável

snap refresh communitheme --stable

Para remover basta substituir o parâmetro “install/refresh” pôr “remove”.

Torne como padrão o tema de ícones Yaru através da aplicação “gnome-tweak-tool”, você pode instalá-lo via terminal com o seguinte comando:

sudo apt install gnome-tweak-tool

Ou via interface gráfica, para isso abra a loja e pesquise por “ajustes do GNOME” e instale o app.

gnome-ajustes-ubuntu-temas-icones-loja

Execute o mesmo pesquisando no menu do Ubuntu por “ajustes do GNOME”, abra o programa e na aba “Aparência”, selecione na opção’ Ícones” o tema Yaru, que estará com o nome “Communitheme”.

gnome-ajustes-ubuntu-temas-icones-configurando

Conforme os designers forem atualizando o pack de ícones, você também receberá as modificações normalmente por atualizações do sistema.

E você, curtiu esse “redesign” no tema de ícones Yaru? Particularmente uso uma customização que fiz mesclando o Suru + Yaru, e agora com essa nova opção, estou pensando em dar um upgrade e substituir os ícones que não achei legal. 

Deixe nos comentários o que achou deste caminho traçado pela equipe de arte do Ubuntu, ou se prefere os ícones padrões do Gnome etc.

Até o próximo post, te aguardo aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Ubuntu é um sistema seguro?

Nenhum comentário
Não é difícil encontrar usuários que descobriram o Linux através do Ubuntu, por ser uma das distribuições Linux mais famosas do mundo, o sistema da Canonical é sinônimo de Linux para muitos usuários, e não apenas utilizadores comuns, englobando vários profissionais de TI, porém em tempos que a questão segurança vem como pauta obrigatória, será que o Ubuntu é uma alternativa segura? É isso que vamos falar a seguir.

ubuntu-seguro-linux-virus

Distribuições Linux são uma ótima maneira de se proteger, ou até mesmo, se livrar de certos paradigmas comuns no mundo Windows, como toolbars, softwares que você nem percebe que sorrateiramente se instalaram no sistema ao instalar um outro programa, malwares que nem sempre são identificados pelos antivírus, a própria “obrigatoriedade” de ter um programa dessa natureza para evitar infecção no sistema, entre outras coisas.

Observe que como qualquer sistema operacional, distros Linux estão sujeitas a serem infectadas por softwares maliciosos, se quer saber um pouco mais sobre o tema, acesse a postagem que abordamos a fundo tal questão. Recentemente postamos sobre um vírus minerador que afetava servidores Linux, entretanto ao ler tais notícias observará que sempre são casos específicos que se aproveitam de alguma brecha: um bug em algum software, permissão de usuário administrativo para execução do malware, e na maioria esmagadora, após a identificação do erro, uma atualização com a correção é lançada.

Outro ponto interessante é o sistema ter seu código aberto, dando maior liberdade e possibilitando contribuições, seja de possíveis bugs e vulnerabilidades encontradas, como sugestões para melhora de performance e segurança. Por ser um sistema altamente utilizado, tais contribuições não partem apenas de desenvolvedores da comunidade, mas de empresas que estão interessadas em sua segurança e estabilidade. A maior parte desses benefícios são ganhos através do uso do kernel Linux, em sua composição, contando com gigantes do mundo da tecnologia investindo massivamente em sua evolução.

Ubuntu um sistema seguro e utilizado globalmente 


O Ubuntu por ser uma distribuição Linux, possui todas essas vantagens, com características atrativas para usuários que prezam pela segurança, outro ponto interessante é que o mesmo possui certificação EAL2, um padrão internacional (ISO /IEC IS 15408) reconhecido em 30 países, membros da CCRA, hub global para indústrias em tecnologia, marketing, acreditação e educação. Sem essa certificação sistemas operacionais são impedidos de serem implementados em instituições financeiras e organizações que gerenciam dados confidenciais, então podemos observar que o Ubuntu é uma ótima e segura alternativa, dono de uma certificação com reconhecimento global.

Sistema e usuário agindo em conjunto


Claro que a segurança não é algo unilateral, e o utilizador do sistema terá que fazer sua parte, evitando softwares de fontes desconhecidas, atualizando regularmente seu sistema entre outras boas práticas, exemplo de empresas que usam Ubuntu não faltam, e sem sombra de dúvidas que para o usuário comum, ele é seguro e robusto.

E você utiliza ou já utilizou o Ubuntu? Deixe nos comentários suas experiências com o sistema, e se alguma vez já foi infectado por algum software malicioso no Linux. 

Te espero aqui no blog Diolinux, até a próxima, e não se esqueça de compartilhar os projetos “Diolinux” SISTEMATICAMENTE! 😎

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


APT não será substituído pelo Snap no Ubuntu. Mas deveria?

Nenhum comentário

sábado, 23 de fevereiro de 2019

É evidente que nos últimos anos a Canonical, empresa por trás do Ubuntu, vem empregando esforços para popularidade de seu formato de pacotes, o Snap. Recentemente um usuário do Launchpad propôs uma ideia, na qual supostamente Mark Shuttleworth, criador do Ubuntu, “pareceu aprovar”.

apt-snap-ubuntu

Novos formatos de empacotamento estão ganhando mais e mais espaço no mundo Linux, a ideia de tornar o sistema à parte de suas aplicações, e assegurar atualizações de pacotes sem o risco de quebrar o sistema, tem atraído muitos usuários, além da praticidade de não se preocupar com erros de dependências.

No cenário atual 3 alternativas estão em alta, o Flatpak, Snap e AppImage, não existe uma métrica para saber qual é o formato mais adotado, ficando apenas no campo da especulação e observação, porém é notório que diversas distribuições estão trazendo o Flatpak por default, enquanto o Snap parece fazer sucesso entre empresas, a exemplo o Spotify e Microsoft. 

Snap no lugar do APT


Por ser “filho do Debian”, o Ubuntu herda diversas características do sistema na qual é baseado, e seu gestor de pacotes o APT é uma destas características. 

No Launchpad da Canonical, site utilizado para diversas rotinas do Ubuntu como: gerenciamento de pacotes, registro de bugs, traduções, times de desenvolvimento, etc; Um usuário, sugeriu que o APT poderia ser substituído pelo Snap, e observou alguns pontos interessantes.

Segundo ele, gerenciadores de pacotes como o APT, em algumas ocasiões podem ser difíceis de configurar, e nem sempre possibilitando a atualização de uma nova versão por conta do risco de pacotes quebrados, logo o Snap seria um ótimo substituto, afinal para atualizar todo um sistema para uma nova versão, bastaria um simples “sudo snap install versão-do-ubuntu”, sem riscos de quebras de pacotes. As atualizações seriam mais dinâmicas, possibilitando updates de softwares e do próprio sistema, sem a necessidade de incomodar o usuário, pois mesmo em segundo plano tais mudanças não afetariam o uso do SO.

Porém, devemos lembrar que para isso, a adoção do Snap deve ser maior, programas como o QT Creator, Google Chrome, ainda não existem neste formato, e mesmo possuindo diversos apps como o Firefox, Telegram, WPS Office entre outros, o número ainda é inferior comparado aos formatos tradicionais de distribuição de programas. 

Mudança do apt para o Snap em definitivo é Fake


Toda essa história não passa de uma fake news, isso mesmo, no mundo da tecnologia existem pessoas dispostas a disseminar falácias como verdade.

Alan Pope um dos membros da equipe da comunidade do Ubuntu veio a público através do Twitter para pronunciar-se sobre o assunto, ele explica que qualquer um pode criar uma conta no Launchpad e criar “blueprints” (que são essas sugestões), e que isso é uma parte da comunicação entre Ubuntu e sua comunidade, entretanto a equipe do Ubuntu usa essas sugestões como uma ferramenta de planejamento, apesar disso, isso não significa que o APT será substituído pelo Snap, afinal, nem toda as sugestões são acatadas.

E se isso fosse verdade?


Hipoteticamente sem o APT no Ubuntu, o sistema da Canonical poderia se tornar “um híbrido” de rolling release com o atual modelo, contudo sem exigir a formatação do sistema a cada LTS, mesmo que mantivesse essa lógica de funcionamento.

Caso essa decisão fosse precipitada, inúmeros apps poderiam estar fora dos repositórios do Ubuntu, prejudicando seus usuários, talvez Mark esteja esperando a hora certa para dar ”um passo de cada vez”. 

A tecnologia evolui, e quem não acompanha pode ficar desorientado em meio às novidades e avanços na gestão e desenvolvimento de softwares, soluções como OStree e o swupd, inegavelmente são o futuro (e por que não o presente?), do gerenciamento de atualizações. 

Tais tecnologias trazem vantagens e eliminam os riscos de erros e quebras de sistema durante as atualizações, garantindo uma infra-estrutura imutável e confiável, sistemas como Endless OS, Clear Linux e o Fedora Silverblue, valem-se de tais tecnologias e muitos profissionais atestam que assim como os contêineres, esse formato será o padrão do mercado. 

Infelizmente ou felizmente (depende do teu ponto de vista 😂😂😂) essa história não passou de uma fake news.

Em pleno 2019, as notícias falsas ou desatualizadas e tidas como atuais, estão se tornando rotina no mundo da tecnologia, a melhor coisa que você pode fazer ao se deparar com algo do gênero é: “Sair no Facebook e Twitter espalhando para geral!?”, claro que não! Simplesmente ignore e não faça marketing para tais conteúdos. Esse post foi apenas uma forma de demonstrar como tais boatos se espalham, e lhe dar um conselho para não compartilhar tais notícias. 

Não estamos livres em cair em eventuais histórias da Carochinha, todos somos fadados ao erro, então ao ver uma matéria falando asneira e espalhando fake news, a melhor coisa a se fazer é mandá-la para o limbo, não comente ou repasse, deixe que a desinformação “morra na praia”. 

E você o que acha de toda essa história de fake news no mundo Linux? Seria uma possibilidade o APT ser substituído no Ubuntu? Ou acha que foi uma “viagem na batatinha”?

Deixe nos comentários sua opinião, claro, respeitando o posicionamento alheio.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer

Nenhum comentário

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Já não é novidade que a Microsoft vem se aproximando do Linux e do Open Source, pode ser com a liberação de mais 60k de patentes ou na criação de sistemas operacionais como o Azure ou com o WSL (Windows Subsystem for Linux). E mais uma novidade vem por aí.

 Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer






Windows Explorer com mais capacidades


Em uma postagem feita em seu blog oficial, no dia 15 Fevereiro (2019), feita por Craig Loewn, Gerente de Projeto para WSL, a Microsoft fez os anúncios das novidades. Nesta postagem, Craig fala também em melhorias no gerenciamento e configuração na utilização da linha de comando.

Acessar arquivos do Linux pelo Windows, antigamente poderia acarretar na perda dearquivos e corrupção de dados, ou menos na inacessibilidade completa, o que será possível agora  sem esses contratempos, pontua Craig.

A implementação é feita atualmente pelo WSL


Para acessar os arquivos do Linux, basta abrir a sua distro favorita e conferir se você está  no diretório /home. Com isso basta digitar o seguinte comando:

explorer.exe.



Com isso, você pode acessar os seus arquivos normalmente e fazer as tarefas normais, como copiar, colar, arrastar arquivos para outros locais. Além de poder usar o menu do VSCode no diretório do WSL.



Na parte da linha de comando, você pode encontrar os arquivos com o seguinte comando:

\\wsl$\<running_distro_name>\

No exemplo abaixo, foi usado o Debian.



Para conferir o post completo e com mais informações, você pode acessar o seguinte link.

Ainda fica a questão das capacidades do Explorer de conseguir acessar partições reais de uma distro Linux em dual boot com o Windows, mas em tese, se há essa capacidade no gerenciador de arquivos do sistema da Microsoft dentro do WSL, fazer isso funcionar fora dele, para leitura de pelo menos o sistema de arquivos EXT4, parece um passo plausível.

Espero você no próximo post, forte abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


OneDrive da Microsoft pode chegar ao Linux pelo Insync

Nenhum comentário

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

A empresa por de trás do app responsável por termos o Google Drive no Linux, com um cliente tão bom quanto ou até melhor que o da Google, agora está planejando trazer mais um “peso-pesado” para o mundo do pinguim, o OneDrive.


 OneDrive da Microsoft pode chegar ao Linux pelo Insync






Eles lançaram uma nova sessão no site deles, onde você pode se cadastrar e entrar na fila para a versão beta com o suporte, você pode acessar o link aqui.

Antes dessa novidade vinda do pessoal do Insync, o pessoal que usa Linux e queria utilizar o OneDrive tinha algumas soluções, mas nem sempre do seu agrado. Como usar via linha de comando ou usando via navegador, ou ainda, através de um cliente como o SME, mas sabemos o quanto um App de sincronização assim pode ser útil, ainda que o SME faça isso também,mas de outra forma.





Com esse suporte do OneDrive vindo para o Insync, teremos as mesmas facilidades que temos ao utilizar com contas Google, como:

- Selecionar quais arquivos você vai sincronizar;
- Sincronizar dos arquivos em várias plataformas (Linux, Windows e macOS);
- Gerenciar os arquivos com uma interface amigável e fácil;
- Sincronizar bilateralmente, localmente para nuvem e vice-versa;
- Sincronizar múltiplas contas em um mesmo lugar.

Com essa chegada, mais uma lacuna será preenchida, um cliente do OneDrive para Linux, mesmo que não seja da Microsoft, é bem-vindo e acontecerá em breve.

Espero você no próximo post, forte abraço.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Ubuntu 18.04.2 LTS está no meio de nós, baixe agora mesmo!!!

Nenhum comentário
A primeira atualização grande no Ubuntu 18.04 LTS, veio em 26 de Julho  do ano passado (2018), trazendo correções de bugs, melhorias, novidades e aperfeiçoamentos na interface do sistema. Como noticiamos semana passada, a segunda grande atualização chegaria no dia 14 de Fevereiro. Confira.








Essa atualização trouxe algumas mudanças no sistema, e as principais foram:
● Nautilus 3.26.4
● GNOME Shell 3.28.3
● Kernel Linux 4.18.0-15

Podemos ver que algumas mudanças que achamos que iriam vir, realmente vieram, como uma versão nova do Kernel e uma versão atualizada do GNOME, não sendo a 3.30 como esperávamos, mas nada que updates futuros não façam isso.

Outras melhorias foram:

● Correções dos erros de instalação;
● Correções de bugs;
● Correções referentes ao Desktop, como Xorg, GNOME, Nautilus e etc;
● Melhorias de suporte do Kernel a Hardwares mais recentes;
● Fim do suporte a arquitetura de 32 bits.

Se você quiser ver todas as melhorias implementadas no Ubuntu 18.04.2 LTS, você pode acessar esse link e conferir.

Baixar a ISO do novo Ubuntu, basta clicar na imagem abaixo


Espero você no próximo post, forte abraço.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Como instalar o VirtualBox 6.0 no Linux

Nenhum comentário

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Hoje você aprenderá a instalar a ferramenta de virtualização de sistemas, Virtualbox, confira o passo a passo e aprenda a usar o recurso para o seu trabalho ou estudo.

oracle-virtualbox-vbox-linux-ubuntu-mint

O VirtualBox é uma ótima ferramenta para estudos ou até mesmo testes, é comum profissionais de TI e entusiastas utilizarem softwares de virtualização para simular um comportamento, aprender algo novo, ou simplesmente conferir um SO.

Veja o vídeo a seguir e entenda um pouco sobre virtualização de sistemas.


Antes de partir propriamente para instalação, e pôr as “mãos na massa”, confira um pouco das novidades contidas a partir da versão 6.0 do VirtualBox.


  • Exportação de máquinas virtuais para Oracle Cloud Infrastructure;
  • Suporte a gráficos 3D para VMs do Windows;
  • Introdução de um novo gerenciador de arquivos, que permite copiar arquivos entre VM e host;
  • Suporte a resoluções HiDPI aprimorada;
  • Suporte ao acesso de discos convidados pelo host em sistemas macOS;
  • Nova interface da aplicação;
  • E muito mais…

Pré-requisitos para instalação do VirtualBox 6.0 


Em primeiro lugar vamos instalar alguns pacotes, caso ainda não estejam instalados em seu sistema. O procedimento pode ser feito via terminal ou via Synaptic, para adicionar tais softwares a sua distro.

Os seguintes pacotes serão instalados: gcc, make, linux-headers-generic e o dkms

Você poderá instalar cada pacote com o Synaptic, conforme a imagem abaixo, ou utilizar os referentes comandos no terminal:

sudo apt update 

sudo apt-get install gcc make linux-headers-$(uname -r) dkms

synaptic-virtualbox-vbox

Outro passo importante é remover a versão anterior ao VirtualBox 6.0, se por algum motivo a tenha instalado no sistema, podendo ser feito por interface gráfica ou via comando.

sudo apt remove virtualbox virtualbox-5.2

Baixando e instalando o VirtualBox 6.0


Neste ponto cabe uma observação. Existem duas maneiras de se instalar o VirtualBox direto do site em seu sistema, adicionando o repositório oficial ou efetuando o download do arquivo “.deb”, irei demonstrar ambas.

Adicionando o repositório do VirtualBox em seu Ubuntu, Linux Mint e derivados


Execute o comando para adicionar a chave do repositório ao seu sistema.

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox_2016.asc -O- | sudo apt-key add -

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox.asc -O- | sudo apt-key add -

Adicione o repositório com os pacotes do VirtualBox.

sudo sh -c 'echo "deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian $(lsb_release -sc) contrib" >> /etc/apt/sources.list.d/virtualbox.list'

Agora instale o VirtualBox na sua distribuição.

sudo apt update && sudo apt install virtualbox-6.0

Baixando o VirtualBox do site e instalando no sistema


A segunda forma é efetuando o download diretamente da página oficial, e baixando o pacote “.deb” referente a sua versão do sistema.

download-virtualbox-linux-mint-ubuntu

Logo após, dê 2 cliques no pacote “.deb” e instale normalmente.

Tenha em mente que desta maneira as atualizações deverão ser feitas manualmente, baixando a cada nova versão e instalando-a outra vez. Este método é interessante caso queira atualizar apenas quando desejado.

Adicionando o pacote de extensões do VirtualBox


No site do VirtualBox, efetue o download do pacote de extensões com ele você terá algumas funcionalidades a mais no programa, como suporte à devices via USB entre outras coisas.

(procure algo como: “VirtualBox Extension Pack”, entretanto observe e baixe conforme a versão do Virtualbox instalado em seu sistema).

Para o download da versão 6.0, basta clicar no botão “download” a seguir.

 Baixe o pacote de extensões  do  VB.

Vá até o local que baixou o arquivo, clique com o botão direito do mouse e abra com o VirtualBox.

extension-virtualbox-adicional

Instale o pacote de extensões e aceite os termos de licença.

instalar-vbox-adicional

E pronto! Agora você poderá criar suas VMs e efetuar diversos testes, sem medo de comprometer seu sistema real.

interface-nova-virtualbox

Aprenda a trabalhar com o software e domine o VirtualBox, vídeo super completo sobre o tema.


Até a próxima pessoal, espero vocês aqui no blog Diolinux, e façam seus inúmeros testes no VirtualBox, SISTEMATICAMENTE! 😎

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Oomox, uma ferramenta para criar temas GTK

Nenhum comentário

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Recentemente disponibilizamos uma personalização do tema Mint-Y, todo customizado “na unha”, e com o processo explicado passo-a-passo num vídeo na Twitch.

O resultado final foi esplêndido, porém trabalhoso, sendo preciso alguns softwares para criar tal customização, o GIMP como sempre presente 😉😁😁, entretanto por ser algo demorado algumas pessoas desistirão no meio do caminho, mas existe uma solução prática e acessível, agradecemos ao nosso leitor Jhonatan Dias pela dica.

temas-gtk-oomox

Caso queira customizar seu sistema, sem ter muito trabalho, a ferramenta Oomox é ideal para você, com ela a criação de temas GTK será rápida e intuitiva.

Instalando a aplicação Oomox


Na página do GitHub do Oomox você verá diversas formas de instalação para cada distribuição Linux. No caso do Ubuntu, Linux Mint e derivados, você pode efetuar o download de um arquivo “.deb” e instalar via interface gráfica, ou instalar a versão em Flatpak, diretamente do Flathub ou loja do seu sistema, caso esteja habilitado.

Não sabe como adicionar suporte ao repositório Flathub no seu Ubuntu? Confira o post e configure o Flatpak em seu sistema (no Linux Mint 19 o Flatpak já vem habilitado por padrão).

Depois de habilitar o repositório Flathub ao seu sistema, basta pesquisar na loja por Oomox, e instalar o programa.

oomox-flatpak-temas-gtk

A interface do Oomox


O software tem sua interface dividida basicamente em 4 elementos, uma barra superior com botões responsáveis por ações como: “Importar esquemas de cores”, “Clonar o tema”, “Salvar o tema”, “Renomear o tema”, “Excluir o tema”, “Exportar o tema”, “Exportar os ícones”, “Exportar os esquemas de cores para o terminal” e um menu hambúrguer com todos os atalhos do programa.

A parte principal da aplicação é subdividida em 3, na esquerda ficam os “‘Presets” e “Plugins”, com variações de temas oferecidas previamente pelo programa, e também ficará os temas customizados e criados pelo usuário.

No centro ficam propriamente todas as opções de customizações dos temas, como o “Theme Style” que lhe permite personalizar e criar temas baseados no momento em 3 temas super conhecidos pela comunidade, que são: o “Numix”, “Material” e “Arc”.

Além das cores dos temas e seus elementos, existe a possibilidade de criar alguns temas de ícones com variações de cores, como esquemas de cores para o terminal.

A última parte do software na direita, fica o preview das modificações em tempo real, muito útil e evitando a aplicação manual do tema para ver os resultados.

oomox-interface-tutorial

Criando seu tema


Existem diversas maneiras de se criar um tema no Oomox, entretanto julgo mais simples proceder da seguinte maneira:

1º Encontre um Preset de um tema que goste e clone o tema.

2º Modifique as cores conforme seu senso crítico de design, afinal o tema é seu.

Para modificar os valores, basta clicar nos quadrados e escolher conforme a paleta de cores, ou digitar o valor hexadecimal da cor.

3º Depois de customizar todas as cores, do preset escolhido e do theme style, salve o tema.

4º Na barra superior clique em “Export Theme”, uma janela aparecerá, marque a opção e dê prosseguimento a ação, aguarde o processo finalizar.

exportar-tema-gtk-oomox-tutorial

Seu tema será exportado para pasta do seu usuário atual, na home, dentro de “.themes”.

oomox-tema-exportado-distribuir

Você poderá distribuir cópias deste seu tema para amigos, e caso queira dos ícones também, basta clicar em “Export Icons”, e eles serão exportados para pasta “.icons” do seu usuário atual.

Para visualizar as pastas ocultas tanto no Mint como no Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas CTRL+H, e as pastas serão visíveis.

Aplicando o tema no Ubuntu (Gnome)


No Ubuntu pesquise na loja por “Ajustes do Gnome” e instale o programa, caso deseje faça via terminal com o comando:

sudo apt install gnome-tweak-tool

baixar-gnome-tweak-tool

Pesquise por “Ajustes” no menu do Ubuntu e abra o programa.

executar-gnome-ajustes

Na aba “Aparência”, selecione o seu tema na opção “Aplicativos”.

setar-tema-oomox

Aplicando o tema no Mint Cinnamon


No Linux Mint pesquise por “Configurações do sistema” no menu, logo em seguida acesse a opção em “Aparência>>Temas”.

temas-linux-mint

Em temas notará diversas alternativas, como “Borda da janela”, “Controles” e “Área de Trabalho”. Selecione o tema que acabou de criar em cada uma destas opções e customize sua distro.

temas-linux-mint-configurar-oomox

Com essa aplicação é muito simples modificar a aparência do sistema e deixá-lo ao seu gosto, recomendo por sua criatividade e “lado artístico” à prova e sair criando numerosos temas GTK.

Gostou da aplicação Oomox? Já conhecia ou utilizava? Deixe nos comentários suas opiniões sobre o programa.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Ubuntu 14.04 LTS chega ao "fim da vida"

Nenhum comentário

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Como noticiamos no ano passado, a Canonical, empresa que mantém o Ubuntu, estava planejando o “fim da vida” do Ubuntu 14.04 LTS para a grande maioria dos seus clientes e que pretendia oferecer um serviço EMS (Extended Security Maintenance) para quem precisasse usar tal versão do Ubuntu quando o mesmo perdesse o seu suporte tradicional,, isso acontecerá em 30 de Abril de 2019.

 Ubuntu 14.04 LTS chega ao "fim da vida"






Como falamos naquele artigo, a Canonical já estava informando os usuários desta versão do Ubuntu que o suporte iria se encerrar em Abril de 2019, orientando aos utilizadores que fizessem o upgrade para a versão 16.04 LTS do Ubuntu, para que eles pudessem ter mais tempo de suporte, ou mesmo para a versão 18.04 LTS.

Vamos lembrar que o Ubuntu 14.04 LTS foi lançado em 17 de Abril de 2014 e contou com 5 anos de suporte.

No comunicado feito no oficial blog, a empresa comenta o seguinte:

“A disponibilidade do ESM para o Ubuntu 14.04 significa que o fim da vida do Ubuntu 14.04 LTS Trusty Tahr em Abril de 2019 não deve impactar negativamente os esforços de segurança e conformidade de uma organização. A Canonical coloca a segurança no coração do Ubuntu, em nossas práticas, processos, conformidade e na arquitetura de nossos produtos.”

A Canonical também colocou um link de contato para que essas empresas e organizações que precisam adquirir maior tempo de suporte, possam facilmente se comunicar e fazer a solicitação.. Para maiores informações clique aqui.

Espero você no próximo post, forte abraço.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Temas GTK em aplicações Qt

Nenhum comentário

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

O nome do meu canal não se chama “OSistemático” à toa, quando o assunto é visual/design de uma aplicação ou sistema, sou bem criterioso, e aplicações em Qt costumam ter uma aparência diferenciada ao tema GTK do Ubuntu. Isso ocorre pois um utilitário não vem por padrão (em outras distros ele pode estar presente), seu nome é “QT5 Confguration Utility”, um software bem simples, mas que irá ajudar com seu ”toque”. 😂😂😂

tema-qt-gtk

Antes de tudo, isso não significa que todas as aplicações em Qt terão o tema padronizado com o seu em GTK, devemos instalar o programa e depois configurá-lo no sistema, como sempre você pode optar pelo modo terminal ou interface gráfica, fica ao seu gosto.

Na central de aplicativos da sua distro, procure por “qt5ct”, outro pacote importante e necessário é o “qt5-style-plugins”, caso não encontre o mesmo na loja, você pode utilizar o gerenciador de pacotes Synaptic e efetuar a instalação de ambos.

gerenciador-synaptic

Caso opte efetuar a instalação via terminal, utilize os seguintes comandos:

sudo apt install qt5ct qt5-style-plugins

Configurações necessárias 


Após instalar o programa devemos adicionar variáveis de ambiente no arquivo “/etc/environment”. Num terminal, abra com seu editor de notas favorito o documento, substituindo o nome do aplicativo pelo seu.

No Ubuntu utilizei o Gedit.

sudo gedit /etc/environment

No final do arquivo adicione os seguintes parâmetros:

export QT_QPA_PLATFORMTHEME=qt5ct
export QT_AUTO_SCREEN_SCALE_FACTOR=0

variavel-sistema-qt-temas

Salve o arquivo e reinicie o sistema.

“Mãos na massa”


Agora sim, iremos pôr as mãos na massa e deixar os apps em Qt, parecidos com nosso tema em GTK. Abra o programa QT Settings, que apareceu em seu menu de aplicativos ou no terminal digite o comando:

qt5ct

Na aba “Appearance”, opção “Style”, selecione no combobox “gtk2”, e logo abaixo na opção “Palette” deixe marcado o checkbox “Default”.

qt5-configuration-appearance

Siga para segunda aba, “Fonts”, você poderá deixar na mesma fonte do seu sistema ou uma personalizada. Como referência as fontes padrões no Mint são: “Noto Sans Regular 9” e “Monospace Regular 10”, já no Ubuntu são: “Ubuntu Regular 11” e “Ubuntu Mono Regular 13”.

qt5-configuration-fonts

Outra opção na terceira aba “Icon Theme”, são os ícones listados em seu sistema, as demais abas não recomendo mexer. Clique em “Apply” (Aplicar) e veja os resultados.

qt5-configuration-icon-theme

Para exemplificar a mudança veja as duas aplicações em Qt, VLC Player e VirtualBox, num antes e depois.

VLC Player antes


vlcplayer-qt

VLC Player depois


vlcplayer-qt5-gtk

VirtualBox antes


virtualbox-qt5

VirtualBox depois


virtualbox-qt5-gtk

Espero que com tais mudanças a harmonia visual de sua distro fique ainda melhor. Vale testar com seus temas e aplicações em QT, para ver o resultado final.

Espero vocês no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


YACReader, o seu leitor de HQs no Linux

Nenhum comentário

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Se você é um aficionado por HQs, tem algumas delas baixadas no seu Ubuntu,Linux Mint ou outra distro Linux, e precisa de algum leitor pensado para essa função, o YACReader veio para lhe ajudar.

 YACReader, o seu leitor de HQs no Linux






Muitos que vem chegando no mundo Linux estão procurando programas para facilitar o seu dia a dia com tarefas triviais, como ler quadrinhos. O YACReader foi uma grata surpresa ao procurar por programas para essa tarefa.

Algumas características do YACReader




O YACReader é escrito em C++ e tem código aberto, com ele você pode ler arquivos nos seguintes formatos: rar, zip, cbr, cbz, tar, pdf, 7z and cb7,jpeg ,gif ,png , tiff e bmp.

Outras características interessantes:
  • Transições bonitas, personalizáveis ​​e suaves como um “fluxo de HQ”;
  • Leitura de página dupla;
  • Traduções disponíveis para Holandês, Francês, Alemão, Português (brasileiro), Russo e Turco;
  • Opção para usar aceleração de hardware;
  • Suporte multiplataforma para Linux, Windows, macOS e iOS;
  • Suporte a Tags;
  • Modo de navegação rápida;

Para mais informações sobre o YACReader, basta acessar o site deles.




O software é disponibilizado em .deb (Ubuntu, Linux Mint, Debian, Deepin, elementary OS, etc), em .rpm (Fedora, openSUSE, etc) e através do AUR (Arch Linux, Manjaro, Antergos, etc.), de modo que você pode escolher na página de downloads o adequado para a sua distro.

Agora você vai poder ler às suas HQs na sua distro e não perder mais aquela saga que você tanto ama. 😀

Espero você no próximo post, forte abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


5 softwares para tratamento de fotos para Ubuntu e Linux Mint

Nenhum comentário

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Muitos fotógrafos e artistas fotográficos que chegam ao mundo Linux procuram sobre como instalar e rodar o Adobe Lightroom, afinal, é uma das ferramentas mais populares do setor, em muitos casos não conseguem instalar corretamente a ferramenta e assim acabam se frustrando com o sistema, achando que o mesmo não pode desempenhar o trabalho. Nesse artigo vamos mostrar que é possível realizar essa tarefa, lhe mostrando 5 softwares de manipulação e  tratamento de fotos que vão desde do mais básico, até o mais fino trato profissional.

 5 softwares para  tratamento de fotos para Ubuntu e Linux Mint







Ainda se tem muita desinformação e preconceito sobre as ferramentas profissionais que existem para o Linux e que as pessoas da área podem sim trabalhar com o sistema sem maiores problemas ou dificuldades, basta alguns ajuste aqui e outros ali, mas nada que seja “um bicho de 200 cabeças”. Algumas destas ferramentas são pagas, outras são grátis, outras são grátis e Open Source. E como dizia o Goulart de Andrade “Vem comigo”. Agradecimento especial ao nosso amigo Elias, do canal Araras Studio, depois deem uma olhadinha lá 😉.


1- RawTherapee
O primeiro aplicativo da nossa lista foi desenvolvido por Gábor Horváth sob a licença GNU GPL v3, usando o C++ e o GTK+ como bases, ele é um processador de imagens raw multiplataforma (Linux, Windows e macOS) e tem o foco voltado para a pós-produção não-destrutiva de imagens RAW, onde toda a edição feita pelo profissional é refletida imediatamente na pré-visualização da imagem e guardado em um arquivo separado, somente na hora da exportação é que os ajustes são aplicados, utilizando um processo interno de alta precisão com pontos flutuantes de 32 bits.



Para baixar ele você pode acessar este link e escolher a forma que melhor lhe atende,  para maiores informações técnicas sobre o RawTherapee você pode consultar a Wiki do projeto.

2 - DarkTable

Próximo da nossa lista é um verdadeiro “peso pesado” da manipulação de imagens. Projetado por fotógrafos profissionais, o Darktable conta com várias ferramentas voltadas para essa finalidade,ara quem está vindo do Adobe Lightroom, o Darktable vai cair como uma luva,ele também é multiplataforma, tendo versões para Linux, Windows e macOS.



Para baixar ele você pode acessar este link e escolher a forma de instalar ele que melhor lhe atende, para maiores informações técnicas sobre o Darktable pode consultar o site dele.

3 - Lightzone

O terceiro software da nossa lista era um software comercial feito pela empresa Light Crafts e tendo o seu CEO e fundador Fabio Riccardi. Deixando o cargo na empresa para trabalhar na divisão de câmeras da Apple, hoje em dia trabalha na Google, como você pode ver no seu Linkedin. Como nos outros aplicativos, o Lightzone manipula imagens no formato RAW e JPEG segue a linha de edição não-destrutiva,com as modificações sendo aplicadas na pós-edição e na exportação das imagens.




Para baixar ele você pode acessar este link, observe a versão ideal para o seu sistema.

4 - AfterShot

Uma grata surpresa é saber que o software da Corel, a mesma empresa que mantém o CorelDraw, tem uma versão para Linux de seu software de edição e manipulação de fotos. O AfterShot Pro 3 é multiplataforma (Linux, Windows e macOS) sendo que na versão de Linux está disponível nos formatos .deb e .rpm. Para quem escolher o formato .deb, existem as versões para Ubuntu até o 16.04 LTS ou superior, o que traz compatibilidade para o Linux Mint por tabela., Nesse caso ele é pago, mas há uma versão de 30 dias para “degustar” e se você gostar e desejar comprar, basta pagar R$179,00 em média, eventualmente há promoções e o preço cai um pouco.



Para baixar o AfterShot você pode acessar este link.

5 - DigiKam

A nossa última dica de aplicativo para manipulação e edição de fotos vem da família KDE, com o Digikam, que é compatível com os arquivos RAW graças a lib LibRaw, que está em constante atualização e com melhorias sendo implementadas. O Digikam segue a mesma linha dos outros softwares apresentados até então, contendo a tão desejada edição não-destrutiva nas imagens, além de poder também organizar as imagens e vídeos importados de cartões SD, HDs externos via USB, entre outros. Para saber mais detalhes, acesse o Sobre dele.



Você pode baixar o DigiKam no formato AppImage e ter a versão mais recente ou então baixar a versão compilada na sua distro, ainda que ela possa estar desatualizada. O AppImage está na versão 5.9.0 no momento.

Essas são as ferramentas indicadas para quem está migrando para Linux e que trabalhar com tratamento fotográfico em maiores problemas. Confira o canal do Elias, que nos ajudou a produzir essa lista.

Espero você no próximo post, forte abraço. 

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo