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Instale o OpenComic, leitor de Mangás e HQ's em seu computador

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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Você é fã da DC Comics, Marvel Comics ou quem sabe a Shonen Jump? Possui diversos arquivos de mangás e HQ’s e está a procura de um bom leitor digital para seu computador? Talvez a dica de hoje possa lhe agradar.

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Pessoalmente sou um apaixonado por mangás e HQ’s, não importa a editora por trás, apenas se são boas histórias. Infelizmente devido algumas mudanças e problemas com chuvas acabei perdendo quase 100% de meu acervo (que venho adquirindo desde moleque 👶👶👶). Uma solução que encontrei foi digitalizar as restantes ou manter cópias digitais, porém, ler no papel e em uma tela no PC, são coisas totalmente diferentes e um programa que facilite a experiência durante as leituras é bem-vindo.

OpenComic um leitor de HQ’s e mangás


Durante anos utilizei o MComix/Comix e até mesmo o Evince, tentei soluções, como o Peruse, mas nunca funcionou bem em minhas instalações do Ubuntu/Mint/Deepin. Você também pode testar outro leitor chamado YACReader na qual, meu colega de trabalho, o Ricardo (O Cara do T.I) escreveu sobre. Há algum tempo venho utilizando o OpenComic e estou bem satisfeito com as funcionalidades do programa. O seu funcionamento é bem parecido com alguns apps Android que utilizo (pauta para um próximo post, quem sabe 😁😁😁), tornando tudo bem mais prático. Se assim como eu você gosta de ler no PC, vale testar a aplicação. Veja algumas características do OpenComic:

  • Software Livre sob licença GPL3 (Github do projeto);
  • Aplicação desenvolvida em Electron;
  • Versões para Windows, Linux e Linux Arm64 (e macOS em TAR.GZ);
  • Vários tipos de pacotes para Linux (DEB, RPM, SNAP, TAR.GZ);
  • Suporte para formatos, como: JPG, PNG, APNG,GIF, WEBP, SVG,BMP, ICO;
  • Suporta formatos compactados, como: RAR, ZIP, 7Z, TAR, CBR, CBZ, CB7, CBT;
  • Modo leitura para mangás;
  • Modo dark nativamente;
  • Visualização em página única ou dupla;
  • Ajustes na visualização das páginas (por exemplo, das margens); 
  • Marca páginas (favoritos);
  • Lupa flutuante para Zoom;
  • Navegação entre as páginas por meio do scroll do mouse ou slide;
  • Possibilidade de adicionar o local com seus arquivos (Biblioteca);
  • Interface intuitiva, semelhante de uma aplicação Android.

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Instalação do OpenComic


Você pode adquirir o OpenComic em diversos formatos, conforme seu sistema operacional. Acesse a página do programa e efetue o download

Para distribuições, como o Ubuntu, Mint, etc. Basta baixar o arquivo DEB, dar dois cliques sobre o arquivo e prosseguir com a instalação. No Fedora proceda da mesma forma, porém, utilizando o pacote RPM. Caso queira executar sem instalar em seu sistema, ou quem sabe salvar em um pendrive, o pacote TAR.GZ é a melhor opção. Descompacte o pacote e execute o arquivo “opencomic” (navegue até o diretório e execute via terminal com “./opencomic”). Se for usuário de Windows, baixe o instalador EXE.

Outra possibilidade é instalar o OpenComic no formato Snap. No Ubuntu pesquise diretamente na loja, se usa outra distribuição é necessário habilitar o suporte ao Snap. Essa postagem demonstra todo procedimento

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Para os amantes do terminal, possuindo o Snap configurado no sistema, instale com o seguinte comando.

Instalação do OpenComic Snap via terminal:

sudo snap install opencomic

Desinstalação do OpenComic Snap via terminal:

sudo snap remove opencomic

No entanto, nem tudo são flores e aparentemente a versão Snap não está funcionando corretamente, ao menos em meus testes no Ubuntu 18.04. Fique a vontade para efetuar os teus. Mas, recomendo as demais alternativas. Por exemplo, utilizo em DEB e TAR.GZ no Ubuntu ou outros sistemas que ando testando. 

O OpenComic é uma ótima alternativa e estou gostando bastante da aplicação, mesmo não possuindo na atual versão o idioma português (apenas inglês e espanhol) o app é de fácil compreensão. Outro ponto é que o mesmo não suporta PDF (um formato incomum para esse tipo de uso), obviamente que seria um plus, mas não estragou minha experiência ao utilizar o software. Visto que os formatos “padrões” para quem lê mangás e HQ’s, em maior parte são: CBR, CBZ, CB7, RAR, 7Z, ZIP, JPG ou PNG.

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Novidades no GNOME 3.33.4

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quarta-feira, 24 de julho de 2019

O lançamento da próxima versão do Ubuntu está bem perto, o Ubuntu 19.10 está programado para 17 de Outubro e acompanhará o GNOME 3.34. No entanto, antes de sabermos as novidades da nova versão, o GNOME 3.33.4 é lançado. 

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A versão 3.33.4 não é um grande lançamento, como sugere seu número de versionamento, entretanto, as novidades e melhorias contidas nela, também estarão presentes na próxima versão 3.34.

Algumas novidades do GNOME 3.33.4


  • Melhorias no sistema de compilação de softwares, o Meson, para EOG e outros componentes;
  • GTK+ 3.24.10 compativél com o protocolo XDG-Output e várias correções.
  • Muitas melhorias no Gnome-Shell e seu compositor de janelas Mutter;
  • Mudanças no modo clássico do GNOME, desabilitando a visão geral do GNOME 3 e diversas modificações;
  • Agora o GMD mata a sessão do usuário ao parar o gerenciador de janelas;
  • O GNOME Boxes adicionou a opção de aceleração 3D em seu diálogo de propriedades. Incluindo suporte para o VirtIO-GPU;
  • Foi repaginada a caixa de diálogo do gerenciamento de calendários do aplicativo GNOME Calendar;
  • Grande parte do código do GNOME Music foi reescrito. A equipe de desenvolvimento do app vem trabalhando nas listas, no MPRIS e na capacidade de reproduzir músicas sem espaços;

Você pode acessar o código das mudanças desta versão por este link. Lembrando que esta versão é o último lançamento até o beta do GNOME 3.34.

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Fonte: Phoronix, GNOME.
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Integre seu smartphone Android com o Ubuntu via KDE Connect

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terça-feira, 23 de julho de 2019

O KDE Connect é muito popular entre os usuários Linux, seja no Plasma ou em outros ambientes gráficos, a ferramenta é indispensável para quem possui um smartphone Android.

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Antes de demonstrar o processo de instalação do KDE Connect, irei abordar algumas de suas principais features:


  • Indicador no painel que mostra seus dispositivos sendo, nome, status e bateria
  • Acessar os arquivos do smartphone via SFTP;
  • Enviar arquivos, URLs e SMS ao Android;
  • Encontrar o smartphone, mediante efeito sonoro;
  • Notificações no desktop Linux;
  • Apresentação de Slides remota;
  • Controle multimídia;
  • Executar comandos no Linux via app do KDE Connect no Android;
  • Controlar remotamente o cursor do mouse, com navegação a gestos (estilo touchpad de um laptop);
  • E muito mais…

Para o funcionamento do KDE Connect são exigidas alguns requisitos:


  • Possuir o KDE Connect instalado em seu sistema (instalado por padrão no Plasma);
  • Ter instalado o indicador do KDE Connect em outros ambientes gráficos que não seja o Plasma;
  • Possuir o app Android em seu smartphone;
  • Estar na mesma rede wi-fi (smartphone e pc);
  • Ter as devidas permissões e estar pareado (smartphone e pc).

Instalando o KDE Connect em sua distribuição Linux


O primeiro passo é baixar o app Android diretamente da Google Play, você pode pesquisar diretamente na loja, quanto acessar por este link.

Como mencionei anteriormente, o KDE Connect já vem por padrão no ambiente KDE Plasma, assim basta baixar a aplicação Android.

Para usuários da interface padrão do Ubuntu, o Gnome-Shell, existe uma extensão chamada GSCconnect. Pesquise por ela na loja e instale normalmente, com esse complemento o KDE Connect é instalado sem a necessidade de dependências em Qt.

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Caso utilize outra interface gráfica, que não seja o KDE Plasma ou Gnome-Shell, será necessário instalar o KDE Connect e o Indicador do KDE Connect. O último foi desenvolvido para integrar o KDE Connect com outras interfaces que não sejam o Plasma. O procedimento é igualmente simples, pesquise na loja por: “kdeconnect” e instale o KDE Connect. Seu indicador será instalado automaticamente como dependência do primeiro pacote. Antigamente era necessário adicionar um PPA (que o próprio desenvolvedor do KDE Connect afirma não estar atualizado e a procura de um novo mantenedor) ou via DEB. Atualmente nada disso é preciso.

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Configurando o KDE Connect


Após instalar o KDE Connect em ambos os devices, smartphone e PC, você terá que emparelhar os dispositivos. Abra o Indicador do KDE Connect (GSConnect inicia junto ao sistema) e no app do Android acesse o “menu hambúrguer” e clique em “Emparelhar novo dispositivo”. Se ambos estiverem na mesma rede wi-fi uma mensagem solicitando o emparelhamento aparecerá.

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KDE Connect e GSConnect possuem a mesma lógica de funcionamento e suas interfaces com opções semelhantes por exemplo, em comandos costumo adicionar 2 para gerenciar o volume do meu computador diretamente do smartphone (a imagem a seguir é do GSConnect).

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No app do Android você encontrará diversas opções, como: Enviar arquivos, Apresentação de slides remota, Controle multimídia (caso esteja reproduzindo um filme com o vlc, por exemplo), Executar comando (que você tenha configurado no PC) e Introdução de dados remota (um “mouse virtual”).

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Caso queira ver o KDE Connect em funcionamento, fiz um vídeo há algum tempo em meu canal OSistemático, atualmente utilizo o GSConnect, porém, a lógica é idêntica. Afinal, ele nada mais é que uma implementação gráfica para a interface Gnome-Shell. (No vídeo abordo como adicionar o Indicador do KDE Connect para iniciar junto ao sistema, no caso do GSConnect não existe essa necessidade).


Sem sombras de dúvidas o KDE Connect é uma aplicação que todo usuário de Android e PC deveriam ter, aliás, quem nunca quis ficar deitado e controlando o computador à distância (😁😁😁), mas claro que sua utilização pode ser bem mais interessante. Integrar as notificações do Android, responder as mensagens diretamente pelo computador, são detalhes que tornam a experiência bem prática.

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Atualize o Ubuntu agora, para corrigir falha no Kernel

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Alguns bugs que afetavam o kernel Linux no Ubuntu foram corrigidos hoje pela Canonical. Caso utilize o Ubuntu ou derivados é de extrema importância manter seu sistema em dia, com essas atualizações, problemas podem ser evitados.

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As falhas atingem tanto o Ubuntu 19.04, como suas LTS (Ubuntu 16.04/18.04). A correção dos problemas foi lançada hoje e são elas:

  • CVE-2019-11487: Vazamento de números inteiros no kernel Linux ao referir-se a paginação, ocasionando possíveis problemas ao liberar memória. Essa falha pode ocasionar brechas para um invasor localmente, executar códigos maliciosos ou um DoS Attack (ataque de negação de serviço). Essa falha não afeta as versões LTS;
  • CVE-2019-11599: Um invasor localmente poderia ocasionar um DoS Attack ou expor informações pessoais. Outra falha que não afeta as versões LTS;
  • CVE-2019-11833: A implementação do sistema de arquivos ext4 no kernel Linux em alguns momentos, não encerrava corretamente o processo de memória. Um invasor local poderia ter acesso às informações confidenciais por meio deste processo de memória no kernel;
  • CVE-2019-11884: A implementação do HIDP (Bluetooth Human Interface Device Protocol) em algumas ocasiões, não verificava corretamente as requisições terminadas em NULL (vazias). Com isso um invasor localmente poderia usar essa falha para expor informações privadas (da memória do kernel);
  • CVE-2019-11085: O driver gráfico da Intel i915 no kernel em alguns momentos, não restringia corretamente os intervalos mmap. Um invasor local poderia por meio desta falha, lançar um DoS Attack e desligar abruptamente a máquina, como executar códigos arbitrários. Essa falha não afetava o Ubuntu 19.04, mas sim as LTS;
  • CVE-2019-11815: Foi descoberto que a implementação do protocolo RDS (Reliable Datagram Sockets), que por padrão vem desabilitado no Ubuntu, caso ativo poderia dar a um invasor local a possibilidade de efetuar um DoS Attack ou possivelmente executar um código malicioso. Essa falha também afeta as LTS 16.04/18.04, o Ubuntu 19.04 não é afetado.

Lembrando que é altamente perigoso continuar utilizando o Ubuntu 18.10, pois, o mesmo perdeu suporte. Acesse essa postagem e saiba mais.

Para usuários do Ubuntu 16.04/18.04 e 19.04 é de extrema importância atualizar o sistema. Mesmo as falhas sendo consideradas medianas, por “obrigatoriamente” limitar o invasor a estar localmente durante os ataques, não é indicado tardar as atualizações de segurança em hipótese alguma.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a instalação de seu Ubuntu. Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade

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Fonte: Ubuntu.
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10 Dicas para novos usuários de Linux/Ubuntu

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Recentemente fiz um post falando dos motivos que levam novos usuários a desistirem da plataforma, agora trago 10 dicas para os novos usuários. São conselhos simples, mas que podem fazer toda diferença. Para aqueles que estão esperando uma postagem com os motivos que me fizeram utilizar Linux, calma que provavelmente ele está a caminho (😏😏😏).

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As dicas a seguir podem soar demasiadamente simples para usuários mais experientes no Linux, entretanto, a postagem destina-se aos novatos. Compartilhe com pessoas que queiram adentrar ao mundo do Pinguim, ou com iniciantes. Lembrando que foco no Ubuntu e seus derivados, por compreender que ele é a porta de entrada para muitos. No entanto, as dicas vão além, talvez um ou outro tópico, como PPA’s são exclusivamente para Ubuntu e derivados, mas os demais aplica-se a maioria das distribuições Linux (voltadas aos iniciantes, obviamente).

01 - Permita-se descobrir o sistema


Essa dica é para os novatos de plantão, não que as demais tenham foco em outro usuário. No entanto, essa é a que mais dá prazer ao se descobrir algo. Gaste algum tempo utilizando, aprendendo, “brincando” com o sistema. Se for mais além, evite isso em um computador com dados importantes ou que utilize para produção. Como dizem: “o céu é o limite”. Quando for utilizar o sistema, evite esses testes malucos na máquina de trabalho, e considere as dicas descritas neste poste.

02 - Você não precisa do Wine para tudo


Existem muitas programas no Linux. Você necessariamente não precisa executar aplicações do Windows para tudo. O Wine é uma forma paliativa para casos que não haja outra opção. Não é incomum ver usuários executando programas que existem versões nativas no Linux com o Wine. Pesquise se existe o app que usa na plataforma, e experimente as alternativas. Na realidade indico outra coisa, antes mesmo de migrarem para Linux, entretanto, isso ficará para outra postagem (😁😁😁).

03 - Mantenha seu sistema em dia


Atualizar o sistema garante possíveis correções de bugs e falhas graves. Mantendo o sistema em dia, sua segurança é maior. Alguns usuários não gostam de atualizar por terem que baixar vários gigabytes durante o processo. No entanto, se está utilizando o Ubuntu e instalou apenas o necessário, essa situação não será presente. Alguns sistemas trazem as últimas novidades, consecutivamente mais updates são exigidos. Não existe mal algum nisso, porém, evite tardar as atualizações. Caso seja uma atualização crítica, com alguma correção de vulnerabilidade, a faça imediatamente.

04 - Instale apenas os programas que for utilizar


Essa dica é simples e tem como alvo deixar seu sistema enxuto e por tabela mais seguro. Sem softwares desnecessários ao seu uso, as atualizações serão menores e o risco de vulnerabilidades com bugs também.

05 - Evite programas abandonados


Outra dica interessante é comparar diversas alternativas a um mesmo propósito. Por exemplo, suponhamos que queira um player de música novo. Existem inúmeras opções, cada uma para um gosto diferente. Mas se existe algo a se pensar, além do visual e funcionalidades, é se o pacote ainda vem sendo mantido. Novas atualizações não são apenas uma forma de receber recursos, mas também de correções de bugs e vulnerabilidades. Evite programas abandonados e dê preferência aqueles que estão em pleno desenvolvimento. Claro que nem sempre isso será possível, porém, minimizando ao máximo seu sistema se tornará mais seguro.

06 - PPA só em casos reais de necessidade


PPA é um assunto delicado, uns amam e outros odeiam. Caso não saiba o que são esses repositórios, temos essa matéria explicando sobre. O interessante dos PPA's é a possibilidade de utilizar programas, drivers e bibliotecas que nativamente não estão no repositório do sistema ou encontram-se em versões inferiores. Por muitos anos essa feature era uma necessidade de muitos usuários no Ubuntu, utilizar o mesmo sem PPA era quase impossível. Hoje a história mudou, com o surgimento de novos pacotes, como: AppImage, Flatpak e Snap. Para usuários de Nvidia o Ubuntu passou a adicionar as últimas versões do driver proprietário nos repositórios, então, nada de PPA (😉😉😉). Evite PPA's, use outros meios, reconsidere se é tão importante assim arriscar o sistema com possíveis erros de dependências e outras coisas.

07 - Cuidado com tutoriais “vencidos”


O mundo da tecnologia evolui de forma assombrosa, com o Linux não é diferente. Pelo contrário, parece que nos últimos anos o pinguim vem evoluindo tão rápido que fica até difícil acompanhar seu progresso. Isso tudo para facilitar a utilização por usuários comuns, tornando o sistema cada dia mais simples. Antes de utilizar algum comando pesquise um pouco mais, veja a data do tutorial, se já não existem outros modos ou se a solução seja mais simples no momento. Cuidado com PPA's “sem data de validade”, eles costumam ocasionar em diversos erros de dependências e quebrar o sistema. Pacotes DEB antigos podem fazer um estrago igualmente perigoso. Os novos pacotes (AppImage, Flatpak e Snap) evitam transtornos e não danificam seu sistema.

08 - O conhecimento é uma “chama”


O conhecimento é como um fogo, conforme você o alimenta mais ele cresce e ao compartilhar ele não diminui só se multiplica. Participe de grupos e fóruns, e tenha como máxima uma coisa que sempre ouvi (e creio que você também). Absorva o que é bom e descarte o que for ruim. Aprenda e também transmita adiante o que sabe, assim sua chama só tende a crescer e multiplicar. Crie tópicos, auxilie pessoas, você aprende enquanto ensina.

09 - “Cuidado por onde andas”


Essa dica é complementar a anterior. Absorver o que é bom não significa “manter-se entre os porcos”. Infelizmente na comunidade, assim como outra qualquer, existem pessoas radicais, mesquinhas e que só destroem. Fuja destes grupos e fóruns, evite tais usuários. Obviamente, que mesmo em grupos sensatos alguns “sem noção” vão aparecer. Apenas ignore, trate os outros com gentileza e não deixe sua chama apagar. Para quem tem dúvidas de onde ingressar, recomendo o fórum Diolinux Plus. O pessoal é mente aberta, não importa se você usa, Windows, Linux ou macOS.

10 - Siga, incentive e compartilhe bons conteúdos


É comum pessoas compartilharem notícias que as deixam “#¿$?%!¡ da vida” ou que são fake news. Ao se deparar com conteúdo tóxico, seja sensato. Respire fundo, deixe a raiva ir embora e ignore, mande para o limbo. Compartilhe apenas conteúdos significantes, acompanhe produtores que façam mais pela comunidade ao invés de quem propaga mentiras. Incentive projetos que em algum momento acrescentaram em sua vida. Assim outros poderão ser beneficiados e o projeto não morrerá. Nós produtores de conteúdo precisamos de seu apoio, seja ele financeiro, com engajamento ou compartilhamento. Assim mais e mais pessoas podem descobrir nossos projetos.

Curtiu as 10 dicas? Acrescentaria algo? Considere criar um tópico em nosso fórum Diolinux Plus, lembre-se a chama do conhecimento não se apaga ao compartilhar, só tende a se multiplicar.

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Wallpapers animados com o Komorebi

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Personalização é algo muito particular, cada pessoa tem seu estilo e gosto. No cenário Linux Desktop é muito comum ver diversas customizações nos temas, ícones e wallpapers bem bonitos. Caso faça parte deste “grupo seleto” que sempre está enchendo seu sistema com “perfumaria”, o tutorial de hoje é para você.

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O Komorebi é uma aplicação que permite utilizar vídeos como papel de parede, tornando o seu desktop quase vivo. Com um wallpaper animado, seu computador pode ter “mais a sua cara”, seja com um trecho de algum anime, filme ou vídeo que goste, ou animações criadas com esse intuito em mente. Garanto que as pessoas em volta vão “admirar” e perguntar: “como você fez isso?”

Requisitos para um bom funcionamento do Komorebi 


Utilizar um papel de parede “quase vivo” pode ser penoso para alguns hardwares. Obviamente, que você poderá fazer os seus testes e averiguar se em sua configuração o software não fique tão pesado. Minha recomendação pessoal é uma configuração de processador no mínimo dual core, quad core para cima é o mais indicado e começando com 6GB de RAM. Isso policiando-se bastante, o indicado seria acima de 8GB de RAM. Também é interessante desabilitar o recurso ao desempenhar tarefas mais complexas, como: edição de imagens e vídeos, renderização, jogos, etc.

Utilização do Komorebi


O Komorebi possui um funcionamento de simples compreensão. Basta executar a aplicação que um wallpaper animado aparecerá em seu sistema. Clicando com o botão direito do mouse em seu desktop e indo em “Desktop Preferences” uma janela com algumas opções aparecerá. Nela você pode habilitar um relógio, ícones na área de trabalho ou vídeos como wallpapers. Além, de poder escolher qual será o papel de parede.

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Para selecionar o papel de parede no Komorebi, acesse a segunda aba de nome “Wallpapers”. Selecione o tema desejado e clique no botão “Hide”, para esconder a janela com as opções.

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Existe a possibilidade de criar seus próprios temas para o Komorebi. Nativamente a aplicação permite isso com o programa “Wallpaper Creator”. Crie temas com imagens ou vídeos, e faça seus próprios wallpapers animados.

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Um site que recomendo para efetuar o download de diversos temas para o Komorebi, é o Akiba Illusion. Os temas estão no formato DEB. Veja a seguir alguns temas do Akiba.


Download e instalação do Komorebi


O Komorebi é distribuído no formato DEB, você poderá efetuar o download da aplicação por este link. Caso queira mais informações sobre o Komorebi, acesse sua página oficial no Github. Depois de baixar o pacote, instale normalmente com seu gerenciador de pacotes ou loja. Dê dois cliques sobre o arquivo e instale o Komorebi.

Resolução de erro na área de trabalho, ocasionado pelo Komorebi


Caso ocorra um erro, após executar o Komorebi e desabilitar o mesmo. Erro esse que impossibilita utilizar o desktop, mesmo com o Komorebi fechado. Execute o script que fiz, para corrigir tal problema. Você pode baixar o script por este link.

Primeiro dê a permissão para executar o script:

sudo chmod +x Resetar-Desktop-Komorebi.sh

Execute, logo em seguida:

./Resetar-Desktop-Komorebi.sh

Se mesmo assim o erro persiste, tente este comando (referenciando a uma imagem que queira utilizar como wallpaper e corrigir o problema):

gsettings set org.gnome.desktop.background picture-uri /caminho/do-seu/wallpaper

O Komorebi é um programa bem interessante para personalizar o sistema, você pode criar seus temas de forma gráfica ou baixar outros de terceiros. Particularmente gosto de fazer os temas “na unha”, e justamente esse será o próximo post ao abordar novamente o Komorebi (😁😁😁).

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GPK-Application - Um gestor de pacotes para Ubuntu e derivados

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Existem alternativas para se fazer de tudo no mundo Linux, e dentro do mundo Debian e Ubuntu, duas das distros mais populares, não seria diferente. Hoje você vai conhecer o GPK-Application, um gestor de pacotes que pode te permitir maior maleabilidade do que a GNOME Software, que vem por padrão nas instalações padrões do Ubuntu e no Debian com GNOME.

GPK Application





Eu estava explorando um pouco os aplicativos na GNOME Software e me peguei pensando se existiriam outras ferramentas para gerir os pacotes do Ubuntu que não fosse o (excelente) Synaptic, especialmente, que conseguisse pesquisar por pacotes e softwares que não tem ícones, como a loja de aplicativos do Linux Mint consegue fazer, e então lembrei de uma ferramenta que eu tinha visto no Debian, o aplicativo "Pacotes", ou gpk-application.

Gerenciador de pacotes do GNOME

Você  encontra a aplicação da loja de aplicativos (Ubuntu Software/GNOME Software) procurando por "Pacotes do GNOME", ou então, instalando via terminal:
sudo apt install gnome-packagekit
Depois de instalado, você encontra a ferramenta procurando no menu do sistema por "Pacotes", ou, se preferir rodar pelo terminal, você pode chamar a aplicação usando o comando:
gpk-application

Como usar a aplicação? 


A forma de utilização é simples, basta pesquisar pelo pacote desejado, marcar para instalação e aplicar as alterações.

Instalando pacotes no Ubuntu

Existem muitas categorias do lado esquerdo da aplicação que são incomuns nas lojas atuais, talvez seja um "passeio" interessante explorar essas categorias. 😊

Continue o assunto no nosso fórum, o Diolinux Plus.

Até a próxima!
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3 alternativas para desenhos simples, estilo "Microsoft Paint"

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

O Microsoft Paint é um programa muito popular entre usuários do Windows, na qual provavelmente você quando mais jovem, já tenha “perdido” algumas horas em frente ao PC. A criançada adora rabiscar e pôr a imaginação em ação. Se busca por uma ferramenta similar, irei apresentar 3 alternativas. Indo da mais simples para a mais completa em recursos.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web-app-drawing-kolourpaint-gnome-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Essa postagem não tem como objetivo indicar softwares para edição ou desenhos elaborados, soluções como: GIMP, Krita, Inkscape, entre outros são os indicados. Afinal, programas assim podem ser bem complexos para crianças e o objetivo é apenas rabiscar e se divertir, quem sabe despertar um Leonardo da Vinci ou Van Gogh (sem suas excentricidades, claro 😕😕😕).

Google Canvas


O Google Canvas vem sendo chamado por muitos sites, como o “Paint” da Google. Inclusive noticiamos na época de seu lançamento, no início do ano. A solução é online e sendo bem simples o seu funcionamento. Se busca por algo rápido e que não exija instalação, ele pode ser uma alternativa a se considerar. Mesmo possuindo pouquíssimas ferramentas, dependendo do perfil de quem for utilizar o programa, o Canvas é mais que suficiente.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web

Por ser online, conexão com a internet será requisito e uma conta Google. Acesse o Google Canvas por este link. Se ficou alguma dúvida, considere ler nossa postagem sobre o serviço.

Drawing


Pensado para ambiente o GNOME (mas pode ser utilizado nos demais), o Drawing possui alguns recursos à mais que o Google Canvas. Digamos que ele é o intermediário da nossa lista. O número de ferramentas e opções dão um pouco mais de autonomia, entretanto, nada tão complexo. Além de desenhar com a ferramenta, pequenas edições podem ser realizadas. O Drawing suporta imagens no formato PNG, JPEG e BMP.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-drawing-gnome-kde-gtk-ubuntu-flatpak

O Drawing está disponível oficialmente via Flatpak no Flathub. Caso não tenha configurado em seu sistema o Flatpak, essa postagem tem todo procedimento. Se utiliza Ubuntu, este post ensina como habilitar o suporte a esse tipo de pacote na loja da distribuição (Software Ubuntu/Gnome Software), permitindo instalação do Drawing via interface gráfica (depois de adicionar o suporte, pesquise por “Drawing”, encontre a aplicação e efetue a instalação). No Linux Mint, basta pesquisar na loja pelo programa. Caso queira instalar via terminal, proceda assim:

Habilite o repositório do Flathub (se não tem configurado)

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Drawing Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.maoschanz.drawing

Para desinstalar via terminal:

flatpak remove com.github.maoschanz.drawing/x86_64/stable

Kolourpaint


A última aplicação da lista é o Kolourpaint, talvez o mais completo do gênero. Possuindo até mais ferramentas que o próprio Microsoft Paint. Se quer mais opções e uma familiaridade com o app da Microsoft, o Kolourpaint é a opção certa. Para se ter uma noção, o programa suporta vários tipos de arquivos, como o formato do Adobe Photoshop (PSD) e do GIMP (XCF).

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-kolourpaint-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Você pode obter o Kolourpaint de várias formas. Pesquise normalmente na loja de sua distribuição e instale diretamente do repositório, ou via Flatpak ou Snap. Digamos que queira utilizar no formato Snap. Configure primeiramente o Snap em sua distribuição, conforme este artigo, lembrando que no Ubuntu não é necessário configurar e você encontrará normalmente na loja. Utilize estes comandos se a loja de sua distribuição não possui integração com os Snaps.

A versão Snap pode ser instalado por esse comando:

sudo snap install kolourpaint

Para remover o Kolourpaint Snap:

sudo snap remove kolourpaint

Outra opção é via Flatpak. Relembrando que será necessário ter o Flatpak configurado e o repositório do Flathub também. Além, de poder instalar via interface gráfica na Gnome Software. Caso não tenha configurado, na parte que abordei sobre o Drawing, demonstrei como proceder.

Instalação via Flatpak:

flatpak install flathub org.kde.kolourpaint

Remoção da aplicação Flatpak:

flatpak remove org.kde.kolourpaint/x86_64/stable

Essas são as 3 alternativas ao Microsoft Paint, se conhece alguma interessante compartilhe nos comentários ou em nosso fórum Diolinux Plus

Particularmente não me dou bem com esse tipo de aplicativo, acho que deu para notar nas imagens (😂😂😂). No entanto, quando instalei o Kolourpaint no pc de um usuário (com esse perfil, uma criança e tal...) o resultado foi super positivo. Já se você precisa criar artes mais elaboradas, utilize algum dos softwares que citei no início do artigo.

Acho que irei continuar no Inkscape + GIMP (😋😋😋), mas se alguém sentir a falta do Microsoft Paint, opção é o que não falta. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Instale o emulador de Mega Drive no Ubuntu, Mint e Deepin

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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Na década de 90 “só se falava em dois consoles”, sendo o próprio Mega Drive e seu concorrente o Super Nintendo. Sempre fui mais do “lado Nintendo”, por possuir diversos consoles da marca, entretanto, o Mega Drive tem um lugar exclusivo no meu peito. Afinal, o primeiro jogo que tenho recordações é o Sonic. Isso já faz muito tempo, quando era apenas uma garotinho de 3 anos (👶👶👶).

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian

As distribuições Linux são uma ótima escolha para os retro-gamers. Durante este ano, venho demonstrando diversas alternativas que farão sua memória recordar os bons tempos de jogatina. Hoje apresento-lhes o emulador Mednafen (Mednaffe). Obviamente que existem outras opções (sempre tem os que falam: “Uso RetroArch”, falando nele, acesse este post com as últimas novidades do projeto).

Instalando o Emulador de Mega Drive no Linux


O Mednafen é um emulador via linha de comando, mas calma! Existe uma interface gráfica, chamada Mednaffe. Basta procurar na sua distribuição pelo emulador, você pode acessar a loja de seu sistema e pesquisar diretamente pela interface do emulador: “Mednaffe”.

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian-loja

Assim poderá desfrutar de seus clássicos do Mega Drive. Outra possibilidade é instalar via um gerenciador de pacotes, como o Synaptic ou terminal. Caso considere mais prático instalar da última forma, eis os comandos:

Instala o emulador Mednafen:

sudo apt install mednafen

Instala a interface gráfica do emulador:

sudo apt install mednaffe

Se preferir em único comando:

sudo apt install mednafen mednaffe -y

Os comandos acima são para distribuições baseadas em Debian e Ubuntu/Mint. Vale mencionar que além de Mega Drive o Mednafen emula outros consoles. Particularmente só uso para emular jogos do “Mega”, mas você pode jogar títulos de Playstation One, diretamente do programa.

Solucionando erro no áudio, caso ocorra


Dependendo da distribuição, pode ocorrer do áudio dos games emulados não ficarem perfeitos. A correção do erro é muito simples e se foi afetado pelo problema, aqui está a possível solução:

No seu gestor de arquivos navegue até as configurações do emulador. Sua localização está oculta, sendo necessário visualizar os arquivos neste estado. No Nautilus, por exemplo (gestor de arquivos do Ubuntu). Utilize as combinações de teclas Ctrl “+” H. Isso vale para o Nemo do Mint e o gestor de arquivos do Deepin.

Vá até o seguinte diretório:

SUA-PASTA-PESSOAL/.mednafen

Abra o arquivo de configuração do emulador com um editor de texto, no meu caso “mednafeen-09x.cfg”, e pesquise por “sound.device”. No editor de texto do Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas Ctrl “+” F. O mesmo vale para o Mint e Deepin.

Substitua o parâmetro default por este (é aconselhável manter o emulador fechado durante o procedimento):

sexyal-literal-default

Salve e feche o arquivo. Pronto! Agora provavelmente o áudio estará ok.

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian-sonic

Para maiores detalhes da utilização do emulador, instalação, resolução do bug no áudio. Demonstro todo passo-a-passo em meu canal OSistemático.


Espero que possa desfrutar de toda sua biblioteca de clássicos do Mega Drive, participe de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe com seus amigos.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Uma das coisas que eu mais "odiava" nos Snaps, agora é passado!

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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Eu não sei se alguém da Canonical anda vendo os meus vídeos no YouTube, mas finalmente eles arrumaram o "bug" que impedia que as aplicações Snap usassem o próprio tema do Ubuntu de forma correta. A mudança não é perfeita, mas melhora consideravelmente as condições.

Temas dos Snaps






Os pacotes no formato Snap tem alguns objetivos específicos, como criar uma forma fácil de desenvolvimento e distribuição de softwares através das várias versões do Ubuntu (de desktop à servidor, até IoT), contemplar outras distros Linux, além de oferecer um ambiente Sandbox, mais seguro para o usuário, onde as aplicações rodam.

A premissa é muito boa, mas na prática, para utilização de um usuário desktop do Ubuntu, algumas coisas ainda ficavam "no meio do caminho". 

Quem gosta de personalizar o Ubuntu com temas acabou percebendo que algumas das aplicações em Snap ficavam descaracterizadas ao mudar o tema, permanecessando com tema Adwaita do GNOME, caso do Yaru (tradicional) não foi fosse utilizado, essa mescla de temas acabava criando uma variação visualmente desagradável. 

Isse comportamento em relação aos temas acontece porque os Snaps não buscam por temas nos diretórios tradicionais do sistema, o que acontece por conta da condição de Sandbox que os aplicativos estão submetidos. Enquanto uma aplicação instalada tradicionalmente com o "apt" usa os diretórios:

/usr/share/themes
/home/$USER/.themes

Os Snaps buscam seus temas em um diretório como:
/snap/gtk-common-themes/1313/share/themes
Diretórios Snap
Lista de temas suportados pelos Snap atualmente

Inclusive, repare na lista que aparece na imagem acima. Todos estes temas agora funcionam perfeitamente com pacotes Snap. Você pode instalar eles tranquilamente, da mesma forma que sempre fez, e os pacotes Snap vão reconhecê-los.

Como é possível observar, a lista conta com alguns dos temas mais comuns da atualidade, inclusive em suas variações "Dark". Um, curiosamente especial, dessa lista é o "Matcha", que é o que o Manjaro vem utilizando ultimamente, o que pode indicar que realmente a história do Manjaro adotar os Snaps seja verdade. Vamos aguardar para ter certeza.

A sua cabeça de hacker já está coçando?


Tomara que sim, é por isso que eu gosto de você! 😀 Então, talvez você tenha pensado que seria "só copiar" o seu tema para essa pasta e o tema passaria a funcionar com os Snaps.

Copiando Snaps

O que acontece aqui é que os Snaps são "Read-Only", por questão de estrutura de segurança, ou seja, nada pode escrever dentro de um Snap (é um dos fatores que o torna mais seguro) sem que o Snap seja reconstruído, e esse, infelizmente, é o down side de toda essa questão. Para que os softwaes em Snap suportem um determinado tema é preciso que a Canonical adicione o tema em específico ao snap "gtk-common-themes".

Quase lá!


Minha reclamação em relação aos Snaps era justamente esse fator de blending com o restante do sistema, como comentei no artigo e vídeo "Como configuro meu Ubuntu para produtividade". 

Um dos pontos para remoção de alguns Snaps que vinham como padrão, era justamente essa questão de não combinar com o tema que eu queria usar, e olha que eu nem modifico muito o sistema, eu simplesmente mudo para o "modo dark" do tema padrão do Ubuntu, o "Yaru Dark", e até mesmo o tema da própria Canonical ficava bugado, ao menos até agora.


A tematização, por mais que faça parte da cultura Linux, há muito tempo é menos importante para um produto final, que precisa ter um visual agradável "out of the box", com a adição desses temas, os Snaps ficam mais versáteis e se encaixam melhor com as propostas dos sistemas que forem utilizá-los.

Talvez seja interessante a Canonical criar um tópico no fórum deles para acatar a adição de temas votados pela comunidade, adicionando aos poucos os que as pessoas mais gostam, ou criar uma forma de que os temas sejam lidos sem a ação deles diretamente, o que tornaria as coisas mais práticas para todos.

Apesar de ser um pouco chato não ter suporte a todo e qualquer tipo de tema, na minha opinião, esse é uma troca viável, quando o que se tem como resultado é um ambiente mais seguro e prático.

Me chame de detalhista, mas um coisa que poderia melhorar é o cursor do mouse sobre alguns Snaps, como o Spotify, que não respeitam o tema padrão também. Esse tipo de coisa não interfere em absolutamente em nada na utilização do software, entretanto, uma somatória de detalhes bem cuidados acaba gerando um todo aprimorado.

Continue o debate no nosso fórum.

Até a próxima!
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É hora de parar de usar o Ubuntu 18.10!

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Canonical anuncia o fim do suporte de atualizações para o Ubuntu 18.10, versão "intermediária", lançada em Outubro do ano passado (2018). Usuários são encorajados a fazer o upgrade para a versão 19.04 ou migrar para a 18.04 LTS.

Ubuntu 18.10 fim do suporte






O Ubuntu tem um ciclo de desenvolvimento que premia o público com uma versão de longo suporte a cada dois anos, as chamadas versões LTS (long term support), entretanto, a cada seis meses é lançada uma "versão intermediária", que traz tecnologias novas e testes abertos para estabilidade de coisas que serão implementadas na versão LTS.

Se você tem dúvidas sobre os ciclos de desenvolvimento do Ubuntu, confira o vídeo abaixo onde eu explico para você como tudo funciona:


O Ubuntu 18.10, Cosmic Cuttlefish, lançado em Outubro de 2018 atingiu o fim de seu tempo oficial de suporte, de modo que, usuários dessa versão não receberão, à partir de agora, atualizações de segurança. O último dia de suporte será 18 de Julho de 2019.

Para onde ir agora?


Atualmente você tem duas opções, o Ubuntu 18.04 LTS e o Ubuntu 19.04. Geralmente indicamos a utilização das versões LTS, elas tendem a ser mais estáveis à longo prazo e vão evitar que você se preocupe em fazer upgrades por um bom tempo, já que elas tem 5 anos de suporte, entretanto, se você, única e exclusivamente, usa a versão GNOME (principal do Ubuntu) pode ser interessante considerar  a versão 19.04 também por questão de otimizações de desempenho do GNOME Shell.

Essa concepção é debatível por alguns motivos: 

- Pode ser que você precise de uma release que perdure por mais tempo e não se importante tanto com as novidades do Ubuntu 19.04;

- Como o 19.04 também é uma "point release", assim como o Ubuntu 18.10, seu suporte é menor e você terá de deixar de utilizar essa versão por volta de Janeiro de 2020. Até que esse momento chegue, o Ubuntu 19.10 já deverá ter sido lançado e a nova LTS (20.04) estará à caminho. E obrigatoriamente será necessário fazer o upgrade para a versão 19.10, a fim de manter suporte a atualizações de segurança.

O que eu estou fazendo?


Não encare isso como uma recomendação necessariamente, mas eu estou usando o Ubuntu 19.04 desde seu lançamento, apesar de considerar o Ubuntu 18.04 LTS bem estável, eu percebo o seu GNOME pouco otimizado, se comparado com o 19.04, e isso me fez querer trocar. Provavelmente utilizarei o Ubuntu 19.10 também e seguirei assim até que o 20.04 LTS chegar no próximo ano, o qual eu pretendo ficar por mais tempo.

Meus planos são esses agora, mas obviamente que nada é imutável. Participe da discussão no nosso fórum.

Até a próxima!
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Você não precisa mais de PPA para ter os drivers mais recentes da Nvidia no Ubuntu!

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Os desenvolvedores da Canonical liberaram uma excelente atualização para os usuários de Ubuntu, incluindo a versão LTS atual, 18.04.2. Os drivers Nvidia mais recentes, que antes eram conseguidos através de um PPA, agora podem ser instalados diretamente do repositório da distro.

Nvidia Drivers Ubuntu






Um dos artigos mais acessados aqui do blog é o nosso guia de instalação de drivers Nvidia para Ubuntu, que acaba servindo também de base para outras distros derivadas, como Linux Mint, elementary OS, Pop!_OS, Zorin OS e por aí vai. Por conta das novidades de hoje, talvez tenhamos que refazer esse material e criar um novo "guia oficial" de como fazer esse processo, pois, felizmente ele acabou de ficar muito mais simples.


Nosso vídeo agora está desatualizado também, mas te mostra o modo que era usado até então. :)

Com mudança oferecida pelos desenvolvedores da Canonical, agora o repositório de pacotes do Ubuntu carrega, não só a versão mais recente e estável, como também a mais recente em Beta também, tornado tudo mais acessível.

Para  usar a nova ferramenta no Ubuntu 18.04.2 LTS, basta garantir que o seu sistema esteja atualizado. Os drivers Nvidia vão aparecer no mesmo local de sempre: No aplicativo "Programas e atualizações", na aba "Drivers Adicionais".

Ou claro, pelo terminal:


Uma observação importante a se fazer. 

Na aba "Opções para Desenvolvedores" existe a opção de "Atualizações de Pré-lançamento", que são pacotes que estão prestes a cair para a versão estável do sistema, mas que ainda não passaram totalmente pelo processo de controle de qualidade da Canonical, marcando essa opção, você tem drivers ainda mais recentes, muitas vezes em estado Beta, o que pode ser eventualmente interessante, no entanto, habilitar esse repositório também te traz uma série de atualizações para outros pacotes, não somente drivers, o que pode deixar o seu sistema menos estável, mas é uma escolha que você pode fazer.


Habilitando essa opção, você terá os mesmos drivers que até então eram entregues somente via PPA. Aliando essa questão a intenção de adicionar Drivers Nvidia diretamente na ISO do sistema para o próximo lançamento do Ubuntu (19.10) e permitir a instalação Offline do Ubuntu com drivers recentes, a Canonical parece minimizar ao máximo possível o atrito que existe entre instalar um sistema Linux e usá-lo com todo o seu potencial, incluindo o "calvário" que às vezes pode ser habilitar uma placa de vídeo híbrida (Intel+Nvidia).

Essa manobra, que visa melhorar o Ubuntu e torná-lo mais prático, acaba ajudando diretamente a comunidade Linux que se baseia no sistema (Linux Mint, elementary OS, etc) que poderão se beneficiar das mesmas ferramentas e repositórios, sem precisar desenvolver ferramentas extras e nem mexer "um palito" sequer.


Até a próxima!
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