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Novo Manjaro chegará com suporte nativo a Snap?

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

O Snapcraft Summit, em Montreal (Canadá), que aconteceu esse ano (2019), trouxe várias novidades interessantes sobre o desenvolvimento dos pacotes Snap, dentre as atrações, a que mais chamou a atenção foi a fala do líder do projeto Manjaro, Philip Müller, querendo trazer o snapd por padrão no sistema.

Novo Manjaro chegará com suporte nativo a Snap?





Em um post oficial no blog do Ubuntu, Sarah Dickinson (gerente de comunicação da Canonical em IoT), comentou como o Ubuntu e o Manjaro tem como objetivo tornar a experiência no Linux mais agradável para quem é novato. Nesse post, também houve algumas ponderações de Philip sobre a inclusão do snapd e todo o ecossistema que ele traz.

“Manjaro e Ubuntu têm objetivos semelhantes para tornar simples a instalação dos softwares, por exemplo, usando snaps. Em segundo lugar, a Snapcraft evoluiu para abraçar diferentes distribuições Linux, graças a uma decisão deliberada da Canonical.” e complementou:

“O Summit é um bom lugar para criar networking com os outros projetos e descobrir como eles se encaixam no ecossistema Linux”. 

Ainda na conferência, Philip falou sobre a disponibilidade nas versões “oficiais” lançadas por ele e a sua equipe, do snapd e a Snap Store.

“O acesso para a Snap Store estará disponível nas edições KDE, XFCE e GNOME do Manjaro”, complementando logo em seguida:

“O código aberto precisa de um novo modelo colaborativo, em oposição ao sigilo do closed source (código fechado). A colaboração ajuda em fazer as coisas mais rapidamente e permite um foco mais forte no produto final e valor agregado nele para os usuários.”

Em outro trecho, ele comenta as vantagens  e desvantagens de se usar o snap no sistema:

“Uma grande vantagem na distribuição do software  via snap, é que ele ainda pode funcionar, mesmo se estiver fora de sincronia com as bibliotecas atuais do sistema. Outra vantagem é a atualização automática de snaps, uma vez instalada, a interação do usuário para isso é reduzida, pois eles podem simplesmente esquecê-la.”. Em contrapartida, ele comentou sobre temas e espaço em disco:

“Os Snaps nem sempre se integram aos temas e podem ocupar mais espaço se eles precisam instalar runtimes compartilhadas. ”

Para a questão de temas, a Canonical já inclui os temas padrões do Manjaro dentro da Snap Store, então, dependendo da implementação do Manjaro, os Apps ficarão completamente integrados.

Também foi mencionado, que Philip e sua equipe vão ajudar com sugestões para o “ajuste fino” em torno do snap, tanto via uma Store quanto via linha de comando (cli).

Se você quiser ver o post completo, basta acessá-lo aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Emulador PPSSPP no Linux via Flatpak

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O PSP é um dos portáteis que marcaram minha vida, e olha que sou aficionado por esses “pequenos monstrinhos”. Recentemente tive o desprazer de não poder desfrutar de meus jogos neste console, entretanto, ainda posso matar a saudade jogando diretamente em meu Ubuntu.

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A equipe de desenvolvimento do emulador PPSSPP sempre está implementando novas funcionalidades e recursos no programa. O emulador é bem famoso e possui até mesmo uma versão Android, além de suas versões GOLD com recursos premium. Caso tenha se interessado, em seu site oficial encontra-se todos os links e mais informações dessas opções.

Instalando o PPSSPP em sua distro Linux


Existem algumas maneiras de se obter o PPSSPP no Linux, através de pacotes DEB ou até mesmo um PPA para Ubuntu. Temos uma postagem abordando como efetuar a instalação do emulador via PPA. No entanto, as coisas são mais lentas por este meio. Não falo especificamente do emulador, e sim da demora em novas atualizações serem disponibilizadas. Alguns podem pensar que isso não é tão importante para softwares com foco em emulação, entretanto, te garanto que as melhorias de performances podem praticamente diferenciar o mesmo programa, apenas por conter uma versão superior. Convenhamos, que para computadores mais modestos, quanto mais performance e ajustes finos melhor.

Uma solução que venho adotando a bastante tempo, e que superou minhas expectativas, foi o PPSSPP diretamente do Flathub. Além de sempre estar alinhado com as últimas versões estáveis do PPSSPP, o emulador tem se mostrado muito estável e sempre com desempenho acima que a versão anterior. Obviamente, que isso é graças aos desenvolvedores do aplicativo que sempre disponibilizam uma versão melhor e superior a cada lançamento (estão de parabéns).

ppsspp-flatpak-flathub-ubuntu-mint-fedora-linux-psp-emulador-retro-gamer

Para prosseguir com a instalação do emulador, será necessário ter o Flatpak configurado em seu sistema e o repositório do Flathub. Calma, que é muito simples e essa postagem ensina o passo a passo para o Ubuntu (se já não tem configurado). Outras distribuições que não possuem o Flatpak habilitado, poderão configurar o recurso por esse post (acesse o link anterior, do Ubuntu, lá existe um passo para adicionar o repositório do Flathub). Caso utilize Linux Mint ou Fedora, o Flatpak já vem habilitado por padrão. No caso do Fedora, será necessário apenas adicionar o repositório do Flathub.

Instale no Ubuntu, Mint, Fedora ou qualquer outra distribuição que tenha uma loja com suporte a Flatpak, pesquisando por: “PPSSPP flatpak”.

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O processo pode ser feito via terminal, para quem desejar.

Adicionando o repositório do Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalação do PPSSPP Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.ppsspp.PPSSPP

Remoção do PPSSPP Flatpak via terminal:

flatpak remove org.ppsspp.PPSSPP/x86_64/stable

Dica extra (se possuir HD externo com seus jogos armazenados):

flatpak override --filesystem=/caminho_do_seu_hd org.ppsspp.PPSSPP

Exemplo do comando acima (costumo montar meus HDs em “media”):

flatpak override --filesystem=/media org.ppsspp.PPSSPP

Assim o PPSSPP em Flatpak poderá ler todos os meus arquivos, vindouros do ponto de montagem “media”, em meus outros HDs (esse comando pode ser adaptado para qualquer Flatpak, inclusive o da Steam).

Sem sombra de dúvidas o PPSSPP é um dos melhores emuladores, o interessante que você pode executar games sobre OpenGL ou Vulkan. Pelos meus testes, alguns títulos ganham mais potência em Vulkan, enquanto, outros são afetados por bugs. Vale o teste e ficar atento ao funcionamento do jogo. A resolução pode ser escalonada, entre outras configurações que são auto explicativas.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE!
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Curte o player de música Clementine? Então conheça o Strawberry

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Os usuários Linux da “velha guarda”, irão se alegrar com a postagem de hoje. No entanto, se você está “chegando agora”, não se preocupe a dica também pode ser de seu agrado. 

player-musica-song-clementine-strawberry-ubuntu-linux-fedora-appimage-snap-open-source-windows-openbsd-macos

O Clementine é uma player de música relativamente conhecido entre os usuários Linux, ainda mais se você for usuário de longa data. Player preferido de muitos, o Clementine fazia sucesso com seu jeitão despojado e que remetia outro player clássico, o Amarok, especificamente inspirado em sua versão 1.4 (bons tempos).

Infelizmente o projeto anda meio parado, sem receber atualizações ou novos recursos desde 2016, na qual foi lançada sua atual versão 1.3.1. Quem acompanha as minhas postagens aqui no blog Diolinux sabe que venho “em busca do player perfeito” (ao menos para minha utilização). Alguns que testei e recomendo são: Olivia, Elisa, e estou utilizando outros (aguardem novas postagens). Além destes, outras postagens foram feitas no blog com algumas opções, o Museeks e Tauon Music Box (postadas por meu colega de trabalho Ricardo, O Cara do TI). 

“De um pedaço pequeno de laranja à um morango”


O Clementine é famoso por possuir um pedaço de laranja como logo, já o player de música Strawberry possui um morango. Isso não é coincidência, o Strawberry é um fork (baseado) no Clementine. Veja algumas de suas características:

  • Player de música e biblioteca (organize suas músicas);
  • Ampla gama de formatos suportados, como: WAV, FLAC, WavPack, DSF, DSDIFF, Ogg Vorbis, Speex, MPC, TrueAudio, AIFF, MP4, MP3, ASF e Monkey’s Audio;
  • Reproduz de CD’s;
  • Notificações na área de trabalho nativamente;
  • Playlists em múltiplos formatos;
  • Saída de áudio avançada, e configurações de dispositivo com reprodução perfeita para usuários mais exigentes;
  • Edite as tags de suas músicas;
  • Busque tags diretamente do MusicBrainz;
  • Arte da capa do álbum em serviços, como: Last.fm, Musicbrainz, Discogs, Deezer e Tidal;
  • Letras de músicas de AudD e ChartLyrics;
  • Suporte para vários back-ends;
  • Analisador de áudio;
  • Equalizador de áudio;
  • Transfira músicas para o player USB do iPod, iPhone, MTP ou armazenamento em massa;
  • Suporte à streaming de músicas (Tidal, Qobuz e Subsonic);
  • Scrobbler com suporte ao Last.fm, Libre.fm e ListenBrainz;
  • Desenvolvido em C++ e Qt 5, além de ser Open Source;
  • Versões para Linux, OpenBSD, Windows e macOS.

O programa está disponível em diversos formatos e para vários sistemas operacionais, você pode acessar a página do Github do projeto e obter mais informações.

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Como instalar o player Strawberry


O Strawberry pode ser obtido de diversas maneiras, em seu site oficial é descrito os procedimentos para cada sistema, no Windows existem dois instaladores executáveis (32bits e 64bits) para macOS a opção de compillar ou instalar via DMG. No Linux você poderá compilar ou instalar diretamente do repositório, caso sua distribuição esteja na lista abaixo:

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Nessas distribuições pesquise pelo pacote “strawberry” e instale como costuma fazer.

Existem maneiras bem práticas para instalar o player em seu sistema, uma delas é via AppImage e outra Snap (o player está na Snapcraft). Testei ambas, e a integração com o Gnome-Shell (Ubuntu) foi muito boa. Com um indicador na barra superior (um pequeno morango) e botões com opções de pausar, avançar ou voltar as músicas, diretamente na área de notificações do Gnome-Shell.

Baixe a versão em AppImage por este link, observe a data do lançamento e priorize o último disponibilizado. Se não sabe como executar um arquivo AppImage, essa postagem demonstra todo passo a passo.

O Snap do Strawberry pode ser instalado tanto via terminal, como pela Loja (no caso do Ubuntu). Pesquise por: “strawberry” e instale o aplicativo. 

player-musica-song-clementine-strawberry-ubuntu-linux-fedora-appimage-snap-open-source-windows-openbsd-macos-loja

Para as outras distribuições que não possuem o Snap configurado, essa postagem ensina o processo.

Obviamente que a instalação do player pode ser via terminal, se assim desejar, utilize estes comandos.

Instalação do Strawberry Snap via terminal:

sudo snap install strawberry

Remoção do Strawberry Snap via terminal:

sudo snap remove strawberry

Foi bem nostálgico utilizar o Strawberry, para os fãs do Clementine que prezam por um software em pleno desenvolvimento e com atualizações (sejam elas de segurança ou melhorias), com certeza o player é uma ótima pedida.

Você conhecia o Strawberry? Usava o Clementine ou ainda usa? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, vai que você acaba descobrindo algo novo.

Até o próximo post, que vou ouvir umas músicas, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Organize seus arquivos no Linux

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Há pouco tempo demonstrei uma forma bem prática para organizar os arquivos de seu computador via terminal. No entanto, é notório que nem todos os usuários gostam de utilizar a famigerada telinha preta. Seja por medo, inexperiência, preguiça ou até mesmo gosto (às vezes me encaixo junto aos preguiçosos, isso tanto para interface quanto terminal. Geralmente tenho preguiça e faço logo com um comando ao invés de ficar clicando... 😂😂😂).

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Caso queira utilizar uma solução via terminal, indico o Classifier, acesse o post e saiba mais. Já se quer a praticidade “dos botões” essa dica é para você.

Organizer ou Organize My Files?


“Linux não tem programas!”. Toda vez que ouço ou vejo essa afirmação fico pensando o quão desinformada está a pessoa que escreveu, ou disse isso. Linux possui sim diversos softwares, e ao contrário do que outros dizem, são programas de extrema qualidade. Opção é algo que gosto, então, irei apresentar dois aplicativos para organizar a sua bagunça. Após abordar algumas de suas características a decisão de qual instalar em sua distro, será sua.

Organizer


O Organizer é uma aplicação simples e direta ao ponto, sua interface é intuitiva e não requer configurações adicionais, bastando escolher a pasta onde quer organizar os arquivos e o destino, conforme cada tipo contido no diretório de origem. Desenvolvido em GTK e Python, Software Livre e parte do GNOME, seu código fonte pode ser adquirido diretamente de seu repositório no GitLab.

Selecione o diretório que quer organizar.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-organizer

Em seguida o Organizer irá separar conforme os tipos, e você poderá clicar em cada um e mover para pasta de destino. Uma observação: Você pode utilizar os caminhos sugeridos pelo software (ele cria subpastas) ou se preferir, criar previamente as subpastas e escolher diretamente na interface do Organizer antes de mover.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Veja abaixo a lista de formatos de arquivos suportados atualmente pelo Organizer:


  • Imagens (JPG, PNG, etc.);
  • Documentos (PDF, ODT, DOC, DOCX, etc.);
  • Planilhas (ODS, XLS, XLSX, etc.);
  • Apresentações (ODP, PPT, PPTX, etc.);
  • Vídeos (MKV, MP4, WEBM, etc.);
  • Música (FLAC, MP3, OGG, etc)
  • Arquivos (TAR.GZ, ZIP, RAR, 7Z, etc.);
  • Outros (Binários, APPIMAGE, DEB, RPM, e assim por diante).

Para instalar o Organizer, configure o Flatpak em seu sistema (adicione o repositório do Flathub) ou se estiver utilizando o Ubuntu, essa postagem ensina a configurar e habilitar o suporte via interface gráfica (para instalar diretamente da loja de aplicativos). No Linux Mint, nenhuma configuração é necessária. Após configurar, pesquise na loja do Ubuntu ou Linux Mint por: “Organizer flatpak” e instale o aplicativo.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

O procedimento pode ser feito via terminal, caso não tenha o repositório do Flathub em seu sistema, habilite o mesmo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Organizer Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.librehunt.Organizer

Remova o Organizer Flatpak via terminal:

flatpak remove org.librehunt. Organizer/x86_64/stable

Organize My Files


A segunda opção que irei apresentar é o Organize My Files, uma aplicação proprietária e multiplataforma. Para quem procura um software que possa ser utilizado tanto no Windows, Linux e macOS, talvez este seja o programa ideal. No entanto, a versão gratuita é bem limitada, dando apenas um gostinho do funcionamento do Organize My Files. Sendo possível apenas organizar os arquivos contidos na área de trabalho e sem a função recursiva.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Ao contrário do Organizer que tenta ser mais simplista, sem tantos ajustes, o Organize My Files é bem completo. Ajustes minuciosos poderão ser feitos na ferramenta, aumentando assim o nível de organização. Veja um vídeo demonstrativo do app em ação:


Organize My Files está disponível no formato Snap, então, aos usuários de Ubuntu sua instalação é diretamente da loja. Pesquise por: “Organize My Files” e poderá instalar o programa.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Outros sistemas necessitam ter configurado o Snap para instalação do Organize My Files, essa postagem demonstra todo passo a passo.

Como no exemplo anterior, essa aplicação também pode ser instalada via terminal, claro, que os comandos são outros.

Instalação do Organize My Files Snap via terminal:

sudo snap install organize-my-files

Desinstalação do Organize My Files Snap via terminal:

sudo snap remove organize-my-files

Adquirindo uma licença todas as funcionalidades são desbloqueadas, sem as limitações da versão gratuita, organizar seus arquivos se tornará bem mais prático. Recursos, como: classificação de arquivos por tipo, extensão, tamanho, data, nome, etc. Estarão ao seu alcance. Uma funcionalidade poderosa, é a possibilidade de criar regras personalizadas entre outras funções, enfim, o programa pode ser adquirido atualmente por US $ 19,95 neste link.

Curiosamente a logo do Organizer e Organize My Files, são bem parecidas.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Agora é com você, opções não faltam e caso conheça outro programa compartilhe em nosso fórum Diolinux Plus. Assim mais usuários poderão ter conhecimento de novas opções.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Criando um Ubuntu GNOME MEGA Minimal!

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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Vamos abordar um assunto muito interessante, customização de sistema operacional em "baixo nível", especificamente, customização do Ubuntu à partir de sua ISO Minimal.

Ubuntu Minimal






A ideia partiu do nosso vídeo de instalação do Arch Linux, uma distro conhecida por sua ampla capacidade de personalização. A ideia é cria o mesmo nível de personalização no Ubuntu, ou o mais próximo disso possível, usando a imagem de instalação mínima, de 60MB de tamanho.

Você pode conferir a instalação do Ubuntu Minimal aqui, a única diferença para este projeto, é que você não deve instalar ou escolher qualquer desktop enviroment ou algo semelhante, queremos um Ubuntu absolutamente básico, sem nada instalado.


Depois da instalação, vamos fazer as customizações conforme este vídeo:


Os comandos utilizados no vídeo acima, e que servem de material de apoio são os seguintes:

- Instalação básica:
sudo apt install xorg gdm3 gnome-backgrounds gnome-session adwaita-icon-theme-full gnome-themes-standard gnome-control-center gnome-tweaks software-properties-gtk network-manager pulseaudio gnome-terminal nautilus --no-install-recommends
- Opcionais para Wayland:
sudo apt install wayland-protocols weston xwayland
- Opcionais de Softwares:

Gnome Software/Loja do Ubuntu
 sudo apt install gnome-software
Extensões do Ubuntu para ícones indicadores, desktop e barra lateral:
sudo apt install gnome-shell-extension-appindicator
sudo apt install gnome-shell-extension-ubuntu-dock
sudo apt install gnome-shell-extension-desktop-icons 
Tema Yaru:
sudo apt install yaru-theme-shell yaru-theme-gtk yaru-theme-icon  
Remover suporte a Snap:
sudo apt remove snapd 
- Configuração de rede para o Network Manager pela interface funcionar:
 sudo nano /etc/netplan/01-netcfg.yaml
Substituir, conforme o vídeo acima o "networkd" por "NetworkManager".

Reinicie o computador.

Até a próxima!
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Diolinux Yaru Orange - Mojave - Tema para Ubuntu

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Aquelas brincadeiras de Sábado à tarde no nosso canal na Twitch renderam um novo tema para o Ubuntu. Agora você ode baixar e utilizar para embelezar o seu sistema. :)

Diolinux Yaru Orange





O tema foi modificado à partir do McMojave, alterando a cor de destaque, respeitando o visual padrão do Ubuntu com o laranja e o azul. O tema deixa o visual das janelas um pouco mais compacto, dando maior destaque as botões e acrescentando uma transparência na barra lateral do gestor de arquivos.


Para instalar o tema, basta extrair a pasta do tema para o diretório oculto ./themes dentro da sua home, caso ele não exista, você pode criá-lo. Depois, é só usar o GNOME Tweaks para fazer a alteração na sessão "Aparência".

Customização
twitch.tv/Diolinux
Como eu já havia mencionado, a customização foi feita ao vivo, você pode conferir aqui.
Gosta de modificar o seu desktop Linux? Então não deixe de conferir os tópicos relacionados no nosso fórum.

Até a próxima!
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Como trabalhar com pacotes Flatpak no Ubuntu

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sábado, 27 de julho de 2019

Eu gosto muito dessa nova geração de formatos de pacotes. Snap, Flatpak e AppImage fazem a minha felicidade muitas vezes, mas eles podem ter integrações diferentes, dependendo do sistema que você use. A forma com que Fedora, Linux Mint e Ubuntu tratam os Flatpaks é diferente por exemplo, é sobre isso que vamos falar hoje.







Atualmente eu tenho uma quantidade considerável de Flatpaks no meu Ubuntu, muitos desses softwares são indispensáveis para o meu trabalho, como o OBS Studio por exemplo, você pode ver a lista completa nesta imagem:

Flatpak Ubuntu

Apesar do Ubuntu dar preferência pelo formado desenvolvido pela Canonical, o Snap, os Flatpaks funcionam sem problema, entretanto, a sua integração não é tão boa quanto no Fedora por exemplo, onde a GNOME Software funciona como o planejado na gerência dessas aplicações.

Agora você vai aprender como configurar o Flathub (repositório de Flatpaks ), como instalar e como remover softwares em Flatpak do seu Ubuntu.

Trabalhando com Flatpaks no Ubuntu


Para habilitar o plugin-flatpak na loja de aplicativos do Ubuntu, permitindo que a aplicação instale o suporte a Flatpak e seja capaz de gerenciar os flatpak.ref (como se fosse o ".deb" do flatpak), basta habilitar essa função:

Flatpak

Ela aparece ao clicar com o botão direito sobre o ícone da loja de aplicativos do Ubuntu e selecionar "Mostrar detalhes". Você também pode instalar os pacotes manualmente, usando um softwares como o "GPK Application" ou o "Synaptic", ou ainda o "Flatpak Manager".

Interfaces gráficas não faltam, mas você também pode fazer pelo terminal:
sudo apt install flatpak
sudo apt install gnome-software-plugin-flatpak
O segundo comando só é necessário se você quiser a integração com a GNOME Software.

Adicionando suporte ao Flathub


Flatpak sem Flathub chega a ser sem graça, então vamos adicionar o repositório para que você possa instalar todas as aplicações contidas nele.

Existem duas formas de fazer isso:

1 - Baixando o flatpak.ref do flathub e instalando pela loja de aplicativos.

2 - Fazendo a mesma coisa, só que pelo terminal:
flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo
É recomendado reiniciar o computador depois do processo, segundo os desenvolvedores do Flatpak, então faça isso e ao voltar, a sua loja de aplicativos estará repleta de Flatpaks. Basta pesquisar pelo programa desejado e instalar.

Flathub na loja do Ubuntu

Você pode instalar os Flatpaks da loja como instalaria qualquer outro aplicativo, porém, existe também a possibilidade de você navegar pelo Flathub e instalar à partir de um comando no site, clicando no botão "install" que existe em todas as aplicações, ou rolando a página para baixo, você vai encontrar também o comando para ser usado no terminal para instalação, por exemplo:
flatpak install flathub com.spotify.Client
Esse comando instalaria o Spotify em Flatpak, uma versão mantida pela comunidade.

Como remover os Flatpaks? 

A remoção é bem simples, procure pelo aplicativo na loja,  clique no botão de remover, como qualquer outra aplicação:

Olive Flatpak

E claro, você pode remover a aplicação usando o terminal também se quiser. O primeiro passo é listar os flatpaks usando o comando:
flatpak list
Observando a lista, copie o nome do Flatpak desejado e remova assim:
flatpak remove org.olivevideoeditor.Olive
Nesse exemplo, o comando removeria o editor de vídeos "Olive", atente-se em substituir pelo nome adequado da aplicação desejada.

Atualizando Flatpaks


Esse é o processo "mais chato" no Ubuntu especificamente, no Fedora funciona muito bem. O gerenciamento de atualizações do Ubuntu é feito pelo software "Atualizador de programas", enquanto os Snaps atualizam automaticamente em background, o mesmo não acontece com os Flatpaks (os flatpaks atualizam em background no Linux Mint).

O local onde as runtimes do Flatpak e as aplicações neste formato deveriam aparecer quando existem atualizações é na própria aba de atualizações da loja de aplicativos, mas ela é completamente inútil e nunca consegue fazer essa atualização normal (no Ubuntu), de modo que nesse caso o terminal é a única alternativa, a menos que você use algo como o "flatpak manager", comentado anteriormente no artigo.

Para manter os seus flatpaks atualizados, rode de vez em quando o comando:
flatpak update
Geralmente a loja do Ubuntu funciona bem em te notificar quando existem atualizações, apesar de não conseguir executá-las de forma propriamente dita, ao menos por enquanto.

*Update

Uma coisa interessante mudou desde que eu fiz o artigo, agora a GNOME Software do Ubuntu (19.04) conseguiu atualizar os Flatpaks sem problema, então você tem a opção gráfica tradicional, como acontece no Fedora.

Alguma dúvida sobre Flatpak? Participe do nosso fórum, muita gente discute sobre eles por lá.

Até a próxima!
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Suporte do plugin Snap no Fedora pode não acabar, entenda

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Algumas semanas atrás escrevi um artigo citando que Richard Hughes, um dos principais engenheiros de software da Red Hat, tinha anunciado na lista de discussão dos desenvolvedores do Fedora que o plugin do Snap na Gnome software seria “desativado” no Fedora 31. O assunto rendeu, vários pontos de vistas e questões técnicos foram abordados na lista e tudo indica que o resultado será diferente.

plugin-snap-canonical-gnome-software-fedora

Antes de tudo, leia a postagem sobre o tema para entender melhor essa situação. Uma das alegações de Hughes para desativar o plugin que faz a integração da Gnome Software com os Snaps, era que o projeto Fedora não poderia ter sobre si a responsabilidade do plugin e nem manter tal. Além de outros assuntos técnicos, como a Gnome Software realmente não gerenciar esse tipo de pacote. No entanto, parece que a Canonical, empresa responsável pelo formato, está interessada na manutenção e suporte dessa plugin em outros sistemas. Ao menos foi o que deu a entender com as declarações de um de seus desenvolvedores, Robert Ancell.

Engenheiro de software da Canonical e membro da equipe do desenvolvimento do desktop Ubuntu, Robert Ancell também participou da lista de discussões sobre o tema e declarou que a Canonical se importa com a possibilidade de integração de seu plugin com a Gnome Software em outros sistemas: “Deixe-me garantir que estamos comprometidos em manter o complemento […]. Queremos ter certeza de que está disponível para qualquer usuário do GNOME Software que queira usar o Snaps, independentemente da distro que estiver usando”. 

Meu entendimento da situação foi que a Canonical está trabalhando em uma experiência separada e adaptada para o Ubuntu, porque eles têm necessidades extras, mas tudo isso foi construído no GNOME Software em primeiro lugar”.

Sabemos que a Canonical vem desenvolvendo uma nova loja para o Ubuntu, pensada nos Snaps. Também faz sentido a empresa não abandonar a manutenção do plugin Snap para outros sistemas que usem a Gnome Software. Afinal, isso limitaria o alcance de seu formato de empacotamento, dificultando ainda mais a aceitação por parte de outras distribuições. Ancell informa que não sabia dessa situação dentro do projeto Fedora e que gostaria de ter entrado nessas conversas (junto aos mantenedores do Snap na distro) anteriormente e que está comprometido em fornecer uma boa experiência para os usuários de Snap no Fedora.

Ancell deixa claro que a Canonical solicitou a ele, para que mais detalhes não fossem informados: “Me pediram para não distribuir detalhes sobre as conversas até que fizessem uma declaração pública, que ainda não foi feita. Não estou confortável com a situação, mas também temos que fazer alguma coisa”.

Será que a Canonical vai se comprometer em manter seu plugin Snap para a Gnome Software, mesmo com uma nova loja em desenvolvimento? Como abordei anteriormente, faz sentido eles investirem nisso, pois, o Snap estaria facilmente acessível para outros usuários Gnome e convenhamos, parece que as demais distribuições estão se focando no Flatpak. 


E você o que acha de toda essa questão? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Fedora.
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Dash to Panel recebe update com melhorias e correções

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A customização no mundo Linux é uma das coisas que mais atrai a galera que prefere ter o sistema com a “sua cara”, assim dando toques que podem torná-lo único. Para quem usa o Gnome-Shell, isso não seria diferente. 


Dash to Panel recebe update com melhorias e correções







Muitos não gostam da proposta do GNOME “puro” (Vanilla) ou das distros que modificam ele, como Ubuntu, ZorinOS, Pop!_OS entre outras. Umas das extensões que é mais usada para tal modificação, é a dash to panel. Extensão essa que unifica outras duas, a GNOME Shell Dash e o GNOME Top Bar, assim entregando todos os recursos dessas extensões em uma única barra.





As melhorias apresentadas na versão 20 do dash to panel, são:

● Fornecida uma variedade de estilos para as janelas de prévisualização, como o tamanho, preenchimento, opacidade, localização de botão, visibilidade do cabeçalho e estilo da fonte;

● Possibilidade de adicionar atalhos ao menu de contexto no botão de Mostrar Aplicativos;

● O Windows Preview tem a escala e tamanha de forma dinâmica nas thumbnails em vez de ter um tamanho fixo nelas.

● Opção para ocultar as opções dos aplicativos em execução

● Melhor compatibilidade com o Gnome 3.32

Para mais detalhes, você pode consultar a release deles aqui.

Por hora, a versão 20 ainda não foi liberada no Gnome Extensions, mas quando for, e se você estiver com a extensão instalada, vai receber o aviso de update.

Mas se você quiser testar antes, basta baixar o ZIP e extrair nesse caminho:

/home/user/.local/share/gnome-shell/extensions

Onde está o user, você coloca o nome do seu usuário do sistema. Depois, para gerenciar a extensão instalada, basta utilizar o “Ajustes”, caso não o tenha instalado, basta procurar na loja (Gnome Software ou Ubuntu Software).

Se você quiser instalar a versão 19, basta acessar a page da dash to dock no Gnome Extensions, e habilitar. 

Para instalar as extensões via navegador, você vai precisar do complemento para isso, possuindo versões para o  Chrome e Firefox. Se precisar de mais formas de instalação, basta acessar esse guia deles.

Temos um tutorial bem bacana feito pelo meu amigo Henrique, do canal OSistemático, de como personalizar o dash to panel.
Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Personalize o visual do Ubuntu com a extensão Dash to Panel

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Muitos usuários não conseguem se adaptar a lógica de funcionamento do Ubuntu ou Gnome-Shell, com sua barra lateral e outros pormenores. Os anos de utilização de ambientes gráficos que possuem um “estilo Windows/KDE Plasma” tornam ainda mais dificultoso algo “fora desse padrão”.

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O Gnome-Shell não é conhecido por possuir um funcionamento que lembre um Windows da vida, pelo contrário, existe uma disparidade de conceitos. Obviamente, que não há mal nenhum nisso. No entanto, alguns usuários preferem algo que estão acostumados, e na maioria das vezes esse costume é vindouro da utilização do Windows. Curiosamente algumas pessoas preferem uma distribuição Linux que tenha um visual completamente diferente, enquanto, outras querem a comodidade de usar algo parecido. Se você está entre esse grupo e deseja utilizar mesmo assim o Gnome-Shell, a dica de hoje é valiosíssima.

Dash to Panel, modificando o comportamento padrão do Ubuntu/Gnome-Shell


A famosa barra de tarefas pode estar presente no Ubuntu, basta adicionar essa extensão. Com um visual mais tradicional, o sistema se torna extremamente familiar. Combinando com outros elementos, o ambiente se transforma praticamente em outro. Por exemplo, ao combinar com a extensão Arc-Menu, um menu iniciar estilo Windows 7, o GNOME sofre uma verdadeira metamorfose. 

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Para instalar extensões no Gnome-Shell (interface do Ubuntu) é muito simples, temos esse tutorial demonstrando todo a passo-passo. Você pode pesquisar diretamente na Loja do Ubuntu por “Dash to Panel”, ou até mesmo no Fedora ou outro sistema operacional que utilize o Gnome-Shell, e tenha a Gnome Software instalada.

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A extensão pode ser configurada diretamente na Loja, no botão “Configurações de extensão”, conforme a imagem acima. Outra possibilidade é ir à categoria “Complementos” na página inicial da loja, em seguida na aba “Extensões de shell” e clicar em “Configurações de extensão”. 

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Ao identificar a extensão que quer configurar, clique no símbolo de engrenagem e uma caixa de diálogo com muitas opções aparecerão.

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Existe outro software, que inclusive utilizo, chamado GNOME Tweaks (Ajustes). Caso tenha interesse, essa postagem aborda essa ótima ferramenta. O gerenciamento das extensões pode ser feito por meio dele também.

Ao abrir as configurações da extensão Dash to Panel, diversas opções poderão ser customizadas, como: cor do panel, transparência, tamanho dos elementos, indicadores, comportamento, modos de visualização e muito mais.

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Algo interessante é poder exportar e importar configurações, poupando muito tempo a cada nova formatação. Essa opção encontra-se na aba “Sobre”, aliás, caso queira utilizar a minha configuração, baixe por este link o arquivo e importe.

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Lembrando que ao ativar a Dash to Panel, automaticamente a Dock do Ubuntu será desativada. Mas não se preocupe, caso desative a extensão a Dock do Ubuntu é reativada novamente. Veja mais funcionalidades diretamente do Github do projeto.

Espero que a dica seja útil para você, gosto muito dessa extensão e sempre mesclo entre seu comportamento e o padrão do Ubuntu.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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VirtualBox 6.0.10 chega com suporte para driver UEFI no Ubuntu e Debian

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Uma das aplicações mais populares para virtualização de sistemas, o VirtualBox, recebeu uma atualização pequena, mas que trouxe boas novidades para os utilizadores Linux.

Atualização do VirtualBox






A Oracle anunciou a versão 6.0.10 do VirtualBox, que acaba de se tornar a quinta revisão de manutenção da série 6.x do software, com várias correções de bugs e a adição de alguns novos recursos para usuários Linux.

Dois meses após a última atualização, o novo VB, para os íntimos, vem com suporte melhorado para Secure Boot UEFI com assinatura de drivers para Ubuntu e Debian. Adicionalmente, os hosts Linux receberam melhor suporte para versões diferentes do Kernel Linux, contemplando melhor o range de versões disponível entre Debian e Fedora, por exemplo.


Grande parte dos esforços foram voltados para mitigar bugs reportados por usuários, especialmente das pessoas que compilam o VirtualBox à partir do código fonte usando versões recentes do framework Qt.

Tivemos melhorarias para sistemas Linux quando rodados como guests também, permitindo agora que o VirtualBox "se lembre" com maior facilidade do tamanho e resolução das telas depois de um reboot. Houve melhorias também no manuseio das VMs através do utilitário VBoxManage, via linha de comando, corrindo bugs que faziam com que as máquinas perdessem o controle de I/O e pastas compartilhadas em alguns casos.

Você pode fazer o download do VirtualBox diretamente do site oficial, inclusive nas versões de Windows e macOS, não somente Linux. Se você já estava usando o VB na versão 6 em umambiente não crítico, esse update não deve oferecer qualquer risco, lembre-se também de baixar novamente o Oracle VM VirtualBox Extension Pack, para garantir recursos estendidos.

Quer falar sobre virtualização de sistemas com a nossa comunidade? Vem conhecer o nosso fórum!

Até a próxima!
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Crie wallpapers animados para o Komorebi

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Recentemente fiz uma postagem sobre o Komorebi, aplicação na qual é possível utilizar wallpapers animados no Linux. Por padrão existe uma ferramenta chamada Wallpaper Creator que é instalada juntamente ao Komorebi. No entanto, nem sempre ela cumpre seu papel. Assim sendo, irei demonstrar como crio meus temas “na unha”.

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Obviamente que será necessário possuir o Komorebi instalado para utilizar os wallpapers animados. Acesse essa postagem e veja como instalar e utilizar o programa. O foco do post será a criação dos temas e não a utilização do Komorebi.

Criando seus próprios papéis de parede animados


Como mencionado anteriormente, existe uma aplicação que possibilita a criação de temas para o Komorebi via interface gráfica. Todavia com esse tutorial você poderá proceder de ambas formas. Todo procedimento será feito em base no Ubuntu, entretanto, caso utilize outro sistema ou DE, adapte conforme sua necessidade. Se mesmo com o passo-a-passo descrito você fique confuso, mais adiante poderá ver um vídeo com o procedimento e tirar as eventuais dúvidas.

Saiba que iremos fazer basicamente o mesmo que o Wallpaper Creator, porém, na “unha”, como muitos gostam de dizer. Para isso, baixe o tema exemplo que disponibilizei. Assim basta editar as opções.

Os temas do Komorebi são compostos por 3 arquivos: um vídeo, uma imagem e a configuração do tema. É importante manter a mesma estrutura do tema de exemplo, e apenas trocar a imagem, vídeo e o nome do diretório do tema (de preferência evite espaços ao dar o nome a esse diretório). Utilize vídeos no formato MP4, que não possua um tamanho muito grande. Isso impactará na performance e uso de RAM de seu sistema. As imagens use em JPG, não testei vídeos e imagens em outros formatos (fica ao seu encargo).

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O arquivo “config”, possui todas as características de seu tema. Altere os atributos ali contidos conforme seu desejo. Você pode fazer algumas alterações como:

Habilitar data e hora, com “true” (para habilitar) e “false” (para desabilitar).

[DataTime]
Visible=true
Parallax=false

Caso tenha habilitado a visualização da data e hora, sua posição na tela pode ser configurada alterando as margens, rotação e posição.

MarginLeft=0
MarginTop=0
MarginBottom=70
MarginRight=50

RotationX=0
RotationY=0
RotationZ=0

O alinhamento da posição se dá utilizando palavras, como “center” (centro), “bottom_right” (canto inferior direito), “bottom_left” (canto inferior esquerdo), “top_right” (canto superior direito), “top_left” (canto superior esquerdo).

Position=bottom_right
Alignment=end

E se a data e hora estarão sempre no topo ou não (“true” e “false”).

AlwaysOnTop=true

Cores básicas das fontes também podem ser utilizadas, alguns exemplos são: red, blue, white, black, green. E a sua transparência, conforme seu canal alpha.

Color=white
Alpha=255

O mesmo vale para sua sombra.

ShadowColor=black
ShadowAlpha=190

Além de personalizar com as fontes instaladas em seu sistema.

TimeFont=Arial
DateFont=Arial Bold

Particularmente não gosto de habilitar a visualização da data e hora, deixo apenas o wallpaper animado de fundo. Ao meu ver fica bem mais atraente. Caso tenha o mesmo gosto, não será necessário editar nenhum dos parâmetros demonstrados acima, apenas substituir os arquivos de vídeo e imagem.

Se optar por uma fonte customizada, ela deverá obrigatoriamente ser instalada no sistema. Não basta adicionar no diretório home de seu usuário em “.fonts”. Sua localização deve ser:

/usr/share/fonts/

Se você utilizar o instalador de fontes do sistema, não precisa se preocupar com isso, apenas de escrever corretamente o nome da fonte no “config” do tema.

Após substituir os arquivos, renomear o diretório do tema e caso queira alterar os parâmetros do config. Permita a execução de todos os 3 arquivos, clicando com o botão direito do mouse sobre cada um, indo em propriedades e na aba permissões, conforme a imagem abaixo:

temas-komorebi-wallpaper-animado-life-linux-ubuntu-video-papel-parede

Copie seu tema para o seguinte diretório:

/System/Resources/Komorebi/

Você pode utilizar o terminal para isso, no meu caso o diretório do meu tema está em minha home, por exemplo assim:

sudo cp -R /home/seu_usuario/seu_tema/ /System/Resources/Komorebi/

Se preferir pode utilizar a interface gráfica, ao invés do terminal. No Mint Cinnamon e Deepin, basta clicar com o botão direito e "abrir como root". No Ubuntu o Nautilus tem que ser aberto como root via terminal.

sudo nautilus

Navegue até o diretório “/System/Resources/Komorebi/” e copie seu tema para lá.

Depois destes procedimentos basta abrir o Komorebi indo em “Desktop Preferences” (do jeito que mencionei no post do Komorebi) ir na aba “Wallpapers” e se fez tudo corretamente seu tema estará lá.

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No post passado mencionei o Akiba Illusion, uma fonte bem interessante para encontrar temas para o Komorebi. Agora deixo o link com o passo-a-passo dele para criação de temas. Talvez seja interessante para tirar alguma dúvida. Meu tutorial não é baseado no do Akiba, mas é interessante ver outras formas.

Em meu canal OSistemático demonstrei a facilidade que é criar os temas manualmente no Komorebi, e utilizei até mesmo a interface gráfica na hora de copiar o tema para pasta de destino. Se ficou com alguma dúvida assista:


Outra dica são dois sites onde costumo baixar os vídeos para criação dos temas. Também é interessante utilizar vídeos sem efeitos sonoros, assim evita sons atrapalhando a utilização de seu computador.

Sites para baixar os wallpapers animados (vídeos com esse propósito)



Espero que esse tutorial tenha sido útil para você que gosta de customizar seu desktop e usa o Komorebi. Existem muitos outros sites para baixar vídeos, uma simples pesquisa no Google e várias opções estarão disponíveis.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, o pessoal curte customizar o sistema operacional.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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