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Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu e no Linux Mint

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sábado, 31 de agosto de 2019

Recentemente eu pude utilizar o excelente Ubiquiti Unifi nanoHD, um dos melhores "roteadores" do mercado, excelente para pequenas e médias empresas, ou mesmo uso domiciliar.

Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu













Ao contrário de outros modelos comuns ou domésticos, o Unifi nanoHD não possui uma interface própria para configuração diretamente no dispositivo, ele tem um software em específico para essa finalidade.

Como fazer a instalação no Unifi Controller no Ubuntu e derivados


A Ubiquiti lançou um script para utilização e automatização do processo de instalação da ferramenta, hoje vamos ver como fazemos a instalação dessa tool excelente para profissionais.

O Script tem suporte para as seguintes distribuições, inclusive, algumas não diretamente derivadas no Ubuntu:

- Ubuntu Precise Pangolin ( 12.04 )  
- Ubuntu Trusty Tahr ( 14.04 )
- Ubuntu Xenial Xerus ( 16.04 )
- Ubuntu Bionic Beaver ( 18.04 )
- Ubuntu Cosmic Cuttlefish ( 18.10 )
- Ubuntu Disco Dingo ( 19.04 )
- Ubuntu Eoan Ermine  ( 19.10 )
- Debian Jessie ( 8 )
- Debian Stretch ( 9 )
- Debian Buster ( 10 )
- Debian Bullseye ( 11 )
- Linux Mint 13 ( Maya )
- Linux Mint 17 ( Qiana | Rebecca | Rafaela | Rosa )
- Linux Mint 18 ( Sarah | Serena | Sonya | Sylvia )
- Linux Mint 19 ( Tara | Tessa )
- MX Linux 18 ( Continuum )

Abra o seu terminal, copie e cole os seguintes comandos:
sudo apt-get update; sudo apt-get install ca-certificates wget -y
sudo wget https://get.glennr.nl/unifi/install/unifi-5.11.39.sh
sudo chmod +x unifi-5.11.39.sh
sudo ./unifi-5.11.39.sh
O software pode receber atualizações com o tempo, então, é interessante consultar esta página para ter atualizações.

Instalação finalizada


Uma vez instalada a ferramenta, o terminal irá te mostrar o IP que você deve acessar à partir de um navegador para ter acesso ao software. Observe que o IP provavelmente será diferente, então, use o valor que o terminal informar e use a porta 8443.

Se quiser consultar o seu IP novamente, use o comando:
ip addr show
Teremos um vídeo no canal Diolinux na próxima semana sobre este aparelho, se você ainda não segue a gente por lá, se inscreva e ative as notificações para não perder mais do nosso conteúdo.

Quer tirar dúvidas sobre redes de computadores em ambientes empresariais? Acesse o nosso fórum, temos uma categoria dedicada para isso.

Até a próxima!

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Aprenda Linux em pequenas doses diárias

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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

A famigerada tela preta, é o medo de muitos usuários ao adentrar no mundo Linux. Em primeiro momento pode parecer coisa de outro mundo, os inúmeros comandos no terminal acabam assustando que prefere simplesmente “empurrar um mouse”.

linux-comandos-terminal-documentação-wiki-biblioteca-android-app-google-play

Atualmente a utilização do terminal em distribuições, como o Ubuntu e Linux Mint são opcionais. Muitos tutoriais fazem uso deste artifício, pois, sabem que em muitos casos, digitar um comando é mais rápido do que navegar por inúmeras categorias e sair clicando nas opções. Não que exista mal em usar a interface gráfica, pelo contrário, incentivo o uso e apresento o terminal de forma opcional. No entanto, se você compreende que o “terminal é legal” e queira aprender um pouco mais, essa dica é valiosíssima. 

App Android para lhe auxiliar com o terminal


Manuais, blogs, fóruns, vídeos e tudo mais é o que não falta internet afora. Neles diversos comandos são apresentados e documentações explicam nos mínimos detalhes. Todavia, nem sempre você saberá onde encontrá-los, como pesquisar os comandos, etc. Possuir essas informações nas palmas de sua mão, pode ser um tremendo aliado. Então, irei indicar um app Android que categoriza esses comandos, e aborda seu funcionamento.

O Linux Command Library, é um app que me acompanha por bastante tempo. Sua nota na Google Play é bem alta (4,8) e possui mais de 500.000 downloads. Com 2378 páginas de manual, a aplicação é bem completa e repleta de comandos por categorias, sendo elas:


  • Usuários / Grupos;
  • Arquivos / Pastas;
  • Pesquisa;
  • Rede;
  • Informação do sistema;
  • Sistema de controle;
  • Áudio / Vídeo;
  • Gerenciador de pacotes;
  • Jogos no terminal;
  • Ferramentas Hacking;
  • E muito mais.

Veja um vídeo especial que preparamos sobre o app, e aprenda a utilizá-lo.


Você pode efetuar o download do app, apenas mirando a câmera do seu smartphone com um leitor QR Code.

linux-comandos-terminal-documentação-wiki-biblioteca-android-app-google-play


Usuários de iOS, acesse o link da App Store.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Estes são os meus gerenciadores de E-mail preferidos para Linux

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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Conforme a tecnologia de e-mails evoluiu, a necessidade de uma pessoa comum usar um programa para gerenciar seus e-mails se tornou menor, serviços populares como o Gmail tomaram conta do mercado, enquanto que ainda existe uma parte da população que prefere ler seus e-mails através de um software instalado em seus computadores. O artigo de hoje é focado justamente nas pessoas com essa preferência ou necessidade.

linux-mail-apps






Ler os seus E-mails através de um aplicativo no seu PC pode ter algumas vantagens, especialmente em se tratando de organização, leitura offline e até aplicação de filtros de SPAM personalizados, contudo, geralmente essas aplicações acabam aparecendo em soluções empresariais que não possuem ótimas interfaces Web, como um RoundCube "da vida", por exemplo.

Eu já precisei usar muito esse tipo de ferramenta por conta de trabalho, e até já fiz implementações em empresas de uma delas. Hoje vou compartilhar com você as minhas favoritas, fique à vontade para acrescentar informações e as suas preferidas.

Thunderbird


Thunderbird


Para mim é muito difícil pensar em "gerenciador de E-mail" sem lembrar do Thunderbird, foi ele, inclusive, que eu implementei em algumas empresas há alguns anos. Um software originário da Mozilla, que até hoje faz parte de grande parte das distros Linux como padrão. Ele tem uma interface amigável, pode ser configurado com clientes de chat, aceita feed RSS para que você também possa ler as suas notícias, e é completamente grátis.

Você encontra ele na loja de aplicativos da sua distro preferida certamente, isso se ele já não vier pré-instalado.

Mailspring


Mailspring


Já neste caso, lembro do Mailspring sempre que penso em cases de sucesso de aplicações em Electron. O software já foi premiado algumas vezes como um dos mais inovadores do segmento nos últimos anos, tem um visual que agrada bastante, com suporte a temas, e se encaixa perfeitamente em vários sistemas operacionais diferentes, assim como o Thunderbird.

A versão oficial do Mailspring está disponível para Ubuntu via Snap, então você encontra na loja de aplicativos, no entanto, há versões alternativas  em .deb e .rpm diretamente no site oficial. Fizemos um artigo completo sobre Mailspring para que você possa conhecê-lo em maiores detalhes.

Geary


Geary Linux Mail


Atrelado mais diretamente ao projeto GNOME, assim como o cliente Evolution, o Geary ganhou maior fama depois de se tornar o cliente de E-mails padrão do elementary OS, e de fato, existe um trabalho primoroso aqui, onde uma interface clean é o ponto mais forte da aplicação, sem dúvidas.

O Geary se integra com as contas online do GNOME, então ele fica bem integrado com o seu desktop, caso você decida usá-lo dessa forma.

E os seus favoritos?


Estes são os meus três clientes de E-mail favoritos, todos tem as funções essenciais que se espera de um bom software deste segmento, é possível configurar tanto contas de E-mails populares atualmente, como Gmail e Outlook, como também usar os dados do seu próprio servidor de E-mails.

Gostaria também de mencionar alguns outros softwares que eu achei interessantes, mas que colocaria a um "nível abaixo", por assim dizer, mas que no entanto, podem ser alternativas viáveis, caso você não goste de nenhum dos supracitados.

Temos o KMail, do projeto KDE, o próprio Evolution, do projeto GNOME, temos o ElectronMail, focado em ser um utilitário para o ProtonMail.

Você tem alguma dica legal de gestor de E-mail e gostaria de compartilhar com a nossa comunidade? Deixe aqui nos comentários do artigo e participe também da nossa comunidade no fórum oficial, é só clicar aqui e se inscrever, é rápido e grátis.

Até a próxima!
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Como instalar o Game Mode da Feral Interactive no Ubuntu e no Linux Mint

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Gamers são muitas vezes detalhistas e estão sempre tentando extrair "um frame a mais" dos seus jogos favoritos, e uma das coisas interessantes para se fazer num momento como este, é tentar dedicar o seu hardware a executar uma determinada tarefa, como rodar o seu game. Por isso a Feral Interactive, a principal empresa de portes de jogos para Linux e macOS, criou uma ferramenta chamada "Game Mode".

Game Mode Ubuntu Linux





Essa não é a primeira vez que falamos sobre o Game Mode, ele já foi assunto aqui no blog em Abril de 2018, e de lá para cá, o projeto recebeu interessantes melhorias e integrações.

O "Game Mode" é um utilitário, sem interface gráfica, que deve rodar em background, focado em jogos, mas que, supostamente você pode usar com qualquer ferramenta. Os games podem usar o "Game Mode" para requisitar no sistema certos perfis de "atenção" por parte do processador e outros componentes de hardware do seu PC.

Essa aplicação, de forma grosseira, pode ser comparada com o "Windows 10 Game Mode", que tende a focar recursos do sistema para os jogos, porém, tecnicamente funciona de forma diferente. Assim como o próprio "Game Mode" do Windows, nem todos os usuários tirarão real proveito da ferramenta, pois isso depende da forma com que cada game é desenvolvido, e o quanto esses elementos são os que efetivamente estão segurando a performance do jogo.

Como funciona?


Game Mode no Linux - Feral Interactive

A ferramenta da Feral ajusta a performance do Linux sob demanda, priorizando um processo específico, é um pouco diferente do que ferramentas como o CPUFreq, ou o Slimbook Battery Manager, que ajustam essa performance "system wide" fazem, mas ainda assim comparável.

O Game mode ajusta o "nice" de um processo no Linux, configurando ele para "-4" por padrão, dando maior prioridade para IO e CPU, em comparação com os demais processos em background, no entanto, é importante perceber que o recurso só funciona o seu usuário estiver listado no arquivo limits.conf, que fica em /etc/security/limits.conf.

A intenção é que, com essa modificação, os games rodem de forma mais suave, com mais quadros por segundo e com menos "slowdows" ou "stuttering". A grande questão é que isso fará apenas diferença, quando o "gargalo" do game em questão for de fato algum elemento desses, como a prioridade de execução, e  de forma geral, o Linux já faz muito bem o seu trabalho sem modificações específicas e manuais.

Como instalar no Ubuntu e no Linux Mint


A instalação pode ser feita através do PPA oficial do projeto, você pode adicionar este repositório através do aplicativo "Programas e Atualizações" no Ubuntu, ou através das "Fonte de Aplicativos" no Linux Mint: ppa:samoilov-lex/gamemode

Se preferir fazer pelo terminal, basta usar este comando:
sudo add-apt-repository ppa:samoilov-lex/gamemode
sudo apt update 
Para fazer a instalação, basta procurar pelo pacote "gamemode" no Synaptic, ou na loja de aplicativos do Linux Mint, ou ainda, usar o terminal mais uma vez se for mais conveniente:
sudo apt install gamemode
 Depois disso, é recomendado reiniciar o computador para que as mudanças tenham efeito.

Como usar o Game Mode?


Na verdade, é muito simples. Games que tiverem esse suporte nativo, poderão fazer uso do "Game Mode" sem que você faça nenhuma alteração extra, basta simplesmente rodar o jogo. Atualmente os títulos para Linux com este suporte são poucos:
- DiRT 4
- Rise of the Tomb Raider
- Total War: Three Kingdoms
- Total War: WARHAMMER II
- Total War Saga: Thrones of Britannia

No entanto, é possível rodar qualquer game ou software que você queira com o comando:
gamemoderun nome_do_executável
Outra forma de fazer com que qualquer game da Steam use o "Game Mode" é utilizar o parâmetro:
gamemoderun %command%
...nos parâmetros de inicialização do jogo na Steam, alterando a opção nas propriedades.

Não espere maiores milagres, mas se você está sofrendo com desenho e quer fazer uma tentativa de melhora, esta pode ser uma solução.

Compartilhe seus resultados no nosso fórum, e eu te vejo no próximo artigo! :)

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Ubuntu Touch morreu ou não?

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O Ubuntu Touch foi um sistema que ocasionou diversas opiniões entre os usuários Linux. No dia 5 de Abril de 2017 o fundador e CEO da Canonical, Mark Shuttleworth, anunciou o fim do Ubuntu Phone. Mas, será que o Ubuntu Touch morreu junto? Irei dar meu ponto de vista sobre o assunto, e gostaria de saber o seu também.

ubuntu-touch-smartphone-celular-canonical-ubports-nexus-meizu-oneplus

A trajetória do Ubuntu Phone foi bem conturbada, com um aparente fracasso inicial em sua campanha de financiamento coletivo, muitos apostaram no fim imediato da ideia da Canonical. Eis que em Fevereiro de 2015 a dona do Ubuntu firma uma parceria com a empresa espanhola BQ e lança seu primeiro aparelho. Em seguida, outra fabricante, a chinesa Meizu. Parecia que gradualmente o sistema estava começando a agradar as fabricantes e a qualquer momento poderia decolar.

No mundo mobile existem dois grandes competidores e um reina quase que soberanamente nos smartphones das fabricantes. Obviamente que estou falando do Android e iOS. Por conta de sua exclusividade e necessidade de vinculação com aparelhos da Apple, o iOS não faz todo o sucesso que poderia fazer. Claro que estou falando em países com economia mais debilitada ou emergente, como Índia e Brasil. Nos Estados Unidos da América, a dona da maçã é muito popular. Inevitavelmente quando um sistema mobile novo surge, comparações com o Android e iOS são realizadas quase que imediatamente. Os desenvolvedores avaliam o alcance das plataformas e focam nas que mais possam gerar um retorno maior, seja de usuários ou dinheiro (basicamente significa a mesma coisa).

Não importa o tamanho da empresa por trás de um novo projeto (na realidade importa sim, mas você entenderá o que quero dizer), se o seu sistema não segue algumas diretrizes. Na realidade é uma “exigência” a cada novo sistema criado, uma compatibilidade com apps do Android. A base de usuários do robozinho verde é tão grande, que mesmo no surgimento de uma ideia inovadora os desenvolvedores apenas irão pensar em uma coisa. A base estabelecida de usuários. 

A Microsoft tentou entrar no mercado com seu sistema Windows Phone, e possuindo um visual interessante e features úteis para o cotidiano. Não possuir uma base grande e não ser compatível com apps Android, decretou o fim de uma alternativa que se diferenciava dos demais. Uma empresa multimilionária, poderosa e com fortes parcerias (a Nokia mandou um abraço 😁️😁️😁️) o Windows Phone / Mobile teve seu fim.

Perceba que o Ubuntu Phone, por consequência o Ubuntu Touch, sofreu do mesmo mal. Não ser Android. No entanto, a história se diferencia a partir deste ponto.

ubuntu-phone-touch-smartphone-celular-canonical-ubports-meizu

“Enquanto existirem pessoas trabalhando, um software open source não morre” 


O Ubuntu Phone chegou ao seu fim, mas a comunidade e muitos que trabalhavam no Ubuntu Touch, mantiveram esperanças no sistema. Mesmo sem o aporte financeiro da Canonical, a comunidade UBports abraçou a ideia do Ubuntu Touch.

Ao decorrer destes anos o Ubuntu Touch manteve-se vivo, recebendo novidades e melhorias. De forma lenta e gradual o sistema vem se tornando mais maduro e com grandes ambições, como a de executar apps Android. Algo planejado a bastante tempo, mas que não “saiu do papel”. 

Infelizmente o Windows Mobile, por ser proprietário, não pode ter essa fagulha de esperança. Não posso afirmar que o Ubuntu Touch irá “dar a volta por cima”, por ser um software de código aberto. Isso não garante o sucesso do sistema em se tornar popular. Apenas permite que pessoas apaixonadas invistam o tempo de suas vidas em um projeto.

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O que significa a morte de um projeto para você? O fim de seu desenvolvimento ou não ser popular. Caso a segunda opção tenha sido a sua resposta, podemos dizer que o Ubuntu Touch é um “walking dead”. Pois, mesmo não sendo popular, ainda continua sendo usado por um pequeno número de pessoas, recebendo novos recursos e em pleno desenvolvimento.

A última grande atualização do sistema, por exemplo, trouxe maior compatibilidade de hardware com alguns smartphones. Denominada de OTA-10, veja alguns aparelhos que trazem melhor suporte ao Ubuntu Touch, como o Fairphone 2, Nexus 4, Nexus 5, Nexus 7, OnePlus One, Meizu PRO 5 entre outros.

Acesse o blog da UBports, e leia as melhorias e observe o trabalho empenhado no sistema. A cada 3 meses a comunidade vem lançando novos updates, alguns com grandes mudanças de performance e outros com novos recursos.

O futuro do Ubuntu Touch é incerto, nem empresas do calibre da Microsoft conseguiram permanecer no mercado. Será que algum dia o Ubuntu Touch vai ser popular entre os usuários, ou conseguirá uma parceria com outra fabricante? Quem sabe a Canonical retome o projeto. Ao que tudo indica, não. Todavia, o Ubuntu Touch não morreu.

Deixe a sua opinião, porém, seja complacente e educado.

Você acredita no retorno do Ubuntu Touch, embarcado de fábrica em smartphones? Ou julga que nem se implementarem o suporte a apps Android, o sistema “não vingue”’?

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Até o próximo post, boa sorte a equipe UBports, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: UBports, Canonical.

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Sistema de impressão CUPS 2.3 lançado, confira as novidades

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terça-feira, 27 de agosto de 2019

A Apple anunciou recentemente o lançamento da nova versão do CUPS, a empresa é a responsável pelo sistema de impressão livre, utilizado em seu sistema e na maioria das distribuições Linux. 

cups-apple-macos-linux-ubuntu-mint-impressão-impressora

O CUPS 2.3 veio com algumas novidades e mudanças, começando por sua licença. Anteriormente utilizando GPLv2 e LGPLv2, agora passa para a licença Apache 2.0, o que permite a utilização do código do CUPS por outras empresas e produtos, sem a preocupação de compatibilidades com a GPLv2 e LGPv2. Assim, até outros projetos de código aberto da Apple serão compatíveis com a nova licença adotada (Por exemplo, o Swift, WebKit e mDNSResponder).

A questão de licenças é muitas vezes algo confuso de se entender, e que acaba limitando vários projetos por obrigatoriamente ter que manter licenças compatíveis ou impedindo o uso de código proprietário junto a softwares livres.

A licença Apache 2.0 é compatível com a GPLv3, porém, incompatível com a GPLv2. Para resolver este impasse, uma exceção especial foi adicionada ao contrato de licença para código sob as licenças GPLv2 / LGPLv2.

Novidades do CUPS 2.3


O CUPS não se limitou a mudança de sua licença, pelo contrário, novos recursos foram adicionados, segue as principais características:

  • Suporte para os presets e o atributo “finish”, no protocolo IPP Everywhere (isso permite que ferramentas definam dinamicamente uma impressora na rede, enviar solicitações, executar operações de impressão diretamente ou através de intermediários);
  • Implementação da visualização do estado de suspensão de novos trabalhos de impressão no comando “ipstart”;
  • Novo utilitário ippeveprinter, com implementação de um servidor IPP Everwhere (permitindo a execução de comandos para cada trabalho de impressão ou um software cliente);
  • Suporte para autenticação HTTP Digest e SHA-256 para biblioteca libcups;
  • Regras que seguem as especificações de modelos de impresoras, como: Lexmark E120n, Lexmark Optra E310, Zebra, DYMO 450 Turbo, Canon MP280, Xerox e HP LaserJet P1102;
  • Correção de vulnerabilidades que ocasionaram estouro do buffer designados para o processamento de dados inválidos (CVE-2019-8696 e CVE-2019-8675);
  • Implementação do protocolo para compartilhamento de acesso às impressoras Bonjour, fornecendo os nomes DNS-SD ao registrar as impressoras na rede;
  • Adição do suporte a gravação de atributos ippserver em arquivos, no utilitário ipptool;
  • Adicionado suporte às opções MinTLS e MaxTLS ao SSLOptions, possibilitando a escolha de qual TLS utilizar;
  • Adição do suporte a diretiva UserAgentTokens ao “client.conf”;
  • Atualização do serviço Systemd para execução do cupsd;
  • O Ipoptions agora pode trabalhar com impressoras IPP Everwhere que não estejam adicionadas à fila de impressão;
  • Adicionado corretamente o suporte ao modo de impressão na frente ao driver IPP Everwhere;
  • Remoção dos utilitários cupsaddsmb e cupstestdsc. 

Para mais informações acesse o repositório do Github da Apple, especificamente o do CUPS, por este link.

Como instalar o novo CUPS 2.3 no Ubuntu e derivados


Até o momento essa nova versão não está disponível nos repositórios oficiais do Ubuntu, geralmente esse processo demora alguns dias. Recomendo que seja paciente e espere a atualização. No entanto, se for um “apressadinho”, você poderá compilar diretamente do Github. Mas, só faça isso se tem a plena consciência de como proceder. Abaixo irei demonstrar a compilação do código fonte do CUPS 2.3. Faça por sua conta e risco.

Baixando o código fonte do CUPS 2.3:

wget https://github.com/apple/cups/releases/download/v2.3.0/cups-2.3.0-source.tar.gz

Descompactando o pacote:

tar xzvf cups-2.3.0-source.tar.gz

Entrando no diretório criado:

cd cups-2.3.0

Enfim, pondo as mãos na massa e compilando (seguindo os comandos na ordem):

./configure

make

make check

sudo make install

Para finalizar, reinicie o serviço ou o sistema para que a nova versão seja executada.

Aposto que muitos não sabiam que a “dona Apple” era a responsável pelo sistema de impressão CUPS (😁️😁️😁️).

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Ubunlog, Apple.
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Ubuntu ajuda Apellix a salvar vidas

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A Apellix é uma Start-up da Flórida, EUA, que é especializada em robótica área (Drones), e foca em usar esse tipo de tecnologia para poupar a vida de trabalhadores, reduzindo os riscos ao fazer trabalhos em grandes altitudes, além de tornar certas atividades economicamente mais viáveis.

Drones baseados em Ubuntu






Segundo as informações publicadas no blog do projeto, a Apellix está trabalhando com Ubuntu para entregar os Drones que prometem ajudar a salvar vidas de trabalhadores norte americanos.

Em 2016, cerca de 16% das mortes em locais de trabalho nos EUA foram atribuídas a quedas de grandes altitudes. Com os Drones especializados em fazer trabalhos monótonos e demorados, além de economizar dinheiro, a empresa pretende evitar colocar seres humanos em situações perigosas, como fazer pinturas de prédios, limpeza de janelas, transporte de objetos para grandes altitudes, entre outras situações.

Apellix

Junto com a Canonical, a Apellix criou um estudo de caso mostrando o quanto a tecnologia IoT pode ser útil em cenários que não eram pensados há pouco tempo, e como o Ubuntu serviu como base para essa nova tecnologia, usando inclusive tecnologias como pacotes Snap e o sistema de controle de qualidade de longo prazo, com versões LTS promovidades pela empresa. Veja a análise no paper nesta página.

Abaixo você vê uma pequena demonstração de uma atividade que um dos drones pode fazer:


E você, já fez um Drone voar com Linux? Compartilhe suas experiências no nosso fórum.

Até a próxima!
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Instale o Kodi, uma central multimídia, via Flatpak

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O Kodi é uma ferramenta incrível para quem deseja consumir diversos tipos de conteúdo multimídia. De código aberto e multiplataforma, está disponível para os mais variados sistemas operacionais. Com ele você poderá assistir seus filmes prediletos, seja offline (caso estejam em formatos, como MP4, MKV, AVI, por exemplo) ou online com o auxílio de Addons. Até assistir TV é possível por meio do software (você pode comprar em lojas um adaptador para utilizar a TV digital no PC). Na internet você encontrará inúmeros tutoriais demonstrando como instalar complementos (Addons) no Kodi.

central-multimídia-kodi-cinema-linux-flatpak-tv-digital-filmes-musicas

Existem muitas formas de se obter o Kodi e montar o seu “Cinema em casa”, caso queira instalar as últimas versões do programa em seu Ubuntu via PPA, acesse essa postagem demonstrando todo passo a passo. Se não se importar com o versionamento do Kodi, basta pesquisar diretamente na loja de sua distro por: “Kodi” ou instalar via terminal (o nome do pacote também é “kodi”, mais simples impossível 😁️😁️😁️).

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Como instalar o Kodi em Flatpak


No repositório Flathub, mantido pela comunidade, o Kodi também está presente. Particularmente utilizo essa versão, evito ao máximo adicionar vários PPAs em meu sistema. Primeiramente será necessário habilitar o uso dos Flatpaks no Ubuntu, essa postagem ensina o procedimento. Agora basta pesquisar na loja do Ubuntu por: “Kodi Flatpak” e instalar o programa (no Linux Mint você pode pesquisar diretamente, sem prévias configurações, o Flathub já vem habilitado por padrão).

central-multimídia-kodi-cinema-linux-flatpak-tv-digital-filmes-musicas-flathub-loja-ubuntu-mint

Usuários de outras distribuições, que não tenham o Flatpak configurado, podem fazer conforme este link (observe que esse passo apenas demonstra a configuração do Flatpak. Sendo necessário a adição do Flathub também). Caso queira instalar via terminal, ou a loja de seu sistema não possui integração com os pacotes no formato Flatpak, eis o exemplo.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Kodi Flatpak via terminal:

flatpak install flathub tv.kodi.Kodi

Removendo o Kodi Flatpak via terminal:

flatpak remove tv.kodi.Kodi

Agora você pode desfrutar de sua completíssima central multimídia ou sair em busca de mais conteúdo e material sobre Addons e recursos do Kodi. Garanto que existe muita coisa internet afora sobre o programa, o legal que ele pode ser utilizado no Windows, macOS, Linux, iOS, Android, Raspberry Pi e por aí vai.

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Emulador de Nintendo Wii e GameCube, Dolphin Emu no Linux

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A comunidade de gamers no Linux vem crescendo a cada ano, sejam games via Steam, Wine ou quaisquer que sejam os meios. O cenário “retro gamer” é bem presente e forte na plataforma do pinguim. Existem até distribuições com foco em emulação de consoles antigos. Hoje apresento um dos melhores emuladores disponíveis no Linux, o Dolphin Emu.

dolphinemu-dolphin-emulador-nintendo-gamecube-wii-linux-mint-ubuntu-ppa-flatpak

O Dolphin Emu é capaz de emular duas gerações distintas de consoles, o Nintendo GameCube e o Nintendo Wii. Não confunda o Dolphin Emu com o gerenciador de arquivos do projeto KDE, já vi algumas pessoas se confundirem por conta disso.

O emulador é software livre e sempre está em constante desenvolvimento, sendo que a cada nova versão sua performance melhora drasticamente. Os games podem ter sua resolução escalonada (em até 5K), melhorando muito seu visual. A compatibilidade com diversos joysticks é um ponto a se destacar e em todos os anos que venho utilizando o Dolphin Emu, nunca vi um que não tenha sido reconhecido. Outras características interessantes, como: contador de fps, modo multiplayer online e local, presets de joysticks, suporte aos joysticks originais de cada console, resolução Full HD (indo além da resolução original dos jogos), e muito mais.

dolphinemu-dolphin-emulador-nintendo-gamecube-wii-linux-mint-ubuntu-ppa-flatpak

Caso esteja interessado, o emulador é multiplataforma e existem versões para Linux, Windows, macOS e Android (para plataformas mobiles). Acesse seu site oficial, para mais detalhes.

dolphinemu-dolphin-emulador-nintendo-gamecube-wii-linux-mint-ubuntu-ppa-flatpak

Dolphin Emu diretamente do repositório oficial (da distro)


Você pode encontrar o emulador diretamente da loja de sua distribuição, no Ubuntu o programa encontra-se na versão 5.0 e pode ser instalado tanto pela interface gráfica ou terminal. Essa opção não é a mais atual, caso não se importe com versionamento ou possíveis melhorias de performance dos mais recentes lançamentos, basta pesquisar por: “Dolphin Emu” e instalar pelo Ubuntu Software (Gnome Software) ou loja de sua distro.

dolphinemu-dolphin-emulador-nintendo-gamecube-wii-linux-mint-ubuntu

No terminal é muito simples também.

Instale o Dolphin Emu via terminal:

sudo apt install dolphin-emu

Removendo o Dolphin Emu:

sudo apt remove dolphin-emu

Dolphin Emu via PPA


Existem várias formas de se obter o Dolphin Emu em sua distribuição Linux, o emulador encontra-se na maioria dos repositórios, porém, nem sempre a versão será a mais recente. Alguns preferem compilar diretamente do GitHub (não tão prático para um iniciante), enquanto outros via PPA.

Para instalar o Dolphin Emu no Ubuntu, Mint ou derivados. Segue abaixo todos os comandos necessários.

Adicione o PPA do Dolphin Emu:

sudo add-apt-repository ppa:dolphin-emu/ppa

Atualize a lista de pacotes:

sudo apt update

Instale o Dolphin Emu via PPA:

sudo apt install dolphin-emu

Agora se deseja remover de seu sistema, prossiga desta maneira.

Removendo o Dolphin Emu:

sudo apt remove dolphin-emu

Removendo o PPA do seu sistema:

sudo add-apt-repository -r ppa:dolphin-emu/ppa

Não se preocupe com todos estes comandos de terminal, seu intuito é ser bem simples e direto ao ponto. No entanto, você poderá fazer todo esse procedimento sem abrir o terminal. Ensinamos como instalar programas via PPA por interface gráfica nesta postagem, acesse e faça sem digitar uma linha na famigerada telinha preta (se é o que deseja).

Mesmo o PPA sendo mantido pela equipe do Dolphin Emu, suas atualizações não são tão constantes, como a terceira opção que irei demonstrar. Particularmente não creio que a adição de um PPA seja necessário em pleno 2019, salve poucos casos, ficando a seu cargo. Curiosamente, mesmo tendo um dos membros do projeto Dolphin Emu mantendo o PPA e no site oficial existir a indicação do mesmo. No Launchepad do Ubuntu, é descrito que as builds não são oficiais (vai entender 😵😵😵).

Dolphin Emu via Flatpak


O Dolphin Emu está disponível no repositório Flathub, curiosamente, sua versão em Flatapk recebe mais atualizações e na maioria das vezes está em versões superiores a do PPA (sempre venho observando, até o momento nunca vi a versão do PPA na frente ou equiparada com os lançamentos do Dolphin Emu Flatpak). O motivo disso? “Mistérios da meia noite” (😁️😁️😁️).

Antes será necessário adicionar o suporte a Flatpak em seu Ubuntu, por sorte essa postagem demonstra todo procedimento.

Outras distros podem ser configuradas conforme descrevemos aqui (o repositório Flathub deve ser adicionado ao sistema, logo abaixo demonstrarei). Com tudo pronto, pesquise na loja por: “Dolphin Emu” e escolha a opção em Flatpak (usuários de Linux Mint não precisam configurar nada previamente).

dolphinemu-dolphin-emulador-nintendo-gamecube-wii-linux-mint-ubuntu-ppa-flatpak-flathub

Obviamente que o procedimento pode ser feito com auxílio do terminal.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Dolphin Emu Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.DolphinEmu.dolphin-emu

Removendo o Dolphin Emu Flatpak via terminal:

flatpak remove org.DolphinEmu.dolphin-emu

Instalando o Dolphin Emu, você poderá jogar seus títulos do Nintendo Wii e GameCube com vantagens e facilidades que só a versão emulada traz. Outro ponto interessante é que instalando o emulador via PPA ou Flatpak, a opção gráfica de utilizar o Vulkan, além do OpenGL estará disponível. Algo não presente no emulador instalado diretamente do repositório do Ubuntu.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Instalando e configurando a CyberGhostVPN no Linux

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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

A utilização de VPNs vem crescendo muito ao longo do tempo, as pessoas descobriram a importância de manter os seus dados de forma mais privada e também acabaram descobrindo outras benesses, como poder consumir conteúdos bloqueados em seus países originais. Hoje vamos conhecer um pouco de uma das VPNs mais renomadas do mercado, a CyberGhost, e te mostrar como você pode usa ela no seu Linux.

VPN Linux - CyberGhost






Antes de mais nada, é interessante que você saiba o que é uma VPN e como ela pode trabalhar para tornar a sua vida mais segura, assim como, quais são os perfis de pessoas que podem tirar algum proveito desse tipo de serviço.

Produzimos um vídeo para desmistificar o uso de VPN e te alertar sobre os riscos de usar qualquer serviço de VPN pouco conhecido:


A CyberGhost VPN está patrocinando o canal Diolinux e vamos mostrar agora como funciona o processo de instalação e configuração na sua distro Linux. Produzimos um vídeo também mostrando o processo de instalação e o funcionamento dela na prática, confira:


Como instalar a CyberGhostVPN no Linux?


Atualmente a CyberGhost VPN tem suporte oficial para Ubuntu e Fedora, mas eles informam que deve funcionar sem maiores problemas no Debian e no Linux Mint também. O serviço usa alguns pacotes como Python3, sudo e openvpn, então é importante que estes pacotes estejam instalados.

Quais os benefícios da CyberGhost VPN?


A empresa se destaca por oferecer:
- Acesso ilimitado para mais de 4200 servidores em 60 países diferentes;
- Apps para Linux, Windows, macOS, iOS, Android, Amazon Fire Stick e mais;
- 7 conexões simultâneas com dispositivos diferentes sob a mesma conta;
- Suporte 24/7 em 4 línguas diferentes via chat ou e-mail;
- 45 dias de dinheiro de volta garantido;
- Não mantém logs dos usuários;
- Tráfego de dados ilimitados para torrent e streaming;
- Camada extra de proteção quando conectado a Wi-Fi público;
- Inclui ferramentas de segurança para bloquear sites maliciosos, anúncios e rastreamento.

Ao acessar o seu Dashboard no serviço da CyberGhost VPN, você deverá acessar a seção de “Dispositivos” e depois clicar na opção “Configurar novo dispositivo”.

Configurações CyberGhostVPN

O cliente para Linux possui apenas versão Terminal, mas fique tranquilo, vamos ensinar você a usá-lo de outra forma, usando a própria estrutura do seu sistema.

Ao configurar o novo dispositivo, você deverá escolher em qual distribuição Linux você quer usar a ferramenta. No meu caso é o Ubuntu 19.04 no momento.
 
Configurações CyberGhostVPN

Depois disso, basta fazer o download do aplicativo no botão verde.
 
Configurações CyberGhostVPN

Você baixará um arquivo zip, basta extrair para uma pasta de sua preferência, dentro dele você encontrará o arquivo “install.sh”, basta verificar nas propriedades se ele está com permissões para execução e rodar o comando 
sudo ./install.sh

Configurações CyberGhostVPN

No processo de instalação, você deverá aceitar as condições e também inserir os dados da sua conta, seu usuário e senha, os mesmos que você usa para acessar o seu Dashboard no site da CyberGhost.

Configurações CyberGhostVPN

Uma vez instalado, agora você já pode utilizar a sua nova VPN e conectar o seu computador a algum servidor.

Use o comando:

cyberghostvpn --traffic --country-code

Isso vai te mostrar todos os servidores disponíveis para você conectar, para fazer a conexão em algum, você deve usar um comando assim:

sudo cyberghostvpn --traffic --country-code US --connect

Neste caso, você estaria conectando a um servidor dos Estados Unidos (US). Para conectar a outro país, basta alterar o "country code" conforme a tabela que for exibida.

Para desligar a sua conexão com a VPN, basta rodar o comando:

sudo cyberghostvpn --stop

Caso você queira usar a sua VPN para Streaming, como na Netflix, é necessário conectar a um servidor VPN especial, voltado especificamente para Streaming, com acesso ao conteúdo que você gostaria de fazer a transmissão.

Para isso, basta rodar o comando:

cyberghostvpn --streaming --country-code


Configurações CyberGhostVPN

Uma vez que você tenha identificado o serviço e país que você queira conectar, basta rodar o comando:

sudo cyberghostvpn --streaming 'Netflix UK --country-code GB --connect

Para parar a sua conexão, o comando é o mesmo:

sudo cyberghostvpn --stop

Configurando a VPN usando as ferramentas no sistema


O terminal não é a única forma de você usar os serviços da sua VPN, dentro do painel da CyberGhostVPN você pode adicionar um dispositivo “outro”, onde você pode selecionar protocolos, como o da OpenVPN, para usar em roteadores ou diretamente no sistema, que é o que vamos fazer.


Configurações CyberGhostVPN

Ao configurar o novo dispositivo, você baixa um arquivo zip, ao extrair este arquivo você encontrará estes outros 4 arquivos abaixo:

Configurações CyberGhostVPN

Vá até as configurações do sistema, na seção “Rede” e adicione uma nova conexão VPN, na janela que se abrir, selecione “Importar de arquivo…”

Configurações CyberGhostVPN

Na janela que se abrir, importe o arquivo “.ovpn” que você baixou, será necessário também adicionar o usuário e senha que o site da CyberGhost te ofereceu, depois é só clicar em "Aplicar”.

Configurações CyberGhostVPN

Antes mesmo de baixar o arquivo você seleciona em qual servidor você deseja se conectar, e agora basta ativar e desativar a VPN quando você quiser de uma forma muito simples.

Configurações CyberGhostVPN

Um site interessante para você analisar se a sua VPN está funcionando corretamente é o whatismyip.com, quando você se conectar a um servidor, por esta página será possível ver como os provedores conseguem ver a sua conexão e se o seu IP realmente está apontando para o país desejado.

Oferta especial para seguidores do Diolinux

O pessoal da CyberGhost criou uma oferta especial para o seguidores do blog Diolinux e do canal, basta clicar neste link e conferir o produto por apenas R$ 7,50 por mês, um desconto que chega a 80%.

Antes de fazer a assinatura, você pode entrar em contato com o suporte deles e tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Na dúvida, reveja nossos vídeos para entender melhor essa tecnologia e usá-la da forma mais sábia possível.

Até a próxima!
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Novo Dell XPS 13 Developer Edition, com Ubuntu

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A Dell é conhecida por oferecer ótimos produtos, e possui uma linha de notebooks conceituadas no mercado. Nestes anos que venho exercendo minha profissão de técnico em informática, já tive diversas oportunidades de ter em minhas mãos muitos modelos da marca. A qualidade de construção sempre tem um capricho em seus produtos e a empresa também é famosa por sua assistência técnica.

dell-xps-developer-edition-ubuntu-canonical-intel

Infelizmente pouquíssimas empresas vendem seus computadores e laptops com Linux embarcado, falo de empresas sérias e não aquelas distribuições “tranqueiras” que são utilizadas apenas para baratear os custos de produção (isso só atrapalha e cria uma falsa sensação de como os sistemas voltados aos usuários comuns são). Especificamente no Brasil os números são menores ainda. No entanto, a Dell oferece alguns dispositivos com o Ubuntu embarcado. Ponto para empresa, que não traz um sistema datado e pouco intuitivo, ao contrário, mantém uma parceria com a Canonical e possibilita a escolha para seus consumidores (mesmo que em muitas vezes ela esteja um pouco escondida 😁️😁️😁️).


Novo modelo top de linha


A Dell é conhecida por segmentar seus modelos conforme o público, entretanto, não significa que um modelo denominado “Developer Edition” não possa ser utilizado por um usuário comum. O nome é claramente uma preferência dos desenvolvedores na escolha do sistema que gostam e costumam trabalhar (algo que teve início com o “Project Sputnik rools on”).

dell-xps-developer-edition-ubuntu-canonical-intel

O novo modelo em questão é o Dell XPS 13 Developer Edition (7390), um poderosíssimo ultrabook com a distribuição Linux Ubuntu embarcada. A máquina não é uma das mais “econômicas”, mas entrega um hardware poderoso e consistente para diversos cenários de produção. Veja logo abaixo algumas de suas especificações:

  • Sistema operacional Ubuntu 18.04.3 LTS;
  • Processador Intel Core i5-10210U de 10ª Geração (4 núcleos) ou processador Intel Core i7-10710U de 10ª Geração (6 núcleos);
  • Tela InfinityEdge, compatível com resolução Full HD e UHD (Ultra resolução HD);
  • Até 16 GB de RAM LPDDR3 com frequência de 2133MHz.
  • Wi-fi Killer AX1650 (2 × 2) baseado no chipset sem fio Intel Wi-Fi 6;
  • Bluetooth 5.0;
  • Duas portas Thunderbolt 3 com DisplayPort e fornecimento de energia;
  • Quatro slots de PCI Express Gen 3.

O modelo estará disponível em países da Europa, no EUA e Canadá durante o mês de Setembro. Estima-se que a partir de Outubro modelos adicionais com outros chips da 10ª Geração da série Core U (voltada para melhor gerenciamento energético) sejam lançados.

Nada foi informado se num futuro o modelo estará disponível no Brasil, creio que não, também não foram ditos preços iniciais em outros países. Apenas o mercado americano possui uma estimativa de preço do modelo mais básico, iniciando na casa dos $ 899,99 Dólares (algo em torno dos R$ 3.700,00).

Aqui no Brasil modelos com a 8ª Geração dos processadores Intel estão disponíveis, mas com Windows 10 e um preço bem salgado.

dell-xps-developer-edition-ubuntu-canonical-intel-preços-brasil

Caso esteja interessado em modelos da empresa com Ubuntu 18.04 e um preço mais em conta, a linha Inspiron é bem interessante, segue o link.

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