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Epic Games lançará loja própria para concorrer com a Steam, cliente para Linux está no radar.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

A Epic Games anunciou no seu blog nesta Terça-feira (4), o lançamento da Epic Games Store, concorrente direta da Steam, que é mantida pela Valve. Segundo a Epic Games, a plataforma dela será mais rentável aos devs.


Epic Games lançará loja própria para concorrer com a Steam, cliente para Linux está no radar.






O anúncio foi feito pelo fundador da Epic Games, Tim Sweeney, comentando que “depois de 5 anos desenvolvendo um ecossistema com pagamentos em diversas formas de pagamentos”, com o Launcher deles e a Unreal Engine para PC e Mac, graças ao crescimento em grande escala do Fortnite, estaria na hora de entregar o algo a mais para os desenvolvedores.

Ainda segundo Tim, a Epic quer entregar uma loja com recompensas justas aos devs e também um relacionamento direto com eles, assim facilitando a comunicação.

Agora vem a fala dele que deixou muita gente esperançosa, e eu me incluo nelas =), foi a seguinte:

“Em breve lançaremos a Epic Games Store e vamos começar uma longa jornada para avançar na causa de todos os desenvolvedores. A loja será lançada com um conjunto de jogos, com uma curadoria manual para PC e Mac, depois será aberta de forma mais ampla para outros jogos e para o Android e outras plataformas abertas ao longo de 2019.”

Bom, como o pessoal do blog GamingOnLinux comentou, qual plataforma “aberta” poderia ocupar esse espaço? Muito provavelmente o Linux. E isso não seria nenhum absurdo, pois como comentamos em Agosto, no artigo Hollywood junta-se a Linux Foundation para criar a Academy Software Foundation, umas das empresas a “abraçar” o Linux foi a Epic Games, então ela lançar a sua plataforma para ele não seria nada anormal ou fora do padrão, visto que a Unreal Engine 4 já funciona no Linux e isso não seria o empecilho de porte para jogos para o Pinguim.

Outra cartada da Epic Games, é atrair os desenvolvedores através do lado financeiro da plataforma, dando uma parte maior do que a Valve oferece, mesmo ela mudando às políticas, em que ela diz o seguinte:

“ A partir de 1º de outubro de 2018 (i.é., não contando a receita acumulada anterior a este período), quando um jogo arrecadar mais de US$ 10 milhões no Steam, a divisão da receita do aplicativo será ajustada para 75%/25% no que for arrecadado para além desses US$ 10 mi. A partir de US$ 50 milhões, a divisão da receita será ajustada para 80%/20% no que for arrecadado para além desses US$ 50 mi. A receita conta pacotes do jogo, conteúdos adicionais, venda de conteúdo dentro do jogo e a tarifa do jogo cobrada em transações no Mercado da Comunidade Steam. A nossa expectativa é que essa alteração recompensará os efeitos de rede positivos gerados por desenvolvedores de grandes jogos, alinhando os seus interesses com os do Steam e da comunidade em geral.” - Valve via blog oficial.

Já a Epic Games vai oferecer 88% para todos os devs que forem utilizar a sua plataforma e ainda não cobrará os tradicionais 5% de royalties de quem utiliza a sua Engine para games, mostrando um gráfico em sua apresentação para facilitar o entendimento:



Para mais detalhes do anúncio, você pode acompanhar no blog oficial da Epic Games.


Acho que o Linux vai ser a plataforma “misteriosa”, além do Android, e para mim é uma atitude acertada, concorrência sempre é bem vinda e assim faz com que a Valve trabalhe também para não ficar para trás,  assim melhorando o seu serviço. Também acho que a provável chegada da Epic Games no Linux, vai ser muito benéfica, pois assim teríamos mais uma grande empresa do mundo do jogos apostando no sistema do pinguim e isso pode trazer mais empresas para ele, porque não pensar em Blizzard e Ubisoft? Nunca se sabe. 


O que você acha que vai acontecer com a nova concorrente da Steam?

Até uma próxima e um forte abraço.

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Novo game da Valve, Artifact é lançado oficialmente com versão para Linux

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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

A Valve é certamente uma das empresas mais queridas pelos gamers, seja por manter a plataforma Steam, um meio consideravelmente acessível de comprar jogos para computador, seja pelos seus famosos jogos, como Counter Strike, Dota 2, Half Life, entre outros. Acontece que depois de vários anos sem lançar novos títulos, a empresa finalmente lançou o seu novo game de cartas, Artifact, que claramente chega para ser um concorrente do HearthStone, um dos jogos de sucesso da Blizzard.

Game Artifact da Valve






Finalmente a versão final de Artifact chegou à Steam. O game segue a linha do clássico "card game" e teve a contribuição de um dos criadores do famoso game de cartas, Magic, Richard Garfield, com a intenção para torná-lo um pouco mais complexo, seguindo o exemplo do próprio Dota 2 em relação a outros mobas.

Artifact é feito para ser jogado online, player vs player, com batalhas através de 3 campos, chamados de "lanes", assim como em Dota 2, inclusive, essa semelhança não é à toa, o game em si é baseado no universo de Dota 2, jogo também disponível para Linux, gratuitamente, desenvolvido igualmente pela Valve.

A ideia mercadológica do jogo é que os jogadores possam comprar e vender cartas no mercado da Steam. O título foi lançado para Linux, Windows e macOS, porém, há planos para o próximo ano de chegarem versões para Android e iOS também.


Recepção e concorrência


Ainda é cedo para dizer o quão bem sucedido o game está sendo, mas dentre as recepções recentes, vemos muitos usuários se queixando, especialmente por conta do preço, ao mesmo tempo que muitos elogiam a criatividade para renovar um card game, algo que parece tão tradicional. Na Steam as avaliações são consideradas "Neutras" até o momento, coisa que geralmente acontece quando o game divide mutias opiniões.

Particularmente gosto de games de cartas, sou um fã de Yu-Gi-Oh! desde criança e já me aventurei um pouco com HearthStone, que inclusive, tem algumas mecânicas bem similares com as de Artifact, porém, minha crítica inicial se resume ao preço e a forma de comercialização do jogo.

Ao contrário de Dota 2, gratuito, que possui um grande mercado de itens colecionáveis interessantes, mas que não influenciam diretamente no gameplay, ou seja, não é um jogo "pay to win", Artifact ainda requer um pouco de "role play" para termos noção de qual caminho ele seguirá, abrindo possibilidade para um formato que me desagrada bastante, assim como muitos outros jogadores, tenho certeza.

Atualmente o jogo custa mais de R$ 70,00 no Brasil, cerca de USD 20,00 fora do país, o que é um valor consideravelmente alto para um jogo no formato, sem desmerecer card games, que como eu disse, sou muito fã. Além disso, ainda teremos o mercado de cartas, que até o momento não ficou claro para mim se permitirá comprar cartas que deem maior vantagem em relação a outros jogadores e não serão apenas "aparência". 

Se realmente isso acontecer, além de ser pago inicialmente, para se manter competitivo, você ainda terá de pagar mais...

Outros games concorrentes, como HearthStone, também possuem seus próprios mercados, mas são ao menos gratuitos para jogar, dão a chance do jogador testar e ver se realmente se interessa pelo jogo, seguindo um modelo mais tradicional. O próprio Duel Links da Konami, tem também várias formas de você gastar dinheiro em cartas e packs, mas é, ao menos, grátis para você experimentar. Assim como Gwent, da CD Project Red, game de cartas baseado no universo do game "The Witcher".

Quem sou eu para dizer o que a Valve deve fazer, mas cobrar pelo jogo, ainda mais um valor tão alto, vai fazer com que ele fique menos popular certamente, especialmente aqui no Brasil. 20 dólares é um valor tecnicamente acessível nos EUA, mas o valor do jogo precisa de um reajuste para o mercado Brasileiro, outro jogo muito famoso da Valve, CS:GO, sai por menos de R$ 30,00 atualmente, se Artifact chegar perto disso, será mais competitivo, talvez até mais justo. Pode ser que o preço baixe ao longo do tempo, mas se você quiser jogar agora, terá de pagar mais por isso.

A versão para Linux


Artifact foi lançado para Linux no "day 1", assim como as versões de Windows e macOS, para jogar o game no Linux os pré-requisitos mínimos são os seguintes:

  • Sistema operacional: Ubuntu 16.04 ou mais recente
  • Processador: Intel i5, 2.4 Ghz ou melhor
  • Memória: 4 GB de RAM
  • Placa de vídeo: GPU com suporte a Vulkan, Nvidia, AMD ou Intel
  • Rede: Conexão de internet banda larga
  • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
  • Placa de som: OpenAL Compatible Sound Card
Como podemos ver, tirando o requisito do Vulkan, o jogo é relativamente acessível, curiosamente, a versão de Linux tem 2GB a menos de tamanho para Download, comparado a versão de Windows, assim como a de macOS.

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Evoluções dos projetos DXVK, PROTON e WINE depois do apoio da Valve

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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Desde o anúncio da Valve com a implementação do Proton, uma parceria feita com a CodeWeavers, várias melhorias vem acontecendo em outros projetos como o DXVK, WINE e o próprio VULKAN.

Evoluções dos projetos DXVK, PROTON e WINE depois do apoio da Valve






No começo do ano de 2018 fomos apresentados ao projeto DXVK, que a princípio faria uma camada de conversão entre a API DirectX 11 para o VULKAN, assim possibilitando que alguns jogos pudessem rodar no Linux, como por exemplo o  GTA V. E até meados de Julho o seu progresso era muito bom e vinha trazendo várias melhorias e correções de bugs que essa implementação acarreta.

Na mesma linha víamos o projeto VULKAN, API gráfica que concorre com a API da Microsoft, ganhando mais linhas de código, melhorias e correções de bugs que vinham melhorando a performance dos jogos que utilizam a API de forma nativa ou através do DXVK.

A outra ferramenta que veio ganhando melhorias aceleradas foi o projeto WINE (Wine is not an emulator), que até 2018, tinha implementações sendo “soltas” de forma pragmática e conservadora, sempre apostando no “jogo seguro” para não cometer erros.

Mas tudo isso mudou de forma rápida e positiva em meados de Julho, quando a Valve fez o anúncio bombástico do projeto Proton, que resumidamente, faria com que jogos feitos somente para Windows rodarem no Linux.

Com o anúncio do projeto Proton todos estes projetos cresceram de forma acelerada surpreendendo a cada lançamento. 

Primeiro foi o projeto VULKAN, que dá uma base sólida para todo o projeto Proton, que vem ganhando a cada lançamento mais e mais melhorias e implementações em seu código, chegando na versão 1.1 e marcando presença nas principais Engines do mercado como a CryEngine, idTech, Unity, Source e Unreal Engine. Com isso, as desenvolvedoras de jogos que optarem por usar VULKAN vão poder portar os seus jogos de forma “suave” para Linux e sem maiores transtornos, mesmo usando o projeto Proton.

Já o segundo que veio ganhando um aprimoramento acelerado foi o DXVK. Se no começo do ano ele dependia de uma equipe reduzida, hoje eles contam com o apoio da gigante da indústria dos Games,  Valve. Quando a Valve anunciou a sua ferramenta de compatibilidade, comentou que já vinha dando apoio para o pessoal do DXVK. Por isso que muitos da comunidade Linux viram o rápido crescimento do projeto. A última versão dele já tem suporte para DX10 e DX11, além de terem iniciado os testes para poder incorporar o DX9 ao projeto DXVK.

Por último e não menos importante, temos o WINE, o nosso “velho guerreiro” que sempre nos ajudou a rodar vários jogos e programas no passado e hoje tem um papel fundamental nessa nova era dos games no Linux. Ele tem papel fundamental pois a CodeWeavers (empresa por trás da versão comercial do Wine, o CrossOver) fechou parceria com a Valve e acelerou a versão do WINE para a Steam , e o projeto original que podemos usar gratuitamente vem se beneficiando diretamente por isso, visto que ultimamente tem saído várias versões do WINE e com um monte de melhorias vindo dos reports da Steam, fora os que a comunidade já reporta no site e fóruns do próprio WINE.

Para usar o VULKAN você vai precisar dos drivers mais recentes para a sua GPU, sendo Intel, AMD e NVIDIA.

Para AMD e Intel você precisa usar o Mesa Driver 18.1 ou posterior. Já para NVIDIA você vai precisar usar o Driver Proprietário nas versões mais recentes, as versões Beta. Até o momento está na versão 396.54.09 ou o 410.57.

Para saber mais sobre o projeto VULKAN, basta acessar o site deles. Para acompanhar o projeto DXVK, é só acompanhar eles no GitHub.

É muito legal ver essa evolução das ferramentas que venham a possibilitar os jogos para Linux e trazendo mais opções para os consumidores. Como falei em um Diolinux Friday Show, creio que a próxima a aderir ao projeto Proton é a Battlenet, dona do Overwatch, World of Warcraft e Diablo pois o catálogo dela é pequeno e mais fácil de administrar.

Mas agora conte aí nos comentários, o que você espera dessa evolução do projeto Proton e tudo aquilo que ele “Puxa” junto.

Um forte abraço e até a próxima.
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Feliz Aniversário Linux, pelos seus 27 anos de alegrias e conquistas

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domingo, 26 de agosto de 2018

Na data de 25 de Agosto,  o nosso querido e amado Linux completa 27 anos de existência com muitas batalhas, conquistas, “baixas”, mas o mais importante é ter trazido a liberdade de escolha para os seus users, e isso é muito bom.

Feliz Aniversário Linux, pelos seus 27 anos de alegrias e conquistas






Corre nas comunidades Linux que o maior projeto open source do mundo tem dois aniversários, um sendo comemorado em 5 de Outubro e o outro no dia 25 de Agosto.

A primeira data (05/10/1991) foi quando lançada a primeira versão do Kernel Linux, que foi uma adaptação do Linus Torvalds do Minix para os seus propósitos.

Já a segunda data (25/08/1991) foi quando o Linus Torvalds lançou o primeiro sistema operacional baseado no Kernel Linux, que em suas palavras era “apenas um hobby, nada grande ou profissional.”, o e-mail você pode conferir na imagem abaixo.


Algumas curiosidades sobre o Linux


Aqui vamos mostrar algumas curiosidades sobre o Kernel Linux bem bacanas, confiram:

A primeira versão acabada do Kernel Linux (0.01), tinha 10.239 linhas ;

● Linux domina em 100% no top 500 supercomputadores mais rápidos do mundo;
       
● Atualmente Linus Torvalds escreve menos de 1% do código do Kernel Linux, que agora tem o foco no gerenciamento e ajudando outros devs com os seus códigos no Kernel;

● O “hobby” de Linus Torvalds a princípio iria se chamar “FreaX” (junção das palavras “free” e “Unix”, mas ainda bem que o jovem Torvalds aceitou a indicação do dono do servidor onde ele hospedava o projeto e assim mudando para Linux (Linus e Unix) como conhecemos hoje em dia.

● O Linux é usado em programas espaciais da NASA e da ESA por exemplo, também é usado por outros órgãos do governo americano como: Unit States Post Office, os tribunais federais da justiça; Federal Aviation Administration (FAA) e a frta de submarinos da USNavy;

● Empresas grandes do setor de tecnologia usam o sistema do pinguim, como a Google, Facebook, Amazon, Space X, Panasonic, CISCO, Twitter, Dell, IBM, Microsoft (sim, ela mesma usa e tem um, o Azure) entre outras;


● 80% de Hollywood usa Linux de forma direta ou indiretamente, como mencionamos em um artigo recente do blog.

● De acordo com a Google, mais de 2 bilhões de usuários ativos usando o Android (sistema baseado no kernel linux).

● Linux domina o setor de “internet das coisas” ou IoT, com a Canonical liderando esse mercado junto com o Google.

Essas são só algumas das curiosidades que podemos listar sobre o Linux, que se fossemos por todas aqui no blog, levaríamos anos (sic). =)

Futuro do Linux


Nessa parte vai ser opinião minha, Ricardo, sobre o que eu acho que vai acontecer com o Linux em um cenário geral da coisa.

Primeiramente creio que as empresas do setor de tecnologia irão abraçar mais ainda o Linux, depois dos acontecimentos recentes, como a adoção de Hollywood e da Valve e com isso poderemos ver mais projetos incríveis, como o DxVk, Krita, Steamplay e além de alavancar projetos mais conhecidos, como o WINE, GIMP, Inkscape e Kdenlive por exemplo.

Creio eu também que alguns aplicativos como os da Adobe possam vir para o Linux, assim trazendo uma parcela boa de usuários. E também creio que em algum momento a Microsoft libere a versão nativa para Linux do Office, isso também traria outra parcela boa de usuários.

Já na parte Gamer, bom, creio eu que depois da notícia bombástica da Valve ao trazer o Proton “a luz do dia” para compatibilizar os games que ainda não tinham versões para Linux e assim facilitar para as desenvolvedoras esse “meio de campo”, isso vai trazer outra parcela “gigante” de usuários, especialmente aqueles que usam dual boot (Windows+Linux) e que estavam esperando essa oportunidade para sair do sistema operacional de Redmond. 

Mas isso é o que eu acho apenas e observo que pode acontecer muito em breve, como também posso “quebrar a cara” e nada disso acontecer rs.
Mas diga aí nos comentários como você conheceu o Linux e como o utiliza no seu dia a dia, se é no desktop, notebook ou celular.

Até uma próxima e um forte abraço.

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Artifact - Valve lança teaser de novo Card Game de DOTA

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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Fazia muito tempo que não tínhamos lançamentos de novos jogos vindos diretamente da Valve, a dona da plataforma Steam, mas hoje os fãs da empresa (e aparentemente de DOTA 2) tiveram uma boa surpresa com o teaser de Artifact, ainda que nem todos concordem com isso...

Artifact DOTA Card Game






Depois de um grande hiato em lançamentos, parece que em 2018 a Valve vai retomar o lançamento de um título de produção própria. Os games da empresa são idolatrados por muitos e são alguns dos mais jogados do mundo atualmente, incluindo ambientes competitivos, como CS:GO e DOTA 2.

Enquanto muitos esperam ansiosamente um novo "Left 4 Dead" ou um novo "Half Life", a Valve parece estar planejando lançar um Card Game, assim como a Konami e o seu clássico "Yu-Gi-Oh!".

Podemos ver pelo vídeo que o jogo deverá seguir a temática do DOTA, o que automaticamente tende tende a nos lembrar "HearthStone", da Blizzard, ou ainda "GWENT", do universo de "The Witcher".

Não temos muitas informações sobre como exatamente será o game, tudo o que temos é um teaser que foi lançado pela empresa do que parece ser o canal oficial do jogo no YouTube.


Curiosamente o vídeo teaser de "Artifact" está sendo altamente negativado pelos usuários do YouTube, muitos reclamam que gostariam de um novo jogo dentro das franquias já existentes ao invés de "mais um jogo de cartas". De qualquer forma, o game está previsto para ser lançado em 2018, sem maiores detalhes.

Tudo indica que haverá suporte para Linux e Vulkan também, o que você achou da ideia da Valve?

Até a próxima!
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Fundador da Epic Games diz que Microsoft quer acabar com a Steam

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terça-feira, 26 de julho de 2016

O fundador da Epic Games, desenvolvedora de games famosos como Gears of War e Unreal Tournament, afirmou em uma entrevista à "PC Gamer" que a Microsoft estaria "silenciosamente" sabotando a Steam no Windows 10.

Microsoft quer abocanhar a Steam em 5 anos




Tim Sweeney, co-fundador da Epic Games, afirmou em uma entrevista algo polêmico. Ele acredita que dentro dos próximos 5 anos a Microsoft vai passar a aplicar Patches para fazer com que o Steam seja instável no Windows, que ele quebre com facilidade e que não funcione corretamente; o motivo, segundo ele, seria para que a loja de aplicações da Microsoft que pretende crescer no ramo de games pareça uma opção melhor para os jogadores que atualmente são usuários fiéis da plataforma da Valve.

Segundo ele, não seria a primeira vez que a empresa faz algo do tipo, Sweeney acredita que este tipo de medida faz com que o desenvolvimento de jogos de computador acabe ficando muito prezo aos desmandos da Microsoft, algo que ele não considera bom.

Não posso dizer se ele está certo ou não, mas parece que quando a Valve decidiu começar a trabalhar o Linux para que ele seja uma alternativa interessante ao Windows, era justamente para evitar coisas deste tipo.

O que você acha do assunto?

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Dota 2 será o próximo game a utilizar API gráfica Vulkan

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domingo, 22 de maio de 2016

Aos poucos novos games vão se adaptando a "nova geração do OpenGL", o Vulkan, e o próximo grande título que irá utilizar o recurso é o popular Dota 2 da Valve.

Dota 2 Vulkan





Apesar do Vulkan ter dado as caras há algum tempo, é natural que, como toda nova API, ela demore um pouco para ser utilizado nos games, dentre todas as empresas que tem trabalhado com ela, acho que a Valve é uma das maiores interessadas em querer vê-lo funcionando bem, muito em parte por conta das Steam Machines que rodam Linux e terão o Vulkan como principal API no futuro.
Leia também: Saiba tudo sobre o Vulkan
Antes mesmo na Valve implementar o Vulkan em algum de seus games, nós vimos o novo Doom rodando na GTX 1080 da Nvidia usando a nova API, esse novo Doom também roda usando o OpenGL, o que mostra o potencial do open source mais uma vez, sobretudo quando o mesmo é bem explorado.

Dota 2, um título muito importante para os gamers e para a indústria de e-sports está implementando agora o Vulkan, provavelmente uma atualização na próxima semana trará o suporte para a API no game, temos que ficar de olho nas atualizações.

O Dota 2 deverá rodar com o Vulkan também no Windows.

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Veja como funciona o incrível Steam VR [Vídeo]

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terça-feira, 5 de abril de 2016

Muitas empresas estão investindo em realidade virtual nos últimos anos e com a poderosa Valve, uma das principais empresas do mundo do entretenimento  quando se fala de games não seria diferente.

Steam VR




Em parceria com a HTC, a Valve está desenvolvendo o Steam VR que permitira uma integração com as Steam Machines, Steam Controller e muitos games vendidos da plataforma da Valve como o simulador de mergulho World Diving possam ser jogados  de uma maneira muito mais imersiva.

Hoje existem iniciativas como a da Samsung de distribuir óculos VR juntamente com o Smartphones, semelhante a este que eu fiz uma review, porém estamos falando de um padrão de imersão mais detalhado e aprimorado com o Steam VR.

O canal Brad Lynch fez uma demonstração de como funciona o equipamento, e é no mínimo, muito divertido.


E aí o que você achou? Ficou querendo um também? Infelizmente o Steam VR ainda não está disponível para o mercado brasileiro, então se você tiver a oportunidade de importá-lo está será uma das únicas formas de poder colocar as mãos no equipamento atualmente por aqui.

Até a próxima!
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Gabe Newell "alfineta" Windows e Microsoft em nota de lançamento do Vulkan

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Como você deve ter ficado sabendo, ontem a primeira versão do Vulkan foi lançada e o criador da Valve fez alguns comentários sobre a nova era nas APIs gráficas para games.

Gabe Newell comenta sobre o Vulkan

Se você ficou interessado no Vulkan fique ligado aqui no blog pois temos várias matérias preparadas sobre ele para esta semana, porém, por hora o destaque é para o que Gabe Newell afirmou em uma nota de lançamento do Vulkan sobre a comparação entre APIs.

Gabe, criador da Valve, apoia abertamente a utilização de Linux e vem trabalhando nos últimos anos para diminuir o monopólio que a Microsoft adquiriu neste setor ao longo dos anos. O lançamento do Vulkan foi a oportunidade de alfinetar a Microsoft e o Windows, mesmo que sem citar os seus nomes:
"Estamos extremamente satisfeitos com a execução rápida da indústria sobre a iniciativa  da API Vulkan. Devido ao fator multiplataforma do Vulkan, alto desempenho e ecossistema open source saudável, esperamos ver uma rápida aceitação por  parte dos desenvolvedores de software, ultrapassando a adoção de APIs semelhantes que são limitadas a sistemas operacionais específicos ",
Onde podemos ler "APIs semelhantes" como DirectX e "sistemas operacionais específicos", podemos ler o Windows, de maneira simples e clara. 

Foi dada a largada, agora é questão de tempo para vermos o Vulkan mostrar a que veio.

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O que Gabe Newell, da Valve, e Linus Torvalds, criador do Linux, tem a nos dizer sobre os jogos do Linux?

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A maior parte dos usuários Linux adorou a inclusão do sistema como plataforma de jogos pela Valve, porém, alguns, especialmente os que defendem o uso exclusivo de software livre não acharam que essa foi uma grande ideia. Independente do lado que você se identifique, é interessante observar o que dois dos principais envolvidos nesta circunstância acham sobre o assunto.

Linux e Games

O nosso redator, Gabriel da Costa, legendou um vídeo de um compilado onde Gabe Newell, criador da Valve, e Linus Torvalds, criador do Kernel Linux, falam sobre o Linux no mundo dos games e como eles esperam que isso faça o Linux no desktop crescer, o vídeo foi produzido pela "The Linux Foundation".

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Valve mostra como é feito um Steam Controller [Vídeo]

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O Steam Controller é um dos diferenciais da Valve para tentar abocanhar uma fatia do mercado de consoles com as Steam Machines, e para mostrar como o controle é feito a empresa elaborou um vídeo mostrando a linha de produção do hardware da empresa mais popular entre os gamers.

Como é feito um Steam Controller

O vídeo é muito curioso, afinal, não é todo dia que se vê uma linha de produção de "joysticks", o Steam Controller é uma peça híbrida, diferenciada, com elementos de mouse+teclado e dos mais populares controles de consoles, sobretudo o do XBox. Para despertar a curiosidade sobre ele nas pessoas  Valve produziu algumas imagens mostrando o processo de fabricação do aparelho, confira:



E aí, você já está pensando em comprar um destes?
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Valve vai lançar em 2016 um console portátil que roda Linux

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

As Steam Machines começaram a ser vendidas neste mês e já temos alguns comparativos entre elas, rodando o SteamOS, e o Windows 10 da Microsoft, mas apesar de ainda termos bastante "chão" para cobrir com as Steam Machines esta não será a única cartada da Valve no mercado dos consoles, 2016 vem aí com o Smach Zero.

Steam Smach Zero

Smach Zero é o console portátil da Valve para 2016


Anteriormente o projeto era conhecido como "Steamboy" e havia até algumas dúvidas sobre o seu lançamento, mas agora ele vai sair do papel de fato!

Apesar de confirmado ele só deve dar as caras mesmo no final do ano que vem, por volta de Outubro de 2016, ou seja, ainda teremos que esperar bastante, entretanto, já há um preço estipulado, algo que gira em torno dos 300 dólares. As configurações do aparelho serão:

- Sistema operacional: SteamOS (Linux)
- Tela: 5" touch screen HD (720p)
- Memória RAM: 4 GB
- Armazenamento interno: 32 GB (suporte a microSD)
- Conectividade: USB, HDMI, Bluetooth e WiFi

Ainda não ficou esclarecido qual seria o processador desta Steam Machine mas a ideia da Valve é que você possa levar no seu bolso os mesmos games que você no computador, o que me sugere um processador com chip gráfico potente, como o lançamento está distante ainda não consigo apostar em nenhum modelo, talvez ele use algo que nem exista hoje em dia, mas poderia ser uma variação dos processadores Intel ou uma variação do Tegra da Nvidia, façam suas apostas! Outro ponto não comentado ainda é a bateria que será utilizada, afinal, ela é um ponto importante de qualquer portátil.

Via: SmachZero
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Valve disponibiliza a primeira versão final do SteamOS

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domingo, 8 de novembro de 2015

Com as primeiras Steam Machines chegando ao público a Valve finalmente atualizou o SteamOS para uma versão que é considerada estável, confira as novidades.

SteamOS

Uma distribuição Linux projetada para jogos


O SteamOS é o sistema operacional da Valve e das Steam Machines, e agora a versão "Brewmaster", que até pouco tempo estava em beta, agora chega a sua versão final.

A nova versão do Steam OS vem com o Kernel 4.1 LTS e com vários patches feitos pela Valve.

"Esta é uma grande atualização, Kernel 4.1, drivers de vídeos para placas gráficas NVIDIA e AMD atualizadas. houveram várias correções.", observou o desenvolvedor no oficial anúncio.

Os requisitos mínimos para rodar o SteamOS são:
Processador:
- Processador Intel ou AMD 64-bit

Memória:
- 4 GB ou mais de RAM

Disco rígido:
- Disco de 500 GB ou mais (porém a imagem atual requer um disco de 1TB)

Placa de vídeo:

- Placa de vídeo NVIDIA
- Placa de vídeo AMD (RADEON 8500 ou posterior)
- Placa de vídeo Intel

Adicional:
- Suporte a boot UEFI
- Porta USB para instalação

Você pode fazer o download da última versão do SteamOS na página oficial da Valve. Existem dois modos de instalação para o SteamOS, ambos acabam apagando todos os dados do disco rígido, de forma que aparentemente (pelo menos por enquanto) não é possível fazer um dualboot.
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Informações sobre o misterioso hardware do Steam Link vazam pela comunidade

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A Valve não quis compartilhar os detalhes a respeito do do hardware e software do Steam Link, mas aprece que a informação vazou.
Confira a seguir aqui no diolinux

Informações sobre o misterioso hardware do Steam Link vazam pela comunidade

Noticias sobre Steam, Steam Machine, Steam Box dentre outras coisas sobre games estão recheadas aqui do Diolinux e podem ser conferidos como é o caso  dos
1500 títulos de jogos para Linux
A única coisa que sabemos é que ele utiliza um sistema operacional com o kernel baseado em Linux, mas já se torna uma boa noticia. A Valve não tem dito nada a respeito, mas a comunidade espera ansiosamente. A função básica do Steam Link é substituir o longo cabo HDMI entre a TV e o computador. Somente conecte-o a TV e a rede local e você será capaz de jogar seus jogos do PC na TV (fora poder jogar qualquer jogo Steam online).

Um usuário do Reddit publicou algumas fotos do hardware do Steam Link mcd1992 , da qual uma seria essa:

O Steam Link vem com a seguinte configuração:
  • CPU ARM MarvelL DE3005-A1 (o mesmo utilizado na primeira geração dos Google Chromecast).
  • GPU Vivante GC1000 GPU
  •  512MB of RAM (Micron MT41K256M16LY-107)
  • 4GB of flash memory (Micron Flash MT29F32G08CBAC.)
  • Driver open source disponível para ele. a única funcionalidade é fornecida pela solução Avastar 88W8897 Marvell.


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Valve está removendo games de Linux da Steam por incompatibilidade

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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

A gigante dos games, Valve, está removendo alguns títulos do SteamOS e Linux da Steam para evitar algumas dores de cabeça e insatisfação entre os usuários.

Valve remove games para LInux da Steam

Games que precisem de complementos estão de fora


Visando melhorar a qualidade de seu produto (SteamOS) a Valve começou a banir games da Steam para Linux (e por extensão, para o SteamOS) que dependam de softwares de terceiros para rodar. Ticket to Ride, Anodyne, Lume, WAKFU, Starbound, Evoland, Oniken, StarMade e Defender's Quest: Valley of the Forgotten são alguns exemplos de jogos que perderam, ainda que temporariamente, sua vaga da loja Steam.

StarMade por exemplo necessita da instalação do Java da Oracle para que o game funcione corretamente, a Valve que quer os games sejam "out of the box", no melhor estilo, clicar, instalar e jogar, e que caso algum complemento do tipo seja necessário que ele venha com o próprio game e que não fica à cargo do usuário instalar.

As pessoas que já compraram os games citados não ficarão sem eles pois os mesmos continuam disponíveis em suas bibliotecas Steam, entretanto, pelo menos por enquanto, não é mais possível comprar alguns títulos. Assim que as mudanças e adaptações forem feitas os games deverão voltar para a loja da Valve.


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Steam Machines tem boa receptividade no exterior

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A imprensa internacional recebeu de bom grado os protótipos das Steam Machines, boas considerações foram feitas e alguns defeitos apontados, está chegando a hora de vermos até onde a Valve pode chegar.

Steam Machines


Steam Machines chamam a atenção


Os comentários sobre os primeiros protótipos das Steam Machines já estão nas mãos de alguns felizardos para testes, com o Steam Controller e um Design atraente, é com essas máquinas que a Valve pretende abrir concorrência no mercado de consoles juntamente com XBox e PlayStation.

Conheça as especificações técnicas das primeiras Steam Machines

É um console que parece um PC ou um PC que parece um console?


O que se tem comentado é que as Steam Machines são algo difícil de definir, é um pouco dos dois, tecnicamente seria quase um segmento novo, apesar de usar peças de computador juntamente com outras de console, como o case os controles, uma Steam Machine traz todo um ecossistema novo baseado em Linux para a sua sala, a potência de um PC com o conforto de um console. Como opina o site Engadget: "Uma Steam Machine não é uma simples peça de hardware feita para jogar games numa TV".

Elogios


Um ponto interessante que foi comentado é a beleza e elegância das Steam Machines e grande quantidade de conexões que ele tem, HDMIs, USB, conexões de internet e a possibilidade de alterar o hardware parecem ser fatores muito atraentes.

Veja também: Conheça como é uma Steam Machine por dentro.

A chegada dos aparelhos nas lojas brasileiras ainda gera especulação, as Steam Machines não serão, pelo menos inicialmente, os aparelhos mais baratos, entretanto, a Valve sabe que existem aqui uma grande base de usuários da Steam e de clientes em potencial.

Pelo menos o fato do SteamOS ser baseado no Debian e gratuito permite que nós mesmos construamos as nossas próprias Steam Machines personalizadas, bastando ligar um Steam Controller, que deverá ser vendido avulso, ou um controle de XBox ou PlayStation.

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Os 5 games mais jogados da Steam tem suporte ao Linux

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A Valve liberou algumas estatísticas interessantes sobre o uso de sua plataforma e os games mais jogados nela, curiosamente os cinco títulos de maior popularidade também rodam perfeitamente no Linux.

Games para Linux da Steam

Se você gosta de jogar, o Linux também pode ser uma boa plataforma


Que o Windows ainda tem a maior biblioteca de games disponível, isso ninguém discute, mas que o Linux aos poucos está se colocando no mercado também é uma realidade, apesar do processo de implementação da plataforma como opção para o gamers ainda estar em pleno desenvolvimento já podemos ver que os principais e mais jogados games da Steam já rodam no Linux.

Top 5 games mais jogados da Steam


Temos vários games famosos aqui, vamos conferir:

5 - Sid Meier's Civilization V


4 - ARK: Surivaval Evolved

3 - Team Fortress 2

2 - Counter Strike: Global Offensive

1 -  Dota 2

Alguns dos games que ficam no top 10 também rodam no Linux, como Garry's Mod e també Skyrim, através do PlayOnLinux, como mostramos aqui.
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Valve lança o Steam OS 2.0 com base no Debian 8.2

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Mais um passo rumo as Steam Machines foi dado, a Valve acaba de anunciar a versão 2 do Steam OS com suporte pleno para controles de XBox.

SteamOS 2.0

Nova versão do SteamOS 2.0 chama-se "Brewmaster"


A Valve anunciou o lançamento da nova versão do Steam OS, apesar deles terem comentado há pouco tempo que não havia uma grande necessidade de atualizar o sistema para a base do Debian Jessie atual, porém, isso acabou se confirmando.

A empresa ainda não liberou a informação de qual será a versão do SteamOS que será embarcada de fato nas Steam Machines, porém, uma coisa interessante que chegou juntamente com esta versão foi um FAQ do SteamOS, onde a Valve comenta algumas das principais dúvidas das pessoas sobre o assunto.

Algumas informações interessantes que podemos obter observando o FAQ é que eles deixam muito claro que o SteamOS é uma derivação do Debian GNU/Linux onde a versão atual (2.0) é baseada no Debian Jessie, versão 8 e suas atualizações, sendo que as principais mudanças feitas pela Valve são, vários drivers adicionais gráficos adicionados no Kernel, Kernel Linux modificado, sistema gráfico modificado para suportar melhor a interface do SteamOS e atualizações automáticas do repositório da Valve ativado por padrão.

Você pode baixar o SteamOS através deste endereço.
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Valve diz que depois de Vulkan você vai esquecer o DirectX da Microsoft

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Dan Ginsbur, representante da Valve no SIGGRAPH 2015, subiu ao palco para falar sobre a nova API gráfica Vulkan, a qual já comentamos várias vezes aqui no blog e também no canal do Diolinux, ele deu uma declaração que certamente vai gerar polêmica, confira:

Khronos Vulkan API

"DirectX12 ou qualquer outro futuro será desnecessário", afirma Valve


Na SIGGRAPH (Special Interest Group on GRAPHics and Interactive Techniques) deste ano a Valve apresentou detalhes do Vulkan para os espectadores e pronunciou sobre o futuro das a API para os games da próxima geração.
Leia também: Entenda o que é o Vulkan
 Mas talvez, de todas as afirmações feitas por Ginsbur a que gerou mais polêmica foi:
"Vulkan é o caminho certo a seguir para alimentar a próxima geração de jogos de alto desempenho. A menos que você esteja ansioso o suficiente para estar desenvolvendo um jogo com DirectX 12 este ano, eu diria que não há muita razão para nunca criar um backend DirectX 12 para o seu jogo, e a razão para isso é que Vulkan trará suporte para você no Windows 10 também, da mesma forma que DX12 faria, além do seu game ser multiplataforma."
Vários experimentos já comprovaram a potência do Vulkan, a Intel mesmo já demonstrou o quanto a API pode ser benéfica para os usuários, clique aqui e veja como o Vulkan consegue dobrar o fator de FPS nos testes realizados.

Confira a palestra completa da Valve:



O DirectX ficará de lado no futuro e a Microsoft não terá mais o monopólio do games? Só o tempo dirá. Qual a sua opinião sobre o assunto?
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Valve aponta uma falha no sistema de suspenção do Linux

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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Antes de você pensar que o Linux tem eixos e molas eu vou explicar, trata-se do sistema de suspensão de atividade, deixar o computador "dormindo", vamos conhecer um pouco melhor as reclamações vindas dos desenvolvedores da Valve.

problema com suspensão no LInux

SteamOS não terá uma funcionalidade popular nos consoles atualmente por conta do Linux


Um debate no GitHub do SteamOS apontou um pequeno defeito no Kernel Linux, segundo o desenvolvedor com o nick de "johnv-valve" o sistema ainda não lida bem com suspensões.

Algumas pessoas que estavam testando o sistema relataram que ao colocar o SteamOS em modo suspensão usando controles de Xbox quando o sistema voltava os controles não eram reconhecidos e normalmente demoravam até minutos para voltar a funcionar corretamente.

A resposta do desenvolvedor foi enfática ao dizer que "o Linux ainda não suporta essa funcionalidade", pelo menos não plenamente e por conta disso o SteamOS, pelo menos em suas primeiras versões, não terá essa função que está presente nos consoles da geração atual.

Segundo "johnv-valve" o problema ocorre por conta dos drivers das placas de vídeo que ainda não dão um suporte pleno para o sistema. Pelo que sabemos, isso está mudando, mas até lá parece que a Valve não vai implementar essa função pois, nas palavras do desenvolver, "não pode garantir um perfeito funcionamento do recurso em qualquer hardware".

Agora seria muito interessante se você contasse pra gente qual a sua experiência com isso, você tem alguma dificuldade com hibernação ou suspensão no Linux?

Acredito que o Linux sendo aberto como é, a possibilidade de um correção chegar logo é muito grande, porém, aparentemente, este recurso depende muito do comportamento das empresas de chips gráficos, especialmente Nvidia e AMD, uma vez que parecem não haver reclamações quanto a Intel.

O Linux parece ter sido feito para não desligar nunca, vide os inúmeros servidores, mas agora a Valve apontou uma falha, que pode afetar, apesar de não muito, o usuário doméstico. Cabe tentar observar também qual o Kernel que a Valve estaria utilizando, pode ser que a utilização de um Kernel mais recente resolvesse o problema.

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