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Como instalar a última versão do Mesa Driver no Ubuntu e Linux Mint

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

O Mesa Driver é um driver de vídeo de código aberto que é utilizado em praticamente todas as distribuições Linux, o projeto Mesa libera drivers de código aberto para placas Nvidia, Intel e AMD, e hoje você vai aprender a atualizar os drivers do Ubuntu sem precisar alterar a versão do Kernel.

Mesa Driver



Essa dica pode ajudar muito você que usa Ubuntu ou algum sistema derivado e quer ter os drivers abertos mais recentes para melhorar os FPS dos games, quem sabe até melhorar autonomia da bateria do seu Notebook devido as otimizações.

Este PPA de Mesa Driver é recomendado especialmente para quem usa drivers open source, especialmente quem usa chip Intel ou AMD, quem usa Nvidia pode muito bem usar os proprietários seguindo este outro tutorial e desempenho será melhor.

Alterar componentes gráficos pode ser algo sensível no sistema, então prossiga sabendo que caso algo dê errado, você terá que reverter o processo.

Se você prefere fazer as coisas sem utilizar o terminal, acesse este tutorial.

Recomendo instalar o PPA Purge para remover os pacotes caso haja algum problema.
sudo apt install ppa-purge
Você pode verificar a sua versão do Mesa Driver instalado usando o seguinte comando:
glxinfo | grep "OpenGL version"
Agora vamos adicionar o PPA do Mesa Driver, rode no terminal:
sudo add-apt-repository ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Este comando acima adiciona o repositório dos drivers, agora podemos atualizá-lo e depois atualizar o sistema para receber os novos pacotes:
sudo apt update && sudo apt dist-upgrade
Depois de atualizado, você precisa reiniciar o computador, você pode rodar novamente o comando para verificar a versão do Mesa Driver e ver em qual versão você está. 

Caso algo saia errado ou por qualquer outro motivo você queria remover os drivers e voltar ao normal use:
sudo ppa-purge ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Depois da remoção você deve reiniciar o computador e você estará de volta com os drivers originais do sistema.

Até a próxima!
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Atualização para correção de Meltdown e Spectre no Ubuntu está causando problemas

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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Nesta semana estamos falando muito sobre as famosas falhas nos processadores, especialmente os da Intel, e a esta altura do campeonato você já deve estar sabendo de todo o ocorrido, se você está por fora da situação, recomendo que leia este artigo.

Ubuntu Spectre e Meltdown






Conforme as correções foram sendo disponibilizadas, as empresas começaram a atualizar os seus sistemas. Apesar da correção para Linux ser sido feita no "day 1", as distros vão adaptando as  suas correções aos poucos, pois existem ajustes que devem ser feitos para evitar problemas.

Curiosamente, a correção para estes dois problemas parece estar afetando algumas máquinas com Ubuntu 16.04 LTS. Eu mesmo identifiquei esse problema em um dos computadores do Diolinux que tem um Core i5 3330. No entanto, computadores e Notebooks tanto com Intel e AMD, com Ubuntu 18.04 Dev Branch, e Linux Mint 18.3 (que compartilha a mesma base do 16.04) não tiveram este problema.

A Canonical liberou as notas de correção para o Ubuntu que afetam versões específicas do Kernel:

ꔷ Ubuntu 17.10 (Artful) — Linux 4.13 HWE
ꔷ Ubuntu 16.04 LTS (Xenial) — Linux 4.4 (and 4.4 HWE)
ꔷ Ubuntu 14.04 LTS (Trusty) — Linux 3.13
ꔷ Ubuntu 12.04 ESM** (Precise) — Linux 3.2

A versão do Kernel que parece estar dando problema é a 4.4 e o problema consiste em uma falha na inicialização do Ubuntu depois de fazer a atualização, inclusive, um dos leitores do blog/inscritos do canal entrou em contato informando o problema.

Bug Ubuntu
Imagem enviada pelo leitor vinkiador HG

Até que a Canonical corrija esse problema, a minha recomendação (tanto para Ubuntu, quanto para derivados do 16.04 LTS) é atualizar o Kernel para a versão 4.13 (para ter o patch) ou para qualquer outra que não possua o patch de correção para o Meltdown e Spectre (o que obviamente, volta a tornar o seu sistema vulnerável), mas deixa o computador plenamente funcional.

Outra alternativa que não envolve mexer diretamente com o Kernel, é simplesmente voltar a usar a versão antiga no seu Ubuntu, a mesma que você utilizava antes da atualizações.

Para isso, basta entrar no modo de recuperação do GRUB e escolher a versão antiga do Kernel, para fins de informação, recomendo que veja este vídeo para entender como essa sessão funciona:


Claro que essa é um solução temporária, até que a Canonical corrija o problema (se você foi afetado por ele, claro), você terá de iniciar o seu sistema dessa forma, no entanto, caso você queira mudar a entrada do GRUB para que ele já inicie com a versão do Kernel que você deseja, aprenda a instalar o GRUB Customizer, com essa ferramenta você consegue ajustar isso facilmente.


Bugs tão profundos nos CPU como estes parecem estar dando muita dor de cabeça para os desenvolvedores, nem a Microsoft conseguiu evitar isso, segundo os nossos amigos de portugueses do PPLWare, a correção para processadores Intel no Windows acabou gerando bugs em alguns usuários de AMD.

Leia também: Este script te ajuda a identificar as falhas Spectre e Meltdown no Linux

Independente do sistema que você use (ou distro) fique ligado nos mantenedores para saber quais as atualizações propostas por eles, as vezes esperar para colocar uma atualização mais estável pode ser viável, dependendo do seu ambiente.

Mais informações sobre esses problemas você encontra na sessão do time de segurança do Ubuntu no site oficial.

Até a próxima!
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Ubuntu 16.04.2 LTS lançado, veja como instalar as melhorias

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

A Canonical liberou nesta semana a nova atualização para o Ubuntu 16.04 LTS, recebendo assim a numeração de 16.04.2. Existem algumas observações para serem feitas quanto a sua atualização, especialmente quando se refere ao Kernel, saiba mais:

16.04.2 LTS





Para quem não sabe muito bem como funciona, o Ubuntu tem lançamentos semestrais, ou seja, a cada seis meses sai uma nova versão, sendo que de dois em dois anos saem as versões LTS (Long Term Support). As versões LTS podem ser consideradas as versões estáveis do sistema, enquanto as versões intermediárias são lançamentos onde, normalmente, novas tecnologias são testadas. A versão 17.04, que sai no próximo mês de Abril, é um exemplo disso, nela serão testadas algumas atualizações para o Unity 8, a nova interface gráfica do Ubuntu.

Por conta destes fatores, normalmente as versões LTS são as escolhidas pelos usuários para missões críticas, trabalho, produtividade e relacionados. São elas também que normalmente são utilizadas em servidores, tanto por quem é cliente da Canonical, quanto por quem não é.

Versões LTS recebem atualizações constantes durante um prazo de 5 anos, enquanto as versões non-LTS recebem atualizações por cerca de 8 a 9 meses; mais um motivo para que os usuários que usam o Ubuntu para trabalhar escolham as versões com suporte extenso.

Mas o que significa este suporte (LTS)?


O suporte LTS significa que os usuários receberão atualizações de segurança e de software por um período de 5 anos, entretanto, isso não significa, em termos de software, que as atualizações serão sempre para a última versão disponível e sim para uma próxima versão considerada estável. Até mesmo o Kernel normalmente vai respeitar a versão LTS, recebendo atualizações dentro de sua própria versão.

Você pode contornar isso utilizando repositórios PPA para uma determinada aplicação que você deseja que esteja em uma versão mais recente ou utilizando um pacote Snap para a mesma, existem várias formas de contornar a questão, entretanto, nem todas as aplicações ficarão defasadas com o tempo, por questão de segurança, navegador de internet e aplicações com acesso à rede normalmente estão em suas últiamas versões. Lembre-se a estabilidade vai contra a novidade, dificilmente um software mais recente vai ser tão estável quanto um mais antigo e que teve maior tempo para ser debugado, um ótimo exemplo disso é o Debian Stable.

O que há de novo na versão 16.04.2 LTS?


Conforme o tempo passa, muitas atualizações e correções são feitas. Para evitar que os usuários que baixarem o Ubuntu 16.04 LTS precisem baixar tantas atualizações, a Canonical vai lançando novas compilações da ISO com as atualizações e melhorias já incorporadas, assim nascem essas releases com um terceiro número, como 16.04.1, 16.04.2, etc. É como se fossem os Services Packs do Windows.

Essas atualizações normalmente trazem versões mais recentes de uma série de programas e eventualmente, novos recursos para o sistema em si, mas um grande diferencial é a atualização do Kernel Linux, dando assim mais suporte para novos hardwares e mais desempenho em algumas situações.

As principais novidades do Ubuntu 16.04.2 LTS são a adição do Kernel Linux 4.8.x, Mesa Driver 12, e melhorias intensas no suporte de hardware, além da possibilidade da utilização do Kernel Ubuntu HWE (Hardware Enablement) e de correções de bugs menores.

Como atualizar para o Ubuntu 16.04.2 LTS?


Se você está rodando outro sistema operacional ou outra versão do Ubuntu que não seja a LTS atual (16.04), minha recomendação é formatar e instalar ela do zero, porém, se você já é um usuário do Ubuntu 16.04 LTS, assim como eu, você só precisa atualizar o sistema normalmente e você estará nesta versão.


Use o aplicativo "Atualizador de programas" para atualizar o sistema.

Ou use o terminal:
sudo apt update && sudo apt dist-upgrade

Esse comando não vai mudar a versão do seu Kernel, o Ubuntu vai continuar utilizando o Kernel LTS, ou seja o 4.4.x, que vai receber atualizações de segurança até o fim dos 5 anos de suporte do Ubuntu.

Se você deseja utilizar um Kernel mais recente dentro da LTS, poderá utilizar o Kernel HWE, que acrescenta pacotes novos de drivers de vídeo e de suporte para novos componentes de hardware, é ideal para quem tem computadores muito novos ou equipamentos recém lançados.


Antes de atualizar o Kernel de uma versão para outra, eu recomendo remover os eventuais drivers proprietários que você tenha, especialmente os de vídeo e de wifi, assim você evita conflitos.

Para atualizar para o Ubuntu 16.04.2 LTS com o Kernel HWE você precisa rodar estes comandos:
sudo apt-get install --install-recommends xserver-xorg-hwe-16.04
sudo apt-get upgrade
O primeiro comando direcionada para uma nova versão do X que puxara por dependência o restante dos pacotes.

Este recurso não é experimental, ele vem sendo utilizando desde o Ubuntu 10.10 para trazer suporte extendido para os lançamentos do Ubuntu, fazendo com que mesmo LTS antigas, como o Ubuntu 12.04.5 LTS, que ainda está em atividade (no final dela, inclusive), possam rodar em computadores lançados "mês passado", contudo, uma mudança de Kernel é sempre algo muito sensível, então minha recomendação em linhas gerais é somente atualizar em caso de necessidade, falta de reconhecimento de hardware ou caso você seja entusiasta e principalmente, se você sabe o que está fazendo.

Kernel Update

A diferença dos pacotes de Kernel 


Como isto é algo que considero importante, acho que colocar mais algumas informações à respeito quem podem te ajudar a decidir qual caminho você quer seguir.

O Kernel padrão do Ubuntu chama-se General Availability ou simplesmente GA, os pacotes deste Kernel constumam se manter dentro dos lançamentos do LTS ao qual pertencem, no caso o 4.4, com variações seguindo o seguinte exemplo nomenclatura:
linux-image-4.4.0-21-generic (Kernel Padrão)
ou
linux-image-4.4.0-21-lowlatency (Kernel de baixa latência)
O Kernel HWE tem a seguinte nomenclatura:
linux-headers-generic-hwe-16.04 (Kernel padrão com Hardware Enablement)
ou
 linux-headers-lowlatency-hwe-16.04 (Kernel de baixa latência com Hardware Enablement)
Para mais informações sobre o HWE consulte a Wiki do Ubuntu. 


Alterantivamente, quem deseja manipular versões diferentes do Kernel Linux no Ubuntu de forma gráfica e fácil, pode usar o UKUU (Ubuntu Kernel Update Utility), assim você pode usar a versão do Kernel que bem entender.

Outras variações do Ubuntu também receberam a nova atualização, o procedimento para atualizar é o mesmo em todas e você também pode baixar as ISOs completas através dos links abaixo:

Kubuntu 16.04.2 LTS
Ubuntu GNOME 16.04.2 LTS
Ubuntu MATE 16.04.2 LTS
Xubuntu 16.04.2 LTS
Lubuntu 16.04.2 LTS


Até a próxima!
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Windows 10 vs Ubuntu 16.04 LTS com GTX 1070 e GTX 1080 - Benchmarks

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segunda-feira, 20 de junho de 2016

É sempre bom comparar os desempenho entre Windows e Linux, neste caso o Ubuntu, para termos uma noção da diferença entre as plataformas e acompanharmos a evolução do Linux como uma opção para os gamers. Hoje vamos analisar mais um teste feito pela Phoronix envolvendo a plataforma da Microsoft e a da Canonical com os novos topos de linha da Nvidia.





Como já foi dito, para os testes foram utilizados o Ubuntu 16.04 LTS e o Windows 10, ambos de 64 bits, juntamente com os drivers Nvidia mais recentes para cada uma das placas, GTX 1070 e  GTX 1080. O restante da configuração de hardware pode ser visto logo abaixo.

Configuração de Hardware Ubuntu vs Windows

Vamos aos testes!


Os testes envolveram 4 games ao todo, Metro: Last Light Redux, Tomb Raider 2013, F1 2015 e Dota 2 e produziram resultados interessantes.

Ubuntu vs Windows Benchmark

No gráfico acima nós podemos ver um comparativo entre os sistemas e placas, podemos ver que em geral o Ubuntu se saiu melhor no game "Metro: Last Light Redux", com uma considerável diferença de praticamente 30 FPS a mais do que o Windows, porém, parece que este jogo é um caso especial, em outros comparativos o Ubuntu não se saiu tão bem, ainda que a taxa de FPS seja boa o suficiente para jogar qualquer game por jogadores menos exigentes.


No próximo teste, assim como anterior, foi usada a resolução 4k, só que desta vez com o game Tomb Raider com o preset de qualidade do jogo no "Low", podemos observar que a disparidade, ainda que em ambos os casos os games fiquem acima de 100 FPS, é grande e favorável ao Windows 10.

Tomb Raider Linux vs Windows

No mesmo game, porém com o preset gráfico setado para "Ultra", o desempenho continua favorável para o Windows, com uma diferença, curiosamente menor do que se fosse no "Low", entretanto, algo que vale ressaltar aqui é que no Windows em ambas as placas os frames ficaram acima de 60 FPS, o que é algo que podemos considerar fluído, já que a maior parte dos monitores das pessoas tem 60 Hz, no Linux (Ubuntu) o desempenho ficou abaixo disso, em um padrão que podemos dizer que não é o ideal, mas é jogável. Ponto para o Windows.

Tomb Raider Linux vs Windows

No game "F1 2015" o resultado foi parecido:


Com a resolução um pouco mais baixa, a diferença do recém lançado para Linux "F1 2015" também foi favorável ao Windows com as novas placas da Nvidia, ficando muito acima em desempenho do que no Linux. Ainda que no Linux tenhamos mais uma vez um desempenho bom o suficiente para ter uma boa experiência com o game, no Windows a diferença varia entre 40 à 50 FPS praticamente.

Dota 2 com OpenGL e Vulkan


Dota 2 é um caso à parte aqui, todos os games anteriores foram testados usando DirectX e OpenGL, agora, temos um DX vs OpenGL e um comparativo usando o Vulkan como API gráfica em ambas as plataformas.

OpenGL Dota 2 Linux vs Windows

Vulkan Dota 2 Linux vs Windows

Aqui temos um fato curioso, na primeira imagem acima você vê os benchmarks envolvendo o OpenGL e o DirectX, na segunda (esta logo acima) você vê os testes utilizando a API gráfica Vullkan.

O que me chamou a atenção é que nestas condições o Vulkan se mostrou menos eficaz no Linux do que no Windows, ficando abaixo até mesmo dos testes com OpenGL, o que é um tanto quanto desanimador, entretanto, o que eu acredito que possa ter acontecido são duas coisas:

1-  A implementação do Vulkan ainda é um beta no Dota 2 (apesar de funcionar muito bem no Windows) o que nos leva ao segundo fator...

2- Os drivers para Linux das GTX 10xx da Nvidia saíram há pouco tempo, enquanto os do Windows já foram lançados no DayOne das placas e tiveram um tempo para serem aprimorados, o que pode explicar essa diferença nos testes em geral, mas que estranhamente se inverte no "Metro: Last Light Redux".

É bom podermos ver estas comparações para acompanharmos o nível de evolução do Linux como alternativa de plataforma para jogos, podemos ver que todos os games são jogáveis com boa qualidade no Linux, apenas o Tomb Raider não ficou acima dos 60 FPS com estas duas placas no preset "Ultra". Isso permite que as pessoas que apenas se importam com o fato do game estar acima de 60 FPS possam jogar tranquilamente estes títulos no sistema, economizando os quase R$ 800,00 que se pagaria em uma licença do Windows.

Vamos acompanhar de perto essa evolução com toda a certeza! Fique ligado aqui no blog e até a próxima!
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Como instalar o Cinnamon 3.0 no Ubuntu 16.04 LTS e 14.04 LTS

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terça-feira, 3 de maio de 2016

O ambiente gráfico principal do Linux Mint recebeu uma atualização recentemente e chegou à versão 3.0. Agora você vai aprender a instalar esta versão nas duas versões do Ubuntu atuais com maior tempo de suporte.

Cinnamon 3.0 no Ubuntu 16.04 LTS




O novo Cinnamon acompanhará o Linux Mint 18 muito provavelmente, porém, você já pode testá-lo no Ubuntu 16.04 LTS e Ubuntu 14.04 LTS (no Ubuntu 15.10 também, na verdade), pelo que eu testei, este tutorial não funciona no Linux Mint 17.3, ou seja, se restringe apenas a estas versões do Ubuntu supracitadas.

Mudança de interface gráfica pode ser considerado um procedimento avançado, não destinado para usuários iniciantes, por este motivo, para colocar uma linha a mais de dificuldade no tutorial, vou ensinar a fazer o procedimento usando o terminal, sei que isso já afasta os mais novatos e com pouca experiência e é justamente esta a intenção, se você for novo no Linux e tem a intenção de experimentar o ambiente Cinnamon eu recomendo testar diretamente no Linux Mint.

Como você que acompanha o blog sabe, normalmente os nossos tutoriais mostram como fazer as coisas via interface gráfica preferencialmente e quando possível via comandos, mas desta vez será diferente. Vamos lá?

Abra o seu terminal

Copie e cole o seguinte comando:
sudo add-apt-repository ppa:embrosyn/cinnamon
Atualize os seus repositórios:
sudo apt update 
E finalmente instale a nova versão do Cinnamon:
sudo apt install cinnamon 
Depois do processo ter terminado, vá até a tela de login e mude o ambiente gráfico.

Ubuntu com Cinnamon 3.0

Digite a sua senha e logue-se novamente, pronto! Você está no novo Cinnamon. Para verificar a versão você pode digitar no terminal:
cinnamon --version
Cinnamon 3.0 no Ubuntu

Outra forma de verificar a versão é através do aplicativo "Informações do sistema" que você encontra no menu:

Cinnamon no Ubuntu 16.04

O meu Cinnamon aparece assim pois eu configurei os temas, o tema padrão do Cinnamon é diferente, na opinião, muito mais feio.

Como remover a interface?

Caso você tenha tido alguns problemas ou simplesmente não quisper mais utilizar o Cinnamon, volte para a tela de login e selecione o Unity novamente, logue-se, abra o terminal novamente e remova o Cinnamon com estes comandos:
sudo apt remove cinnamon*
sudo apt remove nemo 
sudo apt install ppa-purge
sudo ppa-purge ppa:embrosyn/cinnamon
Pronto, com isso você remove todo o conteúdo do PPA, porém, pode restar pastas  ocultas de configuração do Cinnamon e do Nemo na sua home que você pode remover se quiser.

Até a próxima!
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Bugs do Gnome Software no Ubuntu 16.04 LTS serão corrigidos e novos recursos serão adicionados

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Os bugs que estão afetando todos os usuários do novo Ubuntu 16.04 LTS e que impedem a instalação de pacotes .deb normalmente serão corrigidos muito em breve, a atualização já está presente no repositório "proposed" no Ubuntu, que é o repositório que os pacotes vão antes de ir para o sistema principal.

Bugs na Gnome Software Center


Estes bugs tem atormentado a vida dos usuários, apesar de serem perfeitamente contornáveis e de diversas formas como nós mostramos neste artigo, não deixam de ser bugs e não deixam de incomodar as pessoas.

Felizmente a correção para este problema está à caminho e mais do que isso, a atualização para a Ubuntu Software (Gnome Software), a nova Central de Programas do Ubuntu,  trará também alguns recursos a mais como:

- Capacidade de trabalhar com pacotes Snappy;
- Suporte melhorado para a URL do tipo APT que permite instalar programas através de links;
- Listagem de 30 comentários de avaliações;
- Capacidade de mostrar tamanho e versão de aplicações não instaladas.

Essas atualizações deverão chegar em breve no sistema, possivelmente na semana que vem, mas se você é do tipo que não aguenta esperar pode habilitar o repositório "proposed", porém, cabe alertar que ele pode deixar o seu sistema um pouco instável.

Se mesmo assim você quer habilitá-lo para ter estas atualizações agora, procure no menu do sistema o aplicativo "Programas e atualizações" e na aba "opções de programador" marque o repositório e feche, procure o aplicativo "Atualizador de Programas" no menu e faça as atualizações.

Atualizações "proposed" Ubuntu

Até a próxima!
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Configurando resolução de nomes em rede no Ubuntu 16.04 LTS

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Vamos aprender hoje a acessar máquinas em rede no Ubuntu através do nome do computador ao invés de usar o seu endereço IP, esta dica foi enviada pelo nosso leitor Marcelo "Elppans", confira.

Resolução de Nomes no Ubuntu



O texto a seguir foi enviado pelo nosso leitor e não representa necessariamente a nossa opinião sobre o assunto, porém, sempre que possível e quanto o conteúdo é interessante, nós tentamos dar este espaço para nossa comunidade compartilhar também seu conhecimento, se você quiser fazer como o Marcelo nos mande um e-mail com o seu artigo, você pode saber mais sobre o assunto aqui.

That's not my name!


"Olá Dio, blz???

O Ubuntu é um sistema bom e fácil de usar e configurar e até mesmo a configuração do compartilhamento é ligeiramente fácil, até mais do que no Windows. Porém, infelizmente o aplicativo samba não vem instalado por padrão tendo que instalar o aplicativo e, felizmente como mostra neste vídeo, é bem fácil instalar e configurar ao mesmo tempo o compartilhamento:


Mas há um detalhe que me intriga, assim como mostra no vídeo é necessário acessar o compartilhamento da outra máquina via endereçamento digitando diretamente o IP da outra máquina, por exemplo: smb://192.168.X.X (o X é a substituição de Nºs).

Mas porque isto acontece? Até o Ubuntu 15.10 mesmo instalando o samba o sistema não tinha suporte para "resolver nomes" e então só dava para fazer acesso via IP mesmo.

Resolver nomes no samba é ter suporte para usar o DNS (Domain Name Service) que é associar o Nº de IP ao hostname das outras máquinas na rede.

Até o Ubuntu 15.10 era necessário fazer uma pequena configuração mais elaborada, como mostro nesta minha outra "dica" no Viva o Linux.

Mas a partir do Ubuntu 16.04, assim que é instalado o compartilhamento samba já é suportado a resolução de nomes, ao menos via gerenciador de arquivos. Para poder mostrar, instalei o Windows 7 e ativei o compartilhamento do mesmo via Máquina Virtual com o nome "Seven" (é... não tenho muita imaginação para nomes):

Resolução de nomes Ubuntu 16.04

Via Nautilus note na barra de endereços que acessei o compartilhamento do Windows via "nome" e não "IP":

Resolução de nomes Ubuntu


Entrei em modo edição na barra de endereços para mostrar melhor, eu acessei a pasta "Public" em "users" na máquina com o nome "Seven":

Resolução de nomes Ubuntu 16.04

Para a maioria dos usuários até aí já está bem fácil e funcional e não precisa de mais nada, porém há quem precise por algum motivo do suporte para resolução de nomes também via Terminal. Eu mesmo trabalho com servidores e preciso deste tipo de comunicação além da comunicação direta via IP.

Mas ao fazer um teste de ping para ver se a comunicação funciona entre as duas máquinas via resolução de nomes, nota-se que não dá certo:

Resolução de nomes ubuntu 16.04

Mas há uma forma de resolver e é bem simples, logo após atualizar os repositórios simplesmente instale o pacote "libnss-winbind". Com isso também é instalado o pacote winbind:
sudo apt-get install libnss-winbind
Configuração resolução de nomes ubuntu 16.04

Agora edite como super usuário o arquivo "/etc/nsswitch.conf", pode usar qualquer editor e aonde está a linha:

hosts: files mdns4_minimal [NOTFOUND=return] dns

Adicione as opções wins e mdns4, para ficar desta forma:

hosts: files mdns4_minimal [NOTFOUND=return] wins dns mdns4
Salve e saia do arquivo, só falta agora ativar o suporte ao winbind, para isto edite o arquivo como super usuário, o "/etc/samba/smb.conf" e procure pela linha onde está:

# wins support = no


Descomente e troque "no" por "yes" (sem as aspas) para ficar desta forma:

wins support = yes


Salve e saia do arquivo. Para fazer o efeito, restarte os 2 serviços do samba para que não precise reiniciar o sistema:

sudo service nmbd restart
sudo service smbd restart


Agora ao pingar para o nome da máquina que está na rede para testar novamente, a mágica acontece e comunica como o esperado:

Resolução de nomes no Ubuntu

Veja o meu comando com nmap (é preciso instalar o mesmo para usar), consigo ver até mesmo informações triviais do sistema em teste usando o nome em vez do IP:

Resolução de nomes no Ubuntu 16.04 LTS no Terminal

Com esta configuração podemos fazer alguns trabalhos e outras coisas alternando entre o IP e o nome da máquina normalmente, apesar do tutorial ter ficado comprido é bem fácil, é que eu meio que especifiquei um pouco demais.

Espero que tenha ficado bom ou quase lá...

Bom, é isso...
Até a próxima!!! o/"

Nota do blog


Gostaríamos de agradecer a participação do nosso leitor, se você quiser fazer como ele, mande-nos um e-mail com a sua dica.

Até a próxima!
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Analisamos o novo Ubuntu 16.04 LTS: Veja o que achamos!

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terça-feira, 26 de abril de 2016

O Ubuntu 16.04 LTS foi lançado há alguns dias e já deu tempo de você se acostumar com as novidades do sistema, certo? Muita gente ainda continua na antiga LTS e está pensando em migrar, ou muitas vezes está em outra distribuição Linux ou sistema operacional e está curioso para ver como este novo Ubuntu está, então, vamos mostrar para você as principais diferenças das versões anteriores para a nova.





Apesar do sistema trazer várias novidades interessantes como você vai ver no vídeo abaixo, muitos usuários tem relatados bugs, mas antes de falarmos deles você pode conferir a nossa análise para ficar por dentro de todas as coisas novas que chegaram com o "Xenial Xerus".


Apesar das muitas coisas boas que o sistema trouxe, se compararmos com o Ubuntu 14.04.4 LTS ele realmente está com problemas de operabilidade e por incrível que pareça o Unity é uma das coisas mais estáveis nele, muito provavelmente por não ter mudando tanto nos últimos anos ele tenha atingido uma certa maturidade.

A maior parte dos usuários tem tido problema com a instalação de pacotes que estão fora na nova Central de Programas do Ubuntu (Gnome Software), como pacotes .deb do Google Chrome, Dropbox e por vai. Aqui você encontra uma possível solução para isso, mas pelo que pude averiguar trata-se de um bug legítimo que já está em processo de correção do Launchpad.

Quer saber o mais "engraçado" desse problema? Eu venho utilizando o Ubuntu 16.04 LTS desde os betas com a intenção de reportar os bugs, e nos betas eu conseguia instalar pacotes .deb normalmente pela Ubuntu Software, aí lançou a versão que deveria ter menos problemas e tem essa mancada, que coisa feia Canonical! Felizmente,  não é nada incorrigível ou não contornável.

Para além disso não tive mais problemas. Tudo o que eu sempre usei no Ubuntu 14.04 LTS está presente e muito mais rápido no 16.04 LTS, mas de fato, ele possui alguns diferenciais, por isso se você, mesmo vendo a review ainda está em dúvidas se deve ou não migrar, pode ser interessante que você leia o artigo "Tudo o que você precisa saber antes de migrar para o Ubuntu 16.04 LTS", ele deve deixar as coisas ainda mais claras.

Conte pra gente como está sendo a sua experiência com o novo Ubuntu através dos comentários. :)

Até a próxima!
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Lançado Ubuntu 16.04 Budgie Remix - Download

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O novo "sabor" do Ubuntu com a interface Budgie Desktop está disponível para download com base na versão 16.04 LTS, confira as novidades e faça o download.

Ubuntu Budgie Desktop 16.04 Download




Essa versão do Ubuntu já foi notícia aqui no Diolinux há alguns dias atrás onde nós vimos o RC (Release Candidate) do sistema. Agora parece que ele ficou pronto e está disponível para os curiosos e para os que gostam de testar distros Linux.

Ubuntu Budgie Desktop


Basicamente a ideia é juntar o poderoso ecossistema do Ubuntu com simplicidade do Budgie Desktop proveniente do projeto Solus, pelo menos é isso que está no site. Realmente ele está muito bonito. O Ubuntu Budgie Remix é um sério candidato a se tornar uma derivação oficial do Ubuntu na versão 16.10, Mark Shuttlewoth, criador do Ubuntu, já deu seu aval.  

O Budgie Desktop parece fazer uma boa frente em termos de acabamento ao elementary OS, que é uma das referências neste segmento quando se fala em desktop Linux.

Apesar de ser baseado no Ubuntu 16.04 LTS que foi lançado a pouco tempo, o Ubuntu Budgie não é efetivamente uma LTS pois este não é um lançamento oficial da Canonical, ou seja, ele "sem querer querendo", como diria o Chaves, acaba sendo uma LTS por conta de sua base, mas os desenvolvedores não tem esse comprometimento agora. Ao menos nada foi anunciado.

De qualquer forma, parece ser uma forma interessante de usar o computador, você pode baixar o Ubuntu Budgie Remix clicando no botão abaixo, existem versões de 32 e 64 bits, ambas as ISOs tem cerca de 1GB de tamanho.

Você também pode encontrar informações no site oficial da distribuição, inclusive, se você não quer baixar uma ISO completa do Ubuntu Budgie, saiba que é possível instalar a interface no seu Ubuntu 16.04 LTS Unity (ou outra interface) utilizando este nosso tutorial.

Até a próxima!
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Como instalar a antiga Central de Programas no Ubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus

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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Uma das novidades do novo Ubuntu 16.04 LTS foi a nova "Ubuntu Software", que nada mais é do que uma versão editada da Gnome Software. Tudo muito lindo, mas ela tem alguns "probleminhas" que podem incomodar, incluindo um bug pontual que não está permitindo a instalação de pacotes .deb.

Ubuntu Software Centerl - Ubuntu 16.04 LTS




Pelo que eu pude averiguar este problema de não instalar pacotes .deb via Ubuntu Software (Gnome Software) já foi reportado como um bug no Launchpad e está como prioridade de resolução alta. De qualquer forma, apesar da Ubuntu Software, a nova central, ser muito bonita e rápida, ela também é carente de algumas funcionalidade que antiga possuía.

Dentre as funcionalidade eu posso citar:

- Possibilidade de instalar libs e codecs através dela, podendo encontrar os pacotes através de uma simples busca, pacotes deste tipo não aparecem na nova central pois não possuem ícones.

- Possibilidade de parar uma instalação no meio e acompanhar a taxa de download em MB de uma aplicação.

- Possibilidade de instalar pacotes .deb sem maiores problemas.

Por essa e outras é que a antiga Central de Programas ainda é útil, porém, se a única questão que está te incomodando é instalar os pacotes .deb saiba que existem opções gráficas mais leves do que a antiga Central de Programas do Ubuntu.

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Você pode usar o GDebi ou o Software Boutique do Ubuntu MATE, que vai permitir que você instale uma série de coisas também, você encontra os dois na Ubuntu Software.

Para instalar a antiga central de programas basta abrir a nova Central de Programas e procurar por ela, assim como você pode ver na imagem abaixo:

Ubuntu Software Center no Ubuntu 16.04 LTS

Para instalar um pacote .deb com ela basta clicar com o botão direito sobre o pacote desejado, ir no menu de contexto até a opção "abrir com..." e selecionar o Ubuntu Software Center, eu testei alguns pacotes como Google Chrome, Steam e Dropbox e todos funcionaram normalmente.

Esperamos que o bug seja corrigido em breve, mas de qualquer forma, é sempre bom ter opções.

Até a próxima!
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Fazendo Dual Boot com Windows 10 e Linux - Tutorial Completo [Vídeo]

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Existem muitas pessoas que começam a experimentar o Linux ainda em Dual Boot, eu mesmo fiz isso há alguns anos e acho que esta é uma das formas menos "traumáticas" de se migrar de sistema operacional, por isso, atendendo a pedidos dos inscritos do nosso canal eu resolvi fazer um vídeo para mostrar um "pulo do gato" na hora de fazer Dual Boot com Windows 10 e Linux.

Dual Boot com Windows 10 e Linux Ubuntu tutorial completo




Esta é uma coisa que muitas pessoas tem dúvidas. Não só fazer a instalação do Ubuntu (neste caso, mas poderia ser outra distro) como também manter o Windows funcionando para caso de necessidade. Por conta disso vou dividir este post em duas partes, em dois vídeos. No primeiro você aprenderá passo a passo a fazer a formatação do seu computador com o Ubuntu, todos os detalhes explicados para que não reste dúvida, no segundo, o processo de dual boot com a versão mais recente do Windows.




Dicas adicionais


O nosso leitor Bernardo Ramos nos enviou mais algumas dicas sobre a "convivência" com o Dual Boot e eu achei relevante colocarmos aqui para te ajudar.

Evite hibernar o Windows e tentar acessar os dados da partição pelo Ubuntu, o ideal é que você desligue o "fast startup" do Windows (vale para o 8, 8.1 e 10) porque este mecanismo faz com que o Windows não desligue de verdade e sim faz com que ele hiberne (por isso ele liga tão rápido). Por isso, sempre desligue o seu Windows corretamente fechando todas as aplicações antes de finalizar o sistema além de desligar o "fast startup", isso evitará dores de cabeça.

Até a próxima!
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Como instalar o novo Kdenlive no Ubuntu 16.04 LTS e derivados

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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Os desenvolvedores do Kdenlive anunciaram três novos PPAs para download do editor de vídeo. Vamos conhecer agora como instalar cada uma destas versões.

Kdenlive no Ubuntu 16.04 LTS




Eu uso muito o Kdenlive! Posso afirmar sem medo de errar que ele é o melhor editor de vídeos grátis do mundo! Com ele você consegue editar vídeos no mesmo nível de Premiere e Vegas sem muito problema.

Kdenlive Dark Theme Ubuntu 16.04 LTS


Como eu acompanho a lista de e-mails dos desenvolvedores do software acabei de ficar sabendo que o Kdenlive agora possui 3 novos PPAs para ser instalado no Ubuntu 16.04 e seus derivados.

Os PPAs são os seguintes:

ppa:kdenlive/kdenlive-stable = última versão estável.

ppa:kdenlive/kdenlive-testing
= última versão em desenvolvimento.

ppa:kdenlive/kdenlive-master = versões mais recentes ainda, normalmente não testadas.

Vale lembrar que o Kdenlive também está disponível via Central de Programas, porém, a versão é um pouco mais antiga do que a disponível via PPA.

Como usar os PPAs?


Os PPAs funcionam como qualquer outro, entretanto, se você ainda tiver dúvidas sobre o que são e como utilizá-los basta consultar este artigo e tirar todas as suas dúvidas. PPAs podem ser facilmente instalados via terminal, porém, este não é o único jeito, é possível fazer a instalação também utilizando um método gráfico, para aprender como fazer isso basta clicar aqui.

Abra o menu e procure pelo aplicativo "Programas e atualizações" dentro dele encontre a aba "Outros Programas" e clique em "Adicionar..." e cole o PPA desejado, por questões de estabilidade eu recomendo a versão estável.

Kdenlive PPA

Clique em "Fechar" e será necessário recarregar a lista de repositórios. Depois você pode instalar o Kdenlive normalmente pela Central de Programas.

Aguarde a instalação e pronto! Seu novo Kdenlive estará disponível através do menu do sistema. O mesmo processo vale para qualquer PPA que você desejar utilizar.

Adicionais para deixar o Kdenlive mais elegante


Eu não sei quanto tempo você passa editando, eu passo muito! E uma interface escura pode vir a calhar, então pode ser interessante instalar um complemento chamado kde-runtime que irá permitir algumas customizações visuais e inclusive adicionar alguns eventuais ícones faltantes ao programa. 

Instale clicando no botão abaixo:

Se preferir instalar pelo terminal:
sudo apt install kde-runtime
Agora você poderá fazer alguns configurações, abra o Kdenlive vá até configurações>>style e selecione "Breeze", depois disso vá em configurações>>theme e selecione "Breeze Dark" e seu Kdenlive se parecerá com o meu:

Kdenlive Dark Theme

Até a próxima!
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Windows 10 vs Ubuntu 16.04 - Benchmarks OpenGL com placa Nvidia

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Mais um teste de benchmark feito pelo pessoal da Phoronix envolvendo Windows 10 e Ubuntu 16.04 LTS. A ideia deste teste é comparar o desempenho dos dois sistema com diversas placas de vídeo e utilizando a API multiplataforma OpenGL.





Os testes foram feitos utilizando o Phoronix Test Suite e o teste foi feito comparando os sistemas usando o OpenGL, por ser multiplataforma e leva o recém lançado Ubuntu 16.04 LTS para um test drive.

Benchmarks entre placas de vídeo

Podemos observar no gráfico acima que na resolução 1920x1080 o Ubuntu teve um desempenho melhor no game OpenArena.

Os testes seguiram-se com o Ubuntu perdendo em alguns casos muito pontuais, você pode ver todos os comparativos entre ambos os sistema e saber mais detalhes diretamente no site da Phoronix.

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Revelado o nome do Ubuntu 16.10

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Assim como de costume, um dia depois de quando é lançada uma versão do Ubuntu, nós ficamos sabendo do codinome da próxima versão, neste caso a 16.10 que sai em Outubro deste ano.

Ubuntu 16.10 Yakkety Yak




Mark Shuttleworth, criador do Ubuntu, publicou ontem em seu blog uma nota simples informando qual o codinome da futura versão do Ubuntu. Desta forma o novo Ubuntu 16.10 que sairá em Outubro terá o codinome: Yakkety Yak.

O nome segue a lógica de seguir o alfabeto com nomes duplos iniciando pela mesma letra. Não consegui encontrar um significado para "Yakkety", mas "Yak" é este animal que você pode ver na imagem acima, em português nós o chamamos simplesmente de "Iaque".


Curiosamente Yakkety Yak parece fazer referência a um programa de TV com um nome bem parecido, mudando apenas uma letra "Yakkity Yak", era um programa de comédia canadense, mas não tenho qualquer informação se efetivamente tem alguma relação.

Bom, eu estava achando Xenial Xerus já meio complicado de falar, esse novo então... vish! Vou chamar de Ubuntu Y eu acho que tá de bom tamanho!!! :D

E aí, o que você achou do nome?
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