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2019 no mundo Linux - O que vai a acontecer?

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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

O ano de 2018 foi realmente incrível para o Linux, com várias novidades em relação ao Kernel, Steam trazendo o projeto Proton à vida, vários projetos ganhando relevância e apoio, além de uma divulgação maior pela mídia.


 2019 no mundo Linux - O que vai a acontecer?





No post de hoje vamos “brincar” um pouco de “adivinhar o futuro do Linux nos desktops”, pois em outras áreas ele já “reina” de forma bem consolidada e com folga.

 Exemplos como NASA, NASDAQ, Down Jones, Google, Facebook, Twitter, Tesla e entre outras empresas e órgãos públicos usando Linux não faltam. A última empresa a aderir ao Linux nos seus servidores foi a Epic Games, utilizando o Kubernetes para dar o suporte ao Fortnite.

O que eu acho que vai acontecer?


Bom, começou como uma brincadeira pois alguns meses antes do lançamento do Steamplay e do projeto Proton, o editor que vos fala, tinha feito um vídeo falando do projeto DXVK e do Atari (sim, ele mesmo e ainda existe, só não sabemos quando vai sair =) ), e que eles seriam as revelações deste ano e que ajudaria a puxar o Linux para a popularidade nos desktops. O Atari ainda não deu o ar das graças, mas o Steamplay sim e com ele milhares de jogos que estavam só para Windows agora funcionam no Linux.

A última bomba que noticiamos aqui no blog e no canal foi o movimento que a comunidade fez no fórum da Adobe pedindo o porte do Adobe Cloud Creative, temos grandes chances disso acontecer.

Agora as previsões para o Linux em 2019:


- Adobe vindo para o Linux, usando o Ubuntu como base;

- Epic Games vai lançar a Store deles para Linux, nos mesmos moldes da Steam;

- Além do Edge ter uma versão para Linux, aposto que o Office 365 na versão básica (Word, Excel e Outlook);

- Blizzard pode vir para Linux também, trazendo o WoW, o seu carro chefe como desbravador. Visto que os jogos delea ja rodam em sua maioria sem problemas no Wine/Lutris;

- Mais jogos serão compatíveis com o Steamplay, assim ficando “de fora” só os games que ainda usarem anticheats, como Denuvo ou parecidos;

- Aposto que NVIDIA e AMD vão melhorar mais ainda os seus drivers para Linux, além de disponibilizar ferramentas e recursos presentes até o momento no Windows;

- E porque não pensar, Fortnite para Linux (mesmo que seja somente para o Ubuntu), isso já vai ser uma grande vitória.

Bom, essas são as minhas ”previsões” para 2019 no Linux e espero muito que se concretize,você pode dizer até que eu sou super otimista, mas pensar de forma negativa não ajuda em nada também.


Deixa aí nos comentários, qual a sua previsão para o Linux em 2019? O que você acha que pode acontecer?

Espero você na próxima, grande abraço.

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Adobe quer saber: Você teria a Creative Suite do Linux?

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Muitos que começam a sua jornada no mundo Linux perguntam se as ferramentas da Adobe (Photoshop, Lightroom, IllustratorPremiere, etc.) tem versões para o sistema, pois já estão acostumadas a usarem tais ferramentas e mudar para outra acarretaria em uma curva de aprendizado que nem todos estão dispostos a fazer


 Adobe quer saber: Você teria a Creative Suite do Linux?





A Adobe muitas vezes alegou que o Linux não teria uma base muito grande para se ter o “investimento” e portar as suas mais famosas ferramentas para o pinguim, tanto que em 2011 eles emitiram uma nota através de seu  gerente de produto, Carey Burgess, dizendo que o pacote Adobe Creative Cloud estava no radar dos engenheiros para fazer o porte, mas que estavam sem condições de fazer aquilo no momento.

Recentemente, um usuário questionou no Twitter da Adobe, o porquê deles ignorarem o porte para Linux, especificamente do Adobe Premiere, perguntando se era custoso fazer o porte e se tinha um pedido do mercado para isso. Em resposta a esse usuário, a conta da Adobe comentou que a Engenharia deles "tem recursos limitados e não há uma demanda grande o suficiente para uma versão Linux do Premiere ainda…" (será mesmo?). A conta da Adobe ainda pediu para acessar o link do fórum para o pessoal votar e deixar um comentário. Veja o tweet abaixo.


Para se ter uma ideia da força e de um possível mercado que poderia ser aberto, o jornalista da Forbes, Jason Evangelho, fez uma pesquisa no seu Twitter com uma amostragem de 1600 votos, onde ele perguntava qual fator ainda impedia para que as pessoas que usam macOS e Windows mudassem para Linux e 25% das pessoas votaram na opção de “Não ter uma versão dos aplicativos da Adobe”, seguido por 23% “ Não ter suporte a hardware” e 43% para “Games”. Você pode conferir aqui a pesquisa.

Isso mostra que o mercado de Linux pode crescer muito rápido se uma empresa como a Adobe abraçasse o sistema, observando seus benefícios.

Enquanto isso não acontece, temos aplicativos que podem ser usados plenamente e com um grau de satisfação alto. Temos o GIMP e com o nosso complemento PhotoGimp pode deixar a vinda para o Linux muito mais suave e facilitada

Tem também o Inkscape para quem precisa fazer vetorizarão de imagens que tem uma qualidade muito alta. Outro software que vem ganhando notoriedade é o Kdenlive para edição de vídeos, responsável pela produção do canal Diolinux no YouTube

Até o momento enquete conta com mais de 4266 votos e 1172 comentários pedindo o porte dos programas da Adobe para Linux. Conforme print abaixo.





Para votar e deixar o seu comentário, acessem o link.

Isso mostra que o mercado vem aos poucos voltando os seus olhos para os sistemas open sources, tendo o Ubuntu como carro chefe, assim se abrindo para essa nova parcela da população, o que pode impulsionar a adesão de mais pessoas ao Linux, seja através de distros como Ubuntu e Linux Mint, ou outras.

Até uma próxima e um forte abraço.
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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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Conheça o Adobe Photoshop via Streaming com suporte para Chrome OS

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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Há muito tempo eu comentei no blog e no canal sobre o trabalho da Adobe em conjunto com o Google para trazer o Photoshop para o Chrome OS, e em consequência para as distros Linux também, muito provavelmente via Google Chrome. Fiquei curioso para ver o avanço desse projeto, pesquisei um pouco sobre ele e é isso que você vai conferir agora.

Photoshop Project Linux






O "Project Photoshop Streaming" começou há pelo menos 4 anos e até o momento não está disponível para o grande público. As únicas pessoas que tem acesso ao produto atualmente precisam obrigatoriamente morar na América do Norte, ter uma conta ativa no Creative Cloud e ainda ser parte do programa " Adobe Education Exchange", além de outros detalhes.

Como você deve ter percebido, o acesso ainda é muito restrito e infelizmente eu não tenho como mostrar para vocês o funcionamento dele pessoalmente, no entanto, eu encontrei no YouTube uma demo rodando em um Chrome OS:


Curiosamente, não ouvi nem Google e nem Adobe mencionarem novamente sobre este projeto que basicamente rodava o Photoshop via Streaming diretamente pelo navegador.  Mas, por quê?

Bom, minha suspeita é que como com o passar do tempo os Chromebooks passaram a aceitar uma gama de aplicativos Android, incluindo o Photoshop para dispositivos móveis (que em nada se assemelha a versão de desktop e é muito mais limitado), essa pode ter passado a ser a forma de levar o software para o sistema, esse pode ser um caminho interessante para o futuro, talvez a Adobe pense em lançar uma versão mais completa que possa ser usada em "Desktops" com Android e, consequentemente, Chrome OS.

A era do Streaming


Se quando eu era criança e adolescente eu comprava fitas e CDs para ouvir música, agora com o Spotify e afins eu simplesmente ouço elas sem precisar me preocupar com espaço em disco ou com hardware específico para isso. O mesmo acontece com filmes e séries através de Netflix, Amazon Prime, Google Play Movies, entre outros, mas o grande passo na era do streaming ainda não foi dado, ou pelo menos, não completamente.

Apesar de existirem muitos produtos e serviços que rodam em nuvem que são ótimos e práticos, como o Google Docs e o Office online da Microsoft, a execução de tarefas pesadas, como edição de vídeos, edição de imagens em alta resolução e até mesmo games ainda é um sonho para um futuro mais distante. 

Existem problemas de infraestrutura (especialmente para nós brasileiros), que geram problemas com a eficiência destes produtos, imagine o drama para fazer upload de um vídeo em 4K para depois editá-lo em um "Premiere online", seria algo extremamente "fora de mão".

Projetos como o RollApp, que visa rodar aplicativos open source de desktop via streaming, são um exemplo desse ideal sendo posto em prática, graças a ele você pode usar o GIMP no Chrome OS inclusive, mas basta fazer alguns testes para você ver que a coisa simplesmente não funciona tão bem quanto a versão instalada localmente.

O que você acha que nos espera no futuro? Apps via Streaming se tornarão mais comuns?

Até a próxima!

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Adobe usa Ubuntu para mostrar sua nova ferramenta "Scribbler"

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sábado, 28 de outubro de 2017

A Adobe costuma mostrar muitos projetos e tecnologias que eventualmente (mais cedo ou mais tarde) acabam incorporando a Creative Suite, com programas famosos, como o Photoshop. Na Adobe MAX 2017 a empresa mostrou o Scribbler, uma ferramenta incrível que consegue colorir imagens automaticamente usando inteligência artificial.

Adobe Project Scribller





A nova ferramenta da Adobe tem uma funcionalidade incrível e possivelmente integrará em breve o Adobe Photoshop ou talvez saia como um plugin ou ferramenta Standalone, inclusive rodando através do navegador, ainda não sabemos exatamente como ela será implementada, mas um fato curioso no entorno da apresentação é a utilização de Linux como plataforma para a demonstração do Scribller.


Dá para perceber em vários momentos a presença do Ubuntu com a interface Unity, provavelmente o Ubuntu 16.04 LTS, rodando o projeto através do Google Chrome, temos também um terminal aberto. 

Isso me faz supor que o Scribbler é de fato um projeto feito para rodar acessando um servidor, talvez a demonstração estivesse rodando em um servidor local (por isso do terminal aberto e do Linux também), e o conteúdo sendo acessado através do Google Chrome. É só um palpite.

Project Scribbler

O Scribbler faz uma análise à partir de várias fotos pré-selecionadas pelos desenvolvedores para palpitar qual seriam as melhores cores para as imagens. Ele é capaz de color pinturas antigas, fotos em P&B e até mesmo desenhos. Na apresentação também foi-nos informado que a ferramenta ainda vai receber ajustes que permitirão que as pessoas façam também pequenas modificações no resultado final, como a alteração do tom de pele. Outra coisa interessante que vale a pena pontuar é que é possível inserir texturas de amostra para que o software cubra a imagens baseadas na sua sugestão ativa, como foi demonstração com a imagem da bolsa no vídeo anterior.


É interessante ver como o Linux funciona nos bastidores de muitas tecnologias, muitas vezes ficando em segundo plano para o público, mas garantindo a infraestrutura de projetos muito interessantes, tais como o Scribbler. A Red Hat por exemplo é uma das grandes parceiras da Adobe para a manutenção de suas estruturas.

Interessante, não? Claro que é inevitável tocar no assunto da suíte da Adobe nativa para Linux, nos próprios comentários deste vídeo vemos várias pessoas mencionando o assunto e fazendo este pedido. Conforme a forma com que os softwares são distribuídos mudam, trabalhando cada vez mais diretamente com a nuvem, talvez nos aproximemos desta compatibilidade, pacotes Flatpak, Snap e afins também devem ajudar. Nunca se sabe.

Até a próxima!
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Adobe Creative Cloud no Linux - Um Script "Mágico" que automatiza a instalação no PlayOnLinux

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Para algumas pessoas a migração para a plataforma Linux ainda é complicada pela falta das ferramentas da Adobe nativas, especialmente para aqueles que trabalham já há muitos anos com elas, qualquer mudança é complicada e isso é compreensível, ainda que em linhas gerais existam ferramentas alternativas e eficientes, você ainda assim pode querer utilizar a suíte da Adobe. Neste caso, ou você utiliza um sistema em Dual Boot (Windows ou macOS) ou apela para virtualização e para o Wine.

Adobe Creative Suite






Caso você opte pelo Wine, existem várias possibilidades, porém, antes de prosseguirmos eu gostaria de deixar clara a minha posição quanto ao Wine: Ele é um paliativo, ou seja, não encare ele como a solução padrão para o seu problema, muitos podem o chamar até de "gambiarra", mas eu vejo o Wine como um projeto de grande valor de engenharia, que quando funciona, pode ser utilizado sem problemas, afinal, no fim das contas é isso que importa, certo?

O ideal, é claro, é sempre usar as ferramentas nativas da plataforma que você for usar, mas em muitos casos o Wine se mostra eficiente o suficiente para você trabalhar. Se você ainda tem uma dependência do Photoshop, por exemplo, mas gostaria de utilizar o GIMP, considere conferir o projeto PhotoGIMP que mantemos aqui no Diolinux, eu utilizo ele diariamente e acaba sendo muito confortável para quem aprendeu a editar imagens com o Adobe Photoshop, ele funciona inclusive no Windows, caso você prefira usar o GIMP no sistema da Microsoft.

Falando nele, se você só tem a intenção de instalar o Photoshop pelo Wine (no caso, pelo PlayOnLinux), temos aqui um vídeo só para isso.




Se você quiser ver um pouco mais sobre o assunto da Adobe e o Linux, este outro vídeo também será interessante.

Um script "milagroso"


Vamos ao tópico do artigo em si. No vídeo anterior eu mostrei como instalar somente o Adobe Photoshop, contudo, a suíte da Adobe é composta de vários outros softwares que podem ser úteis para você. Para realizar este experimento nós vamos utilizar um software chamado PlayOnLinux.

Muita gente pensa que o Wine e o PlayOnLinux (e o CrossOver) são coisas diferentes, mas na verdade os dois últimos são apenas interfaces para o primeiro (para o Wine).

O PlayOnLinux é grátis e é encontrado nos repositórios de todas as distros, possuindo até uma versão para macOS, chamada de PlayOnMac, que permite que os usuários "da maçã" possam rodar jogos e aplicações que só existem no Windows em seus sistemas. A intenção do PlayOnLinux (ou PlayOnMac) tem um propósito único: Fornecer ao usuário uma interface repleta de recursos para trabalhar com o Wine, gerenciar suas versões e, o que vem ao caso agora, utilizar scripts prontos para automatizar a instalação de determinados programas.

Se você quer aprender mais sobre o PlayOnLinux é necessário ter um pouco de paciência, ele é um software com muitas opções de configuração, mas para a sua sorte nós temos um vídeo no canal (bem longo) que detalha praticamente tudo o que é necessário saber sobre essa ferramenta, é grátis, então aproveite:


1 - O primeiro passo para usar este Script que instala a Adobe Creative Suite Manager no Linux é baixar o PlayOnLinux, então faça como preferir, geralmente você o encontra na Central de Aplicativos da sua distribuição.

2 - O segundo passo é baixar o Script que instala a Creative Suite, você pode baixar ele daqui. 

Dica: Acesse a página no GitHub onde o Script está hospedado, pressione Ctrl+S e escolha onde você quer salva-lo.

Depois de baixado o Script, basta rodá-lo através do PlayOnLinux. Com o software aberto, vá até o menu "Ferramentas" e selecione a opção "Executar um Script local".

Rodando o Script

Uma janela vai se abrir para você navegar pelos seus arquivos e escolher o Script que você baixou do GitHub, basta selecionar e avançar. Depois disso teremos uma grande sessão de "Next, Next, Finish", como a maior parte dos programas do Windows.

Rodando o Adobe Script no PlayOnLinux

Adobe Creative Suite Linux

Eventualmente o PlayOnLinux vai pedir a sua permissão para baixar algumas coisas, como o Mono, o Gecko e alguns outros componentes que serão úteis para rodar o Manager da suíte da Adobe. Apenas clique em instalar.

Adobe Creative Suite Linux

Ao finalizar a instalação, uma janela com o gerenciador de softwares da Adobe vai se abrir, você deve se logar com a sua conta da Adobe normalmente, assim como faria no Windows ou no macOS, se você já tem as licenças para usar os softwares compradas para a sua conta, eles vão estar disponíveis automaticamente em suas versões completas.

Adobe Creative Suite Linux

Caso você não tenha os programas comprados, é possível usar a "versão de avaliação" de cada um deles por 30 dias.

Gerenciador da Adobe no Linux

Basta selecionar os softwares que você quer instalar, depois do "Adobe Application Manager" baixar os softwares você poderá iniciá-los.


Ao abrir qualquer um deles, você poderá usar a versão trial ou entrar com os seus dados para usar a versão completa também. As atualizações também funcionam corretamente, eu instalei o Photoshop e atualizei ele para uma versão mais recente pelo próprio aplicativo.


Atualização de programas da Adobe


Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Adobe Photoshop no Linux

Não cheguei a testar todos os programas, mas dentre os que eu testei tive resultados diferentes. O Photoshop funciona perfeitamente, sem tirar e nem pôr. Já o Illustrator abre e funciona também, mas percebo glitches na interface.

Adobe Illustrator

Repare em como as ferramentas ficam distorcidas do lado esquerdo.  Curiosamente, eu já consegui rodar o Adobe Illustrator sem estes problemas usando o mesmo prefixo do Photoshop que eu mostrei no primeiro vídeo deste artigo, então se você precisa dele, usar aquele método pode ser uma alternativa.

Adobe Ilustrator Linux


O Audition, que foi o outro que eu testei, nem abriu, contudo, é muito possível que com ajustes finos no PlayOnLinux você tenha resultados melhores. Depurando o Audition, percebi que ele precisa de uma DLL chamada "AuUI.dll", talvez instalado ela, funcione.

Outro que funciona perfeitamente é o Fireworks. Já vi muitos desenvolvedores Web reclamarem que recebem imagens do feitas no Adobe Fireworks com várias camadas para templates de páginas e terem dificuldade de lidar com isso no Linux eventualmente.

Fireworks no Linux

Outro "queridão" dos fotógrafos que funciona perfeitamente é o Adobe Lightroom:

No Linux, rodando um software de Windows pra editar o wallpaper do macOS xD 

Uma dica legal é criar atalhos para os programas, assim você pode iniciar eles individualmente sem precisar abrir o programa de gerenciar softwares da Adobe.

Você encontra a opção de criar atalhos na guia "Geral" nas configurações do prefixo do PlayOnLinux, em caso de dúvidas, consulte o vídeo manual que eu coloquei anteriormente no artigo.

Criando atalhos

Minha opinião sobre o Script


Como comentei a principio, isto aqui nada mais é do que um paliativo. Caso funcione, ótimo! Use e seja feliz! Mas não ponha todas as suas esperanças aqui, alguns programas como o Photoshop realmente funcionam muito bem, quase como se fossem nativos, não fosse a não integração com o gestor de arquivos original da distro, usando o do Wine, mas isso é um detalhe pouco relevante para o contexto geral.

Falando do Script, ele promete instalar o gerenciador de softwares da Adobe e da fato, isso ele faz, mas os programas que compõem a suíte não utilizam todos os mesmos recursos do seu computador e do sistema, de modo que alguns ou não funcionaram (pra mim pelo menos), ou funcionaram com bugs, caso do Illustrator, entretanto, felizmente alguns dos mais famosos rodaram sem problemas aparentes.

Trabalhando com alternativas mais viáveis


É bom deixar claro que existem ferramentas que são multiplataforma, ou seja, que você pode usar não somente no Linux, mas no Windows e no macOS também, e que são extremamente poderosas. Se você costuma acompanhar os nosso DioCasts, já deve ter visto a quantidade de convidados que nós já trouxemos que usam Linux para trabalhar com artes gráficas e audiovisuais. Vou deixar alguns episódios como sugestão aqui para você conferir, mas se você der uma vasculhada vai encontrar muitos mais:





Estes 4 episódios acima somados dão cerca de 4 horas de conteúdo relacionado ao tema com vários profissionais de cada uma das áreas, vale a pena conferir se você ainda está relutante e tem dúvidas sobre essas profissões utilizando softwares que rodam no Linux. Você pode simplesmente deixar eles rolando no seu navegador enquanto faz outras atividades e curte o conteúdo, tenho certeza que será muito proveitoso.

Eu vou ficando por aqui, espero que o artigo tenha sido útil e que te ajude de alguma forma! :)

Se você achou o conteúdo bacana, uma forma de você pagar este esforço sem gastar nada é compartilhar nas suas redes sociais, marcar os seus amigos e mostrar este conteúdo para eles também, assim você nos incentiva a continuar criando este tipo de material.

Até a próxima!
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Adobe vai notificar usuários que usam produtos piratas da empresa

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Ainda não é uma caça à pirataria de forma aberta, mas é uma medida para tentar resgatar o cliente que está usando software pirata. A Adobe, uma empresa muito famosa no ramo de produção artística por conta de softwares como Photoshop, After Effects, entre outros, agora vai notificar os usuários que estão usando software pirata.

Adobe irá notificar usuários de software pirata




A proposta da Adobe é simplesmente chamar a atenção do usuário, informando que o software que está rodando não é genuíno, semelhante ao que a Microsoft faz com o Windows, quem sabe limitando algumas funções do mesmo.
“A Adobe faz testes de validação e notifica as pessoas que estão usando softwares não genuínos. Nossos testes verificam a adulteração de softwares e licenças inválidas. Se você recebeu uma notificação, isso significa que o software em seu computador não é um produto genuíno da Adobe. Ele não é coberto por uma garantia, nem por nossos programas de suporte. E por ser possível que ele não tenha o desempenho que queremos, ele pode ser um risco para você e seu trabalho”.
notificação da Adobe
Exemplo de notificação da Adobe

A Adobe já demonstrou interesse em transformar o ser serviço em algo semelhante ao Streaming do Netflix, de fato, já funciona de uma forma parecida para quem usa o Adobe Creative Cloud, porém, a ideia é dar uma passo adiante, como mostra a iniciativa da empresa, juntamente com a Google, para portar o Adobe Photoshop para o Chrome OS.
Leia também: Motivos que fazem do GIMP a melhor alternativa ao Adobe Photoshop
O interessante desta iniciativa é que sistema operacionais baseados no Linux, que atualmente não possuem uma versão nativa do Photoshop, poderão usar o mesmo através do Chrome, aparentemente, usuários dos EUA dentro do programa educacional da Adobe, já estão podendo testar o "Project Photoshop Streaming".
Leia também: Como instalar o Adobe Photoshop no Linux pelo Wine
Com a mudança na forma de distribuição dos programas da Adobe é natural que empresa tente converter a sua base pirata, que não traz lucro para empresa, para uma base assinante do programa.
Leia também: Conheça o projeto PhotoGIMP
Acredito que a Adobe não tome medidas drásticas para inibir a pirataria de maneira ativa muito em breve, afinal, isso seria basicamente "brigar" com um possível futuro cliente.

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Como instalar o Adobe Photoshop no Linux sem complicação

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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Você gosta de usar o Photoshop para fazer as suas edições ou mesmo trabalha com o popular programa da Adobe e se decepcionou por não poder usar ele nativamente no Linux? Bom, temos uma solução interessante para você, vamos te ensinar a instalar o Photoshop no Linux para que você não precise abandonar o "sistema do pinguim" para usar a ferramenta.

Como instalar o Photoshop no Linux

Apesar de ainda não possuir uma versão nativa, instalar o Adobe Photoshop no Linux hoje em dia é uma tarefa muito simples. A única habilidade que você precisa ter (e nem precisa ser muita) é com o PlayOnLinux, uma interface para o Wine que permite que você instale o programa da Adobe com poucos cliques.

Preparamos um vídeo para ensinar você a instalar o Adobe Photoshop no seu sistema, confira.


Como instalar o Photoshop no Linux - Extras


Como você viu no vídeo, o processo é simples, eu vou deixar alguns links das coisas que foram comentadas no vídeo logo abaixo, como o tema "Luna" para você deixar os menus do Wine com uma aparência mais bonita e também o link para você aprender a dominar o PlayOnLinux.
- Baixe o estilo Luna para o Wine
- Aprenda a usar o PlayOnLinux
Se você está tentando se adaptar ao GIMP vindo do Photoshop, conheça o nosso projeto PhotoGIMP, ele pode ajudar você na migração.

Até a próxima!
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O início do fim: Adobe começa a aposentar o Flash!

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

É incrível, 2016 está quase aí e o Flash da Adobe continua na internet, matar o plugin e o formato estão mais complicados do que a encomenda, acho que até que ele recebeu o nome do herói errado, em vez de "Flash" deveria ser "Deadpool", mas em fim, parece que finalmente vemos a adobe caminhar para a aposentadoria do outrora amado, Flash.

Adobe muda o nome do Flash

Adobe Flash Professional agora vai se chamar Adobe Animate CC


A Adobe comunicou através de um post em seu blog oficial que está oficialmente aposentando o nome "Flash" de seus produtos, o Adobe Flash Professional, o famoso editor da Creative Cloud agora vai se chamar Adobe Animate CC para ficar mais condizente com o resultado de suas produções.

A Adobe afirma que a maior parte dos projetos elaborados com o até então chamado Adobe Flash Professional era baseada em HTML5 e WebGL, sobrando muita coisa para o Flash propriamente dito. Para quem ainda pretende continuar usando o Flash, o editor, a Adobe garantiu que dará suporte, mas com foco em segurança apenas e não em inovações nos software.

Parece ser o início do fim de uma grande  era, que já dura 20 anos praticamente, uma vez que Flash deus as caras lá nos idos de 1996, na época que eu não fazia nada da vida a não ser assistir Dragon Ball e ouvir Mamonas Assassinas. Apesar da mudança do nome isso não quer dizer que o Flash vá morrer logo, aliás, isso depende mais dos desenvolvedores do que da Adobe agora, pois ela claramente está entrando em uma nova era, o suporte para o Flash antigo servirá apenas para não deixar os fiéis clientes completamente na mão.

Quem sabe 2016 seja o declínio definitivo do Flash, o que você acha?
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Mozilla Bloqueia o Flash no Firefox, veja como ativar o HTML5 para assistir os vídeos do YouTube

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terça-feira, 14 de julho de 2015

Por questões de segurança a Mozilla decidiu bloquear todas as versões do Flash no Firefox e alguns usuários ficaram sem poder assistir o YouTube por conta disto, veja o que você pode fazer.

Flash Player Dead

Flash Player é o Zumbi da Internet


Os desenvolvedores não vão mais com a cara dele e todas as empresas de tecnologia web que se presam tentam aposentá-lo mas ele continua ali, como um verdadeiro zumbi, muito por conta de sites antigos que não atualizaram as suas tecnologias.

Apesar do YouTube já rodar sob o HTML5 há um bom tempo muitos usuários ainda usavam-no através do Flash Player (muitas vezes sem saber) mas hoje a Mozilla decidiu bloqueá-lo de uma vez por conta dos problemas de segurança descobertos recentemente.


A Mozilla pronunciou-se dizendo que manteria o Flash bloqueado até que a Adobe corrigisse o problema, mas se ele acabar possivelmente algumas pessoas vão comemorar, um dos diretores do Facebook pediu que a Adobe acabasse com o Flash de uma vez inclusive.

Assistindo vídeos em HTML5


Para os que costumavam assistir vídeos em Flash no YouTube será necessário habilitar o suporte do browser no site para continuar assistindo, porém, isso é bem simples, com o seu Firefox acesse esta página, se o suporte ao HTML5 estiver desativado você verá algo semelhante a isso:

HTML 5 no Firefox

Para ativar o HTML5  clique no botão azul na parte inferior "Solicitar player HTML5"

Com isso os vídeos funcionarão normalmente, na primeira vez que você acessar um vídeo no YouTube nesta condição você será notificado de que o Flash foi bloqueado, para sua segurança confirme o bloqueio clicando em "Continuar Bloqueando".

Caso você precise usar o Flash...


Se você precisar do Flash por algum motivo ainda é possível habilitá-lo novamente, vá com o Firefox até esta página da Adobe. Nela você verá a mensagem do Flash bloqueado como a imagem abaixo:

Como ativar o Flash no Firefox

Clique no botão "Ativar o Adobe Flash", neste momento uma janela pedindo a sua permissão deve aparecer, você pode escolher se quer rodar o Flash somente agora ou permanentemente, lembrando mais uma vez que por segurança isso não é recomendado então não faça a menos que saiba exatamente o que está fazendo e as consequências disso.

Ativando o Flash no Firefox

É isso aí, até a próxima!
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Nova falha de segurança no Flash Player afeta usuários de Windows, Mac e Linux

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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Nova brecha de segurança crítica permite acesso total do sistema e afeta os principais sistemas operacionais para Desktop é reportada e tem a solução de como explorar a vulnerabilidade divulgada online.

Encontrada-Nova-Falha-de-Segurança-no-Flash-Player


Falha afeta os principais sistemas operacionais para Desktop


Que os plugins de navegadores sofrem várias tentativas de ataque não é novidade a muito tempo, muito dessas falhas são independentes de plataformas e costumam atingir uma grande massa de usuários. Mas, há um certo tempo não via uma descoberta de falhas sequente em tão pouco tempo.

A nova vulnerabilidade denominada zero-day está presente no Adobe Flash Player, usado até hoje para exibir vídeos e animações em sites, atualmente se configura como uma falha crítica para o usuário.

A exploração bem sucedida poderia potencialmente causar uma grande falha no software permitindo o atacante assumir controle completo do sistema. A notícia veio à tona depois que hackers invadiram e publicaram centenas de gigabytes de dados da empresa de vigilância eletrônica italiana chamada Hacking Team.

Adobe-Flash-Player-Website


Nesta quarta-feira (8 de Julho de 2015) chegou uma grande atualização para correção de brechas de segurança, contudo, justamente nesta versão surgiu uma nova falha presente na versão recente do plugin atingindo usuários de Windows, Mac e Linux que possuam o plugin instalado. Além disso, o código que mostra aos atacantes como explorar esta falha já está disponível online.

A Adobe Systems Inc. publicou nesta sexta-feira à noite dizendo que já há planos de emitir outra correção na semana de 13 de Julho de 2015. Se tiver interesse em mais informações, acesse a postagem oficial clicando neste link.

É verdade que esses plugins ainda são essenciais para acesso de conteúdo de muitos sites que acessamos diariamente, então, com isso em mente e considerando apenas o Flash, pensa em reconsiderar o uso do plugin no seu dia-a-dia e recorrer a soluções como o HTML5 ou ainda acha que está muito cedo para isso? Deixe me saber da sua opinião nos comentários. :)

nota: Artigo escrito em 11/07/2015, tendo suas respectivas datas relativa a mesma.

FONTE
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Alternativa ao Adobe Flash Professional para Linux, conheça o Synfig Studio

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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Conheça agora a melhor alternativa grátis ao Adobe Flash Professional para Linux, uma suite completa para você trabalhar com animações em 2D.

Alternativa grátis ao Adobe Flash Professional

A melhor alternativa ao Adobe Flash Professional para Linux


Durante anos a Adobe enraizou-se no mercado de produção de conteúdo audiovisual com seus vários programas voltados para este fim. O Adobe Flash Professional (não confunda com o plugin) é um destes softwares "medalhões" no mercado de animações, foi usado também por muito tempo para construir partes animadas de sites e com o tempo foi perdendo a preferência neste setor.

 Hoje em dia ele é muito utilizado para produções artísticas, porém, ele não está disponível para Linux, mas não é por conta desta ausência que você não terá ferramentas para trabalhar animações, tudo isso graças ao Synfig.

Synfig Studio - Alternativa ao Flash Professional


O Synfig Studio é um programa open source para animação 2D projetado para se ruma solução poderosa para criar animações de qualidade até mesmo cinematográfica usando vetores e mapas de bits.

Alternativa ao Adobe Flash Professional


Com o Synfig você consegue eliminar, se quiser, a edição quadro a quadro permitindo uma economia de tempo na produção do seu trabalho, ideal para ser usado caso você esteja em um projeto com poucas pessoas, poucos recursos e principalmente tempo.

 Synfig Studio está disponível para Windows, Linux e Mac OSX.

Instalação do Synfig Studio


Você pode baixar o Synfig Studio sem maiores problemas no site do projeto para Windows, Mac e Linux, mas para o Ubuntu e boa parte das distros Linux você pode instalar via repositório oficial, procure por Synfig na Central de Programas do Ubuntu.

Leia também:
Alternativa ao Corel Draw para Linux

Até a próxima!
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Alternativa ao Adobe After Effects para Linux, conheça o Natron

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sexta-feira, 22 de maio de 2015

O After Effects para Linux é algo que faz realmente falta para profissionais na área de pós-produção, porém ele não é o único software para fazer o que faz, existem outras opções, algumas muito boas e gratuitas como Natron.

After Effects para Linux

Use os recursos do After Effects no Linux com o Natron


Hoje vamos abordar um tema muito solicitado através dos contatos do Diolinux, muitas pessoas que migram do Windows e do Mac OSX encontram na suíte da Adobe um perfeito recanto para as suas produções, especialmente visuais.

O After Effects não possui versão para Linux até o momento, mas sabemos que a Adobe está compatibilizando o Photoshop com o Chrome OS e consequentemente com o Linux, quem sabe o resto não vem também com o tempo não é verdade?

Meu objetivo com o artigo não é sugerir que o popular pacote da Adobe seja simplesmente dispensável, eu entendo perfeitamente quem se apega aos softwares e a integração entre si que eles proporcionam, mas ao vir para o Linux não vai deixar você sem ferramentas para trabalhar.

As melhores alternativas ao After Effects


Existem pelo menos três boas opções ao Adobe After Affects para Linux; Blender, Nuke e Natron.

O Blender é muito popular e é um verdadeiro "canivete suíço" no ramo da produção de conteúdo audiovisual, ele permite que você faça efeitos, modelagem 3D, edite vídeo e ainda é uma Engine para games entre outras funcionalidades.

Cenas de Interstellar feitas com Nuke


O Nuke é um software pago e relativamente caro em sua licença empresarial, o que pode distanciar um pouco ele das pessoas, mas de fato ele é muitíssimo popular entre os profissionais da edição, vários filmes hollywoodianos foram feitos com ele, como o relativamente ressente e de sucesso "Interstellar".

Na verdade existem até outros softwares profissionais para Linux como o Fusion e o DaVinci Resolve, mas toquei especialmente no Nuke justamente porque o Natron, objeto do nosso artigo é praticamente uma cópia dele.

Natron, um clone do Nuke open source para substituir o After Effects


À primeira vista pode parecer complicado de mexer, talvez pareça até à segunda vista também para falar a verdade, mas existem muitas possibilidades para o programa, veja abaixo um exemplo do que é possível fazer com o Natron.


O Natron é Open Source, grátis e multiplataforma, realmente uma ótima opção, ainda mais porque os tutoriais para Nuke que existem na internet na maioria dos casos vão servir para o Natron.

Aprenda o básico do Natron


Claro que não iríamos deixar você a ver navios, e antes que alguém peça tutoriais sobre ele no canal do Diolinux, lamento informar que eu não manjo nada de composição de vídeo, ou manjo muito pouco.
Mas como diria um conhecido, "o importante não é saber fazer, é ter o telefone de quem sabe!", no meu caso o canal de quem sabe, confira uma vídeo aula de funções básicas do Natron:


Aé, já ia esquecendo, aqui vai o tutorial de instalação do Natron no Linux, é só clicar aqui para conferir.

Espalhe por aí esta ótima ferramenta compartilhando o artigo com os seus amigos, até a próxima!

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