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Mesa ACO recebe implementações para melhorar o desempenho de jogos

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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Recentemente o compilador de shaders ACO recebeu melhorias com o objetivo de reduzir em grande parte o número de operações de memória utilizadas pelo software, o que deve melhorar o desempenho de jogos e outras aplicações 3D.

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O ACO é um compilador de shaders desenvolvido pela Valve, com o objetivo de substituir o “LLVM Shader Compiler”, que atualmente é o padrão na versão atual do Mesa Driver na maioria das distros. Para tirar um melhor proveito do conteúdo deste artigo, é muito importante que você saiba o que é um compilador de shader, e por sua vez o ACO. Caso você não saiba do que se trata, fortemente recomendo que leia o artigo que escrevemos sobre o assunto.

Agora que você já sabe do que estamos falando, vamos às novidades.

Na última segunda-feira (25), a equipe de desenvolvimento do Mesa Driver incluiu no código do mesmo uma implementação que já estava sob revisão há quatro meses. Se formos analisar o tempo que foi necessário manter tal implementação em revisão, não é preciso ser um profissional de T.I. para perceber que trata-se de algo bastante complexo. Seguindo a lógica, uma implementação com um nível relativamente alto de complexidade também trará grandes benefícios.

Tal implementação, que entre os desenvolvedores está sendo chamada de “load/store vectorizer”, é uma contribuição do desenvolvedor Rhys Perry. O que ela faz é, de forma simplificada, diminuir a quantidade de código com que o compilador de shaders precisa trabalhar para executar determinadas tarefas. Esse comportamento faz com que o número de operações de memória simultâneas também seja reduzido, e quanto menor for este número, menor serão os tempos de carregamento, e mais alta será a taxa de FPS.

Até o presente momento, foram realizados testes com dois jogos, sendo eles Nier: Automata e GTA V. Nesses testes foi notada uma diminuição no número de operações de memória de 13% e 15%, respectivamente. Vale ressaltar que os benefícios devem ser visíveis em outros jogos além dos dois que foram testados, bem como outras aplicações 3D. 

Essas implementações deverão estar disponíveis para os usuários na versão 20.0 do Mesa Driver, que deverá ser lançado como estável no final de Fevereiro.

Já dissemos isso várias vezes aqui no Diolinux, e volto a dizer como cada vez mais fico surpreso, e animado com a velocidade com que “o Linux” vem evoluindo como uma plataforma para jogos, especialmente nos últimos dois ou três anos. É realmente impressionante!

Agora diga-nos qual é a sua opinião sobre o assunto. Será mesmo que algum dia “o Linux” chegará a ser uma plataforma de jogos considerada “mainstream”?

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Versão 5.4 do Kernel Linux chega recheada de novidades

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terça-feira, 26 de novembro de 2019

A versão 5.4 do Kernel Linux acaba de ser lançada, com uma “feature” um tanto polêmica, aprimoramentos para o driver AMDGPU, uma lista de dispositivos periféricos que devem funcionar de forma “plug and play”, e muito mais.

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A mais nova versão do Kernel Linux acaba de sair do forno, e com ela saiu também a amada e odiada “feature” chamada” Lockdown. Para aquelas pessoas que estão preocupadas com a função Lockdown estar potencialmente ferindo a sua liberdade, a boa notícia é que a mesma não estará ativada por padrão nesta versão do kernel. Todavia, isso não necessariamente significa que a função não estará ativada em todas as distribuições, já que cada distro poderá decidir entre ativá-la, não ativá-la, ou até mesmo removê-la.

Você não sabe o que é esse tal de Lockdown? Então dê uma olhada no artigo que fizemos assim que a notícia veio a público!

Deixando as polêmicas um pouco de lado, a nova versão do kernel também trará várias melhorias referentes as GPUs AMD. A partir desta versão, o driver AMDGPU passou a suportar as famílias de GPUs Navi 12, Navi 14, Arcturus, e as famílias de APUs Dali e Ryzen 4000 que serão lançadas em 2020.

As principais melhorias para GPUs AMD geralmente são lançadas tendo como foco principal os hardwares mais recentes, que fazem uso do driver AMDGPU. Caso você possua uma GPU mais antiga, ou não sabe qual é o driver que você está utilizando (e não estou falando sobre o Mesa Driver), confiram os nossos artigos sobre os drivers AMD no Linux, e sobre como utilizar a melhor opção de driver para a sua GPU AMD antiga.

Partindo para a área dos processadores, o Kernel 5.4 está trazendo suporte para os CPUs Intel da família “Tiger Lake”, e aprimoramentos para o sistema de “color management” para dispositivos utilizando o driver de código aberto da Nvidia, o Noveau.

Máquinas equipadas com hardwares que utilizam a arquitetura ARM, como por exemplo alguns modelos de laptops da Asus, HP e Lenovo, também não foram deixados de lado. Agora o Kernel Linux possui suporte para os processadores Qualcomm Snapdragon 835 SoC, e 850 SoC. Também foi adicionado suporte a alguns processadores utilizados em dispositivos móveis, como por exemplo o Snapdragon 410, que está embarcado em modelos como os Samsung Galaxy A3 e A5. O quê pode ser uma boa notícia para os desenvolvedores do Plasma Mobile e Ubuntu Touch.

Além do que foi abordado acima, várias outras melhorias também foram feitas neste lançamento. Dentre elas, podemos destacar:

• Adicionado relatório de temperatura para processadores AMD Ryzen da série 3000;
• Sistema de arquivos para máquinas virtuais VirtIO-FS foi aprimorado, o que deve melhorar o compartilhamento de pastas entre a máquina real e as virtuais;
• Versões atualizadas dos drivers do sistema de arquivos exFAT;
• O sistema de arquivos XFS agora permite modificações de diretório maiores, e o faz de forma mais rápida;
• Adicionado suporte para dispositivos de rede RTL8125;
• Melhoria no gerenciamento de energia Intel TCC.

Vários dispositivos periféricos foram compatibilizados, e assim entraram para a enorme lista daqueles que funcionam de forma “plug and play” nas distros Linux. Confira a seguir quais são estes dispositivos:

• MobileStudio Pro 13;
• Mouse Logitech G700;
• Mouse/teclado Logitech Lightspeed;
• Receptores Creative SB0540;
• Painel touchscreen Smart Tech;
• Sintonizador de TV Mygica T230C.

Cada nova versão do Kernel Linux sempre traz um número enorme de correções de bugs e novas funcionalidades, desta forma, cobrimos o que julgamos ser mais relevante. Todavia, se você tem interesse em mergulhar mais a fundo no mar de informações disponíveis sobre a nova versão do Kernel do Pinguim, você pode acessar a documentação oficial do Kernel Linux.

Se você for um usuário recém chegado ao mundo Linux, talvez esteja se perguntando se vale a pena atualizar o Kernel da sua distro, a fim de poder tirar proveito de todas as novidades. Não precisa ficar “quebrando a cabeça, jovem gafanhoto”. O vídeo a seguir, apesar de ser do tempo em que o Dionatan ainda tinha mais cabelo na cabeça do que na cara um pouco antigo 😁, ainda é extremamente atual quando o assunto é atualização de Kernel.


Caso você queira se aprofundar ainda mais no assunto, ou simplesmente você é uma pessoa que prefere ler a assistir vídeos, este artigo sobre atualização e versões do Kernel Linux é certamente um ótimo complemento ao vídeo acima.

Sempre fico fascinado em ver o quão longe, e quão rapidamente projetos livres e de código aberto podem crescer. E as proporções colossais que chegam a atingir. É com esse pensamento que estou acabando de escrever este artigo, por isso gostaria que vocês, caros leitores, me dessem a sua opinião sobre o seguinte:

Quais razões vocês acreditam serem as responsáveis por alguns projetos, que inicialmente não possuem grandes equipes ou investimentos financeiros, conseguirem chegar tão longe, e literalmente mudar para melhor as vidas de tantas pessoas?

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AMD OverDrive será compatível com GPUs Navi no Kernel 5.5

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

A versão do driver AMDGPU que estará presente no Kernel Linux 5.5 contará com a compatibilidade do assistente de monitoramento e overclock de GPU, o AMD OverDrive, com a série de GPUs “RX 5000 Navi”.

amd-overdrive-sera-compativel-com-gpu-navi-no-kernel-linux-5.5

AMD OverDrive no Linux?


Overclock de placas de vídeo não é algo tão presente no mundo Linux, ao menos não tanto quanto ocorre entre os usuários de Windows.Talvez a razão para isso seja que por falta de meios intuitivos para tais ajustes, os usuários Linux acabam não se interessando muito por esse tipo de coisa ou se desanimando no meio do processo. Acredito que o real motivo seja que não temos um software semelhante a, por exemplo, o MSI Afterburner.

Na verdade, tenho certeza que muitas das pessoas que estão lendo esse artigo agora estão surpresas por terem acabado de descobrir a existência do AMD OverDrive para Linux, não é? Então sim, essa funcionalidade está disponível para GPUs que utilizam o driver AMDGPU.

Se você não sabe qual driver a sua GPU está utilizando, ou se você não sabe nada sobre os drivers da AMD no Linux, este artigo irá tirar todas, ou quase todas as suas dúvidas sobre o assunto.

Porém, calma lá, dê uma segurada nessa euforia! O AMD OverDrive no Linux ainda não funciona da mesma forma que no Windows, e não existe uma interface gráfica na qual você pode simplesmente dar alguns cliques e fazer toda a “mágica”. O processo de utilização do OverDrive no Linux, no presente momento, funciona apenas via linha de comando, e é um procedimento relativamente complexo.

Inclusive, diga nos comentários se você quer saber mais sobre como utilizar essa tecnologia no Linux, e quem sabe possamos fazer um artigo sobre o assunto. :)

Implementações no AMDGPU para GPUs Navi


Além do suporte as GPUs Navi por parte do OverDrive, nessa nova versão do AMDGPU também estarão presentes correções no gerenciamento de tensão para hardwares SMU7 com tabelas de tensão personalizadas, bem como correções de manipulação de limites de tensão para hardwares SMU11, entre outros.

É importante deixar claro que a implementação do OverDrive para as GPUs Navi não tem nenhuma relação direta com a AMD, pois foi feita pela comunidade. Mais especificamente, foi o desenvolvedor Matt Coffin, que fez sozinho todo o trabalho, no que aparentemente foi a sua primeira contribuição para o AMDGPU.

Conclusão


Considerando que overclock em GPUs é algo bastante utilizado por usuários Windows, acredito que o desenvolvimento de uma interface gráfica para gerenciar o uso de tal funcionalidade no Linux, oficialmente suportada pela AMD, seja apenas questão de tempo. Acredito que usuários Linux tenham tanto interesse em utilizar tal funcionalidade quanto usuários Windows, porém, a grande maioria não tem o conhecimento, tempo livre, ou disposição para aprender a utilizar tal funcionalidade via linha de comando.

Aliás, já passou o tempo em que usuários Linux precisam ser “power users” para poderem utilizar as distros. Hoje em dia, é perfeitamente possível instalar, configurar e utilizar uma distro Linux sem utilizar o terminal, como você pode conferir no vídeo logo abaixo.


Dito isso, já passou da hora de a AMD dar aquela “forcinha”, e desenvolver, ou ao menos contribuir com o desenvolvimento de uma interface gráfica para o OverDrive.

Por fim, como tudo tem um lado positivo e outro negativo, na minha opinião o fato de a AMD ter aberto o código dos seus drivers, ao contrário da Nvidia, acaba diminuindo a responsabilidade que a mesma teria em desenvolver essas soluções, uma vez que a comunidade está empenhada em realizar tais tarefas. O quê pode acabar não sendo nada bom para nós, usuários.

Você costuma fazer overclock em GPU? Sente falta de uma forma facilitada de executar tais tarefas no Linux? Caso a resposta seja “sim”, recomendo fortemente que entrem em contado com a AMD, e dêem esse feedback. Quem sabe se muitos clientes solicitarem, eles atendam ao pedido. 😁

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Fonte: Phoronix


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AMD anuncia entrada para o time "Patron" na Blender Foundation Development

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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Nesta quarta-feira (23), mais uma empresa de peso entrou para o time “Patron” da Blender Foundation Development, “engrossando” esse seleto grupo de empresas.


AMD anuncia entrada para o time "Patron" na Blender Foundation Development





Foi anunciado no Twitter oficial da fundação, que a AMD agora faz parte dos “Patron” da fundação, assim se juntando a Epic Games e a NVIDIA, essa última anunciamos a entrada dela nesta matéria bem completa para você conferir.




“Hoje a AMD ingressou ao Fundo de Desenvolvimento da Blender Foundation no nível Patron. Investiremos no desenvolvimento geral, na migração do Vulkan e para manter as tecnologias AMD bem suportadas por nossos usuários. Muito obrigado!”
Logo em seguida, foi a vez do Twitter oficial da AMD, fazer um tweet falando da entrada na fundação.

“A AMD tem orgulho de se juntar ao Fundo de Desenvolvimento da Blender Foundation como “Patron”, contribuindo para o sucesso das excelentes ferramentas de código aberto do Blender e mantendo as tecnologias AMD bem suportadas por todos os usuários.”

O nível Patron (Patrono ou Patrão), significa que a AMD estará destinando pelo menos €120 mil (na conversão atual, algo em torno de R$540 mil) por ano.

Mais uma vez, estamos vendo grandes empresas investindo “rios de dinheiro” em projetos open source, como o Blender, Krita e entre outros. Enfim estão percebendo o grande potencial de tais ferramentas e assim fazendo o famoso “Win-Win”, onde todos ganham e impulsionam o crescimento dos projetos.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Tudo o que você precisa saber sobre os drivers AMD no Linux

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Você é aquele cara que viu a live do Diolinux na Twitch, e através dela ficou sabendo que, sim, Linux roda jogos? Você acabou de instalar a sua primeira distribuição Linux e não vê a hora de rodar seus jogos com a sua GPU AMD, mas qual driver instalar? Como saber qual está instalado? E qual é o melhor?

tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-os-drivers-amd-no-linux

O gerenciamento dos drivers AMD nos sistemas baseados em Linux é algo muito simples, mas mesmo assim ainda há muita desinformação sobre isso internet a fora. Uma grande parte dos usuários iniciantes acaba aprendendo erroneamente que o driver de vídeo para GPUs AMD no Linux é apenas o Mesa Driver. Quando, na verdade, não é bem assim. Além do Mesa Driver também existem mais três drivers disponíveis para GPUs AMD, sendo eles: ‘Radeon’, ‘Amdgpu’ e ‘Amdgpu-pro’.

Quais são os drivers, e quais as diferenças entre eles?


Mesa Driver: O Mesa Driver ou Mesa3D é uma implementação para APIs gráficas multiplataforma que trabalha com os drivers Open Source dos chips gráficos da AMD, Intel e Nvidia. No Linux o Mesa Driver é responsável por implementar - leia-se: pôr para funcionar - as APIs gráficas OpenGL e Vulkan.

Radeon: Este é o driver de vídeo Open Source legado para GPUs AMD. Sendo assim, é o driver utilizado nos chips mais antigos da marca. Todas as placas de vídeo das séries Radeon HD 2000, 3000, 4000, 5000, 6000, 7000 e 8000, bem como alguns modelos das séries R5, R7 e R9 utilizam este driver por padrão em todas as distribuições Linux. Além de geralmente o driver Radeon possuir um desempenho inferior ao seu sucessor (o Amdgpu), este também não possui suporte a API Vulkan.

AMDGPU: O ‘amdgpu’ é o driver de vídeo Open Source mais recente para AMD, sendo o padrão para todas as placas mais atuais da marca. Possui suporte completo a Vulkan e é o driver que possui o melhor desempenho em jogos.

AMDGPU-PRO: O ‘amdgpu-pro’ está incluso no pacote ‘Radeon Software’, e é aquele driver que pode ser baixado no site da AMD, porém, não vem instalado por padrão em nenhuma das principais distros. O ‘Amdgpu-pro’ pode ser uma boa opção para quem trabalha com softwares de edição de áudio, vídeo, imagens ou modelagem 3D. Porém, se tratando de jogos não possui um desempenho tão bom quanto as suas alternativas, e definitivamente não é recomendado para o usuário “comum”. Justamente por não ser focado neste tipo de usuário, a sua versão atual, 19.03, é compatível apenas com o Ubuntu 18.04.3, Red Hat Enterprise Linux 8.0 e 7.6, CentOS 8.0 e 7.6, e SUSE Enterprise Linux 15. O ‘Amdgpu-pro’ só pode ser instalado em GPUs que sejam compatíveis e estejam rodando ‘Amdgpu’.

Todas as distribuições Linux que são direcionadas ao usuário final - Ubuntu, Linux Mint, Manjaro, Deepin, entre outras... - já possuem os drivers Mesa, Radeon e Amdgpu instalados por padrão. Você simplesmente não precisa instalar nada. 😀

Como saber qual driver estou utilizando?


Independente de qual seja o modelo da sua GPU, ela com certeza faz uso do Mesa Driver, mas como saber se estou utilizando ‘Radeon’ ou ‘Amdgpu’?

É uma consulta muito simples! Abra um terminal e rode os dois comandos abaixo na seguinte ordem:

lspci -k | grep radeon

lspci -k | grep amdgpu

Os comandos retornarão o seguinte:

Kernel driver in use: “Aqui será exibido o nome do driver que você está utilizando, ‘Radeon’ ou ‘Amdgpu’.”

Kernel modules: “Aqui aparecerá com quais drivers o seu chip gráfico é compatível. ‘Radeon’, ‘Amdgpu’ ou em alguns casos ambos.”
driver-amdgpu-no-terminal-linux
Nesse caso o driver em uso e único disponível é o 'Amdgpu'.
Alguns modelos de placas das séries Radeon HD 7000, HD 8000, R5, R7 e R9 são compatíveis com ambos os drivers. Porém, o suporte ao ‘Amdgpu’ nesses modelos é experimental. Sendo assim, o driver ‘Radeon’ é o que vem ativado por padrão.

Como já foi dito, além de o driver ‘Radeon’ possuir um desempenho inferior, este também não roda Vulkan. Sendo assim, se você pretende rodar jogos com Vulkan, bem como obter um melhor desempenho nessas GPUs, será necessário ativar o ‘Amdgpu’ manualmente.

Já publicamos aqui no blog um artigo ensinando a ativar o ‘Amdgpu’ em todos o modelos que suportam ambos os drivers, bem como listando quais modelos são esses.

Devo atualizar meus drivers?


Os drivers ‘Radeon’ e ‘Amdgpu’ estão inclusos no Kernel Linux. Sendo assim, os mesmos são atualizados automaticamente sempre que o Kernel é atualizado. Então talvez você esteja se perguntando: Devo atualizar o meu Kernel à fim de obter os drivers mais recentes? Isso me dará mais desempenho?

Atualizar o Kernel envolve muito mais do que apenas drivers de vídeo. Sabendo disso, já fizemos um artigo completo falando sobre todos os prós, contras, e se realmente vale a pena atualizar o Kernel.

Já o Mesa Driver está instalado por padrão na grande maioria das distribuições Linux, mas não está inserido no Kernel. Sendo assim, ele pode ser atualizado individualmente. O que é recomendado se você utilizar uma distro de lançamento fixo, como o Ubuntu ou Linux Mint.

Para saber como atualizar o Mesa Driver no Ubuntu e Linux Mint veja este artigo.

Instalando o Radeon Software (Amdgpu-pro)


Se após ter lido a introdução sobre o ‘Amdgpu-pro’ neste artigo você percebeu que o mesmo se encaixa no seu perfil de usuário e decidiu instalá-lo, por sua conta e risco, siga as instruções abaixo:

Obs.: O tutorial abaixo foi feito no Ubuntu 18.04.3 LTS. O processo de instalação pode ser ligeiramente diferente nas outras distribuições suportadas.
• Acesse a página de suporte da AMD, selecione o modelo da sua GPU e clique em ‘Enviar’.

pagina-de-suporte-da-amd

• O driver está disponivel para quatro distribuições Linux e geralmente não funciona nas suas derivações. Escolha qual versão você deseja e clique em ‘Download’.

pagina-de-download-de-drivers-da-amd

• Após ter concluído o download, extraia o conteúdo do arquivo com extensão “.tar.xz” que você baixou. Abra a pasta na qual os arquivos foram extraídos. Localize o arquivo ‘amdgpu-pro-install’, clique nele com o botão direito do mouse, vá à aba ‘Permissões’ e marque a caixa de seleção ‘Permitir execução do arquivo como um programa’.

shell-script-amd-linux

• Clique com o botão direito do mouse em qualquer área em branco dentro da pasta em que está localizado o arquivo ‘amdgpu-pro-install’, depois clique em ‘Abrir no terminal’.
instalando-amdgpu-pro-no-linux

Dentro do terminal digite o seguinte:

./amdgpu-pro-install

Pressione ‘Enter’ e aguarde. A instalação poderá levar vários minutos.

Assim que a instalação estiver finalizada, reinicie o seu computador. Pronto, o driver ‘Amdgpu-pro’ já está instalado na sua máquina.

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Como ativar o driver correto para a sua GPU AMD "antiga" no Linux

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Você utiliza aquela GPU AMD um pouco antiga no Linux e não está conseguindo rodar jogos com Vulkan, nem obter um desempenho satisfatório? Talvez o quê você precise seja apenas ativar o driver correto. Veja agora como ativar o melhor driver para GPUs das famílias ‘Sea Islands’ e ‘Southern Islands’ no Linux.



As placas de vídeo AMD possuem dois drivers que podem vir ativados por padrão nas distribuições Linux, sendo eles ‘Radeon’ e ‘Amdgpu’. O que define qual deles vem ativado por padrão é o modelo da sua GPU. As GPUs muito antigas geralmente são compatíveis apenas com o driver ‘Radeon’, enquanto os modelos mais atuais utilizam o ‘Amdgpu’. Porém, existem duas das famílias de GPUs da AMD que são compatíveis com ambos os drivers. Estou falando das ‘Sea Islands’ e ‘Southern Islands’.

Nestas GPUs a compatibilidade com o ‘Amdgpu’ está em fase experimental, por isso o mesmo não vem ativado por padrão, sendo necessário ativá-lo manualmente através de um procedimento simples e rápido.

Abaixo está uma lista de todos os modelos de GPUs das famílias ‘Sea Islands’ e ‘Southern Islands’. Caso a sua GPU esteja nessa lista, então o procedimento provavelmente será necessário.



Existe um comando muito simples que nos dirá se a GPU em uso no momento é ou não compatível com o ‘Amdgpu’. Simplesmente copie o comando abaixo, cole-o no terminal e pressione ‘Enter’:

lspci -k | grep amdgpu

Serão exibidas duas linhas semelhantes à essas:

Kernel driver in use: radeon

Kernel modules: radeon, amdgpu

O driver que aparece na linha “Kernel driver in use” é o que está ativado no momento, já o conteúdo da linha “Kernel modules” são os drivers que estão disponíveis para uso. Se o comando acima não retornou nada, então a sua GPU é compatível apenas com o driver ‘Radeon’.

Se no seu caso o driver em uso no momento for o ‘Amdgpu’, então você não precisa fazer mais nada, a melhor opção já está ativada. Porém, se o driver em uso no momento for o ‘Radeon’, e o ‘Amdgpu’ estiver aparecendo como disponível, siga o procedimento abaixo para ativá-lo:

Como ativar o 'Amdgpu' na minha 'Sea Island' ou 'Southern Island'?


Primeiro vamos editar o arquivo de configurações do Grub para que durante o boot o sistema saiba que deve utilizar o ‘Amdgpu’.

sudo nano /etc/default/grub

Você terá uma tela parecida, mas não necessariamente idêntica a esta abaixo:


Ao final da linha “GRUB_CMDLINE_LINUX”, antes do fechar aspas, cole a linha:

radeon.cik_support=0 amdgpu.cik_support=1 radeon.si_support=0 amdgpu.si_support=1

Deverá ficar parecido com o exemplo abaixo:


Agora para salvar pressione a combinação de teclas “Control + O” e “Enter”. Então feche o editor de texto com “Control + X”.

Para ativar as novas configurações, é necessário atualizar o Grub com o comando abaixo:

No Linux Mint, Ubuntu e derivados:

sudo update-grub

No Fedora:

sudo grub2-mkconfig -o /boot/grub2/grub.cfg

No Manjaro, Arch e derivados:

sudo grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg

Reinicie a máquina, e pronto!

Se você rodar novamente o comando “lspci -k | grep amdgpu” verá que o driver em uso agora é o ‘Amdgpu’.

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CEO da AMD confirma nova placa de vídeo com arquitetura NAVI

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terça-feira, 20 de agosto de 2019

A atual presidente e CEO da AMD, Lisa Su, confirmou durante a reunião de acionistas da empresa, alguns rumores que circulavam no mercado de hardwares.


Lisa Su deixou claro que a AMD já estaria trabalhando em uma placa NAVI, que faz uso dos novos chips de 7 nm da empresa. Há algum tempo, rumores indicavam que a AMD estava desenvolvendo um novo modelo da nova geração de suas GPUs. Com a confirmação da CEO da AMD, essa é a primeira vez que a companhia aborda oficialmente esse equipamento.

Podemos observar que os rumores se confirmam a cada dia, dando maior força a essas especulações. Provavelmente essa nova GPU vem para substituir a atual linha Radeon VII, que foca no segmento de alta performance. Os rumores indicam que seu codinome será “Navi 12”, mas Lisa Su não revelou mais informações, apenas confirmou que a empresa vem trabalhando no equipamento, sem dar mais detalhes.

Analistas da área acreditam que as placas NAVI do segmento de alta performance (que serão superiores as Radeon VII, provavelmente serão chamadas de RX 5800 XT) e deverão ser lançadas ainda neste ano de 2019.

É interessante relembrar que durante a Computex de 2019, um climão pairou entre Lisa Su e Jensen Huang, CEO da Nvidia. Huang criticou as GPUs Radeon VII por não suportarem a tecnologia Ray tracing. Na época, Lisa Su se recusou a comentar e simplesmente respondeu que a AMD daria maiores detalhes sobre seus planos no decorrer deste ano. Evidentemente o Ray tracing é muito importante e provavelmente a AMD não ficaria atrás de sua concorrente. Tudo indica que os novos modelos de suas GPUs Navi suportarão a tecnologia.

Ansioso para os novos modelos de GPUs AMD?

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: TechPowerUp.
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Linux 5.2 chega com quase 600 mil novas linhas de código

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terça-feira, 9 de julho de 2019

No Domingo (7), Linus Torvalds lançou mais uma versão do Kernel Linux, contando com cerca de 596.000 novas linhas de códigos submetidas, ou seja, temos muitas coisas nova nessa nova versão do Kernel Linux.

Kernel 5.2 é oficialmente lançado






A primeira grande novidade é referente a Logitech, que ajudou a melhorar os drivers dos seus receptores wireless, como o Logitech Bluetooth “dongle” usado no teclado MX5500 e no receptor Logitech Unifying. Outro ponto, é que agora qualquer periférico da marca que trabalhe na frequência de 2,4 GHz (mouse, teclado, etc), vão poder retransmitir o status da bateria (quando disponível) para as GUIs dos desktops.

Uma adição que vai beneficiar muitos usuários, é o novo driver Wi-Fi da Realtek (mac80211) que tem suporte para os chips de rede wifi Realtek 802.11ac. O rtw88 agora suporta os firmwares RTL8822BE e RTL8822CE, contando com suporte também para modelos USB e SDIO futuramente.

Houve também um acréscimo no suporte para os computadores single-board da  linha Orange, com versões baseadas no  Allwiner (Orange Pi 3), Rockchip (Orange Pi RK3399) e também a  Nvidia Jetson Nano.

Também estão introduzindo a primeira “feature” do Sound Open Firmware (SOF), projeto encabeçado por Intel e Google, criando uma plataforma de código aberto para a criação de firmwares para processadores de áudio.

Outras melhorias e adições no Kernel 5.2 foram:

⏺ GeForce GTX 1650 recebeu suporte para o Nouveau;

⏺ Várias melhorias em laptops com  AMD Ryzen;

⏺ Otimização em dispositivos ARM;

⏺ Suporte para Intel Comet Lake;

⏺ Preparação para as novas AMD EPYC CPUs;

⏺ Suporte para hibernação sendo reativado no Intel Baytrail & Cherrytrail

Para mais detalhes técnicos, você pode consultar aqui e aqui.

Se você quiser experimentar essa versão do Kernel, pode utilizar a ferramenta UKTools, caso use Ubuntu ou algum derivado, ou baixar os pacotes manualmente, tais procedimentos são recomendados apenas para usuários avançados. Se você usa outras distros, como Fedora e Manjaro, provavelmente as atualizações estarão disponíveis em breve.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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GPUs “AMD Radeon” em smartphones

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Após ter anunciado uma parceria com a Samsung, a empresa norte-americana AMD, teve um crescimento de 7% em suas ações na bolsa de valores (Nasdaq). Então uma grande mudança de mercado poderá acontecer.

amd-samsung-qualcomm-snapdragon-nasdaq-smartphone-radeon-nvidia-nintendo-switch-microsoft-xbox

Em 2009 a AMD vendeu sua divisão Imageon, de processadores para celulares, para a Qualcomm. Agora a empresa faz uma parceria com a sul coreana Samsung, esquentando o mercado mobile e fomentando a concorrência dos processadores Samsung contra os da Qualcomm. Maiores detalhes não foram revelados, porém, sabemos que a AMD licenciará sua propriedade intelectual (IP) de processadores gráficos a Samsung. A utilização será em dispositivos móveis, sendo quaisquer tipos de gadgets inclusos nessa premissa, incluindo obviamente os smartphones da empresa.

“Esta parceria estratégica estenderá o alcance de nossos processadores gráficos Radeon de alto desempenho para o mercado de telefonia móvel, expandindo significativamente a base de usuários e o ecossistema de desenvolvimento Radeon”, afirma Lisa Su, atual presidente-executiva da AMD. 

Com isso a Samsung pagará royalties a AMD ao utilizar sua tecnologia. É interessante citar que nos consoles a AMD é “campeã”, pois, tanto a Sony quanto a Microsoft utilizam soluções gráficas da empresa. Já o Nintendo Switch possui um processador gráfico NVIDIA.

Essa notícia me alegrou bastante, fico muito empolgado com as possibilidades. Conforme uma empresa desenvolve e aperfeiçoa seus produtos, a concorrência é “obrigada” a fazer o mesmo ou ficar para trás. No final da história, somos nós consumidores que saímos beneficiados.

Curtiu a novidade? Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e continue esse assunto.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Reuters.
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Ubuntu 19.04 é lançado com otimizações de desempenho e Kernel Linux 5

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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Muitos que chegaram no mundo Linux ou que tiveram contato com o mesmo, foi através do Ubuntu, tirando a “velha guarda” dos usuários e os mais “fuçadores”, ele foi e ainda é a porta de entrada para o mundo Linux tanto para usuários comuns, como para empresas.


 Ubuntu 19.04 é lançado com otimizações de desempenho e Kernel Linux 5






Nos últimos anos, o Ubuntu foi a “cara” do Linux, com a interface Unity e suas cores, que como diz a música, “Entre tapas e beijos, é ódio é desejo…”, foi conquistando usuários ao redor do mundo. Quem não lembra dos CDs e DVDs que a Canonical mandava via correspondência para as nossas casas? 😁

E quando foi anunciado o “fim” do Unity pela Canonical, muitos se perguntavam qual interface iria ser utilizada, e a escolha foi o GNOME, pois o Unity era um fork do mesmo e assim a transição seria menos “traumática”, vamos assim dizer. Will Cooke, principal líder do time de desenvolvimento do Ubuntu, nos conta como foi essa transição em uma entrevista exclusiva.

Novidades do Ubuntu 19.04 Disco Dingo


Na data de hoje (18/04/2019), o Ubuntu chega na sua versão 19.04, sendo aguardada por muitos, pois várias melhorias no Kernel, GNOME, Drivers, Apps e afins, vão estar disponíveis para utilização dos usuários.

As principais novidades que chegaram ao Ubuntu 19.04 são:

- GNOME 3.32 ;
- Kernel 5.0;
- Driver de vídeo da NVIDIA na versão 418.56;
- Driver de vídeo para AMD e Intel, o Mesa Driver na versão 19.0.2;
- LibreOffice 6.2.2;
- Mozilla Firefox 66.0;

Quem tem placas de vídeo da Nvidia em notebooks pode comemorar também um melhor suporte. a hora que você for instalar, poderá escolher o “Safe Graphics Mode”, que vai habilitar o NOMODESET, possibilitando “subir” o sistema e instalar o driver proprietário da NVIDIA já na tela de formatação. Ainda falta a implementação da troca de GPUs sem precisar reiniciar a sessão ou a máquina, mas já é um começo. Podemos ouvir um “Amém”????

Download da versão atualizada


Para conferir todas as novidades, tanto da versão desktop quanto a de servidores, você pode acessar este link. Lembrando que o Ubuntu 19.04 não é uma versão LTS (suporte de 5 anos) e que o suporte desta versão só terá 9 meses.

Para baixar o novo Ubuntu 19.04, você pode conferir este link.

Você também pode baixar as flavors do Ubuntu (Xubuntu, Kubuntu, Ubuntu MATE, Lubuntu, Ubuntu Kylin, etc.) neste endereço.

Atualização para a nova versão


Se você usa o Ubuntu 18.04 LTS ou o 18.10 (especialmente), é possível fazer a atualização pelo gerenciador de atualizações do seu Ubuntu, caso você tenha baixado a versão Beta do 19.04, basta manter o sistema atualizado e você estará utilizando a versão final.

A atualização é recomendada apenas se você realmente não precisa do suporte a longo prazo que a LTS te proporciona, tirando esta questão e o suporte ao sistema de Live patching da Canonical, o Ubuntu 19.04 Disco Dingo é um upgrade muito interessante em relação ao 18.10 e ao 18.04 LTS.

Em breve publicaremos vídeos sobre essa nova versão do Ubuntu, por hora, você pode conferir a preview logo abaixo:

                 

Você já baixou o Ubuntu 19.04? O que achou da nova versão?

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Unity 2019.1 lançado, com a versão para Linux saindo da fase Experimental

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A Unity é uma game engine muito famosa e utilizada em grandes games do mercado e em outros projetos também, como animações, aplicações para Arquitetura/Engenharia e Construção, Mobile entre outros. Agora quem quiser abranger essas áreas e utilizar Linux para isso, poderá de forma mais tranquila.


 Unity 2019.1 lançado, com a versão para Linux saindo da fase Experimental






Até nesta versão do Unity, o editor para Linux era tratado como Experimental pelo pessoal do Unity Technologies, e tendo algum “delay” de lançamento em relação as versões para Windows e macOS, mas agora não mais. Conforme anúncio feito no blog oficial, agora a versão para Linux está como Preview e assim receberá os updates junto com as outras plataformas.



Para eles chegarem neste resultado para Linux, tiveram que dar algumas prioridades de configurações na plataforma e que são bem interessantes, como:

- Sistemas Operacionais suportados oficialmente inicialmente são o Ubuntu 16.04, 18.04 e CentOS 7 com  arquitetura x86-64;

- Ambiente de desktop GNOME rodando em cima do X11;

- Driver de vídeo proprietário da Nvidia e o Mesa Driver para AMD (por hora nada de Intel para GPUs.);

- High-Definition Render Pipeline com melhorias e com menos ajustes (mas alguns problemas ainda permanecem, porém menores), com melhorias no suporte para Vulkan no Linux;

- Correção da mensagem "o jogo não está respondendo" em desktops com GNOME.

A lista de melhorias, correções de bugs e funções novas é enorme, tornando a leitura muito massiva e cansativa. Mas se você quer conferir todas elas, pode conferir o post lá no blog oficial do Unity.

Muito bom ver que uma ferramenta importante para desenvolvimento de games e outros projetos, está agora disponível de forma não experimental para Linux, assim abrindo o leque de opções para os devs poderem usar qualquer sistema operacional. E também poder ver alguns erros em jogos que utilizam Unity serem corrigidos também.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Dirt Rally 4 vai ser portado para Linux pela Feral Interactive

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quarta-feira, 27 de março de 2019

O game de rally feito pela Codemasters, o Dirty 4, será portado oficialmente pela competente Feral Interactive, que já fez o porte de alguns games de sucesso, como F1 2017, HITMAN -Game of the year , Rise of the Tomb Raider™: 20 Year Celebration, Mad Max e Deus Ex: Mankind Divided™ como exemplos.


 Dirt Rally 4 vai ser portado para Linux pela Feral Interactive










No anúncio, eles deram detalhes de quais requisitos serão necessários para rodar o game. E como já era esperado, vai ser usado a API gráfica Vulkan. Os requisitos mínimos para rodar o game são: 

⏺ SO: Ubuntu 18.04
⏺ Processador: Intel® Core™ i3-3225 3.3ghz
⏺ GPU: Nvidia 680 2GB, AMD R9 285 2GB (GCN 3ª geração e superior) ou superior
⏺ Memória RAM: 4 GB de RAM
⏺ Armazenamento: 39GB

Também foi mencionado que a distro Linux suportada de forma oficial será o Ubuntu, já quem preferir usar outra distro, provavelmente vá funcionar mas que não são apoiadas pela Feral. 

Já em relação aos drivers de vídeo, eles aconselham a usar para NVIDIA a versão 418.43 e para AMD vai precisar utilizar o Mesa Driver 18.3.4 ou superior. Temos artigos explicando como instalar os drivers mais recentes para NVIDIA e AMD (é só clicar nos nomes deles [emoji]). 

O jogo está programado para ser lançado nesta Quinta-Feira (28). Para comprar, você pode ir direto na Loja da Feral, na Humble Store e na Steam.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Continue a discussão sobre o Jogo lá no nosso fórum

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AMD contrata mais desenvolvedores para seu driver Open Source no Linux

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Recentemente a AMD anunciou que está a procura de novos profissionais para compor sua equipe de desenvolvimento dos drivers Open Source, tal aumento de pessoas pode ocasionar em melhores implementações, e quem sabe novidades à caminho.

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Contribuindo no kernel Linux com o Mesa, o back-end do compilador LLVM e contêineres no Linux, a AMD vem empenhando-se no desenvolvimento de suas soluções e amadurecendo de seu driver de Código Aberto, o AMDGPU

Depois de abandonar seu antigo driver proprietário, o Catalyst, parece que novas atenções estão voltadas a sua alternativa Open Source, o AMDGPU, claro que existe sua solução proprietária, o AMDGPU-PRO, porém, sua necessidade por parte do público Linux não é uma via de regra, dando maior liberdade para quem não sente-se confortável ao utilizar drivers de código fechado, ou quer a facilidade de apenas instalar o sistema operacional e usar, sem sair atrás de drivers.

Segue um vídeo do canal “Sir Rob Linux Brasil”, que visa comparar o desempenho dos drivers abertos da AMD, versus os drivers proprietários da sua concorrente, Nvidia. Podemos perceber que os drivers AMDGPU estão a cada lançamento obtendo melhorias em jogos.


Novidades podem estar chegando aos utilizadores de placas de vídeo AMD, no mês passado funcionalidades exclusivas do driver proprietário foram incorporados no AMDGPU, é possível que novos recursos venham, e com mais desenvolvedores, melhorias de performance e correção de bugs podem ser solucionados com maior agilidade.

Interessado na vaga de desenvolvedor? Acesse a página oficial da AMD e entre em contato com eles.

Tem hardware AMD? Possuo uma Nvidia, entretanto gostaria de adquirir uma placa de vídeo AMD, gosto muito dos hardwares oferecidos pela empresa (sou “xonado” pelo meu Ryzen 😍😍😍).

Deixe nos comentários sua opinião e experiências com placas de vídeo AMD no sistema do pinguim.

Até o próximo post, te aguardo SISTEMATICAMENTE! 😎

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Intel declara que vai dar suporte ao Linux nas suas GPUs dedicadas

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

A Intel vem se mostrando uma grande parceira ao Linux e do mundo open source, visto que a mesma, ao longo dos últimos anos, vem implementando suporte a novas tecnologias, como o Vulkan, aos seus processadores e GPUs integradas neles, e essa mesma dedicação pode ser esperada da nova empreitada da empresa, as GPUs dedicadas.


 Intel declara que vai dar suporte ao Linux nas suas GPUs dedicadas






Em uma publicação no Twitter, com uma das contas oficiais, a @IntelGraphics, a companhia declarou que tem o compromisso com a comunidade Open Source, e trará um suporte robusto para o Linux com às novas GPUs dedicadas que a empresa promete trazer para o mercado.


No mesmo tweet, a Intel disponibiliza um link com as implementações feitas para a tecnologia de “different memory regions” (regiões de memória diferentes, em tradução livre). Para saber mais sobre essa tecnologia, basta acessar o link acima citado.

Esse movimento da Intel em ter soluções em GPUs dedicadas, ainda que não saibamos qual será o público alvo, (arrisco a dizer que provavelmente será o público gamer e dos designers) vai trazer uma concorrência muito boa para o setor que durante muitos anos só teve duas opções de qualidade, AMD e Nvidia, e agora terá a chegada de mais um “player de peso” para concorrer e “disputar a tapas” às moedinhas dos consumidores a partir de 2020.

Agora nos resta saber onde essas GPUs entrarão, com quais setores de suas concorrentes elas farão páreo?

E você, teria uma solução completa da Intel, CPU e GPU? Diga aí nos comentários.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!

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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Muitos que chegam ao blog, no canal Diolinux e no grupo do Facebook, perguntam como preparar o seu computador para que se possa jogar tanto na Steam via Steamplay ou até mesmo em outras lojas, como Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store. No post de hoje vamos mostrar o que você precisa instalar para rodar esses games.


 Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!






Vamos começar com o básico, que é a verificação se a sua GPU tem suporte ao Vulkan, o que permitirá usar o DXVK para rodar os games, tanto pela Steam quanto nas outras lojas.

Logo abaixo você pode  consultar se a sua placa é compatível com Vulkan. É de suma importância que a sua GPU tenha suporte completo para o Vulkan, pois se não tiver, pode ser que o jogo não rode de forma satisfatória.




Depois disso vamos instalar o último driver para Nvidia e AMD/Intel. No primeiro caso precisamos usar o driver 415.27 e no segundo caso precisamos usar o Mesa Driver 18.3 para ter as últimas atualizações e implementações para Vulkan. Para instalar as últimas versões dos drivers, vamos deixar 2 links logo abaixo com o procedimento completinho de como fazer. Para o pessoal que usa AMD/Intel é recomendado o PPA do Padoka.




OBS: Estas são as versões dos drivers no momento da criação deste artigo, dependendo do momento da sua leitura, podem haver versões mais recentes, atente-se para esse detalhe.

Passos opcionais que podem melhorar a compatibilidade


Se você pretende usar o Steamplay, só a instalação dos drivers adequado já deve ser o suficiente, porém, se deseja utilizar uma ferramenta como o Lutris para rodar games de outras lojas, ainda que o Lutris se encarregue de fazer todos os ajustes geralmente, para aumentar o nível de compatibilidade é possível instalar alguns complementos ao Wine nativo do seu sistema.

Primeiro precisamos habilitar o suporte para arquitetura de 32 bits, isso é fácil de fazer vamos abrir o terminal e digitar (ou colar) o seguinte comando:

sudo dpkg --add-architecture i386

Agora vamos instalar o Wine-Stable pelo Synaptic e procurar por esses pacotes lá:

wine-stable (3.0-1ubuntu1) ; libwine (3.0-1ubuntu1) ; libewine-development (3.6-1) ; wine64 (3.0-1ubuntu1) ; wine64-development (3.6-1) ; wineprefix e fonts-wine

No caso do Linux Mint, você também pode procurar diretamente na loja de aplicativos, não precisando do Synaptic necessariamente, no Ubuntu, obrigatoriamente será necessário usar o Synpatic, ou então usar o terminal para instalar cada um dos pacotes usando o “apt”.

Agora vamos conferir se os pacotes do Vulkan estão instalados, se você estiver usando Nvidia, ao instalar o driver, o suporte à Vulkan é ativado, não sendo necessário outras medidas. Se você usa AMD ou Intel confira se o Mesa Driver instalou o pacote mesa-vulkan-drivers. Agora os pacotes:

libvulkan1 ; libvulkan1:i386 e vulkan-tools

Por via das dúvidas, caso você use Nvidia e queira conferir, procure por esses: libnvidia-gl-415 ; libnvidia-gl-415:i386

Depois de fazer esses procedimentos, foi possível rodar o jogo Mass Affect 2 via Origin no Lutris, confira o desempenho no vídeo abaixo, além do tutorial de instalação dos drivers passo a passo:

             

Para instalar o Lutris, depois de seguir esse tutorial, basta seguir o passo a passo deles. Outra alternativa é baixá-lo diretamente da loja de aplicativos na sua distro. 

Com esses pacotes instalados, você vai poder jogar os games que não estão na Steam, como os jogos da Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store (tirando o Fortnite,  atualmente).

Feito isso é só acessar o site do pessoal do Lutris e procurar pelo seu jogo e rodar 🙂

             

Espero você no próximo post, forte abraço.
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