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Jogando no Linux - Top Gear - Recordando e Analisando

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Um dos games de corrida mais marcantes de todos os tempos e você pode jogar no Linux

Se hoje em dia os títulos da série Need For Speed são referência no gênero de corrida, antigamente a coisa era diferente, especialmente se você tinha um Super Nintendo.

Top Gear de Super NIntendo no Ubuntu
Arte do Cartucho

Top Gear foi lançado em 1992 e era para ser lançado para o NES, conhecido como Nintendinho, os brasileiros não conhecem muito o Nintendinho, mas conhecem o Poly Station que é quase a mesma coisa.


Mas nessa época a Nintendo estava lançado o seu mais popular console, o Super Nintendo, fato que acabou influenciando na escolha de desenvolvimento do game e fez ele ser lançado exclusivamente para a nova plataforma.

Top Gear Multiplayer

Na Europa o Game recebeu outro nome, Top Racer, e por incrível que pareça, fora do Brasil o game nem fez tanto sucesso assim, tanto que qualquer referência ou análise, homenagem ou seja lá o que for feita à Top Gear e quase sempre feita por brasileiros como nós.
Top Gear foi uma versão melhorada de Rad Racer que era um game de corrida para consoles 8 Bits, um dos grandes destaques era o modo multiplayer para dois jogadores, onde o tela era divida ao meio na horizontal e você poderia jogar com os seus amigos ao mesmo tempo, para época isso era incrível!

Top Gear

Um dos maiores mistérios do game é a imagem de fundo do menu inicial, o mesmo meno onde você pode selecionar os carros para jogar ( eram 4 ), até hoje ninguém sabe que lugar é aquele.


E falando nos Carros, você sabia que eles tem nome? Pois é, vamos conhecer algumas características deles:
Cannibal(Vermelho)147 milhas por hora (237 km/h) - mais rápido do jogo.5.9 segundosBaixa aderência dos pneusAlto consumo de combustível (o maior do jogo).Inspirado na Ferrari Testarossa de 1991
Sidewinder(Branco)131 milhas por hora (211 km/h).3.5 segundosForte aderência dos pneusBaixissimo consumo de combustível (o menor do jogo).Inspirado na Ferrari 288 GTOde 1985
Razor (Roxo ou púrpura)137 milhas por hora (220 km/h)5.0 segundosBaixa aderência baixa dos pneusModerado consumo de combustívelInspirado no Honda NSX
Weasel (Verde-azulado)137 milhas por hora (220 km/h)4.3 segundosModerada aderência dos pneusModerado consumo de combustível.Inspirado no Porsche modelo 959
Uma das coisas mais legais do game eram as possibilidades, restritas se compararmos com os games de hoje, mas para a época... era possível usar Nitro e em algumas pistas mais longas era necessário parar para abastecer ( e eu nunca achava a po**a do PitStop ), além de que carros específicos tinham vantagens e desvantagens dependendo das pistas e por falar em pistas, duas delas eram no Brasil, uma na Amazônia e outra no Rio de Janeiro. 

Trilha sonora

Esta merece um destaque especial, criada pelo artista Barry Leitch originalmente como trilha sonora da série Lotus Turbo Challenge de computador Amiga, foi remixada para o Top Gear e é um dos pontos mais marcantes do jogo. 
E pode ter certeza, não tinha música ruim, e toda vez que eu ouço, mesmo hoje em dia, da uma nostalgia enorme, veja algumas músicas:


Além da trilha sonora "fodástica" o game anda contava com outros elementos de áudio, como som ambiente, aumento e redução de marchas, som do motor e do Nitro.
E a trilha sonora está ainda tão presente para os fãs que encontramos no YouTube verdadeiras obras de arte feitas por brasileiros para homenagear Top Gear.


E o game ganhou outras sequencias, Top Gear 2 em 1993 e Top Gear 3000 em 1994 com um tema mais futurista, mas a mais marcante foi a edição de estréia.
Saíram também versões para consoles posteriores, o último em 2004 para PlayStation 2 mas nenhum tem o mesmo carisma da primeira versão.

E como jogar este clássico no Linux

Para jogar esse clássico chamado Top Gear direto do seu Linux você vai precisar de duas coisas:



Até a próxima pessoal!


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Jogando no Linux - Alone in The Dark 5: Near Death Investigation - Análise do game e da Saga

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sábado, 22 de junho de 2013

Um novo começo com um Enredo sensacional

Vamos tratar de muitos bons games aqui no Diolinux, games novos que são possíveis de jogar no Linux, via WINE, Emulador ou nativamente.



Recentemente fizemos o "Jogando no Linux - Need For Speed: The Run" e agora é a vez de um game importantíssimo para a história dos Video Games, Alone in The Dark.

Antes de começar...

Nessa nova série que estamos criando, este é o segundo post, falaremos de toda a saga para que você possa compreender toda a história, neste caso estamos emulando o game através do Dolphin.

A versão do game é para Nintendo Wii e roda perfeitamente com até mais de 50 FPS.
Estes posts são um pouco mais grandes que o normal e demoram muito para ser feitos, são muitos dias de pesquisa e jogatina para tentar mostrar todos os prós e contras do game, então se concentra aí na leitura e podemos começar, ah sim! Mais uma coisa, compartilhe o artigo na sua redes sociais e deixe o comentário falando sobre o que você está achando do blog e dessa nova série. Vamos começar!

Alone in The Dark, o pai dos games de Survival Horror

Se hoje em dia Resident Evil e Silent Hill são são referências do setor eles tem muito a agradecer à Alone in The Dark.
O primeiro Alone in The Dark foi lançado em 1992 pela INFOGRAMES e foi o pioneiro do gênero Survival Horror, que foi ampliadamente explorado em games que vieram depois como Silent Hill e o todo poderoso Revident Evil, a primeira versão foi lançada para DOS e Mac OS, um ano depois foi lançada uma versão para o Console 3DO que foi o primeiro videogame a usar arquitetura 32 bits, mais tarde em 1995 foi lançada uma versão para Master System.

Capa de Alone in The Dark 1
Capa de Alone in The Dark lançado para DOS e Mac
Encontrar coisas sobre o game é um pouco complicado, justamente pela data dele, mas como internet é uma coisa "maravilhinda" encontrei algumas curiosidades sobre ele, além de ser o pioneiro no gênero, Alone in The Dark ainda foi o primeiro game a usar polígonos para representar os personagens, logo no início do que se poderia chamar de "Era 3D", outro recurso que foi empregado pela primeira vez foi de renderizar imagens para ser usados como plano de fundo, coisa que muitos games depois fizeram, se você ainda tem dúvidas que Alone In The Dark é pioneiro, vou mostrar 3 pequenos gameplays que são provar isso.

Alone in The Dark lançado em 1992




Repare no estilo de movimentação, e nos sons ao fundo, mesmo os modelos de cutcenes foram "copiados" para games posteriores, dúvida, veja um pequeno gameplay de Resident Evil que foi lançado em 1998:



Obviamente um game de qualidade superior, até por "culpa" o PSOne que já usava CD para guardar informações, mesmo assim o modo de movimentação é muito semelhante a Alone in The Dark e a trilha sonora faz toda a diferença. Hoje em dia podemos dizer que Alone in The Dark possuía gráficos para lá de simples, mas para época era tipo: "Noooosssa!"

Sequências e História

O Game de 1992 fez tanto sucesso que não poderia deixar te ter sequências, já em 1993 foi lançada a segunda versão do game que possui gráficos iguais ao primeiro mas contava com uma nova história, o personagem,  Edward Carnby, é o mesmo do primeiro game, mas dessa vez o clima de mistério que envolvia totalmente o primeiro game foi deixado um pouco de lado e substituído por um pouco mais de ação, mais armas foram acrescentadas, o posicionamento das câmeras ainda era o mesmo e a jogabilidade também, alguns fãs acharam este game inferior ao primeiro justamente por abandonar um pouco toda aquela questão de tensão que envolvia o primeiro título.

Capa de Alone in The Dark 3


Um ano depois, em 1994, foi lançado Alone in The Dark 3, fechando a trilogia, usando mais uma vez o motor gráfico dos primeiros games, lançado para alguns console e para o Windows 95, ele procurou voltar às raízes e trazer um pouco mais de suspense e puzzles e menos ação.
Em todo esse meio tempo foram lançados alguns versões' intermediarias" para alguns consoles como o Sega Saturn, mas como eles  não fazem parte da dorsal da saga não vou sitá-los aqui.

História do Game

Deixei para comentar a história do game só agora, porque a história se assemelha em todos os títulos, genericamente, você é um detetive paranormal e investiga esses casos, o que sempre foi marcante do game era ele usar lugares comuns das pessoas, alguns trechos da história se passam em sótãos, lugares escuros, meno do que você não pode ver, esse tipo de coisa sempre foi explorado pelo game.

Alone in The Dark 3


Os primeiros games se passavam em 1920, você sempre estava na pele do detetive paranormal Edward Carnby, no primeiro game você foi contratatdo por um antiquário para investigar um piano no sótão da mansão Louisiana Derceto, que foi abandonada desde que seu proprietário Jeremy Hartwood cometeu suicídio. Em 1925 (Alone in the Dark 2 ) você está em um caso envolvendo o sequestro de Grace Saunders após os procedimentos de investigação de seu falecido parceiro Ted Stryker, com todas as pistas que levam a uma velha mansão chamada "Hell's Kitchen" e a um gasgster que a habitou, por isso a inclusão de tantas armas, nesse game elas seriam muito utilizadas para enfrentar uma máfia. Em 1926 (Alone in the Dark 3) Carnby foi chamado para investigar o desaparecimento de uma equipe de filmagem em uma cidade fantasma conhecida pelo nome de Slaughter Gulch' localizada no deserto de Mojave, na Califórnia. 

Depois de três lançamentos anuais Alone In the Dark passou alguns anos sem lançar nada, alguns até davam a franquia como morta, ainda mais com substitutos à altura, como os já citados, Silent Hill e Resident Evil ( ambos ainda serão tema dessa nossa série ).

O Remake oficial

Como você deve ter percebido a história é dinâmica mas tem muitas lacunas, por isso, em 2001 foi lançado Alone in The Dark: The New Nightmare, usando o personagem tradicional Edward Carnby mas transportando ele nos anos 20 para 2001, a grande diferença é que o game tinha com objetivo explicar um pouco mais toda a história do protagonista, apensar de ter distorcido um pouco a questão do tempo, agora Edward tinha uma história.

Alone in The Dark 4: The New Nighmare - Capa


Segundo a história, Edward pertence a uma linhagem de Caçadores de Sombra que nasceram no dia 29 de fevereiro de cada 40 anos e que ele teria sido criado com crianças órfãs no Orfanato de São Jorge.O nome foi retratado como uma forma literal "anglicanizada" de "El Guerra Qarn'bi", que significava "aquele que luta contra o mal encarnado e caça fora das sombras", exagero né?. Segundo essa lenda, o original Edward Carnby nasceu em 1888 e saiu do registro depois de participar de vários assuntos estranhos de 1920 a 1939. O Edward Carnby que desempenhou o papel principal em Alone in the Dark: The New Nightmare é um personagem diferente e mais jovem, que nasceu em 1968, o que fez muitos não gostarem do game, pois eles tentaram explicar a trama confundindo e adaptando, não ficou tão bom quanto poderia.

 Alone in The Dark 5: Near Death Investigation





Alone in The Dark 5 no Linux


 Alone in the Dark 5 (lançado em 2008) reinterpretou, mais uma vez o enredo da série. Ele segue o padrão da trilogia original, e ignora os eventos de Alone in the Dark: The New Nightmare. 
Dá pra perceber isso pelo fato do game acontecer em 2008, ou seja, tecnologias e cenários atuais são usados, este é o game que vamos ensinar você a jogar no Linux.

Alone in The Dark 5 no Linux

A história mais uma vez foi recontata para tentar alinhar toda a saga, a mesma tentativa havia sido feita no game anterior, mas como foi dito, ela mais complicou do que explicou.

Alone in The Dark 5 no Linux

O enredo de Alone in The Dark 5 conta que Edward Carnby foi possuído no final de 1920, e está agora com mais de 100 anos, embora ele mantenha a aparência jovem. Isto significa que no jogo Edward Carnby é o mesmo que o da trilogia original, apesar  de não ter nenhuma semelhança com o mesmo, também pudera, desde a primeira versão se vão 16 anos. 
O game de 2008 não faz referência à linhagem de Carnby com os Caçadores de Sombra de Alone in the Dark: The New Nightmare, 

 Enredo de Near Death Investigation

Você acorda em um edifício, e é levado até o terraço do prédio para uma possível execução, mas antes de acabarem com você uma força invisível mata o seu executor e lhe dá a oportunidade de fugir, o ponto chato é que você tem que ficar piscando para a sua visão não embaçar enquanto busca por uma maneira de sair do prédio que se tornou um verdadeiro caos.

Alone in The Dark 5 no Linux

Carnby, carregava uma pedra, uma espécie de talismã, que ele mantia seguro à muito tempo, essa pedra teria sido roubada por uma das pessoas presentes no prédio e isso teria desencadeado todo tumulto, em meio ao prédio em chamas você encontra duas pessoas que o ajudarão a progredir no game, quando finalmente você consegue sair se dá conta que o mundo já não estava mais o mesmo e o mesmo caos que estava acontecendo no prédio está acontecendo na cidade também.
Nesse ponto se encaixam uma das mais famosas frases ditas no primeiro game quando eles passam pelo Central Park

Alone in The Dark 5 no Linux

"Disseram que o Central Park é um lugar bom para as pessoas... eles mentiram!" 
A tal pedra era na verdade uma prisão, isso um personagem explica durante o game portanto não é um espoiler tão grande assim =P, mas uma prisão para que, ou para quem ?
Segundo a lenda, Crowley ( Aleister? ) , que no game é outra pessoa, mas tem referência clara a uns dos ícones do ocultismo da era moderna, teria soltado Lúcifer, que ficava preso dentro nessa pedra depois que ele caiu do céu, a por interpretação minha, essa pedra era o Inferno, depois que ela foi aberta o inferno passou a ser a terra.
E adivinha, sua missão é parar isso! =D

Jogabilidade

Alone in The Dark 5 mudou um pouco a maneira de jogar, lembrando um pouco o Resident Evil 4 em alguns trechos ( que irônico ), mesmo assim em algumas cenas você joga no mesmo estilo dos primeiros games em terceira pessoa com a câmera posicionada em algum ponto fixo e movida para outro ângulo conforme você for caminhando.

Alone in The Dark 5 no Linux

É possível usar objetos, como Canos e Extintores como armas brancas, o fogo é muito bem representado e interativo, você pode colocar fogo das coisas, como pode apagar, se você segurar um pedaço de madeira sobre uma chama você terá uma mini tocha, pelo menos até ela começar a queimar os seus dedos e por aí vai.
Esta edição do game vendeu pouco mais 1 milhão e meio de cópias, e tirando toda a nostalgia da primeira trilogia este com toda a certeza é o melhor game da franquia, especialmente pela história mais elaborada.

Filmes

Dois filmes baseados na saga foram lançados, um em 2005, chamado Alone In The Dark: O despertar do Mal, que tentou retratar ao que me parece o nosso Edward Carnby como ele era no game de 2001, o filme foi apresentado como de terror, inclusive se você a uma locadora de filmes vai encontrá-lo nessa sessão, mas ele está muito mais pra um híbrido com mais ação do que terror, eu assisti ele para fazer este artigo, inclusive vi o 2 também, logo mais eu comento, e achei ele uma perfeita porcaria, me fez achar até o game ruim por alguns momentos, ele foi feito em 2005 e tem efeitos gráficos muito piores que Matrix de 1999. Não vale a pena você pagar para ver ele, mas fã é fã não é verdade?
Veja o Trailer:


Em 2008 foi lançado Alone in The Dark 2: O retorno do Mal, puta nome criativo né?
Mas ao contrário do primeiro esse eu gostei um pouco mais, ainda continua fraco para ser um filme de terror mas pelo menos esse é "mais bem filmado", o primeiro filme tem toda a cara de "extras dos filmes do Jack Chan" com movimentos e golpes lentos, parece ser baseado no game de 2008 também, tentando explicar um pouco mais da história de Carnby que ficou meio obscura no primeiro filme.
A única coisa que eu jamais entendi é que nos dois filmes quando algum personagem usa uma arma e dá  um tiro, as balas parecem sair mais lentamente a ponto de você poder ver elas passando no ar, acho que dá até pra calcular a distância que sai uma da outra se prestar atenção. =P

Veja o trailer do segundo filme:



Jogando Alone in The Dark: The Death Investigation no Linux 

É possível jogar este título no Linux com uma jogabilidade perfeita através de sua versão para Nintendo Wii usando o Emulador Dolphin que foi citado no início do post.
A jogabilidade é fluída, e como de costume não vamos deixar aqui qualquer link de download pois o game é pago, mas emular games não é pirataria, então deixamos a seu encargo como você vai conseguir a ROM para jogar, lembrando que a única maneira de um ROM ser legal é você possuir a versão original e usar a ROM como backup, para se ter uma ideia e deixar o artigo ainda mais completo, o tio Dionatan aqui foi pesquisar o preços dos games em alguns sites internet à fora e você encontra ele por até R$57,00, um preço relativamente baixo para os padrões brasileiro.
E se vale a pena jogar? Vale sim, com toda a certeza!

Até a próxima e deixem sugestões para futuras postagens para a série "Jogando no Linux - Análise e Sagas"


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Ubuntu 12.10, terá uma versão Gnome

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terça-feira, 29 de maio de 2012

É, parece que depois de muita reclamação a Canonical resolveu, trazer o Gnome devolta ao Ubuntu. Mas calma, não pule de alegria ainda, isso não quer dizer que o Unity será deixado de lado e o Gnome voltará a ser o “desktop” padrão.
O anuncio foi feito durante o primeiro Ubuntu Developer Summit desse ano,  no qual foi citado  a criação de uma nova “derivação” do Ubuntu, assim como o Kubuntu, Xubuntu, Lubuntu, agora seria desenvolvida uma versão  com o Gnome Desktop padrão, isso quer dizer sai o Unity e entra o Gnome Shell.
 A “versão” ainda sem nome oficial, já estará presente na próxima versão do Ubuntu 12.10.  Alguns nomes já foram citados, como: GNOME OS, GNObuntu, Ubuntu GNOME, UbuGNOME, ou GNOME Ubuntu. O mais obvio, pelo menos para mim, seria Gubuntu, mas acho que isso não é possível, devido ao já extinto Gobuntu, uma antiga versão do Ubuntu que só continha pacotes livres. Como os nomes são muito parecidos, é provável que Gubuntu, não seja escolhido.
Além da saída do Unity, essa versão do Ubuntu com Gnome, terá algumas aplicações e características diferentes da sua distro principal, como por exemplo: Sai o LibreOffice e entra no seu lugar o Abiword e o Gnumeric, ao invez do tema padrão, é muito provável que tenhamos o Adwaita no seu lugar e quem sabe o Evolution entra no lugar do Thunderbird.
Por enquanto tudo ainda está muito crú, mas para os mais otimistas é a luz no fim do túnel, principalmente se for para dar adeus ao Unity.  Na minha opinião, a Canonical demorou muito para trazer essa opção a e seus usuários.
Quero só ver o que eles vão fazer se essa versão for mais amada que a versão Unity, já imaginou UbuGNOME  ultrapassou o Ubuntu no Distrowatchs?

KDE: um grande amigo

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segunda-feira, 28 de maio de 2012


Muito se aguardou do ultimo KDE, versão 4.8.x, a pois o lançamento oficial e algumas atualizações de correções simples, podemos dizer que o KDE chegou a sua verão mas estável 4.8.3. Depois de um longo período utilizando o ultimo release, iremos descrever as impressões.
Esta versão, 4.8.3, do KDE é de longe a mais madura até o momento, depois de duas versores muito falhas, 4.6 e 4.7, eles se redimiram com o ambiente mais estável e enxuto até o momento.

Muitos bugs, erros serrilhados, incompatibilidades e outros, foram removidos ou reparados, tornando a experiencia muito mais rica e agradável. Um grande destaque para o navegador de arquivos Dolphin, que recebeu muitas melhorias e um efeito de organização muito agradável, e muitas palmas para o Kwin, gerenciador de janelas padrão do projeto, que está mais leve elegante e com transições muito bonitas e com o “nível de frescura ” na medida certa.


Se compararmos nosso ultimo poste, sobre o KDE, com este atual, a grande diferença está relacionada com o desempenho e estabilidade. Outro quesito tocado no ultimo poste falava sobre a proposta do ambiente, que por ser mais antigo que o Gnome, não traz consigo elementos modernos de desktop, ditos como tendencia, toda via, o KDE é muito moderno e pode ser dito como referencia ao computador de mesa, pois seu concorrente Gnome, tem objetivos diferentes, que é atender netbooks, notebooks, tabletes entre outros portáteis, não que o KDE deixe de suprir pequenas telas, ou mesmo o Gnome não possa ser usado por computadores comuns, mas ambos possuem enfoques diferentes.


Finalmente o KDE está maduro o suficiente para que usuário algum possa reclamar ou colocar defeito, claro que não vai agradar a todos, mas sem qualquer configuração prévia, é muito bem utilizável, estável, bonito e moderno. Para quem nunca testou, repito a afirmação, o KDE está “muito firme moleque”, e para quem já é velho usuário vale a pena voltar a utilizar, quem já esta no ambiente, experimente atualizar.

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