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Anunciado o HarmonyOS, o novo sistema operacional da Huawei

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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Ao longo de todo esse impasse, entre EUA e Huawei, noticiamos o desenrolar dessa história. Caso não tenha conhecimento, leia a primeira postagem aqui do Diolinux sobre o relacionamento complicado entre os Estados Unidos e a Huawei.

huawie-hongmengos-harmonyos-smartphone-android-unix-linux-tv-laptops

Alguns cogitaram a possibilidade da Huawei criar parcerias com outras empresas e embarcar Linux em seus laptops, escrevi um artigo acerca do tema, enquanto outros apostaram em um sistema que funcionasse em ambas plataformas. Informações de usuários que testaram o então denominado HongMeng OS foram detalhadas nesta postagem.

Fim do mistério?


Afinal, é HongMeng OS ou HarmonyOS? Acontece que ambos estão corretos, entretanto, HarmonyOS é o nome em inglês. A Huawei fez diversos registros de nomes e antes de seu pronunciamento oficial, ainda existia muita especulação quanto ao nome correto. HarmonyOS será adotado globalmente.

Em sua conferência para desenvolvedores deste ano, a Huawei anunciou seu novíssimo sistema operacional e revelou mais detalhes e possíveis planos para o mesmo.

O HarmonyOS é um sistema baseado em microkernel, que pode executar diversas operações de Linux, Unix e Android, tudo na mesma plataforma. Seu foco é suportar um vasto portfólio de dispositivos e cenários. Tablets, TVs, dispositivos IoT, Wearables, PCs e muito mais opções. Além das fabricantes poderem embarcar o HarmonyOS. O lançamento da solução chinesa foi acelerado, devido a toda situação desconfortável com os EUA. Segundo Yu Chengdong, CEO da Huawei Consumer BG, que o sistema da empresa foi projetado para funcionar em várias plataformas e que uma possível migração de Android para HarmonyOS seria algo relativamente simples. Isso, se por algum motivo a Google deixasse de ser parceira da empresa.

Yu revelou que inicialmente o sistema tinha data prevista de lançamento para meados de 2020, mas devido aos problemas com os EUA, a empresa empenhou-se no desenvolvimento de sua solução, investindo em 4000-5000 pessoas para tornarem o projeto viável antes da data.

O HarmonyOS é software open source, segundo a Huawei não é baseado em Linux (mas pode trabalhar com o mesmo) e tem previsão de lançamento junto a TV Honor Smart Screen, amanhã dia 10 de Agosto. Assim maiores detalhes serão revelados, lembrando que essa conferência (HDC 2019) tem como foco os desenvolvedores. Sendo de código aberto a empresa visa acelerar sua adoção e desenvolvimento.

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Espelhe a tela do seu Android no seu Linux com o ScrCPy

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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Muitos usuários de Linux gostariam de espelhar a tela do seu smartphone Android no desktop, para que seja possível acessar apps que só estão disponíveis para ele ou algum outro afazer. O scrcpy, do pessoal da Genymobile, vem para trazer essa facilidade tão aguardada.


Espelhe a tela do seu Android no seu Linux com o ScrCPy






Em seu blog, os desenvolvedores mostram a nova ferramenta, que diferente dos seus emuladores Genymotion Desktop (pago) e o Genymotion Personal Edition (free), ela não emula nenhum aparelho, ao invés disso, você pode fazer uso do seu próprio Smartphone, fazendo apenas o espelhamento da tela do celular no pc, ainda em desenvolvimento, como o AirDroid e Vysor, que nas versões mais completas são pagas. 




O scrcpy é o projeto open source deles, com isso você pode acompanhar o progresso, além de “fiscalizar” o código dele sem problemas.

Instalação do scrcpy no Linux


Existem várias formas de instalar o software no Linux. A principal é instalando o Snap dele, se o seu sistema não tem suporte a Snap, veja esse tutorial que ensinará a instalar no seu sistema. Feito isso, basta rodar o seguinte comando no terminal:

sudo snap install scrcpy

Para os usuários Arch e Manjaro, basta procurar no AUR por “scrcpy’ e mandar instalar. Quem estiver no Gentoo, tem um EBUILD também, que é o scrcpy/. Se você não quiser usar o snap ou a sua distro não tem suporte, você pode compilar ele, seguindo o tutorial dos desenvolvedores, preste atenção nas dependências.

Para rodar a aplicação, você vai precisar do terminal por hora, apenas digitando scrcpy. Mas muito provavelmente em um futuro próximo ele terá uma interface gráfica para facilitar tudo.

Fizemos um vídeo no canal para mostrar ele em funcionamento, tá bem bacana, inclusive, mostramos como criar um atalho para facilitar a abertura da aplicação sem abrir o terminal toda a vez

         

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Integre seu smartphone Android com o Ubuntu via KDE Connect

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terça-feira, 23 de julho de 2019

O KDE Connect é muito popular entre os usuários Linux, seja no Plasma ou em outros ambientes gráficos, a ferramenta é indispensável para quem possui um smartphone Android.

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Antes de demonstrar o processo de instalação do KDE Connect, irei abordar algumas de suas principais features:


  • Indicador no painel que mostra seus dispositivos sendo, nome, status e bateria
  • Acessar os arquivos do smartphone via SFTP;
  • Enviar arquivos, URLs e SMS ao Android;
  • Encontrar o smartphone, mediante efeito sonoro;
  • Notificações no desktop Linux;
  • Apresentação de Slides remota;
  • Controle multimídia;
  • Executar comandos no Linux via app do KDE Connect no Android;
  • Controlar remotamente o cursor do mouse, com navegação a gestos (estilo touchpad de um laptop);
  • E muito mais…

Para o funcionamento do KDE Connect são exigidas alguns requisitos:


  • Possuir o KDE Connect instalado em seu sistema (instalado por padrão no Plasma);
  • Ter instalado o indicador do KDE Connect em outros ambientes gráficos que não seja o Plasma;
  • Possuir o app Android em seu smartphone;
  • Estar na mesma rede wi-fi (smartphone e pc);
  • Ter as devidas permissões e estar pareado (smartphone e pc).

Instalando o KDE Connect em sua distribuição Linux


O primeiro passo é baixar o app Android diretamente da Google Play, você pode pesquisar diretamente na loja, quanto acessar por este link.

Como mencionei anteriormente, o KDE Connect já vem por padrão no ambiente KDE Plasma, assim basta baixar a aplicação Android.

Para usuários da interface padrão do Ubuntu, o Gnome-Shell, existe uma extensão chamada GSCconnect. Pesquise por ela na loja e instale normalmente, com esse complemento o KDE Connect é instalado sem a necessidade de dependências em Qt.

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Caso utilize outra interface gráfica, que não seja o KDE Plasma ou Gnome-Shell, será necessário instalar o KDE Connect e o Indicador do KDE Connect. O último foi desenvolvido para integrar o KDE Connect com outras interfaces que não sejam o Plasma. O procedimento é igualmente simples, pesquise na loja por: “kdeconnect” e instale o KDE Connect. Seu indicador será instalado automaticamente como dependência do primeiro pacote. Antigamente era necessário adicionar um PPA (que o próprio desenvolvedor do KDE Connect afirma não estar atualizado e a procura de um novo mantenedor) ou via DEB. Atualmente nada disso é preciso.

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Configurando o KDE Connect


Após instalar o KDE Connect em ambos os devices, smartphone e PC, você terá que emparelhar os dispositivos. Abra o Indicador do KDE Connect (GSConnect inicia junto ao sistema) e no app do Android acesse o “menu hambúrguer” e clique em “Emparelhar novo dispositivo”. Se ambos estiverem na mesma rede wi-fi uma mensagem solicitando o emparelhamento aparecerá.

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KDE Connect e GSConnect possuem a mesma lógica de funcionamento e suas interfaces com opções semelhantes por exemplo, em comandos costumo adicionar 2 para gerenciar o volume do meu computador diretamente do smartphone (a imagem a seguir é do GSConnect).

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No app do Android você encontrará diversas opções, como: Enviar arquivos, Apresentação de slides remota, Controle multimídia (caso esteja reproduzindo um filme com o vlc, por exemplo), Executar comando (que você tenha configurado no PC) e Introdução de dados remota (um “mouse virtual”).

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Caso queira ver o KDE Connect em funcionamento, fiz um vídeo há algum tempo em meu canal OSistemático, atualmente utilizo o GSConnect, porém, a lógica é idêntica. Afinal, ele nada mais é que uma implementação gráfica para a interface Gnome-Shell. (No vídeo abordo como adicionar o Indicador do KDE Connect para iniciar junto ao sistema, no caso do GSConnect não existe essa necessidade).


Sem sombras de dúvidas o KDE Connect é uma aplicação que todo usuário de Android e PC deveriam ter, aliás, quem nunca quis ficar deitado e controlando o computador à distância (😁😁😁), mas claro que sua utilização pode ser bem mais interessante. Integrar as notificações do Android, responder as mensagens diretamente pelo computador, são detalhes que tornam a experiência bem prática.

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Huawei continua investindo em seu sistema HongMeng OS

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Após “climão” com o governo americano, a chinesa Huawei empenhou-se ainda mais no desenvolvimento de sua solução mobile, mesmo com a “temporária bandeira branca” a empresa segue no desenvolvimento do HongMeng OS. Noticiamos todo caso, neste post.

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Desenvolvido “à 7 chaves”, HongMeng OS até o momento é o nome do novo sistema empresa, podendo mudar futuramente. Ele está repleto de mistérios e pouco se sabe sobre o mesmo. A Huawei vem sendo rigorosa em seus testes e recrutando diversos chineses para tal tarefa. Ao que tudo indica, mesmo utilizando o Android da Google, a empresa tem seu plano de escape. Obviamente, que a situação com o governo americano é bem delicada e incerta. Com isso a gigante da China já se prepara para o pior, uma possível ausência do robozinho verde em seus futuros smartphones. 

Um desses testadores entrou em contato com o site Huaweicentral e relatou sua experiência de uso com o sistema. Claro, que imagens e vídeos não foram mostrados, pois, a empresa é bem rigorosa e controla todo e qualquer acesso durante os testes no HongMeng OS. Todavia, podemos ter um vislumbre com as funcionalidades relatadas por este usuário.

Possíveis features do HongMeng OS


Conforme o relato do usuário que testou o sistema, algumas de suas features e características são:

  • Interface totalmente diferente da EMUI ( utilizada atualmente no Android pela Huawei), com ícones reprojetados, toques e sons diferenciados, animações e transições mais rápidas e suaves. Novo painel de notificação e uma barra de pesquisa relativamente grande;
  • Interface do usuário com ativação por telefone, novas opções de animação e personalização por padrão;
  • Suporte ao Always on Display (AOD), que é um recurso que possibilita ver informações ao bloquear e desligar a tela. Com isso o AOD do HongMeng OS não apenas traria a opção de apresentar as horas na tela, como: lembrete de mensagens, widgets e muito mais;
  • Novo modo de lembrete de mensagens;
  • App de câmera possuindo uma interface concisa e de fácil entendimento. Este lembra ao atual app da empresa (no Huawei P30), porém, com alguns controladores e aspectos adicionais.

Curiosamente alguns recursos do sistema não poderiam ser “clicáveis”, isso pode significar duas coisas. A interface ainda está em pleno desenvolvimento, que é o “mais provável”, ou a Huawei não quer “entregar de bandeja” todas as novidades de seu sistema operacional. Continuando o seu relato, o testador observou que as alterações feitas nas funcionalidades do SO, transpareciam uma sensação de novidade, com alguns pequenos detalhes que causavam este efeito. Ao ser questionado pela Huaweicentral sobre qual aparelho o teste estava sendo realizado, o usuário negou-se a dar tal informação.

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Existem rumores que a Huawei planeja lançar seu sistema operacional com o seu carro-chefe, o Huawei Mate 30. Mas, nada confirmado pela empresa. Podemos observar que essas novidades não são pensadas para a EMUI, algo que também era especulado. Não sabemos se o HongMeng OS será unicamente focado no mobile ou se a Huawei planeja embarcar seu sistema operacional em laptops. Chegamos a especular sobre este tema nesta postagem, caso queira ver uma possibilidade, além do uso do HongMeng OS, em laptops da marca. E se fosse Linux?

Agora é esperar e ver em que toda essa história resultará, então, participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Huaweicentral.
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App da Mixer para Android e iOS ganha novidades

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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Quem é do mundo dos games, provavelmente conhece a Twitch, site onde se concentra uma boa parte dos streamers de games do mundo. Mas que ultimamente ganhou alguns concorrentes de peso, como a Mixer e o Facebook Gaming.


App da Mixer para Android e iOS ganha novidades





A Mixer, é a plataforma de streaming de jogos da Microsoft, que funciona bem parecido com a Twitch, e que vem atraindo alguns streamers insatisfeitos com o site “roxinho da força”.

Recentemente, a Microsoft lançou algumas novidades no app da Mixer, tanto para Android quanto para iOS. Além das correções de bugs e aperfeiçoamento do código, as novidades foram (segundo a descrição na página do app):


“Com o novo app Mixer, você pode fazer mais do que apenas assistir — você pode participar da ação! Escolha direta de jogos, inserção de objetos, seleção de sons e muito mais. Inscreva-se agora para experimentar o futuro do streaming interativo ao vivo de jogos como: Minecraft, a série Telltale Crowd Play (Guardians of the Galaxy, Minecraft Story Mode Season 2, Batman & The Walking Dead) Killing Floor 2, Death’s Door, Hello Neighbor e muito mais! 

· Participe de seus streamings favoritos influenciando ou mudando a ação de jogo do streamer

· Interaja e converse com menos de um segundo de latência. Essa é a tecnologia FTL (Faster Than Light, "Mais rápida do que a luz").

· Personalize seu conteúdo para que você seja encontrado mais rápido pelos Seguidores"

Para baixar o app da Mixer atualizada, basta clicar nos links para o seu sistema: Android e iOS

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Atualização do VLC corrige falha grave de segurança

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domingo, 30 de junho de 2019

O VLC Player, é uns dos mais famosos players de música e vídeo entre as plataformas. Tanto que existem versões dele para Linux, Android, macOS, iOS,  Windows e até além disso, como mostra o site oficial. Reproduzindo quase todos os formatos do mercado, só ficando de fora alguns muitos específicos.

Atualização do VLC corrige falha grave de segurança





Por ser bem popular, ele acaba recebendo ataques corriqueiramente, das mais diversas formas. Com esses ataques, foram descobertas duas vulnerabilidades no aplicativo, que poderiam dar alguma dor de cabeça aos usuários, sendo assim, a atualização é recomendada.

A primeira foi a CVE-2019-5439, que segundo o relatório do NIST ( National Institute of Standards and Technology) informa, existia uma vulnerabilidade que pode “estourar” o buffer no VLC Media Player <3.0.7, causando uma falha que pode se acarretar em uma execução remota de código.

Já a segunda, é a CVE-2019-12874, que segundo o NIST, é “Um problema que foi descoberto em zlib_decompress_extra in modules/demux/mkv/util.cpp no ​​ VLC media player 3.x até 3.0.7. O demuxer Matroska, enquanto analisa um tipo de arquivo MKV mal formado, tem um double free.

Isso rendeu um posto do Jean-Baptiste Kempf, presidente da VideoLAN, em seu blog, falando sobre essas e as outras 31 vulnerabilidades.

Então se possível, atualize o seu VLC o mais breve possível.

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YouTube Music agora possibilita o download de até 500 músicas

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sábado, 29 de junho de 2019

O YouTube Music está expandindo seus horizontes com a adição de novos recursos, por hora ainda não é a integração com a plataforma Google Play Music. Porém, é um recurso significante para a utilização de muitos usuários.

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A plataforma de streaming de músicas do Youtube vem ganhando espaço entre os “audiófilos” e um recurso interessante acaba de chegar ao serviço. Uma das funcionalidades do app, chamado de “Mixtape off-line”, passou a efetuar download de músicas de forma inteligente. Isso garante que mesmo sem conexão com a internet as músicas estejam disponíveis. Claro, que o tal recurso pode ser desabilitado e conta com uma opção manual, escolhendo “a dedo” as músicas desejáveis para uma situação “sem a web”.

O algoritmo embutido no YouTube Music, durante a noite e conectado ao wifi, identifica suas predileções musicais e baixa as músicas que você mais gosta e ouve. Tudo é configurável, mesmo no modo manual, você pode baixar até 500 músicas.

A nova possibilidade está disponível para assinantes do YouTube Music Premium, na qual temos um vídeo explicando um pouco mais sobre essa plataforma.


Caso queira experimentar, você pode avaliar gratuitamente por 1 mês e desfrutar de outras opções que no modo gratuito não estão disponíveis, como: ouvir músicas offline, com a tela do aparelho bloqueada, ausência de anúncios e muito mais. O plano mensal custa R$ 16,90 e existe um plano família ou assinatura de estudante. Para maiores detalhes acesse o link. Você também pode ouvir suas músicas via o app do YouTube Music para Android ou iOS ou acessar diretamente em seu navegador favorito.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: The Verge.
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Mozilla lança novo navegador para o Android

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Recentemente noticiamos sobre os novos rumos que a Mozilla vem traçando, mudando a identidade visual de suas soluções e planejando novos serviços. Agora, a investida é introduzir um novo e reformulado navegador para plataforma Android e substituir seu atual app do Firefox.

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Intitulado “Firefox Preview” a nova aplicação da “raposa de fogo”, voltada a navegação web no Android, está em fase de “teste piloto”. O curioso que a lista de navegadores web da Mozilla para Android, só cresce. São diversos programas: Firefox, Firefox Focus, Firefox Lite e enfim, Firefox Preview. 

Com uma interface de usuário minimalista e totalmente reformulada, o novo browser promete ser até 2 vezes mais rápido que seus antecessores e não ser tão dependente da Google. Isso porque o novo mecanismo de navegação do Preview é próprio da Mozilla, o GeckoView. Anteriormente o “motor” utilizado era o Blink, do Chromium, utilizado no Google Chrome e outros navegadores baseados nele. Outras aplicações da Mozilla já utilizavam o GeckoView, como o Firefox Reality e o Firefox Focus. Essa escolha permite a utilização de suas próprias APIs e maior controle.

“Enquanto todos os outros principais navegadores do Android hoje são baseados no Blink, portanto, refletem as decisões do Google sobre dispositivos móveis, o mecanismo GeckoView do Firefox garante a independência de nós e de nossos usuários”, afirmou a Mozilla em seu blog oficial.

Firefox Preview o futuro do Firefox no mobile


A competitividade entre Firefox e Chrome torna-se mais acirrada, possibilitando maior gama de escolha ao usuário, ao invés, de mais do mesmo. O Firefox Preview por padrão bloqueia os rastreadores. Isso possibilita uma navegação mais rápida, pois, esses anúncios segmentados não irão influenciar o tempo de carregamento das páginas. A gerente de produtos sênior do Firefox Mobile, Vesta Zare, conclui: 

“As melhorias de velocidade são impulsionadas em grande parte pela proteção abrangente de rastreamento que está ativada por padrão no Firefox Preview”.

A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android, assim o Firefox Preview ocupará sua atual posição. No momento o app não conta com o idioma Português, no entanto, isso não dificultou a minha utilização, pois a interface é intuitiva.

Um pouco do Firefox Preview


Ao iniciar o navegador pela primeira vez, configurações iniciais são indicadas para serem feitas, como: conectar-se ao serviço do Firefox (permitindo acesso do histórico, favoritos, senhas entre as diversas plataformas), tema.

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A possibilidade de desativar o bloqueio de rastreadores, indicativo da navegação anônima e o termo de privacidade.

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Algo que chamou minha atenção foi a localização da barra de buscas (ou URL). A mesma fica na parte inferior do app, e navegando utilizando apenas uma mão, é muito confortável e acessível.

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A visualização das abas abertas e adição de novas, também é bem intuitivo.

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Durante a navegação não identifiquei eventuais bugs ou lentidão, entretanto, fique avisado que o app não possui todas as opções, comparado ao “seu antecessor”. Digamos, que as principais “que o povão usa”, estão todas ali. Claro, que isso num aspecto geral, evidentemente com o tempo, novos recursos vão compor o app.

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A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android e focar no desenvolvimento e amadurecimento do Preview, caso tenha interesse em testar o navegador, acesse este link. Ele te levará diretamente à Google Play Store.

Já testou o Firefox Preview? Espero que esse não seja mais um app “Firefox’ a ser descontinuado”, afinal, quanto mais concorrência, melhor. 

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Prós e contras dos apps de pagamento

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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Tornando-se cada vez mais comum entre compradores virtuais, os aplicativos para pagamentos são apresentados aos consumidores como uma opção segura ao uso dos tradicionais cartões ou boletos. Há inúmeros serviços online que aceitam pagamentos digitais como forma de pagamento, incluindo jogos e apostas, por exemplo.

Aplicativos de pagamento para Android




É realmente possível realizar um pagamento seguro com AstroPay, PicPay, Google Pay, Ame Digital e afins? Mais que isso, é possível utilizá-los no mundo offline com eficiência? Para saber um pouco mais sobre as principais vantagens e desvantagens de pagar utilizando aplicativos de pagamento, continue conosco e descubra.

Pró: Não é preciso fazer inúmeros cadastros


Uma das principais reclamações de quem faz compras online costumeiramente é a necessidade de inserir ou cadastrar os dados de seu cartão de crédito em cada loja que desejar fazer um pedido.

Além da burocracia necessária para fazer o cadastro, é preciso cuidado e atenção com o prazo de validade dos cartões, que precisam ser atualizados de tempos em tempos. Vale ainda citar que antes de fazer o cadastro de seu cartão em qualquer site, é preciso verificar os certificados de segurança para evitar possíveis fraudes.

Por isso, os aplicativos de pagamento podem ser uma excelente opção para quem realiza compras em várias lojas virtuais diferentes, afinal, todos os seus dados bancários ficam centralizados no aplicativo, evitando a necessidade de múltiplos cadastros.

Contra: Muitos estabelecimentos ainda não aceitam o pagamento por aplicativos


Se você acha que poderá utilizar seus aplicativos de pagamento em todas as suas operações financeiras e compras, está redondamente enganado.

A maioria dos estabelecimentos comerciais possui parcerias específicas e em boa parte dos casos, as lojas limitam a algumas empresas, operadoras bancárias e em alguns casos, incluem aplicativos de pagamento.

Apps Android

Existem lojas ou empresas que possuem parcerias específicas, como a Vivo, que permite que você faça recargas em telefones pré-pagos diretamente via PayPal, mas são poucas as lojas brasileiras que aceitam aplicativos de pagamento; algo ainda mais raro quando se fala de lojas físicas.

Por isso, se você pretende deixar a sua carteira de lado e realizar todas as suas operações financeiras utilizando um aplicativo, verifique quais estabelecimentos são parceiros do programa que você pretende utilizar e se possuem o dispositivo necessário para receber, como QR Code, por exemplo — e não esqueça de verificar no local se o serviço de pagamento está disponível. Assim, você se poupará de inconvenientes e dores de cabeça.

Pró: Eles funcionam como uma “carteira virtual”



A maioria dos aplicativos virtuais, além de permitir que você centralize seus pagamentos com cartão de crédito, conta com o recurso de carteira virtual. Com ele, é possível manter valores depositados — tal como em uma conta corrente — e utilizar o saldo como forma de pagamento.

Existem aplicativos que permitem, além dos depósitos e operações pessoais, o envio e recebimento de dinheiro de clientes ou amigos, utilizando seu saldo ou um cartão de crédito para realizar a operação. Desta forma, você pode, por exemplo, dividir a conta em um restaurante ou efetuar pagamento com muito mais facilidade e segurança.

Contra: Alguns aplicativos não permitem que você saque o saldo disponível


Apesar de muitos aplicativos funcionarem como carteiras digital, alguns deles não possuem parcerias com bancos brasileiros para que você possa solicitar o resgate do saldo que estiver disponível em sua conta.

Desta forma, você ficará restrito a utilizar esse valor em compras ou serviços de empresas que aceitem o aplicativo como forma de pagamento ou a enviar para terceiros, sem dispor da opção de receber o dinheiro em mãos, como faria com uma conta convencional.

Antes de criar uma conta em um aplicativo de pagamento, vale a pena verificar se ele possui parceria com o banco que você utiliza e se é possível realizar depósitos e retiradas com facilidade. Assim você não ficará restrito ao mundo virtual no momento de realizar suas operações financeiras.

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Até a próxima!
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GPUs “AMD Radeon” em smartphones

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Após ter anunciado uma parceria com a Samsung, a empresa norte-americana AMD, teve um crescimento de 7% em suas ações na bolsa de valores (Nasdaq). Então uma grande mudança de mercado poderá acontecer.

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Em 2009 a AMD vendeu sua divisão Imageon, de processadores para celulares, para a Qualcomm. Agora a empresa faz uma parceria com a sul coreana Samsung, esquentando o mercado mobile e fomentando a concorrência dos processadores Samsung contra os da Qualcomm. Maiores detalhes não foram revelados, porém, sabemos que a AMD licenciará sua propriedade intelectual (IP) de processadores gráficos a Samsung. A utilização será em dispositivos móveis, sendo quaisquer tipos de gadgets inclusos nessa premissa, incluindo obviamente os smartphones da empresa.

“Esta parceria estratégica estenderá o alcance de nossos processadores gráficos Radeon de alto desempenho para o mercado de telefonia móvel, expandindo significativamente a base de usuários e o ecossistema de desenvolvimento Radeon”, afirma Lisa Su, atual presidente-executiva da AMD. 

Com isso a Samsung pagará royalties a AMD ao utilizar sua tecnologia. É interessante citar que nos consoles a AMD é “campeã”, pois, tanto a Sony quanto a Microsoft utilizam soluções gráficas da empresa. Já o Nintendo Switch possui um processador gráfico NVIDIA.

Essa notícia me alegrou bastante, fico muito empolgado com as possibilidades. Conforme uma empresa desenvolve e aperfeiçoa seus produtos, a concorrência é “obrigada” a fazer o mesmo ou ficar para trás. No final da história, somos nós consumidores que saímos beneficiados.

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Fonte: Reuters.
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Microsoft revela o futuro do Windows

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quarta-feira, 29 de maio de 2019

O Windows 10 é um “tabu” para diversos usuários, devido a sua atual política de atualizações com diversos erros e outros por menores. Entre alguns amigos técnicos em informática, há quem ame e quem odeie o sistema. Particularmente não estou entre os “odiadores”, entretanto como todo sistema operacional existem aspectos “que não curto”.

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Em uma publicação no blog oficial da Microsoft, o vice presidente corporativo de vendas para consumidores e dispositivos, Nick Parker discute a visão da empresa de um sistema operacional moderno e robusto. Ao apresentar os novos PCs com Windows que compunham a Computex 2019, diversas declarações foram feitas de um sistema operacional moderno, na qual pressupunha-se que seja o futuro do Windows. Afinal, não faz sentido a empresa enaltecer recursos e características, dizendo ser um sistema moderno, se esse não é o próprio Windows (mesmo que em uma visão do futuro).

Esses novos PCs modernos e dispositivos inovadores que o ecossistema continuará a construir e levar ao mercado no futuro exigirão um sistema operacional moderno”, diz Nick Parker. Nas palavras de Parker podemos observar que o tal ”sistema moderno” ainda não existe, ou está em constante desenvolvimento. Algo que encaixa-se perfeitamente com o Windows no cenário atual e suas atualizações, desculpem as palavras, desastrosas.

Nick Parker continua, "Atualizações modernas do sistema operacional são feitas de forma invisível em segundo plano; a experiência de atualização é determinística, confiável e instantânea, sem interrupções! Um sistema operacional moderno, também é seguro por padrão, o estado é separado do sistema operacional; o cálculo é separado dos aplicativos; isso protege o usuário de ataques mal-intencionados durante todo o ciclo de vida do dispositivo“. Estaria a Microsoft planejando um Windows com abstração total de suas aplicações e o sistema? Um tipo de “sandbox” em apps Windows. Como as palavras de Parker sugerem, as aplicações serão separadas do “core” do sistema, um conceito que já conhecemos no Linux com tecnologias como o Flatpak e Snap por exemplo. Outro ponto é sobre a segurança das atualizações, e quem conhece um pouco sobre atualizações atômicas e OSTree, sabe que tais métodos asseguram a integridade do sistema. Tudo indica que o Windows no futuro utilizará métodos semelhantes. Com uma tecnologia dessa por trás, o usuário teria a total segurança de uma atualização em background, mesmo caso fosse interrompida. Por conta da forma que tais procedimentos ocorrem o sistema não seria afetado. Tudo isso me faz pensar no Endless OS e o Fedora SilverBlue, o sistema inquebrável. Recomendo que assistam o vídeo do canal Oficina do Tux e entenda um pouco sobre essa tecnologia.




Com todos os problemas que o Windows 10 vem passando com seus updates, não é de se estranhar que a Microsoft esteja pensando em uma forma de contornar tais erros e tornar seu sistema “mais moderno”. Nick Parker também sugere que por meio da nuvem e inteligências artificiais, o tal sistema moderno poderá identificar os padrões de uso do usuário e efetuar as atualizações conforme o perfil de cada um. “Essas experiências são alimentadas por AI , então um sistema operacional moderno está ciente do que um usuário está fazendo amanhã e ajudando-o a fazê-lo, e aprimorando os aplicativos tornando-os mais inteligentes”.

Um sistema operacional moderno também é multi-senso. As pessoas podem usar a caneta, a voz, o toque e até o olhar”, diz Nick Parker. Indicando que acessibilidade é um ponto importante.

Outro ponto observado é a constante interação com a internet, algo que o tão citado sistema moderno deve possuir, possibilitando que o usuário esteja sempre conectado. Um conceito que a Microsoft adotou com o Windows 10 baseado em ARM. 

Segundo Nick Parker “A Microsoft está investindo para habilitar essas modernas experiências de SO e para oferecer novas que aproveitem os avanços do silício”. Lembrando que durante todas essas palavras em nenhum momento o Windows foi citado, todavia como já mencionei, a MS não falaria de algo que não almeja-se ao seu sistema. Caso contrário, o inúmeras vezes citado “sistema moderno” não seria o Windows e particularmente não creio que a empresa esteja falando de outro SO.

Mais funcionalidades foram ditas para o futuro do Windows como:


  • Serviços de reconhecimento cognitivo (para auxílio em marcação de fotografias do telefone);
  • Projeção da tela do Android no PC;
  • Usar o mouse e teclado na interação de aplicativos Android no PC;
  • Conteúdo do telefone no PC, utilizando Wi-fi ou LTE.

Outros assuntos foram abordados na postagem no site da Microsoft, IoT, Office 365, Hardwares etc. Caso queira maiores detalhes acesse o seguinte link.

A Microsoft vem demonstrando que está pensando em um futuro sólido para sua plataforma. Primeiro anunciaram seu novo formato de empacotamento, inclusive compatível com Linux, MSIX. Depois o WLS 2, incluindo o Kernel Linux dentro do Windows. E agora especula características comuns em algumas distribuições Linux, como o Fedora SilverBlue e Endless OS. Parece que a plataforma tende a evoluir e “pegar” o que tem de melhor em outros sistemas. Quem sabe assim usuários não sofrerão com atualizações do Windows 10 que infelizmente estão sendo verdadeiras “roletas russas”.

O que você acha sobre o futuro do Windows? Concorda com o “sistema moderno” tanto dito pela Microsoft? Que tal acessar o nosso fórum Diolinux Plus e continuar esse assunto.

Até o próximo post, sejam educados e complacentes nos comentários. Compartilhe e indique o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Wonder OS o novo hub de jogos Android e PC

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terça-feira, 28 de maio de 2019

A enigmática startup de tecnologia Wonder, vem desenvolvendo há a cerca de 2 anos um sistema focado em oferecer uma experiência de alto nível nos jogos, e isso tudo através do smartphone.

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A ideia inicial da empresa era desenvolver seu próprio hardware e embarcar seu sistema operacional Wonder OS, entretanto, ao que parece a mesma mudou de posicionamento, ao menos por hora, agora o alvo é englobar smartphones de diversas fabricantes. O Wonder OS é basicamente uma “skin” do Android, porém, refinado para agregar e ter como foco os jogos. Se inicialmente os planos eram embutir o sistema em smartphones da própria Wonder, agora o mesmo será distribuído como software para os demais devices.

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Indo além, não um simples launcher Android, um hub de jogos! 


A Wonder tem pensamentos ambiciosos quanto ao seu produto, propondo uma forma inusitada de experimentar os jogos no smartphone. Seu sistema Wonder OS possibilitará agregar jogos para Android e games para pc. No caso dos jogos de pc, o Wonder OS utilizará o sistema de stream de jogos, denominado WonderClound (Humm! Acho que já vi algo assim com um tal de Google Stadia 😁😁😁). Além da possibilidade dos títulos de pc e Android, haverá integração com a Twitch e serviços para streaming de suas jogatinas, toda uma comunidade, com grupos e amigos (como um “Discord + Steam”). Existirá a possibilidade de adquirir títulos diretamente do Wonder OS. Quanto aos emuladores, nada foi informado. 

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“Wonder OS estilo Nintendo Switch”


Outra característica interessante do Wonder OS é a capacidade de utilizar outras telas durante a gameplay. Com um conceito semelhante ao console híbrido da Nintendo, a Wonder desenvolveu acessórios que podem agregar ao uso de seu software. Embora pareça que a Wonder no momento não esteja interessada em vender seus próprios smartphones, ela venderá hardwares que possam ser conectados a telefones com o Wonder OS instalado. Isso inclui o Wonder Dock, possibilitando o uso em telas maiores como TVs, aproximando-se a experiência de um console tradicional. Há também o Wonder Gamepad, fazendo o papel de um “pro controller”, mais uma vez tornando o uso comparado ao de um console de mesa.

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Claramente podemos observar o quão ambicioso é o projeto da Wonder, sendo uma empresa principiante e relativamente pequena no mundo dos jogos, é de se temer quanto ao destino do Wonder OS. A concorrência está acirrada neste espaço, o Google e a Microsoft, por exemplo pretendem lançar seus serviços de streaming de jogos (Stadia e Xcloud, respectivamente). Existe o Nintendo Switch com uma experiência que une os 2 conceitos (portabilidade e “console de mesa”). Quem sabe na E3 2019 a empresa apresente mais informações sobre o Wonder OS, estamos na expectativa e torcendo para mais uma boa opção no mercado, afinal, quem sai ganhando somos nós consumidores.

Se interessou pelo Wonder OS? Você poderá tornar-se um beta tester gratuitamente, quer saber mais sobre, acesse o FAQ da Wonder.

E você o que achou do Wonder OS? Acesse nosso fórum Diolinux Plus e continue esse bate-papo bacana.

Te espero no próximo post do blog, SISTEMATICAMENTE! 😎

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League of Legends pode ganhar versão Linux, mas não como você imagina

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

O “Lolzinho”, como chamam os mais íntimos, é um dos jogos mais requisitados no Linux. Entretanto a Riot Games, empresa responsável pelo game, nunca demonstrou interesse em suportar a plataforma.

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Como “via de regra” os usuários Linux sempre dão “aquele jeitinho” (parece até brasileiro 😁😁😁), uma das alternativas é a execução via Wine, que permeiam internet à fora. Inclusive temos um vídeo demonstrando todo o procedimento via Lutris, em nosso canal Diolinux (acesse o site do Lutris, e  veja o estado atual de execução do game no Linux).



Outra possibilidade é a instalação do jogo via Snap (estou testando a solução). Caso não saiba o que é Snap, veja o vídeo logo abaixo e fique por dentro do assunto.


Entretanto mesmo com o funcionamento do game, com performance relativamente boa diga-se de passagem, eventuais updates no jogo podem ocasionar em seu não funcionamento. Algo que pode durar dias, ou até semanas. Uma situação bem desconfortável. O curioso que seu concorrente direto, o Dota 2, possui versão nativa para Linux, e vejo a cada dia jogadores migrando de um para o outro, devido essa ausência na plataforma (Ao menos é o que observo com alguns usuários Linux, especificamente).

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Rumor de nova versão do LOL


A chinesa Tencent Holdings Ltd está trabalhando com a Riot Games para desenvolver o LOL para duas novas plataformas, ao menos é a informação que o site Reuters afirma ter obtido de 3 fontes confiáveis. Porém não é a tão aguardada versão para desktop Linux, e sim sua versão mobile para Android. A segunda plataforma é o iOS. Mais uma vez nós usuários de Linux teremos que esperar uma possível versão nativa para desktop (Se o Android e o iOS com bases gigantescas, a Riot demorou tantos anos, não me espanta essa demora de uma versão desktop no Linux).

“As 3 fontes confiáveis do site Reuters”, estariam próximas a criação do título. Curiosamente a Tencent propôs um port do League of Legends há alguns anos, entretanto a Riot recusou a proposta, sem a parceria a Tencent em 2015 criou o game Arena of Valor (basicamente uma cópia do LOL para smartphones 😜😜😜).

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O nome destas fontes envolvidas na produção do LOL versão mobile, não quiseram se identificar, alegando que por conta desse envolvimento informações não poderiam ao menos serem repassadas. Por questões contratuais as tais fontes não podem se identificar, entretanto o site Reuters garante a credibilidade.

Esse possível desenvolvimento vem ocorrendo desde 2018, mas seu lançamento não ocorrerá em 2019.

E você o que achou da notícia? Particularmente não sou bom em MOBA. Porém vejo a importância do game num cenário Linux Desktop e fico decepcionado com o posicionamento da Riot quanto ao “Linûx”

Que tal continuar esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus? A galera lá também curte uma jogatina (Bora jogar Dota?).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Reuters
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Redream um ótimo emulador de Dreamcast para PC e Android

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

O Dreamcast foi lançado no Brasil em 10 de Outubro de 1999. Desenvolvido em uma parceria entre a Sega e Microsoft, o console possuía aspectos interessantíssimos como: Sua arquitetura baseada nos computadores, facilitando a vida dos desenvolvedores ao portarem games de pc ao console. Um sistema inteiramente baseado no Windows CE, que pasmem rodava semelhante a uma distro linux em “live cd”. Além de poder executar funções de computadores da época, como digitar textos, navegar na internet, ver vídeos e ouvir músicas. Pena não ter “emplacado” mundo afora, no entanto sendo extremamente popular no Japão.

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O Dreamcast teve um lugar importante em minha adolescência, onde passei bons momentos com seus vários títulos. Eis a oportunidade de desfrutar de seus games de Dreamcast, seja no Linux, Windows, macOS ou Android. 

Redream, bonito, simples e eficiente 


Quem é familiarizado no mundo da emulação talvez já tenha pensado no clássico emulador de Dreamcast, o Reicast, mas iremos falar de outra alternativa. O Redream é um emulador de Dreamcast que possui uma interface clean, organizada e bonita. Sua compatibilidade atual é de aproximadamente 80% dos títulos do console, então as chances de não executar aquele seu jogo favorito são pequenas. 

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O emulador possui duas versões, uma “Lite” e outra “Premium”, sendo a primeira opção gratuita e a segunda custando US$5 (dólares). A única diferença de uma versão para a outra é a possibilidade de, na Premium, contar com a opção de renderização em alta definição. Algo que particularmente não me fez tanta falta, entretanto fique a vontade para adquirir a alternativa paga.

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Um emulador “direto ao ponto”


O Redream é dotado de uma interface simplista e elegante, sem distrações ou configurações complexas. Dividido em 5 categorias (“abas”), sendo elas: Games, Library, Input, Video e System. O programa é de fácil compreensão.

Em “Games”, ficam todos seus jogos adicionados anteriormente na biblioteca do emulador. Um detalhe curioso, é a atenção de seus desenvolvedores pelo design da aplicação, pois ao adicionar um game na biblioteca o emulador automaticamente efetua o download de sua capa original.

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“Library” é onde você indicará o caminho de seus jogos do Dreamcast, basta clicar no botão “Add Directory” e caminhar até a localização de seus games.

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Na categoria “Input”, existirá a possibilidade de configurar 4 jogadores no emulador. Para configurar as teclas ou botões (caso possua um joystick), basta clicar na opção conforme o número do jogador, depois “Customize binds” e atribuir as teclas/botões correspondentes. Como citei anteriormente, os detalhes visuais e facilidades de uso é uma vantagem gigantesca do emulador. Um simples gesto de oferecer visualmente o modelo do joystick original do console, auxilia muito no ato da configuração. Algo que não me recordo ver em outros emuladores.

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Agora na opção “Video”, as configurações básicas podem ser realizadas, como alterar a resolução, execução em modo janela, aspecto da janela do emulador etc.

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Por último “System”, com opções de região do console, linguagem da interface do emulador e muito mais. No presente momento que escrevo este post, não existe a opção ”Português” no emulador, entretanto não será nada que dificulte sua utilização.

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Baixando a versão desktop do Redream


Efetue o download do emulador no seguinte link. Escolha entre a versão “Lite” ou “Premium”, logo após, você será encaminhado para uma nova página. Fica ao seu critério baixar a versão “Stable”, com recursos estáveis ou a versão “Developmement” que recebe novas features e é a versão “não tão estável”. Depois selecione seu sistema operacional, no meu caso irei clicar no botão com o pinguim, indicativo de Linux.

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Extraia o “arquivo tar.gz” e verifique se o executável, denominado “redream”, possui a permissão para execução. No Ubuntu basta clicar com o botão direito do mouse, ir em “Propriedades” >> aba “Permissões” e averiguar se a caixa de seleção está marcada (Permitir execução do arquivo como um programa).

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Execute dando 2 cliques ou clicando com o botão direito do mouse indo na opção “Executar”.

Veja logo abaixo um vídeo que fiz no OSistemático, nele demonstro o download, explicação e utilização do emulador Redream.


Versão Android do Redream


Recentemente o Redream recebeu uma versão Android, sua interface é idêntica a desktop. Assim sendo tanto no PC como no Smartphone sua utilização será semelhante (ao menos no aspecto do design do emulador). Para desfrutar dos games do Dreamcast no Android, basta possuir um smartphone com processador Snapdragon 630. Creio que a experiência será satisfatória, evidente que quanto maior a capacidade de processamento de seu gadget, melhor será a jogatina.

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E você jogava muito no Dreamcast? Já gastei horas e horas jogando Marvel vs Capcom, entre outros games.

Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera lá também curte uma jogatina.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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