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Segundo o presidente da Juventus, eSport vem tomando o lugar do futebol

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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Não é segredo para ninguém que o Brasil é considerado o país do futebol, ou já foi, pois os últimos anos estão sendo complicados para seleção brasileira. Mas este esporte também é muito popular ao redor do mundo, e diversos países praticam essa modalidade. No entanto, em pleno século XXI, a conhecida geração Z vem perdendo o interesse no futebol (ao menos em sua “forma tradicional”).

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Durante um evento realizado na Inglaterra o presidente do clube de futebol italiano, Juventus Football Club, fez diversas declarações quanto ao cenário atual do esporte em comparação com a modernidade dos últimos tempos. Segundo Andrea Agnelli, as agremiações precisam “mudar em relação ao comportamento do consumidor, olhando para a Geração Z e notar que os concorrentes do jogo são os eSports e Fortnite”.

Diante de várias presenças esportivas do futebol europeu, Agnelli deixou sua opinião e enfatizou que o mercado deve desempenhar ainda mais maneiras de atrair os jovens ao esporte tradicional. O esporte eletrônico tem crescido cada vez mais e o público mais novo não demonstra o mesmo interesse como no passado, configurando os eSports em uma ameaça ao futebol. 

“Precisamos mudar nosso olhar em relação ao consumidor. Estamos olhando para a Geração Z, os novos nativos digitais e que estão se tornando adultos. Precisamos ver como que esta geração se comporta e pensa, seriamente, que nossos concorrentes não serão clubes vizinhos, mas sim os esportes eletrônicos, League of Legends e Fortnite. O futebol ainda está crescendo em alguns países, mas em outros está perdendo relevância”.


O interessante em toda essa história, é que durante anos a mídia considerou os eSports apenas como “joguinhos de computador/videogames”, porém parece que alguns estão tomando conhecimento do tamanho do público e força dos esportes eletrônicos. 

Essa não foi a primeira declaração de um personagem importante do futebol, em janeiro o diretor-executivo do Liverpool, Peter Moore, em entrevista para revista Arabian Business disse:

“Noventa minutos é tempo demais para um Millennial ficar sentado no sofá. Quando observo a audiência e a quantidade de ingressos vendidos a esse público, me preocupo como CEO de um time de futebol que depende que a próxima geração de fãs nos assista”.

Moore ainda afirma que os clubes precisam evoluir tecnologicamente, e oferecer transmissões de uma forma que atraia os jovens, caso contrário essa parcela de espectadores será perdida.

O mundo vem mudando de forma que adaptações são necessárias, quem assim não proceder, perderá o lugar perante as novas tendências das próximas gerações. Com isso em mente, diversos clubes de futebol estão começando a investir nos eSports. Recentemente a equipe de Counter-Strike: Global Offensive FaZe, tornou-se parceira do Manchester City. Além de muitos outros clubes, inclusive no cenário brasileiro, como o Corinthians e Vasco.


Falando especificamente de alguns clubes de nosso país, o Corinthians ingressou no Free Fire, contratando uma equipe que está na Pro League. Esse não foi o começo do time no mundo dos eSports, mas caracteriza o interesse atual do clube. Já o Vasco, estuda a possibilidade de adentrar no mundo dos eSports via mobile e PES.


Você gosta de games? Jogamos diariamente vários títulos, até mesmo alguns famosos nas competições de eSports. Acesse nosso canal na Twitch.tv e venha participar de nossa comunidade de games no Linux.

Até o próximo post, e vida longa aos eSports, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: ESPN.


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Card Crawl um game de cartas que você tem que jogar

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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Se tem um estilo de jogo que eu mais gosto, sem sombra de dúvidas são os card games. Um que jogo desde criança é o Yu-Gi-Oh!, seja com cards físicos, videogames, ou simuladores. Sou tão apaixonado por esse estilo de jogo, que já criei vários cards games e boardgames quando adolescente, e atualmente desenvolvo um.

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Antes de falar sobre o jogo, quero deixar claro que essa postagem não possui nenhum patrocínio ou algo do gênero. Apenas gosto deste app, e depois que passei a utilizá-lo como passa-tempo, indiquei para alguns familiares e agora estou escrevendo tal postagem. Fiquei encantado com a proposta simples, mas, ao mesmo tempo sofisticada. O clássico “simples e complexo”, com mecânicas intuitivas para o jogador e desafiante conforme ganha mais experiência em jogo.

Card Crawl


O jogo constitui-se em você ir contra seu próprio deck (baralho). Seu objetivo é acabar com as cartas do deck e manter ao menos 1 ponto de vida. Por padrão são 54 cards, num misto de monstros, itens e efeitos. Combinando suas ações de forma lógica, sendo necessário em algum momento sacrificar sua própria ganância ou vida. Pois, no final de cada partida, um ranking demonstra sua pontuação e quantidade de moedas coletadas.

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Ao coletar essas moedas de ouro, você poderá desbloquear mais 35 cards de habilidades, permitindo aprimorar suas táticas e melhorar seus recordes.

São vários modos de jogo e com uma duração média de 2 - 3 minutos, algumas partidas mais desafiadoras podem perdurar por até 5 minutos. Um ótimo jogo casual, enquanto você espera em uma fila de banco, em um consultório e coisas do tipo. Alguns modos exigem conexão com a internet, outros não.


Baixe e experimente o Card Crawl


O jogo está disponível para Android, iOS e até possui uma versão para PC na Steam. Contudo, só foi portado para Windows e macOS. Para usuários Linux, que não queiram jogar via Android, o SteamPlay pode ser uma solução, entretanto, não existem reports de outros usuários no site protondb.

Vale mencionar que as versões para iOS e Steam são pagas. No Android o game é oferecido gratuitamente, porém com compras dentro do jogo. Até hoje não precisei gastar um centavo jogando, mas sei que algumas pessoas não gostam dessas microtransações (sou um desses, mas não me senti obrigado a fazer isso durante minhas jogatinas).


Acima estão todos os links para download, caso queira instalar via QR Code, utilize um leitor QR e instale mirando a câmera do seu aparelho Android na imagem a seguir.

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Recomendo o teste! Card Crawl é muito divertido e desafiador, um verdadeiro “agora é só relaxar” no fim do dia.

Saiba mais sobre o game por este link, o blog de seu desenvolvedor possui informações interessantes e eventualmente ele aborda sua relação com o Card Crawl e desenvolvimento.

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BlueMail um cliente de e-mail elegante

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Basicamente existem dois tipos de usuários de desktops, generalizando muito, os que acessam seus e-mails direto pelo navegador de internet e aqueles que preferem acessar através de outro app. Clientes de e-mails são bem famosos, e no mundo Linux não é diferente. Aliás, já fizemos uma postagem destacando alguns clientes de e-mails no Linux e você pode acessar por este link

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O BlueMail é um cliente de e-mail multiplataforma, disponível para Windows, Linux, iOS e Android. Com um visual moderno e elegante, a aplicação é minimalista e direta ao ponto. Talvez por conta de sua simplicidade alguns usuários mais avançados não ficarão satisfeitos com o programa. A meu ver o programa parece uma mescla entre diversos clientes atuais, com semelhanças e características que lembram o Mailspring, Geary e o próprio cliente de e-mail do Windows 10.

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Configurar uma conta é extremamente intuitivo, e mesmo que algumas partes de sua interface não esteja completamente traduzida para o português, não existe dificuldade. Iniciando o programa pela primeira vez, uma tela solicitando um e-mail aparecerá. Não é necessário um pré-cadastro ou algo do tipo, basta logar com sua conta (no meu caso, utilizei o Gmail).

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O Cliente suporta uma gama interessante de serviços, a qualquer momento você poderá adicionar outras contas. 

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Se você gosta de interfaces mais escuras, o BlueMail nativamente possui uma variante do “modo dark”. Sei que essa característica atrai muitos usuários, afinal, estou entre os mesmos (😂️😂️😂️).

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Possuindo uma organização concisa, alguns elementos, como painéis e listas de e-mails podem ser ocultados. Cada conta de e-mail pode ser visualizada separadamente ou unificada ao ser apresentada em tela. Mesmo não possuindo inúmeros recursos, foram os “pequenos detalhes” que me chamaram a atenção. Ao pesquisar pelos e-mails recebidos, você poderá mudar uma simples chave seletora e passar a filtrar apenas pessoas. Clicando nos três pontinhos, próximo a essa chave, mais opções aparecerão.

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Como mencionei anteriormente, existem partes na interface em inglês. Isso não chega a ser um empecilho, mas é um detalhe que não poderia passar despercebido, obviamente que essa questão pode influenciar na usabilidade, dependendo do perfil da pessoa. Neste aspecto o programa deixa a desejar, comparado a alternativas como o Mozilla Thundebird ou até mesmo o Outlook. Todavia, ao que tudo indica o público do BlueMail não é o usuário avançado.

Personalização não é o ponto forte do programa, entretanto funcionalidades interessantes estão presentes. Falo especificamente da “Assinatura”, um recurso que pessoas julgam ser importante. Existe mais, porém incentivo você a ter suas próprias conclusões sobre o BlueMail.

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Instalando o BlueMail


No início dessa postagem adicionei os links conforme cada versão do BlueMail, vale ressaltar que no Windows o programa pode ser encontrado diretamente em sua loja, assim como no Ubuntu.

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Por ser distribuído em Snap, o BlueMail poderá ser instalado facilmente na maioria das distribuições Linux. Contudo, o Snap deve ser configurado previamente em seu sistema, no Ubuntu esse passo não é necessário. Acesse essa matéria e habilite o suporte ao Snap em sua distribuição. Lembrando que dependendo de sua distro, o processo só poderá ser feito via terminal, pois nem toda loja possui o suporte aos pacotes em Snap.

Após ter configurado, e se preferir instalar via terminal, proceda desta maneira:

sudo snap install bluemail

Caso queira remover o app:

sudo snap remove bluemail 

Particularmente vivo mesclando entre clientes de e-mails e via web, atualmente estou utilizando direto do navegador, mas confesso que depois do último lançamento do Geary, venho testando novamente diversas aplicações. Sei que as interfaces web evoluíram de tal maneira que para muitos, aplicativos nesse estilo são redundantes. Todavia, ter opções é algo bom e creio que vários usuários gostam de conhecer alternativas e novidades.

Reforçando, vale o teste, porém se você está acostumado com as infindas opções do Thunderbird, o BlueMail não será de seu agrado. Outro detalhe que vale mencionar, foi a ausência de um ícone na tray (bandeja) do sistema. Não sei se o problema é relacionado ao Snap atual, só sei que nas capturas de telas na Snapcraft o ícone da tray está presente e em meu Ubuntu 18.04 não.


Você acessa seus e-mails via navegador ou faz uso de outro app? Deixe nos comentários a sua experiência com o BlueMail e possíveis dicas aos leitores do blog.

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Google Password Checkup, agora alerta caso houver vazamento de senha

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

O Google vem criando soluções que a cada dia facilita o uso da tecnologia, seja com sistemas operacionais, aplicativos, sites ou serviços. Agora seu gerenciador de senha passa a receber um novo recurso, esse antes disponível anteriormente através de uma extensão para seu navegador Google Chrome, agora nativamente no Google Password Checkup.

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Criar senhas fortes pode ser considerado uma verdadeira arte, brincadeiras à parte, evitar as famigeradas “123456” ou “senha” não é tão difícil assim (essa foi para você Happy 😆️😆️😆️).

O Google Password Checkup, aquele que sempre te pergunta se quer salvar uma senha no Chrome ou Android, recebeu ontem quarta-feira (2), a capacidade de averiguar se sua senha está comprometida por vazamentos ou não. Acesse o Gerenciador de senhas, confirme sua identidade e solicite a verificação. Assim, três resultados podem ser apresentados, indicando o estado atual de sua segurança.

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Senhas fracas


Caso exista alguma senha mal formulada, e que seja de simples alvo para um eventual ataque, o Password Checkup indicará essa falha de segurança. Então, nada de nomes de parentes, conhecidos, cônjuges ou coisas do tipo. Datas de aniversários ou comemorativas também não são uma boa ideia. Dê preferência a frases que venham de uma letra de uma música, quem sabe um livro ou algo assim. Alternância entre letras maiúsculas e minúsculas, como caracteres especiais são bem-vindos (“t3us_0lhos#sAo mev5-Livros”).

Senhas utilizadas


Esse é outro problema que o gerenciador poderá lhe alertar. Repetir a mesma senha em diferentes serviços só aumentam as chances de invasão. Se uma senha vazar, os demais serviços estarão em risco.

Senhas comprometidas


Não! Suas senhas não estão lhe traindo com outra pessoa, talvez até sim, afinal se o Google Password Checkup exibir este alerta, é plausível que você seja um alvo. Senhas comprometidas, significam que algum serviço que você utiliza sofreu um possível ataque ou vazamento de dados e por algum motivo sua senha foi descoberta. 

Segundo o site The Verge, o Google revelou uma pesquisa que aponta o uso de autenticação de duas etapas por apenas 37% dos americanos entrevistados. Outra curiosidade é que 66% utilizam suas senhas em mais de um serviço. Já uma falha gravíssima é que somente 11% efetuaram a troca de suas senhas, após casos de vazamentos de serviços de streaming

O Google consulta uma vasta lista de fontes para verificar se sua senha já vazou na internet:

  • 000webhost;
  • 17 Media;
  • Coleção 1,4 bi;
  • 7k7k;
  • Adobe;
  • Anti-public;
  • Badoo;
  • Bitly;
  • Coleção 1-5;
  • Dropbox;
  • Exploit.in;
  • iMesh;
  • Imgur;
  • Last.fm;
  • Lifeboat;
  • LinkedIn;
  • Mate1;
  • Neopets;
  • NetEase;
  • Nexus Mods;
  • Pemiblanc;
  • R2Game;
  • Rambler;
  • Tianya;
  • Tumblr;
  • VK;
  • VN;
  • Yandex;
  • Youku;
  • Zoosk.

Como diz o ditado: “segurança nunca é demais”, e sempre devemos nos atentar quanto a esses detalhes. Recentemente noticiamos o retorno do botnet Emotet, que se valia de senhas fracas para efetuar seus ataques. Então, evite ao máximo expor suas contas e possíveis problemas. Talvez a utilização de um gerador de senhas seja uma ótima dica, no entanto, esse já é assunto para outro artigo (😉️😉️😉️).

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Microsoft apresenta seu “smartphone dobrável” com Android, e novos devices da linha Surface

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Hoje quarta-feira (2), a Microsoft reservou a tarde para apresentar diversos hardwares de sua linha Surface. A expectativa estava bem alta, após diversos rumores de um possível Surface phone e o Windows 10X. Afinal, existia ou não o tão aguardado Surface phone? 

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O Microsoft Event, foi repleto de anúncios de novos devices, e até mesmo uma nova versão do Windows 10, projetada exclusivamente para dispositivos dobráveis e de tela dupla. De codinome Santorini, o Windows 10X veio com uma ambiciosa proposta de ser redesenhado para dispositivos, como tablets flexíveis que se transformam em algo com uma usabilidade semelhante a de um laptop. Vale lembrar que o Windows RT tinha uma ideia, de certo modo, parecida, contudo o alvo do novo sistema são hardwares híbridos, nem tablets, nem notebooks. 

Logo abaixo você poderá ver o Windows 10X em ação, sendo apresentado pela gerente de programa do grupo de parceiros, experiências e dispositivos Microsoft. Junto ao novo Microsoft Surface Neo, um tipo de tablet com duas telas de 9 polegadas separadas e que quando fechado assemelha-se muito a uma agenda de anotações.


Também foram apresentados no evento o Microsoft Surface Pro X e o Surface Pro 7, com mudanças estéticas e internas. Aliada a Qualcomm, a MS oferece um novo chip baseado na arquitetura ARM, sendo um fruto dessa parceria.


Outros equipamentos foram apresentados. O Microsoft Surface Laptop 3, e o Surface Earbuts (fone sem fio, com bateria).

Chegou o Surface phone!


Por fim, foi apresentado a grande surpresa do evento. Após anos e anos de rumores, eis que a gigante de Redmond surpreende a todos com o Microsoft Surface Duo. Possuindo duas telas, assim como o Surface Neo, porém com proporções menores e utilizando o Android ao invés do Windows 10X.

O smartphone tem duas telas de 5,6 polegadas, no entanto, mesmo sendo dobrável o conjunto não é um único corpo. Sendo de fato duas telas separadas. Visualmente não é tão elegante, mas evita problemas no display. Quem acompanha o mundo Android sabe dos encalços que a Samsung vem passando com seu Galaxy Fold.


Você pode dobrar o dispositivo, ou deixá-lo aberto como um tablet. Somando às duas telas, neste “modo tablet”, seu painel chega a 8,3 polegadas.

O Surface Duo une a experiência da linha Surface com o Android, mas nem todo fã da empresa ficou contente com esse “Surface phone”. Já sabíamos que o Windows Mobile tinha chegado ao fim, todavia ao observar os comentários internet afora, percebi que a principal reclamação era devido ao seu novo conceito de “ser dobrável sem uma tela dobrável” e que muitos não foram atraídos pela proposta. Creio que, conforme os milhares de concept arts na internet, os usuários queriam algo mais próximo do convencional. Todavia esse tipo de smartphone pode acabar se tornando um padrão, ao invés das telas dobráveis. Simplesmente não sei, só o tempo dirá. 

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Segundo o site Wired , o Surface Duo é equipado com um processador Snapdragon 855, mas os elementos do design ainda não foram finalizados - podendo sofrer mudanças, muitos detalhes não foram informados durante a apresentação.

Embora o diretor de produtos da Microsoft, Panos Panay, tenha parecido relutante durante a apresentação de referir-se ao Surface Duo, como um smartphone. Sem sombra de dúvidas essa foi a parte mais importante do evento. O Duo marca o retorno da empresa ao mercado de smartphones, depois da morte de sua plataforma mobile em 2017.


Curiosamente navegando pelas “interwebs”, me deparei com alguns desenvolvedores e usuários do Windows Phone, que conseguiram fazer o antigo sistema da MS executar apps Android. Caso a Microsoft tivesse insistido novamente no Windows Mobile, o tiro sairia pela culatra (já vimos essa novela no passado). Foi uma sábia decisão embarcar o Android em seu aparelho, e não vi ninguém reclamar de tal decisão.

Os valores não foram revelados, mas não espere um preço camarada (ao menos para realidade da maioria dos brasileiros).

Você pode acompanhar todo evento diretamente no canal do Youtube da Microsoft.


Qual a sua opinião sobre os novos hardwares da linha Surface? Gostou do Surface Duo? Compraria o smartphone, caso lhe fosse acessível?

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Conheça o Google Play Pass, o "Netflix dos apps Android”

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sábado, 28 de setembro de 2019

Não faz muito tempo que falamos sobre o Google Play Pass, o novo serviço do Google com uma proposta semelhante ao Netflix. No entanto, não se trata de uma assinatura para consumir séries ou filmes e sim utilizar diversos apps e jogos sem comprá-los.

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Ao assinar o Google Play Pass o usuário passa a ter acesso a um catálogo de apps e jogos pagos, contudo sem anúncios ou micro transações. Claramente a investida do Google é um duelo contra o Apple Arcade, serviço concorrente da Apple. Segundo o site The Verge, em uma demonstração, o Google mostrou um jogo que normalmente possuiria um pacote de expansão pago — mas, como parte do Play Pass, nenhum valor adicional foi cobrado.

A Grande maioria dos títulos do Play Pass são jogos famosos, cerca de dois terços, como Monument Valley 2 (R$15,99), Limbo (R$19,15), Terraria (R$19,99), entre outros. Perceba que apenas o valor dos 3 jogos, anteriormente mencionados, somam mais de R$50,00. Aplicativos pagos, como o Tunable para músicos e o Gravador de Voz HI-Q Pro, ambos custam atualmente R$12,99 e também estão disponíveis no serviço. Existe uma mescla entre desenvolvedores independentes e grandes produtoras no Play Pass. Obviamente, que outros aplicativos serão adicionados.

Iniciando com mais de 350 jogos e aplicativos em seu catálogo, o Google oferece 10 dias gratuitos e o primeiro ano pela bagatela de US $ 1,99 ao mês (em conversão direta para o Real, aproximadamente R$8,20). Depois do prazo o valor sobe para US $4,99 por mês (aproximadamente R$20,70).

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No lado dos desenvolvedores, um algoritmo será o responsável por rastrear o tempo de uso ou o número de vezes em que os apps foram abertos por semana, assim repassar uma quantia aos desenvolvedores que oferecem seus softwares por meio da novidade. Todavia, mais detalhes não foram revelados, nem como e qual métrica ao certo indicaria a porcentagem a ser recebida.

O Google Play Pass está disponível nos Estados Unidos e infelizmente não tem previsão de lançamento no Brasil. Sem datas ou preços definidos, nos resta esperar. Neste quesito a Apple saiu na frente, pois o Apple Arcade foi lançado simultaneamente em diversos países (inclusive o Brasil).


Vale ressaltar que todos os apps e jogos oferecidos no Play Pass, continuarão disponíveis como compras independentes ou possuindo anúncios. 

A onda de serviços parece ter chegado e muitas empresas começam a criar alternativas ao clássico modelo: compre o produto ou pague por microtransações. O Google Play Pass não veio substituir a possibilidade de comprar as aplicações, mas será que num futuro a venda deixará de existir e os principais players do mercado passarão a oferecer apenas serviços?

A ideia de “full serviços” não me agrada muito, talvez porque em alguns casos, ainda prefiro comprar ao invés de assinar algo.

Agora me diga nos comentários, assinaria o Play Pass? Acredita que num futuro as empresas passem apenas a adotar o modelo serviço e abandonem em sua maioria o tradicional “pague e leve o produto”?

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Modo Dark, enfim no app do Gmail

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

No início deste ano comentei sobre a mudança de visual no app do Gmail, de Material Design para Material Theme. Algo singelo, mas que repaginou e manteve a aplicação condizente com as últimas diretrizes de design do Android.

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Se tem uma feature que prezo em uma aplicação é o modo dark, também chamado de modo escuro/noite, sem ele minha usabilidade é tremendamente afetada. Talvez por ter problemas oftalmológicos ou por utilizar muitas vezes de noite, ou em ambientes escuros. Muito usuários também gostam deste modo, mas infelizmente o visual no app do Gmail passou a ser branco demais. Outro ponto importante é a economia de energia, pois uma interface escura tende a estender a vida útil de seu aparelho no cotidiano.

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Parece que a espera findou, ao menos para vários felizardos, contudo a feature pode demorar até 15 dias para chegar em toda a base de usuários. Caso tenha atualizado seu aparelho e o modo dark ainda não esteja presente, não fique desanimado, espere um pouco mais que em breve poderá desfrutar do recurso.

Para mudar o visual da aplicação do Gmail no Android, acesse o “Menu hambúrguer” >> “Configurações”. Existirá uma seção chamada “Temas” em Configurações gerais, então basta mudar para o visual de sua escolha.

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A versão 2019.08.18.267044774 do Gmail já está disponível na Play Store, entretanto a opção de temas está sendo implementada gradualmente por meio de uma atualização separada do servidor. Como mencionado anteriormente, essa primeira leva pode demorar um pouco até abarcar todos os usuários. O Google oferece esse recurso tanto para Android, como o iOS. Aos usuários da Apple, verifique se já está disponível em seu aparelho.

Agora só nos resta esperar, obviamente se você não recebeu o “modo dark”, todavia fiquei feliz em poder ter essa opção.

Você usa o app do Gmail em seu Android ou iOS? Gostou do recurso e também esperava ele, assim como eu? Deixe nos comentários a sua opinião sobre o assunto. 

Os demais apps da empresa também podem ser agraciados com o modo escuro no futuro, como é o caso da Play Store que vem recebendo a opção para alguns donos de Android.

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Carteira de Trabalho brasileira, enfim entra no Século 21

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O mundo está cada vez mais conectado e atrelado a “nuvem” (cloud), fornecendo facilidades e serviços para o nosso dia a dia, agora chegando também a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).

Carteira de Trabalho brasileira, enfim entra no Século 21






A partir desta terça (24), o Governo Federal publicou a Portaria Nº1.065, com as regras para a emissão da Carteira de Trabalho Digital, que terá equiparidade com a “velha” Carteira de Trabalho de papel, que ainda será válida.

Todos os brasileiros e estrangeiros cadastrados como Pessoa Física (que tenham o CPF), vão poder ter acesso a Carteira de Trabalho Digital. Para isso solicitar a sua, você pode acessar esse link e se cadastrar para ter acesso a sua Carteira de Trabalho Digital.


Segundo a norma, você não vai mais precisar apresentar a CTPS ao empregador, bastando informar o seu CPF e o processo de registro será feito de forma digital. As anotações feitas pelo empregador na Carteira de Trabalho Digital equivalem às previstas na CLT. Para as empresas que já usam o sistema de escrituração digital do eSocial, basta pedir o número do CPF do trabalhador, que já equivaleria à apresentação da CTPS. A CTPS em meio físico (aquela azulzinha) ainda continua valendo normalmente, para casos em que o empregador não for obrigado a usar o eSocial.

Assim trazendo facilidade tanto para o empregado quanto para o empregador, diminuindo a burocracia envolvida na hora da contratação. 

Para baixar a Carteira de Trabalho Digital, você tem versões para Android ou iOS.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Crie notas no Android e PC com o OpenTodoList

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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

No mercado existem inúmeros programas para compor anotações, sejam planos, tarefas, roteiros ou até ideias mirabolantes. Pessoalmente não consigo ficar sem um app de notas. Alguns preferem o Evernote, Google Keep ou Simplenote, todos são ótimas alternativas, porém, hoje irei apresentar uma nova opção.

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OpenTodoList é um software livre, escrito em Qt e usando QML em sua interface gráfica. Possui versões para Windows, Linux e macOS, além de uma versão móvel para o robozinho verde, Android.

Talvez a aplicação não seja tão poderosa, quando comparamos com algumas ferramentas mais populares anteriormente citadas. No entanto, caso privacidade esteja em primeiro lugar, o app pode ser muito interessante. Digo isso, pois seus dados não ficarão armazenados em algum servidor de terceiros. Pelo contrário, suas notas só vão ser sincronizadas com algum serviço na web, mediante a configuração no OpenTodoList.

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Curiosamente esse é seu maior triunfo e fracasso, dependendo do tipo de usuário. O programa possibilita a criação de notas em uma “repositório local”, seja em seu computador ou smartphone. Todavia, para sincronizar com a nuvem é obrigatório um servidor NextCloud ou ownCloud (servidores WebDAV, também podem ser configurados na aplicação).

A biblioteca (o “repositório local com suas notas”), nada mais é que um diretório, onde todos os itens estão. Isso permite utilizar um serviço de terceiro, como um GDrive, Dropbox, ou seja qual for. Para sincronizar suas informações. 

A lógica é simples, salve em uma pasta sincronizada e em outro aparelho aponte sua biblioteca para mesma pasta sincronizada. Não é uma das melhores e mais elegantes soluções, mas pode contornar essa deficiência do app.

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Instalação do OpenTodoList


O projeto conta com diferentes versões do OpenTodoList, acesse o Github com os pacotes pré-compilados e baixe conforme seu sistema (Windows, Linux ou macOS). Inclusive para Linux, existe a opção em AppImage. Caso não saiba executar esse tipo de programa no Linux, essa postagem demonstra todo procedimento.

OpenTodoList via Snap


Uma forma prática de instalar o gerenciador de notas é via Snapcraft. No Ubuntu pesquise por “OpenTodoList” na loja e instale normalmente. Demais distribuições podem configurar o Snap por este artigo, caso não possua o suporte ativo a esse tipo de pacote. 

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Para os amantes do terminal, é muito simples instalar por ele. Obviamente, que o Snap já deve estar configurado no sistema.

Instalando o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap install opentodolist

Removendo o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap remove opentodolist

OpenTodoList via Flatpak


O Flatpak também é uma alternativa, como pode observar a utilização de pacotes universais no Linux está se tornando cada vez mais comum. Os requisitos para utilizar o programa nesse formato, são: o Flatpak configurado no sistema e o repositório Flathub adicionado. No Linux Mint, basta pesquisar por: “OpenTodoList” e instalar o app sem prévias configurações. 

Já no Ubuntu apenas o Snap vem por default. Contudo, não se preocupe. Acesse essa postagem e depois de configurar tudo, pesquise por: “OpenTodoList” diretamente na loja e escolha a versão em Flatpak.

opentodolist-evernote-google-keep-simplenote-flatpak-flathub-snap-snapcraft-appimage-windows-mac-android-apk-software-livre-notas-to-do-lista

Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub net.rpdev.OpenTodoList

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove net.rpdev.OpenTodoList

OpenTodoList Android


Diretamente da Google Play, a versão Android pode ser adquirida, acesse este link e seja redirecionado a loja de apps do Google ou utilize um leitor QR-Code.

opentodolist-evernote-google-play-keep-simplenote-flatpak-flathub-snap-snapcraft-appimage-windows-mac-android-apk-software-livre-notas-to-do-lista

Para mais informações acesse o GitLab do OpenTodoList.

Experimente o OpenTodoList e avalie se a aplicação atende suas necessidades, como sempre dizem “não custa nada tentar” (😁️😁️😁️).

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Google embarca na onda de assinatura de apps no Android

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

A plataforma Android está prestes a receber uma enorme mudança de paradigmas, um comportamento semelhante a serviços, como: Spotify, Netflix e o “aluguel” de livros da Amazon. Já pensou em utilizar os apps do Android sem propagandas, sem a necessidade de comprá-los, sem microtransações dentro do app e tudo isso de forma legal?

google-play-pass-android-app-netflix-spotify-assinatura-apple-arcade

“Está quase na hora ⏲️ Google Play Pass em breve”, é o que diz o anúncio oficial do Google em seu Twitter:


Nenhum detalhe a respeito do serviço foi informado, mas desde Julho o Google vem desenvolvendo o serviço. Graças a comunidade de desenvolvedores de software mobile XDA e prints de participantes dos testes, sabemos do que se trata o Play Pass. Essa nova investida da empresa pode ser uma enorme mudança no mercado Android.

O Play Pass permitirá que usuários paguem uma mensalidade e tenha um vasto catálogo de apps Android. Nada de compras, propagandas ou microtransações (obviamente, que os usuários poderão comprar apps, mas os apps pagos inclusos no serviço, poderão ser utilizados sem essa obrigatoriedade). Em algumas prints, obtidas com exclusividade pelo site Android Police, podemos observar mais detalhes.

google-play-pass-android-app-netflix-spotify-assinatura-apple-arcade

Ao menos nos testes iniciais o valor proposto na mensalidade era de US$ 4.99 (aproximadamente R$ 20,55 em uma conversão direta). Claro que esses preços podem mudar em seu lançamento oficial e não sabemos se haverá disponibilidade no Brasil, em um primeiro momento. Após obter as capturas de tela, o pessoal do Android Police entrou em contato com um porta-voz do Google que confirmou na época que estavam testando o Play Pass.

Claramente o serviço é inspirado no Apple Arcade, sistema de assinatura da sua concorrente direta, a Apple. No entanto, o Apple Arcade planeja ter jogos exclusivos dos principais desenvolvedores, enquanto no caso do Play Pass não temos nenhuma informação. Apenas que apps e jogos serão incluídos (exclusivos? Talvez). 

Será que a assinatura de aplicativos, nos moldes de um Spotify e Netflix da vida se tornará o padrão de mercado? Não se esqueça que o Google Stadia pretende fazer algo semelhante com os games. Agora resta saber se o valor será em conta para nós brasileiros, quando o serviço for lançado e disponibilizado para outros países.

Você pagaria uma mensalidade para utilizar apps sem precisar comprá-los ou ver propagandas? Se o Play Pass possuir jogos, no meu ponto de vista, pode ser muito interessante. Afinal, microtransações é algo que não curto ( você acaba gastando horrores… “de grão em grão a galinha enche o papo” e esvazia minha carteira 😁️😁️😁️).

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Navegador Vivaldi chega ao Android

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Com seu famoso slogan “Vivaldi: O navegador que coloca você no controle”, o browser é conhecido por possuir diversas features (que em outros navegadores exigem a instalação de algum plugin) e nestes anos de existência passou a concorrer diretamente com o Opera.

vivaldi-browser-navegador-web-android-google-play-beta-app

O cenário de navegadores web é vasto, seja nas plataformas mobiles ou desktop. O Vivaldi demorou, mas enfim adentrou no mundo Android. Não espere o mesmo número de recursos no Android, comparado a sua versão para PC, ao menos neste primeiro momento.

Veja a entrevista que tivemos há algum tempo com o fundador e atual CEO do Vivaldi Jon von Tetzchner, e saiba mais sobre o conceito/premissa do browser.


Alguns destaques dessa versão mobile são:

  • Sincronização de dados: Mantenha marcadores, senhas, notas e mais. Sincronizados entre seus dispositivos com encriptação ponto-a-ponta;
  • Favoritos em um toque: O “Speed Dial”, assim como na versão para desktops, também está presente. Você pode personalizar as páginas favoritas e sempre ao abrir uma nova aba, o Speed Dial estará presente para acesso rápido;
  • Notas: O Vivaldi permite a criação de notas, sem necessidade de abrir um novo app;
  • Captura de páginas: Você pode capturar apenas as áreas visíveis de um site ou toda página;
  • Navegação privada: Durante a navegação com guias privadas, pesquisas, sites visitados, cookies e arquivos temporários não são gravados pelo Vivaldi;
  • Pesquisa instantânea: Use apelidos no campo de endereço para trocar rapidamente o mecanismo de pesquisa. Por exemplo, digite “w” para Wikipédia ou “d” para acessar o DuckDuckGo (inclusive fizemos uma matéria sobre o buscador DuckDuckGo, acesse e saiba mais).

vivaldi-browser-navegador-web-android-google-play-beta-app

O navegador está em fase beta na Google Play, e você pode adquirir o app gratuitamente por esse link ou via QR-Code.

vivaldi-browser-navegador-web-android-google-play-beta-app

Para mais detalhes, acesse a página oficial do Vivaldi e saiba mais sobre suas features. 

Também escrevemos uma matéria sobre o novo Firefox para Android, caso esteja curioso, segue o link.

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Fonte: Vivaldi.
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Cansado do Google? Conheça o buscador DuckDuckGo

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A gigante das buscas domina em diversos setores da tecnologia, seja com o Android, Youtube, seu browser ou até mesmo o que lhe fez ser tão bem sucedida, seu buscador Google.

android-app-buscador-yahoo-yandex-bing-duckduckgo-privacidade-segurança-google-play-internet-Linux-mac-navegador-windows

Na era digital parece que privacidade é um termo inexistente, nem sempre a comodidade e a privacidade andam lado a lado. Alguns podem estar pensando, mas existe o modo anônimo, sinto muito em lhe informar que isso não impede a coleta de dados. Você já fez uma simples busca de um produto em seu smartphone, e do nada produtos equivalentes passaram a brotar em outros lugares? Minha esposa brincou esses dias comentando que estava sendo perseguida, pois, ao pesquisar um produto em específico, as propagandas começaram a pular em redes sociais, aplicativos ou qualquer outro site (no PC e no smartphone).

Cerca de 75% dos sites contém algum rastreador do Google, acompanhando tudo o que você procura e o Google analisa quais sites você acessa, para depois segmentar publicidade conforme seu perfil, navegação e utilização. Outro detalhe é que seus dados permanecem no Google indefinidamente, talvez nem sempre isso seja interessante (já parou para avaliar? 🤔️🤔️🤔️).


DuckDuckGo o buscador que não registra seus dados


Lançado em 25 de Setembro de 2008, pelo jovem empreendedor americano Gabriel Weinberg, o DuckDuckGo almeja ser uma alternativa segura e com o mais alto nível de privacidade possível para um buscador. Como os demais buscadores, o DuckDuckGo mostra resultados de notícias, imagens, vídeos e tem “caixas” exclusivas para informações da Wikipedia e outros recursos.


Para fazer suas pesquisas, sem a coleta de dados, acesse o site “DuckDuckGo.com” e tenha mais privacidade. 

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DuckDuckGo no Android


Você poderá utilizar normalmente o site do DuckDuckGo em todos seus dispositivos, entretanto, no Android utilizo o “DuckDuckGo Privacy Browser” e faço minhas pesquisas normalmente.

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Ter privacidade ao navegar na internet não é algo comum, e no mundo atual às vezes ceder informações é sinônimo de comodidade. Sei bem que privacidade total é quase uma utopia em pleno século XXI, esse artigo não tem por intuito induzir os leitores a acreditarem que apenas usando o DuckDuckGO sua privacidade será total. Lembre-se, não adianta querer total privacidade e acessar redes sociais, comprar online, consumir conteúdo por streaming entre outras práticas. Conforme disse anteriormente, reveja quais dados são mais importantes e se realmente tudo deve ser oferecido a empresas ou plataformas. Todavia, situações desagradáveis de “perseguição por publicidade” podem ser evitadas ao utilizar o DuckDuckGo.

Equilíbrio é a chave do sucesso.

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