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Cetus Play - Um dos melhores Apps para você controlar o seu Android TV Box

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Controles remotos de Android TV Box, de forma geral, não te trazem a melhor experiência possível. É claro, existem alguns modelos que vão entregar experiências muito boas, mas os de valor mais acessível costumam ter um controle "meia boca". Para isso existe o Cetus Play, vamos conhecer ele melhor?

Cetus Play






Eu sempre converso com os leitores do blog e do canal das redes sociais e muitas vezes através do comentários surgem ótimos debates, pelo menos, sempre que possível eu dou uma passada para trocar algumas ideias com vocês.

Um dos assuntos que eu estava conversando com a galera lá do grupo do Diolinux no Facebook eram formas mais práticas para operar os TV Box.

Quando se trata de experiência e usabilidade, alguns modelos como este da Xiaomi são simplesmente "perfeitos":


No entanto, existem muitos outros que te entregam um controle genérico que nem de perto te traz essas facilidades, o que é uma pena, já que muitas vezes estes TV Boxes tem hardwares excelentes e preços baixos, especialmente nessas marcas menos populares, como este aqui:


Felizmente no mundo Android existem muitos aplicativos que podem nos ajudar a melhorar isso, até o troca do Launcher pode ser uma opção, mas pesquisando um pouco eu descobri o Cetus Play, um App que transforma o seu Smartphone em um controle remoto para o seu TV Box e é bem menos drástico do que alterar o launcher, especialmente para quem é leigo no assunto.

Entrando em contato com os Devs eu pude testar o App no modo Premium, mas no fim das contas acabei percebendo que não tem diferença alguma usar o App grátis ou o Premium. Tirando os anúncios que aparecem, a funcionalidade é exatamente a mesma.

O Cetus Play


Para você entender melhor como o App funciona eu fiz um vídeo especial, confira agora e veja só que bacana e prática a usabilidade:


Você pode baixar o App gratuitamente direto da Google Play Store, basta clicar aqui.

Para usar o Cetus Play no seu Android TV Box você precisa instalar o App tanto no seu Smartphone, quanto no TV Box, assim você terá uma melhor integração. 

Deixe ambos na mesma rede Wi-Fi para que tudo funcione corretamente e siga a instruções que eu mostrei no vídeo.

Como demonstrado no vídeo, lembre de ativar o teclado Cetus Play no seu TV Box, assim você pode usar o Smartphone para digitar e pesquisar.

Cetus Play

Dentre os vários layouts de controle disponíveis, o padrão já deve te servir sem maiores problemas, para os Apps que não são otimizados para controle, você pode usar o modo "AirMouse", que transforma o seu Smartphone em uma espécie de touchpad e exibe um cursor na tela da sua TV, assim fica fácil manipular certos Apps, como a Netflix, quando este App não for otimizado para o seu TV Box, como acontece no Mi Box, claro.

E aí, curtiu a dica? Quais os seus Apps preferidos para rodar em um Android TV Box?

Até a próxima!
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PDFelement - Uma ótima solução para manipular PDF no Android

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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Atualmente é muito comum encontrar pessoas que trabalham diretamente pelo Smartphone, o nível dos aplicativos e recursos disponíveis é muito alto, inclusive no ramo de escritório. Além de editores de texto, planilhas, apresentações, etc, os editores de PDF são igualmente importantes e hoje você vai conhecer o PDFelement.

PDFelement






Quem precisa de edição de PDFs no Android pode utilizar o PDFelement para essa finalidade, ele é um aplicativo gratuito desenvolvido pela Wondershare que você encontra na Google Play.

Uma vez que você baixe, é importante criar uma conta e fazer login no aplicativo para poder desbloquear todas as funções por completo, caso contrário, você poderá somente visualizar os documentos.

Particularmente eu gosto de ler livros, especialmente os técnicos, fazendo anotações e lembretes para aprimorar os estudos e este é um ótimo App pra isso.

Recursos do PDFelement


O PDFelement tem vários recursos interessantes para quem gosta de fazer revisões nos documentos ou gosta de utilizar os aplicativos para fazer leituras de projetos ou livros, fazendo anotações, lembretes e alterações nas páginas.


Ao abrir qualquer documento você verá na parte inferior um botão para edita-lo, na parte de seleção de texto, você pode aplicar o "highlight", sublinhar as linhas ou parágrafos ou riscar palavras e frases.

Você também pode "desenhar à mão livre", para circular, anotar ou escrever.

Recursos do PDF element
Recursos do PDFelement

Você também pode desenhar retângulos, círculos, linhas e setas para marcar regiões do texto, assim como é possível fazer anotações em regiões ou palavras. Vale mencionar que na região superior do App você também tem recursos legais, como manipular o seu catálogo de PDFs, pesquisar por documentos, adicionar documentos aos favoritos para fácil acesso.

Todas as edições que você fizer em PDFs usando o PDFelement, incluindo o as anotações funcionam normalmente em outros softwares de leitura de PDF, como o Evince por exemplo:

PDF editado com PDFelement
Documento editado no PDFelement aberto no Evince (Deepin Linux)

É possível também editar as páginas presentes do arquivo, excluindo e exportando páginas individuais através do software:

PDFelement
Recursos do PDFelement

Definitivamente é uma boa opção para os seus trabalhos, a galera que usa Windows pode baixar a versão de desktop também através do site oficial, ele também é grátis. 
As pessoas que usam Linux pode usar o Master PDF Editor para funções simulares.

Espero que o App seja útil para você, até a próxima!
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Bug dos processadores Intel pode afetar também processadores ARM e AMD

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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Ontem nós publicamos aqui no blog uma notícia sobre um bug que afeta os processadores Intel dos últimos 10 anos, onde a correção para o problema poderia afetar consideravelmente o desempenho dos mesmos, em alguns casos causando até 30% de perda de potência.

Processadores com bug






Algumas horas depois, essa notícia repercutiu pelo mundo e as empresas, comunidades e desenvolvedores começaram a se manifestar. A Microsoft que, como tínhamos informado ontem, iria lançar a correção para o Windows na próxima Terça-feira, como de costume para este tipo de atualização, resolveu lançar um atualização de emergência hoje mesmo e ela já está disponível, assim como a correção para Linux, que saiu ainda ontem, para macOS, ainda não temos informações.

A Intel finalmente se pronunciou sobre o caso comentando que este problema pode afetar outros CPUs também, como os da AMD e os ARM, no entanto, não desmentiu o fato do problema de redução de desempenho.

Na noite de ontem o blog sobre segurança da Google comentou que o "Project Zero", programa da empresa que busca encontrar falhas em produtos de outras companhias também, entrou na jogada mostrando quais eram as falhas que foram detectadas e confirmou as informações da Intel, dizendo que a falha pode realmente comprometer processadores de outros fabricantes também, não somente os do "lado azul".

A AMD respondeu rápido a essas possibilidades, dizendo que seus engenheiros analisaram as falhas apontadas pela Google:

AMD Bug

Basicamente, a primeira das três variáveis de ataque pode ser corrigida via update de software e não deve afetar o desempenho dos chips, no segundo caso, a diferença de arquitetura parece não tornar os CPUs AMD como vetores para ataque e no último caso, existem diferenças nas arquiteturas dos processadores da AMD que impedem a falha de ser explorada, ou seja, para o "lado vermelho da força" de todos os males, ainda é o menor.

A ARM Holdings nãos e pronunciou sobre o caso ainda e a Intel diz estar trabalhando em correções de firmware que poderão ajudar aos desenvolvedores de sistemas operacionais a contornar o problema.

Segundo a Google, até mesmo os Chromebooks podem ser afetados, mas a correção para ele se dá em passos simples, basta garantir que ele esteja atualizado e ativar o seguinte parâmetro:

 chrome://flags/#enable-site-per-process

No dia 24 de Janeiro deve ser lançado o Chrome 64, juntamente com a atualização para o Chrome OS, o que deve resolver o problema nos equipamentos, no Android, o problema pode ser um pouco maior, visto a fragmentação de atualizações que existe caso o problema seja confirmado em processadores ARM, mas ainda não temos informações o suficiente para falar sobre isso, não ficou claro se essa falha afeta os processadores dos iPhones também.
Para mais informações fique ligado aqui no blog e sempre mantenha os seus sistemas operacionais atualizados.
Até a próxima!
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Loapi, um vírus multifuncional para Android

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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

A Kaspersky publicou a descoberta de um novo vírus para Android que consegue fazer inúmeras coisas e que já afetou muitas pessoas, especialmente em países das Américas Central e do Sul.

Android vírus Loapi






O Loapi tem um sistema complexo de funcionalidades e acabou se espalhando entre usuários de Android através de anúncios de aplicativos que fingem ser antivírus e apps de pornografia.

Até o momento, nenhum aplicativo de dentro da Google Play Store foi identificado como catalizador para o Loapi, sendo assim, é necessário que o usuário baixe um aplicativo contaminado da internet, libere a instalação de fontes desconhecidas no Android, e então dê permissão para que o App se instale.

Uma vez instalado, ele solicita direitos de administrador para poder assumir o controle do Smartphone, dentre as ações que o Loapi pode fazer, temos a aceitação de publicidade invasiva, com pop-ups e coisas do gênero, controle de SMS, assinatura de serviços pagos de SMS, controle do Smartphone para ser utilizado para ataques DDoS e até mesmo, mineração da criptomoeda Monero.

Remover o Loapi do Smartphone pode ser um pouco complicado para usuários comuns. Se você instalar um antivírus que seria capaz de identificar o Loapi como ameaça, ele pode começar a enviar mensagens para usuário, informando que o software antivírus é malicioso e precisa ser removido, o número de notificações para remoção fica intermitente, até que o usuário acabe removendo a ferramenta de segurança.

Embora o vírus não tenha a capacidade de acessar dados de cartões de crédito, ele possui capacidade que são inconvenientes, como sobrecarga na bateria, o que pode diminuir a vida útil do aparelho.

Como evitar ou remover o Loapi


Não bastasse a resposta ao antivírus, ao tentar remover as permissões de super usuário, o aplicativo é fechado para impedir que o Loapi seja desativado.

* Sinceramente, eu não entendi se é necessário já ter root no Smartphone para o vírus se instalar ou se o próprio Loapi é capaz de fazer root no Smartphone. Aposto mais no primeiro caso.

Evite baixar aplicativos de fontes não confiáveis, pois apesar do Loapi ser eficiente no que faz, ele depende fortemente da ação do usuário para se instalar. Baixe sempre os aplicativos diretamente da Google Play, mesmo que a loja da Google não seja perfeita e as vezes deixe passar alguma coisa, ela ainda é mais segura no que baixar de alguma fonte aleatória.

Não ficou claro, mas provavelmente um hard reset no Smartphone deve acabar com o Loapi também. Mantenha seus aplicativos e sistema operacional atualizados, especialmente os que tem conexão direta com a internet (navegadores por exemplo), para garantir que você tenha o melhor nível de proteção.

Não esqueça, o melhor antivírus ainda é você.


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Ubuntu Touch rodará aplicativos de Android

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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Apesar da Canonical ter desistido de seu sonho de levar o Ubuntu para Smartphones o projeto não morreu, depois do Unity 8 ter seu anúncio descontinuidade juntamente com o projeto do Ubuntu Phone, a comunidade UBPorts, que já tentava fazer portes do Ubuntu para diversos Smartphones, resolveu dar continuidade ao projeto e o próximo passo é muito interessante.

Ubuntu Touch UBPorts Apps Android






A comunidade UBPorts, que mantém o projeto do Ubuntu Touch em desenvolvimento, anunciou nesta semana que o sistema rodará aplicativos Android através da incorporação do projeto Anbox. O Anbox, por sua vez, é um projeto que permite que aplicativos Android sejam conteinerizados, dessa forma, podendo rodar em qualquer distro Linux de Desktop. Confira o nosso vídeo demonstrando a tecnologia.

Leia também: Como funciona o Anbox?


Para alguns, a necessidade de rodar aplicativos de Android no Ubuntu Touch era mais do que óbvia, conheço pessoas que falam isso há anos, no entanto, a Canonical sempre quis criar seu próprio ecossistema de aplicativos convergentes, o que acabou , aliado a outras coisas, por afundar o projeto ao longo do tempo.

A comunidade UBPorts no entanto, vê as coisas de um jeito que me agrada muito, a filosofia de pensamento aplicada na divulgação dessa compatibilidade vai de encontro com o que eu acredito em relação ao software livre nos desktops:

"As pessoas dependem de certas aplicação que não estão disponíveis do Ubuntu Touch, para se tornar um sistema operacional completo e convencional, o Ubuntu Touch precisa oferecer aos seus usuários os serviços proprietários dos quais eles dependem, pelo menos até que alternativas de código aberto que sejam viáveis surjam. Como resultado de entrar 'no jogo' do mercado mobile de forma tardia, não temos a força necessária para mover o mercado em nossa direção de forma direta, ter aplicativos para Android é uma solução lógica que vai nos ajudar a preencher a lacuna que existe entre as duas plataformas dominantes atuais."

Os desenvolvedores afirmam também que a utilização do Anbox será opcional, permitindo que quem precise, possa utilizar os Apps de Android. Como se sabe, atualmente o Anbox não consegue rodar todos os aplicativos que estão disponíveis, mas com a ajuda da comunidade Ubuntu, talvez o seu desenvolvimento se agilize.

Saiba mais aqui.
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Novo Galaxy X da Samsung será dobrável ao meio!

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domingo, 3 de dezembro de 2017

Coincidência ou não, depois da Apple ter lançado o iPhone X, vem aí o Galaxy X em 2018 provindo, como era de se esperar, da gigante Sul Coreana, Samsung. O grande diferencial dele será a sua tela dobrável.

Samsung Galaxy X






A volta dos celulares "Flip flop" se aproxima, mas não como estávamos acostumados (isso não seria muito impressionante para 2018, não?), o que vai dobrar ao meio são as telas do novo Galaxy X.

Galaxy Dobrável

Ainda não foi detalhada a tecnologia que será utilizada no componente que chama mais a nossa atenção, a tela, no entanto, o restante do corpo do Smartphone deverá ser construído em plástico. Informações sobre o hardware, como processador, memória e armazenamento ainda não foram mencionadas

Apesar da empresa não confirmar datas, é provável que tenhamos já no próximo ano essa tecnologia no mercado, aparentemente existe uma "corrida por trás dos panos", entre os sul coreanos e o pessoal de Cupertino (Apple) para ver quem vai lançar o primeiro Smartphone com essa tecnologia de telas maleáveis, visto que a Apple parece ter uma boa conversa com a LG e sua tecnologia de display dobrável, a Samsung parece ter uma certa "pressa" para colocar essa ideia em prática.

Você gostaria de ter um celular que dobra ao meio? Conte pra gente nos comentários e até a próxima!

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Os melhores games da Google Play de 2017 segundo a Google

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sábado, 2 de dezembro de 2017

Estamos no início de Dezembro e agora começam as séries de "melhores do ano". Uma categoria sempre interessante são os melhores Apps para Android, especialmente os games. Neles são exploradas, não só tendências do público, mas também novos recursos de Smartphones e do Android que ajudaram a criar experiências interessantes em novos jogos.

Os melhores Apps de 2017 para Android






Os editores da Google Play anunciaram hoje os "tops" da loja de Apps do Android no ano de 2017, nesse ano tivemos várias categorias, incluindo a de games que foi sub-categorizada em 7 sessões diferentes. Será que você jogou algum dos títulos mais famosos?

Os melhores games para Android de 2017


A lista consiste nos seguintes títulos, separados em categorias:

Os mais competitivos
Os mais sociais
Os melhores games Indie
Os melhores para pegar e jogar
Os melhores para crianças
Os mais populares

E o game que ganhou o título de melhor dos melhores do ano foi "Cats: Crash Arena Turbo Stars".

De todos estes o que eu mais joguei, de longe, foi Yu-Gi-Oh! Duel Links, o game fez parte de vários momentos de relaxamento e muitas vezes eu realmente parei para jogá-lo, o que, pelo menos pra mim, é uma raridade quanto a games de Smartphone.

E você? Qual destes você mais jogou? Seus games favoritos entraram pra lista da Google? Concorda com o grande vencedor? Deixe a sua opinião nos comentários :)

Até a próxima!
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Samsung mostra o Galaxy Note 8 rodando Ubuntu pelo DeX

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Há algum tempo a Samsung mostrou um novo aparelho que "forma par" com os Smartphones da linha Galaxy mais potentes que permite que você ligue o dispositivo a uma Dock (o DeX) e assim ligue a dock em uma televisão ou monitor, tendo uma experiência desktop à partir do sistema que está no celular. 

Samsung DeX






O funcionamento do DeX ainda pode ser considerado limitado e até certo ponto, experimental, mas ainda assim muito funcional e perfeito para o uso básico de várias pessoas, podendo substituir um computador tradicional em muitos casos.

Essa ideia de transformar o Smartphone em um desktop não é necessariamente nova, tivemos a iniciativa de convergência da Canonical com o Ubuntu Phone e até mesmo o projeto Continuum da Microsoft, entretanto, esse modelo da Samsung parece ser o primeiro a realmente estar chamando mais atenção por fazer isso justamente com o Android, o sistema predominante no mundo dos dispositivos móveis.

Apesar de funcional, muitas aplicações ainda não funcionam perfeitamente no DeX, justamente por conta dos Apps não serem necessariamente pensados e adaptados para rodar em modo Desktop, com suporte a mouse e teclado, além disso, usuários regulares de computador geralmente usam esse tipo de dispositivo não somente pela forma de operação, mas pelas aplicações disponíveis também. Apesar de já existirem alguns Apps para a finalidade, editar vídeos em sistemas de desktop ainda é melhor em vários sentidos, por exemplo.

Linux rodando em Linux


Linux no Galaxy

Apesar do Android usar o Kernel Linuxa parte de usuário do sistema é um pouco diferente e não permite que usemos determinadas ferramentas nativas do sistemas Linux de Desktop, como o Ubuntu, para contornar este problema e deixar o DeX ainda mais apelativo, a Samsung criou uma aplicação chamada "Linux on Galaxy", que na prática é "Linux on Linux" 😂, permite que distribuições Linux de Desktop sejam instaladas no Smartphone e ao ligá-lo no DeX você tenha o mesmo ambiente que teria no Desktop. 


No vídeo a Samsung demonstra o funcionamento do DeX com a aplicação "Linux on Galaxy" rodando o Ubuntu 16.04 LTS Xenial, que é a versão de longo suporte atual, na demo, rodando o Eclipse.

O "Linux on Galaxy" é ainda experimental e a Samsung deverá melhorá-lo com o tempo, será possível instalar outras distros além do Ubuntu muito provavelmente também, ampliando as possibilidades que o DeX traz.

Se você tiver interesse (e um Galaxy S8 ou Note 8), é possível se inscrever no programa de Beta Testers para essas funcionalidades nesta página.

Eu gostaria de saber se você acha que esse tipo de tecnologia será o futuro. Será que teremos menos computadores e mais Smartphones que podem ser usados como Desktop?

Você seria um usuário dessa tecnologia? Conte pra gente nos comentários e até a próxima!
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Os Apps mobile como conhecemos estão morrendo?

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sábado, 28 de outubro de 2017

Quando a Apple lançou seu primeiro smartphone em 2007, eles nem imaginavam o impacto que ele teria na indústria móvel. Além de ser o primeiro Smartphone da companhia, esse lançamento também marcou o nascimento do mercado de Apps de terceiros (que, ironicamente, não eram suportados oficialmente pelo dispositivo). Em 2008, tendo testemunhado o sucesso destes “Apps”, a Apple lança oficialmente a sua AppStore e partir daí começa a construir um dos braços dessa industria milionária que hoje o pessoal de Cupertino divide majoritariamente com a Google e o seu Android.

O futuro dos Apps Mobile







Avançando para 2017, nós temos lojas de aplicativos para todas plataformas, oferecendo inúmeros aplicativos para tudo e mais um pouco. Desde aplicativos de qualidade de vida, até de produtividade,  e coisas realmente inúteis, como um aplicativo de ventilador... 😑

As lojas de “apps” tornaram-se repletas à medida que cada vez mais os desenvolvedores de aplicativos tentam ganhar dinheiro com essa moda que emplacou nos últimos anos, Apps para TUDO.

Apesar dessa crescente, de acordo com a empresa de pesquisa “BI Intelligence”, “o boom dos aplicativos móveis acabou”. Hora vejamos... será mesmo? Se realmente for, então o que isso significa para o mercado dos aplicativos? Estarão os “Apps móveis morrendo?" Vamos observar alguns fatos.

O estudo da “BI Intelligence” declara que o volume médio de downloads dos top 15 desenvolvedores de aplicativos, tanto da plataforma da Apple, quanto na da Google, caiu 20% no último ano. Isso se deve a vários motivos aparentes, apesar de a teoria mais popular é a de as pessoas já não procuram aplicativos especializados e preferem escolher 1 aplicativo apenas que tenha várias funcionalidades, ao invés de 5 aplicativos que podem fazer o mesmo, mas com interfaces diferentes e as empresas (algumas ao menos) já sabem disso, veja o que o Facebook vem fazendo com Instagram, WhatsApp e o Messenger, tirando o Instagram que tem um propósito ligeiramente diferente, todos tem basicamente os mesmos recursos, fazendo com que, pelo menos em tese, você só precise de um deles se estiver em busca apenas de funcionalidades.

Um reflexo disso é que vejo cada vez menos pessoas falando em algo que estava na ponta da língua de todos há algum tempo atrás, o Snapchat. Agora o Instagram tem a cada dia mais recursos semelhantes e alguns até a mais, se compararmos. Tá percebendo? Quando as pessoas tiverem que escolher entre um e outro geralmente vão escolher o que tiver mais funcionalidades.

Para agravar esse problema, a experiência web é cada vez melhor e as pessoas conseguem acessar facilmente ao mesmo tipo de conteúdo em seus browsers, enquanto que antes tinham de usar um aplicativo para ter uma experiência confortável. Podemos até mencionar o próprio Facebook aqui como um dos exemplos, conheço muitas pessoas que passaram a acessar a rede do Smartphone através do Browser e não do App, fazendo com que se economize também um espaço na memória interna do aparelho, que já anda bem lotada na maior parte dos casos.

Esse aspecto é algo que a indústria dos cassinos móveis e websites como Casino.org abraçaram, com uma quantidade de jogos populares no mercado que podem ser acessados a partir do browser do seu celular, ultrapassando a necessidade de download e atualizações sem fim por parte do consumidor.

Adicionalmente, muitos dos aplicativos estão repletos de anúncios e, por isso, não é de admirar que as pessoas utilizem o seu browser quando necessitam de fazer algo rápido e eficientemente.

Curiosamente este aspecto de acessar conteúdo na nuvem também está relacionado com outra vertente, a qual não vou me aprofundar neste artigo, que é a dos Chromebooks. Por fim, o último "prego no caixão do mercado dos aplicativos", segundo a pesquisa, é o surgimento de novas plataformas como a tecnologia “wearable” e sem tela, que são dispositivos vestíveis, como Smartwatches e demais, cujos desenvolvedores se focam em simples e intuitivos (e muitas vezes incorporados) aplicativos com funcionalidades básicas e sem o incômodo de anúncios e notificações sem fim, até pela questão de conforto em lidar com este tipo de coisas em telas mínimas ou inexistentes.

Aplicativos vestíveis

Então é isso? Os aplicativos estão mesmo morrendo? No geral, eu diria que morrer é uma palavra muito forte, mas de fato o mercado está mudando. Faça uma reflexão aqui comigo e veja se você não se encaixa também.

Há alguns anos atrás (quando você comprou o seu primeiro Smartphone talvez) era comum você vasculhar e instalar Apps para simplesmente testar ou estender recursos do próprio software que vinha no aparelho. Quer um exemplo? Programas para fotografia.

Atualmente boa parte dos sistemas operacionais já carrega um App de câmera capaz de fazer pequenas edições nas imagens, aplicar filtros e realizar reparos, em alguns casos, quando o hardware permite, esses Apps te dão inclusive acesso ao ajuste manual para que a foto saia exatamente como você quer. Há não muito tempo atrás você iria precisar de Apps de terceiros para ter estes recursos. Hoje você baixa muito menos Apps, só instala o que você realmente gosta e precisa e costuma ser fiel a uma certa gama de Apps que você se acostumou a usar.

No meu caso, eu diria que o tipo de App que tem mais rodízio no meu Smartphone são games, os demais são os mesmos há muito tempo!

Apesar de o número de downloads ter atenuado no último ano (ou seja, não continuou a moda exponencial em que estava), o lucro dos aplicativos viu um aumento de 40% em 2016, indicando que "nem tudo está perdido" e indicando que a forma com que se ganha dinheiro com os aplicativos vem mudando também. Muitas vezes eles vão se tornar pontos de acesso para um serviço que vai ser a real fonte de lucro, como a Netflix por exemplo, que ganha dinheiro não com o App em si, mas com o serviço para o qual o App serve de ponte de interação.

O mundo dos aplicativos está passando por um renascimento, uma evolução. Entregar conteúdo único e principalmente não atrapalhar o usuário com anúncios e distrações, além de trazer funcionalidades realmente úteis parece ser o caminho mais saudável atualmente, além disso, fornecer uma interface simples e que não dependa tanto de atualizações para melhorias pode ser outro caminho interessante.

O que você acha? Você percebeu essa mudança na forma com que os Apps são tratados? Percebeu a mudança na forma com que você utiliza os aplicativos? Deixe seu comentário.

Até a próxima!

Fonte

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Sobre a aprovação do Librem 5, o Smartphone da Purism

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Há algumas semanas eu havia publicado aqui no blog sobre a campanha da Purism para lançar um Smartphone que usasse software livre como sistema operacional e tivesse uma real preocupação com a privacidade dos usuários, incluindo até mesmo chaves de desligar fisicamente hardwares de conectividade, como Wifi, Bluetooth, etc.

Librem 5, o Smartphone da Purism






A Purism acabou conseguindo todo o dinheiro de que necessitava para começar a produzir o Smartphone Librem. A notícia saiu há algumas dias, mas como eu havia mencionado, neste mês eu participei de alguns eventos que acabaram atrapalhando a produção regular de conteúdo do Diolinux (blog e canal), então não pude comentar no exato momento do acontecimento. Por outro lado, como a notícia já é "antiga", isso me permite comentar um pouco mais o impacto que a aprovação financeira do projeto e o desenvolvimento do mesmo acarretaram na comunidade Linux e no mundo da tecnologia.

Como o Librem impacta o mercado


Confesso que me surpreendi, não porque achasse que um projeto do tipo não fosse conseguir o dinheiro necessário, mas não pensei que seria tão depressa! Isso mostra que as pessoas realmente estão interessadas em controlar mais as suas informações no mundo digital. O que é muito bom.

Usuários mais conscientes são sempre bem-vindos e tendem a ajudar a melhorar o produto para o futuro, refletindo inclusive em outros softwares que utilizem no dia a dia, cobrando os desenvolvedores para serem mais transparentes, contudo, temos de ser realistas, este Smartphone não é para todos e ele (provavelmente) nunca vai competir com os grandes fabricantes atuais, mas isso não chega a ser um problema.

Eu não vejo a coleta de dados em si como o grande problema, o problema maior é: Uma vez que você não concorde com isso, o que você pode fazer?

Uma coisa é você ter consciência de que seus dados são coletados, consentir com isso e usar um determinado produto/serviço, outro diferente é você não concordar e simplesmente não ter para onde correr.

Em computadores tradicionais este obstáculo é superado de forma muito mais simples através de vários sistemas operacionais e software alternativos, como o Tails Linux, entre outros, mas e no mundo dos Smartphones? Ainda é muito complicado utilizar qualquer alternativa a Android e iOS caso você não goste de nenhum dos dois.

É exatamente nesta lacuna que um projeto como Librem 5 da Purism pode entrar e se encaixar como uma luva. Oferecendo um Smartphone plenamente funcional e que atenda a estes quesitos de privacidade, caso o usuário deseje. Aliado a isso, ele poderá dar vida, finalmente, ao sonho de termos desktops comuns no mundo Linux, como o KDE Plasma e até mesmo GNOME Shell, em dispositivos sensíveis ao toque comercializáveis, onde venham pré-instalados.

Não há como negar de que é um produto de nicho e assim deverá se manter por um longo tempo, se é que um dia deixará de ser, mas eu reitero, isso não é necessariamente um problema. 

Se observarmos, um dos motivos que impediria a adoção deste Smartphone com um Plasma Mobile da vida é sem dúvida a falta de determinados Apps que existem para Android; foi isso que complicou a vida do Ubuntu Phone e até mesmo do Windows Phone, porém, quanto a isso temos uma novidade interessante, aparentemente os desenvolvedores da Purism estão trabalhando em forma de fazer o sistema operacional que equipará o Librem suportar aplicativos Android, isso facilitaria o processo de adoção. Eles rodariam em forma de container, o que continuaria garantindo um certo nível de privacidade.

Como comentei, o Smartphone da Purism pode não ser perfeito para todos, e por isso não ser a escolha "número 1" da maior parte das pessoas, mas é essencial que tenhamos esta escolha, com todos os prós e contras que ela pode nos oferecer, deixando na mão do usuário o poder de escolha de como ele quer tratar os seus dados.

Eu tenho uma certa curiosidade em experimentá-lo, mas muito provavelmente eu não seria o tipo de usuário que usaria um Smartphone destes no dia a dia, daria ainda preferência por Android e iOS e a comodidade que eles me trazem, isso pode até mudar no futuro, mas estamos falando do presente.

Mas isso sou eu, talvez ele se encaixe exatamente com o que você procurava, o que você achou do projeto? Você usaria este aparelho como único dispositivo?

Comente logo abaixo e até a próxima!

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O Xiaomi Amazfit pode ser o seu futuro Smartwatch!

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Smartwatchs são produtos ainda controversos no mercado, o público se divide muito em relação a real vantagem de se ter um device deste tipo. Hoje você vai conhecer melhor um dos produtos da Xiaomi para este segmento, o AMAZFIT.

Xiaomi Amazfit





Antes de mais nada, eu gostaria de agradecer à loja TOMTOP por ter cedido o Smartwatch para este review, sem eles este conteúdo não seria possível.

Eu estive utilizando o AMAZFIT por cerca de uma semana e meia antes de fazer o roteiro final para a análise do produto. Conforme os dias foram passando eu consegui identificar pontos fortes e fracos que serão comentados mais à frente no texto, porém, antes de tocarmos nestes pontos, vamos a uma apresentação geral do produto.

Conheça o Xiaomi Huami AMAZFIT


Xiami HUAMI AMAZFIT


HARDWARE: Falando um pouco do relógio em si, ele certamente tem uma das melhores construções que eu já pude utilizar, tudo bem que eu não tive muitos Smartwatchs até hoje, mas já pude brincar um pouco com alguns modelos, quando você comprar um AMAZFIT você terá:

- Um relógio com corpo de cerâmica;
- Tela touch de 1,34";
- 512 MB de memória RAM;
- 4GB de armazenamento interno;
- Bateria de 280 mAh;
- Carregador acoplável USB
- BlueTooh 4.0;
- Wifi;
- Monitor cardíaco;
- Pulseira emborrachada e resistente.

Xiaomi Amazfit


Adicionado a isso, o AMAZFIT pesa apenas 55 gramas e tem um ótimo visor, que permite ângulos de visão bem abertos, permitindo que você visualize o conteúdo na tela mesmo sob uma forte luz ou em lugares escuros.

SOFTWARE: Temos aqui um diferencial também (e o maior fator de pontos positivos e negativos), ele possui um sistema operacional próprio, pelo que vi através de comentários na internet, seria um Android modificado, mas de qualquer forma, ele é diferente da experiência que você costuma ter em Smartwatchs Android, visto que você não tem acesso à Google Play Store e outros recursos comuns do Android. Por outro lado, este sistema mais enxuto dá ao AMAZFIT uma vida longa em sua bateria.

Xiaomi Amazfit Review


O sistema também carrega vários aplicativos úteis pré-instalados, especialmente para as pessoas que querem criar e regular com precisão seu exercícios físicos, além disso, é possível instalar um aplicativo no celular, onde você pode parear o seu Smartphone com o Smartwatch e ter acesso a funções extras de análise e personalização.

Antes de seguirmos para os prós e contras, fique com a review completa em vídeo:



Pontos Positivos:

Pontos positivos

A coisa que mais me impressionou no AMAZFIT foi a bateria. Na minha utilização tradicional a bateria durou exatamente uma semana em uma recarga completa, na segunda semana (a qual não mencionei no vídeo acima), a carga durou uma semana e meia praticamente, fazendo menor utilização dele. Então posso dizer que estou muito satisfeito neste quesito.

Segundo a Xiaomi, pessoas que utilizarem o AMAZFIT com maior intensidade deverão conseguir por volta de 5 dias de carga, o que é ótimo, visto que muitos Smartwatchs mal conseguem aguentar um dia inteiro.

Muito dessa conservação de bateria vem do sistema operacional ajustado especificamente para o AMAZFIT. Ele é simples, é compacto e faz o que tem que fazer. A interface é intuitiva e simples de se utilizar. Possui uma capacidade razoável de personalização, trocar as Watchfaces é algo realmente bem simples, tanto pelo Smartwatch, quanto pelo aplicativo no Smartphone.

Acompanhando o sistema operacional, temos uma grande variedade de apps de treinamento para regular os seus exercícios físicos. O medidor cardíaco possui a funcionalidade de avaliar se o seu batimento está adequado de acordo com padrões de saúde e o seu estado atual, incluindo perguntas sobre o seu humor no momento da medição para ajudar na apuração dos dados.

O brilho da tela é autoajustável, porém, você pode alterá-lo para o modo manual. O sensor de luminosidade funciona incrivelmente bem, como eu disse anteriormente, não há um momento em que você olhe para a tela não consiga ver perfeitamente as horas ou informações, como as notificações do seu Smartphone. Outra coisa bacana é que o sistema te avisa quando você deve fazer uma pausa de suas atividades e esticar um pouco as pernas por ter ficado muito tempo sentado; como eu trabalho muito nesta posição, achei o recurso muito útil.

Falando do corpo do Smartwatch, dentre os pontos positivos podemos apontar um design clean, esteticamente bem acertado, um acabamento impecável, uma tela com ângulos de visão excelentes (como já comentado) e uma pulseira bela e resistente, que também pode ser substituída por outra de seu gosto sem muitos problemas.

Pontos Negativos:

Pontos negativos do Amazfit

Todo produto tem seus contras. Para algumas pessoas os detalhes que eu vou comentar aqui nem podem ser considerados um contra necessariamente, mas vamos lá.

Apesar do sistema operacional ser muito funcional, ele peca em um detalhe para o público brasileiro, sendo completamente em inglês, tanto o App, quanto os sistema do Smartwatch em si. Ouvi falar que a comunidade brasileira da Xiaomi já criou ROMs e Apps alternativas traduzidas para o AMAZFIT, mas como tenho que avaliar o que vem dentro da caixa, é isso que temos. Fora que nem todo usuário final vai se dar ao trabalho de fazer isso, isso se tiver conhecimento e paciência para tal.

Outro ponto que recai sobre o sistema operacional é ele não ser Android, ou melhor, ser, mas não ser um "Android tradicional". Sem a Google Play Store você não consegue adicionar aplicativos para que você possa estender as funções que o relógio tem, limitando você ao que ele te entrega out of the box. Mais uma vez, a comunidade brasileira da Xiaomi já deu um jeito de mostrar como você pode instalar APKs nele (os pacotes de Apps do Android), aparentemente usando o ADB, um recurso comum entre os desenvolvedores, mas mais uma vez, é algo que foge da alçada do usuário comum, logo, um contra sob o meu ponto de vista.

O sistema operacional é mesmo o meu maior alvo de críticas aqui, sobre o aparelho, não tenho realmente nada a acrescentar nos contras, talvez 1 GB de RAM não fosse má ideia, mas como você (teoricamente) não vai instalar Apps, isso se torna desnecessário. Entre as coisas que você não conseguirá fazer nele nativamente sem dar aquela "hackeada" básica estão:

- Impossibilidade de interagir com as notificações, você pode apenas pré-visualizar as mensagens;
- Sem a possibilidade de adicionar novos Apps nativamente, você não terá coisas como um calendário completo, um aplicativo para controlar a ingestão de água (ainda que com criatividade você possa contornar isso sem problemas, usando um App no Smartphone ou programando o despertador que vem no AMAZFIT);
- Sem lanterna;
- Impossibilidade de controlar as músicas do Smartphone por ele.

Nesta última cabe uma ressalva. A ideia é que você coloque as músicas dentro do armazenamento interno dele e use fones de ouvido Bluetooth, assim você pode sair para dar a sua caminha sem levar o celular, certo? Certo. No entanto eu ainda acharia útil poder parear ele com o Smartphone e controlar as músicas nele, visto que não tenho acesso ao Spotify pelo Smartwatch ou ainda, controlar o som de casa via Bluetooth também, isso seria muito legal, mas ele não permite. 

O armazenamento interno, que tem 4GB é parcialmente preenchido com o sistema operacional, sobrando cerca de 2,56GB disponíveis para você colocar músicas, o que deve ser o suficiente para colocar mais de 150 músicas de alta qualidade.

Conclusão


Especialmente na parte dos "contras", eu observo que os pontos que eu apontei variam muito de acordo com o que cada consumidor espera de um Smartwatch, ou do AMAZFIT, mais especificamente. Então fique à vontade para colocar o seu ponto de vista nos comentários, OK?

No mais, é um ótimo Smartwatch. Eu que nunca fui um grande adepto desse tipo de tecnologia não tirei mais ele do pulso e estou gostando bastante, aprendi a lidar com as limitações que ele me oferece também e agora já estou habituado.

Você pode conferir o preço atual dele (com desconto especial) diretamente no site da TOMTOP, muito obrigado e até a próxima! :)
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Como ler mensagens no WhatsApp sem que apareçam os dois risquinhos azuis para quem enviou a mensagem

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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Hoje você vai aprender aquela famosa e antiga "técnica ninja" de ignorar as pessoas que você quiser sem se preocupar com as convenções sociais. Eu sei "é horrível", mas se você está lendo isso aqui é porque tem algum interesse no assunto, certo? Querendo ou não, o "double blue check" do WhatsApp já causou problemas por aí...

Riscos azuis no WhatsApp







Na era digital, passamos muito tempo com nossos celulares em mãos e os levamos para todos os lugares. Neste universo, uma das aplicações mais utilizadas é o WhatsApp. O App mantido pelo Facebook acabou se tornando uma das formas centrais de comunicação, seja para simples usuários comuns, seja para empresas, porém, junto com as informações enviadas de forma praticamente instantânea, a "necessidade" de resposta instantânea veio junto e isso nem sempre é possível, ou, nem sempre é o que você deseja fazer.

Até aí, tudo bem, certo? É... quase. Acontece que o recurso do WhatsApp para avisar que a mensagem foi entregue e visualizada acabou gerando um certo problema em algumas comunicações, como eu não conheço outra forma de explicar, o que costuma se passar na cabeça das pessoas, especialmente as mais ansiosas, é algo como:"ele(a) viu a minha mensagem e não respondeu? WTH!", ou algo muito próximo disso, com certeza.

No próprio WhatsApp você tem uma configuração possível para alterar um pouco este comportamento. O recurso pode ser parcialmente desativado simplesmente indo no ícone dos 3 pontos alinhados na parte superior direita, depois em configurações, conta, privacidade e no final "Confirmação de Leitura", com o recurso você não pode ver quem leu a sua mensagem.

Configuração de privacidade no WhatsApp

Mas essa funcionalidade não faz exatamente o que você gostaria que acontecesse (a menos que a pessoa que te enviou a mensagem tenha feito algo do tipo também), essa funcionalidade apenas esconde a confirmação quando você envia a mensagem e não quando você recebe, que é o ponto aqui. Além disso, a função não funciona para grupos e você pode querer ela ativada, afinal, em última análise ela pode ser útil, então, como criar uma solução que atenda a todos esses detalhes?

Conheça o: Shh - Hi Blue Double  Check



Você baixar este aplicativo diretamente na Google Play:
Em sua primeira inicialização o aplicativo vai pedir-lhe o "Acesso a Notificações do seu Android", aceite-as para que quando alguém lhe enviar uma mensagem no WhatsApp, o "Shh" possa te notificar também, nas configurações do App você também pode escolher ocultar o "Double Check" em conversas Individuais, Grupos ou em ambos.

Configurações do Shh

Você deve usá-lo assim: Quando você receber uma mensagem no WhatsApp, o seu WhatsApp vai continuar lhe notificando como sempre fez, porém, o "Shh" vai fazer o mesmo, se você quiser ler a mensagem sem que a pessoa que lhe enviou a mensagem saiba que você a leu, basta fazer isso através do aplicativo.

Com ele você não consegue responder as mensagens diretamente, mas ao tocar em uma mensagem e clicar em "Reply" (responder), ele lhe direcionará para o WhatsApp, onde o "Double Check" vai aparecer para o seu contato.

Funciona de um jeito muito simples, não é? 

Este material foi co-produzido com o nosso leitor Anderson Carvalho, autor do blog "Baixar jogos para Android".
Até a próxima!
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