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Google embarca na onda de assinatura de apps no Android

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

A plataforma Android está prestes a receber uma enorme mudança de paradigmas, um comportamento semelhante a serviços, como: Spotify, Netflix e o “aluguel” de livros da Amazon. Já pensou em utilizar os apps do Android sem propagandas, sem a necessidade de comprá-los, sem microtransações dentro do app e tudo isso de forma legal?

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“Está quase na hora ⏲️ Google Play Pass em breve”, é o que diz o anúncio oficial do Google em seu Twitter:


Nenhum detalhe a respeito do serviço foi informado, mas desde Julho o Google vem desenvolvendo o serviço. Graças a comunidade de desenvolvedores de software mobile XDA e prints de participantes dos testes, sabemos do que se trata o Play Pass. Essa nova investida da empresa pode ser uma enorme mudança no mercado Android.

O Play Pass permitirá que usuários paguem uma mensalidade e tenha um vasto catálogo de apps Android. Nada de compras, propagandas ou microtransações (obviamente, que os usuários poderão comprar apps, mas os apps pagos inclusos no serviço, poderão ser utilizados sem essa obrigatoriedade). Em algumas prints, obtidas com exclusividade pelo site Android Police, podemos observar mais detalhes.

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Ao menos nos testes iniciais o valor proposto na mensalidade era de US$ 4.99 (aproximadamente R$ 20,55 em uma conversão direta). Claro que esses preços podem mudar em seu lançamento oficial e não sabemos se haverá disponibilidade no Brasil, em um primeiro momento. Após obter as capturas de tela, o pessoal do Android Police entrou em contato com um porta-voz do Google que confirmou na época que estavam testando o Play Pass.

Claramente o serviço é inspirado no Apple Arcade, sistema de assinatura da sua concorrente direta, a Apple. No entanto, o Apple Arcade planeja ter jogos exclusivos dos principais desenvolvedores, enquanto no caso do Play Pass não temos nenhuma informação. Apenas que apps e jogos serão incluídos (exclusivos? Talvez). 

Será que a assinatura de aplicativos, nos moldes de um Spotify e Netflix da vida se tornará o padrão de mercado? Não se esqueça que o Google Stadia pretende fazer algo semelhante com os games. Agora resta saber se o valor será em conta para nós brasileiros, quando o serviço for lançado e disponibilizado para outros países.

Você pagaria uma mensalidade para utilizar apps sem precisar comprá-los ou ver propagandas? Se o Play Pass possuir jogos, no meu ponto de vista, pode ser muito interessante. Afinal, microtransações é algo que não curto ( você acaba gastando horrores… “de grão em grão a galinha enche o papo” e esvazia minha carteira 😁️😁️😁️).

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Navegador Vivaldi chega ao Android

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Com seu famoso slogan “Vivaldi: O navegador que coloca você no controle”, o browser é conhecido por possuir diversas features (que em outros navegadores exigem a instalação de algum plugin) e nestes anos de existência passou a concorrer diretamente com o Opera.

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O cenário de navegadores web é vasto, seja nas plataformas mobiles ou desktop. O Vivaldi demorou, mas enfim adentrou no mundo Android. Não espere o mesmo número de recursos no Android, comparado a sua versão para PC, ao menos neste primeiro momento.

Veja a entrevista que tivemos há algum tempo com o fundador e atual CEO do Vivaldi Jon von Tetzchner, e saiba mais sobre o conceito/premissa do browser.


Alguns destaques dessa versão mobile são:

  • Sincronização de dados: Mantenha marcadores, senhas, notas e mais. Sincronizados entre seus dispositivos com encriptação ponto-a-ponta;
  • Favoritos em um toque: O “Speed Dial”, assim como na versão para desktops, também está presente. Você pode personalizar as páginas favoritas e sempre ao abrir uma nova aba, o Speed Dial estará presente para acesso rápido;
  • Notas: O Vivaldi permite a criação de notas, sem necessidade de abrir um novo app;
  • Captura de páginas: Você pode capturar apenas as áreas visíveis de um site ou toda página;
  • Navegação privada: Durante a navegação com guias privadas, pesquisas, sites visitados, cookies e arquivos temporários não são gravados pelo Vivaldi;
  • Pesquisa instantânea: Use apelidos no campo de endereço para trocar rapidamente o mecanismo de pesquisa. Por exemplo, digite “w” para Wikipédia ou “d” para acessar o DuckDuckGo (inclusive fizemos uma matéria sobre o buscador DuckDuckGo, acesse e saiba mais).

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O navegador está em fase beta na Google Play, e você pode adquirir o app gratuitamente por esse link ou via QR-Code.

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Para mais detalhes, acesse a página oficial do Vivaldi e saiba mais sobre suas features. 

Também escrevemos uma matéria sobre o novo Firefox para Android, caso esteja curioso, segue o link.

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Fonte: Vivaldi.
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Cansado do Google? Conheça o buscador DuckDuckGo

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A gigante das buscas domina em diversos setores da tecnologia, seja com o Android, Youtube, seu browser ou até mesmo o que lhe fez ser tão bem sucedida, seu buscador Google.

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Na era digital parece que privacidade é um termo inexistente, nem sempre a comodidade e a privacidade andam lado a lado. Alguns podem estar pensando, mas existe o modo anônimo, sinto muito em lhe informar que isso não impede a coleta de dados. Você já fez uma simples busca de um produto em seu smartphone, e do nada produtos equivalentes passaram a brotar em outros lugares? Minha esposa brincou esses dias comentando que estava sendo perseguida, pois, ao pesquisar um produto em específico, as propagandas começaram a pular em redes sociais, aplicativos ou qualquer outro site (no PC e no smartphone).

Cerca de 75% dos sites contém algum rastreador do Google, acompanhando tudo o que você procura e o Google analisa quais sites você acessa, para depois segmentar publicidade conforme seu perfil, navegação e utilização. Outro detalhe é que seus dados permanecem no Google indefinidamente, talvez nem sempre isso seja interessante (já parou para avaliar? 🤔️🤔️🤔️).


DuckDuckGo o buscador que não registra seus dados


Lançado em 25 de Setembro de 2008, pelo jovem empreendedor americano Gabriel Weinberg, o DuckDuckGo almeja ser uma alternativa segura e com o mais alto nível de privacidade possível para um buscador. Como os demais buscadores, o DuckDuckGo mostra resultados de notícias, imagens, vídeos e tem “caixas” exclusivas para informações da Wikipedia e outros recursos.


Para fazer suas pesquisas, sem a coleta de dados, acesse o site “DuckDuckGo.com” e tenha mais privacidade. 

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DuckDuckGo no Android


Você poderá utilizar normalmente o site do DuckDuckGo em todos seus dispositivos, entretanto, no Android utilizo o “DuckDuckGo Privacy Browser” e faço minhas pesquisas normalmente.

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Ter privacidade ao navegar na internet não é algo comum, e no mundo atual às vezes ceder informações é sinônimo de comodidade. Sei bem que privacidade total é quase uma utopia em pleno século XXI, esse artigo não tem por intuito induzir os leitores a acreditarem que apenas usando o DuckDuckGO sua privacidade será total. Lembre-se, não adianta querer total privacidade e acessar redes sociais, comprar online, consumir conteúdo por streaming entre outras práticas. Conforme disse anteriormente, reveja quais dados são mais importantes e se realmente tudo deve ser oferecido a empresas ou plataformas. Todavia, situações desagradáveis de “perseguição por publicidade” podem ser evitadas ao utilizar o DuckDuckGo.

Equilíbrio é a chave do sucesso.

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Google Assistente com novidades

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sábado, 7 de setembro de 2019

Foi anunciado na IFA 2019 (Internationale Funkausstellung Berlin, “abrasileirando” seria mais ou menos, como Festival do Rádio de Berlim), que é a maior feira de eletrônicos da Europa, novas funcionalidades do Google Assistente. Confira os detalhes a seguir.

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Marcando presença em uma das maiores feiras de produtos eletrônicos e eletrodomésticos, o Google destacou funcionalidades extras de seu assistente pessoal, parceiros e fabricantes aliados que embarcariam a tecnologia em seus produtos, como smartphones, Smart TVs, caixas de som inteligente, fones de ouvido, etc.

Além de novos dispositivos com o Google Assistente instalado, proporcionando maior interação com os equipamentos conectados. Um recurso chamado “Modo Ambiente” permitirá novas maneiras de se relacionar com o assistente. Quando o aparelho estiver carregando, notificações e lembretes poderão ser visualizados e outras interações são possíveis, por exemplo, iniciar uma lista de reprodução e o controle de outros gadgets conectados na casa a partir da tela.

O Modo Ambiente proporciona que o smartphone possa se transformar em um porta-retratos digital conectado ao Google Fotos, basta não utilizar o aparelho (e obviamente ter a função habilitada). Esse pequeno detalhe com certeza agradará usuários, principalmente quem comprava porta-retratos digitais caríssimos. No momento alguns aparelhos contarão com a novidade, todos apresentados na IFA 2019. Mas creio que seja questão de tempo para outros Androids usarem o recurso.

Usuários do WhatsApp, também ganharam novidades. Através do Google Assistente chamadas de áudio e vídeo em viva-voz poderão ser realizadas no WhatsApp Android. Inicialmente apenas o idioma inglês está disponível.

Muito mais novidades acompanham o Google Assistente, algumas atreladas a hardwares específicos e outras que aparentam chegar em pouco tempo à todos os aparelhos Android.

Você usa o Google Assistente? Particularmente costumo fazer umas perguntas, e até brincar um pouco ou dar início a uma busca.

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Fonte: Discovery.
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Controle a central multimídia Kodi pelo smartphone

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

O Kodi é uma aplicação incrível, caso queira instalar o aplicativo em sua distribuição Linux, acesse este artigo com todo passo a passo. Porém, o que seria de um “cinema em casa”, sem a comodidade de assistir seus filmes e executar as demais funções do Kodi, sem a necessidade de se levantar e utilizar um teclado ou mouse, por exemplo.

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Para quem deseja controlar sua central multimídia, Kodi, diretamente de um smartphone, poderá instalar o controle remoto oficial do projeto. No caso de usuários Android, o “Kore, Official Remote for Kodi”, já para o iOS de nome “Official Kodi Remote”. 

As aplicações são intuitivas e dispensam maiores explicações, entretanto, configurar o controle remoto no Kodi instalado em seu computador, talvez não seja tão intuitivo assim. Mas, calma que vou demonstrar esse processo.

Antes de configurar o controle remoto no Kodi, obviamente, o aplicativo deve estar instalado em seu smartphone e o Kodi no computador.

Kore, Official Remote for Kodi (Android)


Acesse o link e efetue o download diretamente da Google Play, ou pode utilizar um leitor QR-Code e instalar mirando a câmera de seu smartphone no código QR (que também irá efetuar o download diretamente da Google Play).

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Official Kodi Remote (iOS)


Uma alternativa para iOS está disponível gratuitamente na loja da Apple, a versão também é oficial, sendo uma ótima pedida para usuários da plataforma da maçã. Você pode acessar o link da aplicação diretamente na App Store. Ou fazer uso de um leitor QR-Code, como no exemplo anterior.

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Configurando o controle remoto no Kodi


Com ambos instalados, o app no PC e em seu smartphone, vamos começar “a brincadeira”. Em meu caso estou utilizando o Kore, pois possuo um Android, mas creio que seja praticamente a mesma coisa no iOS. 

Abra o Kodi, e certifique-se que ambos estejam na mesma rede wifi (PC e smartphone).

No Kodi, vá até “Definições” (o ícone de engrenagem).

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Em seguida, até a opção “Serviços”.

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Navegue para categoria “Controle” e habilite às duas opções na sessão “Controle de aplicações”. Sendo elas: “Permitir controle remoto de aplicativos neste sistema” e “Permitir controle remoto de aplicativos em outros sistemas”.

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Outras mudanças podem ser aplicadas, como dar nome ao usuário ou atribuir uma senha. Particularmente só adiciono uma senha, o usuário nem mexo (😁️😁️😁️).

Abra o app em seu smartphone, e nele você verá o Kodi e sua máquina. Selecione e vá prosseguindo conforme o app te mostra.

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Se assim como eu, configurou um usuário e senha, será necessário informar para conseguir se conectar. Clique em “Testar”, quanto tudo estiver concluído.

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Se a aplicação não conseguiu encontrar o Kodi em sua rede, acesse o “menu hambúrguer” (no caso do Kore, aqueles “3 traços” no canto superior esquerdo), clique no símbolo de adição “+”.

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Configure manualmente o usuário, IP, porta e senha. Esse passo tem as mesmas configurações da imagem acima, para quem adicionou uma senha ao Kodi, e para saber o IP é muito simples. Novamente no Kodi, em “Definições”, depois “Dados do sistema”.

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Veja o número do endereço IP e configure no app.

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O app é bem intuitivo e em pouquíssimos minutos você entende todo seu funcionamento. Muito prático e recheado de recursos.

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Sempre utilizo o Kodi junto ao Kore, é uma dupla inseparável. Confesso que sua configuração pode confundir novos usuários, mas nada de outro mundo. Todas às vezes que utilizei o mesmo, não passei por problemas em sua configuração. Ao menos aqui, em todos esses anos, ele sempre reconhece de primeira. Recomendo o uso, já a alternativa para iOS, não posso comentar muito (não possuo um smartphone da marca).

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Aprenda Linux em pequenas doses diárias

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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

A famigerada tela preta, é o medo de muitos usuários ao adentrar no mundo Linux. Em primeiro momento pode parecer coisa de outro mundo, os inúmeros comandos no terminal acabam assustando que prefere simplesmente “empurrar um mouse”.

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Atualmente a utilização do terminal em distribuições, como o Ubuntu e Linux Mint são opcionais. Muitos tutoriais fazem uso deste artifício, pois, sabem que em muitos casos, digitar um comando é mais rápido do que navegar por inúmeras categorias e sair clicando nas opções. Não que exista mal em usar a interface gráfica, pelo contrário, incentivo o uso e apresento o terminal de forma opcional. No entanto, se você compreende que o “terminal é legal” e queira aprender um pouco mais, essa dica é valiosíssima. 

App Android para lhe auxiliar com o terminal


Manuais, blogs, fóruns, vídeos e tudo mais é o que não falta internet afora. Neles diversos comandos são apresentados e documentações explicam nos mínimos detalhes. Todavia, nem sempre você saberá onde encontrá-los, como pesquisar os comandos, etc. Possuir essas informações nas palmas de sua mão, pode ser um tremendo aliado. Então, irei indicar um app Android que categoriza esses comandos, e aborda seu funcionamento.

O Linux Command Library, é um app que me acompanha por bastante tempo. Sua nota na Google Play é bem alta (4,8) e possui mais de 500.000 downloads. Com 2378 páginas de manual, a aplicação é bem completa e repleta de comandos por categorias, sendo elas:


  • Usuários / Grupos;
  • Arquivos / Pastas;
  • Pesquisa;
  • Rede;
  • Informação do sistema;
  • Sistema de controle;
  • Áudio / Vídeo;
  • Gerenciador de pacotes;
  • Jogos no terminal;
  • Ferramentas Hacking;
  • E muito mais.

Veja um vídeo especial que preparamos sobre o app, e aprenda a utilizá-lo.


Você pode efetuar o download do app, apenas mirando a câmera do seu smartphone com um leitor QR Code.

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Usuários de iOS, acesse o link da App Store.

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Malware espião encontrado na Google play

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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Recentemente a empresa de segurança ESET, anunciou ter descoberto uma aplicação na Google Play que burlou as medidas de segurança. A Google estipula um conjunto de regras para aceitar um app na loja do Android. Além de um processo automático de segurança para identificar possíveis irregularidades.

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Nem tudo é perfeito, mesmo com toda segurança que uma plataforma possa garantir, ter um app da Google Play não é sinal de estar livre de desenvolvedores mal-intencionados. O aplicativo de nome Radio Balouch, conhecido por RB Music, funcionava como um tipo de transmissor de rádio.

Com todos os seus recursos funcionais, o app continha uma funcionalidade oculta que visava roubar os dados pessoais de seus usuários. A ESET observou que na loja existiam duas versões do app, ambos com mais de 100 instalações e com o spyware embutido. Um número relativamente pequeno, ao se considerar a base gigantesca de usuários do robozinho verde, mas que não deixa de ser preocupante.

A empresa alertou a Google e rapidamente o aplicativo foi removido da loja.

Outro caso curioso ocorreu há pouco tempo. Um app com uma nova técnica que burlava as restrições do uso de permissões de SMS e registro de chamadas, imposta pela Google em Março deste ano, e roubava dados pessoais dos usuários enganando os mecanismos de autenticação de dois fatores baseados em SMS. 

A ESET também notificou a Google que tomou as devidas ações. 

Embora a recomendação para baixar aplicativos de fontes oficiais seja mantida, isso também não garante total segurança. Portanto, é recomendável que os usuários analisem cada aplicativo que pretendem instalar em seus dispositivos e não concedam permissões ou funções desnecessárias. Além disso, sempre use uma solução de segurança para o celular”, afirma Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa do ESET América Latina.

Assim, ao instalar uma app em seu Android, além de preferir apps da loja da Google, verifique e pesquise um pouco sobre aquele desenvolvedor. Tenha em mente que aplicações com alto índice de avaliações, somados a milhares de downloads, pode ser uma característica interessante na hora da decisão (entre uma alternativa não tão popular). Obviamente, que isso não garante total segurança, mas já é um plus. Se uma empresa com toda infraestrutura da Google, não é imune a trapaças, imagine aquele APK baixado no “submundo da internet” (😁️😁️😁️).

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Até o próximo post, e cuidado com essa Android, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: ESET, Discovery.
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Ubuntu Touch morreu ou não?

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

O Ubuntu Touch foi um sistema que ocasionou diversas opiniões entre os usuários Linux. No dia 5 de Abril de 2017 o fundador e CEO da Canonical, Mark Shuttleworth, anunciou o fim do Ubuntu Phone. Mas, será que o Ubuntu Touch morreu junto? Irei dar meu ponto de vista sobre o assunto, e gostaria de saber o seu também.

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A trajetória do Ubuntu Phone foi bem conturbada, com um aparente fracasso inicial em sua campanha de financiamento coletivo, muitos apostaram no fim imediato da ideia da Canonical. Eis que em Fevereiro de 2015 a dona do Ubuntu firma uma parceria com a empresa espanhola BQ e lança seu primeiro aparelho. Em seguida, outra fabricante, a chinesa Meizu. Parecia que gradualmente o sistema estava começando a agradar as fabricantes e a qualquer momento poderia decolar.

No mundo mobile existem dois grandes competidores e um reina quase que soberanamente nos smartphones das fabricantes. Obviamente que estou falando do Android e iOS. Por conta de sua exclusividade e necessidade de vinculação com aparelhos da Apple, o iOS não faz todo o sucesso que poderia fazer. Claro que estou falando em países com economia mais debilitada ou emergente, como Índia e Brasil. Nos Estados Unidos da América, a dona da maçã é muito popular. Inevitavelmente quando um sistema mobile novo surge, comparações com o Android e iOS são realizadas quase que imediatamente. Os desenvolvedores avaliam o alcance das plataformas e focam nas que mais possam gerar um retorno maior, seja de usuários ou dinheiro (basicamente significa a mesma coisa).

Não importa o tamanho da empresa por trás de um novo projeto (na realidade importa sim, mas você entenderá o que quero dizer), se o seu sistema não segue algumas diretrizes. Na realidade é uma “exigência” a cada novo sistema criado, uma compatibilidade com apps do Android. A base de usuários do robozinho verde é tão grande, que mesmo no surgimento de uma ideia inovadora os desenvolvedores apenas irão pensar em uma coisa. A base estabelecida de usuários. 

A Microsoft tentou entrar no mercado com seu sistema Windows Phone, e possuindo um visual interessante e features úteis para o cotidiano. Não possuir uma base grande e não ser compatível com apps Android, decretou o fim de uma alternativa que se diferenciava dos demais. Uma empresa multimilionária, poderosa e com fortes parcerias (a Nokia mandou um abraço 😁️😁️😁️) o Windows Phone / Mobile teve seu fim.

Perceba que o Ubuntu Phone, por consequência o Ubuntu Touch, sofreu do mesmo mal. Não ser Android. No entanto, a história se diferencia a partir deste ponto.

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“Enquanto existirem pessoas trabalhando, um software open source não morre” 


O Ubuntu Phone chegou ao seu fim, mas a comunidade e muitos que trabalhavam no Ubuntu Touch, mantiveram esperanças no sistema. Mesmo sem o aporte financeiro da Canonical, a comunidade UBports abraçou a ideia do Ubuntu Touch.

Ao decorrer destes anos o Ubuntu Touch manteve-se vivo, recebendo novidades e melhorias. De forma lenta e gradual o sistema vem se tornando mais maduro e com grandes ambições, como a de executar apps Android. Algo planejado a bastante tempo, mas que não “saiu do papel”. 

Infelizmente o Windows Mobile, por ser proprietário, não pode ter essa fagulha de esperança. Não posso afirmar que o Ubuntu Touch irá “dar a volta por cima”, por ser um software de código aberto. Isso não garante o sucesso do sistema em se tornar popular. Apenas permite que pessoas apaixonadas invistam o tempo de suas vidas em um projeto.

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O que significa a morte de um projeto para você? O fim de seu desenvolvimento ou não ser popular. Caso a segunda opção tenha sido a sua resposta, podemos dizer que o Ubuntu Touch é um “walking dead”. Pois, mesmo não sendo popular, ainda continua sendo usado por um pequeno número de pessoas, recebendo novos recursos e em pleno desenvolvimento.

A última grande atualização do sistema, por exemplo, trouxe maior compatibilidade de hardware com alguns smartphones. Denominada de OTA-10, veja alguns aparelhos que trazem melhor suporte ao Ubuntu Touch, como o Fairphone 2, Nexus 4, Nexus 5, Nexus 7, OnePlus One, Meizu PRO 5 entre outros.

Acesse o blog da UBports, e leia as melhorias e observe o trabalho empenhado no sistema. A cada 3 meses a comunidade vem lançando novos updates, alguns com grandes mudanças de performance e outros com novos recursos.

O futuro do Ubuntu Touch é incerto, nem empresas do calibre da Microsoft conseguiram permanecer no mercado. Será que algum dia o Ubuntu Touch vai ser popular entre os usuários, ou conseguirá uma parceria com outra fabricante? Quem sabe a Canonical retome o projeto. Ao que tudo indica, não. Todavia, o Ubuntu Touch não morreu.

Deixe a sua opinião, porém, seja complacente e educado.

Você acredita no retorno do Ubuntu Touch, embarcado de fábrica em smartphones? Ou julga que nem se implementarem o suporte a apps Android, o sistema “não vingue”’?

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Até o próximo post, boa sorte a equipe UBports, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: UBports, Canonical.

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5 Apps para gerenciar seus arquivos no Android

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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Gerenciar arquivos no Android nunca foi tão fácil, é comum se perder em meio a tantos documentos, músicas, fotos, apks entre outros. Por isso selecionei 5 ótimas soluções para gerenciar os arquivos de seu aparelho.

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O Android é repleto de apps, porém, nem sempre esses aplicativos cumprem o que prometem ou atendem todos os públicos. Alguns programas embutidos pelas fabricantes se enquadram nessa situação. Caso esse seja a sua realidade, ou apenas queira algo novo, irei abordar resumidamente 5 alternativas e recomendo que teste cada uma e veja qual lhe agrada mais. Irei começar conforme a nota destes programas na Google Play (no máximo 5 estrelas), mesmo tendo o meu favorito, tentarei ser imparcial.

1.º File Manager by Xiaomi: Explorador de arquivos (Xiaomi Inc)


O gerenciador de arquivos da empresa chinesa Xiaomi é um dos melhores apps desta categoria, com uma nota bem alta de 4,8 o programa possui características interessantíssimas, algumas são:

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  • Recentes: Na qual o app indica os arquivos que você manipulou recentemente;
  • Categorias: Os arquivos são organizados conforme seu formato;
  • Armazenamento: O app lhe informa detalhadamente quais arquivos estão consumindo espaço e lhe dá a opção de gerenciamento de todas as pastas de seu dispositivo;
  • Limpeza: A possibilidade de liberar espaço de armazenamento apagando o cache de arquivos obsoletos;
  • Mi Drop (ShareMe): Compartilhe arquivos com amigos muito mais rápido, sem necessidade do Bluetooth ou conexão com a internet;
  • FTP: Para conectar seu dispositivo ao computador e transferir arquivos (algo relativamente simples no Ubuntu);
  • Pesquisa Global: Digite palavras-chave e encontre arquivos;
  • Compactação de arquivos: Comprima e descompacte arquivos em 7Z/RAR;
  • Gerenciamento de arquivos em lote: Selecione vários arquivos para mesma operação;
  • Integração com a nuvem: Compatibilidade com o Google Drive;
  • E muito mais. 

O app tem um tamanho de 18 MB, requer Android 4.4 ou superior, tendo mais de 100.000.000 downloads.


2.º Gerenciador de arquivos (Flashlight + Clock)


O segundo app de nossa lista também tem uma nota altíssima, sendo 4,8 num total de 5 estrelas. Seu visual pode não agradar a todos, entretanto, a ferramenta é bem poderosa e versátil. Veja algumas de suas funcionalidades:

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  • Armazenamento principal: Gerencie todos os arquivos e pastas no armazenamento de seu Android;
  • Cartão SD: O gerenciamento não é limitado a memória interna, sendo possível no cartão SD, algo que nem todo gerenciador consegue fazer;
  • Gerenciamento de diversos formatos: Seja música, vídeo, imagem, apks, documentos, entre outros. Você poderá gerenciar e pré visualizar muitos tipos de arquivos em seu dispositivo;
  • Controle sobre os Apps: Um recurso bem prático, é poder ver de forma resumida várias informações sobre apps instalados. Sendo possível excluir o cache destes apps, como os próprios aplicativos.
  • Backup de dados: Além de excluir os dados e caches de aplicativos, o backup também pode ser realizado;
  • Novos arquivos: A cada download ou realocação de arquivos o app lhe ajudará identificando esses novos arquivos;
  • Integração com a nuvem: Acesse seu armazenamento em nuvem de diversos serviços, como DropBox ou Google Drive;
  • Acesso remoto: Você pode utilizar o FTP para acessar seu computador ou até NAS;
  • E muito mais.

O app tem um tamanho de 6,3 MB, requer Android 4.0.3 ou superior, tendo mais de 100.000.000 downloads.


3.º Files da Google (Google LLC)


O aplicativo da Google tem como slogan “libere espaço no seu celular”, com uma nota de 4,6 a solução da empresa é bem completa e não perde para seus concorrentes. Os principais recursos são:

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  • Mais espaço: Libere de forma simples e rápida o espaço de seu armazenamento no Android, descartando arquivos obsoletos;
  • Análise de armazenamento: Utilize o Files para verificar o espaço restante no armazenamento interno ou SD, e transfira arquivos de um para o outro se necessário. Além de um limpador integrado para facilitar essa tarefa;
  • Otimização e avisos integrados: O app garante maior desempenho notificando você cada vez que um espaço pré determinado de armazenamento seja alcançado, assim seu smartphone Android nunca trabalhará no limite;
  • Recomendações inteligentes: Esse recurso apreende conforme você vai utilizando o Files e sugere quais arquivos apagar;
  • Pesquisa rápida: Com diversos filtros, encontrar seus arquivos será bem mais simples e rápido;
  • Gerenciamento por categorias: O app de forma inteligente categoriza seus arquivos, facilitando durante ações, como: compartilhar esses arquivos, copiá-los entre outras tarefas cotidianas;
  • Compartilhamento de arquivos: Sem a necessidade de Bluetooth ou internet, compartilhe seus arquivos para outro aparelho de forma rápida e intuitiva (todo procedimento é criptografado, aumentando a segurança);
  • Integração com a nuvem: Faça backup no Google Drive e escolha quais arquivos devem ser sincronizados ou não;
  • E muito mais.

O app tem um tamanho de 12 MB, requer Android 5.0 ou superior, tendo mais de 100.000.000 downloads.


4.º Organizador de Arquivos Astro (Metago)


O Astro tem um visual bem agradável e muitas funcionalidades. No passado sua nota era bem superior, entretanto, com o passar do ano caiu no ranking de avaliação da Google Play. Atualmente sua nota de avaliação dos usuários está em 4,5. Veja alguns de seus recursos:

gerenciador-apk-app-arquivo-file-android-espaço-organizar-astro-metago

  • Gerenciamento de arquivos: Com o Astro será possível gerenciar os arquivos da memória interna e do cartão SD;
  • Compartilhamento: Possuindo diversos protocolos de compartilhamento, o Astro pode ser uma alternativa bem versátil. O app tem suporte ao FTP, SFTP e rede SMB (Samba);
  • Integração com a nuvem: Conecte diversos serviços de armazenamento em nuvem e sincronize com seus arquivos;
  • Gerenciador multimídia: Esse recurso lhe permite classificar, categorizar e organizar seus arquivos;
  • Descompactador: Comprima ou descompacte arquivos nos formatos ZIP e RAR;
  • Gestor de apps: Exclua apps, mova para memória de seu SD, mova para nuvem, apague arquivos obsoletos entre outras funcionalidades;
  • Analisador de armazenamento: O Astro é capaz de analisar o uso do espaço e aponta apps não utilizados. Dando a possibilidade de remover arquivos não utilizados ou compactá-los para economizar o máximo possível de seu armazenamento;
  • E muito mais.

O tamanho do app e versão mínima do Android variam de acordo com o dispositivo, tendo mais de 50.000.000 downloads.


5.º File Manager (Mobile, ASUSTek Computer Inc.)


Também conhecido como File Explorer, o gestor de arquivos da ASUS é uma opção muito elogiada entre os usuários Android. O app é bonito, clean e possui uma nota de 4,4 na loja do Android. Suas principais funcionalidades são:

gerenciador-apk-app-arquivo-file-android-espaço-organizar-asus

  • Gerenciamento inteligente: Pesquise e gerencie seus arquivos, tanto da memória interna, como de seu cartão SD;
  • Navegação em categorias: Acesse seus arquivos de forma organizada e descomplicada, com o intuito de potencializar suas buscas e cotidiano;
  • Compactação de arquivos: Compacte seus arquivos para economizar espaço, os formatos suportados são ZIP e RAR;
  • Compartilhamento: Manipule seus arquivos e compartilhe os mesmos seja em LAN (rede local) ou com o protocolo SMB (Samba);
  • Múltiplas contas e integração com a nuvem: Faça backups ou gerencie seus arquivos em nuvem de diversos serviços. ASUS WebStorage e outros, como Dropbox, Google Drive e Microsoft OneDrive são suportados;
  • Transmissão multimídia: Acesse suas imagens, músicas, documentos ou vídeos de qualquer uma de suas contas de armazenamento em nuvem, sem efetuar o download em seu dispositivo;
  • E muito mais.

O tamanho do app e versão mínima do Android variam de acordo com o dispositivo, tendo mais de 100.000.000 downloads.


Fique a vontade para testar as soluções apresentadas e ver qual é a melhor para seu uso, compartilhe também em nosso fórum Diolinux Plus, alternativas que você julga ser interessante para outros usuários. A galera curte um Android também (😁️😁️😁️), se você usa iOS e por algum motivo caiu de paraquedas nessa publicação, não se acanhe. Compartilhe também no fórum algum app que goste e outros usuários da maçã tenham que conhecer. 

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Chega de sobremesas! Google resolve mudar diversos conceitos do novo Android

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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

A cada nova versão do Android seus usuários tentam adivinhar seu próximo nome, conforme nomes de guloseimas famosas. As sobremesas sempre estiveram nestes longos anos, e algumas famosas entre o público brasileiro, como o chocolate KitKat.

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Quebrando o ciclo de 10 anos de lançamentos nomeando suas versões do Android com sobremesas, a Google resolveu abandonar essa maneira de identificar seu sistema mobile. Uma tremenda surpresa para os entusiastas de plantão, afinal a nova letra era a “Q” e nomes já estavam sendo cogitados. Nunca fui bom em acertar as versões do robozinho verde, apenas a letra “L” tive esse prazer (Lollipop, o momento em que o Android me chamou visualmente a atenção).

Nada de doces, tudo será mais simples em diante. O Android apenas receberá uma numeração, indicando seu versionamento. Assim, a nova versão passa a se chamar Android 10. O abandono desta tradição não se limitou a forma de chamar seu sistema, conceitos do design foram renovados.

A marca Android recebeu um novo estilo de fonte, como a própria logo teve cores e formatos levemente alterados. Segundo Aude Gandon, diretor mundial de marcas para Android, diz que a marca está “mais moderna”. Com um novo tom de verde e um close na cara do mascote do Android, as mudanças podem parecer sutis para alguns, entretanto, os mais apaixonados pela marca, poderão levar um certo tempo para se acostumarem.

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Antes que muitos reclamem da mudança de nomes de doces para apenas números, existe uma lógica nisso. Por ser uma empresa com alcance mundial, algumas línguas ao redor do mundo não identificavam a ordem através dos codinomes. Tenhamos em mente que nem sempre as letras têm uma pronúncia distinguível e obedecem à ordem alfabética em que os nomes eram escolhidos. A própria Google informa que ouviu diversos feedbacks ao longo dos anos e este novo passo tem por objetivo simplificar as coisas e evitar esses problemas.

Resumidamente, a brincadeira e o mistério em torno de cada lançamento era divertido e fomentava a ansiedade pelo nome da nova versão. Por outro lado, acabava introduzindo alguns aspectos negativos com a identificação de suas versões em alguns países.

Recebendo esse “upgrade de marca” o Android passa a ser chamado de Android 10, Android 11 e daí por diante.

Veja o vídeo “A próxima evolução do Android”, apresentando essa mudança visual de um jeito que só a Google sabe fazer (🤩️🤩️🤩️).


Gostou da novidade ou preferia o conceito anterior?

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Anunciado o HarmonyOS, o novo sistema operacional da Huawei

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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Ao longo de todo esse impasse, entre EUA e Huawei, noticiamos o desenrolar dessa história. Caso não tenha conhecimento, leia a primeira postagem aqui do Diolinux sobre o relacionamento complicado entre os Estados Unidos e a Huawei.

huawie-hongmengos-harmonyos-smartphone-android-unix-linux-tv-laptops

Alguns cogitaram a possibilidade da Huawei criar parcerias com outras empresas e embarcar Linux em seus laptops, escrevi um artigo acerca do tema, enquanto outros apostaram em um sistema que funcionasse em ambas plataformas. Informações de usuários que testaram o então denominado HongMeng OS foram detalhadas nesta postagem.

Fim do mistério?


Afinal, é HongMeng OS ou HarmonyOS? Acontece que ambos estão corretos, entretanto, HarmonyOS é o nome em inglês. A Huawei fez diversos registros de nomes e antes de seu pronunciamento oficial, ainda existia muita especulação quanto ao nome correto. HarmonyOS será adotado globalmente.

Em sua conferência para desenvolvedores deste ano, a Huawei anunciou seu novíssimo sistema operacional e revelou mais detalhes e possíveis planos para o mesmo.

O HarmonyOS é um sistema baseado em microkernel, que pode executar diversas operações de Linux, Unix e Android, tudo na mesma plataforma. Seu foco é suportar um vasto portfólio de dispositivos e cenários. Tablets, TVs, dispositivos IoT, Wearables, PCs e muito mais opções. Além das fabricantes poderem embarcar o HarmonyOS. O lançamento da solução chinesa foi acelerado, devido a toda situação desconfortável com os EUA. Segundo Yu Chengdong, CEO da Huawei Consumer BG, que o sistema da empresa foi projetado para funcionar em várias plataformas e que uma possível migração de Android para HarmonyOS seria algo relativamente simples. Isso, se por algum motivo a Google deixasse de ser parceira da empresa.

Yu revelou que inicialmente o sistema tinha data prevista de lançamento para meados de 2020, mas devido aos problemas com os EUA, a empresa empenhou-se no desenvolvimento de sua solução, investindo em 4000-5000 pessoas para tornarem o projeto viável antes da data.

O HarmonyOS é software open source, segundo a Huawei não é baseado em Linux (mas pode trabalhar com o mesmo) e tem previsão de lançamento junto a TV Honor Smart Screen, amanhã dia 10 de Agosto. Assim maiores detalhes serão revelados, lembrando que essa conferência (HDC 2019) tem como foco os desenvolvedores. Sendo de código aberto a empresa visa acelerar sua adoção e desenvolvimento.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Espelhe a tela do seu Android no seu Linux com o ScrCPy

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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Muitos usuários de Linux gostariam de espelhar a tela do seu smartphone Android no desktop, para que seja possível acessar apps que só estão disponíveis para ele ou algum outro afazer. O scrcpy, do pessoal da Genymobile, vem para trazer essa facilidade tão aguardada.


Espelhe a tela do seu Android no seu Linux com o ScrCPy






Em seu blog, os desenvolvedores mostram a nova ferramenta, que diferente dos seus emuladores Genymotion Desktop (pago) e o Genymotion Personal Edition (free), ela não emula nenhum aparelho, ao invés disso, você pode fazer uso do seu próprio Smartphone, fazendo apenas o espelhamento da tela do celular no pc, ainda em desenvolvimento, como o AirDroid e Vysor, que nas versões mais completas são pagas. 




O scrcpy é o projeto open source deles, com isso você pode acompanhar o progresso, além de “fiscalizar” o código dele sem problemas.

Instalação do scrcpy no Linux


Existem várias formas de instalar o software no Linux. A principal é instalando o Snap dele, se o seu sistema não tem suporte a Snap, veja esse tutorial que ensinará a instalar no seu sistema. Feito isso, basta rodar o seguinte comando no terminal:

sudo snap install scrcpy

Para os usuários Arch e Manjaro, basta procurar no AUR por “scrcpy’ e mandar instalar. Quem estiver no Gentoo, tem um EBUILD também, que é o scrcpy/. Se você não quiser usar o snap ou a sua distro não tem suporte, você pode compilar ele, seguindo o tutorial dos desenvolvedores, preste atenção nas dependências.

Para rodar a aplicação, você vai precisar do terminal por hora, apenas digitando scrcpy. Mas muito provavelmente em um futuro próximo ele terá uma interface gráfica para facilitar tudo.

Fizemos um vídeo no canal para mostrar ele em funcionamento, tá bem bacana, inclusive, mostramos como criar um atalho para facilitar a abertura da aplicação sem abrir o terminal toda a vez

         

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Integre seu smartphone Android com o Ubuntu via KDE Connect

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terça-feira, 23 de julho de 2019

O KDE Connect é muito popular entre os usuários Linux, seja no Plasma ou em outros ambientes gráficos, a ferramenta é indispensável para quem possui um smartphone Android.

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Antes de demonstrar o processo de instalação do KDE Connect, irei abordar algumas de suas principais features:


  • Indicador no painel que mostra seus dispositivos sendo, nome, status e bateria
  • Acessar os arquivos do smartphone via SFTP;
  • Enviar arquivos, URLs e SMS ao Android;
  • Encontrar o smartphone, mediante efeito sonoro;
  • Notificações no desktop Linux;
  • Apresentação de Slides remota;
  • Controle multimídia;
  • Executar comandos no Linux via app do KDE Connect no Android;
  • Controlar remotamente o cursor do mouse, com navegação a gestos (estilo touchpad de um laptop);
  • E muito mais…

Para o funcionamento do KDE Connect são exigidas alguns requisitos:


  • Possuir o KDE Connect instalado em seu sistema (instalado por padrão no Plasma);
  • Ter instalado o indicador do KDE Connect em outros ambientes gráficos que não seja o Plasma;
  • Possuir o app Android em seu smartphone;
  • Estar na mesma rede wi-fi (smartphone e pc);
  • Ter as devidas permissões e estar pareado (smartphone e pc).

Instalando o KDE Connect em sua distribuição Linux


O primeiro passo é baixar o app Android diretamente da Google Play, você pode pesquisar diretamente na loja, quanto acessar por este link.

Como mencionei anteriormente, o KDE Connect já vem por padrão no ambiente KDE Plasma, assim basta baixar a aplicação Android.

Para usuários da interface padrão do Ubuntu, o Gnome-Shell, existe uma extensão chamada GSCconnect. Pesquise por ela na loja e instale normalmente, com esse complemento o KDE Connect é instalado sem a necessidade de dependências em Qt.

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Caso utilize outra interface gráfica, que não seja o KDE Plasma ou Gnome-Shell, será necessário instalar o KDE Connect e o Indicador do KDE Connect. O último foi desenvolvido para integrar o KDE Connect com outras interfaces que não sejam o Plasma. O procedimento é igualmente simples, pesquise na loja por: “kdeconnect” e instale o KDE Connect. Seu indicador será instalado automaticamente como dependência do primeiro pacote. Antigamente era necessário adicionar um PPA (que o próprio desenvolvedor do KDE Connect afirma não estar atualizado e a procura de um novo mantenedor) ou via DEB. Atualmente nada disso é preciso.

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Configurando o KDE Connect


Após instalar o KDE Connect em ambos os devices, smartphone e PC, você terá que emparelhar os dispositivos. Abra o Indicador do KDE Connect (GSConnect inicia junto ao sistema) e no app do Android acesse o “menu hambúrguer” e clique em “Emparelhar novo dispositivo”. Se ambos estiverem na mesma rede wi-fi uma mensagem solicitando o emparelhamento aparecerá.

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KDE Connect e GSConnect possuem a mesma lógica de funcionamento e suas interfaces com opções semelhantes por exemplo, em comandos costumo adicionar 2 para gerenciar o volume do meu computador diretamente do smartphone (a imagem a seguir é do GSConnect).

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No app do Android você encontrará diversas opções, como: Enviar arquivos, Apresentação de slides remota, Controle multimídia (caso esteja reproduzindo um filme com o vlc, por exemplo), Executar comando (que você tenha configurado no PC) e Introdução de dados remota (um “mouse virtual”).

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Caso queira ver o KDE Connect em funcionamento, fiz um vídeo há algum tempo em meu canal OSistemático, atualmente utilizo o GSConnect, porém, a lógica é idêntica. Afinal, ele nada mais é que uma implementação gráfica para a interface Gnome-Shell. (No vídeo abordo como adicionar o Indicador do KDE Connect para iniciar junto ao sistema, no caso do GSConnect não existe essa necessidade).


Sem sombras de dúvidas o KDE Connect é uma aplicação que todo usuário de Android e PC deveriam ter, aliás, quem nunca quis ficar deitado e controlando o computador à distância (😁😁😁), mas claro que sua utilização pode ser bem mais interessante. Integrar as notificações do Android, responder as mensagens diretamente pelo computador, são detalhes que tornam a experiência bem prática.

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