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Utilize o Facebook Messenger no desktop com o Caprine

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Para quem utiliza bastante o Facebook Messenger, ter uma opção diretamente no desktop pode facilitar o uso. O Caprine, um cliente não-oficial pode resolver este problema.

facebook-messenger-desktop

Criado pelo desenvolvedor Sindre Sorhus, o Caprine é um cliente não-oficial e open source do Facebook Messenger e adiciona diversas funcionalidades ao serviço. Entre elas, o querido modo noturno, notificações nativas e interface responsiva que se adapta ao tamanho da janela do aplicativo.

Disponível para Linux, MacOS e Windows, a versão do sistema do pinguim é disponibiliza em diversos formatos: AppImage, deb, snap e através do AUR para os usuários de Arch. 

dark-mode-facebook-messenger

O Caprine possui um foco em privacidade, com ferramentas para proibir outros usuários de verificarem a última vez em que você esteve online e não exibir o indicador de “digitando”.

Também é possível ocultar o conteúdo das mensagens nas notificações, e proibir o Facebook de rastrear os links que você clicar.

Além disso, o Caprine possui suporte para o Workplace, uma ferramenta do Facebook voltada para usuários empresariais.

Você pode fazer o download do Caprine através da página de releases do Github.

O próprio Ubuntu divulgou em seu Twitter oficial a versão snap do Caprine:


Você utiliza o Facebook Messenger? Prefere utilizar diretamente do navegador ou utiliza algum serviço para ter acesso através do desktop? Deixe nos comentários.

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Ferramentas gratuitas para estudantes

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Já é de conhecimento geral que universitários não tem dinheiro nem para o xerox, e com isso, algumas empresas lançam pacotes especiais com descontos (ou em alguns casos, versões gratuitas) especialmente para este público. Neste post, reunimos alguns desses serviços.

ferramentas-para-estudantes

Github for Education


Para quem se interessa pela área de desenvolvimento, o Github possui alguns serviços voltados para a educação, tanto para alunos quanto para professores.

O “Github Student Developer Pack” é um conglomerado de ferramentas gratuitas ou com desconto exclusivamente para estudantes. Desde um ano de domínio gratuito, acesso às IDE’s da Jetbrains até ferramentas para automação de e-mails e muito mais.

Para ter acesso, você precisa verificar que é um estudante matriculado, através de um e-mail da escola ou de documentos para comprovação, possuir uma conta no Github e ter mais de 13 anos.

Você pode verificar os benefícios através deste site.

Notion for Education


Já falamos do Notion por aqui, é um serviço voltado para produtividade, onde é possível criar anotações, tabelas, listas e o que mais a sua criatividade permitir. Ele pode ser uma ótima ferramenta na hora de fazer anotações das aulas, organizar trabalhos, apresentações e compartilhar estudos.

O Notion possui um plano de 4 dólares por mês que conta com blocos ilimitados, 30 dias de histórico de versão e suporte prioritário.

Para os estudantes, basta se cadastrar utilizando um e-mail escolar, que o plano pessoal sai totalmente gratuito. Para checar mais detalhes, basta clicar aqui.

Figma for Students


Também falamos do Figma aqui no blog. É uma ferramenta de design e prototipação disponível através da web, e possui um plano Pro de 12 dólares ao mês, que permite criar projetos ilimitados, histórico de versão ilimitado e criar projetos privados.

Para estudantes, basta ter mais de 13 anos e estar matriculado na escola, faculdade ou em algum curso que emita diploma que o plano Pro sai totalmente gratuito. Para verificar mais detalhes, clique aqui.

Você conhece algum serviço que conta com planos especiais para estudantes? Deixe nos comentários!

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Crie webapps com o Nativefier

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Já falamos aqui no Diolinux algumas vezes sobre webapps, como o Ice para Ubuntu e Mint e o Tangram. Desta vez, iremos te apresentar o Nativefier, uma ferramenta de linha de comando para transformar qualquer website em um aplicativo desktop.

transforme-websites-aplicativos-desktop

Open source e multiplataforma, ele está disponível tanto para Linux, quanto para Windows e MacOS. Basicamente, o Nativefier utiliza o Electron para empacotar o website em um executável do sistema de destino.

A principal diferença entre o Nativefier e alternativas como o Ice e o Webpin do ElementaryOS é a sua possibilidade de customização. Através de uma série de comandos, é possível alterar desde coisas mais simples como o nome e ícone do aplicativo, até a arquitetura (32 bits, 64 ou ARM), versão do Electron e até injetar código CSS ou JS.

Para instalar o Nativefier, é necessário ter instalado antes o NodeJS e o gerenciador de pacotes NPM. O procedimento é bem simples:

No Ubuntu, Linux Mint e derivados, basta utilizar o seguinte comando no terminal:

sudo apt install nodejs npm

No Fedora, o comando é bem parecido:

sudo dnf install nodejs npm

Após instalado o NodeJS, iremos utilizar o gerenciador de pacotes NPM para instalar o Nativefier. Basta inserir o seguinte comando no terminal:

sudo npm install nativefier -g

Feito isso, o Nativefier já está pronto para ser utilizado. O procedimento para a criação de um webapp é bem simples. Basta abrir um terminal na pasta onde você quer instalar os arquivos do webapp, e digitar o seguinte comando:

nativefier --name “Nome do App” https://play.diolinux.com.br

No comando, basta substituir “Nome do App” pelo nome de sua escolha e a URL do comando pelo website desejado.

O Nativefier conta com uma lista de comandos disponíveis para modificar o seu webapp e você pode conferir clicando aqui.

Para executar o aplicativo, existem duas opções: criar um arquivo .desktop para acessar o webapp através do menu, ou abrir o terminal na pasta onde estão os arquivos e iniciar com o seguinte comando (substituindo para o nome do arquivo executável da sua pasta):

./nomedoarquivo

No canal do Diolinux existe um vídeo ensinando a criar arquivos .desktop e você pode verificar no vídeo abaixo:


Algo que eu sempre faço toda vez que instalo um novo sistema é instalar o Whatsapp Web através do Nativefier, utilizando um código javascript para deixar o Whatsapp com o tema escuro. Para isso, eu entro no Userstyles, seleciono a customização que eu quero e clico em “Install style as userscript”. Feito isso, será realizado o download de um arquivo .js onde contém toda a customização CSS para deixar (neste caso) o Whatsapp com modo escuro.

Feito isso, basta fazer o seguinte comando:

nativefier --name “Whatsapp” --inject “arquivo.js” https://web.whatsapp.com

Em “arquivo.js”, você deve alterar para o local onde o arquivo baixado está localizado. Também é possível simplesmente arrastar o arquivo para o terminal, e o local será informado automaticamente.

Feito isso é só iniciar o aplicativo e pronto!

Se quiser saber mais, veja este vídeo do Diolinux sobre o Nativefier:


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O que é o RPM Fusion e como instalá-lo no Fedora

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Logo após instalar o Fedora, uma das maiores recomendações é a de se instalar o RPM Fusion. Mas exatamente, o que é o RPM Fusion?

mais-software-para-seu-fedora-rpm-fusion

Segundo o próprio site do projeto, o RPM Fusion é um repositório que distribui softwares que a Red Hat e o Projeto Fedora não querem disponibilizar em seus repositórios próprios, em sua maioria por questões de licença, visto que a Red Hat só disponibiliza softwares open source.

Todos os softwares presentes no RPM Fusion já estão pré-compilados em formato RPM, necessitando apenas pesquisar na loja do sistema, ou digitar um único comando no terminal.

O RPM Fusion nasceu como uma junção de outros 3 repositórios: Dribble, Freshrpms e Livna, na intenção de distribuir a maior quantidade de softwares possíveis em um único local. 

Instalação


Para instalar o RPM Fusion é bem simples. Primeiramente, entre na página de configuração do projeto, e serão exibidos uma série de links. O primeiro, é o repositório RPM Fusion Free, que conta apenas com softwares de código aberto. O segundo, é o repositório RPM Fusion Non-free, que seguindo a lógica, são os aplicativos de código fechado.

pagina-configuracao-rpm-fusion

Caso esteja utilizando a interface Gnome ou KDE, é possível baixar os arquivos .rpm e instalá-los através da própria loja de aplicativos, como qualquer outro software. 

instalacao-rpm-fusion-gnome-software

Como tudo no Linux, caso preferir, também é possível realizar este procedimento através do terminal. Basta inserir o seguinte comando:

sudo dnf install https://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm https://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm

Para visualizar os aplicativos do RPM Fusion diretamente da loja, basta inserir o seguinte comando e depois reiniciar o sistema:

sudo dnf groupupdate core 

Pronto! Feito isso, você terá acesso a todos os softwares do RPM Fusion através da loja ou do próprio terminal.

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Google premia os melhores apps da Play Store de 2019

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Todos os anos o Google lança uma lista com os principais aplicativos da Play Store do ano, e desta vez não foi diferente. Separamos alguns dos aplicativos desta lista e mostramos aqui para você.

melhores-do-ano-play-store-2019

A primeira categoria é Apps mais divertidos, e conta com aplicativos de edição de imagens, conversa e de moda.

21 Buttons


O 21 Buttons é uma rede social de moda, ótimo para quem quer ficar por dentro das últimas tendências do mercado, e também conta com a possibilidade de comprar peças diretamente pelo aplicativo.

Concepts



Disponível para Android e Chrome OS, Concepts é um aplicativo para quem gosta de desenhar. Com ele, é possível criar esboços, fazer ilustrações e até colorir desenhos.

A segunda categoria é a Melhores tesouros escondidos, com aplicativos de nicho, porém com uma qualidade acima da média.

Vem CA


Possivelmente o aplicativo mais interessante desta lista, o Vem CA é uma plataforma de acessibilidade, e conta com diversas atividades culturais com acessibilidade. Entre algumas das atividades, estão: peças de teatro com língua de sinais, filme com audiodescrição e até feiras com gratuidade. Se você necessita ou conhece de alguém que precisa de algum tipo de acessibilidade, que tal recomendar este aplicativo?

Morphin



O Morphin permite que você coloque o seu próprio rosto em alguns dos GIFS mais populares, utilizando tecnologia CGI. Para isso, basta tirar uma selfie dentro do aplicativo e escolher o GIF, aí é só compartilhar aonde preferir.

A terceira categoria é Melhores apps para crescimento pessoal, que conta com aplicativos com foco em autoaperfeiçoamento.

Calm


Se você tem problemas para relaxar e dormir, talvez o Calm possa te ajudar: esse aplicativo conta com técnicas de respiração, meditações e melodias para ajudar a respirar melhor, relaxar e dormir com mais facilidade.

Drops Script



Para quem quer aprender uma nova língua, o Drops Script é uma boa opção. Através dele é possível aprender diversas outras línguas, como japonês, coreano e até russo. O aplicativo exibe a pronúncia correta e permite fazer o “desenho” do símbolo.

A próxima categoria é Melhores apps para o dia a dia, que como o próprio nome já diz, são aplicativos para uso diário.

Mobills


Este é um aplicativo de gerenciamento financeiro, e nele é possível fazer controle de gastos e ganhos, analisar para onde seu dinheiro está indo, realizar um planejamento de como gastar melhor, e acessar informações do seu banco diretamente deste aplicativo.

Endel



O Endel utiliza algoritmos para criar paisagens sonoras que estimulam a mente de maneiras diferentes, de acordo com cada objeto. Existem 4 modos: Relax, Focus, On-the-go e Sleep.

A penúltima categoria é a de Melhor app: voto popular, onde o próprio público decidiu qual é o melhor aplicativo do ano.

O vencedor foi o Dollify, um aplicativo que se popularizou nas redes sociais, em que é possível criar personagens digitais parecidos com você, alguma celebridade ou o que a sua criatividade permitir.


A última categoria é a de Melhor app, aonde a própria equipe do Google decidiu o melhor aplicativo.

O vencedor foi o Cíngulo, um aplicativo de terapia guiada, e conta com avaliações para descobrir os pontos fortes e fracos e utilizar as terapias adequadas para melhorar nos lugares necessários.


Você pode conferir todos os aplicativos participantes na Play Store. Tem algum aplicativo que você gostaria de ver na lista de melhores apps? Comenta aqui embaixo!

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Dispositivos eletrônicos vendidos na Rússia poderão obrigatoriamente possuir aplicativos Russos pré instalados

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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Projeto de lei proposto por vários deputados na Rússia poderá fazer com que todos os computadores, smartphones, Smart TVs, tablets, e outros equipamentos semelhantes vendidos no país, obrigatoriamente possuam uma série de apps Russos pré instalados.

dispositivos-eletronicos-russos-poderao-obrigatoriamente-possuir-apps-russos-pre-instalados

O Projeto de Lei


Segundo o que está escrito na página do “Sistema de Apoio À Legislação” da Rússia, na qual se encontra o projeto de lei, todos esses produtos que estarão sujeitos ao mesmo são considerados “tecnicamente complexos”. Com isso, tal lei permitirá aos consumidores utilizar softwares Russos pré instalados, que além de tornar mais fácil o uso destes dispositivos, também irá proteger e incentivar o crescimento de empresas e desenvolvedores no país.

Segundo os autores do projeto de lei:

Tal lei irá proteger os interesses das companhias Russas de internet, e reduzir o abuso por parte das grandes companhias estrangeiras de tecnologia da informação.

O projeto de lei ainda está sendo discutido no Parlamento Russo, e para ser aprovado precisará ter uma votação favorável em três diferentes turnos. O primeiro turno das votações do Parlamento foi positivo a aprovação da nova lei, e se os dois turnos seguintes também forem, o resultado será a aprovação do projeto de lei Nº757423 por parte de Vladimir Putin.

Caso o projeto seja aprovado, a lei passará a entrar em vigor à partir do primeiro dia de Março de 2020. Desta data em diante, o governo divulgará uma lista com todos os modelos de dispositivos eletrônicos que estarão sujeitos a nova lei. Também serão divulgadas outras listas especificando quais aplicações deverão ser instaladas em cada uma das diferentes categorias de dispositivos eletrônicos que se enquadram na nova legislação.

Fabricantes e distribuidores de dispositivos eletrônicos que se recusarem, ou não obtiverem sucesso em seguir as novas ordens, estarão sujeitos a uma multa com um valor previsto de ₽ 200.000,00 (aproximadamente R$ 12.900,00).

A Polêmica


Enquanto parlamentares, em sua maioria, aprovam e apoiam o projeto de lei, dizendo que esta irá enriquecer a cena de desenvolvimento e tecnologia no país, a população se mostra extremamente contrária à nova ideia. Dizem que este é um movimento que vai em direção a um estado de vigilância, e fiscalização além dos limites. Estas pessoas temem que os aplicativos que obrigatoriamente virão instalados nos seus dispositivos poderão ter como objetivo apenas fornecer ao governo acesso facilitado a dados privados dos usuários.

É realmente um tema bastante polêmico. Eu acho excelente que um governo decida apoiar o desenvolvimento de softwares e tecnologia em seus país, mas também acho que os meios que os parlamentares Russos estão tentando utilizar para realizar esse apoio são, medindo as palavras, extremamente desonestos. Quanto a questão sobre, se o governo está ou não intencionado em espionar a população, bom, quem sou eu para afirmar qualquer coisa? Mas é realmente isso o que dá a entender.

Mesmo que as intenções do governo sejam as mais honestas possíveis, também não acho que tal lei irá dar um grande impulso no setor de TI da Rússia. Os aplicativos que, caso a lei seja aprovada, serão enfiados goela abaixo instalados por padrão nos dispositivos eletrônicos, não serão necessariamente os melhores apps desenvolvidos no país, serão apenas aplicações selecionadas por políticos. Provavelmente aplicações de empresas e desenvolvedores, de certa forma, filiados ao governo.

Talvez eu esteja completamente enganado, e morar no Brasil tenha feito de mim uma pessoa muito desconfiada quando o assunto é política, e políticos. Todavia, do meu ponto de vista, todo esse papo de “impulsionar o setor de tecnologia no país” parece ser uma desculpa para que o governo possa fazer algo como, por exemplo, o que a própria população Russa desconfia, mencionado anteriormente neste artigo.

Por fim, realmente gostaria de saber qual é a sua opinião sobre esse assunto. Você pensa que o novo projeto de lei é mesmo uma boa ideia? Ou as desconfianças da população é que fazem mais sentido? Vamos conversar nos comentários! 😁

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉

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Chrome OS 78 chega com novidades e aprimoramento com apps Linux

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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Confira as novidades da versão 78 do sistema do Google, e o aprimoramento de aplicações Linux no Chrome OS.

google-chrome-sistema-operacional-chromebook-laptop-apps-linux-web-browser-desktop-virtual-overview

Donos de Chromebooks devem estar alegres com as mais recentes mudanças no Chrome OS 78. O sistema do Google é muito famoso no meio estudantil, chegando a bater de frente com o Microsoft Surface nos EUA. Com as mudanças que estão sendo implementadas, mais usuários poderão ser atraídos. 

Temos uma review do Chrome OS demonstrando o sistema em funcionamento e avaliando se vale ou não apena comprar um Chromebook:


O suporte para as aplicações Linux no Chrome OS não é de hoje. O recurso vem sendo compatibilizado desde 2018, com a possibilidade dos pacotes DEB poderem ser instalados, unindo as facilidades da web, com apps comuns no mundo Linux sendo acessados offline. 

Veja no início desta implementação, aplicativos de Linux rodando no Chrome OS:


Fica bem interessante pensar aonde as coisas chegarão, caso todo esse trabalho continue adiante. No ano de 2019, por exemplo, parece que o foco principal, além das soluções de bugs, é essa compatibilidade com softwares Linux. Cada atualização vêm sendo minuciosamente ajustada para rodar programas do Linux. Inclusive vários modelos de 2019 passaram a vir com o suporte para aplicativos Linux. Muitos poderão se perguntar, mas qual a dificuldade se o Chrome OS também é baseado em Linux? Pois bem! Ser baseado em Linux, não quer dizer necessariamente que as tecnologias serão compatíveis entre si. Além disso, o Chrome OS não compartilha dos mesmos elementos, comumente semelhantes em outras distribuições. Um que posso citar, é o seu servidor de janelas. Nas distros é comum você utilizar ou o Xorg, ou Wayland.

Apps Linux no Chrome OS 78 e muito mais


Agora é possível salvar e restaurar backups dos arquivos e aplicativos Linux localmente, em armazenamento externo ou na nuvem via Google Drive. O suporte a GPU passa a vir ativado por padrão, oferecendo uma experiência decente e tornando tudo mais fluido ao utilizar esses apps.

As configurações foram divididas, tornando tudo ainda mais organizado, como aprimorado o suporte à impressão. A exibição das impressoras, suportadas, é automaticamente reconhecida sem prévia configuração por parte do usuário. Recursos novos no Chrome OS 78, não faltam e features, como Picture in Picture (PiP) no Youtube compõe algumas das novidades. Outras alterações que são interessantes citar são: melhorias visuais no aplicativo Arquivos tornando mais intuitivo as informações de todo o progresso, a capacidade do Chromebook “acordar” ao utilizar a conexão USB para determinados casos de uso, adição do Click-to-Call, facilitando chamadas telefônicas de usuários Android, novos atalhos de teclado e uma das principais mudanças em sua interface gráfica, sendo a criação de desktops virtuais e interações com o Overview.

Com aspectos que lembram ambientes conhecidos no Linux, GNOME Shell, DDE e Pantheon Shell. 

Desktops virtuais no Chrome OS 78:

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Overview no Chrome OS 78, e adição de desktops virtuais:

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Detalhes mais simples e pontuais foram adicionados, mas creio que sejam mais relevantes aos usuários do sistema e ficaria maçante mencionar um a um.

“Agora você pode criar até 4 desktops virtuais distintos. Os desktops virtuais são para se concentrar em um único projeto ou para alternar rapidamente entre várias janelas”, diz o Google nas notas de versão.

Se você, assim como eu, não tem um Chromebook. Não fique triste, talvez uma solução paliativa seja “fazer seu próprio Chromebook”. Uma forma interessante é através do CloudReady, conforme o vídeo logo abaixo.


Ainda não tive o prazer de pegar um equipamento desses em minhas mãos, sempre estou pesquisando sobre o sistema e confesso que sua interface é uma de minhas favoritas (em quesito beleza). Gostaria de brincar um pouco com um Chromebook, de preferência um que suporte a instalação de apps Linux.

Você possui um Chromebook? Qual sua opinião sobre o sistema do Google? Particularmente penso bem semelhante ao Linus Torvalds, quando o assunto é Chrome OS.

Quer saber a opinião do criador do Linux, sobre o sistema do Google e mais assuntos? Acesse essa postagem e saiba mais.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e não perca nenhuma novidade.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Softpedia.


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Olivia, um elegante player para streaming de áudio

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Dizem as más línguas que “Linux não tem programas”. Ao contrário desta “afirmação”, a cada dia conheço um app novo para Linux. Particularmente, amo isso. Hoje irei apresentar um player de música voltado a streaming, que conheci recentemente, ao “procurar por programas novos”.

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux

Player de música é um assunto muito pessoal, e no Linux existem inúmeras alternativas. Caso tenha um player favorito, não é crime algum ter predileções, permita-se experimentar coisas novas. Sem mais delongas, conheça o software Olivia, um player de música escrito em Qt5, open source e que pode lhe chamar a atenção. 

Olivia um player focado em streaming


Ao contrário da maioria dos tocadores de som (essa é para “os das antigas”), Olivia tem foco no streaming de áudio. Seja procurando por músicas no Youtube ou em rádios online. O app está em constante desenvolvimento e conforme o tempo passa, novas features são esperadas. Com mais de 25.000 estações de rádio da internet, o programa poderá muito bem agradar aos ouvintes de rádio (confesso que este não é o meu caso).

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux

O reprodutor de música está em alfa, e por ser relativamente novo, problemas em sua interface podem ocorrer. Caso isso acontece, os próprios desenvolvedores pedem para executar o app via terminal, com um comando que aparentemente resolve o problema (quando executado via linha de comando). No entanto, ao menos em minha instalação no Ubuntu 18.04, não obtive problema algum. Veja o comando abaixo:

QT_STYLE_OVERRIDE='gtk' olivia-test.olivia

Caso o Olivia tenha erros como: fontes grandes demais, e aparência fora de resolução, o comando acima deve contornar.

Alguns recursos e características do Olivia


Com funcionalidades interessantes, creio que vale o teste do Olivia, irei citar alguns que me chamaram a atenção.

  • Pesquisa e reprodução de artistas, álbuns e músicas online;
  • Reprodução de música do Youtube (apenas áudio, economizando a banda de sua internet);
  • Rádio online, com mais de 25.000 estações do mundo inteiro;
  • Interface personalizável, com cores, transparência, tema conforme a música e muito mais;
  • Mini-player, player convencional e modo tela cheia;
  • Recomendação de músicas, conforme músicas relacionadas;
  • Opção de ouvir as músicas offline;
  • Entre outras funcionalidades (não quero “estragar” sua descoberta 😁😁😁).

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux-mini-player

No momento que escrevo este post o Olivia não possui a função para apagar o cache local, das músicas que você vá salvando para reprodução offline. Caso queira excluí-los, navegue com seu gerenciador de arquivos (no meu caso estou utilizando o Nautilus) e apague os arquivos.

~/snap/olivia-test/current/.local/share/org.keshavnrj.ubuntu/Olivia/downloadedTracks

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linuxolivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux-offline

Instalando o “cloud player music” Olivia


Por estar em desenvolvimento e considerado como “software alfa”, o player poderia trazer um certo risco ao seu sistema. Isso se o mesmo não estivesse em Snap. Neste formato o Olivia estará à parte de seu sistema, garantindo segurança e caso não goste do player, desinstale ele sem comprometer sua máquina. Para instalar o programa em seu sistema será necessário ter o Snap configurado, no caso do Ubuntu ele é padrão. Está utilizando outro sistema? Não tem problema, acesse este artigo e configure facilmente o Snap.

No caso do Ubuntu você pode simplesmente pesquisar por “Olivia” em sua loja e efetuar a instalação.

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux-loja-ubuntu

Ou se possui o Snap configurado em seu sistema, e prefere o terminal. Instale com o comando abaixo:

sudo snap install olivia-test

Para remover o programa, utilize o comando:

sudo snap remove olivia-test

Já conhecia o player Olivia? Depois do Spotify passei a não utilizar mais players, porém, fiquei curioso em testar esse. Acesse nosso fórum Diolinux Plus, quem sabe a galera tem indicações de players de música interessante.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Google e o seu possível Android Q convergente

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Um sistema convergente é o sonho de muitos amantes da tecnologia. Que tal utilizar uma aplicação em seu smartphone e ao chegar em casa prosseguir com a mesma tarefa em uma tela maior, no modo desktop. Esse é o desejo de muitos usuários, e a Google não quer ficar de fora dessa.

appss-aplicativos-convergentes-android-modo-desktop-samsung-dex-canonical-ubuntu-phone-pureos-purism-linux-

A Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, tentou pôr em prática essa proposta com seu Ubuntu Phone. Infelizmente não foi bem sucedida. A Purism está trabalhando em um smartphone com essa proposta, utilizando aplicações desktops que se moldam ao mobile etc. A gigante coreana Samsung, desenvolveu o Dex, com seus aparelhos Samsung da linha Galaxy mais premium, vem possibilitando o funcionamento do Ubuntu nesses aparelhos com o Linux on Dex, até mesmo sua versão do Android.

Agora a Google também embarca nos aplicativos convergentes. Durante a Google I/O 2019, sua conferência para desenvolvedores, a empresa demonstrou a evolução de suas API's e incentivou os desenvolvedores a compatibilizar seus apps com o escalonamento de tela, com a adição de um modo desktop. A Google não entrou em detalhes se o Android Q teria um modo desktop, uma dock semelhante aos Samsungs para "morphar" em um funcionamento desktop, mas foi enfática na compatibilização e criação de apps com função desktop.

Possibilidades e mais possibilidades…


Esse incentivo da Google, em meu ponto de vista, pode estar atrelado à 3 coisas. Primeiro, um planejamento que de fato o Android Q possuirá um modo desktop. Segundo, ela pode estar visando a integração de apps Android no Chrome OS, afinal mesmo com aplicações Android funcionando normalmente em seus Chromebooks, eles são pensados para o mobile. E terceiro alguma parceria com uma empresa, estilo Samsung, que possui o Dex.

appss-aplicativos-convergentes-android-modo-desktop-samsung-dex-canonical-ubuntu-phone-pureos-purism-linux-chromeos

Das três possibilidades que imaginei, creio que as duas primeiras são as mais plausíveis, claro que nada impede um combo de ambas, inclusive um pezinho da Samsung (😁😁😁).

E você, acha que em breve teremos um modo desktop no Android? Uma coisa é certa, a Google não está enfatizando a compatibilidade com um "modo desktop" a toa, tem "caroço nesse angu".

Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post.

Te aguardo aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Google Duo recebe função chamadas em grupo

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

A Google domina diversos setores da tecnologia e sem sombra de dúvidas quando se pensa em buscas ou smartphones, lá existe "um pezinho da Google, para não falar o seu domínio nesses mercados (😕😕😕).

google-duo-android-app-aplicativo-web-chamadas-video-audio-grupo-webcam-comunicação

O Duo é o aplicativo de chamadas em áudio e vídeo da Google. Conhecido por ser muito econômico e eficiente, mesmo com internet de baixa conexão, 3G, o aplicativo da gigante das buscas manteve-se no mercado, ao contrário da sua "resposta ao WhatsApp" o Google Allo.

Substituto do Hangouts?


Antes da última atualização, o Google Duo só efetuava chamadas em particular, entretanto após o update uma funcionalidade que lembra o Hangouts foi adicionado.

google-duo-android-app-aplicativo-web-chamadas-video-audio-grupo-webcam-comunicação

Com a nova versão é possível criar grupos com seus contatos, e efetuar uma chamada com várias pessoas, semelhante ao Hangouts. No entanto a funcionalidade está presente apenas na versão mobile do app e em alguns países, o Brasil está entre eles, então pode comemorar (😊😊😊).

google-duo-android-app-aplicativo-web-chamadas-video-audio-grupo-webcam-comunicação

Sua versão web ainda não foi contemplada com o recurso, mas creio que seja questão de tempo. Como nem todos os países receberam esta novidade, talvez a opção só venha ao aplicativo web quando estiver liberado para todos os países.

Ao menos no momento, não creio que o Duo substitua o Hangouts, porém olhando a longo prazo me parece sensato essa substituição.

Baixe o app diretamente da Google Play para Android, App Store para iOS ou use a versão web.

E você, utiliza o Google Duo? Até hoje ele não me deixou na mão, e foi o que melhor funcionou com meu "belíssimo pacote de dados 2g/3g".

Que tal acessar nosso fórum Diolinux Plus e continuar esse bate-papo sobre apps Android?

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Google lança transcrição de voz em tempo real no Android

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quarta-feira, 13 de março de 2019

Empresas de tecnologia sempre estão em constante desenvolvimento, seja em sua mentalidade ou visão perante as transformações do mercado, como o aprimoramento de seus produtos e serviços. Ao decorrer dos anos a Google veio se tornando líder em diversos segmentos, como inteligência artificial. Ela é uma poderosa aliada para tarefas de reconhecimento facial, estudos do comportamento do usuário e transcrição de voz.

transcrição-narrar-voz-ditar-gboard-android-google

Em seus últimos lançamentos o Gboard, teclado da Google para Android, vem recebendo atenção especial da empresa, com a possibilidade de uma digitação por voz de forma rápida e totalmente offline. Depois de inúmeros testes, a funcionalidade foi aprimorada graças a tecnologia de inteligência artificial, sem a necessidade de uma conexão com a internet, essa nova forma de transcrever o áudio em texto, é obtida graças a um poderoso sistema que funde diversos componentes de reconhecimento de voz, criando um único mapa neural que transforma o sinal de onda sonora em seu texto equivalente.

transcrição-narrar-voz-ditar-gboard-android-google

Essa nova maneira de transcrever a voz, é mais rápida que a forma convencional, pois não exige o acesso a internet, e tendo passos adicionais que poderiam atrasar o processo, como acesso aos servidores Google e depender da velocidade de internet do aparelho, entre outras coisas. E mesmo na hipótese de estar utilizando o Gboard em modo offline,  essa nova implementação tem uma latência e tempo de resposta menor, sendo superior à aplicação atual.

Caso esteja preocupado com o tamanho exigido para essa funcionalidade em seu aparelho, não se preocupe, se antes durante seu desenvolvimento esse espaço em disco pudesse ser requisitado em até 2GB, agora com o aprimoramento do software, apenas 85MB é reivindicado.

Aparelhos que terão tal funcionalidade


Em primeiro momento, apenas os aparelhos Pixel, Pixel 2 e Pixel 3 receberão essa novidade, os quais estiverem definidos com a linguagem “inglês americano”, caso possua algum citado na lista, basta acessar a opção: Gboard settings > Voice typing > Faster voice typing e habilitar o recurso, no entanto creio ser uma questão de tempo para que tal funcionalidade esteja disponível em outros aparelhos e idiomas, assim como a assistente de voz da Google em seu lançamento. Lembrando que você pode utilizar a transcrição de áudio offline atualmente, porém sem a precisão e os aprimoramentos contidos nessa nova implementação do Gboard. 

E você gostou da novidade? Está ansioso para testar em seu Android? Deixe nos comentários sua opinião e se utilizaria a transcrição de voz no robozinho verde?

Te espero até o próximo post no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Microsoft torna Open Source seu app calculadora

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Há quem diga que a Microsoft apenas está preparando o terreno para num futuro próximo “se apropriar” do Linux e do mundo Open Source, ainda existe quem afirma que com o Satya Nadella a postura da empresa mudou e que a MS adaptou-se ao mercado, porém sempre existirá a dúvida pairando na mente, de quem viveu aquela época obscura da empresa.

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Inegavelmente com o passar dos anos, a Microsoft veio disponibilizando cada vez mais o código de seus softwares, em 2014 o Microsoft .NET Framework teve parte do seu código disponibilizado, também teve o motor do JavaScript em seu “finado” browser Edge (em breve a atual versão do Edge, será baseado no Chromium), o Chakra, parece que a empresa está “cedendo” ao padrão de mercado, o “jeito Open de Ser”, e desta vez mais uma aplicação entra na lista, o app de calculadora do Windows 10.

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Distribuído sobre a licença de código aberto MIT, o app de calculadora do Windows 10, que é desenvolvido com o XAML, Azure Pipeline e Universal Windows Platform (UWP). Disponível no Github, todo o cronograma de desenvolvimento da aplicação, assim como a possibilidade de sugerir funcionalidades ou implementações, estará ao alcance dos desenvolvedores, e por ser Open Source, seu código pode ser utilizado em outros projetos.

Algo interessante para os novos desenvolvedores que pretendem utilizar de tais tecnologias, é ver como a MS utiliza seus padrões de desenvolvimento, uma forma eficaz de ver todo o processo e familiarizar-se com tais ferramentas.

E você acha que a MS está a cada dia indo em rumo ao Open Source? Será que no futuro o Windows será de código aberto? Algo interessante e que também pode entrar em discussão, ao se pensar numa Microsoft mais aberta, é seu pacote universal de programas, pauta de um Diocast, intitulado “Esse Windows ainda vai virar Linux?”, caso não tenha acompanhado basta ouvir todo esse bate-papo. 

Te espero no próximo post, e lembre-se, seja educado e respeite a opinião alheia, não esqueça de compartilhar o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Agora você pode testar aplicações em beta no Flatpak

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Não é de hoje que venho falando que soluções como: AppImage, Snap e Flatpak são o futuro de distribuição de apps no Linux, e a cada momento novas funcionalidade e recursos são implementados nestes formatos de empacotamento. O Flatpak acabou de receber uma funcionalidade muito interessante para entusiastas da tecnologia.

flathub-flatpak-canal-repositorio-beta-teste

No dia 19 deste mês, em um comunicado no blog do Gnome, foram anunciados novos recursos do Flathub, em meio às novidades, algumas com foco nos desenvolvedores de softwares, um recurso muito interessante foi adicionado ao repositório, a possibilidade de obter instalações de programas em estágio beta em Flatpak.

O Snap possui algo semelhante, chamado de “canal beta”, dando o poder nas mãos do usuário, de qual versão do software ele está disposto a instalar em seu sistema, uma versão considerada estável ou uma versão “teste”, em que recursos recém implementados ou em desenvolvimento podem fazer parte.

Com essa nova opção, entusiastas poderão testar as versões betas de seus softwares, com a segurança e tranquilidade que uma aplicação em SANDBOX pode oferecer, sem medo de bugs que possam comprometer seu sistema operacional.

Repositório Beta do Flathub


O objetivo deste repositório é possibilitar aos desenvolvedores que usuários comuns testem suas aplicações, para eventuais lançamentos de versões estáveis de suas aplicações.

Para isso o próprio Github da aplicação será utilizado neste repositório beta, descomplicando o procedimento e tendo uma maior velocidade ao oferecer tais apps.

Para adicionar a opção do repositório beta em seu sistema, basta executar o seguinte comando:

flatpak remote-add flathub-beta https://flathub.org/beta-repo/flathub-beta.flatpakrepo

Em seguida instalar a versão beta do aplicativo desejado: (Como exemplo utilizei a Engine de jogos Godot)

flatpak install --user flathub-beta org.godotengine.Godot

Ao instalar uma versão beta e outra estável do mesmo aplicativo, eles serão adicionados em paralelo no sistema. Porém, apenas um será exibido no menu de aplicativos de sua distribuição.

Você pode mudar a exibição de qual versão, sendo na respectiva ordem [01 | 02] em que o primeiro parâmetro será o app a ser exibido.

flatpak make-current org.godotengine.Godot [beta|stable]

Através do terminal existe a opção de escolher qual versão executar, inclusive existem duas formas de executar a versão beta do app:

flatpak run --branch=beta org.godotengine.Godot

ou

flatpak run org.godotengine.Godot//beta

Neste primeiro momento essa alternativa está disponível apenas via terminal, sendo apenas questão de tempo para ter implementações gráficas, seja na loja de apps ou DEs.

O que achou da novidade? Será interessante conferir as versões betas dos programas, e quem sabe descobrir novas funcionalidades, além de contribuir em seu amadurecimento para as versões estáveis. 

Te espero como de costume, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE, até a próxima! 😎

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Google aconselha desenvolvedores criarem Apps 64bits

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Processadores 64 bits oferecem diversas vantagens sobre os de arquitetura 32 bits, mas parece que nem todo desenvolvedor visa criar aplicativos em versão 64 bits. Isso “obrigou” a Google a dar o ultimato. Calma que não é todo esse alarde que alguns veem fazendo.

apps-playstore-google-64bits

Nesta Terça-feira, 15 de Janeiro, Vlad Radu, gerente de produtos da Google, anunciou no blog de desenvolvedores Android, os planos da empresa para o futuro do Android em relação a arquitetura de processador dos aplicativos.

A intenção é que processadores em tal arquitetura, tirem maior proveito ao executar apps em 64 bit. Atualmente, nem todas aplicações possuem sua variante em 64 bits, limitando um smartphone de 64 bits obrigando os aparelhos a utilizarem as versões 32 bits, e por consequência, não extraírem o máximo de desempenho, como foram projetados.

O fim dos 32 bits? Será?


Com o pronunciamento, algumas dúvidas ficaram no ar. Não que a nota pelo gerente da Google foi confusa, pelo contrário, mas alguns portais de tecnologias noticiaram que seria o fim dos aplicativos em 32 bits na Play Store.

Para quem esse requisito se aplica?


A proposta da Google é de que no dia 1º de Agosto de 2021, a Play Store deixe de dar suporte 32 bits para aparelhos que suportam 64 bits. Isso não significa que smartphones com processadores 32 bits sejam afetados. Os apps em 32 bits não acabarão, apenas donos de aparelhos com suporte 64 bits, passarão a extrair o máximo de seus gadgets. Pois existirão versões de apps apropriadas, não obrigando a utilizar 32 bits.

Se essa transição for feita com sucesso, provavelmente as pessoas não vão perceber nenhuma diferença em relação a disponibilidade de Apps, ainda que talvez sintam um melhor desempenho em alguns, o que é uma coisa boa, sem dúvida.

Salvo algumas exceções, como jogos feitos na Unity 5.6 em 32 bits, até o prazo de 2021, poderão manter suas versões de 32 bits, sem a necessidade de uma 64 bits.

Aplicações segmentadas ao Wear OS, Android TV, ou pacotes não destinados aos usuários do Android 9 Pie ou posterior, também não se enquadrarão nesta obrigatoriedade.

Uma tarefa perfeitamente possível


Para maior parte dos desenvolvedores Android a mudança será relativamente simples. Visto que as linguagens que dominam o desenvolvimento de apps Android são, o Java e Kotlin, e não precisam de alterações de código para suportar ambas arquiteturas, 32 bits e 64 bits.

A Google está esperançosa em tecnologias de inteligência artificial, machine learning (aprendizado de máquinas), e dispositivos mobiles mais imersivos. O suporte ao 64 bits prepara todo ecossistema para tais inovações, permitindo novos recursos avançados.

Assim como nos desktops, o próximo passo é deixar a era de 32 bits para trás nos smartphones.

Você possui algum smartphone com processador 64 bits? Pensava que os 32 bits iriam acabar? Deixe nos comentários o que acha disso tudo.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, nos vemos, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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