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Akira, a nova ferramenta para design no Linux

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Uma ferramenta muito interessante para designers no Linux está com financiamento coletivo aberto, seu nome é “Akira”. Um programa que visa fazer frente aos concorrentes proprietários, feito por designers e pensado para designers.

akira-design-vetorial-linux

Parafraseando Alessandro Castellani, desenvolvedor líder do Akira, ‘‘[...] o status atual do Linux no Desktop, não permite que designers sejam produtivos e competitivos, num mundo tão acelerado [...]”. “[...] E o único propósito do Akira é mudar drasticamente isso”.

Eu sei que parece um pouco audacioso, mas em tempos que profissionais estão cada vez mais dependentes de ferramentas proprietárias. Uma nova alternativa Open Source, pode proporcionar portas que por algum motivo, aplicações como: GIMP, Inkscape, Krita, Gravit Designer ou qualquer outro software, não trouxeram, seja por dificuldade de adaptação do usuário, interface ou alguma funcionalidade inexistente. Uma nova ferramenta pode ser um novo ponto de partida.

O financiamento coletivo da aplicação, está sendo feita através do KickStarter. Na categoria “Tudo ou nada”, na qual o projeto só irá adiante caso alcance seu objetivo até 4 de Março.

Tecnologias no desenvolvimento do Akira


Quem afirma que aplicações em GTK são inferiores as alternativas em QT, por conter limitações de funcionalidades no desenvolvimento, vai se surpreender com a escolha dos desenvolvedores do Akira. Que decidiram escrever inteiramente a base do software em Vala e GTK + 3. O sistema de criação de projetos, Meson, será utilizado em seu desenvolvimento. 

A aplicação visa ser uma alternativa viável aos grandes softwares do mercado, e totalmente nativa para sistemas baseados em Linux. Informações sobre o suporte a outras plataformas, não foram dadas pelos responsáveis do projeto. 

mockup-interface-akira

Formas de distribuição


Inicialmente com proposta de ser distribuído na loja de apps do ElementaryOS, e em Flatpak. Os desenvolvedores do Akira, mostraram-se abertos a outras formas de empacotamento, como: Snap e AppImage, mas nestes casos, contando com a ajuda de colaboradores da comunidade.

Um PPA com as Daily Builds, com a evolução do projeto, também está nos planos.

Lista de recursos para primeira versão


Temas adaptáveis e uma interface altamente customizável, o Akira visa trazer maior liberdade no manuseio visual da aplicação, seja com o modo dark ou janelas com rótulos ou sem rótulos, não importa. A intenção é que o designer tenha o controle.

modo-dark-akira-janelas-temas

Um projeto dentro do projeto


A equipe do Akira pretende construir uma nova biblioteca para lidar com as telas da aplicação, algo baseado em vetores SVG, dando maior escalabilidade ao software. Esta biblioteca será independente da aplicação, podendo ser incorporada em outros projetos.

Mais funcionalidades


Terá como todo software de imagens vetoriais, formas geometricas para uso variado. Painel de camadas, para organização das layers do projeto. Gerenciador de fontes, mas em primeiro momento o nativo do padrão GTK, com planos futuros para algo desenvolvido por eles.

painel-camadas-akira-layers


Formatos suportados pela aplicação


Um novo formato será utilizado para o projeto “.akira”, escrito em JSON, ele trará todas as informações necessárias, como: cores, fontes, símbolos etc. Com a possibilidade de um controle de versionamento dentro do arquivo.

Já os formatos de exportação, serão: SVG, PNG, JPG e PDF, sem suporte inicial para formatos proprietários.

Um pouco sobre a equipe de desenvolvimento


Com uma equipe de 4 pessoas em seu desenvolvimento, 2 deles sendo membros da Gnome Foundation e 1 do Elementary OS. O projeto Akira visa, em 4 meses, lançar a primeira versão do software. Um prazo muitíssimo curto, diga-se de passagem.

Nesse contexto fica evidente a escolha de algumas tecnologias em torno de seu desenvolvimento. Mas isso, de forma alguma, desqualifica tais tecnologias, pelo contrário, se desenvolvedores experientes estão dispostos a utilizá-las em uma empreitada tão ambiciosa, isso só demonstra sua capacidade e viabilidade técnica no projeto.

Colabore, quanto mais boas alternativas, melhor!


As colaborações para desenvolvimento da aplicação Akira, podem ser feitas em sua página do KickStarter, com mais informações e funcionalidades do app.

E aí, curtiu a possibilidade de um novo software para design no Linux? O que achou da proposta do Akira? Deixe nos comentários, quais softwares você utiliza para criar seus trabalhos. Eu utilizo muito, o GIMP em conjunto ao Inkscape.

Te vejo no próximo post, até lá, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Google aconselha desenvolvedores criarem Apps 64bits

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Processadores 64 bits oferecem diversas vantagens sobre os de arquitetura 32 bits, mas parece que nem todo desenvolvedor visa criar aplicativos em versão 64 bits. Isso “obrigou” a Google a dar o ultimato. Calma que não é todo esse alarde que alguns veem fazendo.

apps-playstore-google-64bits

Nesta Terça-feira, 15 de Janeiro, Vlad Radu, gerente de produtos da Google, anunciou no blog de desenvolvedores Android, os planos da empresa para o futuro do Android em relação a arquitetura de processador dos aplicativos.

A intenção é que processadores em tal arquitetura, tirem maior proveito ao executar apps em 64 bit. Atualmente, nem todas aplicações possuem sua variante em 64 bits, limitando um smartphone de 64 bits obrigando os aparelhos a utilizarem as versões 32 bits, e por consequência, não extraírem o máximo de desempenho, como foram projetados.

O fim dos 32 bits? Será?


Com o pronunciamento, algumas dúvidas ficaram no ar. Não que a nota pelo gerente da Google foi confusa, pelo contrário, mas alguns portais de tecnologias noticiaram que seria o fim dos aplicativos em 32 bits na Play Store.

Para quem esse requisito se aplica?


A proposta da Google é de que no dia 1º de Agosto de 2021, a Play Store deixe de dar suporte 32 bits para aparelhos que suportam 64 bits. Isso não significa que smartphones com processadores 32 bits sejam afetados. Os apps em 32 bits não acabarão, apenas donos de aparelhos com suporte 64 bits, passarão a extrair o máximo de seus gadgets. Pois existirão versões de apps apropriadas, não obrigando a utilizar 32 bits.

Se essa transição for feita com sucesso, provavelmente as pessoas não vão perceber nenhuma diferença em relação a disponibilidade de Apps, ainda que talvez sintam um melhor desempenho em alguns, o que é uma coisa boa, sem dúvida.

Salvo algumas exceções, como jogos feitos na Unity 5.6 em 32 bits, até o prazo de 2021, poderão manter suas versões de 32 bits, sem a necessidade de uma 64 bits.

Aplicações segmentadas ao Wear OS, Android TV, ou pacotes não destinados aos usuários do Android 9 Pie ou posterior, também não se enquadrarão nesta obrigatoriedade.

Uma tarefa perfeitamente possível


Para maior parte dos desenvolvedores Android a mudança será relativamente simples. Visto que as linguagens que dominam o desenvolvimento de apps Android são, o Java e Kotlin, e não precisam de alterações de código para suportar ambas arquiteturas, 32 bits e 64 bits.

A Google está esperançosa em tecnologias de inteligência artificial, machine learning (aprendizado de máquinas), e dispositivos mobiles mais imersivos. O suporte ao 64 bits prepara todo ecossistema para tais inovações, permitindo novos recursos avançados.

Assim como nos desktops, o próximo passo é deixar a era de 32 bits para trás nos smartphones.

Você possui algum smartphone com processador 64 bits? Pensava que os 32 bits iriam acabar? Deixe nos comentários o que acha disso tudo.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, nos vemos, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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Linux e suas dificuldades para migrar!

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terça-feira, 10 de julho de 2018

A questão de migração pode ser interpretada de diversas formas, tem pessoas que migram para alguma distribuição Linux por que querem, tem pessoas que usam o Linux e nem sabem (temos o Android por exemplo), assim como existem pessoas que migram para o Linux por conta de trabalho, não necessariamente por uma escolha pessoal. Apesar de hoje em dia o Linux ser a base de diversos projetos, ainda existem muitas dificuldades encontradas pelo usuário final, que prejudicam a migração para esse universo.






Para que o usuário final possa usar tranquilamente Linux, é preciso que saiba como o sistema operacional que está utilizando funciona. Quando falamos em “como funciona”, não é necessariamente saber quais são os processos que estão por trás do sistema operacional, como o kernel controla o acesso a memória, como o sistema operacional é estruturado. O usuário precisa conseguir realizar todas as atividades que são necessárias para ele, como coisas simples do dia a dia e se sentir confortável com isso.

Se você sente a necessidade de conhecer tudo sobre o sistema, como ele realmente funciona, e todas as suas funcionalidades, ótimo! Porém, não podemos negar que muitos usuários não tem o interesse de saber como tudo funciona, desde que possa fazer suas atividades está tudo “OK”, e não há problema nisso. Eu mesma, quando iniciei nesse universo só queria saber se o resultado pretendido, que era fazer as minhas atividades sem problemas, seria satisfeito e aos poucos fui me interessando mais sobre o assunto. 

Nem todas as interfaces são intuitivas ao extremo, especialmente se a pessoa utilizou Windows por muitos anos. No canal já foi abordado algumas vezes o assunto de "a melhor distribuição para quem está começando", e apesar de existirem algumas que são facilmente recomendáveis, não há como negar que existe algo muito interessante na exploração das opções até você encontrar a que mais se adequa às suas necessidades ou ao seu perfil de usuário.



Quando comecei a usar Linux, fui apresentada ao Ubuntu com Unity e gostava muito , pois era muito prático e com um visual que me agravada, tanto que foi difícil me convencer a trocar de interface. Depois comecei a usar Linux Mint, o qual o visual não me agradou muito, mas a experiência acabou sendo tão boa que convenci meu chefe a rodar em vários computadores da empresa em que trabalho.

Nesse processo podemos dizer que algumas coisas acabam afastando os usuários ou prejudicando a sua adaptação. Uma das coisas mais difíceis da migração, na minha opinião, é saber onde as coisas estão posicionadas, como instalar as coisas, onde procurá-las e como procurá-las. Se você é criador de conteúdo, procure sempre pensar em formas de fazer tutoriais e explicar que possam ser utilizados por usuários iniciantes também, ou sinalize caso seu tutorial seja para um usuário intermediário ou avançado para que as pessoas que acessem não vejam aquilo como algo difícil, ou impossível de fazer, e usem isso como uma desculpa para parar de tentar.

Outra dificuldade encontrada são os programas utilizados, às vezes achamos que o que precisamos é exatamente “daquele” programa, mas na verdade o que precisamos é da sua funcionalidade. Levei um tempinho para me acostumar a essa ideia. Mantive dual boot por um ano simplesmente para usar o pacote Office da Microsoft, até me dar conta de que o que procurava eram simplesmente as funcionalidades que encontrava nesses programas. 

Busque as coisas não pelo nome do programa e sim pelas suas funcionalidades, como “editor de texto” ao invés de “Word” por exemplo. Isso com certeza vai de abrir um leque muito maior de oportunidades de encontrar aquilo que você procura, muitas vezes encontrando soluções até melhores do que a que você estava acostumado.

Apesar de ter citados alguns pontos relacionados ao conteúdo produzido e um pouco da minha experiência de usuária, acredito que, grande parte da desistência ocorre pela falta de interesse do usuário em esforçar-se para adquirir um novo conhecimento e optar falar que o produto “não é bom”, do que revelar que não tinha vontade de conhecer e se adaptar há algo novo no momento. Isso também já aconteceu comigo, mas acabei revendo meus conceitos. 

Veja que não há problema em você não estar interessado em aprender algo novo no momento, desde que não justifique essa falta de interesse colocando empecilhos negativos no conteúdo, e isso vale para qualquer coisa na vida que se propor a aprender em sua vida. Enfim, no vídeo abaixo você encontra a opinião do Dionatan sobre os desafios da migração e o que se pode fazer para facilitá-la.





Até a próxima!
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5 aplicativos indispensáveis para seu Smartphone

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quinta-feira, 19 de abril de 2018


Há muito tempo o Smatphone deixou de ser apenas um aparelho móvel que faz ligações para se tornar algo essencial em nosso dia a dia. Atualmente, as ferramentas presentes neles permitem unir casais, como Tinder, chamar um motorista sem precisar procurar na rua por um, como o Uber, e até nos oferece momentos de lazer e descontração, como o divertido 7 Sultans cassino online – que, inclusive, vêm ajudando muitos brasileiros a fazerem uma renda extra mensalmente.

5 Apps muito uteis






A questão é que os aplicativos que cada um carrega no Smartphone podem variar de acordo com o gosto e a atividade. Aqui eu vou listar os meus 5 Apps indispensáveis e que são alguns dos primeiros que eu instalado ao comprar um novo Smartphone ou qualquer outro dispositivo.

A maioria dessas funcionalidades está presentes em distribuidoras digitais de aplicativos, como o Google Play ou a Apple Store, que são os mais populares. Só na primeira, há mais de 400 mil opções, entre gratuitos e pagos, prontos para download dos usuários.

1 - Google Maps

Eu sei que muitas pessoas preferem o Waze hoje em dia, mas eu ainda prefiro utilizar o Google Maps. Recentemente eu fiz uma longa viagem internacional e os serviços da Google foram importantíssimos para que eu pudesse acessar todos os locais que eu desejava. Se quiser saber mais sobre essa viagem, conheça o meu outro canal, o X da Questão.

Google Maps

O Google Maps geralmente vem instalado nos Smartphones, o que já é uma vantagem. Talvez o sistema de navegação de trânsito do Waze tenha alguns pontos a mais do que o Google Maps para esta atividade, no entanto, o Google Maps me parece mais completo no quesito de informação em geral. Uma dica importante é baixar os mapas para usar offline, esse foi um ponto muito importante na viagem.

Eu já viajei algumas vezes de carro também usando o Google Maps como GPS e sempre obtive bons resultados. Então está mais do que recomendado.

2 - Netflix


Netflix


Sem dúvidas um app essencial, visto que agora é possível baixar o conteúdo para o smartphone e assistir offline. Apesar de nem todo conteúdo estar disponível para download, há muito o que assistir, principalmente se você estiver em um lugar sem nada para fazer ou ansioso para assistir os próximos episódios da sua série favorita.

3 - Spotify

O Spotify é um dos Apps de música mais populares dos últimos anos. Não faz muito tempo, ele passou a deixar que usuários ouçam músicas de graça (com anúncios entre algumas delas, claro). Alguns dos pontos altos do serviço são as listas temáticas, criadas e alimentadas pelos próprios usuários. Eu sou um assinante Premium do Spotify extremamente satisfeito, ainda mais podendo baixar as músicas pode ouvir offline. 


4 - Google Authenticator

Google Auth

Esse aplicativo eu comecei a utilizar há não tanto tempo, mas que já considero um dos básicos a se instalar. Essa nova ferramenta da Google serve como uma chave de autenticação em duas etapas para diversos serviços, não só os da Google. É uma ferramenta que aumenta muito a segurança das suas contas, mas deve ser usado de forma sensata, pois caso você não salve os seus backups, recuperar uma conta pode ficar mais complicado (e por tanto mais seguro).

5 - Telegram

Telegram

Por mais que em termo de popularidade o WhatsApp ainda reine, o Telegram vem ganhando a cada dia mais usuários, por se tratar de um serviço extremamente rico e versátil. Sejam pelos bots, sejam pelos recursos da própria plataforma, como os canais, grupos e super grupos, emojis, stickers, gifs, armazenamento de arquivos e muito mais.

Confira também:


Quais são os 5 aplicativos que você sempre instala nos seus dispositivos?

Conte pra gente nos comentários, até a próxima!
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Ubuntu 18.04 LTS incluirá uma nova aplicação ao sistema, o GNOME Tarefas

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Entrando ainda mais no mundo GNOME, o Ubuntu 18.04 LTS que será lançado em Abril deste ano (sem o Wayland como padrão) acaba de incluir uma nova aplicação na instalação padrão do sistema. O GNOME Tarefas (GNOME To-Do).

GNOME Tarefas Padrão do Ubuntu






O GNOME To-Do, ou GNOME Tarefas, na versão em Português do Brasil, é uma aplicação que serve para você tomar notas e colocar tarefas em lista para serem feitas. 

O aplicativo de produtividade existe há um bom tempo no ecossistema GNOME e é desenvolvido primariamente por um brasileiro, o Georges, que também trabalha na Endless. Nós falamos com ele neste DioCast (logo abaixo). No episódio o Georges comenta sobre o desenvolvimento do GNOME To-Do aos 13 minutos e 11 segundos.



A ferramenta permite que você organize as suas listas de tarefas por ordem de importância, dia, hierarquia e ainda permite personalizações de cor, para você deixar a aplicação com o seu gosto.

GNOME Tarefas

Se você usa o Ubuntu 17.10, é possível fazer a instalação via GNOME Software. A mesma aplicação também está disponível para outras interfaces e via Flatpak. Quem está testando as primeiras imagens do Ubuntu 18.04 LTS (pré-alphas) como eu, só precisa atualizar o sistema e o aplicativo será adicionado.

Até a próxima!
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Cetus Play - Um dos melhores Apps para você controlar o seu Android TV Box

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Controles remotos de Android TV Box, de forma geral, não te trazem a melhor experiência possível. É claro, existem alguns modelos que vão entregar experiências muito boas, mas os de valor mais acessível costumam ter um controle "meia boca". Para isso existe o Cetus Play, vamos conhecer ele melhor?

Cetus Play






Eu sempre converso com os leitores do blog e do canal das redes sociais e muitas vezes através do comentários surgem ótimos debates, pelo menos, sempre que possível eu dou uma passada para trocar algumas ideias com vocês.

Um dos assuntos que eu estava conversando com a galera lá do grupo do Diolinux no Facebook eram formas mais práticas para operar os TV Box.

Quando se trata de experiência e usabilidade, alguns modelos como este da Xiaomi são simplesmente "perfeitos":


No entanto, existem muitos outros que te entregam um controle genérico que nem de perto te traz essas facilidades, o que é uma pena, já que muitas vezes estes TV Boxes tem hardwares excelentes e preços baixos, especialmente nessas marcas menos populares, como este aqui:


Felizmente no mundo Android existem muitos aplicativos que podem nos ajudar a melhorar isso, até o troca do Launcher pode ser uma opção, mas pesquisando um pouco eu descobri o Cetus Play, um App que transforma o seu Smartphone em um controle remoto para o seu TV Box e é bem menos drástico do que alterar o launcher, especialmente para quem é leigo no assunto.

Entrando em contato com os Devs eu pude testar o App no modo Premium, mas no fim das contas acabei percebendo que não tem diferença alguma usar o App grátis ou o Premium. Tirando os anúncios que aparecem, a funcionalidade é exatamente a mesma.

O Cetus Play


Para você entender melhor como o App funciona eu fiz um vídeo especial, confira agora e veja só que bacana e prática a usabilidade:


Você pode baixar o App gratuitamente direto da Google Play Store, basta clicar aqui.

Para usar o Cetus Play no seu Android TV Box você precisa instalar o App tanto no seu Smartphone, quanto no TV Box, assim você terá uma melhor integração. 

Deixe ambos na mesma rede Wi-Fi para que tudo funcione corretamente e siga a instruções que eu mostrei no vídeo.

Como demonstrado no vídeo, lembre de ativar o teclado Cetus Play no seu TV Box, assim você pode usar o Smartphone para digitar e pesquisar.

Cetus Play

Dentre os vários layouts de controle disponíveis, o padrão já deve te servir sem maiores problemas, para os Apps que não são otimizados para controle, você pode usar o modo "AirMouse", que transforma o seu Smartphone em uma espécie de touchpad e exibe um cursor na tela da sua TV, assim fica fácil manipular certos Apps, como a Netflix, quando este App não for otimizado para o seu TV Box, como acontece no Mi Box, claro.

E aí, curtiu a dica? Quais os seus Apps preferidos para rodar em um Android TV Box?

Até a próxima!
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PDFelement - Uma ótima solução para manipular PDF no Android

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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Atualmente é muito comum encontrar pessoas que trabalham diretamente pelo Smartphone, o nível dos aplicativos e recursos disponíveis é muito alto, inclusive no ramo de escritório. Além de editores de texto, planilhas, apresentações, etc, os editores de PDF são igualmente importantes e hoje você vai conhecer o PDFelement.

PDFelement






Quem precisa de edição de PDFs no Android pode utilizar o PDFelement para essa finalidade, ele é um aplicativo gratuito desenvolvido pela Wondershare que você encontra na Google Play.

Uma vez que você baixe, é importante criar uma conta e fazer login no aplicativo para poder desbloquear todas as funções por completo, caso contrário, você poderá somente visualizar os documentos.

Particularmente eu gosto de ler livros, especialmente os técnicos, fazendo anotações e lembretes para aprimorar os estudos e este é um ótimo App pra isso.

Recursos do PDFelement


O PDFelement tem vários recursos interessantes para quem gosta de fazer revisões nos documentos ou gosta de utilizar os aplicativos para fazer leituras de projetos ou livros, fazendo anotações, lembretes e alterações nas páginas.


Ao abrir qualquer documento você verá na parte inferior um botão para edita-lo, na parte de seleção de texto, você pode aplicar o "highlight", sublinhar as linhas ou parágrafos ou riscar palavras e frases.

Você também pode "desenhar à mão livre", para circular, anotar ou escrever.

Recursos do PDF element
Recursos do PDFelement

Você também pode desenhar retângulos, círculos, linhas e setas para marcar regiões do texto, assim como é possível fazer anotações em regiões ou palavras. Vale mencionar que na região superior do App você também tem recursos legais, como manipular o seu catálogo de PDFs, pesquisar por documentos, adicionar documentos aos favoritos para fácil acesso.

Todas as edições que você fizer em PDFs usando o PDFelement, incluindo o as anotações funcionam normalmente em outros softwares de leitura de PDF, como o Evince por exemplo:

PDF editado com PDFelement
Documento editado no PDFelement aberto no Evince (Deepin Linux)

É possível também editar as páginas presentes do arquivo, excluindo e exportando páginas individuais através do software:

PDFelement
Recursos do PDFelement

Definitivamente é uma boa opção para os seus trabalhos, a galera que usa Windows pode baixar a versão de desktop também através do site oficial, ele também é grátis. 
As pessoas que usam Linux pode usar o Master PDF Editor para funções simulares.

Espero que o App seja útil para você, até a próxima!
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Os Apps mobile como conhecemos estão morrendo?

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sábado, 28 de outubro de 2017

Quando a Apple lançou seu primeiro smartphone em 2007, eles nem imaginavam o impacto que ele teria na indústria móvel. Além de ser o primeiro Smartphone da companhia, esse lançamento também marcou o nascimento do mercado de Apps de terceiros (que, ironicamente, não eram suportados oficialmente pelo dispositivo). Em 2008, tendo testemunhado o sucesso destes “Apps”, a Apple lança oficialmente a sua AppStore e partir daí começa a construir um dos braços dessa industria milionária que hoje o pessoal de Cupertino divide majoritariamente com a Google e o seu Android.

O futuro dos Apps Mobile







Avançando para 2017, nós temos lojas de aplicativos para todas plataformas, oferecendo inúmeros aplicativos para tudo e mais um pouco. Desde aplicativos de qualidade de vida, até de produtividade,  e coisas realmente inúteis, como um aplicativo de ventilador... 😑

As lojas de “apps” tornaram-se repletas à medida que cada vez mais os desenvolvedores de aplicativos tentam ganhar dinheiro com essa moda que emplacou nos últimos anos, Apps para TUDO.

Apesar dessa crescente, de acordo com a empresa de pesquisa “BI Intelligence”, “o boom dos aplicativos móveis acabou”. Hora vejamos... será mesmo? Se realmente for, então o que isso significa para o mercado dos aplicativos? Estarão os “Apps móveis morrendo?" Vamos observar alguns fatos.

O estudo da “BI Intelligence” declara que o volume médio de downloads dos top 15 desenvolvedores de aplicativos, tanto da plataforma da Apple, quanto na da Google, caiu 20% no último ano. Isso se deve a vários motivos aparentes, apesar de a teoria mais popular é a de as pessoas já não procuram aplicativos especializados e preferem escolher 1 aplicativo apenas que tenha várias funcionalidades, ao invés de 5 aplicativos que podem fazer o mesmo, mas com interfaces diferentes e as empresas (algumas ao menos) já sabem disso, veja o que o Facebook vem fazendo com Instagram, WhatsApp e o Messenger, tirando o Instagram que tem um propósito ligeiramente diferente, todos tem basicamente os mesmos recursos, fazendo com que, pelo menos em tese, você só precise de um deles se estiver em busca apenas de funcionalidades.

Um reflexo disso é que vejo cada vez menos pessoas falando em algo que estava na ponta da língua de todos há algum tempo atrás, o Snapchat. Agora o Instagram tem a cada dia mais recursos semelhantes e alguns até a mais, se compararmos. Tá percebendo? Quando as pessoas tiverem que escolher entre um e outro geralmente vão escolher o que tiver mais funcionalidades.

Para agravar esse problema, a experiência web é cada vez melhor e as pessoas conseguem acessar facilmente ao mesmo tipo de conteúdo em seus browsers, enquanto que antes tinham de usar um aplicativo para ter uma experiência confortável. Podemos até mencionar o próprio Facebook aqui como um dos exemplos, conheço muitas pessoas que passaram a acessar a rede do Smartphone através do Browser e não do App, fazendo com que se economize também um espaço na memória interna do aparelho, que já anda bem lotada na maior parte dos casos.

Esse aspecto é algo que a indústria dos cassinos móveis e websites como Casino.org abraçaram, com uma quantidade de jogos populares no mercado que podem ser acessados a partir do browser do seu celular, ultrapassando a necessidade de download e atualizações sem fim por parte do consumidor.

Adicionalmente, muitos dos aplicativos estão repletos de anúncios e, por isso, não é de admirar que as pessoas utilizem o seu browser quando necessitam de fazer algo rápido e eficientemente.

Curiosamente este aspecto de acessar conteúdo na nuvem também está relacionado com outra vertente, a qual não vou me aprofundar neste artigo, que é a dos Chromebooks. Por fim, o último "prego no caixão do mercado dos aplicativos", segundo a pesquisa, é o surgimento de novas plataformas como a tecnologia “wearable” e sem tela, que são dispositivos vestíveis, como Smartwatches e demais, cujos desenvolvedores se focam em simples e intuitivos (e muitas vezes incorporados) aplicativos com funcionalidades básicas e sem o incômodo de anúncios e notificações sem fim, até pela questão de conforto em lidar com este tipo de coisas em telas mínimas ou inexistentes.

Aplicativos vestíveis

Então é isso? Os aplicativos estão mesmo morrendo? No geral, eu diria que morrer é uma palavra muito forte, mas de fato o mercado está mudando. Faça uma reflexão aqui comigo e veja se você não se encaixa também.

Há alguns anos atrás (quando você comprou o seu primeiro Smartphone talvez) era comum você vasculhar e instalar Apps para simplesmente testar ou estender recursos do próprio software que vinha no aparelho. Quer um exemplo? Programas para fotografia.

Atualmente boa parte dos sistemas operacionais já carrega um App de câmera capaz de fazer pequenas edições nas imagens, aplicar filtros e realizar reparos, em alguns casos, quando o hardware permite, esses Apps te dão inclusive acesso ao ajuste manual para que a foto saia exatamente como você quer. Há não muito tempo atrás você iria precisar de Apps de terceiros para ter estes recursos. Hoje você baixa muito menos Apps, só instala o que você realmente gosta e precisa e costuma ser fiel a uma certa gama de Apps que você se acostumou a usar.

No meu caso, eu diria que o tipo de App que tem mais rodízio no meu Smartphone são games, os demais são os mesmos há muito tempo!

Apesar de o número de downloads ter atenuado no último ano (ou seja, não continuou a moda exponencial em que estava), o lucro dos aplicativos viu um aumento de 40% em 2016, indicando que "nem tudo está perdido" e indicando que a forma com que se ganha dinheiro com os aplicativos vem mudando também. Muitas vezes eles vão se tornar pontos de acesso para um serviço que vai ser a real fonte de lucro, como a Netflix por exemplo, que ganha dinheiro não com o App em si, mas com o serviço para o qual o App serve de ponte de interação.

O mundo dos aplicativos está passando por um renascimento, uma evolução. Entregar conteúdo único e principalmente não atrapalhar o usuário com anúncios e distrações, além de trazer funcionalidades realmente úteis parece ser o caminho mais saudável atualmente, além disso, fornecer uma interface simples e que não dependa tanto de atualizações para melhorias pode ser outro caminho interessante.

O que você acha? Você percebeu essa mudança na forma com que os Apps são tratados? Percebeu a mudança na forma com que você utiliza os aplicativos? Deixe seu comentário.

Até a próxima!

Fonte

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Como ler mensagens no WhatsApp sem que apareçam os dois risquinhos azuis para quem enviou a mensagem

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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Hoje você vai aprender aquela famosa e antiga "técnica ninja" de ignorar as pessoas que você quiser sem se preocupar com as convenções sociais. Eu sei "é horrível", mas se você está lendo isso aqui é porque tem algum interesse no assunto, certo? Querendo ou não, o "double blue check" do WhatsApp já causou problemas por aí...

Riscos azuis no WhatsApp







Na era digital, passamos muito tempo com nossos celulares em mãos e os levamos para todos os lugares. Neste universo, uma das aplicações mais utilizadas é o WhatsApp. O App mantido pelo Facebook acabou se tornando uma das formas centrais de comunicação, seja para simples usuários comuns, seja para empresas, porém, junto com as informações enviadas de forma praticamente instantânea, a "necessidade" de resposta instantânea veio junto e isso nem sempre é possível, ou, nem sempre é o que você deseja fazer.

Até aí, tudo bem, certo? É... quase. Acontece que o recurso do WhatsApp para avisar que a mensagem foi entregue e visualizada acabou gerando um certo problema em algumas comunicações, como eu não conheço outra forma de explicar, o que costuma se passar na cabeça das pessoas, especialmente as mais ansiosas, é algo como:"ele(a) viu a minha mensagem e não respondeu? WTH!", ou algo muito próximo disso, com certeza.

No próprio WhatsApp você tem uma configuração possível para alterar um pouco este comportamento. O recurso pode ser parcialmente desativado simplesmente indo no ícone dos 3 pontos alinhados na parte superior direita, depois em configurações, conta, privacidade e no final "Confirmação de Leitura", com o recurso você não pode ver quem leu a sua mensagem.

Configuração de privacidade no WhatsApp

Mas essa funcionalidade não faz exatamente o que você gostaria que acontecesse (a menos que a pessoa que te enviou a mensagem tenha feito algo do tipo também), essa funcionalidade apenas esconde a confirmação quando você envia a mensagem e não quando você recebe, que é o ponto aqui. Além disso, a função não funciona para grupos e você pode querer ela ativada, afinal, em última análise ela pode ser útil, então, como criar uma solução que atenda a todos esses detalhes?

Conheça o: Shh - Hi Blue Double  Check



Você baixar este aplicativo diretamente na Google Play:
Em sua primeira inicialização o aplicativo vai pedir-lhe o "Acesso a Notificações do seu Android", aceite-as para que quando alguém lhe enviar uma mensagem no WhatsApp, o "Shh" possa te notificar também, nas configurações do App você também pode escolher ocultar o "Double Check" em conversas Individuais, Grupos ou em ambos.

Configurações do Shh

Você deve usá-lo assim: Quando você receber uma mensagem no WhatsApp, o seu WhatsApp vai continuar lhe notificando como sempre fez, porém, o "Shh" vai fazer o mesmo, se você quiser ler a mensagem sem que a pessoa que lhe enviou a mensagem saiba que você a leu, basta fazer isso através do aplicativo.

Com ele você não consegue responder as mensagens diretamente, mas ao tocar em uma mensagem e clicar em "Reply" (responder), ele lhe direcionará para o WhatsApp, onde o "Double Check" vai aparecer para o seu contato.

Funciona de um jeito muito simples, não é? 

Este material foi co-produzido com o nosso leitor Anderson Carvalho, autor do blog "Baixar jogos para Android".
Até a próxima!
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Nova atualização do Google Maps vai te ajudar a estacionar

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Eu lembro que há algum tempo atrás houve uma grande "febre" de GPSs para carros, só que estes aparelhos acabaram se tornando inviáveis para alguns ao longo do tempo pela necessidade de atualização e pela nem sempre boa funcionalidade, especialmente os mais baratos. Não bastasse isso, depois que a Google permitiu que o Google Maps baixasse os mapas atualizadas das regiões e rotas para que as pessoas possam se localizar mesmo sem conexão com a internet a coisa piorou ainda mais par ao lado deles. Qual seria o próximo passo?

Google Maps vai te ajudar a estacionar





A Google está disponibilizando em alguns países uma nova funcionalidade que vai cair no gosto de muita gente. Atualmente o Maps pode ser utilizado perfeitamente como GPS - com algumas vantagens ao meu ver até - para quem quer viajar com uma certa tranquilidade.

A nova funcionalidade consiste em um indicador de locais difíceis para se estacionar, algo que faz parte da preocupação de qualquer um que se desloque com frequência, especialmente em grandes centros urbanos.

Google Maps Parking

Atualmente 25 cidades dos EUA estão utilizando a função, que deverá chegar a outros países também em breve. No Brasil as primeiras cidades que deverão receber a funcionalidade são Rio de Janeiro e São Paulo. 

Utilizar a funcionalidade não vai requerer maior conhecimento do que as pessoas já tem para utilizar o Google Maps. Basta digitar o seu endereço de destino, como você faria habitualmente ao usar o App, o o Google Maps passará a te mostrar ícones "P" (Parking) para indicar regiões de estacionamento - talvez no Brasil a letra mude - indicando ainda a dificuldade de estacionar em determinada região através do registro de histórico de quem já estacionou por ali, com frases como Fácil”, “Médio” ou “Limitado”.

Particularmente achei a funcionalidade ótima e vai ajudar muita gente, o que você achou da novidade? Você também sofre para encontrar estacionamento?

Até a próxima!

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Vale a pena usar otimizadores de Android?

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Este é certamente um dos temas mais polêmicos do mundo dos dispositivos móveis que usam Android como sistema operacional. É polêmico porque  você vai encontrar pessoas que juram que eles funcionam (ou que um em específico funciona) e outros que vão dizer que todos estes Apps são aplicativos para enganar os mais leigos. Verdade ou não, acabou-se criando um verdadeiro mercado em torno deste tipo de aplicativo.

Otimizadores para Android




Por conta de toda polêmica que envolve o assunto, eu vou tentar abordar ele da forma mais imparcial que eu puder, dando exemplos e mostrando dados.

Como existem muitos Apps para manutenção no Android, é complicado falar de todos, mas generalizando, o que eles costumam prometer são estas 4 coisas:

- Limpar processos que ficam em segundo plano (liberando memória)

- Fechar programas que estão usando muito o processadores

- Liberar espaço removendo arquivos obsoletos

- Prometer aumentar a durabilidade da bateria

Pra mim o maior problema da maior parte dos Apps neste aspecto não é a questão deles fazerem o que prometem ou não, mas sim o a forma com que eles tentam atingir estes objetivos. Tirando os Apps de limpeza de dados e cache que tem foco na liberação de espaço, que na minha opinião são mais justificáveis, os demais acabam limpando a memória do Android, o que pode acabar tendo o resultado oposto do esperado.

Eu explico.

Talvez se você entender como o Android foi projetado para funcionar, você entenda o quanto estes aplicativos de limpeza são eventualmente inúteis e podem até prejudicar o seu aparelho ao logo do tempo.

O primeiro passo é entender um pouco mais sobre o gerenciamento de memória do Linux, pois o Android utiliza ele como Kernel.


A Google projetou o Android para trabalhar assim, não existe um App milagroso que vai transformar um aparelho com hardware modesto em algo surpreendente, tire isso da sua cabeça.

No vídeo abaixo eu explico todos os detalhes sobre o funcionamento destes Apps e mostro alguns exemplos de alguns que eu acredito que realmente sejam úteis para você ter no seu aparelho.



Apesar de eu ter a minha opinião sobre o assunto baseada em alguns fatos que eu considero relevantes não vou dar a discussão por encerrada, afinal, sempre podem surgir coisas novas. Eu adoraria saber a sua opinião sobre o assunto.

Use os comentários abaixo para participar! Até a próxima!
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Privacidade extrema! Mozilla lança Firefox Focus para Android e iOS

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quinta-feira, 6 de julho de 2017

A Mozilla lançou uma nova versão do Firefox chamada de "Focus" com o objetivo em trazer privacidade online para os usuários. Muitos navegadores prometem esse tipo de coisa, mas a Mozilla elevou o Focus a um nível que eu ainda não tinha visto.

Privacidade online



A ideia por trás do Firefox Focus é muito simples: "Navegue como se ninguém estivesse olhando"

O conceito é simples de fato, mas tornar isso possível é uma história completamente diferente. Para atingir essa finalidade o Focus é capaz de bloquear os ditos "rastreadores" online, além disso ele traz ferramentas simples e intuitivas que permitem que você limpe o seu histórico, senhas e cookies, além de bloquear automaticamente propagandas nos sites.

O Focus não é um substituto ao Firefox tradicional, tanto que dentro dele mesmo você tem uma opção para abrir a página no navegador tradicional, você pode ver ele quase como um complemento para o seu navegador principal.

A remoção de componentes rastreadores tem prós e contras, dependendo do que você deseje, ao mesmo tempo que pode deixar a sua navegação mais rápida por carregar menos elementos na página, também pode causar uma aparência quebrada nos sites que necessitam de determinados complementos para a sua estrutura ou funcionalidade. Bloquear anúncios também pode ter uma prerrogativa negativa do ponto de vista do sustento dos sites que você gosta, mas, exatamente pensando nisso, o próprio Focus possui um botão em suas configurações que permite que você habilite os elementos em páginas específicas.

A minha surpresa


Eu instalei ele no meu Android e pensei em tirar alguns prints para mostrar as funções dele por aqui, acontece que o Focus bloqueia qualquer rastreio no aparelho, inclusive os prints. A função simplesmente não funciona com ele aberto. Tentei espelhar ele através do AirDroid para capturar as telas e o resultado foi esse:

Focus Firefox

Mais uma tela preta. Ok, legal essa função! Me surpreendeu de verdade. Mas será que ele evita gravações de vídeo também?

Usei o programa que eu sempre uso para fazer os vídeos sobre Android do canal, o AZ ScreenRecorder, e para minha surpresa, ao abrir o Focus eu consegui navegar normalmente, mas ao consultar a gravação em vídeo tive a mesma tela preta enquanto navegava por ele.

Olha Mozilla, duas palavras: "para béns."

O único jeito de te mostrar alguma coisa é tirando uma foto do celular. (ele possui versão para iOS também)

Firefox Focus
Reprodução: TechCrunch
O design do App é muito belo e com uma paleta de cores agradável, me lembrou a do "Suicide Squad" um pouco até. Simples e direto ao ponto, você abre o App, digita o site que você quer, habilita ou desabilita os rastreadores e ao sair, há um botão de lixeira que permite que você limpe tudo de uma vez. Muito prático.
Vale o teste com certeza, até a próxima!

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