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Google anuncia seu novo app de gravação, com IA e muito mais

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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

O evento Made by Google, foi recheado de novos recursos, aparelhos, apps Android, notebooks e muito mais. Curioso com tudo o que foi abordado este ano no evento do Google? Acesse a postagem que detalhamos os pormenores e demais novidades.

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Entre todas as novidades que surgiram no Made by Google de 2019, uma me chamou bastante atenção. Pode parecer até algo simples, porém gravar anotações e depois transcrevê-las não é uma tarefa tão agradável e rápida de se fazer.

No mês de março deste ano, anunciamos um recurso novo que estava chegando ao Android. Naquele período, o Google estava implementando a transcrição de voz em tempo real no robozinho verde.

Parece que o projeto evoluiu de tal forma, que recebeu funcionalidades interessantíssimas. Junto aos seus novos aparelhos da linha Pixel (Google Pixel 4 e Pixel 4XL), o Google acaba de lançar um novo gravador. Não pense que o Google Recorder é apenas mais do mesmo, o app consegue transcrever em tempo real o que é gravado, e através de uma inteligência artificial (IA) torna o processo bem eficaz.


Além de gravar e transcrever o áudio, com o auxílio de um novo modelo de processamento de linguagem, o Recorder não necessita de conexão com a internet para cumprir tais tarefas. Limitar-se ao uso da internet para acessar esses recursos, não seria o único incômodo, pois se o processamento não fosse offline, os dados teriam que trafegar por algum servidor da empresa. Para muitos, essa característica é super importante.

Contudo, o que me surpreendeu, foi sua capacidade de localizar frases específicas dentro dessa transcrição, e seu grau altíssimo de assertividade. Com sua pesquisa avançada, sons, palavras ou frases podem ser pesquisados em uma gravação. Durante a apresentação, Sabrina Ellis, vice-presidente de gerenciamento de produtos, fez uma demonstração ao vivo da aplicação. Não sabemos se em um cenário real, com ruído de fundo, o aplicativo será tão feliz em sua abordagem e irá identificar corretamente cada palavra, pausas e acentuações. 

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O Google Recorder atualmente suporta apenas o inglês, mas existem planos para outros idiomas. No entanto, o mesmo é exclusivo para os novos aparelhos da empresa e nada foi revelado se no futuro estaria na Play Store. Sendo assim, nos resta esperar e ver se a novidade será disponibilizada para download aos demais usuários da plataforma Android.

Gostou do Google Recorder? Confesso que seria uma “mão na roda” e utilizaria frequentemente o software. Atualmente todas as soluções que tentei não me entregaram um resultado realmente satisfatório.

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Fonte: TuttoAndroid.


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Card Crawl um game de cartas que você tem que jogar

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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Se tem um estilo de jogo que eu mais gosto, sem sombra de dúvidas são os card games. Um que jogo desde criança é o Yu-Gi-Oh!, seja com cards físicos, videogames, ou simuladores. Sou tão apaixonado por esse estilo de jogo, que já criei vários cards games e boardgames quando adolescente, e atualmente desenvolvo um.

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Antes de falar sobre o jogo, quero deixar claro que essa postagem não possui nenhum patrocínio ou algo do gênero. Apenas gosto deste app, e depois que passei a utilizá-lo como passa-tempo, indiquei para alguns familiares e agora estou escrevendo tal postagem. Fiquei encantado com a proposta simples, mas, ao mesmo tempo sofisticada. O clássico “simples e complexo”, com mecânicas intuitivas para o jogador e desafiante conforme ganha mais experiência em jogo.

Card Crawl


O jogo constitui-se em você ir contra seu próprio deck (baralho). Seu objetivo é acabar com as cartas do deck e manter ao menos 1 ponto de vida. Por padrão são 54 cards, num misto de monstros, itens e efeitos. Combinando suas ações de forma lógica, sendo necessário em algum momento sacrificar sua própria ganância ou vida. Pois, no final de cada partida, um ranking demonstra sua pontuação e quantidade de moedas coletadas.

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Ao coletar essas moedas de ouro, você poderá desbloquear mais 35 cards de habilidades, permitindo aprimorar suas táticas e melhorar seus recordes.

São vários modos de jogo e com uma duração média de 2 - 3 minutos, algumas partidas mais desafiadoras podem perdurar por até 5 minutos. Um ótimo jogo casual, enquanto você espera em uma fila de banco, em um consultório e coisas do tipo. Alguns modos exigem conexão com a internet, outros não.


Baixe e experimente o Card Crawl


O jogo está disponível para Android, iOS e até possui uma versão para PC na Steam. Contudo, só foi portado para Windows e macOS. Para usuários Linux, que não queiram jogar via Android, o SteamPlay pode ser uma solução, entretanto, não existem reports de outros usuários no site protondb.

Vale mencionar que as versões para iOS e Steam são pagas. No Android o game é oferecido gratuitamente, porém com compras dentro do jogo. Até hoje não precisei gastar um centavo jogando, mas sei que algumas pessoas não gostam dessas microtransações (sou um desses, mas não me senti obrigado a fazer isso durante minhas jogatinas).


Acima estão todos os links para download, caso queira instalar via QR Code, utilize um leitor QR e instale mirando a câmera do seu aparelho Android na imagem a seguir.

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Recomendo o teste! Card Crawl é muito divertido e desafiador, um verdadeiro “agora é só relaxar” no fim do dia.

Saiba mais sobre o game por este link, o blog de seu desenvolvedor possui informações interessantes e eventualmente ele aborda sua relação com o Card Crawl e desenvolvimento.

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Conheça o Google Play Pass, o "Netflix dos apps Android”

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sábado, 28 de setembro de 2019

Não faz muito tempo que falamos sobre o Google Play Pass, o novo serviço do Google com uma proposta semelhante ao Netflix. No entanto, não se trata de uma assinatura para consumir séries ou filmes e sim utilizar diversos apps e jogos sem comprá-los.

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Ao assinar o Google Play Pass o usuário passa a ter acesso a um catálogo de apps e jogos pagos, contudo sem anúncios ou micro transações. Claramente a investida do Google é um duelo contra o Apple Arcade, serviço concorrente da Apple. Segundo o site The Verge, em uma demonstração, o Google mostrou um jogo que normalmente possuiria um pacote de expansão pago — mas, como parte do Play Pass, nenhum valor adicional foi cobrado.

A Grande maioria dos títulos do Play Pass são jogos famosos, cerca de dois terços, como Monument Valley 2 (R$15,99), Limbo (R$19,15), Terraria (R$19,99), entre outros. Perceba que apenas o valor dos 3 jogos, anteriormente mencionados, somam mais de R$50,00. Aplicativos pagos, como o Tunable para músicos e o Gravador de Voz HI-Q Pro, ambos custam atualmente R$12,99 e também estão disponíveis no serviço. Existe uma mescla entre desenvolvedores independentes e grandes produtoras no Play Pass. Obviamente, que outros aplicativos serão adicionados.

Iniciando com mais de 350 jogos e aplicativos em seu catálogo, o Google oferece 10 dias gratuitos e o primeiro ano pela bagatela de US $ 1,99 ao mês (em conversão direta para o Real, aproximadamente R$8,20). Depois do prazo o valor sobe para US $4,99 por mês (aproximadamente R$20,70).

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No lado dos desenvolvedores, um algoritmo será o responsável por rastrear o tempo de uso ou o número de vezes em que os apps foram abertos por semana, assim repassar uma quantia aos desenvolvedores que oferecem seus softwares por meio da novidade. Todavia, mais detalhes não foram revelados, nem como e qual métrica ao certo indicaria a porcentagem a ser recebida.

O Google Play Pass está disponível nos Estados Unidos e infelizmente não tem previsão de lançamento no Brasil. Sem datas ou preços definidos, nos resta esperar. Neste quesito a Apple saiu na frente, pois o Apple Arcade foi lançado simultaneamente em diversos países (inclusive o Brasil).


Vale ressaltar que todos os apps e jogos oferecidos no Play Pass, continuarão disponíveis como compras independentes ou possuindo anúncios. 

A onda de serviços parece ter chegado e muitas empresas começam a criar alternativas ao clássico modelo: compre o produto ou pague por microtransações. O Google Play Pass não veio substituir a possibilidade de comprar as aplicações, mas será que num futuro a venda deixará de existir e os principais players do mercado passarão a oferecer apenas serviços?

A ideia de “full serviços” não me agrada muito, talvez porque em alguns casos, ainda prefiro comprar ao invés de assinar algo.

Agora me diga nos comentários, assinaria o Play Pass? Acredita que num futuro as empresas passem apenas a adotar o modelo serviço e abandonem em sua maioria o tradicional “pague e leve o produto”?

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GNOME e sua estratégia de UX Design

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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Recentemente postei aqui no blog Diolinux minha visão quanto ao tema “design no Linux”, seja nas distros ou aplicativos. Hoje trago um resumo e considerações de uma série de postagens de um dos principais designers do time de desenvolvimento GNOME.

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Saber onde almeja chegar é um passo importante para qualquer projeto. Afinal, se você não sabe onde é seu destino, qualquer lugar serve. Isso pode ser bom em alguns casos, porém na maioria esmagadora o resultado não é dos melhores. Design é passível de interpretação e pode ser considerado como arte. Obra-prima para uns, lixo para outros. Todavia, não podemos negar que exista uma lógica e um design por trás de projetos, como GNOME, KDE, Deepin, Elementary OS, entre outros. Não falo apenas de beleza, mas da experiência em que a pessoa terá ao interagir com o ambiente gráfico e seus programas. Simplificando grosseiramente, isso é UX Design. Não basta ser bonito, tem que ser o mais intuitivo e funcional possível. Se um software é mal construído, seus usuários irão ter uma péssima experiência de uso. Você gostando ou não, o GNOME possui uma lógica de funcionamento.

Membro da equipe de designers para desktop da Red Hat, um dos principais designers do GNOME, Allan Day, fez uma série de artigos informando os rumos e diretrizes de design em que a equipe do projeto quer tomar. Após a GUADEC (Conferência Europeia do Usuário e Desenvolvedor do GNOME) na Grécia, Allan decidiu criar as postagens explicando mais algumas experiências adquiridas e caminhos almejados pelo GNOME. Recomendo a leitura da primeira postagem, abordando seu aprendizado com a troca de experiências com outras pessoas na conferência.

Estratégia de UX para o GNOME


O contato com os mais diversos usuários e membros do GNOME possibilitou a criação de estratégias que potencialmente farão parte do GNOME UX. Esses objetivos são uma resposta a pesquisa analisada e que pode apontar o caminho do sucesso no mercado de desktops. Tudo isso subdividido em metas:

Sempre entregar qualidade 


Essa é a meta número 1, oferecer qualidade em todo ecossistema GNOME, incluindo a aparência e design do software e sem esquecer sua usabilidade e experiência do usuário. Melhor desempenho e solução de bugs, também são considerados como aspectos da UX. 

GNOME e a Nuvem


Aplicações em nuvem, a exemplos de apps em Electron e Progressive Web Apps. Poderão ser incluídos no sistema, junto a funcionalidades que integrem, quando possível, o GNOME com serviços já existentes.

Crescimento do ecossistema de apps GNOME


Um dos principais objetivos de uma plataforma como o GNOME é executar aplicativos, portanto, é lógico que o número e a qualidade dos apps oferecidos é crucial. O Flatpak permitiu a distribuição facilitada de muitos softwares, contudo há muito trabalho a ser feito em torno da plataforma de desenvolvimento de programas do GNOME.

Suporte a hardware moderno


Atualmente grande parte deste trabalho é feito pelas distribuições, entretanto outros aspectos, como suporte a alta definição, telas sensíveis ao toque, e muito mais estão sob responsabilidade do GNOME. Este trabalho é importante, pois segundo Allan em sua pesquisa, a escolha entre SO e hardware normalmente estão entrelaçados. Assim o GNOME precisa sempre suportar os mais recentes hardwares do mercado.

Priorizar e obter maior impacto 


Os recursos do GNOME são limitados, então priorizar e saber direcionar os recursos para seus devidos lugares é essencial para potencializar e impactar o máximo possível. Priorizar recursos utilizados em maior escala pelos usuários, em detrimento de funções pouco utilizadas, é a forma mais inteligente de aprimorar as features mais importantes para os usuários. Investimento no kit de ferramentas é uma questão que pode beneficiar todo um conjunto de apps que valem do GTK. Ao mesmo tempo, existe a necessidade de conversas e decisões que impactem um menor número possível de pessoas, dando maior atenção aos mais usados e em alguns casos, diminuindo a quantidade de software em detrimento da primeira meta, manter sempre a qualidade. Obviamente, que esse tipo de assunto deve ser tratado com delicadeza. Afinal, os recursos não são substituíveis em um projeto upstream como o GNOME, e os colaboradores podem e devem ser livres para trabalhar no que desejam.

Podemos observar que priorizar os recursos utilizados, na maior parte do tempo pelos usuários, e visar a qualidade é uma das diretrizes mais consolidadas nessa estratégia. Mas o que especificamente isso quer dizer? A seguir irei demonstrar alguns conceitos em que Allan disponibilizou, acreditando que o polimento de recursos básicos e essenciais é a chave para potencializar a melhora de experiência do usuário final.

Desbloquear e fazer login


Começando pela tela de desbloqueio/login que é no caso de muitos, o primeiro contato com o sistema. Muitas pessoas utilizam esse recurso o tempo todo, então podemos dizer que ele é o exemplo perfeito de feature a receber enorme atenção pelos designers do GNOME. A equipe vem desenvolvendo o UX, veja abaixo um mockup do recurso.

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Notificações


Outro ponto importantíssimo é a área de notificações do sistema, diariamente interajo com os diversos programas em meu sistema e receber e poder visualizar facilmente/intuitivamente as notificações, potencializa a utilização no dia a dia.

Segundo Allan Day, “A equipe de design tem revisado sistematicamente quase todas as partes do sistema principal do GNOME, com o objetivo de polir e refiná-las. Parte deste trabalho já chegou ao GNOME 3.34, onde você verá uma coleção de melhorias no estilo visual”.

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Menu e elementos da interface


Com projetos de um menu do sistema atualizado, que se destina e resolver problemas conhecidos de longa data. A equipe vem trabalhando em vários aspectos, por exemplo, as caixas de diálogo do sistema e muito mais. O menu do sistema também receberá novidades e melhorias de UX, “já fizemos algum trabalho experimental nessa área e estamos planejando desenvolver o trabalho de arrastar e soltar que Georges Stavracas realizou no GNOME 3.34”, diz Allan Day. Inclusive fizemos recentemente uma postagem com algumas novidades da versão 3.34 do GNOME.

Apps


Atualmente a equipe de design já dedica muito tempo em aplicativos essenciais, como Configurações, GNOME Software e o Nautilus. Seguindo este conceito de priorização, outros apps de uso básico, também foram analisados. Dois exemplos que Allan menciona, são: o visualizador de documentos e imagens. 

Segundo ele, “hoje, os visualizadores de documentos e imagens fazem seu trabalho razoavelmente bem, mas eles não têm refinamento em algumas áreas e nem sempre aparentam pertencer ao restante do sistema. Eles também carecem de alguns recursos críticos.”

Veja abaixo o mockup do visualizador de documentos.

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E um mockup do visualizador de imagens.

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Por este motivo foram criados designs atualizados usando os mesmos padrões visuais para esses softwares, para que pareçam pertencer um ao outro. Alguns recursos foram adicionados, a edição simples de imagem é um deles, algo que os usuários mencionaram. Existe a intenção de estender os planos para outros aplicativos básicos mais utilizados do GNOME, o editor de texto Gedit e o reprodutor de vídeos podem ser aprimorados.

Muitos outros aplicativos e partes do sistema estão sendo reestruturados, quando o assunto é UX Design, todavia Allan Day deixou claro que o foco da equipe são os mais utilizados e não faz sentido ele compartilhar outros sem esse nível de prioridade.

Plataforma de desenvolvimento 


Facilitar a vida do desenvolvedor GNOME é um ponto importante. Priorizar a plataforma de desenvolvimento faz com que cada aplicativo pareça ter uma melhor consistência visual, portanto, pode ser uma maneira extremamente eficaz de melhorar o GNOME UX. 

Novamente, essa é uma área em que a equipe de design vem realizando um grande esforço nos últimos tempos, principalmente em torno dos ícones do sistema. Além dos ícones outros aspectos do GTK estão sendo trabalhados, pois nem todos os widgets respeitam um mesmo padrão de design, dificultando em muitos casos a implementação de projetos de aplicativos GNOME, resultando em uma qualidade em que os designers não gostariam. Por tal motivo os designs do GNOME estão revisando cada um dos padrões de design do projeto, de modo a manter a melhor qualidade possível e que seja totalmente suportado.

“Queremos que cada padrão tenha uma ótima aparência, funcione muito bem e seja fácil para os desenvolvedores de aplicativos usarem. Até o momento, temos novos designs de menus, listas suspensas, caixas de listagem e notificações no aplicativo, e há mais por vir. Essa iniciativa está em andamento e precisamos da ajuda de desenvolvedores de plataformas e kits de ferramentas para concluí-la”, diz Allan Day.

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Recomendo a leitura da série de postagens do Allan Day, muita coisa esclarecedora pode ser obtida nessas matérias. Algumas declarações do mesmo em que gostaria de destacar são:

“O UX é mais que a interface do usuário: é tudo o que compõe a experiência do usuário. Como tal, o que apresentei aqui representa apenas uma fração do que seria necessário incluir em uma estratégia abrangente de UX”.

“Como um projeto aberto e upstream, o GNOME não tem controle direto sobre quem trabalha em quê. No entanto, é capaz de influenciar informalmente onde os recursos vão, seja por prioridades de publicidade, incentivando contribuições em áreas específicas ou acompanhando o progresso em direção às metas”.

Você pode ler a parte 1, parte 2 e parte 3 diretamente no blog do GNOME, caso queira maiores detalhes.

Gosto de ver toda essa movimentação e vai bem ao encontro da postagem que escrevi recentemente, toda essa estratégia só tende a beneficiar os usuários e aumentar a competitividade do desktop Linux no mercado. Obviamente que nem tudo são flores, e alguns encalços podem aparecer em meio ao caminho. Algo que poderia ser melhorado é a interação entre os usuários e desenvolvedores do GNOME, dando mais ouvidos aos utilizadores e quem sabe incorporando as extensões mais utilizadas no Shell nativamente.

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Fonte: GNOME.
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Crie notas no Android e PC com o OpenTodoList

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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

No mercado existem inúmeros programas para compor anotações, sejam planos, tarefas, roteiros ou até ideias mirabolantes. Pessoalmente não consigo ficar sem um app de notas. Alguns preferem o Evernote, Google Keep ou Simplenote, todos são ótimas alternativas, porém, hoje irei apresentar uma nova opção.

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OpenTodoList é um software livre, escrito em Qt e usando QML em sua interface gráfica. Possui versões para Windows, Linux e macOS, além de uma versão móvel para o robozinho verde, Android.

Talvez a aplicação não seja tão poderosa, quando comparamos com algumas ferramentas mais populares anteriormente citadas. No entanto, caso privacidade esteja em primeiro lugar, o app pode ser muito interessante. Digo isso, pois seus dados não ficarão armazenados em algum servidor de terceiros. Pelo contrário, suas notas só vão ser sincronizadas com algum serviço na web, mediante a configuração no OpenTodoList.

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Curiosamente esse é seu maior triunfo e fracasso, dependendo do tipo de usuário. O programa possibilita a criação de notas em uma “repositório local”, seja em seu computador ou smartphone. Todavia, para sincronizar com a nuvem é obrigatório um servidor NextCloud ou ownCloud (servidores WebDAV, também podem ser configurados na aplicação).

A biblioteca (o “repositório local com suas notas”), nada mais é que um diretório, onde todos os itens estão. Isso permite utilizar um serviço de terceiro, como um GDrive, Dropbox, ou seja qual for. Para sincronizar suas informações. 

A lógica é simples, salve em uma pasta sincronizada e em outro aparelho aponte sua biblioteca para mesma pasta sincronizada. Não é uma das melhores e mais elegantes soluções, mas pode contornar essa deficiência do app.

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Instalação do OpenTodoList


O projeto conta com diferentes versões do OpenTodoList, acesse o Github com os pacotes pré-compilados e baixe conforme seu sistema (Windows, Linux ou macOS). Inclusive para Linux, existe a opção em AppImage. Caso não saiba executar esse tipo de programa no Linux, essa postagem demonstra todo procedimento.

OpenTodoList via Snap


Uma forma prática de instalar o gerenciador de notas é via Snapcraft. No Ubuntu pesquise por “OpenTodoList” na loja e instale normalmente. Demais distribuições podem configurar o Snap por este artigo, caso não possua o suporte ativo a esse tipo de pacote. 

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Para os amantes do terminal, é muito simples instalar por ele. Obviamente, que o Snap já deve estar configurado no sistema.

Instalando o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap install opentodolist

Removendo o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap remove opentodolist

OpenTodoList via Flatpak


O Flatpak também é uma alternativa, como pode observar a utilização de pacotes universais no Linux está se tornando cada vez mais comum. Os requisitos para utilizar o programa nesse formato, são: o Flatpak configurado no sistema e o repositório Flathub adicionado. No Linux Mint, basta pesquisar por: “OpenTodoList” e instalar o app sem prévias configurações. 

Já no Ubuntu apenas o Snap vem por default. Contudo, não se preocupe. Acesse essa postagem e depois de configurar tudo, pesquise por: “OpenTodoList” diretamente na loja e escolha a versão em Flatpak.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub net.rpdev.OpenTodoList

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove net.rpdev.OpenTodoList

OpenTodoList Android


Diretamente da Google Play, a versão Android pode ser adquirida, acesse este link e seja redirecionado a loja de apps do Google ou utilize um leitor QR-Code.

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Para mais informações acesse o GitLab do OpenTodoList.

Experimente o OpenTodoList e avalie se a aplicação atende suas necessidades, como sempre dizem “não custa nada tentar” (😁️😁️😁️).

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Tangram, um app para gerenciar Webapps

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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Hoje em dia, ter os serviços concentrados em um único lugar e poder acessá-los de forma rápida e prática é muito bom, não é mesmo? 😊
Se usamos webapps então, uma hora ou outra vira “bagunça”. 😄 Tangram quer ajudar a organizar essa “bagunça”.


Tangram, um app para gerenciar Webapps






Webapps, de forma bem resumida, são serviços ou aplicações dentro da “Web”, como por exemplo o Google Docs, GDrive, YouTube, Twitter e afins. Se estivermos usando o Google Chrome/Chromium, podemos “instalar” alguns sites e assim virar “programas”, sem exibir a barra de URL, favoritos e etc.
Alguns programas já famosos, como o Rambox e Franz, fazem esse tipo de instalação e hoje vamos mostrar mais um que está chegando para isso, o Tangram.

Ele foi pensado e desenvolvido para o ambiente GNOME, usando o WebKitGTK como base, então teoricamente, qualquer ambiente derivado dele pode se beneficiar das integrações entre app e o ambiente gráfico.


Para adicionar um Webapp é bem simples, basta digitar a url na barra de pesquisa, não precisa do https:// ele completa “sozinho” depois que você apertar a tecla “Enter”. Feito isso é só esperar o carregamento do site e aí apertar o botão “Done”. Pronto o seu webapp ta criado no Tangram.



Recursos presentes na versão atual:

● Configurar e gerenciar webapps;
● Abas permanentes e independentes;
● Personalizar título;
● Re-ordenar abas;
● Alterar posição das abas;
● Navegação;
● Atalhos;
● Notificações na área de trabalho;

Para instalar ele, você vai utilizar o Flatpak. Se o seu sistema não tem ele instalado, basta seguir o nosso tutorial. Depois de ter feito a configuração do Flatpak, vamos a instalação do Tangram. Com o terminal aberto, digite o seguinte comando para adicionar o repositório do Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Em seguida, instale a aplicação:

flatpak install flathub re.sonny.Tangram

Depois de terminado a instalação, é para ficar “mais ou menos” parecido com a imagem abaixo.


Se quiser remover via terminal, utilize este comando:

flatpak remove re.sonny.Tangram

No Ubuntu depois de seguir a nossa postagem, acesse este link, pesquise diretamente na loja por: “Tangram” e instale o programa.

Alguns sites podem não funcionar, mas aí vai depender do site. Aí agora é só usufruir do Tangram 😉.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Navegador Vivaldi chega ao Android

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Com seu famoso slogan “Vivaldi: O navegador que coloca você no controle”, o browser é conhecido por possuir diversas features (que em outros navegadores exigem a instalação de algum plugin) e nestes anos de existência passou a concorrer diretamente com o Opera.

vivaldi-browser-navegador-web-android-google-play-beta-app

O cenário de navegadores web é vasto, seja nas plataformas mobiles ou desktop. O Vivaldi demorou, mas enfim adentrou no mundo Android. Não espere o mesmo número de recursos no Android, comparado a sua versão para PC, ao menos neste primeiro momento.

Veja a entrevista que tivemos há algum tempo com o fundador e atual CEO do Vivaldi Jon von Tetzchner, e saiba mais sobre o conceito/premissa do browser.


Alguns destaques dessa versão mobile são:

  • Sincronização de dados: Mantenha marcadores, senhas, notas e mais. Sincronizados entre seus dispositivos com encriptação ponto-a-ponta;
  • Favoritos em um toque: O “Speed Dial”, assim como na versão para desktops, também está presente. Você pode personalizar as páginas favoritas e sempre ao abrir uma nova aba, o Speed Dial estará presente para acesso rápido;
  • Notas: O Vivaldi permite a criação de notas, sem necessidade de abrir um novo app;
  • Captura de páginas: Você pode capturar apenas as áreas visíveis de um site ou toda página;
  • Navegação privada: Durante a navegação com guias privadas, pesquisas, sites visitados, cookies e arquivos temporários não são gravados pelo Vivaldi;
  • Pesquisa instantânea: Use apelidos no campo de endereço para trocar rapidamente o mecanismo de pesquisa. Por exemplo, digite “w” para Wikipédia ou “d” para acessar o DuckDuckGo (inclusive fizemos uma matéria sobre o buscador DuckDuckGo, acesse e saiba mais).

vivaldi-browser-navegador-web-android-google-play-beta-app

O navegador está em fase beta na Google Play, e você pode adquirir o app gratuitamente por esse link ou via QR-Code.

vivaldi-browser-navegador-web-android-google-play-beta-app

Para mais detalhes, acesse a página oficial do Vivaldi e saiba mais sobre suas features. 

Também escrevemos uma matéria sobre o novo Firefox para Android, caso esteja curioso, segue o link.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e não perca nenhuma novidade.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Vivaldi.
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Cansado do Google? Conheça o buscador DuckDuckGo

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A gigante das buscas domina em diversos setores da tecnologia, seja com o Android, Youtube, seu browser ou até mesmo o que lhe fez ser tão bem sucedida, seu buscador Google.

android-app-buscador-yahoo-yandex-bing-duckduckgo-privacidade-segurança-google-play-internet-Linux-mac-navegador-windows

Na era digital parece que privacidade é um termo inexistente, nem sempre a comodidade e a privacidade andam lado a lado. Alguns podem estar pensando, mas existe o modo anônimo, sinto muito em lhe informar que isso não impede a coleta de dados. Você já fez uma simples busca de um produto em seu smartphone, e do nada produtos equivalentes passaram a brotar em outros lugares? Minha esposa brincou esses dias comentando que estava sendo perseguida, pois, ao pesquisar um produto em específico, as propagandas começaram a pular em redes sociais, aplicativos ou qualquer outro site (no PC e no smartphone).

Cerca de 75% dos sites contém algum rastreador do Google, acompanhando tudo o que você procura e o Google analisa quais sites você acessa, para depois segmentar publicidade conforme seu perfil, navegação e utilização. Outro detalhe é que seus dados permanecem no Google indefinidamente, talvez nem sempre isso seja interessante (já parou para avaliar? 🤔️🤔️🤔️).


DuckDuckGo o buscador que não registra seus dados


Lançado em 25 de Setembro de 2008, pelo jovem empreendedor americano Gabriel Weinberg, o DuckDuckGo almeja ser uma alternativa segura e com o mais alto nível de privacidade possível para um buscador. Como os demais buscadores, o DuckDuckGo mostra resultados de notícias, imagens, vídeos e tem “caixas” exclusivas para informações da Wikipedia e outros recursos.


Para fazer suas pesquisas, sem a coleta de dados, acesse o site “DuckDuckGo.com” e tenha mais privacidade. 

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DuckDuckGo no Android


Você poderá utilizar normalmente o site do DuckDuckGo em todos seus dispositivos, entretanto, no Android utilizo o “DuckDuckGo Privacy Browser” e faço minhas pesquisas normalmente.

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Ter privacidade ao navegar na internet não é algo comum, e no mundo atual às vezes ceder informações é sinônimo de comodidade. Sei bem que privacidade total é quase uma utopia em pleno século XXI, esse artigo não tem por intuito induzir os leitores a acreditarem que apenas usando o DuckDuckGO sua privacidade será total. Lembre-se, não adianta querer total privacidade e acessar redes sociais, comprar online, consumir conteúdo por streaming entre outras práticas. Conforme disse anteriormente, reveja quais dados são mais importantes e se realmente tudo deve ser oferecido a empresas ou plataformas. Todavia, situações desagradáveis de “perseguição por publicidade” podem ser evitadas ao utilizar o DuckDuckGo.

Equilíbrio é a chave do sucesso.

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Google Assistente com novidades

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sábado, 7 de setembro de 2019

Foi anunciado na IFA 2019 (Internationale Funkausstellung Berlin, “abrasileirando” seria mais ou menos, como Festival do Rádio de Berlim), que é a maior feira de eletrônicos da Europa, novas funcionalidades do Google Assistente. Confira os detalhes a seguir.

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Marcando presença em uma das maiores feiras de produtos eletrônicos e eletrodomésticos, o Google destacou funcionalidades extras de seu assistente pessoal, parceiros e fabricantes aliados que embarcariam a tecnologia em seus produtos, como smartphones, Smart TVs, caixas de som inteligente, fones de ouvido, etc.

Além de novos dispositivos com o Google Assistente instalado, proporcionando maior interação com os equipamentos conectados. Um recurso chamado “Modo Ambiente” permitirá novas maneiras de se relacionar com o assistente. Quando o aparelho estiver carregando, notificações e lembretes poderão ser visualizados e outras interações são possíveis, por exemplo, iniciar uma lista de reprodução e o controle de outros gadgets conectados na casa a partir da tela.

O Modo Ambiente proporciona que o smartphone possa se transformar em um porta-retratos digital conectado ao Google Fotos, basta não utilizar o aparelho (e obviamente ter a função habilitada). Esse pequeno detalhe com certeza agradará usuários, principalmente quem comprava porta-retratos digitais caríssimos. No momento alguns aparelhos contarão com a novidade, todos apresentados na IFA 2019. Mas creio que seja questão de tempo para outros Androids usarem o recurso.

Usuários do WhatsApp, também ganharam novidades. Através do Google Assistente chamadas de áudio e vídeo em viva-voz poderão ser realizadas no WhatsApp Android. Inicialmente apenas o idioma inglês está disponível.

Muito mais novidades acompanham o Google Assistente, algumas atreladas a hardwares específicos e outras que aparentam chegar em pouco tempo à todos os aparelhos Android.

Você usa o Google Assistente? Particularmente costumo fazer umas perguntas, e até brincar um pouco ou dar início a uma busca.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Discovery.
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Ampare - Combine Imagens e gere um PDF no Linux

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Esse é o programa que você passa a ter conhecimento somente depois de ter uma necessidade bem específica, o Ampare acabou "caindo como uma luva" para essa para resolver o meu problema.







Recentemente necessitei fotografar um contrato de algumas páginas e organizar estes arquivos, em "png", em um documento PDF. Existem, atualmente, muitas ferramentas para se trabalhar com esses arquivos, porém, eu realmente resolvi pesquisar por uma solução que fizesse somente o que eu precisava fazer: converter imagens em um documento PDF, e acabei encontrando a seguinte ferramenta.

Ampare Combine Images To PDF


O "Ampare Combine Imagens To PDF" faz parte de uma gama de aplicativos do desenvolvedor "juthawong", na Snap Store, onde todos os seus Apps têm o sufixo, "Ampare".



Para utilizar a ferramenta é muito simples, basta abrir a aplicação, clicar na janela que se abrir e selecionar as imagens que você deseja colocar em um arquivo PDF.

Combine Imagens To PDF

Depois da seleção, basta escolher onde você quer salvar o arquivo final e dar a ele um nome. Após estes passos você deverá ter o arquivo finalizado, com as suas imagens, em um único documento PDF.

Tenho achado a Snap Store muito interessante para descobrir novos aplicativos como este, você também descobriu um novo aplicativo bacana? Compartilhe no nosso fórum. :)

Até a próxima!
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Controle a central multimídia Kodi pelo smartphone

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

O Kodi é uma aplicação incrível, caso queira instalar o aplicativo em sua distribuição Linux, acesse este artigo com todo passo a passo. Porém, o que seria de um “cinema em casa”, sem a comodidade de assistir seus filmes e executar as demais funções do Kodi, sem a necessidade de se levantar e utilizar um teclado ou mouse, por exemplo.

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Para quem deseja controlar sua central multimídia, Kodi, diretamente de um smartphone, poderá instalar o controle remoto oficial do projeto. No caso de usuários Android, o “Kore, Official Remote for Kodi”, já para o iOS de nome “Official Kodi Remote”. 

As aplicações são intuitivas e dispensam maiores explicações, entretanto, configurar o controle remoto no Kodi instalado em seu computador, talvez não seja tão intuitivo assim. Mas, calma que vou demonstrar esse processo.

Antes de configurar o controle remoto no Kodi, obviamente, o aplicativo deve estar instalado em seu smartphone e o Kodi no computador.

Kore, Official Remote for Kodi (Android)


Acesse o link e efetue o download diretamente da Google Play, ou pode utilizar um leitor QR-Code e instalar mirando a câmera de seu smartphone no código QR (que também irá efetuar o download diretamente da Google Play).

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Official Kodi Remote (iOS)


Uma alternativa para iOS está disponível gratuitamente na loja da Apple, a versão também é oficial, sendo uma ótima pedida para usuários da plataforma da maçã. Você pode acessar o link da aplicação diretamente na App Store. Ou fazer uso de um leitor QR-Code, como no exemplo anterior.

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Configurando o controle remoto no Kodi


Com ambos instalados, o app no PC e em seu smartphone, vamos começar “a brincadeira”. Em meu caso estou utilizando o Kore, pois possuo um Android, mas creio que seja praticamente a mesma coisa no iOS. 

Abra o Kodi, e certifique-se que ambos estejam na mesma rede wifi (PC e smartphone).

No Kodi, vá até “Definições” (o ícone de engrenagem).

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Em seguida, até a opção “Serviços”.

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Navegue para categoria “Controle” e habilite às duas opções na sessão “Controle de aplicações”. Sendo elas: “Permitir controle remoto de aplicativos neste sistema” e “Permitir controle remoto de aplicativos em outros sistemas”.

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Outras mudanças podem ser aplicadas, como dar nome ao usuário ou atribuir uma senha. Particularmente só adiciono uma senha, o usuário nem mexo (😁️😁️😁️).

Abra o app em seu smartphone, e nele você verá o Kodi e sua máquina. Selecione e vá prosseguindo conforme o app te mostra.

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Se assim como eu, configurou um usuário e senha, será necessário informar para conseguir se conectar. Clique em “Testar”, quanto tudo estiver concluído.

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Se a aplicação não conseguiu encontrar o Kodi em sua rede, acesse o “menu hambúrguer” (no caso do Kore, aqueles “3 traços” no canto superior esquerdo), clique no símbolo de adição “+”.

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Configure manualmente o usuário, IP, porta e senha. Esse passo tem as mesmas configurações da imagem acima, para quem adicionou uma senha ao Kodi, e para saber o IP é muito simples. Novamente no Kodi, em “Definições”, depois “Dados do sistema”.

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Veja o número do endereço IP e configure no app.

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O app é bem intuitivo e em pouquíssimos minutos você entende todo seu funcionamento. Muito prático e recheado de recursos.

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Sempre utilizo o Kodi junto ao Kore, é uma dupla inseparável. Confesso que sua configuração pode confundir novos usuários, mas nada de outro mundo. Todas às vezes que utilizei o mesmo, não passei por problemas em sua configuração. Ao menos aqui, em todos esses anos, ele sempre reconhece de primeira. Recomendo o uso, já a alternativa para iOS, não posso comentar muito (não possuo um smartphone da marca).

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