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Como iniciar o Telegram minimizado

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sábado, 26 de janeiro de 2019

O Telegram é uma aplicação com “mil e uma utilidades”, você pode usá-lo como simples mensageiro, nuvem pessoal, fonte de notícias e muito mais através de seus inúmeros bots. Veja o post que o Ricardo fez sobre as novidades da nova versão.

telegram-tray-start-minimizado

Com tantos recursos no Telegram, existe uma funcionalidade que eu gostaria na versão desktop. A possibilidade de iniciar minimizado junto ao sistema, com seu ícone na “tray” (bandeja do sistema).

E é isso que iremos demonstrar. O procedimento será em 3 interfaces gráficas: KDE Plasma 5, Cinnamon e Gnome Shell. Você pode adaptar à sua DE preferida, é bem fácil.

Iniciando o Telegram minimizado


Antes de tudo, você deverá saber com qual versão do Telegram está lidando.

Se instalou o Telegram da loja do Linux Mint, você provavelmente está utilizando a versão em Flatpak, se está usando Ubuntu e instalou direto da loja, é provável que seja em Snap, a terceira opção é um binário executável, de quando o download é realizado no site oficial (a maneira que costumo usar).

Saber qual versão do programa está instalada é importante, pois o comando será adaptado, e caso utilize o comando errado o procedimento será falho. Abaixo segue cada comando, direcionado a sua específica versão.

Telegram em Flatpak
flatpak run org.telegram.desktop/x86_64/stable -startintray %u 

Telegram em Snap
snap run telegram-desktop -startintray %u

Telegram executável baixado do site oficial
/home/seu-usuario/caminho-onde-está-o-executável/Telegram -startintray %u

Onde inserir tais comandos?


Após identificar sua versão, e selecionar o comando correto. Onde inserir este comando? Não será necessário o terminal, usaremos a interface gráfica para isso.

KDE Plasma 5


No Plasma, pesquise pela seguinte aplicação “Aplicativos iniciados automaticamente”. Com ela aberta clique na opção “Adicionar programa...”, como na imagem abaixo.

telegra-tray-kde-passo1

Uma janela de diálogo será aberta, pesquise por “Telegram”, selecione o mesmo e clique em “ok”.

telegra-tray-kde-passo2

Basta preencher as informações como “Nome”, “Comentário” e “Comando”. Se utiliza as versões em Flatpak ou Snap, adicione o comando normalmente. Caso tenha baixado o binário executável do site, você pode digitar o caminho por extenso ou clicar em “Navegar” e caminhar até o local do programa, mas não esqueça de adicionar no final da linha o parâmetro “-startintray %u” (como no exemplo dado anteriormente).

telegra-tray-kde-passo3

Agora aplique as mudanças e ao ligar o computador, o Telegram iniciará junto ao sistema minimizado na tray.

telegra-tray-kde-passo 4

Cinnamon


Pesquise por “Aplicativos da Inicialização”, clique no símbolo de adicionar e escolha a opção “comando personalizado”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo1

Uma caixa de diálogo se abrirá, preencha todos os campos, se for a versão baixada do site, você pode clicar em “Navegar” e ir até o executável do Telegram em seu sistema, ou digitar o caminho por extenso e no final dele adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo2

Caso esteja utilizando as versões em Flatpak ou Snap, basta preencher e fazer uso do comando que disponibilizei.

Depois clique em “Adicionar” e quando ligar o pc, o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo3

Gnome Shell


No Gnome Shell pesquise por “Aplicativos iniciais de sessão”, ao executar a aplicação você notará um botão “Adicionar”. Clique nele.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo1

Ao fazer uso do executável do site oficial do Telegram, você pode escrever o caminho até o programa na opção “Comando”, como disponibilizei anteriormente, ou clicar em “Navegar” e ir até o Telegram, depois no final adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

Já para versões Flatpak e Snap, basta adicionar o comando (como demonstrado). Preencha os campos de acordo com o exemplo abaixo e clique em “Adicionar”.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo2

E pronto! Ao ligar o computador o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema. Lembrando que o Gnome no Ubuntu possui a tray nativamente, no Gnome Shell “puro” você terá que adicionar uma extensão.

E é isso aí pessoal, nos vemos no próximo post, espero que a dica seja útil assim como é em minha rotina. E caso esteja em outra DE, use o comando na aplicação que gerencia os apps que iniciam junto ao sistema.

Compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Google remove Apps Android que acessam histórico de chamadas e SMS

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Parece que a Google está adotando sua nova política de uso de dados. Anunciada em Outubro de 2018, essa nova investida, visa minimizar os problemas de segurança dos dados de seus usuários na plataforma Android.

android-google-sms-call

Aplicativos sem validação prévia da Google, não poderão utilizar mais dados referentes aos registros das chamadas telefônicas e SMS. Os desenvolvedores que utilizam as antigas APIs, obrigatoriamente terão que migrar, caso queiram tais funcionalidades em seus apps, pois as permissões legadas não funcionarão.

Para utilizar os recursos ao acesso do histórico de chamadas e SMS, o desenvolvedor terá que preencher um formulário sobe análise da Google, e efetivada a real utilidade do acesso para função do app, o mesmo poderá obter tais dados sem problema algum.

Segurança em primeiro lugar 


Com tais medidas a gigante de Mountain View, espera reduzir problemas de aplicativos falsos, que roubam dados dos usuários.

Deste modo se o App ter função principal de acessar as chamadas, ele só pode acessar os históricos de chamadas, e se for para SMS, ele só poderá visualizar as mensagens.

Em casos específicos que o app leia penas um sms para códigos de verificação, por exemplo o Steam e Telegram. Existe uma API chamada “SMS Retriviever”, que lida com tais situações.

Seguindo a Apple


Tal medida da Google assemelha-se a da Apple no iOS, que restringe o uso destes dados e só libera o histórico de chamadas e SMS, para alguns apps, que anteriormente tenham passado por alguma supervisão da empresa.

Com tal medida fica claro que a Google vem melhorando a qualidade do Android, evitando aplicativos que coletem dados indiscriminadamente. 

Até a próxima pessoal, espero vocês aqui no blog Diolinux. Compartilhe, SISTEMATICAMENTE, nosso conteúdo. 😎
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O "Synaptic" dos Flatpaks e Snaps

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Gerenciadores de pacotes como, o Synaptic e Octopi, são maneiras gráficas de gerir o sistema. Nem todo usuário é familiarizado com o terminal, e nem é obrigado. Alternativas gráficas existem aos montes, sendo uma forma bem simples de compreender, sem necessidade de comandos num terminal.

flatpak-manager-snap-synaptic-octopi

Não me entenda mal, se você curte e acha mais prático fazer certas coisas na telinha preta não tem nada de errado, eu também faço parte desta turma 😂😂😂, mas sei que para novos usuários, ou até mesmo dias que não estou muito afim de dar comandos no terminal, tais softwares são uma mão na roda.

Terminal para tudo no Linux


Uma mentalidade, que julgo não ser sadia para atrair novos utilizadores ao Linux, é de que tudo tem que ser feito via terminal, e que todos são obrigados a aprender os comandos e afins.

Então, se você pretende administrar, aprender ou dominar o Linux, isso é muito válido, já um usuário, como o nome sugere, deseja apenas usar. Convenhamos, não existe mal algum em um usuário comum querer apenas desfrutar das vantagens do Linux em seu cotidiano, afinal, não é todo mundo que gosta de tecnologia, muitos querem apenas ser “usuários”, e eu não os posso culpar.

Então é zero terminal para tudo e todos? Calma jovem mancebo! Não seja extremista, entre preto e branco, existem vários tons de cinza. Tudo é uma questão de objetivo, necessidade e praticidade.

Se o objetivo é aprender etc, use e abuse do terminal. Mas se a pessoa não quer, e não gosta, não tem o porque enfiar goela abaixo uma tonelada de comandos. Esse é um dos motivos de criar OSistemático, mostrar alternativas para usuários comuns, e também despertar e introduzir o terminal aos poucos. Não por que é algo obrigatório nos tempos atuais, mas por que é legal e eu gosto. Linux não é só terminal.

E claro, essa nova mentalidade, foi fomentada e muito pelo Diolinux, mudando a visão e conceitos de muitos da comunidade, que antes estavam presos a filosofias ou paradigmas, anulando a realidade em sua volta.

O Synaptic dos Flatpaks e Snaps


Atualmente os Flatpaks e Snaps podem ser manipulados, via terminal ou pelas centrais de software que o suportam, por exemplo o Discover e Gnome Software, mas em alguns casos, alguns pacotes podem ficar de fora desta filtragem nas lojas, como runtimes dos Flatpaks, citando um caso. 

Nessas horas um “Synaptic da vida” seria muito útil. Pois bem, um desenvolvedor chamado Tony George, teve a ideia de começar o desenvolvimento de uma aplicação, estilo Synaptic/Octopi, que gerencia não apenas um tipo de pacote, mas os Flatpaks e Snaps.

Flatpak Manager


Em fase de desenvolvimento, o “Flatpak Manager” é um software que visa, de forma gráfica, lhe dar algumas opções, sem a obrigatoriedade de recorrer ao terminal.

A aplicação permitirá algumas funcionalidades. O anúncio do responsável pelo software não deu maiores detalhes, então irei descrever algumas ditas pelo desenvolvedor. 

O programa teria a capacidade de visualizar os pacotes em Flatpak e Snap no sistema, capacitando o software para listá-los, Instalá-los, atualizá-los e excluí-los, caso desejado. 

Não ficou claro se o Flatpak Manager, possui outras funcionalidades, opções avançadas como o Synaptic e Octopi, sua nota de desenvolvimento foi curta e breve.

Pacotes Flatpak


flatpakmanager-flatpak

Pacotes Snap


flatpakmanager-snap

Características dos pacotes, e como o Flatpak Manager irá tratá-las



  • A listagem de pacotes Flatpak é mais veloz que dos Snaps. Cada pacote tem que ser consultado para os devidos detalhes, isso gera um ligeiro atraso ao listá-los.
  • A instalação dos Flatpaks acarretam numa atualização automática de todos os pacotes no sistema.
  • Flatpaks possuem a opção de instalação local, mas alguns pacotes obrigatoriamente devem ser instalados globalmente, caso isso não seja feito. Erros ocorrerão.
  • Snaps são instalados globalmente, e sempre exigem acesso ao administrador para instalação.

Já posso testar?


O Flatpak Manager foi anunciado em 2 de Outubro do ano passado, e infelizmente mais informações não foram dadas, então não ficou claro, como esse software seria distribuído, qual sua licença de uso, se existiria uma forma de contribuir além do Patreon, disponibilizado pelo autor. Apenas que, seu lançamento será depois de alguns meses.

Até a presente data (18 de Janeiro), o seu lançamento não foi anunciado. Se quer testar o andamento do software em seu desenvolvimento, ao efetuar a contribuição no Patreon do desenvolvedor do Flatpak Manager, você tem direito ao acesso antecipado da aplicação.

Nos vemos na próxima postagem, SISTEMATICAMENTE, aqui no Diolinux! 😎

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Akira, a nova ferramenta para design no Linux

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Uma ferramenta muito interessante para designers no Linux está com financiamento coletivo aberto, seu nome é “Akira”. Um programa que visa fazer frente aos concorrentes proprietários, feito por designers e pensado para designers.

akira-design-vetorial-linux

Parafraseando Alessandro Castellani, desenvolvedor líder do Akira, ‘‘[...] o status atual do Linux no Desktop, não permite que designers sejam produtivos e competitivos, num mundo tão acelerado [...]”. “[...] E o único propósito do Akira é mudar drasticamente isso”.

Eu sei que parece um pouco audacioso, mas em tempos que profissionais estão cada vez mais dependentes de ferramentas proprietárias. Uma nova alternativa Open Source, pode proporcionar portas que por algum motivo, aplicações como: GIMP, Inkscape, Krita, Gravit Designer ou qualquer outro software, não trouxeram, seja por dificuldade de adaptação do usuário, interface ou alguma funcionalidade inexistente. Uma nova ferramenta pode ser um novo ponto de partida.

O financiamento coletivo da aplicação, está sendo feita através do KickStarter. Na categoria “Tudo ou nada”, na qual o projeto só irá adiante caso alcance seu objetivo até 4 de Março.

Tecnologias no desenvolvimento do Akira


Quem afirma que aplicações em GTK são inferiores as alternativas em QT, por conter limitações de funcionalidades no desenvolvimento, vai se surpreender com a escolha dos desenvolvedores do Akira. Que decidiram escrever inteiramente a base do software em Vala e GTK + 3. O sistema de criação de projetos, Meson, será utilizado em seu desenvolvimento. 

A aplicação visa ser uma alternativa viável aos grandes softwares do mercado, e totalmente nativa para sistemas baseados em Linux. Informações sobre o suporte a outras plataformas, não foram dadas pelos responsáveis do projeto. 

mockup-interface-akira

Formas de distribuição


Inicialmente com proposta de ser distribuído na loja de apps do ElementaryOS, e em Flatpak. Os desenvolvedores do Akira, mostraram-se abertos a outras formas de empacotamento, como: Snap e AppImage, mas nestes casos, contando com a ajuda de colaboradores da comunidade.

Um PPA com as Daily Builds, com a evolução do projeto, também está nos planos.

Lista de recursos para primeira versão


Temas adaptáveis e uma interface altamente customizável, o Akira visa trazer maior liberdade no manuseio visual da aplicação, seja com o modo dark ou janelas com rótulos ou sem rótulos, não importa. A intenção é que o designer tenha o controle.

modo-dark-akira-janelas-temas

Um projeto dentro do projeto


A equipe do Akira pretende construir uma nova biblioteca para lidar com as telas da aplicação, algo baseado em vetores SVG, dando maior escalabilidade ao software. Esta biblioteca será independente da aplicação, podendo ser incorporada em outros projetos.

Mais funcionalidades


Terá como todo software de imagens vetoriais, formas geometricas para uso variado. Painel de camadas, para organização das layers do projeto. Gerenciador de fontes, mas em primeiro momento o nativo do padrão GTK, com planos futuros para algo desenvolvido por eles.

painel-camadas-akira-layers


Formatos suportados pela aplicação


Um novo formato será utilizado para o projeto “.akira”, escrito em JSON, ele trará todas as informações necessárias, como: cores, fontes, símbolos etc. Com a possibilidade de um controle de versionamento dentro do arquivo.

Já os formatos de exportação, serão: SVG, PNG, JPG e PDF, sem suporte inicial para formatos proprietários.

Um pouco sobre a equipe de desenvolvimento


Com uma equipe de 4 pessoas em seu desenvolvimento, 2 deles sendo membros da Gnome Foundation e 1 do Elementary OS. O projeto Akira visa, em 4 meses, lançar a primeira versão do software. Um prazo muitíssimo curto, diga-se de passagem.

Nesse contexto fica evidente a escolha de algumas tecnologias em torno de seu desenvolvimento. Mas isso, de forma alguma, desqualifica tais tecnologias, pelo contrário, se desenvolvedores experientes estão dispostos a utilizá-las em uma empreitada tão ambiciosa, isso só demonstra sua capacidade e viabilidade técnica no projeto.

Colabore, quanto mais boas alternativas, melhor!


As colaborações para desenvolvimento da aplicação Akira, podem ser feitas em sua página do KickStarter, com mais informações e funcionalidades do app.

E aí, curtiu a possibilidade de um novo software para design no Linux? O que achou da proposta do Akira? Deixe nos comentários, quais softwares você utiliza para criar seus trabalhos. Eu utilizo muito, o GIMP em conjunto ao Inkscape.

Te vejo no próximo post, até lá, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Google aconselha desenvolvedores criarem Apps 64bits

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Processadores 64 bits oferecem diversas vantagens sobre os de arquitetura 32 bits, mas parece que nem todo desenvolvedor visa criar aplicativos em versão 64 bits. Isso “obrigou” a Google a dar o ultimato. Calma que não é todo esse alarde que alguns veem fazendo.

apps-playstore-google-64bits

Nesta Terça-feira, 15 de Janeiro, Vlad Radu, gerente de produtos da Google, anunciou no blog de desenvolvedores Android, os planos da empresa para o futuro do Android em relação a arquitetura de processador dos aplicativos.

A intenção é que processadores em tal arquitetura, tirem maior proveito ao executar apps em 64 bit. Atualmente, nem todas aplicações possuem sua variante em 64 bits, limitando um smartphone de 64 bits obrigando os aparelhos a utilizarem as versões 32 bits, e por consequência, não extraírem o máximo de desempenho, como foram projetados.

O fim dos 32 bits? Será?


Com o pronunciamento, algumas dúvidas ficaram no ar. Não que a nota pelo gerente da Google foi confusa, pelo contrário, mas alguns portais de tecnologias noticiaram que seria o fim dos aplicativos em 32 bits na Play Store.

Para quem esse requisito se aplica?


A proposta da Google é de que no dia 1º de Agosto de 2021, a Play Store deixe de dar suporte 32 bits para aparelhos que suportam 64 bits. Isso não significa que smartphones com processadores 32 bits sejam afetados. Os apps em 32 bits não acabarão, apenas donos de aparelhos com suporte 64 bits, passarão a extrair o máximo de seus gadgets. Pois existirão versões de apps apropriadas, não obrigando a utilizar 32 bits.

Se essa transição for feita com sucesso, provavelmente as pessoas não vão perceber nenhuma diferença em relação a disponibilidade de Apps, ainda que talvez sintam um melhor desempenho em alguns, o que é uma coisa boa, sem dúvida.

Salvo algumas exceções, como jogos feitos na Unity 5.6 em 32 bits, até o prazo de 2021, poderão manter suas versões de 32 bits, sem a necessidade de uma 64 bits.

Aplicações segmentadas ao Wear OS, Android TV, ou pacotes não destinados aos usuários do Android 9 Pie ou posterior, também não se enquadrarão nesta obrigatoriedade.

Uma tarefa perfeitamente possível


Para maior parte dos desenvolvedores Android a mudança será relativamente simples. Visto que as linguagens que dominam o desenvolvimento de apps Android são, o Java e Kotlin, e não precisam de alterações de código para suportar ambas arquiteturas, 32 bits e 64 bits.

A Google está esperançosa em tecnologias de inteligência artificial, machine learning (aprendizado de máquinas), e dispositivos mobiles mais imersivos. O suporte ao 64 bits prepara todo ecossistema para tais inovações, permitindo novos recursos avançados.

Assim como nos desktops, o próximo passo é deixar a era de 32 bits para trás nos smartphones.

Você possui algum smartphone com processador 64 bits? Pensava que os 32 bits iriam acabar? Deixe nos comentários o que acha disso tudo.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, nos vemos, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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Linux e suas dificuldades para migrar!

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terça-feira, 10 de julho de 2018

A questão de migração pode ser interpretada de diversas formas, tem pessoas que migram para alguma distribuição Linux por que querem, tem pessoas que usam o Linux e nem sabem (temos o Android por exemplo), assim como existem pessoas que migram para o Linux por conta de trabalho, não necessariamente por uma escolha pessoal. Apesar de hoje em dia o Linux ser a base de diversos projetos, ainda existem muitas dificuldades encontradas pelo usuário final, que prejudicam a migração para esse universo.






Para que o usuário final possa usar tranquilamente Linux, é preciso que saiba como o sistema operacional que está utilizando funciona. Quando falamos em “como funciona”, não é necessariamente saber quais são os processos que estão por trás do sistema operacional, como o kernel controla o acesso a memória, como o sistema operacional é estruturado. O usuário precisa conseguir realizar todas as atividades que são necessárias para ele, como coisas simples do dia a dia e se sentir confortável com isso.

Se você sente a necessidade de conhecer tudo sobre o sistema, como ele realmente funciona, e todas as suas funcionalidades, ótimo! Porém, não podemos negar que muitos usuários não tem o interesse de saber como tudo funciona, desde que possa fazer suas atividades está tudo “OK”, e não há problema nisso. Eu mesma, quando iniciei nesse universo só queria saber se o resultado pretendido, que era fazer as minhas atividades sem problemas, seria satisfeito e aos poucos fui me interessando mais sobre o assunto. 

Nem todas as interfaces são intuitivas ao extremo, especialmente se a pessoa utilizou Windows por muitos anos. No canal já foi abordado algumas vezes o assunto de "a melhor distribuição para quem está começando", e apesar de existirem algumas que são facilmente recomendáveis, não há como negar que existe algo muito interessante na exploração das opções até você encontrar a que mais se adequa às suas necessidades ou ao seu perfil de usuário.



Quando comecei a usar Linux, fui apresentada ao Ubuntu com Unity e gostava muito , pois era muito prático e com um visual que me agravada, tanto que foi difícil me convencer a trocar de interface. Depois comecei a usar Linux Mint, o qual o visual não me agradou muito, mas a experiência acabou sendo tão boa que convenci meu chefe a rodar em vários computadores da empresa em que trabalho.

Nesse processo podemos dizer que algumas coisas acabam afastando os usuários ou prejudicando a sua adaptação. Uma das coisas mais difíceis da migração, na minha opinião, é saber onde as coisas estão posicionadas, como instalar as coisas, onde procurá-las e como procurá-las. Se você é criador de conteúdo, procure sempre pensar em formas de fazer tutoriais e explicar que possam ser utilizados por usuários iniciantes também, ou sinalize caso seu tutorial seja para um usuário intermediário ou avançado para que as pessoas que acessem não vejam aquilo como algo difícil, ou impossível de fazer, e usem isso como uma desculpa para parar de tentar.

Outra dificuldade encontrada são os programas utilizados, às vezes achamos que o que precisamos é exatamente “daquele” programa, mas na verdade o que precisamos é da sua funcionalidade. Levei um tempinho para me acostumar a essa ideia. Mantive dual boot por um ano simplesmente para usar o pacote Office da Microsoft, até me dar conta de que o que procurava eram simplesmente as funcionalidades que encontrava nesses programas. 

Busque as coisas não pelo nome do programa e sim pelas suas funcionalidades, como “editor de texto” ao invés de “Word” por exemplo. Isso com certeza vai de abrir um leque muito maior de oportunidades de encontrar aquilo que você procura, muitas vezes encontrando soluções até melhores do que a que você estava acostumado.

Apesar de ter citados alguns pontos relacionados ao conteúdo produzido e um pouco da minha experiência de usuária, acredito que, grande parte da desistência ocorre pela falta de interesse do usuário em esforçar-se para adquirir um novo conhecimento e optar falar que o produto “não é bom”, do que revelar que não tinha vontade de conhecer e se adaptar há algo novo no momento. Isso também já aconteceu comigo, mas acabei revendo meus conceitos. 

Veja que não há problema em você não estar interessado em aprender algo novo no momento, desde que não justifique essa falta de interesse colocando empecilhos negativos no conteúdo, e isso vale para qualquer coisa na vida que se propor a aprender em sua vida. Enfim, no vídeo abaixo você encontra a opinião do Dionatan sobre os desafios da migração e o que se pode fazer para facilitá-la.





Até a próxima!
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5 aplicativos indispensáveis para seu Smartphone

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quinta-feira, 19 de abril de 2018


Há muito tempo o Smatphone deixou de ser apenas um aparelho móvel que faz ligações para se tornar algo essencial em nosso dia a dia. Atualmente, as ferramentas presentes neles permitem unir casais, como Tinder, chamar um motorista sem precisar procurar na rua por um, como o Uber, e até nos oferece momentos de lazer e descontração, como o divertido 7 Sultans cassino online – que, inclusive, vêm ajudando muitos brasileiros a fazerem uma renda extra mensalmente.

5 Apps muito uteis






A questão é que os aplicativos que cada um carrega no Smartphone podem variar de acordo com o gosto e a atividade. Aqui eu vou listar os meus 5 Apps indispensáveis e que são alguns dos primeiros que eu instalado ao comprar um novo Smartphone ou qualquer outro dispositivo.

A maioria dessas funcionalidades está presentes em distribuidoras digitais de aplicativos, como o Google Play ou a Apple Store, que são os mais populares. Só na primeira, há mais de 400 mil opções, entre gratuitos e pagos, prontos para download dos usuários.

1 - Google Maps

Eu sei que muitas pessoas preferem o Waze hoje em dia, mas eu ainda prefiro utilizar o Google Maps. Recentemente eu fiz uma longa viagem internacional e os serviços da Google foram importantíssimos para que eu pudesse acessar todos os locais que eu desejava. Se quiser saber mais sobre essa viagem, conheça o meu outro canal, o X da Questão.

Google Maps

O Google Maps geralmente vem instalado nos Smartphones, o que já é uma vantagem. Talvez o sistema de navegação de trânsito do Waze tenha alguns pontos a mais do que o Google Maps para esta atividade, no entanto, o Google Maps me parece mais completo no quesito de informação em geral. Uma dica importante é baixar os mapas para usar offline, esse foi um ponto muito importante na viagem.

Eu já viajei algumas vezes de carro também usando o Google Maps como GPS e sempre obtive bons resultados. Então está mais do que recomendado.

2 - Netflix


Netflix


Sem dúvidas um app essencial, visto que agora é possível baixar o conteúdo para o smartphone e assistir offline. Apesar de nem todo conteúdo estar disponível para download, há muito o que assistir, principalmente se você estiver em um lugar sem nada para fazer ou ansioso para assistir os próximos episódios da sua série favorita.

3 - Spotify

O Spotify é um dos Apps de música mais populares dos últimos anos. Não faz muito tempo, ele passou a deixar que usuários ouçam músicas de graça (com anúncios entre algumas delas, claro). Alguns dos pontos altos do serviço são as listas temáticas, criadas e alimentadas pelos próprios usuários. Eu sou um assinante Premium do Spotify extremamente satisfeito, ainda mais podendo baixar as músicas pode ouvir offline. 


4 - Google Authenticator

Google Auth

Esse aplicativo eu comecei a utilizar há não tanto tempo, mas que já considero um dos básicos a se instalar. Essa nova ferramenta da Google serve como uma chave de autenticação em duas etapas para diversos serviços, não só os da Google. É uma ferramenta que aumenta muito a segurança das suas contas, mas deve ser usado de forma sensata, pois caso você não salve os seus backups, recuperar uma conta pode ficar mais complicado (e por tanto mais seguro).

5 - Telegram

Telegram

Por mais que em termo de popularidade o WhatsApp ainda reine, o Telegram vem ganhando a cada dia mais usuários, por se tratar de um serviço extremamente rico e versátil. Sejam pelos bots, sejam pelos recursos da própria plataforma, como os canais, grupos e super grupos, emojis, stickers, gifs, armazenamento de arquivos e muito mais.

Confira também:


Quais são os 5 aplicativos que você sempre instala nos seus dispositivos?

Conte pra gente nos comentários, até a próxima!
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Ubuntu 18.04 LTS incluirá uma nova aplicação ao sistema, o GNOME Tarefas

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Entrando ainda mais no mundo GNOME, o Ubuntu 18.04 LTS que será lançado em Abril deste ano (sem o Wayland como padrão) acaba de incluir uma nova aplicação na instalação padrão do sistema. O GNOME Tarefas (GNOME To-Do).

GNOME Tarefas Padrão do Ubuntu






O GNOME To-Do, ou GNOME Tarefas, na versão em Português do Brasil, é uma aplicação que serve para você tomar notas e colocar tarefas em lista para serem feitas. 

O aplicativo de produtividade existe há um bom tempo no ecossistema GNOME e é desenvolvido primariamente por um brasileiro, o Georges, que também trabalha na Endless. Nós falamos com ele neste DioCast (logo abaixo). No episódio o Georges comenta sobre o desenvolvimento do GNOME To-Do aos 13 minutos e 11 segundos.



A ferramenta permite que você organize as suas listas de tarefas por ordem de importância, dia, hierarquia e ainda permite personalizações de cor, para você deixar a aplicação com o seu gosto.

GNOME Tarefas

Se você usa o Ubuntu 17.10, é possível fazer a instalação via GNOME Software. A mesma aplicação também está disponível para outras interfaces e via Flatpak. Quem está testando as primeiras imagens do Ubuntu 18.04 LTS (pré-alphas) como eu, só precisa atualizar o sistema e o aplicativo será adicionado.

Até a próxima!
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Cetus Play - Um dos melhores Apps para você controlar o seu Android TV Box

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Controles remotos de Android TV Box, de forma geral, não te trazem a melhor experiência possível. É claro, existem alguns modelos que vão entregar experiências muito boas, mas os de valor mais acessível costumam ter um controle "meia boca". Para isso existe o Cetus Play, vamos conhecer ele melhor?

Cetus Play






Eu sempre converso com os leitores do blog e do canal das redes sociais e muitas vezes através do comentários surgem ótimos debates, pelo menos, sempre que possível eu dou uma passada para trocar algumas ideias com vocês.

Um dos assuntos que eu estava conversando com a galera lá do grupo do Diolinux no Facebook eram formas mais práticas para operar os TV Box.

Quando se trata de experiência e usabilidade, alguns modelos como este da Xiaomi são simplesmente "perfeitos":


No entanto, existem muitos outros que te entregam um controle genérico que nem de perto te traz essas facilidades, o que é uma pena, já que muitas vezes estes TV Boxes tem hardwares excelentes e preços baixos, especialmente nessas marcas menos populares, como este aqui:


Felizmente no mundo Android existem muitos aplicativos que podem nos ajudar a melhorar isso, até o troca do Launcher pode ser uma opção, mas pesquisando um pouco eu descobri o Cetus Play, um App que transforma o seu Smartphone em um controle remoto para o seu TV Box e é bem menos drástico do que alterar o launcher, especialmente para quem é leigo no assunto.

Entrando em contato com os Devs eu pude testar o App no modo Premium, mas no fim das contas acabei percebendo que não tem diferença alguma usar o App grátis ou o Premium. Tirando os anúncios que aparecem, a funcionalidade é exatamente a mesma.

O Cetus Play


Para você entender melhor como o App funciona eu fiz um vídeo especial, confira agora e veja só que bacana e prática a usabilidade:


Você pode baixar o App gratuitamente direto da Google Play Store, basta clicar aqui.

Para usar o Cetus Play no seu Android TV Box você precisa instalar o App tanto no seu Smartphone, quanto no TV Box, assim você terá uma melhor integração. 

Deixe ambos na mesma rede Wi-Fi para que tudo funcione corretamente e siga a instruções que eu mostrei no vídeo.

Como demonstrado no vídeo, lembre de ativar o teclado Cetus Play no seu TV Box, assim você pode usar o Smartphone para digitar e pesquisar.

Cetus Play

Dentre os vários layouts de controle disponíveis, o padrão já deve te servir sem maiores problemas, para os Apps que não são otimizados para controle, você pode usar o modo "AirMouse", que transforma o seu Smartphone em uma espécie de touchpad e exibe um cursor na tela da sua TV, assim fica fácil manipular certos Apps, como a Netflix, quando este App não for otimizado para o seu TV Box, como acontece no Mi Box, claro.

E aí, curtiu a dica? Quais os seus Apps preferidos para rodar em um Android TV Box?

Até a próxima!
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PDFelement - Uma ótima solução para manipular PDF no Android

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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Atualmente é muito comum encontrar pessoas que trabalham diretamente pelo Smartphone, o nível dos aplicativos e recursos disponíveis é muito alto, inclusive no ramo de escritório. Além de editores de texto, planilhas, apresentações, etc, os editores de PDF são igualmente importantes e hoje você vai conhecer o PDFelement.

PDFelement






Quem precisa de edição de PDFs no Android pode utilizar o PDFelement para essa finalidade, ele é um aplicativo gratuito desenvolvido pela Wondershare que você encontra na Google Play.

Uma vez que você baixe, é importante criar uma conta e fazer login no aplicativo para poder desbloquear todas as funções por completo, caso contrário, você poderá somente visualizar os documentos.

Particularmente eu gosto de ler livros, especialmente os técnicos, fazendo anotações e lembretes para aprimorar os estudos e este é um ótimo App pra isso.

Recursos do PDFelement


O PDFelement tem vários recursos interessantes para quem gosta de fazer revisões nos documentos ou gosta de utilizar os aplicativos para fazer leituras de projetos ou livros, fazendo anotações, lembretes e alterações nas páginas.


Ao abrir qualquer documento você verá na parte inferior um botão para edita-lo, na parte de seleção de texto, você pode aplicar o "highlight", sublinhar as linhas ou parágrafos ou riscar palavras e frases.

Você também pode "desenhar à mão livre", para circular, anotar ou escrever.

Recursos do PDF element
Recursos do PDFelement

Você também pode desenhar retângulos, círculos, linhas e setas para marcar regiões do texto, assim como é possível fazer anotações em regiões ou palavras. Vale mencionar que na região superior do App você também tem recursos legais, como manipular o seu catálogo de PDFs, pesquisar por documentos, adicionar documentos aos favoritos para fácil acesso.

Todas as edições que você fizer em PDFs usando o PDFelement, incluindo o as anotações funcionam normalmente em outros softwares de leitura de PDF, como o Evince por exemplo:

PDF editado com PDFelement
Documento editado no PDFelement aberto no Evince (Deepin Linux)

É possível também editar as páginas presentes do arquivo, excluindo e exportando páginas individuais através do software:

PDFelement
Recursos do PDFelement

Definitivamente é uma boa opção para os seus trabalhos, a galera que usa Windows pode baixar a versão de desktop também através do site oficial, ele também é grátis. 
As pessoas que usam Linux pode usar o Master PDF Editor para funções simulares.

Espero que o App seja útil para você, até a próxima!
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Os Apps mobile como conhecemos estão morrendo?

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sábado, 28 de outubro de 2017

Quando a Apple lançou seu primeiro smartphone em 2007, eles nem imaginavam o impacto que ele teria na indústria móvel. Além de ser o primeiro Smartphone da companhia, esse lançamento também marcou o nascimento do mercado de Apps de terceiros (que, ironicamente, não eram suportados oficialmente pelo dispositivo). Em 2008, tendo testemunhado o sucesso destes “Apps”, a Apple lança oficialmente a sua AppStore e partir daí começa a construir um dos braços dessa industria milionária que hoje o pessoal de Cupertino divide majoritariamente com a Google e o seu Android.

O futuro dos Apps Mobile







Avançando para 2017, nós temos lojas de aplicativos para todas plataformas, oferecendo inúmeros aplicativos para tudo e mais um pouco. Desde aplicativos de qualidade de vida, até de produtividade,  e coisas realmente inúteis, como um aplicativo de ventilador... 😑

As lojas de “apps” tornaram-se repletas à medida que cada vez mais os desenvolvedores de aplicativos tentam ganhar dinheiro com essa moda que emplacou nos últimos anos, Apps para TUDO.

Apesar dessa crescente, de acordo com a empresa de pesquisa “BI Intelligence”, “o boom dos aplicativos móveis acabou”. Hora vejamos... será mesmo? Se realmente for, então o que isso significa para o mercado dos aplicativos? Estarão os “Apps móveis morrendo?" Vamos observar alguns fatos.

O estudo da “BI Intelligence” declara que o volume médio de downloads dos top 15 desenvolvedores de aplicativos, tanto da plataforma da Apple, quanto na da Google, caiu 20% no último ano. Isso se deve a vários motivos aparentes, apesar de a teoria mais popular é a de as pessoas já não procuram aplicativos especializados e preferem escolher 1 aplicativo apenas que tenha várias funcionalidades, ao invés de 5 aplicativos que podem fazer o mesmo, mas com interfaces diferentes e as empresas (algumas ao menos) já sabem disso, veja o que o Facebook vem fazendo com Instagram, WhatsApp e o Messenger, tirando o Instagram que tem um propósito ligeiramente diferente, todos tem basicamente os mesmos recursos, fazendo com que, pelo menos em tese, você só precise de um deles se estiver em busca apenas de funcionalidades.

Um reflexo disso é que vejo cada vez menos pessoas falando em algo que estava na ponta da língua de todos há algum tempo atrás, o Snapchat. Agora o Instagram tem a cada dia mais recursos semelhantes e alguns até a mais, se compararmos. Tá percebendo? Quando as pessoas tiverem que escolher entre um e outro geralmente vão escolher o que tiver mais funcionalidades.

Para agravar esse problema, a experiência web é cada vez melhor e as pessoas conseguem acessar facilmente ao mesmo tipo de conteúdo em seus browsers, enquanto que antes tinham de usar um aplicativo para ter uma experiência confortável. Podemos até mencionar o próprio Facebook aqui como um dos exemplos, conheço muitas pessoas que passaram a acessar a rede do Smartphone através do Browser e não do App, fazendo com que se economize também um espaço na memória interna do aparelho, que já anda bem lotada na maior parte dos casos.

Esse aspecto é algo que a indústria dos cassinos móveis e websites como Casino.org abraçaram, com uma quantidade de jogos populares no mercado que podem ser acessados a partir do browser do seu celular, ultrapassando a necessidade de download e atualizações sem fim por parte do consumidor.

Adicionalmente, muitos dos aplicativos estão repletos de anúncios e, por isso, não é de admirar que as pessoas utilizem o seu browser quando necessitam de fazer algo rápido e eficientemente.

Curiosamente este aspecto de acessar conteúdo na nuvem também está relacionado com outra vertente, a qual não vou me aprofundar neste artigo, que é a dos Chromebooks. Por fim, o último "prego no caixão do mercado dos aplicativos", segundo a pesquisa, é o surgimento de novas plataformas como a tecnologia “wearable” e sem tela, que são dispositivos vestíveis, como Smartwatches e demais, cujos desenvolvedores se focam em simples e intuitivos (e muitas vezes incorporados) aplicativos com funcionalidades básicas e sem o incômodo de anúncios e notificações sem fim, até pela questão de conforto em lidar com este tipo de coisas em telas mínimas ou inexistentes.

Aplicativos vestíveis

Então é isso? Os aplicativos estão mesmo morrendo? No geral, eu diria que morrer é uma palavra muito forte, mas de fato o mercado está mudando. Faça uma reflexão aqui comigo e veja se você não se encaixa também.

Há alguns anos atrás (quando você comprou o seu primeiro Smartphone talvez) era comum você vasculhar e instalar Apps para simplesmente testar ou estender recursos do próprio software que vinha no aparelho. Quer um exemplo? Programas para fotografia.

Atualmente boa parte dos sistemas operacionais já carrega um App de câmera capaz de fazer pequenas edições nas imagens, aplicar filtros e realizar reparos, em alguns casos, quando o hardware permite, esses Apps te dão inclusive acesso ao ajuste manual para que a foto saia exatamente como você quer. Há não muito tempo atrás você iria precisar de Apps de terceiros para ter estes recursos. Hoje você baixa muito menos Apps, só instala o que você realmente gosta e precisa e costuma ser fiel a uma certa gama de Apps que você se acostumou a usar.

No meu caso, eu diria que o tipo de App que tem mais rodízio no meu Smartphone são games, os demais são os mesmos há muito tempo!

Apesar de o número de downloads ter atenuado no último ano (ou seja, não continuou a moda exponencial em que estava), o lucro dos aplicativos viu um aumento de 40% em 2016, indicando que "nem tudo está perdido" e indicando que a forma com que se ganha dinheiro com os aplicativos vem mudando também. Muitas vezes eles vão se tornar pontos de acesso para um serviço que vai ser a real fonte de lucro, como a Netflix por exemplo, que ganha dinheiro não com o App em si, mas com o serviço para o qual o App serve de ponte de interação.

O mundo dos aplicativos está passando por um renascimento, uma evolução. Entregar conteúdo único e principalmente não atrapalhar o usuário com anúncios e distrações, além de trazer funcionalidades realmente úteis parece ser o caminho mais saudável atualmente, além disso, fornecer uma interface simples e que não dependa tanto de atualizações para melhorias pode ser outro caminho interessante.

O que você acha? Você percebeu essa mudança na forma com que os Apps são tratados? Percebeu a mudança na forma com que você utiliza os aplicativos? Deixe seu comentário.

Até a próxima!

Fonte

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