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Raven Reader, um leitor de feed RSS

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sexta-feira, 22 de março de 2019

Com nossa rotina acelerada, é comum não termos tempo de conferir site a site atrás de informações, afinal essa busca demandaria algumas horas, e tempo é dinheiro (como alguns dizem 🕙💸💰).

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Para facilitar essa busca por conteúdo, existem os leitores de feed RSS, mas o que significa RSS? Essa é a sigla para “Rich Site Summary” ou “Really Simple Syndication”, ou seja, uma forma mais simples e resumida de apresentar o conteúdo de um site. O RSS é um documento feito em XML (uma linguagem de marcação), que proporciona um resumo das informações contidas numa determinada página da web. 

O Raven Reader é um leitor RSS Open Source, multiplataforma, disponível para Linux, Mac e Windows. Uma alternativa interessante e que pode facilitar sua leitura, poupando tempo ao buscar as informações por conta própria.

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O software conta com diversas opções para visualização de seus feeds, como: disponibilidade de leitura offline, favoritar as postagens, visualização dos artigos lidos recentemente, visualização de vídeos direto do app, possibilidade de abrir no navegador, importação e exportação dos seus sites favoritos, modo dark, entre outras configurações.

Baixando e instalando o Raven Reader


Em sua versão Linux o Raven está disponível de duas formas, via Snap ou AppImage, caso não saiba o que são pacotes Snap, acesse o seguinte post, nós ensinamos como configurar em seu sistema, caso esteja no Ubuntu ele já vem habilitado por padrão. Já se preferir efetuar a instalação do AppImage, veja como executar esse tipo de app em qualquer distribuição Linux.

Raven versão Snap (Ubuntu)


Efetue a instalação do Raven Reader no Ubuntu via Snap, basta pesquisar na loja de apps por “Raven Reader” e instalá-lo.

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Raven versão AppImage


Para adquirir a versão em AppImage, basta acessar este link e efetuar o download. Salve em algum diretório de sua escolha e execute o programa.

Adicionando seus sites favoritos ao feed de notícia 


Adicionar feeds RRS no Raven é muito simples, clique em “+ Add”, digite ou cole a URL do site que deseja adicionar na caixa de diálogo que aparecerá.

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Depois basta confirmar no botão “Subscribe”.

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Caso opte por remover algum feed RSS, é só clicar no “x” no site que deseja excluir de seu feed, na categoria “SUBSCRIPTIONS”, situado na parte inferior esquerda do programa.

Um recurso interessante do aplicativo, é a possibilidade de ver o vídeo integrado a postagem, sem sair do app para um navegador de internet.

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O aplicativo é bem clean, no entanto vale conferir seus recursos, como abordei anteriormente, pode ser uma ótima maneira para agilizar seu dia-a-dia e quem sabe organizar a forma que você consome conteúdo na web.

Deixe sua opinião sobre o Raven Reader em nosso fórum Diolinux Plus, até a próxima postagem, e compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Webcamoid um app multiplataforma para a sua webcam

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terça-feira, 12 de março de 2019

A utilização de webcams tornou-se algo relativamente comum nos tempos atuais, seja acoplada em um notebook ou adquirida a parte, esse tipo de device atende diferentes públicos: usuários comuns, youtubers, conferencistas, entre outros.

Porém nem sempre os softwares oferecidos pelos fabricantes tem sua versão Linux, e alguns usuários desconhecem de soluções equivalentes ao “programa padrão da fabricante da webcam”.

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Mesmo sendo relativamente simples configurar uma webcam no Linux, algumas features extras podem potencializar nossa experiência durante a utilização de tais equipamentos, e ajustes finos como: codec, bitrate, configurações na imagem, áudio e vídeo, são interessantes se você deseja um maior controle.

O Webcamoid é uma aplicação de código aberto escrito em C++/Qt5 multiplataforma, dotado de algumas características como: a possibilidade de gerenciar mais de uma webcam, mais de 60 filtros (efeitos nos vídeos), captura de tela, ajustes na qualidade do áudio e vídeo, assim como configurações mais avançadas de codec, bitrate, formatos de saída do vídeo etc.

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Em sua versão Linux, além do v4l2loopback, tem incluso o suporte ao akvcam, driver de câmera virtual para Linux, na qual é o responsável por oferecer os mesmos recursos disponíveis nos drivers do Mac e Windows, possibilitando configurações persistentes, emulação dos controles da câmera (contraste, brilho, saturação, exposição, etc).

Instalando o Webcamoid


Em sua página oficial do Github, existem diversas opções do aplicativo destinado a cada sistema operacional, para o Linux recomendo a versão em AppImage, por ser mais prática e não exigir instalação.

Então efetue o download da aplicação neste formato.

 Baixar o Webcamoid

Após baixar o programa, clique com o botão direito do mouse, vá em propriedades e marque a opção “Permitir execução do arquivo como um programa”, não esqueça de verificar se a opção “Acesso”, está como “Leitura e escrita”.

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Funcionalidades do Webcamoid


O app é organizado da seguinte maneira: uma espécie de dock, que faz o papel de atalhos das configurações, um painel lateral que conforme a opção exibe os dispositivos ou efeitos, e na direita um painel com ajustes destas opções.

A dock é composta de 8 atalhos, sendo o primeiro uma forma de ativar e desativar a webcam.

O segundo atalho permite escolher e configurar os dispositivos, alterando formato de vídeo, resolução, taxa de FPS, etc.

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Também existe a possibilidade de setar a tela do seu desktop, para aplicar as demais opções de outros atalhos como efeitos, ou até mesmo efetuar uma captura de tela.

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Sempre após mudar alguma opção e antes de gravar, seja a tela ou a webcam, clique no primeiro atalho, ele é o responsável por desligar e ligar, efetivando as modificações.

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No terceiro atalho existem as opções de áudio, nele você pode alterar o formato, canais e muito mais.

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O quarto atalho permite capturar uma imagem, inclusive com um contador de tempo.

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No quinto atalho opções de codec, bitrate, formatos de áudio e vídeo, entre outros, além do botão para efetuar a gravação.

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Em seguida na próxima opção, estão disponíveis mais de 50 efeitos com ajustes, gastei um bom tempo testando e brincando com cada filtro.

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Em preferências configurações avançadas estarão disponíveis, dando maior liberdade para quem é mais “hardcore”.

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Particularmente gostei muito do Webcamoid, inclusive tive algumas ideias para OSistemático após fuçar em seus vários efeitos, outra coisa que me “encantou”, foi a riqueza de ajustes, caso seja dono de uma webcam, recomendo muito esse programa.

E você, já conhecia do Webcamoid? Deixe nos comentários suas experiências com o software, e se conhece outras aplicações interessantes.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Windows VS Linux - Instalação de programas

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Cada sistema possui suas particularidades, e nos baseados em Linux não é diferente, prova disso é que existem diversas maneiras de se instalar programas no sistema do pinguim,. Através deste pequeno comparativo entre Windows e Linux, verá que mesmo seja diferente, isso não significa necessariamente que no Linux as opções são inferiores ou mais complexas. 

windows-linux-programas-instalar

Programas no Windows


No sistema da Microsoft os usuários estão familiarizados com o clássico “NEXT, NEXT, NEXT, FINISH”, avançando em etapas durante a instalação dos aplicativos. Mas não existe apenas uma forma de se obter aplicações no Windows, e veremos algumas opções da atualidade.

“EXE” e “MSI”


Esses são formatos nos moldes do já citado “avançar”, basta dar dois cliques e ir seguindo o fluxo de instalação do programa, mas na maioria dos casos a atenção deve ser redobrada, pois ocorre de no ato da instalação, softwares de terceiros serem instalados sem que o usuário perceba.

Instaladores em etapas geralmente significam que existem configurações a serem feitas pelo próprio usuário, sendo necessário conhecimento para que nada de equivocado seja instalado ou ajustado, é uma método popular, sem dúvida, especialmente pelo hábito, mas que foi suplantado por instalações à partir de uma loja, como no Android, onde você troca os vários cliques por um único.

“BAT”


Os programas em “.bat” são feitos para execução no terminal do Windows, isso mesmo, no Windows também se usa terminal, podendo ser um instalador ou até mesmo uma aplicação.

“Portable”


São aplicações portáteis, na qual sua execução não necessita de uma instalação, com possibilidade de ser transportado e iniciado em uma mídia removível. Podem ser um arquivo “exe”, “msi”, etc.

Loja


Esta é uma funcionalidade existente nas distribuições Linux e no macOS há bastante tempo, mas que estreou no Windows, comparando, há pouco tempo, e que ainda não é tão difundida entre os utilizadores do “Janelas”, com algumas ferramentas ausentes, como o Firefox por exemplo, os usuários ainda cultivam velhos hábitos e muitas vezes permanecem na insaciável caça por executáveis internet à fora.

Programas no Linux


No Linux as formas e variedades de se obter aplicativos são abundantes, e por existirem diversas distribuições, nem sempre existe um padrão ao distribuir programas na plataforma.

“DEB” e “RPM”


São pacotes para instalação de aplicativos, algo parecido com os instaladores em “.exe”/”.msi”, mas sem a necessidade de inúmeros processos e cliques em opções de “avançar”, quando instalados em modo gráfico.

“AppImage”


Assemelham-se aos “portable” do Windows, sem a obrigatoriedade de instalação, também podem ser executados num pendrive, pois carregam suas dependências. Temos diversos materiais de como instalar os AppImage e onde encontrá-los para download.

“Flatpak” e “Snap”


Considerados o futuro da distribuição de programas no Linux (o AppImage também participa da lista), trazem diferenciais e tecnologias que no momento estão em alta, como SANDBOX, e outros benefícios. Não sabe como instalar um Flatpak no sistema? Aprenda neste post, encontre diversos Flatpaks para download, e saiba sobre os Snaps aqui. 

Quando falamos em novas formas de empacotamento no Linux, sempre paira uma dúvida: “AppImage, Flatpak ou Snap?” Qual escolher? Por sorte temos a resposta dessa dúvida cruel.

Veredito sobre as formas de distribuição de programas no Linux e Windows


Tanto o Windows, como o Linux, tem suas formas de compor e gerir aplicativos, e dúvidas comuns surgem em nossas mentes, isso é extremamente normal, em meio a tantas possibilidades e diferenças, acabamos por confundir alguns aspectos destas tecnologias.

Pensando nisso criei em meu canal OSistemático, uma animação explicando sobre cada formato, seu funcionamento, e comportamento do Linux e Windows ao gerenciar componentes para o funcionamento de suas aplicações. Você irá aprender de uma vez por todas o que significa “Sandbox”, “Core”, “dll”, “Runtimes”, quais as diferenças entre esses formatos e outros que não listei aqui como: “tar.gz”, “sh” e muito mais.


Acessem o vídeo, uma animação super completa e sem “tecnés”, ou termos rebuscados que mais confundem do que esclarecem, muito obrigado e deixem nos comentários suas opiniões.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Libre Office 6.2 lançado com nova interface

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Ferramentas para criação de documentos existem aos montes, no entanto as mais famosas são: o Microsoft Office e Libre Office, e por ser uma alternativa livre, o Libre Office sempre foi visto como o rival do concorrente, porém, seu visual afastava alguns usuários que não conseguiam migrar unicamente pela aparência da aplicação, fazendo com que acabassem procurando alternativas, como o WPS Office ou o Softmaker Office.

libreoffice-office-linux

Depois de 6 meses de desenvolvimento, finalmente a versão 6.2 do Libre Office foi lançada, apresentando uma nova interface de usuário chamada NotebookBar, baseado no conceito MUFFIN, um acrônimo para “Minha interface amigável e flexível”, que anteriormente era um recurso experimental. Seu suporte irá até Novembro de 2019, com mais 6 updates esperados.

Libre Office visual clássico


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A “UI NotebookBar” é totalmente opcional e não vem habilitada por padrão (antes que os amantes do visual clássico começassem a lamentar). Está nova opção vem em 3 modos diferentes, com guias, agrupados e contextuais.

Libre Office com NotebookBar


libreoffice-office-linux-notebookbar-novo-ui

Fica evidente a intenção da The Document Foundation, fundação por trás do Libre Office, em abarcar um público que ao migrar de soluções proprietárias sentiam dificuldades com a maneira diferenciada de organização de sua suíte de documentos.

Novidades do Libre Office 6.2


Além do novo visual, destacam-se os ícones reformulados do elementary OS e Karasa Jaga (ícone padrão do Libre Office), recursos de segurança e criptografia através da implementação do HMAC, filtragem de palavras-chave indexadas e termos de pesquisa com velocidade aprimorada, como melhor compatibilidade com documentos Microsoft Office, corrigindo erros em gráficos e animações por exemplo.

O menu de contexto foi aprimorado, melhorando o desempenho na alteração e manipulação de documentos grandes. O LibreOffice Online não ficou de fora, ganhando uma interface de usuário simplificada e responsiva.

Diversas funcionalidade foram implementadas, agora o Writer consegue copiar dados de planilhas em tabelas, em vez de inseri-los unicamente como objetos. O Impress e Draw conseguem modificar o caminho de movimentação das animações, simplesmente arrastando os pontos de controle. O Calc ganha uma nova função chamada REGEX, permitindo associar texto a expressões regulares, com a possibilidade de obter uma saída com várias medidas para análise e estatística, e muito mais.

Como baixar e instalar a nova versão


Até o momento o Libre Office em Snap e AppImage continuam na versão 6.1 (veja se já chegou a atualização para esses pacotes), caso não aguente esperar e queira testar, você pode baixar a versão em Flatpak (particularmente prefiro em Flatpak) ou a distribuída no site, basta seguir o passo a passo.

Acesse o site oficial do Libre Office, e efetue o download da última versão estável, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu.

libreoffice-office-linux-deb-download

Ao baixar o pacote, o site sugere 2 outros, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-linux-pt-br

Extraia os arquivos em uma pasta, para melhor organização, e começando pelo pacote extraído do Libre Office (LibreOffice_6.2.0_Linux_x86-64_deb), verá que dentro existe uma pasta chamada DEBS com diversos pacotes “.deb”.

libreoffice-office-linux-deb-insstalar

Clique dentro da pasta com o botão direito, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-linux-deb-terminal

Dentro do terminal, digite o comando para efetuar a instalação dos pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-linux-instalar-exemplo

Espere a instalação concluir, e repita o procedimento nas outras pastas extraídas dos arquivos de ajuda e linguagem do usuário em português.


Ativando o modo NotebookBar


Para visualizar as aplicações na nova UI, vá em “Exibir>>Interface do usuário”, e selecione a opção “Em abas”, ou algum dos outros modos de visualização.

habilitar-interface-libreoffice-notebookbar

Já testou a nova versão? gostou do visual NotebookBar? Começarei a utilizá-lo, talvez me adapte ou quem sabe continuo com a padrão.

Deixe nos comentários suas experiências e opiniões sobre o novo Libre Office, te aguardo aqui no blog Diolinux, como sempre, SISTEMATICAMENTE!

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MellowPlayer, o aplicativo que integra os serviços online de música

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Com a chegada dos serviços de streaming, como Spotify e Netflix, vários outros começaram a surgir,  assim trazendo opções para a galera poder escolher em qual plataforma ia preferir ouvir às músicas da sua banda favorita enquanto puxa aquele ferro na academia, arrumar a casa, no trabalho ou simplesmente para relaxar. Para gerenciar todos esses serviços em um só aplicativo é que surge o MellowPlayer. 


 MellowPlayer, o aplicativo que integra os serviços online de música






O MellowPlayer faz o gerenciamento dos serviços web das plataformas, como Deezer, SoundCloud, Google Play, etc.. Ele só não consegue reproduzir sites que precisam habilitar o DRM, como Spotify e Mixcloud, no caso do Spotify já temos uma versão para Linux, e o Mixcloud pode ser acessado via Google Chrome ou Mozilla Firefox (habilitando o suporte a DRM nas configurações).

Como o Spotify se comporta no MellowPlayer


Instalação do MellowPlayer


Para instalar o MellowPlayer no Linux é bem simples, pois o mesmo é disponibilizado via AppImage, então você pode salvar ele em qualquer pasta que o  seu usuário tenha acesso. Recomendo salvar na área de trabalho, pois assim fica mais fácil de localizar ele. Veja a gif abaixo de como dar permissão para o AppImage do MellowPlayer “rodar”.

Basta clicar com o botão direito no arquivo, ir até “propriedades” e na aba de “permissões” verificar se o aplicativo está com permissão de execução e de leitura e escrita para o seu usuário.



Como foi visto, é bem fácil de deixar um AppImage executável. Esse método serve para qualquer AppImage. Para executar o programa, basta dar dois cliques. Depois de executá-lo, ele abre com a janela abaixo:



Na imagem acima temos alguns serviços que o Mellow suporta atualmente, incluindo o Spotify, que foi usado para teste mas não funcionou como mencionado no começo do artigo. Os outros serviços que tem um “X” vermelho funcionaram sem problemas.

O MellowPlayer é feito em C++ e QML, tendo o código fonte disponível no GitLab neste link.

O aplicativo possui limitações, como não reproduzir os serviços com DRM e usam do QtWebEngine,  não tendo a possibilidade de habilitar isso muito provavelmente por se basear no Chromium, mas pode ser questão de tempo, nas próximas versões podemos aguardar novidades, enquanto isso, você pode ficar de olho no projeto..

Espero você no próximo post, forte abraço.

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AppImage, Flatpak ou Snap?

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Qual das 3 novas alternativas de empacotamento de software no Linux é a melhor? Quem já utilizou Linux há alguns anos não reconheceria as distribuições em seu estado atual. A evolução foi intensa e numa velocidade assombrosa, nisso novos formatos de empacotamento apareceram no cenário, são eles: AppImage, Flatpak e Snap.

Não sabe o que é um AppImage, Flatpak ou Snap? Aqui no blog temos diversos artigos, explicando sobre essas novas tecnologias e ensinando como utilizá-las em sua distro Linux.

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Se existe algo em que um novo usuário de Linux, quem sabe um antigo que não acompanhou esses anos, vai se deparar, é com as facilidades de se obter programas e instala-los no sistema.

Para especificamente usuários Ubuntu, os PPAs, que antes eram indispensáveis na maioria dos casos, atualmente tornaram-se dispensáveis (em muitos casos). Isso graças a novas formas de distribuição de softwares na plataforma do pinguim.

A dúvida que paira no ar: Qual o melhor entre os 3? Isso é uma questão delicada. Mas traçando um perfil, pode ficar mais fácil qual alternativa indicar, tendo em vista o usuário em questão.

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AppImage - Vantagens


Se você já utilizou algum software portable no Windows, sabe o quão prático pode ser uma aplicação portátil, sem a necessidade de baixar complementos ou instalar em seu sistema, muitas vezes executando-os direto do seu pendrive. Pois bem, resumidamente essas são algumas vantagens do AppImage.

Outra facilidade é no pós-install, não necessitando o download da aplicação, isso é uma “mão na roda” para quem tem Internet ruim.

AppImage - Contras


Alguns contras são: Não ter downloads automáticos da aplicação, e nem sempre uma maior integração ao sistema, seu tamanho normalmente será maior que um “.DEB/.RPM”.

AppImage - Para quem é:


É uma ótima opção para utilizar softwares, que nem sempre você queira atualizar por algum motivo. No meu caso, uso o Kdenlive neste formato, pois tenho maior controle sobre sua versão, posso testar outras sem impactar meu sistema operacional, além de poder editar algum vídeo caso esteja numa máquina sem acesso a Internet que não tenha o Kdenlive.

flatpak-pacote-linux

Flatpak - Vantagens


Se você quer utilizar os softwares nas versões atuais sem adicionar um repositório instável ao seu sistema, o Flatpak é perfeito nestes casos. 

Com um número relativamente grande de aplicações, o Flatpak tem se tornado o queridinho de projetos Open Source, a comunidade parece estar cada dia abraçando este formato. Por exemplo o Emulador de Nintendo 3DS, Citra. Recentemente adotou o Flatpak como formato de distribuição oficial para o Linux.

Algumas vantagens dos Flatpak são: diversas aplicações neste formato, segurança ao utilizar um app novo, mesmo instável não afetará seu sistema. Não terá problemas com erros de dependências. Melhor integração com o sistema, seja na utilização ou visual. Inclusive é possível instalar diversos temas ao seu sistema em Flatpak.

Flatpak - Contras


Para obter as vantagens de um sistema livre de instabilidades, ou erros de dependências, o Flatpak teve que adotar uma estratégia. Utilizar RUNTIMES, onde as dependências dos softwares são embutidas. Isso evita que cada programa acompanhe bibliotecas junto a eles, como no caso dos AppImage. O “calcanhar de Aquiles” do Flatpak, com o tempo você acaba tendo muitas Runtimes no sistema, pois nem todo app utiliza a mesma, isso depende de sua versão, ou quem e como foi desenvolvido.

Então se você tem uma Internet lenta, ou espaço em disco escasso. Talvez os Flatpaks não sejam a melhor escolha.

Flatpak - Para quem é:


Se você não gosta de ir no site das aplicações procurando por atualizações, quer utilizar aplicativos em versões mais recentes, não ter problemas com dependências quebrando seu sistema, uma integração visual e na utilização do sistema.

Tem espaço suficiente para instalar as aplicações, e uma Internet razoável para efetuar a instalação dos apps. O Flatpak é uma ótima opção.

snap-pacote-linux

Snap - Vantagens


O Snap possui muitas características dos Flatpak, como o fato de ser SANDBOX, e as aplicações não interferirem no seu sistema operativo. Acompanhando todas as vantagens, de poder utilizar o app sem o medo de danificar o sistema, por conta de alguma dependência. E as aplicações em regra não precisarem de bibliotecas adicionais.

Um ponto a se observar, é que o Snap utiliza uma outra forma para suprir as dependências dos programas. Cada aplicação vem com bibliotecas embutidas, e as mais comuns estão no CORE, algo que funciona parecido com as RUNTIMES do Flatpak. Com um diferencial, esse Core será para todas as aplicações.

Snap - Desvantagens


O Snap parece ter uma boa integração com o tema oficial do Ubuntu, já nas diversas distribuições Linux, ele poderá ficar com uma cara de Windows 95. Se você é perfeccionista, isso pode lhe irritar um pouco (risos).

A sua forma de sanar dependências dos programas, pode ser em alguns casos uma vantagem sobre os Flatpaks, e em outras não. Isso dependerá da quantidade, e versão das aplicações que serão utilizadas.

Outra coisa é o arranque inicial das aplicações em Snap, não parecem ser tão ágeis como as demais alternativas, ao menos na versão atual, a Canonical vem trabalhando nessas melhorias e a versão mais recente do snapd, o daemon responsável por lançar os softwares em Snap, está conseguindo lançar as aplicações com maior velocidade e menor tempo de resposta.

Snap - Para quem é:


Se você é perfeccionista, e não suporta a possibilidade de algumas aplicações, com um visual de “Windows 95”. Ou uma Internet ruim, não tem paciência para downloads maiores (isso vale para os Flatpaks também). O Snap não é para você.

Então qual é o melhor?


A real é que não existe o melhor ou pior, cada caso tem um formato, que supre um tipo de demanda, e dependendo do usuário, as 3 formas serão utilizadas. Este é meu caso, utilizo várias aplicações em Flatpak, outras em AppImage e algumas em Snap. Confesso que o arranque um pouco demorado e o visual do Snap, não me deixam utilizar mais aplicações como gostaria.

Mas isso é questão de tempo, pois essas tecnologias estão evoluindo cada vez mais, e daqui algum tempo, essas desvantagens que listei, possam nem existir.

Alguns boatos rondam as comunidades, um deles é que formatos como Flatpak e Snap, são ruins pois quem tem o armazenamento limitado, como um SSD de 120GB, não poderão utilizá-los.

Pois bem, isso é um mito. Por mais que os Flatpaks e Snaps, demandem uma quantia superior a outros pacotes como DEB/RPM, a sua utilização é viável no hardware atual.

Se seu HD tem espaço para o Windows e suas aplicações, não terá dificuldades com os Flatpaks e Snaps...

E aí, qual dos 3 você mais utiliza? Conte-nos nos comentários, o que lhe impede de usar um ou outro, e quais melhorias gostaria de ver nestes novos formatos.

Até a próxima, nos vemos SISTEMATICAMENTE, em outro post.
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AppImageHub, a loja dos AppImage

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Flatpak e Snap possuem sites com aspectos de loja, agora o Appimage entra na onda com o AppImageHub.

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Não sabe o que é um AppImage? Aprenda tudo sobre ele, acesse a matéria e comece a usufruir de programas neste formato.

O ano de 2018 foi repleto de novidades para as novas formas de distribuir softwares no Linux. Tivemos implementações no Flatpak, um novo visual ao Flathub, melhorias no Snap e muito mais. Em meio a tantas notícias sobre tais formatos, o AppImage acabou ficando na sombra, e aparentava estar esquecido por alguns usuários.

Eis que em 2019, o antigo site de downloads da maioria dos AppImage, é substituído pelo novíssimo AppImageHub, não apenas uma central de software. Novas funções, classificação dos Apps em categorias e claramente um polimento visual.

site-appimagehub-download-appimage

Melhorias implementadas com o usuário em mente


Além do novo visual, o AppImageHub traz funcionalidades interessantes como: Acesso ao site oficial da aplicação, Bugtracker (para relatar erros no software), FAQ da aplicação, na qual dúvidas frequentes podem ser solucionadas e link para contribuição ao projeto, por meio de apoio financeiro.

appimagehub-appimage-download

Nem todos softwares possuem essas funções disponíveis. Parece que é algo referente à quem os distribui, se tais possibilidades existem, são linkadas na página do App no AppImageHub.

appimagehub-appimage-synfig-studio


Selecionando a categoria desejada, são demonstradas imagens ilustrativas, breve resumo e quando disponível, as opções descritas acima. Funcionalidades básicas como: Download do software, quem o distribui, e o site/Github, também estão presentes.

Mini passo a passo, e opções que muitos desconhecem


Informações de como usar um AppImage, atualizá-los sem necessidade de ir em sua página, integração ao sistema, torná-lo SANDBOX como um Flatpak ou Snap, estão acessíveis no site, como também um agradecimento aos desenvolvedores que possibilitam a distribuição de suas aplicações no formato AppImage.

Testando algumas sugestões do AppImageHub


Novidades são sempre bem-vindas, mas é notório que algumas sugestões da equipe do AppImage não dependem deles, mas de quem distribui os softwares no formato. Efetuei o procedimento para atualizar os AppImages por meio da ferramenta AppImageUpdate, em 3 aplicações diferentes, o Synfig Studio, Gimp e Kdenlive, mas sem sucesso.


appimage-updater-atualizar-appimage

A necessidade de download manual a cada versão pode ser, para muitos, uma desvantagem. Se depender da equipe do AppImage, que já demonstra uma iniciativa, esse problema num futuro não existirá.

Acesse o site AppImageHub e confira as novidades, esse tipo de aplicação é bem prática, quando menos esperar, estará utilizando varios AppImages.

Usa aplicações em AppImage? Conte-nos e comente sobre quais apps gostaria de usar neste formato e quais funcionalidades deseja aos AppImages e AppImageHub para versões futuras.

Até mais, nos vemos no próximo post, SISTEMATICAMENTE!

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Nova versão do OpenShot está disponível para download

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quinta-feira, 12 de julho de 2018

Foi liberado para download a nova versão do editor de vĩdeo OpenShot, chegando na versão 2.4.2 e trazendo correções de bugs, melhorias no programa e 7 novos efeitos para se aplicar nos vídeos.

Nova versão do OpenShot está disponível para download






 O OpenShot é conhecido por ser um editor de vídeo bem simples de se manusear e para fazer edições básicas em vídeos podendo exportá-los para os formatos mais conhecidos do mercado, além de usar a biblioteca FFmpeg que lhe traz uma versatilidade muito boa. Ele também é multiplataforma, possuindo versões para Linux, macOS e Windows.

As novidades começam por duas funcionalidades adicionadas pela equipe:

⏺  Mixagem automática de áudio - Esse recurso fará o ajuste automático do volume do áudio. O recurso é desativado por padrão, mas você poderá ativar ele na seção " propriedade do clipe" e assim ajustando a seu gosto.

⏺  Rotação automática - Esse recurso será bem útil para quem filma, por exemplo, com o celular na vertical e assim que você adicionar o vídeo no OpenShot, ele automaticamente vai corrigir a posição dele. Isso também vale para fotos.

Outra novidade muito legal é a possibilidade de se utilizar codecs "experimentais" pelo FFmpeg e LibAV, além do codec padrão para áudio ser o AAC, o que torna a criação de vídeo mais compatível entre sistemas operacionais diferente.

Agora falando dos novos efeitos, são 7 e podem ser combinados entre si, são:

Bars -  Criação de efeito de caixa de texto cinematográfico ou limite de um vídeo vertical;

⏺  Colours Shift -  Quando aplicado, faz uma mudança no estilo anaglyph nas cores RGBA;

Crop - Aprimoramento em um trecho específico no vídeo;

Hue - Ajusta a Matriz de um vídeo ou imagem;

PIxelate - Permite "pixelar" um vídeo inteiro ou parte dele (também vale para imagens);

Shift - Cria um bloco de movimento à partir de uma imagem ou vídeo;

Wave - Aplica o efeito de distorção por ondulação nas imagens.

Cada efeito foi criado do zero para o OpenShot 2.4.2 e todos são totalmente "keyframable" e podem ser combinados entre si.

No blog do projeto eles listam as outras melhorias, que são muitas, acessando este link. Aqui listamos as mais importantes.

 Se você estiver utilizando o Ubuntu 18.04 LTS ou Linux Mint 19 é que fazer o upgrade ou instalar, temos duas possibilidades. Uma via PPA com a utilização do terminal e a outra baixando o AppImage, vamos mostrar as duas:

Para instalar via terminal, você vai precisar digitar os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:openshot.developers/ppa -y

sudo apt update

sudo apt install openshot-qt -y 

Ou se preferir, baixe o AppImage no site oficial do OpenShot através dese link
, para executar a aplicação basta dar dois cliques, observe que também é necessário marcar a opção de "execução" nas propriedades do arquivo.

Diga nos comentários o que você achou das mudanças do OpenShot, aguardo você até uma próxima oportunidade, forte abraço.
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Conheça o novo ONLYOFFICE para Linux

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Quem gosta do ONLYOFFICE pode comemorar, a suíte acaba de receber uma nova versão com melhorias em vários detalhes, confira:

Conheça o novo ONLYOFFICE







Uma barra de ferramentas com abas, que era anteriormente disponível apenas em editores online, apareceu na versão 5.1 dos editores para desktop, dando um visual mais agradável.

A aplicação, que permite trabalhar com documentos de texto, planilhas e apresentações, adquiriu uma nova interface com abas. Agora as ferramentas são agrupadas em abas temáticas para uma navegação mais intuitiva.

ONLYOFFICE apresentações


Além disso, novas funções foram adicionadas. O processador de texto agora tem painel de navegação para o Índice (a função que está disponível na aba "Links"), e exportação para RTF. Todas as ferramentas para colaboração, incluindo revisão e comentários, foram movidas para a aba separada "Colaboração".

Entre as inovações no editor de planilhas temos 11 novas fórmulas e capacidades avançadas para formatar células, no editor de apresentações - a função "Colar especial" e "Comentários" não só para slides individuais, mas também para toda a apresentação, está presente.

ONLYOFFICE Editor de Planilhas

A aplicação é disponível para Windows, Mac OS e Linux, e também pode ser instalada via Snap. A versão portátil pode ser executada via AppImage.

Para baixar a nova versão basta acessar o site.

Até a próxima!
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Como ter aplicativos portáteis através do Orbital Apps

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terça-feira, 15 de maio de 2018

Sempre que estamos longe dos nossos desktops e notebooks e não temos um acesso a internet muito boa para baixar os nossos programas acabamos recorremos a Apps "portáteis", nesse artigo vamos mostrar mais uma alternativa para isso.

Como ter aplicativos portáteis através do ORB






Procurando uma alternativa em executar os programas mais básicos sem precisar a instalação dos mesmos? No mundo Linux eu achei duas boas alternativas: o Appimage e o ORB, este último menos conhecido e é o que vamos abordar nesta matéria.


O Appimage vem ganhando popularidade nos últimos tempos por ter alguns programas famosos em seu formato, como Audacity, Inkscape e Kdenlive por exemplo, mas procurando nas "águas vastas" da internet, achei um site chamado OrbitalApps que tem a "filosofia" parecida com o Appimage, porém, com algumas peculiaridades.


● Rodar out-of-the-box;

● Não precisar de nenhum "runtime" para instalação;

● Não precisar de permissões especiais e nem precisar habilitar o root no app;

Clickable  que seria clicar e rodar o programa, sem precisar de mais permissões.

No site deles tem explicando melhor como funciona, você pode acessar aqui e aqui.

A instalação do Launcher ORB, esse que facilita o manuseio dos programas empacotados no formato .orb ajuda um bocado, então o primeiro passo é instalá-lo:


Primeiro vamos baixar o Launcher, que você acessa aqui, ele vai estar no formato .iso.

Depois que o arquivo estiver baixado, você vai clicar com o botão direito em cima do arquivo e depois clicar em "Abrir com", e depois abrir com o "Gerenciador de Montagem de Disco".

Feito isso, vai aparecer uma janela dizendo que o "orb" contem um software que se inicia de forma automática e se você gostaria de executar ele. Click em "Run" ou "Executar".

Depois disso é só por a sua senha do sistema e esperar a instalação finalizar e está feito.


Como ter aplicativos portáteis através do ORB


E para acessar os apps portados para o formato .orb, você pode acessar aqui e baixar os que você quiser.

Diga para nós quais programas você gostaria de ver portado para esse novo formato. =)

Até a próxima, grande abraço!
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Lançada nova versão do editor de vídeos OpenShot

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Quem busca um editor de vídeos compacto e poderoso ao mesmo tempo, com interface intuitiva e multiplataforma, vai encontrar no OpenShot a opção perfeita. Ele é indicado para trabalhos domésticos e não tão profissionais, ainda que tenha diversas funções interessantes para quem produz trabalhos mais complexos, como integração com o Blender e Inkscape.

OpenShot 2.1




A equipe de desenvolvimento do OpenShot liberou uma nova atualização para o editor de vídeos. A versão 2.1 do OpenShot traz atualizações que corrigem bugs da versão passada e incluem o suporte para criar animações em 2D, o que pode ser muito interessante para a criação de vinhetas e outros componentes de vídeo, como "lower thirds" e outras coisas do tipo.


Aqui podemos ver um exemplo de animação feita com o OpenShot:


Para além disso, como você pôde ver no primeiro vídeo, alguns outros detalhes facilitam o worflow da edição, como chaves e interruptores deslizáveis na sessão de propriedades do arquivo, o ajuste da organização do programa entre o modo avançado e um mais simples que contenta todos o tipos de usuário também é interessante, apesar de não ser uma novidade.

Configurações de vistas do OpenShot

Download da versão mais recente do OpenShot


O OpenShot 2.1 é distribuído de duas formas, através de um PPA para o Ubuntu 14.04 LTS e superiores, e através do AppImage, que é um formato que roda em qualquer distribuição Linux. 

Para instalar via PPA no Ubuntu 14.04 ou superior basta usar estes comandos abaixo:


sudo add-apt-repository ppa:openshot.developers/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install openshot-qt
Se você preferir baixar no modo AppImage, basta clicar no botão abaixo e fazer o download.

Particularmente, eu testei a versão em AppImage, e tudo funciona muito bem, mas aqui vai uma dica, o tema normalmente fica "errado", utilizando o tema que você usa no próprio sistema, para deixar a interface escura, você precisa ir até as configurações do OpenShot e mudar o tema dele manualmente.

Aproveite o programa!
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