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Kdenlive agora tem versão em Snap de forma oficial

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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Kdenlive é um editor de vídeo não-linear que muitos usuários que começam no Linux usam para editar vídeos, ele apareceu, inclusive, em uma lista que fizemos com várias boas opções para quem quer editar vídeos no Linux.

Kdenlive agora tem versão em Snap de forma oficial





O anúncio foi feito no blog do KDE, pelo dev  Jonathan Riddell, onde comenta que os snaps são um novo formato de pacotes baseados em contêineres e que o projeto KDE tem mais de 50 aplicativos já disponíveis nesse formato, informando que agora é a vez do Kdenlive de juntar-se a “família” snap de forma oficial.



Riddell, comenta sobre o novo formato e a adoção da comunidade KDE deles:

“A maioria dos pacotes Snap do KDE são construídos pelo time do KDE Neon em seus próprios servidores, e visam tornar a construção dos pacotes mais integrada com os repositórios do projeto, garantindo uma construção contínua dos mesmos. Isso significa que estes pacotes são frequentemente atualização e no momento que alguma mudança é feita, você, como usuário, sempre terá as últimas versões dos softwares do KDE, com novos recursos e correções de bugs.”


Com isso, temos agora os 3 (três) formatos novos suportados pelo Kdenlive oficialmente, snap, flatpak e appimage. Fora os outros formatos, que você pode consultar aqui.

Se você quiser experimentar o Kdenlive via snap, primeiramente terá que instalar o suporte a snap no seu sistema. Caso este suporte não existe nativamente, você pode aprender a habilitar este recurso através deste tutorial nosso. Se você usa o Ubuntu e suas flavours, basta procurar na Store por “kdenlive” ou via terminal, com o seguinte comando:

sudo snap install kdenlive

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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App Outlet o "sucessor" do Linux App Store

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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Você conhecia o site Linux App Store? Pois bem, no início do ano escrevi uma postagem sobre essa store que oferecia programas em: AppImage, Snap e Flatpak num só lugar. Infelizmente o projeto foi descontinuado, mas eis que surge um sucessor.

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Muitos usuários desconhecem as vantagens e desvantagens dos novos formatos de empacotamento, na realidade são inúmeros benefícios que geralmente “suprimem” seus defeitos. Após conhecer os pontos positivos e negativos, cabe ao usuário decidir entre usá-los ou não. Você pode ler essa postagem com um breve comparativo entre os formatos, a leitura é super válida.

Caso tenha alguma dúvida ou não conheça muito bem o funcionamento destes formatos, e de outros, criei um vídeo explicando sobre os programas no Windows e Linux. Então, antes de “olhar torto” para o AppImage, Flatpak ou Snap. Leia a postagem indicada e veja o vídeo, aposto que irá desmistificar muita coisa que ouve por aí.


App Outlet


Se antes o Linux App Store era um site desempenhando o papel de uma loja, agora o App Outlet é instalado como uma aplicação. O programa desempenha um papel bem interessante e prático, agregar AppImages, Snaps e Flatpaks em um só lugar. A intenção é muito boa, e pode auxiliar vários iniciantes. O projeto está iniciando e gradualmente recebendo novas implementações, então recomendo que testem e auxiliem os desenvolvedores relatando os bugs e dando idéias de possíveis funcionalidades diretamente na página do Github do App Outlet.

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A equipe responsável pelo projeto, até o momento, é composta por dois desenvolvedores o Fagner Candido e Messias Junior. Se você é desenvolvedor, considere somar forças no desenvolvimento do App Outlet. O programa é de código aberto, e com sua evolução, milhares de usuários Linux poderão ser beneficiados. Além disso, é uma ótima forma de contribuir e quem sabe ter seu trabalho reconhecido no futuro.

Você pode efetuar o download do App Outlet de diversas maneiras, pois o programa está sendo distribuído em vários formatos, sendo eles: Snap, AppImage, DEB e existem planos para uma versão em Flatpak (ainda em fase de análise).

Conforme mencionei, o app está em desenvolvimento e muitas funções estão ausentes, todavia o App Outlet é novo, e essa ausência pode ser considerada algo relativamente comum. Você encontrará programas em Flatpak, Snap e AppImages agregados em um só lugar. No entanto, ainda não é possível instalar diretamente pelo software, então ele te redireciona para os demais hubs. Sendo o AppImageHub, Snapcraft e Flathub.

No futuro podemos esperar que o próprio App Outlet consiga instalar os aplicativos, e quem sabe habilitar o suporte a determinado formato, quando o mesmo não estiver configurado no sistema. Seu visual é bem intuitivo, organizando por abas segundo o formato e com uma sessão de categorias. Este ponto é bem interessante, dando acesso rápido aos usuários e possibilitando a descoberta de novos programas. Existe um campo de busca, caso o usuário já tenha conhecimento do programa que queira instalar.

Instalando o App Outlet em sua distro Linux


Você pode baixar o programa nos formatos DEB e AppImage no Github por este link.

O Snap está disponível na Snapcraft, caso utilize Ubuntu pesquise diretamente na loja por: “App Outlet” e instale o software.

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Demais distribuições podem configurar o Snap, demonstramos o procedimento neste artigo.

Para instalar via terminal, basta digitar:

sudo snap install app-outlet

A remoção é simples:

sudo snap remove app-outlet

Considerações no momento em que escrevo este artigo


Nos meus testes, aqui no Ubuntu 18.04 LTS, pude perceber algumas limitações e problemas no App Outlet. Muitas devido a funcionalidades que ainda serão implementadas, outras creio eu que seja algum problema durante o empacotamento. 

Por exemplo, não consegui executar a versão em Snap. Indiferente de serem instaladas via CLI, interface gráfica, nas versões stable ou edge. Simplesmente o app não iniciava ou dava alguma mensagem de erro.

Já quando utilizei o App Outlet em AppImage, minha experiência foi satisfatória. Notei que ao acessar as categorias, apenas os Flatpaks eram listados. 

Outro ponto, é sua pesquisa. Nem sempre as buscas retornam todos os resultados possíveis, como pode observar, o GIMP em Flatpak não apareceu ao pesquisar por “GIMP”.

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Ressalto mais uma vez que o app está em desenvolvimento inicial, então encorajo que relatem e auxiliem quando possível. Inclusive relatei o problema com o formato Snap, como podem observar nessa issue.

Fiquei triste quando soube a notícia do fim da Linux App Store, e alegre com seu sucessor. Desejo toda sorte aos envolvidos no App Outlet, pois sei que é ambiciosa essa empreitada, não obstante, os resultados podem ser ainda mais. Que o projeto evolua e novas features sejam adicionadas, tornando a vida do usuário mais cômoda e intuitiva.

Nos poucos momentos que conversei com o Messias Junior, pude perceber o engajamento e anseio em somar com a comunidade Linux. A nossa comunidade Diolinux Plus está interessada no projeto e parece ter abraçado o mesmo. Convido você, que ainda não faz parte do Diolinux Plus, a participar do fórum e ficar por dentro das novidades. Por último, finalizo com as palavras do Messias Junior para todos os usuários do App Outlet.

“Ficamos felizes com a receptividade da comunidade. E reiteramos o convite para a colaboração. O App-outlet é para a Comunidade e feito para Comunidade”.

Até o próximo post, compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎
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OpenResizer, um aplicativo de redimensionamento de imagens em massa

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Se você estiver precisando de um aplicativo para fazer o redimensionamento em massa das suas imagens, o OpenResizer pode lhe ajudar.


OpenResizer, um aplicativo de redimensionamento de imagens em massa






Antes de mostrar como instalar e algumas screenshots do programa, vale uma menção do porque o desenvolvedor escolheu distribuir o OpenResizer somente em snap, por hora. Trecho retirado do blog dele:

“Meu objetivo era simplesmente empacotar o aplicativo e distribuí-lo. Não queria gastar muito tempo empacotando, porque queria chegasse aos meus usuários finais rapidamente. A escolha para mim foi baseada em como era fácil empacotar meu aplicativo, e o Snap parecia atender a esse requisito.

Então a escolha me pareceu clara - decidi que usaria o Snap. Foi fácil começar com os tutoriais básicos, mas não foi fácil finalizar e ajustar o pacote final. Os tutoriais foram suficientes para começar, mas eles não tinham tutoriais detalhados, então eu constantemente perguntava no fórum Snapcraft, sobre várias coisas relacionadas ao Snaps. Felizmente, o fórum foi muito útil e pude empacotar o OpenResizer como um snap.”

Feito essa menção, vamos ao procedimento de instalação do aplicativo.


Se você não tiver o snap instalado na sua distro, basta seguir esse tutorial que fizemos e habilitar. Depois é só procurar na loja de aplicativos por “OpenResizer” e mandar instalar.




Se você preferir, pode instalar ele via linha de comando:

sudo snap install openresizer

Funções do aplicativo:

● Redimensionar uma ou várias imagens;
● Preview do Antes / Depois;
● Suporte para imagem nos formatos: PNG, JPG, BMP;
● Ajuste de compressão para JPG; 
● Suporte para PNG com fundo transparente; 
● Suporte para CPU's multi-core; 
● Free e open-source.

Muito bom ver os devs esclarecendo o porquê de usar o formato Snap, Flatpak ou AppImage, e quais facilidades e dificuldades encontradas na hora do porte. Creio que a utilização desses formatos só tende a aumentar. Vale ressaltar também, que se você tem algum “preconceito” ou qualquer coisa do tipo, sobre apps serem empacotados em formatos de containers, sem problemas e stress man✌😀, ainda vai existir outras formas e programas para você usar, como os dos repositórios, via DEB, RPM e por aí vai 😉.

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Lançada a nova versão do Nitrux, a distro Linux focada em AppImage

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terça-feira, 1 de outubro de 2019

O Nitrux é um sistema baseado em Linux que faz uso de tecnologias do KDE e Qt. A distribuição traz diversas peculiaridades, a começar por sua escolha em focar no formato de empacotamento para software AppImage. Mesmo sendo baseado no Ubuntu, não espere encontrar o APT nessa distribuição e em seu lugar existirá o AppImage CLI Tool para gerenciar os AppImages.

nitrux-linux-appimage-ubuntu-distro--qt-kde-vmetal-virtualização-windows

Seu Desktop environment é o KDE Plasma 5, mas com algumas modificações. Não chega a ser um novo ambiente gráfico, mas dá uma identidade própria para distro. Essa customização é denominada pelo projeto de NX Desktop, contudo eles reforçam que não se trata de um fork, uma nova DE ou algo do tipo, apenas o bom e velho KDE Plasma. Adiante um vídeo da versão 1.0.16 feito pelo pessoal do Linux Scoop.


Muitas outras características interessantes, como: o znx, MauiKit e VMetal estão presentes. Falando do VMetal, especificamente, fiquei atraído por sua performance durante a execução do Windows 10 em paralelo com o Nitrux. O projeto promete, e quem sabe a execução de softwares do Windows, digamos que programas da família Adobe, possam ser realidade. Obviamente, sem o auxílio de tecnologias como Wine, Proton, etc. Veja abaixo um vídeo demonstrando o Windows sendo executado sob o Nitrux.


Caso tenha se interessado pelo VMetal, acesse a postagem da equipe do Nitrux detalhando os testes e o desenvolvimento do projeto. Vale ressaltar que algumas interfaces de suas aplicações são desenvolvidas pelo Nitrux utilizando a framework MauiKit, a loja é um exemplo.

Nova versão lançada!


O anúncio do lançamento do Nitrux 1.2.1 foi realizado diretamente em seu perfil oficial do Twitter, indicando a disponibilidade do sistema e seu suporte e FAQ. Além de incentivar o download.

Acesse o site oficial do Nitrux para obter mais informações sobre o projeto, adianto que as versões estáveis só podem ser baixadas mediante uma contribuição e as versões em desenvolvimento podem ser experimentadas sem nenhuma restrição.

Site oficial do Nitrux, FAQ em espanhol para esclarecimento de dúvidas.

Já conhecia o Nitrux? É incomum ver uma distribuição utilizando AppImages no lugar de um gerenciador de pacotes ou quem sabe um Flatpak da vida. 

Particularmente o que me atrai é o VMetal, esse me chama muito atenção. Quando um dos responsáveis pelo Nitrux, o Uri Herrera, fez a postagem no Medium fiquei impressionado.

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Fonte: Nitrux.
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Inkscape 1.0 Beta é disponibilizado para testes

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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Um dos mais populares editores de imagens vetoriais no Linux, recebeu um importante update recentemente. Agora o pessoal pode testar a versão 1.0 Beta do Inkscape.

Inkscape 1.0 Beta é disponibilizado para testes





O Inkscape é um dos softwares “quase obrigatório”” para quem chega ao mundo Linux e precisa trabalhar com design e afins. Atualmente ele se encontra na versão stable 0.92.4, mas se você quiser conferir as novidades da versão Beta 1, já pode instalar e conferir.

Algumas das novidades são:

● Suporte para temas GTK3 personalizados;
● Espelhamento e rotação do Canvas; 
● Alinhamento dos objetos ao Canvas; 
● Melhorado o suporte das telas ao HiDPI; 
● Novas opções de exportação para o PNG; 
● Suporte para fontes variáveis;
● Nova caixa de diálogo para o caminho do Efeito ativo;
● Vários bugs e correções relacionados ao plugins e complementos.

Para conferir a release completa, basta acessar ela aqui.

Instalando a versão Beta


Para instalar a versão Beta 1 do Inkscape, você pode fazer através de 3 (três) maneiras até o momento: AppImage, Snap ou pelo Tar.Bz2

Se você baixar o Inkscape no formato de AppImage, para executar ele é muito fácil. Basta salvar em alguma pasta que você tenha permissão de acesso, como a pasta Download, depois é só dar permissão no arquivo: Botão direito no mouse em cima dele > Propriedades > Permissões > marcar a caixa de diálogo “Permitir execução do arquivo como um programa”.  Pronto, feito isso você já pode usufruir do Inkscape.


A segunda é via Snap, se o seu sistema não tem o suporte habilitado, recomendo seguir o nosso tutorial de como fazer isso. Feito este ajuste, basta procurar a versão em snap na sua loja de apps e efetuar a instalação Beta, que na loja ta identificado como “edge”. Agora é só esperar a instalação terminar. 


Ou se você preferir, pode instalar via terminal, com o seguinte comando:

sudo snap install inkscape --edge

A terceira forma é compilando o código fonte, que é distribuído através do arquivo tar.bz2.

A versão Flatpak ainda se encontra no versionamento 0.92.4

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Crie notas no Android e PC com o OpenTodoList

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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

No mercado existem inúmeros programas para compor anotações, sejam planos, tarefas, roteiros ou até ideias mirabolantes. Pessoalmente não consigo ficar sem um app de notas. Alguns preferem o Evernote, Google Keep ou Simplenote, todos são ótimas alternativas, porém, hoje irei apresentar uma nova opção.

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OpenTodoList é um software livre, escrito em Qt e usando QML em sua interface gráfica. Possui versões para Windows, Linux e macOS, além de uma versão móvel para o robozinho verde, Android.

Talvez a aplicação não seja tão poderosa, quando comparamos com algumas ferramentas mais populares anteriormente citadas. No entanto, caso privacidade esteja em primeiro lugar, o app pode ser muito interessante. Digo isso, pois seus dados não ficarão armazenados em algum servidor de terceiros. Pelo contrário, suas notas só vão ser sincronizadas com algum serviço na web, mediante a configuração no OpenTodoList.

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Curiosamente esse é seu maior triunfo e fracasso, dependendo do tipo de usuário. O programa possibilita a criação de notas em uma “repositório local”, seja em seu computador ou smartphone. Todavia, para sincronizar com a nuvem é obrigatório um servidor NextCloud ou ownCloud (servidores WebDAV, também podem ser configurados na aplicação).

A biblioteca (o “repositório local com suas notas”), nada mais é que um diretório, onde todos os itens estão. Isso permite utilizar um serviço de terceiro, como um GDrive, Dropbox, ou seja qual for. Para sincronizar suas informações. 

A lógica é simples, salve em uma pasta sincronizada e em outro aparelho aponte sua biblioteca para mesma pasta sincronizada. Não é uma das melhores e mais elegantes soluções, mas pode contornar essa deficiência do app.

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Instalação do OpenTodoList


O projeto conta com diferentes versões do OpenTodoList, acesse o Github com os pacotes pré-compilados e baixe conforme seu sistema (Windows, Linux ou macOS). Inclusive para Linux, existe a opção em AppImage. Caso não saiba executar esse tipo de programa no Linux, essa postagem demonstra todo procedimento.

OpenTodoList via Snap


Uma forma prática de instalar o gerenciador de notas é via Snapcraft. No Ubuntu pesquise por “OpenTodoList” na loja e instale normalmente. Demais distribuições podem configurar o Snap por este artigo, caso não possua o suporte ativo a esse tipo de pacote. 

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Para os amantes do terminal, é muito simples instalar por ele. Obviamente, que o Snap já deve estar configurado no sistema.

Instalando o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap install opentodolist

Removendo o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap remove opentodolist

OpenTodoList via Flatpak


O Flatpak também é uma alternativa, como pode observar a utilização de pacotes universais no Linux está se tornando cada vez mais comum. Os requisitos para utilizar o programa nesse formato, são: o Flatpak configurado no sistema e o repositório Flathub adicionado. No Linux Mint, basta pesquisar por: “OpenTodoList” e instalar o app sem prévias configurações. 

Já no Ubuntu apenas o Snap vem por default. Contudo, não se preocupe. Acesse essa postagem e depois de configurar tudo, pesquise por: “OpenTodoList” diretamente na loja e escolha a versão em Flatpak.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub net.rpdev.OpenTodoList

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove net.rpdev.OpenTodoList

OpenTodoList Android


Diretamente da Google Play, a versão Android pode ser adquirida, acesse este link e seja redirecionado a loja de apps do Google ou utilize um leitor QR-Code.

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Para mais informações acesse o GitLab do OpenTodoList.

Experimente o OpenTodoList e avalie se a aplicação atende suas necessidades, como sempre dizem “não custa nada tentar” (😁️😁️😁️).

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Veja como instalar o app para podcasts, Poddr

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

O formato de podcast vem ganhando força no mercado, e hoje em dia quase todos divulgadores de conteúdo tem um podcast. Inclusive segue a gente 😄 nas principais plataformas.


Veja como instalar o app para podcasts, Poddr





Hoje vamos ensinar a como instalar o player de podcast chamado Poddr, esse construído em Electron e Angular. Utilizando também o iTunes RSS feeds e a sua API de buscas.



Para instalar o Poddr é bem simples, tendo duas formas mantidas pelo desenvolvedor. Uma em AppImage e outra em Snap.

Para AppImage, basta baixar o programa através deste link e salvar em uma pasta que você tem permissões, como a pasta Download. Depois você vai até arquivo AppImage e clica com o botão direito e dê as devidas permissões, assim você já pode sair usando o Poddr.



Já para Snap, você primeiro precisa ver se a sua distro tem suporte, se não tiver, basta seguir esse tutorial de como fazer.

Feito a instalação do suporte, basta procurar na sua loja de apps, por “Poddr”.




Feito isso, basta esperar a instalação acabar e usufruir do player 😁

O Poddr também tem versões para macOS e Windows, que você pode baixar acessando aqui.

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Como instalar o LibreOffice no Linux

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sábado, 10 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma suíte office muito popular entre usuários do pinguim, mas também com usuários Windows e Mac. Hoje você verá algumas maneiras de se obter essa poderosa suíte office.

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No momento em que escrevo esse artigo, estou utilizando o Ubuntu 18.04, porém, a dica é válida para todos derivados e com exceção do passo que demonstrarei a instalação de pacotes DEB e PPA, as principais distribuições poderão fazer uso das demais formas apresentadas. Feitas essas ressalvas, vamos pôr as mãos na massa!

Instalando o LibreOffice diretamente do site


Acesse o site oficial do LibreOffice, e efetue o download da última versão, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu (DEB).

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Ao efetuar o download o site irá sugerir mais 2 pacotes, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

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Para maior organização, extraia os arquivos em uma pasta. Comece pelo pacote do LibreOffice, no momento que faço essa postagem o “LibreOffice_6.3.0_Linux_x86-64_deb”, verá que dentro dele existe uma pasta denominada “DEBS” com diversos pacotes dentro.

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Clique dentro da pasta com o botão direito do mouse, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Dentro do terminal, digite o comando para instalar todos os pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Espere a conclusão da instalação, e repita o procedimento com os demais arquivos que baixou e extraiu (ajuda e linguagem do usuário em português). Caso tenha alguma dúvida, veja o procedimento neste vídeo.


LibreOffice via PPA


Essa opção é para quem quer ter a instalação via PPA oficial do LibreOffice. Particularmente não vejo a necessidade em instalar por esta maneira, porém, alguns usuários ainda fazem uso deste tipo de instalação.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o LibreOffice do PPA via terminal:

sudo apt install libreoffice

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:libreoffice/ppa

LibreOffice via Snap


Outra possibilidade é instalar o LibreOffice no formato Snap. Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “LibreOffice”, atente-se para a origem do pacote e veja se o mesmo é o Snap.

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Se estiver utilizando outra distribuição, que não seja o Ubuntu, por exemplo o Linux Mint. Acesse essa postagem e habilite o Snap em seu sistema. A instalação também poderá ser feita via terminal, caso sua distribuição não possua uma loja com integração com o Snap ou queira utilizar o terminal.

Instalando o LibreOffice via Snap:

sudo snap install libreoffice

Removendo o LibreOffice via Snap:

sudo snap remove libreoffice

LibreOffice via Flatpak


A suíte mais famosa do mundo Linux também está disponível no Flathub, assim caso queira utilizar o LibreOffice no formato Flatpak sua instalação é bem simples. Usuários do Linux Mint, por exemplo, podem pesquisar por: “LibreOffice flatpak” e instalar sem prévias configurações. No Ubuntu será necessário habilitar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório Flathub, uma tarefa tranquila e com um passo a passo para você. Após configurar o seu Ubuntu, instale diretamente da loja conforme mencionei para o Mint.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-flathub-flatpak

Outras distribuições que não tenham o Flatpak por padrão, podem utilizar esse post. A adição do repositório do Flathub é um requisito importante, irei demonstrar a seguir aos usuários que decidirem instalar o LibreOffice via terminal.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.libreoffice.LibreOffice

Removendo o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak remove org.libreoffice.LibreOffice

LibreOffice via AppImage


Uma forma bem interessante para utilização do LibreOffice é o AppImage, com ele não será necessária nenhuma instalação e você pode até manter o arquivo salvo em um pendrive. Baixe do site oficial e escolha a versão desejada. São 3: Basic (apenas em inglês), Standard (com outras línguas, incluindo o português) e Full (com todas as línguas suportadas). No exemplo logo abaixo efetuei o download da Standard.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Para executar o arquivo, clique com o botão direito do mouse, vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque “Permitir a execução do arquivo como um programa”. Clique duas vezes sobre o AppImage e “seja feliz”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Obviamente que existem outras maneiras de instalar o LibreOffice em seu sistema, como via PPA ou até mesmo o pacote contido diretamente do repositório oficial de sua distribuição. No entanto, é bem provável que a versão baixada do site (seja a DEB, RPM ou AppImage) estarão nos últimos lançamentos. As opções em Snap e Flatpak costumam sempre seguir a mesma lógica, todavia, é normal que haja um pequeno atraso (geralmente no máximo uma semana).

Você pode escolher qual forma utilizará o LibreOffice, e o uso do terminal é opcional. Em distribuições com foco no usuário comum, às lojas auxiliam bastante. Particularmente gosto e acho bem prático utilizar o terminal, enfim, a instalação contempla ambos os gostos (😁😁😁).

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Curte o player de música Clementine? Então conheça o Strawberry

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Os usuários Linux da “velha guarda”, irão se alegrar com a postagem de hoje. No entanto, se você está “chegando agora”, não se preocupe a dica também pode ser de seu agrado. 

player-musica-song-clementine-strawberry-ubuntu-linux-fedora-appimage-snap-open-source-windows-openbsd-macos

O Clementine é uma player de música relativamente conhecido entre os usuários Linux, ainda mais se você for usuário de longa data. Player preferido de muitos, o Clementine fazia sucesso com seu jeitão despojado e que remetia outro player clássico, o Amarok, especificamente inspirado em sua versão 1.4 (bons tempos).

Infelizmente o projeto anda meio parado, sem receber atualizações ou novos recursos desde 2016, na qual foi lançada sua atual versão 1.3.1. Quem acompanha as minhas postagens aqui no blog Diolinux sabe que venho “em busca do player perfeito” (ao menos para minha utilização). Alguns que testei e recomendo são: Olivia, Elisa, e estou utilizando outros (aguardem novas postagens). Além destes, outras postagens foram feitas no blog com algumas opções, o Museeks e Tauon Music Box (postadas por meu colega de trabalho Ricardo, O Cara do TI). 

“De um pedaço pequeno de laranja à um morango”


O Clementine é famoso por possuir um pedaço de laranja como logo, já o player de música Strawberry possui um morango. Isso não é coincidência, o Strawberry é um fork (baseado) no Clementine. Veja algumas de suas características:

  • Player de música e biblioteca (organize suas músicas);
  • Ampla gama de formatos suportados, como: WAV, FLAC, WavPack, DSF, DSDIFF, Ogg Vorbis, Speex, MPC, TrueAudio, AIFF, MP4, MP3, ASF e Monkey’s Audio;
  • Reproduz de CD’s;
  • Notificações na área de trabalho nativamente;
  • Playlists em múltiplos formatos;
  • Saída de áudio avançada, e configurações de dispositivo com reprodução perfeita para usuários mais exigentes;
  • Edite as tags de suas músicas;
  • Busque tags diretamente do MusicBrainz;
  • Arte da capa do álbum em serviços, como: Last.fm, Musicbrainz, Discogs, Deezer e Tidal;
  • Letras de músicas de AudD e ChartLyrics;
  • Suporte para vários back-ends;
  • Analisador de áudio;
  • Equalizador de áudio;
  • Transfira músicas para o player USB do iPod, iPhone, MTP ou armazenamento em massa;
  • Suporte à streaming de músicas (Tidal, Qobuz e Subsonic);
  • Scrobbler com suporte ao Last.fm, Libre.fm e ListenBrainz;
  • Desenvolvido em C++ e Qt 5, além de ser Open Source;
  • Versões para Linux, OpenBSD, Windows e macOS.

O programa está disponível em diversos formatos e para vários sistemas operacionais, você pode acessar a página do Github do projeto e obter mais informações.

player-musica-song-clementine-strawberry-ubuntu-linux-fedora-appimage-snap-open-source-windows-openbsd-macos

Como instalar o player Strawberry


O Strawberry pode ser obtido de diversas maneiras, em seu site oficial é descrito os procedimentos para cada sistema, no Windows existem dois instaladores executáveis (32bits e 64bits) para macOS a opção de compillar ou instalar via DMG. No Linux você poderá compilar ou instalar diretamente do repositório, caso sua distribuição esteja na lista abaixo:

player-musica-song-clementine-strawberry-ubuntu-linux-fedora-appimage-snap-open-source-windows-openbsd-macos

Nessas distribuições pesquise pelo pacote “strawberry” e instale como costuma fazer.

Existem maneiras bem práticas para instalar o player em seu sistema, uma delas é via AppImage e outra Snap (o player está na Snapcraft). Testei ambas, e a integração com o Gnome-Shell (Ubuntu) foi muito boa. Com um indicador na barra superior (um pequeno morango) e botões com opções de pausar, avançar ou voltar as músicas, diretamente na área de notificações do Gnome-Shell.

Baixe a versão em AppImage por este link, observe a data do lançamento e priorize o último disponibilizado. Se não sabe como executar um arquivo AppImage, essa postagem demonstra todo passo a passo.

O Snap do Strawberry pode ser instalado tanto via terminal, como pela Loja (no caso do Ubuntu). Pesquise por: “strawberry” e instale o aplicativo. 

player-musica-song-clementine-strawberry-ubuntu-linux-fedora-appimage-snap-open-source-windows-openbsd-macos-loja

Para as outras distribuições que não possuem o Snap configurado, essa postagem ensina o processo.

Obviamente que a instalação do player pode ser via terminal, se assim desejar, utilize estes comandos.

Instalação do Strawberry Snap via terminal:

sudo snap install strawberry

Remoção do Strawberry Snap via terminal:

sudo snap remove strawberry

Foi bem nostálgico utilizar o Strawberry, para os fãs do Clementine que prezam por um software em pleno desenvolvimento e com atualizações (sejam elas de segurança ou melhorias), com certeza o player é uma ótima pedida.

Você conhecia o Strawberry? Usava o Clementine ou ainda usa? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, vai que você acaba descobrindo algo novo.

Até o próximo post, que vou ouvir umas músicas, SISTEMATICAMENTE! 😎
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10 Dicas para novos usuários de Linux/Ubuntu

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terça-feira, 23 de julho de 2019

Recentemente fiz um post falando dos motivos que levam novos usuários a desistirem da plataforma, agora trago 10 dicas para os novos usuários. São conselhos simples, mas que podem fazer toda diferença. Para aqueles que estão esperando uma postagem com os motivos que me fizeram utilizar Linux, calma que provavelmente ele está a caminho (😏😏😏).

new-user-usuario-linux-ubuntu-iniciante-dicas

As dicas a seguir podem soar demasiadamente simples para usuários mais experientes no Linux, entretanto, a postagem destina-se aos novatos. Compartilhe com pessoas que queiram adentrar ao mundo do Pinguim, ou com iniciantes. Lembrando que foco no Ubuntu e seus derivados, por compreender que ele é a porta de entrada para muitos. No entanto, as dicas vão além, talvez um ou outro tópico, como PPA’s são exclusivamente para Ubuntu e derivados, mas os demais aplica-se a maioria das distribuições Linux (voltadas aos iniciantes, obviamente).

01 - Permita-se descobrir o sistema


Essa dica é para os novatos de plantão, não que as demais tenham foco em outro usuário. No entanto, essa é a que mais dá prazer ao se descobrir algo. Gaste algum tempo utilizando, aprendendo, “brincando” com o sistema. Se for mais além, evite isso em um computador com dados importantes ou que utilize para produção. Como dizem: “o céu é o limite”. Quando for utilizar o sistema, evite esses testes malucos na máquina de trabalho, e considere as dicas descritas neste poste.

02 - Você não precisa do Wine para tudo


Existem muitas programas no Linux. Você necessariamente não precisa executar aplicações do Windows para tudo. O Wine é uma forma paliativa para casos que não haja outra opção. Não é incomum ver usuários executando programas que existem versões nativas no Linux com o Wine. Pesquise se existe o app que usa na plataforma, e experimente as alternativas. Na realidade indico outra coisa, antes mesmo de migrarem para Linux, entretanto, isso ficará para outra postagem (😁😁😁).

03 - Mantenha seu sistema em dia


Atualizar o sistema garante possíveis correções de bugs e falhas graves. Mantendo o sistema em dia, sua segurança é maior. Alguns usuários não gostam de atualizar por terem que baixar vários gigabytes durante o processo. No entanto, se está utilizando o Ubuntu e instalou apenas o necessário, essa situação não será presente. Alguns sistemas trazem as últimas novidades, consecutivamente mais updates são exigidos. Não existe mal algum nisso, porém, evite tardar as atualizações. Caso seja uma atualização crítica, com alguma correção de vulnerabilidade, a faça imediatamente.

04 - Instale apenas os programas que for utilizar


Essa dica é simples e tem como alvo deixar seu sistema enxuto e por tabela mais seguro. Sem softwares desnecessários ao seu uso, as atualizações serão menores e o risco de vulnerabilidades com bugs também.

05 - Evite programas abandonados


Outra dica interessante é comparar diversas alternativas a um mesmo propósito. Por exemplo, suponhamos que queira um player de música novo. Existem inúmeras opções, cada uma para um gosto diferente. Mas se existe algo a se pensar, além do visual e funcionalidades, é se o pacote ainda vem sendo mantido. Novas atualizações não são apenas uma forma de receber recursos, mas também de correções de bugs e vulnerabilidades. Evite programas abandonados e dê preferência aqueles que estão em pleno desenvolvimento. Claro que nem sempre isso será possível, porém, minimizando ao máximo seu sistema se tornará mais seguro.

06 - PPA só em casos reais de necessidade


PPA é um assunto delicado, uns amam e outros odeiam. Caso não saiba o que são esses repositórios, temos essa matéria explicando sobre. O interessante dos PPA's é a possibilidade de utilizar programas, drivers e bibliotecas que nativamente não estão no repositório do sistema ou encontram-se em versões inferiores. Por muitos anos essa feature era uma necessidade de muitos usuários no Ubuntu, utilizar o mesmo sem PPA era quase impossível. Hoje a história mudou, com o surgimento de novos pacotes, como: AppImage, Flatpak e Snap. Para usuários de Nvidia o Ubuntu passou a adicionar as últimas versões do driver proprietário nos repositórios, então, nada de PPA (😉😉😉). Evite PPA's, use outros meios, reconsidere se é tão importante assim arriscar o sistema com possíveis erros de dependências e outras coisas.

07 - Cuidado com tutoriais “vencidos”


O mundo da tecnologia evolui de forma assombrosa, com o Linux não é diferente. Pelo contrário, parece que nos últimos anos o pinguim vem evoluindo tão rápido que fica até difícil acompanhar seu progresso. Isso tudo para facilitar a utilização por usuários comuns, tornando o sistema cada dia mais simples. Antes de utilizar algum comando pesquise um pouco mais, veja a data do tutorial, se já não existem outros modos ou se a solução seja mais simples no momento. Cuidado com PPA's “sem data de validade”, eles costumam ocasionar em diversos erros de dependências e quebrar o sistema. Pacotes DEB antigos podem fazer um estrago igualmente perigoso. Os novos pacotes (AppImage, Flatpak e Snap) evitam transtornos e não danificam seu sistema.

08 - O conhecimento é uma “chama”


O conhecimento é como um fogo, conforme você o alimenta mais ele cresce e ao compartilhar ele não diminui só se multiplica. Participe de grupos e fóruns, e tenha como máxima uma coisa que sempre ouvi (e creio que você também). Absorva o que é bom e descarte o que for ruim. Aprenda e também transmita adiante o que sabe, assim sua chama só tende a crescer e multiplicar. Crie tópicos, auxilie pessoas, você aprende enquanto ensina.

09 - “Cuidado por onde andas”


Essa dica é complementar a anterior. Absorver o que é bom não significa “manter-se entre os porcos”. Infelizmente na comunidade, assim como outra qualquer, existem pessoas radicais, mesquinhas e que só destroem. Fuja destes grupos e fóruns, evite tais usuários. Obviamente, que mesmo em grupos sensatos alguns “sem noção” vão aparecer. Apenas ignore, trate os outros com gentileza e não deixe sua chama apagar. Para quem tem dúvidas de onde ingressar, recomendo o fórum Diolinux Plus. O pessoal é mente aberta, não importa se você usa, Windows, Linux ou macOS.

10 - Siga, incentive e compartilhe bons conteúdos


É comum pessoas compartilharem notícias que as deixam “#¿$?%!¡ da vida” ou que são fake news. Ao se deparar com conteúdo tóxico, seja sensato. Respire fundo, deixe a raiva ir embora e ignore, mande para o limbo. Compartilhe apenas conteúdos significantes, acompanhe produtores que façam mais pela comunidade ao invés de quem propaga mentiras. Incentive projetos que em algum momento acrescentaram em sua vida. Assim outros poderão ser beneficiados e o projeto não morrerá. Nós produtores de conteúdo precisamos de seu apoio, seja ele financeiro, com engajamento ou compartilhamento. Assim mais e mais pessoas podem descobrir nossos projetos.

Curtiu as 10 dicas? Acrescentaria algo? Considere criar um tópico em nosso fórum Diolinux Plus, lembre-se a chama do conhecimento não se apaga ao compartilhar, só tende a se multiplicar.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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O que leva um novo usuário desistir do Linux?

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Novos usuários que por algum motivo se aventuram em terras desconhecidas, ou para os mais íntimos, “o mundo do pinguim,”, acabam passando por situações nem sempre agradáveis. Uma parte acaba desistindo e passam a repudiar a plataforma, seja por uma desilusão ou não conseguirem moldar o sistema, como o que usava anteriormente. Hoje irei abordar alguns motivos que levam novos usuários a desistirem do Linux.


Em 2015 o Dionatan Simioni, simplesmente o “mandachuva do Diolinux” (😇😇😇), escreveu uma postagem com tema semelhante. Aconselho que leiam, e de fato algumas coisas também estarão presentes neste. No entanto, irei abordar conforme minha visão dos fatos e espero que você também enriqueça essa postagem comentando e dando seu ponto de vista.

“O início do fim”


O ser humano gosta de conforto e rotina, qualquer coisa que mude esse “modus operandi” irá nos causar aversão. Usar algo novo nos proporcionará um misto de sensações, como: medo, anseio, impotência, alegria, raiva, surpresa, fascínio, recordação, frustração entre outros sentimentos. A forma que canalizamos esses momentos ao descobrir um mundo novo, será um dos aspectos que ditará o fim ou início. Não é difícil identificar usuários que se tornarão amargurados com a experiência de utilizar Linux. Quantas vezes você já não viu alguém procurando uma distribuição Linux igual ao Windows? Não estou dizendo em uma interface que tenha a lógica de funcionamento semelhante, mas sim pessoas que querem um Linux como o Windows. Seja na instalação e seleção de softwares, atualizações, interface, atalhos, comportamento, sistema de arquivos e tudo mais. Usuários que não mudam essa mentalidade, estão fadados a abandonarem o Linux. A premissa é muito simples: “Por que usar Linux, se o que na realidade você quer é utilizar outro sistema?”, no caso o Windows. Talvez por características e vantagens que o Linux possua, porém, nada é só vantagens ou só defeitos. Aventurar-se ao novo requer uma mudança de paradigmas, e isso não é para qualquer um.

Instalação do sistema 


Ao contrário do Windows e macOS o Linux não está presente pré-instalado no ato da compra de um hardware geralmente, claro que existem exceções, mas isso, querendo ou não, acaba dificultando parte do processo. “Obrigatoriamente” um novo usuário, ou terá que solicitar a instalação por meio de terceiros, ou fazer por conta própria. Essa já é uma primeira barreira, instalar uma distribuição “na cara e na coragem”. 

Vejo muitos usuários de Windows usarem isso como o “xeque-mate”, mas lembre-se que o mesmo ocorre com o Windows. A diferença é que qualquer “técnico de esquina” instala uma cópia pirata do sistema da Microsoft, enquanto, outros nem ao menos sabem o que é Ubuntu. Atualmente instalar uma distro como Ubuntu, Linux Mint, Deepin, etc; não é uma tarefa complicada, isso no modo automático. Lembrando que estamos falando de um novato, que não conhece nada de Linux. Procedimentos, como: criar pendrive bootável, desativar secure boot, verificar se está em modo UEFI ou Bios LEGACY, são coisas que exigirão pesquisas e alguns tutorias no Youtube.

Opções, muitas opções, qual sistema escolher?


Uma das características que mais gosto no Linux, é tido como defeito e qualidade: ter muitas opções. Isso possibilita utilizar a distribuição que mais se aproxime ao seu perfil ou confundir os novatos (“uma via de mão dupla”). Um usuário despercebido e que não “manje nada de Linux” pode até ficar confuso com tantas distribuições, todavia, uma se sobressai entre as outras. Claro, que não digo que ela é a melhor, simplesmente é a que quase todo novo usuário inicia. Estou falando do Ubuntu. Seja por sua vasta documentação, blogs, tutoriais, canais no Youtube e tudo mais. O Ubuntu aparecerá logo ao pesquisar por alguma solução para Linux, e provavelmente ele será o primeiro sistema em que os novos usuários ouvirão ou irão se aventurar. No entanto, é inegável que a quantidade assombrosa de sistemas Linux podem tornar a escolha bem difícil para alguns usuários.

Incompatibilidade com hardwares 


Nesses anos que utilizo Linux, não me recordo de ter passado por este problema, mesmo no início em que sempre estive preocupado com incompatibilidades, “nunca fui agraciado” com esse tipo de situação (sempre pesquiso bastante antes de adquirir algum hardware, isso pode contribuir). Talvez um device ou hardware muito datado, ou uma placa wifi muito específica, acabem tirando o sono de algumas pessoas ao tentar instalar uma distro. Diversos fóruns estão com tópicos do tipo: “minha placa wifi não funciona em distro tal”, “impressora y não funciona no Linux”, “não consigo jogar com o driver proprietário de placa x” e por aí vai…

Catálogo de programas indisponíveis para Linux


Outra barreira que acaba desestimulando o uso de Linux, são alguns softwares inexistentes na plataforma. Esse assunto é bem delicado, pois, a “culpa” não é do Linux em si (se é que existem culpados). Algumas empresas julgam sem necessidade um porte ou desenvolvimento de seus programas para outros sistemas. Um exemplo bem expressivo é a Adobe, com sua suite de criação. 

Quando o assunto é Adobe, logo aparecem usuários dizendo: “Você pode utilizar o Gimp” ou “Existe o Kdenlive, Blender, DaVinci Resolve”. Digamos que não é tão simples assim, e dependendo do caso, nem sempre o usuário pode migrar de programa.

Gamers e suas dificuldades no Linux 


Jogar no Linux não é “um bicho de 7 cabeças”. Houve uma tremenda evolução nestes últimos anos, e muitos títulos se fazem presentes no sistema do pinguim. Se há alguns anos era impossível jogar games, como: GTA V, The Witcher 3, Overwatch, Dota 2, Counter Strike entre outros. Atualmente não é mais assim, porém, mesmo com inúmeros games nativos, SteamPlay (que permite executar games do Windows no Linux), nem sempre a tarefa será das mais amigáveis. Alguns jogos não irão funcionar de primeira, sendo preciso alguns ajustes. Sites, como o ProtonDB e tutoriais ensinando alguns parâmetros, podem facilitar o processo, mas isso vai exigir algumas tentativas e erros. 

Para jogos que façam uso de Wine, Proton (SteamPlay), dependendo do hardware a performance pode ser prejudicada e visivelmente afetando a gameplay. Anteriormente abordei o caso de programas que não funcionam no Linux, e com jogos não é diferente. Dependendo do game em questão, a única solução será manter um dualboot, abandonar o jogo ou desistir do Linux (ao menos momentaneamente). O que mais me impressiona nesta história, é a capacidade do Linux rodar jogos do Windows de maneira que parece algo nativo. Obviamente que isso dependerá do seu hardware e do jogo. Um aspecto que atrapalha o funcionamento destes games no Linux são os anti-cheats, na qual já abordamos em outra postagem.

Tipos de pacotes, particularidades do sistema e nomenclaturas 


Talvez esse seja o ponto em que os novatos mais se atrapalham. O que é um Flatpak, Snap, AppImage, apt, dnf, tray, repositório, etc, etc, etc. São tantas novidades que ou das duas uma: “o cara fica doido e sai correndo” (😜😜😜) ou começa a refletir do porquê disso e começa a aprender. Para usuários que querem um Linux igual ao Windows, a jornada acaba aqui. Para quem entende que é algo novo e aceita a realidade, que “não sabemos de tudo”, a jornada apenas começou. Esse passo exige muita humildade, pois, é de nossa natureza, querer ser o melhor. Aceitar que novas situações, experiências, tecnologias nem sempre estarão em nossos plenos domínios, evita frustrações, nos condicionando para o aprendizado. Tudo isso irá depender do usuário, e não do novo sistema. Algo que quero salientar é: que usuário é diferente de administrador de sistema. Não é obrigado a aprender tecnicamente como as coisas funcionam, apenas tirar proveito da tecnologia e utilizar em seu dia-a-dia. Uma coisa que nem sempre acaba acontecendo, os usuários de Linux acabam criando um apreço e mesclando entre serem “usuários e administradores”. Gosto de chamar esse grupo de “usuário intermediário”, que é aquele cara que não chega a ser um administrador pleno, mas que sabe muito e por vezes administra sozinho seu sistema. Se você chegou a este ponto, dificilmente desistirá do Linux.

Comunidade áspera 


Por muito tempo a comunidade Linux recebeu este rótulo, uma comunidade ácida e que espantava os iniciantes e suas “perguntas burras”. O motivo da existência de vários blogs, sites e canais do Youtube, em parte, foi devido a essa conduta repugnante. Sendo sincero, felizmente nunca passei por uma situação humilhante em algum fórum ou grupo. O motivo? Não participava de nenhum, e sempre quando me permitia a navegar por essas águas, observava tais atrocidades. Sempre fui um lobo solitário, buscando resolver meus próprios problemas. Por conta disso, perdi oportunidades de conhecer pessoas que realmente se importavam com os outros. Sei que a acidez de algumas comunidades já afastaram muitos usuários, algumas pessoas não compreendem que começamos do início, por mais estranho que isso possa soar. Enfim, pessoas sensatas estão levantando grupos que realmente fazem a diferença, fóruns que não menosprezam os iniciantes e que na possibilidade de algum “sem noção” ofender alguém, logo ignoram esse indivíduo, e é claro que, isso não se restringe a grupos que falam sobre Linux ou Software Livre e Open Source, é possível ver comportamentos similares em qualquer grupo “rival”, sobretudo no mundo da tecnologia, Intel e AMD, Nvidia e AMD, Xbox e Play Station, Samsung e Apple, etc; etc.

Ideias radicais


Você já ouviu pessoas dizerem a palavra “Ruindows”? Algumas falam em tom de gozação e em círculos com amigos, assim como sempre brinco e falo “Linûx” ou “que Linux não tem jogos”. O problema que algumas realmente pensam assim. Na realidade não tiro o direito de pensarem nesse tipo de coisa, vejo como reprovável quando querem empurrar esse pensamento “goela abaixo”. Muitos usuários nem sequer experimentam Linux, por acreditar que seus usuários são assim. Esse tipo de comportamento também ocorre em outros usuários de sistemas distintos. Não é raro ver alguns usuários do Windows espalhando lorotas de que: “Não tem como ser gamer e usar Linux” ou “Linux é coisa de comunista/fascista”. Muita desinformação ronda a internet.

Minha singela conclusão


Linux é um ecossistema que proporciona muitas vantagens e facilidades de uso, entretanto, “nem tudo são flores”. Existem defeitos, dificuldades e uma provável obrigatoriedade na mudança de sua rotina ou algumas ideias e pensamentos. Longe de ser algo ruim, apenas diferente, não existe certo ou errado nisso. Caso o programa no qual você “ganha seu suado pão” não esteja presente, não é crime algum não migrar ou deixar de utilizar o Windows, por exemplo. Aquele jogo que você mais gosta não está no Linux, ou não existe a possibilidade de jogá-lo. Não há problema em não fazer um dualboot. Sim, existem nomenclaturas e conceitos um pouco confusos, mas é absolutamente comum sentir-se desorientado ao iniciar em algo novo. Aprenda o essencial, minha esposa, por exemplo utiliza Linux e não sabe o que é um Flatpak. Ela simplesmente abre a loja do Linux Mint e instala o que quer. Minha mãe nem sabe o que é Linux, Windows, ou seja lá o que for e usava Ubuntu (😂😂😂). Mesmo criança meu irmãozinho utilizava, agora adolescente passou a vasculhar e fazer coisas sem ao menos me pedir ajuda. Recentemente ele resolveu um problema de um jogo via SteamPlay, descobriu sozinho alguns comandos do winetricks que solucionaram o bug no game e fez algo que tentei por algumas semanas sem resultado.

Os motivos abordados neste post, são os que julgo serem os principais a desmotivarem o uso do Linux para novos usuários. Fique a vontade para expor suas ideias, claro, sendo complacente com a opinião alheia. Não ofenda ou empurre seu ponto de vista, isso só gera brigas e não uma verdadeira e saudável discussão.

Para quem precisa de uma comunidade “mente aberta”, considere participar de nosso fórum Diolinux Plus. Não importa se usa Windows, macOS, iOS, Android, Linux seja o que for. O intuito do Diolinux Plus é auxiliar os usuários e promover debates de ideias de alto nível, sem picuinhas ou brigas de ego.

Até o próximo post, que hoje o assunto rendeu (😁😁😁), compartilhe esta postagem, SISTEMATICAMENTE! 😎
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