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Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Já não é novidade que a Microsoft vem se aproximando do Linux e do Open Source, pode ser com a liberação de mais 60k de patentes ou na criação de sistemas operacionais como o Azure ou com o WSL (Windows Subsystem for Linux). E mais uma novidade vem por aí.

 Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer






Windows Explorer com mais capacidades


Em uma postagem feita em seu blog oficial, no dia 15 Fevereiro (2019), feita por Craig Loewn, Gerente de Projeto para WSL, a Microsoft fez os anúncios das novidades. Nesta postagem, Craig fala também em melhorias no gerenciamento e configuração na utilização da linha de comando.

Acessar arquivos do Linux pelo Windows, antigamente poderia acarretar na perda dearquivos e corrupção de dados, ou menos na inacessibilidade completa, o que será possível agora  sem esses contratempos, pontua Craig.

A implementação é feita atualmente pelo WSL


Para acessar os arquivos do Linux, basta abrir a sua distro favorita e conferir se você está  no diretório /home. Com isso basta digitar o seguinte comando:

explorer.exe.



Com isso, você pode acessar os seus arquivos normalmente e fazer as tarefas normais, como copiar, colar, arrastar arquivos para outros locais. Além de poder usar o menu do VSCode no diretório do WSL.



Na parte da linha de comando, você pode encontrar os arquivos com o seguinte comando:

\\wsl$\<running_distro_name>\

No exemplo abaixo, foi usado o Debian.



Para conferir o post completo e com mais informações, você pode acessar o seguinte link.

Ainda fica a questão das capacidades do Explorer de conseguir acessar partições reais de uma distro Linux em dual boot com o Windows, mas em tese, se há essa capacidade no gerenciador de arquivos do sistema da Microsoft dentro do WSL, fazer isso funcionar fora dele, para leitura de pelo menos o sistema de arquivos EXT4, parece um passo plausível.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Microsoft vai usar o projeto do Chromium como base para fazer o Edge

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Em 2015 a Microsoft lançava o seu mais novo navegador para a internet, o Edge, que viria substituir ou aposentar o já “velho de guerra e combalido” Internet Explorer. Mas desde a sua estreia o novo navegador da Microsoft não vingou e nem agradou a todos. O lançamento dele foi junto com o Windows 10.

Microsoft vai usar o projeto do Chromium como base para fazer o Edge





O novo navegador da MS veio com uma nova tecnologia como engine, o EdgeHTML, que prometia renderizar as páginas da internet de forma mais rápida, além de tornar o navegador mais seguro, rápido e leve. Mas não foi isso que aconteceu, em um curto espaço de tempo ele se mostrou com muitos bugs, falhas e problemas que fizeram os usuários largarem o Edge de lado. Hoje somente 4% das pessoas usam o Edge para acessar a internet, mesmo com todo o esforço de marketing da Microsoft.




No comunicado postado nesta quarta-feira (6), em seu blog a Microsoft comenta o seu aumento na participação na comunidade de software livre (OSS) e assim se tornando um dos maiores apoiadores de projetos (OSS). E teve algumas partes que são interessantes em destacar:

“Os desenvolvedores da Web terão uma plataforma web menos fragmentada para testar seus sites, garantindo que haja menos problemas e maior satisfação para os usuários de seus sites; e como continuaremos a oferecer o entendimento orientado a serviços do Microsoft Edge de sites herdados somente do IE, Corporate IT terão compatibilidade aprimorada para aplicativos da Web antigos e novos no navegador que acompanha o Windows.”

Outro ponto interessante foi:

“Vamos passar para uma plataforma Web compativel com o Chromium para o Microsoft Edge no desktop. Nossa intenção é alinhar o Microsoft Edge com outros navegadores baseados no Chromium e tecnologias suportadas por eles. Isso fornecerá compatibilidade aprimorada para todos e criará uma forma mais simples dos desenvolvedores testarem suas aplicações para a maior parte dos browsers.  O Microsoft Edge agora será entregue e atualizado para todas as versões suportadas do Windows e com maior frequência. Também esperamos que esse trabalho nos permita levar o Microsoft Edge para outras plataformas, como o macOS.”

Para ver o comunicado completo veja o blog oficial deles.

Com isso a Microsoft dá mais um passo em adotar o open source em seu portfólio de produtos, contando com o WLinux, GitHub, Azure, abertura das 60 mil licenças entre outros. 

E com isso podemos pensar quem sabe em um dia poder usar um navegador oficial da Microsoft de forma nativa nas distros Linux, por que não né?? (lol). Visto que eles querem levar o Edge para outras plataformas.

Curioso é o fato de que praticamente todos os navegadores atualmente dividem uma base semelhante, uns mais outros menos, Chrome, Chromium, Vivaldi e Opera, Yandex e muitos outros, incluindo agora o novo projeto da Microsoft, todos tem uma base semelhante em comum, deixando o Safari e o Firefox como os “diferentões” do mercado.

O que você achou da novidade da Microsoft?

Até uma próxima e um forte abraço.
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SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado.

SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source






A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado. 

A SUSE está melhor posicionada para orientar as empresas por meio das demandas de transformação digital, com inovação em open source e expertise em infraestrutura definida por software, entrega de aplicativos e tecnologias de computação em nuvem.

“A SUSE vem prosperando há décadas, com base em princípios simples: ouvir o cliente, aceitar a inovação e mudar para melhor”, afirma Nils Brauckmann, CEO da SUSE. “Além disso, estamos em uma trajetória crescente, com expansão tanto orgânica quanto por meio de aquisição tecnológica. Esse modelo de expansão, de ‘construir e comprar’, gera valor contínuo aos clientes e impulsiona o crescimento sustentável para as demandas do negócio. À medida que o negócio cresce, a SUSE continua comprometida em ser ‘open, open source’, oferecendo liberdade de escolha aos clientes”

Além de contrariar o conceito de “vendor lock-in”, a SUSE tem investido em flexibilidade e buscado evoluir de um mero “fornecedor Linux” para uma empresa de tecnologias para nuvem, infraestrutura definida por software e soluções de entrega de aplicativos. Isso gerou um crescimento dinâmico e lucrativo, à medida que a organização se adapta continuamente aos requisitos de parceiros e clientes. Como as empresas precisam ser cada vez mais ágeis e economicamente eficientes, precisam alavancar ativos digitais, informações e inovações de software, que possibilitem a transformação digital.

A SUSE é construída a partir de sua expertise com o Linux e trabalha com um ecossistema de parceiros e comunidades, para adaptar e proteger soluções open source apoiadas por serviço e suporte superiores. Essas tecnologias emergentes da infraestrutura são construídas no open source e Linux, e criam novos níveis de liberdade e flexibilidade para clientes.

“Nos últimos anos a SUSE expandiu seu portfólio para novas áreas, como armazenamento, nuvem e containers. Por conta da maior independência e aquisição pelo grupo sueco EQT Partners, a SUSE está respondendo à demanda de mercado com uma plataforma neutra, porém abrangente, que suporta múltiplas nuvens públicas e privadas, assim como integração de infraestruturas on-premises com softwares como o SUSE Linux Enterprise (SLE) 15” , diz Jay Lyman, analista principal da 451 Research.

A liderança da SUSE em mercados consolidados e emergentes é evidente em todo o mundo. Seus clientes estão entre as nove das 10 maiores empresas aeroespaciais, as 10 maiores fabricantes de automóveis, quatro dos cinco maiores bancos, metade dos maiores supercomputadores e 80% das organizações presentes na Fortune Global Top 50. Além disso, 70% de todos os aplicativos SAP em execução no Linux são executados em SUSE Linux Enterprise, incluindo mais de 90% das implementações SAP HANA. A SUSE desenvolveu o mercado de mainframe Linux há mais de 17 anos, permanecendo até hoje como líder.

“Como membros fundadores da Linux Foundation, a IBM continua trabalhando com a SUSE nas principais iniciativas open source, inclusive com o SLES como uma empresa com todo o suporte, sistema operacional otimizado para as plataformas da IBM – IBM Z, LinuxOne e Power Systems”, relata Kathy Bennett, vice-presidente de desenvolvimento e suporte técnico do IBM Systems ISV Ecosystem. “Nosso trabalho conjunto para dar suporte ao SAP HANA no IBM Power Systems, KVM na arquitetura Z, IBM z/VM integrada com tecnologias baseadas em nuvem e containers está acelerando a adoção pelos clientes de plataformas open source”.

“Na HPE, estamos comprometidos em fortalecer as iniciativas open source e padrões abertos em todo o setor, e lideramos os esforços no setor, com foco especial no Linux, há mais de 15 anos. Temos uma colaboração contínua com a SUSE em Linux, OpenStack e outros projetos. Eles impulsionam nossos esforços conjuntos para fornecer soluções valiosas, baseadas em open source, ao mercado”, declara Scott Farrand, vice-presidente de Hybrid IT-Platform Software da HPE.

Outros marcos para o momento positivo de negócios da SUSE incluem:

● De 1º de outubro de 2017 à 30 de abril deste ano, a SUSE registrou receita de US$ 182,9 milhões, o que representa um crescimento de aproximadamente 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITDA ajustado para esse período foi de US$ 56 milhões, ou seja, cerca de 23% de crescimento ano a ano.

● Desde agosto do ano passado, a base de funcionários da SUSE cresceu em quase 20%, chegando a aproximadamente 1.400 profissionais. A empresa investiu muito em suas equipes de engenharia e atendimento ao cliente.

● Novas e inovadoras soluções de infraestrutura definida por software e entrega de aplicativos apresentadas pela SUSE neste ano incluem: 

a) SUSE CaaS Platform 3 uma plataforma de Container-as-a-Service (CaaS) com Kubernetes;

b) SUSE Cloud Application Platform, para gerenciar aplicações, Platform-as-a-Service (PaaS) de nuvem nativa, por meio de Cloud Foundry e Kubernetes;

c) SUSE OpenStack Cloud 8, para nuvens privadas prontas para a produção;

d) SUSE Enterprise Storage 5, para armazenamento corporativo definido por software,

e) SUSE Manager 3.2, para gerenciamento de infraestrutura,

f) E o SUSE Linux Enterprise 15, reconhecido mundialmente.

● A SUSE expandiu as parcerias com os principais provedores de nuvem pública, incluindo Amazon Web Services, Google Cloud, IBM Cloud e Microsoft Azure.

● Desde 2013, mais de 10,7 mil aplicações de parceiros e de 7,6 mil sistemas de hardware foram certificados para serem executados por meio de softwares SUSE.

● Para garantir um serviço de qualidade e o envolvimento do cliente, mais da metade dos profissionais da SUSE estão concentrados em desenvolvimento e suporte ao cliente. Por isso, 90% dos clientes da SUSE estão satisfeitos com a experiência com engenheiros da SUSE e dois terços dos clientes classificam os engenheiros com uma pontuação perfeita.

● O compromisso da SUSE com o software e as comunidades open source continua a crescer, com a empresa atualmente engajada em mais de 100 projetos open source. Membro fundador de mais de 10 organizações open source, a SUSE tem representação em muitas associações e fundações, incluindo a OpenStack Foundation, Linux Foundation, Cloud Foundry Foundation, CNCF (Cloud Native Computing Foundation), OPNFV (Linux Foundation Networking), Open Mainframe e OpenHPC.

“A SUSE tem sido um membro ativo, produtivo e ‘open’ da The Linux Foundation desde antes mesmo que me envolvesse, em 2006”, relata Dan Kohn, diretor executivo da CNCF. “Com a CNCF, estou particularmente agradecido pelo compromisso inicial da SUSE, com solução Certified Kubernetes, e sua busca incessante por inovação e soluções de alta qualidade, confiáveis e utilizáveis”.

Saiba mais no site da SUSE.

Até uma próxima e um forte abraço.
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SUSE e Microsoft colaboram para o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure

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sábado, 15 de setembro de 2018

A SUSE, anunciou nesta quarta-feira (12) a disponibilidade do primeiro kernel Linux enterprise, desenvolvido sob medida para o Microsoft Azure. As instâncias on-demand do SUSE Linux Enterprise Server (SLES) 15 agora são executadas em um kernel personalizado para cargas de trabalho no Microsoft Azure, proporcionando desempenho aprimorado e inicialização mais rápida, além de redução no espaço ocupado na memória.


 SUSE e Microsoft colaboram para o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure






O kernel otimizado para o Azure permite acesso mais rápido aos novos e futuros recursos
do Azure, que foram ajustados para os clientes serem mais ágeis. Com objetivo de gerenciar
complexidade, reduzir custos e fornecer serviços essenciais aos negócios que potencializam
a transformação digital dos clientes, a SUSE está trabalhando com a Microsoft e outros
parceiros.


"A colaboração da SUSE com a Microsoft se baseia em atender às necessidades em
constante evolução dos clientes, permitindo inovações e minimizando a interrupção de seus negócios", afirma Gerald Pfeifer, vice-presidente de Produtos e Programas de Tecnologia da SUSE. Os usuários da nuvem pública otimizada do SLES para Azure são um resultado direto da abordagem 'open' do open source da SUSE, que busca resolver os desafios reais do cliente".

Os clientes podem esperar que o SUSE Linux Enterprise Server 15 tenha benefícios de desempenho mensuráveis, incluindo uma rede com um rendimento potencialmente 25% mais rápida e uma redução de 23% na latência média. Por padrão, as instâncias do SLES 15 no Azure serão executadas nesse kernel personalizado, embora os clientes tenham a flexibilidade de alternar facilmente para o kernel padrão usando o gerenciador de pacotes Zypper.

Além do núcleo otimizado, os clientes que utilizam o SLES no Azure se beneficiam de várias ferramentas e recursos para implantação nativas da nuvem, que fazem parte do SUSE Public Cloud Module, como a capacidade de gerenciar recursos do Azure por meio de prompt de comando do Linux.

O SUSE Linux Enterprise Server com o núcleo ajustado do Microsoft Azure já se encontra disponível no Azure Marketplace, com preços e suporte padrão. Para obter mais informações sobre o Azure e a SUSE, visite: www.suse.com/microsoft.

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Juntas, SUSE e Microsoft exibem nova solução com certificação da Cloud Foundry Foundation

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terça-feira, 24 de abril de 2018

A SUSE anunciou que o SUSE Cloud Application Platform foi nomeado como uma distribuição certificada Cloud Foundry pela Cloud Foundry Foundation. A plataforma recém-certificada traz a produtividade avançada do modelo Cloud Foundry para Kubernetes, que está rapidamente se tornando o moderno padrão para a infraestrutura de gerenciamento de containers mais aplicado pelas empresas no mercado.

SUSE Cloud Foundry Foundation






Como uma das duas únicas ofertas de software certificadas Cloud Foundry, a solução é desenvolvida com o SUSE Linux Enterprise e tem suporte completo oferecido pela SUSE. É a única distribuição oferecida por meio de software 100% open source. O SUSE Cloud Application Platform permite que as organizações aproveitem ao máximo seus investimentos e sua expertise em infraestrutura e Kubernetes. Simplifica a implementação de Cloud Foundry e acelera tanto a filosofia DevOps quanto as modernas iniciativas de entrega de aplicativos para as empresas.

A SUSE também está lançando aprimoramentos funcionais em sua nova plataforma, incluindo suporte para infraestrutura de nuvem pública Kubernetes, que acelerará o time-to-value nas nuvens de seus clientes, além de novos recursos de backup e restauração, que permitirão mais segurança para os usuários migrarem seu ambiente de Cloud Foundry.

Os aprimoramentos mais recentes da plataforma SUSE Cloud Application incluem suporte para o Microsoft Azure Container Service (AKS). Com os serviços Kubernetes fornecidos pelo AKS, as empresas podem economizar tempo configurando a implantação de nuvem pública do SUSE Cloud Application. Os clientes podem usar os novos recursos de backup/restauração para simplificar a recuperação do ambiente Cloud Foundry, incluindo aplicativos. Eles também podem usá-los para migrar de uma instância de Cloud Foundry para outra, movendo entre instâncias de nuvem privadas e públicas, por exemplo, ou entre diferentes distribuições de Cloud Foundry.

"Além de ser uma ponte entre as comunidades open source, a SUSE alia o melhor que as tecnologias Cloud Foundry e Kubernetes oferecem, gerando um valor moderno e muito atraente para os nossos clientes", comenta Thomas Di Giacomo, CTO da SUSE. "A liderança da SUSE como provedora de infraestrutura definida por software e soluções para entrega de aplicativos é refletida na inovação com o SUSE Cloud Application Platform. A conquista da certificação demonstra o quão importante é, para nós, a interoperabilidade entre plataformas Cloud Foundry e o compromisso com o desenvolvimento contínuo de Cloud Foundry".

O SUSE Cloud Application Platform é destinado às equipes de desenvolvimento e operações (DevOps), que buscam otimizar o gerenciamento do ciclo de vida dos aplicativos tradicionais e dos novos aplicativos cloud native. Diferentemente de outras ofertas de Cloud Foundry, a nova ferramenta da SUSE empacota Cloud Foundry como uma distribuição em container, gerenciada por Kubernetes. Isso simplifica que a implantação e o gerenciamento reduzem drasticamente o consumo de memória e tornam a plataforma mais acessível aos usuários de Kubernetes.

O recebimento da nova certificação complementa a certificação Kubernetes entregue à plataforma. Para os clientes, representa proteção comprovada contra o temido vendor lock-in – espécie de bloqueio em que determinados fornecedores impedem que usuários consigam trocar seus produtos ou serviços pelos de outros fornecedores – e o compromisso da SUSE em manter a plataforma atualizada de acordo com os avanços de Cloud Foundry.

"A SUSE continua impulsionando nossa comunidade, encorajando-os a seguir novas direções. O SUSE Cloud Application Platform, recentemente certificado, expande o ecossistema Cloud Foundry, dando ainda mais opções para as companhias", afirma Abby Kearns, diretor executivo da Cloud Foundry Foundation.
"Juntas, a Microsoft e a SUSE têm o objetivo de tornar o uso da tecnologia de container o mais simples possível, criando uma experiência aprimorada para os desenvolvedores", relata Gabe Monroy, gerente de programa de liderança para Containers da Microsoft.

"A abordagem da SUSE com o Cloud Application Platform combina a aclamada experiência de desenvolvimento em Cloud Foundry com a experiência operacional da plataforma líder do setor em gerenciamento Kubernetes. Isso fornece aos clientes do Microsoft Azure a melhor forma possível de implantar e gerenciar Cloud Foundry, com os aplicativos cloud native construídos com Kubernetes – todos executados no mesmo cluster do AKS", conclui.

Para mais informações sobre o SUSE Cloud Application Platform, acesse aqui.
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Microsoft e Canonical criam Kernel Linux customizado para o Azure

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terça-feira, 26 de setembro de 2017

As imagens do Ubuntu que rodam dentro do Microsoft Azure agora poderão rodar um Kernel especial projetado por desenvolvedores de ambas as companhias para obter recursos especiais de otimização.

Ubuntu no Microsoft Azure





O Kernel Linux personalizado é plenamente compatível com o Ubuntu 16.04 LTS, que é a versão mais utilizada dentro do Azure atualmente. O novo Kernel receberá o mesmo nível de atenção da equipe da Canonical quanto a manutenção e suporte, porém, ainda não está compatível com o "Canonical Livepatch Service".

Este Kernel especial tem a capacidade de oferecer um desempenho otimizado no Azure A8, A9, série H e NC24r, com suporte total para o "Accelerated Networking" da Microsoft, o que garante uma maior velocidade na rede por conta do acesso direto aos dispositivos PCI. O Kernel do Ubuntu para o Azure também é mais enxuto, com 18% menos de tamanho e ainda assim mantendo um suporte excelente para Hyper-V.

Este será o Kernel padrão de toda as instalações do Ubuntu no Azure de agora em diante, entretanto, ainda será possível usar o Kernel padrão, caso o usuário deseje.

Até a próxima!

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Clear Linux da Intel agora integra o Microsoft Azure também

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Mais uma distribuição Linux entra para o hall de opções que a Microsoft oferece no Azure Marketplace, trata-se do Clear Linux, da Intel.

Clear Linux no Azure




A Microsoft anunciou que mais uma distribuição Linux está disponível para os clientes da empresa no Azure, trata-se do Clear Linux, uma distribuição não tão conhecida pelo público, pertencendo a Intel.

O Clear Linux é utilizado normalmente para Enterprise, por conta disso é que talvez ele não apareça tanto na mídia comum, nós falamos recentemente sobre ele numa tentativa da Intel de melhorar os drivers de vídeo do Linux para a Steam.

Existem 3 formas diferentes de disponibilidade do Clear Linux no Azure:

– No formato Docker;

– Uma máquina virtual que pode ser usada como ponto de partida para quem quer explorar e criar um sistema com pacotes de sua escolha;

– Uma imagem voltada para machine learning com ferramentas com código aberto comumente usadas neste campo.

Para acessar a página do Marketplace do Azure onde você encontra o Clear Linux, basta clicar aqui.

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