Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo.

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador canal-diolinux-youtube. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador canal-diolinux-youtube. Mostrar todas as postagens

Cetus Play - Um dos melhores Apps para você controlar o seu Android TV Box

Nenhum comentário

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Controles remotos de Android TV Box, de forma geral, não te trazem a melhor experiência possível. É claro, existem alguns modelos que vão entregar experiências muito boas, mas os de valor mais acessível costumam ter um controle "meia boca". Para isso existe o Cetus Play, vamos conhecer ele melhor?

Cetus Play






Eu sempre converso com os leitores do blog e do canal das redes sociais e muitas vezes através do comentários surgem ótimos debates, pelo menos, sempre que possível eu dou uma passada para trocar algumas ideias com vocês.

Um dos assuntos que eu estava conversando com a galera lá do grupo do Diolinux no Facebook eram formas mais práticas para operar os TV Box.

Quando se trata de experiência e usabilidade, alguns modelos como este da Xiaomi são simplesmente "perfeitos":


No entanto, existem muitos outros que te entregam um controle genérico que nem de perto te traz essas facilidades, o que é uma pena, já que muitas vezes estes TV Boxes tem hardwares excelentes e preços baixos, especialmente nessas marcas menos populares, como este aqui:


Felizmente no mundo Android existem muitos aplicativos que podem nos ajudar a melhorar isso, até o troca do Launcher pode ser uma opção, mas pesquisando um pouco eu descobri o Cetus Play, um App que transforma o seu Smartphone em um controle remoto para o seu TV Box e é bem menos drástico do que alterar o launcher, especialmente para quem é leigo no assunto.

Entrando em contato com os Devs eu pude testar o App no modo Premium, mas no fim das contas acabei percebendo que não tem diferença alguma usar o App grátis ou o Premium. Tirando os anúncios que aparecem, a funcionalidade é exatamente a mesma.

O Cetus Play


Para você entender melhor como o App funciona eu fiz um vídeo especial, confira agora e veja só que bacana e prática a usabilidade:


Você pode baixar o App gratuitamente direto da Google Play Store, basta clicar aqui.

Para usar o Cetus Play no seu Android TV Box você precisa instalar o App tanto no seu Smartphone, quanto no TV Box, assim você terá uma melhor integração. 

Deixe ambos na mesma rede Wi-Fi para que tudo funcione corretamente e siga a instruções que eu mostrei no vídeo.

Como demonstrado no vídeo, lembre de ativar o teclado Cetus Play no seu TV Box, assim você pode usar o Smartphone para digitar e pesquisar.

Cetus Play

Dentre os vários layouts de controle disponíveis, o padrão já deve te servir sem maiores problemas, para os Apps que não são otimizados para controle, você pode usar o modo "AirMouse", que transforma o seu Smartphone em uma espécie de touchpad e exibe um cursor na tela da sua TV, assim fica fácil manipular certos Apps, como a Netflix, quando este App não for otimizado para o seu TV Box, como acontece no Mi Box, claro.

E aí, curtiu a dica? Quais os seus Apps preferidos para rodar em um Android TV Box?

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Saiba mais sobre o suporte futuro da AMD no Linux

Nenhum comentário

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

AMD e Linux são duas coisas que costumavam não se dar muito bem, pelo menos não quando o assunto era "placas de vídeo", mas com o tempo, a postura da empresa mudou de forma radical, tornando-se uma empresa que suporta vários projetos de código aberto.

Linux e AMD






Com o lançamento do Kernel Linux 4.15, nós teremos a inclusão 130 mil linhas de código provindas da AMD, essas melhorias devem melhorar a compatibilidade e performance dos produtos da empresa com o sistema do pinguim.

Para você entender um pouco melhor a relação da empresa com o mundo Linux nós entrevistamos Alfredo Heiss, representante da AMD no Brasil. Na entrevista nós conversamos sobre o suporte a driver para placas de vídeo pelo Kernel e como a empresa trabalha com projetos de código aberto.



Será que finalmente teremos um suporte equivalente ao da Nvidia no Linux? 2018 está só começando e promete muito!

Deixe a sua opinião nos comentários e até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


5 recursos interessantes do Deepin Desktop Enviroment

Nenhum comentário

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Em 2017 o Deepin chamou muito a nossa atenção pelo cuidado no design de sua interface. Como tudo que é open source, ela foi adaptada para outras distribuições Linux, como o Manjaro Deepin e o brasileiro, Big Linux, ratificando o seu sucesso.

Deepin Desktop Enviroment






O Deepin Desktop Enviroment é uma interface extremamente bela e produtiva, pelo menos essa é a minha sensação ao utilizá-la, certas configurações que em outras ambientes geralmente são mais complicadas, ou requerem mais cliques para serem feitas, no DDE são realmente simples, garantindo uma  ótima e intuitiva experiência para usuários leigos.

Eu separei 5 coisas que eu acho interessantes no DDE, confira e veja se você já as conhecia:



Quais os recursos do DDE que você mais gosta? Conte pra gente nos comentários.

Gosta do Deepin? Então leia mais sobre ele aqui.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Lançados: Linux Mint 18.3 com KDE Plasma e XFCE, faça o download!

Nenhum comentário

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Algum tempo depois do lançamento da versão final do Linux Mint 18.3 nas versões "principais", que são as Cinnamon e MATE, eis que chega para o público o Linux Mint 18.3 KDE e o Linux Mint 18.3 XFCE.

Linux Mint 18.3





Pouco menos de um mês após o lançamento das versões "principais" do Linux Mint, temos o lançamento das versões comunitárias/secundárias, que incluem as interfaces KDE Plasma e XFCE.

Linux Mint 18.3 KDE


A versão 18.3 com KDE pode ser a última versão produzida pelo time do Linux Mint com esta interface. É possível que no próxima lançamento a própria comunidade do Linux Mint tome parte desta versão do sistema, mas ainda não temos certeza.

O sistema chega com o KDE Plasma 5.8 LTS, Kernel Linux 4.10, baseado no Ubuntu 16.04.3 LTS, possuindo atualizações de segurança até 2021, então quem gosta do Mint com esta interface poderá aproveitá-lo por um bom tempo.

Para fazer o download e saber mais informações sobre essa versão, incluindo todas as novidades implementadas, confira este link.

Linux Mint 18.3 XFCE


Existem muitas novidades no Linux Mint 18.3 em si, mas em se tratando do XFCE, tivemos apenas atualizações de softwares. Para baixar essa versão do Linux Mint e saber mais sobre ele, basta acessar este link.

Esta versão do Linux Mint vem com XFCE 4.12, Kernel Linux 4.10, baseado no Ubuntu 16.04.3 LTS, assim como os demais. Esta versão recebeu aprimoramentos visuais para o tema Mint-Y.

As novidades da versão 18.3


O Linux Mint possui uma grande homogenia entre as suas versões, elas são muito parecidas e as principais novidades desenvolvidas pelo projeto geralmente vão para todas as versões do sistema.


Uma das características interessantes que o Linux Mint tem é a sua possibilidade de ser operado por usuários leigos sem a necessidade de utilizar o terminal. Para demonstrar esse funcionamento e dar algumas dicas de pós-instalação, confira este vídeo:


Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Confira a minha palestra na íntegra!

Nenhum comentário

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Em Outubro deste ano eu apresentei na Campus Party de Pato Branco-PR e na Latinoware a palestra "Dossiê dioLINUX", nela eu relevei o resultado de uma grande pesquisa feita entre usuários Linux leitores do blog nos últimos dois anos.

Dossiê dioLINUX






A ideia era mostrar alguns dados estatísticos à respeito de curiosidades e "padrões" dentro do "mundo Linux", ou pelo menos, mostrar um pouco das preferências dos nossos leitores.

Na palestra foram abordados temas como: Qual a interface gráfica mais utilizada? Qual a distribuição Linux que as pessoas mais gostam? Onde as pessoas mais usam Linux? Em casa, no trabalho? Em servidores? Dual Boot? 

Prepare as pipocas e confira, e ahh! Não esqueça de se inscrever no canal caso ainda não for inscrito, assim você pode acompanhar os próximos vídeos :)



Gostaria de agradecer aos organizadores do evento, as pessoas que participaram da palestra no dia e claro, as pessoas que participaram da pesquisa! 

Foi muito bom conhecer as pessoas que acompanham o blog e o canal pessoalmente, uma troca de experiências sem descrição, inclusive, eu até fiz um outro evento à respeito das minhas atrações favoritas na Campus Party, você pode ver clicando aqui.

Você pode deixar a sua opinião sobre a palestra e os resultados nos campos de comentários logo abaixo, até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Vale a pena comprar um Chromebook? Entenda se esses computadores servem para você

Nenhum comentário

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Os Chromebooks estão recebendo muita atenção nos últimos meses, 2017 foi um ano excelente para este tipo de equipamento, mas dado o seu perfil e funcionamento, não são todas as pessoas, especialmente no Brasil, que encontraram nesses dispositivos a melhor opção na hora de fazer compras. No entanto, a dúvida ainda permanece, vale a pena?

Chromebook vale a pena?






Sem ao menos testar um, vai ser muito complicado você ter uma real noção para saber se um Chromebook se encaixa no seu dia a dia, por isso eu produzi este material, assim você pode ao menos ter uma noção do que te espera. Eu passei uma semana utilizando um modelo da HP, dada a data de lançamento, um modelo antiquado, mas ainda perfeitamente funcional.

No vídeo eu mostro para você como funciona o Chromebook e mostro as principais opções e configurações do Chrome OS, sistema operacional que acompanha o equipamento.



Chrome OS, o sistema operacional da Google


Como você deve ter reparado, os Chromebooks não vem com o sistema operacional Windows, comum em computadores de varejo, ou mesmo distros Linux, como Ubuntu, vendido em computadores da Dell, HP, entre outros. O que você encontrar no Chromebook é o Chrome OS, um sistema operacional desenvolvido pela Google especialmente para este tipo de dispositivo. 

E você que pensava que a Google "só" tinha o Android, né?

O conceito dos Chromebooks segue a mesma linha de otimização dos MacBooks da Apple, com um sistema operacional otimizado para o hardware, que procura extrair o máximo de desempenho do equipamento. O Chrome OS é um sistema operacional baseado em Linux também, por conta disso ele tem um ótimo nível se segurança, por ser um sistema que basicamente se limita a aplicações Web, aplicativos de Android e similares, eu arriscaria a dizer que ele pode ser até um pouco mais seguro do que distribuições Linux "comuns".

Limitações de Hardware


À primeira vista pode parecer que um Chromebook não tem hardware muito potente, especialmente se comparado a outros computadores e Notebooks da atualidade, no entanto, a demanda por hardware dele é muito menor do que qualquer outro computador de mesmas proporções, tornando o computador veloz, mesmo sem os processadores mais fortes que existem e grandes quantidades de RAM.

Com um sistema extremamente otimizado, a bateria dura muito, não há muito consumo de memória e nem  de processador, permitindo um uso bem confortável em condições moderadas. Como é de se esperar, Chromebooks mais potentes terão um desempenho ainda melhor, como o Pixelbook, que carrega um Intel Core i5, com a opção de utilizar um i7.

O armazenamento interno também não é dos maiores, especialmente para os padrões atuais, mas a função desse armazenamento é para armazenar o próprio sistema operacional (Chrome OS), além de alguns arquivos locais não muito grandes.

Geralmente quando você compra um Chromebook você também ganha espaço de armazenamento grátis no Google Drive para colocar os seus arquivos. Algo como 100GB por dois anos, depois você deverá pagar por isso. O valor gira em torno de 6 reais por mês atualmente. É claro, sempre será possível utilizar um HD Externo para complementar, ou ainda outros serviços em nuvem, que também geralmente possuem planos grátis e pagos.

O perfil de usuário


Como eu mencionei no vídeo, Chromebooks não são para todos. Quem poderá produzir livremente com o Chrome OS serão as pessoas que não dependem de programas específicos que rodem apenas instalados localmente, como alguns softwares de outras distros Linux, de Windows ou macOS.

Certas tarefas ainda são complicadas de realizar com os Chromebooks, como edição de vídeo por exemplo, seja pela ausência de grandes programas para essa finalidade, seja pelos próprios processadores que eles comportam não serem os ideais para essa finalidade, no entanto, a maior parte dos usuários domésticos que usam o computador para acesso a internet pode, em tese, usar um Chromebook sem maiores impeditivos. 

É um ótimo computador para pessoas que não entendem nada de informática e usam apenas para acessar o Facebook, YouTube, Netflix, Spotify, escrever textos, ler e-mails e coisas relacionadas.

O Chrome OS praticamente não tem necessidade de manutenção, não fragmenta e raramente ficará lento (a menos que você encha o armazenamento interno ou o cache do navegador esteja com algum problema), preocupações são mínimas atualmente.

Vale mencionar que gerações mais recentes de Chromebooks possuem integração com a Google Play, a loja de Apps do Android, o que permite que você instale uma certa gama de aplicativos de Android no seu computador, nesta semana mesmo, conforme mencionado aqui no blog, a Microsoft publicou o Office para o Chrome OS.

Alguns modelos novos também tem tela sensível ao toque e são reversíveis, ou seja, você pode literalmente usá-los como Tablets, com alguns Apps Android, talvez você não sinta tanta falta de um Tablet Android propriamente dito, reservadas das limitações já conhecidas.

Apesar de você ter acesso a alguns games no Chromebook, como jogos nativos e jogos que você pode acessar apenas pelo navegador (além de alguns jogos de Android), ele ainda não é, definitivamente, uma solução para os gamers, sendo um computador especialmente interessante para trabalho, produção de conteúdo em texto, como para quem escreve blogs ou trabalha diretamente através de páginas ou algo relacionado e claro, uso doméstico de consumo de conteúdo na internet.

Uma dica muito simples para se testar se você poderia ou não viver feliz com um Chromebook é instalar o Google Chrome (o navegador) no seu computador atual e tentar utilizar somente ele para fazer de tudo, explore MUITO a Chrome Web Store, a loja de Apps do Chrome, e veja se você encontra todos os aplicativos de que precisa. A experiência não é exatamente a mesma, mas ajuda a dar uma noção. Lembre que o Chrome OS do Chromebook vai te fornecer algumas ferramentas a mais para que o seu uso seja mais tranquilo, então se não encontrar algo no Google Chrome, não tire conclusões precipitadas, pesquise e veja e se o recurso está disponível para o Chromebook.

O que você acha dos Chromebooks e do Chrome OS? Vai comprar um para você? Já utiliza?  Conte pra gente nos comentários.

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


A volta do Big Linux: Distro brasileira agora conta a interface do Deepin

Nenhum comentário

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Fico feliz em ver projetos queridos pelas pessoas voltando a ativa, ainda que, como no caso do Big Linux, eles tenham se remodelado de uma forma drástica, agradando a muitos e desagradando a outros tantos. Vamos falar sobre a volta do Big Linux para o mercado.

Big Linux 2017





O anúncio da volta do Big Linux, cheio de bom humor, surgiu nesta página pertencente ao domínio principal do sistema, nesta mesma página você pode fazer o download do novo Big, como é chamado pelos usuários. O último lançamento da distribuição Linux brasileira foi em 2012, onde ainda utilizava o KDE Plasma como desktop principal.

O principal desenvolvedor do projeto, Bruno Gonçalvez (A.K.A. Big Bruno) explicou detalhadamente os motivos do afastamento anterior do projeto, os motivos para a volta e a nova proposta com a nova base e as novas interfaces (sim, no plural), através de um post no fórum oficial da distribuição.

Você pode conferir o nosso vídeo mostrando a prévia da versão 7.10 RC do Big Linux logo abaixo; agora ele conta com o Deepin Desktop Enviroment e com o Cinnamon Desktop na mesma ISO:



Foi notável a quantidade de pessoas que sentiam falta do Big Linux e se manifestaram de forma positiva na internet quanto a volta da distro. Claro que este é só o primeiro lançamento, então podemos esperar melhorias no futuro da distro, que agora é baseada no Deepin Linux, que por sua vez baseia-se no Debian. Na verdade, o novo Big Linux Trioxin está apenas em sua versão RC (Release Candidate), o que significa que ainda faltam alguns ajustes até o lançamento final ainda não previsto.

Para conhecer as novidades, diferenciais, um pouco da história e da perspectiva passada e futura da distro eu recomendo que você leia o post do Bruno, apenas para reforçar.

O que você achou da volta do Big Linux?

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


O Xiaomi Amazfit pode ser o seu futuro Smartwatch!

Nenhum comentário

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Smartwatchs são produtos ainda controversos no mercado, o público se divide muito em relação a real vantagem de se ter um device deste tipo. Hoje você vai conhecer melhor um dos produtos da Xiaomi para este segmento, o AMAZFIT.

Xiaomi Amazfit





Antes de mais nada, eu gostaria de agradecer à loja TOMTOP por ter cedido o Smartwatch para este review, sem eles este conteúdo não seria possível.

Eu estive utilizando o AMAZFIT por cerca de uma semana e meia antes de fazer o roteiro final para a análise do produto. Conforme os dias foram passando eu consegui identificar pontos fortes e fracos que serão comentados mais à frente no texto, porém, antes de tocarmos nestes pontos, vamos a uma apresentação geral do produto.

Conheça o Xiaomi Huami AMAZFIT


Xiami HUAMI AMAZFIT


HARDWARE: Falando um pouco do relógio em si, ele certamente tem uma das melhores construções que eu já pude utilizar, tudo bem que eu não tive muitos Smartwatchs até hoje, mas já pude brincar um pouco com alguns modelos, quando você comprar um AMAZFIT você terá:

- Um relógio com corpo de cerâmica;
- Tela touch de 1,34";
- 512 MB de memória RAM;
- 4GB de armazenamento interno;
- Bateria de 280 mAh;
- Carregador acoplável USB
- BlueTooh 4.0;
- Wifi;
- Monitor cardíaco;
- Pulseira emborrachada e resistente.

Xiaomi Amazfit


Adicionado a isso, o AMAZFIT pesa apenas 55 gramas e tem um ótimo visor, que permite ângulos de visão bem abertos, permitindo que você visualize o conteúdo na tela mesmo sob uma forte luz ou em lugares escuros.

SOFTWARE: Temos aqui um diferencial também (e o maior fator de pontos positivos e negativos), ele possui um sistema operacional próprio, pelo que vi através de comentários na internet, seria um Android modificado, mas de qualquer forma, ele é diferente da experiência que você costuma ter em Smartwatchs Android, visto que você não tem acesso à Google Play Store e outros recursos comuns do Android. Por outro lado, este sistema mais enxuto dá ao AMAZFIT uma vida longa em sua bateria.

Xiaomi Amazfit Review


O sistema também carrega vários aplicativos úteis pré-instalados, especialmente para as pessoas que querem criar e regular com precisão seu exercícios físicos, além disso, é possível instalar um aplicativo no celular, onde você pode parear o seu Smartphone com o Smartwatch e ter acesso a funções extras de análise e personalização.

Antes de seguirmos para os prós e contras, fique com a review completa em vídeo:



Pontos Positivos:

Pontos positivos

A coisa que mais me impressionou no AMAZFIT foi a bateria. Na minha utilização tradicional a bateria durou exatamente uma semana em uma recarga completa, na segunda semana (a qual não mencionei no vídeo acima), a carga durou uma semana e meia praticamente, fazendo menor utilização dele. Então posso dizer que estou muito satisfeito neste quesito.

Segundo a Xiaomi, pessoas que utilizarem o AMAZFIT com maior intensidade deverão conseguir por volta de 5 dias de carga, o que é ótimo, visto que muitos Smartwatchs mal conseguem aguentar um dia inteiro.

Muito dessa conservação de bateria vem do sistema operacional ajustado especificamente para o AMAZFIT. Ele é simples, é compacto e faz o que tem que fazer. A interface é intuitiva e simples de se utilizar. Possui uma capacidade razoável de personalização, trocar as Watchfaces é algo realmente bem simples, tanto pelo Smartwatch, quanto pelo aplicativo no Smartphone.

Acompanhando o sistema operacional, temos uma grande variedade de apps de treinamento para regular os seus exercícios físicos. O medidor cardíaco possui a funcionalidade de avaliar se o seu batimento está adequado de acordo com padrões de saúde e o seu estado atual, incluindo perguntas sobre o seu humor no momento da medição para ajudar na apuração dos dados.

O brilho da tela é autoajustável, porém, você pode alterá-lo para o modo manual. O sensor de luminosidade funciona incrivelmente bem, como eu disse anteriormente, não há um momento em que você olhe para a tela não consiga ver perfeitamente as horas ou informações, como as notificações do seu Smartphone. Outra coisa bacana é que o sistema te avisa quando você deve fazer uma pausa de suas atividades e esticar um pouco as pernas por ter ficado muito tempo sentado; como eu trabalho muito nesta posição, achei o recurso muito útil.

Falando do corpo do Smartwatch, dentre os pontos positivos podemos apontar um design clean, esteticamente bem acertado, um acabamento impecável, uma tela com ângulos de visão excelentes (como já comentado) e uma pulseira bela e resistente, que também pode ser substituída por outra de seu gosto sem muitos problemas.

Pontos Negativos:

Pontos negativos do Amazfit

Todo produto tem seus contras. Para algumas pessoas os detalhes que eu vou comentar aqui nem podem ser considerados um contra necessariamente, mas vamos lá.

Apesar do sistema operacional ser muito funcional, ele peca em um detalhe para o público brasileiro, sendo completamente em inglês, tanto o App, quanto os sistema do Smartwatch em si. Ouvi falar que a comunidade brasileira da Xiaomi já criou ROMs e Apps alternativas traduzidas para o AMAZFIT, mas como tenho que avaliar o que vem dentro da caixa, é isso que temos. Fora que nem todo usuário final vai se dar ao trabalho de fazer isso, isso se tiver conhecimento e paciência para tal.

Outro ponto que recai sobre o sistema operacional é ele não ser Android, ou melhor, ser, mas não ser um "Android tradicional". Sem a Google Play Store você não consegue adicionar aplicativos para que você possa estender as funções que o relógio tem, limitando você ao que ele te entrega out of the box. Mais uma vez, a comunidade brasileira da Xiaomi já deu um jeito de mostrar como você pode instalar APKs nele (os pacotes de Apps do Android), aparentemente usando o ADB, um recurso comum entre os desenvolvedores, mas mais uma vez, é algo que foge da alçada do usuário comum, logo, um contra sob o meu ponto de vista.

O sistema operacional é mesmo o meu maior alvo de críticas aqui, sobre o aparelho, não tenho realmente nada a acrescentar nos contras, talvez 1 GB de RAM não fosse má ideia, mas como você (teoricamente) não vai instalar Apps, isso se torna desnecessário. Entre as coisas que você não conseguirá fazer nele nativamente sem dar aquela "hackeada" básica estão:

- Impossibilidade de interagir com as notificações, você pode apenas pré-visualizar as mensagens;
- Sem a possibilidade de adicionar novos Apps nativamente, você não terá coisas como um calendário completo, um aplicativo para controlar a ingestão de água (ainda que com criatividade você possa contornar isso sem problemas, usando um App no Smartphone ou programando o despertador que vem no AMAZFIT);
- Sem lanterna;
- Impossibilidade de controlar as músicas do Smartphone por ele.

Nesta última cabe uma ressalva. A ideia é que você coloque as músicas dentro do armazenamento interno dele e use fones de ouvido Bluetooth, assim você pode sair para dar a sua caminha sem levar o celular, certo? Certo. No entanto eu ainda acharia útil poder parear ele com o Smartphone e controlar as músicas nele, visto que não tenho acesso ao Spotify pelo Smartwatch ou ainda, controlar o som de casa via Bluetooth também, isso seria muito legal, mas ele não permite. 

O armazenamento interno, que tem 4GB é parcialmente preenchido com o sistema operacional, sobrando cerca de 2,56GB disponíveis para você colocar músicas, o que deve ser o suficiente para colocar mais de 150 músicas de alta qualidade.

Conclusão


Especialmente na parte dos "contras", eu observo que os pontos que eu apontei variam muito de acordo com o que cada consumidor espera de um Smartwatch, ou do AMAZFIT, mais especificamente. Então fique à vontade para colocar o seu ponto de vista nos comentários, OK?

No mais, é um ótimo Smartwatch. Eu que nunca fui um grande adepto desse tipo de tecnologia não tirei mais ele do pulso e estou gostando bastante, aprendi a lidar com as limitações que ele me oferece também e agora já estou habituado.

Você pode conferir o preço atual dele (com desconto especial) diretamente no site da TOMTOP, muito obrigado e até a próxima! :)
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Conheça a nova "Central de Aplicativos" do Manjaro Linux/Antergos/Arch

Nenhum comentário

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Recentemente o gerenciador de pacotes do Arch e seus derivados, PAMAC, recebeu um pequena, porém importante, atualização e acrescentou um visual mais intuitivo e fácil de se utilizar.

Manjaro Linux novo PAMAC





A nova mudança vai tornar o Manjaro, Antergos (e relacionados) muito mais simples para usuários domésticos, com simples botões para instalar e remover os programas, sem necessidade alguma da utilização do terminal. Nós produzimos um vídeo para mostrar te como funciona o novo PAMAC, confira:



O que você achou da atualização?
Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


T-UI - Uma forma simples de dar comandos no Terminal do Android

Nenhum comentário

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A maior parte dos usuários de Android nem sequer se questiona sobre a possibilidade de dar comandos de texto para o sistema do Smartphone, mas quem gosta de tecnologia sabe muito bem que o Android é um sistema operacional como qualquer outro e baseado no Linux como é, certamente existe uma forma de operá-lo desta forma.

Usando o terminal Linux no Android




Eu gosto muito de testar coisas que mudam a forma com que interagimos com a tecnologia, acho que gostar de Linux é um reflexo disso de certa forma, e por isso estou sempre disposto um App interessante.

Há algum tempo atrás um dos inscritos do canal comentou sobre este aplicativo chamado "T-UI", ou "Terminal User Interface", que nada mais é do que um launcher para o seu Android que modifica a forma principal de interação com o aparelho. 

Nada de ícones!


Launcher T-UI Android

Ao contrário dos launchers tradicionais que costumam mudar o tema da home do seu Android e até acrescentar algumas funcionalidades e atalhos, o que o T-UI faz é completamente diferente, ele deixa apenas um terminal aberto na sua tela onde você pode digitar comandos.

Como fazer absolutamente tudo via linha de comando pode ser problemático, o T-UI também possui vários comandos de reconhecimento interno que facilitam na hora de você chamar aplicações instaladas no sistema ou na hora de habilitar e desabilitar recursos, como o Wi-Fi.

Confira o vídeo abaixo eu demonstrei como ele funciona:


Este tipo de coisa não é pra todo mundo com toda a certeza, mas tem uma "funcionalidade" para o T-UI que não está descrita em nenhum lugar: Quando você quiser evitar que aquela pessoa chata mecha no seu Smartphone, basta emprestar ou mostrar o aparelho para ela com a T-UI, pode ter certeza que vai enganar a maior parte dos seus amigos, pode fazer um teste!
Baixe o T-UI na Google Play
Se você ainda não conhece o nosso canal do YouTube passa lá para conferir, tem muita coisa bacana rolando sempre e temos no mínimo 4 vídeos toda semana.

Se o T-UI não for "Linux o bastante" para você, outro App bacana para você testar com uma proposta mais parecida com um emulador de terminal Linux (Bash ou ZSH) é o Termux, que vale apena conferir também.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Minhas 7 extensões favoritas para o GNOME Shell

Nenhum comentário

segunda-feira, 17 de julho de 2017

É como diz o ditado: "GNOME sem extensões é igual a Branca de Neve sem os 7 anões", simplesmente não é a mesma coisa. Brincadeiras à parte, de fato as extensões do GNOME são praticamente essenciais para melhorar a produtividade da interface, é claro que a necessidade de uma ou outra extensão vai variar de acordo com o seu gosto pessoal e principalmente, vai variar de acordo com a forma com que você gosta de interagir com a interface. Hoje eu vou te mostrar as minhas 7 extensões preferidas.

Top 7 GNOME Shell Extensions




Você pode entender as extensões do GNOME Shell da mesma forma que você entende as extensões do seu navegador. Elas servem para estender as funções nativas do ambiente gráfico, mudar o seu comportamento, adicionar recursos e até remover em alguns casos.

As extensões do GNOME não são exclusivas de uma distribuição Linux em específico, elas funcionam em todas as que usam a interface, então essas dicas vão servir para você, independente do sistema.

Confira também:



* Vale a pena conferir os dois vídeos, assim você vai aprender muito mais sobre a customização do GNOME.

Como adicionar extensões no GNOME Shell


O projeto GNOME possui um site: extensions.gnome.orgonde você pode baixar todas as extensões para o seu sistema. Para instalar uma extensão à partir do site, basta deslizar o interruptor de ON/OFF que existe em cada uma delas e aceitar a instalação.

Instalando extensões no GNOME

Depois de instaladas as extensões, você pode manusear elas através de uma aplicação chamada "GNOME Tweak Tool", que serve para muitas outras coisas também quando o assunto é "customização do GNOME Shell".

Normalmente as distros trazem essa ferramenta já instalada por padrão, em português a ferramenta recebe o nome de "Ferramenta de ajustes", porém, caso não esteja instalado, você encontra ela facilmente na central de aplicativos, o GNOME Software.

Gnome Tweak Tool

Uma vez instalado você encontra o "GNOME Tweak Tool" no menu do sistema, dentro dela há uma sessão onde você pode ativar, desativar e remover extensões.

Agora vamos a lista com as minhas 7 extensões favoritas!


Eu preparei um vídeo bacana para você conhecer as extensões que eu mais gosto, cada uma tem suas particularidades e funcionalidades, confira e não esqueça de conhecer o canal, caso ainda não conheça, o botão de se inscrever está logo abaixo:



Dica: Para acessar o site e baixar a extensão para o seu GNOME Shell basta clicar no nome delas.


Essa extensão cria um pequeno ícone da barra superior do GNOME Shell que te permite acessar de forma mais rápida  pastas específicas do sistema, o que garante uma maior produtividade no seu dia a dia, evitando a necessidade de abrir o Nautilus (gestor de arquivos) para isso.

Places Status Indicator




Acho esta essencial. Eu simplesmente não consigo usar uma área de notificações ou tray escondida da forma padrão do GNOME. Essa extensão coloca a área de notificações e indicadores no local tradicional.

Topicons Plus




A barra de favoritos do GNOME, também conhecida como Dash, não é nada mais do que contraprodutiva em sua forma original, eu preciso de uma dock mais funcional, que esteja ali mesmo quando eu não quero ver as atividades. Esta é uma das extensões mais baixadas e melhor avaliadas do site de extensões do GNOME, então acredito que muitos compartilham da minha opinião.

Dash to Dock Gnome Shell



Esta é uma extensão realmente simples, ela coloca um ícone de lixeira na barra superior do GNOME Shell, facilitando o acesso a exclusão e recuperação de arquivos.

GNOME Trash



Essa talvez não seja para todo mundo, mas todos que precisam lidar com mais de uma saída ou entrada de áudio acabam tendo um certo trabalho no GNOME, sem essa extensão você precisa ir até o app de configuração e  mudar as entradas por lá, com a extensão fica bem mais prático.

Sound Device Chooser Gnome



Essa é outra herança do Unity do meu GNOME, com esta extensão você consegue abrir os dispositivos removíveis de forma muito acessível sem precisar ir até o gerenciador de arquivos.

Removable Drive Menu


A extensão Pixel Saver é extremamente útil para quem tem uma tela pequena, eu por exemplo acho essencial para usar no meu Lenovo Yoga de 12 polegadas, em telas assim, qualquer pixel a mais é uma grande vantagem. O Pixel Saver elimina a barra de título das janelas no GNOME Shell em algumas aplicações onde ela é desnecessária, como no Firefox.

Pixel Saver
Repare na quantidade de espaço vertical que ganhamos


------
Estas são as extensões para o GNOME Shell que eu mais gosto, mas o artigo não acaba por aqui, agora é a sua vez! Deixe nos comentários a sua opinião sobre a minha lista e acrescente as que você mais gosta e não fazem parte dela, até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Fedora 26 - Conheça as principais novidades da versão e veja como baixar

Nenhum comentário

domingo, 16 de julho de 2017

Os desenvolvedores do Fedora anunciaram nesta semana a disponibilidade da mais nova versão do sistema operacional que continua mantendo seu foco em Workstation e trazendo um conjunto de softwares muito atualizado, ainda que a distro não seja Rolling Release, é uma das melhores opções para quem gosta do GNOME Shell, sem dúvida, mas existem outras versões do Fedora interessantes também que você deve conhecer.

Fedora 26




O novo Fedora 26 foi lançado com atualizações de pacotes e correções de bugs, visualmente, como era de se esperar, você não deve encontrar mudanças drásticas, já que a distro não costuma personalizar muito as interfaces que a acompanham. Sim, interfaceS no plural, pois apesar do GNOME Shell ser a principal delas, o Fedora também possui diversas Spins com interfaces diferentes.

Você pode ler as notas de lançamento para conhecer todos os detalhes da versão 26 do Fedora neste endereço.

Confira também o nosso vídeo de apresentação da versão 26:



Um pouco sobre o Fedora


Red Hat Linux

O Fedora é uma distro comunitária, porém, de forma parecida com o que acontece com o openSUSE, temos uma empresa que patrocina o desenvolvimento, neste caso a poderosa Red Hat. Na verdade, o Fedora serve como um "campo de testes" para o desenvolvimento do Red Hat Enterprise Linux, uma das principais distribuições Linux do mundo corporativo.

É curioso pensar no Fedora como um derivado do Red Hat, pois atualmente é quase o caminho contrário, o Red Hat vem dos pacotes primeiramente testados no Fedora, claro, com suas devidas particularidades e exceções, mas sem dúvida é uma relação saudável.

No seu Desktop


O foco principal do Fedora nos últimos anos tem sido o chamado "Worsktation", ou seja, é voltado para desenvolvimento de todos os tipos. Isso não quer dizer que você não possa usar o sistema no Desktop, claro, mas digamos que este não seja o foco.

Por conta disso você não vai encontrar certos "facilitadores" diretamente no sistema, como gestores de drivers e coisas do tipo, mas é claro que essa não é a única forma de você instalar componentes no Fedora.

Entre as principais ferramentas com elas funcionalidade, podemos destacar 3:

- Fedy



Com estes utilitários vai ficar fácil habilitar o repositório RPMFusion, o que permite que você instale vários componentes que não são necessariamente software livre, como drivers, codecs e muitos outros programas que não estão no repositório padrão do Fedora.

Fedora 26

Não esqueça de observar a Central de Aplicativos que acompanha a distro, especialmente na versão GNOME e KDE Plasma, por elas você poderá instalar vários outros aplicativos famosos sem precisar ter noções avançadas sobre o sistema, tudo clicando e instalando.

Ao buscar por softwares na internet para o seu Fedora, observe os que estão disponíveis no formato .rpm, eles não são tecnicamente exatamente como os .debs para Ubuntu/Mint/Debian, mas funcionam de forma muito parecida, bastando instalar dando dois cliques. Esta nova versão do Fedora também inclui suporte nativo aos pacotes Flatpak e você ainda pode habilitar os Snaps.

Outro detalhe importante é que o Fedora (com GNOME pelo menos), utiliza o servidor gráfico Wayland por padrão ao invés do X.org. Isso pode, infelizmente, causar alguns problemas para placas de vídeos que necessitem de drivers proprietários e até mesmo alguns games da Steam, felizmente você pode alterar isso diretamente da tela de login.

O projeto Fedora é mais amplo do que parece


O projeto Fedora possui páginas especiais que te oferecem versões com interfaces diferentes do GNOME, como comentei no início do texto, o Fedora possui as chamadas "Spins".

O Fedora Spins mostra justamente versões do Fedora com outras interfaces por padrão, então se você gosta do KDE Plasma, do XFCE, do Cinnamon ou qualquer outro, você não vai ficar na mão. Outra página interessante é o Fedora Labs, que são ISOs diferentes do sistema destinadas a finalidades específicas, como astronomia, design e até mesmo jogos, cada uma com uma seleção de softwares específicas para cada finalidade.

Além destas versões, ainda temos o Fedora Cloud e o Fedora para arquitetura ARM, com imagens completas ou mínimas, onde você pode instalar cada pacote manualmente, assim como faz com um Debian Netinstall, por exemplo.

Baixe a versão nova ou atualize do Fedora 25


Você pode fazer a atualização de duas (na verdade três) formas. Baixando os sistema do site oficial e formatando o seu computador é uma delas, a mais simples e direta, é o mais recomendado para atualizar de uma versão para outras para evitar qualquer problema no processo. Vale a pena mencionar que você deve ter backup das suas coisas, independente do método.

Se você já tem a versão 25 do Fedora, é possível fazer o Upgrade em modo gráfico ou através de linha de comando. Utilizando a interface GNOME você pode acessar o GNOME Software e buscar por atualizações, você deverá ver uma imagem como esta abaixo, bastando confirmar a atualização:

Atualizando a versão 25 para 26 do Fedora
Imagem: Fedora Magazine

Se você usar outra interface ou preferir fazer pela linha de comando, basta rodar estes comandos de forma sequencial:

sudo dnf upgrade --refresh
sudo dnf install dnf-plugin-system-upgrade
sudo dnf system-upgrade download --releasever=26
sudo dnf system-upgrade reboot
Tome cuidado com possíveis pacotes quebrados e dependências insatisfeitas, caso o terceiro comando mostre algo neste sentido, veja o que você pode fazer para corrigir antes de continuar, ou opte pela instalação limpa.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo