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Canonical lança pesquisa para saber o que você quer ver no Ubuntu 20.04 LTS

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Estamos há 4 meses do lançamento da próxima LTS do Ubuntu, e muita expectativa é criada em torno dessa versão, pois pelo “andar da carruagem”, vem para ser um grande marco nessa distro Linux.


Canonical lança pesquisa para saber o que você quer ver no Ubuntu 20.04 LTS





Em um anúncio feito no blog oficial do Ubuntu, o gerente de produtos para robótica Rhys Davies, fez um post pedindo o feedback da comunidade do Ubuntu, para saber o que eles podem melhorar, incluir, o que você pensa do sistema, as suas frustrações e também o que faria você a usar o Ubuntu caso não use. Em um trecho do anúncio, uma frase me chamou a atenção, que foi:

“Durante todo o processo de desenvolvimento, as nossas equipes estão presentes nos mais variados fóruns e tópicos, ouvindo seus comentários para ajudar a informar nossa tomada de decisão. Nossos próprios engenheiros são incrivelmente apaixonados pelo Linux e pela comunidade Ubuntu em geral, e nosso processo de tomada de decisão sempre gira em torno desse fato.”

Outra parte foi:

“Antes do nosso último lançamento da LTS, enviamos uma “call to action” para os desenvolvedores, para que nos dissessem como podemos melhorar o Ubuntu. Hoje, gostaríamos de pedir à nossa comunidade mais ampla comentários semelhantes. Com nosso próximo lançamento no horizonte, ainda há tempo para influenciar a imagem final e o futuro roadmap do Ubuntu.”

Isso, para mim, mostra uma mudança de postura da Canonical em relação a qual público ela quer atingir, pois durante a gestão do Will Cooke, me dava a impressão de que o Ubuntu só estava se “focando” para o público dev e sysadmins, e que o usuário doméstico estava meio “de escanteio”. Mas parece que na gestão do Martin Wimpress isso tende a ser diferente, assim eu espero.

Se você quiser contribuir com a pesquisa, pode acessá-la através deste link.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Ubuntu Touch cada vez mais compatível e funcional, confira as novidades

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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Segundo o que foi relatado pela equipe do Ubuntu Touch na sua última sessão de perguntas e respostas, o sistema recebeu várias melhorias, entre elas, a compatibilização com mais dois modelos de smartphones, e também foi instalado e rodou com sucesso em um Raspberry Pi 3.

ubuntu-touch

Semanalmente a equipe da UBports, organização responsável pelo desenvolvimento do Ubuntu Touch, faz uma live stream de perguntas e respostas no Youtube, na qual é feita a divulgação do progresso do desenvolvimento do projeto. Nessa live stream, além de responder questionamentos de pessoas de várias partes do mundo, a equipe também relata quais foram as novidades implementadas nos últimos dias.

Na última vez que o evento foi realizado, a equipe relatou mais dois modelos de smartphones que entraram para a lista dos dispositivos oficialmente compatíveis com o Ubuntu Touch, sendo eles o “Pine Phone” e o “Volla Phone”, da PINE64. Além disso, a equipe fez uma demonstração ao vivo do sistema rodando em um Raspberry Pi 3, utilizando a tela LCD de 7” oficial do projeto Raspberry Pi.

Os dispositivos Raspberry Pi estão amadurecendo de forma bastante rápida como plataformas de desenvolvimento, e tornarão o desenvolvimento de aplicações para o Ubuntu Touch mais acessível, para uma base muito maior. Isso faz uma grande diferença, pois pela primeira vez, poderemos criar uma verdadeira plataforma de desenvolvimento para o Ubuntu Touch.” disse a UBports.

Os membros da UBports também relataram que as próximas atualizações também trarão uma melhor compatibilidade com headsets bluetooth, e informaram que o servidor gráfico “Mir”, desenvolvido pela Canonical (empresa responsável pelo desenvolvimento do Ubuntu), poderá agora rodar sobre o Wayland, através do “Wayland protocol”.

Respondendo questionamentos dos inscritos, a equipe disse que por enquanto não existem planos para portar a base do Ubuntu Touch para a próxima LTS do Ubuntu, a versão 20.04, que será lançada em abril de 2020. Considerando a velocidade com que as coisas acontecem no mundo da tecnologia, cinco meses, que é o tempo que falta para o Ubuntu 20.04 ser lançado, é bastante tempo, por enquanto não há necessidade de fazer um upgrade na versão base do Ubuntu Touch. Existem coisas mais urgentes para serem implementadas e corrigidas.

A seguir você confere na íntegra (em inglês) o registro da live stream na qual as novidades foram anunciadas.


A próxima sessão de perguntas e respostas deverá ser realizada pela equipe da UBports no seu canal no YouTube, no próximo sábado (30), às 16:00 horas (horário de Brasília).

Ao ver as novidades semanais anunciadas pela equipe da UBports, fico cada vez mais ansioso para testar o sistema. E com certeza é o que farei, assim que tiver um smartphone sobressalente para instalar o Ubuntu Touch. Além de quê, também temos o Plasma Mobile, que conforme relatamos neste artigo, também está em constante desenvolvimento, e melhor a cada dia.

Ainda não acredito que, tanto o Ubuntu Touch quanto o Plasma Mobile possam se tornar sistemas “mainstream”, e “abocanhar” uma boa fatia do mercado. Mas tenho certeza que poderão ser alternativas viáveis para o Android e iOS, para muitas pessoas, em um prazo curto ou médio. 

O quê você pensa sobre a cena dos sistemas operacionais mobile? Acredita que o Ubuntu Touch, ou até mesmo o Plasma Mobile tem chance de se tornarem boas alternativas? Você pretende testá-los? Conte mais nos comentários! 😁

Confira também o artigo anterior, e bem recente sobre o Ubuntu Touch.

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Canonical promete oferecer suporte pleno do Ubuntu em todos os Raspberry Pi

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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Canonical recentemente informou que os novos modelos das placas Raspberry Pi seriam compatíveis com seu sistema, contudo, um bug da versão do kernel Linux que o Ubuntu 19.10 traz embarcado vem ocasionando problemas e bloqueando o uso das portas USB.

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Os Raspberrys Pi estão populares a cada ano, pois oferecem praticidade e custo benefício para elaborar os mais diversos projetos. Diversas distribuições Linux são utilizadas nestes equipamentos, como o Debian (Raspbian), que sempre está no topo da lista. A Canonical também oferece imagens arm64 do Ubuntu destinadas a donos destes equipamentos.

Temos um vídeo ensinando como instalar sistemas voltados ao Raspberry Pi.


O bug causado pelo kernel Linux 5.3 no Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, pode ser contornado temporariamente, enquanto não sai uma correção oficial. Lembrando que até o momento os novos modelos Raspberry Pi 4 SBC com 4 GB de RAM foram impedidos de acessar as portas USB por conta desse bug.

Caso seja dono de um modelo mais recente e venha sofrendo com o bug, a forma atual para contorná-lo é editando o arquivo “boot/firmware/usercfg.txt” e limitar a RAM para 3 GB. Basta adicionar a linha “ total_mem=3072 ” (sem aspas, obviamente), ao arquivo anteriormente mencionado.

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A dona do Ubuntu também pretende disponibilizar o Ubuntu Server e Ubuntu Core para todos os Raspberry Pi no mercado, incluindo os modelos anteriores, sendo enfim suportados oficialmente nestes equipamentos. A Canonical entende que a plataforma Raspberry Pi vem ganhando mais espaço em meio as mentes inovadoras, criando e desenvolvendo soluções a partir do mesmo. Sendo assim, é natural a disponibilidade das demais versões do Ubuntu para o Raspberry Pi.

“O Raspberry Pi se estabeleceu como a plataforma mais acessível para inovadores no espaço incorporado.. A Canonical se dedica a capacitar inovações com software de código aberto. Consequentemente, a Canonical se esforça para oferecer suporte oficial completo a todas as placas da família Raspberry Pi. Assim, a Canonical disponibilizará o Ubuntu Server e o Ubuntu Core para todas as placas Pi “, diz Galem KAYO, gerente de produtos para o Ubuntu Core.

Muita coisa pode ser criada com esses “pequenos monstrinhos”, aliás você pode conferir logo abaixo um servidor que cabe, literalmente, no bolso.


O Ubuntu pretende ser popular, não somente em meio aos equipamentos “convencionais”, mas também em outras arquiteturas (arm64), como a do Raspberry Pi. Para essa empreitada, seu sistema deverá ser o mais funcional e otimizado possível e para isso a empresa conta com o feedback da comunidade.

Para mais detalhes, acesse a publicação oficial em seu site.

Particularmente gosto bastante do Raspberry e do Arduino, e toda vez que ouço ou falo sobre o assunto, lembro de um professor meu de hardware que tinha o desejo de criar uma casa automatizada com o auxílio deles. Toda aula ele comentava sobre o “Arduino”, curiosamente seu sobrenome era “Arduim”… Então trocávamos (meus colegas e eu), carinhosamente, o sobrenome dele por Arduino (😋️😁️😅️).

Diga nos comentários se possui algum equipamento destes e quais projetos já fez ou pretende fazer.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Ubuntu, Softpedia.


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GNOME 3.36 “Gresik” entra em fase de desenvolvimento

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

O GNOME 3.34 veio com muitas melhorias de desempenho, e quanto ao GNOME 3.36, o que podemos esperar para próximo lançamento?

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Durante muito tempo o GNOME vem passando por uma situação nada agradável, entregar um ambiente gráfico que não performa satisfatoriamente na maioria dos hardwares. Não é incomum, pessoas afirmarem coisas relacionadas ao GNOME Shell, e muitas exageradas, contudo nos últimos lançamentos houve uma melhora considerável. A versão 3.28 é notavelmente inferior à 3.32, com a atual 3.34 não é diferente. Após um trabalho e esforço empenhado em solucionar leeks de memórias, bugs com as animações do shell, performance e gerenciamento do sistema o ambiente gráfico entregue pela GNOME Foundation vem se aperfeiçoando. Não apenas os desenvolvedores do GNOME merecem ser parabenizados pelas mudanças, a Canonical também empregou bastante tempo com tais implementações e correções de desempenho.

Podemos notar justamente essa evolução no Ubuntu 19.10, que conta com a versão 3.34 do shell e ganha de lavada do Ubuntu 18.04, quando o assunto é performance do GNOME Shell. 


O GNOME 3.36 será o próximo grande lançamento do ecossistema GNOME, ele substituirá a atual versão 3.34 e é esperado que o Ubuntu 20.04 LTS venha com ele embarcado. O codinome já foi revelado e remete a cidade sede da conferência GNOME Asia Summit 2019. Apelidado de “Gresik”, cidade localizada na Indonésia, seu ciclo de desenvolvimento passou por um atraso, sendo anunciado apenas semana passada. Isso, devido a atrasos com algumas instabilidades em sua versão intermediária GNOME 3.35.1, que já está disponível para downloads por entusiastas deste ambiente desktop. O GNOME 3.35.2 tem lançamento programado para 23 de novembro e o 3.35.3 para o início de janeiro.

Em um de nossos Diolinux Friday Show, Georges Stavracas desenvolvedor do GNOME, informou que novidades grandiosas estão a caminho do GNOME 3.36, entretanto ainda não estava autorizado a nos informar. Considerando o cronograma dos desenvolvedores da Canonical em relação ao GNOME no Ubuntu 20.04 e 20.10, podemos ter um vislumbre. Live essa que discutimos sobre a reivindicação de possível quebra de patentes em um dos softwares do GNOME.

Daniel Van Vugt, descreveu no blog do Ubuntu diversos planos para os próximos lançamentos do sistema, e focou exclusivamente no GNOME. Ele demonstrou humildemente os erros e acertos no desenvolvimento do shell, e enfatizou as metas futuras. Inclusive, é planejado ao Ubuntu 20.04 LTS ter alto desempenho com o GNOME em máquinas relativamente modernas, e em sua próxima versão, 20.10, o objetivo serão as máquinas mais antigas. No entanto, não entenda máquina antiga como algo defasado. Estamos falando de computadores da atualidade, não pense que o GNOME será performático comparado ao LXQT/XFCE em um hardware limitado com um processador muito antigo e pouquíssima RAM. Perceba que para os padrões atuais, uma máquina com 4GB de RAM, processador quad-core (podendo ser dois núcleos físicos e dois lógicos) são considerados computadores fracos. 

Recomendo a leitura do vasto e detalhado material disponibilizado no blog do Ubuntu, assim você poderá ter um aspecto geral do GNOME em suas últimas versões não tão lapidadas e o futuro que o aguarda.

O lançamento do GNOME 3.36 está previsto para o dia 11 de março de 2020.

Já testou alguma distro com o GNOME 3.34? A melhoria na performance foi perceptível aqui até via Virtual Box. Fiquei surpreso com o Fedora 31 e Ubuntu 19.10.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Softpedia, Ubuntu.


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O que fazer depois de instalar o Ubuntu 19.10

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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O Ubuntu 19.10 está sendo elogiado pela maioria dos usuários, com uma versão atualizada do GNOME o sistema vem demonstrando maior performance ao realizar as tarefas. Aprenda quais passos tomar após instalar o Ubuntu 19.10.

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Aguardado por muitos, essa é a última versão até o próximo lançamento de longo suporte, o Ubuntu 20.04 LTS. Caso tenha alguma dúvida com seu pós-instalação, iremos demonstrar quais ações devem ser tomadas com o novo Ubuntu.

Atualizando do Ubuntu 19.04 para o 19.10, sem reinstalar o sistema


Está usando o Ubuntu 19.04 e quer migrar para o 19.10? Talvez uma boa alternativa é atualizar o sistema, sem precisar baixar uma ISO, e fazer todo o trabalho de criar um pendrive bootável ou “queimar” um dvd. 

Antes de tudo, backup é a “nova lei” (😁️😁️😁️). Brincadeiras à parte, faça o backup de seus arquivos, para evitar problemas. Então, abra o programa “Softwares e Atualizações” e execute uma verificação por atualização, caso exista a ferramenta lhe informará.

Outra maneira é via terminal:

sudo do-release-upgrade -c

Configurações iniciais


Ao iniciar o sistema pela primeira vez, aparecerá a tela de “Bem-vindo”, basta ir completando os passos desejados e ignorando outros. Cada escolha é bem particular, como: Conectar ou não às suas contas on-line, ceder dados a equipe do Ubuntu para construir um sistema melhor (apenas informações simples de seu hardware e coisas do tipo, nenhum dado pessoal), habilitar ou não o serviço de localização, e até instalar alguns Snaps antes mesmo de usar o sistema pela primeira vez.

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Escolha o melhor servidor e habilite os parceiros da Canonical


Para tornar as atualizações e instalações mais rápidas, podemos escolher algum servidor que esteja mais próximo de nossa localização. Pesquise por: “Programas e atualizações”, selecione a aba “Aplicativos Ubuntu”, clique em “Baixar de: Outro…” e na nova janela em “Selecionar o Melhor Servidor”. Um teste será iniciado testando os espelhos mais próximos e você pode escolher o melhor clicando em “Escolher Servidor”.

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Finalize clicando em “Fechar” e caso o sistema solicite para “Recarregar” proceda desta maneira.

Na segunda aba do programa, existe a opção de habilitar “Parceiros da Canonical”, este repositório é composto de alguns softwares proprietários e seus extras. Marque ela e faça como anteriormente, para finalizar a ação.

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Atualize o sistema


Esse passo sempre é importante, antes de tudo ele deve ser o principal a ser feito. Pesquise por “Atualizador de programas” e se houverem atualizações, basta clicar em “Instalar agora”.

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Complete a instalação dos pacotes de idioma


Mesmo instalando o sistema em “portuguê brasil”, ainda é necessário instalar completamente o suporte ao idioma. Uma tarefa bem simples, abra o app “Configurações”, vá até à sessão “Região & idioma” e clique em “Gerir Idiomas Instalados”. O Ubuntu verificará se todos os pacotes já estão instalados, caso não, ele informará.

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Instale codecs multimídia


Abra a “Software Ubuntu”, sua loja de programas, clique na categoria “Complementos” e depois em “Codecs”. Instale quais deseja.

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Instale o Synaptic


A loja do Ubuntu pode ser bem interessante quando o assunto são pacotes Snaps e Flatpaks, entretanto ela tem uma deficiência que pode limitar sua experiência de uso. Mesmo sendo versátil em alguns casos em outros ela deixa a desejar, estou falando especificamente em sua limitação em não oferecer softwares sem ícones. No caso, pacotes, como libs, programas para linha de comando entre outros.

Nesse quesito um software que pode auxiliar, e muito, é o gerenciador de pacotes Synaptic. Com ele será possível fazer vários procedimentos sem a necessariamente do terminal, demonstrando que é possível sim usar Ubuntu sem obrigatoriamente fazer tudo via terminal.

Pesquise na loja do Ubuntu por: “Synaptic” e instale o software. Por exemplo, irei instalar o pacote de codecs “ubuntu-restricted-extras” via Synaptic. Não precisa nem se preocupar com quais codecs, este pacote instala os essenciais.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia-synaptic

Não sabe como usar o Synaptic, assista o vídeo abaixo e domine essa ferramenta.


Instale o OpenJDK, caso utilize aplicações em Java


Você pode instalar o OpenJDK em seu sistema, basta pesquisar pela versão desejada. Suponhamos que queira a versão 13, instale o pacote “openjdk-13-jdk”. Se preferir, instale apenas a máquina de execução “openjdk-13-jre”. Fica ao seu desejo. Outro pacote existente é a versão “padrão” do OpenJDK no Ubuntu. Essa se chama “default-jdk”.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia-synaptic-java-openjdk

Instale os drivers Intel


Para quem possui um processador Intel de 3ª à 8ª geração, pode ser interessante proceder da seguinte maneira: abra a loja do Ubuntu, vá em “Complementos” e na aba “Drivers de hardware” selecione “Beignet” e instale esse driver.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia-synaptic-driver-processador-intel

Instale o driver de vídeo para sua placa de vídeo


Caso possua uma GPU dedicada da AMD, nenhum procedimento é necessário (o driver aberto já vem no próprio Kernel). Isso no caso dos modelos mais recentes, se estiver em dúvida, acesse nossa postagem e veja como instalar o driver correto para sua placa de vídeo AMD. Inclusive até mesmo a versão do Mesa Driver contida no Ubuntu 19.10 é superior à versão estável do PPA do Padoka.

Donos de GPU’s NVIDIA podem pesquisar diretamente no sistema por: “Drivers Adicionais” e instalar o driver para sua placa de vídeo. Lembrando que a adição do PPA da NVIDIA não é mais obrigatória. Você pode acessar nossa matéria demonstrando e explicando um pouco mais sobre os Drivers proprietários NVIDIA no Ubuntu.

Habilite o suporte ao Flatpak e adicione o repositório Flathub


Infelizmente o Ubuntu não vem configurado por padrão com o suporte ao Flatpak, apenas Snap. Contudo, a tarefa é muito simples e rápida. Acesse essa postagem para configurar seu sistema, e comece a usar Flatpaks no Ubuntu. Depois pesquise na loja por apps neste formato.

Instale programas em Snap


Por default o Snap já vem configurado, então basta acessar a loja e instalar apps neste formato. O Spotify é um que sempre utilizo, ouvir músicas enquanto trabalho acaba aguçando minha criatividade (isso ao criar alguma arte ou coisa do gênero).

Baixe e instale programas em DEB


Particularmente utilizo vários programas, em diferentes formatos de empacotamento. Sendo que pacotes DEB estão presentes em meu pós-instalação. Esse ponto é bem particular e cabe a você escolher quais apps baixar. O 4K Vídeo Downloader e Google Chrome “”são de lei”. Para baixar o Navegador Google Chrome, por exemplo, acesse seu site oficial e baixe a opção em DEB.

Finalizado o download, abra com dois cliques ou com o botão direito do mouse e depois “Abrir com Instalação de programa”. Daí basta instalar como qualquer outro programa via loja do Ubuntu.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia-synaptic

Esse procedimento é semelhante com todos os demais pacotes neste formato.

Preparando o sistema para jogos


Você pode configurar seu sistema para inúmeros tipos de uso, caso queira jogar em seu Ubuntu, criamos um post demonstrando todo o preparo. Algumas partes podem estar obsoletas, como a indicação de um PPA para quem usa Mesa Driver ou PPA NVIDIA. Não aplique essas partes, dê preferencia as demonstradas nesse pós-instalação. As demais, aplique e deixe seu Ubuntu pronto para a jogatina.

Customizando o sistema


Esse passo é muito pessoal, você pode substituir wallpapers, mudar a posição da dock, retirar a função de suspensão de tela por inatividade, entre outras. Acesse o programa “Configurações” e personalize conforme seu uso. Assim como os navegadores de internet, o GNOME Shell pode ser modificado com a adição de extensões. Mas cuidado, adicionar extensões em demasia pode ocasionar instabilidades no sistema. Faça por sua conta e risco.

Temos uma matéria demonstrando algumas extensões interessantes para potencializar seu uso no GNOME Shell, porém não adicione a extensão “Pixel Saver” (a dica número 7 do link acima). Opte por outra suportada e que acaba sendo bem superior, segue a postagem da extensão Unite o “Pixel Saver compatível com o Ubuntu 19.10”

Essas são as dicas de pós-instalação do Ubuntu 19.10, caso queira dicas adicionais acesse outra matéria de pós-instalação que escrevi na época do Ubuntu 19.04. Algumas dicas ainda são válidas, mas tenha como preferência aplicar essas do Ubuntu 19.10 (se houver algum aparente conflito).

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Até o próximo post, e bom uso do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, SISTEMATICAMENTE! 😎


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Ainda vale a pena usar o Ubuntu 18.04 LTS?

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A Canonical acaba de lançar a última versão não LTS até, seu próximo sistema de longo suporte, o Ubuntu 20.04 LTS. Aliás, já cobrimos o lançamento do Ubuntu 19.10. Mas, a pergunta que não quer calar: ainda vale a pena utilizar o Ubuntu 18.04?

ubuntu-canonical-linux-distro-open-source-livre-software-lts

O Ubuntu 20.04 LTS é aguardado com muito apreço pelos usuários, tendo em vista todas as otimizações e novidades de sua recém lançada versão 19.10 (momento curiosidade: você sabia que o codinome do Ubuntu 20.04 já foi revelado? Saiba mais em nossa matéria). Contudo, o Ubuntu 18.04 é um sistema com um longo período de atualizações. Sabemos que conforme o tempo passa, as versões LTS vão ficando mais maduras e lapidadas. 

Antes de nos aprofundarmos um pouco mais, voltemos alguns anos. Com o fim do Unity 7 (de ser empregado como interface padrão), a Canonical resolveu adotar o GNOME Shell. Uma escolha sensata e já aguardada, não é segredo para ninguém que a empresa utilizava a DE em versões passadas do Ubuntu, e continuou a adotar aplicações do ecossistema GNOME (mesmo após desenvolverem o Unity 7).

Veja logo abaixo um comparativo entre GNOME-Shell e Unity 7:


Chegamos a 2018, após algumas versões do Ubuntu com o GNOME-Shell por padrão, em que a empresa constrói sua LTS. Nessa época já se discutia sobre uma repaginada visual do sistema, entretanto seu novo tema Yaru não foi considerado maduro o suficiente e deixou de ser adotado. Ok! O visual não foi tão lapidado, mas até que fizeram uns ajustes rápidos no tema. Todavia, a interface parecia estar pesada demais, e com sérios problemas de vazamento de memória.


A versão do GNOME no Ubuntu com o tempo recebeu correções de bugs, mas por conta de ser uma LTS ficou estagnada. O GNOME está longe de ser esse monstro pintado por alguns, porém são notórias as melhorias em suas últimas releases.

Vale apena ou não usar o bendito Ubuntu 18.04 LTS?


Estou com o Ubuntu 18.04 LTS instalado em minha máquina, e trabalhando com ele desde seu lançamento (mais ou menos uma semana depois, para ser sincero 😁️😁️😁️). Faço todas as minhas tarefas com ele, trabalho, edito, jogo, estudo e muito mais.

Para ser honesto com vocês, o sistema tem atendido minhas expectativas e não perco tempo resolvendo problemas. Simplesmente faço minhas tarefas do cotidiano, mas já estou me planejando a migrar para às novas versões. Mas o porquê dessa minha decisão?

O Ubuntu 18.04, por ser um sistema focado em estabilidade, entrega uma enorme gama de aplicativos e é compatível com uma maioria esmagadora de apps de terceiros (a exemplo o Insync). Mas peca em entregar uma versão relativamente antiga do GNOME-Shell e um visual antiquado. Não digo que o GNOME esteja inutilizável, como alguns querem pintar. Afinal, estou com ele neste exato momento em meu computador principal. Fiz até testes para desmistificar falácias sobre a interface, demonstrando na prática e não apenas ficando no campo das idéias. 


Não obstante, querer comparar o GNOME 3.28 com o 3.34 é como “por um gavião para competir em voo com uma águia”. A diferença é mais que notória.

Por na balança os seus objetivos, é o segredo, para chegar a conclusão se ele vale ou não manter o Ubuntu 18.04 em seu computador.

Ele está funcionando bem em seu hardware? 

Se não existir aparente motivo para uma troca, melhor deixar como está. A não ser que goste de desbravar e conhecer os novos detalhes. Atualmente o Ubuntu 18.04 encontra-se em minha máquina principal e também de meu irmão caçula. Sendo que ele é mais hard core quando o assunto é jogatina, não tem um dia que ele não esteja jogando. Seja na Steam, via Proton, algum emulador, Wine, etc. O Ubuntu 18.04 está atendendo muito bem ao seu uso diário. Obviamente que algumas customizações são necessárias, pois como mencionado, o visual é bem antiquado. Uma extensão que não conseguimos ficar sem é o “Unite”. Você pode saber mais acessando nossa postagem, se quer economizar espaço em tela ela é perfeita. Caso não saiba instalar extensões no GNOME Shell, recomendo outro post.

A nova versão atende todos os requisitos de seus softwares?

Mudar para outro sistema não é assim tão “vamo que vamo”. Mesmo sendo o Ubuntu, uma versão difere bastante de outra. Com isso, alguns softwares poderão não estrar compatíveis em um primeiro momento, por conta das libs diferentes e coisas do tipo. É comum os PPA’s levarem algum tempinho até serem plenamente compatíveis. A maioria das empresas empacota seus softwares pensando nas versões LTS, entretanto graças aos novos formatos de empacotamento esse encalço pode ser contornado em muitos casos.

Tendo ciência que versões não LTS duram apenas 9 meses, vale mesmo a pena formatar, ou atualizar para a próxima versão?

Essa sempre acaba sendo uma dúvida dos iniciantes, inclusive pessoas acabam confundindo o Ubuntu 19.04 com uma LTS. Por conta de sua numeração terminar com “04”.

Você pode entender todo esse processo de desenvolvimento e releases, com um vídeo bem didático e de fácil compreensão.


Dependo de suas respostas, vale a pena testar algo novo. 

Já para os outros sabores do Ubuntu, não vejo uma mudança significativa para justificar sair da base 18.04 LTS. Não sei quanto a você, mas sempre indico as LTS. Mas sempre tem uma exceção, não é mesmo? Eis que o Ubuntu 18.04 é uma delas.

Não me entenda mal, o sistema está longe de ser ruim. No entanto, em minha concepção, essa foi a pior LTS do Ubuntu. E não culpo a Canonical, a transição nunca é um momento agradável e com grandes frutos imediatos. O resultado demora um pouco, e pelo andar da carruagem podemos dizer que o Ubuntu está rendendo bons frutos com seus recentes lançamentos.

Resumindo


O 18.04 ainda vale a pena, mas caso queira experimentar e se beneficiar das melhorias do GNOME (e também está disposto a não ter a comodidade de uma LTS), recomendo o teste de uma nova versão. Digo “teste”, pois seria imprudência afirmar a mudança sem ao menos tirar suas próprias conclusões.

Usuários de flavours, como o Kubuntu, por exemplo, não vejo vantagens em sair do 18.04. Se deseja um KDE Plasma mais recente, usar o KDE Neon seria uma decisão mais sensata.

Uma mudança de LTS para não LTS, em minha perspectiva, só se torna interessante para usuários da versão principal com GNOME. Obviamente, que você é livre para usar a que bem entender. Longe de mim, cercear a sua liberdade de escolha.

Veja se os PPA's que utiliza são suportados, se as libs das aplicações que usa são atendidas, assim migrar pode ser uma boa pedida. Se for mais precavido, tenha em mente que em “time que tá ganhando, não se mexe”. Não desinstale seu sistema que funciona ao seu agrado, só por “moda”.

No fim, quem usa o sistema é você, e quem julga se vale ou não também é você. Estou pensando seriamente em migrar, só esperando um pouquinho mais e avaliando a situação. Confesso que estou inclinado em mudar de versão nessa minha máquina de trabalho, tudo isso devido aos testes que venho fazendo de sistemas, como o Fedora, Ubuntu 19.04 e Ubuntu 19.10. Volto a mencionar, o sistema tem me atendido e não passo por dificuldades ou me estresso com ele. Já customizei de modo a se encaixar perfeitamente em meu fluxo de trabalho e usabilidade. Uma possível mudança é motivada por experimentar as novidades e sentir um gostinho do Ubuntu 20.04 em meu dia-a-dia.

Você utiliza o Ubuntu 18.04 LTS e pretende migrar para os últimos lançamentos?

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Até o próximo post, que vou fuçar mais numas distros Linûx, SISTEMATICAMENTE! 😎


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Vulnerabilidade afeta o Sudo no Ubuntu e derivados, atualize agora!

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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Nenhum sistema operacional está livre de eventuais vulnerabilidades ou erros, porém nesses momentos a transparência e agilidade em que os problemas são resolvidos podem ser considerados como uma qualidade intrínseca.

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Se você está familiarizado com termos técnicos e características do Linux, sabe que o Sudo é um comando utilizado nos sistemas operacionais Unix que permite momentaneamente dar aos usuários privilégios de outro usuário, geralmente o super usuário, para executar tarefas dentro do sistema de maneira segura e controlável pelo administrador. 

Como diz o tio Ben: “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades!”, e a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, acaba de identificar uma falha no Sudo.

A vulnerabilidade (USN-4154-1) afeta todas as versões do Ubuntu mantidas atualmente, sendo o 12.04 ESM, 14.04 ESM, 16.04 LTS, 18.04 LTS e 19.04.

Joe Vennix (engenheiro da Apple, a falha também afetou o macOS), descobriu que o Sudo manipulava incorretamente determinados IDs de usuário, abrindo uma brecha para um possível invasor. Com essa falha códigos mal-intencionados poderiam ser executados. A Canonical recomenda que seu sistema seja atualizado imediatamente.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a atualização de seu Ubuntu. 

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade


O comando para verificar a versão instalada em seu sistema do Sudo é:

sudo --version

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Pode-se observar que a versão é equivalente a do site da Canonical, lembrando que para cada versão do Ubuntu essa numeração será diferenciada. Após ter atualizado o sistema, a comparação poderá ser feita através do link acima.

Distribuições que usam o Ubuntu como base, a exemplo do Linux Mint, também são afetadas. Contudo, caso a atualização ainda não esteja disponível, aguarde, pois os responsáveis pela distro irão disponibilizar a correção o mais breve possível. 

Ufa! Segurança em primeiro lugar!

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Fonte: Ubuntu.


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Canonical faz lista com os Snaps mais populares

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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Não é novidade que a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, nos últimos tempos vem investindo em seu formato de empacotamento de software, Snap. Agora a empresa fez um balanço demonstrando quais são os Snaps mais populares nas principais distros.

top-list-lista-snap-popular-canonical-ubuntu-debian-centos-arch-linux-fedora-majaro

Com o intuito de observar a utilização por diferentes usuários de programas em Snap, nas mais diversas distribuições Linux. A Canonical analisou alguns números e tomou conhecimento dos cinco principais pacotes para usuários do Ubuntu, Debian, Fedora, CentOS, Arch Linux e Manjaro. Veja a seguir uma simples tabela detalhando as preferências de cada distribuição e seus usuários.

Arch Linux CentOS Debian Fedora Manjaro Ubuntu
spotify wekan spotify spotify spotify vlc
code lxd lxd vlc code spotify
skype microk8s firefox code slack skype
discord spotify nextcloud postman discord chromium
slack helm pycharm-community slack skype canonical-livepatch


Observe a tabela acima, e notará diversos apps em todas as distros analisadas. Alguns em altas posições, outros nem tanto, e casos bem específicos. Com isso a Canonical concluiu que: 

  • Amamos música, pois o Spotify está em todas as listas;
  • Queremos entrar em contato com conhecidos, seja para trabalho ou lazer. Skype ou Slack estão em 4 das 6 listas;
  • Existem distribuições que são mais usadas para trabalho, como o CentOS;
  • Snaps de navegadores web, como Chromium e Firefox, são famosos entre os usuários do formato da Canonical;
  • Usuários do Ubuntu demonstram interesse pelo recurso Livepatch.

Você pode conferir com mais detalhes as conclusões da Canonical, diretamente em seu blog. Acesse este link e confira. Caso queira sugerir algo ou dar seu feedback sobre os Snaps, acesse o fórum do Snapcraft e dê sua opinião. 

Outro detalhe interessante é ver o “ranking” dos usuários de distribuições que mais instalam um determinado pacote Snap. Tirei uma print da Snapcraft, demonstrando o uso do Discord por país e distribuição. Não existe, no momento, a possibilidade de aferir os números (uma pena).

top-list-lista-snap-popular-canonical-ubuntu-debian-centos-arch-linux-fedora-majaro-discord-snapcraft-pais-usuários-distro

Curiosamente alguns dos apps listados na tabela acima, estão instalados em meu Ubuntu. Mesmo não utilizando tantos Snaps, algumas aplicações são bem práticas em obter nesse formato. Contudo, é evidente que muita coisa deve ser aprimorada. A mentalidade de quem empacota alguns programas, também é um ponto a destacar-se. Falo especificamente do Telegram, que não oferece as acentuações comuns em nossa língua portuguesa. Afinal, falantes do inglês não são os únicos a utilizar o Telegram.

Por outro lado, as atualizações no Telegram são automáticas, não ficando para trás da versão distribuída no site. Já apps, como o Mozilla Firefox, chegam a demorar semanas depois de seu lançamento. Enfim, que o formato evolua cada vez mais (e quem mantém os pacotes também 😁️😁️😁️).

Você tem algum dos apps listados, instalados via Snap em seu sistema? Deixe sua opinião e conte sua experiência de uso com o formato.

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Fonte: Ubunlog, Canonical.
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IBM oferece o novo LinuxONE III com Ubuntu

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A IBM promete inovar o mercado empresarial com o LinuxONE III, uma solução aberta, segura, flexível e resiliente. Unindo o melhor dos dois mundos: a nuvem e a privacidade, assegurando os dados de seus clientes. 

linuxone-ubuntu-linux-ibm-servidor-web-cloud-computador-site-service-kubernetes

Com uma parceria entre IBM e Canonical, munido de um sistema operacional moderno, de código aberto e um hardware poderoso, essa versão pode suportar imensas cargas de processamento. Considerando que normalmente um computador doméstico chega a possuir um processador de 8 núcleos, e em média 8 - 16 GB de RAM. O poderio do LinuxONE III é de cair o queixo, com até 190 núcleos de processamento e 40 TB de memória RAM.

Segundo a postagem no blog oficial do Ubuntu, escrita pela diretora do departamento responsável por Linux da IBM o IBM Z e LinuxONE, Kara Tood, “Hoje, as empresas precisam de um sistema altamente seguro e flexível para apoiar suas iniciativas e para que esse sistema cresça e evolua para o amanhã. O mais recente sistema LinuxONE, foi projetado para apoiar iniciativas de missão crítica e permitir que as empresas sejam inovadoras ao projetar e escalar seu ambiente. O LinuxONE III fornece recursos para proteção e privacidade avançadas de dados, resiliência e escalabilidade da empresa e ativação, e integração na nuvem”.


Projetado para segurança, seja local ou em nuvem (híbrida ou não), possuindo serviços de criptografia Hyper Protect e toda uma base sólida para contêineres com Kubernetes, existe a possibilidade de utilizar diferentes versões do sistema da Canonical. Incluindo, o Ubuntu 18.04 LTS ou para quem deseja as últimas tecnologias e recursos mais recentes no Ubuntu, sua versão 19.04 (talvez com o lançamento do Ubuntu 19.10, o mesmo também faça parte desta lista).

O LinuxONE III também suporta Blockchain, nuvem múltipla híbrida entre outros recursos em que os interessados podem saber mais visitando patners.ubuntu.com ou o site da IBM.

linuxone-ubuntu-linux-ibm-servidor-web-cloud-computador-site-service-kubernetes

Valores não foram informados, porém, tendo em vista o nível do equipamento, presume-se não ser algo para “meros mortais”. Contudo, para donos de médias e grandes empresas, pode ser uma ótima solução.

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Fonte: IBM, Ubuntu.
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Três vulnerabilidades encontradas no Kernel do Ubuntu, atualize agora!

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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Usar Linux não significa estar imune às falhas de segurança, porém, geralmente as atualizações são rápidas. Mantenha sempre seu sistema em dia, para evitar possíveis brechas e eventuais transtornos. Caso utilize Ubuntu e derivados, como o Linux Mint, atualize imediatamente seu sistema.

kernle-linux-falha-vulnerabilidade-bug-ubuntu-correção-canonical-update-atualizar

Hoje dois relatórios foram publicados pela Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, mostrando a descoberta de vulnerabilidades que atingem todas as versões suportadas do sistema. O primeiro relatório, USN-4135-1, declara que tanto o Ubuntu 16.04 LTS, 18.04 LTS, como o 19.04 são atingidos pelas falhas. Já o segundo, USN-4135-2, menciona praticamente o mesmo, entretanto para as versões com suporte estendido “ESM” (Extended Security Maintenance). Sendo o Ubuntu 12.04 e 14.04. Outro detalhe, é que ainda não houve confirmação se as falhas afetam o Ubuntu 19.10.

Vulnerabilidades corrigidas com o novo kernel 


  • CVE-2019-14835 : um “estouro” de buffer foi descoberto na implementação de back-end (vhost_net) da rede virtio, no kernel do Linux. Um invasor pode usar isso para causar uma negação de serviço (bloqueando o sistema operacional host) ou provavelmente executar código arbitrário no sistema operacional do host (alta prioridade);
  • CVE-2019-15030 : o kernel Linux nas arquiteturas PowerPC não tratava adequadamente as exceções de recursos não disponíveis em algumas situações. Um invasor local pode usar isso para expor informações confidenciais (prioridade média);
  • CVE-2019-15031 : o kernel Linux em arquiteturas PowerPC não tratava adequadamente as exceções nas interrupções em algumas situações. Possibilitando o uso de informações pessoais por um invasor local.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a atualização do seu Ubuntu. Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade

Depois do procedimento, reinicie seu computador.

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Fonte: Ubuntu.
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Ubuntu 19.10 ganhará nova versão do tema 'Yaru'

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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Por muitos anos o Ubuntu utilizou por padrão um tema chamado ‘Ambiance’. Originado na versão 10.10, o tema perdurou até a versão 18.04. É claro que com o passar dos anos o tema passou por várias atualizações e alterações, mas nenhuma que tenha alterado de forma significativa o aspecto visual do sistema.

ubuntu-nova-versão-tema-yaru

Aos olhos de muitos, utilizar o mesmo tema por quase oito anos tornou o visual da distro datado e antiquado, o quê, principalmente nos últimos anos do ‘Ambiance’ como padrão, gerou muita reclamação da comunidade. No entanto, mesmo com anos e anos de reclamações e pedidos da comunidade por um novo tema, a Canonical insistia em manter o “bom e velho” ‘Ambiance’, aparentemente sem se importar muito com os pedidos dos usuários.

A partir da versão 17.10 a Canonical abandona o Unity e volta a utilizar o GNOME Shell como interface padrão do Ubuntu. Todos imaginaram que com uma mudança desse nível, um novo tema finalmente chegaria. "Só que não…" Apenas após cerca de um ano, na versão 18.10 é que o Ubuntu lança o tão esperado novo tema. Estamos falando do ‘Yaru’.

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Tema 'Ambiance' no Ubuntu 10.10.
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Tema 'Ambiance' no Ubuntu 17.04.
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Tema 'Yaru' no Ubuntu 19.04.
Mesmo após tanta demora e expectativa, ao contrário do Chinese Democracy, o ‘Yaru’ não decepcionou. Em um trabalho conjunto com a comunidade, a Canonical conseguiu criar um tema moderno, que agradou à maioria, e que não fez com que a identidade visual do sistema se perdesse.

A versão padrão do ‘Yaru’ possui fundo branco com ‘headerbars’ em tons de cinza, como nada agrada a todos, com o tempo começaram a surgir reclamações e sugestões de alterações em certos aspectos do tema. Para a surpresa de muitos, contrariando o seu histórico, a Canonical está ouvindo a comunidade em relação a isso. E após o pedido de usuários em um ‘bug report’, a próxima versão do Ubuntu, a 19.10, virá com uma nova versão padrão do tema ‘Yaru’.

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Nova variação do tema 'Yaru' a ser lançada no Ubuntu 19.10.
O problema relatado no ‘bug report’ trata-se de um bug que dificulta a visualização dos botões de ação nas ‘headerbars’ escuras. Vários usuários estavam reclamando da falta de contraste entre a ‘headerbar’ e os botões de ação.

O ‘Yaru’, na verdade, é uma versão modificada do tema ‘Adwaita’ do projeto GNOME, e essa modificação fará com que este fique mais parecido com o tema padrão do GNOME Shell. A modificação consiste em inverter a cor das ‘headerbars’, tornando-as brancas. O quê, em geral, deve 
solucionar este bug e melhorar a usabilidade do sistema.

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Tema 'Yaru' atual vs. nova versão.
A princípio, na versão 19.10 do Ubuntu, estarão disponíveis apenas a nova versão do tema ‘Yaru’, com as 'headerbars' brancas, e o ‘Yaru Dark’, com toda a interface escura em tons de cinza. Todavia, a ideia é que na versão 20.04 a variação atual com apenas as ‘headerbars’ escuras volte e seja mais uma opção disponível. Em paralelo com a nova variação branca e o ‘Yaru Dark’.

O ‘Yaru Dark’ também sofrerá algumas modificações nessa nova versão do Ubuntu. Nada comparado as alterações na versão clara, mas mesmo assim obtendo uma melhora significativa, aumentando a coerência visual com alterações nos tons de cinza dos 'backgrounds', e de alguns botões.

tema-yaru-dark-ubuntu
Como é o tema 'Yaru Dark' no Ubuntu 19.04.
tema-yaru-dark-ubuntu
Como será o tema 'Yaru Dark' no Ubuntu 19.10.
O quê você achou do novo visual dos temas ‘Yaru’ e 'Yaru Dark'? Você acha que tornar as ‘headerbars’ brancas realmente irá melhorar a visualização dos botões de ação? A mudança irá melhorar o aspecto visual do tema? Comente e diga-nos o quê você pensa. :)

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus!

Por hoje é tudo pessoal! :)

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