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Vulnerabilidade afeta o Sudo no Ubuntu e derivados, atualize agora!

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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Nenhum sistema operacional está livre de eventuais vulnerabilidades ou erros, porém nesses momentos a transparência e agilidade em que os problemas são resolvidos podem ser considerados como uma qualidade intrínseca.

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Se você está familiarizado com termos técnicos e características do Linux, sabe que o Sudo é um comando utilizado nos sistemas operacionais Unix que permite momentaneamente dar aos usuários privilégios de outro usuário, geralmente o super usuário, para executar tarefas dentro do sistema de maneira segura e controlável pelo administrador. 

Como diz o tio Ben: “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades!”, e a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, acaba de identificar uma falha no Sudo.

A vulnerabilidade (USN-4154-1) afeta todas as versões do Ubuntu mantidas atualmente, sendo o 12.04 ESM, 14.04 ESM, 16.04 LTS, 18.04 LTS e 19.04.

Joe Vennix, descobriu que o Sudo manipulava incorretamente determinados IDs de usuário, abrindo uma brecha para um possível invasor. Com essa falha códigos mal-intencionados poderiam ser executados. A Canonical recomenda que seu sistema seja atualizado imediatamente.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a atualização de seu Ubuntu. 

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade


O comando para verificar a versão instalada em seu sistema do Sudo é:

sudo --version

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Pode-se observar que a versão é equivalente a do site da Canonical, lembrando que para cada versão do Ubuntu essa numeração será diferenciada. Após ter atualizado o sistema, a comparação poderá ser feita através do link acima.

Distribuições que usam o Ubuntu como base, a exemplo do Linux Mint, também são afetadas. Contudo, caso a atualização ainda não esteja disponível, aguarde, pois os responsáveis pela distro irão disponibilizar a correção o mais breve possível. 

Ufa! Segurança em primeiro lugar!

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Fonte: Ubuntu.


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Canonical faz lista com os Snaps mais populares

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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Não é novidade que a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, nos últimos tempos vem investindo em seu formato de empacotamento de software, Snap. Agora a empresa fez um balanço demonstrando quais são os Snaps mais populares nas principais distros.

top-list-lista-snap-popular-canonical-ubuntu-debian-centos-arch-linux-fedora-majaro

Com o intuito de observar a utilização por diferentes usuários de programas em Snap, nas mais diversas distribuições Linux. A Canonical analisou alguns números e tomou conhecimento dos cinco principais pacotes para usuários do Ubuntu, Debian, Fedora, CentOS, Arch Linux e Manjaro. Veja a seguir uma simples tabela detalhando as preferências de cada distribuição e seus usuários.

Arch Linux CentOS Debian Fedora Manjaro Ubuntu
spotify wekan spotify spotify spotify vlc
code lxd lxd vlc code spotify
skype microk8s firefox code slack skype
discord spotify nextcloud postman discord chromium
slack helm pycharm-community slack skype canonical-livepatch


Observe a tabela acima, e notará diversos apps em todas as distros analisadas. Alguns em altas posições, outros nem tanto, e casos bem específicos. Com isso a Canonical concluiu que: 

  • Amamos música, pois o Spotify está em todas as listas;
  • Queremos entrar em contato com conhecidos, seja para trabalho ou lazer. Skype ou Slack estão em 4 das 6 listas;
  • Existem distribuições que são mais usadas para trabalho, como o CentOS;
  • Snaps de navegadores web, como Chromium e Firefox, são famosos entre os usuários do formato da Canonical;
  • Usuários do Ubuntu demonstram interesse pelo recurso Livepatch.

Você pode conferir com mais detalhes as conclusões da Canonical, diretamente em seu blog. Acesse este link e confira. Caso queira sugerir algo ou dar seu feedback sobre os Snaps, acesse o fórum do Snapcraft e dê sua opinião. 

Outro detalhe interessante é ver o “ranking” dos usuários de distribuições que mais instalam um determinado pacote Snap. Tirei uma print da Snapcraft, demonstrando o uso do Discord por país e distribuição. Não existe, no momento, a possibilidade de aferir os números (uma pena).

top-list-lista-snap-popular-canonical-ubuntu-debian-centos-arch-linux-fedora-majaro-discord-snapcraft-pais-usuários-distro

Curiosamente alguns dos apps listados na tabela acima, estão instalados em meu Ubuntu. Mesmo não utilizando tantos Snaps, algumas aplicações são bem práticas em obter nesse formato. Contudo, é evidente que muita coisa deve ser aprimorada. A mentalidade de quem empacota alguns programas, também é um ponto a destacar-se. Falo especificamente do Telegram, que não oferece as acentuações comuns em nossa língua portuguesa. Afinal, falantes do inglês não são os únicos a utilizar o Telegram.

Por outro lado, as atualizações no Telegram são automáticas, não ficando para trás da versão distribuída no site. Já apps, como o Mozilla Firefox, chegam a demorar semanas depois de seu lançamento. Enfim, que o formato evolua cada vez mais (e quem mantém os pacotes também 😁️😁️😁️).

Você tem algum dos apps listados, instalados via Snap em seu sistema? Deixe sua opinião e conte sua experiência de uso com o formato.

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Fonte: Ubunlog, Canonical.
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IBM oferece o novo LinuxONE III com Ubuntu

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A IBM promete inovar o mercado empresarial com o LinuxONE III, uma solução aberta, segura, flexível e resiliente. Unindo o melhor dos dois mundos: a nuvem e a privacidade, assegurando os dados de seus clientes. 

linuxone-ubuntu-linux-ibm-servidor-web-cloud-computador-site-service-kubernetes

Com uma parceria entre IBM e Canonical, munido de um sistema operacional moderno, de código aberto e um hardware poderoso, essa versão pode suportar imensas cargas de processamento. Considerando que normalmente um computador doméstico chega a possuir um processador de 8 núcleos, e em média 8 - 16 GB de RAM. O poderio do LinuxONE III é de cair o queixo, com até 190 núcleos de processamento e 40 TB de memória RAM.

Segundo a postagem no blog oficial do Ubuntu, escrita pela diretora do departamento responsável por Linux da IBM o IBM Z e LinuxONE, Kara Tood, “Hoje, as empresas precisam de um sistema altamente seguro e flexível para apoiar suas iniciativas e para que esse sistema cresça e evolua para o amanhã. O mais recente sistema LinuxONE, foi projetado para apoiar iniciativas de missão crítica e permitir que as empresas sejam inovadoras ao projetar e escalar seu ambiente. O LinuxONE III fornece recursos para proteção e privacidade avançadas de dados, resiliência e escalabilidade da empresa e ativação, e integração na nuvem”.


Projetado para segurança, seja local ou em nuvem (híbrida ou não), possuindo serviços de criptografia Hyper Protect e toda uma base sólida para contêineres com Kubernetes, existe a possibilidade de utilizar diferentes versões do sistema da Canonical. Incluindo, o Ubuntu 18.04 LTS ou para quem deseja as últimas tecnologias e recursos mais recentes no Ubuntu, sua versão 19.04 (talvez com o lançamento do Ubuntu 19.10, o mesmo também faça parte desta lista).

O LinuxONE III também suporta Blockchain, nuvem múltipla híbrida entre outros recursos em que os interessados podem saber mais visitando patners.ubuntu.com ou o site da IBM.

linuxone-ubuntu-linux-ibm-servidor-web-cloud-computador-site-service-kubernetes

Valores não foram informados, porém, tendo em vista o nível do equipamento, presume-se não ser algo para “meros mortais”. Contudo, para donos de médias e grandes empresas, pode ser uma ótima solução.

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Fonte: IBM, Ubuntu.
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Três vulnerabilidades encontradas no Kernel do Ubuntu, atualize agora!

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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Usar Linux não significa estar imune às falhas de segurança, porém, geralmente as atualizações são rápidas. Mantenha sempre seu sistema em dia, para evitar possíveis brechas e eventuais transtornos. Caso utilize Ubuntu e derivados, como o Linux Mint, atualize imediatamente seu sistema.

kernle-linux-falha-vulnerabilidade-bug-ubuntu-correção-canonical-update-atualizar

Hoje dois relatórios foram publicados pela Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, mostrando a descoberta de vulnerabilidades que atingem todas as versões suportadas do sistema. O primeiro relatório, USN-4135-1, declara que tanto o Ubuntu 16.04 LTS, 18.04 LTS, como o 19.04 são atingidos pelas falhas. Já o segundo, USN-4135-2, menciona praticamente o mesmo, entretanto para as versões com suporte estendido “ESM” (Extended Security Maintenance). Sendo o Ubuntu 12.04 e 14.04. Outro detalhe, é que ainda não houve confirmação se as falhas afetam o Ubuntu 19.10.

Vulnerabilidades corrigidas com o novo kernel 


  • CVE-2019-14835 : um “estouro” de buffer foi descoberto na implementação de back-end (vhost_net) da rede virtio, no kernel do Linux. Um invasor pode usar isso para causar uma negação de serviço (bloqueando o sistema operacional host) ou provavelmente executar código arbitrário no sistema operacional do host (alta prioridade);
  • CVE-2019-15030 : o kernel Linux nas arquiteturas PowerPC não tratava adequadamente as exceções de recursos não disponíveis em algumas situações. Um invasor local pode usar isso para expor informações confidenciais (prioridade média);
  • CVE-2019-15031 : o kernel Linux em arquiteturas PowerPC não tratava adequadamente as exceções nas interrupções em algumas situações. Possibilitando o uso de informações pessoais por um invasor local.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a atualização do seu Ubuntu. Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade

Depois do procedimento, reinicie seu computador.

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Até o próximo post, atualize seu sistema, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Ubuntu.
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Ubuntu 19.10 ganhará nova versão do tema 'Yaru'

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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Por muitos anos o Ubuntu utilizou por padrão um tema chamado ‘Ambiance’. Originado na versão 10.10, o tema perdurou até a versão 18.04. É claro que com o passar dos anos o tema passou por várias atualizações e alterações, mas nenhuma que tenha alterado de forma significativa o aspecto visual do sistema.

ubuntu-nova-versão-tema-yaru

Aos olhos de muitos, utilizar o mesmo tema por quase oito anos tornou o visual da distro datado e antiquado, o quê, principalmente nos últimos anos do ‘Ambiance’ como padrão, gerou muita reclamação da comunidade. No entanto, mesmo com anos e anos de reclamações e pedidos da comunidade por um novo tema, a Canonical insistia em manter o “bom e velho” ‘Ambiance’, aparentemente sem se importar muito com os pedidos dos usuários.

A partir da versão 17.10 a Canonical abandona o Unity e volta a utilizar o GNOME Shell como interface padrão do Ubuntu. Todos imaginaram que com uma mudança desse nível, um novo tema finalmente chegaria. "Só que não…" Apenas após cerca de um ano, na versão 18.10 é que o Ubuntu lança o tão esperado novo tema. Estamos falando do ‘Yaru’.

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Tema 'Ambiance' no Ubuntu 10.10.
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Tema 'Ambiance' no Ubuntu 17.04.
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Tema 'Yaru' no Ubuntu 19.04.
Mesmo após tanta demora e expectativa, ao contrário do Chinese Democracy, o ‘Yaru’ não decepcionou. Em um trabalho conjunto com a comunidade, a Canonical conseguiu criar um tema moderno, que agradou à maioria, e que não fez com que a identidade visual do sistema se perdesse.

A versão padrão do ‘Yaru’ possui fundo branco com ‘headerbars’ em tons de cinza, como nada agrada a todos, com o tempo começaram a surgir reclamações e sugestões de alterações em certos aspectos do tema. Para a surpresa de muitos, contrariando o seu histórico, a Canonical está ouvindo a comunidade em relação a isso. E após o pedido de usuários em um ‘bug report’, a próxima versão do Ubuntu, a 19.10, virá com uma nova versão padrão do tema ‘Yaru’.

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Nova variação do tema 'Yaru' a ser lançada no Ubuntu 19.10.
O problema relatado no ‘bug report’ trata-se de um bug que dificulta a visualização dos botões de ação nas ‘headerbars’ escuras. Vários usuários estavam reclamando da falta de contraste entre a ‘headerbar’ e os botões de ação.

O ‘Yaru’, na verdade, é uma versão modificada do tema ‘Adwaita’ do projeto GNOME, e essa modificação fará com que este fique mais parecido com o tema padrão do GNOME Shell. A modificação consiste em inverter a cor das ‘headerbars’, tornando-as brancas. O quê, em geral, deve 
solucionar este bug e melhorar a usabilidade do sistema.

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Tema 'Yaru' atual vs. nova versão.
A princípio, na versão 19.10 do Ubuntu, estarão disponíveis apenas a nova versão do tema ‘Yaru’, com as 'headerbars' brancas, e o ‘Yaru Dark’, com toda a interface escura em tons de cinza. Todavia, a ideia é que na versão 20.04 a variação atual com apenas as ‘headerbars’ escuras volte e seja mais uma opção disponível. Em paralelo com a nova variação branca e o ‘Yaru Dark’.

O ‘Yaru Dark’ também sofrerá algumas modificações nessa nova versão do Ubuntu. Nada comparado as alterações na versão clara, mas mesmo assim obtendo uma melhora significativa, aumentando a coerência visual com alterações nos tons de cinza dos 'backgrounds', e de alguns botões.

tema-yaru-dark-ubuntu
Como é o tema 'Yaru Dark' no Ubuntu 19.04.
tema-yaru-dark-ubuntu
Como será o tema 'Yaru Dark' no Ubuntu 19.10.
O quê você achou do novo visual dos temas ‘Yaru’ e 'Yaru Dark'? Você acha que tornar as ‘headerbars’ brancas realmente irá melhorar a visualização dos botões de ação? A mudança irá melhorar o aspecto visual do tema? Comente e diga-nos o quê você pensa. :)

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus!

Por hoje é tudo pessoal! :)

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Ubuntu 19.10 poderá iniciar até 7x mais rápido

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Não é segredo para ninguém que a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, vem trabalhando em melhorias no boot do sistema. Queixas de inúmeros usuários relatando uma demora no início do sistema, graças aos aplicativos no formato Snap. Digamos que as coisas ainda não são perfeitas, mas houve uma melhora perceptível neste aspecto. Agora eis chegada a hora de melhorar o boot, relacionando ao Kernel Linux do Ubuntu.

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A equipe do kernel Linux no Ubuntu decidiu efetuar testes comparativos, com o formato de compactação do mesmo, após diversos experimentos chegaram a um veredito. A partir do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, as imagens do kernel Linux no Ubuntu serão compactadas em LZ4. Segundo os engenheiros do Ubuntu, a melhora no início do sistema é notória, até mesmo em hardwares mais modestos. O resultado foi tão positivo que em alguns casos o ganho foi em até 7 vezes, comparado às versões atuais do Ubuntu.

Colin Ian King, um dos engenheiros da Canonical e participante da equipe responsável pelo Kernel no Ubuntu, explica:

“Para o tamanho de compactação, o GZIP apresenta o menor tamanho compactado do Kernel, seguido por LZO (~ 16% maior) e LZ4 (~ 25% maior). Com o tempo de descompressão, o LZ4 é 7 vezes mais rápido que o GZIP e o LZO é ~ 1,25 vezes mais rápido que o GZIP em x86 ... Mesmo com uma mídia de rotação lenta (um HD de 5400RPM, por exemplo) e uma CPU lenta, o tempo de carregamento mais longo do Kernel excede em muito o tempo de descompressão mais rápido. À medida que a mídia fica mais rápida, a diferença no tempo de carregamento entre GZIP, LZ4 e LZO diminui e a velocidade para descompressão se torna o fator dominante , com o LZ4 como o vencedor”.

Para mais informações sobre os testes efetuados, acesse a postagem de Ian King e saiba mais detalhes.

Agora é esperar o lançamento da nova versão do Ubuntu e comparar o tempo de boot. Estou ansioso pelo Ubuntu 20.04, sinceramente creio que será uma das melhores versões já lançadas do sistema. Vendo seus antecessores com cada vez mais melhorias, sejam no design, software, etc. Parece que a Canonical vem retomando o Ubuntu ao seu antigo “status”. 

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Dell lança site exclusivo para produtos com Linux

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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

A Dell é uma parceira de longa data já do Linux, entretanto nos últimos anos, ela vem intensificando o investimento em publicidade dos seus computadores com Linux, principalmente com a Canonical através do Ubuntu.

Dell lança site exclusivo para produtos com Linux





Prova deste investimento, é a criação do projeto Sputnik, que “trocando em miúdos”, é  levar os produtos Dell com Linux (Ubuntu) da versão premium até a versão mais básica.

Dito isso, a procura por produtos com Ubuntu no site da Dell, não era dos mais intuitivos ou trazia resultados que “não tinham nada haver”, com aquilo que o usuário estava procurando. Isso pude ver e “”comprovar”” pelas andanças no Twitter, sempre tinha pessoas reclamando que não achava ou que não sabia que existia a opção com Linux. Parece que ouviram a galera e estão dispostos a mudar.

Em uma entrevista recente para o jornalista da Forbes, Jason Evangelho, o líder do projeto Sputnik, Barton George, comentou a mudança no site:

"Em um primeiro momento, tínhamos uma pagina inicial  para o Projeto Sputnik, mas ela não ia ganhar nenhum prêmio de beleza. Esta nova página se encaixa perfeitamente no modelo responsivo existente do Dell.com e parece muito mais fluida. Gostaríamos de crescer com o tempo, porque temos mais de 160 plataformas que acompanham o Linux”


Foi então lançado 3 (três) tipos de URLs personalizadas, que são:




Jorge também comentou que a área de servidores Dell, vai receber uma reformulação visual e uma página dedicada. Complementou com:

"Queremos vender e os clientes querem comprar os produtos, e colocar obstáculos no caminho não ajuda ninguém."

Pode ser que por hora não esteja tudo “nos trinks”, mas só esse movimento em facilitar a vida de quem quer comprar um PC com Linux, já é uma atitude para ser “aplaudida” e incentivada. Como no caso da parceria com o Google e os Chromebooks.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Ubuntu ajuda Apellix a salvar vidas

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A Apellix é uma Start-up da Flórida, EUA, que é especializada em robótica área (Drones), e foca em usar esse tipo de tecnologia para poupar a vida de trabalhadores, reduzindo os riscos ao fazer trabalhos em grandes altitudes, além de tornar certas atividades economicamente mais viáveis.

Drones baseados em Ubuntu






Segundo as informações publicadas no blog do projeto, a Apellix está trabalhando com Ubuntu para entregar os Drones que prometem ajudar a salvar vidas de trabalhadores norte americanos.

Em 2016, cerca de 16% das mortes em locais de trabalho nos EUA foram atribuídas a quedas de grandes altitudes. Com os Drones especializados em fazer trabalhos monótonos e demorados, além de economizar dinheiro, a empresa pretende evitar colocar seres humanos em situações perigosas, como fazer pinturas de prédios, limpeza de janelas, transporte de objetos para grandes altitudes, entre outras situações.

Apellix

Junto com a Canonical, a Apellix criou um estudo de caso mostrando o quanto a tecnologia IoT pode ser útil em cenários que não eram pensados há pouco tempo, e como o Ubuntu serviu como base para essa nova tecnologia, usando inclusive tecnologias como pacotes Snap e o sistema de controle de qualidade de longo prazo, com versões LTS promovidades pela empresa. Veja a análise no paper nesta página.

Abaixo você vê uma pequena demonstração de uma atividade que um dos drones pode fazer:


E você, já fez um Drone voar com Linux? Compartilhe suas experiências no nosso fórum.

Até a próxima!
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Canonical vai ajudar a British Telecom na migração do 5G na UK

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terça-feira, 13 de agosto de 2019

O 5G é uma tecnologia que está vindo para mudar o cenário de conexão móvel, pois ela permite Downlink de 20 Gbps, Uplink de 10 Gbps, latência de menos de 1ms e um número de conexões simultâneas extremamente grande, algo em torno de 1 milhão/km² (100X da 4G).

Canonical vai ajudar a British Telecom na migração do 5G na UK





Uma das maiores operadoras da Europa e do mundo, a British Telecom ou BT, fechou uma parceria muito importante com outra grande empresa do ramo de tecnologia, a Canonical (responsável pelo sistema operacional Ubuntu), que usando tecnologia OpenStack, irá  levar o seu 5G para todo Reino Unido e para os clientes em todo o mundo.

A Canonical vai oferecer um Gerenciamento de Infraestrutura Virtual (Virtual Infrastructure Manager, VIM) open source, que fará parte do programa de Virtualização com Função de Rede (Network Function Virtualisation, NFV) da BT. Com isso, a telecom vai conseguir suprir às demandas necessárias do 5G, além de conseguir acompanhar as constantes mudanças na rede.

Para que o VIM seja implementado de forma completa, está sendo utilizado o Juju da Canonical, junto com o Charms DevOps tools Metal-as-a-Service (MaaS), provendo assim as ferramentas necessárias para a “cloud” da BT. Completando o “time”, o “core” do 5G vai estar sobre o Ubuntu Advantage for Infrastructure, assim dando suporte e gerenciamento contínuo para toda a rede 5G da BT. A rede da telecom conta com 30 milhões de clientes móveis e 10 milhões de banda larga fixa.

“Vou ser honesto, quando começando as observar potenciais parceiros, eu não estava considerando a Canonical, porque, francamente, eu ainda não tinha ouvido falar deles exatamente. Claro, eu conhecia o Ubuntu, mas nada muito além disso, porém, na fase de testes e requisição por propostas, foi claro que eles tinha incríveis capacidades e pessoas inteligentes, e compartilhando dos nossos ideais.  A Canonical está nos provendo com soluções ‘cloud-native”, que são a nossa base, para que possamos criar uma rede inteligente e com grande alcance. Utilizando tecnologias open source vamos assegurar juntos que possamos entregar a nossa promessa de ampla cobertura, e permitir-nos a liderança mundial de experiência de internet 5G para nossos clientes.” comentou Neil McRae, BT Group's chief architect, sobre a escolha da Canonical.

“BT é reconhecida no Reino Unido por eficiência, flexibilidade e inovação através de uma arquitetura aberta, que percebe o valor para cada modo de trabalhar, e permite a entrega de novas tecnologias e serviços 5G.  Estamos felizes em trabalhar com eles na fundação deste projeto que vai levar a internet 5G da BT para seus clientes”, comenta o CEO da Canonical, Mark Shuttleworth sobre a escolha.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Suporte do plugin Snap no Fedora pode não acabar, entenda

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Algumas semanas atrás escrevi um artigo citando que Richard Hughes, um dos principais engenheiros de software da Red Hat, tinha anunciado na lista de discussão dos desenvolvedores do Fedora que o plugin do Snap na Gnome software seria “desativado” no Fedora 31. O assunto rendeu, vários pontos de vistas e questões técnicos foram abordados na lista e tudo indica que o resultado será diferente.

plugin-snap-canonical-gnome-software-fedora

Antes de tudo, leia a postagem sobre o tema para entender melhor essa situação. Uma das alegações de Hughes para desativar o plugin que faz a integração da Gnome Software com os Snaps, era que o projeto Fedora não poderia ter sobre si a responsabilidade do plugin e nem manter tal. Além de outros assuntos técnicos, como a Gnome Software realmente não gerenciar esse tipo de pacote. No entanto, parece que a Canonical, empresa responsável pelo formato, está interessada na manutenção e suporte dessa plugin em outros sistemas. Ao menos foi o que deu a entender com as declarações de um de seus desenvolvedores, Robert Ancell.

Engenheiro de software da Canonical e membro da equipe do desenvolvimento do desktop Ubuntu, Robert Ancell também participou da lista de discussões sobre o tema e declarou que a Canonical se importa com a possibilidade de integração de seu plugin com a Gnome Software em outros sistemas: “Deixe-me garantir que estamos comprometidos em manter o complemento […]. Queremos ter certeza de que está disponível para qualquer usuário do GNOME Software que queira usar o Snaps, independentemente da distro que estiver usando”. 

Meu entendimento da situação foi que a Canonical está trabalhando em uma experiência separada e adaptada para o Ubuntu, porque eles têm necessidades extras, mas tudo isso foi construído no GNOME Software em primeiro lugar”.

Sabemos que a Canonical vem desenvolvendo uma nova loja para o Ubuntu, pensada nos Snaps. Também faz sentido a empresa não abandonar a manutenção do plugin Snap para outros sistemas que usem a Gnome Software. Afinal, isso limitaria o alcance de seu formato de empacotamento, dificultando ainda mais a aceitação por parte de outras distribuições. Ancell informa que não sabia dessa situação dentro do projeto Fedora e que gostaria de ter entrado nessas conversas (junto aos mantenedores do Snap na distro) anteriormente e que está comprometido em fornecer uma boa experiência para os usuários de Snap no Fedora.

Ancell deixa claro que a Canonical solicitou a ele, para que mais detalhes não fossem informados: “Me pediram para não distribuir detalhes sobre as conversas até que fizessem uma declaração pública, que ainda não foi feita. Não estou confortável com a situação, mas também temos que fazer alguma coisa”.

Será que a Canonical vai se comprometer em manter seu plugin Snap para a Gnome Software, mesmo com uma nova loja em desenvolvimento? Como abordei anteriormente, faz sentido eles investirem nisso, pois, o Snap estaria facilmente acessível para outros usuários Gnome e convenhamos, parece que as demais distribuições estão se focando no Flatpak. 


E você o que acha de toda essa questão? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Fedora.
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Atualize o Ubuntu agora, para corrigir falha no Kernel

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terça-feira, 23 de julho de 2019

Alguns bugs que afetavam o kernel Linux no Ubuntu foram corrigidos hoje pela Canonical. Caso utilize o Ubuntu ou derivados é de extrema importância manter seu sistema em dia, com essas atualizações, problemas podem ser evitados.

updaee-vulnerabilidade-falha-bug-erro-kernel-linux-ubuntu-LTS-16.04-18.04-19.04

As falhas atingem tanto o Ubuntu 19.04, como suas LTS (Ubuntu 16.04/18.04). A correção dos problemas foi lançada hoje e são elas:

  • CVE-2019-11487: Vazamento de números inteiros no kernel Linux ao referir-se a paginação, ocasionando possíveis problemas ao liberar memória. Essa falha pode ocasionar brechas para um invasor localmente, executar códigos maliciosos ou um DoS Attack (ataque de negação de serviço). Essa falha não afeta as versões LTS;
  • CVE-2019-11599: Um invasor localmente poderia ocasionar um DoS Attack ou expor informações pessoais. Outra falha que não afeta as versões LTS;
  • CVE-2019-11833: A implementação do sistema de arquivos ext4 no kernel Linux em alguns momentos, não encerrava corretamente o processo de memória. Um invasor local poderia ter acesso às informações confidenciais por meio deste processo de memória no kernel;
  • CVE-2019-11884: A implementação do HIDP (Bluetooth Human Interface Device Protocol) em algumas ocasiões, não verificava corretamente as requisições terminadas em NULL (vazias). Com isso um invasor localmente poderia usar essa falha para expor informações privadas (da memória do kernel);
  • CVE-2019-11085: O driver gráfico da Intel i915 no kernel em alguns momentos, não restringia corretamente os intervalos mmap. Um invasor local poderia por meio desta falha, lançar um DoS Attack e desligar abruptamente a máquina, como executar códigos arbitrários. Essa falha não afetava o Ubuntu 19.04, mas sim as LTS;
  • CVE-2019-11815: Foi descoberto que a implementação do protocolo RDS (Reliable Datagram Sockets), que por padrão vem desabilitado no Ubuntu, caso ativo poderia dar a um invasor local a possibilidade de efetuar um DoS Attack ou possivelmente executar um código malicioso. Essa falha também afeta as LTS 16.04/18.04, o Ubuntu 19.04 não é afetado.

Lembrando que é altamente perigoso continuar utilizando o Ubuntu 18.10, pois, o mesmo perdeu suporte. Acesse essa postagem e saiba mais.

Para usuários do Ubuntu 16.04/18.04 e 19.04 é de extrema importância atualizar o sistema. Mesmo as falhas sendo consideradas medianas, por “obrigatoriamente” limitar o invasor a estar localmente durante os ataques, não é indicado tardar as atualizações de segurança em hipótese alguma.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a instalação de seu Ubuntu. Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade

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Fonte: Ubuntu.
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Uma das coisas que eu mais "odiava" nos Snaps, agora é passado!

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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Eu não sei se alguém da Canonical anda vendo os meus vídeos no YouTube, mas finalmente eles arrumaram o "bug" que impedia que as aplicações Snap usassem o próprio tema do Ubuntu de forma correta. A mudança não é perfeita, mas melhora consideravelmente as condições.

Temas dos Snaps






Os pacotes no formato Snap tem alguns objetivos específicos, como criar uma forma fácil de desenvolvimento e distribuição de softwares através das várias versões do Ubuntu (de desktop à servidor, até IoT), contemplar outras distros Linux, além de oferecer um ambiente Sandbox, mais seguro para o usuário, onde as aplicações rodam.

A premissa é muito boa, mas na prática, para utilização de um usuário desktop do Ubuntu, algumas coisas ainda ficavam "no meio do caminho". 

Quem gosta de personalizar o Ubuntu com temas acabou percebendo que algumas das aplicações em Snap ficavam descaracterizadas ao mudar o tema, permanecessando com tema Adwaita do GNOME, caso do Yaru (tradicional) não foi fosse utilizado, essa mescla de temas acabava criando uma variação visualmente desagradável. 

Isse comportamento em relação aos temas acontece porque os Snaps não buscam por temas nos diretórios tradicionais do sistema, o que acontece por conta da condição de Sandbox que os aplicativos estão submetidos. Enquanto uma aplicação instalada tradicionalmente com o "apt" usa os diretórios:

/usr/share/themes
/home/$USER/.themes

Os Snaps buscam seus temas em um diretório como:
/snap/gtk-common-themes/1313/share/themes
Diretórios Snap
Lista de temas suportados pelos Snap atualmente

Inclusive, repare na lista que aparece na imagem acima. Todos estes temas agora funcionam perfeitamente com pacotes Snap. Você pode instalar eles tranquilamente, da mesma forma que sempre fez, e os pacotes Snap vão reconhecê-los.

Como é possível observar, a lista conta com alguns dos temas mais comuns da atualidade, inclusive em suas variações "Dark". Um, curiosamente especial, dessa lista é o "Matcha", que é o que o Manjaro vem utilizando ultimamente, o que pode indicar que realmente a história do Manjaro adotar os Snaps seja verdade. Vamos aguardar para ter certeza.

A sua cabeça de hacker já está coçando?


Tomara que sim, é por isso que eu gosto de você! 😀 Então, talvez você tenha pensado que seria "só copiar" o seu tema para essa pasta e o tema passaria a funcionar com os Snaps.

Copiando Snaps

O que acontece aqui é que os Snaps são "Read-Only", por questão de estrutura de segurança, ou seja, nada pode escrever dentro de um Snap (é um dos fatores que o torna mais seguro) sem que o Snap seja reconstruído, e esse, infelizmente, é o down side de toda essa questão. Para que os softwaes em Snap suportem um determinado tema é preciso que a Canonical adicione o tema em específico ao snap "gtk-common-themes".

Quase lá!


Minha reclamação em relação aos Snaps era justamente esse fator de blending com o restante do sistema, como comentei no artigo e vídeo "Como configuro meu Ubuntu para produtividade". 

Um dos pontos para remoção de alguns Snaps que vinham como padrão, era justamente essa questão de não combinar com o tema que eu queria usar, e olha que eu nem modifico muito o sistema, eu simplesmente mudo para o "modo dark" do tema padrão do Ubuntu, o "Yaru Dark", e até mesmo o tema da própria Canonical ficava bugado, ao menos até agora.


A tematização, por mais que faça parte da cultura Linux, há muito tempo é menos importante para um produto final, que precisa ter um visual agradável "out of the box", com a adição desses temas, os Snaps ficam mais versáteis e se encaixam melhor com as propostas dos sistemas que forem utilizá-los.

Talvez seja interessante a Canonical criar um tópico no fórum deles para acatar a adição de temas votados pela comunidade, adicionando aos poucos os que as pessoas mais gostam, ou criar uma forma de que os temas sejam lidos sem a ação deles diretamente, o que tornaria as coisas mais práticas para todos.

Apesar de ser um pouco chato não ter suporte a todo e qualquer tipo de tema, na minha opinião, esse é uma troca viável, quando o que se tem como resultado é um ambiente mais seguro e prático.

Me chame de detalhista, mas um coisa que poderia melhorar é o cursor do mouse sobre alguns Snaps, como o Spotify, que não respeitam o tema padrão também. Esse tipo de coisa não interfere em absolutamente em nada na utilização do software, entretanto, uma somatória de detalhes bem cuidados acaba gerando um todo aprimorado.

Continue o debate no nosso fórum.

Até a próxima!
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Designer do Software Livre, é a sua chance de brilhar!

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quinta-feira, 4 de julho de 2019

O Ubuntu 19.10 sairá em meados de Outubro, e um dos componentes abertos para ajuda da comunidade pela Canonical é a escolha dos wallpapers do sistema. O que pode ser uma grande oportunidade para você, designer, colocar o seu trabalho artístico em um dos sistemas Linux mais populares do mundo.

Concurso de Wallpapers do Ubuntu EOAN Erminie






Will Cooke, diretor da divisão Desktop da Canonical, anunciou a abertura do concurso de Wallpapers do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine. Da mesma forma com que aconteceu com a versão 19.04 Disco Dingo, os interessados em colaborar com o Ubuntu neste segmento são encorajados a participar e enviar seus trabalhos através do fórum do Ubuntu.

São só Wallpapers, certo?


Com certeza, são "só" papéis de parede, mas é a sua escolha de ver a situação como oportunidade ou "perda de tempo". Especialmente você, que trabalha com fotografia e/ou design, e usa ferramentas Open Source, é muito interessante mostrar que um bom trabalho pode ser feito usando tais ferramentas, no entanto, obviamente a Canonical não se importa com a ferramenta que você usa, o importante é o resultado. Muitas vezes é legal fazer algo simplesmente porque é divertido, você ainda lembra como é isso? 😊

Regras


Apesar de não existirem muitas restrições, há, sim, algumas condições para que você possa enviar uma imagem:

- Propriedade: Você precisa ter os direitos autorais das imagens que você submeter ao concurso, os competidores são incetivados a denunciar imagens que não correspondam aos seus supostos "donos", caso flagrem algum competidor usando de imagens sem autorização;

- Tamanho: Não é necessário fazer upload da imagem em tamanho real no fórum, no entanto, será necessário uma imagem com a resolução 3840x2160px para a parte final do concurso, caso a imagem seja selecionada para essa etapa do processo;

- Qualidade: Como já mencionado, a imagem final deve ter 3840x2160, imagens muito menores que isso não vão escalar muito bem em diferentes telas (inclusive, esse tamanho mesmo não fica bom em monitores ultrawide). Da mesma forma, imagens com muita compressão não vão ficar boas, e imagens que não tiverem uma boa qualidade não serão aceitas. Imagens que tenham marcas d'agua, logos, nomes e coisas do tipo não serão aceitas, caso você queira usar uma imagem sua que tem algo do tipo, você deve remover antes de enviar para o concurso;

- Licenças: A sua imagem (ou imagens, porque você pode mandar mais de uma) deve estar licenciada sob a CC BY-SA 4.06 ou CC BY 4.03, se você não especificar uma licença no seu post, então, será assumide que você está licenciando a imagem sob  CC BY-SA 4.0. O ato de entrar no concurso diz à Canonical que você aceita estes termos e condições.

O melhor dos melhores!


Há um fato interessante sobre a sua imagem estar no Ubuntu 19.10: Aparentemente, o Ubuntu 20.04 LTS não terá um concurso de wallpapers dessa mesma forma, ao invés disso, ele terá uma seleção entre os melhores wallpapers entre o Ubuntu 19.04 e o 19.10, perpetuando o trabalho de diversos artistas em uma versão de grande importância para o mundo da tecnologia por vários anos.

Will Cooke comenta que ainda não existem datas, pois dependerá um pouco da quantidade de submissões que forem feitas, depois disso, será feita uma votação aberta para a comunidade pelos papéis de parede no fórum do Ubuntu, onde qualquer um poderá votar. 

Aproveite a oportunidade para mostar o seu trabalho! Inclusive, temos vários tópicos no nosso fórum onde o pessoal compartilha os seus wallpapers favoritos, confira aqui.

Até a próxima!
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Sistema de arquivos ZFS parece estar chegando ao instalador do Ubuntu 19.10

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quarta-feira, 3 de julho de 2019

A Canonical vem trabalhando em sua versão de curto período de suporte, o Ubuntu 19.10, e experimentando algumas tecnologias. Recentemente a polêmica decisão do fim do suporte aos pacotes 32 bits repercutiu bastante, algo planejado para o Ubuntu 19.10 e no final a empresa acabou voltando em sua decisão. No entanto, passos importantes estão sendo dados em seu sistema, e o suporte em testes para o ZFS é um deles.

file-system-sistema-arquivo-linux-ubuntu-19.10-canonical-zfs-ubiquity-

Você pode estar se perguntando: “Que raios é isso de ZFS?” ZFS é um sistema de arquivos combinado em um gerenciador de volume lógico, implementado por uma equipe da Sun Microsystems lá em meados de 2001. Um sistema de arquivos (File System) utilizado para armazenar, organizar e acessar os dados de um computador de forma efetiva. Vários dispositivos fazem uso de um File System: CDs’, DVD’s, Blu-ray, HDs, SSDs, cartões de memória, pendrives e tudo em que se possa armazenar de forma lógica (no sentido “computacional da palavra”, se é que isso existe 😂😂😂) dados.

Fortemente cobiçado por possuir características valiosas para um servidor como: RAID, compressão, criptografia transparente, autocorreção, redimensionamento do tamanho de blocos, capacidade monstruosa para o armazenamento de dados (256 quadrilhões de zettabytes) e muito mais, o ZFS é tido como o futuro do sistema de arquivos por muitos profissionais da área. Citando apenas uma vantagem prática do ZFS, imagine um administrador que possua algum disco com falha, caso o mesmo estivesse utilizando ZFS, ele poderia recuperar parcialmente (ou totalmente, conforme o estado do disco) seus arquivos. No caso de um RAID5 entre múltiplos discos, o ganho de performance seria monstruoso, pois, ao invés de separar os pequenos arquivos em diversas cópias espalhadas no disco, o ZFS cria espelhos destes pequenos arquivos, evitando cálculos desnecessários de paridade. Obviamente que tais características não são importantes para todos os tipos de usuários, entretanto, para administradores de sistemas ou servidores é algo “que brilha os olhos”.

Para os interessados, é possível utilizar o ZFS no Ubuntu conforme sua wiki oficial, todavia o recurso está sendo implementado diretamente no instalador Ubiquity do Ubuntu 19.10 de forma experimental, aumentando a gama de possibilidades de usuários mais avançados (podendo ser habilitado no ato da instalação do sistema). Caso se interesse por um assunto mais técnico sobre File systems, o vídeo a seguir do canal Toca do Tux, é uma mina de conhecimento.


Quer saber mais sobre o ZFS? Recomendo uma playslist sobre o assunto, também do Gabriel do Toca do Tux (falei que era uma mina de conhecimento 😁😁😁). 

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Linux Mint revela melhorias no ambiente gráfico e novidades

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Quem chega ao mundo Linux, muito provavelmente, se depara com a indicação do Linux Mint para começar a usar o pinguim (muito boa opção por sinal), assim não sentindo tanto a mudança de sistema e atenuando também a curva de aprendizagem. Para quem está habituado com o Mint, já virou tradição esperar os posts mensais com as novidades sobre o sistema.


Linux Mint revela melhorias no ambiente gráfico e novidades






A espera acabou e eis que o tão aguardado post “toma vida” e traz algumas coisas interessantes sobre o sistema.

No começo da nota, Clement Lefebvre (líder do projeto), agradece aos apoiadores e as doações que o projeto recebeu, também comenta com  empolgação sobre a próxima versão BETA do Linux Mint (provavelmente ele esteja falando do Mint 19.2), com as melhorias e recursos que estão sendo implementadas. Complementou que o ciclo de desenvolvimento foi “meio conturbado”, mas que agora está tudo bem.

Novidades vindo no Mint 


A primeira novidade anunciada, é a possibilidade de “pinar” (fixar) itens no Nemo (o gerenciador de arquivos do Mint). Esse novo recurso permite que você destaque pastas ou arquivos para que eles apareçam sempre no topo das listas, facilitando a sua organização. Isso realmente é muito útil para quem sempre tem vários arquivos ou pastas que precisa acessar constantemente, apesar de existirem formas diferentes de fazer isso, a função de "pinagem" parece ajudar.



Outra novidade que chega ao Nemo são as ações condicionais, esse recurso pode ser usado  quando você clica com o botão direito do mouse em um arquivo, onde é possível ver as ações disponíveis para ele, que até hoje eram genéricas. Com o Nemo 4.2, essas ações poderão conter scripts ou comandos externos, e assim dar condições específicas para o arquivo em questão. Um exemplo dado no post é: Se você tem um arquivo de vídeo em .mkv e tem 4GB, e está precisando dividir ele, basta clicar com o botão direito do mouse e clicar em “Dividir”. Como falaram, o “céu é o limite” para essa nova tecnologia que está chegando no Nemo 4.2.

Um recurso muito útil foi adicionado ao Menu do Cinnamon,  a diferenciação dos programas instalados no sistema. Por exemplo, se você instalar o Gedit, ele aparecerá como “Editor de Texto”, assim como o Xed. Na nova atualização, eles terão uma distinção, com o nome na frente.



Isso também vale para os programas instalados via Flatpak. Se um programa já veio por padrão nos repositórios e você instalou uma versão via Flatpak, este terá o nome "Flatpak" entre parênteses.

Como no exemplo do Glade.




Essas mudanças são realmente úteis, pois ajuda na hora de “bater o olho” e identificar os aplicativos.

Outra novidade foi na atualização da MintBox, parceria entre o Linux Mint e a Compulab. A nova versão é a MintBox 3, baseado no Airtop 3, vindo logicamente com o Linux Mint mais atual. São duas configurações “não definitivas”, mas que por hora são:

1. Configuração básica: Com um Core i5 (6 núcleos), 16 GB de RAM, 256 GB EVO 970, módulo Wi-Fi e FM-AT3 FACE.  US$1543 (na cotação atual do dólar, R$3,84, sai aproximadamente R$5.900,00 )

2. High end: Com Core i9, GTX 1660 Ti, 32 GB de RAM, 1 TB EVO 970, WiFi e Módulo FACE FM-AT3. US$2698 (na cotação atual do dólar, R$3,84, temos o valor de R$10.400,00 )

A questão da Canonical e os 32 bits


Os desenvolvedores apontam que a falta de desenvolvimento desse repositório por parte do Ubuntu faria com que o Linux Mint também fosse um sistema de 64 bits apenas em futuros lançamentos, mas mencionaram que pacotes como Wine e Steam são importantes para eles, sendo assim, eles estudariam as possibilidade de continuar a oferecer tais recursos, talvez até mesmo de forma semelhante ao Ubuntu.

Segundo a informação, “até 2020” é considerado um tempo bom o suficiente para pensar nessas questões e definir como será o futuro em relação a isso caso a Canonical decida realmente encerrar o suporte durante esse ciclo que, supostamente, por conta do tempo de suporte da LTS do Ubuntu, duraria até 2025.

Os desenvolvedores também comentaram sobre os pacotes Snap e o estudo para incorporá-los nativamente ao Linux Mint, apontando várias questões de ordem mercadológica que fazem eles preferirem inicialmente o formato Flatpak, você pode ler mais sobre isso no blog oficial do Linux Mint.

Ansioso para a nova versão do Linux Mint? Nós diga aí nos comentários o que espera dele.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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