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Google revela projeto de Stream de jogos para o Chrome

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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Cada vez mais o mundo do conteúdo na internet  muda. Hoje você já pode ouvir as suas músicas preferidas, ver seus vídeos, filmes e séries na hora que você quiser, no aparelho que você quiser, com a qualidade que você quiser e tudo isso pagando um valor geralmente acessível, então, por que seria diferente com jogos?

Novo programa de Stream de games para Chrome






Jogos via Streaming não são necessariamente uma novidade, existem (e existiram) vários serviços neste sentido e por mais que ainda vejamos, especialmente no Brasil, vários problemas por conta da qualidade da nossa internet, certamente este é um futuro possível para a indústria dos games.

Algumas empresas, como a Valve, podem estar mirando este mercado através de serviços como o Steam Link, porém, geralmente quando a Google coloca as mãos em algo, as pessoas prestam mais atenção.


Nesta semana a empresa anunciou um novo produto, ainda em fase de testes e disponível apenas nos EUA no momento, chamado "Project Stream", a ideia é levar os jogos de computador para o Google Chrome (e por consequência para o Chrome OS, por consequência para o Linux) através de Streaming.

O primeiro jogo disponível para os "Beta Testers" é nada mais, nada menos, do que o lançamento "Assassin's Creed: Odissey". A Google exibiu um gameplay oficial em um de seus canais do YouTube mostrando o jogo rodando em 1080p a 60 FPS pelo serviço de Streaming:


Os desafios para a implementação de um serviço assim envolvendo jogos são grandes e perfeitamente conhecidos. É preciso que as pessoas tenham uma boa estrutura e qualidade de internet, de fato, entretanto, a outra ponta também é importante e sabemos que se tem alguém com imenso poder computacional por aí, esse "alguém" é a Google.

Considerando que tanto os clientes, quanto os servidores, tenham uma boa conexão com a internet, o desafio é fazer com que imagens com gráficos extremamente bem elaborados funcionem bem em um ambiente de streaming com mínima latência.

Caso esse tipo de serviço se torne viável no futuro, serviços onde você paga um valor mensal para jogar os games que quiser podem se tornar realidade, assim como implementações onde será possível jogar games com grande qualidade em Smartphones por exemplo, jogando todo o trabalho da execução de um jogo para um servidor.

Essa prática permitiria, em tese, que usuários com computadores modestos em especificações, como é o caso de vários Chromebooks por exemplo, pudessem experienciar um gameplay fluído e de alta qualidade gráfica.

Há algum tempo nós testamos e mostramos para vocês um serviço chamado "Parsec", que tem uma lógica semelhante, onde você aluga computadores de alto desempenho para acessá-os remotamente e jogar todos os games que quiser em qualquer plataforma, confira:


Quem sabe um dia teremos games na Play Store que são feitos para computador, mas rodem no seu Smartphone, Chromebook ou no Google Chrome, como se fossem instalados na sua máquina. Parece ler um longo caminho até lá, mas a cada projeto novo, estamos um passo mais perto disso.

Nas palavras de AC/DC:

"Is a long to the top if you wanna rock 'n roll!"

O que você achou da ideia? Acha que streaming de jogos será uma realidade no futuro?

Até a próxima!
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Chrome OS agora tem suporte para instalar pacotes no formato .deb

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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

O site Chorme Unboxed, através do seu colaborador Gabriel Brangers, descobriu que agora é possível instalar programas no formato .deb (Debian Linux Packages) no Chrome OS da Google, o sistema baseado em Linux da empresa, que roda nos Chromebooks.

Chrome OS agora rodará Apps .deb de Linux






Ele descobriu essa compatibilidade enquanto “fuçava” no canal de desenvolvimento "Canary" do Chrome OS, com algumas pequenas modificações, foi possível instalar um pacote .deb no sistema.

Nos testes, ele usou o instalador da Steam para descobrir se teria suporte para a sua GPU e para sua surpresa, a instalação ocorreu sem nenhum problema.

Outro site que noticiou tal compatibilidade foi o XDA Developers, informando que em códigos acrescentados recentemente no Chrome OS foi adicionado suporte aos pacotes .deb, onde o programa “Arquivos” ficaria responsável pelo gerenciamento e facilitando a vida do usuário, que não precisaria ter interação direta com o terminal ou coisa do tipo, pois os programas no formato .deb seriam instalados em “containers”. O projeto de compatibilidade é chamado de Crostini, como mostramos neste outro artigo do blog.

Na minha opinião, creio que isso vem para facilitar o contato do usuário comum com o mundo Linux e sem traumas (como alguns insistem em fazer), e também podendo trazer empresas como Adobe e Autodesk, como exemplos, para portarem os seus aplicativos para Linux, já que ter uma empresa como a Google por traz do sistema pode ser um fator motivacional.

Comente o que você acha dessa compatibilidade do Chrome OS com os pacotes .deb, será que isso pode trazer alguma mudança no mercado?

Até a próxima!
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Como usar o novo visual do Google Chrome (Material 2)

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domingo, 22 de julho de 2018

A Google parece estar trabalhando em uma renovação visual para o Chrome a fim de comemorar o décimo aniversário do navegador em Setembro, mas por que esperar até lá, não é verdade?

Google Chrome New Design






A ideia do projeto é renovar um pouco o visual já clássico pra não dizer velho do Google Chrome para a comemoração do décimo aniversário, o tema continua sendo o "Material", porém, nominado agora como "Material 2". 

Como usar o novo tema no seu Chrome/Chromium


O primeiro passo é ter uma versão compatível com o novo tema, a versão compatível é a 67, mas se você não estiver usando ela, é possível fazer o download a partir do site oficial ou instalar uma versão do repositório dev da sua distro.

Com o seu Google Chrome aberto com o tema normal, digite na barra de endereços:
chrome://flags/#top-chrome-md
Assim você deverá chegar  a esta página:

Configuração Material 2 no Chrome

Na opção "UI Layout the browsers' top chrome" altere a opção "Default" para "Refresh":

Configuração do Chrome

Depois de selecionar a opção basta reiniciar o browser e você terá acesso ao novo visual.

Você perceberá na própria omnibox a diferença no visual e nas abas também. Talvez com o tempo novos detalhe sejam implementados, este visual também deve refletir no visual do Chrome OS também.

E aí, gostou das mudanças?

Até a próxima!
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Veja aplicativos de Linux rodando no Chrome OS

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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Nesta semana nós noticiamos aqui no blog que os Chromebooks estarão aptos a rodar aplicativos comuns do mundo Linux através de containers e não demorou para aparecerem os primeiros testes na internet, confira:

Chrome OS rodando Linux Apps






O canal "Chrome Unboxed" produziu um vídeo muito interessante sobre a nova feature disponível atualmente apenas no Pixelbook. A possibilidade de rodar aplicativos que são comuns do mundo Open Source, como GIMP, Inkscape e até mesmo jogos ainda está em fase de testes, mas promete muito.

Apesar de a maior parte dos serviços que as pessoas utilizam hoje em dia (falando de público doméstico) poder ser acessada através de um simples browser, ainda existem certas tarefas nas quais aplicativos que rodam instalados no sistema operacional tem preferência, como é o caso de edição de vídeos por exemplo.

No vídeo demonstrativo em questão você pode ver o YouTuber mostrando o Inkscape rodando através de um container, ele parece rodar muito bem, sem travamentos ou engasgos, pelo menos ao realizar atividades simples como as que foram feitas:


Na demonstração podemos ver até mesmo o game Open Source "Open Arena" sendo executado, porém, com baixíssimo desempenho, o que é um claro indicativo de que ainda se faz necessário muitas otimizações para gráficos 3D, ainda assim não torna a "demo" menos impressionante.

Cada usuário tem suas preferência e seu modo de trabalhar, mas eu me agrado muito com a forma com que o Chrome OS funciona, com compatibilidade com Apps Android e talvez com maior compatibilidade para Apps Linux "tradicionais" no futuro ele possa ser o meu sistema padrão. Quem sabe, né?

Até lá temos muito o que observar ainda, então fique ligado no Diolinux para saber mais e me conte o que você achou desta bela demonstração.

Até a próxima!
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Chrome OS suportará Apps de Linux e o impacto dessa mudança no mercado

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domingo, 13 de maio de 2018

A Google anunciou uma atualização que pode ajudar ainda mais a popularizar o Chrome OS, os Chromebooks e por consequência o Linux. Agora os equipamentos serão capazes de rodar aplicações Web, Apps de Android e aplicativos offline comuns do universo Linux, como o GIMP.

Chrome OS rodando aplicativos Linux







A confusão é comum, muitas vezes não entendemos "Linux" como a plataforma para as tecnologias e chamamos de "Linux" um tipo de sistema operacional com um certo padrão de funcionamento e que usa este Kernel como base.

As chamadas "distros" mais comuns realmente tem muitas semelhanças., inclusiove podemos dizer que, respeitando suas particularidades, Ubuntu, Fedora, SUSE e Arch são sistemas "primos" neste exemplo, no entanto, existem muitos outros projetos e sistemas que usam o Linux como base, o Android é um ótimo exemplo e o Chrome OS também.


Apesar do Chrome OS ser um sistema baseado em Linux, a sua forma de funcionamento sempre impediu que os softwares que as pessoas geralmente usam nas distribuições voltadas ao uso doméstico e profissional, como Debian e Red Hat, Ubuntu e Fedora, Linux Mint e Manjaro, e tantas outras, fossem instalados diretamente no Chrome OS.

Os Chromebooks nasceram com a ideia de serem computadores 100% focados em serviços em nuvem, mas a ideia de ter de estar sempre conectado à internet para o Chrome OS "ser útil" nunca agradou a todo mundo, tanto que a Google, conforme o tempo passou, começou a implementar mais e mais recursos que funcionam sem a necessidade de conexão.
Podemos dizer com segurança que o Chrome OS é um sistema em constante adaptação e com crescente público.

Muitos ainda reclamavam que faltavam alguns aplicativos para o sistema e a resposta da Google foi compatibilizar e permitir a instalação de aplicativos Android diretamente nos Chromebooks, ampliando as possibilidades em games e produtividade, no entanto, ainda assim há reclamação de que não existem programas para trabalho pesado, como edição de fotografias, edição de vídeo,  tarefas envolvendo programação também deixavam a desejar em alguns aspectos... ao menos até agora.

Um Linux não compatível


O Chrome OS é uma distro Linux por usar o Kernel Linux e um monte de softwares Open Source relacionados, mas a verdade  é que talvez esta realmente seja a maior semelhança entre o sistema dos Chromebooks e uma distro como o Ubuntu, justamente o uso do Kernel Linux.

As aplicações rodam no Chrome OS de forma diferente do que rodam em uma distro "convencional" como o Ubuntu, impedindo que os softwares que a galera geralmente usa fossem utilizados no sistema da Google, porém, para contornar o problema a "Gigante de Montain View" liberou uma atualização, disponível atualmente apenas para o Pixelbook, que roda uma distro Linux dentro do Chrome OS em uma espécie de "máquina virtual" (um Debian para ser mais específico), o que acaba permitindo a instalação de softwares nativos das distros mais tradicionais no Chrome OS.

O recurso vem para suprir uma lacuna e uma demanda por softwares mais parrudos, agora as pessoas poderão editar imagens no GIMP, instalar a Steam (talvez), instalar o Kdenlive, entre outras ferramentas no Chrome OS, tornando-o mais versátil e mais completo.

Os aplicativos instalados dessa forma seriam adicionados ao launcher do Chrome OS e abririam como se fossem aplicativos nativos.

Não é para todo mundo


A atualização deve chegar em breve a outros dispositivos que rodem o sistema e apesar da notícia ser ótima, a Google comenta que a utilização de softwares mais pesados pode não ser uma boa ideia para todos os usuários de Chromebook, pois existem muitos modelos que possuem um hardware básico, que ainda que sejam perfeitos para a utilização do Chrome OS, não vão conseguir lidar com softwares que exijam muito da máquina.

Muitos Chromebooks tem apenas 2GB de RAM e um processador Celeron por exemplo, e estes seriam modelos que não lidariam bem com o novo recurso, no entanto, computadores com este hardware não lidariam com softwares equivalentes independente do sistema operacional, então basta usar a cabeça e não reclamar por coisas deste tipo, que são óbvias.

Um leque de possibilidades


Há algum tempo eu mostrei no canal uma forma de instalar um sistema operacional "Chrome OS Like" chamado "CloudReady":


A Neverware, empresa por trás do sistema, vem investindo pesado para torná-lo uma plataforma competitiva. Recentemente a empresa adquiriu outro projeto de sistema baseado no Chromium OS chamado "Flint OS", uma das novidades que surgiram logo após isso é o suporte experimental para aplicativos em Flatpak

Se você acompanha o blog ou o canal com frequência sabe o quanto eu já falei sobre eles e o quanto eles quebram um paradigma de distribuição de softwares entre as muitas distros Linux, se o Chrome OS também começar a aceitar este tipo de pacote teremos uma aceitação ainda maior do formato.


Claro que é cedo para dizer até onde a compatibilidade de Apps nativos das distros Linux tradicionais pode chegar no Chrome OS, mas se realmente funcionar bem, imagine coisas como:

- Steam no Chrome OS e mais um motivo para desenvolvedoras fazerem jogos para Linux;
- GIMP, Kdenlive, DaVinci Resolve, Lightworks, Blender, Krita e tantas outras aplicações profissionais podendo ser usadas na plataforma que tem como grande divulgadora a Google;
- Instalar o Firefox no Chrome OS (essa é só pra provar o quanto louco que o negócio é);
- Mais impacto ainda no Linux para desktop;

Melhor que isso só se houver a possibilidade de baixarmos e instalarmos o Chrome OS em qualquer computador. Isso atualmente ocorre com alguns "Chrome OS Like" apenas, como o já mencionado CloudReady, mas o Chrome OS em si, possui apenas o código fonte aberto, ainda que existam algumas comunidades que gerem imagens constantemente, eles foram criados inicialmente para funcionar como os Androids nos celulares e tablets, otimizados para os aparelhos, mas tanta coisa já mudou que talvez isso possa mudar também.

O que você achou da novidade?

Até a próxima!

Fonte
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Conheça o Adobe Photoshop via Streaming com suporte para Chrome OS

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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Há muito tempo eu comentei no blog e no canal sobre o trabalho da Adobe em conjunto com o Google para trazer o Photoshop para o Chrome OS, e em consequência para as distros Linux também, muito provavelmente via Google Chrome. Fiquei curioso para ver o avanço desse projeto, pesquisei um pouco sobre ele e é isso que você vai conferir agora.

Photoshop Project Linux






O "Project Photoshop Streaming" começou há pelo menos 4 anos e até o momento não está disponível para o grande público. As únicas pessoas que tem acesso ao produto atualmente precisam obrigatoriamente morar na América do Norte, ter uma conta ativa no Creative Cloud e ainda ser parte do programa " Adobe Education Exchange", além de outros detalhes.

Como você deve ter percebido, o acesso ainda é muito restrito e infelizmente eu não tenho como mostrar para vocês o funcionamento dele pessoalmente, no entanto, eu encontrei no YouTube uma demo rodando em um Chrome OS:


Curiosamente, não ouvi nem Google e nem Adobe mencionarem novamente sobre este projeto que basicamente rodava o Photoshop via Streaming diretamente pelo navegador.  Mas, por quê?

Bom, minha suspeita é que como com o passar do tempo os Chromebooks passaram a aceitar uma gama de aplicativos Android, incluindo o Photoshop para dispositivos móveis (que em nada se assemelha a versão de desktop e é muito mais limitado), essa pode ter passado a ser a forma de levar o software para o sistema, esse pode ser um caminho interessante para o futuro, talvez a Adobe pense em lançar uma versão mais completa que possa ser usada em "Desktops" com Android e, consequentemente, Chrome OS.

A era do Streaming


Se quando eu era criança e adolescente eu comprava fitas e CDs para ouvir música, agora com o Spotify e afins eu simplesmente ouço elas sem precisar me preocupar com espaço em disco ou com hardware específico para isso. O mesmo acontece com filmes e séries através de Netflix, Amazon Prime, Google Play Movies, entre outros, mas o grande passo na era do streaming ainda não foi dado, ou pelo menos, não completamente.

Apesar de existirem muitos produtos e serviços que rodam em nuvem que são ótimos e práticos, como o Google Docs e o Office online da Microsoft, a execução de tarefas pesadas, como edição de vídeos, edição de imagens em alta resolução e até mesmo games ainda é um sonho para um futuro mais distante. 

Existem problemas de infraestrutura (especialmente para nós brasileiros), que geram problemas com a eficiência destes produtos, imagine o drama para fazer upload de um vídeo em 4K para depois editá-lo em um "Premiere online", seria algo extremamente "fora de mão".

Projetos como o RollApp, que visa rodar aplicativos open source de desktop via streaming, são um exemplo desse ideal sendo posto em prática, graças a ele você pode usar o GIMP no Chrome OS inclusive, mas basta fazer alguns testes para você ver que a coisa simplesmente não funciona tão bem quanto a versão instalada localmente.

O que você acha que nos espera no futuro? Apps via Streaming se tornarão mais comuns?

Até a próxima!

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Fuchsia, sistema da Google agora pode rodar no Pixelbook

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Já fazia quase um ano que eu não falava mais do Fuchsia aqui no blog, se você não costuma acompanhar os novos projetos da Google de perto, existe uma grande possibilidade de você nunca ter ouvido falar dele, então, vamos dar um pouco de contexto para você.

Pixelbook






O Fuchsia (se fala "Fiúcha") é um sistema operacional que vem sendo construído pela Google que pode (ou deverá) ser aplicado em vários segmentos diferentes, como Internet da Coisas, computadores tradicionais e Smartphones.

Ele é um sistema de código aberto, mas diferente do Chrome OS e do Android, que são os sistemas que empresa trabalha atualmente, ele não é baseado no Linux, utilizando um Kernel chamado Zircon (antigamente chamado de Magenta), que por sua vez deriva do LK.

O Pixelbook foi um dos últimos dispositivos lançados pela "gigante de Montain View" e ele vem de fábrica com o Chrome OS, custando cerca de 990 dólares atualmente, sem a "Pixelbook Pen".

O pessoal do site Chromeunboxed descobriu lendo as novas documentações do Fuchsia que é possível fazer a instalação dele no Pixelbook, apesar de ser bem complicado, pois é preciso de dois computadores na mesma rede para enviar a maior parte do sistema via rede para o computador que roda o Chrome OS originalmente.

ꔷ Ficou curioso para ver algumas imagens do Fuchsia? Aqui temos algumas, mas não se empolgue muito.

O Fuchsia ainda tem muito caminho e muitos anos de desenvolvimento pela frente para se tornar um produto comercial, até lá, somente os entusiastas testarão qualquer build que ocorra provavelmente, neste momento ele não é compatível com processadores ARM, então, provavelmente você não conseguiria instalar em um Smartphone tradicional, limitando o nosso acesso ainda mais.

Muitos apontam o Fuchsia como um "Vaporware", um tipo de software que é anunciando muito antes de estar pronto e acaba nem sendo lançado. 

Alguém aí lembrou do Andromeda OS?

O Andromeda é um projeto da Google que não foi oficialmente descontinuado mas que também não recebeu mais implementações, caindo na nomenclatura de "vaporware". 

O objetivo era criar um sistema que rodasse como o Chrome OS, mas que rodasse também aplicativos de Android; no fim das contas, o Chrome OS atual acabou ganhando essa funcionalidade e a cada dia mais Apps de Android se tornam compatíveis, até o Microsoft Office foi para ele dessa forma.


Talvez o Fuchsia também possa acabar se tornando um laboratório para tecnologias que podem ser implementadas em outro projeto antes de se tornar algo relevante por si só, mas certamente vale a pena ficar de olho.

Até a próxima!
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Vale a pena comprar um Chromebook? Entenda se esses computadores servem para você

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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Os Chromebooks estão recebendo muita atenção nos últimos meses, 2017 foi um ano excelente para este tipo de equipamento, mas dado o seu perfil e funcionamento, não são todas as pessoas, especialmente no Brasil, que encontraram nesses dispositivos a melhor opção na hora de fazer compras. No entanto, a dúvida ainda permanece, vale a pena?

Chromebook vale a pena?






Sem ao menos testar um, vai ser muito complicado você ter uma real noção para saber se um Chromebook se encaixa no seu dia a dia, por isso eu produzi este material, assim você pode ao menos ter uma noção do que te espera. Eu passei uma semana utilizando um modelo da HP, dada a data de lançamento, um modelo antiquado, mas ainda perfeitamente funcional.

No vídeo eu mostro para você como funciona o Chromebook e mostro as principais opções e configurações do Chrome OS, sistema operacional que acompanha o equipamento.



Chrome OS, o sistema operacional da Google


Como você deve ter reparado, os Chromebooks não vem com o sistema operacional Windows, comum em computadores de varejo, ou mesmo distros Linux, como Ubuntu, vendido em computadores da Dell, HP, entre outros. O que você encontrar no Chromebook é o Chrome OS, um sistema operacional desenvolvido pela Google especialmente para este tipo de dispositivo. 

E você que pensava que a Google "só" tinha o Android, né?

O conceito dos Chromebooks segue a mesma linha de otimização dos MacBooks da Apple, com um sistema operacional otimizado para o hardware, que procura extrair o máximo de desempenho do equipamento. O Chrome OS é um sistema operacional baseado em Linux também, por conta disso ele tem um ótimo nível se segurança, por ser um sistema que basicamente se limita a aplicações Web, aplicativos de Android e similares, eu arriscaria a dizer que ele pode ser até um pouco mais seguro do que distribuições Linux "comuns".

Limitações de Hardware


À primeira vista pode parecer que um Chromebook não tem hardware muito potente, especialmente se comparado a outros computadores e Notebooks da atualidade, no entanto, a demanda por hardware dele é muito menor do que qualquer outro computador de mesmas proporções, tornando o computador veloz, mesmo sem os processadores mais fortes que existem e grandes quantidades de RAM.

Com um sistema extremamente otimizado, a bateria dura muito, não há muito consumo de memória e nem  de processador, permitindo um uso bem confortável em condições moderadas. Como é de se esperar, Chromebooks mais potentes terão um desempenho ainda melhor, como o Pixelbook, que carrega um Intel Core i5, com a opção de utilizar um i7.

O armazenamento interno também não é dos maiores, especialmente para os padrões atuais, mas a função desse armazenamento é para armazenar o próprio sistema operacional (Chrome OS), além de alguns arquivos locais não muito grandes.

Geralmente quando você compra um Chromebook você também ganha espaço de armazenamento grátis no Google Drive para colocar os seus arquivos. Algo como 100GB por dois anos, depois você deverá pagar por isso. O valor gira em torno de 6 reais por mês atualmente. É claro, sempre será possível utilizar um HD Externo para complementar, ou ainda outros serviços em nuvem, que também geralmente possuem planos grátis e pagos.

O perfil de usuário


Como eu mencionei no vídeo, Chromebooks não são para todos. Quem poderá produzir livremente com o Chrome OS serão as pessoas que não dependem de programas específicos que rodem apenas instalados localmente, como alguns softwares de outras distros Linux, de Windows ou macOS.

Certas tarefas ainda são complicadas de realizar com os Chromebooks, como edição de vídeo por exemplo, seja pela ausência de grandes programas para essa finalidade, seja pelos próprios processadores que eles comportam não serem os ideais para essa finalidade, no entanto, a maior parte dos usuários domésticos que usam o computador para acesso a internet pode, em tese, usar um Chromebook sem maiores impeditivos. 

É um ótimo computador para pessoas que não entendem nada de informática e usam apenas para acessar o Facebook, YouTube, Netflix, Spotify, escrever textos, ler e-mails e coisas relacionadas.

O Chrome OS praticamente não tem necessidade de manutenção, não fragmenta e raramente ficará lento (a menos que você encha o armazenamento interno ou o cache do navegador esteja com algum problema), preocupações são mínimas atualmente.

Vale mencionar que gerações mais recentes de Chromebooks possuem integração com a Google Play, a loja de Apps do Android, o que permite que você instale uma certa gama de aplicativos de Android no seu computador, nesta semana mesmo, conforme mencionado aqui no blog, a Microsoft publicou o Office para o Chrome OS.

Alguns modelos novos também tem tela sensível ao toque e são reversíveis, ou seja, você pode literalmente usá-los como Tablets, com alguns Apps Android, talvez você não sinta tanta falta de um Tablet Android propriamente dito, reservadas das limitações já conhecidas.

Apesar de você ter acesso a alguns games no Chromebook, como jogos nativos e jogos que você pode acessar apenas pelo navegador (além de alguns jogos de Android), ele ainda não é, definitivamente, uma solução para os gamers, sendo um computador especialmente interessante para trabalho, produção de conteúdo em texto, como para quem escreve blogs ou trabalha diretamente através de páginas ou algo relacionado e claro, uso doméstico de consumo de conteúdo na internet.

Uma dica muito simples para se testar se você poderia ou não viver feliz com um Chromebook é instalar o Google Chrome (o navegador) no seu computador atual e tentar utilizar somente ele para fazer de tudo, explore MUITO a Chrome Web Store, a loja de Apps do Chrome, e veja se você encontra todos os aplicativos de que precisa. A experiência não é exatamente a mesma, mas ajuda a dar uma noção. Lembre que o Chrome OS do Chromebook vai te fornecer algumas ferramentas a mais para que o seu uso seja mais tranquilo, então se não encontrar algo no Google Chrome, não tire conclusões precipitadas, pesquise e veja e se o recurso está disponível para o Chromebook.

O que você acha dos Chromebooks e do Chrome OS? Vai comprar um para você? Já utiliza?  Conte pra gente nos comentários.

Até a próxima!

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Microsoft Office chega ao Chrome OS da Google

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O Chrome OS segue a sua escalada no mercado de computadores portáteis. Há algum tempo a Google anunciou a integração entre o Chrome OS e uma série de aplicativos Android, o que aumenta muito as possibilidades do sistema e agora, uma dessas aplicações é nada mais nada menos do que o Microsoft Office.

Microsoft Office no Chrome OS






Tirando o Android, podemos dizer que o Chrome OS é o segundo "Linux" a receber suporte para o Microsoft Office, que na verdade, é o mesmo aplicativo disponível para o sistema do "Robozinho verde".

A Microsoft informou que a aplicação seguirá o mesmo conceito no Chrome OS que segue no Android, dispositivos com mais de 10 polegadas de tela serão obrigados a ter uma assinatura no Office 365 para poder utilizá-lo, o que se tratando dos computadores, torna isso praticamente obrigatório. 



Em telas menores, em Smartphones e Tablets, você pode usar o Office sem custo adicional. O Office oferecido para Android e agora para o Chrome OS não é, no entanto, tão completo quanto a versão de computador, oferecida para Windows e macOS, mas já pode saciar um pouco da necessidade de quem precisava dessas aplicações por algum motivo, visto que já existe a versão Online do Office que pode ser acessada por qualquer um que tenha uma conta Microsoft e que também tem suas limitações mas é plenamente funcional e que também é uma alternativa.

Fonte

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Chrome OS tem maior participação de mercado do que outras distribuições Linux

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quinta-feira, 23 de março de 2017

Em Maio do ano passado eu publiquei aqui no blog uma matéria interessante que falava sobre a adesão dos Chromebooks nos EUA, na época os dados mostravam que eles tinham vendido, em unidades, mais do que os MacBooks, que são um equipamento de preferência de boa parte dos norte-americanos. Hoje tenho um outro dado interessante para compartilhar.

Chrome OS é o Linux mais usado em desktops




É a segunda vez que vou falar do StatCounter nesta semana, a primeira foi quando comentei sobre o Android tornar-se o principal sistema do mundo quando o assunto é acesso à internet. Mas agora vamos falar de outro sistema da Gooogle, o ChromeOS.

Para quem não conhece muito bem, o ChromeOS é um sistema operacional que abastece os Chromebooks, que são notebooks dedicados ao acesso à internet e aplicações em nuvem, no EUA eles acabaram se tornando uma opção viável para muitas pessoas que usam apenas o computador para navegar ou que trabalham diretamente através de um browser, que é o meu caso inclusive, em 90% do tempo.

O StatCounter costuma liberar boletins parciais de tempos em tempos e desta vez um dado chamou a atenção, o ChromeOS tem mais market share do que as outras distros Linux somadas aparentemente.

Chrome OS na frente de Linux

Como podemos ver na imagem, a pesquisa foi levantada no período de um ano, entre Fevereiro de 2016 e Fevereiro de 2017, levando em consideração uma certa gama de acessos em sites, ou seja, ele não representa a realidade absoluta, mas possui um bom teor amostral, ainda que o restante deixado de fora pudesse mudar este valores drasticamente.

Nos EUA, assim como praticamente em todo o mundo, o Windows da Microsoft lidera com uma boa folga com seus 74,1%, em segundo lugar temos o macOS da Apple com pouco mais de 20% e depois temos o ChromeOS com quase 3,5%, o Linux vem depois com 1,47%...

Mas "pera" aí um minutinho....


Castiel

Eu gostaria de entender o porque esses sites que fazem a contagem de sistemas operacionais não entendem Linux como o que ele é: Um Kernel.

O ChromeOS é um sistema baseado em Linux também que usa uma versão modificada do Gentoo como base, então... por que não contar tudo o que tem Kernel Linux como "Linux"?

- Ah! Mas Linux não é um sistema operacional completo, é só um Kernel!

Pois é, concordo, então podemos seguir a lógica aplicada e separar por sistemas (distros), Ubuntu, Mint, Debian, Fedora, Red Hat, ChromeOS, Android e assim por diante, "Linux", por assim dizer, também é o ChromeOS neste caso, assim como Linux é o Kernel do Android e em toda a lista o pessoal conta separado não sei por qual motivo, sinceramente, Linux como Kernel, não deveria nem fazer parte das listas, as distros sim, o que as pessoas usam não é O LINUX (não apenas ele), é o sistema operacional que carrega este núcleo, seja ele o ChromeOS, o Ubuntu, Android ou qualquer outro.

... voltando


Apesar do ChromeOS ter conquistando um público interessante nos EUA, ele não conseguiu fazer muito sucesso fora de lá e fora de países desenvolvidos, o motivo? Simples, qual cidade brasileira tem sinal de Wi-Fi aberto ou por um preço acessível em todo local? Pois é, não tem.

Não que isso seja uma regra nos EUA, mas digamos que seja muito melhor que aqui neste aspecto (talvez, não só neste), mas em fim, não somente o Brasil cabe nesta deficiência de internet, como muitos outros países e como o ChromeOS fica muito limitado sem conexão, ainda que hoje em dia muitas coisas funcionem offline, ele perde um pouco de seu propósito.

Esse tipo de coisa parece estar fazendo a Google remodelar o ChromeOS, ou pelo menos o espaço de de mercado que ele ocupa, para algo novo, maior e melhor, até o momento sem muitas informações mas o projeto Andromeda dá alguns indícios.

E no Brasil, como é?


Como eu fiquei curioso com os dados, ainda que eu não concorde 100% com eles, resolvi descobrir quais as estatísticas do StatCounter para o Brasil, vamos olhar primeiro a plataforma Desktop:

Sistemas operacionais no Brasil

Aqui no Brasil a vantagem do Windows é descomunal, levando-se em consideração os dados do StatCounter ao menos. 

Com quase 92% de utilizadores, ele é o sistema predominante, a Apple continua em segundo mas com praticamente 1/4 de usuários, se compararmos com os dados dos EUA, muito se deve aos preços brasileiros dos Macs, sem dúvida.

No gráfico brasileiro "o Linux" ocupa a terceira posição com 1,22% dos utiilizadores e o ChromeOS não chega a atingir 1%, por motivos fáceis de entender, os Chromebooks em alguns casos custam o mesmo que os outros Notebooks e ainda tem a questão da internet, que eu já tinha comentado e tem um 1% desconhecido ali também que pode ser Linux, BSD, ou qualquer outra coisa, até mesmo o Windows, talvez sejam pessoas que navegam usando o TOR ou algo do tipo, sinceramente, não sei.

Agora o gráfico dos dispositivos móveis, especificamente os Smartphones:

Ranking de sistemas operacionais móveis no Brasil

Quando o assunto é Mobile, o Android é o Bayern de Munique dos sistemas operacionais, com quase 84%, ele domina amplamente o mercado (engraçado que aqui eles não contam como Linux, ainda que ele use o Kernel também, ainda não entendi por quê disso...), em segundo temos o iOS, como já era esperado com praticamente 10% dos utilizadores, o restante dos usuários se diluem entre usuários de Windows e outras plataformas menores que não fica claro exatamente qual sistema seria, sendo que o Windows tem pouco mais de 2,5% de utilizados.

Dispositivos móveis também são Tablets, então vamos dar uma olhada nesta categoria:

Market Share de Tablets no Brasil

Aqui eu confesso que tive uma surpresa! Quer dizer que metade das pessoas que tem Tablet no Brasil, tem iPad? Tá bom então...

Segundo os dados da StatCounter Android e iOS estão praticamente empatados e o Windows não tem 1% neste segmento, agora... não me pergunte "o que ser" este Linux ali na lista, se não é o Android, não faço ideia do que seja. Que outro sistema baseado em Linux é vendido no mercado móvel brasileiro além do Android? Se souber comenta aí, fiquei curioso. E mais uma vez, eles separando Android de Linux, quando eles são a mesma coisa. 

Nos EUA o iPad domina o mercado completamente com cerca de 70%, com o Android com apenas 21% e o Windows chegando a quase 0,5%.

E aí, conta pra mim que conclusão você tira destes dados! :)

Até a próxima!

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CloudReady - O mais perto que você vai chegar do Chrome OS sem comprar um Chromebook

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Quem está buscando um sistema operacional com a mesma funcionalidade do Chrome OS, o sistema operacional baseado em Linux da Google que alimenta os Chromebooks, para usar um computador ou notebook comum, vai encontrar no CloudReady uma opção excelente.

CloudReady - Chrome OS




A Neverware é a empresa por trás do desenvolvimento do CloudReady, um "Chrome OS" grátis que você pode baixar e instalar no seu computador. Hoje dia, dada a extrema utilização da internet, muitas pessoas poderiam simplesmente abandonar um sistema operacional "mais completo", por uma solução Cloud Desktop, como o Chrome OS da Google, ou no caso, o CloudReady.

Neste ano os Chromebooks venderam muito bem, batendo em número até mesmo dos Macbooks, que são muito populares nos EUA, o que indica que muitas pessoas procuram esse tipo de solução.

Eu já pude testar o CloudReady e confesso que para um computador de viagem, pequeno, compacto, pouco potente e destinado à internet basicamente, o CloudReady pode ser uma das melhores opções.

Eu ainda pretendo fazer um vídeo para mostrar ele para vocês.

CloudReady Desktop

Então se você quiser testar e quem sabe dar uma sobrevida para aquele seu computador fraco, o CloudReady pode ser uma alternativa interessante.



Até a próxima!
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Gerencie o seu Android ou iPhone através de um navegador com o AirMore

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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Hoje você vai conhecer um aplicativo muito interessante para acessar o seu Android e o seu iOS de uma forma muito simples e independente da plataforma. O AirMore é um App que permite essa interação de uma forma muito prática e objetiva, confira:

AirMore Android e iOS


Para Smartphones Android as coisas são um pouco mais simples, você acessa o armazenamento dos dispositivos facilmente, bastando ter um cabo USB e os drivers instalados, quando se fala em iPhone a coisa fica um pouco mais limitada caso você não tenha o iTunes por perto, ainda que o armazenamento possa ser acessado de outras formas, como nós já mostramos por aqui.

Não é a primeira vez que eu falo de um programa "do estilo" do AirMore por aqui, quem lembra do AirDroid? Mas desta vez vamos além porque o AirMore funciona também em aparelhos da Apple, isso faz com que a sua tarefa de passar arquivos do PC para o iPhone, especialmente no Linux, seja muito mais fácil.

Do que você precisa?


Basicamente, duas coisas. A primeira é baixar o App do AirMore para o seu Smartphone, seja Android ou iOS, você pode fazer isso diretamente no site do aplicativo. A segunda parte consiste em você estar na mesma rede Wi-Fi com o seu Smartphone e o computador com o qual você deseja acessá-lo.

Tendo isso em mente o negócio fica muito simples, abra o aplicativo no seu Smartphone, nele você encontrará as instruções de como prosseguir.

AirMore Android e iPhone

O app vai pedir para você acessar o site web.airmore.com ou airmore.net, no site você vai encontrar um QR Code que pode ser lido usando uma função do próprio App do AirMore instalado no seu Smartphone, basta ler o QR Code e pronto! Você está dentro!

QR Code

Existem várias funções legais no AirMore, mas eu vou comentar algumas que eu achei mais interessantes.

AirMore


- Transferência de arquivos: Esse é o fator mais legal ao meu ver, é muito simples transferir dados do computador para o PC e vice-e-versa, sejam músicas, arquivos pdf, documentos, imagens, etc.

- Gerência de contatos: Você pode gerir os seus contatos através do AirMore, podendo apagar, criar, modificar e até fazer chamadas através dele.

- Enviar mensagens: Isso é uma coisa interessante. É muito mais fácil enviar mensagens mais longas digitando de um teclado convencional e este é um dos recursos do App também

Você pode até ouvir as suas músicas por ele e muito mais coisas, vale a pena experimentar e descobrir do que o aplicativo é capaz, estou usando há alguns dias e ele facilitou bastante a vida, além do mais, se você gosta de usar Linux e tem um iPhone ou um iPad, ele pode ser uma solução para os seus problemas.

Até a próxima!
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A Google vai lançar um Notebook com um novo sistema operacional para concorrer com Windows e Mac

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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

A Google anunciou que vai lançar um novo Notebook no mercado com um sistema operacional chamado "Andromeda" que seria uma junção de Chrome OS com o Android, o sistema seria capaz de executar tanto as aplicações do Chrome como as do Android.

Andromeda OS Google




A Google começa a dar seus primeiros passos no mercado de computadores portáteis com um novo sistema operacional que junta o melhor dos dois sistemas operacionais de maior importância da empresa, o Chrome OS e o Android.

Andromeda OS
Imagem conceitual

O Notebook deve receber o nome de Pixel 3 e ainda não tem uma data em específico para o lançamento,  mas as especificações já foram divulgadas. O aparelho conteria 4 GB de memória RAM, processador da Intel, ainda sem especificação do modelo, duas portas USB-C, touchpad com 3D ativo e teclado retroiluminado, o corpo do Notebook teria apenas 10 mm de espessura, o que faz ele concorrer diretamente com o Macbook Air.

A ideia é rivalizar diretamente com aparelhos vendidos com Windows e Mac e alfinetar a Microsoft e a Apple em outro segmento também, pois além deste computador com o Andromeda,  a Google pretende também lançar um novo Tablet Nexus com o sistema em parceria com o Huawei que também teria 4 GB de RAM.

Caso você tenha pensando: "será este o sistema que estávamos chamando de Fuchsia?" Não, aparentemente não é, não existem detalhes mais profundos sobre ele, mas vamos ficar de olho para qualquer novidade e você vai ficar sabendo aqui no Diolinux. O Fuchsia vai ficar mesmo para IoT.

A Microsoft e a Apple estão recebendo um concorrente de peso? 

Certamente. Se existe uma empresa capaz de desbancar, ou no mínimo concorrer com estas gigantes, sem dúvida é a Google. Com a base de aplicativos que o Android já tem, ele pode se tornar interessante para muita gente.

O que você achou? Será que a Google vai chegar no topo deste mercado? Será que o Andromeda vai emplacar?

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Google vai descontinuar Apps para o Google Chrome, entenda como isso pode te afetar

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

O blog do Chromium anunciou que mudanças importantes estão por vir no navegador mais utilizado do mundo, e elas vão alterar diretamente o modo como o navegador funciona para muitas pessoas. O novo objetivo é remover o suporte para os Apps do Chrome em dois anos, entenda os motivos e como isso vai acontecer:

Chrome Apps




Segundo o blog do Chromium, a ideia é descontinuar os aplicativos do Google Chrome ao longo do tempo, nada de imediato, mas é bom ir se acostumando com a ideia. Ao final deste ano já não será mais possível adicionar novos Apps na Chrome Web Store, a justificativa para isso é que atualmente existem vários serviços online que tem APIs boas o suficiente para interagir com o hardware do nosso computador e com o sistema operacional, promovendo notificações na área de trabalho e uma boa interatividade e utilização componentes como WebCam, microfone e até placa de vídeo, e segundo os desenvolvedores do Chrome, os aplicativos para o navegador surgiram há alguns anos atrás justamente para tapar essa lacuna, sendo que atualmente a necessidade de um aplicativo com arquivos locais já não é algo extremamente necessário.

Existem dois tipos de aplicativos para o Google Chrome; os que são independentes da Web e funcionam muitas vezes até de maneira offline, são pacotes "embalados" para o Chrome e funcionam como um App genérico de Smartphone, o outro tipo é basicamente um atalho para um site onde o aplicativo, serviço ou produto é apresentado.

Como é possível criar atalhos de sites e serviços para transforma-los e aplicativos sem a necessidade da Web Store do Chrome atualmente, parecido com o que nós ensinamos você a fazer para assistir Netflix no Linux, a necessidade de aplicativos assim se torna muito menor. Segundo os desenvolvedores apenas 1% dos usuários do Chrome utilizam tais aplicativos, o que faz que eles sejam um "fardo" a mais para ser mantido para um fatia pequena de usuários.

O Plano de abandono


Chromebooks
Chromebooks Imagem: apptuts.com.br

A ideia é que no final de 2016 já não seja possível aos desenvolvedores a inserção de novos aplicativos para o Google Chrome na Web Store, porém, os desenvolvedores poderão continuar a atualizar os aplicativos que já estão lá, assim como o usuários ainda terão acesso aos mesmos. Na segunda metade de 2017 o suporte será reduzido e os aplicativos removidos, o único lugar onde os aplicativos ainda serão suportados será nos Chromebooks, justamente por eles serem uma peça fundamental dos equipamentos.

Eu tinha ficado preocupado em primeira instância, pois adoro esses aplicativos e uso muito eles, mas de fato, todos eles praticamente podem ser utilizados acessando o site do serviço em questão, então talvez não seja um grande problema, talvez até deixe o Chrome mais leve.

Uma outra coisa que vale a pena comentar, é que temas e extensões continuarão disponíveis para instalação, mesmo após a remoção dos Apps, o que já vai deixar muitos usuários mais tranquilos.

E aí, qual é a sua opinião sobre o assunto? Os aplicativos do Google Chrome vão fazer falta para você?

Até a próxima!
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