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Microsoft Teams está chegando para Linux em breve

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Muitos não imaginariam que um dia, a toda poderosa Microsoft, iria se juntar ao Linux e lançar os seus produtos para ele de forma constante e até incorporar o kernel Linux dentro do Windows, com o WSL. Agora é a vez do Microsoft Teams, podendo aterrissar em “terras pinguistiscas” em breve.


Microsoft Teams está chegando para Linux em breve






Bom, os rumores começaram, quando descobriram um tópico no UserVoice, fórum comumente usado pelas empresas para ouvirem sugestões dos usuários. O post é de 2016, do usuário Angela Sze, pedindo uma versão do MS Teams para Linux. Desta data até o dia 6 de Setembro, sempre tinha algum responsável do desenvolvimento respondendo ao tópico. Os votos nesse período subiram de forma exponencial.

Até que recentemente, vários influenciadores “gringos” de Linux, “acharam” esse tópico e assim que ele foi divulgado, o mesmo está chegando em quase 10 mil votos (9.234 até o momento). Diferente do caso da Adobe, com cobertura nossa neste artigo e que não saiu mais do Status de análise, o MS Teams está sendo trabalhado. A confirmação veio através do desenvolvedor Christopher Scott, em Twitter pessoal.


Dando uma olhada no repositório, packages.microsoft.com, podemos observar quais distros seriam suportadas de começo, como Ubuntu, Fedora, openSUSE e Debian por exemplo.





Podemos então ter muito em breve uma versão do Microsoft Teams para Linux e abrangendo boa parte das distros. Arrisco a dizer, em um futuro muito próximo, que o MS Office e o Edge também “chegarão” no Linux.

Se você quiser votar e aumentar mais ainda os números, basta acessar o link da postagem do VoiceUser aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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PureOS tem versão estável lançada!

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Responsável pelo Librem 5, smartphone com Linux embarcado e laptops com o pinguim, a Purism anunciou o lançamento de seu sistema operacional. o PureOS é baseado em Debian e você já pode testá-lo.

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Com o lançamento próximo de seu smartphone Librem 5, que começa a ser enviado aos clientes a partir de 24 de Setembro, a empresa decidiu disponibilizar seu sistema operacional. Anteriormente apenas a versão rolling release estava disponível, enquanto a versão estável passava por diversos testes, até que a Purism tivesse a certeza que o PureOS tinha ficado maduro o suficiente. Com planos de entregar um sistema contínuo, em que você instala uma vez e vai recebendo atualizações indefinidamente e outro estável, o PureOS quer passar solidez e praticidade. Fica ao critério utilizar o PureOS estável ou rolling release. 

“Estamos fazendo o lançamento da versão estável do PureOS e criando uma nova versão rolling release. Além dessa versão estável, estamos adicionando dois pacotes complementares - amber-security e amber-updates - que trabalham juntos para criar uma versão sólida”, diz Jeremiah Foster, diretor do PureOS.

purism-pureos-librem5-debian-linux-gnome-software-livre-open-source

Já fizemos algumas postagens sobre o PureOS e seu conceito que se assemelha muito a convergência, proposta pela Canonical (isso na versão mobile do SO). Acesse este link e saiba mais, também abordamos sobre o “PureBoot”, para maior proteção de computadores com Linux. Caso queira mais informações, acesse essa postagem.

Por se tratar de um sistema rolling release, a Purism informou que o PureOS continuará recebendo as atualizações, mesmo com a release estável. Todavia, a versão rolling release é recomendada para entusiastas e usuários avançados que desejem as últimas versões dos programas pré-instalados no sistema. Ao que tudo indica a versão estável será o foco para usuários finais.

purism-pureos-librem5-debian-linux-gnome-software-livre-open-source

Além de ser baseado no Debian, o PureOS conta com o ecossistema GNOME em sua concepção.

Faça o download da versão estável por meio deste link, os mais “moderninhos” podem adquirir o contêiner do Docker, por aqui.

Lembrando que o PureOS não funciona em hardwares 32bits, para mais informações acesse seu site oficial.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e não perca nenhuma novidade.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Purism, Softpedia.
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Tails 4.0 baseado no Debian 10 entra em fase beta

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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Para os usuários que desejam uma privacidade em níveis mais elevados, utilizar apenas uma distribuição Linux não é o suficiente. Alguns requisitos são exigidos para se obter maior controle de sua privacidade e dados, usar apenas software livre é uma ótima opção, entretanto, digamos que ainda são necessárias outras etapas, é aí que entra a proposta da distro Linux Tails.

tails-linux-privacidade-segurança-dados-pessoais-anonimato-debian

Já faz um tempinho que produzimos uma postagem sobre o Tails, recomendo que leiam, esse sistema é a primeira alternativa que vem na mente de muitos usuários, quando o assunto é privacidade. Inclusive temos um vídeo bem interessante sobre este tema, na qual abordamos o Tails e o Tor Browser (a dupla dinâmica 😁️😁️😁️). Confira logo abaixo o vídeo em questão.


Novidades do Tails 4.0 beta


Recentemente o Tails entrou em fase beta, baseado na versão do Debian 10 “Buster”, o sistema contará com os pacotes mais recentes disponíveis no “sistema universal”. Assim, o Tails terá melhor suporte para novos hardwares, especialmente GPUs NVidia e AMD, bem como computadores Mac e outras tecnologias.

Um destes novos suportes será o funcionamento de dispositivos que utilizem o Thunderbolt 3, que foi integrado com as últimas versões do GNOME 3. Possuindo o ambiente GNOME, a distribuição tem total foco em sua privacidade, dispensando softwares comumente usados, mas que não tem muito a ver com essa proposta.

tails-linux-privacidade-segurança-dados-pessoais-anonimato-debian

Diversas características estão pré-configuradas no sistema, possibilitando maior praticidade no quesito segurança/privacidade. Um belo exemplo é poder abrir unidades USB persistentes no Tails, exibir o applet OpenPGP ao lado do ícone de status do TOR entre outros, tudo por default. A nova versão 4.0 substituirá alguns programas, o gerenciador de senhas é um deles. O KeePassX dará lugar ao KeePassXC, mais recente. Programas que atualmente existem no Tails serão removidos, obviamente que você poderá instalar os mesmos, como o Scribus e o Math da suíte LibreOffice. O mensageiro Pidgin e o Home Launcher da área de trabalho, também não serão embarcados por padrão.

O Tails 4.0 tem previsão de lançamento para 22 de Outubro de 2019. Caso queira experimentar o beta e conferir o estado atual do sistema, você pode baixar a versão ISO ou USB por este link.

Por ser uma versão beta, esteja ciente que diversos bugs podem estar presentes. 

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Softpedia, Tails.
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Como instalar o LibreOffice no Linux

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sábado, 10 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma suíte office muito popular entre usuários do pinguim, mas também com usuários Windows e Mac. Hoje você verá algumas maneiras de se obter essa poderosa suíte office.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-flatpak-appimage

No momento em que escrevo esse artigo, estou utilizando o Ubuntu 18.04, porém, a dica é válida para todos derivados e com exceção do passo que demonstrarei a instalação de pacotes DEB e PPA, as principais distribuições poderão fazer uso das demais formas apresentadas. Feitas essas ressalvas, vamos pôr as mãos na massa!

Instalando o LibreOffice diretamente do site


Acesse o site oficial do LibreOffice, e efetue o download da última versão, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu (DEB).

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Ao efetuar o download o site irá sugerir mais 2 pacotes, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Para maior organização, extraia os arquivos em uma pasta. Comece pelo pacote do LibreOffice, no momento que faço essa postagem o “LibreOffice_6.3.0_Linux_x86-64_deb”, verá que dentro dele existe uma pasta denominada “DEBS” com diversos pacotes dentro.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Clique dentro da pasta com o botão direito do mouse, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Dentro do terminal, digite o comando para instalar todos os pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Espere a conclusão da instalação, e repita o procedimento com os demais arquivos que baixou e extraiu (ajuda e linguagem do usuário em português). Caso tenha alguma dúvida, veja o procedimento neste vídeo.


LibreOffice via PPA


Essa opção é para quem quer ter a instalação via PPA oficial do LibreOffice. Particularmente não vejo a necessidade em instalar por esta maneira, porém, alguns usuários ainda fazem uso deste tipo de instalação.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o LibreOffice do PPA via terminal:

sudo apt install libreoffice

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:libreoffice/ppa

LibreOffice via Snap


Outra possibilidade é instalar o LibreOffice no formato Snap. Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “LibreOffice”, atente-se para a origem do pacote e veja se o mesmo é o Snap.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-snapcraft

Se estiver utilizando outra distribuição, que não seja o Ubuntu, por exemplo o Linux Mint. Acesse essa postagem e habilite o Snap em seu sistema. A instalação também poderá ser feita via terminal, caso sua distribuição não possua uma loja com integração com o Snap ou queira utilizar o terminal.

Instalando o LibreOffice via Snap:

sudo snap install libreoffice

Removendo o LibreOffice via Snap:

sudo snap remove libreoffice

LibreOffice via Flatpak


A suíte mais famosa do mundo Linux também está disponível no Flathub, assim caso queira utilizar o LibreOffice no formato Flatpak sua instalação é bem simples. Usuários do Linux Mint, por exemplo, podem pesquisar por: “LibreOffice flatpak” e instalar sem prévias configurações. No Ubuntu será necessário habilitar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório Flathub, uma tarefa tranquila e com um passo a passo para você. Após configurar o seu Ubuntu, instale diretamente da loja conforme mencionei para o Mint.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-flathub-flatpak

Outras distribuições que não tenham o Flatpak por padrão, podem utilizar esse post. A adição do repositório do Flathub é um requisito importante, irei demonstrar a seguir aos usuários que decidirem instalar o LibreOffice via terminal.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.libreoffice.LibreOffice

Removendo o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak remove org.libreoffice.LibreOffice

LibreOffice via AppImage


Uma forma bem interessante para utilização do LibreOffice é o AppImage, com ele não será necessária nenhuma instalação e você pode até manter o arquivo salvo em um pendrive. Baixe do site oficial e escolha a versão desejada. São 3: Basic (apenas em inglês), Standard (com outras línguas, incluindo o português) e Full (com todas as línguas suportadas). No exemplo logo abaixo efetuei o download da Standard.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Para executar o arquivo, clique com o botão direito do mouse, vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque “Permitir a execução do arquivo como um programa”. Clique duas vezes sobre o AppImage e “seja feliz”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Obviamente que existem outras maneiras de instalar o LibreOffice em seu sistema, como via PPA ou até mesmo o pacote contido diretamente do repositório oficial de sua distribuição. No entanto, é bem provável que a versão baixada do site (seja a DEB, RPM ou AppImage) estarão nos últimos lançamentos. As opções em Snap e Flatpak costumam sempre seguir a mesma lógica, todavia, é normal que haja um pequeno atraso (geralmente no máximo uma semana).

Você pode escolher qual forma utilizará o LibreOffice, e o uso do terminal é opcional. Em distribuições com foco no usuário comum, às lojas auxiliam bastante. Particularmente gosto e acho bem prático utilizar o terminal, enfim, a instalação contempla ambos os gostos (😁😁😁).

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Slax - Um Linux para carregar no bolso com menos de 300MB!

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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Os sistemas baseados em Linux podem ser bem versáteis e podem ser utilizados de diversas formas diferentes. Possivelmente você já ouviu falar que um sistema Linux pode operar "milagres" em uma máquina com mais do que alguns anos, e de fato, dada a maleabilidade das interfaces, é exatamente isso que pode ocorrer. Hoje você vai conhecer uma distro focada em ser tão portátil e leve quanto possível, sem renunciar a um visual agradável, o Slax.

Slax - Uma distro de bolso





O Slax é uma distribuição Linux peculiar por vários motivos. Ela é super compacta, sua ISO tem cerca de 280MB, ela não é projetada para ser instalada em um computador, apesar de isso ser possível e traz uma quantidade mínima de aplicações, que beira o ridículo, mas que é o suficiente para atender necessidades básicas de quem utiliza o computador para navegar na internet e faz outras atividades comuns, como gerenciar seus arquivos.

A ideia é que você use o Slax diretamente de um pen drive, onde as suas modificações deverão ficar salvas, assim como a adição de novos programas. Nesse caso, a quantidade de dados que você pode armazenar está diretamente ligada ao tamanho do seu pen drive.

Aposta na simplicidade


Consumo de RAM do Slax

Apesar de simples, o ambiente Fluxbox que a distro traz é bem customizado e agradável aos olhos, lembrando qualquer edição do Windows vagamente, com uma metáfora de desktop tradicional, consumindo apenas 127MB de RAM uma máquina virtual, de forma que é justo supor que em uma máquina real o Slax consiga ser ainda mais econômico.

Geralmente em reviews de distribuições Linux, comentar quais são os softwares que acompanham a distro é uma tarefa complicada, afinal, um sistema operacional é composto de inúmeras aplicações para todas as finalidades, mas até nisso o Slax se sobressai, estes são todos os programas que acompanham a distro por padrão:

Aplicativos do Slax

Um terminal simples (Xterm), um gestor de arquivos (PCManFM), uma aplicação de calculadora (Qalculate), um editor de textos simples/bloco de notas (Leadpad), um gestor de rede (Wicd), o VLC Media Player, o XArchiver para lidar com arquivos compactados e o gestor de tarefas (LXTask).

Não podemos esquecer, é claro, do navegador Web Chromium, que fecha o set de aplicativos, garantindo que você tenha todo o básico para atividades comuns do dia a dia, especialmente com atividades focadas na internet. A distro possui um painel da parte inferior e desenha as janelas na sua tela com compositor "Compton".

O Slax era baseado no Slackware, mas desde a versão 9 a distro é baseada no Debian, para ser mais específico, baseia-se no Debian Stretch, como podemos ver pela lista de repositórios, ao menos no momento em que este artigo é escrito.

Slack Debian Repos

Como o Slax usa base Debian, naturalmente você pode usar o "apt" via linha de comando para instalar novos aplicativos no sistema e gerenciar as atualizações, dessa forma, não possuindo um gestor gráfico para tal, como uma loja de aplicativos ou algo parecido.

No entanto, nas mãos de quem conhece um pouquinho da base Debian ou Ubuntu, fica fácil fazer a instalação das aplicações mais comuns, inclusive o Google Chrome mesmo, usando ferramentas como o "dpkg". Nada te impede de instalar um software como o Synaptic por exemplo, e assim gerenciar tanto os pacotes, quanto as atualizações através de uma interface.

Gerenciador de arquivos do Slax

Como você pode ver, até mesmo as pastas do gerenciador de arquivos lembram as do Windows, toda a interface Fluxbox também responde a cliques  com o botão direito do mouse na área de trabalho, abrindo um menu de aplicações e configurações, semelhante as configurações nativas que o XFCE possui, mas sendo ainda mais leve do que ele.

Configuração do teclado do Slax

Para poder usar o teclado em Português, caso você queira, basta clicar com o botão direito do mouse, ir até "Keyboard layout... >> Other >> Brasil", ou então selecionar "Portuguese" diretamente, caso você queira usar o Português de Portugal.

Ainda que seja simples, há configurações avançadas para o painel, como a opção de "auto-hide", a função "print screen" tem um software embutido na interface que consegue gerenciar as capturas de tela, você pode ajustar a resolução da tela diretamente pelo menu de contexto na área de trabalho, é possível também usar múltiplos desktops virtuais.

Considerações sobre o Slax


Acho que definitivamente o Slax é um Debian com Fluxbox, não muito mais do que isso, mas não se engane, o arranjo do desktop do Slax para com o Fluxbox é feito de forma primorosa e vai te poupar um grande tempo ajustando as coisas. Você pode instalar o Fluxbox no Debian ou no Ubuntu facilmente com:
sudo apt install fluxbox
Mas o resultado vai ser mais ou menos assim:

Fluxbox no Ubuntu

E olha que eu dei uma customizada para ficar "menos pior". Dessa eu forma, eu aplaudo a equipe do Slax que criou uma variação do Fluxbox que torna amigável a migração para quem vem do Windows e tem um computador extremamente fraco, desde o cuidado com o visual, até as aplicações pré-instaladas, que apesar de poucas, são certeiras.

Coisas para prestar atenção ao usar o Slax e que podem não ser tão boas


Tudo tem prós e contras e naturalmente com o Slax não seria diferente.

Minha sugestão é que você considere o Slax apenas para computadores super fracos, a distro ainda entrega ISOs de 32 bits, então pode ser o caso de usar em máquinas realmente antigas e com baixo desempenho.

Não sei se você percebeu pelas imagens, mas o Slax opera diretamente no modo Root, o que é um risco de segurança desnecessário para se correr, isso faz com que você esteja suscetível as ameaças que não afetariam usuários que utilizam um usuário Linux padrão. Não me entenda mal, você ainda estará com um nível de segurança acima usando Linux, entretanto, nada impede que você crie um novo usuário e utilize o sistema dessa forma, talvez seja até mais seguro.

Como o Slax mira o público que quer uma distro para carregar no bolso, com um pen drive ou algo do tipo, o modo Root pode não ser um grande problema, de fato, mas além disso, esse apelo específico significa que não existe um instalador gráfico, e a tentativa ingênua de instalar o Slax usando um Debian Installer, simplesmente não funciona, entretanto, no site oficial, os desenvolvedores informam uma forma de fazer a instalação, no entanto, provavelmente o particionamento do disco deverá ser feito manualmente, usando um utilitário como o "fdisk", "cfdisk" ou então instalando o GPARTED e fazendo o particionamento por ele.

Com um ambiente super simplificado como o Fluxbox você ganha em algumas coisas, especialmente em responsividade, porém, você também perde coisas que talvez goste em ambientes mais robustos, como indicadores, ferramentas de controle de cor, um painel de controle mais vasto, as coisas passam a ser muito mais manuais do que em outros ambientes, e "menos bonitas", deste o ajuste de volume que é feito diretamente pelo alsamixer no terminal quando você clica no ícone do painel.

 O Fluxbox me parece quase beirar um "tilling window manager", como o i3, com a diferenaça de que ele de fato desenha as janelas de forma flutuante, como outra interface qualquer.

Você pode baixar o Slax pelo site oficial, e se quiser bater um papo sobre distros minimalistas, entre no nosso fórum e engaje-se com a comunidade.

Até a proxima!
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Como instalar o Spotify no Linux

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

O Spotify é um dos serviços de streaming de músicas mais famosos da atualidade, seja por seu modo premium de valor acessível ou versão free, totalmente gratuita. Obviamente, que nessa modalidade, propagandas podem interromper sua playlist e não será possível efetuar o download das músicas e ouvir offline. Aliás, você pode acompanhar o DioCast diretamente da plataforma.

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint

Temos um vídeo sobre o serviço, abordando se vale a pena pagar o Spotify Premium, em nosso canal. Caso esteja interessado, recomendo assistir e avaliar a possibilidade. Para maiores detalhes sobre os tipos de assinatura, acesse esse link.

Vale a pena pagar o Spotify Premium? Veja o vídeo e tire suas dúvidas.


Spotify em sua distribuição Linux


Existem basicamente 3 maneiras de se obter a aplicação do Spotify, duas estão disponibilizadas em seu site oficial (mantido de forma voluntária pelos engenheiros do Spotify, conforme a página informa) e a outra é mantida pela comunidade Linux, através do repositório Flathub. Irei apresentar todas as 3, a decisão de qual utilizar será exclusivamente sua. Deixando claro, que às duas formas de se instalar o Spotify no Linux (DEB e Snap) podem conter ligeiras diferenças comparadas as versões Windows e Mac. Assim, como o próprio Spotify enfatiza, pois, essas versões são mantidas distintamente do Spotify, mas possuindo o aval da empresa. No entanto, não precisa se preocupar, os engenheiros do Spotify estão fazendo um ótimo trabalho e nunca notei alguma diferença com as versões de Windows ou macOS (ou algum bug no software). 

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint-diocast-musica-streaming

Spotify via Snap


A primeira opção do Spotify para o Linux é em formato Snap, para usuários do Ubuntu todo processo é simplificado. Basta, pesquisar por: “Spotify” diretamente da loja e instalar a aplicação. Outros usuários, que utilizam sistemas, como: Linux Mint, Elementary OS, KDE Neon, Fedora, Pop!_OS e etc. Podem configurar o Snap em seu sistema para usufruir do formato. Acesse essa postagem, caso não o tenha feito. 

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint-loja-musica-streaming

Nem todas os sistemas possuem lojas com integração com esse tipo de empacotamento, o terminal é uma opção para contornar esse falta.

Instale o Spotify Snap via terminal:

sudo snap install spotify

Remova o Spotify Snap via terminal, se desejado:

sudo snap remove spotify

Spotify via DEB


Outra possibilidade é o Spotify no formato DEB. Contudo, não se engane e espere compatibilidade total com versões do Debian, essa opção tem como foco as últimas versões de lançamento do Ubuntu. Assim sendo, alguma incompatibilidade com versões mais antigas do Debian podem ocorrer, mas os engenheiros do Spotify informam que sempre vão tentar compatibilizar o pacote versões mais antigas do Debian e Ubuntu. Se possui alguma dúvida, quanto ao funcionamento desta opção, reconsidere as demais. Segue o passo a passo para instalação do Spotify neste formato.

Adicione a chave do repositório do Spotify:

sudo apt-key adv --keyserver hkp://keyserver.ubuntu.com:80 --recv-keys 931FF8E79F0876134EDDBDCCA87FF9DF48BF1C90 2EBF997C15BDA244B6EBF5D84773BD5E130D1D45

Adicione o repositório do Spotify:

echo deb http://repository.spotify.com stable non-free | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/spotify.list

Atualize sua lista de pacotes:

sudo apt update

Instale o cliente Spotify:

sudo apt install spotify-client

A cada nova versão disponível, você receberá uma atualização normalmente em seu sistema.

Spotify via Flatpak


A terceira forma de se obter o Spotify é pelo Flathub, essa versão em Flatpak não está contida nas opções descritas no site. Empacotada pelo pessoal do Flathub é uma escolha viável para quem prefere este tipo de pacote, ou não queira configurar nada (caso do Linux Mint, que possui a mesma em sua loja). No Ubuntu sua instalação também pode ser via loja, basta acessar essa postagem e configurar o Flatpak e plugin do mesmo na Gnome Software. Pesquise por: “Spotify flatpak” e instale o cliente.

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint-loja-musica-streaming

Veja nesta postagem, a instalação e configuração do Flatpak nos demais sistemas baseados em Linux. Essa postagem demonstra como adicionar o repositório do Flathub. A instalação via terminal é outra opção.

Instale o Spotify Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.spotify.Client

Remova o Spotify Flatpak via terminal, caso queira:

flatpak remove com.spotify.Client

Agora você poderá ouvir suas músicas no Spotify, óbvio que uma conta é exigida, pode ser criada gratuitamente ou migrar para versão paga, a escolha é sua. Sei que alguns irão citar o AUR como outra forma de instalação do Spotify e tal. No entanto, às duas formas que apresentei (Snap e Flatpak) abarcam mais distribuições, e nada impede de usuários obterem a versão contida no AUR.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, existem muitos audiófilos por lá também (😁😁😁).

Até mais, agora vou ouvir algumas músicas no Spotify, SISTEMATICAMENTE! 😎
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VirtualBox 6.0.10 chega com suporte para driver UEFI no Ubuntu e Debian

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Uma das aplicações mais populares para virtualização de sistemas, o VirtualBox, recebeu uma atualização pequena, mas que trouxe boas novidades para os utilizadores Linux.

Atualização do VirtualBox






A Oracle anunciou a versão 6.0.10 do VirtualBox, que acaba de se tornar a quinta revisão de manutenção da série 6.x do software, com várias correções de bugs e a adição de alguns novos recursos para usuários Linux.

Dois meses após a última atualização, o novo VB, para os íntimos, vem com suporte melhorado para Secure Boot UEFI com assinatura de drivers para Ubuntu e Debian. Adicionalmente, os hosts Linux receberam melhor suporte para versões diferentes do Kernel Linux, contemplando melhor o range de versões disponível entre Debian e Fedora, por exemplo.


Grande parte dos esforços foram voltados para mitigar bugs reportados por usuários, especialmente das pessoas que compilam o VirtualBox à partir do código fonte usando versões recentes do framework Qt.

Tivemos melhorarias para sistemas Linux quando rodados como guests também, permitindo agora que o VirtualBox "se lembre" com maior facilidade do tamanho e resolução das telas depois de um reboot. Houve melhorias também no manuseio das VMs através do utilitário VBoxManage, via linha de comando, corrindo bugs que faziam com que as máquinas perdessem o controle de I/O e pastas compartilhadas em alguns casos.

Você pode fazer o download do VirtualBox diretamente do site oficial, inclusive nas versões de Windows e macOS, não somente Linux. Se você já estava usando o VB na versão 6 em umambiente não crítico, esse update não deve oferecer qualquer risco, lembre-se também de baixar novamente o Oracle VM VirtualBox Extension Pack, para garantir recursos estendidos.

Quer falar sobre virtualização de sistemas com a nossa comunidade? Vem conhecer o nosso fórum!

Até a próxima!
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Instale o OpenComic, leitor de Mangás e HQ's em seu computador

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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Você é fã da DC Comics, Marvel Comics ou quem sabe a Shonen Jump? Possui diversos arquivos de mangás e HQ’s e está a procura de um bom leitor digital para seu computador? Talvez a dica de hoje possa lhe agradar.

mangá-HQ-quadrinhos-leitor-opencomic-comic-cbz-cbr-linux-windows-snap-rpm-deb-ubuntu-fedora-mint-deepin-debian

Pessoalmente sou um apaixonado por mangás e HQ’s, não importa a editora por trás, apenas se são boas histórias. Infelizmente devido algumas mudanças e problemas com chuvas acabei perdendo quase 100% de meu acervo (que venho adquirindo desde moleque 👶👶👶). Uma solução que encontrei foi digitalizar as restantes ou manter cópias digitais, porém, ler no papel e em uma tela no PC, são coisas totalmente diferentes e um programa que facilite a experiência durante as leituras é bem-vindo.

OpenComic um leitor de HQ’s e mangás


Durante anos utilizei o MComix/Comix e até mesmo o Evince, tentei soluções, como o Peruse, mas nunca funcionou bem em minhas instalações do Ubuntu/Mint/Deepin. Você também pode testar outro leitor chamado YACReader na qual, meu colega de trabalho, o Ricardo (O Cara do T.I) escreveu sobre. Há algum tempo venho utilizando o OpenComic e estou bem satisfeito com as funcionalidades do programa. O seu funcionamento é bem parecido com alguns apps Android que utilizo (pauta para um próximo post, quem sabe 😁😁😁), tornando tudo bem mais prático. Se assim como eu você gosta de ler no PC, vale testar a aplicação. Veja algumas características do OpenComic:

  • Software Livre sob licença GPL3 (Github do projeto);
  • Aplicação desenvolvida em Electron;
  • Versões para Windows, Linux e Linux Arm64 (e macOS em TAR.GZ);
  • Vários tipos de pacotes para Linux (DEB, RPM, SNAP, TAR.GZ);
  • Suporte para formatos, como: JPG, PNG, APNG,GIF, WEBP, SVG,BMP, ICO;
  • Suporta formatos compactados, como: RAR, ZIP, 7Z, TAR, CBR, CBZ, CB7, CBT;
  • Modo leitura para mangás;
  • Modo dark nativamente;
  • Visualização em página única ou dupla;
  • Ajustes na visualização das páginas (por exemplo, das margens); 
  • Marca páginas (favoritos);
  • Lupa flutuante para Zoom;
  • Navegação entre as páginas por meio do scroll do mouse ou slide;
  • Possibilidade de adicionar o local com seus arquivos (Biblioteca);
  • Interface intuitiva, semelhante de uma aplicação Android.

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Instalação do OpenComic


Você pode adquirir o OpenComic em diversos formatos, conforme seu sistema operacional. Acesse a página do programa e efetue o download

Para distribuições, como o Ubuntu, Mint, etc. Basta baixar o arquivo DEB, dar dois cliques sobre o arquivo e prosseguir com a instalação. No Fedora proceda da mesma forma, porém, utilizando o pacote RPM. Caso queira executar sem instalar em seu sistema, ou quem sabe salvar em um pendrive, o pacote TAR.GZ é a melhor opção. Descompacte o pacote e execute o arquivo “opencomic” (navegue até o diretório e execute via terminal com “./opencomic”). Se for usuário de Windows, baixe o instalador EXE.

Outra possibilidade é instalar o OpenComic no formato Snap. No Ubuntu pesquise diretamente na loja, se usa outra distribuição é necessário habilitar o suporte ao Snap. Essa postagem demonstra todo procedimento

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Para os amantes do terminal, possuindo o Snap configurado no sistema, instale com o seguinte comando.

Instalação do OpenComic Snap via terminal:

sudo snap install opencomic

Desinstalação do OpenComic Snap via terminal:

sudo snap remove opencomic

No entanto, nem tudo são flores e aparentemente a versão Snap não está funcionando corretamente, ao menos em meus testes no Ubuntu 18.04. Fique a vontade para efetuar os teus. Mas, recomendo as demais alternativas. Por exemplo, utilizo em DEB e TAR.GZ no Ubuntu ou outros sistemas que ando testando. 

O OpenComic é uma ótima alternativa e estou gostando bastante da aplicação, mesmo não possuindo na atual versão o idioma português (apenas inglês e espanhol) o app é de fácil compreensão. Outro ponto é que o mesmo não suporta PDF (um formato incomum para esse tipo de uso), obviamente que seria um plus, mas não estragou minha experiência ao utilizar o software. Visto que os formatos “padrões” para quem lê mangás e HQ’s, em maior parte são: CBR, CBZ, CB7, RAR, 7Z, ZIP, JPG ou PNG.

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Wallpapers animados com o Komorebi

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Personalização é algo muito particular, cada pessoa tem seu estilo e gosto. No cenário Linux Desktop é muito comum ver diversas customizações nos temas, ícones e wallpapers bem bonitos. Caso faça parte deste “grupo seleto” que sempre está enchendo seu sistema com “perfumaria”, o tutorial de hoje é para você.

life-wallpaper-linux-ubuntu-mint-komorebi-video-engine

O Komorebi é uma aplicação que permite utilizar vídeos como papel de parede, tornando o seu desktop quase vivo. Com um wallpaper animado, seu computador pode ter “mais a sua cara”, seja com um trecho de algum anime, filme ou vídeo que goste, ou animações criadas com esse intuito em mente. Garanto que as pessoas em volta vão “admirar” e perguntar: “como você fez isso?”

Requisitos para um bom funcionamento do Komorebi 


Utilizar um papel de parede “quase vivo” pode ser penoso para alguns hardwares. Obviamente, que você poderá fazer os seus testes e averiguar se em sua configuração o software não fique tão pesado. Minha recomendação pessoal é uma configuração de processador no mínimo dual core, quad core para cima é o mais indicado e começando com 6GB de RAM. Isso policiando-se bastante, o indicado seria acima de 8GB de RAM. Também é interessante desabilitar o recurso ao desempenhar tarefas mais complexas, como: edição de imagens e vídeos, renderização, jogos, etc.

Utilização do Komorebi


O Komorebi possui um funcionamento de simples compreensão. Basta executar a aplicação que um wallpaper animado aparecerá em seu sistema. Clicando com o botão direito do mouse em seu desktop e indo em “Desktop Preferences” uma janela com algumas opções aparecerá. Nela você pode habilitar um relógio, ícones na área de trabalho ou vídeos como wallpapers. Além, de poder escolher qual será o papel de parede.

life-wallpaper-linux-ubuntu-mint-komorebi-video-engine

Para selecionar o papel de parede no Komorebi, acesse a segunda aba de nome “Wallpapers”. Selecione o tema desejado e clique no botão “Hide”, para esconder a janela com as opções.

life-wallpaper-linux-ubuntu-mint-komorebi-video-engine

Existe a possibilidade de criar seus próprios temas para o Komorebi. Nativamente a aplicação permite isso com o programa “Wallpaper Creator”. Crie temas com imagens ou vídeos, e faça seus próprios wallpapers animados.

life-wallpaper-linux-ubuntu-mint-komorebi-video-engine

Um site que recomendo para efetuar o download de diversos temas para o Komorebi, é o Akiba Illusion. Os temas estão no formato DEB. Veja a seguir alguns temas do Akiba.


Download e instalação do Komorebi


O Komorebi é distribuído no formato DEB, você poderá efetuar o download da aplicação por este link. Caso queira mais informações sobre o Komorebi, acesse sua página oficial no Github. Depois de baixar o pacote, instale normalmente com seu gerenciador de pacotes ou loja. Dê dois cliques sobre o arquivo e instale o Komorebi.

Resolução de erro na área de trabalho, ocasionado pelo Komorebi


Caso ocorra um erro, após executar o Komorebi e desabilitar o mesmo. Erro esse que impossibilita utilizar o desktop, mesmo com o Komorebi fechado. Execute o script que fiz, para corrigir tal problema. Você pode baixar o script por este link.

Primeiro dê a permissão para executar o script:

sudo chmod +x Resetar-Desktop-Komorebi.sh

Execute, logo em seguida:

./Resetar-Desktop-Komorebi.sh

Se mesmo assim o erro persiste, tente este comando (referenciando a uma imagem que queira utilizar como wallpaper e corrigir o problema):

gsettings set org.gnome.desktop.background picture-uri /caminho/do-seu/wallpaper

O Komorebi é um programa bem interessante para personalizar o sistema, você pode criar seus temas de forma gráfica ou baixar outros de terceiros. Particularmente gosto de fazer os temas “na unha”, e justamente esse será o próximo post ao abordar novamente o Komorebi (😁😁😁).

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GPK-Application - Um gestor de pacotes para Ubuntu e derivados

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Existem alternativas para se fazer de tudo no mundo Linux, e dentro do mundo Debian e Ubuntu, duas das distros mais populares, não seria diferente. Hoje você vai conhecer o GPK-Application, um gestor de pacotes que pode te permitir maior maleabilidade do que a GNOME Software, que vem por padrão nas instalações padrões do Ubuntu e no Debian com GNOME.

GPK Application





Eu estava explorando um pouco os aplicativos na GNOME Software e me peguei pensando se existiriam outras ferramentas para gerir os pacotes do Ubuntu que não fosse o (excelente) Synaptic, especialmente, que conseguisse pesquisar por pacotes e softwares que não tem ícones, como a loja de aplicativos do Linux Mint consegue fazer, e então lembrei de uma ferramenta que eu tinha visto no Debian, o aplicativo "Pacotes", ou gpk-application.

Gerenciador de pacotes do GNOME

Você  encontra a aplicação da loja de aplicativos (Ubuntu Software/GNOME Software) procurando por "Pacotes do GNOME", ou então, instalando via terminal:
sudo apt install gnome-packagekit
Depois de instalado, você encontra a ferramenta procurando no menu do sistema por "Pacotes", ou, se preferir rodar pelo terminal, você pode chamar a aplicação usando o comando:
gpk-application

Como usar a aplicação? 


A forma de utilização é simples, basta pesquisar pelo pacote desejado, marcar para instalação e aplicar as alterações.

Instalando pacotes no Ubuntu

Existem muitas categorias do lado esquerdo da aplicação que são incomuns nas lojas atuais, talvez seja um "passeio" interessante explorar essas categorias. 😊

Continue o assunto no nosso fórum, o Diolinux Plus.

Até a próxima!
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Comandos básicos para quem está chegando ao Fedora

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quarta-feira, 10 de julho de 2019


Se você está chegando ao mundo Linux e está começando nele através do Fedora, ou está migrando de alguma outra distro, como o Ubuntu ou Mint, esses comandos vão lhe ajudar e muito na sua jornada no sistema do “chapéu azul”.


Comandos básicos para quem está chegando ao Fedora






Esse artigo também serve para quem estiver vindo da base Debian/Ubuntu e está procurando os comandos equivalentes ao apt. Lembrando de sempre verificar se você está no modo root nos casos específicos.

Vamos começar pelo básico, que é atualizar os pacotes do sistema. No Debian/Ubuntu se usa o sudo apt-get update ou sudo apt update, já no Fedora usamos o:

sudo dnf check-update

Quando precisar atualizar os pacotes instalados usamos o sudo apt-get upgrade / sudo apt upgrade ou para adicionar/remover pacotes que tenham novas dependências, usamos o  sudo apt-get dist-upgrade / sudo apt full-upgrade. Já no Fedora usamos o :

sudo dnf upgrade

Quando precisamos procurar algum programa via terminal, no Debian/Ubuntu é utilizado o apt-cache search nome_do_pacote ou apt search nome_do_pacote. Já no Fedora é utilizado:

dnf search nome_do_arquivo ou dnf search all nome_do_aquivo (esse último, inclui na procura a descrição do pacote)

Após encontrar o pacote desejado, caso queira  ver o “Sobre” ou “About” do pacote. Quando utilizando Debian/Ubuntu, o comando é apt-cache show pacote (mostrando o cache local dele) ou o apt show pacote. No Fedora pode se usar dois comandos, que são:

dnf info pacote ou dnf repoquery --requires pacote (listando as dependências para aquele pacote)

Feito isso, chegou a hora de instalar o(s) pacote(s), e é uma tarefa bem fácil. Na base Debian/Ubuntu, você geralmente utiliza sudo apt-get install pacote ou sudo apt-get install pacote 1 pacote 2 … ou sudo apt-get install -y pacote ou ainda sudo apt install pacote. No Fedora segue quase a mesma “linha”, que seria:

sudo dnf install pacote 

ou

sudo dnf install pacote1 pacote2 

ou

sudo dnf install -y pacote

Bem simples “né não” 😄

Agora se você precisar instalar um pacote dentro de uma pasta por exemplo, no Debian/Ubuntu você usa o comando sudo dpkg -i pacote.deb (formato usado em grande maioria por distros Debian, Ubuntu e suas “filhas”). No Fedora não é muito diferente, e o comando é:

sudo dnf install pacote.rpm (rpm é o tipo de empacotamento usado no Fedora)

A remoção é bem simples também, no Debian/Ubuntu usamos sudo apt-get remove pacote ou sudo apt remove pacote. Já no Fedora, só mudamos a “palavrinha”, mas a ideia é a mesma:

sudo dnf erase pacote ou sudo dnf remove pacote

Por último, mas não menos importante, para adicionar o repositório RPM Fusion, tanto com as versões free e nonfree, basta utilizar o seguinte comando:

sudo dnf install https://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm https://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm

Se você precisar de mais parâmetros e ajuda, você pode acessar diretamente no terminal, digitando man dnf ou acessando os links de ajuda do Fedora e da Red Hat, que estão em inglês, mas nada que o Google Tradutor não ajude 😉.

Espero que esse guia básico tenha lhe ajudado. 😁😉

Confiram o vídeo de Review do Fedora 30 

            

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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