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Conheça o provável design do Deepin 20 [UPDATE]

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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

O Deepin é considerado uma das distribuições mais bonitas do mundo Linux, mas você já viu sua nova proposta de design para versão 20? Parece que a cada lançamento a distro traz um visual apelativo e que chama a atenção do usuário comum.

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Creio que não seja segredo para ninguém, ao menos para quem conhece um pouco sobre meu trabalho, o relacionamento que tenho com o Deepin. Curiosamente o canal OSistemático foi por muito tempo um dos responsáveis por impulsionar o sistema aqui no Brasil. Não falo para me vangloriar ou algo assim, apenas para enfatizar o envolvimento que tive ao produzir material sobre o sistema. É provável que, você usuário de Deepin já tenha se deparado com algum vídeo de minha autoria. Seja em algum grupo no Telegram, aqui no blog Diolinux ou até mesmo em meu canal (até eu mesmo já me deparei e pessoas nem sabiam que estavam falando com o próprio criador do vídeo em questão 🤣️🤣️🤣️).

Abaixo você pode ver um vídeo do OSistemático, relatando um pouco mais sobre a usabilidade do Deepin 15.10. Perceba que sou sincero e dou minha opinião. Todavia, a versão atual do Deepin é a 15.11 (em que escrevo essa matéria).


O curioso é que nessa história toda, há quem acredite que sou fanboy de Deepin e outros que sou hater. É engraçado pensar nisso, pois sou categorizado como extremista até hoje, seja de um lado ou de outro. Contudo, algumas pessoas ainda não entenderam que quando elogiei o Deepin foi por conta de meus vários anos utilizando o sistema, e quando critiquei ou mencionei algo, não foi para descaracterizar ou simplesmente ofender usuários. Toda essa transparência é o que de fato passei e passo com o sistema, meus relatos e usabilidade com o Deepin. “Se tá ruim digo, se tá bom também”, não é tão difícil compreender isso, é?

Pense, se sou hater de Deepin, porque teorizar que a Huawei utilizaria o sistema, e o Linux poderia ser mais conhecido graças a distro chinesa? Não sabe sobre o que estou falando? Acesse a postagem na qual inicialmente abordei esse tema. E não é que depois as coisas começaram a desenrolar, e de fato a Huawei passou a vender computadores com Deepin.

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Visual apelativo, isso o Deepin “tem para dar e vender”


Quando o assunto é beleza, o design do Deepin é impecável. Seu UX Design é bem inteligente e não confunde o usuário leigo, possibilitando inclusive um uso que lembra o Windows, ou até mesmo o macOS. Ao passar dos anos a distribuição chinesa passou por um verdadeiro “banho de loja” e ganhou diversos recursos visuais, como uma melhor consistência de seu ecossistema.

Deepin em 2013

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Deepin em 2015

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Deepin em 2019

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Não obstante, mesmo ao utilizar outro sistema, termino instalando vários aplicativos da distro.


O futuro do Deepin é promissor


Recentemente o canal oficial do Deepin lançou um vídeo com o próximo visual de seu launcher. A interface gráfica DDE (Deepin Desktop Environment) poderá passar por uma nova transformação. Muita coisa ainda pode ser mudada, e o vídeo a seguir é um conceito de como as coisas poderão ficar na versão 20 do sistema.


Podemos observar que esse conceito se aproxima bastante da interface da Apple, o iOS, utilizada nos iPads. A barra também é semelhante a do Chrome OS, que inclusive recebeu uma nova versão essa semana. Tudo parece estar mais arredondado e com o clássico “blur” das últimas versões do Deepin. Quando o menu está maximizado, é praticamente idêntico o do macOS.


E as mudanças estão à todo vapor, agora a tela de login recebeu um redesign e ao que tudo indica a versão 20 será bem diferente que a atual, em vários aspectos da interface gráfica. Apps estão sendo reformulados,  ao que tudo indica, podemos ver no vídeo a seguir o player de música com uma cara nova.


Lembrando que as versões de lançamento do Deepin agora são referenciadas conforme o ano inicial de seu lançamento (2015 == Deepin 15, 2020 == Deepin 20). Por isso haverá um salto da versão 15.11 para 20, visto que ele sairá como estável em 2020. Mas existem indícios que em novembro, possa ser disponibilizado uma versão beta do próximo Deepin 20. Essa versão também pode ser baseada no Debian 10.

Até lá muita coisa pode mudar, pois, os desenvolvedores ainda estão trabalhando em seu visual. Esse empenho vem ocorrendo durante este ano de 2019, e talvez o refinamento com o DDE-Kwin possa aumentar a performance do novo launcher.

Você usa o Deepin ou quem sabe o DDE em outra distro? Deixe nos comentários o que achou do novo visual em construção. Particularmente foi de meu agrado, principalmente o menu quando maximizado (que é a forma que utilizo).

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Fonte: Deepin, Forbes.


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Instale o emulador de Playstation 2, PCSX2 via Flatpak

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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Muitos questionam-se o porquê, de abordarmos tutoriais com os novos formatos de empacotamento, contudo a praticidade e simplicidade de tais opções é algo que auxilia o usuário leigo e, ao mesmo tempo facilita a distribuição do software para as demais distros. Hoje falarei sobre como utilizar, configurar e instalar o PCSX2 em Flatpak.

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Produzido pela Sony Interactive Entertainment, o PS2 ou Play 2 para os mais íntimos, foi um console que fez muito sucesso aqui no Brasil. O curioso do Playstation 2 é seu sistema operacional, que nada mais é que uma distribuição Linux.

Seu catálogo de jogos foi surreal, foram lançados por volta de mais de 4.000 jogos oficialmente. Particularmente tenho boas lembranças do PS2, na época da sua chegada em terras tupiniquins, era bem difícil consegui-lo por um preço acessível, depois de um tempo o console tornou-se muito popular.

Para animar e, relembrar suas jogatinas (no meu caso, muitas horas de God of War, entre outros games durante a adolescência) irei falar sobre o emulador PCSX2.

Instalando o emulador de Playstation 2 PCSX2


O emulador pode ser instalado de várias formas diferentes, seja diretamente dos repositórios oficiais, PPA’s ou quaisquer maneiras disponíveis. Até pouco tempo utilizava a versão do próprio repositório do Ubuntu, porém após testar a versão em Flatpak notei um ganho de performance e, os bugs que ocorriam em meu uso não existem mais. Se existe um tipo de software que prezo por estar em suas últimas versões, são os emuladores. Quem joga frequentemente e utiliza tais aplicações, sabe que a cada lançamento há uma melhora considerável no desempenho dos jogos.

Usar apps em Flatpak pode ocasionar certos incômodos, mas em meu SSD de 120 GB não tive problemas de espaço, e receber sempre novas versões sem me preocupar em compilações ou procurar por novos lançamentos do software é muito cômodo. Caso utilize o Linux Mint, basta pesquisar na loja por: “PCSX2”, escolher a versão em Flatpak e instalar. Já para usuários do Ubuntu, alguns passos são necessários, isso se o Flatpak não estiver configurado em seu sistema.

Acesse esse passo-a-passo que fizemos demonstrando como habilitar o Flapak no Ubuntu, inclusive possibilitando a instalação dos programas pela loja, sem precisar recorrer ao terminal. Depois pesquise pelo emulador: “PCSX2” e aguarde a instalação.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por este link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o PCSX2 Flatpak:

flatpak install flathub net.pcsx2.PCSX2

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove net.pcsx2.PCSX2

Um passo extra que gostaria de demonstrar, é para usuários que tenham as roms em outra partição, um hd de backup, por exemplo. Tenho algumas ISOs que ripei na época que ainda tinha meu console, deixando elas em um hd secundário. Para que o PCSX2 em Flatpak leia outras partições, você terá que dar as permissões de leitura e escrita ao programa. Não se preocupe o processo é muito simples, basta executar o comando logo abaixo:

sudo flatpak override --filesystem=/media net.pcsx2.PCSX2

No exemplo acima, dei permissão de acesso a todas as partições contidas em “media”, entretanto normalmente as partições são montadas em “/run/media” ou “mnt”. Por costume uso o diretório media, mas você pode substituir essa parte do comando por qualquer outro onde seus dispositivos são montados.

OBS.: Na documentação do PCSX2 é informado que a "rum/media" é acessada por padrão, então possivelmente não será nescessário dar essa permissão. Caso necessite, já sabe como proceder.

Configurando o emulador de Playstation 2 PCSX2


Assim como alguns emuladores de consoles necessitam das BIOS dos aparelhos, em que planejam emular, o PCSX2 não é diferente. Sem este arquivo de BIOS o emulador não irá executar os jogos. Em seu site oficial, existem informações de como fazer um dumper da BIOS do seu console. Acesse o link e saiba mais.

Por motivos óbvios não estarei disponibilizando o arquivo junto a essa postagem, mas saiba que os jogos funcionarão conforme a BIOS e região. Simplificando, se a BIOS for americana, apenas jogos americanos funcionarão por conta da trava de região imposta pela Sony.

A versão traduzida do Guia oficial de configuração também pode ser acessada por esse link. A seguir irei demonstrar o que precisei configurar na versão em Flatpak.

Existem muitos ajustes que você pode fazer no emulador, alguns poderão aumentar o desempenho dos jogos e outros a qualidade gráfica. A principal é configurar os arquivos de BIOS no software, para isso abra o emulador vá em “Configuração” >> “Seleção de plugin-in/BIOS”.

Essa seção, podemos assim dizer, é a principal do emulador. Na categoria “Plug-ins” você encontrará vários plugins que são utilizados para o bom funcionamento do PCSX2.

Se por algum motivo seu joystick não estiver funcionando corretamente, mude a configuração localizada em “PAD”, de “libonepad-legacy” para “libonepad”. É bem comum que controles genéricos sejam mal identificados, se isso ocorrer você já sabe aonde ir.

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Na categoria “BIOS”, você encontrará um botão para selecionar a pasta onde estão os arquivos da BIOS em seu computador. Nela também existirá a possibilidade de selecionar a BIOS, como mencionei, conforme o jogo e sua região uma BIOS diferente pode ser exigida. Selecione o local dos arquivos e depois marque a BIOS desejada, não se esqueça de sempre pressionar o botão “Aplicar”, após cada mudança.

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Em “Pastas” estão localizados os caminhos de algumas configurações do emulador, aliás os “memory cards” por padrão ficam na home de seu usuário em um diretório oculto sendo “.var/app/net.pcsx2.PCSX2/config/PCSX2/memcards”. Eles funcionarão de forma semelhante aos saudosos memory cards, e você pode criar vários. 

Se preferir, pode adicionar as BIOS na pasta de mesmo nome, ao invés de outra, contudo creio que é mais prático manter em um mesmo local, indiferente da instalação ou sistema.

Com essas configurações iniciais já seria possível executar seus jogos, o emulador até consegue de forma eficiente identificar os joysticks automaticamente. Todavia, se quiser configurar manualmente, ou certificar que tudo está certo em “Configurações” >> “Comandos (PAD)” >> “Configurações do plug-in” poderá acessar os joysticks.

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Ainda nessa tela de configuração, indo em “Gamepad Configuration”, poderá observar que o emulador identificou meu joystick de Xbox 360. Claro que cada botão poderá ser setado isoladamente, basta clicar em “Set All Buttons”. Não se esqueça de clicar em “Apply/Aplicar”.

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Enfim, para executar os jogos vá em “Sistema”, depois “Carregar (ISO)”. Selecionar o seu game e pronto! No entanto, ainda podemos configurar mais coisas no emulador.

Ajustes finos no PCSX2


Para executar os jogos só é obrigatório adicionar o arquivo da BIOS, ter o jogo, um teclado ou joystick. E para aumentar a resolução de um jogo, ou quem sabe melhorar a performance? Essa parte do tutorial lhe mostrará algumas dessas opções.

Ao acessar “Configurações” >> “Configurações de emulação”, mais opções estarão disponíveis. A princípio você não conseguirá modificar nada, desmarque “Predefinição” (fica localizado na parte de baixo) e poderá customizar. Se fizer algo de errado, não se preocupe, cada aba contém um botão chamado “Restaurar como padrão”.

Basicamente faço o seguinte, na aba “EE/IOP”, marco “Nenhum” em “Modo clamping”.

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Em “VUs”, marco a mesma opção.

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Já em “GS” opções, como limitar os fps, usar o MTGS sincronizado e desativar os saltos de quadros podem ser modificados. A não ser que seu computador esteja com dificuldades para executar os games e com baixíssimos fps (tipo uns 10 - 20 fps), não aconselho a marcar a opção “Desativar a limitação de quadros”.

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Se quiser mudar o comportamento da janela em que o emulador inicia seu jogo, basta mudar a proporção de tela, tamanho, se a mesma vai maximizar ou não com o duplo clique do mouse, etc. Uso a tela panorâmica (16:9), mas fica ao seu gosto.

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Hacks de velocidade” pode dar um boost na performance do jogo em seu computador, se possui um processador com vários núcleos, recomendo ativar “MTVU (Multi-Threaded microVU1)” para fazer uso de mais de um núcleo de processamento. “Taxa de ciclo do EE” e “EE Cycle Skipping”, sempre funcionam melhor em zero. Mesmo com alguns dizendo para usar no máximo, nunca senti melhoras. Pelo contrário, o jogo ficava mais bugado.

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A última opção, “Correções de jogos”, só deve ser habilitada em casos que um determinado jogo listado não esteja funcionando ou apresentado os bugs relatados. Não esqueça de aplicar as mudanças.

Donos de computadores mais parrudos podem se dar o luxo de aumentarem a resolução nativa, modificar as texturas, adicionar anti-aliasing, filtros isotrópicos entre outros ajustes. Para isso vá em “Configuração” >> “Vídeos (GS)” >> “Configurações do plug-in”.

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Sinta-se a vontade para efetuar seus testes, habilitar os filtros, aumentar a resolução e muito mais. Mas saiba que quanto mais você modifica, mais poderá ser exigido do hardware. Donos de GPUs  dedicadas (e APUs) podem averiguar se a opção “OpenGL (Hardware)” está selecionada em “Render”. O resto é a gosto do freguês. 

Memory Cards


Lembra-se que citei a localização dos “Memory Cards Virtuais”, pois bem, acessando “Configuração” >> “Cartões de memória”, você poderá gerenciar esses memory cards e consecutivamente os saves de seus jogos. Será possível duplicar, remover, criar e muito mais. Não é difícil encontrar alguns desses arquivos na internet para download. Por exemplo, meu irmão baixou recentemente o save do Dragon Ball Tenkaichi 3 com tudo desbloqueado. Relembrando horas e horas que jogamos esse game no PS2.

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Você pode fazer o backup de seus cartões de memória e ou adicionar novos na pasta padrão, que fica localizada em sua home e depois num diretório oculto “/.var/app/net.pcsx2.PCSX2/config/PCSX2/memcards”. Não se esqueça que você só conseguirá ver tais diretórios se torná-los visíveis. No meu caso que uso o Ubuntu e Nautilus o atalho é “CTRL +H”. Assim conforme muitas opções do emulador, o local desses arquivos podem ser modificados.

Considerações finais


Fiquei surpreso com o PCSX2 Flatpak, pois não foi preciso configurar nada além dos arquivos de BIOS. Para ser sincero na versão do PCSX2 contida no repositório, eu sempre customizava vários parâmetros e mesmo assim não tinha a performance equiparável ao meu atual hardware. Daí a importância de se obter versões atualizadas dos emuladores. Agora, por default os jogos rodam como o esperado, e na realidade até me surpreendi com a performance. 

Irei demonstrar apenas alguns bugs que sofro ao utilizar a versão do repositório oficial, no exemplo você poderá observar erros gráficos contidos no jogo Yu-Gi-Oh! Capsule Monster Coliseum.

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Perceba que é possível ver os sprites das bocas dos personagens, além de linhas verdes que aparecem em locais da caixa de diálogo.

Na tela seguinte, durante a seleção dos monstros de duelo, linhas roxas estão presentes, somadas as verdes. 

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A performance também ficou superior com a nova versão em Flatpak, se antes em alguns momentos o jogo engasgava (com a resolução nativa do Play 2), agora posso aumentar a resolução tranquilamente para 1080p sem problema algum.

Outro teste que efetuei, em outra máquina mais modesta, foi justamente em relação ao desempenho. O mesmo jogo que citei anteriormente, Dragon Ball Tenkaichi 3, ao menos saia de uma tela preta na versão contida no repositório do Ubuntu 18.04 LTS. Agora ele inicia e é jogável, na resolução nativa ficando com 58 fps e em 720p caindo para 45 fps. Entretanto, outros jogos foram executados a 60fps e em 720p (essa máquina era uma APU da AMD, A10 7890K).

Finalizando, o PCSX2 em Flatpak me surpreendeu positivamente. Agora posso jogar games que fizeram parte de minha infância e gastar mais horas e horas no Yu-Gi-Oh! Capsule Monster Coliseum (agora sem nenhum bug e em full hd 😁️😁️😁️).

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Quem vê cara não vê coração - Design nas distros Linux

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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O post de hoje é um daqueles em que dou minha opinião ou determinado ponto de vista sobre um assunto em específico. Estava criando uma capa para uma matéria aqui do blog, e o fatídico ditado popular veio em minha mente. “Quem vê cara não vê coração”. Mas será que isso pode ser aplicado no Linux e suas diversas distribuições?

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Inevitavelmente o que atrai o peixe para o anzol é a isca, contudo a "pobre vitima" vislumbra de longe a suculenta refeição, e “morre pela boca”. Digamos que, de certa forma o mesmo ocorre com o usuário comum. Sei que Linux tem diversas utilidades e domina setores, como servidores, IoT, etc. Irei focar no uso doméstico, no usuário comum e seu desktop/laptop.

“Buniteza e só isso” (eu sei que a palavra está errada)


Não é de hoje que projetos, como o Diolinux, O Cara do TI e até mesmo OSistemático, pontuam que falta mais marketing no Linux, focado no usuário doméstico. Outro ponto é o cuidado com os detalhes e apelo visual. Atualmente as distribuições Linux mantém uma consistência de design razoável, e algumas encantam à primeira vista. Contudo, outras afastam com seu visual retrógrado e com cara de “Windows 95”. Não me levem a mal, mas sinto muito por quem acha isso bonito.

Sistemas com um visual atraente, mesmo que muitos não sejam de meu agrado, são em primeiro momento a porta de entrada para usuários. Windows 10, macOS, Fedora, Elementary OS, Deepin, Endless OS, entre outros. Possuem características e uma lógica em sua composição visual, coisa que nem todo sistema que pretende ser uma opção viável ao usuário comum tem. No entanto, o aspecto da aparência é importante. Afinal, ele é o que atrai as massas.

Não sei você, mas já passei por situações em que um sistema ou programa era apenas “bonito”, enquanto um “feinho” supria de melhor maneira o que era proposto a fazer. Mesmo no presente, existem muitas distros e programas feios, horrorosos, mas que cumprem sua função. Alguns não são nada intuitivos, entretanto com perseverança “são domáveis”. 

Ser atraente conquista maiores números inicialmente, todavia manter esse público não é garantido. Enquanto, sistemas e programas feios, podem ser subestimados e nunca experimentados pelas massas. Geralmente quem usa uma solução assim, ou já conhecia (quem sabe recebeu uma indicação), ou foi um dos poucos que “topou o desafio”.

“Sou feio, mas entrego o combinado”


Conforme mencionei anteriormente, ser atraente não garante ou fideliza um usuário em questão. Obviamente, que muitos continuarão apenas pelas aparências, confesso que já fiz isso inúmeras vezes (ter TOC não é fácil 😁️😁️😁️), mas até quando?

A um tempo atrás apresentei algumas distribuições para clientes, enfatizei algumas que não tinham um design tão atrativo, porém o visual fala mais alto. Só que sou teimoso, persistia um pouco mais e eles acabavam topando testar o que indiquei fervorosamente. Alguns permaneciam, outros voltavam e testavam a opção mais atraente, entretanto pude perceber que mesmo o “mais feio” entregando o combinado, o bonito na maioria das vezes ganhava.

Inúmeras vezes as soluções eram mais eficazes, mas o design fala mais alto. É curioso acompanhar a reação e ver que de fato, somos uma espécie atraída pelo visual. Utilizar softwares e sistemas “desprovidos de beleza” e um bom conceito de design, não é uma regra, e quanto menos conhecimento ou expertise possui uma pessoa em determinada área, a beleza irá se sobressair, pois “quem vê cara não vê coração”.

Conclusão 


A comunidade é composta por mais programadores do que designers, ótimos softwares existem aos montes, apesar disso seu visual ou planejamento não é pensado na utilização de um completo leigo. Isso diminui o alcance, limitando a um perfil específico, conquanto muitas pessoas poderiam ser atraídas, mas por não chamar essa atenção (seja numa simples logo, ícone ou visual mesmo) perdem a chance de crescerem ainda mais. 

Precisamos de mais designers, mais marketing, mais desenvolvedores focados na simplicidade e eficiência. Fico feliz que vários projetos pensam assim, e criam soluções bonitas e extremamente funcionais. O mundo Linux, depois de muitos anos, enfim tem distribuições e profissionais que além de doar seu tempo e esforço, despertaram que “saber se vender” atrai mais olhares.

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Diga nos comentários se já passou por alguma experiência semelhante a essa, ou se ficou surpreso com um software, ou sistema (mesmo que ele não seja atraente). Também fale sobre experiências positivas, pois sei que tem muito software bonito e eficiente.

Até o próximo post, que estou feliz da vida por utilizar apps bonitos e funcionais, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Huawei começa a vender computadores com Deepin

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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

A situação entre os EUA e a Huawei não é a das melhores, ocasionando até na aceleração do desenvolvimento de sua possível alternativa ao Android, o misterioso HarmonyOS. Recentemente cogitei a possibilidade da empresa vender seus computadores com a distribuição Linux chinesa Deepin. E não é que acertei? (acho que meu colega de trabalho, Ricardo “O Cara do TI”, acaba de ter um “adversário” nas previsões… Que vença o melhor 🤣️🤣️🤣️).

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A Huawei é uma das maiores empresas do mundo, e na China seu poder é ainda maior. Com eventuais problemas com a Microsoft, que não chegaram a se concretizar, a empresa ficaria na clássica “sinuca de bico”. Sugeri que uma maneira para contornar essa problemática seria adotando uma distribuição Linux em seus produtos. Ao menos que timidamente, sem abandonar o Windows. Obviamente, que o HarmonyOS poderia ser uma alternativa, entretanto o sistema não parece ser maduro o suficiente.

Huawei e Deepin podem impulsionar o Linux”, esse foi o artigo que escrevi detalhando a minha visão sobre o assunto. Um tiro às cegas que acabou acertando bem no alvo. 

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Huawei começa a vender laptops com Deepin


Através da sua loja oficial VMall.com, a Huawei vem disponibilizando alguns modelos com o sistema operacional Deepin. Até mesmo modificações, simples para muitos, foram feitas nos aparelhos. As teclas que continham a logo do Windows, que chamamos de “Super”, passaram a ter no lugar da logo do sistema da Microsoft, a palavra “Start”. Um detalhe insignificante para muitos, mas que demonstra um capricho por parte da empresa. Ao todo são 3 modelos com Deepin, o Huawei MateBook X Pro, Huawei MateBook 13 e Huawei MateBook 14. Contudo, qualquer distribuição Linux pode ser instalada posteriormente pelo cliente, mesmo com Deepin de fábrica isso não significa que apenas o sistema em questão funcionará no equipamento.

A título de curiosidade o Huawei MateBook X Pro com Linux, possui um processador Intel Core i5-86265U quad core, SSD M.2 de 512 GB para armazenamento, 8GB de RAM, GPU NVIDIA GeForce MX250, tela de 13,9 polegadas de resolução 3K (260 PPI) e com um acabamento refinado e imponente.

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Seu valor é de 8699 CNY (R$ 4.987,80 em conversão direta para o real).

Infelizmente os modelos com Linux pré-instalados estão disponíveis apenas na China. Não sabemos se essa estratégia é para ver a aceitação do público chinês por outro SO que não seja o Windows, para quem sabe no futuro gradualmente introduzir o HarmonyOS, ou o Deepin será maciçamente adotado e levado para outros países.

O sistema da Wuhan Deepin Technology, possui características interessantíssimas para Huawei. Sendo Open Source, a empresa poderá modificar o Deepin conforme suas necessidades e embarcar soluções proprietárias. Outro ponto é o visual que encanta os olhos dos usuários, com modos de uso indo a um estilo semelhante ao macOS ou o próprio Windows. Um recurso que pode ter chamado a atenção da Huawei, além do design da distro, é o Cloud Sync, que permite sincronizar várias configurações do sistema em nuvem. Adicionado no Deepin 15.11, através dele é fácil salvar modificações e perfis de uso do sistema. Definitivamente algo útil ao instalar o sistema do zero em outra máquina, sem a necessidade de sair atrás de programas ou configurações/personalizações utilizadas. Talvez a Huawei implemente novos recursos relacionados a seus produtos nessa feature do Deepin. 

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Agora o tempo dirá se essa empreitada com o Linux dará certo para Huawei, e se o Deepin será a porta de entrada para o mundo Linux. Quem diria hein!

Você compraria um computador com Deepin? Atualmente no mercado brasileiro temos algumas opções, como a Dell com Ubuntu instalado de fábrica. Inclusive começando a facilitar a descoberta destes equipamentos com Linux em seu site oficial.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Huawei, Forbes.
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Deepin 15.11 é lançado com novidades incríveis

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terça-feira, 23 de julho de 2019

O Deepin é umas das distros que vem ganhando notoriedade há algum tempo, seja pela interface gráfica muito bem trabalhada, ou das ferramentas que o sistema apresenta.


Deepin 15.11 é lançado com novidades incríveis




Em seu site, a equipe do Deepin OS soltou uma release (nota de lançamento), apresentando as principais novidades e recursos que vão estar presentes nessa versão.

De começo, já temos melhorias no DDE-kwin, com correções de bugs e melhoramento no código dele, assim tornando ele mais leve, bonito e harmonioso.



Em seguida vem a Deepin Store, que agora reconhece a região que você está. Na Deepin Store 5.3 a sua localização é determinada via Deepin ID ou pelo seu endereço de IP.



Ainda dentro deste contexto, agora será possível sincronizar as suas configurações na nuvem, usando o Deepin ID. Desde configuração de rede até o papel de parede. Por hora o recurso só está disponível na China (Continental), mas que em breve estará disponível para o resto do planeta.


No Deepin Movie, agora tem a opção de arrastar e soltar legendas diretamente no programa. Basta pegar o arquivo de legendas e “soltar” dentro dele.


Na dock, quando o ponteiro do mouse é passado em cima do ícone da bateria, agora é mostrado qual a capacidade atual, quanto tempo falta para descarregar e também quanto tempo falta para recarregar.


Algumas outras novidades:

● Adicionado suporte a verificação dupla, com senha e impressão digital;

● Foi desabilitado a opção de desinstalar o Deepin Terminal e o Multitasking View

●  No painel de controle, foi adicionado as funções de Cloud Sync e o suporte a usuário sem senha;

● Adicionada a função ao Deepin File Manager de gravação de discos;

● Adicionado o indicador para mostrar o quanto de espaço livre há no disco;

● Corrigido o bug em que o bumblebee não funcionava direito.

Falando em drivers, o NV-PRIME foi desativado temporariamente o que pode ocasionar alguns problemas ao instalar o sistema em alguns tipos de GPUs e até mesmo em notebooks híbridos (Intel + NVIDIA)

Se você estiver pensando em instalar o Deepin 15.11 no sistema, em uma instalação “limpa”, você pode baixar o sistema neste link, ou senão apenas fazer o update normalmente através das ferramentas do Deepin.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Instale o emulador de Mega Drive no Ubuntu, Mint e Deepin

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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Na década de 90 “só se falava em dois consoles”, sendo o próprio Mega Drive e seu concorrente o Super Nintendo. Sempre fui mais do “lado Nintendo”, por possuir diversos consoles da marca, entretanto, o Mega Drive tem um lugar exclusivo no meu peito. Afinal, o primeiro jogo que tenho recordações é o Sonic. Isso já faz muito tempo, quando era apenas uma garotinho de 3 anos (👶👶👶).

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian

As distribuições Linux são uma ótima escolha para os retro-gamers. Durante este ano, venho demonstrando diversas alternativas que farão sua memória recordar os bons tempos de jogatina. Hoje apresento-lhes o emulador Mednafen (Mednaffe). Obviamente que existem outras opções (sempre tem os que falam: “Uso RetroArch”, falando nele, acesse este post com as últimas novidades do projeto).

Instalando o Emulador de Mega Drive no Linux


O Mednafen é um emulador via linha de comando, mas calma! Existe uma interface gráfica, chamada Mednaffe. Basta procurar na sua distribuição pelo emulador, você pode acessar a loja de seu sistema e pesquisar diretamente pela interface do emulador: “Mednaffe”.

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian-loja

Assim poderá desfrutar de seus clássicos do Mega Drive. Outra possibilidade é instalar via um gerenciador de pacotes, como o Synaptic ou terminal. Caso considere mais prático instalar da última forma, eis os comandos:

Instala o emulador Mednafen:

sudo apt install mednafen

Instala a interface gráfica do emulador:

sudo apt install mednaffe

Se preferir em único comando:

sudo apt install mednafen mednaffe -y

Os comandos acima são para distribuições baseadas em Debian e Ubuntu/Mint. Vale mencionar que além de Mega Drive o Mednafen emula outros consoles. Particularmente só uso para emular jogos do “Mega”, mas você pode jogar títulos de Playstation One, diretamente do programa.

Solucionando erro no áudio, caso ocorra


Dependendo da distribuição, pode ocorrer do áudio dos games emulados não ficarem perfeitos. A correção do erro é muito simples e se foi afetado pelo problema, aqui está a possível solução:

No seu gestor de arquivos navegue até as configurações do emulador. Sua localização está oculta, sendo necessário visualizar os arquivos neste estado. No Nautilus, por exemplo (gestor de arquivos do Ubuntu). Utilize as combinações de teclas Ctrl “+” H. Isso vale para o Nemo do Mint e o gestor de arquivos do Deepin.

Vá até o seguinte diretório:

SUA-PASTA-PESSOAL/.mednafen

Abra o arquivo de configuração do emulador com um editor de texto, no meu caso “mednafeen-09x.cfg”, e pesquise por “sound.device”. No editor de texto do Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas Ctrl “+” F. O mesmo vale para o Mint e Deepin.

Substitua o parâmetro default por este (é aconselhável manter o emulador fechado durante o procedimento):

sexyal-literal-default

Salve e feche o arquivo. Pronto! Agora provavelmente o áudio estará ok.

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian-sonic

Para maiores detalhes da utilização do emulador, instalação, resolução do bug no áudio. Demonstro todo passo-a-passo em meu canal OSistemático.


Espero que possa desfrutar de toda sua biblioteca de clássicos do Mega Drive, participe de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe com seus amigos.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Deepin recebe atualização com correções de bugs e melhorias

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sexta-feira, 5 de julho de 2019

O Deepin recentemente sofreu algumas mudanças significativas, com novo gestor de janelas baseado no do projeto KDE, base Debian para Stable e outros por menores. Noticiamos essa “metamorfose” do sistema.

deepin-linux-atualização-update-correção-bug-dde-kwin-deepin15

Comumente o Deepin recebe essas atualizações de melhorias depois de um grande upgrade. Assim a 15.10 passou para 15.10.1 e agora 15.10.2, o foco dessas versões intermediárias até um próximo lançamento, são eventuais correções devido a implementações ou mudanças da versão atual. Digamos que não é nada voltado a novidades, apenas polimento no sistema.

Veja algumas correções:


  • Corrigido: a configuração do papel de parede de fundo do menu de inicialização, quando o mesmo falhava; 
  • Corrigido: o erro aleatório no Deepin Calendar; 
  • Corrigido: falha da autenticação no campo da senha que “perdia o foco” ao selecionar; 
  • Adicionado: suporte a verificação simultânea de senha e impressão digital.

Launcher: 


  • Corrigido: erro ao iniciar atalhos pesquisando no iniciador.

Dock: 


  • Bug que não reconhecia adaptadores de energia em alguns computadores; 
  • Corrigido: indicativo de volume oculto ao ajustar o volume; 
  • Corrigido: erro na dock ao clicar na visualização de janelas, caso o efeito de janela estivesse desativado; 
  • Melhor visualização da dock na tela.

Control Center: 


  • Adicionado: suporte ao usuário sem senha; 
  • Corrigido: a exibição anormal da interface da conta de usuário; 
  • Fixo: a exibição de sobreposição dos atalhos; 
  • Corrigido: a caixa de erro não desapareceu ao modificar a senha; 
  • Corrigido: nas configurações personalizadas do ambiente de vários monitores, o modo de mesclagem saía automaticamente quando a resolução da tela era alterada;

dde-session-ui: 


  • Adicionado: suporte a usuário sem senha; 
  • Adicionado: suporte a login de usuário LDAP; 
  • Corrigido: o campo de senha, que perdia o foco após a suspensão; 
  • Bug que ocasionava o travamento da tela de login após muito tempo na suspensão.

deepin-kwin:


  • Corrigido: a exibição de tela anormal ao abrir uma janela com a barra de título depois de habilitar e desabilitar o efeito de janela várias vezes; 
  • Corrigido: a impossibilidade de minimizar a janela, e o Deepin Movie não poderia reproduzir o vídeo depois que a janela minimizada foi restaurada; 
  • Corrigido: janela que se tornava oculta na dock, após minimizar e utilizar a visualização de janela; 
  • Corrigido: erro no botão +/- na interface dos desktops virtuais, que em HiDPI ficava muito pequeno; 
  • Corrigido: erro na janela do WPS Office, que não era mostrada às vezes; 
  • Limite ao número de espaços de trabalho (desktops virtuais) para no máximo 4; 
  • Melhor experiência ao utilizar telas sensíveis ao toque, como “arrastar e soltar” que antes por engano poderia redimensionar as janelas;
  • Menu da janela adotou os controles de menu no "estilo Deepin"; 
  • Corrigido: a exibição anormal da barra de título da janela, quando a taxa de escala da tela era em 2; 
  • Corrigido: erro que impedia a visualização de imagens na dock, se a janela estivesse minimizada; 
  • Corrigido: bug que retirava o foco da janela em alguns casos; 
  • Corrigido: os atalhos inválidos Super + Shift + teclado numérico. Utilizados para mover as janelas nos diferentes desktops virtuais. 
  • Desativado: na interface de gerenciamento de desktops virtuais, o atalho Alt. Você pode arrastar e soltar a janela diretamente sem pressionar Alt; 
  • A função “Fechar Janela” nas configurações dos cantos, agora funciona apenas na janela maximizada e que pode ser fechada;
  • Adicionado: um aviso se você clicar em multitarefa enquanto o efeito da janela estiver desabilitado; 
  • Corrigido: no dde-kwin, o erro na qual o protetor de tela só era visível em um monitor, no caso de múltiplos monitores; 
  • Corrigido: no dde-kwin, bug que sobrepunha a dock no protetor de tela.

Esses foram apenas algumas das melhorias e ajustes no Deepin 15.10.2, se desejar maiores detalhes e todas as correções, acesse a postagem oficial da distribuição.

Está pensando em dar mais uma chance ao Deepin, e ver se algum bug específico não ocorre mais em seu hardware? Temos uma postagem super especial com “o que fazer depois de instalar o Deepin 15.10”. Quem sabe o sistema possa ser utilizado em seu cotidiano. Já aos usuários atuais do Deepin, atualizem imediatamente o sistema, melhor estabilidade será uma das vantagens.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, existem diversos usuários de Deepin por lá e outros sistemas também.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Deepin.

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O que fazer depois de instalar o Deepin 15.10

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quinta-feira, 6 de junho de 2019

O Deepin é uma das distribuições Linux com maior apelo visual, é aquele tipo de design que: “Ou você ama, ou odeia”. Seja pelo “blur”, diversos conceitos de outras interfaces gráficas agregadas, consistência visual ou os aplicativos desenvolvidos para distribuição. Caso você pretenda instalar a nova versão lançada, o Deepin 15.10, este post é justamente demonstrando um pós-instalação “de o que você deve fazer” após instalar o sistema.

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Ainda não viu a nova versão do Deepin? Noticiamos as mudanças em destaque da versão 15.10 neste post. Você também pode conferir o nosso review sobre o sistema. São diversas novidades, comparado às versões anteriores.


“Começando pelo começo”


Antes de qualquer procedimento ao se instalar um novo sistema, é obviamente, atualizar o mesmo. Isso garante maior segurança e correções de eventuais bugs contidos no lançamento. Então, abra o painel de configurações do sistema e vá até à seção “Atualização”. Clique na opção e verifique se contém algum update para o sistema. É comum durante algumas atualizações o Deepin pedir para reiniciar o sistema, então proceda como o informado.

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Antigamente era necessário alterar os servidores ao instalar algum app ou efetuar uma atualização no sistema, nas últimas versões o Deepin consegue de forma inteligente localizar o servidor mais próximo de você. Menos um passo, claro que você pode selecionar manualmente esta opção. Veja o vídeo a seguir com todo passo-a-passo.


Mãos na massa!


Na opção “Contas” você poderá criar um usuário para o sistema, clicando no botão “Criar conta” ou indo em seu usuário, você pode efetuar algumas mudanças, como: trocar o avatar, modificar o nome do usuário, trocar a senha, ativar o login automático (desativado a obrigatoriedade de digitar sua senha ao ligar o computador), assim como a opção de logar sem senha.

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Em “Tela” você poderá ajustar o brilho, escala e caso utilize mais de um monitor (que é o meu caso) escolher o comportamento das telas que mais lhe agrada. 

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O Deepin é uma distribuição muito bela, como comentei anteriormente, mas algumas customizações podem ser realizadas. Na categoria “Personalização”, as fontes do sistema, transparência, temas de ícones e aplicativos, como também a decisão de manter habilitado os efeitos da interface, podem ser realizados.

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Em “Rede”, configurações de DSL, VPN, proxy etc. Poderão ser realizadas. Caso queira trocar o DNS de seu Deepin pelo da Google, por exemplo, você pode proceder como este vídeo “antigo”, porém, não datado do meu canal OSistemático. Só não se esqueça de desmarcar a opção “auto” e deixar em “manual”, assim como eu (😂😂😂).


Configurações de balanço entre o som, volume do sistema, microfone, estão todos em “Som”. Uma das novidades da versão é a possibilidade de desabilitar seletivamente os efeitos sonoros do sistema. Basta clicar no botão “Efeitos sonoros”. Particularmente não gosto de sons ao iniciar o sistema, ou qualquer tarefa que realize. Fica ao seu critério selecionar os efeitos que mais lhe agradam.

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A data e horário do sistema podem ser modificados na seção de mesmo nome, “Data e Hora”, a opção “Sincronizar automaticamente” é bem útil e dispensa configurações (quando conectado a internet o sistema identifica a data e hora).

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Configurações de energia” é a seção ideal para escolher entre as opções de desligamento de tela, quanto tempo o PC será suspenso, necessidade de utilização de senhas ao despertar o pc etc. Em meu desktop gosto de configurar o monitor para nunca “se apagar”. 

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Em “Teclado e Idioma” atalhos poderão ser atribuídos, o teclado numérico habilitado, notificações ao ativar o Caps Lock como, o idioma do sistema e do teclado. Caso o idioma de seu teclado não esteja em português. Clique em “Idioma do Teclado”, pesquise por sua linguagem, marque ela como padrão e se desejar remova a outra.

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Instalando o driver de vídeo no Deepin


No menu do sistema pesquise por “Deepin Graphics Driver Manager”. Abra o gestor de drivers do Deepin, selecione o driver referente ao seu equipamento e prossiga conforme o programa ir indicando. Veja logo abaixo um vídeo demonstrando todo o procedimento em uma NVidia GTX 1060. A lógica com as demais é semelhante. Lembrando que o Deepin não tem uma fama muito boa com placas de vídeo “hibridas”, contidas nos notebooks. E para jogadores mais fervorosos que fazem uso do SteamPlay, por conta do versionamento de seus drivers, o sistema não é o mais indicado para tal prática. Outro passo importante é ter o backup de seus dados, caso o procedimento dê errado.


Atalhos da interface


Outro ponto interessante do Deepin, são seus atalhos. Com  softwares desenvolvidos e pensados para o sistema, alguns "macetes" são desconhecidos por muitos de seus usuários. Veja alguns neste vídeo (o vídeo tem um tempinho, mas vale a pena).


Configurações na usabilidade do sistema


O Deepin possui uma interface que pode mesclar seu comportamento, agregando usabilidades de diversos sistemas. Seja uma dock ou uma barra de tarefas o DDE, Deepin Desktop Environment, tem opção como “cantos quentes” com atalhos para diversas funcionalidades. Customizações estéticas como, a troca de wallpapers etc. Podem ser facilmente realizados no sistema. Para mais detalhes, veja o vídeo com as dicas contidas neste post, e muito mais.


Sendo uma das distribuições que mais chamam a atenção, o Deepin é uma escolha interessante e que vale o teste. Mesmo com algumas limitações, especificamente se você for um gamer assíduo, o sistema pode agradar usuários “menos hardcores”.

Gostou da nova versão do Deepin? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, caso tenha algum problema ou dúvida sobre o sistema, existe toda uma comunidade disposta em lhe auxiliar.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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