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Akira, a nova ferramenta para design no Linux

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Uma ferramenta muito interessante para designers no Linux está com financiamento coletivo aberto, seu nome é “Akira”. Um programa que visa fazer frente aos concorrentes proprietários, feito por designers e pensado para designers.

akira-design-vetorial-linux

Parafraseando Alessandro Castellani, desenvolvedor líder do Akira, ‘‘[...] o status atual do Linux no Desktop, não permite que designers sejam produtivos e competitivos, num mundo tão acelerado [...]”. “[...] E o único propósito do Akira é mudar drasticamente isso”.

Eu sei que parece um pouco audacioso, mas em tempos que profissionais estão cada vez mais dependentes de ferramentas proprietárias. Uma nova alternativa Open Source, pode proporcionar portas que por algum motivo, aplicações como: GIMP, Inkscape, Krita, Gravit Designer ou qualquer outro software, não trouxeram, seja por dificuldade de adaptação do usuário, interface ou alguma funcionalidade inexistente. Uma nova ferramenta pode ser um novo ponto de partida.

O financiamento coletivo da aplicação, está sendo feita através do KickStarter. Na categoria “Tudo ou nada”, na qual o projeto só irá adiante caso alcance seu objetivo até 4 de Março.

Tecnologias no desenvolvimento do Akira


Quem afirma que aplicações em GTK são inferiores as alternativas em QT, por conter limitações de funcionalidades no desenvolvimento, vai se surpreender com a escolha dos desenvolvedores do Akira. Que decidiram escrever inteiramente a base do software em Vala e GTK + 3. O sistema de criação de projetos, Meson, será utilizado em seu desenvolvimento. 

A aplicação visa ser uma alternativa viável aos grandes softwares do mercado, e totalmente nativa para sistemas baseados em Linux. Informações sobre o suporte a outras plataformas, não foram dadas pelos responsáveis do projeto. 

mockup-interface-akira

Formas de distribuição


Inicialmente com proposta de ser distribuído na loja de apps do ElementaryOS, e em Flatpak. Os desenvolvedores do Akira, mostraram-se abertos a outras formas de empacotamento, como: Snap e AppImage, mas nestes casos, contando com a ajuda de colaboradores da comunidade.

Um PPA com as Daily Builds, com a evolução do projeto, também está nos planos.

Lista de recursos para primeira versão


Temas adaptáveis e uma interface altamente customizável, o Akira visa trazer maior liberdade no manuseio visual da aplicação, seja com o modo dark ou janelas com rótulos ou sem rótulos, não importa. A intenção é que o designer tenha o controle.

modo-dark-akira-janelas-temas

Um projeto dentro do projeto


A equipe do Akira pretende construir uma nova biblioteca para lidar com as telas da aplicação, algo baseado em vetores SVG, dando maior escalabilidade ao software. Esta biblioteca será independente da aplicação, podendo ser incorporada em outros projetos.

Mais funcionalidades


Terá como todo software de imagens vetoriais, formas geometricas para uso variado. Painel de camadas, para organização das layers do projeto. Gerenciador de fontes, mas em primeiro momento o nativo do padrão GTK, com planos futuros para algo desenvolvido por eles.

painel-camadas-akira-layers


Formatos suportados pela aplicação


Um novo formato será utilizado para o projeto “.akira”, escrito em JSON, ele trará todas as informações necessárias, como: cores, fontes, símbolos etc. Com a possibilidade de um controle de versionamento dentro do arquivo.

Já os formatos de exportação, serão: SVG, PNG, JPG e PDF, sem suporte inicial para formatos proprietários.

Um pouco sobre a equipe de desenvolvimento


Com uma equipe de 4 pessoas em seu desenvolvimento, 2 deles sendo membros da Gnome Foundation e 1 do Elementary OS. O projeto Akira visa, em 4 meses, lançar a primeira versão do software. Um prazo muitíssimo curto, diga-se de passagem.

Nesse contexto fica evidente a escolha de algumas tecnologias em torno de seu desenvolvimento. Mas isso, de forma alguma, desqualifica tais tecnologias, pelo contrário, se desenvolvedores experientes estão dispostos a utilizá-las em uma empreitada tão ambiciosa, isso só demonstra sua capacidade e viabilidade técnica no projeto.

Colabore, quanto mais boas alternativas, melhor!


As colaborações para desenvolvimento da aplicação Akira, podem ser feitas em sua página do KickStarter, com mais informações e funcionalidades do app.

E aí, curtiu a possibilidade de um novo software para design no Linux? O que achou da proposta do Akira? Deixe nos comentários, quais softwares você utiliza para criar seus trabalhos. Eu utilizo muito, o GIMP em conjunto ao Inkscape.

Te vejo no próximo post, até lá, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Google lança sua versão do “Paint”

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domingo, 6 de janeiro de 2019

Com diversos aplicativos, a Google vem cada vez mais adicionando novos programas a sua coleção, e dando maiores possibilidades aos usuários de ChromeOS. Como já noticiado aqui no Diolinux, recentemente o sistema da gigante das buscas passou a suportar aplicações em outros formatos, DEB e Flatpak. Agora traz uma novidade que poderá acarretar lembranças de quem “é das antigas”, e já usou o Paint.

canvas-google-chrome-apps-paint



Desenhar é algo simples, mas divertido


Muitos artistas antes de dominarem ferramentas consagradas de edição de imagens ou desenho digital, começaram por hobbie ou por simples inocência, ao rabiscar, quando mais jovens, em programas como o Paint. Aplicativos dessa natureza transparecem simplicidade para alguns usuários, mas podem ser a porta de entrada, e quem sabe o começo de um novo artista, é sabido que crianças ou o público mais jovem gosta de passar um tempinho desenhando na frente do computador.

Canvas, o “Paint” da Google


Chamado por muitos sites de “O Paint da Google”, o Canvas veio para facilitar usuários de ChromeOS, e usuários num geral, de outras plataformas, com uma ferramenta que possibilite desenhos simples, rabiscos rápidos e anotações. Então não espere recursos elaborados como os existentes no Krita ou programas do gênero.

(Observe que sou um artista nato, com traços inigualáveis... 😂😂😂 )

canvas-desenho-web-app-chrome

O Canvas traz a praticidade de uma web aplicação, não exigindo ser instalado no sistema e sendo multiplataforma, podendo ser executado em distribuições Linux, Windows, Mac, Android etc. Bastando ter um navegador com suporte a tecnologia “WebAssembly”, ou Google Chrome.

Se interessou pelo Canvas? Acesse o site da aplicação e desperte o artista que existe dentro de ti.


Deixe nos comentários se em sua infância utilizava Apps como o Paint, ou se atualmente utiliza programas profissionais como o Krita.
Espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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Adobe usa Ubuntu para mostrar sua nova ferramenta "Scribbler"

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sábado, 28 de outubro de 2017

A Adobe costuma mostrar muitos projetos e tecnologias que eventualmente (mais cedo ou mais tarde) acabam incorporando a Creative Suite, com programas famosos, como o Photoshop. Na Adobe MAX 2017 a empresa mostrou o Scribbler, uma ferramenta incrível que consegue colorir imagens automaticamente usando inteligência artificial.

Adobe Project Scribller





A nova ferramenta da Adobe tem uma funcionalidade incrível e possivelmente integrará em breve o Adobe Photoshop ou talvez saia como um plugin ou ferramenta Standalone, inclusive rodando através do navegador, ainda não sabemos exatamente como ela será implementada, mas um fato curioso no entorno da apresentação é a utilização de Linux como plataforma para a demonstração do Scribller.


Dá para perceber em vários momentos a presença do Ubuntu com a interface Unity, provavelmente o Ubuntu 16.04 LTS, rodando o projeto através do Google Chrome, temos também um terminal aberto. 

Isso me faz supor que o Scribbler é de fato um projeto feito para rodar acessando um servidor, talvez a demonstração estivesse rodando em um servidor local (por isso do terminal aberto e do Linux também), e o conteúdo sendo acessado através do Google Chrome. É só um palpite.

Project Scribbler

O Scribbler faz uma análise à partir de várias fotos pré-selecionadas pelos desenvolvedores para palpitar qual seriam as melhores cores para as imagens. Ele é capaz de color pinturas antigas, fotos em P&B e até mesmo desenhos. Na apresentação também foi-nos informado que a ferramenta ainda vai receber ajustes que permitirão que as pessoas façam também pequenas modificações no resultado final, como a alteração do tom de pele. Outra coisa interessante que vale a pena pontuar é que é possível inserir texturas de amostra para que o software cubra a imagens baseadas na sua sugestão ativa, como foi demonstração com a imagem da bolsa no vídeo anterior.


É interessante ver como o Linux funciona nos bastidores de muitas tecnologias, muitas vezes ficando em segundo plano para o público, mas garantindo a infraestrutura de projetos muito interessantes, tais como o Scribbler. A Red Hat por exemplo é uma das grandes parceiras da Adobe para a manutenção de suas estruturas.

Interessante, não? Claro que é inevitável tocar no assunto da suíte da Adobe nativa para Linux, nos próprios comentários deste vídeo vemos várias pessoas mencionando o assunto e fazendo este pedido. Conforme a forma com que os softwares são distribuídos mudam, trabalhando cada vez mais diretamente com a nuvem, talvez nos aproximemos desta compatibilidade, pacotes Flatpak, Snap e afins também devem ajudar. Nunca se sabe.

Até a próxima!
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Adobe Creative Cloud no Linux - Um Script "Mágico" que automatiza a instalação no PlayOnLinux

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Para algumas pessoas a migração para a plataforma Linux ainda é complicada pela falta das ferramentas da Adobe nativas, especialmente para aqueles que trabalham já há muitos anos com elas, qualquer mudança é complicada e isso é compreensível, ainda que em linhas gerais existam ferramentas alternativas e eficientes, você ainda assim pode querer utilizar a suíte da Adobe. Neste caso, ou você utiliza um sistema em Dual Boot (Windows ou macOS) ou apela para virtualização e para o Wine.

Adobe Creative Suite






Caso você opte pelo Wine, existem várias possibilidades, porém, antes de prosseguirmos eu gostaria de deixar clara a minha posição quanto ao Wine: Ele é um paliativo, ou seja, não encare ele como a solução padrão para o seu problema, muitos podem o chamar até de "gambiarra", mas eu vejo o Wine como um projeto de grande valor de engenharia, que quando funciona, pode ser utilizado sem problemas, afinal, no fim das contas é isso que importa, certo?

O ideal, é claro, é sempre usar as ferramentas nativas da plataforma que você for usar, mas em muitos casos o Wine se mostra eficiente o suficiente para você trabalhar. Se você ainda tem uma dependência do Photoshop, por exemplo, mas gostaria de utilizar o GIMP, considere conferir o projeto PhotoGIMP que mantemos aqui no Diolinux, eu utilizo ele diariamente e acaba sendo muito confortável para quem aprendeu a editar imagens com o Adobe Photoshop, ele funciona inclusive no Windows, caso você prefira usar o GIMP no sistema da Microsoft.

Falando nele, se você só tem a intenção de instalar o Photoshop pelo Wine (no caso, pelo PlayOnLinux), temos aqui um vídeo só para isso.




Se você quiser ver um pouco mais sobre o assunto da Adobe e o Linux, este outro vídeo também será interessante.

Um script "milagroso"


Vamos ao tópico do artigo em si. No vídeo anterior eu mostrei como instalar somente o Adobe Photoshop, contudo, a suíte da Adobe é composta de vários outros softwares que podem ser úteis para você. Para realizar este experimento nós vamos utilizar um software chamado PlayOnLinux.

Muita gente pensa que o Wine e o PlayOnLinux (e o CrossOver) são coisas diferentes, mas na verdade os dois últimos são apenas interfaces para o primeiro (para o Wine).

O PlayOnLinux é grátis e é encontrado nos repositórios de todas as distros, possuindo até uma versão para macOS, chamada de PlayOnMac, que permite que os usuários "da maçã" possam rodar jogos e aplicações que só existem no Windows em seus sistemas. A intenção do PlayOnLinux (ou PlayOnMac) tem um propósito único: Fornecer ao usuário uma interface repleta de recursos para trabalhar com o Wine, gerenciar suas versões e, o que vem ao caso agora, utilizar scripts prontos para automatizar a instalação de determinados programas.

Se você quer aprender mais sobre o PlayOnLinux é necessário ter um pouco de paciência, ele é um software com muitas opções de configuração, mas para a sua sorte nós temos um vídeo no canal (bem longo) que detalha praticamente tudo o que é necessário saber sobre essa ferramenta, é grátis, então aproveite:


1 - O primeiro passo para usar este Script que instala a Adobe Creative Suite Manager no Linux é baixar o PlayOnLinux, então faça como preferir, geralmente você o encontra na Central de Aplicativos da sua distribuição.

2 - O segundo passo é baixar o Script que instala a Creative Suite, você pode baixar ele daqui. 

Dica: Acesse a página no GitHub onde o Script está hospedado, pressione Ctrl+S e escolha onde você quer salva-lo.

Depois de baixado o Script, basta rodá-lo através do PlayOnLinux. Com o software aberto, vá até o menu "Ferramentas" e selecione a opção "Executar um Script local".

Rodando o Script

Uma janela vai se abrir para você navegar pelos seus arquivos e escolher o Script que você baixou do GitHub, basta selecionar e avançar. Depois disso teremos uma grande sessão de "Next, Next, Finish", como a maior parte dos programas do Windows.

Rodando o Adobe Script no PlayOnLinux

Adobe Creative Suite Linux

Eventualmente o PlayOnLinux vai pedir a sua permissão para baixar algumas coisas, como o Mono, o Gecko e alguns outros componentes que serão úteis para rodar o Manager da suíte da Adobe. Apenas clique em instalar.

Adobe Creative Suite Linux

Ao finalizar a instalação, uma janela com o gerenciador de softwares da Adobe vai se abrir, você deve se logar com a sua conta da Adobe normalmente, assim como faria no Windows ou no macOS, se você já tem as licenças para usar os softwares compradas para a sua conta, eles vão estar disponíveis automaticamente em suas versões completas.

Adobe Creative Suite Linux

Caso você não tenha os programas comprados, é possível usar a "versão de avaliação" de cada um deles por 30 dias.

Gerenciador da Adobe no Linux

Basta selecionar os softwares que você quer instalar, depois do "Adobe Application Manager" baixar os softwares você poderá iniciá-los.


Ao abrir qualquer um deles, você poderá usar a versão trial ou entrar com os seus dados para usar a versão completa também. As atualizações também funcionam corretamente, eu instalei o Photoshop e atualizei ele para uma versão mais recente pelo próprio aplicativo.


Atualização de programas da Adobe


Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Adobe Photoshop no Linux

Não cheguei a testar todos os programas, mas dentre os que eu testei tive resultados diferentes. O Photoshop funciona perfeitamente, sem tirar e nem pôr. Já o Illustrator abre e funciona também, mas percebo glitches na interface.

Adobe Illustrator

Repare em como as ferramentas ficam distorcidas do lado esquerdo.  Curiosamente, eu já consegui rodar o Adobe Illustrator sem estes problemas usando o mesmo prefixo do Photoshop que eu mostrei no primeiro vídeo deste artigo, então se você precisa dele, usar aquele método pode ser uma alternativa.

Adobe Ilustrator Linux


O Audition, que foi o outro que eu testei, nem abriu, contudo, é muito possível que com ajustes finos no PlayOnLinux você tenha resultados melhores. Depurando o Audition, percebi que ele precisa de uma DLL chamada "AuUI.dll", talvez instalado ela, funcione.

Outro que funciona perfeitamente é o Fireworks. Já vi muitos desenvolvedores Web reclamarem que recebem imagens do feitas no Adobe Fireworks com várias camadas para templates de páginas e terem dificuldade de lidar com isso no Linux eventualmente.

Fireworks no Linux

Outro "queridão" dos fotógrafos que funciona perfeitamente é o Adobe Lightroom:

No Linux, rodando um software de Windows pra editar o wallpaper do macOS xD 

Uma dica legal é criar atalhos para os programas, assim você pode iniciar eles individualmente sem precisar abrir o programa de gerenciar softwares da Adobe.

Você encontra a opção de criar atalhos na guia "Geral" nas configurações do prefixo do PlayOnLinux, em caso de dúvidas, consulte o vídeo manual que eu coloquei anteriormente no artigo.

Criando atalhos

Minha opinião sobre o Script


Como comentei a principio, isto aqui nada mais é do que um paliativo. Caso funcione, ótimo! Use e seja feliz! Mas não ponha todas as suas esperanças aqui, alguns programas como o Photoshop realmente funcionam muito bem, quase como se fossem nativos, não fosse a não integração com o gestor de arquivos original da distro, usando o do Wine, mas isso é um detalhe pouco relevante para o contexto geral.

Falando do Script, ele promete instalar o gerenciador de softwares da Adobe e da fato, isso ele faz, mas os programas que compõem a suíte não utilizam todos os mesmos recursos do seu computador e do sistema, de modo que alguns ou não funcionaram (pra mim pelo menos), ou funcionaram com bugs, caso do Illustrator, entretanto, felizmente alguns dos mais famosos rodaram sem problemas aparentes.

Trabalhando com alternativas mais viáveis


É bom deixar claro que existem ferramentas que são multiplataforma, ou seja, que você pode usar não somente no Linux, mas no Windows e no macOS também, e que são extremamente poderosas. Se você costuma acompanhar os nosso DioCasts, já deve ter visto a quantidade de convidados que nós já trouxemos que usam Linux para trabalhar com artes gráficas e audiovisuais. Vou deixar alguns episódios como sugestão aqui para você conferir, mas se você der uma vasculhada vai encontrar muitos mais:





Estes 4 episódios acima somados dão cerca de 4 horas de conteúdo relacionado ao tema com vários profissionais de cada uma das áreas, vale a pena conferir se você ainda está relutante e tem dúvidas sobre essas profissões utilizando softwares que rodam no Linux. Você pode simplesmente deixar eles rolando no seu navegador enquanto faz outras atividades e curte o conteúdo, tenho certeza que será muito proveitoso.

Eu vou ficando por aqui, espero que o artigo tenha sido útil e que te ajude de alguma forma! :)

Se você achou o conteúdo bacana, uma forma de você pagar este esforço sem gastar nada é compartilhar nas suas redes sociais, marcar os seus amigos e mostrar este conteúdo para eles também, assim você nos incentiva a continuar criando este tipo de material.

Até a próxima!
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Como um mau logotipo pode afetar a sua loja virtual

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Um dos assuntos que eu mais gosto e mais tenho estudado nos últimos anos é Marketing Digital. É um mundo fantástico, estudar esses assuntos ajuda a qualquer empreendedor ou curioso na área a elaborar QUALQUER projeto melhor, não somente empreendimentos digitais. Hoje vamos falar sobre um assunto extremamente delicado, o seu logo!

A importância dos logotipos





Muitas empresas ainda não perceberam que para ter uma loja virtual de sucesso, é importante apostar em diversas questões, nomeadamente o design do logo (que deve ser a primeira coisa a ser feita) e no design e simplicidade da loja. O cliente precisa encontrar o que está procurando com poucos cliques. Depois que eu comecei a desenvolver a DioStore este tipo de preocupação aumentou e as melhorias devem ser contínuas.

O seu logotipo pode afetar a sua loja online?


Você reconhece os logos que eu coloquei na primeira imagem do artigo? Sim? Então eles estão cumprindo a sua função. A ideia de um logo, além de passar determinadas sensações através de cores e formas, é também gerar identificação, afinal, sempre que as pessoas verem o seu logo, vão lembrar do seu trabalho, ou pelo menos, esta é a ideia. Um dos motivos do logo da DioStore ser da forma que é, consiste em justamente passar a associação que ela tem com o blog.

Sim. A verdade é que embora cada vez mais seja possível criar logos online de forma gratuita, muitas empresas não percebem o quanto a criação de um mau logo afeta as suas lojas virtuais, independente da ferramenta.

A grande maioria das empresas (principalmente PME, ou seja, Pequena e Média Empresa) têm um logo mal feito, o que afeta negativamente a sua imagem junto de potenciais clientes. Muitas vezes feito pelo famigerado "sobrinho que estudou photoshop". Você já deve ter visto algumas pérolas na sua cidade, certo?

Isto acontece, essencialmente pela falta de investimento nas estratégias de marketing, seja por falta de orçamento ou pela inexperiência mesmo. Talvez eu não possa te ajudar diretamente a gerar orçamento para investir nisso, mas ao menos vamos tentar tirar um pouco da sua inexperiência.

Lembre-se que o logotipo é o rosto visível da empresa e é a primeira impressão que os clientes têm sobre a marca. O design de um logo fala não apenas da atividade da empresa, mas também de seus valores. Assim sendo, e especialmente no caso das PME, a empresa deve encontrar um equilíbrio entre sua essência e a imagem que quer transmitir.

Independente de que ferramenta se use na produção, Photoshop, GIMP, Inkscape, Corel, Illustrator, seja lá o que for, até mesmo editores online, que hoje em dia já tem muita qualidade, é preciso fazer um estudo preliminar de imagem, cor e tipo de letra, tudo deve ser realizado com calma e reflexão para criar uma coerência visual entre todos esses elementos, tornando o logotipo perceptível em qualquer escala. Na dúvida pesquisa na internet, contrate um profissional, peça ajuda para quem já desenvolve um trabalho.

Como fazer um bom logo

Criando uma loja virtual que venda!


Pois bem, depois de ter o seu logo criado, está na hora de criar a sua loja virtual grátis. Sim, atualmente pode-se criar a e-commerces de forma gratuita e mesmo assim ter a qualidade de um site pago, desenvolvido por profissionais, até porque, estes produtos semi-prontos também foram feitos por profissionais. O único detalhe que você deve se atendar é se estes serviços vão entregar todos os recursos que você necessita para o seu produto. A DioStore por exemplo funciona assim, nosso maior diferencial é o produto, a plataforma só tem a função de criar o intermediário entre você e a gente, por isso ela deve simplesmente funcionar.

É importante colocar na ponta do lápis os valores que serão investidos ao trabalhar com uma plataforma pronta ou com uma sob medida, os valores podem ser inicialmente bem diferentes, mas pense no longo prazo. Eventualmente aparecerão diferenciais. Em caso de lojas feitas sob medida, pense no curto do desenvolvimento, manutenção e hospedagem, além dos recursos da própria plataforma. Geralmente serviços prontos são mensalmente mais em conta, mas podem não oferecer o que você precisa, fique atento e escolha a opção que se adapta melhor as suas necessidades.

É importante que tenha em conta que o design da sua loja deve ser coerente com o seu logo. Por exemplo, se o logo é amarelo, branco e preto, estas são as cores base que devem vigorar no site, isso se chama "paleta de cores", não vá misturar as cores colocando laranja e azul por exemplo com o logo amarelo, branco e preto, essa  mistura só deu certo com a banda Restart e por pouco tempo. #FicaaDica

Observe a concorrência, observe lojas grandes, Walmart, Amazon, e veja o quão "simples" são seus sites. Desta forma, acaba por ser mais simples manter a identidade visual da sua marca, e transmitir uma imagem cuidada aos consumidores, o que, obviamente vai ajudar nas vendas, dando aquele "feeling" de seriedade ao negócio.
Além da identidade visual da sua loja online, é também preciso que tenha imenso cuidado (e que perca algum tempo) para escrever a descrição de cada um dos seus produtos, assim como, colocar fotografias de qualidade. Pense sempre em o que você olha nas lojas antes de comprar os produtos e seja exigente e dedicado.

Com essas técnicas será mais simples aumentar o ranking do seu negócio no Google (através de técnicas de SEO na escrita das descrições e do próprio site), e consequentemente ganhar notoriedade e aumentar as vendas. 

Lembre-se que embora o logo e a loja online possam ser criados gratuitamente, é importante que se "perca" algum tempo para realizar os estudos comentados e a fazer testes, de forma a perceber quais as melhores opções. 

Esse campo de estudo é imenso e existe "muito pano pra manga aqui", mas estas são algumas dicas que eu posso passar para você neste momento, dicas que me teriam sido muito úteis quando eu decidi me aventurar por este campo. Quem sabe, se podemos publicar mais conteúdos semelhantes, no futuro, não é? Se você gostou, basta comentar.

Comente e compartilhe! Participe! Qual a sua opinião sobre o assunto?

Até a próxima!
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Novo pack de Wallpapers do Ubuntu 17.10 é liberado e agora "acertaram" no design

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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Eu sei que existem pessoas que não dão a mínima para estes detalhes, afinal, basta trocar o papel de parede que vem por padrão se não gostar, certo? Certo. Entretanto, eu acredito que o "diabo está no detalhes" e um simples wallpaper bem feito ajuda a compor a identidade visual do sistema, vide as "sierras" no macOS, ou a "Window" cheia de luz no Windows 10.

Wallpaper Ubuntu 17.10






Nos últimos anos tivemos uma "enxurrada de falta de criatividade com padronização", na maior parte das vezes tivemos figuras geométrica que lembravam origamis, com aquele tradicional degradê de cores. Querendo ou não, a cor acabou criando uma identidade visual, assim quando você via um computador por aí com um papel de parede daquela forma você sabia que era o Ubuntu rodando ali, eu digo e repito, identidade visual é importante, ajuda no marketing.

O problema é que ao mesmo tempo que essa identidade foi construída, a falta de mudanças, tanto no Unity, quanto no design do sistema, com ícones e tema GTK, quanto nos próprios papéis de parede acabaram deixando o design do Ubuntu um tanto quanto "chato", criando um verdadeiro ecossistema de temas de todos os tipos para personalizar a distro.

O novo Wallpaper


O novo Wallpaper do Ubuntu



O novo design mescla algumas características das versões (bem) antigas do Ubuntu e mantém um pouco do design atual, dando um toque de rejuvenescimento também, explico:

1 - Você pode ver que existe uma silhueta no wallpaper, ela representa o "Artful Aardvark", o mascote da nova versão do Ubuntu (17.10). Antigamente os wallpapers do Ubuntu vinham também com algo semelhante.

2 - O design com as linhas marcando o wallpaper continua, mantendo o que já havia sendo feito nas últimas versões.

3 - A suavidade no degrade de uma cor para outra, assim como o tom com cores intermediárias, tem o apelo visual dos atuais designs de interface, que tendem a usar cores mais suaves.

Se eu fosse do time do marketing da Canonical explicaria assim: O novo Ubuntu volta às raízes com o GNOME (1), mas continua sendo o mesmo Ubuntu confiável que você já estava acostumado a utilizar (2), só que mais moderno e condizente com os padrões atuais(3).

Ótima explicação, não? É uma pena que os ícones continuem a mesma coisa antiga "de sempre", talvez esse seja um outro setor a ser alterado para a próxima LTS.

Junto com a atualização que trouxe este novo wallpaper padrão, outros mais vieram, não sei se provindos do GNOME mesmo ou se por curadoria própria, mas é fato que desta vez (ao contrário dos últimos 5 anos), temos wallpapers bonitos, pelo menos dentro do meu gosto pessoal:

Novos Wallpapers do Ubuntu

Novos Wallpapers do Ubuntu

Novos Wallpapers do Ubuntu

Essas são as minhas considerações à respeito do assunto, sei que quem não é muito ligado em design e não curte tanto esta área não se importa tanto com esses detalhes, mas particularmente eu acho importante.


Agora, é só eu ou o "Arful Aardvark" parece uma menina super poderosa? 😂
Você pode baixar o novo Wallpaper do Ubuntu aqui.

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Projeto Krita em apuros com o governo da Holanda

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Os desenvolvedores do projeto Krita publicaram hoje uma nota em seu site explicando sobre problemas legais que a fundação vem passando e em como isso pode impactar o desenvolvimento da ferramenta.

Krita Foundation está com problemas




A Fundação Krita é o órgão responsável pela manutenção do software de mesmo nome, o Krita, que está ficando a cada dia mais popular do ramo de design artístico digital e até mesmo em animações. O Krita é um software livre e depende basicamente de doações para sobreviver.

Parte da "arrancada" do Krita, deve-se ao fato de que os desenvolvedores conseguiram empregar algumas pessoas de forma integral para desenvolver o projeto, e isso foi conseguido primariamente através de uma campanha no Kickstarter, com o passar do tempo, depender de doações apenas acabou se tornando uma dificuldade e por isso o Krita foi parar na Steam e mais recentemente na Windows Store, onde ele é um software pago, ainda que as pessoas possam baixá-lo gratuitamente como sempre foi no site oficial.

Além destss destas tentativas de capitalização, o Krita também oferecia alguns materiais de estudo, como vídeos de treinamentos e livros, para assim poder manter os funcionários e os projetos funcionando, contando com o patrocínio de algumas entidades também.

Problemas com o Governo Holandês


No artigo onde o problema é detalhadoBoudewijn Rempt, um dos mantenedores do projeto, explica o drama vivido pela Fundação Krita.

"Em Fevereiro deste ano nós recebemos uma auditoria fiscal. Estávamos bastante confiantes de que não haveria nenhum problema porque quando criamos a fundação em 2013, nós contratamos uma consultoria especializada (um contador) local para nos ajudar e ajustar a Fundação Krita legalmente, assim como a sua administração. Mantemos todos os nossos impostos e livros fiscais adequados de acordo com o que fora instruído pelo consultor.

Apesar de termos feito tudo dentro do que havia sido instruído, o inspetor fiscal que fez a auditoria acabou levando em consideração do fato de vendermos vídeos de treinamentos e livros como um fator determinante para nos julgar como uma empresa, e não uma fundação financiada por doações. 

Isso teoricamente significa para eles que somos uma fundação parte empresa ou uma empresa parte fundação...

... ao mesmo tempo que tentamos recorrer a essa medida, não pudemos fazer isso porque não somos 100% uma empresa, por outro lado, estamos sofrendo com esta taxa por sermos considerados uma empresa...

... o resultado disso é uma dívida de 24 mil Euros. Consultamos o contador e juntos conseguimos deduzir os impostos para 15 mil Euros aproximadamente, incluindo multas e juros, somando a isso ao pagamento para o contador, que chega a 4 mil Euros.

As discussões com o fiscal e com o contador tem se arrastado por meses. O que estresse que isso causou acabou diminuindo a nossa produtividade de codificação e também acabou fazendo com que gastássemos muito dos nossos fundos nisso, estávamos quase certos de que a fundação Krita iria à falência."

Os desenvolvedores informaram que terminaram 2016 com cerca de 30 mil Euros na conta da fundação, o que seria o suficiente para manter o projeto sem adições até Junho deste ano, por conta do ocorrido a renda caiu para algo em torno de 5,5 mil Euros apenas, o que deixou o projeto em um estado crítico, mas graças a três patrocinadores, o projeto pode sobreviver por mais algum tempo.

"Se não fosse por eles, não teríamos sido capazes de ser tão produtivos quanto queríamos e algumas coisas legais que estávamos trabalhando não teriam sido feitas ainda e pior, talvez não conseguíssemos lançar o Krita 4.0", comenta Rempt.

A ideia é fazer um novo projeto de crowdfunding para o Krita em Setembro para tentar garantir a sobrevivência do projeto por pelo menos mais um ano completo.

Os desenvolvedores enfatizam que é possível fazer doações a qualquer momento durante o ano, não sendo necessário esperar a campanha começar para isso. Você pode ver a página de doações para o Krita clicando aqui.

Boas notícias!


Junto com as notícias ruins também vieram as boas. Os desenvolvedores comentaram que medidas já foram tomadas para evitar um problema semelhante no futuro, fazendo com que a renda obtida através da venda de livros e vídeos seja gerenciada por outra empresa em separado, fazendo da Krita Foundation, uma instituição 100% dependente de doações, recolhendo qualquer faturamento de outra forma.

Uma novidade bacana que foi compartilhada é que teremos uma versão "LTS" do Krita em 2018, seria uma versão focada em estabilidade, provavelmente a versão 4 ou 4.1 e nas palavras dos próprios desenvolvedores, a ideia é que o software tenha "zero bugs".

Até a próxima!
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Gravit Designer - Uma nova ferramenta para trabalhar com gráficos vetoriais gratuitamente

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Está procurando uma ferramenta alternativa ao Adobe Illustrator, Corel Draw e Inkscape? Então o Gravit Designer pode ser a sua melhor opção gratuita.

Gravit Designer




O Gravit Designer é uma aplicação muito versátil e intuitiva para criar imagens vetoriais e até pequenas montagens que não envolvam manipulação de imagens muito densa. Ele é completamente grátis e está disponível para Windows, macOS e Linux (através de AppImage), além de uma versão Web que roda através do Google Chrome, isso o faz compatível também com o ChromeOS.

Gravit Designer

Na verdade, não é a primeira vez que o Gravit aparece aqui no blog, nós temos um post sobre ele que data de Novembro de 2014. De lá para cá o software recebeu vários upgrades, tanto nos aspecto visual, quanto no ferramental disponível.

Gravit Designer

Sem muita prática já da pra dar uma brincada por conta da organização da interface, não há nada escondido nos menus, tudo está disposto em frente aos seus olhos. Na verdade, existem algumas opções nos menus, mas nada de muito complexo e que não possa ser acessado pela própria interface. O único empecilho é para quem não gosta de usar ferramentas que não tenham tradução para o português.

Aplicar sombrar, criar formas, instalar novas fontes; tudo isso é muito simples. O Gravit tem suporte para camadas também e alguns efeitos prontos. O programa pode ser interessante para quem precisar criar imagens para o Facebook, sites e até mesmo para quem faz design para Web ou ícones para Apps Mobile.

Gravit Designer Presets

Existem alguns presets que você pode usar ao criar um arquivo novo com tamanhos e resoluções prontas; falando nisso, o Gravit utiliza o formato aberto SVG para salvar os seus arquivos, assim como o Inkscape, isso garante que qualquer programa com suporte ao formato padrão aberto de gráficos vetoriais possa trabalhar com o material que você produzir no Gravit. Além do SVG, você poderá exportar os seus trabalhos em PDF, PNG e JPG o que facilita muito as coisas, o Gravit Designer também possui um formato próprio para salvar os arquivos caso você deseje utilizar.

Se você está pensando que vai complicado se adaptar a um novo programa, aqui vai mais uma dica.

Eu sei muito bem o quanto adaptação a uma nova ferramenta ou plataforma pode ser algo complicado, algo que pode te ajudar com o Gravit é o canal no YouTube da ferramenta que te ensina a utilizar os principais recursos do software.

Se quiser fazer um teste e ver até onde o Gravit pode ser útil para você, basta acessar o site e fazer o download, ou acessar a versão Web dele.

Até a próxima!
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Sombras realistas no GIMP

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

As sombras são uma parte fundamental de qualquer desenho artístico ou montagem, elas são capazes de dar vida, noção de espaço e um senso de realidade fora do comum quando aplicadas corretamente.

Hoje você vai aprender a trabalhar um pouco com sombras no editor de imagens GIMP.

GIMP - Trabalhando com sombras




Quem vai te ensinar um pouco sobre sombras em montagens com o GIMP é nosso amigo e parceiro Thiago Abreu, do canal Thiago Abreu Design
Leia também: 17 dicas para você turbinar o GIMP
Confira o vídeo completo:


Gostou da vídeo aula? Então compartilhe para espalhar o conhecimento para mais e mais pessoas! Não se esqueça de passar no canal do Thiago também e conhecer mais do trabalho dele.

Até a próxima!
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Mozilla quer renovar o seu logo e quer a sua opinião para ajudar a decidir

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

A Mozilla é uma das instituições mais tradicionais do segmento de internet, seu navegador, o Firefox, é um dos programas mais utilizados do mundo, por milhões de usuários, parece que conforme a Mozilla se focava em desenvolver seus produtos, a identidade visual da fundação foi ficando para receber uma atualização "mais tarde", porém, finalmente chegou a hora de dar uma modernizada e para isso a Mozilla quer a sua opinião.

Mozilla
Logo atual da Mozilla





A Mozilla anunciou em um post em seu blog que está pretendendo atualizar o seu logotipo para dar uma cara mais moderna e condizente com que a instituição vem fazendo nos últimos anos, seguindo os princípios do desenvolvimento comunitário, a Mozilla separou algumas imagens pré-aprovadas e gostaria de saber o que você acha delas.

Novos logos da Mozilla

“Estamos atualizando a nossa identidade de marca com os princípios de código aberto da Mozilla e todos estão convidados. Nesta fase de conceituação, estamos estreitando a partir de sete temas possíveis para alguns conceitos que irão proceder para trabalho de design iterativo”, disse um representante da Mozilla.

Existem vários logos pré-aprovados e você pode conferir nesta página a explicação para cada um deles e o conceito empregado, você pode deixar a sua opinião lá nos comentários da Mozilla e ajudar a decidir qual será futuro logo da fundação.

Qual você achou mais bonito?
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