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Ampare - Combine Imagens e gere um PDF no Linux

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Esse é o programa que você passa a ter conhecimento somente depois de ter uma necessidade bem específica, o Ampare acabou "caindo como uma luva" para essa para resolver o meu problema.







Recentemente necessitei fotografar um contrato de algumas páginas e organizar estes arquivos, em "png", em um documento PDF. Existem, atualmente, muitas ferramentas para se trabalhar com esses arquivos, porém, eu realmente resolvi pesquisar por uma solução que fizesse somente o que eu precisava fazer: converter imagens em um documento PDF, e acabei encontrando a seguinte ferramenta.

Ampare Combine Images To PDF


O "Ampare Combine Imagens To PDF" faz parte de uma gama de aplicativos do desenvolvedor "juthawong", na Snap Store, onde todos os seus Apps têm o sufixo, "Ampare".



Para utilizar a ferramenta é muito simples, basta abrir a aplicação, clicar na janela que se abrir e selecionar as imagens que você deseja colocar em um arquivo PDF.

Combine Imagens To PDF

Depois da seleção, basta escolher onde você quer salvar o arquivo final e dar a ele um nome. Após estes passos você deverá ter o arquivo finalizado, com as suas imagens, em um único documento PDF.

Tenho achado a Snap Store muito interessante para descobrir novos aplicativos como este, você também descobriu um novo aplicativo bacana? Compartilhe no nosso fórum. :)

Até a próxima!
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Como iniciar uma partição NTFS no Ubuntu durante o Boot

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Essa é uma daquelas dúvidas que muita gente tem, acostumados a criar um "Disco D" no Windows para usar como backup de arquivos e, em muitos casos, especialmente quando a pessoa usa Dual Boot, essa partição acaba servindo justamente como "ponte" entre os arquivos do Linux e os do Windows, porém, no Linux, todas as unidades precisam ser montadas para que possam permanecer acessíveis, independente do sistema de arquivos.

Discos Linux





As configurações de discos no Linux são geridas pelo FSTAB, um arquivo de configurações que diz para o sistema quais partições devem ser montadas no boot, nós temos um artigo muito completo sobre o FSTAB aqui no blog, clique aqui para conferir.

Discos extras, partições extras que não fazem parte do conjunto do sistema, são tratados como um Pen Drive ou Cartão SD muitas vezes, sendo montados no momento em que você clica ativamente no disco, porém, esse comportamento pode ser facilmente alterado.

Como fazer com que o "Disco D" inicie junto com o Boot do Ubuntu


Eu utilizo uma disco de 1,5 TB com NTFS como disco de Backup, e para fazer com que ele inicialize montado juntamente com o sistema, podemos usar o software "GNOME Disks", ou "Discos", em Português, um aplicação que já vem pré-instalada com o Ubuntu e com várias distros que também usam GNOME.

GNOME Disks

Selecione o disco desejado no painel esquerdo, clique no ícone da engrenagem e depois clique "Editar opções de montagem..."


Na janela que se abrir, desabilite a opção "Padrões de sessão de usuário", e tenha certeza de que a opção "Montar ao inicializar o sistema" está marcada.

Pontos de montagem

Clique no botão "OK", digite a sua senha, e o processo será concluído. Depois disso, você pode reiniciar o computador e verificar se a montagem foi feita de forma automática.

Em caso de dúvidas, consulte o nosso fórum. Curtiu a dica? Compartilhe para os seus amigos e nos ajude a espalhar o conhecimento.

Até a próxima!
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Twinux - Um Cliente de Twitter WebApp para Linux

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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Eu adoro o sistema de WebApps do Chrome, uso muitas aplicações dessa forma, o Trello, o Messenger do Facebook, o Google Agenda, o Google Keep, o WhatsApp, o Evernote, e entre muitos outros, o Twitter também, mas e se você quiser usar WebApps sem usar o Google Chrome diretamente, ou quiser ter mais de duas contas logadas ao mesmo tempo?

Clientes de Twitter para Linux






Ao começar a usar o Twinux (Twitter+Linux, muito provavelmente), logo percebi em que circunstância ele poderia ser útil. Caso você tenha mais de uma conta no Twitter e não gosta do visual de ferramentas como o TweetDeck, soluções assim pode ser bem úteis, sobretudo se você não tem a possibilidade de criar WebApps, seja com o Chrome, seja com o ICE.

Tão simples quanto parece


O desenvolvedor do aplicativo fez um trabalho relativamente simples, usou técnicas que já conhecemos de vários outros Apps e embutiu o WebApp do Twitter no aplicativo. Esse tipo de construção faz com que somente o básico de uma engine de navegador rode em background, permitindo que a página seja exibida.

Infelizmente o Twinux não tem maiores integrações ainda, como um ícone na Tray do sistema, por hora ele funciona como qualquer um dos muitos WebApps que eu tenho instalado, com a diferença de que ele é independente do meu navegador, e por isso, ocupa mais espaço em disco.

Twitter

Na imagem acima você pode ver o WebApp do Twitter que eu regularmente uso e o Twinux, logo ao lado, cada qual logado em uma conta diferente, o que faz com que eu não precise ficar alternando dentro da conta do Twitter e receba as notificações de cada de forma individual.

Se ao contrário de mim, você só tem uma conta no Twitter e usa o Google Chrome, recomendo que simplesmente crie o WebApp, é muito mais prático e é um App a menos para instalar.

Basta fazer o seguinte:

1 - Acesse a página no Twitter pelo seu Google Chrome/Chromium;
2 - Clique no menu do Chrome (aquele com três bolinhas);
3 - Vá até o menu "Mais ferramentas";
4 - Clique em "Criar atalho...";
5 - Na janela que se abrir, ajuste o nome do App, caso necessário e marque a opção de "abrir em uma janela".

Na prática, será o mesmo que o Twinux faz, se você usa outro navegador que não tem esse suporte, então essa ferramenta pode ser interessante.

O Twinux está disponível para Linux via Snap:



Falando em Twitter, aproveite para seguir os redadores do blog nessa rede social:

@blogdiolinux
@dionatanvs
@CanalOCaradoTI
@henriquead7

Tem alguma dica que gostaria de compartilhar? Conhece uma solução melhor para acessar o Twitter pelo Desktop Linux? Deixe o seu comentário logo abaixo, vamos adorar saber! :)

Considere também participar do nosso fórum, é completamente grátis.

Até a próxima!
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Estes são os meus gerenciadores de E-mail preferidos para Linux

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Conforme a tecnologia de e-mails evoluiu, a necessidade de uma pessoa comum usar um programa para gerenciar seus e-mails se tornou menor, serviços populares como o Gmail tomaram conta do mercado, enquanto que ainda existe uma parte da população que prefere ler seus e-mails através de um software instalado em seus computadores. O artigo de hoje é focado justamente nas pessoas com essa preferência ou necessidade.

linux-mail-apps






Ler os seus E-mails através de um aplicativo no seu PC pode ter algumas vantagens, especialmente em se tratando de organização, leitura offline e até aplicação de filtros de SPAM personalizados, contudo, geralmente essas aplicações acabam aparecendo em soluções empresariais que não possuem ótimas interfaces Web, como um RoundCube "da vida", por exemplo.

Eu já precisei usar muito esse tipo de ferramenta por conta de trabalho, e até já fiz implementações em empresas de uma delas. Hoje vou compartilhar com você as minhas favoritas, fique à vontade para acrescentar informações e as suas preferidas.

Thunderbird


Thunderbird


Para mim é muito difícil pensar em "gerenciador de E-mail" sem lembrar do Thunderbird, foi ele, inclusive, que eu implementei em algumas empresas há alguns anos. Um software originário da Mozilla, que até hoje faz parte de grande parte das distros Linux como padrão. Ele tem uma interface amigável, pode ser configurado com clientes de chat, aceita feed RSS para que você também possa ler as suas notícias, e é completamente grátis.

Você encontra ele na loja de aplicativos da sua distro preferida certamente, isso se ele já não vier pré-instalado.

Mailspring


Mailspring


Já neste caso, lembro do Mailspring sempre que penso em cases de sucesso de aplicações em Electron. O software já foi premiado algumas vezes como um dos mais inovadores do segmento nos últimos anos, tem um visual que agrada bastante, com suporte a temas, e se encaixa perfeitamente em vários sistemas operacionais diferentes, assim como o Thunderbird.

A versão oficial do Mailspring está disponível para Ubuntu via Snap, então você encontra na loja de aplicativos, no entanto, há versões alternativas  em .deb e .rpm diretamente no site oficial. Fizemos um artigo completo sobre Mailspring para que você possa conhecê-lo em maiores detalhes.

Geary


Geary Linux Mail


Atrelado mais diretamente ao projeto GNOME, assim como o cliente Evolution, o Geary ganhou maior fama depois de se tornar o cliente de E-mails padrão do elementary OS, e de fato, existe um trabalho primoroso aqui, onde uma interface clean é o ponto mais forte da aplicação, sem dúvidas.

O Geary se integra com as contas online do GNOME, então ele fica bem integrado com o seu desktop, caso você decida usá-lo dessa forma.

E os seus favoritos?


Estes são os meus três clientes de E-mail favoritos, todos tem as funções essenciais que se espera de um bom software deste segmento, é possível configurar tanto contas de E-mails populares atualmente, como Gmail e Outlook, como também usar os dados do seu próprio servidor de E-mails.

Gostaria também de mencionar alguns outros softwares que eu achei interessantes, mas que colocaria a um "nível abaixo", por assim dizer, mas que no entanto, podem ser alternativas viáveis, caso você não goste de nenhum dos supracitados.

Temos o KMail, do projeto KDE, o próprio Evolution, do projeto GNOME, temos o ElectronMail, focado em ser um utilitário para o ProtonMail.

Você tem alguma dica legal de gestor de E-mail e gostaria de compartilhar com a nossa comunidade? Deixe aqui nos comentários do artigo e participe também da nossa comunidade no fórum oficial, é só clicar aqui e se inscrever, é rápido e grátis.

Até a próxima!
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Como Vulkan ICD Loader pode te trazer gráficos melhores nos games no Linux

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Esse é um daqueles experimentos que vale a pena fazer de vez em quando. Vulkan é uma tecnologia nova e sempre temos coisas novas a aprender sobre ele, e muitas vezes pequenos detalhes podem fazer a diferença.

Vulkan





Todas as noites, de Segunda à Sexta, à partir das 20 horas, eu faço lives no canal Diolinux na Twitch, (siga-nos por lá também, inclusive), e costumeiramente jogamos Overwatch no Linux, um game da Blizzard, que não possui uma versão nativa, mas graças ao Wine, ao DXVK e ao Lutris, roda tão bem quanto.

Em algum momento durante uma das lives dessa semana, alguém tinha mencionado sobre ativar uma função nas configurações do Lutris chamada "Vulkan ICD Loader", selecionando o fabricante da minha placa de vídeo para ter "melhor desempenho", ou algo assim.

O que eu aprendi sobre isso?


Eu nunca reclamei do desempenho do Overtwatch no Linux, sempre funcionou muito bem na minha experiência, e a gente que sempre conversa sobre esse tipo de coisa nas lives, mas, como bom nerd/gamer/geek, resolvi testar hoje a opção que foi sugerida e acabei não sentindo diferença alguma no desempenho do Overwatch, mas, a menos que meus olhos tenham me traído, eu vi sim um melhora nas sombras e na iluminação do jogo:

Vulkan ICD Loader

McCree é o meu personagem favorito do game, na imagem acima estamos com ele no campo de treinamento, com o gráfico do Overwatch no Ultra, rodando no Linux à cerca de 200 FPS numa RTX 2060, onde o sistema operacional é o Ubuntu 19.04 e o Driver Nvidia é o 430.x.

É perceptível o quanto a "luz do sol" fica mais natural, assim como os reflexos ficam mais vivos nas partes onde o Vulkan ICD Loader está ligado, contrastando com as faixas onde ele está "OFF".

Com ele ativado, apesar da mudança não ser nada drástica, pois o game já rodava "bonitamente" no Linux sem essa opção ativada, o gráfico ficou um pouco mais próximo do que eu vi as pessoas visualizarem ao jogarem o game da Blizzard em um console, como o PS4.

Curiosamente, vi que algumas pessoas que testaram Linux pela primeira vez porque ficaram sabendo que o Overwatch rodava, comentaram que o gráfico "parecia diferente", de alguma forma, mesmo que não soubessem explicar exatamente do que se tratava, e talvez seja exatamente essa questão, a forma com que a renderização da iluminação via Vulkan (DXVK) seja feita neste caso em específico. 

É no mínimo muito interessante.

E como ativa essa função Vulkan ICD Loader?


Antes de mais nada, do que realmente se trata essa tecnologia?

Você consegue dar uma olhada no código do Vulkan IDC Loader no GitHub, onde podemos aprender que o Vulkan suporta sistemas com várias GPUs, cada qual rodando um driver diferente, ou ICD (Installable Client Driver).

O ICD Loader é uma biblioteca colocada entre uma aplicação Vulkan e qualquer número de drivers de vídeo que o suportem, o loader também gerencia a inserção de camadas de bibliotecas Vulkan, como camadas de validação entre uma aplicação e um driver.

Explicações técnicas à parte, é muito simples ativar isso no Lutris, eu vou demonstrar com o Overwatch, mas supostamente você pode usar o mesmo recurso em qualquer game.

No Lutris, clique no game e depois clique na engrenagem que vai abrir a janela de configurações.


Na janela que se abrir, navegue até a aba "System options", dentre as configurações disponíveis você deverá encontrar o "Vulkan ICD Loader", que geralmente estará em "None (default)".


Altere de acordo com a sua placa de vídeo, Intel, Radeon(AMD) ou Nvidia e salve, clicando no botão "Save", logo abaixo.

Agora basta iniciar o jogo novamente, atente-se para o detalhe de que possivelmente será necessário que os shaders sejam compilados novamente, então nos primeiros instantes o FPS deve ficar baixo, basta "não fazer nada" e esperar que o processo ocorra em background antes de se aventurar em algum game competitivo. O tempo de demora de compilação dos Shaders deve variar de máquina para máquina, dependendo da potência do hardware, geralmente leva cerca de 30 segundos para mim.

Caso queira desfazer a modificação por não ter gostado do resultado ou algo assim, basta voltar nas mesmas opções e alterar para o padrão (default).

Vou começar a jogar na próxima live com essa configuração ativada, então vai ser interessante ver como se comporta e se o público também consegue ver melhorias nos gráficos.

Quer compartilhar também as suas experiências jogando no Linux? Participe do nosso fórum.

Até a próxima!
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DaVinci Resolve Fusion Titles Crash Linux - Como corrigir o erro no Ubuntu

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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Eu sou um usuário entusiasta do DaVinci Resolve, ele, como ferramenta de edição, veio para facilitar muito a minha vida como produtor de conteúdo, seja pela sua interface e ferramentas que tornam o workflow da edição mais veloz e economiza tempo, até mesmo a sua renderização, que é absolutamente estonteante, entretanto, ele pode ter alguns probleminhas, que felizmente, podem ser corrigidos sem muitos apertos.

DaVinci Resolve Fusion Titles






De forma geral, o instalador do DaVinci Resolve é super simples e carrega todas as bibliotecas que o software precisa, mesmo sem ser um Snap ou Flatpak, colocando praticamente todos os arquivos necessários dentro do diretório OPT. 




Há algum tempo, eu resolvi um problema sobre a reprodução de áudio do Resolve em uma instalação do Ubuntu que algumas pessoas mencionaram ter de enfrentar, num tutorial super rápido. A ideia é fazer o mesmo aqui, mas vamos contextualizar.

Fusion Titles


O Fusion é o compositor do DaVinci Resolve, ele seria um software concorrente do After Effects, no entanto, vários recursos de animações estão disponíveis para títulos envolvendo o Fusion, que por sua vez, usa tecnologia CUDA, da Nvidia, para gerar essas animações. Eu percebi que dependendo do efeito que eu colocasse, o programa simplesmente "crashava", ou seja, ele travava e fechava.

Apesar disso acontecer de forma inconstante, era perceptível que não eram todos os "Fusion Titles" que tinham esse problema, então descobri que o que causava essa falha, era a falta de um link simbólico para a biblioteca libcuda, entre duas pastas diferentes, onde o Resolve buscava o CUDA para utilização no Fusion.

Como resolver o problema? 


Simples, abra o terminal, copie e cole esse comando e pressione "enter":
sudo ln -s /usr/lib/x86_64-linux-gnu/libcuda.so /usr/lib64/libcuda.so
Você pode criar o link simbólico também clicando com o botão direito do mouse sobre o arquivo "libcuda.so ", dentro de "/usr/lib/x86_64-linux-gnu/", e copie ele para dentro de "usr/lib64/". 

Provavelmente o terminal é muito mais rápido, literalmente um "Ctrl+C/Ctrl+V".

Dica: Caso o comando dê errado pela falta da existencia do diretório "user/lib64", você pode criá-lo manualmente para resolver o problema, funciona perfeitamente.

Depois disso, basta testar os títulos do Fusion. Em minha experiência depois dessa mudança,  meu Resolve não teve mais nenhum problema com absolutamente todos os "Fusion Titles", então, fica a dica.


Até a próxima!

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Slax - Um Linux para carregar no bolso com menos de 300MB!

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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Os sistemas baseados em Linux podem ser bem versáteis e podem ser utilizados de diversas formas diferentes. Possivelmente você já ouviu falar que um sistema Linux pode operar "milagres" em uma máquina com mais do que alguns anos, e de fato, dada a maleabilidade das interfaces, é exatamente isso que pode ocorrer. Hoje você vai conhecer uma distro focada em ser tão portátil e leve quanto possível, sem renunciar a um visual agradável, o Slax.

Slax - Uma distro de bolso





O Slax é uma distribuição Linux peculiar por vários motivos. Ela é super compacta, sua ISO tem cerca de 280MB, ela não é projetada para ser instalada em um computador, apesar de isso ser possível e traz uma quantidade mínima de aplicações, que beira o ridículo, mas que é o suficiente para atender necessidades básicas de quem utiliza o computador para navegar na internet e faz outras atividades comuns, como gerenciar seus arquivos.

A ideia é que você use o Slax diretamente de um pen drive, onde as suas modificações deverão ficar salvas, assim como a adição de novos programas. Nesse caso, a quantidade de dados que você pode armazenar está diretamente ligada ao tamanho do seu pen drive.

Aposta na simplicidade


Consumo de RAM do Slax

Apesar de simples, o ambiente Fluxbox que a distro traz é bem customizado e agradável aos olhos, lembrando qualquer edição do Windows vagamente, com uma metáfora de desktop tradicional, consumindo apenas 127MB de RAM uma máquina virtual, de forma que é justo supor que em uma máquina real o Slax consiga ser ainda mais econômico.

Geralmente em reviews de distribuições Linux, comentar quais são os softwares que acompanham a distro é uma tarefa complicada, afinal, um sistema operacional é composto de inúmeras aplicações para todas as finalidades, mas até nisso o Slax se sobressai, estes são todos os programas que acompanham a distro por padrão:

Aplicativos do Slax

Um terminal simples (Xterm), um gestor de arquivos (PCManFM), uma aplicação de calculadora (Qalculate), um editor de textos simples/bloco de notas (Leadpad), um gestor de rede (Wicd), o VLC Media Player, o XArchiver para lidar com arquivos compactados e o gestor de tarefas (LXTask).

Não podemos esquecer, é claro, do navegador Web Chromium, que fecha o set de aplicativos, garantindo que você tenha todo o básico para atividades comuns do dia a dia, especialmente com atividades focadas na internet. A distro possui um painel da parte inferior e desenha as janelas na sua tela com compositor "Compton".

O Slax era baseado no Slackware, mas desde a versão 9 a distro é baseada no Debian, para ser mais específico, baseia-se no Debian Stretch, como podemos ver pela lista de repositórios, ao menos no momento em que este artigo é escrito.

Slack Debian Repos

Como o Slax usa base Debian, naturalmente você pode usar o "apt" via linha de comando para instalar novos aplicativos no sistema e gerenciar as atualizações, dessa forma, não possuindo um gestor gráfico para tal, como uma loja de aplicativos ou algo parecido.

No entanto, nas mãos de quem conhece um pouquinho da base Debian ou Ubuntu, fica fácil fazer a instalação das aplicações mais comuns, inclusive o Google Chrome mesmo, usando ferramentas como o "dpkg". Nada te impede de instalar um software como o Synaptic por exemplo, e assim gerenciar tanto os pacotes, quanto as atualizações através de uma interface.

Gerenciador de arquivos do Slax

Como você pode ver, até mesmo as pastas do gerenciador de arquivos lembram as do Windows, toda a interface Fluxbox também responde a cliques  com o botão direito do mouse na área de trabalho, abrindo um menu de aplicações e configurações, semelhante as configurações nativas que o XFCE possui, mas sendo ainda mais leve do que ele.

Configuração do teclado do Slax

Para poder usar o teclado em Português, caso você queira, basta clicar com o botão direito do mouse, ir até "Keyboard layout... >> Other >> Brasil", ou então selecionar "Portuguese" diretamente, caso você queira usar o Português de Portugal.

Ainda que seja simples, há configurações avançadas para o painel, como a opção de "auto-hide", a função "print screen" tem um software embutido na interface que consegue gerenciar as capturas de tela, você pode ajustar a resolução da tela diretamente pelo menu de contexto na área de trabalho, é possível também usar múltiplos desktops virtuais.

Considerações sobre o Slax


Acho que definitivamente o Slax é um Debian com Fluxbox, não muito mais do que isso, mas não se engane, o arranjo do desktop do Slax para com o Fluxbox é feito de forma primorosa e vai te poupar um grande tempo ajustando as coisas. Você pode instalar o Fluxbox no Debian ou no Ubuntu facilmente com:
sudo apt install fluxbox
Mas o resultado vai ser mais ou menos assim:

Fluxbox no Ubuntu

E olha que eu dei uma customizada para ficar "menos pior". Dessa eu forma, eu aplaudo a equipe do Slax que criou uma variação do Fluxbox que torna amigável a migração para quem vem do Windows e tem um computador extremamente fraco, desde o cuidado com o visual, até as aplicações pré-instaladas, que apesar de poucas, são certeiras.

Coisas para prestar atenção ao usar o Slax e que podem não ser tão boas


Tudo tem prós e contras e naturalmente com o Slax não seria diferente.

Minha sugestão é que você considere o Slax apenas para computadores super fracos, a distro ainda entrega ISOs de 32 bits, então pode ser o caso de usar em máquinas realmente antigas e com baixo desempenho.

Não sei se você percebeu pelas imagens, mas o Slax opera diretamente no modo Root, o que é um risco de segurança desnecessário para se correr, isso faz com que você esteja suscetível as ameaças que não afetariam usuários que utilizam um usuário Linux padrão. Não me entenda mal, você ainda estará com um nível de segurança acima usando Linux, entretanto, nada impede que você crie um novo usuário e utilize o sistema dessa forma, talvez seja até mais seguro.

Como o Slax mira o público que quer uma distro para carregar no bolso, com um pen drive ou algo do tipo, o modo Root pode não ser um grande problema, de fato, mas além disso, esse apelo específico significa que não existe um instalador gráfico, e a tentativa ingênua de instalar o Slax usando um Debian Installer, simplesmente não funciona, entretanto, no site oficial, os desenvolvedores informam uma forma de fazer a instalação, no entanto, provavelmente o particionamento do disco deverá ser feito manualmente, usando um utilitário como o "fdisk", "cfdisk" ou então instalando o GPARTED e fazendo o particionamento por ele.

Com um ambiente super simplificado como o Fluxbox você ganha em algumas coisas, especialmente em responsividade, porém, você também perde coisas que talvez goste em ambientes mais robustos, como indicadores, ferramentas de controle de cor, um painel de controle mais vasto, as coisas passam a ser muito mais manuais do que em outros ambientes, e "menos bonitas", deste o ajuste de volume que é feito diretamente pelo alsamixer no terminal quando você clica no ícone do painel.

 O Fluxbox me parece quase beirar um "tilling window manager", como o i3, com a diferenaça de que ele de fato desenha as janelas de forma flutuante, como outra interface qualquer.

Você pode baixar o Slax pelo site oficial, e se quiser bater um papo sobre distros minimalistas, entre no nosso fórum e engaje-se com a comunidade.

Até a proxima!
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Ao - Microsoft To-Do App para Ubuntu

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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

A Microsoft tem muitos produtos interessantes focados em produtividade para empresas, um deles é o aplicativos de tasks, Microsoft To-Do, que não tem versão nativa de Linux, mas que pode ser acessado de forma primorosa pelo Ao.

Microsoft To-Do App Linux





O "Ao" é um aplicativo não oficial que te dá acesso ao Microsoft To-Do, uma solução para criação de listas de tarefas e afazeres diários atrelado a sua conta Microsoft, sincronizado em nuvem. Atualmente é distribuído via Snap para Ubuntu, e em outras distros que tenham suporte para o formato.

Microsoft To-Do

O App tem várias opções e configurações de temas, incluindo o Dark, Black e Sépia, com função de redução de luz azul ao anoitecer.

App de planejamento

A aplicação também tem um ícone indicador que te dá um acesso rápido a configurações à partir da tray. É possível separar as suas tarefas por categorias também, colocar datas e vefiricar quais são as atividades do dia.

Para baixar o App, basta procurar por ele na loja de aplicativos, ou então clicar no botão abaixo:




Quer bater um papo sobre aplicativos de produtividade? Participe dos debates no nosso fórum!

Até a próxima!
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GPK-Application - Um gestor de pacotes para Ubuntu e derivados

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Existem alternativas para se fazer de tudo no mundo Linux, e dentro do mundo Debian e Ubuntu, duas das distros mais populares, não seria diferente. Hoje você vai conhecer o GPK-Application, um gestor de pacotes que pode te permitir maior maleabilidade do que a GNOME Software, que vem por padrão nas instalações padrões do Ubuntu e no Debian com GNOME.

GPK Application





Eu estava explorando um pouco os aplicativos na GNOME Software e me peguei pensando se existiriam outras ferramentas para gerir os pacotes do Ubuntu que não fosse o (excelente) Synaptic, especialmente, que conseguisse pesquisar por pacotes e softwares que não tem ícones, como a loja de aplicativos do Linux Mint consegue fazer, e então lembrei de uma ferramenta que eu tinha visto no Debian, o aplicativo "Pacotes", ou gpk-application.

Gerenciador de pacotes do GNOME

Você  encontra a aplicação da loja de aplicativos (Ubuntu Software/GNOME Software) procurando por "Pacotes do GNOME", ou então, instalando via terminal:
sudo apt install gnome-packagekit
Depois de instalado, você encontra a ferramenta procurando no menu do sistema por "Pacotes", ou, se preferir rodar pelo terminal, você pode chamar a aplicação usando o comando:
gpk-application

Como usar a aplicação? 


A forma de utilização é simples, basta pesquisar pelo pacote desejado, marcar para instalação e aplicar as alterações.

Instalando pacotes no Ubuntu

Existem muitas categorias do lado esquerdo da aplicação que são incomuns nas lojas atuais, talvez seja um "passeio" interessante explorar essas categorias. 😊

Continue o assunto no nosso fórum, o Diolinux Plus.

Até a próxima!
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Editando Apps no menu da sua distro Linux manualmente

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Como já diz o velho ditado: "Tudo no Linux são arquivos", e por esse motivo, tudo pode ser mudado, tudo pode ser configurado, e com o menu do seu sistema não seria diferente.

Configuração de menus do Linux






Hoje vamos tratar de um tipo de arquivo de configuração responsável por mudar a forma com que os aplicativos aparecem no menu da sua distro Linux. Apesar de usarmos GNOME como referência, as dicas realmente servem para, virtualmente, qualquer interface.

Arquivos .desktop


Temos um vídeo preparado para te ajudar a entender como esse processo todo funciona, você pode conferir no nosso canal, ou logo abaixo:


Os arquivos .desktop são responsáveis por "iconificar" os programas que você encontra no menu, mas mais do que isso, eles são responsáveis pela categorização do programa na sua distribuição e por quais palavras chaves o aplicativo será encontrado quando o usuário fizer uma busca.

Existem, de forma geral, dois locais onde você encontra estes arquivos:

/usr/share/applications

/home/user/.local/share/applications

Este tipo de arquivo possui uma série de informações e pode ser aberto com qualquer editor de texto. 

Os arquivos que estão dentro da sua home acabam sobrescrevendo as preferências contidas na pasta "applications" em "/usr/share" para o seu usuário. Pensando dessa forma, se você quiser que alguma alteração seja válida para todos os usuários do sistema, altere direto na raiz, caso queira apenas para seu usuário, você pode alterar somente na home. É o típico caso preferencial.

* Para editar arquivos dentro da raiz e salvar as alterações, é necessário rodar o editor de textos em modo root.

Configurações de arquivos .desktop

Existem muitos tipos de parâmetros que pode ser aplicados aqui, como por exemplo:

Name: Altera o nome da aplicação
Comment: Altera a descrição da aplicação
Exec: Onde está o executável
Terminal: Se a aplicação pode rodar pelo terminal
Categories: Em qual categoria do menu ele vai se encaixar
Keywords: Palavras chave que podem ser digitadas para encontrar a aplicação
Icon: Diz o nome do ícone que deve ser exibido

Entre muitos outras, um parâmetro interessante permite que você oculte um ícone do menu e da pesquisa em caso de necessidade é o "NoDiplay":

NoDisplay=true

NoDisplay=false

A primeira opção oculta a aplicação, a segunda exibe. A ausência  do parâmetro exibe automaticamente a aplicação.

Configurando estes arquivos você pode alterar o comportamento de qualquer aplicação que aparece no menu do seu sistema, confira o vídeo acima para vários exemplos.

Você pode ver a documentação de como o arquivo .desktop deve ser escrito aqui.

Deixe nos comentários sua opinião, e participe de nosso fórum Diolinux Plus. Assim você sempre fica por dentro das novidades e encontra um lugar amistoso para tirar as suas dúvidas.

Até a próxima!
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Coloque emblemas em pastas do Nautilus!

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Um recurso muito comum nos "idos do GNOME 2" eram os emblemas em pastas do Nautilus, curiosamente, tal recurso ainda existe nativamente em gerenciadores de arquivos como o Caja, do ambiente MATE (que deu continuidade ao GNOME 2) e no Nemo, do ambiente Cinnamon. Apesar de ter passado por diversas mudanças, o Nautilus ainda tem suporte a essa ferramenta.

Emblemas do Nautilus






Esses "emblemas" servem para você identificar visualmente as pastas no seu gerenciador de arquivos, de acordo com o que você queira.

Emblemas disponíveis

Para adicionar esse recurso ao seu Nautilus, é preciso usar o pacote:
nautilus-emblems
Verifique o gerenciador de pacotes da sua distro Linux por ele e instale, se você usa Debian, Ubuntu ou algum derivado, use este comando:
sudo apt install nautilus-emblems
 Feche o Nautilus e abra novamente, ou encerre a sessão e logue-se novamente.

Como usar a ferramenta?


Usar o "Emblems" é muito simples, basta clicar com o botão direito sobre uma pasta qualquer, ir até o menu "Propriedades" e na janela que se abrir, você encontra a aba "Emblems", basta selecionar o emblema desejado, fechar e abrir o Nautilus e a pasta conterá ele.

GNOME Nautilus Emblems

Aproveite o novo recurso para otimizar a sua organização e participe do nosso fórum.

Até a próxima!
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Polo - Um gerenciador de arquivos surpreendente para Linux

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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Apesar de existirem muitas opções dentro do mundo Linux para gerenciadores de arquivos, como o Nautilus do GNOME e o Dolphin do KDE, além outros usados em ambientes específicos, como o Nemo do Cinnamon e o Thunar do XFCE, pode ser que você queira algo diferente, por isso, hoje você vai conhecer um projeto chamado "Polo".

Polo File Manager





O Polo é um gerenciador de arquivos bem versátil, com vários recursos diferentes. Seu desenvolvedor é "Teejee2008", um produtor de software para Ubuntu de longa data. Apesar do desenvolvedor ter focado muito da sua vida a desenvolver softwares para o Ubuntu, o Polo File Manager não necessariamente precisa ser usado com ele, ou mesmo com a interface GNOME Shell, podendo ser usado em outras distros e interfaces também.

Polo File Manager

Apesar do visual aparentemente simplista, não se engane, os menus e organização do Polo oferecem recursos avançados e variados. Ainda em Beta, você pode encontrar uma descrição completa dos recursos do Polo no site oficial, entrentanto, podemos destacar:

• Múltiplos painéis, podendo-se dividir os espaços verticalmente e horizontalmente, criando assim até 4 espaços separados. Esse modo pode ser ativado pela tecla de atalho F4;

• Existem várias formas diferentes de visualizar os arquivos também, além da navegação em abas, já tradicional. Listas, ícones e até mesmo o modo Media View completam a gama de opções;

• O Polo também incorpora um gerenciador de dispositivos, favoritos e muito mais!

Polo File Manager e seus recursos


Além destes recursos bacanas, mas até certo ponto "comuns", o Polo também tem alguns recursos mais avançados como:

• Ações para manipulação de PDF, como unir e separar arquivos e páginas, adicionar senhas, rotacionar o PDF, etc;

• Opções avançadas para montagens de ISOs, desde a opção de bootar diretamente em um máquina virtual KVM, caso esteja instalada obvivamente, até criar um pen drive bootável com a ISO;

• Existem opções para manipular imagens, como rotacionar, redimencionar, reduzir a qualidade, otimizar imagens em PNG, converter para outros formatos, reduzir cores, etc;

• Checagem de  SHA2-256 e SHA2-512 diretamente do gestor de arquivos, para que você possa verificar a integridade de arquivos que baixe, como ISOs de distros Linux;

• Ferramenta para download automático de vídeos do YouTube, integrando o popular youtube-dl a uma interface mais amigável;

• E integração com serviços de Cloud Storage, como Dropbox e Google Drive via RClone.

Como fazer o download do Polo File Manager?


Talvez você já tenha se empolgado para testar essa nova ferramenta, mas é importante alertar novamente que se trata se um software em estágio Beta de desenvolvimento, ou seja, bugs são esperados. Mais do que isso, o software está todo em Inglês, apesar de isso não ser um grande problema, é o tipo de coisa que pode afastar algumas pessoas.

Na página de download você encontra pacotes .deb em 32 e 64 bits para download, compatível com Ubuntu e derivados, além disso, também estão disponíveis arquivos contendo o código fonte da aplicação e um instalador com a extensão .run, que deve funcionar em outras distribuições também, e que foi testado no Fedora, Arch e Debian.

Dica 1: No caso de baixar o arquivo .deb, basta dar dois cliques e fazer a instalação. Depois de instalado você encontra a aplicação no menu do seu sistema.

Dica 2: Caso você opte pela opção em .run, basta rodar usando este comando:

# 64-bit 
sudo sh ./polo*amd64.run 
# 32-bit
sudo sh ./polo*i386.run

Em seu GitHub, o desenvolvedor do Polo nos mostra também a possibilidade de fazer uma instalação via PPA, usando o terminal:

sudo apt-add-repository -y ppa:teejee2008/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install polo-file-manager
Ao utilizar o PPA, você recebe atualizaçães automaticamente quando houverem novos lançamentos, juntamente com as atualizações tradicionais do seu sistema. Caso você não goste, ou prefira usa a interface ao invés do Terminal para adicionar o PPA, confira este artigo.

Limitações 


Como todo software Beta, são esperados bugs, e como todo software Open Source, você é incentivado a reportar ao desenvolvedor para que eles sejam corrigidos.

Mesmo conseguindo utilizar o meu tema de ícones (Yaru Dark), o Polo foi desenvolvido com o tema Arc-Dark em mente, de forma que ele não vai respeitar o seu tema GTK completamente. Alguns trechos de texto também podem ficar com problemas, especialmente os que contém caracteres especiais comuns na língua portuguesa, mas incomuns na inglesa, como o "ç" e palavras que possuem acentuação.

Para ajudar o projeto a melhorar, você pode fazer doações para o dev via Paypal, Patreon ou Bitcoin.

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