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Por que as distros brasileiras não fazem tanto sucesso quanto as estrangeiras?

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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Em algum momento você já se perguntou, o porquê das distribuições BR não serem tão populares quanto as de outros países? Muitos fazem esse questionamento, e hoje irei dar meu ponto de vista.

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Parece que “tudo que vem de fora é melhor”, e nossa tecnologia é inferior. Infelizmente uma grande parcela dos brasileiros pensa assim, talvez essa mentalidade seja um reflexo de anos de erros da indústria nacional. Não é comum ver o repúdio de algumas marcas nacionais, do meio de TI, por parte de profissionais ou até consumidores mais instruídos. No entanto, existem produtos de marcas nacionais que entregam boa qualidade.

Se você não entendeu o motivo de começar o assunto falando da preferência dos brasileiros por produtos estrangeiros. Saiba que diversas vezes ao apresentar uma distribuição Linux brasileira para um colega da área de TI, a primeira reação foi do tipo “ih! é brasileira?”.

Creio que o primeiro ponto para uma distro BR não fazer tanto sucesso, quanto as “gringas”, é justamente “por ser brasileira”, de alguma forma é algo cultural. Obviamente que o motivo não se baseia apenas nisso, outros aspectos estão envolvidos.

Mais do mesmo


Já percebeu que em meio a tantas distribuições Linux, muitas são “mais do mesmo”? A liberdade proporciona muitas vantagens, porém, junto a ela alguns aspectos “negativos vem no pacote”. Efetuei o download do Ubuntu, mudei o wallpaper, pronto! Eis OSistemático OS. Isso é ilegal, ou é um erro fazer isso? Não! A liberdade me dá essa opção, entretanto, seria pouco relevante e não agregaria muito. No cenário brasileiro, algumas distribuições são apenas isso, mundo afora também.

Comunidade carente e liderança fraca


Outro problema que pode dificultar o sucesso de um projeto, é sua comunidade. Seja por não ter afeto aos novos usuários, por pensarem “que ainda estão nos anos 90”, ou pela desorganização. Uma distro precisa de uma comunidade organizada e forte liderança, caso contrário com tantos pitacos e palpites o sistema torna-se um Frankenstein, agradando apenas aquela comunidade inicial, sem a possibilidade de expandir para novos públicos.

Boa documentação


O Ubuntu é indicado fortemente aos novos usuários, e possui um extenso material e ótima documentação (oficial ou através de blogs e canais), o que acaba facilitando a vida de um novato. Esse é um tópico indispensável. 

Ideologia em excesso


Não sou do camarada que curte seguir uma ideologia a risca, já passei por essa época. Analisar, criticar, adaptar e evoluir são processos necessários para um projeto sobreviver em meio a tantos outros. Por essência, seguir algo sem chances para uma nova interpretação ou adaptação, acaba limitando possibilidades de crescimento.

Diferencial, a “isca no anzol”


Ser “mais do mesmo” em alguns aspectos pode não ser um grande problema. Observe que muitas distros possuem o mesmo ambiente gráfico. Todavia, o diferencial é o que “legitima” sua existência. Um bom exemplo é o Deepin, mesmo não sendo perfeito, conseguiu atrair olhares ao sistema, graças ao seu visual. O Fedora tem uma comunidade forte e, ao mesmo tempo uma empresa, como a Red Hat auxiliando o projeto. Além de ser referência, quando o assunto é GNOME.

Até no Brasil, projetos, como o Conectiva Linux e Big Linux tinham diferenciais que atraiam novos usuários. Sem uma boa “isca no anzol”, o pescador não pega peixe.

Fortes diretrizes e conceitos de design


Ter fortes diretrizes significa possuir um plano sólido, não pautado apenas em ideologias, mas pensando no futuro do projeto e seu crescimento em escala. Se o diferencial é importante, saber segmentar e visualizar qual tipo de peixe deseja pescar, pode ser mais ainda. Também não adianta ter uma isca deliciosa, se ela não atrai esse peixe. Esperar o usuário testar o sistema e ver suas qualidades, é uma estratégia falha.

“Propaganda é a alma do negócio”


Marketing é uma oportunidade para as distribuições brasileiras serem conhecidas. Existem sistemas incríveis, mas que quase ninguém conhece. Esse aspecto é debilitado no mundo Linux, ainda mais no cenário doméstico. Parece que ele só existe no mercado Enterprise. Falou em servidores, Linux possui uma propaganda atrativa, agora desktop... (é complicado).

Estrutura e mão de obra


Desenvolver um sistema operacional não é nada simples, e imagino o trabalho e estresse gerado. Possuir colaboradores ao projeto e não ser “um exército de um homem só”, é “o calcanhar de aquiles” da maioria das distribuições brasileiras. A infraestrutura necessária é cara, e a isca mencionada anteriormente, deve ser tão atrativa que não apenas usuários venham, mas sim desenvolvedores e colaboradores.

Money, money, money


“Dinheiro é o maior pecado”, na concepção de muitos usuários. Mas, eles não entendem que “amor não enche barriga” e nem sustenta um projeto. O projeto pode se sustentar com boa vontade até um certo momento, mas pergunte a qualquer líder de uma distribuição brasileira se: um bom investimento ajudaria ou não alavancar o projeto.

Uma distribuição, como instituição, não é, e nem pode ser, muito diferente de uma empresa, onde não há retorno financeiro, as coisas não vão funcionar de acordo com a paixão e o tempo livre de quem mantém o projeto, que é obrigado a trabalhar em projetos separados para manter o seu sustento.

Para isso parcerias devem ser estabelecidas, uma renda que não dependa apenas de doações. Nada disso é fácil, transmitir a sensação de importância ou um grande diferencial que chame a atenção de terceiros, que efetuem um aporte financeiro significativo ao projeto, não é de um dia para o outro.

Respondendo à questão inicial


Porque as distros brasileiras não fazem tanto sucesso quanto as estrangeiras? Por não terem todas as características mencionadas acima. Na realidade, isso não é exclusividade do Brasil, contudo, as distribuições estrangeiras possuem maior parte dos tópicos abordados, consequentemente “saem na frente”.

Durante anos utilizei como sistema padrão uma distro BR, e acompanho algumas até hoje de perto. Inclusive uma vem chamando minha atenção, com sua proposta de entregar um novo ambiente gráfico. Outra me despertou novos interesses, ao mudar de base e ir ao encontro das facilidades para um usuário comum (ou gamer).

Temos um artigo no nosso fórum onde as pessoas estão debatendo o assunto, você pode participar também clicando aqui.

Comente, deixe a sua opinião, sempre de forma respeitosa. Lembrando que este artigo é editorial e reflete a minha atual opinião sobre o tema e não propriamente a do blog Diolinux, como instituição.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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MX Linux 18.3 é lançado!

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quinta-feira, 30 de maio de 2019

O MX Linux é uma distribuição que utiliza os componentes da distribuição antiX e softwares adicionais e empacotados pela comunidade MX, havendo cooperação entre as comunidades do antiX e ex-MEPIS. Mas recentemente, dia 26 de Maio, a distribuição recebeu uma nova atualização.

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Com um visual “controverso”, creio que esse seja o melhor termo a ser empregado, o MX Linux visa embarcar softwares que facilitem a vida do usuário, entretanto, peca em alguns aspectos muito importantes. Baseado no Debian Stable, a distribuição utiliza como interface principal o bom e velho XFCE, mas com “toques de design” questionáveis. Com uma barra lateral, um tanto quanto “diferente”, o MX Linux parece não obter um visual consistente, a julgar que a primeira questão do seu FAQ é justamente como modificar esse comportamento padrão (Não estou dizendo que a distribuição é ruim, apenas demonstrando um debilidade do projeto, com tais observações a comunidade MX poderá avaliar e refinar o uso de sua distribuição para seus usuários).

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Novidades do MX Linux 18.3 


A nova versão da distro trouxe algumas atualizações que envolvem mais ajustes “por debaixo dos panos” do que mudanças bruscas. 

  • Agora sua base é o Debian 9.9;
  • Possui o kernel Linux 4.19.37-2 (usuários do sistema podem ter acesso ao atual kernel via a ferramenta MX-PackageInstaller, contida na distro);
  • Patches de segurança para a vulnerabilidade “Zombieland” de processadores Intel;
  • Configuração do sistema, durante a cópia dos arquivos de instalação (no ato da instalação do MX Linux);
  • Aprimoramentos na rotina de inicialização do UEFI;
  • Manual da distribuição atualizado e revisado com imagens e informações atuais do MX;
  • E correções corriqueiras de bugs.

Para maiores detalhes sobre a distribuição, você pode assistir o vídeo logo abaixo com nossa review sobre o MX Linux.


Efetue o download do MX Linux 18.03. Caso utilize a distribuição na versão 18, basta atualizar normalmente que você receberá a nova versão.

Utiliza o MX Linux? Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus, e deixe sua experiência com a distro.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: MX Linux
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Huawei e Deepin podem impulsionar o Linux

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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Por um breve período a Huawei foi posta em uma lista negra, e o governo Trump chegou a aconselhar que empresas americanas cortassem relações comerciais com a empresa chinesa. Google, Intel, Qualcomm, Broadcom entre outras gigantes do mundo tecnológico foram ao encontro do conselho do atual governo

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Porém por decisão do Departamento de Comércio dos EUA, uma licença provisória foi concedida à empresa. Licença essa que tem validade até o dia 18 de Agosto. Não ficou claro se haverá prorrogação ou se a Huawei entrará na "lista branca". Entretanto após as declarações da Google impedindo o uso da licença do Android para a fabricante chinesa e caso no futuro a Huawei perca em definitivo esta licença, a mesma teria que bolar soluções que contornam a decisão americana. Para entender toda essa situação, fizemos uma matéria detalhando o caso.

Huawei sem Android, como seria?


A Huawei vem desenvolvendo sua própria solução móvel, chamado de HongMeng OS, não é de conhecimento geral o estado de desenvolvimento de seu sistema. Ou se o substituto do robozinho verde seria baseado no próprio Android, mas sem as tecnologias proprietárias da Google.

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É quase certo que a gigante da China já tinha em seus planos, possíveis situações como a atual, afinal a relação entre Estados Unidos e China nunca foram as melhores. Todavia algumas características importantes deveriam ser adotadas em seu novo sistema. Por isso creio que o mesmo seja baseada ou tenha compatibilidade total com aplicações e games do Android, claro sem a necessidade de uma Google Play Store. Essa estratégia poderia manter a empresa firme no mercado, mesmo que fora dos Estados Unidos ou países que fossem influenciados pela decisão do governo americano.

O consumidor "comum não quer saber" se o sistema é X ou Y. O que na realidade importa para as massas são os apps. E caso o HongMeng OS, sistema em desenvolvimento da Huawei, atenda esses requisitos a empresa continuará "no jogo". Caso contrário, já temos alguns exemplos como o Windows Phone e Ubuntu Phone que demonstram os possíveis destinos.

Huawei sem Windows, como seria?


Outra possibilidade é a exclusão da Huawei no hall de parceiros da Microsoft. A gigante de Redmond poderia seguir os mesmos passos da Google, e caso a licença não seja renovado após 18 de Agosto, a Huawei seria impossibilitada de embutir o Windows em seus notebooks e equipamentos (o laptop da Huawei a MS já retirou de sua store, sobre o Windows ainda continua um mistério). Obviamente que a chinesa poderia utilizar-se de outro parceiro, todavia o custo de seus equipamentos seria muito mais elevado, ocasionando consequências em sua posição no mercado. E qual outra solução? (Sei que está esperando isso, desde quando começou a ler 😁😋😇). Provavelmente o mesmo plano que a empresa planeja ao Android, uma outra alternativa (claro que a Huawei poderia embarcar seus computadores com o HongMeng OS, unificando toda plataforma, mas perceba que ficariam limitados quando o assunto é “software e games para desktop”).

Ao se falar de alternativas ao Windows, não seria cabível imaginar que a Huawei conseguiria desenvolver um sistema desktop, compatível com diversos softwares do mercado em poucos anos. Na realidade é loucura e muita ingenuidade acreditar que um sistema operacional é desenvolvido de um dia para o outro. Então, não seria de se espantar a empresa começar a investir em um sistema baseado no kernel Linux. Talvez seja até isso um dos pontapés iniciais para a popularização do Linux nos desktops. Uma realidade não tão distante e que com o marketing certo a empresa poderia contornar a situação, sem necessariamente depender do Windows. Indo além, sua autonomia poderia ser maior ao não depender de outras empresas e quem sabe desenvolver sua própria distribuição. 

Uma tarefa não tão simples e que poderia custar muito mais que pagar licenças de “redistribuidores” do Windows. No entanto existe outra maneira, uma parceria com outra empresa chinesa a Wuhan Deepin Technology.

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Linux promovido através do Deepin


Aqui no Diolinux sempre "batemos na mesma tecla", falta marketing no Linux. Não falamos no aspecto de servidores e internet das coisas (IoT), e sim desktop, games e no uso do cotidiano. A Dell é uma grande empresa que oferece o Linux, através do Ubuntu como alternativa. Todavia, o seu foco continua sendo o Windows e na realidade não existe nenhuma empresa que possua um alcance mundial impulsionando massivamente o Linux nos desktops.

Talvez a Huawei poderia ser essa empresa, com seu domínio em diversas áreas e um mercado relativamente abrangente com seus notebooks, o Linux pode ser conhecido e usado por mais pessoas. Desenvolver um sistema não é algo barato e rápido, logo uma parceira chinesa poderia ser uma poderosa aliada, e a empresa por trás do Deepin pode ser a resposta. Com todo esse transtorno com o governo americano, é plausível pensar que uma das melhores escolhas seria uma empresa de seu próprio país. A Wuhan Deepin Technology, empresa responsável pela distribuição Deepin, tem alguns anos no mercado, um software atraente e funcional, podendo chamar atenção da gigante Huawei.

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Com uma empresa que possua experiência no desenvolvimento de sistemas Linux, a Huawei possivelmente firmaria algum acordo e disponibilizaria o Deepin em seus equipamentos, ou quem sabe compraria a Wuhan Deepin Technology. Convenhamos que a distribuição chinesa atrai os olhos e consumidores são fisgados "pela luxúria" em primeiro momento. E quanto aos problemas existentes no Deepin? Nada que uma boa grana injetada não possa resolver (ou amenizar) e isso não é empecilho para empresa.

Será que o Deepin tornará o Linux popular nos desktops? Afinal o mercado chinês é um dos maiores e que mais cresce no mundo. Muitos esperam do Ubuntu ou ChromeOS tal façanha, talvez o “pequenino” chinês faça história, você gostando ou não. Se ele seria adotado maciçamente em outros países, aí já é outra história. Talvez ele impulsione o Linux nos desktops, retirando o preconceito da cabeça de muitos consumidores ou mostrando que existem outras alternativas. 

E você o que pensa sobre esse assunto? Que tal continuá-lo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera por lá é bem educada. E creio que você também é (aqui nos comentários).

Até o próximo post, que o assunto hoje rendeu (😁😁😁), seja complacente com a opinião alheia e como sempre te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Qual distro Linux é a mais popular? (sem achismo)

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O mundo Linux é repleto de opções, que agradam diversos tipos e níveis de usuários, e sempre existe aquele sistema que por algum motivo temos uma maior afinidade. Às vezes por uma paixão acabamos por ficar presos em uma bolha e não enxergar sua real popularidade.

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Como medir a real popularidade de uma distribuição Linux? Eis a questão. Mensurar a quantidade de usuários no Linux não é uma tarefa tão simples, visto que não existe um controle de quantos usuários estão utilizando distro X ou distro Y, e mesmo se tivesse isso seria apenas nichado as distribuições que fizessem esse controle.

"A falsa popularidade do Distrowatch" 


Não é difícil encontrarmos usuários Linux que pautam a popularidade de um sistema baseado em Linux, de forma única e exclusivamente pelo site Distrowatch. E isso é um erro tremendo, sabe o porquê? A resposta é um tanto quanto simples, pois o Distrowatch mede o número de pesquisas dentro do próprio site sobre determinada distribuição. Como medida de popularidade, não podemos nos embasar pelo Distrowatch, afinal as distribuições nas posições altas da plataforma, ali estão por apenas quem conhece o site, e convenhamos nem toda pessoa que ouviu sobre Linux ou usa, vive pesquisando no Distrowatch. Agora um site como o Google, é bem mais provável tirarmos uma base interessante de dados, pois quem não pesquisa nele? (Sei que existem as exceções, mas galera isso é o mínimo do mínimo, as massas utilizam fortemente o buscador da gigante das buscas).

Veja a popularidade de um site com o Alexa


O Alexa é um serviço da Amazon, na qual várias informações relevantes podem ser levantadas, como a posição de um determinado site mundialmente, rank dentro de cada país, países que ele mais tem popularidade e muito mais. Com o auxílio desta ferramenta, dados pertinentes do quão acessado o site da distro é, nos dá indícios de sua popularidade, ao compararmos com outros sites de outros sistemas Linux.

Efetue seus testes com alguns sites oficiais das distros, e veja qual distribuição tem uma maior popularidade, com base no ranking de seu site.

Como exemplo veja os sites das distribuições: Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. E o comparativo do ranking global de cada um (quanto menor o número, mais alto a posição).

Fedora: posição global em 43,291.

Ubuntu: posição global em 1,893.

Linux Mint: posição global em 3.924.

Manjaro: posição global em 17.680.

Levando como base o ranking mundial, segundo o Alexa, o site do Ubuntu tem maior popularidade entre os demais.

Claro que você não deve apenas se basear em um site, então a ferramenta a seguir é um ótimo complemento.

Compare as pesquisas com o Google Trends


Uma poderosa ferramenta, e julgo eu, ser a melhor para mensurar a popularidade de qualquer sistema (ou o que for) é o Google Trends. Com ele você poderá ver gráficos com os comparativos das pesquisas, sejam elas mundiais ou do nosso país. Filtrar determinadas informações e na prática observar o quão pesquisado, e consequentemente popular, um sistema é. Como o Google é o buscador mais utilizado do planeta, a assertividade dos dados é extremamente alta e ilustra muito bem o tema desta matéria (Além de obter dados de outras fontes como o YouTube).

Utilizando os mesmos sistemas, que acima comparamos, o Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. Veja o quão popular o Ubuntu é comparado aos demais sistemas.

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A diferença de popularidade é gigantesca, assim fica evidente o porquê de em muitos casos, pessoas que são leigas quando o assunto é Linux, acharem que o Ubuntu é sinônimo de Linux.

Mídias sociais e comunidade


Outra forma que pode ser um "plus" ao medir a popularidade de uma distribuição, é ver o engajamento de outras pessoas em comunidades e redes sociais. Ver o número de seguidores nas contas oficiais das distros Linux é uma maneira de observar o quão interessadas estão as pessoas. E num somatório geral, esse é o tipo de dado que não pode ficar de fora.

Popularidade não quer dizer superioridade 


Não me entenda mal, mensurar e demonstrar com dados (e não achismo ou "fanboyzisse") que o Ubuntu é o sistema Linux mais popular, de forma alguma descaracteriza a qualidade e trabalho dos demais sistemas baseados em Linux. Com isso podemos observar que sim! O Ubuntu é a porta para muitos usuários, devido grande parte a sua popularidade. E o porquê de tal popularidade? Não sei dizer especificamente. Talvez tenha sido a sua tática inicial de oferecer CD's de instalação, ou as ferramentas que traziam facilidades ao usuário. O Unity 7 que tornava sua DE diferente dos demais sistemas. Não sei, só podemos testemunhar que os dados são estes.

Que tal um vídeo super completo, e com mais detalhes sobre tais ferramentas e o assunto: "popularidade das distros"? Então assista esse material com diversos comparativos e veja na prática todo o conteúdo deste post (e mais).


Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Compilação de código fonte torna programas realmente mais rápidos?

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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Durante a live de comemoração dos sete anos do blog Diolinux, debatemos a questão do ganho de desempenho do Gentoo através da compilação de programas. Será que isso é real mesmo?






Gentoo Linux é conhecido pelo seu desempenho baseado na estratégia de compilação de código fonte diretamente na máquia que será utilizada. A lógica é o seguinte:
Como os programas dos repositórios das distribuições são compilados em máquinas que possuem processadores diferentes da sua (algo que é incerto de se saber), isso pode acarretar em certa perda de desempenho. Portanto compilando os programas na mesma máquina que irá utilizá-lo acaba acarretando no melhor aproveitamento do desempenho.
Mas esse conceito em certo aspecto é teórico, em outro não; as próprias ferramentas de desenvolvimento do Android são disponibilizadas em forma de código fonte para poder extrair o melhor proveito do hardware após compila-la.

Somente o fato de compilar programas diretamente na máquina não é garantia melhor aproveitamento de desempenho do hardware, especialmente se o usuário não souber como fazer isso. Pode ser, na verdade, que a situação piore ao invés de melhorar. Existem mais fatores a serem considerado antes de concluirmos e julgarmos que a compilação do código fonte é o fator chave desse conceito.

Eu já havia até mesmo feito um vídeo no meu canal debatendo o assunto quando me disseram que o FreeBSD utilizando o UFS ou ZFS possuía melhor desempenho do que do Linux e expliquei em detalhes. Confiram o vídeo:


Da mesma forma que um filesystem não é a única característica que influencia no ganho de desempenho de um sistema operacional,  compilar código fonte diretamente na máquina também não. Alguns fatores que influenciam para isso são:
  • Configuração especifica para o hardware (exemplo disso é o kernel que deve ser configurado para a família correta do seu processador e não a versão genérica. Utilizar microcódigos do processador também ajuda;
  • Makefile personalizado (as comunidades Gentoo e Funtoo fazem isso muito bem);
  • Patches de correções desenvolvidos pelas próprias comunidades Gentoo e Funtoo (esse é um ponto importantíssimo que as comunidades Gentoo/Funtoo fazem adicionando seus patches para melhorar o desempenho);
  • Fazer uso de compiladores e bibliotecas corretas;
  • Filesystem
  • init system (inclusive a comunidade Gentoo criou o Openrc exatamente com esse propósito. O systemd vem apresentando melhor desempenho até mesmo que o Openrc).
Querem prova que até mesmo pacotes binários podem proporcionar bom desempenho? A própria distribuição Clear Linux é prova de fogo disso, que vem aprimorando o desempenho do Linux mesmo tendo pacotes binários, inclusive trabalhando para tornar o Steam em um programa 64 bits nativo.

 Alguns dos seus resultados podem ser conferidos no próprio Phoronix:

Teste de Benchmark Linux

Teste de Benchmark Linux

Teste de Benchmark Linux


Outros dois grandes exemplos disso são as distribuições Alpine Linux por adotar o musl ao invés da Glibc e o LLVM no lugar do GCC.

A distribuição Debian que vem ganhando melhoria de desempenho de uma versão para a outra, um dos fatores para esse sucesso também foi por estar adotando o LLVM no lugar do GCC e há planos de migrar da Glibc para a musl.

Muitas vezes distribuições source based não serão a melhor solução para o ganho de desempenho; na verdade ela pode até mesmo se tornar uma dor de cabeça ao invés de uma solução e você se frustrar. O que deve ser analisado para adoção de uma distribuição source based é a sua necessidade (quando adotar ou não) assim como o Google fez no caso do ChromeOS e a Apple vem fazendo com o iOS.

Um debate legal. É isso aí, um abraço e falou :)
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Mudanças para o Linux Mint 19 foram anunciadas

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Os desenvolvedores do Linux Mint fizeram um ótimo post em seu blog oficial para falar sobre as futuras implementações do sistema. Muito se espera do Linux Mint, já que nos últimos anos ele virou sinônimo de equilíbrio entre estabilidade e facilidade de uso. Confira agora as novidades que nos aguardam:

Linux Mint 19






Os desenvolvedores do Linux Mint iniciaram o ano agradecendo a colaboração dos patrocinadores do projeto e dos doadores. segundo eles, o último mês teve um record de novos contribuidores e um record de arrecadação, o que é bom para todos nós, pois dá um "gás" a mais para que o time trabalhe.

Grande parte do foco do Linux Mint, inicialmente, é melhorar o processo de desenvolvimento da distro, tornando-o mais eficiente, com ferramentas que automatizam o processo da caça de bugs em implementações novas de código.

Mudanças no Linux Mint 19


Eu sei que todos estão esperando as grandes atualizações que saltam aos olhos, especialmente uma revitalizada no visual da distro, mas até o momento nada sobre isso foi comentado. Tudo bem o ciclo está apenas no início e o novo Mint, que sairá somente perto da metade de ano sob o codinome de Tara, ainda deve trazer muitas coisas interessantes.

Dentre as coisas que já sabemos que vão começar a fazer parte da nova edição do Linux Mint e estão sendo testadas em imagens alpha que apenas a equipe de desenvolvimento acessa nessa etapa do projeto estão a migração para o GTK 3.22, que é uma versão "antiga" mas muito estável.

Outras novidades impactam diretamente a interface Cinnamon, padrão da distro. 

Agora o ambiente gráfico migrará em definitivo e completamente do Python 2.x para o 3.x, migrará do mozjs38 para o mozjs52 e incluirá também a possibilidade de configurar data e hora via rede através do Systemd.

Caça a bugs no Linux Mint


Outro ponto importante comentado foi a postura de mitigação de bugs no sistema. Segundo os devs, são milhares de problemas relatados e quanto mais o sistema se populariza, mais pessoas utilizam o Mint em circunstâncias diversas e em hardwares diversos também, e maior fica a quantidade de problemas relatados.

No último ciclo, 18.x, do Linux Mint, os desenvolveres teriam coletado cerca de 7.500 bugs, a maior parte reportados pelos próprios usuários, somando GitHub e Launchpad.

Boa parte desses bugs foram considerados "simples de resolver" e a ideia é não deixar nenhum passar, observando, claro, uma hierarquia de urgência.

Para ajudar os usuários a entenderem melhor o sistema, inclusive nas formas possíveis de envolvimento com o projeto, muito esforço está sendo aplicado para melhorar a documentação do Linux Mint, atualizá-la e traduzi-la para outros idiomas, facilitando assim o acesso a uma fonte confiável e completa de informações sobre a distro.


O time do Linux Mint


Sabemos que o Linux Mint passou de um desenvolvimento puramente comunitário para o perfil de uma pequena empresa e uma das parte mais interessantes foi a cotação de quantas pessoas participam de alguns segmentos do projeto.

O time de desenvolvimento do Cinnamon possui 11 pessoas aplicadas, o time dos X-Apps, que são os aplicativos Cross-Interface do Linux Mint (Xapp, Xplayer, Pix, Xed, Xreader, Xviewer, etc) possui 4 desenvolvedores, o restante do time de desenvolvimento que lida com todo o restante tem 6 pessoas envolvidas.

Usando tecnologias quanto estiverem estáveis


Um trecho final da declaração me chamou a atenção, pois nele é revelada um pouco da filosofia de trabalho do Linux Mint, algo que é facilmente deduzível mas que eu nunca tinha visto eles comentarem abertamente, que é: Só usar tecnologias quando elas estiverem prontas.

Claro, neste caso eles estavam falando sobre tecnologias de desenvolvimento, como o Git, ReadTheDocs e outras, mas isso pode ser aplicado ao perfil da distro como resultado final também.

Por exemplo, o Linux Mint nem sequer testou o Wayland ainda como servidor gráfico por não acreditar que ele está pronto para usuários finais, a implementação de Flatpaks no Mint Install ainda é opcional, assim como o versionamento de diversos programas menos críticos e até mesmo o temas GTK.

Aliando isso a base sólida das LTS do Ubuntu com um plano de lançamento que não muda a base de software de forma drástica e a constante caça a bugs, isso garante um Linux Mint mais estável ao longo do tempo.

Dentre os planos futuros, estão também o desenvolvimento de guias e documentação de segurança para o sistema e também um para os desenvolvedores poderem criar aplicações plenamente compatíveis com o Linux Mint.

Essas são as principais novidades sobre o Linux Mint 19 "Tara" até o momento, fique ligado aqui no blog para acompanhar as novidade assim que elas forem sendo lançadas.

Até a próxima!

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Conheça o Emmi Linux, uma nova distribuição Linux brasileira

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

É muito interessante ver o os brasileiros buscando desenvolver projetos relacionados a software livre, recentemente eu anunciei aqui a volta do Big Linux, que volta a fazer parte do "time" de distros nacionais. Além dele, temos o Metamorphose Linux, o DuZeru e o GoboLinux, que já são mais conhecidos, porém, recentemente um novo projeto começou a chamar a nossa atenção. Conheça hoje o projeto Emmi Linux.






O Emmi Linux é uma distribuição baseada no Debian que possui o ambiente gráfico XFCE com várias modificações temáticas e muitos softwares adicionais, vários deles desenvolvidos pela equipe Emmi. Atualmente ele é distribuído gratuitamente de duas formas, ainda que seja possível comprar o CD/DVD de instalação também, uma das versões é a chamada versão mínima, nela você terá somente o básico do sistema com a interface juntamente com o repositório do Debian e do Emmi Linux também. A versão completa é destinada para usuários comuns e vem recheada de softwares úteis para o dia a dia dos usuários, não fazendo distinção entre softwares proprietários e livres.

Os dos softwares interessantes é o Fish Shell que acompanha a distro, segundo os desenvolvedores, este seria uma forma mais interativa e simples para leigos utilizarem o terminal.

A versão atual é a 2.2 de codinome "Sid", fazendo referência à Sidney Weber, e está disponível apenas em ISOs de pouco mais de 2 GB de tamanho para processadores de 64 bits.

Existem vários projetos sendo desenvolvidos para o Emmi Linux, através do site oficial você pode acompanhar o desenvolvimento da distro, recentemente foram publicados novas informações sobre recursos que virão na versão 2.3, que ainda não tem data de lançamento, como novos controladores de áudio e um novo Menu para o XFCE.

Emmi Linux
Preview do novo Menu do Emmi Linux

Este é mais um projeto nacional para ficarmos de olho e acompanharmos a evolução, seria ótimo ver um sistema brasileiro despontando para o mundo, quem sabe não é o Emmi?


Você encontra mais referências sobre a distro aqui:

- Twitter 
- Youtube 

Até a próxima!
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Enquente: Como seria o sistema operacional ideal?

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Existem muitos fatores que envolveu a definição de um "sistema operacional ideal" e no fim das contas, talvez ele nem possa existir. Mas nós gostaríamos de saber algumas coisas para um projeto um futuro, então, se tiver um tempo, participe da enquete abaixo.

Como é o sistema operacional ideal?




Existem muitos elementos que compõem um sistema operacional, são tantos que é até complicado de listas, mas existem algumas coisas que são sumariamente importantes.

Gostaríamos de sua colaboração para conhecer melhor o que você, usuário, gostaria de encontrar no seu Sistema Operacional ao ligar o seu computador. O intuito desse trabalho é compreender melhor o que você utiliza em seu dia a dia e quais são os seus gostos sobre alguns assuntos em específico. Para isso decidimos elaborar um pequeno questionário que nos ajudará no desenvolvimento de um Sistema Operacional que tenha em vista o usuário brasileiro.

* Quem somos? Somos desenvolvedores e entusiastas do Software Livre: Paulo Giovanni Pereira, Bruno Gonçalves, Rafael Neri, Dionatan Simioni e outros caras que gastam o seu tempo com prazer no software livre.

O resultado não necessariamente será publicado, mas ele pode fazer parte de um projeto futuro. Agradecemos a todos os participantes voluntários.





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Fedora 26 - Conheça as principais novidades da versão e veja como baixar

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domingo, 16 de julho de 2017

Os desenvolvedores do Fedora anunciaram nesta semana a disponibilidade da mais nova versão do sistema operacional que continua mantendo seu foco em Workstation e trazendo um conjunto de softwares muito atualizado, ainda que a distro não seja Rolling Release, é uma das melhores opções para quem gosta do GNOME Shell, sem dúvida, mas existem outras versões do Fedora interessantes também que você deve conhecer.

Fedora 26




O novo Fedora 26 foi lançado com atualizações de pacotes e correções de bugs, visualmente, como era de se esperar, você não deve encontrar mudanças drásticas, já que a distro não costuma personalizar muito as interfaces que a acompanham. Sim, interfaceS no plural, pois apesar do GNOME Shell ser a principal delas, o Fedora também possui diversas Spins com interfaces diferentes.

Você pode ler as notas de lançamento para conhecer todos os detalhes da versão 26 do Fedora neste endereço.

Confira também o nosso vídeo de apresentação da versão 26:



Um pouco sobre o Fedora


Red Hat Linux

O Fedora é uma distro comunitária, porém, de forma parecida com o que acontece com o openSUSE, temos uma empresa que patrocina o desenvolvimento, neste caso a poderosa Red Hat. Na verdade, o Fedora serve como um "campo de testes" para o desenvolvimento do Red Hat Enterprise Linux, uma das principais distribuições Linux do mundo corporativo.

É curioso pensar no Fedora como um derivado do Red Hat, pois atualmente é quase o caminho contrário, o Red Hat vem dos pacotes primeiramente testados no Fedora, claro, com suas devidas particularidades e exceções, mas sem dúvida é uma relação saudável.

No seu Desktop


O foco principal do Fedora nos últimos anos tem sido o chamado "Worsktation", ou seja, é voltado para desenvolvimento de todos os tipos. Isso não quer dizer que você não possa usar o sistema no Desktop, claro, mas digamos que este não seja o foco.

Por conta disso você não vai encontrar certos "facilitadores" diretamente no sistema, como gestores de drivers e coisas do tipo, mas é claro que essa não é a única forma de você instalar componentes no Fedora.

Entre as principais ferramentas com elas funcionalidade, podemos destacar 3:

- Fedy



Com estes utilitários vai ficar fácil habilitar o repositório RPMFusion, o que permite que você instale vários componentes que não são necessariamente software livre, como drivers, codecs e muitos outros programas que não estão no repositório padrão do Fedora.

Fedora 26

Não esqueça de observar a Central de Aplicativos que acompanha a distro, especialmente na versão GNOME e KDE Plasma, por elas você poderá instalar vários outros aplicativos famosos sem precisar ter noções avançadas sobre o sistema, tudo clicando e instalando.

Ao buscar por softwares na internet para o seu Fedora, observe os que estão disponíveis no formato .rpm, eles não são tecnicamente exatamente como os .debs para Ubuntu/Mint/Debian, mas funcionam de forma muito parecida, bastando instalar dando dois cliques. Esta nova versão do Fedora também inclui suporte nativo aos pacotes Flatpak e você ainda pode habilitar os Snaps.

Outro detalhe importante é que o Fedora (com GNOME pelo menos), utiliza o servidor gráfico Wayland por padrão ao invés do X.org. Isso pode, infelizmente, causar alguns problemas para placas de vídeos que necessitem de drivers proprietários e até mesmo alguns games da Steam, felizmente você pode alterar isso diretamente da tela de login.

O projeto Fedora é mais amplo do que parece


O projeto Fedora possui páginas especiais que te oferecem versões com interfaces diferentes do GNOME, como comentei no início do texto, o Fedora possui as chamadas "Spins".

O Fedora Spins mostra justamente versões do Fedora com outras interfaces por padrão, então se você gosta do KDE Plasma, do XFCE, do Cinnamon ou qualquer outro, você não vai ficar na mão. Outra página interessante é o Fedora Labs, que são ISOs diferentes do sistema destinadas a finalidades específicas, como astronomia, design e até mesmo jogos, cada uma com uma seleção de softwares específicas para cada finalidade.

Além destas versões, ainda temos o Fedora Cloud e o Fedora para arquitetura ARM, com imagens completas ou mínimas, onde você pode instalar cada pacote manualmente, assim como faz com um Debian Netinstall, por exemplo.

Baixe a versão nova ou atualize do Fedora 25


Você pode fazer a atualização de duas (na verdade três) formas. Baixando os sistema do site oficial e formatando o seu computador é uma delas, a mais simples e direta, é o mais recomendado para atualizar de uma versão para outras para evitar qualquer problema no processo. Vale a pena mencionar que você deve ter backup das suas coisas, independente do método.

Se você já tem a versão 25 do Fedora, é possível fazer o Upgrade em modo gráfico ou através de linha de comando. Utilizando a interface GNOME você pode acessar o GNOME Software e buscar por atualizações, você deverá ver uma imagem como esta abaixo, bastando confirmar a atualização:

Atualizando a versão 25 para 26 do Fedora
Imagem: Fedora Magazine

Se você usar outra interface ou preferir fazer pela linha de comando, basta rodar estes comandos de forma sequencial:

sudo dnf upgrade --refresh
sudo dnf install dnf-plugin-system-upgrade
sudo dnf system-upgrade download --releasever=26
sudo dnf system-upgrade reboot
Tome cuidado com possíveis pacotes quebrados e dependências insatisfeitas, caso o terceiro comando mostre algo neste sentido, veja o que você pode fazer para corrigir antes de continuar, ou opte pela instalação limpa.

Até a próxima!
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4 perguntas para sabermos quais as suas preferências sobre Linux em 2017

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sábado, 13 de maio de 2017

Vamos fazer mais um levantamento interessante para podermos comparar com um que fizemos no ano passado. Na ocasião tivemos cerca de 4.500 respostas, então, esperamos algo parecido para termos uma comparação mais justa.

Como você usa Linux?




A ideia deste tipo de pesquisa é entender melhor como o nosso público utiliza o computador, entender suas preferências de interface gráfica e distribuição especialmente, assim o conteúdo pode se moldar melhor as preferências dos leitores e leitoras do blog. Claro, depois que tivermos colhido participações o suficiente, vamos fazer um vídeo no canal Diolinux para fazer a comparação e mostrar os resultados.

São apenas 4 perguntas:

OBS: Dado o fluxo de respostas, acrescentei mais duas perguntas que serão pertinentes, espero que não se importe.

OBSn²: Recentemente tivemos mais de 5 mil respostas, mas provavelmente a nossa pesquisa acabou caindo em uma comunidade específica ou um grupo de trolls e acabou destoando da realidade, por isso temos a versão 2.0 aí em baixo que ficou mais rígida, agora é necessário fazer login para responder e apenas um voto é permitido, infelizmente vou ter que coletar os e-mails, assim posso saber quem votou no que.

Lembrando que a pesquisa é para ser feita somente por fãs do canal e do blog e pessoas que acessam regularmente o canal e o blog. O foco continuará sendo Linux, Ubuntu, Android e tecnologia, só queremos entender as possibilidades.



Obrigado pela participação e até a próxima!

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ROSA Linux - Conheça um sistema operacional da Rússia!

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segunda-feira, 17 de abril de 2017

O ROSA Linux é uma distribuição Linux criada em território Russo, ele foi originado do antigo e descontinuado Mandriva, uma distribuição que teve uma importância muito grande para o mercado consumidor.

Rosa Linux




O mercado russo tem várias peculiaridades e busca suas próprias soluções, assim como o mercado chinês, como eu comentei neste post, que são também muito interessantes e diversas.

O mercado de tecnologia gira muito em torno das gigantes norte-americanas, mas as vezes esquecemos que em outros lugares do mundo também existem pessoas, empresas e comunidades com objetivos semelhantes e soluções igualmente interessantes, claro, sem desmerecer qualquer uma delas, não faz mal olharmos o "outro lado" de vez em quando.

Como eu gosto de testar sistemas operacionais, resolvi dar uma pesquisada sobre sistemas que são utilizados na Rússia, além do Windows que todos já conhecem. Um dos sistemas populares por lá é o ROSA Linux, do RosaLab, uma empresa que tem foco em atender empresas com soluções de código aberto.

Confira o vídeo onde eu mostrei o sistema operacional:




Como comentei no vídeo, o ROSA Linux é uma distro que nasceu de um fork do Mandriva, que por sua vez, veio da junção das antigas distribuições Mandrake e Conectiva, empresa brasileira, ou seja, existem alguns resquícios de DNA tupiniquim nela.

Se você quiser fazer o download e testar o sistema também, basta acessar este endereço.

Até a próxima!
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Peppermint OS 7 - O que achei do sistema?

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Existem distribuições Linux com as mais variadas propostas, uma delas é o Peppermint OS, uma distribuição que tem o objetivo de ser um sistema operacional leve e belo, como um intermediário entre aplicações desktop e aplicações em nuvem.

Peppermint OS 7 Review




O Peppermint OS é uma mistura de vários conceitos, temos elementos do Linux Mint, temos elementos do Ubuntu e temos coisas que são desenvolvidas pela própria equipe do Peppermint OS 7.

Peppermint OS 7 Review

O tema do desktop é predominantemente escuro, os ícones são baseados no popular Numix Circle, isso garante uma aparência elegante ao sistema, sem dúvidas, porém, eu não consigo gostar de um sistema completamente escuro assim, felizmente, existem temas disponíveis que podem ser modificados facilmente.

O conjunto de aplicações é bem simples, você vai encontrar tudo o que precisa para ter uma experiência online e multimídia boa, juntamente com a interface XFCE, faz com que o Peppermint traga um desempenho bom em máquinas mais modestas também.

Confira agora a revisão em vídeo do sistema:




Apesar de ter boas características, o Peppermint OS não é um sistema único, você consegue atingir resultados parecidos utilizando o Xubuntu, ou o Linux Mint XFCE, as suas ferramentas diferenciais também pode ser instaladas através do repositório PPA do sistema, como o  interessantíssimo ICE, que você viu no vídeo.

O Peppermint OS 7 é um sistema alternativo, cabe a você dizer se ele é ou não uma boa opção para o seu uso.

O que você achou dele?
Site do Peppermint OS
Até a próxima!
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Lançado gNewSense Linux 4, uma distro que segue as diretrizes da FSF

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Existe algumas distribuições Linux que tem o objetivo de utilizar somente software livre, nós vamos falamos sobre algumas delas por aqui, como por exemplo a Trisquel e a Uruk, hoje vamos falar da gNewSense.

gNewSense Linux 4 Download




O gNewSense Linux é uma distribuição baseada no Debian Stable que busca remover tudo o que for proprietário do Kernel e dos repositórios do sistema. Ele é um dos poucos sistemas reconhecidos pela Free Software Foundation (FSF) como um sistema realmente e completamente livre.

A interface gráfica é o Gnome Shell e não existem muitas implementações próprias além da modificação dos repositórios de software. A versão 4 dos sistema recebeu o nome de "Ucclia" e tem suporte para 3 arquiteturas: i386, amd64 e mipsel.

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