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O que fazer depois de instalar o Deepin 15.10

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quinta-feira, 6 de junho de 2019

O Deepin é uma das distribuições Linux com maior apelo visual, é aquele tipo de design que: “Ou você ama, ou odeia”. Seja pelo “blur”, diversos conceitos de outras interfaces gráficas agregadas, consistência visual ou os aplicativos desenvolvidos para distribuição. Caso você pretenda instalar a nova versão lançada, o Deepin 15.10, este post é justamente demonstrando um pós-instalação “de o que você deve fazer” após instalar o sistema.

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Ainda não viu a nova versão do Deepin? Noticiamos as mudanças em destaque da versão 15.10 neste post. Você também pode conferir o nosso review sobre o sistema. São diversas novidades, comparado às versões anteriores.


“Começando pelo começo”


Antes de qualquer procedimento ao se instalar um novo sistema, é obviamente, atualizar o mesmo. Isso garante maior segurança e correções de eventuais bugs contidos no lançamento. Então, abra o painel de configurações do sistema e vá até à seção “Atualização”. Clique na opção e verifique se contém algum update para o sistema. É comum durante algumas atualizações o Deepin pedir para reiniciar o sistema, então proceda como o informado.

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Antigamente era necessário alterar os servidores ao instalar algum app ou efetuar uma atualização no sistema, nas últimas versões o Deepin consegue de forma inteligente localizar o servidor mais próximo de você. Menos um passo, claro que você pode selecionar manualmente esta opção. Veja o vídeo a seguir com todo passo-a-passo.


Mãos na massa!


Na opção “Contas” você poderá criar um usuário para o sistema, clicando no botão “Criar conta” ou indo em seu usuário, você pode efetuar algumas mudanças, como: trocar o avatar, modificar o nome do usuário, trocar a senha, ativar o login automático (desativado a obrigatoriedade de digitar sua senha ao ligar o computador), assim como a opção de logar sem senha.

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Em “Tela” você poderá ajustar o brilho, escala e caso utilize mais de um monitor (que é o meu caso) escolher o comportamento das telas que mais lhe agrada. 

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O Deepin é uma distribuição muito bela, como comentei anteriormente, mas algumas customizações podem ser realizadas. Na categoria “Personalização”, as fontes do sistema, transparência, temas de ícones e aplicativos, como também a decisão de manter habilitado os efeitos da interface, podem ser realizados.

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Em “Rede”, configurações de DSL, VPN, proxy etc. Poderão ser realizadas. Caso queira trocar o DNS de seu Deepin pelo da Google, por exemplo, você pode proceder como este vídeo “antigo”, porém, não datado do meu canal OSistemático. Só não se esqueça de desmarcar a opção “auto” e deixar em “manual”, assim como eu (😂😂😂).


Configurações de balanço entre o som, volume do sistema, microfone, estão todos em “Som”. Uma das novidades da versão é a possibilidade de desabilitar seletivamente os efeitos sonoros do sistema. Basta clicar no botão “Efeitos sonoros”. Particularmente não gosto de sons ao iniciar o sistema, ou qualquer tarefa que realize. Fica ao seu critério selecionar os efeitos que mais lhe agradam.

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A data e horário do sistema podem ser modificados na seção de mesmo nome, “Data e Hora”, a opção “Sincronizar automaticamente” é bem útil e dispensa configurações (quando conectado a internet o sistema identifica a data e hora).

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Configurações de energia” é a seção ideal para escolher entre as opções de desligamento de tela, quanto tempo o PC será suspenso, necessidade de utilização de senhas ao despertar o pc etc. Em meu desktop gosto de configurar o monitor para nunca “se apagar”. 

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Em “Teclado e Idioma” atalhos poderão ser atribuídos, o teclado numérico habilitado, notificações ao ativar o Caps Lock como, o idioma do sistema e do teclado. Caso o idioma de seu teclado não esteja em português. Clique em “Idioma do Teclado”, pesquise por sua linguagem, marque ela como padrão e se desejar remova a outra.

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Instalando o driver de vídeo no Deepin


No menu do sistema pesquise por “Deepin Graphics Driver Manager”. Abra o gestor de drivers do Deepin, selecione o driver referente ao seu equipamento e prossiga conforme o programa ir indicando. Veja logo abaixo um vídeo demonstrando todo o procedimento em uma NVidia GTX 1060. A lógica com as demais é semelhante. Lembrando que o Deepin não tem uma fama muito boa com placas de vídeo “hibridas”, contidas nos notebooks. E para jogadores mais fervorosos que fazem uso do SteamPlay, por conta do versionamento de seus drivers, o sistema não é o mais indicado para tal prática. Outro passo importante é ter o backup de seus dados, caso o procedimento dê errado.


Atalhos da interface


Outro ponto interessante do Deepin, são seus atalhos. Com  softwares desenvolvidos e pensados para o sistema, alguns "macetes" são desconhecidos por muitos de seus usuários. Veja alguns neste vídeo (o vídeo tem um tempinho, mas vale a pena).


Configurações na usabilidade do sistema


O Deepin possui uma interface que pode mesclar seu comportamento, agregando usabilidades de diversos sistemas. Seja uma dock ou uma barra de tarefas o DDE, Deepin Desktop Environment, tem opção como “cantos quentes” com atalhos para diversas funcionalidades. Customizações estéticas como, a troca de wallpapers etc. Podem ser facilmente realizados no sistema. Para mais detalhes, veja o vídeo com as dicas contidas neste post, e muito mais.


Sendo uma das distribuições que mais chamam a atenção, o Deepin é uma escolha interessante e que vale o teste. Mesmo com algumas limitações, especificamente se você for um gamer assíduo, o sistema pode agradar usuários “menos hardcores”.

Gostou da nova versão do Deepin? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, caso tenha algum problema ou dúvida sobre o sistema, existe toda uma comunidade disposta em lhe auxiliar.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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OpenRazer lançou nova versão e conta com mais periféricos suportados

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domingo, 14 de abril de 2019

OpenRazer vem se transformando na melhor forma de proprietários de periféricos Razer e usuários Linux tem para instalar e configurar seus dispositivos. Com a nova versão, mais produtos vão ganhar suporte, como notebooks por exemplo.

 OpenRazer lançou nova versão e conta com mais periféricos suportados







O OpenRazer  um driver open source e trabalha em conjunto com outras ferramentas para fazer o gerenciamento completo dos periféricos, como Polychromatic, RazerGenie e razerCommander. Fizemos um artigo bem completo ensinando como instalar eles junto com o OpenRazer, que você pode conferir neste link.




A versão lançada foi a  2.5.0, trazendo correções de bugs, melhorias no código e mais alguns devices para a lista de compatibilidade, que já é bem “grandinha” por sinal. Foram adicionado os seguintes dispositivos:


⏺ Razer Blade 15 (2018) Mercury 
⏺ Suporte para outra variante do Razer Kraken 7.1
⏺ Razer DeathAdder 2013 
⏺ Razer DeathAdder 3500 
⏺ Razer Blade 2018 Base Model 
⏺ Razer Blade Stealth (2019) 
⏺ Razer Blade 2019 Advanced 
⏺ Razer Abyssus 2000 
⏺ Razer Huntsman Elite 
⏺ Goliathus mouse mats

OpenRazer com o Polychromatic
OpenRazer com o Polychromatic na tray do sistema

Para conferir todas mudanças e correções, acessem o GitHub do projeto. 

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum 

Espero você até a próxima, um forte abraço. 
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Linux Deepin 15.9.2 beta vai mudar a sua base de repositórios para o Debian Stable

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terça-feira, 19 de março de 2019

A novidade veio diretamente do blog oficial deles, com o anúncio de mudança da base dos repositórios, que agora vão ser Debian Base. Segundo a equipe do Deepin, trazendo mais estabilidade e confiabilidade ao sistema.


 Linux Deepin 15.9.2 beta vai mudar a sua base de repositórios para o Debian Stable






Para a nova versão do Deepin, a 15.9.2, os repositórios dos 30 aplicativos nativos que são instalados nele foram para o repositório do Debian Stable, antes eles estavam no Debian Unstable. No comunicado, deram a seguinte declaração sobre a mudança:

Por que migrar para o Debian Stable do Unstable?

A migração para o repositório Stable do Debian é para melhorar a estabilidade e segurança subjacentes. Os softwares que estão no repositório Stable do Debian, foram rigorosamente testados e são relativamente estáveis, com o devido suporte da equipe de segurança do Debian para manter as atualizações de segurança em tempo hábil. Além disso, as atualizações dos pacotes de software no repositório Stable do Debian garante um ambiente seguro e estável. Para os aplicativos que são mais usados, eles serão atualizados e mantidos pela equipe de desenvolvimento do Deepin com o objetivo de acompanhar as atualizações no prazo de uma semana.

Com essa mudança, o pessoal do Deepin quer melhorar a segurança dos apps usados no sistema, melhor estabilidade do Sistema Operacional deles, melhor compatibilidade com apps de terceiros e um melhor suporte comercial para empresas.

Alguns softwares que serão atualizados pela equipe do Deepin seriam: Google Chrome, Mozilla Firefox, LibreOffice entre outros que estão com versões antigas no repositório Stable do Debian.

Para ver o anúncio deles, acesse o post neste link.

Considerações da equipe do Diolinux


Dionatan : “De forma geral a distro pode ficar mais estável, mas isso pode vir com o preço de versões menos atualizadas de certos Apps, entretanto, atualmente a base do desktop do Deepin é feita por eles mesmos, então provavelmente isso não afetará nesse sentido, outro ponto é que a Deepin Store vem recebendo mais e mais flatpaks, o que pode aumentar a disponibilidade de versões mais recentes de softwares como o kdenlive (que pode ser usado como AppImage também), a grande questão é, como ficarão os drivers de vídeo para quem gosta de jogar? se eles permanecerem na mesma versão do Debian Stable isso pode ser um problema (contornável, mas um problema).”

Ricardo: “De um lado teremos a estabilidade e robustez do Debian Stable, onde as implementações, melhoramentos e afins são testadas até a exaustão, assim tentando “limar” uma grande parte de erros e bugs. Mas do outro lado temos um problema com tecnologias novas e drivers de vídeos, no caso da NVIDIA. Primeiro pode ser que alguns programas sejam afetados por falta de libs mais recentes que não estão no repositório Stable, mas que o pessoal do Deepin “garantiu” que vão arrumar isso, só o tempo dirá se vão conseguir. Eles podem contornar isso utilizando os Snaps e Flatpaks na Deepin Store, sendo uma possibilidade. Outra coisa é os drivers para NVIDIA, visto que a última versão lançada é a 418.43 (na data desta publicação) e no Debian Stable está na versão 390.xx, que por exemplo não traz as implementações completas do Vulkan, aí o pessoal do Deepin teria que abrir backports para habilitar a instalação dos drivers novos. Creio que mudar para os repositórios do Debian Stable é uma aposta de 50/50, onde tudo pode certo ou tudo dar errado, mas ao meu ver, eles deveriam voltar para a base Ubuntu e assim garantir uma melhor compatibilidade com programas e drivers. Esperar para ver.”


HenriqueAD: “Como mencionado por meus colegas acima, essa mudança pode ocasionar alguns transtornos referente ao versionamento dos drivers, vejo muitas reclamações de usuários na base atual do Deepin, e fico com um certo receio se tais mudanças de fato vão tornar o sistema mais estável, ou apenas incompatível com diversas libs. No cenário atual alguns apps (disponíveis na loja) contam com tais problemas de dependências, o Discord é um exemplo, e não sei se a equipe do Deepin terá infraestrutura para uma tarefa desse porte, outro contra seria para instalação de pacotes de fora da loja, que seguem em sua maioria os lançamentos do Ubuntu LTS, e não são compatíveis com o Debian Stable, dificultando a experiência do usuário. Apostar em tecnologias como Flatpak, Snap e AppImage é uma ótima forma de contornar possíveis dores de cabeça.”

Você pode contribuir com a sua opinião, lá no nosso fórum, onde comentaram sobre o tema, acesse o tópico aqui

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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AMD contrata mais desenvolvedores para seu driver Open Source no Linux

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Recentemente a AMD anunciou que está a procura de novos profissionais para compor sua equipe de desenvolvimento dos drivers Open Source, tal aumento de pessoas pode ocasionar em melhores implementações, e quem sabe novidades à caminho.

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Contribuindo no kernel Linux com o Mesa, o back-end do compilador LLVM e contêineres no Linux, a AMD vem empenhando-se no desenvolvimento de suas soluções e amadurecendo de seu driver de Código Aberto, o AMDGPU

Depois de abandonar seu antigo driver proprietário, o Catalyst, parece que novas atenções estão voltadas a sua alternativa Open Source, o AMDGPU, claro que existe sua solução proprietária, o AMDGPU-PRO, porém, sua necessidade por parte do público Linux não é uma via de regra, dando maior liberdade para quem não sente-se confortável ao utilizar drivers de código fechado, ou quer a facilidade de apenas instalar o sistema operacional e usar, sem sair atrás de drivers.

Segue um vídeo do canal “Sir Rob Linux Brasil”, que visa comparar o desempenho dos drivers abertos da AMD, versus os drivers proprietários da sua concorrente, Nvidia. Podemos perceber que os drivers AMDGPU estão a cada lançamento obtendo melhorias em jogos.


Novidades podem estar chegando aos utilizadores de placas de vídeo AMD, no mês passado funcionalidades exclusivas do driver proprietário foram incorporados no AMDGPU, é possível que novos recursos venham, e com mais desenvolvedores, melhorias de performance e correção de bugs podem ser solucionados com maior agilidade.

Interessado na vaga de desenvolvedor? Acesse a página oficial da AMD e entre em contato com eles.

Tem hardware AMD? Possuo uma Nvidia, entretanto gostaria de adquirir uma placa de vídeo AMD, gosto muito dos hardwares oferecidos pela empresa (sou “xonado” pelo meu Ryzen 😍😍😍).

Deixe nos comentários sua opinião e experiências com placas de vídeo AMD no sistema do pinguim.

Até o próximo post, te aguardo SISTEMATICAMENTE! 😎

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Novo Kernel Linux chega com melhorias para GPUs da AMD

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Após a AMD começar a distribuir seu driver diretamente no Kernel Linux, donos de hardware da empresa vem recebendo melhorias de performance e novas implementações a cada versão. É notória a evolução do AMDGPU, driver Open Source, comparado a alternativa proprietária e descontinuada Catalyst/fglrx. Parece que a AMD vem dando maior atenção a plataforma Linux.

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Previsto para meados de Março deste ano, a versão 5.0 do Kernel Linux está repleta de novidades para usuários AMD. 

Uma delas é o suporte ao FreeSync e Adaptive-Sync, na qual auxilia a remoção de atrasos e variações nos framerates, adaptando dinamicamente a taxa de atualização. Resultando em uma gameplay fluida e sem inconvenientes, como: Tearing e “fantasmas”, os rastros de tela, na gameplay.

O FreeSync foi anunciado em 2014, para competir com seu concorrente G-Sync, tecnologia da Nvidia, que basicamente tem a função de sincronização adaptativa, evitando os “rasgos de tela”.

Já o Adaptive-Sync é uma especificação do DisplayPort e HDMI, desenvolvida pela organização internacional VESA, que tem como objetivo padronizar o funcionamento de periféricos de vídeo em computadores.

O FreeSync usa os protocolos do Adaptive-Sync em conjunto com hardware e software para proporcionar mais fluidez, livre de distorções e com baixa latência, em hardwares que o suportam. 

Outras tecnologias da AMD incorporadas ao Kernel 5.0 são: O Adaptive Backlight Management, que reduz o nível da luz de fundo, para economizar energia, aumentando o contraste e luminosidade do pixel para maior legibilidade e qualidade. E o ROCm, que é incumbido na interação entre CPU e GPU, aumentando o desempenho de tarefas computacionais.

O kernel trará suporte ao ROCm para processadores gráficos de entrada, da arquitetura Polaris, em placas de vídeo da série RX 400, e arquitetura Vega 12.

Com isso podemos esperar melhorias para utilizadores de GPUs AMD no Linux, com funcionalidades que antes não existiam no AMDGPU.

E você possui alguma placa de vídeo AMD? Tem ou gostaria de comprar um monitor com FreeSync? Deixe sua opinião nos comentários, queremos saber sua experiência com a plataforma AMD no Linux.

Até o próximo post, e lembre-se: Compartilhe as postagens do Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Ubuntu pretende facilitar instalação de drivers para Gamers

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

A chegada do Steamplay usando o Proton (DXVK+Wine) e trazendo a possibilidade de se poder jogar uma quantidade de jogos que antes só se tinha no Windows, “forçou” as empresas que mantém os drivers para Linux “ a se mexerem” também, como NVIDIA e AMD, e assim trazer as implementações e melhorias que o VULKAN proporciona.


Ubuntu pretende facilitar instalação de drivers para Gamers





Prezando pela estabilidade das suas versões LTS, o Ubuntu não traz às versões mais recentes dos drivers da NVIDIA, AMD e Intel (e sim os “estáveis”), e algumas funcionalidades e tecnologias podem não estar presentes no sistema, como a implementação completa do VULKAN e entre outras.

Para adicionar os drivers de vídeos mais recentes dessas empresas, precisamos recorrer aos PPAs (Personal Package Archive) r e assim desfrutar dessas tecnologias novas. Adicionar não é nenhuma tarefa difícil, tanto que já fizemos alguns posts aqui no blog explicando como proceder e tudo mais, mas sabemos que ainda tem pessoas que podem encontrar alguma dificuldade para tal procedimento. Sendo via terminal ou não.

Vendo isso, o jornalista da Forbes, Jason Evangelho, fez um questionamento em seu Twitter, perguntando o porque que o Ubuntu não tinha feito ainda uma ferramenta gráfica para adicionar os PPAs dos drivers e assim facilitar a vida dos gamers que estão vindo do Windows.

Eis que alguém da Canonical, empresa essa que mantém o Ubuntu, responde. E não foi “qualquer pessoa” que respondeu e sim alguém de “gabarito”. Quem respondeu ao tweet do Jason foi o Will Cooke, Diretor da Canonical responsável pela área de desenvolvimento do desktop. E a resposta foi positiva.

Segundo Cooke, a Canonical tem planos para o próximo ciclo de desenvolvimento (Ubuntu 19.04/19.10???) adicionar algumas GUI (Interfaces gráficas de interação) para tornar a adição desses PPAs mais fáceis, ou como ele disse “pointy-clicky”.

Jason questionou se seria possível selecionar o PPA apropriado para a sua GPU e a resposta do Cooke foi que sim, que eles facilitariam o acesso aos drivers Betas das empresas. Se quiser ver o Tweet original, basta clicar na imagem abaixo.



Esse tipo de facilidade questionada pelo Jason e prontamente respondida por Cooke, mostrando que a Canonical está atenta na guinada em que se deu nos últimos 6 meses, depois da “bomba” chamada Proton (Valve/Steam) e que deu uma “remexida” das boas, fazendo assim as empresas melhorarem os seus produtos no Linux, desde o pessoal do Lutris até em empresas como Canonical, NVIDIA, AMD e Intel. 

Podemos ter bons frutos ao longo de 2019 e não podemos ficar surpresos se o Linux pegar mais corpo e popularidade nos desktops através dessas iniciativas, que para quem já usa Linux possa ser algo “pequeno”, mas pra quem vem de outra plataforma ou que nunca teve um contato agradável com Linux, pode fazer uma grande diferença e fazer com que a pessoa possa se sentir “em casa”.

Espero você até o próximo post, forte abraço.
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Como instalar a última versão do Mesa Driver no Ubuntu e Linux Mint

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

O Mesa Driver é um driver de vídeo de código aberto que é utilizado em praticamente todas as distribuições Linux, o projeto Mesa libera drivers de código aberto para placas Nvidia, Intel e AMD, e hoje você vai aprender a atualizar os drivers do Ubuntu sem precisar alterar a versão do Kernel.

Mesa Driver



Essa dica pode ajudar muito você que usa Ubuntu ou algum sistema derivado e quer ter os drivers abertos mais recentes para melhorar os FPS dos games, quem sabe até melhorar autonomia da bateria do seu Notebook devido as otimizações.

Este PPA de Mesa Driver é recomendado especialmente para quem usa drivers open source, especialmente quem usa chip Intel ou AMD, quem usa Nvidia pode muito bem usar os proprietários seguindo este outro tutorial e desempenho será melhor.

Alterar componentes gráficos pode ser algo sensível no sistema, então prossiga sabendo que caso algo dê errado, você terá que reverter o processo.

Se você prefere fazer as coisas sem utilizar o terminal, acesse este tutorial.

Recomendo instalar o PPA Purge para remover os pacotes caso haja algum problema.
sudo apt install ppa-purge
Você pode verificar a sua versão do Mesa Driver instalado usando o seguinte comando:
glxinfo | grep "OpenGL version"
Agora vamos adicionar o PPA do Mesa Driver, rode no terminal:
sudo add-apt-repository ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Este comando acima adiciona o repositório dos drivers, agora podemos atualizá-lo e depois atualizar o sistema para receber os novos pacotes:
sudo apt update && sudo apt dist-upgrade
Depois de atualizado, você precisa reiniciar o computador, você pode rodar novamente o comando para verificar a versão do Mesa Driver e ver em qual versão você está. 

Caso algo saia errado ou por qualquer outro motivo você queria remover os drivers e voltar ao normal use:
sudo ppa-purge ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Depois da remoção você deve reiniciar o computador e você estará de volta com os drivers originais do sistema.

Até a próxima!
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Driver Open Source da Nvidia - Vale a pena usar?

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018


Quem é recém chegado ao mundo Linux e utiliza NVIDIA pode ficar em dúvida sobre qual driver usar no seu equipamento, se o proprietário ou o de código aberto (chamado de Nouveau), e muitos provavelmente em um primeiro contato utilizam o nouveau, por ser o que vem por padrão no Kernel, tendo assim uma experiência nada agradável


Driver Open Source da Nvidia - Vale a pena usar?







Até descobrirem como instalar o driver proprietário de forma correta (que é mamão com açúcar) podem ficar chateados e até “com raiva” do sistema, assim não voltando mais a utilizar ele por causa de pequenos detalhes.


  • Falando em instalar drivers da NVIDIA de forma fácil, recentemente fizemos um post explicando melhor como fazer isso, vale a pena conferir. =)

De uns tempos para cá a solução open source para NVIDIA não vinha trazendo resultados satisfatórios, com perda de rendimento em games, renderização de vídeos e em alguns casos nem subindo o sistema operacional, como acontece nos notebooks com placas híbridas.

Também fizemos duas matérias falando sobre o sistema híbrido, uma comentando as novidades que virão à partir do Xorg 1.20 e o outra sobre como instalar o driver Linux (Ubuntu e Mint).


AMD e Intel


Quem utiliza AMD e Intel geralmente não se aborrece com esses “perrengues”, visto que os drivers de vídeo dessas empresas vêm embutidos diretamente no kernel e se precisar de uma versão mais nova, basta instalar o MESA Driver mais recente e receber os últimos updates. Também fizemos um artigo de como receber as versões do MESA.

Dito isso, sempre se especulou o quanto o driver open source “perdia” em relação ao proprietário, visto que a NVIDIA não facilita a vida dos desenvolvedores do Nouveau, liberando por exemplo o firmware com suporte ao PMU (Power Management Unit ou Unidade de Gerenciamento de Energia) entre outras features.

Testando o driver Open Source da Nvidia

Para tirar essa dúvida a limpo, o pessoal do site Phoronix, resolveu testar algumas placas de vídeo, primeiro com o driver proprietário da NVIDIA na versão 415 e depois com o Nouveau utilizando o Kernel Linux 4.19 e com o MESA 19.0-devel.

No caso do nouveau, eles precisaram fazer um re-clocked 0f em algumas placas para que o teste pudesse ser feito. As placas utilizadas foram: NVIDIA GeForce GTX 680 2GB (1066/3004MHz), NVIDIA GTX 750 Ti 2GB (1019/2700MHz), NVIDIA GTX 780 Ti 3GB (875/3500MHz), NVIDIA GTX 980 4GB (1126/3505MHz) e a NVIDIA GTX 1080 8GB (1607/5005MHz). O teste foi feito no Ubuntu 18.04.

No driver proprietário da NVIDIA, tinha o VULKAN 1.1 + OpenGL 4.6, enquanto que no nouveau só tinha o OpenGL 4.3.


Os jogos utilizados no teste foi limitado para aqueles que tinham suporte  para o OpenGL, visto que o nouveau ainda não tem suporte para VULKAN.

O primeiro jogo a ser testado foi o BioShock Infinite, que quando utilizado as GPUs GTX 680, GTX 780Ti e GTX 750 Ti (tecnologias Kepler e Maxwell1 respectivamente) a média de fps ficava na casa dos 60 fps utilizando o nouveau, mas quando ia para às GTX 980 e GTX 1080 não passavam dos 20 fps (tecnologias Maxwell e Pascal respectivamente).
Já quando foi utilizado o driver proprietário nas GPUs, o mínimo registrado foi de 100 fps com a GTX 750 Ti.



Outro jogo que foi utilizado, foi o popular moba Dota 2. Quando utilizado nouveau nas GPUs mais “antigas” se conseguiu uma média de 30 fps, já nas GPUs mais novas não passou dos 12 fps de média, utilizando o driver proprietário, foi mais que o dobro de ganho de FPS nas GPUs. A diferença fica visível nas GPUs mais novas.



Já nos jogos de código aberto, a situação é um pouco mais confortável para o nouveau, os jogos que ele se saiu bem foram: ET:Legacy v2.75; Xonotic v0.8.2 e The Tesseract v2014-05-12. Nesses games o driver open source ficou “colado”com o driver proprietário, conforme você pode ver nas imagens abaixo, mas ainda assim perdendo.








Para ver os testes completos, veja neste link do Phoronix.

Vai jogar no Linux com Nvidia? Instale o Driver proprietário

Com esses testes, podemos tirar algumas ideias sobre o driver open source, o nouveau. Caso você tenha uma GPU um pouco mais antiga, como as das séries 600 e 700, o desempenho em jogos fica no razoável, ainda que você não tenha suporte ao Vulkan, o que é uma grande perda para jogos mais recentes e para os que rodam via Proton e DXVK. Caso você tenha GPUs mais recentes, das séries 900 e 1000, o desempenho fica perto do injogável. 

Enquanto a NVIDIA não trabalhar junto com o pessoal do Nouveau, infelizmente ele ficará preso a GPUs antigas e tecnologias básicas, uma triste realidade. Ao menos a empresa oferece um driver proprietário que funciona corretamente e entrega um bom desempenho.
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Drivers Nvidia Ubuntu - Como instalar a última versão passo a passo!

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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Você acabou de instalar o Ubuntu no seu computador e está procurando uma forma simples de instalar os drivers de vídeo no seu sistema para aproveitar os milhares de jogos disponíveis para Linux na Steam ou simplesmente quer mais desempenho para realizar as suas tarefas? Esse artigo é tudo o que você precisava.

Como instalar os drivers Nvidia no Ubuntu






Para fins de esclarecimento, já existe uma versão muito completa deste mesmo tutorial aqui no blog, feito ainda na época do Ubuntu 16.04 LTS, quando o Unity era a interface padrão, as coisas não mudaram tanto desde então, mas é bom rever o material para deixá-lo atualizado, sendo assim, este tutorial passa a ser a sua referência para instalação de drivers Nvidia no Ubuntu.

Instalar drivers de vídeo no Ubuntu não requer, obrigatoriamente, nenhum comando no terminal, mas claro, é possível fazer dessa forma também. Esse tutorial se dividirá em 2 partes. A primeira (A), onde você aprenderá a fazer a instalação via terminal; a segunda (B), onde você aprenderá a fazer a instalação em modo gráfico.

Um pequeno glossário de drivers Nvidia no Ubuntu


Antes de te ensinar a fazer a instalação, a nossa preocupação é que você entenda o que está fazendo, e não que você apenas copie e cole todos os passos sem absorver conhecimento, por isso vamos esclarecer alguns termos que talvez você encontre pelo caminho ao tentar instalar um driver de vídeo Nvidia no Ubuntu:

Binary Driver: Refere-se ao tipo do driver (binário);

Proprietário: Refere-se ao tipo de código do driver, neste caso ele é fechado;

Open Source: Mesmo que o de cima, porém, neste caso o driver tem código aberto;

Legacy Binary Driver: São drivers que tecnicamente não são mais suportados pelos lançamentos oficiais da Nvidia, são utilizados em placas mais antigas, normalmente não recebem atualizações para desempenho, apenas bugfixes;

Nouveau (Xorg/Wayland): Este é o driver open source feito pelo projeto Nouveau, é um driver de vídeo básico que atualmente consegue apenas fazer com que a sua placa de vídeo funcione até que você possa instalar um driver mais adequado, possuindo um desempenho moderado. Ele vem normalmente junto com o Kernel do sistema, versões mais recentes do Kernel podem trazer versões mais recentes do driver Nouveau, ele vem melhorando bastante nas última versões com a ajuda da Nvidia e o árduo trabalho da comunidade, porém, ainda não é a melhor opção para quem quiser jogar;

Testado:
Alguns drivers do Ubuntu possuem o atributo "testado", isso significa que este driver foi analisado pela Canonical, empresa que desenvolve o Ubuntu, e é o driver recomendado para a maioria dos dispositivos se a sua intenção for estabilidade do sistema e não necessariamente recursos e desempenho, ele lhe entregará um driver que não irá desestabilizar o Ubuntu, entretanto, provavelmente também não entregará todo o desempenho possível da placa. O Interessante deste driver é que ele pode, em tese, ser usado com qualquer placa da Nvidia que o sistema funcionará sem maiores problemas. Caso a sua intenção não seja jogar, o driver "testado" se mostra uma boa opção.

Updates: Alguns drivers tem ao final de sua nomenclatura a palavra "updates", isso significa que este driver poderá receber atualizações dentro de sua linha de lançamento, por exemplo, o driver 340.93 poderá atualizar para o 340.94 se atualizações saírem para ele, porém, ele nunca mudará sua série, por exemplo, de 340.93 para 341. Alguns drivers não possuem o atributo "updates", desta forma, este driver não receberá atualizações.

A) Instalando drivers da Nvidia no Ubuntu via terminal


Muita gente gosta de usar o terminal no Linux para fazer as coisas; tudo bem, eu entendo o seu sentimento "hacker", ainda que você esteja apenas instalando um programa ou atualizando um repositório, é divertido sempre. 😊

Existem duas formas para você instalar os drivers pelo terminal, envolvendo passos diferentes. É possível fazer utilizando um utilitário via linha de comando chamado "ubuntu-drivers" ou então instalar manualmente via "apt", indicando o pacote que você deseja.

Caso você queira usar o driver "testado" abra o terminal e digite:
sudo ubuntu-drivers autoinstall

No entanto, se você está buscando pelas versões mais recentes dos drivers, antes deste procedimento é necessário adicionar o PPA: ppa:graphics-drivers/ppa 

* Questão: O que é um PPA?
Para adicionar este PPA, vamos precisar rodar os seguintes comandos:
sudo apt-add-repository ppa:graphics-drivers/ppa && sudo apt update
Depois disso o comando...
 sudo ubuntu-drivers autoinstall
... instalará a versão mais recente dos drivers Nvidia, mas também é possível dizer exatamente qual pacote você quer instalar, por exemplo:
sudo apt install nvidia-390
ou
sudo apt install nvidia-410 
Cada comando instalará uma versão diferente do driver. Para ter certeza de quais versões estão disponíveis no repositório, use o comando:
apt search nvidia-* 
O comando acima vai te mostrar todas as possibilidades.

Uma vez que você tenha adicionado o PPA, os novos drivers também aparecem na interface gráfica.

Lembre-se que depois do driver ser instalado é necessário reiniciar o computador, isso também pode ser feito com um comando no terminal:

sudo reboot
Depois da reinicialização, já que estamos falando de terminal, use o comando...
nvidia-smi
...para ver as informações sobre a sua placa.

B) Instalando os drivers Nvidia no Ubuntu como uma pessoal normal pela interface


O Ubuntu possui um software chamado "Programas e atualizações", nele você encontra várias opções para configurar o sistema de updates do sistema, seus repositórios e seus drivers.

Programas e atualizações

Você encontra este software procurando no menu do Ubuntu de forma muita simples, porém, outra forma de você acessar ele rapidamente é abrindo a sua loja de aplicativos (Software Ubuntu/GNOME Software), clicando em seu menu e então em "Software e Updates".

Programas e atualizações no Ubuntu

De toda forma, você chegará ao mesmo painel de configurações. Neste painel, encontre a aba "Outros Programas", nesta sessão você pode adicionar novos repositórios de softwares (PPA), exatamente como o de drivers Nvidia.

Adicione o PPA clicando no botão "Adicionar" na parte inferior, assim como é mostrado na imagem abaixo:

ppa:graphics-drivers/ppa

Adicionando PPA no Ubuntu

Depois de colocar o ppa:graphics-drivers/ppa na caixa, clique em "Adicionar Fonte", depois de adicionado, clique no botão "Fechar", então será sugerida a atualização do cache do repositório de softwares do Ubuntu, confirme para que o PPA seja lido, assim como os drivers.


Atualizando repositório de Software

Depois que o procedimento acabar, a janela do "Programas e atualizações" vai se fechar, abra-o novamente, mas desta vez navegue até a aba "Drivers adicionais", agora você encontrará as versões mais recentes dos drivers Nvidia disponíveis para o Ubuntu, basta escolher a que você quiser e clicar em "Aplicar alterações".

Instalando Drivers Nvidia no Ubuntu

Depois que a instalação terminar, reinicie o computador e tudo estará pronto!

Vale a pena fazer duas observações:

1 - Caso você não vá usar o Ubuntu para games e queira usar o Driver "testado", como explicado no início do artigo, você pode pular a etapa de adição do PPA, indo direto para a aba de "Drivers adicionais" e instalando da mesma forma. Isso torna o processo extremamente simples.

2 - Independente do modo que você escolheu instalar, terminal ou interface, ao final do processo você terá um novo aplicativo adicionado ao seu sistema, abra o menu e procure por "Nvidia X Server Settings", através dele você poderá fazer ajustes no comportamento da sua placa de vídeo e monitorar a temperatura, frequência, entre outras coisas.

É mais fácil do que parece!


Um tutorial como este é ligeiramente técnico, mas ele não é nada difícil. Ele parece "longo" ou "complicado" por conta do passo a passo detalhado, mas de verdade, é um procedimento que você não leva (literalmente) nem um minuto para fazer, é realmente simples e funcional.

Para os gamers de Linux especialmente, versões mais recentes de drivers de vídeo representam melhor desempenho com Vulkan e com o DXVK para jogar os games através do Proton/Steam Play. 

Adicionado o PPA, você receberá também atualizações dos drivers e sempre que houver um novo lançamento, basta ir até o mesmo painel e fazer a alteração.

Até a próxima!
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Como instalar produtos Razer no Linux

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

No artigo de hoje vamos ensinar a instalar os produtos da Razer nas distribuições Linux mais populares através do projeto OpenRazer.


 Como instalar produtos Razer no Linux






Os produtos da Razer são bem conceituados por terem um acabamento de primeira, terem uma melhor performance nos jogos e além da configuração avançada para os periféricos, como teclados, mouses, mousepads e headsets, porém, os aplicativos que fazem isso só possuem versão para Windows e macOS,deixando o “pessoal do Pinguim” sem suporte oficial nesse quesito. Apesar disso, você não ficará na mão, pois existem algumas alternativas muito boas para usar o seu Razer no Linux. 

O OpenRazer suporta oficialmente várias distros, aqui vamos falar sobre o Ubuntu e o Linux Mint, mas se você usa Fedora, openSUSE, Manjaro ou afins, basta seguir as informações do site oficial

Primeiramente precisamos instalar o driver da Razer, o OpenRazer, faremos isso incluindo o PPA do projeto. Ele tem duas versões, uma stable (estável) e outra em constante desenvolvimento, a daily (instável). 

Para adicionar o PPA podemos fazer de duas formas, graficamente ou via terminal. Se você quer ver como se adiciona um PPA de forma gráfica confira esse artigo no blog explicando o procedimento. Vamos aos comandos, que são bem simples.

Vamos adicionar a versão stable do OpenRazer

Primeiro abra o terminal via o menu da sua distro ou apertando Ctrl+Alt+T.

sudo add-apt-repository ppa:openrazer/stable -y && sudo apt update && sudo apt install openrazer-meta -y

Depois disso basta reiniciar o seu computador. Lembrando que esse repositório tem suporte para o Ubuntu 16.04 ou posterior e Linux Mint 18 ou posterior. A reinicialização é necessária pois trata-se de um módulo que será adicionado ao Kernel da sua distro.

Feito isso você vai poder escolher 3 programas para gerenciar os seus periféricos Razer, vamos mostrar como instalar os 3, ambos tem recursos semelhantes mas com visuais diferentes.

O primeiro é o Polychromatic, o mais belo provavelmente,é bem fácil de instalar, basta adicionar o PPA do projeto e instalar o mesmo, através dessa linha de comando, de forma semelhante ao que você fez com o próprio OpenRazer

sudo add-apt-repository ppa:polychromatic/stable -y && sudo apt update && sudo apt install polychromatic -y
O segundo é o RazerGenie que você pode instalar de duas formas, baixando e instalando via pacote .deb ou utilizando o repositório dele.

Para baixar o pacote .deb basta clicar neste link (é para a versão do Ubuntu 18.04). Mas se você preferir usar o repositório, o procedimento é esse:

sudo sh -c "echo 'deb http://download.opensuse.org/repositories/hardware:/razer/xUbuntu_18.04/ /' > /etc/apt/sources.list.d/hardware:razer.list" 

sudo apt-get update

sudo apt-get install razergenie -y

O RazerGenie também está disponível via Flatpak, no Linux Mint, basta pesquisar por ele na loja de aplicativos, no Ubuntu, você precisará ativar o suporte ao Flatpak e ao Flathub.


E se precisar da chave pública, o procedimento é esse aqui:

wget -nv https://download.opensuse.org/repositories/hardware:razer/xUbuntu_18.04/Release.key -O Release.key
sudo apt-key add - < Release.key

sudo apt-get update
Por último temos o razerCommander, ue você pode instalar via flatpak ou .deb. Para saber como instalar o Flatpak na sua distro, confira esse artigo no blog ensinando como se faz. E para baixar o .deb basta acessar este link.

E também fizemos um vídeo mostrando como o mouse da linha Abyssus se comporta no Linux.

            

Conte aí nos comentários se você tem algum periférico da Razer e se essa dica lhe ajudou a configura-lo melhor.

Até uma próxima e um forte abraço.
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Intel deixará de produzir o seu instalador de drivers para Linux

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sexta-feira, 30 de março de 2018

A Intel anunciou que está descontinuando o software instalador de drivers da empresas para as distros Linux. O "Linux Graphics Update Tool" está obsoleto e deixará de ser produzido.

Intel aposenta instalador de drivers para Linux






Nós já falamos algumas vezes aqui no blog sobre esta ferramenta da Intel e de fato, ela já foi mais útil. Geralmente a empresa lançada drivers com suporte "oficial" apenas para Ubuntu e Fedora, no entanto, distros derivadas também podiam se beneficiar dela, ainda que necessitasse de alguns ajustes, como o Linux Mint.

Intel Drivers


A Intel anunciou que a ferramenta de atualização de drivers será descontinuada por um simples motivo, as distros Linux atualmente já estão conseguindo trazer a versão mais recente dos drivers da empresa no próprio Kernel Linux, eliminando a necessidade de uma ferramenta como esta.

Vale ressaltar que isso nada tem a ver com os drivers da Intel em si, eles continuam sendo desenvolvidos e otimizados normalmente, o que deixamos de ter a ferramenta de atualização, puramente por praticidade e falta de necessidade.

Em um "mundo ideal" esse tipo de coisa se tornaria mais comum, isso também vem acontecendo nos sistemas que usam o Kernel Linux quando o assunto é Driver AMD, enquanto isso, os drivers Nvidia, que tem um ótimo desempenho, ainda são instalados de outra forma.

Recomendo assistir a nossa entrevista com o Alfredo Heiss, representante da AMD aqui no Brasil, para entender melhor essa relação entre os drivers open source e o Linux:


O "modus operandi" do Linux de forma geral acaba gerando esse tipo de comportamento, ainda assim, alguns hardwares mais específicos ainda pode necessitar de suporte externo, enquanto que a maior parte tem suporte diretamente do Kernel, inclusive de atualizações para versões mais recentes.

Até a próxima!

Fonte
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AMD deve abrir o código do seu driver Vulkan para Linux antes do Natal

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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Um belo presente de Natal para os usuários de Linux donos de hardware AMD, finalmente será lançado o driver open source da empresa com suporte ao Vulkan.

AMD Vulkan Linux





Há quase dois anos ouvidos sobre o driver Vulkan da AMD para Linux, este que inicialmente seria de código fechado, mas tornou-se código aberto. Agora ele está praticamente pronto e deverá ser publicado antes do final do ano.


Este é o resultado dos últimos dois anos de trabalho da AMD com tecnologias abertas e será o que podemos chamar de "driver oficial" para a plataforma, ele possui uma base de código compartilhada entre os sistemas operacionais Linux e Windows, respeitando as diferenças de cada plataforma.

Saiba mais sobre o assunto aqui.

Agradecemos ao leitor Vagnarok pela dica, até a próxima!

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