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Conheça o curso de edição de áudio com Audacity do Diolinux Play

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Você já pensou em trabalhar o áudio e criar o seu próprio podcast? O Audacity é uma das melhores ferramentas para você fazer captação e edição de áudio de forma gratuita, e nós preparamos um material especial para você que quer aprender a manipular áudio.

curso-edição-de-audio-audacity






Um dos projetos que eu mais gosto aqui no blog Diolinux é o DioCast, o nosso podcast que surgiu na tentativa de divulgar o mundo Linux e Open Source através de outras plataformas. Atualmente a comunicação através de áudio tem sido uma forma muito efetiva e interessante e conversar com o público.

O que é o Audacity?


Audacity é um software livre de edição digital de áudio disponível principalmente nas plataformas: Windows, Linux e Mac e ainda em outros Sistemas Operacionais. O código fonte do Audacity está sob a licença GNU General Public License. A sua interface gráfica foi produzida utilizando-se de bibliotecas do wxWidgets. O Audacity começou em 1999 por Dominic Mazzoni e Roger Dannenberg na universidade norte-americana Carnegie Mellon University e foi lançado em 28 de maio de 2000 como versão 0.8.

Interface do Audacity


O Audacity é muito popular entre os podcasters pelos seus recursos de edição, sua grande disponibilidade em múltiplas plataformas, suporte e licença aberta que permite ao programa ser gratuito.

Em 10 de outubro de 2011, ele era o 11º download mais popular do SourceForge, com 76,5 milhões de downloads.O Audacity ganhou o prêmio Community Choice Award do SourceForge em 2007 e 2009 na categoria Melhor Projeto Multimídia.

E o nosso curso?


Criado em parceria com o professor de longa data do Diolinux EAD, Julio César, também professor do curso de Blender, o curso de edição de áudio com Audacity é ideal para você que está querendo melhorar a qualidade do seu som com uma ferramenta grátis e open source. Como estamos encerrando o Diolinux EAD e migrando totalmente para o Diolinux Play, nossos cursos e material extra irão todos para o Play.

O curso faz parte do pacote de assinatura de membros do canal Diolinux no YouTube, basta clicar no Seja Membro, e você terá acesso, não só ao curso de Audacity, mas uma série de outros conteúdos já publicados no Diolinux Play, os que ainda virão, acesso a informações extras na aba da comunidade do canal no YouTube e também acesso a emotes e badges que aparecem ao lado do seu nome no YouTube e que você pode usar nas nossas lives.


O curso fala desde captação de áudio e tratamento até a trilha sonora, voltado para quem deseja fazer podcasts especialmente, no entanto, ele pode ser útil para qualquer pessoa que queira aprender a editar som no Audacity. São oito vídeos ao todo que compõem a seguinte playlist:

- Intro;
- Captura de Áudio;
- Microfones, taxa de amostragem e bits;
- Tipos de arquivos de áudio e suas finalidades;
- Edição multipista, cortes e deslocamentos;
- Redução de ruído;
- Trilha sonora;
- Finalização;

A assinatura é mensal, por apenas R$ 19,90, e você pode cancelar quando quiser, como qualquer serviço de streaming.

Bons estudos, e diverta-se com o Diolinux Play!
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Faça pequenas edições em seus documentos PDFs

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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Experimente um editor de arquivos PDF simples e direto ao ponto, para resolver uma situação específica, sem muitas opções que possam lhe confundir. 

pdf-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux

Existe uma enorme gama de softwares no Linux que nos proporciona editar arquivos PDFs, alguns cheios de recursos e presentes em suítes offices. No entanto, às vezes a simplicidade acaba sendo uma valiosa característica. Afinal, nem sempre queremos algo muito complexo, apenas remover uma página indesejada, quem sabe adicionar uma capa ou algo do tipo.

Caso queira uma ferramenta mais avançada, acesse a postagem sobre o Master PDF Editor, se preferir uma alternativa Android, considere testar o PDFelement

Editando documentos PDFs sem dificuldades


Como mencionei anteriormente, alternativas no Linux não faltam. Durante anos utilizei o PDF Mod, por ser bem intuitivo e estar nos repositórios do Ubuntu, e de todas as distribuições que já utilizei para trabalho. Confesso que a ferramenta não é a mais recheada de funcionalidades, entretanto, sempre me atendeu.

PDF-Shuffler também propõe simplicidade de uso, manusear seus documentos PDF e modificá-los com o programa é “melzin na chupeta” (😋️😋️😋️). Veja a seguir um vídeo demonstrando o editor.


Você pode pesquisar na loja de sua distribuição por: “pdfshuffler” ou baixá-lo do SourceForge.

pdf-shuffer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Sua instalação via terminal no Ubuntu e derivados, para quem desejar, é muito simples.

sudo apt install pdfshuffler

Removendo o PDF-Shuffler:

sudo apt remove pdfshuffler

Simples editor PDF em Flatapk


Aos amantes do Flatpak, o PDF Slicer pode ser interessante. Contudo, o mesmo é muito “enxuto” possibilitando pouquíssimas modificações, comparado aos demais editores abordados neste post. Seu visual é igualmente “clean” e dispensa maiores explicações.

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja por: “pdf slicer”, enquanto, para quem possuir Ubuntu, será exigido uma prévia configuração do Flatpak e adição do repositório Flathub. Essa postagem ensina todo processo

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal para obter o PDF Slicer é opcional.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.junrrein.PDFSlicer

Removendo o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak remove com.github.junrrein.PDFSlicer

Lembrando que as alternativas apresentadas nesta postagem, não tem como objetivo serem repletas de funcionalidades, e dependendo do contexto e usuário em questão, elas são mais que eficientes.

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Glimpse quer ser o novo GIMP, será?

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

No mundo do software livre é muito comum termos a criação de forks de projetos famosos, o próprio Kernel Linux já foi forkeado mais de 27 mil vezes no GitHub. O caso mais recente de um software famoso a receber um projeto fork, é o GNU Image Manipulator Program, conhecido por "GIMP", pela galera aqui da rua.

Glimpse - é a Rebrand do GIMP





Mais curioso do que a criação dos forks, é o motivo de suas criações. Apesar do projeto Glimpse ter algumas ideias de melhorias para trazer ao GIMP, uma das razões principais é pelo nome "GIMP". 

Não entendeu?


Pois é, para falantes de Português realmente não faz muito sentido, mas de fato, a palavra "GIMP" pode significar muitas coisas, como mostra esta sessão de desambiguação a Wikipédia

Dentre as possíveis interpretações, a palavra "gimp" pode ser usada como um gíria para um comentário de mau gosto sobre pessoas com certas deficiências físicas. Confira no dicionário informal de vocabulário em Inglês.

Entre outras atribuições, "gimp" também faz referência um certo tipo de elemento usando por sadomasoquistas, além de também ser um nome de um grupo de dança Nova Iorquino, o "The GIMP Project", o que, eventualmente poderia causar disputas autorais pelo nome (talvez).

Eu passei anos usando o GIMP sem ter conhecimento desse tipo de associação, e apesar de aparentemente isso não ter afetado o projeto de forma muita profunda, especialmente em países onde a língua nativa é diferente do Inglês, algumas pessoas alegam uma certa dificuldade de entrar no mercado por conta do nome, alegando uma certa resistência por causa disso.

Não é a primeira vez que isso acontece


Esses problemas idiomáticos aconteceram outras vezes na história, o próprio uso da expressão "Open Source", foi criado, em parte, para evitar o uso de "Free Software" (Software Livre em Inglês), porque a palavra "Free" também significa "grátis", e acabava passando a ideia errada para o mercado, entre outras coisas.

Apesar de, dentro das comunidades técnicas isso não ser um grande problema, imagine "empurrar" para o mercado leigo sistemas com o nome de "Kubuntu" ou até mesmo "Fedora", que sabemos que faz referência ao chapéu, mas também lembra o nome "Fedor", como já vi pessoas comentando na comunidade.

Percebe como pode realmente ser problemático? Provavelmente a palavra "gimp" para quem fala Inglês, seria como se chamássemos o editor de imagens em Português de "Aleijado", em uma tradução pouco precisa, mas que serve para ilustrar, além das várias outras possíveis associações.

Código aberto é para isso


A discussão pelo nome do GIMP já aconteceu no passado, onde, ao que parece, visto que nada foi alterado neste sentido, o nome foi mantido.

O lado interessante do software livre é que se você não concorda, seja até mesmo com o nome da ferramenta, você pode criar um fork para chamar como quiser e continuar o seu próprio desenvolvimento à partir daí.

Segundo o site do Glimpse, que ainda está muito "cru" e  com poucas informações, no próximo mês teremos o primeiro lançamento da ferramenta, na versão "0.1", que seria apenas uma construção em fork do GIMP, com as primeiras mudanças propostas.

Em 2020 a expectativa é lançar a versão 1.0, já portada para GTK3, com documentação e extras.

Não podemos dizer se o Glimpse será um projeto duradouro, ou se será apenas algo passageiro de algumas pessoas inconformadas com o nome do GIMP. O projeto GIMP carece de desenvolvedores há muito tempo, não sabemos exatamente o porquê, mas acho que a criação de um novo projeto, ou mesmo a organização do GIMP para se tornar uma fundação, de forma semelhante ao que o Krita e o Blender fizeram, pode ser benéfico.

Sei que nós, brasileiros, nunca tivemos problema algum com o nome GIMP, mas se isso for identificado como um fator que impeça o crescimento do projeto em locais falantes de Inglês, assim como aconteceu com a desambiguação de "Free Software" com a sentença "Open Source", não vejo nada de errado em considerar um rebranding. Liberdade é para os que concordam e para os que discordam, não é mesmo?

O que você achou da ideia do projeto? Mesmo nunca tendo feito qualquer conotação negativa com o nome "gimp", confesso que goste de como "Glimpse" soa aos meus ouvidos. E você?

Participe do nosso fórum e continue o debate.

Até a próxima!
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O poderoso DaVinci Resolve chega para Linux na versão 16 com várias melhorias!

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domingo, 25 de agosto de 2019

O poderoso editor de vídeos, software de correção de cores, pós-produção e tratamento de áudio da Blackmagic Design, o DaVinci Resolve, finalmente chega na versão 16 estável, depois de vários meses de testes com a versão Beta.







Eu venho utilizando o DaVinci Resolve para editar os vídeos do canal Diolinux no YouTube desde Fevereiro deste ano, aproximadamente, e percebo que consigo, com ele, entregar melhores resultados, e de forma mais eficiente para vocês. A melhor parte é que a versão grátis dele, ainda que não seja open source, consegue ser muito completa e eficiente para produtores de conteúdo profissional.

Destaques da versão 16 do DaVinci Resolve


A nova versão do DaVinci Resolve insere uma nova "Neural Engine", que utiliza redes neurais e tecnologias de "machine learning" para certas funções e efeitos, como reconhecimento de faces para tracking em composições, criação de efeitos de sincronização, super-escala e até mesmo, correção automática de cores.

Em se tratando de edição de áudio com o Fairlight, a configuração da forma com que as ondas sonoras aparecem foi aprimorada, para facilitar a sincronia com o vídeo, temos suporte para som tridimensional, processamento de voz, e vários outros detalhes menores, que visam agilizar a produção de conteúdo.

Novas ferramentas foram adicionadas para editar "key frames" para efeitos de vídeo ResolveFX, nas páginas de edição e de coloração. Algo nova da versão, é uma aba voltada para edição de vídeo em alta velocidade, ideal para quem produz vídeos para redes sociais diariamente.

Houve otimização na renderização de material no Fusion, o compositor do DaVinci Resolve, concorrente ao After Effects, e também à renderização de vídeo padrão, que já era excelente na versão 15.

Confira de forma detalhada todas as novidades:


Para baixar a nova versão, basta acessar o site da Blackmagic e fazer o download.

Se precisar de ajuda para instalar o Resolve no Linux, confira o nosso artigo especial sobre o assunto aqui.

Dúvidas sobre o DaVinci Resolve? Participe do nosso fórum. :)

Até a próxima!

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Novidades no Kdenlive prometem agilizar a vida dos editores de vídeo

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

A nova versão do Kdenlive chega junto com o update do KDE, que abrange várias aplicações sob o “guarda-chuva” do projeto. Você pode conferir a matéria que fizemos falando sobre.

Novidades no Kdenlive prometem agilizar a vida dos editores de vídeo






Além dos updates corriqueiros, para consertar bugs, corrigir falhas no código e afins, tivemos algumas novidades nesta versão 19.08. As que merecem destaque são:

- Edição de 3 pontos com teclas de atalhos do teclado. Com essa melhoria é possível desenvolver um trabalho mais rápido e economizando alguns cliques.

- Fonte (Source): Nessa feature as linhas verticais verdes, V1 ou A2 à esquerda da faixa,  estão conectadas ao clipe de origem no box “Binário do Projeto (Project Bin)”. Somente quando um clipe é selecionado no box, a linha verde aparece dependendo do tipo do clipe (clipe A/V, imagem / título / clipe de cor, clipe de áudio).



- Target (Marcar): Na faixa V1 ou A1 elas estarão ativas quando a marcação ficar em amarelo. Uma faixa com marcação ativa reage a operações de edição, como inserir um clipe, mesmo que a fonte não esteja ativa (consulte “Exemplo de edição avançada” aqui).




- Pressionando o shift enquanto passa o mouse sobre os clipes no Binário do Projeto, assim fazendo uma “busca” pelo clipe que precisa.



- Ajustar a velocidade do Vídeo ou do Áudio, pressionando CTRL+clique do botão esquerdo do mouse e assim arrastando sobre o clipe que precisa.



Outras melhorias

- Adicionado um parâmetro para etapas que permite aos usuários controlar a separação entre os keyframes gerados pelo motion tracker;
- Ative novamente a funcionalidade transcodificação de clipe;
- Adicionado uma seleção de tela no widget de captura de tela;
- Adicionar opção para ordenar faixas de áudio em ordem inversa;
- A duração do fade padrão agora é configurável a partir de “Configurações do Kdenlive> Misc”;
- Render dialog: adicione o menu de contexto aos trabalhos renderizados, permitindo adicionar o arquivo renderizado como um clipe de projeto;
Renderwidget: Use o número máximo de threads no render.

A lista completa para às melhorias, você pode consultar aqui.

Para baixar a última versão do Kdenlive, basta acessar a seção de download no site oficial do projeto e escolher o método para a sua distro.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Por que o Vim é tão difícil e tão amado por programadores?

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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Muitos irão dizer que ele é amado, justamente pelo motivo de ser difícil. Mas isso soa um tanto quanto arrogante e contraditório. 

Editor de Texto VIM







*Esse artigo foi escrito por: Marcos, do canal Terminal Root.

O fato de ser "difícil" pra mim é relativo. Difícil nada mais é, do que aquilo que não sabemos utilizar e exige que saiamos da zona de conforto para compreender, por exemplo, algumas linguagens de programação que usam bastante nome de classes e métodos com letras maiúsculas e minúsculas misturadas, eu tenho uma dificuldade enorme de me adaptar, mas tem muita gente que prefere e acha mais fácil de memorizá-los.

Eu prefiro linguagens C-like, ou seja, tudo minúsculo.

Tá, mas o que isso tem a ver com o Vim!?!


O VIM é altamente customizável, e você pode deixar ele exatamente como você quiser. Adaptando o meu gosto para o Vim, posso dizer que pelo fato de ser altamente customizável, um ponto que pra mim é notório, iniciando pelo sistema que escolhi também (Gentoo), alto poder de customização: é possível transformar o Vim em qualquer editor que você conhece, sim isso é possível! Em contrapartida, o inverso não é verdadeiro.

E isso é o legal do Vim! Uma vez alguém pediu meu ".vimrc" , mas digamos que não serviria pra ele, pois esse arquivo é meio pessoal, as pessoas que disponibilizam os seus certamente retiram muita coisa. 

Por exemplo, no meu Vim:

- Salvo também com **Ctrl+s**;

- Saiu do editor sem precisar rodar o comando **:q**, mas simplesmente pressionando a tecla **q**;

- Meus tutoriais são escritos em Markdown para Jekyll com sintaxe YAML, ou seja, emojis, blocos, ... tudo específico eu insiro pressinando combinações de teclas.

- Substituições também são automáticas;

E um monte de outras coisas, como: abreviações, comandos, mapeamentos, meus plugins (falo dos que eu criei)... e por aí vai.

Resumindo, concluindo e respondendo a pergunta do título:

Se você o escolheu, é porque você gosta de customizações e maleabilidade. Com o tempo, utilizando no cotidiano, você vai evoluir e ficar mais avançado, isso em qualquer sistema, linguagem de programação e qualquer outra coisa, mesmo não relacionada à tecnologia, ou seja, a mesma regra se aplica ao editor de texto que você escolher, não somente o Vim, mas também a ele.

Uma forma de entender na prática o que foi dito, é através do "Curso de Vim Moderno e Vimscript", do canal Terminal Root, do Marcos, autor deste artigo.

O curso foi planejado para usuários Iniciantes e Avançados


Para você que deseja adquirir, há duas formas:

- Pela Udemy, lá você poderá baixar todas as Apostilas PDF e assistir aos vídeos, podendo interagir com perguntas e comentários, com 70% de desconto neste momento para leitores do Diolinux.

- Diretamente pelo site do Terminal Root.

A diferença da Udemy para o site é que pelo site, além de você poder baixar os PDFs, você poderá baixar também os arquivos e os vídeos.

O que você vai aprender ?

- Técnicas de utilização, com abordagem completa;
- VimScript, a linguagem de programação do Vim para que você possa criar seus próprios plugins e/ou comandos e mapeamentos customizados;
- Personalização total do editor à sua maneira;
- NeoVim;
- Games; – Dicas extras de utilitários;

E muito mais!

Disponibilizamos 30 CUPONS de DESCONTO pra seguidores do Blog Diolinux: Clique aqui e garanta seu CUPOM .

Não deixe de aproveitar essa oportunidade de aprender um dos softwares mais amados do mundo UNIX!

Até a próxima!
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Kdenlive que se cuide? O editor de video Olive vem aí!

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terça-feira, 2 de julho de 2019

No mundo do software livre é pouquíssimo comum de algo assim acontecer, mas sempre que um projeto se destaca um pouco mais dos outros concorrentes, acaba acontecendo uma certa "estagnação", justamente porque o risco de "perder o trono" fica mais distante, talvez este seja um reflexo natural de como o ser humano por trás de cada um desses projetos funciona. Para o bem ou para mal (mas suponho que especialmente para o bem), o projeto Kdenlive tem um projeto que promete concorrência para o título de "melhor editor de vídeo open source".

Olive Editor de vídeo






Para mim o Kdenlive ainda é a melhor opção Open Source para fazer edições e o DaVinci Resolve é a melhor opção grátis, disparado, mas como concorrência é sempre bem-vinda, hoje você conhecerá o Olive!

O projeto é recente, começou a ser desenvolvido e divulgado em Novembro de 2018 e tem grandes ambições, segundo os desenvolvedores:

"Olive é um projeto para entregar edição de vídeo e composição de alta qualidade para todos, de forma gratuita e Open Source. O projeto almeja ser um opção completa para o Adobe Premiere Pro, Apple Final Cut Pro e o Vegas PRO sem comprometimentos. Uma solução poderosa, e ainda assim amigável para novatos, mas especialmente eficiente para as pessoas criativas em todo o mundo."

O projeto começou enquanto o desenvolvedor se dizia "um criador de conteúdo frustrado com o landscaping da cena de softwares de edição, confuso com esquemas de pagamento, falta de aplicativos que fossem multiplataforma, e softwares de baixa qualidade", isso o levou a um antigo interesse de desenvolver um editor de vídeo que combinasse os recursos favoritos dele e excluísse toda a burocracia e com sorte, todos os bugs que ele tinha com os demais editores.

Essa é basicamente a descrição contida no projeto do Patreon do editor e você também pode conferir o código fonte da aplicação no GitHub, onde é possível encontrar versões do software para Windows e macOS, além de Linux.

Quais funcionalidades ele tem?


Olive Editor

Ainda em estágio Alpha de desenvolvimento, o software tem muito a evoluir, o que torna muito interessante o seu feedback. Atualmente ele é simples em recursos, mas já pode servir para alguns trabalhos igualmente simples ou amadores.

O Olive tem suporte para uma ampla gama de codecs e formatos, assim como o Kdenlive, suporte para multitrack com separação automática de áudio dos vídeos e ferramentas de manipulação espacial e movimentação em plano cartesiano. 

Acompanham o editor um gama pequena, porém, útil, de ferramentas para manipulação dos arquivos na timeline. Se você pretende colocar textos e títulos simples no seu vídeo, isso já é possível também, e de uma forma simples e confortável.

O que ele NÃO pode fazer?


Possibilidades do Olive

A lista do que o Olive não consegue fazer é, na verdade, muito grande, mas novamente, trata-se de um software em estágio Alpha, que até pode, mas não deveria ser usado em produção.

Não existe possibilidade de trabalhar com correção de cores, efeitos de áudio são pouquíssimos, trabalhar com multi-câmera também é complicado e as transições são simples. Ainda é um pouco complicado manipular os arquivos na Timeline, no momento em que testei, nem mesmo o conjunto de atalho "CTRL+Z" para desfazer as suas ações estava funcionando, sendo necessário usar um botão na interface. Inclusive, a questão de atalhos de teclado é bem precária no momento também.

A renderização do software me parece "OK", mas nada surpreendente.

O Kdenlive é, sem dúvida, muito superior ainda, então se você busca um software que seja Open Source, ele ainda é a  melhor opção. 

Confira a review completa do editor!



Como baixar o Olive no Linux e testar?


Você pode baixar o Olive diretamente do site oficial, lá você encontra opções para Windows e macOS também.

download editor olive para linux

Talvez a forma mais prática de simplesmente testar a aplicação seja usar os arquivos AppImage que o projeto disponibiliza, no entanto, existem também versões em Flatpak e Snap, além de um PPA e muito mais.

Nos meus testes a versão em Flatpak, do Flathub, foi a escolhida.

No fim das contas, na minha opinião, o Olive está pronto somente para quem quer fazer edições simples, com cortes e junções, talvez um texto, algumas imagens sobrepostas e talvez uma música de fundo e efeitos sonoros, qualquer coisa além disso seria "pedir demais" no momento.

Faça parte de nossa comunidade e não perca nenhuma assunto do mundo da tecnologia, acesse o fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.
Depois de testar nos conte o que você achou!

Até a próxima!
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Kdenlive 19.04.01 lançado com diversas correções!

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terça-feira, 14 de maio de 2019

O Kdenlive 19.04 foi lançado no dia 18 de Abril, com essa nova versão vieram muitas novidades e mudanças no programa, entretanto um bug bem chato estava atrapalhando a edição de vídeos no software. No dia 11 de Maio, uma nova versão foi lançada, corrigindo este problema.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição

Edição de vídeo no Linux é repleto de ótimas opções, temos o Davince Resolve, Ligthtworks, ShotCut, Openshot, entre outras ferramentas. Porém um dos queridinhos sempre foi o Kdenlive. Muitos canais no Youtube sobre Linux, são editados ou foram por muitos anos com essa ferramenta, que é o caso do Diolinux. Em meu canal OSistemático, venho produzindo conteúdo desde o início (2016) com essa ferramenta, e mesmo tendo pontos fortes e fracos considero um bom editor de vídeos.

Kdenlive um editor em constante amadurecimento


Durante o início do canal OSistemático, sofria bastante com a versão do Kdenlive contida nos repositórios do Deepin. E durante um bom tempo, foram meses de situações que envolviam o travamento do programa e em alguns casos até a perda do projeto. Então um belo dia resolvi experimentar a versão que é recomendada pelo projeto, o Kdenlive em AppImage, e posso lhe garantir parecia outro programa.

A versão 19.04 veio recheada de mudanças, uma timeline refatorada (feita totalmente do zero), a possibilidade de gravar o áudio diretamente do editor, adição da renderização de vídeos com fundo transparente, melhora no render (ainda não é um ShotCut ou Davince Resolve durante a renderização, mas está bem melhor que as versões antigas). São inúmeras mudanças. E como novas mudanças podem ocasionar novos bugs, assim foi.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição-timeline

Mais de 40 bugs corrigidos no Kdenlive


  • Foram várias correções, eis alguns bugs solucionados:
  • Falha ao abrir projetos antigos;
  • Erro ao desfazer efeito de ganho/gama;
  • Correção na gravação do áudio;
  • Efeito fade-out quebrado;
  • Miniaturas em alguns clips com falhas;
  • Seleção de clipe bin mais rápido;
  • Efeito de todas as guias com falhas;
  • “Agulha” da timeline se perdia;
  • Imprecisão nos atalhos de corte na timeline;
  • Correções na compilação para Windows; 
  • E muito mais correções…

Veja a lista completa de bugs corrigidos no site oficial do Kdenlive.

Durante esse tempo que editei com a versão 19.04, notei apenas 3 bugs que eram: A agulha que sempre se perdia na timeline, acarretando na imprecisão do corte utilizando atalhos. Por algum motivo o Nvenc não foi reconhecido, impossibilitando a utilização de minha placa de vídeo para render, proxys e previews. E em alguns projetos o vídeo não era exportado com o fundo transparente.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição-osistematico-canal-youtube-diolinux

Utilizei mesmo assim na produção de meus vídeos e o único bug que atrapalhava minha produtividade era “a agulha se perdendo”. Durante nenhum momento o aplicativo fechou ou algo assim.

Kdenlive 19.04.01 em AppImage e Flatpak


Caso utilize o Kdenlive para suas produções, recomendo a dar uma chance para essa nova versão, 19.04.01. Dou preferência pelos AppImages do Kdenlive, por conta de sua estabilidade e praticidade. Entretanto outra solução que venho usando e gostando bastante é o oferecido no Flathub em Flatpak. Esse formato terá a vantagem da atualização, enquanto no AppImage você deverá baixar o editor a cada update.

Para executar o Kdenlive em AppImagem é muito simples, acesse a matéria e proceda como no passo-a-passo. No caso do Kdenlive Flatpak, será necessário configurar algumas coisas, então segue o post completo

O link para download de ambas versões encontram-se no site oficial do Kdenlive, baixe e experimente.

E você edita vídeos com o Kdenlive? Já editei alguns projetos com essa nova versão 19.04.01 e estou gostando muito, migrei totalmente para ela (😁😁😁).

Que tal continuar todo esse bate-papo sobre edição de vídeo em nosso fórum Diolinux Plus?

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, te espero SISTEMATICAMENTE! 😎
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Nova versão do editor de vídeo OpenShot lançada!

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sexta-feira, 22 de março de 2019

A gama de editores de vídeo no Linux é enorme, e recentemente postamos uma lista de softwares de edição do básico ao profissional, o OpenShot constava entre as opções indicadas, sendo uma ótima alternativa para novatos, e o melhor de tudo, multiplataforma.

editor-video-openshot-linux-windows-mac

Com o passar dos anos o OpenShot vem timidamente recebendo novos recursos, inclusive você pode acessar uma entrevista que o nosso parceiro Gabriel do Toca do Tux, fez ao desenvolvedor e criador do OpenShot, Jonathan Thomas, mesmo não sendo deste ano, é interessante comparar as mudanças que o software recebeu desde aquela época.

Novidades no Openshot 2.4.4


O editor recebeu algumas novidades e correções de bugs, irei destacar algumas, e caso queira ver todas as mudanças acesse o site oficial com o anúncio desta release.


Dimensionamento e sincronização entre quadros-chave


Este era um bug que vinha ocorrendo no OpenShot ao trabalhar com vídeos com frame rates diferentes, isso ocasionava em resultados catastróficos, em que seu vídeo poderia ficar acelerado ou lento demais. Nesta versão este bug foi corrigido, e esperasse um controle maior, seja trabalhando com vídeos com quadros-chave diferentes, ou com a exportação de um projeto em outro frame rate diferente dos vídeos da time line.

Aperfeiçoado o desempenho e visualização da Time Line


Algo que sempre perseguiu o OpenShot, foram seus engasgos na visualização ou na time line do projeto, não era incomum ver alguns travamentos durante a edição de um vídeo mais robusto, com o aprimoramento do cache de imagens e outras melhorias com foco nesse problema, o OpenShot tende a não passar por tais situações corriqueiramente.

editor-video-openshot-linux-windows-mac

Suporte a renderização SVG


Compatível com render neste formato para criação de seus títulos, o OpenShot conta com este novo recurso graças a biblioteca resvg. Assim os títulos criados com o software não ficarão serrilhados ou perderão a qualidade, conforme a resolução do projeto.

Suporte a presets personalizados pelo usuário


Agora é possível criar seu próprio preset de exportação do projeto, ainda não é algo tão prático, sendo necessário criar um arquivo XML. Você pode usar como base os presets padrões do editor, e adicioná-lo ao diretório correspondente a estas configurações, localizado em: “/home/seu-usuario/.openshot_qt/presets/”, assim seu preset customizado aparecerá no programa.

Novo Widget de propriedades


Um novo elemento adicionado ao editor de vídeos foi o widget de propriedades, que por padrão pode se encaixar no lado esquerdo ou direito, essa nova maneira de acessar as propriedades dos elementos vêm para evitar rolagens demasiadas do mouse e facilitar o processo de animação. Altamente customizável, essa forma de visualizar as propriedades pode ser incorporada em outros painéis de configurações no OpenShot. 

widget-propriedades-editor-video-openshot-linux-windows-mac

Portabilidade de seus projetos, com caminhos relativos


Uma funcionalidade muito útil e implementada no OpenShot 2.4.4, é a facilidade de manusear o arquivo do projeto entre os diretórios. Sendo assim, não ocorrerá o erro do programa desconfigurar o projeto ao trocá-lo de lugar. O editor consegue “magicamente” ao salvar o arquivo, transformar os caminhos dos elementos que fazem parte dele, em caminhos relativos, e ao abri-lo novamente ele identifica o novo caminho tornando-o em um caminho absoluto. Não espere milagres espalhando os arquivos em inúmeras pastas, então sempre mantenha seus arquivos num único diretório.

Novos idiomas e suporte ao Constante Rate Factor (CRF)


As línguas Hindi, Árabe e Chinês foram adicionadas ao programa. O suporte a CRF foi adicionado por default no preset do formato VP9, porém podendo ser utilizado nos demais, graças ao refatoramento da biblioteca libopenshot::FFmpegWriter, que é desenvolvida focada no comportamento do Editor de vídeos OpenShot.

Veja o registro das alterações no OpenShot


Através do menu “Ajuda >> Sobre OpenShot >> Changelog” é possível ver as modificações no programa em seu changelog, com a data de cada commit de seu Github oficial.

changelog-editor-video-openshot-linux-windows-mac

Correção do bug nas Waveforms


Ao separar clips que continham visualização das waveforms (ondas sonoras) ativas, ocorria um bug que impossibilitava visualizá-las, dificultando o manuseio destes arquivos na edição, agora no OpenShot 2.4.4, o mesmo foi corrigido.

Muitas outras correções, inclusive para versão Windows, foram disponibilizadas, caso queira maiores detalhes acesse a postagem de seu lançamento em sua página oficial.

Baixando o editor de vídeos OpenShot


Para ter o OpenShot em suas últimas versões, recomendo a versão disponibilizada oficialmente direto do site em AppImage, outra possibilidade é instalar sua versão em Flatpak, com atualizações automáticas.

Você pode efetuar o download do flatpak direto do Flathub, caso não saiba como configurar o Flatpak em sua distro, segue uma postagem de como proceder. Se estiver no Linux Mint, basta pesquisar na loja e instalar a versão flatpak.

flatpak-mint-install-editor-video-openshot-linux-windows-mac

Sendo uma ótima alternativa para quem está começando a editar, o OpenShot é voltado a edições simples e caseiras, caso queira algo mais “intermediário”, recomendo altamente o Kdenlive, tendo em vista que funcionalidades relativamente comuns em outros editores, estão começando a chegar no OpenShot. É dificultoso a edição de projetos mais elaborados neste editor, no entanto mesmo recebendo “atrasado” algumas funções o OpenShot está a cada dia se tornando maduro, quem sabe num futuro ele deixe esse “título” de editor básico para intermediário. 

Não é de hoje que o projeto recebe críticas por existir, muitos creem que a soma de esforços em outro projeto, como o já citado Kdenlive, seria de maior valor, justamente pelo OpenShot estar atrás de diversos editores de vídeo, comparando suas funcionalidades e recursos.

Porém não esqueçamos que a liberdade do software Livre/Open Source garante tais situações, talvez o desenvolvedor do OpenShot tenha uma visão diferente de editor de vídeo, e é natural que ele siga outro rumo, afinal quem desenvolve é ele. Sei que certamente existem pessoas que preferem o OpenShot ao invés do Kdenlive, e esse seria um público carente caso o programa deixasse de existir.

Entendo os dois lados e mesmo me posicionando mais de um do que do outro, sei que esse é um dos aspectos de ser livre.

E você utiliza o OpenShot? Que tal continuar essa discussão sobre o OpenShot em nosso fórum Diolinux Plus

Até a próxima postagem, e como sempre, compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como instalar o DaVinci Resolve no Linux

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

O DaVinci Resolve é um software da Black Magic Design, uma famosa empresa de equipamentos para filmmakers profissionais, que também é responsável por um dos melhores softwares da atualidade para edição e pós-produção de vídeo. Hoje você vai aprender a instalar o DaVinci Resolve na sua distro Linux.

Como instalar o DaVinci Resolve no Linux






O DaVinci Resolve é um software extremamente completo, capaz de trabalhar com edição de vídeo profissional, composição, edição de áudio e color grading e está disponível para Linux, macOS e Windows em uma versão gratuita e uma versão paga (DaVinci Resolve Studio).


A versão grátis é muito poderosa e pode resolver os problemas da maior parte dos produtores de conteúdo e é essa versão que você vai aprender a instalar no seu Linux.

Temos também a versão em vídeo deste tutorial:


Fazendo o download do DaVinci Resolve para Linux


O primeiro passo é acessar o site do software e rolar (muito) a página até a parte de baixo onde você encontrará as opções de downloads para cada sistema operacional, enquanto observa as várias funcionalidades do software que são exibidas na página.

DaVinci Resolve Download

Nessa região você encontrará a versão grátis e a paga, basta escolher a desejada. Uma curiosidade interessante em relação a versão paga, é que se você comprar qualquer câmera da Black Magic, a versão Studio do DaVinci Resolve vem de brinde, bacana, né?

No nosso caso vamos baixar a versão gratuita (Free), basta clicar no botão referente à versão.

Download DaVinci Resolve Linux

Na próxima tela você verá as opções de download disponíveis, incluindo a versão de Linux, basta clicar no botão referente.

O próximo passo é um pequeno formulário de cadastro que deve ser preenchido, caso você baixe a versão Studio ele não é necessário, porém, na versão grátis, sim. Preencha com as informações requeridas.

Download do DaVinci Resolve no Linux

Depois de fazer o cadastro você efetivamente poderá fazer o download do software.

DaVinci Resolve Download para Linux

O arquivo tem cerca de 900 MB de tamanho e vem compactado no formato .zip.

Instalação do DaVinci Resolve no Linux


*Essa era uma parte consideravelmente complicada até pouco tempo, temos aqui no blog um tutorial completo para a instalação do Resolve no Ubuntu e também um outro tutorial mostrando como transformar o instalador em um .deb, ambos devem ser usados apenas em caso de necessidade.

Atualmente a Black Magic melhorou muito a forma com que o software é distribuído e incluiu todas as dependências e libs diretamente no instalador, fazendo com que a instalação no Linux seja extremamente simples, tanto quanto no Windows ou no macOS.

O primeiro passo é extrair os arquivos do arquivo compactado que você baixou.

Davinci Resolve extração

Com essa extração uma pasta será criada com o nome do programa, você pode entrar nela, onde encontrará dois arquivos, um instalador no formato .run e um pdf com um manual de instruções.

Tudo o que você precisa fazer é dar dois cliques no arquivo .run e o instalador vai se abrir.

*Caso não funcione, verifique o arquivo está com as permissões de execução através do menu "propriedades", clicando com o botão direito sobre ele e observando a aba "permissões.

Instalação do DaVinci Resolve

À partir de agora o instalador é completamente guiado, basta avançar pelas etapas observando as opções disponíveis. Durante a instalação será solicitada a sua senha de Root pelo menos duas vezes para a instalação de alguns arquivos em certos diretórios, basta confirmar digitando a sua senha e aguardar a instalação processeguir até o seu final.

Na dúvida, consulte o manual que vem com o programa.

Quando o procedimento finalizar, o programa já estará instalado, basta procurar pela aplicação no menu do seu sistema.


Configuração do DaVinci Resolve no Linux


Ao abrir o software pela primeira vez você poderá fazer um "setup" inicial, configurando algumas das suas preferências, como local onde deseja armazenar os seus arquivos de mídia, configuração de padrões da teclas de atalho (usar as do Adobe Premiere, FinalCut e Avid Media Composer são algumas opções), além de fazer uma verificação de se o hardware instalado está adequado para o trabalho e a configuração dos padrões dos seus projetos, como a resolução.


Configuração do DaVinci Resolve
Começando a conifguração do DaVinci Resolve

Configuração do DaVinci Resolve
Verificação de compatibilidade

Configuração do DaVinci Resolve
Definição de padrões do projeto

Configuração do DaVinci Resolve
Seleção da pasta adequada para armazenar as suas produções

Todas as configurações aqui feitas poderão ser alteradas posteriormente nas configurações do próprio DaVinci Resolve através do menu de mesmo nome no programa.

Dicas para usuários da versão Free do Resolve no Linux


Configurando DaVinci no Linux

No Linux o DaVinci Resolve não tem decoração nas janelas, talvez isso seja alterado no futuro, talvez não, mas de toda forma, apesar de ser um software que você sempre vai querer trabalhar em tela cheia, é possível manipular a janela segurando a tecla "Alt+Clique do botão esquerdo do mouse" para movimentá-la, ou "Alt+F7", você também pode usar "Alt+F8" para redimencioná-la se quiser.

A versão do Resolve livre de custos possui limitações em relação a codecs, de modo que pode ser necessário capturar as suas mídias em formatos suportados na versão grátis (ver manual do programa), ou então converter os seus arquivos capturados em formatos diferentes.

Convertendo arquivos para o DaVinci Resolve Linux


Para tal, nós preparamos um outro artigo aqui no blog que faz uso do poderoso FFMPEG, através de uma de suas interfaces chamada WINFF (Disponível também para Windows), com um script que converte facilmente qualquer arquivo para um formato que o DaVinci possa trabalhar sem problemas.

Para saber mais sobre essa ferramenta, basta acessar este artigo: "Convertendo vídeos para trabalhar no Davinci Resolve no Linux".

É interessante observar que o DaVinci Resolve requer um bom hardware para funcionar bem, em especial placas de vídeo, porque a maior parte (se não todos) os seus recursos de edição são trabalhados pela GPU, no Linux temos um desempenho (generalizando) melhor com placas da Nvidia atualmente, então tenha certeza de ter os seus drivers instalados corretamente.

Ficou alguma dúvida? Conheça o nosso fórum, você pode ter suporte por lá.

DaVinci Resolve não abre por falta de uma biblioteca


Dependendo da sua instalação, pode ser que uma biblioteica relacionada ao seu driver de vídeo não seja instalada e por conta dela, a versão atual do DaVinci Resolve não consegue ser executada. Eu tivesse problema apenas uma vez, mas acho que vale a pena deixar a dica registrada.

DaVinci Resolve Linux lib

Caso você clique no ícone do DaVinci Resolve e nada aconteça, pode ser que algum componente assim esteja faltando. Para ter certeza de qual componente é esse, rode o seguinte comando no terminal:
/opt/resolve/bin/resolve
E observe o erro que aparecer, no meu caso era a ausência da "libOpenCL", bastando instalar, neste caso pela loja do Mint, o pacote "ocl-icd-libopencl1", que foi encontrado pesquisando simplesmente por "libopencl". Depois da instalação o DaVinci Resolve iniciou normalmente.


Até a próxima!
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