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PhotoGIMP v.2018 - O GIMP para quem vem do Photoshop

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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

É com muito prazer que anunciamos a atualização do projeto PhotoGIMP, um patch que facilita a vida de quem está migrando do ecossistema da Adobe, com o Photoshop, para o GIMP e para quem gosta de um software de edição de imagens simplificado.

GIMP - PhotoGIMP 2018






Como todo software de código aberto, o GIMP é plenamente modificável e possui uma infinidade de possibilidades de configurações em sua interface para deixá-lo adequado para qualquer tipo de profissional. 

Nós usamos essa liberdade para criar um Patch que traz para você os atalhos de teclado e organização, visualmente equivalente ao Adobe Photoshop, facilitando a vida de quem está migrando de plataforma.

No vídeo abaixo nos ensinamos a fazer customizações no GIMP, para que você mesmo possa fazer as suas e demonstramos a versão mais recente do PhotoGIMP, confira:


Você encontra no PhotoGIMP um software com visual simplificado, apenas as ferramentas mais comuns de quem manipula imagens e faz montagens estão exibidas em uma coluna de ferramentas mais sucintas que a do GIMP original, a ordem das ferramentas também está de acordo com as ferramentas equivalentes no Photoshop, assim como as teclas de atalho para seleciona-las, facilitante na intuitividade de quem já está habituado com o software da Adobe.

PhotoGIMP 2018

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, reduzindo a quantidade para as ferramentas essenciais de manipulação de imagens. Colocando o painel de camadas e canais na mesma região que é encontrado no Photoshop e adicionando uma aba para seleção de fontes de forma mais eficiente.

Configuração de camadas no PhotoGIMP

Esses ajustes devem deixar o GIMP menos "assustador" para novatos também, simplificando as múltiplas ferramentas e painéis de configuração, além de acolher melhor aqueles que estão habituados ao Photoshop.

Como baixar e instalar o PhotoGIMP


O PhotoGIMP não é um novo software, ele é apenas um Patch de configurações para o GIMP 2.10. Isso significa que você precisa instalar o GIMP tradicional normalmente antes e depois aplicar o PhotoGIMP sobre ele. 

1 - Baixe o GIMP

O GIMP está disponível através do site gimp.org para Linux, macOS e Windows. Nas distros Linux você provavelmente o encontra na loja de aplicativos ou gerenciador de pacotes.

Atualmente existem versões Flatpak, Snap e AppImage do GIMP 2.10 também, em todos os casos, em todas as plataformas mencionadas, o PhotoGIMP 2018 deve funcionar, você só precisar identificar o local onde ficam os arquivos de configuração do programa para poder substituí-los pelos arquivos do Patch.

2 - Baixe o PhotoGIMP

O PhotoGIMP 2018 está hospedado no Google Drive, então o download deve estar sempre disponível, o Patch tem apenas 4MB de tamanho. Ao clicar no botão abaixo para fazer o download, você acessará a página onde existe um arquivo compactado, e os arquivos individuais separados. Você pode escolher a opção que desejar baixar, não há diferença.

3 - Instale o PhotoGIMP

Como comentado e explicado no vídeo que acompanha este artigo, basta extrair os arquivos para a pasta correta de configuração do GIMP 2.10. Observe que pode ser necessário abrir o GIMP sem o patch uma primeira vez para que todos os arquivos sejam criados, após isso será possível aplicar o Patch. Em caso de dúvidas, confira o vídeo disponível acima neste artigo.

As pastas onde os arquivo devem ser extraídos são:

##No LINUX, dependendo do tipo de instalação que você faça##

**GIMP Instalado via Repositório tradicional (APT, DNF), extraia para:

           /home/$USER/.config/GIMP/2.10/

**GIMP Instalado via FLATPAK, extraia para:

          /home/$USER/.var/app/org.gimp.GIMP/config/GIMP/2.10/

**GIMP Instalado via SNAP, extraia para:

          /home/$USER/snap/gimp/47/.config/GIMP/2.10/

##WINDOWS 10, como só há uma forma de instalar##

**GIMP Instalado via .EXE extraia para:

          C:\Users\SEU_USUARIO\AppData\Roaming\GIMP\2.10

Uma vez copiados e colados os arquivos do patch, substituindo todos que possuírem arquivos de mesmo nome, o procedimento já terá acabado. Basta abrir o GIMP novamente e você já estará usando o PhotoGIMP.

Como remover?

Você quer voltar a usar o GIMP padrão? Não tem problema. Basta apagar a pasta de configuração para a qual você copiou os arquivos, quando você abrir o GIMP novamente sem esses arquivos eles serão criados novamente com a configuração padrão do software.
_

Esperamos que o PhotoGIMP seja útil para você, ele foi possível graças a ajuda da comunidade Linux e Open Source, incluindo (principalmente) os próprios desenvolvedores do GIMP, que fizeram um trabalho fantástico. Gostaria de fazer um agradecimento especial para o nosso amigo e designer Felipe Cereda, que foi o responsável a imagem de Splash dessa versão.

Até a próxima!
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7 dicas para você usar o VIM como um PRO

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

A primeira vez que eu usei o vi, eu achei a coisa mais ridícula do mundo 😱 , pensei comigo, como um editor tão contra-intuitivo faz tanto sucesso ? Mas tive que aprendê-lo, pois diversas vezes os testes de software eram no terminal "seco", sem nada, e alterações, só eram possíveis via o vi, pois em ambiente de testes não se incrementa nada que venha alterar o comportamento de um software no seu ambiente padrão.

Percebi que essa era a realidade de várias pessoas, cada uma em uma situação diferente, mas todas com a mesma missão: usar o vi. Com o tempo busquei aprendê-lo, principalmente o Vim que é sua versão melhorada, e com passar do tempo, até hoje, me pego dando um :wq para sair e salvar as abas do Firefox!😕

Como usar o VIM







Vim (uma contração de Vi IMproved, em português "Vi Melhorado") é um clone do programa editor de textos vi para Unix de Bill Joy. Já o vi, foi escrito por Bram Moolenaar. O Vim é destinado para uso a partir tanto de uma interface de linha de comando como uma aplicação isolada em uma interface gráfica de usuário.

É um software livre e de código aberto e é lançado sob uma licença que inclui algumas cláusulas de caridade, encorajando os usuários que se juntarem ao software a considerar a doação para crianças de Uganda.
Dentre as muitas características do Vim, podemos mencionar alguns destaques.m
  • Suporte a expressões regulares em buscas, com várias extensões à sintaxe padrão de expressões regulares;
  • Destaque de sintaxe (com suporte a mais de 500 linguagens);
  • Corretor ortográfico ( versão 7.0+ );
  • Vários temas de cores (colorschemes);
  • E centenas de características bem peculiares.

Entre facilidades e características, vamos ver 7 dicas para você usar o VIM como um PRO.

1 - Abertura de múltiplos arquivos


Se deseja trabalhar num arquivo e ao mesmo tempo visualizar o conteúdo de outros arquivos, então há a possibilidade de abri-los simultaneamente com visualização única.
Você pode abrir tanto na vertical usando o parâmetro -o (minúsculo) usando o comando:

vim -o arquivo1.c arquivo2.sh arquivoN.nnn

A saída será similar a conteúdo da imagem abaixo:

VIM na Vertical

Ou caso deseje, você também pode abrir os múltiplos arquivos na horizontal usando -O (MAIÚSCULO)

VIM na Horizontal

Isso sem dizer que você pode abri-los posteriormente utilizando o comando:

split nome-do-arquivo

2 - Pegando a manha com o Gvim


Se você deseja se adaptar rapidamente ao Vim, é interessante você começar utilizando o Gvim, por exemplo. O Gvim é o Vim com interface gráfica, ou seja, funciona todos comandos igualmente, inclusive as configurações, no entanto ele possui algumas características próprias, similares a dos editores convencionais. Entre elas:
  • Conversão de documentos;
  • Variados temas e cores;
  • Configuração facilitada de família de fontes, tamanho de fonte e entre outros;

Além de que cada menu possui a possibilidade de executá-lo via comando, lhe informando o comando. Ou seja, você aprende utilizando. 

Veja abaixo algumas telas que mostram conteúdo de menus do Gvim.

GVIM

3 - Substituição de palavras com cadeia de caracteres


Muitos editores de textos e IDEs possuem suporte a Expressões Regulares, no entanto, cada qual possui uma limitação. Mas o Vim tem um suporte customizado, é amigo, tudo  pode ser customizado. Há até a customização das "mãos na roda", para encontrá-las e substituí-las existem diversos caminhos, no entanto, vou lhe dar a dica mais simples. Suponhamos que queiramos trocar todas as palavras 'vi' por 'Vim', é mais fácil e rápido do que você imagina, basta pressionar ESC e escrever o comando abaixo, o g no final é para todas as ocorrências, caso desejasse uma única troca, basta não inserí-lo:

O espaço depois do vi foi proposital para não trocar também o vim
:% s/vi /Vim/g

4 - Mapeamento de teclas


É necessário saber que todas as teclas são mapeáveis no Vim, mas como dica básica, vamos supor que você está cansado de ficar digitando :ggVG para selecionar tudo, então basta você mapear a tecla F12 , basta dar ESC e inserir o comando abaixo:
:map <F12> ggVG?
A partir de agora toda vez que você estiver no modo NORMAL, basta pressionar F12 que você irá selecionar tudo ! 😉

5 - Navegação rápida


Essa é especial para quem trabalha com Desenvolvimento de Software. Muitas vezes o compilador/interpretador nos informa o número da linha do erro da execução ou compilação do software e geralmente ficar rolando o cursor do mouse pra ficar procurando a linha, é uma verdadeira perda de tempo, no Vim você pode navegar facilmente pelo arquivo. Por exemplo, o compilador lhe disse que foram encontrados erros nas linhas: 1370846 e na linha 3 , logo, basta você digitar: ESC :1370 você vai diretamente para essa linha e novamente para as outras linhas, resolvendo de forma mais rápida e menos estressante os bugs, ops, desculpa, a palavra agora é Feature 😎.

Ah! Quase ia me esquecendo!! Para ir para primeira linha basta digitar: gg e para a última linha G 😃.

6 - PacVim


Tem muita gente que demora de se adaptar ao Vim e extrair dele o melhor para acelerar seus projetos, para isso eu recomendo o Pacvim um game bem legal que lhe ensina, jogando, como você se adaptar melhor ao vim, e utilizar as teclas: []bw{} ... para navegar mais facilmente nos documentos, pulando palavras, textos, parágrafos e assim por diante.

Para saber como instalar e usar, consulte o GitHub deles: https://github.com/jmoon018/PacVim , só tome cuidado pra não se viciar! 😊

Pacvim

7 - Customização Total do Editor


Você pode transformar o Vim no Editor que você deseja, mas do seu modo: árvores de diretóriosauto-complete de palavrascoresmarcastags e até aprender a Linguagem de Programação Vim!!! Isso mesmo, você pensou que o Vim é o mais utilizado do mundo só porque você o considera difícil ? Nada disso, você pode aprender o Vimscript, é uma "linguagem de programação do vim" , onde você pode pode criar funções, comentários, arquivos customizados no arquivo de configuração do Vim. No Curso de Vim Para Iniciantes você vai aprender diversos truques e dicas bem bacanas de Vim e Vimscript, que em pouco tempo você vai estar dando :wq para desligar seu computador!  .

Veja abaixo a imagem exemplo da minha customização escrevendo esse artigo em Markdown para o Diolinux, com plugins e auto complete de palavras.

Escrevendo o artigo no VIM

Caso deseje adquirir o Curso, aproveite e leve mais dois cursos na Promoção Diolinux e aprenda Vim e Shell Script Extremamente Avançado: Criação de Instaladores para Distros Linux, Criação de Games, Animações e muito mais!

Valeu!

Artigo produzido em conjunto com Marcos Oliveira, do Terminal Root.
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TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

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sábado, 31 de março de 2018

Sempre que um pessoal novo chega a alguma distro Linux, como Ubuntu ou o Mint (que estamos tomando como base), sempre se perguntam quais programas devem instalar para ter uma certa produtividade ou diversão na plataforma. E nesse post vou mostrar alguns aplicativos que na minha opinião, vão lhe ajudar nessa "jornada". Para facilitar vou dividir em categorias. Então chega mais! 👊😁

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux






Quando terminamos de instalar qualquer distro Linux sempre nos perguntamos quais programas devemos instalar para aproveitarmos ao máximo o sistema que terminamos de instalar, na lista abaixo vou mostrar alguns programas que eu acho bacana ter no computador.

1 - Navegador de Internet


Como não poderia faltar estou recomendando o browser (navegador) mais popular do momento, que é o Google Chrome, onde você vai poder utilizar para acessar praticamente tudo na internet, como Bancos, YouTube, Netflix, Facebook, etc.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Chrome, você pode clicar AQUI.

2 - Multimídia 


Como ninguém é de ferro e precisa se divertir e relaxar, nada melhor do que ouvir uma música e ver um vídeo com a família ou amigos.

Por isso começo com o Spotify, que reúne uma gama enorme de musicas no seu acervo. Ele já aparece nas centrais de programas da maioria das distros Linux, e se não estiver, também é encontrado nos formatos Snap e Flatpak.


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux
Para baixar, basta clicar AQUI.

O próximo da minha lista acho que seja essencial em qualquer sistema operacional, servindo para abrir praticamente qualquer arquivo de vídeo e áudio. Estou falando do versátil e "guerreiro" VLC Player, recomendo ele porque o uso há praticamente 10 anos e nunca me deixou na mão para reproduzir qualquer arquivo multimídia. 


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar ele, você tem duas alternativas, clicando AQUI você a sua Central de Programas e instala ele, ou clicando AQUI e baixando direto do site dele.

Por último um programa que me conquistou pela versatilidade e praticidade em poder baixar vídeos da internet, como Facebook, Dailymotion e YouTube por exemplo, o 4K Vídeo download.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Você pode baixar ele através do site da desenvolvedora, clicando AQUI.

3 - Games e apps complementares


Esta categoria pode gerar alguma discordância ou algo do tipo, mas não podemos negar que temos games e aplicativos complementares para quem gosta de dar uma jogadinha no pinguim.

Primeiro vamos começar pela Steam, que é atualmente a maior plataforma de distribuição e vendas de jogos online, metade do seu seu acervo já tem porte para o Linux, além disso, como já foi mostrado aqui no blog, existem outras 7 plataformas de distribuição que você pode acessar AQUI, além da plataforma da Valve, ou seja, Games no Linux estão se tornando algo muito sério para várias empresas.


Para baixar a Steam, você pode utilizar a Central de Programas da sua distro ou acessar o site da Steam e baixar clicando AQUI.

Também não poderia faltar o Discord, a plataforma de comunicação mais usada pela galera gamer e que também está disponível para Linux.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Discord, você pode utilizar a Central de Programas da sua distro ou acessar o site oficial e baixar clicando AQUI.

4 - Messengers


Nessa sessão vou recomendar dois programas desenvolvidos pela comunidade para os dois messengers mais populares e usados no momento. O Messenger do Facebook e o WhatsApp.

O primeiro foi desenvolvido por Dario Ferrando, utilizando a plataforma Electron,  e conseguiu trazer o messenger do Facebook para qualquer sistema operacional, como você pode ver na imagem abaixo, ele é bem "simpático" e de fácil manuseio.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Messenger, você pode acessar o site deles clicando AQUI. Lembrando que não se trata de um cliente oficial.

O segundo foi desenvolvido pelo Enrico204, também utilizando a plataforma Electron, e assim trazendo a vida uma versão de desktop, do popular WhatsApp. Ele funciona da mesma forma que a versão Web com a diferença de que possui integração com a barra de notificações do sistema.


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o WhatsApp Desktop, você pode acessar o site deles clicando AQUI. No caso do Linux Mint você o encontra na própria Central de Aplicativos da distros.

5 - Produção Audiovisual 


Nesta categoria vou recomendar dois aplicativos que eu uso no meu dia a dia. Quero fazer uma menção "de honra" ao GIMP, que já teve inúmeros posts aqui no site e que você pode conferir AQUI.
Apesar do GIMP ser extremamente versátil e poderoso, para as pessoas que só querem editar as suas fotos de uma forma mais simples em uma interface mais "moderninha", o Pixeluvo se torna uma opção.


Pixeluvo é um editor de imagem extremamente prático e de muito fácil de aprendizado. Ele conta com duas versões, uma Free (que tem algumas limitações) e uma paga que custa até o presente momento US$ 34,00. Você pode inclusive ver o vídeo demonstrativo dele no canal Diolinux.


TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Pixeluvo, você pode acessar o site deles clicando AQUI.

O último aplicativo dessa minha lista, e que não poderia faltar, é o poderosíssimo editor de áudio Audacity. Muitos produtores de conteúdo, tanto na internet quanto na industria "convencional", utilizam ele por causa da sua simplicidade e fácil manuseio, mas não deixando a desejar para soluções pagas.

TOP 10 - Aplicativos que todo mundo deveria ter no seu Linux

Para baixar o Audacity, você pode utilizar a Central de Programas da sua distro ou acessar o site do software e baixar clicando AQUI

E esse foi o meu TOP 10 de aplicativos que todo mundo deveria ter na sua distro Linux, mas me conte você quais aplicativos não podem faltar na sua pós-instalação do Linux, os comentários estão abertos para você! :)

Até a proxima e um forte abraço.
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Lançado Kdenlive 17.08 com várias correções de bugs

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O editor de vídeos Kdenlive lançou um atualização neste semana para os usuários. A versão 17.08 vem com várias pequenas correções para corrigir problemas recorrentes e melhorar a estabilidade do software.

Lançado Kdenlive 17.04 Novidades







Os desenvolvedores do Kdenlive anunciaram nesta semana a disponibilidade da nova atualização para o software de edição de vídeo (que eu uso para fazer o canal Diolinux no YouTube). Dentre os bugs corrigidos podemos destacar a correção no efeito "Freeze", correções em caixas de verificação que ficavam inconsistentes no painel de efeitos. Agora é possível também adicionar uma tecla de atalho para função de "extrair um quadro" no editor.

Outras correções incluem também o efeito de "clique" que acontecia ao cortar certas faixas de áudio, chegamos também à versão Beta do Kdenlive para Windows. O próximo "milestone" do projeto deve ser o Kdenlive 17.12, que sai somente no final do ano e que promete trazer mais novos recursos.

Em breve esta versão do Kdenlive deverá estar nos repositórios de praticamente todas as distros, incluindo o PPA estável para Ubuntu e Linux Mint (e derivados).

Para saber mais sobre esta nova versão do Kdenlive e conferir todo o changelog, clique aqui.

Até a próxima!
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Projeto Krita em apuros com o governo da Holanda

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Os desenvolvedores do projeto Krita publicaram hoje uma nota em seu site explicando sobre problemas legais que a fundação vem passando e em como isso pode impactar o desenvolvimento da ferramenta.

Krita Foundation está com problemas




A Fundação Krita é o órgão responsável pela manutenção do software de mesmo nome, o Krita, que está ficando a cada dia mais popular do ramo de design artístico digital e até mesmo em animações. O Krita é um software livre e depende basicamente de doações para sobreviver.

Parte da "arrancada" do Krita, deve-se ao fato de que os desenvolvedores conseguiram empregar algumas pessoas de forma integral para desenvolver o projeto, e isso foi conseguido primariamente através de uma campanha no Kickstarter, com o passar do tempo, depender de doações apenas acabou se tornando uma dificuldade e por isso o Krita foi parar na Steam e mais recentemente na Windows Store, onde ele é um software pago, ainda que as pessoas possam baixá-lo gratuitamente como sempre foi no site oficial.

Além destss destas tentativas de capitalização, o Krita também oferecia alguns materiais de estudo, como vídeos de treinamentos e livros, para assim poder manter os funcionários e os projetos funcionando, contando com o patrocínio de algumas entidades também.

Problemas com o Governo Holandês


No artigo onde o problema é detalhadoBoudewijn Rempt, um dos mantenedores do projeto, explica o drama vivido pela Fundação Krita.

"Em Fevereiro deste ano nós recebemos uma auditoria fiscal. Estávamos bastante confiantes de que não haveria nenhum problema porque quando criamos a fundação em 2013, nós contratamos uma consultoria especializada (um contador) local para nos ajudar e ajustar a Fundação Krita legalmente, assim como a sua administração. Mantemos todos os nossos impostos e livros fiscais adequados de acordo com o que fora instruído pelo consultor.

Apesar de termos feito tudo dentro do que havia sido instruído, o inspetor fiscal que fez a auditoria acabou levando em consideração do fato de vendermos vídeos de treinamentos e livros como um fator determinante para nos julgar como uma empresa, e não uma fundação financiada por doações. 

Isso teoricamente significa para eles que somos uma fundação parte empresa ou uma empresa parte fundação...

... ao mesmo tempo que tentamos recorrer a essa medida, não pudemos fazer isso porque não somos 100% uma empresa, por outro lado, estamos sofrendo com esta taxa por sermos considerados uma empresa...

... o resultado disso é uma dívida de 24 mil Euros. Consultamos o contador e juntos conseguimos deduzir os impostos para 15 mil Euros aproximadamente, incluindo multas e juros, somando a isso ao pagamento para o contador, que chega a 4 mil Euros.

As discussões com o fiscal e com o contador tem se arrastado por meses. O que estresse que isso causou acabou diminuindo a nossa produtividade de codificação e também acabou fazendo com que gastássemos muito dos nossos fundos nisso, estávamos quase certos de que a fundação Krita iria à falência."

Os desenvolvedores informaram que terminaram 2016 com cerca de 30 mil Euros na conta da fundação, o que seria o suficiente para manter o projeto sem adições até Junho deste ano, por conta do ocorrido a renda caiu para algo em torno de 5,5 mil Euros apenas, o que deixou o projeto em um estado crítico, mas graças a três patrocinadores, o projeto pode sobreviver por mais algum tempo.

"Se não fosse por eles, não teríamos sido capazes de ser tão produtivos quanto queríamos e algumas coisas legais que estávamos trabalhando não teriam sido feitas ainda e pior, talvez não conseguíssemos lançar o Krita 4.0", comenta Rempt.

A ideia é fazer um novo projeto de crowdfunding para o Krita em Setembro para tentar garantir a sobrevivência do projeto por pelo menos mais um ano completo.

Os desenvolvedores enfatizam que é possível fazer doações a qualquer momento durante o ano, não sendo necessário esperar a campanha começar para isso. Você pode ver a página de doações para o Krita clicando aqui.

Boas notícias!


Junto com as notícias ruins também vieram as boas. Os desenvolvedores comentaram que medidas já foram tomadas para evitar um problema semelhante no futuro, fazendo com que a renda obtida através da venda de livros e vídeos seja gerenciada por outra empresa em separado, fazendo da Krita Foundation, uma instituição 100% dependente de doações, recolhendo qualquer faturamento de outra forma.

Uma novidade bacana que foi compartilhada é que teremos uma versão "LTS" do Krita em 2018, seria uma versão focada em estabilidade, provavelmente a versão 4 ou 4.1 e nas palavras dos próprios desenvolvedores, a ideia é que o software tenha "zero bugs".

Até a próxima!
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Edição de vídeo com Blender, uma ferramenta poderosa e pouco explorada!

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quarta-feira, 3 de maio de 2017

O Blender 3D é uma ferramenta extremamente poderosa e gratuita que você pode utilizar no Windows, no Linux e no macOS, um de seus vastos recursos é a edição e a composição de vídeo, vamos falar um pouco sobre isso.

Blender para edição de vídeo



O texto à seguir foi escrito pelo nosso professor do Diolinux EAD, Júlio César Fernandes Neto, confira:

Olá. É a primeira vez que escrevo para o blog Diolinux, então agradeço ao Dionatan pela oportunidade de conversar com vocês sobre edição de vídeo com Blender.

Nos segmentos dominados por soluções proprietárias, o uso de pirataria se amonta. Mas o uso de pirataria frequentemente é uma tentativa de se manter na zona de conforto. Não há problema algum se você prefere as soluções proprietárias, cada um possui as próprias necessidades. Mas por que não expandir o espectro de alternativas?

A dominância de mercado não possui relação linear com a qualidade de um produto. Sendo assim, muitas pessoas tardam a buscar alternativas que podem lhes livrar de um custo financeiro, ou das dores de cabeça da pirataria.

Confira também: Blender Velvets para edição de vídeo.

Eu produzo vídeos para o YouTube, a série chamada Cosmos de Carlos Sagaz (uma homenagem em forma de paródia para Cosmos, de Carl Sagan). Eu usava o pacote Adobe, mas estava disposto a substituir todas as minhas soluções por alternativas gratuitas, especialmente após o After Effects ter apresentado uma falha que quase deitou a perder cenas nas quais eu já havia investido muito tempo. 

Para minha imensa surpresa, surgiu o Blender.

Blender é um programa de manipulação 3D, e é muito poderoso. A Blender Foundation de tempos em tempos lança curta-metragens feitos com Blender, claro. Um exemplo muito bacana é o curta Sintel, que está disponível no YouTube. Não apenas no YouTube, pois você pode baixar todo o projeto 3D usado, e estudá-lo. Atualmente está em produção o filme Agent 327, o plano é lançá-lo como um longa-metragem nos cinemas.


Blender não é apenas - como se isso fosse pouco - um manipulador 3D. Ele também possui um compositor de vídeo. Isso significa que ele tem potencial no mínimo parelho ao After Effects. Mas há um detalhe adicional muito relevante. After Effects é um compositor 2D, com alguma capacidade 3D. Blender é nativamente 3D, isso significa que ele faz o que a solução da Adobe não faz.

Além de composição, o Blender também possui um editor de vídeo, que é meu ponto neste artigo. O compositor tem por finalidade a criação de efeitos digitais sofisticados, enquanto a premissa de um editor é simplesmente criar uma sequência temporal para o vídeo (inclusive importando as cenas feitas no compositor), adicionar transições e efeitos que sejam simples o bastante para não exigir um compositor. O editor de vídeo do Blender apresenta RGB parade e outros tipos de gráficos que nos ajudam muito a controlar cor e contraste. Também é possível adicionar máscaras e efeitos animados via keyframes e camadas de ajuste, apenas para exemplificar alguns atributos presentes no Blender que são considerados avançados. Sem falar as meta strips, que possuem fim semelhante às Sequences no Premiere.

Montei acampamento no compositor do Blender por ele ter idiossincrasias que me agradaram muito, como os atalhos nativos e a maleabilidade da linha de tempo. Também fiquei surpreso com a estabilidade do programa, coisa que não senti em minha experiência com Kdenlive.

Há uma série de fatores, subjetivos e objetivos, que nos fazem escolher tal ou qual solução. Deixo então, como palavras finais neste artigo, um convite para que experimentem o Blender como seu editor de vídeo e, quiçá, como seu manipulador 3D.

E se você está pensando: "Poxa, seria bacana um curso sobre isso!" Bom, você não perde por esperar, fique ligado no blog e no canal Diolinux nos próximos dias.

Até a próxima!
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PhotoGIMP 2017.1 está disponível para download!

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quarta-feira, 26 de abril de 2017


❗❗❗ Atenção, existe uma versão atualizada do PhotoGIMP (Clique aqui)❗❗❗

O blog Diolinux orgulhosamente apresenta a versão 2017.1 do projeto PhotoGIMP, o projeto que procura aproximar usuários do Adobe Photoshop ao GIMP, facilitando a transição entre as duas ferramentas.

PhotoGIMP 2017.1 Diolinux




A migração entre softwares é sempre trabalhosa, especialmente quando este programa é um dos pilares do seu trabalho, como é o caso de muitos profissionais com o Adobe Photoshop.

Eu admito que há casos em que o Photoshop será insubstituível para o usuário, mas francamente, isso depende mais do usuário do que do programa e de seus recursos, visto que existem vários profissionais que trabalham somente com o GIMP há muitos anos, você pode escolher as suas desculpas, mas em "90% dos casos" o motivo está simplesmente no dito workflow e na produtividade.

O costume com atalhos, aparência e localização das ferramentas são fatores eventualmente decisivos para quem não quer usar o GIMP.

O PhotoGIMP é um projeto criado especialmente para quem gostaria de utilizar a ferramenta mas é especialmente acostumado com o Adobe Photoshop, ou pessoas que precisam ou querem transitar entre ambos, sem precisar decorar teclas de atalho muito diferentes entre os dois softwares.

PhotoGIMP 2017.1


O PhotoGIMP não é um novo programa, nem sequer é um "concorrente" do GIMP, muito menos do Photoshop, ele é puramente "o GIMP", mas usando toda a liberdade que o software livre nos proporciona, ele foi modificado intencionalmente para ter um workflow mais parecido com o Photoshop, muitas coisas contidas na versão do ano passado se mantiveram, mas o projeto foi ajustado e simplificado.

PhotoGIMP 2017
PhotoGIMP no Linux Mint Cinnamon

No PhotoGIMP 2017.1 você encontra um novo tema GTK que é capaz de ignorar os outros temas, então, independente de qual tema você use, ao ativar o tema do PhotoGIMP ele se manterá o mesmo, isso garante a compatibilidade perfeita com outras distribuições que não sejam o Ubuntu com o tema Ambiance, como acontecia na versão passada. Esta versão do PhotoGIMP é compatível com todas as distros, independente da interface.

Usuários de Linux Mint comentaram que a versão passada simplesmente não se encaixava no tema do sistema e acabava ficando... bom... muito tosco, para dizer o mínimo, acredito que isso tenha se resolvido, como mostra a imagem acima.

PhotoGIMP 2017.1
PhotoGIMP no Windows 10

A versão para Windows também foi atualizada juntamente e agora suporta o mesmo tema, permitindo exatamente a mesma aparência no Linux e no Windows, o que facilita a migração entre plataformas também. Na verdade, agora não existe mais um PhotoGIMP para Linux e outro para Windows, como era antes, é apenas um que funciona nos dois, ou seja, o projeto foi simplificado.

Os ícones das ferramentas estão maiores também, os principais atalhos do Photoshop fazem parte do PhotoGIMP, assim você não precisa decorar tudo de novo, o tema escurecido garante que você não canse os olhos editando imagens o dia todo e a organização espacial das ferramentas também vai te ajudar a encontrar o que você quiser com maior facilidade. Por exemplo, ferramentas comuns organizadas na barra de ferramentas da esquerda como no Photoshop, camadas na direita em baixo, etc.

PhotoGIMP no Deepin 15.4
O projeto também conta com uma série de brushes novos pré-instalados, ideal para quem gosta de fazer desenho digital também.

Outra correção que foi feita é relacionada a adaptação do tema à resoluções diferentes. Este bug acabava fazendo com que o botão de maximizar "sumisse" do GIMP, agora ele deverá funcionar perfeitamente, independente do tamanho da sua tela e da resolução.

Créditos


Para construir o patch PhotoGIMP nós unimos vários projetos abertos em torno do GIMP condensando em um "produto" final, por isso temos que dar créditos a quem realmente merece, que são os desenvolvedores do GIMP (gimp.org), aos desenvolvedores do tema, este tema (ainda que tenha sido modificado por mim), partiu do tema que será liberado com a futura versão do GIMP (O PhotoGIMP é feito em cima do GIMP 2.8.x), agradecimentos também aos desenvolvedores dos brushes. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos que me ajudaram testar a nova versão, especial o Ricardo Venturini Bugim que me ajudou a testar várias etapas do projeto passo a passo.

Como instalar o PhotoGIMP no seu sistema


Vamos aos preparativos: Como eu tinha comentado anteriormente, o PhotoGIMP é um patch, logo, ele necessita do GIMP original instalado previamente, por isso instale no seu sistema da maneira que preferir.

Windows: Faça o download do .exe à partir do site e instale normalmente usando o utilitário de instalação, basicamente você pode avançar nele, não há nenhuma propaganda ou "recurso" extra que será instalado indevidamente.

Linux: Dependendo da distribuição haverão formas diferentes de fazer a instalação, porém, o GIMP está nomeadamente no repositório de todas, basta procurar o pacote "gimp" sem aspas no seu gerenciador de softwares ou central de aplicativos.

GIMP na Central de Apps no Linux Mint


Quem prefere fazer pelo terminal pode usar estes comandos:

Ubuntu/Mint/Debian/Deepin/elementaryOS e derivados:
sudo apt install gimp
Fedora e derivados:
sudo dnf install gimp
Arch/Manjaro/Antergos e derivados:
sudo pacman -S gimp
openSUSE e derivados:
sudo zypper install gimp

Uma vez que o GIMP esteja instalado, agora você só precisa baixar o patch e extrair ele para o local indicado. Os arquivos são os mesmos, tanto para Linux, quanto para Windows.


Com o Patch baixado, você verá que tem "em mãos" um arquivo .zip, dentro dele existem instruções para instalação semelhante ao que você encontra aqui em um arquivo de texto, você pode consultar ele.

O que você deve fazer é substituir a pasta de configurações do GIMP pelo nosso patch PhotoGIMP, no Linux e no Windows ela fica dentro da sua pasta de usuários comuns.

Instalação PhotoGIMP no Linux (distros em geral)


Extraia a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário, ela deverá manter o ponto antes do nome para ficar oculta. (atenção para o ponto!)

Exemplo de local para extrair:

/home/diolinux(nome do usuário)/EXTRAIA AQUI!

Instalação do PhotoGIMP no Windows 7/8/10


Para o Windows o processo é semelhante ao do Linux, basta extrair a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário que fica dentro do disco C.

Por exemplo

C:\Usuários\Diolinux(nome do usuário)\EXTRAIA AQUI!

Depois de extrair, basta abrir o GIMP normalmente.

Caso a modificação não apareça logo de cara, ou ao menos o tema, com o GIMP aberto, verifique se o tema está selecionado e habilitado.

Vá no menu editar>>preferências>>tema e na lista de temas disponíveis procure pelo "PhotoGIMPDiolinux", selecione e clique no botão "OK" e a mudança deverá ser instantânea.

PhotoGIMP Diolinux

Aproveite o PhotoGIMP e divirta-se! Lembre, este projeto não tem qualquer custo, é disponibilizado para você completamente grátis, então compartilhe a matéria como pagamento, indique para amigos que poderão se interessar! :)

Caso você encontre problemas ou tenha sugestões para edições futuras, por favor deixe nos comentários ou nos envie um e-mail contando as suas ideias, quem sabe elas ajudam a forma uma versão futura do projeto.

Até a próxima!
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OpenShot 2.3 é lançado com nova ferramenta Picture in Picture e mais recursos

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domingo, 2 de abril de 2017

Quem está procurando um editor de vídeos relativamente simples para usar no Linux pode encerrar as suas buscas pelo OpenShot. Apesar de simples, ele vem adicionando recursos interessantes para facilitar ainda mais e automatizar a produção de editores de vídeo caseiros, confira as novidades que a versão 2.3 traz para você.

Nova versão do OpenShot video editor




Eu acho o OpenShot perfeito para quem quer fazer edições simples, cortar um vídeo aqui, colocar uma transição ali, colocar uma música de fundo, etc. e apesar isso, ele ainda permite algumas construções mais avançadas, especialmente depois deste último lançamento.
OpenShot 2.3

Jonathan Thomas, o principal desenvolvedor do editor, liberou um vídeo onde ele explica e demonstra um pouco mais das novidades desta versão:


O grande diferencial desta nova versão parece ser mesmo a ferramenta de transformação fácil, que permite que você crie até mesmo animações de movimento de forma simples, com movimentos baseados em keyframes, porém, sem a necessidade de conhecimento avançado nesse tipo de recurso.

Outra coisa que não posso deixar de comentar é a volta da ferramenta de tesoura para cortar os clipes (razor tool), sim, o OpenShot sempre permitiu cortes, mas desde a versão 1.4.3 que o ícone de tesoura deixou de existir, obrigando a usar a tecla de atalho "Ctrl+K" para fazer os cortes, algo que para produção pode ser até eficaz, mas para o público leigo complica um pouco, aliás, o atalho continua funcionando, com a diferença de que agora só o usa quem quiser.

Existem várias outras mudanças interessantes que você pode consultar diretamente do site oficial do editor de vídeos, basta clicar aqui, tem alguns exemplos bem legais.

Instalação do Ubuntu e outros sistemas


O OpenShot possui versões para distros Linux, macOS e Windows, sendo que todos os arquivos que você precisa para instalar ele no seu computador são encontrados na página de download do projeto, incluindo até mesmo o código fonte da aplicação.

Em termos de "Linux", o OpenShot é distribuído oficialmente apenas de duas formas, através do AppImage (para qualquer distro) e através de PPA para o Ubuntu e seus derivados.

Quem já usa o PPA ppa:openshot.developers/ppa só precisa manter o sistema atualizado para ter a última versão do aplicativo. Quem não tem, basta adicionar:
sudo add-apt-repository ppa:openshot.developers/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install openshot-qt
Lembrando que este PPA é somente compatível com o Ubuntu 14.04 LTS ou superiores e ainda é uma versão Beta, apesar de estar funcionando muito bem. Quem não gosta muito de usar o terminal, pode instalar sem usar o terminal usando o AppImage ou usando ferramentas gráficas.

Até a próxima!
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Procurando uma alternativa mais simples para o Photoshop e o GIMP? Conheça o Pixeluvo!

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segunda-feira, 20 de março de 2017

Como eu sempre procuro resolver os problemas dos leitores, ao menos na medida do possível, hoje eu vou apresentar para vocês um editor de imagens que pode ser exatamente o que você estava procurando para realizar os seus trabalhos.

Pixeluvo editor de imagens




Há algum tempo atrás no nosso grupo no Facebook, alguns leitores estavam debatendo sobre a procura por um software que fosse capaz de realizar edições de imagens com um certo nível de complexidade (não tão alto), porém que foi mais simples de utilizar que o GIMP e o Photoshop que tem vários recursos que muitas vezes acabam tornando o uso mais complexo.

Pesquisando por alguma solução que se encaixasse com com este tipo de usuário que prefere não utilizar o GIMP, ainda que ele seja grátis, e também não vê sentido e comprar ou assinar o Photoshop, é que eu acabei encontra o Pixeluvo, comprei uma cópia para mim, sim ele é pago, mas tem um valor relativamente acessível, se compararmos com o produto da Adobe.

Fiz um vídeo bacana para você entender como ele funciona e conhecer as principais ferramentas.



Como você viu no vídeo, eu entrei em contato com os desenvolvedores do Pixeluvo e consegui 5 chaves de ativação para sortear para vocês, para participar do sorteio basta enviar um Tweet pra gente dizendo porque você merece receber a key com a #pixeluvo.

Como essa galera que já está participando:

Pixeluvo Diolinux Twitter

Os vencedores da promoção serão anunciados no canal do Diolinux no Domingo que vem, dia 26 de Março de 2017, então fica ligado! Na Segunda-feira eu faço um post aqui no blog também comentando os vencedores.

Se você quiser comprar o Pixeluvo por sua conta, você pode fazer acessando o site oficial ou através da Steam.

Até a próxima!
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Comparando recursos de editores de vídeo disponível para Linux com os que não estão

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quinta-feira, 9 de março de 2017

Recentemente o canal Diolinux fez uma participação muito bacana no canal Brainstorm Tutoriais no YouTube, a ideia era explicar como o Linux pode ser uma alternativa muito interessante para produtores de conteúdo audiovisual, hoje os nossos parceiros do Oficina do Tux postaram um vídeo comparando os editores mais populares, confira.

Comparando editores de vídeo




O vídeo do oficina mostra através de uma tabela um comparativos de recursos disponíveis em cada um dos editores, nem todos eles são grátis, nem todos rodam no Linux, mas dá para você ter uma ideia, pelo menos em análise prévia de alguns dos principais efeitos e recursos, se o editor que você almeja é o ideal para você. 


Vale comentar uma vez mais o fator preço, ainda que determinados softwares possam conter mais recursos, como o Lightworks em relação ao Kdenlive, ou ao Premiere, cabe a você que vai editar identificar que você realmente necessita daquele recurso e se o diferencial que o programa pago em questão tem, rodando no Linux ou não, vale o investimento que você terá que fazer para poder utilizá-lo.



A planilha ainda não está completa e algumas coisas ainda necessitam de testes, assim que houverem atualizações sobre o conteúdo dela você ficará sabendo por aqui e pelo canal Oficina do Tu

Até a próxima!

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