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Kdenlive agora tem versão em Snap de forma oficial

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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Kdenlive é um editor de vídeo não-linear que muitos usuários que começam no Linux usam para editar vídeos, ele apareceu, inclusive, em uma lista que fizemos com várias boas opções para quem quer editar vídeos no Linux.

Kdenlive agora tem versão em Snap de forma oficial





O anúncio foi feito no blog do KDE, pelo dev  Jonathan Riddell, onde comenta que os snaps são um novo formato de pacotes baseados em contêineres e que o projeto KDE tem mais de 50 aplicativos já disponíveis nesse formato, informando que agora é a vez do Kdenlive de juntar-se a “família” snap de forma oficial.



Riddell, comenta sobre o novo formato e a adoção da comunidade KDE deles:

“A maioria dos pacotes Snap do KDE são construídos pelo time do KDE Neon em seus próprios servidores, e visam tornar a construção dos pacotes mais integrada com os repositórios do projeto, garantindo uma construção contínua dos mesmos. Isso significa que estes pacotes são frequentemente atualização e no momento que alguma mudança é feita, você, como usuário, sempre terá as últimas versões dos softwares do KDE, com novos recursos e correções de bugs.”


Com isso, temos agora os 3 (três) formatos novos suportados pelo Kdenlive oficialmente, snap, flatpak e appimage. Fora os outros formatos, que você pode consultar aqui.

Se você quiser experimentar o Kdenlive via snap, primeiramente terá que instalar o suporte a snap no seu sistema. Caso este suporte não existe nativamente, você pode aprender a habilitar este recurso através deste tutorial nosso. Se você usa o Ubuntu e suas flavours, basta procurar na Store por “kdenlive” ou via terminal, com o seguinte comando:

sudo snap install kdenlive

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Kdenlive 19.08.2 chega com várias melhorias

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quinta-feira, 17 de outubro de 2019


Contrário ao que é dito por algumas pessoas em seus artigos internet a fora, os softwares e aplicações nas distros Linux recebem atualizações com novidades e correções com bastante frequência. Principalmente quando se trata das grandes empresas e comunidades por trás das principais distribuições Linux.

kdenlive-19.08.2-chega-com-várias-melhorias

Essa frequência pode ser percebida, dentre outras maneiras, por aqui mesmo no blog Diolinux. Se formos checar, por exemplo nos últimos 30 dias, o grande número de novidades e aprimoramentos sobre os quais escrevemos, é de “cair o queixo”. Falamos sobre atualizações importantes nos projetos KDE, GNOME, Flatpak, Kernel Linux, e ainda sobre design dos sistemas e jogos no Linux.

Agora chegou a vez de falarmos sobre o que há de novo no Kdenlive. Um dos mais conhecidos e poderosos editores de vídeo disponíveis para Linux. E para muitos, uma alternativa a altura de programas como o Vegas Pro e o Adobe Premiere. No último dia 11 foram anunciados 28 aprimoramentos que estão presentes na versão 19.08.2 do Kdenlive, dos quais podemos destacar:

Corrigido um bug que fazia o software travar ao redimensionar a composição;
Atualizado o script MSYS2;
Corrigido travamento ocasional ao mover a trilha de áudio;
Adicionada a opção de desabilitar a visão multitrack ao renderizar;
Corrigida a exibição incorreta da duração do vídeo ao alterar o perfil;
Corrigidos alguns erros de compilação;
O filtro “bg color” agora é configurável;
Corrigido bug que fazia com que alguns efeitos não acompanhassem o redimensionamento do vídeo;
Adicionado campo clicável ao copiar quadros de máscara automática;
Adicionada a possibilidade de exibir a lista de efeitos ao clicar no nome de uma trilha;
Corrigido travamento ocasional ao tentar acessar as propriedades indisponíveis de um arquivo;
Correção de layout no espaçamento da lista de efeitos;
Corrigida a perda dos clipes ao abrir o arquivo do projeto com o caminho correspondente;
Atualizada a versão do AppData;
Correção no layout ao limpar a lista de efeitos;
Corrigida a ordem das trilhas de áudio;
Correção para o efeito “speed”.

O Kdenlive foi por vários anos o principal editor de vídeo utilizado pelo Dionatan Simioni na produção do canal Diolinux. Comecei a utilizar o Kdenlive com mais frequência apenas nas últimas semanas, e tenho gostado bastante do software. É muito bom para mim, e todos que utilizam o Kdenlive sabermos que o projeto está avançando rapidamente, e que a cada atualização várias melhorias são feitas ao software.

Você utiliza ou já utilizou o Kdenlive? Ou tem alguma sugestão de outro editor de vídeo tão bom quanto, ou melhor? Diga-nos nos comentários.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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PhotoGIMP agora está disponível em Snap

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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

O PhotoGIMP é um patch criado com o intuito de facilitar a migração de pessoas habituadas com o ecossistema da Adobe, porém, que desejam utilizar um software livre e sem atuar na ilegalidade (não é incomum usuários possuírem a versão crackeada do Photoshop).

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Como todo programa de código aberto, o GIMP é plenamente customizável e permite inúmeras modificações em sua interface e comandos internos. O projeto PhotoGIMP é de autoria do Dionatan Simioni, o responsável pelo Diolinux (o “manda chuva” 😁️😁️😁️), mas com o tempo, novos colaboradores se juntaram e contribuíram com o projeto.

Esse é o caso do Felipe Cereda, design e profissional conhecido pelos usuários Linux aqui no Brasil, que criou a arte da Splash Screen (aquela telinha que aparece, quando o programa está iniciando).

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Agora em 2019, graças ao Pedro Marinho, o PhotoGIMP chega à Snapcraft. Anteriormente o PhotoGIMP, que era apenas um patch, tinha que ser aplicado manualmente em uma instalação do GIMP. Caso queira fazer o procedimento manualmente, acesse essa postagem com todo passo a passo.

Algumas novidades da versão em Snap


Não é mais necessário ter uma versão do GIMP pré-instalada no sistema, porém, o PhotoGIMP continua sendo o “GIMP”, mas sendo instalado como um programa. Pedro Marinho passou a ser o responsável por manter o pacote Snap no repositório da Canonical e o código fonte pode ser encontrado diretamente em seu Github.

Incentivamos que todo e qualquer bug encontrado no PhotoGIMP via Snap, seja relatado no Github do Pedro, assim as devidas correções poderão ser lançadas.

Tive o prazer de criar uma logo para o PhotoGIMP, algo que remetesse ao GIMP e que mantivesse a personalidade do projeto. Não sou tão experiente, como o Cereda, mas foi interessante compor o visual do ícone.

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Também modifiquei a tela de Splash Screen, utilizando a criada pelo Cereda, adicionando pequenas alterações sem influenciar tanto em seu trabalho. 

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Obviamente que os atalhos e disposição das ferramentas foram alteradas, em comparação com o GIMP, para facilitar e simplificar ao máximo aos usuários que utilizavam o Photoshop.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Perceba na imagem acima, que apenas as ferramentas mais usuais na edição de imagem estão presentes por padrão. Elas continuam a existir, todavia a lógica de organização foi pensada para remeter ao software da Adobe.

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, com menos ferramentas visíveis e sem poluir a interface. Tanto o painel de camadas e canais estão localizados na mesma região que é encontrado no Photoshop, como a adição de uma aba para seleção de fontes.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Lembrando que esses ajustes também estão presentes no patch de modificação, que serve tanto para o GIMP no Linux, como no macOS e Windows. A vantagem do PhotoGIMP via Snap, é manter todas essas modificações à parte de outra instalação do GIMP e a facilidade de instalar sem precisar modificar nada manualmente. Atualizações futuras chegarão automaticamente, ao fazer o update do pacote. Em algumas distribuições, como o Ubuntu, tudo será atualizado automaticamente.

Instalação PhotoGIMP via Snap


O Snap já vem configurado por padrão no Ubuntu, sendo assim, basta pesquisar diretamente na loja por: “PhotoGIMP” e instalar o app. Demais sistemas baseados em Linux podem ser configurados para utilização de programas neste formato, acessando este link.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Instalar utilizando o terminal também é uma opção. Se prefere assim, use o comando a seguir:

sudo snap install photogimp

Remover via terminal é bem simples.

sudo snap remove photogimp

Por fim, fica meu agradecimento especial ao Dionatan Simioni por possibilitar a minha singela contribuição com o projeto. Reforço que, quando possível, recorram ao mantenedor do pacote Snap, o Pedro Marinho em seu Github (sem ele não existiria o PhotoGIMP via Snap). Todo esse trabalho é empregado em nome do espírito de colaboração Open Source. Acredito que muitas pessoas podem ser auxiliadas com essa iniciativa do Diolinux.

OBS.: Você não precisa instalar ou possuir outra versão do GIMP em seu sistema, caso opte pelo PhotoGIMP via Snap. O pacote já é o programa com o patch aplicado.

Até o próximo post, participe de nosso fórum Diolinux Plus e compartilhe com seus amigos, SISTEMATICAMENTE! 😎️
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MusicBrainz Picard 2.2 lançado com player embutido

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Organizar seus álbuns musicais nem sempre é uma tarefa simples, ainda mais quando é necessário pesquisar pelas informações corretas. Pois bem! MusicBrainz Picard pode ser uma ótima solução.

musicbrainz-picard-metabrainz-musica-som-audio-album-cd-meta-tag-info-mp4-m4a-ogg-mp3-flac-editor

MusicBrainz Picard é um software open source, multiplataforma e desenvolvido pela Fundação MetaBrainz, a mesma responsável pelo banco de dados MusicBrainz. O Picard pode, com apenas um clique, encontrar diversos álbuns de música em diferentes formatos, como: MP3, FLAC, OGG, M4A, WMA, WAV, entre outros.

Utilizando as impressões digitais de áudio AcoustID, os arquivos são identificados e comparados com as músicas no banco de dados, isso tudo sem que os metadados estejam presentes em seus arquivos ou estejam incompletos. Editar as tags de suas músicas com o programa torna-se bem prático.

Algumas novidades do MusicBrainz Picard 2.2


Diversos bugs foram corrigidos, resolvendo falhas em suas versões, seja para Windows, Linux, macOS, etc.

Outros recursos mais técnicos foram adicionados, caso tenha interesse, acesse este link e veja os detalhes. Uma novidade que posso destacar, entre as demais, é a adição de um player de música embutido. O recurso ainda é beta, mas simplificará o ato de editar as tags e demais configurações. Poupando tempo, ao não obrigar o uso de outro player em conjunto. Algo simples, mas que vem para somar e tornar tudo mais fácil. Ainda é possível escolher por outro player instalado, lembre-se que por se tratar de uma feature em beta, pode ocorrer bugs com essa nova função.

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Instalação do MusicBrainz Picard 2.2


Existem versões do app para muitas plataformas, irei demonstrar para o Ubuntu via PPA, Flatpak e Snap, para englobar o máximo possível de distribuições Linux. Aliás, Flatpak é a maneira que aconselho e utilizo o software no Linux. Outras distribuições podem tanto instalar a versão contida no Flathub, que demonstrarei a seguir, ou acessar o link “Linux” e escolher conforme sua distro no site oficial do Picard (Snap também é uma opção).

Baixe a versão conforme seu sistema operacional:


Picard via PPA


Usuários de Ubuntu e derivados podem instalar o Picard via PPA conforme demonstrarei, entretanto, reforço que o uso do Flatpak e Snap diminui a obrigatoriedade de tal método.

Adicionando o PPA Stable do Picard:

sudo add-apt-repository ppa:musicbrainz-developers/stable

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Picard:

sudo apt install picard

Caso queira remover o Picard via PPA, desinstale o programa e depois remova seu PPA.

Removendo o Picard:

sudo apt remove picard

Removendo o PPA:

sudo add-apt-repository -r ppa:musicbrainz-developers/stable

Picard via Flatpak


Outro modo de obter o Picard, é via Flatpak. O programa encontra-se no repositório Flathub, facilitando a instalação nas principais distribuições Linux. Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja pelo programa, caso esteja utilizando o Ubuntu, não se preocupe, essa postagem demonstra a configuração do Flatpak e adição do Flathub no sistema da Canonical. Assim, basta pesquisar na loja por “Picard flatpak” e instalar o app.

musicbrainz-picard-metabrainz-musica-som-audio-album-cd-meta-tag-info-mp4-m4a-ogg-mp3-flac-editor-ppa-ubuntu-snap-mint-flatpak-flathub-snapcraft

Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub org.musicbrainz.Picard

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove org.musicbrainz.Picard

Picard via Snap


O Picard também está na Snapcraft, vale ressaltar que na presente data em que escrevo este artigo, essa versão está na “2.1” e não encontrei no site do Picard a menção de um pacote Snap. Provavelmente este Snap é empacotado pelo pessoal da Canonical, sem envolvimento da Fundação MetaBrainz.

No Ubuntu basta pesquisar diretamente na loja por: “Picard” e instalar a versão em Snap, outros sistemas baseados em Linux devem adicionar o suporte ao Snap. Acesse este guia e configure seu sistema

Instalando o Picard Snap:

sudo snap install picard

Removendo o Picard Snap:

sudo snap remove picard

O Picard é uma aplicação interessantíssima, ainda mais com sua enorme base de dados, porém, caso queira outras alternativas o “EasyTag” e “Puddletag” são recomendadas e vale o teste.

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Conheça o curso de edição de áudio com Audacity do Diolinux Play

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Você já pensou em trabalhar o áudio e criar o seu próprio podcast? O Audacity é uma das melhores ferramentas para você fazer captação e edição de áudio de forma gratuita, e nós preparamos um material especial para você que quer aprender a manipular áudio.

curso-edição-de-audio-audacity






Um dos projetos que eu mais gosto aqui no blog Diolinux é o DioCast, o nosso podcast que surgiu na tentativa de divulgar o mundo Linux e Open Source através de outras plataformas. Atualmente a comunicação através de áudio tem sido uma forma muito efetiva e interessante e conversar com o público.

O que é o Audacity?


Audacity é um software livre de edição digital de áudio disponível principalmente nas plataformas: Windows, Linux e Mac e ainda em outros Sistemas Operacionais. O código fonte do Audacity está sob a licença GNU General Public License. A sua interface gráfica foi produzida utilizando-se de bibliotecas do wxWidgets. O Audacity começou em 1999 por Dominic Mazzoni e Roger Dannenberg na universidade norte-americana Carnegie Mellon University e foi lançado em 28 de maio de 2000 como versão 0.8.

Interface do Audacity


O Audacity é muito popular entre os podcasters pelos seus recursos de edição, sua grande disponibilidade em múltiplas plataformas, suporte e licença aberta que permite ao programa ser gratuito.

Em 10 de outubro de 2011, ele era o 11º download mais popular do SourceForge, com 76,5 milhões de downloads.O Audacity ganhou o prêmio Community Choice Award do SourceForge em 2007 e 2009 na categoria Melhor Projeto Multimídia.

E o nosso curso?


Criado em parceria com o professor de longa data do Diolinux EAD, Julio César, também professor do curso de Blender, o curso de edição de áudio com Audacity é ideal para você que está querendo melhorar a qualidade do seu som com uma ferramenta grátis e open source. Como estamos encerrando o Diolinux EAD e migrando totalmente para o Diolinux Play, nossos cursos e material extra irão todos para o Play.

O curso faz parte do pacote de assinatura de membros do canal Diolinux no YouTube, basta clicar no Seja Membro, e você terá acesso, não só ao curso de Audacity, mas uma série de outros conteúdos já publicados no Diolinux Play, os que ainda virão, acesso a informações extras na aba da comunidade do canal no YouTube e também acesso a emotes e badges que aparecem ao lado do seu nome no YouTube e que você pode usar nas nossas lives.


O curso fala desde captação de áudio e tratamento até a trilha sonora, voltado para quem deseja fazer podcasts especialmente, no entanto, ele pode ser útil para qualquer pessoa que queira aprender a editar som no Audacity. São oito vídeos ao todo que compõem a seguinte playlist:

- Intro;
- Captura de Áudio;
- Microfones, taxa de amostragem e bits;
- Tipos de arquivos de áudio e suas finalidades;
- Edição multipista, cortes e deslocamentos;
- Redução de ruído;
- Trilha sonora;
- Finalização;

A assinatura é mensal, por apenas R$ 19,90, e você pode cancelar quando quiser, como qualquer serviço de streaming.

Bons estudos, e diverta-se com o Diolinux Play!
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Faça pequenas edições em seus documentos PDFs

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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Experimente um editor de arquivos PDF simples e direto ao ponto, para resolver uma situação específica, sem muitas opções que possam lhe confundir. 

pdf-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux

Existe uma enorme gama de softwares no Linux que nos proporciona editar arquivos PDFs, alguns cheios de recursos e presentes em suítes offices. No entanto, às vezes a simplicidade acaba sendo uma valiosa característica. Afinal, nem sempre queremos algo muito complexo, apenas remover uma página indesejada, quem sabe adicionar uma capa ou algo do tipo.

Caso queira uma ferramenta mais avançada, acesse a postagem sobre o Master PDF Editor, se preferir uma alternativa Android, considere testar o PDFelement

Editando documentos PDFs sem dificuldades


Como mencionei anteriormente, alternativas no Linux não faltam. Durante anos utilizei o PDF Mod, por ser bem intuitivo e estar nos repositórios do Ubuntu, e de todas as distribuições que já utilizei para trabalho. Confesso que a ferramenta não é a mais recheada de funcionalidades, entretanto, sempre me atendeu.

PDF-Shuffler também propõe simplicidade de uso, manusear seus documentos PDF e modificá-los com o programa é “melzin na chupeta” (😋️😋️😋️). Veja a seguir um vídeo demonstrando o editor.


Você pode pesquisar na loja de sua distribuição por: “pdfshuffler” ou baixá-lo do SourceForge.

pdf-shuffer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Sua instalação via terminal no Ubuntu e derivados, para quem desejar, é muito simples.

sudo apt install pdfshuffler

Removendo o PDF-Shuffler:

sudo apt remove pdfshuffler

Simples editor PDF em Flatapk


Aos amantes do Flatpak, o PDF Slicer pode ser interessante. Contudo, o mesmo é muito “enxuto” possibilitando pouquíssimas modificações, comparado aos demais editores abordados neste post. Seu visual é igualmente “clean” e dispensa maiores explicações.

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja por: “pdf slicer”, enquanto, para quem possuir Ubuntu, será exigido uma prévia configuração do Flatpak e adição do repositório Flathub. Essa postagem ensina todo processo

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal para obter o PDF Slicer é opcional.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.junrrein.PDFSlicer

Removendo o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak remove com.github.junrrein.PDFSlicer

Lembrando que as alternativas apresentadas nesta postagem, não tem como objetivo serem repletas de funcionalidades, e dependendo do contexto e usuário em questão, elas são mais que eficientes.

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Glimpse quer ser o novo GIMP, será?

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

No mundo do software livre é muito comum termos a criação de forks de projetos famosos, o próprio Kernel Linux já foi forkeado mais de 27 mil vezes no GitHub. O caso mais recente de um software famoso a receber um projeto fork, é o GNU Image Manipulator Program, conhecido por "GIMP", pela galera aqui da rua.

Glimpse - é a Rebrand do GIMP





Mais curioso do que a criação dos forks, é o motivo de suas criações. Apesar do projeto Glimpse ter algumas ideias de melhorias para trazer ao GIMP, uma das razões principais é pelo nome "GIMP". 

Não entendeu?


Pois é, para falantes de Português realmente não faz muito sentido, mas de fato, a palavra "GIMP" pode significar muitas coisas, como mostra esta sessão de desambiguação a Wikipédia

Dentre as possíveis interpretações, a palavra "gimp" pode ser usada como um gíria para um comentário de mau gosto sobre pessoas com certas deficiências físicas. Confira no dicionário informal de vocabulário em Inglês.

Entre outras atribuições, "gimp" também faz referência um certo tipo de elemento usando por sadomasoquistas, além de também ser um nome de um grupo de dança Nova Iorquino, o "The GIMP Project", o que, eventualmente poderia causar disputas autorais pelo nome (talvez).

Eu passei anos usando o GIMP sem ter conhecimento desse tipo de associação, e apesar de aparentemente isso não ter afetado o projeto de forma muita profunda, especialmente em países onde a língua nativa é diferente do Inglês, algumas pessoas alegam uma certa dificuldade de entrar no mercado por conta do nome, alegando uma certa resistência por causa disso.

Não é a primeira vez que isso acontece


Esses problemas idiomáticos aconteceram outras vezes na história, o próprio uso da expressão "Open Source", foi criado, em parte, para evitar o uso de "Free Software" (Software Livre em Inglês), porque a palavra "Free" também significa "grátis", e acabava passando a ideia errada para o mercado, entre outras coisas.

Apesar de, dentro das comunidades técnicas isso não ser um grande problema, imagine "empurrar" para o mercado leigo sistemas com o nome de "Kubuntu" ou até mesmo "Fedora", que sabemos que faz referência ao chapéu, mas também lembra o nome "Fedor", como já vi pessoas comentando na comunidade.

Percebe como pode realmente ser problemático? Provavelmente a palavra "gimp" para quem fala Inglês, seria como se chamássemos o editor de imagens em Português de "Aleijado", em uma tradução pouco precisa, mas que serve para ilustrar, além das várias outras possíveis associações.

Código aberto é para isso


A discussão pelo nome do GIMP já aconteceu no passado, onde, ao que parece, visto que nada foi alterado neste sentido, o nome foi mantido.

O lado interessante do software livre é que se você não concorda, seja até mesmo com o nome da ferramenta, você pode criar um fork para chamar como quiser e continuar o seu próprio desenvolvimento à partir daí.

Segundo o site do Glimpse, que ainda está muito "cru" e  com poucas informações, no próximo mês teremos o primeiro lançamento da ferramenta, na versão "0.1", que seria apenas uma construção em fork do GIMP, com as primeiras mudanças propostas.

Em 2020 a expectativa é lançar a versão 1.0, já portada para GTK3, com documentação e extras.

Não podemos dizer se o Glimpse será um projeto duradouro, ou se será apenas algo passageiro de algumas pessoas inconformadas com o nome do GIMP. O projeto GIMP carece de desenvolvedores há muito tempo, não sabemos exatamente o porquê, mas acho que a criação de um novo projeto, ou mesmo a organização do GIMP para se tornar uma fundação, de forma semelhante ao que o Krita e o Blender fizeram, pode ser benéfico.

Sei que nós, brasileiros, nunca tivemos problema algum com o nome GIMP, mas se isso for identificado como um fator que impeça o crescimento do projeto em locais falantes de Inglês, assim como aconteceu com a desambiguação de "Free Software" com a sentença "Open Source", não vejo nada de errado em considerar um rebranding. Liberdade é para os que concordam e para os que discordam, não é mesmo?

O que você achou da ideia do projeto? Mesmo nunca tendo feito qualquer conotação negativa com o nome "gimp", confesso que goste de como "Glimpse" soa aos meus ouvidos. E você?

Participe do nosso fórum e continue o debate.

Até a próxima!
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O poderoso DaVinci Resolve chega para Linux na versão 16 com várias melhorias!

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domingo, 25 de agosto de 2019

O poderoso editor de vídeos, software de correção de cores, pós-produção e tratamento de áudio da Blackmagic Design, o DaVinci Resolve, finalmente chega na versão 16 estável, depois de vários meses de testes com a versão Beta.







Eu venho utilizando o DaVinci Resolve para editar os vídeos do canal Diolinux no YouTube desde Fevereiro deste ano, aproximadamente, e percebo que consigo, com ele, entregar melhores resultados, e de forma mais eficiente para vocês. A melhor parte é que a versão grátis dele, ainda que não seja open source, consegue ser muito completa e eficiente para produtores de conteúdo profissional.

Destaques da versão 16 do DaVinci Resolve


A nova versão do DaVinci Resolve insere uma nova "Neural Engine", que utiliza redes neurais e tecnologias de "machine learning" para certas funções e efeitos, como reconhecimento de faces para tracking em composições, criação de efeitos de sincronização, super-escala e até mesmo, correção automática de cores.

Em se tratando de edição de áudio com o Fairlight, a configuração da forma com que as ondas sonoras aparecem foi aprimorada, para facilitar a sincronia com o vídeo, temos suporte para som tridimensional, processamento de voz, e vários outros detalhes menores, que visam agilizar a produção de conteúdo.

Novas ferramentas foram adicionadas para editar "key frames" para efeitos de vídeo ResolveFX, nas páginas de edição e de coloração. Algo nova da versão, é uma aba voltada para edição de vídeo em alta velocidade, ideal para quem produz vídeos para redes sociais diariamente.

Houve otimização na renderização de material no Fusion, o compositor do DaVinci Resolve, concorrente ao After Effects, e também à renderização de vídeo padrão, que já era excelente na versão 15.

Confira de forma detalhada todas as novidades:


Para baixar a nova versão, basta acessar o site da Blackmagic e fazer o download.

Se precisar de ajuda para instalar o Resolve no Linux, confira o nosso artigo especial sobre o assunto aqui.

Dúvidas sobre o DaVinci Resolve? Participe do nosso fórum. :)

Até a próxima!

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Novidades no Kdenlive prometem agilizar a vida dos editores de vídeo

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

A nova versão do Kdenlive chega junto com o update do KDE, que abrange várias aplicações sob o “guarda-chuva” do projeto. Você pode conferir a matéria que fizemos falando sobre.

Novidades no Kdenlive prometem agilizar a vida dos editores de vídeo






Além dos updates corriqueiros, para consertar bugs, corrigir falhas no código e afins, tivemos algumas novidades nesta versão 19.08. As que merecem destaque são:

- Edição de 3 pontos com teclas de atalhos do teclado. Com essa melhoria é possível desenvolver um trabalho mais rápido e economizando alguns cliques.

- Fonte (Source): Nessa feature as linhas verticais verdes, V1 ou A2 à esquerda da faixa,  estão conectadas ao clipe de origem no box “Binário do Projeto (Project Bin)”. Somente quando um clipe é selecionado no box, a linha verde aparece dependendo do tipo do clipe (clipe A/V, imagem / título / clipe de cor, clipe de áudio).



- Target (Marcar): Na faixa V1 ou A1 elas estarão ativas quando a marcação ficar em amarelo. Uma faixa com marcação ativa reage a operações de edição, como inserir um clipe, mesmo que a fonte não esteja ativa (consulte “Exemplo de edição avançada” aqui).




- Pressionando o shift enquanto passa o mouse sobre os clipes no Binário do Projeto, assim fazendo uma “busca” pelo clipe que precisa.



- Ajustar a velocidade do Vídeo ou do Áudio, pressionando CTRL+clique do botão esquerdo do mouse e assim arrastando sobre o clipe que precisa.



Outras melhorias

- Adicionado um parâmetro para etapas que permite aos usuários controlar a separação entre os keyframes gerados pelo motion tracker;
- Ative novamente a funcionalidade transcodificação de clipe;
- Adicionado uma seleção de tela no widget de captura de tela;
- Adicionar opção para ordenar faixas de áudio em ordem inversa;
- A duração do fade padrão agora é configurável a partir de “Configurações do Kdenlive> Misc”;
- Render dialog: adicione o menu de contexto aos trabalhos renderizados, permitindo adicionar o arquivo renderizado como um clipe de projeto;
Renderwidget: Use o número máximo de threads no render.

A lista completa para às melhorias, você pode consultar aqui.

Para baixar a última versão do Kdenlive, basta acessar a seção de download no site oficial do projeto e escolher o método para a sua distro.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Por que o Vim é tão difícil e tão amado por programadores?

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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Muitos irão dizer que ele é amado, justamente pelo motivo de ser difícil. Mas isso soa um tanto quanto arrogante e contraditório. 

Editor de Texto VIM







*Esse artigo foi escrito por: Marcos, do canal Terminal Root.

O fato de ser "difícil" pra mim é relativo. Difícil nada mais é, do que aquilo que não sabemos utilizar e exige que saiamos da zona de conforto para compreender, por exemplo, algumas linguagens de programação que usam bastante nome de classes e métodos com letras maiúsculas e minúsculas misturadas, eu tenho uma dificuldade enorme de me adaptar, mas tem muita gente que prefere e acha mais fácil de memorizá-los.

Eu prefiro linguagens C-like, ou seja, tudo minúsculo.

Tá, mas o que isso tem a ver com o Vim!?!


O VIM é altamente customizável, e você pode deixar ele exatamente como você quiser. Adaptando o meu gosto para o Vim, posso dizer que pelo fato de ser altamente customizável, um ponto que pra mim é notório, iniciando pelo sistema que escolhi também (Gentoo), alto poder de customização: é possível transformar o Vim em qualquer editor que você conhece, sim isso é possível! Em contrapartida, o inverso não é verdadeiro.

E isso é o legal do Vim! Uma vez alguém pediu meu ".vimrc" , mas digamos que não serviria pra ele, pois esse arquivo é meio pessoal, as pessoas que disponibilizam os seus certamente retiram muita coisa. 

Por exemplo, no meu Vim:

- Salvo também com **Ctrl+s**;

- Saiu do editor sem precisar rodar o comando **:q**, mas simplesmente pressionando a tecla **q**;

- Meus tutoriais são escritos em Markdown para Jekyll com sintaxe YAML, ou seja, emojis, blocos, ... tudo específico eu insiro pressinando combinações de teclas.

- Substituições também são automáticas;

E um monte de outras coisas, como: abreviações, comandos, mapeamentos, meus plugins (falo dos que eu criei)... e por aí vai.

Resumindo, concluindo e respondendo a pergunta do título:

Se você o escolheu, é porque você gosta de customizações e maleabilidade. Com o tempo, utilizando no cotidiano, você vai evoluir e ficar mais avançado, isso em qualquer sistema, linguagem de programação e qualquer outra coisa, mesmo não relacionada à tecnologia, ou seja, a mesma regra se aplica ao editor de texto que você escolher, não somente o Vim, mas também a ele.

Uma forma de entender na prática o que foi dito, é através do "Curso de Vim Moderno e Vimscript", do canal Terminal Root, do Marcos, autor deste artigo.

O curso foi planejado para usuários Iniciantes e Avançados


Para você que deseja adquirir, há duas formas:

- Pela Udemy, lá você poderá baixar todas as Apostilas PDF e assistir aos vídeos, podendo interagir com perguntas e comentários, com 70% de desconto neste momento para leitores do Diolinux.

- Diretamente pelo site do Terminal Root.

A diferença da Udemy para o site é que pelo site, além de você poder baixar os PDFs, você poderá baixar também os arquivos e os vídeos.

O que você vai aprender ?

- Técnicas de utilização, com abordagem completa;
- VimScript, a linguagem de programação do Vim para que você possa criar seus próprios plugins e/ou comandos e mapeamentos customizados;
- Personalização total do editor à sua maneira;
- NeoVim;
- Games; – Dicas extras de utilitários;

E muito mais!

Disponibilizamos 30 CUPONS de DESCONTO pra seguidores do Blog Diolinux: Clique aqui e garanta seu CUPOM .

Não deixe de aproveitar essa oportunidade de aprender um dos softwares mais amados do mundo UNIX!

Até a próxima!
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Kdenlive que se cuide? O editor de video Olive vem aí!

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terça-feira, 2 de julho de 2019

No mundo do software livre é pouquíssimo comum de algo assim acontecer, mas sempre que um projeto se destaca um pouco mais dos outros concorrentes, acaba acontecendo uma certa "estagnação", justamente porque o risco de "perder o trono" fica mais distante, talvez este seja um reflexo natural de como o ser humano por trás de cada um desses projetos funciona. Para o bem ou para mal (mas suponho que especialmente para o bem), o projeto Kdenlive tem um projeto que promete concorrência para o título de "melhor editor de vídeo open source".

Olive Editor de vídeo






Para mim o Kdenlive ainda é a melhor opção Open Source para fazer edições e o DaVinci Resolve é a melhor opção grátis, disparado, mas como concorrência é sempre bem-vinda, hoje você conhecerá o Olive!

O projeto é recente, começou a ser desenvolvido e divulgado em Novembro de 2018 e tem grandes ambições, segundo os desenvolvedores:

"Olive é um projeto para entregar edição de vídeo e composição de alta qualidade para todos, de forma gratuita e Open Source. O projeto almeja ser um opção completa para o Adobe Premiere Pro, Apple Final Cut Pro e o Vegas PRO sem comprometimentos. Uma solução poderosa, e ainda assim amigável para novatos, mas especialmente eficiente para as pessoas criativas em todo o mundo."

O projeto começou enquanto o desenvolvedor se dizia "um criador de conteúdo frustrado com o landscaping da cena de softwares de edição, confuso com esquemas de pagamento, falta de aplicativos que fossem multiplataforma, e softwares de baixa qualidade", isso o levou a um antigo interesse de desenvolver um editor de vídeo que combinasse os recursos favoritos dele e excluísse toda a burocracia e com sorte, todos os bugs que ele tinha com os demais editores.

Essa é basicamente a descrição contida no projeto do Patreon do editor e você também pode conferir o código fonte da aplicação no GitHub, onde é possível encontrar versões do software para Windows e macOS, além de Linux.

Quais funcionalidades ele tem?


Olive Editor

Ainda em estágio Alpha de desenvolvimento, o software tem muito a evoluir, o que torna muito interessante o seu feedback. Atualmente ele é simples em recursos, mas já pode servir para alguns trabalhos igualmente simples ou amadores.

O Olive tem suporte para uma ampla gama de codecs e formatos, assim como o Kdenlive, suporte para multitrack com separação automática de áudio dos vídeos e ferramentas de manipulação espacial e movimentação em plano cartesiano. 

Acompanham o editor um gama pequena, porém, útil, de ferramentas para manipulação dos arquivos na timeline. Se você pretende colocar textos e títulos simples no seu vídeo, isso já é possível também, e de uma forma simples e confortável.

O que ele NÃO pode fazer?


Possibilidades do Olive

A lista do que o Olive não consegue fazer é, na verdade, muito grande, mas novamente, trata-se de um software em estágio Alpha, que até pode, mas não deveria ser usado em produção.

Não existe possibilidade de trabalhar com correção de cores, efeitos de áudio são pouquíssimos, trabalhar com multi-câmera também é complicado e as transições são simples. Ainda é um pouco complicado manipular os arquivos na Timeline, no momento em que testei, nem mesmo o conjunto de atalho "CTRL+Z" para desfazer as suas ações estava funcionando, sendo necessário usar um botão na interface. Inclusive, a questão de atalhos de teclado é bem precária no momento também.

A renderização do software me parece "OK", mas nada surpreendente.

O Kdenlive é, sem dúvida, muito superior ainda, então se você busca um software que seja Open Source, ele ainda é a  melhor opção. 

Confira a review completa do editor!



Como baixar o Olive no Linux e testar?


Você pode baixar o Olive diretamente do site oficial, lá você encontra opções para Windows e macOS também.

download editor olive para linux

Talvez a forma mais prática de simplesmente testar a aplicação seja usar os arquivos AppImage que o projeto disponibiliza, no entanto, existem também versões em Flatpak e Snap, além de um PPA e muito mais.

Nos meus testes a versão em Flatpak, do Flathub, foi a escolhida.

No fim das contas, na minha opinião, o Olive está pronto somente para quem quer fazer edições simples, com cortes e junções, talvez um texto, algumas imagens sobrepostas e talvez uma música de fundo e efeitos sonoros, qualquer coisa além disso seria "pedir demais" no momento.

Faça parte de nossa comunidade e não perca nenhuma assunto do mundo da tecnologia, acesse o fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.
Depois de testar nos conte o que você achou!

Até a próxima!
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Kdenlive 19.04.01 lançado com diversas correções!

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terça-feira, 14 de maio de 2019

O Kdenlive 19.04 foi lançado no dia 18 de Abril, com essa nova versão vieram muitas novidades e mudanças no programa, entretanto um bug bem chato estava atrapalhando a edição de vídeos no software. No dia 11 de Maio, uma nova versão foi lançada, corrigindo este problema.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição

Edição de vídeo no Linux é repleto de ótimas opções, temos o Davince Resolve, Ligthtworks, ShotCut, Openshot, entre outras ferramentas. Porém um dos queridinhos sempre foi o Kdenlive. Muitos canais no Youtube sobre Linux, são editados ou foram por muitos anos com essa ferramenta, que é o caso do Diolinux. Em meu canal OSistemático, venho produzindo conteúdo desde o início (2016) com essa ferramenta, e mesmo tendo pontos fortes e fracos considero um bom editor de vídeos.

Kdenlive um editor em constante amadurecimento


Durante o início do canal OSistemático, sofria bastante com a versão do Kdenlive contida nos repositórios do Deepin. E durante um bom tempo, foram meses de situações que envolviam o travamento do programa e em alguns casos até a perda do projeto. Então um belo dia resolvi experimentar a versão que é recomendada pelo projeto, o Kdenlive em AppImage, e posso lhe garantir parecia outro programa.

A versão 19.04 veio recheada de mudanças, uma timeline refatorada (feita totalmente do zero), a possibilidade de gravar o áudio diretamente do editor, adição da renderização de vídeos com fundo transparente, melhora no render (ainda não é um ShotCut ou Davince Resolve durante a renderização, mas está bem melhor que as versões antigas). São inúmeras mudanças. E como novas mudanças podem ocasionar novos bugs, assim foi.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição-timeline

Mais de 40 bugs corrigidos no Kdenlive


  • Foram várias correções, eis alguns bugs solucionados:
  • Falha ao abrir projetos antigos;
  • Erro ao desfazer efeito de ganho/gama;
  • Correção na gravação do áudio;
  • Efeito fade-out quebrado;
  • Miniaturas em alguns clips com falhas;
  • Seleção de clipe bin mais rápido;
  • Efeito de todas as guias com falhas;
  • “Agulha” da timeline se perdia;
  • Imprecisão nos atalhos de corte na timeline;
  • Correções na compilação para Windows; 
  • E muito mais correções…

Veja a lista completa de bugs corrigidos no site oficial do Kdenlive.

Durante esse tempo que editei com a versão 19.04, notei apenas 3 bugs que eram: A agulha que sempre se perdia na timeline, acarretando na imprecisão do corte utilizando atalhos. Por algum motivo o Nvenc não foi reconhecido, impossibilitando a utilização de minha placa de vídeo para render, proxys e previews. E em alguns projetos o vídeo não era exportado com o fundo transparente.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição-osistematico-canal-youtube-diolinux

Utilizei mesmo assim na produção de meus vídeos e o único bug que atrapalhava minha produtividade era “a agulha se perdendo”. Durante nenhum momento o aplicativo fechou ou algo assim.

Kdenlive 19.04.01 em AppImage e Flatpak


Caso utilize o Kdenlive para suas produções, recomendo a dar uma chance para essa nova versão, 19.04.01. Dou preferência pelos AppImages do Kdenlive, por conta de sua estabilidade e praticidade. Entretanto outra solução que venho usando e gostando bastante é o oferecido no Flathub em Flatpak. Esse formato terá a vantagem da atualização, enquanto no AppImage você deverá baixar o editor a cada update.

Para executar o Kdenlive em AppImagem é muito simples, acesse a matéria e proceda como no passo-a-passo. No caso do Kdenlive Flatpak, será necessário configurar algumas coisas, então segue o post completo

O link para download de ambas versões encontram-se no site oficial do Kdenlive, baixe e experimente.

E você edita vídeos com o Kdenlive? Já editei alguns projetos com essa nova versão 19.04.01 e estou gostando muito, migrei totalmente para ela (😁😁😁).

Que tal continuar todo esse bate-papo sobre edição de vídeo em nosso fórum Diolinux Plus?

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, te espero SISTEMATICAMENTE! 😎
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