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A Snap Store ganha novas páginas personalizadas de instalação para as Distros [UPDATE]

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sexta-feira, 21 de junho de 2019

A Canonical, dona do Ubuntu, desenvolveu o formato Snap para distribuir programas e assim facilitar a vida de quem quer portar o seu software para o Ubuntu e outras distros Linux. Para isso utilizam o Snapd como “motor” do pacote. Para saber mais sobre ele, basta acessar o novo artigo para habilitar a função em sua distro.


A Snap Store ganha novas páginas personalizadas de instalação para as Distros






Pensando em melhorar a experiência de quem quer usar o formato em outras distros que não sejam o Ubuntu, agora o site da Snap Store tem uma nova página de instalação. Se você usa uma distro que já tem o snapd habilitado por padrão, basta clicar em instalar o programa normalmente. Entretanto,  se você usa alguma distro que não tenha o snapd ainda habilitado, essa novidade vai facilitar a sua vida e de quem queira usar.

No seu navegador de internet, pode ser Mozilla Firefox; Google Chrome; Brave; Vivaldi ou Opera, basta digitar uma simples URL (endereço do site). A sintaxe é a seguinte https://snapcraft.io/install/[nome do programa]/[nome da distro]. Vamos a alguns exemplos.

O primeiro é usando o Skype e o elementaryOS. A sintaxe do endereço é: 

https://snapcraft.io/install/skype/elementary 

Então, aparecerá  a seguinte página (dividimos para ficar mais didático).





O segundo aplicativo e distro a serem usados, é o Spotify e o Linux Mint. Com a sintaxe:

https://snapcraft.io/install/spotify/mint 



        

No terceiro exemplo, vamos utilizar o Fedora e o Telegram (sim, o Telegram tem uma versão oficial em Snap, mas não está no site, fazer o que né 😁). A sintaxe da URL para o Fedora é:

 https://snapcraft.io/install/telegram-desktop/fedora





O último caso que vamos dar como exemplo, é o Slack e o Debian. Para o Debian, a sintaxe da URL é:

 https://snapcraft.io/install/slack/debian






Até o momento, 11 distribuições Linux estão "suportadas", são elas: Arch, CentOS, Debian, elementary OS, Fedora, KDE Neon, Kubuntu, Manjaro, Mint, OpenSUSE e Ubuntu.

[UPDATE]

Teve um update importante na pagina de instalação de cada aplicativo Snap. Agora, no final de cada pagina, aparece a lista das distros, com ícones de cada uma e "linkados" para a sua respectiva pagina de instalação personalizada. No exemplo abaixo, vamos utilizar o Spotify.



Com essa simples facilidade e comodidade na hora de instalar o programa em Snap, a Canonical tenta ampliar a sua participação no mercado e não ficando presa a base Ubuntu. Isso pode também aumentar a oferta de aplicativos, pois, com uma base maior, mais usuários e futuros consumidores poderão ser atingidos pelas empresas que distribuem tais softwares. Ainda assim, tem algumas coisas para serem arrumadas, como a questão dos temas, por exemplo. Creio também que muito em breve a opção de “Compra” ou “Buy” aparecerá,  proporcionando a venda de apps dentro da própria Snap Store, mas isso é só uma “previsão” rsrs.

Mas agora, comente aí para nós, o que achou dessa facilidade do Snap, de ter páginas específicas para as distros.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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elementary OS anuncia melhorias no Bluetooth e mais novidades!

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Umas das distribuições Linux que está ganhando destaque nos últimos anos, o elementaryOS, vem ao longo do tempo trazendo melhorias e ajustes na interface gráfica que entrega com o sistema. Nesse release de Maio eles detalham melhor essas mudanças, que foram quatro as mais importantes.


Novidades no update de Maio do elementaryOS





A primeira foi referente ao indicador do Bluetooth, que contou com melhorias pontuais, entre elas a exibição adequada dos dispositivos plugados, isso incluindo aqueles tenham caracteres como o “&” e também a classificação correta dos mesmos. Quando o dispositivo não reportar o seu tipo corretamente (como mouse, teclado, alto-falante e afins), será mostrado o ícone do Bluetooth. Foi implementado também um “selo” do status da conexão para os dispositivos conectados, assim facilitando a visualização dos mesmos.



Segunda mudança aplicada pelo pessoal do elementaryOS, foi em relação ao “Menu de Aplicações”, onde foi adicionado algumas palavras-chave referente às ações do sistema, como, por exemplo buscar por “reboot” e mostrar a ação de “Restart”. Eles fizeram isso para que as ações possam ser encontradas usando o termo em inglês, mesmo quando seu idioma é diferente do inglês. Esperam que isso ajude com a descoberta de usuários bilíngues!

Na terceira novidade lançada, agora vai ser possível selecionar os arquivos através do teclado. Usando as teclas Ctrl + Alt com as setas (movendo a seleção), e também podendo usar as teclas + ou = (para selecionar o item) ou a tecla - (para deselecionar o item).



A quarta e “última novidade” apresentada, foi uma correção no Gerenciador de Janelas do elementaryOS. Como a correção da animação quando uma janela era “movida” de um “desktop” para outro, como também corrigindo o encaixe do “Alt+Tab” na hora de alternar entre os aplicativos. 

Para maiores detalhes das “news” do mês de Maio do elementaryOS, você pode conferir neste link.

Diga aí nos comentários, se usa o elementaryOS e se já chegou essas novidades para você.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Teste a velocidade da sua internet via terminal

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

O terminal Linux é uma ferramenta muito poderosa e prática, pena que alguns usuários não compreenderam essa praticidade e outros chegam a temer a “telinha preta”. Uma das muitas possibilidades é com apenas 1 comando, poder efetuar testes em nossa conexão de internet, isso é o que demonstrarei neste post. Caso queira uma solução gráfica e que abarque outros sistemas operacionais, veja a dica contida neste post.

speedtest-cli-internet-terminal-linux-conexão-download-upload-ubuntu-mint-elementary-kde-neon

Existem diversas maneiras de verificar essa informação, porém, irei demonstrar utilizando o bom e velho terminal. Afinal, terminal é legal (✌).

SpeedTest CLI


O site SpeedTest é famoso entre os usuários brasileiros, não obstante, existe uma forma de efetuar testes de conexão sem ao menos abrir seu navegador. Podemos instalar o utilitário “speedtest-cli”, uma ferramenta de fácil manuseio e muito prática (Github oficial do software). Para instalar o programa em sua distribuição utilize o seguinte comando (Para Ubuntu, Linux Mint, Elementary OS, KDE Neon e derivados):

sudo apt install speedtest-cli

Para executar basta utilizar o comando de mesmo nome do app:

speedtest-cli

Em seguida é aguardar o processo e comparar os valores do Download e Upload com a velocidade contratada.

speedtest-cli-internet-terminal-linux-conexão-download-upload-ubuntu-mint-elementary-kde-neon

Caso queira desinstalar o speedtest-cli, utilize o comando:

sudo apt remove speedtest-cli

Para mais detalhes de uso da ferramenta, veja o vídeo a seguir:


Uso diariamente este e mais alguns comandos do terminal, uma forma rápida e cômoda de obter certas informações ou determinadas ações.

Acesse nosso fórum Diolinux Plus e participe desta comunidade. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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elementary OS apresenta nova tela de apresentação!

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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Como diz o velho ditado, "a primeira impressão é a que fica". Sem dúvida nenhuma, isso diz muito em relação a softwares e distribuições Linux. O pós-instalação, ou a própria instalação, é um momento muito importante para um sistema conquistar novos usuários e mostrar o quanto se importa com seu novo utilizador. O elementary OS, que sempre foi reconhecido pelo seu design apurado, acabou de criar uma nova experiência para seus newcomers.

Welcome Screen do elementary OS






Dentre as várias distros Linux, sob a minha visão, o elementary OS se destaca por estar criando uma plataforma nova sobre o Linux, assim como o Android fez, ainda que seja muito mais próxima das tecnologias usadas em outros sistemas, não há como negar que por possuir a sua própria loja Indie, com sistema de pagamento integrado, um SDK próprio para desenvolvimento, um ambiente gráfico próprio, entre outras coisas, ligadas a suas filosofias de trabalho o tornam, no mínimo, interessante.

Conhecido por se importar com detalhes no sistema, a equipe do elementary OS veio trabalhando em um instalador para deixar de usar o Ubiquity, do Ubuntu, que, curiosamente, acabou sendo implementando antes no Pop!_OS da System76 do que no próprio elementary OS. Juntamente com este instalador, vem o pós-instalação, e todos sabemos o quanto é importante o momento em que você vai utilizar o seu novo sistema pela primeira vez.

Nova tela de boas-vindas


Em seu canal no YouTube, Cassidy Bleade, desenvolvedor do elementary OS, que também já foi entrevistado pelo blog Diolinux enquanto trabalhava na System76, mostrou a nova inicialização do elementary OS na primeira vez que o sistema é rodado após a instalação.

Usando um laptop da Dell, ele nos mostra os novos recursos:


Na demonstração, vemos uma amostra de como será essa nova tela de inicialização, onde você cria o seu usuário durante o primeiro Boot, como acontece no Android ou no Windows (e no  macOS também), além de trazer links e configurações rápidas para alguns detalhes do elementary OS.
Provavelmente não se pode dizer que seja algo revolucionário, mas é cuidando de cada detalhe que se tem um todo melhor. Ainda não existe previsão para essa implementação, mas é fácil apostar que teremos novidades na próxima versão do elementary OS, que deve sair apenas no próximo ano.

Particularmente gostei do que vi, o que você achou? Você gosta ou usa o elementary OS?
Conte pra gente pelos comentários, até a próxima!
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Por que o elementary OS escolheu o Flatpak?

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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Amado por muitos e odiado por vários usuários, os novos formatos de empacotamento estão ganhando a cada dia mais espaço, com uma “briga” bem acirrada, tendo como principais “combatentes” o Snap e o Flatpak. Em quanto muitos alegam que um formato padrão seria uma necessidade do Linux, ao ver que existem diversas formas de se instalar um mesmo software, outros alegam que a pluralidade e flexibilidade na escolha é um ponto a favor. No entanto estas distribuições estão optando por trazer esses formatos em destaque, claro que isso não significa o não suporte aos demais tipos, apenas uma afinidade com certo projeto. E o elementary OS optou pelo Flatpak, mas qual o motivo desta escolha?

loja-appcenter-elementary-os-flatpak

Em seu blog oficial o elementary OS, através do desenvolvedor Cassidy James Blaede, manifestou o seu apoio ao Flatpak, informando que o projeto está preparando-se para o futuro, e sua loja de aplicativos a AppCenter terá suporte ao formato.

Não sabe o que são e como funcionam os diversos formatos de pacotes no Linux? Acesse essa matéria super especial e aprenda sobre essas tecnologias.

loja-appcenter-elementary-os-flatpak

Ao que parece, a distro se tornará num futuro em algo semelhante ao Endless OS (ao menos em sua loja, com apps curados, claro), utilizando o formato Flatpak para o gerenciamento de seus aplicativos, o elementary OS pautou que o formato clássico em DEB tem sido eficiente ao decorrer dos anos, porém com a evolução da tecnologia, características na qual eles julgam importantes como: downloads paralelos, atualizações delta, sandbox entre outros recursos, não são foco no desenvolvimento do formato de pacotes Debian (a mudança é valida para os apps curados, os demais continuarão em DEB). 

Por que não Snap ou AppImage?


Se o elementary OS é baseado no Ubuntu, porque não utilizar o Snap? E o AppImage? O elementary OS deixou claro o porquê desta escolha, e não é por motivos de um ser inferior ao outro, apenas algumas conveniências.


flatpak-snap-appimage-loja-appcenter-elementary-os

O Snap é acompanhado por alguns anos pelo elementary, e seus desenvolvedores fazem parte do Technical Oversight Board, um conselho técnico de supervisão do formato Snap, que visa criar especificações técnicas e diferentes implementações, conforme a influência de sua comunidade e seus participantes (a exemplo projetos como: AppStream, Arch, Debian, KDE, Ubuntu e Fedora, fazem parte de tal grupo).

Porém o Flatpak enquadra-se melhor na visão do projeto elementary, por estar mais alinhado com o AppStream e o GTK. Por ser desenvolvido sobre tecnologias do projeto Gnome, o elementary tem um maior benefício com o formato, pois suas novas implementações e recursos estão sincronizadas com o Flatpak, que é desenvolvido com o GTK em mente desde seu início.

Esse foco do GTK no Flatpak é sem dúvidas um fator importante para escolha do formato, no entanto outro motivo importante é a descentralização de seus repositórios, ao contrário do Snap, o Flatpak pode ter repositórios individuais, isso proporciona maior controle sobre os pacote pelos desenvolvedores do elementary OS.

Assim o elementary OS garante proporcionar uma infraestrutura que seja construída e mantida com a privacidade do usuário em mente, pois não seria obrigatório utilizar repositórios de terceiros, mantendo um próprio, como alegam estar fazendo com seu repositório Debian atualmente.

Outro aspecto levado em consideração, foi o consenso de seus desenvolvedores, que alegaram ter maior facilidade ao trabalhar com o Flatpak, onde eles tiveram mais experiência.

E o AppImage? Por não trazer por default elementos como sandbox (é possível utilizando o Firejail ), atualização via repositório, rollbacks, entre outros aspectos, fizeram com que o AppImage ao menos tenha sido realmente considerado na implementação da AppCenter. 

Todos os fatores combinados tornam o Flatpak como sua escolha, todavia eles salientam que esta escolha é para sua central de softwares, a AppCenter, e que os usuários são livres para escolherem os formatos que queiram utilizar, embora recomendem o uso de formatos que contenham vantagens e tecnologias como o sandbox.

O que mudará no elementary OS?


Com a adoção do Flatpak, o elementary OS desenvolverá um SDK próprio, e prometeu que por conta disso as aplicações terão tamanhos semelhantes as atuais. Um aspecto a ser observado, é a adesão do Flatpak e não o Flathub, isso significa apenas as aplicações oferecidas na AppCenter que passam pela curadoria do elementary. Outros Flatpaks de repositórios como o Flathub, que não estão sob sua vigilância, não farão parte dos repositórios contidos no AppCenter. 

loja-appcenter-elementary-os-flatpak
 
Outros recursos como atualização automática dos Flatpaks, que existe nas últimas versões da Gnome Software, não estarão presentes em primeiro momento na AppCenter, não obstante com o tempo, novas funcionalidades, como essa, poderão compor a loja do elementary OS.

No atual momento a AppCenter não suporta o Flatpak, e será necessário todo um desenvolvimento para o funcionamento tanto de Flatpaks como DEBs.

A mudança será gradativa, de modo que não tenha impacto com os usuários do sistema, e nem é garantida em sua versão atual, 5.0 Juno. Para os desenvolvedores que tenham interesse de disponibilizar seus aplicativos na AppCenter, o projeto conta com uma curadoria e passo-a-passo para tal, basta acessar o link de seu Github, e informar-se sobre a publicação de apps na loja do elementary (Mais de 100 aplicações curadas estão na AppCenter).

Flatpak, Snap e AppImage


Parece que os projetos comunitários estão adotando o Flatpak, enquanto empresas indo para o Snap, não que isso seja uma regra. O Mint por exemplo, mesmo baseando-se no Ubuntu escolheu o Flatpak, e agora o elementary faz uma escolha semelhante. Essa maior liberdade sem necessariamente passar por sistema de terceiros, está sendo um ponto a favor do Flatpak.

Já o AppImage, mesmo sendo uma ótima tecnologia não tem recursos, como atualização via repositório, rollbacks etc. Não que isso seja um defeito do formato, apenas o mesmo tem uma proposta diferenciada, sendo largamente utilizado em projetos de softwares, por exemplo o Kdenlive.

E você o que achou desta decisão do elementary OS, em distribuir seus apps curados em Flatpak? Gostaríamos de saber sua opinião em nosso fórum Diolinux Plus, interaja e compartilhe nossa comunidade.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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YACReader, o seu leitor de HQs no Linux

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Se você é um aficionado por HQs, tem algumas delas baixadas no seu Ubuntu,Linux Mint ou outra distro Linux, e precisa de algum leitor pensado para essa função, o YACReader veio para lhe ajudar.

 YACReader, o seu leitor de HQs no Linux






Muitos que vem chegando no mundo Linux estão procurando programas para facilitar o seu dia a dia com tarefas triviais, como ler quadrinhos. O YACReader foi uma grata surpresa ao procurar por programas para essa tarefa.

Algumas características do YACReader




O YACReader é escrito em C++ e tem código aberto, com ele você pode ler arquivos nos seguintes formatos: rar, zip, cbr, cbz, tar, pdf, 7z and cb7,jpeg ,gif ,png , tiff e bmp.

Outras características interessantes:
  • Transições bonitas, personalizáveis ​​e suaves como um “fluxo de HQ”;
  • Leitura de página dupla;
  • Traduções disponíveis para Holandês, Francês, Alemão, Português (brasileiro), Russo e Turco;
  • Opção para usar aceleração de hardware;
  • Suporte multiplataforma para Linux, Windows, macOS e iOS;
  • Suporte a Tags;
  • Modo de navegação rápida;

Para mais informações sobre o YACReader, basta acessar o site deles.




O software é disponibilizado em .deb (Ubuntu, Linux Mint, Debian, Deepin, elementary OS, etc), em .rpm (Fedora, openSUSE, etc) e através do AUR (Arch Linux, Manjaro, Antergos, etc.), de modo que você pode escolher na página de downloads o adequado para a sua distro.

Agora você vai poder ler às suas HQs na sua distro e não perder mais aquela saga que você tanto ama. 😀

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Como ter os ícones dos indicadores no elementary OS 5.0 Juno

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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

O lançamento do elementaryOS Juno 5.0 trouxe algumas novidades, correções de bugs, atualizações dos programas, mas também trouxe alguns “probleminhas”, como a falta dos ícones de algumas coisas, como Steam, Discord, e outros ícones indicadores que aparecem regularmente na tray do sistema.

 Como ter os ícones dos indicadores no elementaryOS 5.0 Juno






Isso ocorre porque os desenvolvedores do elementary OS escolheram remover o suporte antigo que havia na distro através do “wing panel indicator ayatana”, gerando um problema semelhante com o que ocorre no GNOME Shell sem extensões.. Vamos mostrar como contornar esse problema com uma solução simples.

Contextualizando


Em Outubro de 2018, um usuário reportou que estava sem os ícones que mencionamos e até mandou uma screenshot mostrando que mesmo com a Steam e Discord abertos, eles não apareciam na “tray” do elementaryOS Juno, informando também ele tinha recém instalado a nova versão do sistema, vindo da versão anterior, Loki 0.4.1, onde esse tipo de coisa funcionava normalmente.



Outro usuário respondeu que o sistema de tray do Loki era o Ayatana Indicators e que ficou obsoleto e assim foi tirado da versão Juno, mas que ele tinha uma possível solução (podendo ser paliativa) e que tinha sido testada no PC dele. A solução seria fazer com que o indicator-application reconheça o Pantheon, com a seguinte sequência de comandos:



1 - Primeiro se cria o diretório de inicialização, copiando o “indicator-application.desktop’ da pasta “autostart” que fica dentro do diretório /etc/xdg para a pasta indicada na home do usuário tradicional, depois habilitando a funcionalidade de exibição.

mkdir -p ~/.config/autostart
cp /etc/xdg/autostart/indicator-application.desktop ~/.config/autostart/

sed -i 's/^OnlyShowIn.*/OnlyShowIn=Unity;GNOME;Pantheon;/' ~/.config/autostart/indicator-application.desktop

2 - O próximo passo é baixar a última versão disponível do wingpanel-indicator-ayatana:

wget http://ppa.launchpad.net/elementary-os/stable/ubuntu/pool/main/w/wingpanel-indicator-ayatana/wingpanel-indicator-ayatana_2.0.3+r27+pkg17~ubuntu0.4.1.1_amd64.deb


3 - Instalando o pacote

Você pode fazer de duas formas, depois de baixá-lo e deixar ele em uma pasta de fácil acesso, você pode dar dois cliques nele e dar o famoso “senha - next - finish”, caso você tenha o gestor de .debs instalado no seu elementary OS (o Eddy, você consegue ele na loja do sistema) ou via terminal com o seguinte comando:

sudo dpkg -i wingpanel-indicator-ayatana_2.0.3+r27+pkg17~ubuntu0.4.1.1_amd64.deb

4 - Por último, para garantir o bom funcionamento, encerre a sessão e se logue novamente para ativar o novo recurso, é possível que esse passo não seja necessário, mas você pode fazer por via das dúvidas.




Agora você já tem os ícones indicadores de volta no seu elementary OS, a grande questão é: Até quando?

Conte aí nos comentários se você usando elementaryOS Juno 5.0 teve esse problema e se essa dica lhe ajudou. =) ( depois ponho o emoticon hehe)

Espero você até o próximo post, forte abraço.
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elementary OS 5.0 Juno lançado! Conheça as novidades e faça o download!

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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Os desenvolvedores do elementary OS anunciaram a mais nova versão do sistema baseado no Ubuntu 18.04 LTS, que chega com melhorias visuais, de performance e recursos da interface.

elementary OS 5.0 Juno






Cassidy James Blaede, um dos principais desenvolvedores do elementary OS, anunciou o lançamento da versão 5.0 (Juno) do sistema através de um post no blog oficial do elementary OS, contando todas as novidades presentes na nova versão da distro.

Uma lapidação do Loki


O nome "Loki" aqui é uma referência ao codinome da versão imediatamente anterior do elementary OS, baseado no Ubuntu 16.04 LTS. Temos uma review dessa versão aqui no blog para você conferir inclusive, mas estrou trazendo o elementary OS Loki à discussão porque se você é o tipo de usuário que só "dá uma olhada" no sistema a cada lançamento, vai acabar vendo na versão atual, Juno, "apenas" uma lapidação  da versão Loki.

Temos poucas modificações visuais que saltam aos olhos, mas não deixe isso te enganar. Realmente o elementary OS 5.0 Juno é uma lapidação do que foi feito na versão anterior, mas existem muitos detalhes de usabilidade, coesão visual e recursos que foram modificados, ainda que não fique tão óbvio à primeira vista.

Mudanças sutis que fazem a diferença 


elementary OS AppCenter

Uma mudança bem sutil mas que causa uma sensação interessante, do ponto de vista de marketing (que é uma área que eu adoro), é a mudança na numeração. O elementary OS Loki respondia pela numeração "0.4.x", o que dava a impressão de que o sistema ainda não tinha chegado a sua maturidade, não chegando ao "1.0" ao menos. Nesta nova versão, para acabar com essa impressão, a nomenclatura ficou "5.0", e não "0.5", o que sem dúvida é algo positivo.

Ainda que o projeto seja sólido e tenha objetivos bem definidos, o elementary OS ainda tem muito chão pela frente para tornar o seu modelo de negócio algo tido como "extremo sucesso", mas sem dúvida, é algo que todos esperamos.

O elementary OS, neste aspecto, me parece ser o tipo de sistema que você pode dizer algo como: "OK, eu não concordo com o rumo que você estão dando, mas ao menos vocês tem certeza do que querem". Particularmente gosto de pessoas que tem objetivos claros e estão preocupados em agradar quem, igualmente, gosta da proposta.

Temos mudanças e refinamentos no painel de configurações do sistema, no WingPanel (Barra superior), um novo tema de ícones para as pastas e ícones remodelados para vários tipos de arquivos, entre muitas outras coisas.

Tivemos melhorias significativas também na loja de aplicativos "pay what you want" que o sistema possui, o que acabou atraindo mais e mais desenvolvedores para o sistema, colocando a distro um passo mais próximo de seu objetivo: tornar-se uma nova plataforma para softwares Open Source.

Conferindo os vídeos abaixo você terá uma noção clara de todas as novidades no sistema:





Além do elementary...


Apesar do elementary OS possuir um vasto ecossistema atualmente, muitas coisas ainda ficam à cargo da base Ubuntu que o sistema carrega. Em momento algum os desenvolvedores escodem isso dos usuários, muito pelo contrário, ao visitar a aba "Sobre" no painel de configurações, você verá a frase "construído sobre o Ubuntu 18.04 LTS".

Por conta disso, o elementary OS possui elementos comuns da versão LTS mais recente do Ubuntu, como o Kernel, a versão dos drivers e o "grosso" dos pacotes contidos em seu repositório. No momento atual, tudo o que você vê na tela do seu elementary OS é de responsabilidade dos desenvolvedores da distro, mas boa parte do que você não vê, vem do Ubuntu.

As versões LTS do Ubuntu são realmente muito sólidas e estáveis, especialmente a base do sistema, geralmente os bugs eventuais ocorrem em implementações de softwares e interfaces sobre e essa base, e não na base do sistema. Com o novo elementary OS você terá o Kernel Linux 4.15.x, drivers Nvidia 390.x e Mesa 18.1 (AMD e Intel), entretanto isso pode ser modificado adicionando-se PPAs , ou ainda, manualmente, o que requer um pouco de conhecimento avançado em Ubuntu para tal.

Falando em repositórios extras, apesar do elementary OS conseguir suportar Snaps, Flatpaks e PPAs, nenhum dos formatos é aceito nativamente, ficando a cargo do usuário fazer as modificações adequadas para ativar o suporte desejado.


Onde baixar a nova versão do elementary OS?


Ficou interessado e gostaria de baixar a nova versão dos sistema para fazer os seus próprios testes? Isso é muito simples, basta ir até o site do elementary OS e efetuar o download. Algo que gera um pouco de dúvida entre os novatos é que o elementary OS é um sistema "pague o que quiser", então na página de download você será convidado a fazer o download através de uma colaboração financeira; colaboração essa que pode ser de qualquer valor, inclusive, nenhum.

elementary OS Download Grátis


Caso queira baixar o elementary OS gratuitamente em um download direto ou por torrent, basta colocar "zero" como valor e baixar sem complicação. 

Por último, mas não menos importante, fica a recomendação para você conferir o artigo "7 coisas para fazer depois de instalar o elementary OS". Ele foi criado para a versão Loki, mas todos os procedimento continuam absolutamente válidos e necessários.

Até a próxima!

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Elementary OS Beta 2 está disponível para download

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

No último dia 20 deste mês foi lançado o segundo Beta da distribuição Elementary OS, que tem o codinome “Juno” e trouxe algumas novidades, além dos 200 bugs corrigidos desde o Beta1 da distro.

 ElementaryOS Beta 2 está disponível para download






Alguns problemas em torno do Gala, Greeter, HiDPI foram corrigidos nesse beta 2, além da melhor integração dos aplicativos não nativos com a barra de título, que recebem um menu também. O modo “Picture-in-picture” também recebeu melhorias no dimensionamento no HiDPI.

Outra parte do sistema que recebeu melhorias com o HiDPI foi a tela de login e o bloqueio de tela (lockscreen), utilizando um compositor mais simples para essa tarefa.

Outro que recebeu melhorias e correções foi o AppCenter, corrigindo um bug que fazia com que os aplicativos não fossem exibidos de forma correta na home, bug esse devido ao ID do formato do pacote do aplicativo. Na nova versão já se pode usar tanto o formato antigo como o novo.

Quem recebeu melhoramentos foram os ícones dentro do Pantheon Files (Arquivos), que agora usam o tema “Manila”.

Outros aplicativos também receberam melhorias e correções de bugs, como o aplicativo nativo de músicas (Music) e o aplicativo para fotos (Photos).

Para quem gosta de programação, o software “Code” recebeu melhorias, correções de bugs e o modo dark, opção essa que muitos devs gostam de usar, especialmente na hora de produzir códigos, levando o App para muito além de um “bloco de notas”, que era o que o antigo app “Scratch”, o qual ele veio para substituir, se propunha.

Para maiores detalhes das correções de bugs e melhorias, você pode acessar o blog da equipe do Elementary no site Medium.

Caso você queira baixar e experimentar as novidades apresentadas pela equipe do Elementary, você pode baixar o Beta 2 através deste link.

Conte para nós aí nos comentários o que você espera dessa nova do Elementary OS e se já usou a distro no seu dia a dia.

Um forte abraço e até a próxima.
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Como trabalhar com "SWAP FILES" no Ubuntu

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domingo, 22 de julho de 2018

Há algumas releases  o Ubuntu abandonou o sistema de SWAP via partições para usar SWAP via arquivo, isso permite uma maior maleabilidade sem precisar ficar alterando o particionamento do seu sistema e hoje você vai aprender a manipular o novo formato de SWAP.

Como manipular SWAP em arquivos






Antes de começarmos o tutorial em si, acho conveniente falarmos um pouco mais sobre SWAP, para isso recomendo a leitura de um artigo já antigo aqui do blog, mas ainda válido, é só clicar aqui, dar uma lida e depois voltar pra cá! 😉

Para sintetizar um conhecimento básico, SWAP é um termo usado para referenciar o mecanismo de "troca" que existe entre o armazenamento do  seu computador e a memória RAM. Usar SWAP pode ser útil em vário cenários e tudo depende de como você usa o computador.

Quando usar SWAP?


SWAP só será útil se você é tipo de usuário que costuma lotar a sua memória RAM utilizando aplicações pesadas, que por si só, ocupam uma boa fatia da sua RAM. Nominadamente eu poderia comentar sobre editores de vídeo, pessoas que usam muitas máquinas virtuais e assim por diante.

A SWAP também pode ser útil se você é do tipo que gosta de hibernar o seu computador, assim os dados que estavam na memória RAM podem ir para a SWAP temporariamente. Muita gente que reclamou sobre "meu Linux não volta da hibernação", provavelmente não estava usando a SWAP corretamente.

Quanto usar de SWAP?


Em todos esses anos, nessa indústria vital, eu nunca consegui encontrar uma discussão sobre isso com 100% de consenso, de modo que eu realmente não espero conseguir isso com este artigo, mas podemos tentar usar o bom senso.

Posso falar pela minha experiência, já usei computadores com muita SWAP, pouca SWAP, nenhuma SWAP e você pode ter boas experiências em todos os casos.

Quando você tem pouca memória RAM, a SWAP pode ser uma amiga muito interessante, especialmente no caso de você ter um SSD, que por definição, tende a ser mais veloz que um HD tradicional. 

Mesmo que você use um pouco mais o SSD do que usaria caso a SWAP não estivesse presente, o impacto na vida útil dele deverá ser pouco relevante, tanto que as distros (como o Ubuntu) agora estão colocando a SWAP dentro de um arquivo, independente do dispositivo de armazenamento que você use

Vamos ficar hipotéticos aqui para você ter uma noção: Se eu tivesse um computador com 4GB de RAM e usasse ele para navegar na internet, trabalhar com documentos e planilhas e editar imagens (ou seja, fazer um blog como este), colocaria 2GB de SWAP. Se eu utilizasse esse mesmo computador para edição de vídeo também, colocaria ao menos 4GB de SWAP.

Atualmente eu trabalho com uma estação de edição com 16GB de RAM e trabalho com 2GB de SWAP que raramente são utilizados.

Então, tudo depende do caso. 

Você hiberna o seu computador? Então a SWAP deve ter espaço suficiente para comportar o seu load de RAM atual. Se você for hibernar um computador que está rodando com 12GB de RAM utilizada, pode ser interessante ter uma SWAP de igual proporção ao menos, ou, claro... fechar umas aplicações antes de hibernar o computador, afinal, quanto mais SWAP você colocar, menos espaço você terá no seu disco para armazenamento. A "escolha de Sofia" é sua, analise o que será mais importante para você.

Da mesma forma, caso você use um computador de 4GB para tarefas básicas, como navegação na internet por exemplo, me arrisco a dizer que usar o sistema sem SWAP não vai te impactar tanto, desde que você não hiberne o computador. Mais uma vez, depende o seu perfil de uso. 

Geralmente as distros tentam "chutar" um valor que deve atender a maior parte das pessoas, o Ubuntu 18.10 Cosmic (Development Branch) por exemplo, adicionou um arquivo SWAP de 2GB em uma instalação que possuía 4GB de RAM físicos no meu último teste.

Para você ter uma ideia, eu estou com "muita coisa" aberta agora no Linux Mint, incluindo uma máquina virtual, Telegram, Dropbox, Chrome com 5 abas abertas, Spotify, etc, etc. E ainda assim a SWAP nem sequer está ativa nesta máquina com 16GB de RAM:

Configuração de SWAP

E por último, vale considerar também a configuração de "swapiness", que faz referência ao percentual de memória ocupada que dispara o gatilho para o uso da SWAP.

Trabalhando com SWAP Files


Particularmente eu achei interessante a mudança, ainda que ter uma memória SWAP em uma partição também possa ser útil em algumas aplicações. Um caso simples de exemplificar é a utilização de múltiplas distros Linux no mesmo computador que podem compartilhar a mesma SWAP, com SWAPFILES isso não é possível, você gasta mais armazenamento para ter o mesmo efeito.

É claro que existem pontos positivos, um deles, talvez o principal, é a maior facilidade para manipular o arquivo de SWAP, afinal, ele é um arquivo como qualquer outro, permitindo que você o apague, crie, e altere para o tamanho que você necessitar sem precisar alterar as partições, que é sempre uma operação mais delicada.

Configuração de SWAPFILES

Você encontrará o arquivo "swapfile" dentro da raiz do seu sistema, no caso o Ubuntu (tem de se observar se o seu sistema usa SWAPFILES). Observando as propriedades dele você observará que ele tem o tamanho da SWAP exibida, por exemplo, no seu "monitor do sistema".

Vamos fazer um exercício aqui de apagar este arquivo e criar um novo com um tamanho diferente, assim você aprenderá todo o processo e poderá usá-lo conforme a conveniência.

Vamos o terminalzinho, o seu amiguinho


O primeiro passo é desativar a SWAP, tenha certeza de que a sua memória SWAP não contém arquivos, ou seja, é melhor fazer o procedimento sem outras aplicações abertas. O procedimento à seguir também considera "swapfile" como o nome do arquivo de swap, que pode ser qualquer outro, então procure observar. 

Primeiro vamos desligar o SWAP neste arquivo:
sudo swapoff /swapfile
Agora que ele não está mais em uso, seu sistema está sem SWAP e ele é apenas "mais um arquivo", que você pode remover sem problemas assim:
sudo rm /swapfile 
Agora podemos criar um novo arquivo com o tamanho que quisermos para usar como SWAP, a diferença é que você não pode simplesmente criar um arquivo qualquer, ele precisa se um arquivo com espaço pré-alocado, afinal, ele precisa ter o tamanho da SWAP que você quer.

Acho que a forma mais fácil de criar um arquivo com essas propriedades é usando o utilitário "fallocate", desse jeito:
sudo fallocate -l 5G /swapfile 
sudo: Para rodar o comando com privilégios elevados.

fallocate: Nome do utilitário que vamos usar para fazer a modificação, para mais informações consulte "man 1 fallocate".

l: A letra "L" minúscula é um parâmetro que ser para especificar o tamanho do arquivo que queremos criar.

5G: Este aqui é tamanho do arquivo que você deseja criar, pode ser qualquer outro valor que você queira, a letra G serve para indicar ao programa a quantidade de Gigabytes que você deseja no arquivo, você também pode indicar o tamanho usando Megabytes se preferir, colocando algo como "5120M".

/swapfile: Essa parte final indica o diretório com o nome do arquivo que você vai usar como SWAP, você pode colocar esse arquivo em outro diretório se quiser, mas este é o padrão do Ubuntu, assim como o nome, que você poderia mudar de "swapfile" para "changeman" se quiser.

Para criar um arquivo de 2GB dentro de /mnt/ você poderia fazer assim:
sudo fallocate -l 2048M /mnt/changeman
Mas claro, vamos seguir no primeiro exemplo, ainda que ele seja menos bem-humorado. 😋 

Depois de criado o seu arquivo, você pode dar um "ls" na sua raiz para ver se o arquivo está lá mesmo. O próximo passo é opcional, mas é recomendado, pois se trata de uma medida de segurança.

Se você der um "ls -l" no arquivo "swapfiles" você verá que por padrão outros usuários tem permissão de "ler" o que estiver na SWAP, o que pode não ser uma boa ideia, por isso, convém fazer a alteração:
sudo chmod 600 /swapfile
O "/" só é necessário caso você não esteja na raiz no terminal.

Feito isso, agora precisamos transformar este arquivo em um SWAP com este comando:
sudo mkswap /swapfile
O último passo é ativar a SWAP neste arquivo:
sudo swapon /swapfile 
E é basicamente isso, se você precisar alterar novamente, é só repetir o processo. Caso o comando  fallocate não funcione é possível fazer de outro jeito também, mas você precisar criar o arquivo e encher ele de zeros para ficar do tamanho que você precisa sem outras informações, pode ser feito dessa forma:
sudo dd if=dev/zero of=/mnt/5GiB.swap bs=1024 count=1048576
Provavelmente você não precisará disso.

Com isso você já tem a sua SWAP funcionando, mas na verdade ainda podemos considerar um novo "último passo" que é configurar para que essa SWAP seja ativada durante o boot e você não precise fazer isso manualmente. 

Para que isso ocorra precisamos inserir as informações de SWAP dentro de /etc/fstab, a questão é que se você usar o mesmo nome que o Ubuntu já usa por padrão "swapfile", essa passo é desnecessário, pois a configuração já está lá corretamente, ainda assim, pode ser bom conferir se está tudo certo.

Use o editor de texto que preferir para abrir o arquivo, neste caso vou usar o próprio gedit:
sudo gedit /etc/fstab
Observe a linha que contém o "swapfile":

Configuração do SWAPFiles

Reproduza a informação da última linha do arquivo para que tudo funciona corretamente.

E claro, você também pode fazer esse passo da edição do arquivo diretamente pelo terminal:

sudo echo '/swap none swap sw 0 0' | sudo tee -a /etc/fstab
Agora que você já entendeu como funciona o "SWAPFiles" conte pra gente o que você achou, prefere SWAP em arquivo ou em partição? Por quê?
Até a próxima!
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elementary OS Juno (Beta) está disponível para download e testes!

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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Daniel Foré, principal desenvolvedor e líder do projeto elementary OS, anunciou no blog oficial da distribuição a disponibilidade da versão Beta do elementary OS 5 Juno.

elementary OS 5 Juno






Depois de muito tempo de espera, finalmente está disponível para testes a nova versão do elementary OS. Esta nova versão do sistema é baseada na nova versão LTS do Ubuntu (18.04) e traz vários polimentos para o Pantheon Shell, a interface do elementary OS.

Os desenvolvedores do elementary informam que a versão Beta do Juno é feito exclusivamente para desenvolvedores e pessoal com habilidades técnicas para contornar eventuais problemas, pois bugs na versão beta são esperados, ou seja, usuários finais não devem cogitar esta versão Beta do elementary OS para produção.

Outro alerta que os desenvolvedores fazem é que a AppCenter, com o sistema "Pay What You Want" está com pouquíssimos aplicativos de terceiros disponíveis no momento, o que deve ser ampliado no lançamento da versão final, visto que há uma retenção proposital.

A versão final do elementary OS Juno até o momento não tem data para ser lançada.


Os desenvolvedores também alertam que o momento do Beta também é importante para a comunidade de tradutores do elementary OS, além disso, aos que desejarem testar o sistema, nas configurações em "Sobre" você encontra um botão para reportar bugs, isso vai ajudar a deixar a versão final do sistema melhor.

Você pode conferir as últimas novidades sobre o elementary OS aqui neste tópico do blog. Para saber sobre as novidades da versão Juno clique aqui.

Você pode baixar a versão Beta do elementary OS em download direto e torrent por aqui.

Até a próxima!
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Novo Gala do elementary OS vai suportar Blur

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terça-feira, 1 de maio de 2018

Não tenho a menor dúvida de que um pouco de blur para os padrões de design atual de interfaces não faz mal. Você vai encontrá-lo em várias aplicações e em interfaces gráficas também. O elementary OS, uma das mais belas distros Linux, está investindo em um recurso que permitirá a construção de aplicativos e temas para o sistema que utilizem este recurso.

elementary OS Gala adicionando suporte para Blur






Um projeto disponível no GitHub promete entregar ao elementary OS um recurso que provavelmente será apreciado por muitos usuários da distro. O efeito de Blur que poderá ser utilizado na interface e nos aplicativos feitos sob medida para o elementary OS e distribuídos através da excelente AppCenter do projeto.

Confira um demonstrativo dos recursos:


Até o momento não existem indicações de que o recurso será implementado para o lançamento do elementary OS 5.0, Juno, mas é algo para se esperar para atualizações futuras.

O que achou do resultado?

Até a próxima!
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