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Instale o emulador de Playstation 2, PCSX2 via Flatpak

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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Muitos questionam-se o porquê, de abordarmos tutoriais com os novos formatos de empacotamento, contudo a praticidade e simplicidade de tais opções é algo que auxilia o usuário leigo e, ao mesmo tempo facilita a distribuição do software para as demais distros. Hoje falarei sobre como utilizar, configurar e instalar o PCSX2 em Flatpak.

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Produzido pela Sony Interactive Entertainment, o PS2 ou Play 2 para os mais íntimos, foi um console que fez muito sucesso aqui no Brasil. O curioso do Playstation 2 é seu sistema operacional, que nada mais é que uma distribuição Linux.

Seu catálogo de jogos foi surreal, foram lançados por volta de mais de 4.000 jogos oficialmente. Particularmente tenho boas lembranças do PS2, na época da sua chegada em terras tupiniquins, era bem difícil consegui-lo por um preço acessível, depois de um tempo o console tornou-se muito popular.

Para animar e, relembrar suas jogatinas (no meu caso, muitas horas de God of War, entre outros games durante a adolescência) irei falar sobre o emulador PCSX2.

Instalando o emulador de Playstation 2 PCSX2


O emulador pode ser instalado de várias formas diferentes, seja diretamente dos repositórios oficiais, PPA’s ou quaisquer maneiras disponíveis. Até pouco tempo utilizava a versão do próprio repositório do Ubuntu, porém após testar a versão em Flatpak notei um ganho de performance e, os bugs que ocorriam em meu uso não existem mais. Se existe um tipo de software que prezo por estar em suas últimas versões, são os emuladores. Quem joga frequentemente e utiliza tais aplicações, sabe que a cada lançamento há uma melhora considerável no desempenho dos jogos.

Usar apps em Flatpak pode ocasionar certos incômodos, mas em meu SSD de 120 GB não tive problemas de espaço, e receber sempre novas versões sem me preocupar em compilações ou procurar por novos lançamentos do software é muito cômodo. Caso utilize o Linux Mint, basta pesquisar na loja por: “PCSX2”, escolher a versão em Flatpak e instalar. Já para usuários do Ubuntu, alguns passos são necessários, isso se o Flatpak não estiver configurado em seu sistema.

Acesse esse passo-a-passo que fizemos demonstrando como habilitar o Flapak no Ubuntu, inclusive possibilitando a instalação dos programas pela loja, sem precisar recorrer ao terminal. Depois pesquise pelo emulador: “PCSX2” e aguarde a instalação.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por este link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o PCSX2 Flatpak:

flatpak install flathub net.pcsx2.PCSX2

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove net.pcsx2.PCSX2

Um passo extra que gostaria de demonstrar, é para usuários que tenham as roms em outra partição, um hd de backup, por exemplo. Tenho algumas ISOs que ripei na época que ainda tinha meu console, deixando elas em um hd secundário. Para que o PCSX2 em Flatpak leia outras partições, você terá que dar as permissões de leitura e escrita ao programa. Não se preocupe o processo é muito simples, basta executar o comando logo abaixo:

sudo flatpak override --filesystem=/media net.pcsx2.PCSX2

No exemplo acima, dei permissão de acesso a todas as partições contidas em “media”, entretanto normalmente as partições são montadas em “/run/media” ou “mnt”. Por costume uso o diretório media, mas você pode substituir essa parte do comando por qualquer outro onde seus dispositivos são montados.

OBS.: Na documentação do PCSX2 é informado que a "rum/media" é acessada por padrão, então possivelmente não será nescessário dar essa permissão. Caso necessite, já sabe como proceder.

Configurando o emulador de Playstation 2 PCSX2


Assim como alguns emuladores de consoles necessitam das BIOS dos aparelhos, em que planejam emular, o PCSX2 não é diferente. Sem este arquivo de BIOS o emulador não irá executar os jogos. Em seu site oficial, existem informações de como fazer um dumper da BIOS do seu console. Acesse o link e saiba mais.

Por motivos óbvios não estarei disponibilizando o arquivo junto a essa postagem, mas saiba que os jogos funcionarão conforme a BIOS e região. Simplificando, se a BIOS for americana, apenas jogos americanos funcionarão por conta da trava de região imposta pela Sony.

A versão traduzida do Guia oficial de configuração também pode ser acessada por esse link. A seguir irei demonstrar o que precisei configurar na versão em Flatpak.

Existem muitos ajustes que você pode fazer no emulador, alguns poderão aumentar o desempenho dos jogos e outros a qualidade gráfica. A principal é configurar os arquivos de BIOS no software, para isso abra o emulador vá em “Configuração” >> “Seleção de plugin-in/BIOS”.

Essa seção, podemos assim dizer, é a principal do emulador. Na categoria “Plug-ins” você encontrará vários plugins que são utilizados para o bom funcionamento do PCSX2.

Se por algum motivo seu joystick não estiver funcionando corretamente, mude a configuração localizada em “PAD”, de “libonepad-legacy” para “libonepad”. É bem comum que controles genéricos sejam mal identificados, se isso ocorrer você já sabe aonde ir.

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Na categoria “BIOS”, você encontrará um botão para selecionar a pasta onde estão os arquivos da BIOS em seu computador. Nela também existirá a possibilidade de selecionar a BIOS, como mencionei, conforme o jogo e sua região uma BIOS diferente pode ser exigida. Selecione o local dos arquivos e depois marque a BIOS desejada, não se esqueça de sempre pressionar o botão “Aplicar”, após cada mudança.

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Em “Pastas” estão localizados os caminhos de algumas configurações do emulador, aliás os “memory cards” por padrão ficam na home de seu usuário em um diretório oculto sendo “.var/app/net.pcsx2.PCSX2/config/PCSX2/memcards”. Eles funcionarão de forma semelhante aos saudosos memory cards, e você pode criar vários. 

Se preferir, pode adicionar as BIOS na pasta de mesmo nome, ao invés de outra, contudo creio que é mais prático manter em um mesmo local, indiferente da instalação ou sistema.

Com essas configurações iniciais já seria possível executar seus jogos, o emulador até consegue de forma eficiente identificar os joysticks automaticamente. Todavia, se quiser configurar manualmente, ou certificar que tudo está certo em “Configurações” >> “Comandos (PAD)” >> “Configurações do plug-in” poderá acessar os joysticks.

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Ainda nessa tela de configuração, indo em “Gamepad Configuration”, poderá observar que o emulador identificou meu joystick de Xbox 360. Claro que cada botão poderá ser setado isoladamente, basta clicar em “Set All Buttons”. Não se esqueça de clicar em “Apply/Aplicar”.

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Enfim, para executar os jogos vá em “Sistema”, depois “Carregar (ISO)”. Selecionar o seu game e pronto! No entanto, ainda podemos configurar mais coisas no emulador.

Ajustes finos no PCSX2


Para executar os jogos só é obrigatório adicionar o arquivo da BIOS, ter o jogo, um teclado ou joystick. E para aumentar a resolução de um jogo, ou quem sabe melhorar a performance? Essa parte do tutorial lhe mostrará algumas dessas opções.

Ao acessar “Configurações” >> “Configurações de emulação”, mais opções estarão disponíveis. A princípio você não conseguirá modificar nada, desmarque “Predefinição” (fica localizado na parte de baixo) e poderá customizar. Se fizer algo de errado, não se preocupe, cada aba contém um botão chamado “Restaurar como padrão”.

Basicamente faço o seguinte, na aba “EE/IOP”, marco “Nenhum” em “Modo clamping”.

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Em “VUs”, marco a mesma opção.

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Já em “GS” opções, como limitar os fps, usar o MTGS sincronizado e desativar os saltos de quadros podem ser modificados. A não ser que seu computador esteja com dificuldades para executar os games e com baixíssimos fps (tipo uns 10 - 20 fps), não aconselho a marcar a opção “Desativar a limitação de quadros”.

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Se quiser mudar o comportamento da janela em que o emulador inicia seu jogo, basta mudar a proporção de tela, tamanho, se a mesma vai maximizar ou não com o duplo clique do mouse, etc. Uso a tela panorâmica (16:9), mas fica ao seu gosto.

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Hacks de velocidade” pode dar um boost na performance do jogo em seu computador, se possui um processador com vários núcleos, recomendo ativar “MTVU (Multi-Threaded microVU1)” para fazer uso de mais de um núcleo de processamento. “Taxa de ciclo do EE” e “EE Cycle Skipping”, sempre funcionam melhor em zero. Mesmo com alguns dizendo para usar no máximo, nunca senti melhoras. Pelo contrário, o jogo ficava mais bugado.

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A última opção, “Correções de jogos”, só deve ser habilitada em casos que um determinado jogo listado não esteja funcionando ou apresentado os bugs relatados. Não esqueça de aplicar as mudanças.

Donos de computadores mais parrudos podem se dar o luxo de aumentarem a resolução nativa, modificar as texturas, adicionar anti-aliasing, filtros isotrópicos entre outros ajustes. Para isso vá em “Configuração” >> “Vídeos (GS)” >> “Configurações do plug-in”.

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Sinta-se a vontade para efetuar seus testes, habilitar os filtros, aumentar a resolução e muito mais. Mas saiba que quanto mais você modifica, mais poderá ser exigido do hardware. Donos de GPUs  dedicadas (e APUs) podem averiguar se a opção “OpenGL (Hardware)” está selecionada em “Render”. O resto é a gosto do freguês. 

Memory Cards


Lembra-se que citei a localização dos “Memory Cards Virtuais”, pois bem, acessando “Configuração” >> “Cartões de memória”, você poderá gerenciar esses memory cards e consecutivamente os saves de seus jogos. Será possível duplicar, remover, criar e muito mais. Não é difícil encontrar alguns desses arquivos na internet para download. Por exemplo, meu irmão baixou recentemente o save do Dragon Ball Tenkaichi 3 com tudo desbloqueado. Relembrando horas e horas que jogamos esse game no PS2.

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Você pode fazer o backup de seus cartões de memória e ou adicionar novos na pasta padrão, que fica localizada em sua home e depois num diretório oculto “/.var/app/net.pcsx2.PCSX2/config/PCSX2/memcards”. Não se esqueça que você só conseguirá ver tais diretórios se torná-los visíveis. No meu caso que uso o Ubuntu e Nautilus o atalho é “CTRL +H”. Assim conforme muitas opções do emulador, o local desses arquivos podem ser modificados.

Considerações finais


Fiquei surpreso com o PCSX2 Flatpak, pois não foi preciso configurar nada além dos arquivos de BIOS. Para ser sincero na versão do PCSX2 contida no repositório, eu sempre customizava vários parâmetros e mesmo assim não tinha a performance equiparável ao meu atual hardware. Daí a importância de se obter versões atualizadas dos emuladores. Agora, por default os jogos rodam como o esperado, e na realidade até me surpreendi com a performance. 

Irei demonstrar apenas alguns bugs que sofro ao utilizar a versão do repositório oficial, no exemplo você poderá observar erros gráficos contidos no jogo Yu-Gi-Oh! Capsule Monster Coliseum.

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Perceba que é possível ver os sprites das bocas dos personagens, além de linhas verdes que aparecem em locais da caixa de diálogo.

Na tela seguinte, durante a seleção dos monstros de duelo, linhas roxas estão presentes, somadas as verdes. 

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A performance também ficou superior com a nova versão em Flatpak, se antes em alguns momentos o jogo engasgava (com a resolução nativa do Play 2), agora posso aumentar a resolução tranquilamente para 1080p sem problema algum.

Outro teste que efetuei, em outra máquina mais modesta, foi justamente em relação ao desempenho. O mesmo jogo que citei anteriormente, Dragon Ball Tenkaichi 3, ao menos saia de uma tela preta na versão contida no repositório do Ubuntu 18.04 LTS. Agora ele inicia e é jogável, na resolução nativa ficando com 58 fps e em 720p caindo para 45 fps. Entretanto, outros jogos foram executados a 60fps e em 720p (essa máquina era uma APU da AMD, A10 7890K).

Finalizando, o PCSX2 em Flatpak me surpreendeu positivamente. Agora posso jogar games que fizeram parte de minha infância e gastar mais horas e horas no Yu-Gi-Oh! Capsule Monster Coliseum (agora sem nenhum bug e em full hd 😁️😁️😁️).

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Emulador de Nintendo 3DS, Citra em Snap

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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

No início do ano escrevi meu primeiro artigo no blog Diolinux, curiosamente o primeiro assunto que abordei foi justamente o emulador de Nintendo 3DS Citra. Caso queira mais informações sobre o emulador, recomendo fortemente essa postagem, acesse o link e saiba mais sobre o Citra e veja outras formas de se obter o software.

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Creio que não seja novidade para os leitores que acompanham meu trabalho, que sou apaixonado por emuladores e consoles. Mesmo possuindo meu New Nintendo 2DS XL, gosto de usufruir das vantagens que o Citra oferece. Na postagem anterior que indiquei, informo o processo de instalação do emulador via Flatpak e TAR.GZ. Hoje mais uma opção está disponível, por meio do formato de empacotamento da Canonical, o Snap.

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Emulador de N3DS Citra via Snap


Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “Citra” e instalar o aplicativo. Caso esteja utilizando outra distribuição Linux, segue esse tutorial ensinando a configurar o Snap em seu sistema.

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Sua instalação via terminal é bem simples, basta ter configurado previamente seu sistema (conforme mencionei anteriormente).

Instalando o Citra Snap via terminal:

sudo snap install citra-mts --edge

Removendo o Citra Snap via terminal:

sudo snap remove citra-mts

Vale ressaltar que a forma de instalação demonstrada no site do emulador é via Flatpak, porém, a construção do pacote Snap é feita diretamente do repositório Github do projeto. Se preferir via Flatpak, eis o link.

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Emulador de Nintendo Wii e GameCube, Dolphin Emu no Linux

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A comunidade de gamers no Linux vem crescendo a cada ano, sejam games via Steam, Wine ou quaisquer que sejam os meios. O cenário “retro gamer” é bem presente e forte na plataforma do pinguim. Existem até distribuições com foco em emulação de consoles antigos. Hoje apresento um dos melhores emuladores disponíveis no Linux, o Dolphin Emu.

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O Dolphin Emu é capaz de emular duas gerações distintas de consoles, o Nintendo GameCube e o Nintendo Wii. Não confunda o Dolphin Emu com o gerenciador de arquivos do projeto KDE, já vi algumas pessoas se confundirem por conta disso.

O emulador é software livre e sempre está em constante desenvolvimento, sendo que a cada nova versão sua performance melhora drasticamente. Os games podem ter sua resolução escalonada (em até 5K), melhorando muito seu visual. A compatibilidade com diversos joysticks é um ponto a se destacar e em todos os anos que venho utilizando o Dolphin Emu, nunca vi um que não tenha sido reconhecido. Outras características interessantes, como: contador de fps, modo multiplayer online e local, presets de joysticks, suporte aos joysticks originais de cada console, resolução Full HD (indo além da resolução original dos jogos), e muito mais.

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Caso esteja interessado, o emulador é multiplataforma e existem versões para Linux, Windows, macOS e Android (para plataformas mobiles). Acesse seu site oficial, para mais detalhes.

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Dolphin Emu diretamente do repositório oficial (da distro)


Você pode encontrar o emulador diretamente da loja de sua distribuição, no Ubuntu o programa encontra-se na versão 5.0 e pode ser instalado tanto pela interface gráfica ou terminal. Essa opção não é a mais atual, caso não se importe com versionamento ou possíveis melhorias de performance dos mais recentes lançamentos, basta pesquisar por: “Dolphin Emu” e instalar pelo Ubuntu Software (Gnome Software) ou loja de sua distro.

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No terminal é muito simples também.

Instale o Dolphin Emu via terminal:

sudo apt install dolphin-emu

Removendo o Dolphin Emu:

sudo apt remove dolphin-emu

Dolphin Emu via PPA


Existem várias formas de se obter o Dolphin Emu em sua distribuição Linux, o emulador encontra-se na maioria dos repositórios, porém, nem sempre a versão será a mais recente. Alguns preferem compilar diretamente do GitHub (não tão prático para um iniciante), enquanto outros via PPA.

Para instalar o Dolphin Emu no Ubuntu, Mint ou derivados. Segue abaixo todos os comandos necessários.

Adicione o PPA do Dolphin Emu:

sudo add-apt-repository ppa:dolphin-emu/ppa

Atualize a lista de pacotes:

sudo apt update

Instale o Dolphin Emu via PPA:

sudo apt install dolphin-emu

Agora se deseja remover de seu sistema, prossiga desta maneira.

Removendo o Dolphin Emu:

sudo apt remove dolphin-emu

Removendo o PPA do seu sistema:

sudo add-apt-repository -r ppa:dolphin-emu/ppa

Não se preocupe com todos estes comandos de terminal, seu intuito é ser bem simples e direto ao ponto. No entanto, você poderá fazer todo esse procedimento sem abrir o terminal. Ensinamos como instalar programas via PPA por interface gráfica nesta postagem, acesse e faça sem digitar uma linha na famigerada telinha preta (se é o que deseja).

Mesmo o PPA sendo mantido pela equipe do Dolphin Emu, suas atualizações não são tão constantes, como a terceira opção que irei demonstrar. Particularmente não creio que a adição de um PPA seja necessário em pleno 2019, salve poucos casos, ficando a seu cargo. Curiosamente, mesmo tendo um dos membros do projeto Dolphin Emu mantendo o PPA e no site oficial existir a indicação do mesmo. No Launchepad do Ubuntu, é descrito que as builds não são oficiais (vai entender 😵😵😵).

Dolphin Emu via Flatpak


O Dolphin Emu está disponível no repositório Flathub, curiosamente, sua versão em Flatapk recebe mais atualizações e na maioria das vezes está em versões superiores a do PPA (sempre venho observando, até o momento nunca vi a versão do PPA na frente ou equiparada com os lançamentos do Dolphin Emu Flatpak). O motivo disso? “Mistérios da meia noite” (😁️😁️😁️).

Antes será necessário adicionar o suporte a Flatpak em seu Ubuntu, por sorte essa postagem demonstra todo procedimento.

Outras distros podem ser configuradas conforme descrevemos aqui (o repositório Flathub deve ser adicionado ao sistema, logo abaixo demonstrarei). Com tudo pronto, pesquise na loja por: “Dolphin Emu” e escolha a opção em Flatpak (usuários de Linux Mint não precisam configurar nada previamente).

dolphinemu-dolphin-emulador-nintendo-gamecube-wii-linux-mint-ubuntu-ppa-flatpak-flathub

Obviamente que o procedimento pode ser feito com auxílio do terminal.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Dolphin Emu Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.DolphinEmu.dolphin-emu

Removendo o Dolphin Emu Flatpak via terminal:

flatpak remove org.DolphinEmu.dolphin-emu

Instalando o Dolphin Emu, você poderá jogar seus títulos do Nintendo Wii e GameCube com vantagens e facilidades que só a versão emulada traz. Outro ponto interessante é que instalando o emulador via PPA ou Flatpak, a opção gráfica de utilizar o Vulkan, além do OpenGL estará disponível. Algo não presente no emulador instalado diretamente do repositório do Ubuntu.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Emulador de Nintendo Wii U no Linux

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

O Nintendo Wii U não foi um super campeão de vendas da Nintendo, não caindo nas graças do povão. No entanto, a plataforma possui jogos incríveis, e você dono de um Wii U sabe muito bem de quais games estou falando (😋️😋️😋️). Se por algum motivo você quer se divertir jogando os títulos de Wii U em seu computador, especificamente no Linux, eis como proceder.

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Atualmente existem dois emuladores de Nintendo Wii U, o Decaf-emu e o Cemu. Sendo o primeiro software livre e o segundo proprietário. No momento apenas o Decaf-emu possui versão nativa para Linux, porém, o Cemu pode ser executado facilmente no sistema do pinguim. Vamos demonstrar a instalação deste emulador no Linux.

Alguns podem fazer a seguinte pergunta: “Porque não indicar o Decaf-emu?”. O Decaf-emu parece ser promissor, mas sua performance ainda não é comparável a do Cemu e o emulador sofre de alguns problemas. Uma curiosidade é que alguns desenvolvedores do Cemu “trocam figurinhas” com o pessoal do Decaf-emu, de modo a amadurecer o projeto e auxiliar em seu desenvolvimento. Outro ponto interessante é a adoção do Vulkan que está há algum tempo sendo implementada e testada no Decaf-emu, algo que acabou refletindo no Cemu. 

Os desenvolvedores do Cemu passaram a estudar a implementação do Vulkan, e já foi lançada uma versão exclusiva para apoiadores do projeto, que contribuem com 5 dólares via Patreon, com o desenvolvimento inicial utilizando a API. Um passo importantíssimo para usuários de GPU AMD no Windows (que não possuem uma performance equivalente, comparado à GPUs NVidia no sistema da Microsoft), e quem sabe acabe refletindo para os usuários Linux. Os desenvolvedores do Cemu já demonstraram interesse para disponibilizarem seu emulador para Linux, porém, afirmavam que o projeto ainda não estava maduro suficientemente para tal empreitada. Com a implementação do Vulkan, sendo uma alternativa ao OpenGL, quem sabe os testes para Linux estejam se aproximando (não custa nada sonhar 😁️😁️😁️). Enquanto isso, irei demonstrar a instalação da versão para Windows.

Cemu via Lutris


Existem diversas maneiras de se utilizar o Cemu no Linux, uma das mais práticas é via Lutris. Obviamente, por ser uma aplicação destinada ao Windows, teremos que instalar o Wine (responsável por executar programas desenvolvidos para o sistema da MS).


Com tudo configurado, e com o Lutris instalado, abra o Lutris e em sua caixa de pesquisa digite: “Cemu” e clique em “Search Lutris.net” (para pesquisar no site da aplicação). Não se assuste se o resultado não for de imediato, aguarde alguns segundinhos.

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Selecione o Cemu, depois clique no botão “Install” e aguarde todo processo.

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Outro modo, é abrindo diretamente em seu navegador o site do Lutris, pesquisar pelo Cemu ou acessar diretamente por este link, e clicar no botão “Install”.

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Uma janela abrirá, perguntando se quer executar aquela requisição via Lutris, clique em “Abrir Link” e no Lutris instale o emulador.

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Agora o Cemu já estará instalado em seu sistema e com o adicional do Cemu Hook, um complemento que auxilia na execução dos jogos. Mas, nem sempre o script de instalação do Lutris acompanha as últimas versões do emulador, entretanto, não se preocupe. Podemos contornar esse “probleminha”, facilmente. Conforme você pode observar no link da página do Cemu no Lutris, que deixei logo acima, perceberá que existem duas versões disponíveis do emulador (Cemu 1.15.8 e Cemu 1.15.11). Indo no site do Cemu, a última versão para download é a 15.11.12b (16/08//2019).

O que fazer? Baixe a última versão do site, descompacte o arquivo. Copie o conteúdo e substitua pelo emulador do Lutris. Para acessar os arquivos do Cemu via Lutris, clique sobre o ícone do Cemu no Lutris com o botão direito do mouse e vá à opção “Browse files”. O diretório será aberto em gerenciador de arquivos. Substitua os arquivos pelos que baixou do site do Lutris. A cada nova versão, repita o procedimento.

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Lembrando que devido à instalação do Cemu via Lutris, o Cemu Hook continuará habilitado. Não precisa renomear os diretórios ou algo do tipo.

Em meu canal (OSistemático) demonstrei como efetuar a instalação do Cemu + Cemu Hook via PlayOnLinux. No entanto, a forma demonstrada via Lutris é muito prática e economiza diversos passos. Se por algum motivo prefere via POL, veja o vídeo abaixo (também demonstro as configurações do Cemu).


O Cemu é um emulador fantástico, mas os jogos de Wii U exigem um hardware voltado a jogos. Claro, que você poderá testar em sua máquina. A critério de comparativo, o Super Smash Bros é executado em 60fps (com pequenas quedas) em uma APU AMD A10 7890k no Ubuntu 18.04 (GNOME), sem placa de vídeo dedicada. Alguns ajustes podem ser feitos para melhor performance de cada título em particular, na internet existem inúmeros vídeos demonstrando o passo a passo.

Conforme os requisitos do site do Cemu, a utilização de uma placa de vídeo AMD ou NVidia é um dos requisitos e em alguns casos, as APUs AMD conseguem executar determinados jogos. Se possui uma máquina modesta, vale o teste, mas não espere muito.

Você poderá utilizar o Cemu via POL, Lutris ou diretamente no Wine. O intuito deste tutorial é auxiliar os iniciantes e demonstrar que o procedimento pode ser feito via interface gráfica e de forma bem simples.

Até o próximo post, e tenha uma boa jogatina, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Lutris, Cemu, Decaf.
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Conheça o emulador de Nintendo DS, melonDS

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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Não vou negar que sou um apaixonado por portáteis e já tive a oportunidade de possuir a maioria deles. No entanto, nem todos os meus consoles estão em perfeito estado (ou ainda “vivos”). É aí que entra outra paixão que possuo, os emuladores.

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melonDS é um emulador de Nintendo DS, um dos portáteis mais importantes da indústria dos games. Desculpe a minha empolgação, mas falar do DS me remete a minha adolescência, época em que corria atrás para comprar meus consoles e games (servente de pedreiro, várias gambiarras, vendas e até mesmo o meu início em TI).

Muitos leitores irão citar o DeSmuME como uma alternativa aos seus jogos de Nintendo DS. Concordo que o emulador é muito bom, entretanto, desde 2015 não é lançada uma nova versão em seu site. Atualmente gosto de utilizar o DeSmuME modificado (poderei criar uma postagem sobre) e o melonDS.

melonDS-nintendo-ds-emulador-desmume-jogo-linux-windows-game-retro

Comparado ao DeSmuME, o melonDS é um novato, porém o emulador é promissor e vem recebendo dia após dia novas funcionalidades. Além da performance e recursos gráficos em torno de sua emulação. Atualmente utiliza como renderizador gráfico o OpenGL, mas com o desenvolvimento acelerado do programa, não duvido que o Vulkan se torne uma nova opção. Alguns recursos do emulador, de forma bem resumida, são:

  • Núcleo quase completo (CPU, vídeo, áudio, …);
  • Renderizador OpenGL, upscaling 3D (permitindo escalar a resolução nativa do DS, aumentando em até 8x); 
  • Simula partes do hardware, como o RTC (relógio interno do DS), microfone, tampa fechada / aberta; 
  • Suporte a joystick;
  • Savestates;
  • Vários modos de posicionamento / dimensionamento / rotação de exibição da tela do jogo; 
  • (WIP) Wifi: multiplayer local, conectividade on-line (requer a “libpcap”, para seu funcionamento); 
  • Versão Windows e Linux;
  • Software livre sob licença GPL3 (acesse o github do melonDS);
  • E muito mais está planejado. 

Recursos que serão implementados no futuro:


  • Emulação do Nintendo DSi;
  • Gráficos 3D com pixels perfeitos;
  • Aprimoramento da libui e a interface do emulador;
  • Suporte para renderizar telas separadamente;
  • Emulação de addons;
  • Entre outras funcionalidades (depurador, visualizadores de gráficos, cheat crapo, etc).

Recursos que também estão planejados, mas em segundo plano:


  • Melhorias no wifi;
  • Emular flashcarts ou outro hardware sofisticado;
  • Compatibilidade big-endian (Wii, etc);
  • Tempo de atualização do LCD (usado por alguns jogos para mesclagem de efeitos);
  • Recursos relevantes sugeridos pelos usuários do melonDS.

Novidades, aprimoramentos e mais informações sempre estão disponíveis no site oficial do melonDS. Seu desenvolvimento e lançamentos constantes, são características que me animam neste projeto. Afinal, se algo continua em desenvolvimento, significa que cada vez o emulador se tornará mais maduro e completo, enquanto, algo estagnado não oferece possíveis melhorias.

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Como baixar o melonDS


Para obter as últimas versões do melonDS, basta efetuar o download diretamente de seu site oficial. Tanto a versão Windows, como Linux são executáveis. Não é necessário instalar a aplicação em seu sistema. Todavia, para seu funcionamento alguns arquivos são exigidos.

O melonDS requer cópias da BIOS / firmware de um DS. Arquivos necessários:

  • bios7.bin, 16 KB: BIOS ARM7
  • bios9.bin, 4KB: BIOS ARM9
  • firmware.bin, 128/256 / 512KB: firmware

Para utilizar o emulador será necessário esses 3 arquivos, vindouros de um DS original ou DS Lite. Por motivos óbvios não podemos disponibilizar os arquivos aqui no blog Diolinux. Adicione os arquivos junto ao executável do melonDS e o emulador funcionará normalmente.

Lembrando que no Linux você tem que dar a permissão de execução do melonDS. Clique com o botão direito do seu mouse sobre o executável do melonDS. Vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque o checkbox.

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Mesmo com a interface em inglês o emulador é intuitivo e em poucos minutos você aprende todas as configurações do programa. Caso só tenha utilizado o DeSmuME, recomendo experimentar o melonDS.

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Emulador PPSSPP no Linux via Flatpak

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

O PSP é um dos portáteis que marcaram minha vida, e olha que sou aficionado por esses “pequenos monstrinhos”. Recentemente tive o desprazer de não poder desfrutar de meus jogos neste console, entretanto, ainda posso matar a saudade jogando diretamente em meu Ubuntu.

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A equipe de desenvolvimento do emulador PPSSPP sempre está implementando novas funcionalidades e recursos no programa. O emulador é bem famoso e possui até mesmo uma versão Android, além de suas versões GOLD com recursos premium. Caso tenha se interessado, em seu site oficial encontra-se todos os links e mais informações dessas opções.

Instalando o PPSSPP em sua distro Linux


Existem algumas maneiras de se obter o PPSSPP no Linux, através de pacotes DEB ou até mesmo um PPA para Ubuntu. Temos uma postagem abordando como efetuar a instalação do emulador via PPA. No entanto, as coisas são mais lentas por este meio. Não falo especificamente do emulador, e sim da demora em novas atualizações serem disponibilizadas. Alguns podem pensar que isso não é tão importante para softwares com foco em emulação, entretanto, te garanto que as melhorias de performances podem praticamente diferenciar o mesmo programa, apenas por conter uma versão superior. Convenhamos, que para computadores mais modestos, quanto mais performance e ajustes finos melhor.

Uma solução que venho adotando a bastante tempo, e que superou minhas expectativas, foi o PPSSPP diretamente do Flathub. Além de sempre estar alinhado com as últimas versões estáveis do PPSSPP, o emulador tem se mostrado muito estável e sempre com desempenho acima que a versão anterior. Obviamente, que isso é graças aos desenvolvedores do aplicativo que sempre disponibilizam uma versão melhor e superior a cada lançamento (estão de parabéns).

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Para prosseguir com a instalação do emulador, será necessário ter o Flatpak configurado em seu sistema e o repositório do Flathub. Calma, que é muito simples e essa postagem ensina o passo a passo para o Ubuntu (se já não tem configurado). Outras distribuições que não possuem o Flatpak habilitado, poderão configurar o recurso por esse post (acesse o link anterior, do Ubuntu, lá existe um passo para adicionar o repositório do Flathub). Caso utilize Linux Mint ou Fedora, o Flatpak já vem habilitado por padrão. No caso do Fedora, será necessário apenas adicionar o repositório do Flathub.

Instale no Ubuntu, Mint, Fedora ou qualquer outra distribuição que tenha uma loja com suporte a Flatpak, pesquisando por: “PPSSPP flatpak”.

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O processo pode ser feito via terminal, para quem desejar.

Adicionando o repositório do Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalação do PPSSPP Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.ppsspp.PPSSPP

Remoção do PPSSPP Flatpak via terminal:

flatpak remove org.ppsspp.PPSSPP/x86_64/stable

Dica extra (se possuir HD externo com seus jogos armazenados):

flatpak override --filesystem=/caminho_do_seu_hd org.ppsspp.PPSSPP

Exemplo do comando acima (costumo montar meus HDs em “media”):

flatpak override --filesystem=/media org.ppsspp.PPSSPP

Assim o PPSSPP em Flatpak poderá ler todos os meus arquivos, vindouros do ponto de montagem “media”, em meus outros HDs (esse comando pode ser adaptado para qualquer Flatpak, inclusive o da Steam).

Sem sombra de dúvidas o PPSSPP é um dos melhores emuladores, o interessante que você pode executar games sobre OpenGL ou Vulkan. Pelos meus testes, alguns títulos ganham mais potência em Vulkan, enquanto, outros são afetados por bugs. Vale o teste e ficar atento ao funcionamento do jogo. A resolução pode ser escalonada, entre outras configurações que são auto explicativas.

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Instale o emulador de Mega Drive no Ubuntu, Mint e Deepin

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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Na década de 90 “só se falava em dois consoles”, sendo o próprio Mega Drive e seu concorrente o Super Nintendo. Sempre fui mais do “lado Nintendo”, por possuir diversos consoles da marca, entretanto, o Mega Drive tem um lugar exclusivo no meu peito. Afinal, o primeiro jogo que tenho recordações é o Sonic. Isso já faz muito tempo, quando era apenas uma garotinho de 3 anos (👶👶👶).

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian

As distribuições Linux são uma ótima escolha para os retro-gamers. Durante este ano, venho demonstrando diversas alternativas que farão sua memória recordar os bons tempos de jogatina. Hoje apresento-lhes o emulador Mednafen (Mednaffe). Obviamente que existem outras opções (sempre tem os que falam: “Uso RetroArch”, falando nele, acesse este post com as últimas novidades do projeto).

Instalando o Emulador de Mega Drive no Linux


O Mednafen é um emulador via linha de comando, mas calma! Existe uma interface gráfica, chamada Mednaffe. Basta procurar na sua distribuição pelo emulador, você pode acessar a loja de seu sistema e pesquisar diretamente pela interface do emulador: “Mednaffe”.

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian-loja

Assim poderá desfrutar de seus clássicos do Mega Drive. Outra possibilidade é instalar via um gerenciador de pacotes, como o Synaptic ou terminal. Caso considere mais prático instalar da última forma, eis os comandos:

Instala o emulador Mednafen:

sudo apt install mednafen

Instala a interface gráfica do emulador:

sudo apt install mednaffe

Se preferir em único comando:

sudo apt install mednafen mednaffe -y

Os comandos acima são para distribuições baseadas em Debian e Ubuntu/Mint. Vale mencionar que além de Mega Drive o Mednafen emula outros consoles. Particularmente só uso para emular jogos do “Mega”, mas você pode jogar títulos de Playstation One, diretamente do programa.

Solucionando erro no áudio, caso ocorra


Dependendo da distribuição, pode ocorrer do áudio dos games emulados não ficarem perfeitos. A correção do erro é muito simples e se foi afetado pelo problema, aqui está a possível solução:

No seu gestor de arquivos navegue até as configurações do emulador. Sua localização está oculta, sendo necessário visualizar os arquivos neste estado. No Nautilus, por exemplo (gestor de arquivos do Ubuntu). Utilize as combinações de teclas Ctrl “+” H. Isso vale para o Nemo do Mint e o gestor de arquivos do Deepin.

Vá até o seguinte diretório:

SUA-PASTA-PESSOAL/.mednafen

Abra o arquivo de configuração do emulador com um editor de texto, no meu caso “mednafeen-09x.cfg”, e pesquise por “sound.device”. No editor de texto do Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas Ctrl “+” F. O mesmo vale para o Mint e Deepin.

Substitua o parâmetro default por este (é aconselhável manter o emulador fechado durante o procedimento):

sexyal-literal-default

Salve e feche o arquivo. Pronto! Agora provavelmente o áudio estará ok.

mega-drive-mednafen-mednaffe-linux-emulador-ubuntu-deepin-mint-debian-sonic

Para maiores detalhes da utilização do emulador, instalação, resolução do bug no áudio. Demonstro todo passo-a-passo em meu canal OSistemático.


Espero que possa desfrutar de toda sua biblioteca de clássicos do Mega Drive, participe de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe com seus amigos.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Jogue títulos do Playstation 3 no Linux com o RPCS3

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terça-feira, 18 de junho de 2019

O Playstation 3 é um dos consoles mais aclamados da Sony, claro que o Playstation 2 está em posições mais altas na lista dos “sonystas” (que lista é essa? 😁😁😁). Lançado em 11 de Novembro de 2006, no Japão, o “Play 3” (para os mais íntimos), só chegou em terras tupiniquins em 2007. Com continuações de títulos aclamados como, God of War e novos jogos sensacionais (The Last of Us é um deles), o Playstation 3 conquistou uma legião de gamers.

RPCS3-emulador-playstation3-sony-play3-sp3-linux-appimage-windows-games-configuração-guia-dualshock

Particularmente sempre fui mais do lado dos “consoles de mesa e portáteis”, jogando esporadicamente no PC. Há alguns anos que venho me aprofundando mais por essas bandas de “games no desktop”. Para quem tem jogos favoritos no Playstation 3 e por algum motivo não tem mais acesso ao hardware da Sony. Não consigo parar de pensar em meu PSP que recentemente “morreu” (😭😭😭), jogar no computador pode ser uma alternativa. Claro, que nem todos os jogos funcionarão na solução que irei demonstrar. Porém, quem sabe não “mate a saudade”.

RPCS3 o emulador de Playstation 3 


O RPCS3 é um emulador de Playstation 3, open source, que está em constante desenvolvimento. Com uma compatibilidade de games interessante, cerca de mais de 40% dos games classificados como jogáveis, o emulador pode ser uma ótima alternativa. Com versões para Linux e Windows, existe a possibilidade de se divertir com clássicos do PS3.


Requisitos mínimos (o funcionamento pode não ser como o esperado)


  • CPU: Qualquer processador compatível com 64 bits;
  • GPU: OpenGL 4.3 ou superior;
  • RAM: Mínimo 2 GB;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Requisitos recomendado (para funcionamento satisfatório dos games)


  • CPU: Intel Quad-core ou superior com TSX-NI (Haswell ou superior);
  • CPU: AMD Hexa-core ou superior (Ryzen);
  • GPU: Placa AMD ou NVIDIA compatível com Vulkan;
  • RAM: 8 GB ou mais;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Para usuários do Windows, é necessário a última versão do Microsoft DirectX instalado no sistema e o Microsoft Visual C ++ 2017. Outro requisito para o funcionamento do emulador é a firmware do Playstation 3. Por razões legais o mesmo não pode acompanhar tal arquivo. Entretanto, você pode efetuar o download do arquivo de atualização de sistema do PS3 (PS3UPDATA.PUP) no site oficial da Sony por este link. Com o “PS3UPDATA.PUP” não será obrigatório o “dump” da firmware de seu console.

RPCS3-emulador-playstation3-sony-play3-sp3-linux-appimage-windows-games-configuração-guia-dualshock-firmware

A versão do RPCS3 para Linux encontra-se no formato AppImage. Acesse este link e efetue o download do emulador

Configurando o RPCS3 em sua distribuição


Após baixar o programa, em um local de sua escolha, dê as devidas permissões para a execução do AppImage (não sabe como proceder? Acesse este post e veja como é simples).

Execute o RPCS3, no menu acesse “File >> Install Firmware”. Selecione o arquivo “PS3UPDATA.PUP”, que você fez o download previamente, e clique no botão “Open”.

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Em seguida, se tudo deu certo, está mensagem aparecerá. Aperte em “ok”.

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Os módulos PPU começarão a serem compilados. Dependendo da velocidade do seu processador, este processo poderá ser mais rápido ou lento.

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Performance e ajustes no RPCS3


Algumas configurações estão disponíveis no RPCS3, com elas podemos tornar as gameplays mais fluidas. Recomendo sempre pesquisar previamente sobre o jogo específico que está tentando emular. Existem dicas muito valiosas no Youtube, demonstrando todo procedimento. Para um aspecto geral, podemos efetuar da seguinte maneira:

No menu do emulador, contido no painel superior, acesse “Configuration” ou “Config”. Iremos começar com a categoria “CPU”.

  • Na seção “PPU Decoder”, deixe marcado “LLVM Recompiler (fastest)”; 
  • Na seção “SPU Decoder”, deixe marcado “ASMJIT Recompiler (faster)”, entretanto, recomendo testar a função em desenvolvimento “LLVM Recompiler (experimental)”;
  • Em “Firmware Settings” deixe “Automatically load required libraries”. Em jogos específicos poderá ser necessário mudar para opção “Manually load selected libraries”;
  • Firmware Libraries” é quando você selecionou para marcar manualmente as bibliotecas, em alguns jogos esse processo é muito importante para seu funcionamento;
  • Additional Settings” possui configurações com foco em processadores com, Ryzen e i5, i7 e alguns i3. Caso possua um Ryzen, marque todas as opções, menos “Accurate xfloat”. No caso dos Intel, não marque nem a “Enable thread scheduler” ou “Accurate xfloat”;
  • Preferred SPU Threads”, selecione o máximo de Threads conforme seu processador (o máximo até o momento são 6 threads); 
  • SPU Block Size”, deixe como “Safe”.

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Na segunda aba, “GPU”, configurações como, resolução nos jogos, framelimit (a quantos FPS eles irão rodar), filtro anisotrópico, anti-aliasing, etc. Poderão ser configurados. Neste quesito é bem subjetivo, pois, você não poderá selecionar 60 na opção “Framelimit” em algum jogo que funcione em 30 fps. Na realidade até poderá, entretanto, seu funcionamento não será como o esperado. Sempre pesquise se o jogo em questão suporta 60 fps ou teste, e caso ocorra algum problema, mude para 30 fps novamente. Uma opção importante e que deve ser mencionada é na seção “Render”. Alguns games funcionarão melhor sobre OpenGL (utilizando apenas seu processador) e outros via Vulkan (com uso da sua GPU). Como sempre, eis a importância do teste. 

  • Em “Additional Settings” deixe marcado “Write Color Buffers”.

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Na aba “Audio” pouquíssimas configurações são necessárias. Então, configure apenas as que demonstrarei.

  • Em “Audio Out” você pode selecionar “PulseAudio”;
  • Na seção “Audio Settigns” , marque a opção “Downmix to Stereo”. Caso perceba algum problema na reprodução do áudio, volte na seção “Audio Out” e selecione “ALSA”.

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A seção “I/O” não exige configurações, na próxima, “System” você pode configurar o tamanho máximo de cache em disco, região do console, língua e homebrew.

  • Console Language” deixe em “Portuguese (BR)”;
  • Em “Enter Button Assignment”, deixe “Enter with cross”;
  • Deixe selecionado “Enable /host_root/” em “Homebrew”.

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Alguns jogos necessitam de conexão com a internet, não foi o caso dos que testei, mas como já reforcei, pesquise caso haja esse requerimento por parte do game. Para habilitar internet acesse a aba “Network” e mude o status da conexão para “Connecting”.

Outra aba que não costumo modificar nada é “Emulator”, apenas troco o tema do RPCS3 na aba “GUI”.

Assim na seção “UI Stylesheets” deixe no tema que mais lhe agrada. Como tenho preferência por uma interface mais escura, utilizo o “Kuroi (Dark by Ani)”.

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Salve todas as modificações que fizemos, clicando em “Save”.

Clicando com o botão direito do mouse sobre os jogos, já instalados, você pode configurar cada um indiferente do outro. Isso é bem útil e resolve configurações especificas de um determinado game. Além de outras informações como, compatibilidade, possibilidade de remover o jogo, ir até a localização de seus arquivos, entre outras coisas.

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Configurando seu joystick no RPCS3


A configuração de joysticks é muito simples no RPCS3. Suportando o DualShock 3 e 4, você poderá ter uma experiência confortável utilizando o controle da Sony. Também existe a possibilidade de utilizar um teclado, e joystick de Xbox 360. Infelizmente não consegui utilizar controles genéricos no emulador (se não me engano um que possuía, genérico do Xbox 360, “compatível com o console”. Não posso confirmar, pois, o mesmo deu defeito). para configurar o joystick vá em “Pads” (um símbolo bem sugestivo de joystick 😁😁😁). Após setar todos os botões, conforme seu joystick, clique em “Add Profile” se quiser criar um customizado ou salve, no botão “save”.

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Gerenciamento de usuários, sistema de arquivos, saves e dados


O RPCS3 pode ser multi-usuário, ao criar novas contas e separar os saves e progressos de cada um. Isso torna o emulador interessante para mais de um utilizador ou quem deseja criar saves distintos para cada momento. Confesso que pouco explorei essa opção e outra chamada “Thropies”. Algo “semelhante as conquistas da Steam”, na qual alguns games possuem. Para não me alongar muito, e caso tenha interesse nas opções de gerenciamento do RPCS3, acesse esta página oficial do projeto. No windows os saves dos games estão contidos em “\dev_hdd0\home\00000001\savedata\”. Já na versão Linux esse diretório com os saves encontra-se em “~/.config/rpcs3/”. Faça sempre backup desses arquivos antes de formatar seu sistema.

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Instalando games de Playstation 3 no RPCS3


A instalação dos jogos no RPCS3 é bem simples, obviamente que será necessário ter efetuado o download do game em questão, e por motivos legais não podemos distribuir jogos do Playstation 3, esse procedimento fica ao seu encargo. O arquivo de instalação dos jogos é no formato “.PKG” e alguns jogos necessitam de extensão “.RAP”.

Para instalar um jogo em “.PKG”, vá no menu, na barra superior. Depois em “File >> Install .pkg”. Certos jogos necessitam de um arquivo extra, o já comentado, “.RAP”. Se o game em questão ter esse arquivo complementar, adicione o mesmo manualmente na pasta localizada em “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/home/00000001/exdata” (ou simplesmente você poderá arrastá-los e soltá-los na janela principal do emulador, vale o teste). 

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Os arquivos de jogos instalados via “.PKG” ficam localizados no diretório “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/game”.

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Depois de finalizar a instalação, execute o jogo. Vários módulos PPU começarão a serem compilados, não se assuste com algumas mensagens de erro no “terminal do emulador”, isso é absolutamente normal. O tempo de espera até o início do game é variável. Seja por conta de seu hardware ou “peso do jogo”, então, “muita hora nessa calma” (acho que troquei as bolas 😁😁😁).

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Executando jogos de PS3 no formato ISO ou mídias físicas 


Outra maneira de executar os jogos do “Play 3” no RPCS3 é utilizando uma mídia física ou arquivo ISO. Como não possuo um leitor Blu-ray, e somente alguns leitores são compatíveis para execução das mídias físicas do Playstation 3 (indo no final da página contida neste link, existe uma breve lista de leitores compatíveis), um arquivo ISO pode ser uma forma de contornar essa limitação. Você pode tanto extrair os arquivos de suas próprias mídias físicas, ou baixá-los da internet. Pelo que percebi é bem comum eles virem “prontos para o uso”. Todavia, caso o jogo esteja em “.ISO”, monte em uma unidade virtual e copie os arquivos para um diretório com seus games.

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Dentro dos arquivos, existirá uma estrutura de pastas semelhante em todos os games. Por exemplo, extraí os arquivos do game “Soulcalibur IV”. O arquivo que você irá selecionar com o emulador RPCS3 é o “EBOOT.BIN”. Localizado em “NOME-DO-SEU JOGO/PS3_GAME/USRDIR/EBOOT.BIN”.

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No RPCS3 vá em “File >> Boot SELF/ELF”.

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Navegue até o arquivo “EBOOT.BIN” do seu jogo e clique em “Open”. Assim como os “.PKG”, o game aparecerá na Game List do emulador (Não apague ou mude a localização destes arquivos).

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E pronto! Execute o seu jogo… Lembre-se de sempre verificar a lista de compatibilidade dos jogos e pesquisar na internet por eventuais configurações do jogo em questão. 

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Gosto bastante de acompanhar a evolução desses emuladores, e o RPCS3 sem dúvidas é um dos que sempre estou de olho (😜😜😜). Participe de nosso fórum Diolinux Plus, se você curte um game ou tem alguma dúvida, o pessoal sempre se une para auxiliar o próximo. 

Até o próximo post, que esse deu trabalhão (😵😵😵), SISTEMATICAMENTE! 😎
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