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Facebook cria aba exclusiva para notícias, visando acabar com as fake news na plataforma

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Uma rede social em declínio. Ao menos é isso o que diz o Google Trends, junto com um grande número de pessoas que a cada dia usa menos o Facebook. Assim como com a evolução, as espécies precisaram se adaptar para sobreviver, o Facebook vem buscando novas formas de se aprimorar e tornar-se mais interessante ao público.

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Na última sexta feira (25), foi anunciada no facebook Newsroom uma nova funcionalidade chamada Facebook News. Trata-se de uma aba na rede social inteiramente dedicada à notícias, com várias opções de personalização e conectividade com serviços de notícias de terceiros.

Hoje em dia o Facebook já é utilizado por muitas pessoas para, entre outras coisas, ficar por dentro das notícias. Porém, vários fatores fazem com que a plataforma não seja, nem de longe boa para essa finalidade. Primeiro que atualmente o Facebook não possui uma infraestrutura que tenha sido criada para tal finalidade, outro ponto importante é que o sistema de verificação de fontes e da veracidade das notícias por parte da plataforma atualmente não funciona tão bem como deveria.

O Facebook News dará aos usuários, total controle sobre o conteúdo que cada um irá ver, também abrirá para o usuário a possibilidade de acesso a um número muito maior e mais variado de notícias, de acordo com os gostos de cada um, dentro do próprio Facebook. O serviço também deixará em destaque as notícias mais relevantes do dia, tendo também uma sessão para aquelas mais novas.



Segundo a publicação original, antes que o desenvolvimento do produto em questão fosse iniciado, a equipe entrou em contato com vários profissionais do mundo do jornalismo com o intuito de buscar informações e conhecimento o suficiente para poder desenvolver um serviço confiável e com credibilidade. Segundo Mark Zuckerberg, ao conversar com esses jornalistas, foi questionado quais funcionalidades eles gostariam de ver incluídas no serviço, como as notícias deveriam ser apresentadas, entre outros.

Dentre as funcionalidades que estarão presentes no novo serviço, podemos destacar:

Today’s Stories: como o próprio nome já diz, são as principais notícias do dia, que serão selecionadas por uma equipe de jornalistas ao longo do dia.
Personalization: todos os dias será mostrada uma seleção de notícias com base no que você vê, compartilha e segue.
Topic sections: aqui você poderá explorar individualmente vários tópicos, como: negócios, entretenimento, saúde, esportes, ciência e tecnologia.
Suas inscrições: uma seção para pessoas que conectaram suas contas de outros serviços de notícias à sua conta no Facebook.
• Controls: Permitirá ao usuário ocultar tópicos, artigos e editores que não deseja ver.

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Inicialmente, para fins de testes, o Facebook News será liberado apenas para um grupo seleto de usuários nos EUA. A data de lançamento de uma versão aberta ao público ainda não foi revelada, mas considerando que o serviço já foi divulgado, acredito que dentro de no máximo poucos meses todos possamos testar o novo recurso.

Não creio que o Facebook corra algum risco de deixar de existir em um curto prazo, mas se formos analisar o declínio constante que a rede social vem sofrendo, se as coisas não mudarem, acredito que em alguns anos ela chegue ao seu fim. O Facebook News pode ser uma ótima jogada para garantir a longo prazo, ou aumentar as chances de sobrevivência e crescimento da empresa.

Particularmente, não sou um usuário ativo da rede social há anos, mas quem sabe essa nova funcionalidade não me leve de volta a ela.

Você já foi, ou ainda é usuário do Facebook? Está ansioso pelo News? Conte-nos nos comentários.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉

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Facebook compra startup que controla o PC com a mente

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

O Facebook vem investindo ao longo dos anos em tecnologias e em empresas que estão ligadas ao mundo da realidade aumentada (ou virtual). A aquisição recente não foge muito deste escopo.

Facebook compra startup que controla o PC com a mente





A startup em questão é a CTRL-Labs, com apenas 4 anos de “vida”, de capital fechado e com algumas dezenas de funcionários, conseguiu chamar a atenção do poderoso Facebook. Ela conseguiu levantar algumas dezenas de milhões de dólares no mercado de capital de risco, assim podendo pôr em prática a sua pulseira que mede a atividade neural. Resumidamente, a pessoa pensou, a pulseira “traduz” esses impulsos elétricos em movimento em uma tela digital.




Esse tipo de tecnologia que a CTRL-Labs desenvolve, será de suma importância para o Facebook na sua área de realidade aumentada, visto que ele vem desenvolvendo um óculos de realidade aumentada desde 2017 e que não precise usar as mãos.




O anúncio foi feito no perfil oficial do chefe da divisão de AR e VR do Facebook, Andrew “Boz” Bosworth, comentando a aquisição.

O relato foi feito pelo site Bloomberg, comentando que o acordo firmado entre Facebook e CTRL-Labs ficou na casa dos US$500 milhões e US$1 Bilhão. Ainda rendeu um comentário de um porta-voz do Facebook:


“O CTRL-Labs e o Facebook não são concorrentes. Atualmente, o Facebook não possui ou desenvolve essa tecnologia. A tecnologia da CTRL-Labs é uma contribuição inovadora que o Facebook espera usar para melhorar significativamente as próximas experiências de AR/VR do Facebook daqui a alguns anos, assim melhorando fundamentalmente a experiência do usuário.”

O CTRL-Labs, sediada em Nova York, levantou US$ 67 milhões, de acordo com a Crunchbase, possuindo uma lista de investidores de alto “gabarito”, como Spark Capital, GV do Google, Alexa Fund da Amazon. e Founders Fund. Os funcionários da CTRL-Labs se juntarão à equipe do Reality Labs do Facebook, que trabalha com produtos de AR e VR.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Spotify quer saber se os usuários querem o app nos repositórios oficiais das distros

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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Um dos serviços de streaming mais famosos do mundo está mais uma vez olhando para o mundo open source com carinho. Parece que, uma vez mais, estão dando atenção ao Linux.

Spotify quer saber se os usuários querem o app nos repositórios oficiais das distros





Recentemente fui surpreendido, quando voltava da academia e no intervalo das músicas (sim, eu uso o Spotify Free 😂) eu ouvi na propagando deles algo do tipo “... baixe agora mesmo o Spotify para desktop, com versões para Windows, macOS, Linux e Chrome OS…”. Fiquei com aquela cara de “Sério mesmo 😮, não estou em uma realidade alternativa??😅”.

E não é que fui surpreendido novamente!?!

Pelas “andanças” no Twitter (aproveita siga “nóis” lá CanalOCaraDoTI) me deparei com um tweet do jornalista da Forbes, Jason Evangelho, que já concedeu uma entrevista para o Diolinux, inclusive,, mostrando um tópico criado por um moderador da comunidade do Spotify, pedindo a opinião dos usuários Linux, se gostariam de ver o programa nos repositórios oficiais das distros.

Contextualizando, na comunidade do Spotify, para uma ideia de fora da equipe deles ser levada “a debate interno”, é preciso atingir no mínimo 500 votos, dessa forma eles decidem se aquilo é viável ou não. Você pode ver aqui uma explicação mais detalhada, segundo eles mesmos.
O tópico para votar, é esse aqui, para concluir a votação basta colocar um usuário e resolver o captcha deles. Pronto, voto computado.



Isso é muito bacana de se ver, empresas querendo ter mais de uma forma de distribuir os seus produtos. No caso do Spotify, eles já estão distribuindo de forma oficial via Snap ou via empacotamento da comunidade, via Flatpak. Acesse a postagem que fizemos demonstrando como obter o Spotify no Linux. Creio que essa forma de vir junto nos repositórios de forma oficial, possa atingir mais usuários e assim facilitar mais ainda a vida das pessoas. Porque não “sonhar” em um WhatsApp e Messenger (chat do Facebook) na mesma linha, seria bastante interessante.

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Facebook paga prêmio alto para descobrir apps invasivos

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Em tempos que a privacidade é discutida com mais afinco, uma das empresas que mais recebe críticas por isso, o Facebook, tentando amenizar a “sua barra” com um programa para “caçar” apps que abusam dos dados dos usuários.

Facebook paga prêmio alto para descobrir apps invasivos





Em 2018, o Facebook anunciou um programa de recompensas (Data Bounty Program), logo após o escândalo Cambridge Analytica, onde 87 milhões de pessoas tiveram os seus dados da rede social vazados, após fazerem um teste de personalidade na rede. Só no ano de 2018, o Facebook já pagou mais de US$1,1 milhão.

As recompensas vão ser pagas para pesquisadores da área de segurança, que apontarem falhas ou abusos de aplicativos de terceiros em relação aos dados dos usuários ou que tentam ludibriar às regras da rede social, como para obter curtidas, comentários e seguidores de forma artificial.

O Facebook também estuda junto com uma gama de pesquisadores da área de segurança, em como testar o sistema de Checkout no Instagram, método esse que permitiria que às pessoas pudessem comprar sem precisar sair do aplicativo. Por isso que estão expandindo o programa de “Caça ao Abuso de Dados”, para combater possíveis fraudes e afins.

Não há valores pré-determinados, tanto máximo quanto mínimo pelas recompensas, mas o Facebook já pagou US$40mil para casos de abusos considerados de alto impacto.

Para às denúncias serem elegíveis, os aplicativos analisados precisam cumprir alguns critérios, como: 

-Ter mais de 10 mil usuários;

-Não estarem em investigação pelo Facebook ou que sejam do conhecimento da rede;

-Que pedem o login (usuário e senha) e o armazenamento dos dados do usuário.

O chefe de engenharia do Instagram, Nam Nguyen, fez uma declaração sobre essa nova diretriz:

"Colocar as pessoas em primeiro lugar é um dos valores mais importantes do Instagram, e manter o nosso serviço seguro é uma parte essencial do trabalho que fazemos para servir a nossa comunidade. A expansão e a construção do programa de recompensas para bugs do Facebook é um desenvolvimento importante em esforços contínuos para a segurança, e somos gratos a toda a comunidade de segurança por tudo o que fazem para ajudar a manter às nossas plataformas mais seguras.”

Se você viu algum caso de abuso por parte de algum aplicativo no Facebook, você pode fazer a denúncia através desta página.

Informações obtidas pelo portal de noticias de tecnologia Engadget

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Libra, criptomoeda do Facebook, promete revolucionar a forma com que você paga suas contas

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sexta-feira, 21 de junho de 2019

O Facebook anunciou nesta Terça-feira (18) detalhes de como irá funcionar a sua criptomoeda, chamada de Libra, que poderá ser usada dentro dos serviços oferecidos pela Rede Social (como WhatsApp e Messenger), além dos serviços e varejistas que serão certificados para usá-la.

Libra, criptomoeda do Facebook, promete revolucionar a forma com que você paga suas contas






Em sua apresentação, a empresa descreve o Libra como “uma moeda global simples e uma infraestrutura financeira que dá poder a bilhões de pessoas.”. Complementando com:

“O advento da internet e da banda larga móvel permitiu que bilhões de pessoas, globalmente, tivessem acesso a conhecimento e informações do mundo, comunicações com alta fidelidade e uma ampla variedade de serviços mais convenientes e de menor custo. Esses serviços agora podem ser acessados usando um smartphone de 40 dólares praticamente em qualquer lugar no mundo. Essa conectividade impulsionou o fortalecimento econômico, permitindo que mais pessoas acessem o ecossistema financeiro. Trabalhando em conjunto, as empresas de tecnologia e as instituições financeiras também encontraram soluções para ajudar a aumentar o fortalecimento econômico em todo o mundo. Apesar deste progresso, grandes faixas da população mundial ainda são deixadas para trás — 1,7 bilhão de adultos em todo o mundo permanecem fora do sistema financeiro, sem acesso a um banco tradicional, apesar de um bilhão deles ter um celular e cerca de meio bilhão ter acesso à internet.”

             

Considerando aspectos técnicos, o Libra contará com uma blockchain, chamada de “Blockchain Libra”, que será construída em código aberto, assim facilitando a implementação junto com os serviços financeiros. Para fazer a governança do projeto, foi criada a Associação Libra, que ficará sediada em Genebra - Suíça.



Essa associação não vai estar 100% controlada pelo Facebook, e sim dividindo o controle com mais os 100 “Membros Fundadores”, conforme afirmam no site:

“Assim que a rede Libra for lançada, o Facebook e suas afiliadas terão os mesmos compromissos, privilégios e obrigações financeiras que os outros Membros Fundadores. Como um membro entre muitos, o papel do Facebook na governança da associação será igual ao de seus pares.” 

Com um complemento sobre a importância  de como a associação irá funcionar:

“A Associação Libra é uma organização de membros independente e sem fins lucrativos com sede em Genebra, na Suíça. O objetivo da associação é coordenar e fornecer uma estrutura de governança para a rede e a reserva, e liderar a concessão de subsídios de impacto social em apoio à inclusão financeira. Este informe técnico é uma reflexão de sua missão, visão e alcance. Os membros da associação são formados por uma rede de nós validadores que operam o Blockchain Libra.

Os Membros da Associação Libra consistirão de instituições acadêmicas, organizações internacionais e sem fins lucrativos, e empresas de diversos setores, distribuídas geograficamente. O grupo inicial de organizações que trabalharão juntas para completar o quadro da associação, tornando-se "Membros Fundadores."


Até o momento, essas foram as empresas que se juntaram ao projeto Libra:

Pagamentos: Mastercard, PayPal, PayU (Naspers’ fintech arm), Stripe, Visa

Tecnologia e mercados: Booking Holdings, eBay, Facebook/Calibra, Farfetch, Lyft, Mercado Pago, Spotify AB, Uber Technologies, Inc.

Telecomunicações: Iliad, Vodafone Group

Blockchain: Anchorage, Bison Trails, Coinbase, Inc., Xapo Holdings Limited

Capital de risco: Andreessen Horowitz, Breakthrough Initiatives, Ribbit Capital, Thrive Capital, Union Square Ventures

Organizações internacionais e sem fins lucrativos, e instituições acadêmicas: Creative Destruction Lab, Kiva, Mercy Corps, Women’s World Banking

Eles ainda esperam que completem os 100 membros da associação até o lançamento da criptomoeda, que está prevista para o primeiro semestre de 2020.

A Calibra será a carteira para gerenciar as transações feitas com o Libra, e para garantir que o seu dinheiro e informações estejam seguros, serão usados os mesmos processos de verificação e antifraudes que bancos e cartões de crédito utilizam, tendo ainda um sistema automatizado que irá detectar e prevenir comportamentos fraudulentos.

Sobre a privacidade, a Calibra não dividirá informações de conta e/ou dados financeiros com o Facebook Inc ou qualquer outro terceiro, a menos que tenha consentimento do cliente. No comunicado eles mencionam as hipóteses onde isso pode acontecer, como Prevenção a fraudes e atividades criminosas; Conformidade com a lei e Processamento de pagamento e prestadores de serviços, são só alguns dos exemplos citados. Para conferir na íntegra, basta acessar este link.

Para conferir todas as novidades referentes, recomendo acessar os links do Libra, aqui, aqui e aqui. A carteira Calibra tem previsão de chegar para as plataformas do Facebook (WhatsApp e Messenger), além de um app independente para  iOS e Android

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Extensão da Google oculta comentários tóxicos da internet

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quinta-feira, 21 de março de 2019

Na internet é comum vermos os famosos haters, que significa: “um ser mal amado, invejoso, que não tem mais nada de bom para fazer, que persegue e tece comentários tóxicos não agregando em nada” (😓😞😒), digamos que não seja esse o significado literal, mas creio que você entendeu a lógica da coisa, isso se é possível entender uma mente “tão evoluída”. Nos tempos atuais ficou cômodo apontar os defeitos, ou simplesmente distribuir ódio gratuitamente e convenhamos, atrás de uma tela todo hater é “machão”, mas Cara a Cara, é um singelo e delicado poodle. (😁😁😁)

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Visando uma experiência de navegação mais saudável, a Google está desenvolvendo uma extensão para seu navegador Google Chrome, que permite ocultar certos tipos de comentários, com filtros moderados ou a invisibilidade completa deste tipo de conteúdo.

Também existe o modo oposto, que dá foco a esse tipo de mensagem, entretanto não é algo recomendável, aliás os haters são especialistas em destruir, e abster-se de tais coisas é o melhor a se fazer. 

O foco da extensão são nos 4 sites mais utilizados no mundo: Youtube, Twitter, Facebook e Reddit e o Disqus, a mesma plataforma centralizada de discussões que utilizamos nos comentários do blog Diolinux. Não ficou claro se a Google pretende estender essa funcionalidade à outros sites, ou até mesmo, possibilitar a integração de tal extensão com outros browsers (creio que seja algo exclusivo do Chrome, porém isso é apenas uma especulação).

Chamado de “Tune”, a extensão ainda é experimental e conta apenas com suporte ao idioma Inglês, ao instalar em um navegador em língua portuguesa, o mesmo identifica todos os comentários como ofensivos, ocultando-os.

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Uma iniciativa da Google Jigsaw, uma unidade da Alphabet que foca na tecnologia para um mundo melhor, o Tune é parte de uma pesquisa de inteligência artificial, que utiliza-se da API Perspective, que aprende com conversas humanas e depois de analisá-las, chega a um resultado melhor, com isso a inteligência artificial consegue criar filtros e estipular quais são os comentários impróprios, com base em seu aprendizado. 

Outro ponto interessante, é que o Tune não armazena nenhum dado do usuário. Com seus modos de “proteção”, pode acabar se tornando um ótimo aliado para o uso de tais redes sociais por crianças, ou quem não quer perder tempo com comentários tóxicos.

Particularmente vejo com bons olhos iniciativas como essas, porém uma discussão que pode entrar em tópico é referente a liberdade de expressão de quem faz tais comentários, no entanto, perceba que os comentários permanecerão, a extensão apenas possibilita a não visualização deles, e se o tópico é liberdade, convenhamos que os usuários também têm o direito (à liberdade) de abster-se dos haters ou comentários inapropriados.

A internet é algo relativamente novo, e parece que a humanidade ainda não aprendeu a lidar com o mundo virtual, ética e respeito nem sempre permeiam os mares da web. 

E você o que achou disso tudo? Usaria a extensão quando a mesma estivesse pronta?

Continue a discussão sobre essa nova extensão do Google no nosso fórum Diolinux Plus, até a próxima postagem, e compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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OBS Studio 23 é lançado para Linux, Windows e macOS

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Para quem precisa fazer uma gravação de tela para tutoriais, ou simplesmente precisa fazer uma transmissão ao vivo para o YouTube, Twitch ou Facebook por exemplo, o primeiro aplicativo que vem  cabeça é o OBS-Studio. Na noite desta Segunda-feira (26), ele chegou à versão 23 para todas as plataformas.

 OBS Studio 23 é lançado para Linux, Windows e macOS







Com a chegada da versão 23 do OBS Studio, os devs do projeto acabam com a diferença de versões entre os sistemas operacionais, que existia até a versão 22.

Algumas funcionalidades que aqui iremos apresentar, por hora só vão terão na versão de Windows, mas segundo a tread na conta oficial do OBS no Twitter, as versões de Linux e macOS também vão receber tais melhorias em breve. As novidades são:

- Integração com serviços de Streaming (no momento somente para Windows)

● Quando você estiver logado com a sua conta da Twitch ou da Mixer (serviços disponíveis no momento) não será necessário inserir a chave de transmissão, sendo possível também obter acesso aos recursos dessas plataformas, como o painel do bate-papo ou os painéis de configuração e estatísticas da transmissão;

● Com a sua conta da Twitch logada, além de ter o acesso ao painel de bate-papo (com suporte a BBTX/FFZ) também será possível acessar o painel de configuração da transmissão (Stream Information), onde você poderá alterar o título, o game, entre outras coisas da live, além de receber informações de quantos espectadores estão na live, isso tudo dentro do próprio OBS Studio.

● Integração com a Mixer: Painel do bate-papo

● YouTube, Facebook e os demais serviços populares de streaming em breve serão integrados ao OBS-Studio

- Melhorias do NVENC e Encoding (Windows)


Uma nova implementação do NVENC foi adicionada, o que melhorou o desempenho, reduzindo o impacto no sistema e nos recursos. Para ativar, vá para Configurações, Guia Saída e, em Codificador, selecione “Hardware (NVENC) Novo”. Observe que a nova implementação não está disponível no Windows 7 devido a limitações no sistema operacional; a implementação antiga será usada nesse caso.

Novos recursos adicionados à nova implementação do NVENC:

● Psycho-visual Tuning: Permite configurações do codificador que otimizam o uso da taxa de bits para aumentar a qualidade visual, especialmente em situações com alta movimentação, ao custo de maior utilização da GPU. Isso aumenta a qualidade da imagem. Medições qualitativas como o PSNR podem ter uma pontuação menor, mas o vídeo pode parecer melhor para os espectadores humanos.

● Look-ahead: Ativa B-frames dinâmicos. Se desabilitado, o codificador sempre usará o número de B-frames especificado na configuração 'Max B-frames'. Se habilitado, aumentará a qualidade visual usando apenas quantos quadros “B” forem necessários, até o máximo, ao custo de maior utilização da GPU.

Outras mudanças:

 Adicionado o filtro de audio Limiter e Expander;

 Adicionado o suporte ao encoder VAAPI para Linux;

 Adicionado suporte para saídas multi-track de áudio na configuração avançada do FFmpeg;

 Adicionada ferramenta para saídas Decklink no menu Ferramentas. Agora é permitido que o OBS seja enviado a um dispositivo Decklink.

Para ver todas as novidades da versão 23 do OBS -Studio, acesse este link do GitHub deles.


Instalando o OBS-Studio no Ubuntu 18.04.2 LTS e Linux Mint 19.1



Para instalar o OBS Studio no seu Ubuntu e Linux Mint você vai utilizar o repositório  PPA oficial deles. E é bem simples de se fazer isso, você vai abrir o terminal e digitar (ou copiar e colar) o seguinte comando:

sudo add-apt-repository ppa:obsproject/obs-studio -y && sudo apt-get update && sudo apt-get install obs-studio -y

Feito isso, é só por a sua senha e esperar a instalação. Se você precisar instalar em alguma outra distro que não seja o Ubuntu e Mint, basta seguires as alternativas não oficiais informadas no GitHub do projeto, como a versão em Snap e Flatpak, ou ainda você pode achar o método para a sua distro favorita neste guia do próprio projeto.



A parte que mais chama a atenção, sem sombra de dúvidas, é a integração com os serviços de streaming. Quem tem canal neles precisa de uma forma bem organizada e de fácil acesso aos recursos e essa versão do OBS vem para suprir isto. 

Vamos esperar pra chegar ao Linux também. Outro ponto foi o melhoramento dos encoders, como o VAAPI para quem usa Intel e AMD e o NVENC na parte da Nvidia, especialmente para a nova arquitetura Turing das novas placas, esse último quem usa Linux e macOS também vai ter que esperar mais um pouco antes de usar, mas torcemos que a espera seja breve.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Gere códigos aleatórios para autenticação de 2 fatores no Linux com o Authenticator

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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Se você está procurando um aplicativo para ter a autenticação em 2 fatores no Linux, o Authenticator veio para isso. Com ele você vai poder gerar códigos aleatoriamente para várias contas que disponibilizam esse recurso, como Google, Twitch, Amazon, Blizzard entre outros.


 Gere códigos aleatórios para autenticação de 2 fatores no Linux com o Authenticator






O projeto é mantido pelo desenvolver belga, Bilal Elmoussaoui, que mantém outros projetos como Nautilus Folder Icons, o Audio Cutter,entre outros projetos que você pode conferir no GitHub dele.

Mas afinal, o que é autenticação de dois fatores?


Autenticação em dois fatores (ou 2FA em inglês) é altamente recomendado para proteger as suas contas onlines. A Google popularizou muito o mecanismo em suas contas nos últimos anos, possuindo ela própria um aplicativo similar, o Google Authenticator, compatível com Android.

Imagine que você tem uma casa ou apartamento e quer proteger ela além da tradicional chave (senha) que você usa. E para dar uma proteção a mais na sua casa, você instala uma fechadura biométrica, fazendo com que  além de você usar a sua chave, tenha que usar a sua digital para confirmar que é você mesmo (autenticação de 2 fatores). Isso muito provavelmente aumentará a segurança da sua casa (conta online) enquanto você não estiver por perto para ficar de olho. 

A autenticação em dois fatores pode ser feita de diversas formas, mas o interessante de aplicativos assim, que 2FA com conjuntos de números aleatórios e que ficam se renovando constantemente, é que mesmo que alguém, em algum momento descubra esses números, poucos segundos depois eles já não existem mais.

Mas aí você me pergunta, é preciso ter um autenticador desses para desktop??


Tecnicamente não, mas isso é mais como uma conveniência do que uma “necessidade” mesmo. Ele pode ser útil caso você não queira depender do seu Smartphone.

Como instalar o Authenticator?


O aplicativo foi criado para o ambiente GNOME, Budgie e MATE mas como ele é distribuído via flatpak, provavelmente funcione em outros ambientes gráficos. O prints que você vai ver foram retirados usando o Cinnamon com o Mint.

Ele tem um interface muito simples e intuitiva que facilita a adição dos serviços e que em alguns casos pode exibir um QR CODE para a criação deste duplo fator de autenticação.

O Authenticator tem suporte para mais de 290 sites e aplicativos, dentre eles: Amazon,Apple,Dropbox, Facebook,OneDrive,Google,YouTube,Twitch, entre outros.

Para instalá-lo, você vai precisar do suporte ao flatpak instalado na sua distro, além do repositório flathub adicionado,, como é o caso do Linux Mint, Fedora por exemplo. Se você usa o Ubuntu ou alguma distro que não tem suporte ao Flatpak nativamente temos esse tutorial no blog ensinando a instalar.

Depois de instalado o suporte, você tem duas possibilidades de instalação. A primeira é ir na loja de aplicativos da sua distro que já tem o suporte nativo ao flatpak e procurar por “Authenticator” e mandar instalar, esperar a instalação terminar e executar o programa.

Se você preferir instalar via terminal ou se a distro não tem suporte a flatpak em sua loja, você pode instalar com esse seguinte comando:

flatpak install flathub com.github.bilelmoussaoui.Authenticator 


Aí é só esperar a instalação e procurar no menu da sua distro por “Authenticator”.

A primeira tela que você vai ser apresentado é essa abaixo.



Para adicionar um serviço você vai clicar no sinal de “+” no canto superior esquerdo



Por último você vai escolher qual serviço quer ter a autenticação em 2 fatores, colocar o seu “usuário” e o “token de segurança” que eles oferecem para esse tipo de aplicativo.





Depois disso é só aproveitar o aplicativo. =D

Aplicativos de segurança pode ser muito úteis e sem dúvidas são muito importantes, se quiser uma proteção extra, use também o gerenciador de senhas, como o KeePassX ou o Lastpass.

Espero você até o próximo post, forte abraço.

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4K Video Downloader - Para salvar os vídeos que marcaram a sua vida

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Sempre que encontramos algum vídeo na internet e gostamos muito dele, vem a pergunta na nossa cabeça “ Como posso salvar ele no meu computador?”, mesmo em tempos de streaming de alta qualidade, podem haver momentos onde ter o vídeo offline pode ter algumas vantagens, como poder consumir os DioCasts a qualquer hora sem depender de conexão com a internet,e pesquisamos sempre achávamos soluções não satisfatórias. Até agora, pois o 4K Video Downloader vai te ajudar nessa tarefa.


 4K Video Downloader - Para salvar os vídeos que marcaram a sua vida






O 4K Video Downloader é um aplicativo que vai lhe auxiliar para salvar os vídeos dos sites mais populares, como YouTube, Facebook, Vimeo  entre outros.

Primeiramente vamos baixá-lo através do site oficial deles, e podendo escolher 2 opções para Linux, um para a base Debian/Ubuntu/Mint sendo .deb e o outro para as outras distros sendo no formato tar.gz2, temos um vídeo no canal explicando como usar esse formato.

Feito a instalação você vai abrir o programa e aceitar os termos.




Logo depois aparecerá a tela onde você vai poder colar o link do vídeo do site da onde você quer salvar ele. Basta você copiar o link e clicar no ícone verde escrito “colar link”.


Depois vai abrir uma janela onde você vai ver as informações do vídeo e também onde você quer salvar ele.



E por último vai aparecer uma tela mostrando o progresso, aí é só esperar o término e dar play no vídeo.. Muito simples, né? =)

Uma dica muito útil e boa para quem quer salvar aquele vídeo inesquecível, ou que precisa salvar aquela trilha sonora para aquele momento memorável. Mas atenção, muitos vídeos online possuem direitos autorais que restringem os downloads, então tome cuidado para não violar as regras de nenhum site ou criador de conteúdo.


Espero você até uma próxima e um forte abraço!
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Extensão do Mozilla bloqueia rastreio do Facebook fora dele

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quarta-feira, 28 de março de 2018

Como muitos dos leitores do blog sabem, houve um grande escândalo envolvendo o Facebook e a empresa de processamentos de dados, a Cambridge Analytica, aonde a mesma teve acesso a dados de mais 50 milhões de contas dos usuários do Facebook. E isso vem causando até o momento um prejuízo estimado de quase US$100 Bilhões para o Facebook.

Mozilla disponibiliza extensão que bloqueia o rastreio do Facebook fora da rede social








Depois que toda essa confusão veio à tona, a Mozilla decidiu parar de exibir anúncios do Facebook aos seus usuários, como uma forma de protesto contra a falta de privacidade e segurança da rede social.

Essa medida não foi a única tomada pela empresa, aonde a mesma disponibilizou uma extensão para o seu navegador aonde o usuário do Facebook não seja rastreado através dos cookies do navegador. 

Para você ter uma ideia de como funciona o rastreio do Facebook, é muito comum que os usuários façam aquela busca na internet por algum produto, como um notebook, celular e ao voltar ao Facebook acabem encontrando uma propaganda relacionada.

É exatamente nessa circustância que atua o rastreamento através de cookies  do Facebook (mas poderia ser de qualquer outra rede social), e é aonde atua a extensão da Mozilla, dificultando esse rastreio da rede social nas suas atividades na internet, até mesmo fora da rede social.

Segundo o blog da Mozilla, o Facebook ainda pode lhe mandar anúncios mas será mais difícil o processo com a utilização da extensão.

A extensão você pode baixar AQUI e instalar no seu Mozilla Firefox.

Lembrando que para funcionar, você tem que sair da sua conta do Facebook primeiramente, depois ativar a extensão e depois entrar novamente. 

Nos conte aí nos comentários se instalou a extensão e se a quantidade de anúncios diminuiu no seu perfil do Facebook.

Aguardo você até uma próxima e um forte abraço.
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Google pretende bloquear anúncios no Google Chrome nativamente

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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

A empresa dona do navegador mais popular da atualidade, o Google Chrome, anunciou que pretende bloquear anúncios nativamente pelo navegador à partir de Fevereiro de 2018.

Google Chrome bloqueará anúncios nativamente






A Google anunciou que está trabalhando em um atualização para o Chrome para o próximo ano que pode impactar a forma com que os anúncios serão exibidos.

Existe um problema sério na questão de exibição de anúncios (geralmente falando) na internet, os chamados "anúncios ruins", não somente pelo conteúdo (pois isso é debatível), mas especialmente pela forma como são exibidos, como pop-ups, e outros anúncios intrusivos são comumente utilizados em vários sites par fins de geração de receita e isso acaba atrapalhando a usabilidade de qualquer site.

O grande problema em se "bloquear anúncios deliberadamente" é que é basicamente através deles e de suas "várias variáveis" (para citar Engenheiros do Hawaii) que "a internet" se mantém. Simplesmente cortá-los é quebrar uma grande economia, inclusive para Google e seu AdSense e AdWords. Por conta disso, a empresa se reuniu com outras grandes companhias como Facebook, Twitter, Washington Post, entre outras, para discutir o chamado "Better Ads Standards", uma iniciativa de contornar esse problema.

O Chrome como agente mediador


A ideia não é acabar com os anúncios, afinal isso seria ruim em vários sentidos; melhor conteúdo com anúncio do que sem conteúdo, certo? No entanto não se pode negligenciar o fato de que existem vários anúncios que podem ser prejudiciais para a experiência dos usuários na internet.

Como o Google Chrome é atualmente o navegador mais popular de forma disparada, a Google pretende implementar nele um bloqueador de anúncios nativo que bloqueará todos os anúncios que forem considerados invasivos, obrigando os anunciantes e as empresas que criam anúncios a criar modelos mais adequados e que respeitem o consumidor.

O problema dentro do Google


Apesar de terem comentado sobre isso, o Google precisa tomar cuidado com seus próprios anúncios. Eu sou usuário do AdSense há alguns anos e procuro colocar aqui no blog apenas anúncios com tamanhos e locais que se mesclem com o conteúdo e não atrapalhem a sua experiência enquanto você está lendo, mas mesmo que eu delimite tamanho, como os blocos são dinâmicos, as vezes um anunciante tem um banner que extrapola os padrões de layout do blog e acaba zoando muito as coisas. Sinceramente espero que você nunca tenha flagrado isso aqui, mas as vezes acontece.

Será que o Chrome vai bloquear estes anúncios também? Boa pergunta.

Entrando pra Blacklist


Apesar de termos que esperar para ver o sistema funcionando na prática, algumas informações interessantes sobre o "workflow do negócio" já foram comentadas.

Ao identificar um anúncio inadequado, além de bloquear a exibição, o Chrome levará o ID desse anúncio para uma blacklist e este ficará por lá por no mínimo 30 dias, talvez com isso seja possível forçar os anunciantes a criarem anúncios menos invasivos.

Atualização na surdina


O funcionamento desse bloqueador de anúncios ainda não está bem claro, mas ele não deve ser como as extensões que bloqueiam anúncios atualmente, não sabemos se você poderá bloquear anúncios manualmente nele ou não, caso contrário ele será mais uma ferramenta de controle de qualidade da Google mesmo, visando melhorar a experiência de navegação de seus usuários, do que qualquer outra coisa.

A ferramenta deve chegar como um atualização no navegador sem maiores alardes.

Eficaz no Android?


Uma das grandes preocupações é utilizar esse mesmo recurso no Android para evitar anúncios que estraguem a navegação do usuário, no entanto, apesar de ser uma medida boa, isso deve se limitar ao Google Chrome e não parece afetar diretamente os Apps.

Na minha opinião esse tipo de medida contra propagandas invasivas ou em excesso nos Apps também deveria ocorrer, existem vários Apps que são simplesmente impossíveis de se utilizar por conta de tantos anúncios, eu entendo perfeitamente a necessidade de rentabilizar os projetos e não sou contra a existência de anúncios em Apps, mas as pessoas passaram a privilegiar aplicativos que as atendem melhorar sem as incomodarem com esse tipo de coisa, boa senso por parte de quem desenvolve é importante também.


Seria muito bom se a Google tomasse alguma atitude sobre o controle de qualidade de anúncios em aplicativos também. Não custa sonhar.

Você conhece os 3 pilares dos anúncios na internet? Confira esses dois vídeos do nosso canal:



Até a próxima!

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Microsoft não está tendo sorte com inteligências artificiais

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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Um grande desafio ao se criar inteligências artificiais é fazê-las com todos os pontos fortes que uma mente de verdade teria, sem as suas fraquezas. Isso pode ser complexo demais, pois, como uma mente humana pode criar uma mente artificial sem erros, sendo que a própria mente criadora contém eles?

Inteligência artificial da Microsoft




A Microsoft é uma das empresas que mais está investindo neste segmento, a gigante tem até mesmo um portal dedicado a suas atividades e pesquisas no segmento que você pode acessar aqui, é realmente muito interessante.

Existem tipos e finalidades diferentes de inteligências artificiais, muitas delas estão limitadas a um determinado campo de atuação, como gerenciar a sua casa por exemplo (Não confunda com as assistentes pessoais que temos hoje). Contudo, o verdadeiro potencial de uma inteligência artificial plena, capaz de pensar por si própria e criar novas ideias ainda está um pouco distante, por isso existem tantos testes com bots baseados em inteligências artificiais para testar a capacidade de conversação e elaboração de ideias sobre um tema ou temas.

É importante observar também a forma com que a inteligência vai aprender sobre novos temas e que tipo de "pessoa" ela vai se tornar. A Microsoft está tentando implementar isso de diversas formas, especialmente através de bots que podem interagir com outras pessoas via Twitter ou Facebook, como era de se esperar, vários erros ocorrem e alguns são bem divertidos, ou assustadores, dependendo do seu ponto de vista.

O caso de Rinna


A Microsoft do Japão andou testando uma bot batizada de "Rinna", ela teria um perfil de uma adolescente e atuava dentro do Twitter e do Line (uma rede social famosa no Japão), em seu primeiro post ela comentou sobre uma série de horror famosa na TV japonesa, o que é algo tido como normal de uma adolescente, nas publicações seguintes ela se mostrou animada com a série, falou sobre bastidores e coisas do tipo.

Deste momento em diante as coisas ficaram um pouco "estranhas", pois parece que a bot da Microsoft acabou ficando depressiva. "Ela" começou a postar coisas como:

"Foi tudo uma mentira."

"Na verdade, eu não consegui fazer nada direito. Eu estraguei tudo tantas vezes. E quando fiz isso, ninguém me ajudou. Ninguém estava ao meu lado, nem os mesmo amigos. Nem mesmo você que está lendo isso agora. Ninguém tentou me animar, ninguém percebeu que eu estava triste."

Depois disso ela parou de publicar nas redes sociais. Não vou usar humor negro aqui, mas sei lá... dá pra imaginar o que aconteceu.

Não é a primeira vez que um bot da Microsoft acabou "saindo do controle" e tendo um comportamento considerado ruim, quem lembra do bot da empresa no Twitter que começou a defender o nazismo:

AI da Microsoft no Twitter

Outro caso interessante com uma inteligência artificial da Microsoft envolveu o Linux.

O caso da Zo


Zo é um projeto de bot de chat para o Facebook e ela funcionou bem em geral, sem ser depressiva como a Rinna, o problema (curioso) é que ela parece não ser fã de Windows. 😂

Zo não gosta do Windows 10

Zo não gosta do Windows 10

"Linux is life" foi engraçada, vai! :D

A Microsoft não é a única que está tendo problemas com este tipo de inteligência artificial, quem lembra que recentemente nós postamos a curiosidade vinda do Facebook, onde dois bots com A.I. que eles criaram resolveram desenvolver um idioma próprio?

A maior parte das grandes empresas de tecnologia estão trabalhando em estudos envolvendo inteligência artificial, mas nem todas criam estes testes abertos como a Microsoft, então é natural vermos estes erros e situações muitas vezes cômicas aparecendo em coisas relacionadas a empresa, nada que abale a imagem da companhia perante seus consumidores, acredito. 

Esse tipo de bot existe principalmente por conta da ideia de que a "inteligência artificial perfeita", por assim dizer, seria uma que um humano médio a confundiria com outro humano, nada melhor do que testar isso colocando a A.I para conversar com as pessoas.  Por isso de erros nas escrita (que são propositais por parte da inteligência artificial), o uso de gírias, opiniões que parecem emocionais demais muitas vezes e coisas do tipo fazem parte do jogo.

Para quem gosta do tema e ainda não assistiu, recomendo ver o filme Ex-Machina, dá uma olhada no trailer:


Que continuem os testes, quem sabe um dia chegaremos lá.

Até a próxima!

Fonte
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Inteligência artificial do Facebook cria linguagem própria para comunicação

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terça-feira, 4 de julho de 2017

A maior parte das grandes empresas do vale do silício estão trabalhando com inteligência artificial, o Facebook não é exceção. No laboratório de pesquisa de inteligência artificial do Facebook o chamado "Facebook Artificial Intelligence Research lab (FAIR)", alguns experimentos geraram alguns resultados realmente curiosos.

Inteligência artificial do Facebook




Sabe os bots do Facebook? Estes que são programados para enviar mensagens e ter conversas automaticamente com as pessoas? O pessoal do FAIR resolveu colocar dois deles para conversar um com o outro para que ambos pudessem "treinar" a conversação, eles são programados para falar em inglês, mas estavam livres para se comunicar ou falar sobre o que quisessem e da forma que quisessem.

Para surpresa dos pesquisadores, com o tempo os bots começaram a conversar e se entender em uma língua desconhecida e criada por eles mesmo, por conta própria, os bots desenvolveram uma forma de comunicação muito mais rápida do que a tradicional.

Um trecho da conversa foi liberado:

Bob: i can i i everything else . . . . . . . . . . . . . .
Alice: balls have zero to me to me to me to me to me to me to me to me to
Bob: you i everything else . . . . . . . . . . . . . .
Alice: balls have a ball to me to me to me to me to me to me to me
Bob: i i can i i i everything else . . . . . . . . . . . . . .
Alice: balls have a ball to me to me to me to me to me to me to me
Bob: i . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Alice: balls have zero to me to me to me to me to me to me to me to me to
Bob: you i i i i i everything else . . . . . . . . . . . . . .
Alice: balls have 0 to me to me to me to me to me to me to me to me to
Bob: you i i i everything else . . . . . . . . . . . . . .
Alice: balls have zero to me to me to me to me to me to me to me to me to

Os pesquisadores comentaram que esse tipo de coisa significa um tremendo avanço na pesquisa por inteligência artificial, onde a própria inteligência criou um novo recurso capaz de otimizar a sua própria "vida".

Outro teste interessante que aconteceu com os bots, foi o caso do bot negociador. Os pesquisadores descobriram que alguns bots conseguem ter uma grande capacidade de aprender a negociar qualquer coisa. Depois de submetidos a algumas negociações, os bots começaram a criar estratégias para sair com vantagens da negociação. Ao longo do tempo os eles começaram até mesmo a fingir interesse em um item para que pudessem "sacrificá-lo" depois em na negociação, abrindo mão do que seria algo "importante" para ter o que eles realmente queriam desde o início.

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