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Plugin do Snap será desabilitado no Fedora 31, e agora?

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Hoje (11) Quinta-feira, Richard Hughes, um dos principais engenheiros de software da Red Hat, anunciou na lista de discussão de desenvolvedores do projeto Fedora que o plugin que integra os pacotes Snap com a Gnome Software, será “desativado” no Fedora 31. Atualmente o mesmo vem desabilitado, podendo ser ativado pelo usuário.

fedora-31-gnome-software-loja-plugin-snap-store-canonical-snapcraft-snapd-

A notícia pode aparentar como assustadora, mas calma! O Fedora continuará a manter suporte ao Snap e usuários que utilizam essa solução, não precisam se preocupar. Outro ponto, é que a Canonical vem desenvolvendo uma nova aplicação (loja) voltada aos Snaps. Caso até o lançamento da próxima versão do Fedora, tal solução não esteja disponível. Existe a possibilidade de utilizar a aplicação em Snap, chamada de Snap Store e instalar graficamente apps neste formato no Fedora e demais distribuições. Lembre-se que o snap continuará nos repositórios do Fedora 31, talvez apenas a primeira instalação de um Snap seja necessário utilizar o terminal, no caso a Snap Store.

A decisão não foi arbitrária, o próprio Richard Hughes explica o motivo:

“O plugin snap existente não está muito bem testado e eu não quero ser o responsável quando ele quebrar. No momento, ativar o plugin snap faz com que a UX (experiência do usuário) do gnome-software seja degradada, já que todas as consultas de pesquisa também são roteadas por meio do snapd, em vez de serem manipuladas no mesmo processo”.

Hughes também descreve que o snapd é o responsável por atualizar as aplicações, e não propriamente a Gnome Software. Em seu texto outros motivos técnicos são abordados. Resumidamente, não existe uma real integração entre o snapd e a loja do Gnome.

“Palma, palma, não priemos cânico”


Com uma nova Snap Store em mente, a Canonical vem empregando esforços para entregar uma melhorada experiência de uso com os Snaps. Hughes revela que: “… os desenvolvedores atualmente designados para trabalhar na Gnome Software foram reatribuídos para trabalhar no Snap Store”. Mesmo com um impacto inicial por não permitir a possibilidade de instalar programas em Snap diretamente de sua loja, impactando um pouco a experiência de alguns usuários que fazem uso do formato da Canonical, o Fedora presa em garantir a integridade de seu projeto, não atribuindo sobre si responsabilidades de terceiros. Do ponto de vista do projeto, tal decisão faz muito sentido, no entanto, é inegável que possa haver um pequeno desconforto por parte de uma parcela de seus usuários, mas nada que mude drasticamente a rotina de um usuário Fedora, afinal, o pacote “gnome-software-plugin-snap” não vinha habilitado por padrão.

O que achou dessa situação? Deixe nos comentários sua opinião, e participe de nosso fórum Diolinux Plus. Assim você sempre fica por dentro das novidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Fedora.
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Comandos básicos para quem está chegando ao Fedora

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quarta-feira, 10 de julho de 2019


Se você está chegando ao mundo Linux e está começando nele através do Fedora, ou está migrando de alguma outra distro, como o Ubuntu ou Mint, esses comandos vão lhe ajudar e muito na sua jornada no sistema do “chapéu azul”.


Comandos básicos para quem está chegando ao Fedora






Esse artigo também serve para quem estiver vindo da base Debian/Ubuntu e está procurando os comandos equivalentes ao apt. Lembrando de sempre verificar se você está no modo root nos casos específicos.

Vamos começar pelo básico, que é atualizar os pacotes do sistema. No Debian/Ubuntu se usa o sudo apt-get update ou sudo apt update, já no Fedora usamos o:

sudo dnf check-update

Quando precisar atualizar os pacotes instalados usamos o sudo apt-get upgrade / sudo apt upgrade ou para adicionar/remover pacotes que tenham novas dependências, usamos o  sudo apt-get dist-upgrade / sudo apt full-upgrade. Já no Fedora usamos o :

sudo dnf upgrade

Quando precisamos procurar algum programa via terminal, no Debian/Ubuntu é utilizado o apt-cache search nome_do_pacote ou apt search nome_do_pacote. Já no Fedora é utilizado:

dnf search nome_do_arquivo ou dnf search all nome_do_aquivo (esse último, inclui na procura a descrição do pacote)

Após encontrar o pacote desejado, caso queira  ver o “Sobre” ou “About” do pacote. Quando utilizando Debian/Ubuntu, o comando é apt-cache show pacote (mostrando o cache local dele) ou o apt show pacote. No Fedora pode se usar dois comandos, que são:

dnf info pacote ou dnf repoquery --requires pacote (listando as dependências para aquele pacote)

Feito isso, chegou a hora de instalar o(s) pacote(s), e é uma tarefa bem fácil. Na base Debian/Ubuntu, você geralmente utiliza sudo apt-get install pacote ou sudo apt-get install pacote 1 pacote 2 … ou sudo apt-get install -y pacote ou ainda sudo apt install pacote. No Fedora segue quase a mesma “linha”, que seria:

sudo dnf install pacote 

ou

sudo dnf install pacote1 pacote2 

ou

sudo dnf install -y pacote

Bem simples “né não” 😄

Agora se você precisar instalar um pacote dentro de uma pasta por exemplo, no Debian/Ubuntu você usa o comando sudo dpkg -i pacote.deb (formato usado em grande maioria por distros Debian, Ubuntu e suas “filhas”). No Fedora não é muito diferente, e o comando é:

sudo dnf install pacote.rpm (rpm é o tipo de empacotamento usado no Fedora)

A remoção é bem simples também, no Debian/Ubuntu usamos sudo apt-get remove pacote ou sudo apt remove pacote. Já no Fedora, só mudamos a “palavrinha”, mas a ideia é a mesma:

sudo dnf erase pacote ou sudo dnf remove pacote

Por último, mas não menos importante, para adicionar o repositório RPM Fusion, tanto com as versões free e nonfree, basta utilizar o seguinte comando:

sudo dnf install https://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm https://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm

Se você precisar de mais parâmetros e ajuda, você pode acessar diretamente no terminal, digitando man dnf ou acessando os links de ajuda do Fedora e da Red Hat, que estão em inglês, mas nada que o Google Tradutor não ajude 😉.

Espero que esse guia básico tenha lhe ajudado. 😁😉

Confiram o vídeo de Review do Fedora 30 

            

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Top 3 melhores apps de captura de tela no Linux

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sábado, 6 de julho de 2019

Há quem prefere simplesmente fazer uma captura de tela, entretanto, outros usuários querem mais. Tem horas que uma mera ilustração não resolve, e você terá que “desenhar” para que o outro não fique com dúvidas. Quase soa como aquele ditado “você quer que eu desenhe?”. Nesses momentos, uma ferramenta com mais recursos é uma boa solução.

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Antes de apresentar meu top 3, quero deixar claro que não estou colocando em ordem de “o melhor para o pior”. Na realidade as 3 opções se parecem bastante, mesmo mudando sua forma de trabalho, o resultado será praticamente o mesmo.

Flameshot


O Flameshopt esbanja praticidade e facilidade em seu uso, inclusive temos um post dedicado a ele. Você poderá adicionar setas, formas geométricas, texto, ocultar informação, selecionar apenas o desejado, mudar as cores dos objetos inseridos e muito mais. Para instalar o Flameshot em sua distribuição, acesse o post que citei anteriormente. O Flameshot também está na maioria dos repositórios.

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install flameshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install flameshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S flameshot

Ksnip


A vantagem do Ksnip sobre os outros desta lista é ser multiplataforma, assim, não importa se você está usando Linux, Windows ou macOS. Sua lógica de funcionamento é a mais peculiar. Ao invés de aplicar as alterações “em tempo real” durante a captura de tela, o programa primeiro faz a screenshot para depois dar a possibilidade de adições de elementos. Você pode baixar o Ksnip diretamente de seu Github. Para Linux existem 3 opções: DEB (Debian, Ubuntu e derivados), RPM (Fedora, openSUSE, etc) e o pacote em AppImage. Este último com a vantagem da portabilidade, sem a necessidade de instalação, além, de rodar em diversas distribuições. Caso não saiba como executar esse tipo de formato, acesse essa postagem.

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Deepin Screenshot


A próxima aplicação da lista, confesso que depois que passei a usar não consegui ficar sem, é o Deepin Screenshot. Uma ferramenta simples, mas bem completa. Também possui funcionalidades de: adição de formas geométricas, setas, blur, texto, seleção de área específica, etc. O Deepin Screenshot vem nativamente em sua distribuição de origem, como esperado, mas a aplicação encontra-se na maior parte das distribuições Linux. No caso do Ubuntu 18.04 e superior, Linux Mint 19 e superior, Fedora 30 e superior, por exemplo. Pesquise por “Deepin” na loja de seu sistema e verá o programa. 

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install deepin-screenshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install deepin-screenshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S deepin-screenshot

Curiosamente as 3 aplicações são desenvolvidas em Qt, e fica ao seu critério qual utilizar. O Flameshot destaca-se na quantidade de opções e por adicionar um ícone na bandeja de seu sistema. Já o Ksnip é uma escolha perfeita para quem utiliza mais de um sistema e gostaria da mesma aplicação em ambos. Outro ponto, é sua forma peculiar de funcionamento. Podendo agradar a uns e outros não. Por fim, o Deepin Screenshot preza por simplicidade e tem a comodidade de estar na maioria dos repositórios oficiais. Claro, que com ambas as ferramentas você poderá criar capturas de telas mais elaboradas de forma prática. Os tutoriais que escrevo para o blog Diolinux são com o auxílio do Deepin Screenshot. Em eventuais manutenções ou auxílios, já cheguei utilizar a ferramenta.

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Novidades que estão chegando no Fedora 31 Workstation

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domingo, 30 de junho de 2019

Quem chega ao mundo do Linux, sempre é apresentado a algumas opções para usar em seu PC, dentro dessas opções está o Fedora. Em resumo, o Fedora é uma versão comunitária do RHEL (Red Hat Enterprise Linux) e apoiada pela própria Red Hat. Geralmente é no Fedora que recursos serão testados e usados no RHEL.

Novidades que estão chegando no Fedora 31 Workstation





Feito essa breve apresentação, vamos comentar das novidades que virão na versão 31 do Fedora Workstation, prevista para chegar no final de outubro deste ano (2019). Algumas novidades que estão chegando, envolve o Wayland, nova versão do Gnome, melhor suporte ao driver da NVIDIA, PipeWire, recursos e suporte expandidos do Flatpak e muito mais.

Primeiro vamos comentar sobre o Wayland, sucessor do Xorg, que segundo o dev do projeto, Christian Schaller, é que seja concluída a transição para o Wayland muito em breve e também removendo a dependência do X Windowing System, significando que o Gnome Shell não precisará rodar o tempo todo o  XWayland. Ele ainda comenta porque demorou tanto:

“Para aqueles que se perguntam por que isso levou tanto tempo, é bem simples; por 20 anos, os desenvolvedores poderiam assumir com segurança onde estamos rodando no atop do X. Então refatorar tudo o que é necessário para remover qualquer código que faça a suposição de que ele está rodando sobre o X.org tem sido um grande esforço. O trabalho é feito principalmente para o shell em si, mas existem alguns itens em relação ao daemon de Configuração do GNOME, onde precisamos expulsar a dependência do X.”

Ele acredita que nas versões 3.34 ou 3.36 do GNOME, a transição já estará concluída. Ainda complementou sobre o XWayland:

“Uma vez que o trabalho esteja concluído, server X (XWayland) só será iniciado se você realmente executar um aplicativo X e quando você fechar o aplicativo no servidor X será encerrado também. Outra mudança em que Hans de Goede está trabalhando no momento é permitir que os aplicativos X sejam executados como root no XWayland. Em geral, executar aplicativos de desktop como root não é considerado aconselhável do ponto de vista da segurança, mas como sempre funcionou com o X, achamos que ele também deveria continuar presente no XWayland. Isso deve corrigir alguns aplicativos “de fora”, que só funciona quando executado como root atualmente.”

Sobre o driver da NVIDIA trabalhar com o Wayland, vou deixar o comentário do dev, que já deve ser o bastante para a situação:

“Finalmente, há a pergunta de suporte ao driver binário da NVIDIA. Então você pode rodar uma sessão Wayland nativa em cima do driver binário e você teve esteve habilitado por muito tempo. Infelizmente, não houve suporte para o driver binário no XWayland e, portanto, os aplicativos X (que são muitos) não receberiam nenhum suporte para aceleração gráfica 3D via hardware. Adam Jackson trabalhou em deixar o XWaylands carregar o driver binário NVidia x.org e agora estamos aguardando que a NVIDIA revise esse trabalho e esperemos que seja capaz de atualizar seu driver para suportá-lo.”, resumindo, só depende da NVIDIA aprovar o trabalho feito pelos devs. Vamos torcer que aprovem o mais rápido possível.

O próximo a ser relatado, é o PipeWire, que para quem não conhece, é um projeto que “visa melhorar muito o manuseio de áudio e vídeo no Linux. O objetivo é oferecer suporte aos casos de uso atualmente controlados pelo PulseAudio e pelo Jack e, ao mesmo tempo, fornecer o mesmo nível de manipulação eficiente de entrada e saída de vídeo. Ele também introduz um modelo de segurança que facilita a interação com dispositivos de áudio e vídeo a partir de aplicativos em contêiner.’, segundo o site do projeto. Os devs do Fedora estão trabalhando para melhorar os principais recursos dele para que assim esteja pronto para substituir o Jack e o PulseAudio para essa finalidade.

Também foi falado sobre o Flatpak, que além das habituais correções de bugs e melhorias, agora estão focando em melhorar a infraestrutura para que se possa construir Flatpaks a partir dos pacotes RPM e assim automatizar o processo o máximo possível. Isso na visão do dev da Red Hat, é um pré-requisito para que eles comecem a enviar alguns aplicativos padrões via Flatpak e futuramente, enviar todos por padrão. 

Sobre o GNOME em si, muito provavelmente o Fedora 31 Workstation virá com a versão 3.34.

Para ler o post detalhado do dev da Red Hat, você pode acessar este link.

Nós diga aí nos comentários, o que você espera desta nova versão do Fedora.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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A Snap Store ganha novas páginas personalizadas de instalação para as Distros [UPDATE]

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sexta-feira, 21 de junho de 2019

A Canonical, dona do Ubuntu, desenvolveu o formato Snap para distribuir programas e assim facilitar a vida de quem quer portar o seu software para o Ubuntu e outras distros Linux. Para isso utilizam o Snapd como “motor” do pacote. Para saber mais sobre ele, basta acessar o novo artigo para habilitar a função em sua distro.


A Snap Store ganha novas páginas personalizadas de instalação para as Distros






Pensando em melhorar a experiência de quem quer usar o formato em outras distros que não sejam o Ubuntu, agora o site da Snap Store tem uma nova página de instalação. Se você usa uma distro que já tem o snapd habilitado por padrão, basta clicar em instalar o programa normalmente. Entretanto,  se você usa alguma distro que não tenha o snapd ainda habilitado, essa novidade vai facilitar a sua vida e de quem queira usar.

No seu navegador de internet, pode ser Mozilla Firefox; Google Chrome; Brave; Vivaldi ou Opera, basta digitar uma simples URL (endereço do site). A sintaxe é a seguinte https://snapcraft.io/install/[nome do programa]/[nome da distro]. Vamos a alguns exemplos.

O primeiro é usando o Skype e o elementaryOS. A sintaxe do endereço é: 

https://snapcraft.io/install/skype/elementary 

Então, aparecerá  a seguinte página (dividimos para ficar mais didático).





O segundo aplicativo e distro a serem usados, é o Spotify e o Linux Mint. Com a sintaxe:

https://snapcraft.io/install/spotify/mint 



        

No terceiro exemplo, vamos utilizar o Fedora e o Telegram (sim, o Telegram tem uma versão oficial em Snap, mas não está no site, fazer o que né 😁). A sintaxe da URL para o Fedora é:

 https://snapcraft.io/install/telegram-desktop/fedora





O último caso que vamos dar como exemplo, é o Slack e o Debian. Para o Debian, a sintaxe da URL é:

 https://snapcraft.io/install/slack/debian






Até o momento, 11 distribuições Linux estão "suportadas", são elas: Arch, CentOS, Debian, elementary OS, Fedora, KDE Neon, Kubuntu, Manjaro, Mint, OpenSUSE e Ubuntu.

[UPDATE]

Teve um update importante na pagina de instalação de cada aplicativo Snap. Agora, no final de cada pagina, aparece a lista das distros, com ícones de cada uma e "linkados" para a sua respectiva pagina de instalação personalizada. No exemplo abaixo, vamos utilizar o Spotify.



Com essa simples facilidade e comodidade na hora de instalar o programa em Snap, a Canonical tenta ampliar a sua participação no mercado e não ficando presa a base Ubuntu. Isso pode também aumentar a oferta de aplicativos, pois, com uma base maior, mais usuários e futuros consumidores poderão ser atingidos pelas empresas que distribuem tais softwares. Ainda assim, tem algumas coisas para serem arrumadas, como a questão dos temas, por exemplo. Creio também que muito em breve a opção de “Compra” ou “Buy” aparecerá,  proporcionando a venda de apps dentro da própria Snap Store, mas isso é só uma “previsão” rsrs.

Mas agora, comente aí para nós, o que achou dessa facilidade do Snap, de ter páginas específicas para as distros.

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Insync 3 agora traz suporte do OneDrive para o Linux

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quinta-feira, 30 de maio de 2019

Como noticiamos em um post no começo deste ano (2019), a empresa por de trás do Insync (nome que ela leva também), tinha anunciado que estaria lançando um Beta do seu aplicativo e que o mesmo estaria trazendo o suporte ao OneDrive (serviço de armazenamento na nuvem da Microsoft). Eis que o dia chegou. 😀

Insync 3  agora trás suporte do OneDrive para o Linux






Para quem se inscreveu em Fevereiro (2019) para participar do Beta, recebeu um e-mail no dia 22 (quarta-feira), podendo assim começar os testes antes. Mas agora o beta está aberto para o público em geral.

O Insync 3 foi todo “remodelado” e agora está usando o Pynthon 3 no seu core engine para a sincronização, que assim foi apelidado de “Core 3”. Nessa fase beta, a parte  do OneDrive teve essas novidades por hora:

-OneDrive e OneDrive para Negócios (Business);
-Sharepoint;
-Sincronizações mais rápidas;
-Interface do Usuário de Sincronização corrigida;
-Pastas de sincronização separadas para My Drive e Shared with me
-64 bits para Linux e Mac

E algumas funcionalidades ainda estão ausentes ou no processo de correção, que são:

-Reutilizar pastas de sincronização do Insync 1.5 (para usuários já existentes);
-Sincronizar qualquer pasta; 
-Barra de progresso;
-Mover Pastas Base (localização de sincronização padrão);
-Integração do gerenciador de arquivos: menu de contexto;
-Pausar e retomar a sincronização;
-Ignorar Regras (anterior. Lista de Ignorados);
-Conversão de documentos;
-Compartilhar e visualizar caixas de diálogo;
-Links simbólicos;
-Atalhos da nuvem (abrir, renomear, excluir);
-Configurações de rede: suporte para proxy; 
-Feed e Ações


Eles ainda fazem o alerta para os usuários da versão 1.5 do Insync, para não reutilizar as pastas desta versão, pois será adicionado posteriormente. 

Para baixar a versão 3 beta do Insync, você pode acessar esse link e escolher entre Ubuntu (16.04 e 18.04), Linux Mint (18.x e 19.x), Debian (8 e 9) e Fedora (27 e 28), além do plugin para o Nautilus. Outros gerenciadores de arquivos serão suportados em breve. Nos meus testes no Ubuntu 19.04 ele também funcionou e talvez também funcione no Fedora 30, mas é algo sem “garantia” pelos devs.

Vale lembrar que o Insync na fase Beta não será cobrado, mas depois do término do mesmo, será cobrado o preço normal. Para conferir todas as novidades, basta acessar este post no site deles. Para baixar a versão 1.5, basta acessar este link.

Isso é muito bom e importante, ter uma ferramenta tão boa e poderosa suportando dois serviços populares, como Google Drive e agora o OneDrive, pois quem está no processo de migração para o Linux, pode sentir falta desses serviços. Agora não mais.

Comente aí nos comentários o que você achou dessa novidade, se usa ou se já usou o Insync.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Configure o seu mouse Logitech no Linux com o Piper

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terça-feira, 28 de maio de 2019

Recentemente comprei um mouse Logitech G203, em breve devo fazer uma review dele no nosso canal do YouTube, mas posso dizer que, à primeira vista, parece um ótimo custo benefício. Você também pode ver algumas fotos dele no meu Instagram.

Logitech e Linux








O mouse por si só permite as configurações de DPI através de um botão na região central, algo bem tradicional até em modelos desse tipo, mas ele tem algumas funções que podem ser melhor configuradas via software, como a função dos botões e as cores do RGB, além do DPI e o Polling Rate.

No Windows essas configurações são feitas através do Logitech Software e este mesmo software ainda não tem versões para Linux, ainda que o mouse funcione perfeitamente, não sendo, por tanto, o mesmo caso do meu mouse Razer.



Existe um driver chamado "Libratbag" que suporta dispositivos Logitech, Etekcity, GSkill, Roccat e Steelseries, que possui uma interface chamada "Piper" que funciona perfeitamente com o meu novo G203.

Instalando o Piper e o Libratbag


Driver e Interface não são a mesma coisa, como o hábito com o Windows nos força a pensar, prova disso é que podemos usar várias interfaces diferentes para o mesmo driver Razer (openRazer), então, vamos primeiro instalar o nosso driver "libratbag".

As distros oficialmente suportadas são o Ubuntu, Fedora, Arch Linux, openSUSE e Debian (versão 10 em diante) e o procedimento de instalação pode ser visto no github.

No Ubuntu, você pode instalar o driver diretamente do repositório, usando um Software como o Synaptic, procurando pelo pacote: ratbagd

Se preferir usar o terminal, o comando é este:
sudo apt install ratbagd
Depois disso é só instalar a interface Piper, o que pode ser feito via Flatpak, através do Flathub, ou através de um repositório PPA.

- Veja como instalar um PPA no Ubuntu sem usar o terminal

Se preferir fazer pelo terminal, você pode usar estes comandos:
sudo apt-add-repository ppa:libratbag-piper/piper-libratbag-git
sudo apt install piper 
O interessante de usar o PPA é que você também recebe a versão mais recente do driver "libratbag" assim que ele sair.

Funções e configurações do Piper 


As funções disponíveis obviamente aparecem de acordo com o modelo do mouse, no meu caso, temos as seguintes opções:

Controle RGB Mouse Logitech

Podemos configurar o LED RGB que o mouse possui, usando cores sólidas, onde você pode escolher a cor que deseja, você também pode usar o padrão, que é o "Cycle", onde as cores ficam trocando. No App você pode mudar a intensidade da iluminação e o intervalo das trocas, também há a opção "Breathing", que faz com que as cores acendam e apaguem como se o mouse estivesse "respirando", daí o nome, inclusive; também há a opção de desligar as luzes.

Controle de teclas Logitech Linux

Os botões do mouse também podem ser configurados individualmente para fazer coisas diferentes, incluindo alguns macros prontos, ou modelos que você pode criar.

Controle de DPI Linux Mouse

A página inicial permite que você altere o polling rate do mouse, nesse caso entre 500 e 1000 Hz, e também faça modificações no DPI do mouse, que neste caso vai até 8000, podendo fazer ajustes intermediários em cada valor com uma barra deslizante, permitindo qualquer  valor desejado dentro do intervalo, até o máximo.

Não deixa nada a desejar


Você pode até dizer que o Piper não tem a interface mais linda de todas, mas definitivamente ela não é nada ruim e em termos de funcionalidades, não deixa nada a desejar em relação ao aplicativo da própria Logitech, o que o torna uma excelente alternativa de mouse para se usar com Linux. 

Antes de sair instalando o "libratbag" e o Piper para configurar o seu mouse, vale a pena consultar a lista de dispositivos suportados pelos desenvolvedores do driver, você pode fazer isso consultando o GitHub do projeto.

Será que a minha mira vai melhorar agora? Para descobrir, acesse o nosso canal na Twitch, tem live jogando no Linux todo dia por lá! 

Até a próxima!
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Qual distro Linux é a mais popular? (sem achismo)

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O mundo Linux é repleto de opções, que agradam diversos tipos e níveis de usuários, e sempre existe aquele sistema que por algum motivo temos uma maior afinidade. Às vezes por uma paixão acabamos por ficar presos em uma bolha e não enxergar sua real popularidade.

distro-distribuição-linux-popular-maior-mais-famosa

Como medir a real popularidade de uma distribuição Linux? Eis a questão. Mensurar a quantidade de usuários no Linux não é uma tarefa tão simples, visto que não existe um controle de quantos usuários estão utilizando distro X ou distro Y, e mesmo se tivesse isso seria apenas nichado as distribuições que fizessem esse controle.

"A falsa popularidade do Distrowatch" 


Não é difícil encontrarmos usuários Linux que pautam a popularidade de um sistema baseado em Linux, de forma única e exclusivamente pelo site Distrowatch. E isso é um erro tremendo, sabe o porquê? A resposta é um tanto quanto simples, pois o Distrowatch mede o número de pesquisas dentro do próprio site sobre determinada distribuição. Como medida de popularidade, não podemos nos embasar pelo Distrowatch, afinal as distribuições nas posições altas da plataforma, ali estão por apenas quem conhece o site, e convenhamos nem toda pessoa que ouviu sobre Linux ou usa, vive pesquisando no Distrowatch. Agora um site como o Google, é bem mais provável tirarmos uma base interessante de dados, pois quem não pesquisa nele? (Sei que existem as exceções, mas galera isso é o mínimo do mínimo, as massas utilizam fortemente o buscador da gigante das buscas).

Veja a popularidade de um site com o Alexa


O Alexa é um serviço da Amazon, na qual várias informações relevantes podem ser levantadas, como a posição de um determinado site mundialmente, rank dentro de cada país, países que ele mais tem popularidade e muito mais. Com o auxílio desta ferramenta, dados pertinentes do quão acessado o site da distro é, nos dá indícios de sua popularidade, ao compararmos com outros sites de outros sistemas Linux.

Efetue seus testes com alguns sites oficiais das distros, e veja qual distribuição tem uma maior popularidade, com base no ranking de seu site.

Como exemplo veja os sites das distribuições: Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. E o comparativo do ranking global de cada um (quanto menor o número, mais alto a posição).

Fedora: posição global em 43,291.

Ubuntu: posição global em 1,893.

Linux Mint: posição global em 3.924.

Manjaro: posição global em 17.680.

Levando como base o ranking mundial, segundo o Alexa, o site do Ubuntu tem maior popularidade entre os demais.

Claro que você não deve apenas se basear em um site, então a ferramenta a seguir é um ótimo complemento.

Compare as pesquisas com o Google Trends


Uma poderosa ferramenta, e julgo eu, ser a melhor para mensurar a popularidade de qualquer sistema (ou o que for) é o Google Trends. Com ele você poderá ver gráficos com os comparativos das pesquisas, sejam elas mundiais ou do nosso país. Filtrar determinadas informações e na prática observar o quão pesquisado, e consequentemente popular, um sistema é. Como o Google é o buscador mais utilizado do planeta, a assertividade dos dados é extremamente alta e ilustra muito bem o tema desta matéria (Além de obter dados de outras fontes como o YouTube).

Utilizando os mesmos sistemas, que acima comparamos, o Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. Veja o quão popular o Ubuntu é comparado aos demais sistemas.

distro-distribuição-sistema-linux-mais-procurado-pesquisado-google-ubuntu-fedora-mint-manjaro

A diferença de popularidade é gigantesca, assim fica evidente o porquê de em muitos casos, pessoas que são leigas quando o assunto é Linux, acharem que o Ubuntu é sinônimo de Linux.

Mídias sociais e comunidade


Outra forma que pode ser um "plus" ao medir a popularidade de uma distribuição, é ver o engajamento de outras pessoas em comunidades e redes sociais. Ver o número de seguidores nas contas oficiais das distros Linux é uma maneira de observar o quão interessadas estão as pessoas. E num somatório geral, esse é o tipo de dado que não pode ficar de fora.

Popularidade não quer dizer superioridade 


Não me entenda mal, mensurar e demonstrar com dados (e não achismo ou "fanboyzisse") que o Ubuntu é o sistema Linux mais popular, de forma alguma descaracteriza a qualidade e trabalho dos demais sistemas baseados em Linux. Com isso podemos observar que sim! O Ubuntu é a porta para muitos usuários, devido grande parte a sua popularidade. E o porquê de tal popularidade? Não sei dizer especificamente. Talvez tenha sido a sua tática inicial de oferecer CD's de instalação, ou as ferramentas que traziam facilidades ao usuário. O Unity 7 que tornava sua DE diferente dos demais sistemas. Não sei, só podemos testemunhar que os dados são estes.

Que tal um vídeo super completo, e com mais detalhes sobre tais ferramentas e o assunto: "popularidade das distros"? Então assista esse material com diversos comparativos e veja na prática todo o conteúdo deste post (e mais).


Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como instalar o utilitário HPLIP 3.19.3 para gerenciar Impressoras e Multifuncionais da HP no Linux

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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Hoje em dia, muitas distros já instalam e gerenciam as impressoras, e uma das marcas mais populares é a HP. Por padrão a distros já trazem os drivers no Kernel Linux. Vale salientar também que a HP faz parte dos membros “Silver” da Linux Foundation, como noticiamos neste artigo.


 Como instalar o utilitário HPLIP 3.19.3 para gerenciar Impressoras e Multifuncionais da HP no Linux






O que muitos que chegam ao mundo Linux não sabem, é que existe um utilitário para gerenciar os produtos de impressão da HP, chamado de HPLIP.




Você não obrigatoriamente precisa utilizá-lo, visto que o aplicativo “Impressoras”, que provavelmente acompanha a sua distro e faz uso do CUPs pode dar conta do recado para a maior parte das coisas, porém, se quiser um “algo a mais” com as impressoras da empresa, o HPLIP é a sua opção.

Nesta nova versão do software, foi acrescentado o suporte para o Fedora 29(64-bit), Open Suse 15(64-bit),  Manjaro 18.0(64-bit), RHEL 7.6(64-bit), Debian 9.7(64-bit), LinuxMint 19.1(64-bit) e Ubuntu 18.10(64-bit). Para instalar ele, você tem algumas opções.

A primeira é buscar no gerenciador de pacotes da sua distro por “hplip”, e nesse caso a versão pode variar.. Por exemplo, no Ubuntu 19.04 ainda está na versão 3.19.1 e a versão nova não pode ser instalada corretamente (durante os testes para este artigo).

A segunda forma é baixar o .run do site da HP para a sua distro e instalar ele pelo terminal (que não é nenhuma “Guerra Infinita”).



Depois de baixar o .run, você precisa dar as devidas permissões. Salve na pasta que quiser, mas recomendo salvar em alguma que você tenha acesso fácil e com permissões de modificação, como a sua pasta home, ou a sua pasta de downloads 

Para dar permissão de execução ao instalador, basta fazer como na imagem abaixo. Clique com o botão direito sobre o arquivo, vá até “propriedades” e na aba de “permissões”, marque a caixa que permite a “execução como um programa”, conforme indicado.



Depois disto, abra um terminal na pasta onde está o arquivo .run que você baixo. Isso pode ser feito geralmente clicando com o botão direito em um espaço em branco na pasta e selecionando a opção “abrir em um terminal” no menu de contexto que aparecer, ou algo similar.

No terminal que se abrir, você deve digitar o seguinte comando: rodar o seguinte comando

./hplip-3.19.3.run

Aí é só esperar as instruções no terminal e segui-las.

Nesta nova versão, foi adicionado o suporte a esses novos modelos:

-HP OfficeJet Pro All-in-One 9010 
-HP OfficeJet Pro All-in-One 9020
-HP OfficeJet All-in-One 9010
-HP PageWide XL 4100 Printer
-HP PageWide XL 4100 MFP
-HP PageWide XL 4600 Printer
-HP PageWide XL 4600PS MFP
-HP Color LaserJet Managed MFP E77422a
-HP Color LaserJet Managed MFP E77422dv
-HP Color LaserJet Managed MFP E77422dn
-HP Color LaserJet Managed MFP E77428dn
-HP LaserJet MFP E72425a
-HP LaserJet MFP E72425dv
-HP LaserJet MFP E72425dn
-HP LaserJet MFP E72430dn
-HP LaserJet Managed MFP E62655dn
-HP LaserJet Managed MFP E62665hs
-HP LaserJet Managed Flow MFP E62665h
-HP LaserJet Managed Flow MFP E62675z
-HP LaserJet Managed Flow MFP E62665z
-HP LaserJet Managed E60155dn
-HP LaserJet Managed E60165dn
-HP LaserJet Managed E60175dn
-HP Color LaserJet Managed E65150dn
-HP Color LaserJet Managed E65160dn
-HP Color LaserJet Managed MFP E67650dh
-HP Color LaserJet Managed Flow MFP E67660z

Para efetuar o download do HPLIP 3.19.3 baixar clicar aqui ou aqui.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Fedora 30 é lançado com as aguardadas mudanças prometidas pela equipe

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

A tão aguardada versão final do Fedora 30 está no meio de nós, trazendo consigo as novidades que foram apresentadas na versão beta que foi lançada no mês passado.


 Fedora 30 é lançado com as aguardadas mudanças prometidas pela equipe





Fizemos este artigo comentando das novidades que viriam com a versão final do Fedora 30, e realmente essas novidades vieram, como:

As novidades que foram “ventiladas” no Beta e que foram confirmadas na versão final são: 

- A possibilidade de se instalar as interfaces desktops do Deepin (DDE) e a Pantheon (do ElementaryOS).

- A compressão dos metadados dos repositórios com o zchunk;

- GNOME 3.32 e o Kernel 5.0.6

- GCC 9, Bash 5.0, e PHP 7.3.

Para ver a nota de lançamento, basta acessar o link do blog oficial do projeto.

Caso deseje  baixar o Fedora 30, você pode fazer acessando este link.

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Fedora 30 beta é lançado com novidades

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sexta-feira, 5 de abril de 2019

No último dia 2 de Abril (Terça-Feira), foi anunciado o Beta do tão aguardado  Fedora 30, que vai contar com o GNOME 3.32 e o Kernel 5.0.6. A versão final do Fedora 30 está prevista para o dia 07/05/2019, segundo o cronograma do projeto.


 Fedora 30 beta é lançado com novidades





Uma primeira novidade que será incluída nesta versão, será a possibilidade de mais duas opções de ambiente desktop, que serão o DeepinDE e o Pantheon Desktop (interface do elementary OS). Essas vão se unir as já tradicionais opções, como: GNOME, KDE Plasma, XFCE, Cinnamon entre outros.

A outra melhoria é referente ao desempenho do DNF, que alguns usuários do Fedora reclamam. Agora os metadados do repositório do DNF no Fedora 30 Beta, serão compactados com o formato zchunk, além dos já tradicionais xz e gzip. Esse novo formato permite que os metadados sejam mais eficientes, pois o dnf vai fazer o download da diferença entre a versão antiga com a nova, assim economizando tempo nos updates.

O Beta vai vir com o GNOME 3.32, a versão mais atual e na qual já fizemos uma matéria falando das novidades e melhorias, que você pode conferir neste link.

Quem deve aparecer nesta versão também é o Kernel 5, com a versão 5.0.6 até o momento. O changelog do Kernel você pode conferir aqui.

Vários outros pacotes (packages) foram atualizados, alguns como: GNU Bash 5.0, Glibc 2.29, Ruby 2.6, Golang 1.12, PHP 7.3, Vagrant 2.2, OpenJDK 12, LXQt 0.14 entre outros.

A wiki completa com todas as alterações que estão presentes no Fedora 30 Beta, você pode conferir neste link oficial.

Se você quiser baixar o Fedora 30 Beta, basta acessar este link.

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Fonte
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Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Linus Torvalds lançou no dia 3 de Março deste ano (2019) mais uma versão do Kernel Linux, chegando na numeração 5.0 e assim trazendo algumas correções de bugs, melhorias e otimizações pontuais no código do Kernel, além da melhor compatibilização com alguns dispositivos e trazendo o FreeSync da AMD embutido no Kernel.

 Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?






Com o lançamento do Kernel Linux 5.0, veio algumas novidades que já estavam sendo preparadas e que agora chegaram em seu mainline dele. Algumas novidades trazidas foram:

● Suporte para o AMD Radeon FreeSync;
● Suporte para a nova VegaM;
● Suporte para o NVIDIA Xavier
● Melhoramento nos gráficos do Intel Icelake Gen11
● Suporte inicial para os SoCs NXP i.MX8;
● Suporte para Allwinner T3, Qualcomm QCS404 e NXP Layerscape LX2160A;
● Intel VT-d Scalable Mode com suporte para o Scalable I/O Virtualization;
● Novos drivers Intel Stratix 10 FPGA;
● Correções para F2FS, EXT4 e XFS;
● Btrfs file-system com suporte de restauração dos arquivos de swap;
● AgFscrypt Adiantum da Google agora é suportado com ajuda a criptografia rápida de dados em hardware low-end. Isso substitui o algoritmo Speck pela NSA;
● Melhorias no driver Realtek R8169;
● Suporte de alta resolução para rolagens da Logitech;
● Driver para tela sensível ao toque de Raspberry Pi;
● Melhoria aos drivers de notebooks com arquitetura x86;
● Aprimoramento de segurança para o Thunderbolt;
● Suporte para a placa Chameleon96 Intel FPGA;
● Melhor gerenciamento de energia;

No comunicado, Linus Torvalds disse que está contente com o lançamento e que a próxima janela de desenvolvimento está aberta, para a versão 5.1, e que já tem várias solicitações chegando para analisar e processar.  Mas o que chamou a atenção, foi essa declaração no final do comunicado na lista de discussão do projeto, em que ele diz o seguinte:

As mudanças gerais para todas as versões do “5.0” são muito maiores. Mas eu gostaria de ressaltar (mais uma vez) que não fazemos lançamentos baseados em recursos, e que o "5.0" não significa nada mais do que isso. Os números para a série 4.x estavam ficando grandes o suficiente para que eu ficasse sem dedos na mão e dos pés para contar.”.

Caso queira ver um compilado técnico mais completinho, o pessoal do Phoronix fez esse trabalho árduo. Agora se você deseja ver a lista de discussão em que Linus Torvalds fez o anúncio, você pode conferir neste link.

Aí você me pergunta: “ Será que devo atualizar o Kernel do meu sistema?”, e então lhe respondo: “Depende meu caro Padwan, depende.”, e vou tentar explicar o porque do “Depende”. Usando como base um dos mantenedores e membro da Linux Foundation, Greg Kroah-Hartman.

Vou dar uma breve descrição de cada “versão” do Kernel que são lançadas e assim tirar algumas dúvidas que sempre aparecem aqui no blog, no canal do YouTube e no Diolinux Plus.

Versão Mainline do Kernel


Essa versão é o que falamos que “acabou de sair do forno”, na qual você pode instalar em sua distro. Mas tome cuidado, pois essa versão não tem as correções, melhorias e patchs da distro que você usa, podendo ocorrer instabilidades no sistema. Ela é recomendada para entusiastas ou quem quer testar novas funcionalidades ou compatibilidades de hardware “hiper novos”. Se você é um desses, fizemos um artigo de como fazer a troca, usando o programa UKUU (Ubuntu Kernel Update Utility). Também temos um artigo de como instalar os pacotes .deb, no caso do Ubuntu, e para acessar o mainline dele, basta acessar este link.

Última versão estável (Stable)


Quando o Kernel é lançado como “Stable” (Estável), quer dizer que é o mais recente em que a comunidade de desenvolvedores declaram como tal. Isso acontece a cada 3 (três) meses, em que um versão stable é lançada, contendo as últimas correções de bugs e suporte aos hardwares mais recentes. Essa versão é comumente usada na maioria das grandes distribuições, como Ubuntu, Fedora, openSUSE entre outras. Além de ter sido testado pelos 4.000 desenvolvedores do projeto.

Último lançamento da versão LTS (Long-term support)


Se você tem um hardware que precisa de implementações que não venham diretamente do mainline do Kernel Linux, como por exemplo os equipamentos de IoT, a última versão lançada do Kernel LTS é uma boa escolha. A sigla LTS, que quer dizer Long-term support ou Suporte a longo prazo, contém as últimas correções de bugs no Kernel, mas não tem nenhum novo recurso adicionado, sem suporte a novos hardwares implementados e também não obtém as mais recentes melhorias de desempenho do Kernel. Esse tipo de Kernel LTS “novo” é utilizado por usuários que gostam de não se preocupar com os upgrades constantes das versões Stables, que ocorrem a cada 3 meses, já as versões LTS “novas” são atualizadas pelo menos uma vez por ano. Ainda segundo Greg, quem escolhe esse tipo de Kernel, tem que estar bem ciente que o suporte pode ser difícil por parte dos devs, pois os mesmos usam como base a versão Stable. E se você reportou um problema/bug, o dev perguntará “a última versão estável tem esse problema?”. Então tem que ter essa noção.

Versões mais antigas do LTS


Essa versão do Kernel tem um suporte de pelo menos de 2 anos, entretanto às vezes pode se estender por conta de grandes distribuições Linux tem maior suporte, como o caso do Debian ou as SLES.

Empresas como a Google e que fazem parte da Linaro, investiram para que esses kernels perdurem ainda mais, de uma forma “beeemmm resumida”, os chips SoC são desenvolvidos com base em Kernels com mais de 2 anos de suporte e eventualmentetem mais de 2 milhões de linhas adicionadas ao longo do tempo para mantê-los funcionando de forma segura. Se esses LTS forem interrompidos após 2 anos, o suporte da comunidade também vai cessar e com isso não terão mais correções sendo feitas, ocasionando em milhões de dispositivos sem a segurança necessária e estando por aí “flutuando”, e as empresas não querem isso para si e para seus clientes, obviamente.

E na data desta publicação, as versões do Kernel são:

Só para ilustrar melhor, o meu Asus Zenfone 4 Selfie usa o Kernel 3.18.71 com correções feitas e mantidas pela Asus, agora imagina se isso acaba “da noite para o dia”, seria bem complicado.

Então, na hora que você for mudar de Kernel em sua distro, pense muito bem antes de sair trocando “ a torto e direita”, pois pode ser que o problema que você esteja enfrentando não seja do Kernel, e sim de uma instalação mal feita do driver de vídeo, de um programa ou a simples curiosidade de mexer no Linux. 😜

Espero você no próximo post, forte abraço.

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