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Como instalar Docker no CentOS 7

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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Docker é uma das tecnologias mais importantes do mundo da tecnologia atualmente, e o CentOS é uma das distros mais utilizadas em servidores, então hoje você vai aprender a combinar as duas coisas e instalar o Docker no CentOS 7.

Como instalar Docker no CentOS






Para facilitar o seu entendimento, temos um vídeo completo sobre a utilização de Docker em um Servidor Dedicado da HostGator, confira:



Indo direto ao ponto, abra o terminal do seu CentOS e digite os seguintes comandos:
sudo yum update
Agora vamos adicionar o repositório:
wget https://download.docker.com/linux/centos/docker-ce.repo -O /etc/yum.repos.d/docker.repo
Agora vamos instalar o Docker Community Edition com este comando:
sudo yum install docker-ce –y
Agora vamos usar o SystemD para iniciar o Docker e habilitá-lo no boot do sistema:
sudo systemctl start docker
sudo systemctl enable docker
Agora vamos instalar o Docker Compose:
sudo yum install epel-release
sudo yum install python-pip
sudo pip install docker-compose
Para verificar se o Docker Compose está instalado, verifique a versão:
docker-compose --version
Como dicas extras, use os comandos:
yum --help
docker --help 
Eles vão te ajudar a conhecer todos os recursos disponíveis no gerenciador de pacotes do CentOS e também as opções do Docker.

Dúvidas? Entre no nosso fórum e participe da nossa comunidade.

Até a próxima!
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Emulador PPSSPP no Linux via Flatpak

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

O PSP é um dos portáteis que marcaram minha vida, e olha que sou aficionado por esses “pequenos monstrinhos”. Recentemente tive o desprazer de não poder desfrutar de meus jogos neste console, entretanto, ainda posso matar a saudade jogando diretamente em meu Ubuntu.

ppsspp-flatpak-flathub-ubuntu-mint-fedora-linux-psp-emulador-retro-gamer

A equipe de desenvolvimento do emulador PPSSPP sempre está implementando novas funcionalidades e recursos no programa. O emulador é bem famoso e possui até mesmo uma versão Android, além de suas versões GOLD com recursos premium. Caso tenha se interessado, em seu site oficial encontra-se todos os links e mais informações dessas opções.

Instalando o PPSSPP em sua distro Linux


Existem algumas maneiras de se obter o PPSSPP no Linux, através de pacotes DEB ou até mesmo um PPA para Ubuntu. Temos uma postagem abordando como efetuar a instalação do emulador via PPA. No entanto, as coisas são mais lentas por este meio. Não falo especificamente do emulador, e sim da demora em novas atualizações serem disponibilizadas. Alguns podem pensar que isso não é tão importante para softwares com foco em emulação, entretanto, te garanto que as melhorias de performances podem praticamente diferenciar o mesmo programa, apenas por conter uma versão superior. Convenhamos, que para computadores mais modestos, quanto mais performance e ajustes finos melhor.

Uma solução que venho adotando a bastante tempo, e que superou minhas expectativas, foi o PPSSPP diretamente do Flathub. Além de sempre estar alinhado com as últimas versões estáveis do PPSSPP, o emulador tem se mostrado muito estável e sempre com desempenho acima que a versão anterior. Obviamente, que isso é graças aos desenvolvedores do aplicativo que sempre disponibilizam uma versão melhor e superior a cada lançamento (estão de parabéns).

ppsspp-flatpak-flathub-ubuntu-mint-fedora-linux-psp-emulador-retro-gamer

Para prosseguir com a instalação do emulador, será necessário ter o Flatpak configurado em seu sistema e o repositório do Flathub. Calma, que é muito simples e essa postagem ensina o passo a passo para o Ubuntu (se já não tem configurado). Outras distribuições que não possuem o Flatpak habilitado, poderão configurar o recurso por esse post (acesse o link anterior, do Ubuntu, lá existe um passo para adicionar o repositório do Flathub). Caso utilize Linux Mint ou Fedora, o Flatpak já vem habilitado por padrão. No caso do Fedora, será necessário apenas adicionar o repositório do Flathub.

Instale no Ubuntu, Mint, Fedora ou qualquer outra distribuição que tenha uma loja com suporte a Flatpak, pesquisando por: “PPSSPP flatpak”.

ppsspp-flatpak-flathub-ubuntu-loja-mint-fedora-linux-psp-emulador-retro-gamer

O processo pode ser feito via terminal, para quem desejar.

Adicionando o repositório do Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalação do PPSSPP Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.ppsspp.PPSSPP

Remoção do PPSSPP Flatpak via terminal:

flatpak remove org.ppsspp.PPSSPP/x86_64/stable

Dica extra (se possuir HD externo com seus jogos armazenados):

flatpak override --filesystem=/caminho_do_seu_hd org.ppsspp.PPSSPP

Exemplo do comando acima (costumo montar meus HDs em “media”):

flatpak override --filesystem=/media org.ppsspp.PPSSPP

Assim o PPSSPP em Flatpak poderá ler todos os meus arquivos, vindouros do ponto de montagem “media”, em meus outros HDs (esse comando pode ser adaptado para qualquer Flatpak, inclusive o da Steam).

Sem sombra de dúvidas o PPSSPP é um dos melhores emuladores, o interessante que você pode executar games sobre OpenGL ou Vulkan. Pelos meus testes, alguns títulos ganham mais potência em Vulkan, enquanto, outros são afetados por bugs. Vale o teste e ficar atento ao funcionamento do jogo. A resolução pode ser escalonada, entre outras configurações que são auto explicativas.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE!
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Suporte do plugin Snap no Fedora pode não acabar, entenda

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Algumas semanas atrás escrevi um artigo citando que Richard Hughes, um dos principais engenheiros de software da Red Hat, tinha anunciado na lista de discussão dos desenvolvedores do Fedora que o plugin do Snap na Gnome software seria “desativado” no Fedora 31. O assunto rendeu, vários pontos de vistas e questões técnicos foram abordados na lista e tudo indica que o resultado será diferente.

plugin-snap-canonical-gnome-software-fedora

Antes de tudo, leia a postagem sobre o tema para entender melhor essa situação. Uma das alegações de Hughes para desativar o plugin que faz a integração da Gnome Software com os Snaps, era que o projeto Fedora não poderia ter sobre si a responsabilidade do plugin e nem manter tal. Além de outros assuntos técnicos, como a Gnome Software realmente não gerenciar esse tipo de pacote. No entanto, parece que a Canonical, empresa responsável pelo formato, está interessada na manutenção e suporte dessa plugin em outros sistemas. Ao menos foi o que deu a entender com as declarações de um de seus desenvolvedores, Robert Ancell.

Engenheiro de software da Canonical e membro da equipe do desenvolvimento do desktop Ubuntu, Robert Ancell também participou da lista de discussões sobre o tema e declarou que a Canonical se importa com a possibilidade de integração de seu plugin com a Gnome Software em outros sistemas: “Deixe-me garantir que estamos comprometidos em manter o complemento […]. Queremos ter certeza de que está disponível para qualquer usuário do GNOME Software que queira usar o Snaps, independentemente da distro que estiver usando”. 

Meu entendimento da situação foi que a Canonical está trabalhando em uma experiência separada e adaptada para o Ubuntu, porque eles têm necessidades extras, mas tudo isso foi construído no GNOME Software em primeiro lugar”.

Sabemos que a Canonical vem desenvolvendo uma nova loja para o Ubuntu, pensada nos Snaps. Também faz sentido a empresa não abandonar a manutenção do plugin Snap para outros sistemas que usem a Gnome Software. Afinal, isso limitaria o alcance de seu formato de empacotamento, dificultando ainda mais a aceitação por parte de outras distribuições. Ancell informa que não sabia dessa situação dentro do projeto Fedora e que gostaria de ter entrado nessas conversas (junto aos mantenedores do Snap na distro) anteriormente e que está comprometido em fornecer uma boa experiência para os usuários de Snap no Fedora.

Ancell deixa claro que a Canonical solicitou a ele, para que mais detalhes não fossem informados: “Me pediram para não distribuir detalhes sobre as conversas até que fizessem uma declaração pública, que ainda não foi feita. Não estou confortável com a situação, mas também temos que fazer alguma coisa”.

Será que a Canonical vai se comprometer em manter seu plugin Snap para a Gnome Software, mesmo com uma nova loja em desenvolvimento? Como abordei anteriormente, faz sentido eles investirem nisso, pois, o Snap estaria facilmente acessível para outros usuários Gnome e convenhamos, parece que as demais distribuições estão se focando no Flatpak. 


E você o que acha de toda essa questão? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Fedora.
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Personalize o visual do Ubuntu com a extensão Dash to Panel

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Muitos usuários não conseguem se adaptar a lógica de funcionamento do Ubuntu ou Gnome-Shell, com sua barra lateral e outros pormenores. Os anos de utilização de ambientes gráficos que possuem um “estilo Windows/KDE Plasma” tornam ainda mais dificultoso algo “fora desse padrão”.

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O Gnome-Shell não é conhecido por possuir um funcionamento que lembre um Windows da vida, pelo contrário, existe uma disparidade de conceitos. Obviamente, que não há mal nenhum nisso. No entanto, alguns usuários preferem algo que estão acostumados, e na maioria das vezes esse costume é vindouro da utilização do Windows. Curiosamente algumas pessoas preferem uma distribuição Linux que tenha um visual completamente diferente, enquanto, outras querem a comodidade de usar algo parecido. Se você está entre esse grupo e deseja utilizar mesmo assim o Gnome-Shell, a dica de hoje é valiosíssima.

Dash to Panel, modificando o comportamento padrão do Ubuntu/Gnome-Shell


A famosa barra de tarefas pode estar presente no Ubuntu, basta adicionar essa extensão. Com um visual mais tradicional, o sistema se torna extremamente familiar. Combinando com outros elementos, o ambiente se transforma praticamente em outro. Por exemplo, ao combinar com a extensão Arc-Menu, um menu iniciar estilo Windows 7, o GNOME sofre uma verdadeira metamorfose. 

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Para instalar extensões no Gnome-Shell (interface do Ubuntu) é muito simples, temos esse tutorial demonstrando todo a passo-passo. Você pode pesquisar diretamente na Loja do Ubuntu por “Dash to Panel”, ou até mesmo no Fedora ou outro sistema operacional que utilize o Gnome-Shell, e tenha a Gnome Software instalada.

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A extensão pode ser configurada diretamente na Loja, no botão “Configurações de extensão”, conforme a imagem acima. Outra possibilidade é ir à categoria “Complementos” na página inicial da loja, em seguida na aba “Extensões de shell” e clicar em “Configurações de extensão”. 

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Ao identificar a extensão que quer configurar, clique no símbolo de engrenagem e uma caixa de diálogo com muitas opções aparecerão.

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Existe outro software, que inclusive utilizo, chamado GNOME Tweaks (Ajustes). Caso tenha interesse, essa postagem aborda essa ótima ferramenta. O gerenciamento das extensões pode ser feito por meio dele também.

Ao abrir as configurações da extensão Dash to Panel, diversas opções poderão ser customizadas, como: cor do panel, transparência, tamanho dos elementos, indicadores, comportamento, modos de visualização e muito mais.

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Algo interessante é poder exportar e importar configurações, poupando muito tempo a cada nova formatação. Essa opção encontra-se na aba “Sobre”, aliás, caso queira utilizar a minha configuração, baixe por este link o arquivo e importe.

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Lembrando que ao ativar a Dash to Panel, automaticamente a Dock do Ubuntu será desativada. Mas não se preocupe, caso desative a extensão a Dock do Ubuntu é reativada novamente. Veja mais funcionalidades diretamente do Github do projeto.

Espero que a dica seja útil para você, gosto muito dessa extensão e sempre mesclo entre seu comportamento e o padrão do Ubuntu.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, o pessoal gosta muito de personalizar o sistema, quem sabe você acabe descobrindo coisas novas.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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VirtualBox 6.0.10 chega com suporte para driver UEFI no Ubuntu e Debian

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Uma das aplicações mais populares para virtualização de sistemas, o VirtualBox, recebeu uma atualização pequena, mas que trouxe boas novidades para os utilizadores Linux.

Atualização do VirtualBox






A Oracle anunciou a versão 6.0.10 do VirtualBox, que acaba de se tornar a quinta revisão de manutenção da série 6.x do software, com várias correções de bugs e a adição de alguns novos recursos para usuários Linux.

Dois meses após a última atualização, o novo VB, para os íntimos, vem com suporte melhorado para Secure Boot UEFI com assinatura de drivers para Ubuntu e Debian. Adicionalmente, os hosts Linux receberam melhor suporte para versões diferentes do Kernel Linux, contemplando melhor o range de versões disponível entre Debian e Fedora, por exemplo.


Grande parte dos esforços foram voltados para mitigar bugs reportados por usuários, especialmente das pessoas que compilam o VirtualBox à partir do código fonte usando versões recentes do framework Qt.

Tivemos melhorarias para sistemas Linux quando rodados como guests também, permitindo agora que o VirtualBox "se lembre" com maior facilidade do tamanho e resolução das telas depois de um reboot. Houve melhorias também no manuseio das VMs através do utilitário VBoxManage, via linha de comando, corrindo bugs que faziam com que as máquinas perdessem o controle de I/O e pastas compartilhadas em alguns casos.

Você pode fazer o download do VirtualBox diretamente do site oficial, inclusive nas versões de Windows e macOS, não somente Linux. Se você já estava usando o VB na versão 6 em umambiente não crítico, esse update não deve oferecer qualquer risco, lembre-se também de baixar novamente o Oracle VM VirtualBox Extension Pack, para garantir recursos estendidos.

Quer falar sobre virtualização de sistemas com a nossa comunidade? Vem conhecer o nosso fórum!

Até a próxima!
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Fedora 31 abandonará arquitetura 32 bits também!

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O futuro lançamento do Fedora, versão 31, não entregará mais versões de 32 bits do sistema, sendo mais uma distro a entrar para a lista dos sistemas operacionais que oferecem apenas versões de 64 bits, isso deve afetar alguns pacotes internos também, mas era uma passo esperado.

Fedora 32 bits





Justin Forbes, do projeto Fedora, anunciou na Wiki da distro a mudança em relação ao suporte de arquiteturas, dizendo que o projeto Fedora não fará mais imagens bootáveis do sistema com arquitetura i386/i686, acabando com as versões para processadores de 32 bits do sistema, assim como não serão mais atualizados os Kernels nessa arquitetura.

Qual o motivo?


Acho que essa é fácil de adivinhar, mas Forbes nos explica detalhadamente o embasamento da decisão:

"O Kernel i686 é limitado em uso em vários sentidos, e atualmente a maioria do hardware suporta 64 bits, este suporte esteve sob o status de 'suportado pela comunidade' por vários lançamentos do Fedora até agora, dessa forma, ele acabou se tornando algo muito pouco testado, e com problemas frequentes aparecendo upstream. Bugs estes que tendem a não ser percebidos e não receberem atenção por mais tempo do que o normal. 

Quando os problemas são encontrados, eles regularmente demoram muito mais tempo até receberem uma correção, pois são considerados 'de baixa prioridade', o que acaba deixando a arquitetura carente de updates importantes, fornecendo para as pessoas que usam 32 bits uma 'expericia pior do que o desejável'.

Com esta nova proposta, o Kernel de 32 bits não será mais construído, e a grande diferença para o usuário final é que não haverão mais ISOs de 32 bits disponíveis para download.

Essa proposta foi feita no Fedora 27 ainda, mas ela foi evitada até o momento por conta de alguns problemas de compatibilidade que sua ausência causaria."

Segundo Justin Forbes, a mudança permite que o Fedora lance versões mais testadas do Kernel, assim como as suas atualizações, as correções de bugs se tornam mais rápidas para problemas de segurança, permitindo que os usuários fiquem expostos por menos tempo ou nem sequer sejam expostos.

O Fedora se junta a outros projetos com essa decisão, o Ubuntu deixou de construir as ISOs na versão 18.04 LTS, assim como o Ubuntu Server, e até mesmo o LibreOffice e a Nvidia, passando até pelo Debian, que começou a cortar algumas arquiteturas.

Consequências da decisão


Forbes sabe que toda ação tem uma reação, e algumas coisas podem desagradar aos usuários, mas enfatiza que ainda será possível instalar pacotes de 32 bits no Fedora 31, exceto os pacotes de Kernel. 

Essa mudança implica em algumas outras coisas, como:

- Usuários de 32 bits do Fedora 30 não poderão fazer upgrade para a versão 31, obrigando a reinstalação;

- Alguns hardwares antigos não serão mais suportados pelo Fedora.

No fim das contas, este parece ser o caminho de todos os sistemas, essa transição gradual é a exata mesma mudança que o Ubuntu fez em Abril de 2018, diferente do que aconteceu recentemente, onde a Canonical quis dar, o que é provavelmente, o segundo passo nesse processo de abandono de arquitetura.

Continue o debate no nosso fórum, é gratuito e você vai curtir, tenho certeza! :)

Até a próxima!
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Instale o OpenComic, leitor de Mangás e HQ's em seu computador

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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Você é fã da DC Comics, Marvel Comics ou quem sabe a Shonen Jump? Possui diversos arquivos de mangás e HQ’s e está a procura de um bom leitor digital para seu computador? Talvez a dica de hoje possa lhe agradar.

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Pessoalmente sou um apaixonado por mangás e HQ’s, não importa a editora por trás, apenas se são boas histórias. Infelizmente devido algumas mudanças e problemas com chuvas acabei perdendo quase 100% de meu acervo (que venho adquirindo desde moleque 👶👶👶). Uma solução que encontrei foi digitalizar as restantes ou manter cópias digitais, porém, ler no papel e em uma tela no PC, são coisas totalmente diferentes e um programa que facilite a experiência durante as leituras é bem-vindo.

OpenComic um leitor de HQ’s e mangás


Durante anos utilizei o MComix/Comix e até mesmo o Evince, tentei soluções, como o Peruse, mas nunca funcionou bem em minhas instalações do Ubuntu/Mint/Deepin. Você também pode testar outro leitor chamado YACReader na qual, meu colega de trabalho, o Ricardo (O Cara do T.I) escreveu sobre. Há algum tempo venho utilizando o OpenComic e estou bem satisfeito com as funcionalidades do programa. O seu funcionamento é bem parecido com alguns apps Android que utilizo (pauta para um próximo post, quem sabe 😁😁😁), tornando tudo bem mais prático. Se assim como eu você gosta de ler no PC, vale testar a aplicação. Veja algumas características do OpenComic:

  • Software Livre sob licença GPL3 (Github do projeto);
  • Aplicação desenvolvida em Electron;
  • Versões para Windows, Linux e Linux Arm64 (e macOS em TAR.GZ);
  • Vários tipos de pacotes para Linux (DEB, RPM, SNAP, TAR.GZ);
  • Suporte para formatos, como: JPG, PNG, APNG,GIF, WEBP, SVG,BMP, ICO;
  • Suporta formatos compactados, como: RAR, ZIP, 7Z, TAR, CBR, CBZ, CB7, CBT;
  • Modo leitura para mangás;
  • Modo dark nativamente;
  • Visualização em página única ou dupla;
  • Ajustes na visualização das páginas (por exemplo, das margens); 
  • Marca páginas (favoritos);
  • Lupa flutuante para Zoom;
  • Navegação entre as páginas por meio do scroll do mouse ou slide;
  • Possibilidade de adicionar o local com seus arquivos (Biblioteca);
  • Interface intuitiva, semelhante de uma aplicação Android.

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Instalação do OpenComic


Você pode adquirir o OpenComic em diversos formatos, conforme seu sistema operacional. Acesse a página do programa e efetue o download

Para distribuições, como o Ubuntu, Mint, etc. Basta baixar o arquivo DEB, dar dois cliques sobre o arquivo e prosseguir com a instalação. No Fedora proceda da mesma forma, porém, utilizando o pacote RPM. Caso queira executar sem instalar em seu sistema, ou quem sabe salvar em um pendrive, o pacote TAR.GZ é a melhor opção. Descompacte o pacote e execute o arquivo “opencomic” (navegue até o diretório e execute via terminal com “./opencomic”). Se for usuário de Windows, baixe o instalador EXE.

Outra possibilidade é instalar o OpenComic no formato Snap. No Ubuntu pesquise diretamente na loja, se usa outra distribuição é necessário habilitar o suporte ao Snap. Essa postagem demonstra todo procedimento

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Para os amantes do terminal, possuindo o Snap configurado no sistema, instale com o seguinte comando.

Instalação do OpenComic Snap via terminal:

sudo snap install opencomic

Desinstalação do OpenComic Snap via terminal:

sudo snap remove opencomic

No entanto, nem tudo são flores e aparentemente a versão Snap não está funcionando corretamente, ao menos em meus testes no Ubuntu 18.04. Fique a vontade para efetuar os teus. Mas, recomendo as demais alternativas. Por exemplo, utilizo em DEB e TAR.GZ no Ubuntu ou outros sistemas que ando testando. 

O OpenComic é uma ótima alternativa e estou gostando bastante da aplicação, mesmo não possuindo na atual versão o idioma português (apenas inglês e espanhol) o app é de fácil compreensão. Outro ponto é que o mesmo não suporta PDF (um formato incomum para esse tipo de uso), obviamente que seria um plus, mas não estragou minha experiência ao utilizar o software. Visto que os formatos “padrões” para quem lê mangás e HQ’s, em maior parte são: CBR, CBZ, CB7, RAR, 7Z, ZIP, JPG ou PNG.

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Lançada a primeira versão do Fedora CoreOS

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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Os contêineres estão dominando o mundo, corram para as montanhas! A tecnologia parece ter caído no gosto da comunidade Linux e empresas como Intel, Canonical e Red Hat encabeçam soluções. Sejam em formatos de empacotamento, como Snap e Flatpak ou sistemas voltados a essa forma de trabalho.

fedora-coreOS-atomic-red-hat-container-flatpak-rpm-ostree

O Fedora CoreOS é o sucessor do Fedora Atomic Host, que terá seu fim quando o suporte da versão 29 do sistema acabar, e do CoreOS Container Linux. Este adquirido pela Red Hat a pouco mais de um ano. Ambos os sistemas possuem foco em contêineres. O suporte do CoreOS Container Linux, findará seis meses após o Fedora CoreOS ser considerado estável.

Mas porque utilizar contêineres em um sistema operacional?


Resumidamente os contêineres permitem que as implementações em um sistema sejam feitas conforme a carga de trabalho, sendo dimensionadas automaticamente para atender às demandas. O isolamento oferecido, permite que o sistema operacional seja muito pequeno, contando com apenas poucos componentes, como: o kernel Linux, systemd, um “tempo de execução” do contêiner e alguns serviços adicionais (um servidor SSH, por exemplo).

Isso permite atualizações atômicas, significando que caso algo dê errado durante o processo de update seu sistema retornará ao estado anterior antes mesmo de aplicar as mudanças e comprometer o SO. Maior controle sobre as aplicações e pacotes, segurança por manter um isolamento dos softwares e o sistema, além de obter atualizações automáticas que não prejudicam o funcionamento da máquina. Essas são algumas das vantagens de sistemas que usam essa técnica.

Algumas características do Fedora CoreOS 


O Fedora CoreOS é construído para ser um host seguro e confiável para os clusters de computação. Com as atualizações automáticas, não há a necessidade de manutenções periódicas no sistema. Atualizações de segurança, bugs de softwares são adquiridos automaticamente por padrão, além de possuir pacotes rpm-ostree (uma “mescla” entre pacotes RPM e a tecnologia de contêineres OSTree).

Outro aspecto interessante do Fedora CoreOS é sua telemetria. Através de um serviço denominado fedora-coreos-pinger, o sistema coleta dados para melhor experiência e desenvolvimento do sistema. A equipe do Fedora CoreOS informa que irão documentar tudo sobre essa telemetria, e informar como desativá-la. Essas informações não são dados pessoais, e sim informações que possam identificar a máquina. 

Muitas outras tecnologias estão sendo desenvolvidas em torno do projeto, e mais características do SO estão disponíveis em seu comunicado oficial. Caso tenha interesse, acesse este link de introdução ao Fedora CoreOS.

Atualmente o Fedora CoreOS está em desenvolvimento, e alguns recursos planejados não estão disponíveis ou não vem habilitados por padrão. Esse é o caso da telemetria que não está ativa, várias plataformas de nuvem e virtualização ainda não estão disponíveis (só há suporte a x86_64 no momento), sua documentação está em desenvolvimento entre outros detalhes. Todas as informações necessárias podem ser obtidas por meio do link anteriormente disponibilizado.

Reforçando que o ciclo de vida do CoreOS Container Linux se finda após 6 meses quando o Fedora CoreOS for declarado estável, como o final da vida do atual Fedora Atomic Host 29 acabará junto ao suporte da versão 29. Assim é aconselhável a migração destes usuários para o novíssimo Fedora CoreOS, quando o mesmo estiver estável o suficiente.

O download do Fedora CoreOS pode ser feito por meio de sua página oficial.

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Curiosamente ontem estava assistindo o programa de tv “Container Wars” e hoje me deparo com o lançamento do Fedora CoreOS e seus contêineres, coincidência? Eu acho que não! (😁😁😁).

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Plugin do Snap será desabilitado no Fedora 31, e agora?

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Hoje (11) Quinta-feira, Richard Hughes, um dos principais engenheiros de software da Red Hat, anunciou na lista de discussão de desenvolvedores do projeto Fedora que o plugin que integra os pacotes Snap com a Gnome Software, será “desativado” no Fedora 31. Atualmente o mesmo vem desabilitado, podendo ser ativado pelo usuário.

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A notícia pode aparentar como assustadora, mas calma! O Fedora continuará a manter suporte ao Snap e usuários que utilizam essa solução, não precisam se preocupar. Outro ponto, é que a Canonical vem desenvolvendo uma nova aplicação (loja) voltada aos Snaps. Caso até o lançamento da próxima versão do Fedora, tal solução não esteja disponível. Existe a possibilidade de utilizar a aplicação em Snap, chamada de Snap Store e instalar graficamente apps neste formato no Fedora e demais distribuições. Lembre-se que o snap continuará nos repositórios do Fedora 31, talvez apenas a primeira instalação de um Snap seja necessário utilizar o terminal, no caso a Snap Store.

A decisão não foi arbitrária, o próprio Richard Hughes explica o motivo:

“O plugin snap existente não está muito bem testado e eu não quero ser o responsável quando ele quebrar. No momento, ativar o plugin snap faz com que a UX (experiência do usuário) do gnome-software seja degradada, já que todas as consultas de pesquisa também são roteadas por meio do snapd, em vez de serem manipuladas no mesmo processo”.

Hughes também descreve que o snapd é o responsável por atualizar as aplicações, e não propriamente a Gnome Software. Em seu texto outros motivos técnicos são abordados. Resumidamente, não existe uma real integração entre o snapd e a loja do Gnome.

“Palma, palma, não priemos cânico”


Com uma nova Snap Store em mente, a Canonical vem empregando esforços para entregar uma melhorada experiência de uso com os Snaps. Hughes revela que: “… os desenvolvedores atualmente designados para trabalhar na Gnome Software foram reatribuídos para trabalhar no Snap Store”. Mesmo com um impacto inicial por não permitir a possibilidade de instalar programas em Snap diretamente de sua loja, impactando um pouco a experiência de alguns usuários que fazem uso do formato da Canonical, o Fedora presa em garantir a integridade de seu projeto, não atribuindo sobre si responsabilidades de terceiros. Do ponto de vista do projeto, tal decisão faz muito sentido, no entanto, é inegável que possa haver um pequeno desconforto por parte de uma parcela de seus usuários, mas nada que mude drasticamente a rotina de um usuário Fedora, afinal, o pacote “gnome-software-plugin-snap” não vinha habilitado por padrão.

O que achou dessa situação? Deixe nos comentários sua opinião, e participe de nosso fórum Diolinux Plus. Assim você sempre fica por dentro das novidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Fedora.
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Comandos básicos para quem está chegando ao Fedora

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quarta-feira, 10 de julho de 2019


Se você está chegando ao mundo Linux e está começando nele através do Fedora, ou está migrando de alguma outra distro, como o Ubuntu ou Mint, esses comandos vão lhe ajudar e muito na sua jornada no sistema do “chapéu azul”.


Comandos básicos para quem está chegando ao Fedora






Esse artigo também serve para quem estiver vindo da base Debian/Ubuntu e está procurando os comandos equivalentes ao apt. Lembrando de sempre verificar se você está no modo root nos casos específicos.

Vamos começar pelo básico, que é atualizar os pacotes do sistema. No Debian/Ubuntu se usa o sudo apt-get update ou sudo apt update, já no Fedora usamos o:

sudo dnf check-update

Quando precisar atualizar os pacotes instalados usamos o sudo apt-get upgrade / sudo apt upgrade ou para adicionar/remover pacotes que tenham novas dependências, usamos o  sudo apt-get dist-upgrade / sudo apt full-upgrade. Já no Fedora usamos o :

sudo dnf upgrade

Quando precisamos procurar algum programa via terminal, no Debian/Ubuntu é utilizado o apt-cache search nome_do_pacote ou apt search nome_do_pacote. Já no Fedora é utilizado:

dnf search nome_do_arquivo ou dnf search all nome_do_aquivo (esse último, inclui na procura a descrição do pacote)

Após encontrar o pacote desejado, caso queira  ver o “Sobre” ou “About” do pacote. Quando utilizando Debian/Ubuntu, o comando é apt-cache show pacote (mostrando o cache local dele) ou o apt show pacote. No Fedora pode se usar dois comandos, que são:

dnf info pacote ou dnf repoquery --requires pacote (listando as dependências para aquele pacote)

Feito isso, chegou a hora de instalar o(s) pacote(s), e é uma tarefa bem fácil. Na base Debian/Ubuntu, você geralmente utiliza sudo apt-get install pacote ou sudo apt-get install pacote 1 pacote 2 … ou sudo apt-get install -y pacote ou ainda sudo apt install pacote. No Fedora segue quase a mesma “linha”, que seria:

sudo dnf install pacote 

ou

sudo dnf install pacote1 pacote2 

ou

sudo dnf install -y pacote

Bem simples “né não” 😄

Agora se você precisar instalar um pacote dentro de uma pasta por exemplo, no Debian/Ubuntu você usa o comando sudo dpkg -i pacote.deb (formato usado em grande maioria por distros Debian, Ubuntu e suas “filhas”). No Fedora não é muito diferente, e o comando é:

sudo dnf install pacote.rpm (rpm é o tipo de empacotamento usado no Fedora)

A remoção é bem simples também, no Debian/Ubuntu usamos sudo apt-get remove pacote ou sudo apt remove pacote. Já no Fedora, só mudamos a “palavrinha”, mas a ideia é a mesma:

sudo dnf erase pacote ou sudo dnf remove pacote

Por último, mas não menos importante, para adicionar o repositório RPM Fusion, tanto com as versões free e nonfree, basta utilizar o seguinte comando:

sudo dnf install https://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm https://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm

Se você precisar de mais parâmetros e ajuda, você pode acessar diretamente no terminal, digitando man dnf ou acessando os links de ajuda do Fedora e da Red Hat, que estão em inglês, mas nada que o Google Tradutor não ajude 😉.

Espero que esse guia básico tenha lhe ajudado. 😁😉

Confiram o vídeo de Review do Fedora 30 

            

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Top 3 melhores apps de captura de tela no Linux

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sábado, 6 de julho de 2019

Há quem prefere simplesmente fazer uma captura de tela, entretanto, outros usuários querem mais. Tem horas que uma mera ilustração não resolve, e você terá que “desenhar” para que o outro não fique com dúvidas. Quase soa como aquele ditado “você quer que eu desenhe?”. Nesses momentos, uma ferramenta com mais recursos é uma boa solução.

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Antes de apresentar meu top 3, quero deixar claro que não estou colocando em ordem de “o melhor para o pior”. Na realidade as 3 opções se parecem bastante, mesmo mudando sua forma de trabalho, o resultado será praticamente o mesmo.

Flameshot


O Flameshopt esbanja praticidade e facilidade em seu uso, inclusive temos um post dedicado a ele. Você poderá adicionar setas, formas geométricas, texto, ocultar informação, selecionar apenas o desejado, mudar as cores dos objetos inseridos e muito mais. Para instalar o Flameshot em sua distribuição, acesse o post que citei anteriormente. O Flameshot também está na maioria dos repositórios.

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Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install flameshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install flameshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S flameshot

Ksnip


A vantagem do Ksnip sobre os outros desta lista é ser multiplataforma, assim, não importa se você está usando Linux, Windows ou macOS. Sua lógica de funcionamento é a mais peculiar. Ao invés de aplicar as alterações “em tempo real” durante a captura de tela, o programa primeiro faz a screenshot para depois dar a possibilidade de adições de elementos. Você pode baixar o Ksnip diretamente de seu Github. Para Linux existem 3 opções: DEB (Debian, Ubuntu e derivados), RPM (Fedora, openSUSE, etc) e o pacote em AppImage. Este último com a vantagem da portabilidade, sem a necessidade de instalação, além, de rodar em diversas distribuições. Caso não saiba como executar esse tipo de formato, acesse essa postagem.

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Deepin Screenshot


A próxima aplicação da lista, confesso que depois que passei a usar não consegui ficar sem, é o Deepin Screenshot. Uma ferramenta simples, mas bem completa. Também possui funcionalidades de: adição de formas geométricas, setas, blur, texto, seleção de área específica, etc. O Deepin Screenshot vem nativamente em sua distribuição de origem, como esperado, mas a aplicação encontra-se na maior parte das distribuições Linux. No caso do Ubuntu 18.04 e superior, Linux Mint 19 e superior, Fedora 30 e superior, por exemplo. Pesquise por “Deepin” na loja de seu sistema e verá o programa. 

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Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install deepin-screenshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install deepin-screenshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S deepin-screenshot

Curiosamente as 3 aplicações são desenvolvidas em Qt, e fica ao seu critério qual utilizar. O Flameshot destaca-se na quantidade de opções e por adicionar um ícone na bandeja de seu sistema. Já o Ksnip é uma escolha perfeita para quem utiliza mais de um sistema e gostaria da mesma aplicação em ambos. Outro ponto, é sua forma peculiar de funcionamento. Podendo agradar a uns e outros não. Por fim, o Deepin Screenshot preza por simplicidade e tem a comodidade de estar na maioria dos repositórios oficiais. Claro, que com ambas as ferramentas você poderá criar capturas de telas mais elaboradas de forma prática. Os tutoriais que escrevo para o blog Diolinux são com o auxílio do Deepin Screenshot. Em eventuais manutenções ou auxílios, já cheguei utilizar a ferramenta.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Novidades que estão chegando no Fedora 31 Workstation

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domingo, 30 de junho de 2019

Quem chega ao mundo do Linux, sempre é apresentado a algumas opções para usar em seu PC, dentro dessas opções está o Fedora. Em resumo, o Fedora é uma versão comunitária do RHEL (Red Hat Enterprise Linux) e apoiada pela própria Red Hat. Geralmente é no Fedora que recursos serão testados e usados no RHEL.

Novidades que estão chegando no Fedora 31 Workstation





Feito essa breve apresentação, vamos comentar das novidades que virão na versão 31 do Fedora Workstation, prevista para chegar no final de outubro deste ano (2019). Algumas novidades que estão chegando, envolve o Wayland, nova versão do Gnome, melhor suporte ao driver da NVIDIA, PipeWire, recursos e suporte expandidos do Flatpak e muito mais.

Primeiro vamos comentar sobre o Wayland, sucessor do Xorg, que segundo o dev do projeto, Christian Schaller, é que seja concluída a transição para o Wayland muito em breve e também removendo a dependência do X Windowing System, significando que o Gnome Shell não precisará rodar o tempo todo o  XWayland. Ele ainda comenta porque demorou tanto:

“Para aqueles que se perguntam por que isso levou tanto tempo, é bem simples; por 20 anos, os desenvolvedores poderiam assumir com segurança onde estamos rodando no atop do X. Então refatorar tudo o que é necessário para remover qualquer código que faça a suposição de que ele está rodando sobre o X.org tem sido um grande esforço. O trabalho é feito principalmente para o shell em si, mas existem alguns itens em relação ao daemon de Configuração do GNOME, onde precisamos expulsar a dependência do X.”

Ele acredita que nas versões 3.34 ou 3.36 do GNOME, a transição já estará concluída. Ainda complementou sobre o XWayland:

“Uma vez que o trabalho esteja concluído, server X (XWayland) só será iniciado se você realmente executar um aplicativo X e quando você fechar o aplicativo no servidor X será encerrado também. Outra mudança em que Hans de Goede está trabalhando no momento é permitir que os aplicativos X sejam executados como root no XWayland. Em geral, executar aplicativos de desktop como root não é considerado aconselhável do ponto de vista da segurança, mas como sempre funcionou com o X, achamos que ele também deveria continuar presente no XWayland. Isso deve corrigir alguns aplicativos “de fora”, que só funciona quando executado como root atualmente.”

Sobre o driver da NVIDIA trabalhar com o Wayland, vou deixar o comentário do dev, que já deve ser o bastante para a situação:

“Finalmente, há a pergunta de suporte ao driver binário da NVIDIA. Então você pode rodar uma sessão Wayland nativa em cima do driver binário e você teve esteve habilitado por muito tempo. Infelizmente, não houve suporte para o driver binário no XWayland e, portanto, os aplicativos X (que são muitos) não receberiam nenhum suporte para aceleração gráfica 3D via hardware. Adam Jackson trabalhou em deixar o XWaylands carregar o driver binário NVidia x.org e agora estamos aguardando que a NVIDIA revise esse trabalho e esperemos que seja capaz de atualizar seu driver para suportá-lo.”, resumindo, só depende da NVIDIA aprovar o trabalho feito pelos devs. Vamos torcer que aprovem o mais rápido possível.

O próximo a ser relatado, é o PipeWire, que para quem não conhece, é um projeto que “visa melhorar muito o manuseio de áudio e vídeo no Linux. O objetivo é oferecer suporte aos casos de uso atualmente controlados pelo PulseAudio e pelo Jack e, ao mesmo tempo, fornecer o mesmo nível de manipulação eficiente de entrada e saída de vídeo. Ele também introduz um modelo de segurança que facilita a interação com dispositivos de áudio e vídeo a partir de aplicativos em contêiner.’, segundo o site do projeto. Os devs do Fedora estão trabalhando para melhorar os principais recursos dele para que assim esteja pronto para substituir o Jack e o PulseAudio para essa finalidade.

Também foi falado sobre o Flatpak, que além das habituais correções de bugs e melhorias, agora estão focando em melhorar a infraestrutura para que se possa construir Flatpaks a partir dos pacotes RPM e assim automatizar o processo o máximo possível. Isso na visão do dev da Red Hat, é um pré-requisito para que eles comecem a enviar alguns aplicativos padrões via Flatpak e futuramente, enviar todos por padrão. 

Sobre o GNOME em si, muito provavelmente o Fedora 31 Workstation virá com a versão 3.34.

Para ler o post detalhado do dev da Red Hat, você pode acessar este link.

Nós diga aí nos comentários, o que você espera desta nova versão do Fedora.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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A Snap Store ganha novas páginas personalizadas de instalação para as Distros [UPDATE]

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sexta-feira, 21 de junho de 2019

A Canonical, dona do Ubuntu, desenvolveu o formato Snap para distribuir programas e assim facilitar a vida de quem quer portar o seu software para o Ubuntu e outras distros Linux. Para isso utilizam o Snapd como “motor” do pacote. Para saber mais sobre ele, basta acessar o novo artigo para habilitar a função em sua distro.


A Snap Store ganha novas páginas personalizadas de instalação para as Distros






Pensando em melhorar a experiência de quem quer usar o formato em outras distros que não sejam o Ubuntu, agora o site da Snap Store tem uma nova página de instalação. Se você usa uma distro que já tem o snapd habilitado por padrão, basta clicar em instalar o programa normalmente. Entretanto,  se você usa alguma distro que não tenha o snapd ainda habilitado, essa novidade vai facilitar a sua vida e de quem queira usar.

No seu navegador de internet, pode ser Mozilla Firefox; Google Chrome; Brave; Vivaldi ou Opera, basta digitar uma simples URL (endereço do site). A sintaxe é a seguinte https://snapcraft.io/install/[nome do programa]/[nome da distro]. Vamos a alguns exemplos.

O primeiro é usando o Skype e o elementaryOS. A sintaxe do endereço é: 

https://snapcraft.io/install/skype/elementary 

Então, aparecerá  a seguinte página (dividimos para ficar mais didático).





O segundo aplicativo e distro a serem usados, é o Spotify e o Linux Mint. Com a sintaxe:

https://snapcraft.io/install/spotify/mint 



        

No terceiro exemplo, vamos utilizar o Fedora e o Telegram (sim, o Telegram tem uma versão oficial em Snap, mas não está no site, fazer o que né 😁). A sintaxe da URL para o Fedora é:

 https://snapcraft.io/install/telegram-desktop/fedora





O último caso que vamos dar como exemplo, é o Slack e o Debian. Para o Debian, a sintaxe da URL é:

 https://snapcraft.io/install/slack/debian






Até o momento, 11 distribuições Linux estão "suportadas", são elas: Arch, CentOS, Debian, elementary OS, Fedora, KDE Neon, Kubuntu, Manjaro, Mint, OpenSUSE e Ubuntu.

[UPDATE]

Teve um update importante na pagina de instalação de cada aplicativo Snap. Agora, no final de cada pagina, aparece a lista das distros, com ícones de cada uma e "linkados" para a sua respectiva pagina de instalação personalizada. No exemplo abaixo, vamos utilizar o Spotify.



Com essa simples facilidade e comodidade na hora de instalar o programa em Snap, a Canonical tenta ampliar a sua participação no mercado e não ficando presa a base Ubuntu. Isso pode também aumentar a oferta de aplicativos, pois, com uma base maior, mais usuários e futuros consumidores poderão ser atingidos pelas empresas que distribuem tais softwares. Ainda assim, tem algumas coisas para serem arrumadas, como a questão dos temas, por exemplo. Creio também que muito em breve a opção de “Compra” ou “Buy” aparecerá,  proporcionando a venda de apps dentro da própria Snap Store, mas isso é só uma “previsão” rsrs.

Mas agora, comente aí para nós, o que achou dessa facilidade do Snap, de ter páginas específicas para as distros.

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