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Transferência de arquivos no Linux com o Teleport

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sábado, 29 de junho de 2019

Em alguns momentos, é necessário transferir arquivos entre os computadores. Existem diversas formas para isso, entretanto, há momentos que valorizamos pela praticidade, evitando configurações. Resumindo: só queremos transferir um arquivo para outro computador na rede local (😋😋😋).

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O Teleport é uma aplicação voltada para essa situação em específico, ele não conta com diversos ajustes ou configurações de usuário e privacidade. A ideia por trás do software possui uma única premissa, transferir arquivos sem mais complicações (teleportando “literalmente” 😁😁😁).

Entendendo o funcionamento do programa


Como abordado anteriormente, o Teleporte visa ser simples e direto. Ao iniciar o programa, uma tela indicando o nome do seu computador e logo abaixo a possibilidade de escolher entre as máquinas conectadas em sua rede local (que também estejam executando o Teleport).

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Poucas coisas podem ser configuradas no Teleport, como o nome do seu device.

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No menu “hambúrguer” existirá a possibilidade de escolher o local onde os arquivos enviados por outros computadores serão armazenados. Por padrão é o diretório “Downloads”, acabei mudando para outro.

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Para enviar um arquivo é bem fácil. Escolha uma máquina em sua rede local, também executando o app Teleport. Clique em “Send File”, selecione o arquivo e aguarde a transferência. Ao menos quando testei nenhuma mensagem de progresso foi apresentada, esse detalhe é muito importante e não existe.

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Para efetivar a transferência a outra máquina terá que aceitar o envio, clicando em “Save” ou recusando em “Decline”.

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Instalando o Teleport em sua distro Linux


Você pode verificar se a aplicação existe nos repositórios de sua distribuição, no caso do Linux Mint o Teleport pode ser instalado por sua loja de aplicativos. O programa é distribuído via Flatpak, caso não tenha ele configurado acesse essa postagem. A loja do Ubuntu possui a capacidade de integração com os Flatpaks, habilite esse recurso e instale o Teleport graficamente (assim como o Linux Mint).

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Outra forma de adquirir o Teleport é via Snap, no caso do Ubuntu basta pesquisar normalmente na loja. Linux Mint e outras distribuições precisam ter configurado o Snap. Segue o link do post com o passo-a-passo.

Para os amantes do terminal, irei demonstrar via Flatpak e logo em seguida via Snap.

Instalando o Teleport Flatpak via terminal


Adicione o repositório do Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Teleport:

flatpak install flathub com.frac_tion.teleport

Esse comando lhe permite executar o Teleport via terminal, não vejo muita necessidade, pois ele aparecerá junto a suas aplicações:

flatpak run com.frac_tion.teleport

A remoção é através deste comando:

flatpak uninstall com.frac_tion.teleport/x86_64/stable

Instalando o Teleport Snap via terminal


Adicione a versão Snap em seu sistema com o comando:

sudo snap install teleport --edge

Sua execução pode ser com tal comando:

snap run teleport

Para remover:

sudo snap remove teleport

Fica claro que a intenção do Teleport é ser simples, no entanto, essa simplicidade peca em alguns casos. Por exemplo, não é possível enviar arquivos em lotes ou diretórios, limitando-se apenas a arquivos únicos. Essa característica pode ser contornada compactando os arquivos em um só, mas isso pode acabar com a praticidade e proposta de ser algo rápido. Outro ponto que me deixou confuso, foi a ausência de uma barra de progresso evidenciando o fim da transferência do arquivo. Notei que arquivos com espaços em seus nomes recebem uma “singela alteração em sua nomenclatura”. O Teleport é software livre e caso queira reportar bugs ou solicitar novos recursos, acesse o Gitlab do projeto.

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Sua intenção é transferir rapidamente um pequeno arquivo de uma máquina para outra na rede loca? Caso tenha respondido sim, o app é perfeito para sua utilização. Agora se pensa em compartilhar lotes em massa via rede, o Teleport não foi feito para você.

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Aprenda como instalar o cliente BitTorrent Fragments

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quarta-feira, 26 de junho de 2019

A tecnologia BitTorrent nos possibilita uma comodidade ao efetuar downloads, que outras não nos oferecem. Quem nunca deixou “aquele torrent” baixando a noite toda e foi dormir? Ou quem sabe, teve que desligar o computador para depois continuar o download. Nessas horas um cliente BitTorrent é indispensável.

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Fragments é um aplicativo minimalista e direto ao ponto, uma ótima alternativa para quem não quer perder tempo configurando opções ou até mesmo deseja algo mais “clean”. Com uma interface simplista o software executa sua função “sem rodeios”, baixar arquivos distribuídos via torrent.

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O aplicativo funciona semelhantemente a outros do gênero, no Ubuntu, a integração foi como o esperado. Podendo abrir arquivos em torrent, armazenados no sistema.

cliente-bittorrent-torrent-fragments-download-linux-ubuntu-mint-flatpak-flathub

Ao iniciar um download, informações, como: velocidade de download, quantidade baixada, restante e uma estimativa até a conclusão. Também possui um botão para pausa do procedimento.

cliente-bittorrent-torrent-fragments-download-linux-ubuntu-mint-flatpak-flathub

Clicando sobre o download em andamento, novas informações serão visíveis. Quantidade de “seeders” (“pessoas” compartilhando o arquivo), os dados anteriormente já informados e detalhes sobre o upload. Um botão para solicitar mais “peers” (pares) e remover o arquivo, também estão presentes.

cliente-bittorrent-torrent-fragments-download-linux-ubuntu-mint-flatpak-flathub

Caso deseje excluir o torrent ou link magnético, uma caixa de diálogo aparecerá. Nela você poderá apenas excluir o torrent, ou os dados do download (se tiver concluído o mesmo).

cliente-bittorrent-torrent-fragments-download-linux-ubuntu-mint-flatpak-flathub

No menu “hambúrguer” as preferências do programa poderão ser acessadas, porém, como a proposta é ser minimalista já adianto que o app não é tão customizável.

cliente-bittorrent-torrent-fragments-download-linux-ubuntu-mint-flatpak-flathub

Em “Preferences”, poderão ser ajustadas a quantidade máxima de downloads simultâneos, pasta destino dos arquivos e a utilização de uma variação dark de seu tema atual (se disponível, obviamente). 

cliente-bittorrent-torrent-fragments-download-linux-ubuntu-mint-flatpak-flathub

Instalação do Cliente BitTorrent Fragments


O Fragments é distribuído via Flatpak, para utilizar o programa, sua configuração é necessária. Acesse esse link e configure o Flatpak em sua distribuição Linux. A loja do Ubuntu possui a capacidade de integração com os Flatpaks. Depois de configurá-la, conforme essa matéria, não será necessário utilizar o terminal para instalar aplicativos no formato. O Linux Mint também possui nativamente tal integração, tanto nele como no Ubuntu pesquise por: “Fragments” e instale o programa, se preferir utilize o terminal.

cliente-bittorrent-torrent-fragments-download-linux-ubuntu-mint-flatpak-flathub

Caso tenha optado por instalar via terminal, adicione o repositório do Flathub (se ainda não o possui em seu sistema).

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Agora iremos instalar o Fragments:

flatpak install flathub de.haeckerfelix.Fragments

Para executar via terminal (não é obrigatório, pois, o app aparecerá no menu de aplicações de seu sistema).

flatpak run de.haeckerfelix.Fragments

A remoção é através deste comando:

flatpak uninstall de.haeckerfelix.Fragments/x86_64/stable

Conhecia o cliente BitTorrent Fragments? Mesmo simples, achei interessante a proposta do programa. Minha aplicação deste segmento favorita é o Transmission, mas confesso que seu visual é um pouco datado. Outro aspecto que me chamou a atenção foi a facilidade de uso do Fragments, uma ótima opção para usuários mais leigos (ou sem paciência para configurações e ajustes). Muitos podem achar o Fragments simples demais, e essa é justamente sua intenção. Seu maior “defeito” também pode ser sua maior “qualidade” (😁😁😁).

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Player de música Elisa, minimalista, bonito e eficiente

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A música sem sombras de dúvidas é uma parte essencial do meu ser, seja cantando ou apenas curtindo um bom som, ouvir música é algo que não posso ficar um dia sequer. Entre tantas alternativas de players, sempre testo diversos programas a “procura de um favorito”. Há pouco tempo abordei o Olivia, um player desenvolvido em Qt e hoje apresento-lhes: “Elisa”.

music-player-elisa-kde-música-linux-kubuntu-ubuntu-flatpak

Olivia, agora Elisa, quem será depois? Ofélia? Brincadeiras à parte é curiosa essa predileção por nomes femininos. Talvez sejam homenagens, sinceramente não sei.

Elisa


Elisa é um player de música desenvolvido pela Comunidade KDE, com perfeita integração com seu ecossistema, no entanto, podendo ser utilizado perfeitamente em outros ambientes. Em constante desenvolvimento o “tocador” recebe novas implementações corriqueiramente. Open Source o Elisa segue as diretrizes de design do KDE, e como o Olivia, também é feito em Qt. Seu foco pode ser resumido em alguns tópicos:

  • Ser fácil de configuração (idealmente não sendo necessário prévias configurações para utilizar o player);
  • Ser totalmente utilizável, mesmo offline (ou no modo privado);
  • Foco em satisfazer os objetivos dos seus usuários;
  • Foco em ser um player de música (o gerenciamento da biblioteca não é uma prioridade do desenvolvimento);
  • Ser livre o máximo possível de bugs (a estabilidade tem mais prioridade do que novos recursos);
  • Tem como alvos o ambiente KDE Plasma, outros ambientes Linux, Android e Windows.
  • Alavancar o UPnP e DLNA (padrões que visam normalizar a interoperabilidade de mídia, etc.).

Com um visual intuitivo o Elisa cumpre muito bem o seu objetivo, ser um player de música. Não me entenda mal, no entanto, alguns players incorporam tantas funcionalidades ou poluem sua interface que fica difícil a sua utilização. No Elisa tudo será simples e funcional. 

music-player-elisa-kde-música-linux-kubuntu-ubuntu-flatpak-interface-qtt

Você poderá ver suas músicas categorizadas em Álbuns, Artistas, Faixas, Gêneros ou navegar até os arquivos. Uma característica que prezo num player de música é que o mesmo não fique trocando as artes das capas dos álbuns (algo chato que ocorre no Deepin Music). Infelizmente a versão que estou utilizando, e testando em meu Ubuntu, não apresenta as capas dos artistas, apenas dos álbuns. Entretanto, o visual da aplicação me agrada e muito. Outra característica que me agradou foi a possibilidade de adição de múltiplos diretórios, e como estou organizando minhas faixas, tenho vários arquivos em locais distintos.

music-player-elisa-kde-música-linux-kubuntu-ubuntu-flatpak-reprodução

Instalando o Player de música Elisa


A Wiki da Comunidade do KDE demonstra como compilar o Elisa, no passado até procedia assim, mas você pode fazer de uma forma bem mais cômoda. Para isso será necessário possuir o Flatpak configurado em seu sistema. No Linux Mint o mesmo já vem por padrão, mas se utiliza Ubuntu ou outra distro (que o Flatpak não venha por default) você poderá utilizar esse simples passo-a-passo. Algo bem legal é a integração com a loja do Ubuntu com o Flatpak, isso você poderá configurar aqui. Agora você pode instalar pacotes Flatpaks, como no Linux Mint, via a loja. Pesquise por “Elisa” e instale o player. Para efetuar a instalação via terminal, utilize os comandos a seguir:

Este comando é para quem já tem o Flatpak configurado, porém, não adicionou o Flathub. O Elisa encontra-se neste repositório:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Agora iremos instalar o Elisa:

flatpak install flathub org.kde.elisa

Para executar via terminal (não é obrigatório, pois, o app aparecerá no menu de aplicações de seu sistema).

flatpak run org.kde.elisa

A remoção é através deste comando:

flatpak uninstall org.kde.elisa/x86_64/stable 

Conhecia o player de música Elisa? Depois de muitos meses voltei a experimentá-lo, recomendo essa aplicação. Também estou utilizando outro player, e quem sabe em breve apareça mais um post desta “série” (😁😁😁).

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Os incríveis games da Endless Studios

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sexta-feira, 14 de junho de 2019

A Endless é uma empresa que tem como foco permitir o acesso à tecnologia para pessoas com conexão limitada e engajamento de novos usuários com o meio tecnológico. Possuindo diversos projetos que vão desde hardwares com Linux embarcado, softwares próprios, seu sistema operacional Endless OS. A empresa também desenvolve games por meio da Endless Studios

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola

Se existe um projeto que “eu tire o chapéu” é o Endless OS e todo seu ecossistema. Ao contrário de muitos que são “mais do mesmo”, a proposta da Endless é totalmente diferente e agregadora. Seja com seus softwares, ou até mesmo games. Aliás, me surpreendi com a qualidade e criatividade de seus jogos. Para saber dos bastidores deste projeto, temos um Diocast entrevistando o pessoal da Endless, recomendo demais.

Jogos que divertem e aguçam o saber


Por ser um projeto com foco em novos usuários, que em um contexto geral estão mais engajados com tecnologias como smartphones ou nunca tenham tido um contato com um PC. É visível que o Endless faz sucesso entre crianças, estudantes e idosos.


Você pode estar pensando: “Lá vem aqueles joguinhos educacionais bem simples e bobinhos para crianças pequenas”. Eis que é aí que você “cai do cavalo” (hoje estou tão “informal” 😁😁😁). O que me encheu os olhos foram ver jogos que te possibilite aprender e ao mesmo tempo, se divertir. Não apenas focado em crianças, mesmo que a idade mínima recomendada seja mais de 8 anos. O visual, a gameplay, os desafios a diversão e o conhecimento proporcionado é algo que me encantou. Como é bom ver algo bem elaborado. Com um intuito pedagógico? Sim! Entretanto, que possibilite a diversão indiferente da sua idade.

Títulos da Endless Studio


Veja logo abaixo um breve resumo sobre cada game e tire suas próprias conclusões. Um detalhe interessante, todos são gratuitos.

Aqueducts


Toda a água desapareceu da sua aldeia e cabe a você salvar o dia! Vá em uma aventura para conectar os canos de água, e trazê-la novamente para sua aldeia. Resolva quebra-cabeças e abra caminho através de 15 níveis em ilhas divertidas e desafiadoras. Você pode descobrir e aprender algumas coisas ao longo do caminho…


Dragon’s Apprentice


Uma força maligna se espalhou pela terra de Ovun e está ameaçando destruir a pacífica cidade. Seja o herói que Ovun precisa! Desbloqueie os segredos dos Templos do Dragão oculto e desperte Dalfur. Somente com este dragão você derrotará o malvado Shadow Warlord e seus lacaios, os Shadow Fiends.


Frog Squash


Você tem o que é preciso para atravessar essas estradas traiçoeiras? Evite flechas, serras e bolas de fogo para não ser esmagado! Escolha entre oito animais diferentes para atravessar essas estradas perigosas. A chave é a sobrevivência para acumular muitos itens e depois de dominar as estradas, hackear a IA do seu animal e ir mais longe do que nunca!


Tank Warriors


Assuma o controle de seu próprio tanque para batalhar através de arenas multiníveis, derrotar o inimigo e completar objetivos. Atualize seus tanques para serem mais rápidos, mais resistentes e mais poderosos que seus oponentes! Invada a IA do seu tanque para ser mais esperto que o tanque do inimigo e torne-se um absoluto campeão! Construa sua frota de tanques, com código real... Você pode ser mais esperto que a inteligência artificial do jogo?


The Passage


Você desembarcou em um planeta misterioso com uma missão; encontre o mapa secreto para localizar o bunker escondido. Você pode encontrá-lo? Hackeie o mundo para atravessar terras perigosas e os obstáculos à dentro. Jogue para descobrir se consegue ultrapassar “A Passagem”.


Midnightmare Teddy


Você está em um sonho... ou talvez um pesadelo! Todos os brinquedos ganharam vida e estão te perseguindo. Combata-os e corra para sobreviver o máximo que puder. Quer o desafio final? Experimente o Modo Matemático e use suas habilidades numéricas como uma arma para lutar contra os brinquedos do mal!

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Missile Math


Teste suas manobras aéreas para ser o melhor piloto nos céus. Exploda aviões inimigos e evite o fogo rápido durante o voo. Jogue o Modo Matemático para enganar seus inimigos usando seu raciocínio rápido e habilidades computacionais.

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Como baixar e instalar os games da Endless


Todos os games acima são oferecidos de forma gratuita, e estão na própria loja do Endless OS. Para usuários de outras distribuições Linux, existe uma solução. Os games estão disponíveis no Flathub, caso não tenha o Flatpak configurado em seu sistema, confira este post ensinando todo procedimento. A instalação pode ser tanto via interface gráfica, aprenda como habilitar o Flatpak na loja do Ubuntu (No Mint basta pesquisar diretamente em sua loja pelos jogos), ou com o auxílio do terminal.

Acesse este link e instale os jogos que desejar.

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escolajogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola-flathub

Por exemplo, irei instalar o game “Aqueducts”. No entanto, a lógica é a mesma para todos.

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola-aqueducts

Abaixo existirão os comandos necessários para instalar o jogo.

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-install-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola

Proceda conforme a imagem acima, obviamente que o Flatpak deve estar configurado em seu sistema (como mencionado anteriormente).

(Comando que instala o jogo em Flatpak).

flatpak install flathub com.endlessnetwork.aqueducts

(Se desejar executar via terminal, mas o jogo aparecerá junto aos programas de seu sistema).

flatpak run com.endlessnetwork.aqueducts

Para mais comandos do Flatpak, existe essa postagem bem interessante com vários exemplos.

Repita o passo-a-passo descrito e você poderá instalar qualquer Flatpak do site Flathub. Escolha o game, na lista dos jogos da Endless.

Parabéns a equipe da Endless por produzir um conteúdo com muita qualidade. Fiquei encantado com esses jogos educacionais.

Veja um pouco mais do Endless OS, com este review e tutorial de instalação.


Conhece outros games com “essa pegada”? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe conhecimento.

Até o próximo post, como sempre, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Instale o novo GIMP 2.10.12!

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quinta-feira, 13 de junho de 2019

O GIMP (GNU Image Manipulation Program) é bem famoso e utilizado no mundo open source, fora dele também. Afinal, conheci “esse camaradinha” antes mesmo de saber o que era Linux (😁😁😁). Possuindo versões para Linux, Windows e macOS, o GIMP é uma ótima alternativa gratuita e bem poderosa. No dia 12 de Junho, o programa recebeu uma atualização. Confira as novidades do GIMP 2.10.12.

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Basicamente a versão 2.10.12 veio recheada de correções de bugs. Entretanto, alguns novos recursos foram implementados e outros lapidados.

Melhorias e recursos do GIMP 2.10.12


  • A ferramenta de edição de curvas (Curves) foi aprimorada, proporcionando melhor controle ao manipular os movimentos relativos ao arrastar os pontos, encaixes e foram adicionados tipos de pontos de curva suave ou de canto;


  • TIFF agora possui suporte a camadas, sem a necessidade de mesclá-las ao exportar as imagens;
  • Suporte a fontes instaladas pelos usuários do Windows. Este recurso ainda está em desenvolvimento e não foi totalmente implementado, podendo conter bugs. Com isso outras fontes podem ser adicionadas ao software;
  • Pintura mais rápida, descartando a constante dependência do buffer, resultando em alguns casos em uma pintura mais veloz;
  • Modo incremental na ferramenta “Dodge/Burn”, aplicando efeitos incrementalmente conforme o cursor do mouse;
  • Retorno da seleção preliminar na ferramenta “Free Select”, isso permite a seleção imediata após a região for fechada, contudo, com um controle maior (semelhante à ferramenta “Rectangle Select”);
  • Nova ferramenta de deslocamento, permitindo criar padrões repetitivos ao envolver as bordas e deslocar os pixels;

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  • Capacidade de mover um par de guias em interseção com a ferramenta “Mover”;
  • Melhor suporte a pinturas de simetria;
  • Melhor suporte a exportação de imagens, mantendo as cores do perfil da imagem;
  • Aperfeiçoamento do GEGL e babl, proporcionando uma visível melhora no coeficiente do amostrador cúbico, na interpolação (abrangendo todas as ferramentas de transformação, “Warp Transform”, etc.);
  • Com o aprimoramento do GEGL, o gerenciador de memória obteve resultados superiores. Ainda mais com arquivos grandes que antes tinham uma variante muito alta de memória;
  • Entre outras melhorias.

Diversos bugs solucionados na versão 2.10.12


  • Corrigido bugs relacionados ao gerenciamento de cores;
  • Correção de um bug que ocasionava na alteração indesejada das cores num primeiro e segundo plano, nas predefinições de ferramentas;
  • Correção de bugs no modo pintura de simetria;
  • Solucionado um erro que interrompia a tradução, conforme o idioma do usuário;
  • Corrigido bugs no formato do pincel;
  • E muito mais, cerca de 200 commits em 2 meses.

gimp-manipulador-edditor-imagens-photoshop-free-gratuito-flatpak-gimp2.10-linux-windows-macos-tirinha-art


Instalando o GIMP 2.10.12


Provavelmente a sua distribuição conta com uma versão do GIMP nos repositórios. Não obstante, é bem provável que a mesma esteja na 2.8 e salve alguns casos o programa estará na 2.10. Pois bem! Existem diversas formas de se obter as últimas releases estáveis do GIMP, porém, irei demonstrar o processo de instalação da versão indicada por eles em seu site oficial, o GIMP em Flatpak.

Para usuários de macOS e Windows, baixe o instalador do GIMP, em seu site oficial.

Antes de tudo configure o Flatpak em seu sistema, saiba mais acessando este post (é muito simples). No caso das últimas versões do Linux Mint, o Flatpak já vem por default.

Você poderá instalar o GIMP 2.10.12, tanto via terminal como interface gráfica (dependendo de seu sistema). Caso queira habilitar a opção para instalação de flatpaks na loja do Ubuntu, acesse esse post (a loja do Mint, já possui tal funcionalidade). Depois de configurar a loja, conforme o post indicado, pesquise por GIMP e instale a versão no formato Flatpak.

gimp-manipulador-edditor-imagens-photoshop-free-gratuito-flatpak-gimp2.10-linux-windows-macos-loja-ubuntu-gnome-software

Já via terminal você pode proceder da seguinte maneira:

Habilite o repositório do Flathub, caso ainda não o tenha.

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Depois instale o GIMP, utilizando o comando:

flatpak install flathub org.gimp.GIMP

Para executar o programa você pode verificar se o mesmo apareceu junto aos programas do seu sistema, ou rodando o comando:

flatpak run org.gimp.GIMP

A desinstalação pode ser efetuada da seguinte forma:

flatpak uninstall org.gimp.GIMP

Se você já possui o GIMP instalado em Flatpak, e não quer atualizar via interface gráfica, pode atualizar todos os Flatpaks do sistema com um simples “flatpak update” ou especificar a aplicação.

flatpak update org.gimp.GIMP

gimp-manipulador-edditor-imagens-photoshop-free-gratuito-flatpak-gimp2.10-linux-windows-macos


Planos para o futuro


A equipe de desenvolvimento do GIMP informou que mesmo, na atual situação, a versão 3.0 do programa esteja com pouca visibilidade. Eles darão mais novidades em breve. Incentivam o apoio, com donativos ao projeto. Isso vai acelerar todo o processo de desenvolvimento da próxima versão. Acesse a página oficial de contribuições do projeto e ajude o GIMP, basta clicar neste link. Para mais detalhes do lançamento, acesse o site oficial do projeto.

Utiliza o GIMP? Gosto muito deste programa. Que tal acessar nosso fórum Diolinux Plus e sempre ficar por dentro das novidades?

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: GIMP.org.
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Versão 23.2.0 do OBS STUDIO chega ao Linux e demais sistemas

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Quem está acostumado a fazer gravações da sua tela, seja para fazer tutoriais ou transmitir algo pela internet (streaming), muito provavelmente deve usar o famoso programa OBS STUDIO, tanto que o mesmo é usado para fazer lives e gravações de alguns tutoriais do canal Diolinux, OSistemático e do Canal O Cara do TI.


Versão 23.2.0 do OBS STUDIO chega ao Linux e demais sistemas






Imagem do OBS Studio na versão Flatpak
Como já noticiamos anteriormente, os devs do OBS STUDIO, decidiram não mais diferenciar as versões de Linux, macOS e Windows, sendo assim, todas as plataformas vão receber a mesma versão do software.
Alguns recursos e aprimoramentos que foram listados no GitHub oficial do projeto, são:

Melhorias no navegador interno na versão para macOS, melhorando a integração aos serviços de streaming (como Twitch, Mixer, YouTube e afins). Por “tabela”, essas melhorias e correções também beneficiam a versão para Linux. Um dos devs menciona que conseguiu funcionar os painéis dos serviços, mas que ainda tem problemas e que por hora a função de integração não está disponível;

Estimativa de quanto tempo de gravação ainda resta de acordo com o espaço disponível no disco (por hora, somente na versão para Windows);

Agora é possível definir o valor exato dos decibéis (dB) na propriedade de volume avançada, antes o valor era definido por um percentual;

Corrigido um problema no Linux em que o programa não estava sendo capaz de capturar alguns monitores;

Corrigido um problema com o codificador VAAPI no Linux, onde o CBR nem sempre produzia uma taxa de bits constante.

Para conferir a lista completa dos bugs, correções e melhoramentos do OBS, basta acessar a release neste link.

Vale uma menção aqui. O OBS STUDIO na versão oferecida pelo ppa oficial deles, para quem usa GPUs da NVIDIA, não está “pegando” o NVENC, na versão 19.04 do Ubuntu, já a versão flatpak ocorre normalmente. Enquanto a versão snap se encontra bem instável para uso.

Para instalar no Ubuntu e variantes, basta seguir as recomendações neste link. Para quem quiser usar a versão em Flapak, temos este tutorial de como instalar o serviço na sua distro, já o OBS STUDIO basta acessar este link.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Kdenlive 19.04.01 lançado com diversas correções!

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terça-feira, 14 de maio de 2019

O Kdenlive 19.04 foi lançado no dia 18 de Abril, com essa nova versão vieram muitas novidades e mudanças no programa, entretanto um bug bem chato estava atrapalhando a edição de vídeos no software. No dia 11 de Maio, uma nova versão foi lançada, corrigindo este problema.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição

Edição de vídeo no Linux é repleto de ótimas opções, temos o Davince Resolve, Ligthtworks, ShotCut, Openshot, entre outras ferramentas. Porém um dos queridinhos sempre foi o Kdenlive. Muitos canais no Youtube sobre Linux, são editados ou foram por muitos anos com essa ferramenta, que é o caso do Diolinux. Em meu canal OSistemático, venho produzindo conteúdo desde o início (2016) com essa ferramenta, e mesmo tendo pontos fortes e fracos considero um bom editor de vídeos.

Kdenlive um editor em constante amadurecimento


Durante o início do canal OSistemático, sofria bastante com a versão do Kdenlive contida nos repositórios do Deepin. E durante um bom tempo, foram meses de situações que envolviam o travamento do programa e em alguns casos até a perda do projeto. Então um belo dia resolvi experimentar a versão que é recomendada pelo projeto, o Kdenlive em AppImage, e posso lhe garantir parecia outro programa.

A versão 19.04 veio recheada de mudanças, uma timeline refatorada (feita totalmente do zero), a possibilidade de gravar o áudio diretamente do editor, adição da renderização de vídeos com fundo transparente, melhora no render (ainda não é um ShotCut ou Davince Resolve durante a renderização, mas está bem melhor que as versões antigas). São inúmeras mudanças. E como novas mudanças podem ocasionar novos bugs, assim foi.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição-timeline

Mais de 40 bugs corrigidos no Kdenlive


  • Foram várias correções, eis alguns bugs solucionados:
  • Falha ao abrir projetos antigos;
  • Erro ao desfazer efeito de ganho/gama;
  • Correção na gravação do áudio;
  • Efeito fade-out quebrado;
  • Miniaturas em alguns clips com falhas;
  • Seleção de clipe bin mais rápido;
  • Efeito de todas as guias com falhas;
  • “Agulha” da timeline se perdia;
  • Imprecisão nos atalhos de corte na timeline;
  • Correções na compilação para Windows; 
  • E muito mais correções…

Veja a lista completa de bugs corrigidos no site oficial do Kdenlive.

Durante esse tempo que editei com a versão 19.04, notei apenas 3 bugs que eram: A agulha que sempre se perdia na timeline, acarretando na imprecisão do corte utilizando atalhos. Por algum motivo o Nvenc não foi reconhecido, impossibilitando a utilização de minha placa de vídeo para render, proxys e previews. E em alguns projetos o vídeo não era exportado com o fundo transparente.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição-osistematico-canal-youtube-diolinux

Utilizei mesmo assim na produção de meus vídeos e o único bug que atrapalhava minha produtividade era “a agulha se perdendo”. Durante nenhum momento o aplicativo fechou ou algo assim.

Kdenlive 19.04.01 em AppImage e Flatpak


Caso utilize o Kdenlive para suas produções, recomendo a dar uma chance para essa nova versão, 19.04.01. Dou preferência pelos AppImages do Kdenlive, por conta de sua estabilidade e praticidade. Entretanto outra solução que venho usando e gostando bastante é o oferecido no Flathub em Flatpak. Esse formato terá a vantagem da atualização, enquanto no AppImage você deverá baixar o editor a cada update.

Para executar o Kdenlive em AppImagem é muito simples, acesse a matéria e proceda como no passo-a-passo. No caso do Kdenlive Flatpak, será necessário configurar algumas coisas, então segue o post completo

O link para download de ambas versões encontram-se no site oficial do Kdenlive, baixe e experimente.

E você edita vídeos com o Kdenlive? Já editei alguns projetos com essa nova versão 19.04.01 e estou gostando muito, migrei totalmente para ela (😁😁😁).

Que tal continuar todo esse bate-papo sobre edição de vídeo em nosso fórum Diolinux Plus?

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, te espero SISTEMATICAMENTE! 😎
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Versão do Telegram no Flathub agora é oficial

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Para os "zapeiros" de plantão desculpe-me, o Telegram é superior! Brincadeiras a parte (não leve tão a sério o início deste post, muita calma nessa hora 😁😇😁), o mensageiro mil e uma utilidades acaba de ter mais um formato de empacotamento "oficializado" no Linux, antes com sua versão em “tar.xz” (binário executável) no site e Snap, agora o Flatpak entra na "brincadeira". Antes de tudo, aprenda como instalar o suporte a o Flatpak em seu sistema.

telegram-flatpak-flathub-oficial-linux-ubuntu-deepin-mint-mensageiro-whatsaap

Um assunto que sempre vejo em grupos Linux, é a questão do empacotamento dos programas por mantenedores que não sejam os desenvolvedores da aplicação. E se isso torna ou não o pacote/programa "menos oficial".

Muitos podem argumentar que empacotador é uma coisa e desenvolvedor é outra, e até concordo com isso, entretanto algumas pessoas se apegam ao "quesito" aval do desenvolvedor, ou empacotamento pelo próprio. Particularmente estou entre o primeiro grupo, no entanto entendo que ter essa "oficialização" por parte do criador do software é algo que para empresas, e até mesmo vários usuários, dá uma credibilidade a mais (se isso é apenas uma falsa sensação, aí já não sei, mas que faz uma diferença faz 😁😂😋).

telegram-flatpak-flathub-oficial-linux-ubuntu-deepin-mint-mensageiro-whatsaap

Telegram no Flathub


O Telegram Desktop vinha sendo mantido no repositório Flathub, lugar com diversas aplicações em Flatpak disponibilizado pela comunidade. O responsável até então pelo seu empacotamento era Jan Grulich, desenvolvedor do projeto KDE e engenheiro de software da Red Hat. E mesmo de forma "não oficial" o aplicativo teve mais de 400 mil downloads, algo que chamou a atenção dos desenvolvedores do programa.

E hoje, dia 10 de Maio, o desenvolvedor do Telegram John Preston, passou a manter o repositório no Flathub. Agora no Github da aplicação existe uma área dedicada ao sistemas suportados e formatos de distribuição, e o Flathub está entre eles.

telegram-flatpak-flathub-oficial-linux-ubuntu-deepin-mint-mensageiro-whatsaap-windows-macOS-fedora


E você o que acha sobre essa questão, um programa apenas é oficial quando empacotado/ou possui aval de seus desenvolvedores? Deixo essa "bucha para vocês", e claro tenha sempre respeito com o próximo.

Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, e como sempre te espero aqui no Blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Linux App Store, encontre AppImages, Snaps e Flatpaks num só lugar!

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sexta-feira, 3 de maio de 2019

AppImage, Snap ou Flatpak? Eis uma dúvida de muitos usuários Linux, sejam novatos ou não. E caso queira saber um pouco mais sobre cada um e suas diferenças, temos um artigo super especial comparando os 3 formatos. No entanto caso já tenha “passado dessa fase”, e já utiliza aplicativos nesses formatos, o post é especialmente para você.

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Em meu cotidiano faço uso de diversos softwares, sejam para produção do meu canal OSistemático ou até mesmo para escrever os artigos aqui no blog Diolinux (afinal é necessário criar as capas e tudo mais). E aplicações nos formatos AppImage, Snap e Flatpak são recorrentes em minha rotina, e creio que na de muitos usuários também. Entretanto para descobrirmos novos AppImages teremos que acessar o AppImageHub (ou site da aplicação), e pesquisar pelo mesmo. Já para encontrar os Snaps, podemos ir até a Snap Store e os Flatpaks no Flathub. Obviamente que algumas distribuições permitem adição de repositórios destes formatos em suas lojas, tornando o processo mais cômodo. Porém, e nos outros casos? E se existisse um lugar que agregasse a pesquisa dos programas em AppImage, Snap e Flatpak? Eis que lhes apresento à “Linux App Store”.

Encontre 3 formatos de pacotes em um só lugar!


A ideia é simples, aguardada por muitos, e desconhecida pela maioria. O site “linuxappstore.io” tem como proposta principal agregar e centralizar a pesquisa dos pacotes universais para Linux. Denominado de “Linux App Store”, o projeto é recente está ainda na versão 1.0.0, mas muito promissor. Software livre, o código da Linux App Store, está disponível no Github e é desenvolvido sobre as tecnologias JavaScript, Python e C#. 

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“Mal conheço, mas já considero pacas!”


Além de agregar os 3 formatos universais, em um futuro próximo, possivelmente a intenção é oferecer pacotes RPM e DEB, no entanto esse não é o foco principal do projeto. Sua construção é pautada em tecnologias web, para melhor integração indiferente da interface gráfica ou sistema e tem como pretensão centralizar as pesquisas e instalações dos formatos AppImage, Snap e Flatpak. Atuando de forma intermediária ao acesso de tais pacotes, em uma única interface.

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No momento a Linux App Store, não traz recursos essenciais como categorias e modos de filtragem mais elaborados. Todavia já foram reportadas em seu Github, o desejo por essas funções. Sejamos pacientes, com o tempo novas características serão incorporadas ao projeto tornando-o mais eficiente.

Outro aspecto da Linux App Store, é fazer uso de outros sites (AppImageHub, Flatpak e SnapCraft), mesmo que seja possível pesquisar pelos 3 formatos ao mesmo tempo, filtrar escolhendo um ou outro, ainda ao selecionar o programa você será redirecionado ao site referente ao tipo de pacote, algo que não chega a incomodar, entretanto poderia ser feito na própria loja.

Tenha em mente que o projeto não é algo oficial e relacionado aos pacotes, AppImage, Flatpak e Snap, sendo algo comunitário e sem o suporte dos encabeçadores destes formatos.

Se gosta de estar por dentro sobre AppImage, Snap e Flatpak, recomendo o grupo “Flatpak, Snap e AppImage” no Telegram, ele tem como foco esse tipo de assunto. Estou sempre por lá também. 

E você gostou da Linux App Store? Eu curti bastante, e estava contando as horas até alguém por essa ideia em prática.

Continue em nosso fórum Diolinux Plus esse assunto. Até o próximo post, te espero, SISTEMATICAMENTE! 😎

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