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Loja do elementary OS passa a suportar o Flatpak

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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Loja do elementary OS agora possui compatibilidade com pacotes Flatpak, e usuários do sistema poderão instalar apps neste formato de forma descomplicada.

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O elementary OS foi cotado durante anos como a distribuição Linux mais bela, dono de uma interface gráfica que é fortemente inspirada na Aqua (macOS), a distro baseada no Ubuntu acaba de dar mais um passo significativo. Para quem não acompanha o elementary OS, saiba que sua pretensão vai além de ser mais uma distro Linux, de forma que foi criado todo um ecossistema/plataforma em torno da distribuição. O vídeo a seguir explana um pouco mais sobre o tema.


Há quem diga que a loja do Deepin seja a mais bonita entre as diversas opiniões do mundo Linux, particularmente gosto da simplicidade da AppCenter (loja do elementary OS). A ideia de oferecer a possibilidade de doações dentro da própria loja é algo que me chama a atenção. Obviamente, que existem muitas deficiências no design da loja e até a ausência de algumas funcionalidades. A AppCenter foi disponibilizada aos usuários da distro no ano de 2017, e pequenas implementações foram adicionadas desde então. Ao menos das vezes que utilizei, nenhuma mudança substancial saltou-me os olhos.


Agora um recurso interessantíssimo passa a compor a loja do elementary OS, noticiamos essa decisão e escrevi uma postagem intitulada “Por que o elementary OS escolheu o Flatpak?”, acesse e saiba mais sobre essa escolha. No último update, a loja passou a suportar a instalação de pacotes neste formato. Como é de se esperar, os responsáveis pelo sistema tem todo um controle de qualidade, e através de sua curadoria de apps, seleciona as aplicações com o “selo elementary”. Inicialmente parece haver pouquíssimos programas no formato Flatpak em sua loja, ao menos não encontrei nenhum ao pesquisar, no entanto, é possível adicionar o repositório Flathub e usufruir de uma gama considerável de aplicações.

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Ao contrário do Linux Mint que traz por padrão o repositório do Flathub, o elementary apenas entrou em contato com os responsáveis pela plataforma para integrar facilmente a adicção em sua AppCenter. 

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Mesmo não vindo por default no sistema, basta clicar em “Install” na página do programa no Flathub, o download do arquivo “.flatpakref” ocorrerá, então efetue a instalação com o auxílio do app Sideload, e o repositório será adicionado ao sistema (como bem informa a página de configuração do flatpak).

Todavia, na prática, o Sideload ainda não vem instalado por padrão. Baixei o arquivo e após clicar sobre ele, o app de texto que é aberto. Sendo necessário a instalação do pacote: 

sudo apt install io.elementary.sideload

Depois bastou instalar o arquivo utilizando o Sideload (traduzido para “carregamento lateral”), marcar a opção que compreendia que não era um app curado “não confiável” e clicar em “Instalar mesmo assim”.

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Inicialmente o programa não apareceu no menu, nem na loja. Reiniciei e o programa estava no menu. Vale salientar que a loja consegue diferenciar quando existe mais de uma aplicação em diferentes formatos e nos repositórios. Outro detalhe, não será obrigatório reiniciar o sistema ou finalizar a sessão a cada novo programa instalado em Flatpak, e nem baixar o arquivo “.flatpakref”. Você pode utilizar a loja para isso, e no futuro são esperados mais recursos voltados ao Flatpak na AppCenter.

Confira na prática esta nova funcionalidade:


A implementação é nova, então é comum o sistema não estar totalmente “redondinho” com essa integração com os Flatpaks. Apenas o Flathub é suportado e não tem, ao menos por agora, como adicionar repositórios de terceiros. O Flathub é famoso por concentrar a maior variedade de programas neste formato, mas não é a única fonte. Desenvolvedores podem oferecer suas aplicações fora dele, um exemplo é o emulador de Nintendo 3DS Citra. O repositório do Citra ainda não é suportado pela AppCenter, para obter o software no elementary OS outros meios, como o terminal, deverão ser utilizados.

Você é usuário do elementary OS? Já pôde conferir o suporte ao Flatpak na AppCenter? Deixe nos comentários suas experiências com este novíssimo recurso.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: elementary OS.


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O que fazer depois de instalar o Ubuntu 19.10

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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O Ubuntu 19.10 está sendo elogiado pela maioria dos usuários, com uma versão atualizada do GNOME o sistema vem demonstrando maior performance ao realizar as tarefas. Aprenda quais passos tomar após instalar o Ubuntu 19.10.

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Aguardado por muitos, essa é a última versão até o próximo lançamento de longo suporte, o Ubuntu 20.04 LTS. Caso tenha alguma dúvida com seu pós-instalação, iremos demonstrar quais ações devem ser tomadas com o novo Ubuntu.

Atualizando do Ubuntu 19.04 para o 19.10, sem reinstalar o sistema


Está usando o Ubuntu 19.04 e quer migrar para o 19.10? Talvez uma boa alternativa é atualizar o sistema, sem precisar baixar uma ISO, e fazer todo o trabalho de criar um pendrive bootável ou “queimar” um dvd. 

Antes de tudo, backup é a “nova lei” (😁️😁️😁️). Brincadeiras à parte, faça o backup de seus arquivos, para evitar problemas. Então, abra o programa “Softwares e Atualizações” e execute uma verificação por atualização, caso exista a ferramenta lhe informará.

Outra maneira é via terminal:

sudo do-release-upgrade -c

Configurações iniciais


Ao iniciar o sistema pela primeira vez, aparecerá a tela de “Bem-vindo”, basta ir completando os passos desejados e ignorando outros. Cada escolha é bem particular, como: Conectar ou não às suas contas on-line, ceder dados a equipe do Ubuntu para construir um sistema melhor (apenas informações simples de seu hardware e coisas do tipo, nenhum dado pessoal), habilitar ou não o serviço de localização, e até instalar alguns Snaps antes mesmo de usar o sistema pela primeira vez.

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Escolha o melhor servidor e habilite os parceiros da Canonical


Para tornar as atualizações e instalações mais rápidas, podemos escolher algum servidor que esteja mais próximo de nossa localização. Pesquise por: “Programas e atualizações”, selecione a aba “Aplicativos Ubuntu”, clique em “Baixar de: Outro…” e na nova janela em “Selecionar o Melhor Servidor”. Um teste será iniciado testando os espelhos mais próximos e você pode escolher o melhor clicando em “Escolher Servidor”.

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Finalize clicando em “Fechar” e caso o sistema solicite para “Recarregar” proceda desta maneira.

Na segunda aba do programa, existe a opção de habilitar “Parceiros da Canonical”, este repositório é composto de alguns softwares proprietários e seus extras. Marque ela e faça como anteriormente, para finalizar a ação.

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Atualize o sistema


Esse passo sempre é importante, antes de tudo ele deve ser o principal a ser feito. Pesquise por “Atualizador de programas” e se houverem atualizações, basta clicar em “Instalar agora”.

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Complete a instalação dos pacotes de idioma


Mesmo instalando o sistema em “portuguê brasil”, ainda é necessário instalar completamente o suporte ao idioma. Uma tarefa bem simples, abra o app “Configurações”, vá até à sessão “Região & idioma” e clique em “Gerir Idiomas Instalados”. O Ubuntu verificará se todos os pacotes já estão instalados, caso não, ele informará.

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Instale codecs multimídia


Abra a “Software Ubuntu”, sua loja de programas, clique na categoria “Complementos” e depois em “Codecs”. Instale quais deseja.

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Instale o Synaptic


A loja do Ubuntu pode ser bem interessante quando o assunto são pacotes Snaps e Flatpaks, entretanto ela tem uma deficiência que pode limitar sua experiência de uso. Mesmo sendo versátil em alguns casos em outros ela deixa a desejar, estou falando especificamente em sua limitação em não oferecer softwares sem ícones. No caso, pacotes, como libs, programas para linha de comando entre outros.

Nesse quesito um software que pode auxiliar, e muito, é o gerenciador de pacotes Synaptic. Com ele será possível fazer vários procedimentos sem a necessariamente do terminal, demonstrando que é possível sim usar Ubuntu sem obrigatoriamente fazer tudo via terminal.

Pesquise na loja do Ubuntu por: “Synaptic” e instale o software. Por exemplo, irei instalar o pacote de codecs “ubuntu-restricted-extras” via Synaptic. Não precisa nem se preocupar com quais codecs, este pacote instala os essenciais.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia-synaptic

Não sabe como usar o Synaptic, assista o vídeo abaixo e domine essa ferramenta.


Instale o OpenJDK, caso utilize aplicações em Java


Você pode instalar o OpenJDK em seu sistema, basta pesquisar pela versão desejada. Suponhamos que queira a versão 13, instale o pacote “openjdk-13-jdk”. Se preferir, instale apenas a máquina de execução “openjdk-13-jre”. Fica ao seu desejo. Outro pacote existente é a versão “padrão” do OpenJDK no Ubuntu. Essa se chama “default-jdk”.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia-synaptic-java-openjdk

Instale os drivers Intel


Para quem possui um processador Intel de 3ª à 8ª geração, pode ser interessante proceder da seguinte maneira: abra a loja do Ubuntu, vá em “Complementos” e na aba “Drivers de hardware” selecione “Beignet” e instale esse driver.

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Instale o driver de vídeo para sua placa de vídeo


Caso possua uma GPU dedicada da AMD, nenhum procedimento é necessário (o driver aberto já vem no próprio Kernel). Isso no caso dos modelos mais recentes, se estiver em dúvida, acesse nossa postagem e veja como instalar o driver correto para sua placa de vídeo AMD. Inclusive até mesmo a versão do Mesa Driver contida no Ubuntu 19.10 é superior à versão estável do PPA do Padoka.

Donos de GPU’s NVIDIA podem pesquisar diretamente no sistema por: “Drivers Adicionais” e instalar o driver para sua placa de vídeo. Lembrando que a adição do PPA da NVIDIA não é mais obrigatória. Você pode acessar nossa matéria demonstrando e explicando um pouco mais sobre os Drivers proprietários NVIDIA no Ubuntu.

Habilite o suporte ao Flatpak e adicione o repositório Flathub


Infelizmente o Ubuntu não vem configurado por padrão com o suporte ao Flatpak, apenas Snap. Contudo, a tarefa é muito simples e rápida. Acesse essa postagem para configurar seu sistema, e comece a usar Flatpaks no Ubuntu. Depois pesquise na loja por apps neste formato.

Instale programas em Snap


Por default o Snap já vem configurado, então basta acessar a loja e instalar apps neste formato. O Spotify é um que sempre utilizo, ouvir músicas enquanto trabalho acaba aguçando minha criatividade (isso ao criar alguma arte ou coisa do gênero).

Baixe e instale programas em DEB


Particularmente utilizo vários programas, em diferentes formatos de empacotamento. Sendo que pacotes DEB estão presentes em meu pós-instalação. Esse ponto é bem particular e cabe a você escolher quais apps baixar. O 4K Vídeo Downloader e Google Chrome “”são de lei”. Para baixar o Navegador Google Chrome, por exemplo, acesse seu site oficial e baixe a opção em DEB.

Finalizado o download, abra com dois cliques ou com o botão direito do mouse e depois “Abrir com Instalação de programa”. Daí basta instalar como qualquer outro programa via loja do Ubuntu.

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Esse procedimento é semelhante com todos os demais pacotes neste formato.

Preparando o sistema para jogos


Você pode configurar seu sistema para inúmeros tipos de uso, caso queira jogar em seu Ubuntu, criamos um post demonstrando todo o preparo. Algumas partes podem estar obsoletas, como a indicação de um PPA para quem usa Mesa Driver ou PPA NVIDIA. Não aplique essas partes, dê preferencia as demonstradas nesse pós-instalação. As demais, aplique e deixe seu Ubuntu pronto para a jogatina.

Customizando o sistema


Esse passo é muito pessoal, você pode substituir wallpapers, mudar a posição da dock, retirar a função de suspensão de tela por inatividade, entre outras. Acesse o programa “Configurações” e personalize conforme seu uso. Assim como os navegadores de internet, o GNOME Shell pode ser modificado com a adição de extensões. Mas cuidado, adicionar extensões em demasia pode ocasionar instabilidades no sistema. Faça por sua conta e risco.

Temos uma matéria demonstrando algumas extensões interessantes para potencializar seu uso no GNOME Shell, porém não adicione a extensão “Pixel Saver” (a dica número 7 do link acima). Opte por outra suportada e que acaba sendo bem superior, segue a postagem da extensão Unite o “Pixel Saver compatível com o Ubuntu 19.10”

Essas são as dicas de pós-instalação do Ubuntu 19.10, caso queira dicas adicionais acesse outra matéria de pós-instalação que escrevi na época do Ubuntu 19.04. Algumas dicas ainda são válidas, mas tenha como preferência aplicar essas do Ubuntu 19.10 (se houver algum aparente conflito).

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Até o próximo post, e bom uso do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, SISTEMATICAMENTE! 😎


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Instale o emulador de Playstation 2, PCSX2 via Flatpak

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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Muitos questionam-se o porquê, de abordarmos tutoriais com os novos formatos de empacotamento, contudo a praticidade e simplicidade de tais opções é algo que auxilia o usuário leigo e, ao mesmo tempo facilita a distribuição do software para as demais distros. Hoje falarei sobre como utilizar, configurar e instalar o PCSX2 em Flatpak.

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Produzido pela Sony Interactive Entertainment, o PS2 ou Play 2 para os mais íntimos, foi um console que fez muito sucesso aqui no Brasil. O curioso do Playstation 2 é seu sistema operacional, que nada mais é que uma distribuição Linux.

Seu catálogo de jogos foi surreal, foram lançados por volta de mais de 4.000 jogos oficialmente. Particularmente tenho boas lembranças do PS2, na época da sua chegada em terras tupiniquins, era bem difícil consegui-lo por um preço acessível, depois de um tempo o console tornou-se muito popular.

Para animar e, relembrar suas jogatinas (no meu caso, muitas horas de God of War, entre outros games durante a adolescência) irei falar sobre o emulador PCSX2.

Instalando o emulador de Playstation 2 PCSX2


O emulador pode ser instalado de várias formas diferentes, seja diretamente dos repositórios oficiais, PPA’s ou quaisquer maneiras disponíveis. Até pouco tempo utilizava a versão do próprio repositório do Ubuntu, porém após testar a versão em Flatpak notei um ganho de performance e, os bugs que ocorriam em meu uso não existem mais. Se existe um tipo de software que prezo por estar em suas últimas versões, são os emuladores. Quem joga frequentemente e utiliza tais aplicações, sabe que a cada lançamento há uma melhora considerável no desempenho dos jogos.

Usar apps em Flatpak pode ocasionar certos incômodos, mas em meu SSD de 120 GB não tive problemas de espaço, e receber sempre novas versões sem me preocupar em compilações ou procurar por novos lançamentos do software é muito cômodo. Caso utilize o Linux Mint, basta pesquisar na loja por: “PCSX2”, escolher a versão em Flatpak e instalar. Já para usuários do Ubuntu, alguns passos são necessários, isso se o Flatpak não estiver configurado em seu sistema.

Acesse esse passo-a-passo que fizemos demonstrando como habilitar o Flapak no Ubuntu, inclusive possibilitando a instalação dos programas pela loja, sem precisar recorrer ao terminal. Depois pesquise pelo emulador: “PCSX2” e aguarde a instalação.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por este link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o PCSX2 Flatpak:

flatpak install flathub net.pcsx2.PCSX2

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove net.pcsx2.PCSX2

Um passo extra que gostaria de demonstrar, é para usuários que tenham as roms em outra partição, um hd de backup, por exemplo. Tenho algumas ISOs que ripei na época que ainda tinha meu console, deixando elas em um hd secundário. Para que o PCSX2 em Flatpak leia outras partições, você terá que dar as permissões de leitura e escrita ao programa. Não se preocupe o processo é muito simples, basta executar o comando logo abaixo:

sudo flatpak override --filesystem=/media net.pcsx2.PCSX2

No exemplo acima, dei permissão de acesso a todas as partições contidas em “media”, entretanto normalmente as partições são montadas em “/run/media” ou “mnt”. Por costume uso o diretório media, mas você pode substituir essa parte do comando por qualquer outro onde seus dispositivos são montados.

OBS.: Na documentação do PCSX2 é informado que a "rum/media" é acessada por padrão, então possivelmente não será nescessário dar essa permissão. Caso necessite, já sabe como proceder.

Configurando o emulador de Playstation 2 PCSX2


Assim como alguns emuladores de consoles necessitam das BIOS dos aparelhos, em que planejam emular, o PCSX2 não é diferente. Sem este arquivo de BIOS o emulador não irá executar os jogos. Em seu site oficial, existem informações de como fazer um dumper da BIOS do seu console. Acesse o link e saiba mais.

Por motivos óbvios não estarei disponibilizando o arquivo junto a essa postagem, mas saiba que os jogos funcionarão conforme a BIOS e região. Simplificando, se a BIOS for americana, apenas jogos americanos funcionarão por conta da trava de região imposta pela Sony.

A versão traduzida do Guia oficial de configuração também pode ser acessada por esse link. A seguir irei demonstrar o que precisei configurar na versão em Flatpak.

Existem muitos ajustes que você pode fazer no emulador, alguns poderão aumentar o desempenho dos jogos e outros a qualidade gráfica. A principal é configurar os arquivos de BIOS no software, para isso abra o emulador vá em “Configuração” >> “Seleção de plugin-in/BIOS”.

Essa seção, podemos assim dizer, é a principal do emulador. Na categoria “Plug-ins” você encontrará vários plugins que são utilizados para o bom funcionamento do PCSX2.

Se por algum motivo seu joystick não estiver funcionando corretamente, mude a configuração localizada em “PAD”, de “libonepad-legacy” para “libonepad”. É bem comum que controles genéricos sejam mal identificados, se isso ocorrer você já sabe aonde ir.

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Na categoria “BIOS”, você encontrará um botão para selecionar a pasta onde estão os arquivos da BIOS em seu computador. Nela também existirá a possibilidade de selecionar a BIOS, como mencionei, conforme o jogo e sua região uma BIOS diferente pode ser exigida. Selecione o local dos arquivos e depois marque a BIOS desejada, não se esqueça de sempre pressionar o botão “Aplicar”, após cada mudança.

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Em “Pastas” estão localizados os caminhos de algumas configurações do emulador, aliás os “memory cards” por padrão ficam na home de seu usuário em um diretório oculto sendo “.var/app/net.pcsx2.PCSX2/config/PCSX2/memcards”. Eles funcionarão de forma semelhante aos saudosos memory cards, e você pode criar vários. 

Se preferir, pode adicionar as BIOS na pasta de mesmo nome, ao invés de outra, contudo creio que é mais prático manter em um mesmo local, indiferente da instalação ou sistema.

Com essas configurações iniciais já seria possível executar seus jogos, o emulador até consegue de forma eficiente identificar os joysticks automaticamente. Todavia, se quiser configurar manualmente, ou certificar que tudo está certo em “Configurações” >> “Comandos (PAD)” >> “Configurações do plug-in” poderá acessar os joysticks.

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Ainda nessa tela de configuração, indo em “Gamepad Configuration”, poderá observar que o emulador identificou meu joystick de Xbox 360. Claro que cada botão poderá ser setado isoladamente, basta clicar em “Set All Buttons”. Não se esqueça de clicar em “Apply/Aplicar”.

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Enfim, para executar os jogos vá em “Sistema”, depois “Carregar (ISO)”. Selecionar o seu game e pronto! No entanto, ainda podemos configurar mais coisas no emulador.

Ajustes finos no PCSX2


Para executar os jogos só é obrigatório adicionar o arquivo da BIOS, ter o jogo, um teclado ou joystick. E para aumentar a resolução de um jogo, ou quem sabe melhorar a performance? Essa parte do tutorial lhe mostrará algumas dessas opções.

Ao acessar “Configurações” >> “Configurações de emulação”, mais opções estarão disponíveis. A princípio você não conseguirá modificar nada, desmarque “Predefinição” (fica localizado na parte de baixo) e poderá customizar. Se fizer algo de errado, não se preocupe, cada aba contém um botão chamado “Restaurar como padrão”.

Basicamente faço o seguinte, na aba “EE/IOP”, marco “Nenhum” em “Modo clamping”.

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Em “VUs”, marco a mesma opção.

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Já em “GS” opções, como limitar os fps, usar o MTGS sincronizado e desativar os saltos de quadros podem ser modificados. A não ser que seu computador esteja com dificuldades para executar os games e com baixíssimos fps (tipo uns 10 - 20 fps), não aconselho a marcar a opção “Desativar a limitação de quadros”.

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Se quiser mudar o comportamento da janela em que o emulador inicia seu jogo, basta mudar a proporção de tela, tamanho, se a mesma vai maximizar ou não com o duplo clique do mouse, etc. Uso a tela panorâmica (16:9), mas fica ao seu gosto.

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Hacks de velocidade” pode dar um boost na performance do jogo em seu computador, se possui um processador com vários núcleos, recomendo ativar “MTVU (Multi-Threaded microVU1)” para fazer uso de mais de um núcleo de processamento. “Taxa de ciclo do EE” e “EE Cycle Skipping”, sempre funcionam melhor em zero. Mesmo com alguns dizendo para usar no máximo, nunca senti melhoras. Pelo contrário, o jogo ficava mais bugado.

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A última opção, “Correções de jogos”, só deve ser habilitada em casos que um determinado jogo listado não esteja funcionando ou apresentado os bugs relatados. Não esqueça de aplicar as mudanças.

Donos de computadores mais parrudos podem se dar o luxo de aumentarem a resolução nativa, modificar as texturas, adicionar anti-aliasing, filtros isotrópicos entre outros ajustes. Para isso vá em “Configuração” >> “Vídeos (GS)” >> “Configurações do plug-in”.

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Sinta-se a vontade para efetuar seus testes, habilitar os filtros, aumentar a resolução e muito mais. Mas saiba que quanto mais você modifica, mais poderá ser exigido do hardware. Donos de GPUs  dedicadas (e APUs) podem averiguar se a opção “OpenGL (Hardware)” está selecionada em “Render”. O resto é a gosto do freguês. 

Memory Cards


Lembra-se que citei a localização dos “Memory Cards Virtuais”, pois bem, acessando “Configuração” >> “Cartões de memória”, você poderá gerenciar esses memory cards e consecutivamente os saves de seus jogos. Será possível duplicar, remover, criar e muito mais. Não é difícil encontrar alguns desses arquivos na internet para download. Por exemplo, meu irmão baixou recentemente o save do Dragon Ball Tenkaichi 3 com tudo desbloqueado. Relembrando horas e horas que jogamos esse game no PS2.

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Você pode fazer o backup de seus cartões de memória e ou adicionar novos na pasta padrão, que fica localizada em sua home e depois num diretório oculto “/.var/app/net.pcsx2.PCSX2/config/PCSX2/memcards”. Não se esqueça que você só conseguirá ver tais diretórios se torná-los visíveis. No meu caso que uso o Ubuntu e Nautilus o atalho é “CTRL +H”. Assim conforme muitas opções do emulador, o local desses arquivos podem ser modificados.

Considerações finais


Fiquei surpreso com o PCSX2 Flatpak, pois não foi preciso configurar nada além dos arquivos de BIOS. Para ser sincero na versão do PCSX2 contida no repositório, eu sempre customizava vários parâmetros e mesmo assim não tinha a performance equiparável ao meu atual hardware. Daí a importância de se obter versões atualizadas dos emuladores. Agora, por default os jogos rodam como o esperado, e na realidade até me surpreendi com a performance. 

Irei demonstrar apenas alguns bugs que sofro ao utilizar a versão do repositório oficial, no exemplo você poderá observar erros gráficos contidos no jogo Yu-Gi-Oh! Capsule Monster Coliseum.

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Perceba que é possível ver os sprites das bocas dos personagens, além de linhas verdes que aparecem em locais da caixa de diálogo.

Na tela seguinte, durante a seleção dos monstros de duelo, linhas roxas estão presentes, somadas as verdes. 

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A performance também ficou superior com a nova versão em Flatpak, se antes em alguns momentos o jogo engasgava (com a resolução nativa do Play 2), agora posso aumentar a resolução tranquilamente para 1080p sem problema algum.

Outro teste que efetuei, em outra máquina mais modesta, foi justamente em relação ao desempenho. O mesmo jogo que citei anteriormente, Dragon Ball Tenkaichi 3, ao menos saia de uma tela preta na versão contida no repositório do Ubuntu 18.04 LTS. Agora ele inicia e é jogável, na resolução nativa ficando com 58 fps e em 720p caindo para 45 fps. Entretanto, outros jogos foram executados a 60fps e em 720p (essa máquina era uma APU da AMD, A10 7890K).

Finalizando, o PCSX2 em Flatpak me surpreendeu positivamente. Agora posso jogar games que fizeram parte de minha infância e gastar mais horas e horas no Yu-Gi-Oh! Capsule Monster Coliseum (agora sem nenhum bug e em full hd 😁️😁️😁️).

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App Outlet o "sucessor" do Linux App Store

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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Você conhecia o site Linux App Store? Pois bem, no início do ano escrevi uma postagem sobre essa store que oferecia programas em: AppImage, Snap e Flatpak num só lugar. Infelizmente o projeto foi descontinuado, mas eis que surge um sucessor.

linux-app-software-snap-appimage-flatpak-snapcraft-flathub-appimagehub-loja

Muitos usuários desconhecem as vantagens e desvantagens dos novos formatos de empacotamento, na realidade são inúmeros benefícios que geralmente “suprimem” seus defeitos. Após conhecer os pontos positivos e negativos, cabe ao usuário decidir entre usá-los ou não. Você pode ler essa postagem com um breve comparativo entre os formatos, a leitura é super válida.

Caso tenha alguma dúvida ou não conheça muito bem o funcionamento destes formatos, e de outros, criei um vídeo explicando sobre os programas no Windows e Linux. Então, antes de “olhar torto” para o AppImage, Flatpak ou Snap. Leia a postagem indicada e veja o vídeo, aposto que irá desmistificar muita coisa que ouve por aí.


App Outlet


Se antes o Linux App Store era um site desempenhando o papel de uma loja, agora o App Outlet é instalado como uma aplicação. O programa desempenha um papel bem interessante e prático, agregar AppImages, Snaps e Flatpaks em um só lugar. A intenção é muito boa, e pode auxiliar vários iniciantes. O projeto está iniciando e gradualmente recebendo novas implementações, então recomendo que testem e auxiliem os desenvolvedores relatando os bugs e dando idéias de possíveis funcionalidades diretamente na página do Github do App Outlet.

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A equipe responsável pelo projeto, até o momento, é composta por dois desenvolvedores o Fagner Candido e Messias Junior. Se você é desenvolvedor, considere somar forças no desenvolvimento do App Outlet. O programa é de código aberto, e com sua evolução, milhares de usuários Linux poderão ser beneficiados. Além disso, é uma ótima forma de contribuir e quem sabe ter seu trabalho reconhecido no futuro.

Você pode efetuar o download do App Outlet de diversas maneiras, pois o programa está sendo distribuído em vários formatos, sendo eles: Snap, AppImage, DEB e existem planos para uma versão em Flatpak (ainda em fase de análise).

Conforme mencionei, o app está em desenvolvimento e muitas funções estão ausentes, todavia o App Outlet é novo, e essa ausência pode ser considerada algo relativamente comum. Você encontrará programas em Flatpak, Snap e AppImages agregados em um só lugar. No entanto, ainda não é possível instalar diretamente pelo software, então ele te redireciona para os demais hubs. Sendo o AppImageHub, Snapcraft e Flathub.

No futuro podemos esperar que o próprio App Outlet consiga instalar os aplicativos, e quem sabe habilitar o suporte a determinado formato, quando o mesmo não estiver configurado no sistema. Seu visual é bem intuitivo, organizando por abas segundo o formato e com uma sessão de categorias. Este ponto é bem interessante, dando acesso rápido aos usuários e possibilitando a descoberta de novos programas. Existe um campo de busca, caso o usuário já tenha conhecimento do programa que queira instalar.

Instalando o App Outlet em sua distro Linux


Você pode baixar o programa nos formatos DEB e AppImage no Github por este link.

O Snap está disponível na Snapcraft, caso utilize Ubuntu pesquise diretamente na loja por: “App Outlet” e instale o software.

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Demais distribuições podem configurar o Snap, demonstramos o procedimento neste artigo.

Para instalar via terminal, basta digitar:

sudo snap install app-outlet

A remoção é simples:

sudo snap remove app-outlet

Considerações no momento em que escrevo este artigo


Nos meus testes, aqui no Ubuntu 18.04 LTS, pude perceber algumas limitações e problemas no App Outlet. Muitas devido a funcionalidades que ainda serão implementadas, outras creio eu que seja algum problema durante o empacotamento. 

Por exemplo, não consegui executar a versão em Snap. Indiferente de serem instaladas via CLI, interface gráfica, nas versões stable ou edge. Simplesmente o app não iniciava ou dava alguma mensagem de erro.

Já quando utilizei o App Outlet em AppImage, minha experiência foi satisfatória. Notei que ao acessar as categorias, apenas os Flatpaks eram listados. 

Outro ponto, é sua pesquisa. Nem sempre as buscas retornam todos os resultados possíveis, como pode observar, o GIMP em Flatpak não apareceu ao pesquisar por “GIMP”.

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Ressalto mais uma vez que o app está em desenvolvimento inicial, então encorajo que relatem e auxiliem quando possível. Inclusive relatei o problema com o formato Snap, como podem observar nessa issue.

Fiquei triste quando soube a notícia do fim da Linux App Store, e alegre com seu sucessor. Desejo toda sorte aos envolvidos no App Outlet, pois sei que é ambiciosa essa empreitada, não obstante, os resultados podem ser ainda mais. Que o projeto evolua e novas features sejam adicionadas, tornando a vida do usuário mais cômoda e intuitiva.

Nos poucos momentos que conversei com o Messias Junior, pude perceber o engajamento e anseio em somar com a comunidade Linux. A nossa comunidade Diolinux Plus está interessada no projeto e parece ter abraçado o mesmo. Convido você, que ainda não faz parte do Diolinux Plus, a participar do fórum e ficar por dentro das novidades. Por último, finalizo com as palavras do Messias Junior para todos os usuários do App Outlet.

“Ficamos felizes com a receptividade da comunidade. E reiteramos o convite para a colaboração. O App-outlet é para a Comunidade e feito para Comunidade”.

Até o próximo post, compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Crie notas no Android e PC com o OpenTodoList

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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

No mercado existem inúmeros programas para compor anotações, sejam planos, tarefas, roteiros ou até ideias mirabolantes. Pessoalmente não consigo ficar sem um app de notas. Alguns preferem o Evernote, Google Keep ou Simplenote, todos são ótimas alternativas, porém, hoje irei apresentar uma nova opção.

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OpenTodoList é um software livre, escrito em Qt e usando QML em sua interface gráfica. Possui versões para Windows, Linux e macOS, além de uma versão móvel para o robozinho verde, Android.

Talvez a aplicação não seja tão poderosa, quando comparamos com algumas ferramentas mais populares anteriormente citadas. No entanto, caso privacidade esteja em primeiro lugar, o app pode ser muito interessante. Digo isso, pois seus dados não ficarão armazenados em algum servidor de terceiros. Pelo contrário, suas notas só vão ser sincronizadas com algum serviço na web, mediante a configuração no OpenTodoList.

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Curiosamente esse é seu maior triunfo e fracasso, dependendo do tipo de usuário. O programa possibilita a criação de notas em uma “repositório local”, seja em seu computador ou smartphone. Todavia, para sincronizar com a nuvem é obrigatório um servidor NextCloud ou ownCloud (servidores WebDAV, também podem ser configurados na aplicação).

A biblioteca (o “repositório local com suas notas”), nada mais é que um diretório, onde todos os itens estão. Isso permite utilizar um serviço de terceiro, como um GDrive, Dropbox, ou seja qual for. Para sincronizar suas informações. 

A lógica é simples, salve em uma pasta sincronizada e em outro aparelho aponte sua biblioteca para mesma pasta sincronizada. Não é uma das melhores e mais elegantes soluções, mas pode contornar essa deficiência do app.

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Instalação do OpenTodoList


O projeto conta com diferentes versões do OpenTodoList, acesse o Github com os pacotes pré-compilados e baixe conforme seu sistema (Windows, Linux ou macOS). Inclusive para Linux, existe a opção em AppImage. Caso não saiba executar esse tipo de programa no Linux, essa postagem demonstra todo procedimento.

OpenTodoList via Snap


Uma forma prática de instalar o gerenciador de notas é via Snapcraft. No Ubuntu pesquise por “OpenTodoList” na loja e instale normalmente. Demais distribuições podem configurar o Snap por este artigo, caso não possua o suporte ativo a esse tipo de pacote. 

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Para os amantes do terminal, é muito simples instalar por ele. Obviamente, que o Snap já deve estar configurado no sistema.

Instalando o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap install opentodolist

Removendo o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap remove opentodolist

OpenTodoList via Flatpak


O Flatpak também é uma alternativa, como pode observar a utilização de pacotes universais no Linux está se tornando cada vez mais comum. Os requisitos para utilizar o programa nesse formato, são: o Flatpak configurado no sistema e o repositório Flathub adicionado. No Linux Mint, basta pesquisar por: “OpenTodoList” e instalar o app sem prévias configurações. 

Já no Ubuntu apenas o Snap vem por default. Contudo, não se preocupe. Acesse essa postagem e depois de configurar tudo, pesquise por: “OpenTodoList” diretamente na loja e escolha a versão em Flatpak.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub net.rpdev.OpenTodoList

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove net.rpdev.OpenTodoList

OpenTodoList Android


Diretamente da Google Play, a versão Android pode ser adquirida, acesse este link e seja redirecionado a loja de apps do Google ou utilize um leitor QR-Code.

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Para mais informações acesse o GitLab do OpenTodoList.

Experimente o OpenTodoList e avalie se a aplicação atende suas necessidades, como sempre dizem “não custa nada tentar” (😁️😁️😁️).

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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MusicBrainz Picard 2.2 lançado com player embutido

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Organizar seus álbuns musicais nem sempre é uma tarefa simples, ainda mais quando é necessário pesquisar pelas informações corretas. Pois bem! MusicBrainz Picard pode ser uma ótima solução.

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MusicBrainz Picard é um software open source, multiplataforma e desenvolvido pela Fundação MetaBrainz, a mesma responsável pelo banco de dados MusicBrainz. O Picard pode, com apenas um clique, encontrar diversos álbuns de música em diferentes formatos, como: MP3, FLAC, OGG, M4A, WMA, WAV, entre outros.

Utilizando as impressões digitais de áudio AcoustID, os arquivos são identificados e comparados com as músicas no banco de dados, isso tudo sem que os metadados estejam presentes em seus arquivos ou estejam incompletos. Editar as tags de suas músicas com o programa torna-se bem prático.

Algumas novidades do MusicBrainz Picard 2.2


Diversos bugs foram corrigidos, resolvendo falhas em suas versões, seja para Windows, Linux, macOS, etc.

Outros recursos mais técnicos foram adicionados, caso tenha interesse, acesse este link e veja os detalhes. Uma novidade que posso destacar, entre as demais, é a adição de um player de música embutido. O recurso ainda é beta, mas simplificará o ato de editar as tags e demais configurações. Poupando tempo, ao não obrigar o uso de outro player em conjunto. Algo simples, mas que vem para somar e tornar tudo mais fácil. Ainda é possível escolher por outro player instalado, lembre-se que por se tratar de uma feature em beta, pode ocorrer bugs com essa nova função.

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Instalação do MusicBrainz Picard 2.2


Existem versões do app para muitas plataformas, irei demonstrar para o Ubuntu via PPA, Flatpak e Snap, para englobar o máximo possível de distribuições Linux. Aliás, Flatpak é a maneira que aconselho e utilizo o software no Linux. Outras distribuições podem tanto instalar a versão contida no Flathub, que demonstrarei a seguir, ou acessar o link “Linux” e escolher conforme sua distro no site oficial do Picard (Snap também é uma opção).

Baixe a versão conforme seu sistema operacional:


Picard via PPA


Usuários de Ubuntu e derivados podem instalar o Picard via PPA conforme demonstrarei, entretanto, reforço que o uso do Flatpak e Snap diminui a obrigatoriedade de tal método.

Adicionando o PPA Stable do Picard:

sudo add-apt-repository ppa:musicbrainz-developers/stable

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Picard:

sudo apt install picard

Caso queira remover o Picard via PPA, desinstale o programa e depois remova seu PPA.

Removendo o Picard:

sudo apt remove picard

Removendo o PPA:

sudo add-apt-repository -r ppa:musicbrainz-developers/stable

Picard via Flatpak


Outro modo de obter o Picard, é via Flatpak. O programa encontra-se no repositório Flathub, facilitando a instalação nas principais distribuições Linux. Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja pelo programa, caso esteja utilizando o Ubuntu, não se preocupe, essa postagem demonstra a configuração do Flatpak e adição do Flathub no sistema da Canonical. Assim, basta pesquisar na loja por “Picard flatpak” e instalar o app.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub org.musicbrainz.Picard

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove org.musicbrainz.Picard

Picard via Snap


O Picard também está na Snapcraft, vale ressaltar que na presente data em que escrevo este artigo, essa versão está na “2.1” e não encontrei no site do Picard a menção de um pacote Snap. Provavelmente este Snap é empacotado pelo pessoal da Canonical, sem envolvimento da Fundação MetaBrainz.

No Ubuntu basta pesquisar diretamente na loja por: “Picard” e instalar a versão em Snap, outros sistemas baseados em Linux devem adicionar o suporte ao Snap. Acesse este guia e configure seu sistema

Instalando o Picard Snap:

sudo snap install picard

Removendo o Picard Snap:

sudo snap remove picard

O Picard é uma aplicação interessantíssima, ainda mais com sua enorme base de dados, porém, caso queira outras alternativas o “EasyTag” e “Puddletag” são recomendadas e vale o teste.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, até a próxima e compartilhe este conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎
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