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Linux Deepin 15.9.2 beta vai mudar a sua base de repositórios para o Debian Stable

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terça-feira, 19 de março de 2019

A novidade veio diretamente do blog oficial deles, com o anúncio de mudança da base dos repositórios, que agora vão ser Debian Base. Segundo a equipe do Deepin, trazendo mais estabilidade e confiabilidade ao sistema.


 Linux Deepin 15.9.2 beta vai mudar a sua base de repositórios para o Debian Stable






Para a nova versão do Deepin, a 15.9.2, os repositórios dos 30 aplicativos nativos que são instalados nele foram para o repositório do Debian Stable, antes eles estavam no Debian Unstable. No comunicado, deram a seguinte declaração sobre a mudança:

Por que migrar para o Debian Stable do Unstable?

A migração para o repositório Stable do Debian é para melhorar a estabilidade e segurança subjacentes. Os softwares que estão no repositório Stable do Debian, foram rigorosamente testados e são relativamente estáveis, com o devido suporte da equipe de segurança do Debian para manter as atualizações de segurança em tempo hábil. Além disso, as atualizações dos pacotes de software no repositório Stable do Debian garante um ambiente seguro e estável. Para os aplicativos que são mais usados, eles serão atualizados e mantidos pela equipe de desenvolvimento do Deepin com o objetivo de acompanhar as atualizações no prazo de uma semana.

Com essa mudança, o pessoal do Deepin quer melhorar a segurança dos apps usados no sistema, melhor estabilidade do Sistema Operacional deles, melhor compatibilidade com apps de terceiros e um melhor suporte comercial para empresas.

Alguns softwares que serão atualizados pela equipe do Deepin seriam: Google Chrome, Mozilla Firefox, LibreOffice entre outros que estão com versões antigas no repositório Stable do Debian.

Para ver o anúncio deles, acesse o post neste link.

Considerações da equipe do Diolinux


Dionatan : “De forma geral a distro pode ficar mais estável, mas isso pode vir com o preço de versões menos atualizadas de certos Apps, entretanto, atualmente a base do desktop do Deepin é feita por eles mesmos, então provavelmente isso não afetará nesse sentido, outro ponto é que a Deepin Store vem recebendo mais e mais flatpaks, o que pode aumentar a disponibilidade de versões mais recentes de softwares como o kdenlive (que pode ser usado como AppImage também), a grande questão é, como ficarão os drivers de vídeo para quem gosta de jogar? se eles permanecerem na mesma versão do Debian Stable isso pode ser um problema (contornável, mas um problema).”

Ricardo: “De um lado teremos a estabilidade e robustez do Debian Stable, onde as implementações, melhoramentos e afins são testadas até a exaustão, assim tentando “limar” uma grande parte de erros e bugs. Mas do outro lado temos um problema com tecnologias novas e drivers de vídeos, no caso da NVIDIA. Primeiro pode ser que alguns programas sejam afetados por falta de libs mais recentes que não estão no repositório Stable, mas que o pessoal do Deepin “garantiu” que vão arrumar isso, só o tempo dirá se vão conseguir. Eles podem contornar isso utilizando os Snaps e Flatpaks na Deepin Store, sendo uma possibilidade. Outra coisa é os drivers para NVIDIA, visto que a última versão lançada é a 418.43 (na data desta publicação) e no Debian Stable está na versão 390.xx, que por exemplo não traz as implementações completas do Vulkan, aí o pessoal do Deepin teria que abrir backports para habilitar a instalação dos drivers novos. Creio que mudar para os repositórios do Debian Stable é uma aposta de 50/50, onde tudo pode certo ou tudo dar errado, mas ao meu ver, eles deveriam voltar para a base Ubuntu e assim garantir uma melhor compatibilidade com programas e drivers. Esperar para ver.”


HenriqueAD: “Como mencionado por meus colegas acima, essa mudança pode ocasionar alguns transtornos referente ao versionamento dos drivers, vejo muitas reclamações de usuários na base atual do Deepin, e fico com um certo receio se tais mudanças de fato vão tornar o sistema mais estável, ou apenas incompatível com diversas libs. No cenário atual alguns apps (disponíveis na loja) contam com tais problemas de dependências, o Discord é um exemplo, e não sei se a equipe do Deepin terá infraestrutura para uma tarefa desse porte, outro contra seria para instalação de pacotes de fora da loja, que seguem em sua maioria os lançamentos do Ubuntu LTS, e não são compatíveis com o Debian Stable, dificultando a experiência do usuário. Apostar em tecnologias como Flatpak, Snap e AppImage é uma ótima forma de contornar possíveis dores de cabeça.”

Você pode contribuir com a sua opinião, lá no nosso fórum, onde comentaram sobre o tema, acesse o tópico aqui

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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PureOS resgata o conceito de convergência entre desktop e mobile

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segunda-feira, 11 de março de 2019

Um sistema convergente é cobiçado por várias empresas, ter diversos dispositivos e apenas um sistema, seria um novo passo na forma de como usamos os computadores. Há quem diga que os smartphones vão “matar” os desktops e laptops, entretanto ao que tudo indica o mesmo sistema operacional rodará em ambos, e investidas de empresas como Microsoft, Samsung, Canonical e Google, são exemplos deste possível futuro.

purism-pureos-convergente-linux-mobile-desktop

Com uma grande ideia ambiciosa (não me entenda mal, pensar alto nem sempre é ruim) a Purism, responsável pelo Smartphone Librem 5 e os notebooks Librem, anunciou que seu sistema PureOS estabeleceu bases para que todos os aplicativos futuros fossem convergentes, possibilitando o funcionamento do mesmo sistema operativo em seus laptops e smartphones.

A convergência é algo simples?


Definitivamente criar aplicações convergentes não é uma tarefa tão fácil, tanto o desktop como o mobile geralmente possuem arquiteturas diferentes, isso significa que uma mesma aplicação deve ser compilada visando o tipo de CPU, e para verdadeiramente ter uma aplicação convergente, o hardware deve ser planejado desde o início com esse objetivo.

Um sistema que engloba ambas plataformas, teria outro ponto para considerar, suas aplicações, pois os desenvolvedores haveriam de adaptar os apps ou criá-los com tal versatilidade em mente.

purism-pureos-convergente-linux-mobile-desktop-librem

PureOS um sistema convergente


A Purism não é a primeira e nem a última, em que luta por um sistema convergente. A Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, alguns anos atrás tentou emplacar tal tecnologia, desenvolvendo uma distribuição Linux que visava unir ambos os mundo, desktop e mobile, através do Ubuntu Phone, que ao conectar-se numa tela maior comportava-se como um desktop.


A Purism declara em sua postagem oficial, que o caminho certo para iniciar essa empreitada foi escolher um “sistema operacional universal”, uma clara alusão ao Debian, e por funcionar em tantas arquiteturas diferentes de CPUs, esse seria um enorme benefício. Outro fator, é que eles consideram a base do PureOS sólida o suficiente para embarcar em diferentes tipos de processadores e arquiteturas, portanto problemas de desempenho e execução não são barreiras para o bom funcionamento do SO.

Apenas o funcionamento de uma aplicação em diferentes plataformas não seria o bastante, para isso é necessário um design inteligente, que se adapte conforme o equipamento e tamanho da tela, comportando-se de maneira distinta em alguns casos. 

Com parcerias com o Projeto Gnome, a Purism vem promovendo formas de criar aplicações atraentes e que se adapte a cada realidade, desenvolvendo e contribuindo ativamente em uma biblioteca chamada libhandy, proporcionando uma apresentação móvel e adaptativa para apps GTK e Gnome.

purism-pureos-convergente-linux-apps-mobile-desktop

Essa forma de desenvolvimento tem total integração com o formato de pacote Flatpak, evidenciando que o projeto está em sintonia com novas tecnologias.

Assim como um site responsivo se adapta ao tamanho de tela e muda alguns aspectos de sua interface, a Purism convida os desenvolvedores a criarem suas aplicações com essa proposta em mente, desta forma os softwares terão melhor funcionamento, sendo assim a comunidade poderá se beneficiar com um ecossistema livre, seguro e que protege sua privacidade.

E você, acredita que sistemas convergentes serão o futuro? Aconselho que acessem o post oficial da Purism, lá existem vídeos que demonstram na prática a responsividade das aplicações.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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MSIX, o novo formato da Microsoft que será compatível com o Linux

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sexta-feira, 1 de março de 2019

Em Março do ano passado (2018), a Microsoft anunciou, no Developer Day, o seu mais novo tipo de empacotamento de programas, o MSIX. A princípio esse novo pacote vai ser para facilitar a vida dos devs que querem enviar os seus programas para a Microsoft Store, mas pelo andar da carruagem pode ser que chegue à outras plataformas, como o Linux.

 MSIX, o novo formato da Microsoft que será compatível com o Linux






Segundo a Microsoft, o novo formato vai permitir uma melhor implantação dos recursos como Win32, WPF e WinForm. Uma reclamação recorrente dos desenvolvedores.

O SDK do MSIX já está disponível no GitHub oficial da Microsoft e você pode conferir ele através deste link.






O MSIX funciona com a tecnologia de contêiner, como o Snap e Flatpak, assim ficando isolado do restante do sistema,permitindo o update ou desinstalação dos programas, sem afetar o restante do sistema.



Com o SDK em mãos, os desenvolvedores poderão distribuir o seu app para todas as plataformas e não depender somente da Microsoft Store. Hoje existem 3 (três) principais formatos de arquivos no Windows: EXE, AppX e o MSI. Com a possibilidade de distribuir fora da Store da Microsoft, os devs vão poder compatibilizar seus produtos com iOS, macOS, Android e Linux e até com versões mais antigas do Windows. No vídeo abaixo eles explicam melhor como vai funcionar.

              

Como podemos ver, o processo usa os contêineres, a mesma tecnologia usada nos famosos Snaps e Flatpaks, encabeçados por Canonical (Ubuntu) e IBM/Red Hat (Fedora, Red Hat Enterprise), agora sendo implementados por outra gigante do setor, a Microsoft.

Não podemos descartar que em um futuro muito próximo, produtos da Microsoft cheguem  no “planeta pinguim” utilizando este formato, como o Office por exemplo. Ou até mesmo a nova versão do navegador Edge, já que ele vai vir com o “motor” do Chromium.

O que você achou da novidade? Até a próxima!
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Agora você pode testar aplicações em beta no Flatpak

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Não é de hoje que venho falando que soluções como: AppImage, Snap e Flatpak são o futuro de distribuição de apps no Linux, e a cada momento novas funcionalidade e recursos são implementados nestes formatos de empacotamento. O Flatpak acabou de receber uma funcionalidade muito interessante para entusiastas da tecnologia.

flathub-flatpak-canal-repositorio-beta-teste

No dia 19 deste mês, em um comunicado no blog do Gnome, foram anunciados novos recursos do Flathub, em meio às novidades, algumas com foco nos desenvolvedores de softwares, um recurso muito interessante foi adicionado ao repositório, a possibilidade de obter instalações de programas em estágio beta em Flatpak.

O Snap possui algo semelhante, chamado de “canal beta”, dando o poder nas mãos do usuário, de qual versão do software ele está disposto a instalar em seu sistema, uma versão considerada estável ou uma versão “teste”, em que recursos recém implementados ou em desenvolvimento podem fazer parte.

Com essa nova opção, entusiastas poderão testar as versões betas de seus softwares, com a segurança e tranquilidade que uma aplicação em SANDBOX pode oferecer, sem medo de bugs que possam comprometer seu sistema operacional.

Repositório Beta do Flathub


O objetivo deste repositório é possibilitar aos desenvolvedores que usuários comuns testem suas aplicações, para eventuais lançamentos de versões estáveis de suas aplicações.

Para isso o próprio Github da aplicação será utilizado neste repositório beta, descomplicando o procedimento e tendo uma maior velocidade ao oferecer tais apps.

Para adicionar a opção do repositório beta em seu sistema, basta executar o seguinte comando:

flatpak remote-add flathub-beta https://flathub.org/beta-repo/flathub-beta.flatpakrepo

Em seguida instalar a versão beta do aplicativo desejado: (Como exemplo utilizei a Engine de jogos Godot)

flatpak install --user flathub-beta org.godotengine.Godot

Ao instalar uma versão beta e outra estável do mesmo aplicativo, eles serão adicionados em paralelo no sistema. Porém, apenas um será exibido no menu de aplicativos de sua distribuição.

Você pode mudar a exibição de qual versão, sendo na respectiva ordem [01 | 02] em que o primeiro parâmetro será o app a ser exibido.

flatpak make-current org.godotengine.Godot [beta|stable]

Através do terminal existe a opção de escolher qual versão executar, inclusive existem duas formas de executar a versão beta do app:

flatpak run --branch=beta org.godotengine.Godot

ou

flatpak run org.godotengine.Godot//beta

Neste primeiro momento essa alternativa está disponível apenas via terminal, sendo apenas questão de tempo para ter implementações gráficas, seja na loja de apps ou DEs.

O que achou da novidade? Será interessante conferir as versões betas dos programas, e quem sabe descobrir novas funcionalidades, além de contribuir em seu amadurecimento para as versões estáveis. 

Te espero como de costume, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE, até a próxima! 😎

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Oomox, uma ferramenta para criar temas GTK

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Recentemente disponibilizamos uma personalização do tema Mint-Y, todo customizado “na unha”, e com o processo explicado passo-a-passo num vídeo na Twitch.

O resultado final foi esplêndido, porém trabalhoso, sendo preciso alguns softwares para criar tal customização, o GIMP como sempre presente 😉😁😁, entretanto por ser algo demorado algumas pessoas desistirão no meio do caminho, mas existe uma solução prática e acessível, agradecemos ao nosso leitor Jhonatan Dias pela dica.

temas-gtk-oomox

Caso queira customizar seu sistema, sem ter muito trabalho, a ferramenta Oomox é ideal para você, com ela a criação de temas GTK será rápida e intuitiva.

Instalando a aplicação Oomox


Na página do GitHub do Oomox você verá diversas formas de instalação para cada distribuição Linux. No caso do Ubuntu, Linux Mint e derivados, você pode efetuar o download de um arquivo “.deb” e instalar via interface gráfica, ou instalar a versão em Flatpak, diretamente do Flathub ou loja do seu sistema, caso esteja habilitado.

Não sabe como adicionar suporte ao repositório Flathub no seu Ubuntu? Confira o post e configure o Flatpak em seu sistema (no Linux Mint 19 o Flatpak já vem habilitado por padrão).

Depois de habilitar o repositório Flathub ao seu sistema, basta pesquisar na loja por Oomox, e instalar o programa.

oomox-flatpak-temas-gtk

A interface do Oomox


O software tem sua interface dividida basicamente em 4 elementos, uma barra superior com botões responsáveis por ações como: “Importar esquemas de cores”, “Clonar o tema”, “Salvar o tema”, “Renomear o tema”, “Excluir o tema”, “Exportar o tema”, “Exportar os ícones”, “Exportar os esquemas de cores para o terminal” e um menu hambúrguer com todos os atalhos do programa.

A parte principal da aplicação é subdividida em 3, na esquerda ficam os “‘Presets” e “Plugins”, com variações de temas oferecidas previamente pelo programa, e também ficará os temas customizados e criados pelo usuário.

No centro ficam propriamente todas as opções de customizações dos temas, como o “Theme Style” que lhe permite personalizar e criar temas baseados no momento em 3 temas super conhecidos pela comunidade, que são: o “Numix”, “Material” e “Arc”.

Além das cores dos temas e seus elementos, existe a possibilidade de criar alguns temas de ícones com variações de cores, como esquemas de cores para o terminal.

A última parte do software na direita, fica o preview das modificações em tempo real, muito útil e evitando a aplicação manual do tema para ver os resultados.

oomox-interface-tutorial

Criando seu tema


Existem diversas maneiras de se criar um tema no Oomox, entretanto julgo mais simples proceder da seguinte maneira:

1º Encontre um Preset de um tema que goste e clone o tema.

2º Modifique as cores conforme seu senso crítico de design, afinal o tema é seu.

Para modificar os valores, basta clicar nos quadrados e escolher conforme a paleta de cores, ou digitar o valor hexadecimal da cor.

3º Depois de customizar todas as cores, do preset escolhido e do theme style, salve o tema.

4º Na barra superior clique em “Export Theme”, uma janela aparecerá, marque a opção e dê prosseguimento a ação, aguarde o processo finalizar.

exportar-tema-gtk-oomox-tutorial

Seu tema será exportado para pasta do seu usuário atual, na home, dentro de “.themes”.

oomox-tema-exportado-distribuir

Você poderá distribuir cópias deste seu tema para amigos, e caso queira dos ícones também, basta clicar em “Export Icons”, e eles serão exportados para pasta “.icons” do seu usuário atual.

Para visualizar as pastas ocultas tanto no Mint como no Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas CTRL+H, e as pastas serão visíveis.

Aplicando o tema no Ubuntu (Gnome)


No Ubuntu pesquise na loja por “Ajustes do Gnome” e instale o programa, caso deseje faça via terminal com o comando:

sudo apt install gnome-tweak-tool

baixar-gnome-tweak-tool

Pesquise por “Ajustes” no menu do Ubuntu e abra o programa.

executar-gnome-ajustes

Na aba “Aparência”, selecione o seu tema na opção “Aplicativos”.

setar-tema-oomox

Aplicando o tema no Mint Cinnamon


No Linux Mint pesquise por “Configurações do sistema” no menu, logo em seguida acesse a opção em “Aparência>>Temas”.

temas-linux-mint

Em temas notará diversas alternativas, como “Borda da janela”, “Controles” e “Área de Trabalho”. Selecione o tema que acabou de criar em cada uma destas opções e customize sua distro.

temas-linux-mint-configurar-oomox

Com essa aplicação é muito simples modificar a aparência do sistema e deixá-lo ao seu gosto, recomendo por sua criatividade e “lado artístico” à prova e sair criando numerosos temas GTK.

Gostou da aplicação Oomox? Já conhecia ou utilizava? Deixe nos comentários suas opiniões sobre o programa.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Windows VS Linux - Instalação de programas

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Cada sistema possui suas particularidades, e nos baseados em Linux não é diferente, prova disso é que existem diversas maneiras de se instalar programas no sistema do pinguim,. Através deste pequeno comparativo entre Windows e Linux, verá que mesmo seja diferente, isso não significa necessariamente que no Linux as opções são inferiores ou mais complexas. 

windows-linux-programas-instalar

Programas no Windows


No sistema da Microsoft os usuários estão familiarizados com o clássico “NEXT, NEXT, NEXT, FINISH”, avançando em etapas durante a instalação dos aplicativos. Mas não existe apenas uma forma de se obter aplicações no Windows, e veremos algumas opções da atualidade.

“EXE” e “MSI”


Esses são formatos nos moldes do já citado “avançar”, basta dar dois cliques e ir seguindo o fluxo de instalação do programa, mas na maioria dos casos a atenção deve ser redobrada, pois ocorre de no ato da instalação, softwares de terceiros serem instalados sem que o usuário perceba.

Instaladores em etapas geralmente significam que existem configurações a serem feitas pelo próprio usuário, sendo necessário conhecimento para que nada de equivocado seja instalado ou ajustado, é uma método popular, sem dúvida, especialmente pelo hábito, mas que foi suplantado por instalações à partir de uma loja, como no Android, onde você troca os vários cliques por um único.

“BAT”


Os programas em “.bat” são feitos para execução no terminal do Windows, isso mesmo, no Windows também se usa terminal, podendo ser um instalador ou até mesmo uma aplicação.

“Portable”


São aplicações portáteis, na qual sua execução não necessita de uma instalação, com possibilidade de ser transportado e iniciado em uma mídia removível. Podem ser um arquivo “exe”, “msi”, etc.

Loja


Esta é uma funcionalidade existente nas distribuições Linux e no macOS há bastante tempo, mas que estreou no Windows, comparando, há pouco tempo, e que ainda não é tão difundida entre os utilizadores do “Janelas”, com algumas ferramentas ausentes, como o Firefox por exemplo, os usuários ainda cultivam velhos hábitos e muitas vezes permanecem na insaciável caça por executáveis internet à fora.

Programas no Linux


No Linux as formas e variedades de se obter aplicativos são abundantes, e por existirem diversas distribuições, nem sempre existe um padrão ao distribuir programas na plataforma.

“DEB” e “RPM”


São pacotes para instalação de aplicativos, algo parecido com os instaladores em “.exe”/”.msi”, mas sem a necessidade de inúmeros processos e cliques em opções de “avançar”, quando instalados em modo gráfico.

“AppImage”


Assemelham-se aos “portable” do Windows, sem a obrigatoriedade de instalação, também podem ser executados num pendrive, pois carregam suas dependências. Temos diversos materiais de como instalar os AppImage e onde encontrá-los para download.

“Flatpak” e “Snap”


Considerados o futuro da distribuição de programas no Linux (o AppImage também participa da lista), trazem diferenciais e tecnologias que no momento estão em alta, como SANDBOX, e outros benefícios. Não sabe como instalar um Flatpak no sistema? Aprenda neste post, encontre diversos Flatpaks para download, e saiba sobre os Snaps aqui. 

Quando falamos em novas formas de empacotamento no Linux, sempre paira uma dúvida: “AppImage, Flatpak ou Snap?” Qual escolher? Por sorte temos a resposta dessa dúvida cruel.

Veredito sobre as formas de distribuição de programas no Linux e Windows


Tanto o Windows, como o Linux, tem suas formas de compor e gerir aplicativos, e dúvidas comuns surgem em nossas mentes, isso é extremamente normal, em meio a tantas possibilidades e diferenças, acabamos por confundir alguns aspectos destas tecnologias.

Pensando nisso criei em meu canal OSistemático, uma animação explicando sobre cada formato, seu funcionamento, e comportamento do Linux e Windows ao gerenciar componentes para o funcionamento de suas aplicações. Você irá aprender de uma vez por todas o que significa “Sandbox”, “Core”, “dll”, “Runtimes”, quais as diferenças entre esses formatos e outros que não listei aqui como: “tar.gz”, “sh” e muito mais.


Acessem o vídeo, uma animação super completa e sem “tecnés”, ou termos rebuscados que mais confundem do que esclarecem, muito obrigado e deixem nos comentários suas opiniões.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Libre Office 6.2 lançado com nova interface

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Ferramentas para criação de documentos existem aos montes, no entanto as mais famosas são: o Microsoft Office e Libre Office, e por ser uma alternativa livre, o Libre Office sempre foi visto como o rival do concorrente, porém, seu visual afastava alguns usuários que não conseguiam migrar unicamente pela aparência da aplicação, fazendo com que acabassem procurando alternativas, como o WPS Office ou o Softmaker Office.

libreoffice-office-linux

Depois de 6 meses de desenvolvimento, finalmente a versão 6.2 do Libre Office foi lançada, apresentando uma nova interface de usuário chamada NotebookBar, baseado no conceito MUFFIN, um acrônimo para “Minha interface amigável e flexível”, que anteriormente era um recurso experimental. Seu suporte irá até Novembro de 2019, com mais 6 updates esperados.

Libre Office visual clássico


libreoffice-office-linux-visual-classico

A “UI NotebookBar” é totalmente opcional e não vem habilitada por padrão (antes que os amantes do visual clássico começassem a lamentar). Está nova opção vem em 3 modos diferentes, com guias, agrupados e contextuais.

Libre Office com NotebookBar


libreoffice-office-linux-notebookbar-novo-ui

Fica evidente a intenção da The Document Foundation, fundação por trás do Libre Office, em abarcar um público que ao migrar de soluções proprietárias sentiam dificuldades com a maneira diferenciada de organização de sua suíte de documentos.

Novidades do Libre Office 6.2


Além do novo visual, destacam-se os ícones reformulados do elementary OS e Karasa Jaga (ícone padrão do Libre Office), recursos de segurança e criptografia através da implementação do HMAC, filtragem de palavras-chave indexadas e termos de pesquisa com velocidade aprimorada, como melhor compatibilidade com documentos Microsoft Office, corrigindo erros em gráficos e animações por exemplo.

O menu de contexto foi aprimorado, melhorando o desempenho na alteração e manipulação de documentos grandes. O LibreOffice Online não ficou de fora, ganhando uma interface de usuário simplificada e responsiva.

Diversas funcionalidade foram implementadas, agora o Writer consegue copiar dados de planilhas em tabelas, em vez de inseri-los unicamente como objetos. O Impress e Draw conseguem modificar o caminho de movimentação das animações, simplesmente arrastando os pontos de controle. O Calc ganha uma nova função chamada REGEX, permitindo associar texto a expressões regulares, com a possibilidade de obter uma saída com várias medidas para análise e estatística, e muito mais.

Como baixar e instalar a nova versão


Até o momento o Libre Office em Snap e AppImage continuam na versão 6.1 (veja se já chegou a atualização para esses pacotes), caso não aguente esperar e queira testar, você pode baixar a versão em Flatpak (particularmente prefiro em Flatpak) ou a distribuída no site, basta seguir o passo a passo.

Acesse o site oficial do Libre Office, e efetue o download da última versão estável, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu.

libreoffice-office-linux-deb-download

Ao baixar o pacote, o site sugere 2 outros, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-linux-pt-br

Extraia os arquivos em uma pasta, para melhor organização, e começando pelo pacote extraído do Libre Office (LibreOffice_6.2.0_Linux_x86-64_deb), verá que dentro existe uma pasta chamada DEBS com diversos pacotes “.deb”.

libreoffice-office-linux-deb-insstalar

Clique dentro da pasta com o botão direito, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-linux-deb-terminal

Dentro do terminal, digite o comando para efetuar a instalação dos pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-linux-instalar-exemplo

Espere a instalação concluir, e repita o procedimento nas outras pastas extraídas dos arquivos de ajuda e linguagem do usuário em português.


Ativando o modo NotebookBar


Para visualizar as aplicações na nova UI, vá em “Exibir>>Interface do usuário”, e selecione a opção “Em abas”, ou algum dos outros modos de visualização.

habilitar-interface-libreoffice-notebookbar

Já testou a nova versão? gostou do visual NotebookBar? Começarei a utilizá-lo, talvez me adapte ou quem sabe continuo com a padrão.

Deixe nos comentários suas experiências e opiniões sobre o novo Libre Office, te aguardo aqui no blog Diolinux, como sempre, SISTEMATICAMENTE!

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Comandos no Flatpak 1.2 que vão facilitar o gerenciamento dos pacotes

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Quando você vai instalar um programa via Flatpak, pode usar as “lojinhas” da sua distro para gerenciá-los, desde que esteja habilitado o recurso, assim podendo pesquisar, instalar os apps,etc. Quando precisamos utilizar o terminal para tal tarefa parece que ainda temos algumas “pedras” que precisam ser tiradas, especialmente por conta da sintaxe dos comandos.


 Comandos no Flatpak 1.2 que vão facilitar o gerenciamento dos pacotes






Um dos desenvolvedores do Flatpak, Matthias Clasen (que desenvolve para o Gnome e trabalha para a Red Hat), postou uma nota no “Blog do Gnome” mostrando as novidades que virão na versão 1.2 do Flatpak, que realmente parecem vir para facilitar (e muito) quem usa Flatpak via linha de comando.

Colunas:


Na versão 1.2 do Flatpak, vamos poder obter as informações dos pacotes em colunas e assim não extrapolar os limites do terminal, ficando assim organizado e “bem apresentável”. Para isso vai se usar o parâmetro --columns. 

Para saber o que cada coluna faz, você vai poder acrescentar o “=help” no final do comando, ficando flatpak list --columns=help. O resultado você vê abaixo na imagem.



Reporte de erros mais claros


Antigamente, quando se tentava um comando e por alguma razão você o errava, o Flatpak dava um erro e não dava muitas informações, a ideia é mudar esse comportamento. No exemplo usado, a palavra “search” não tem o “C” e o Flatpak lhe dá a sugestão de como seria o comando correto, que seria o “search” com “C” e ainda lhe indica a consulta do “help” da aplicação.



Busca mais amigável


Outra coisa que vai mudar é a forma que se busca algum programa no Flathub, o repositório de Flatpaks da comunidade. Atualmente para se buscar algum pacote no repositório é preciso fazer quase um curso de memorização. Por exemplo, para instalar o aplicativo “Meld” o comando de instalação seria este:

flatpak install flathub org.gnome.meld

E sejamos sinceros, muitos não conseguem decorar tudo isso para instalar um simples programa. Pensando nisso, o pessoal do Flatpak vai simplificar e facilitar a vida das pessoas e o comando para instalar vai ser algo mais familiar ao tradicionais gerenciadores de pacotes para quando precisar instalar algo no terminal.

flatpak install meld

Descrições mais informativas


Ainda, segundo Matthias, a nova versão do Flatpak chegará com melhores descrições dos programas, com informações mais completas e informativas, como podemos ver nas imagens abaixo. Você pode abreviar os nomes das colunas usando o complemento --columns, como já mencionado.





Esses foram os principais comandos e complementos anunciados,para ver o post completo e com todas as novidades mencionadas por Matthias, acesse este endereço.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Como iniciar o Telegram minimizado

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sábado, 26 de janeiro de 2019

O Telegram é uma aplicação com “mil e uma utilidades”, você pode usá-lo como simples mensageiro, nuvem pessoal, fonte de notícias e muito mais através de seus inúmeros bots. Veja o post que o Ricardo fez sobre as novidades da nova versão.

telegram-tray-start-minimizado

Com tantos recursos no Telegram, existe uma funcionalidade que eu gostaria na versão desktop. A possibilidade de iniciar minimizado junto ao sistema, com seu ícone na “tray” (bandeja do sistema).

E é isso que iremos demonstrar. O procedimento será em 3 interfaces gráficas: KDE Plasma 5, Cinnamon e Gnome Shell. Você pode adaptar à sua DE preferida, é bem fácil.

Iniciando o Telegram minimizado


Antes de tudo, você deverá saber com qual versão do Telegram está lidando.

Se instalou o Telegram da loja do Linux Mint, você provavelmente está utilizando a versão em Flatpak, se está usando Ubuntu e instalou direto da loja, é provável que seja em Snap, a terceira opção é um binário executável, de quando o download é realizado no site oficial (a maneira que costumo usar).

Saber qual versão do programa está instalada é importante, pois o comando será adaptado, e caso utilize o comando errado o procedimento será falho. Abaixo segue cada comando, direcionado a sua específica versão.

Telegram em Flatpak
flatpak run org.telegram.desktop/x86_64/stable -startintray %u 

Telegram em Snap
snap run telegram-desktop -startintray %u

Telegram executável baixado do site oficial
/home/seu-usuario/caminho-onde-está-o-executável/Telegram -startintray %u

Onde inserir tais comandos?


Após identificar sua versão, e selecionar o comando correto. Onde inserir este comando? Não será necessário o terminal, usaremos a interface gráfica para isso.

KDE Plasma 5


No Plasma, pesquise pela seguinte aplicação “Aplicativos iniciados automaticamente”. Com ela aberta clique na opção “Adicionar programa...”, como na imagem abaixo.

telegra-tray-kde-passo1

Uma janela de diálogo será aberta, pesquise por “Telegram”, selecione o mesmo e clique em “ok”.

telegra-tray-kde-passo2

Basta preencher as informações como “Nome”, “Comentário” e “Comando”. Se utiliza as versões em Flatpak ou Snap, adicione o comando normalmente. Caso tenha baixado o binário executável do site, você pode digitar o caminho por extenso ou clicar em “Navegar” e caminhar até o local do programa, mas não esqueça de adicionar no final da linha o parâmetro “-startintray %u” (como no exemplo dado anteriormente).

telegra-tray-kde-passo3

Agora aplique as mudanças e ao ligar o computador, o Telegram iniciará junto ao sistema minimizado na tray.

telegra-tray-kde-passo 4

Cinnamon


Pesquise por “Aplicativos da Inicialização”, clique no símbolo de adicionar e escolha a opção “comando personalizado”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo1

Uma caixa de diálogo se abrirá, preencha todos os campos, se for a versão baixada do site, você pode clicar em “Navegar” e ir até o executável do Telegram em seu sistema, ou digitar o caminho por extenso e no final dele adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo2

Caso esteja utilizando as versões em Flatpak ou Snap, basta preencher e fazer uso do comando que disponibilizei.

Depois clique em “Adicionar” e quando ligar o pc, o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo3

Gnome Shell


No Gnome Shell pesquise por “Aplicativos iniciais de sessão”, ao executar a aplicação você notará um botão “Adicionar”. Clique nele.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo1

Ao fazer uso do executável do site oficial do Telegram, você pode escrever o caminho até o programa na opção “Comando”, como disponibilizei anteriormente, ou clicar em “Navegar” e ir até o Telegram, depois no final adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

Já para versões Flatpak e Snap, basta adicionar o comando (como demonstrado). Preencha os campos de acordo com o exemplo abaixo e clique em “Adicionar”.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo2

E pronto! Ao ligar o computador o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema. Lembrando que o Gnome no Ubuntu possui a tray nativamente, no Gnome Shell “puro” você terá que adicionar uma extensão.

E é isso aí pessoal, nos vemos no próximo post, espero que a dica seja útil assim como é em minha rotina. E caso esteja em outra DE, use o comando na aplicação que gerencia os apps que iniciam junto ao sistema.

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O "Synaptic" dos Flatpaks e Snaps

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Gerenciadores de pacotes como, o Synaptic e Octopi, são maneiras gráficas de gerir o sistema. Nem todo usuário é familiarizado com o terminal, e nem é obrigado. Alternativas gráficas existem aos montes, sendo uma forma bem simples de compreender, sem necessidade de comandos num terminal.

flatpak-manager-snap-synaptic-octopi

Não me entenda mal, se você curte e acha mais prático fazer certas coisas na telinha preta não tem nada de errado, eu também faço parte desta turma 😂😂😂, mas sei que para novos usuários, ou até mesmo dias que não estou muito afim de dar comandos no terminal, tais softwares são uma mão na roda.

Terminal para tudo no Linux


Uma mentalidade, que julgo não ser sadia para atrair novos utilizadores ao Linux, é de que tudo tem que ser feito via terminal, e que todos são obrigados a aprender os comandos e afins.

Então, se você pretende administrar, aprender ou dominar o Linux, isso é muito válido, já um usuário, como o nome sugere, deseja apenas usar. Convenhamos, não existe mal algum em um usuário comum querer apenas desfrutar das vantagens do Linux em seu cotidiano, afinal, não é todo mundo que gosta de tecnologia, muitos querem apenas ser “usuários”, e eu não os posso culpar.

Então é zero terminal para tudo e todos? Calma jovem mancebo! Não seja extremista, entre preto e branco, existem vários tons de cinza. Tudo é uma questão de objetivo, necessidade e praticidade.

Se o objetivo é aprender etc, use e abuse do terminal. Mas se a pessoa não quer, e não gosta, não tem o porque enfiar goela abaixo uma tonelada de comandos. Esse é um dos motivos de criar OSistemático, mostrar alternativas para usuários comuns, e também despertar e introduzir o terminal aos poucos. Não por que é algo obrigatório nos tempos atuais, mas por que é legal e eu gosto. Linux não é só terminal.

E claro, essa nova mentalidade, foi fomentada e muito pelo Diolinux, mudando a visão e conceitos de muitos da comunidade, que antes estavam presos a filosofias ou paradigmas, anulando a realidade em sua volta.

O Synaptic dos Flatpaks e Snaps


Atualmente os Flatpaks e Snaps podem ser manipulados, via terminal ou pelas centrais de software que o suportam, por exemplo o Discover e Gnome Software, mas em alguns casos, alguns pacotes podem ficar de fora desta filtragem nas lojas, como runtimes dos Flatpaks, citando um caso. 

Nessas horas um “Synaptic da vida” seria muito útil. Pois bem, um desenvolvedor chamado Tony George, teve a ideia de começar o desenvolvimento de uma aplicação, estilo Synaptic/Octopi, que gerencia não apenas um tipo de pacote, mas os Flatpaks e Snaps.

Flatpak Manager


Em fase de desenvolvimento, o “Flatpak Manager” é um software que visa, de forma gráfica, lhe dar algumas opções, sem a obrigatoriedade de recorrer ao terminal.

A aplicação permitirá algumas funcionalidades. O anúncio do responsável pelo software não deu maiores detalhes, então irei descrever algumas ditas pelo desenvolvedor. 

O programa teria a capacidade de visualizar os pacotes em Flatpak e Snap no sistema, capacitando o software para listá-los, Instalá-los, atualizá-los e excluí-los, caso desejado. 

Não ficou claro se o Flatpak Manager, possui outras funcionalidades, opções avançadas como o Synaptic e Octopi, sua nota de desenvolvimento foi curta e breve.

Pacotes Flatpak


flatpakmanager-flatpak

Pacotes Snap


flatpakmanager-snap

Características dos pacotes, e como o Flatpak Manager irá tratá-las



  • A listagem de pacotes Flatpak é mais veloz que dos Snaps. Cada pacote tem que ser consultado para os devidos detalhes, isso gera um ligeiro atraso ao listá-los.
  • A instalação dos Flatpaks acarretam numa atualização automática de todos os pacotes no sistema.
  • Flatpaks possuem a opção de instalação local, mas alguns pacotes obrigatoriamente devem ser instalados globalmente, caso isso não seja feito. Erros ocorrerão.
  • Snaps são instalados globalmente, e sempre exigem acesso ao administrador para instalação.

Já posso testar?


O Flatpak Manager foi anunciado em 2 de Outubro do ano passado, e infelizmente mais informações não foram dadas, então não ficou claro, como esse software seria distribuído, qual sua licença de uso, se existiria uma forma de contribuir além do Patreon, disponibilizado pelo autor. Apenas que, seu lançamento será depois de alguns meses.

Até a presente data (18 de Janeiro), o seu lançamento não foi anunciado. Se quer testar o andamento do software em seu desenvolvimento, ao efetuar a contribuição no Patreon do desenvolvedor do Flatpak Manager, você tem direito ao acesso antecipado da aplicação.

Nos vemos na próxima postagem, SISTEMATICAMENTE, aqui no Diolinux! 😎

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