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Planos futuros para o Pop!_OS

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Em uma das minhas rotinas de distro hopping, eu estava passando pelo Pop!_OS (que inclusive me estabilizei nele, ao menos por enquanto) e pela loja ser baseada na do ElementaryOS, fiquei na dúvida se ela receberia a atualização que dá suporte para flatpaks. Ao perguntar no Twitter da System76, recebi na resposta um link do roadmap deles, que conta com diversos planos para o futuro do sistema.

planos-futuros-pop-os-roadmap

Este roadmap conta com as funcionalidades que eles planejam disponibilizar no sistema, porém sem definir datas. Para as atualizações dos projetos mantidos por eles, é seguida uma estratégia de “rolling-release”, ou seja, será liberado imediatamente como um update, sem a necessidade de esperar a próxima atualização. As ferramentas serão liberadas tanto para a versão mais atual, quanto para a última LTS.

Vamos às ferramentas planejadas pela System76:

Flatpak


  • Suporte ao Flatpak com o repositório do Flathub;
  • Suporte para repositórios Flatpak no Repoman;

Placas híbridas


  • Adicionar nas configurações do Gnome a opção de definir com qual placa de vídeo um determinado aplicativo iniciará;
  • Adicionar uma opção para configurações do aplicativo ao clicar com o botão direito no ícone;
  • Desenvolver uma documentação para ajudar a comunidade a identificar aplicativos que não suportam placas híbridas e adicionar detalhes para que os desenvolvedores possam adicionar o suporte;

Gnome Contas Online


  • Adicionar novos serviços no Definições Iniciais do Gnome;
  • Adicionar novos serviços de CalDav e CardDav;
  • Adicionar os novos serviços no Gnome Calendário e Gnome Contatos;

Geral


  • Instalação de codecs;
  • Remoção do aplicativo System76 Driver, que é utilizado nos computadores e notebooks vendidos pela System76;
  • Integrar as informações do aplicativo System76 Driver no próprio sistema;
  • Adicionar funcionalidades na aba Sobre nas configurações;
  • Suporte para NVENC no ffmpeg;

Instalador


  • Suporte para ZFS;
  • Separar o gerenciador de discos do instalador;
  • Habilitar suporte para Wayland no instalador;
  • Adicionar uma opção para instalar ao lado de outro sistema;

System76 Power


  • Adicionar configurações do System76 Power nas configurações do Gnome;
  • Adicionar a possibilidade de criação de perfis customizados;
  • Customizar comandos para a mudança de perfis;
  • Perfis para processadores AMD;
  • Perfis para placas de vídeo AMD e Nvidia;

Popsicle


  • Adicionar o suporte para criação de pendrives do Windows 10;
  • Tradução para outros idiomas;

Pop Upgrade


  • Reduzir a banda de internet necessária para realizar a atualização da partição de recuperação;
  • Melhorar a detecção de pacotes e possíveis conflitos de pacotes;
  • O roadmap também conta com informações sobre os lançamentos anteriores da empresa, e caso você queira conferir, é possível acessar todo o conteúdo na íntegra. (em inglês)

Tem alguma ferramenta que você gostaria de ver disponível no Pop!_OS? Deixa aí nos comentários!

Se você tiver alguma dúvida sobre tecnologia, ou quiser compartilhar conhecimento com a comunidade, o Diolinux Plus é o espaço ideal para isso. Vem fazer parte da nossa comunidade!

Até a próxima!


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elementaryOS 5.1 Hera é lançado com várias novidades e suporte ao flatpak

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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

O elementaryOS é lembrado na comunidade Linux por tentar trazer ao máximo a integração dos aplicativos com a interface gráfica do sistema e assim tendo uma harmonia para o mesmo. Na nova versão do sistema, não poderia faltar mais melhorias no “capô” do sistema como na “lataria”, que vamos ver a seguir.

elementaryOS 0.5.1 Hera é lançado com várias novidades e suporte ao flatpak






Podemos começar com a nomenclatura e a versão do sistema, que ainda se baseia na versão Juno 5, mantendo os mesmos repositórios e bibliotecas. Segundo o anúncio no blog do elementaryOS, a versão 5.1 é uma atualização importante, mas não uma nova versão, que ocorre a cada 2 anos, mas que esse grande update merecia um nome próprio e uma identidade.

Outro ponto abordado no post deles, foram classificar como importantes, o Greeter (saudação da tela de login) e o Onboarding, que seria o primeiro contato dos usuários com o sistema.



Como podemos ver na tela acima, a tela de login e de bloqueio (Greeter), tiveram um redesign, assim tornando-os mais nítidos e com o problema do HiDPI resolvido. Com esse novo update do Greeter, foi possível adicionar novas funcionalidades, como mostrar os nomes de um usuário para os demais, o wallpaper que o usuário escolheu agora é mostrado no “card” dele, notificação de quando o Caps Lock e o Num Lock estejam ativados e entre outras melhorias que você pode conferir aqui.

Outra melhoria anunciada pelo pessoal do elementaryOS, é o Onboarding, aplicativo que mostra as principais novidades e recursos presentes no sistema, para todo novo usuário criado. Ele seria como um “tutorial” dos primeiros passos no sistema, vamos assim dizer. Para mais detalhes técnicos sobre ele, você pode conferir aqui.



A outra novidade, é em relação aos pacotes flatpaks e como eles são manipulados dentro da distribuição. Agora, de forma oficial, os pacotes flatpaks são suportados de forma nativa pelo sistema. Assim, quando você instalar algum app no formato, poderá ser feito o gerenciamento do mesmo através da loja do elementaryOS, o AppCenter.

Também foi desenvolvida uma ferramenta que facilita a instalação dos arquivos baixados do Flathub, assim dispensando a necessidade do terminal ou PPAs para essa finalidade. A ferramenta é o Sideload, que faz todo esse trabalho de instalação para você, quando o arquivo .flatpakref é baixado. Ele te dá todas as informações referente ao app que será instalado.








Falando no AppCenter, o mesmo recebeu várias melhorias na versão Hera, e segundo o pessoal do elementaryOS, está 10x mais rápido que a versão anterior. 



Quando um app é instalado via flatpak, as atualizações também aparecerão no AppCenter. Agora você poderá escolher qual fonte quer instalar o app, seja dos repositórios do elementaryOS ou do Flathub. Também será possível navegar de forma offline, graças ao sistema de cache do sistema, assim podendo desinstalar aplicativos sem conexão também. 

Opção de mudar a fonte de instalação

Navegação offline no AppCenter


Além dessas novidades, também foi aprimorada a configuração de som, principalmente se o seu computador tiver várias saídas de áudio.

Outro ponto que recebeu um redesign e aprimoramentos, foi na parte de gerenciamento de mouse e touchpads, oferecendo agora mais possibilidades de configurações e ajustes.



Houve também melhorias e updates nos apps nativos do elementaryOS, como no Calendar (Calendário), Camera, Fotos (Photos), Música (Music) e Vídeos. Também foi aprimorado os indicadores do sistema, assim tornando mais harmonioso e de fácil entendimento para os usuários.




Essas foram só algumas das muitas novidades que a versão 5.1 Hera do elementaryOS trouxe, que para mais detalhes técnicos e mais algumas novidades, você pode conferir neste post do blog oficial do projeto.

Para baixar o elementaryOS 5.1 Hera, acesse este link, e na sessão que aparece “Pague o que quiser”, você pode pagar ou não pelo sistema. Se você optar por não pagar, basta ir no espaço “Personalizar” e por o número 0 (zero), baixando assim o sistema sem nenhum custo.


Se você já estiver usando a versão 5.0 Juno, basta verificar o AppCenter e clicar no botão “Verificar Atualizações” e assim instalar elas. Se você precisar de algum suporte mais “aprimorado” em seu hardware, basta instalar o conjunto HWE LTS, com o seguinte comando:

sudo apt install --install-recommends linux-generic-hwe-18.04 xserver-xorg-hwe-18.04


Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Versão 1.5.1 do Flatpak poderá ter sistema de pagamento para apps

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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Foi lançado nesta terça-feira (27), a versão 1.5.1 do Flatpak, contendo algumas novidades muito interessantes que poderão aparecer nos próximos updates.

Versão 1.5.1 do Flatpak poderá ter sistema de pagamento para apps






O empacotamento de aplicativos em sandbox, como Snap e Flatpak, tende ao longo dos próximos anos, serem os formatos “dominantes” para a distribuição dos aplicativos no mundo Linux. Tanto que a Microsoft também pensa em ter um pacote “universal”, com suporte para o Linux, o MSIX que noticiamos aqui no blog.

As novidades apresentadas pelo Flatpak, na minha opinião, estão tornando cada vez mais atraentes para os devs a distribuir o seu “produto” neste formato. Destaco três (3) novidades desta release nova, que são:

● Preparação das bases para um futuro sistema de pagamento no Flathub, assim possibilitando doações ou compras de apps, podendo o Flathub virar uma loja futuramente;

● Introdução do conceito de aplicativos protegidos e autenticação para downloads;

● Suporte opcional do controle de pais, usando a  libmalcontent.


Para conferir todas as outras implementações e novidades, você pode acessar aqui e aqui.

Agora na minha visão, isso seria muito bom se chegasse o mais breve possível nas próximas versões estáveis do Flatpak. Pois isso seria um estímulo para que empresas e desenvolvedores pudessem se aproximar  ainda mais do mundo Linux, podendo “vender o seu peixe” para praticamente qualquer distribuição que suporte o Flatpak, assim não se preocupando muito para qual distro Linux ele precisa focar. Eu vejo com bons olhos esses avanços e creio que vá chegar ao Snap também, assim podemos ter em um futuro breve, aplicativos no Linux, como um MS Office, pacote da Adobe, ERPs e por aí vai.

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Audacity lança versão 2.3.3 com 75 correções de bugs

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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Recentemente foi lançada a versão 2.3.3 do editor de áudio Audacity, que conta com 75 melhorias que tornaram o software ainda mais robusto e confiável do que sempre foi.

audacity-lanca-versao-2.3.3-com-75-correcoes-de-bugs

O Audacity é sem dúvidas um dos softwares para gravação e edição de áudio mais confiáveis e leves disponíveis no mercado. Além de ser um software extremamente completo, o mesmo também é gratuito, open source e multiplataforma, estando disponível para Linux, Windows e MacOS.

O quê há de novo?


Recentemente a equipe responsável por manter o software divulgou a lista de correções de bugs e melhorias que estão presentes na versão 2.3.3 do software. A mais nova versão do Audacity não conta com muitas novas funcionalidades, pois desta vez a equipe direcionou os seus esforços a aprimorar o trabalho já feito, deixando o software ainda mais estável e confiável.

Dentre as 75 melhorias implementadas nesta versão, podemos destacar:

• Corrigido bug que impedia o funcionamento correto do “slider” de seleção de qualidade ao exportar arquivos nos formatos .aac e .m4a;
• Os efeitos de “Reverb”, “Repair” e “Paulstretch” foram aprimorados para que sejam aplicados de forma mais rápida em sistemas Linux;
• Resolvido problema que fazia com que o software fechasse ao tentar redimensionar um arquivo de áudio a fim de alterar o seu tempo;
• Resolvido problema de ruído ao utilizar a ferramenta “Punch & Roll”;
• Quaisquer espaços em branco deixados na linha do tempo serão tratados como silêncio, ao invés de serem removidos ao exportar;
• Agora serão exportadas apenas as faixas e trechos que você consegue ouvir ao reproduzir o preview. Anteriormente, todas as faixas do projeto, mesmo aquelas mutadas, eram exportadas para o arquivo de áudio, o que acabava por tornar os arquivos mais pesados.
• O efeito “Equalizador” agora será separado em dois efeitos diferentes, sendo um deles o “Equalizador gráfico”, e o outro o “Equalizador em Curvas”. Anteriormente ambos os modos de equalização estavam agrupados no mesmo efeito, o que acabava por ocasionar bugs.

Instalação


O Audacity pode ser instalado através da loja de aplicativos da maioria das distros. Além disso, o software também está disponível para instalação através de um PPA, bem como nos formatos Snap e Flatpak.

Snap


Para instalar o software via Snap, simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal, ou então acesse a página do aplicativo na Snap Store.

snap install audacity --edge

Caso você não saiba o que é, ou como trabalhar com pacotes Snap, este artigo é tudo o que você precisa. 😊

Flatpak


Para executar a instalação via Flatpak, você pode acessar a página da aplicação no Flathub, ou simplesmente rodar o comando abaixo:

flatpak install flathub org.audacityteam.Audacity

Se você não sabe o que é, ou como trabalhar com Flatpaks, confira o nosso tutorial sobre o assunto. Lembrando que após ter instalado o suporte ao Flatpak, será necessário adicionar o repositório Flathub, que pode ser feito com o comando abaixo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalação via PPA no Ubuntu e derivados


Para efetuar a instalação através do PPA no Ubuntu e derivados, rode os comandos abaixo na seguinte ordem:

sudo apt-add-repository ppa:ubuntuhandbook1/audacity

sudo apt update

sudo apt install audacity

O Audacity é um dos softwares que utilizo há mais tempo, mesmo na época em que eu nem conhecia Linux já o utilizava no Windows. É incrível como softwares Open Source e gratuitos podem chegar há um nível de qualidade igual, ou até superior há muitos softwares proprietários produzidos por empresas milionárias. Outro bom exemplo de software gratuito e poderoso, é o Blender, sobre o qual já falamos aqui no blog.

Falando em Blender, em breve teremos um curso sobre ele lá no Diolinux Play. E já temos um sobre o Audacity, bem como cursos de Gimp e Terminal Linux. Além de vários outros conteúdos extras sendo publicados todas as semanas.

Particularmente, não conheço outro programa de edição de áudio que seja tão bom e simples de usar quanto o Audacity, e ao mesmo tempo gratuito. Dito isso, gostaria muito de saber de você, qual é o seu programa de edição de áudio favorito? Conte mais nos comentários! 😁

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Capturando a tela com o OBS Studio no Wayland

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Um dos desenvolvedores do projeto GNOME, o brasileiro Georges Stavracas, criou um plugin de compartilhamento de tela que torna possível a utilização do OBS Studio em sistemas rodando a interface gráfica através do Wayland.


O Wayland é um servidor gráfico, que é o “cara” responsável por desenhar a imagem que você vê na sua tela. Se a distro que você utiliza faz uso do GNOME como interface gráfica, é o servidor gráfico quem faz com que esta interface gráfica seja exibida na sua tela.

Hoje em dia, a maioria das distribuições Linux utiliza como padrão um outro servidor gráfico, chamado X.org. Este é um projeto bastante antigo, e foi justamente visando criar um software mais moderno e de fácil desenvolvimento que o Wayland foi criado. Dito isso, a ideia é que o Wayland possa ser capaz de substituir o X.org em todos os sistemas, caso esse seja o desejo dos desenvolvedores.

Para que você possa entender melhor o que é um servidor gráfico, bem como o que é Wayland e X.org, fortemente recomendo que assista aos vídeos a seguir. Desta forma você poderá tirar o melhor proveito das informações contidas neste artigo.



Embora a maioria das distribuições Linux ainda utilize o X.org como servidor gráfico padrão, algumas distros, como por exemplo o Fedora e até mesmo o Debian (sobre o qual já falamos neste artigo) já fazem uso do Wayland como o servidor gráfico primário. O Wayland já está em uma fase de desenvolvimento avançada, e é perfeitamente capaz de atender todas as necessidades de uma grande parte dos usuários. Porém, ainda existem alguns detalhes importantes que precisam ser melhorados para que enfim, o Wayland possa substituir o X.org em maior escala.

Um desses detalhes é que, até então, por padrão é impossível utilizar softwares de captura de tela como por exemplo o OBS Studio enquanto estiver utilizando o Wayland. Para resolver, ou ao menos contornar esse problema, o desenvolvedor brasileiro integrante do projeto GNOME, Georges Stavracas, desenvolveu um plugin que torna possível a captura de tela com o OBS Studio ao utilizar o sistema através do Wayland.

Trata-se do “obs-xdg-portal plugin”. O plugin em questão já está incorporado na versão em Flatpak do OBS Studio, sendo que para utilizá-lo, tudo o que você precisa é ter o software instalado nessa versão.

Para instalar o OBS Studio na versão Flatpak você pode acessar a página do mesmo no Flathub, ou simplesmente rodar o comando abaixo.

flatpak install flathub com.obsproject.Studio

Se você não sabe o que é, ou como trabalhar com Flatpaks, confira o nosso tutorial sobre o assunto. Lembrando que após ter instalado o suporte ao Flatpak, será necessário adicionar o repositório Flathub, que pode ser feito com o comando abaixo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

O vídeo abaixo, produzido pelo nosso amigo Leandro Ramos, mostra o plugin em funcionamento, bem como a forma de utilizá-lo.


Essa é uma solução temporária, mas que tem se mostrado muito eficaz. O caminho natural é que, com o tempo, o desenvolvimento tanto do Wayland, quanto das aplicações em si faça com que essa compatibilidade venha a acontecer de forma nativa.

Todavia, enquanto isso não acontece, felizmente podemos contar com pessoas como o Georges, que estão sempre dispostas a ajudar a comunidade, e a disponibilizar soluções como a que estamos lhes apresentando hoje.

Você já é usuário, ou testou o Wayland? Ou esta é a primeira vez que está ouvindo falar nele? E você, que já possui um nível de conhecimento sobre o assunto um pouco mais avançado, acredita que o Wayland realmente substituirá o X.org por completo algum dia? Conte mais nos comentários! 😁

Para mais informações você pode acessar o post oficial de divulgação do “obs-xdg-portal plugin” (em inglês), redigido pelo próprio desenvolvedor.

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HandBrake lança versão 1.3.0 com muitas melhorias

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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Recentemente o poderoso conversor de vídeos HandBrake lançou a sua versão 1.3.0, tendo incluído presets para o Discord e várias outras melhorias que você confere a seguir.

handbrake-lanca-versao-1.3.0-com-muitas-melhorias

O HandBrake, sobre o qual já escrevemos aqui no blog, é um conversor de vídeo já tradicional no mundo Linux. Ao lado de softwares semelhantes, como o Curlew e o Selene, este é um dos mais poderosos e completos softwares da categoria, disponíveis para o sistema do Pinguim. Tendo compatibilidade com um amplo número de formatos e ferramentas como: .mp4, .mkv, FFmpeg, x264, x265, entre outros.

Os desenvolvedores recentemente divulgaram o excelente número de melhorias que estão presentes nesta versão do software, das quais podemos destacar:

Versão Linux:


• Adicionadas traduções para os seguintes idiomas: Português, Turco, Croata, Holandês, Basco, Polonês, Línguas Africanas, Romeno, Eslovaco, Sueco e Ucraniano;
• Suporte aprimorado para os idiomas: Tcheco, Chinês, Francês, Alemão, Italiano, Japonês, Coreano, Norueguês, Russo, Espanhol e Tailandês;
• Suporte adicionado ao Intel Quick Sync Video na versão Flatpak;
• Adicionada a possibilidade de editar as configurações das trilhas de áudio através de um duplo clique;
• Adicionadas opções para abrir os registros de codificação e diretórios aos menus de ação, na janela de fila;
• Diversas correções de bugs e aprimoramentos.

Versão Windows:


• Melhorado o layout da janela de preferências;
• Aprimorado o código da caixa de busca de arquivos recentes;
• Adicionado um tema escuro para o software no Windows 10
• Aprimorado o comportamento de nomear automaticamente arquivos exportados, e sobrescrição de arquivos;
• Adicionada a função de testar sons de notificação ao escolhê-los;
• Adicionada a opção para executar uma ação, sem uma contagem regressiva, após o término das conversões;
• Adicionada a opção para desabilitar a imagem de preview na aba “Resumo”;
• Incluída a opção de importar/exportar a fila, que havia sido removida em uma versão anterior;
• Adicionada a opção “hardware-enabled” ao arquivo “portable.ini”;
• Implementadas novas medidas de segurança relacionadas a bateria baixa e pouco espaço em disco, sendo elas: Os trabalhos de conversão são pausados automaticamente ao detectar um nível baixo de carga na bateria, então o modo de suspensão do sistema é permitido, e a conversão resume automaticamente quando o cabo de energia for conectado. A conversão de arquivos também é pausada automaticamente quando for detectado que o espaço disponível em disco está muito baixo;
• Adicionadas traduções para os seguintes idiomas: Francês, Alemão, Chinês, Coreano, Russo, Espanhol e Turco.

Versão MacOS


• O HandBrake agora exige como requisito mínimo para a instalação o MacOS na versão “El Capitan” ou superior;
• O software agora funciona em “sandbox”, e faz uso da runtime “hardened” do MacOS;
• A prioridade de processo do HandBrake foi atualizada para “baixa prioridade”, à fim de evitar travamentos em potencial enquanto os trabalhos de conversão estão em execução;
• Aprimoramentos na tradução para Alemão;
• Adicionadas traduções para os seguintes idiomas: Francês, Italiano e Russo.

Além do que foi mencionado acima, também foram adicionados presets para o Discord e Discord Nitro nas versões de todas as três plataformas.


Destacamos várias das melhorias mais notáveis, mas muitas mais além dessas foram implementadas nesta nova versão do software. Você pode conferir a lista de aprimoramentos, na íntegra, no post de lançamento oficial da versão 1.3.0 no Github.

Instalação


O HandBrake está disponível nos repositórios das principais distros, e também pode ser instalado via Flatpak, acessando a página do software no Flathub, ou através do comando abaixo:

flatpak install flathub fr.handbrake.ghb

Se você não sabe o que é, ou como trabalhar com Flatpaks, confira o nosso tutorial sobre o assunto. Lembrando que após ter instalado o suporte ao Flatpak, será necessário adicionar o repositório Flathub, que pode ser feito com o comando abaixo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo 

Você já conhece ou utiliza o HandBrake? Ou talvez conheça algum outro conversor de vídeo que esteja disponível para Linux e seja tão bom quanto, ou melhor que o HandBrake? Conte-nos nos comentários!😁

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ONLYOFFICE agora também está disponível em Flatpak

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terça-feira, 19 de novembro de 2019

O ONLYOFFICE, uma das suítes office que mais tem se destacado quando se trata em ser um substituto à altura para o Microsoft Office, recentemente expandiu ainda mais o seu suporte para Linux ao oferecer o software no formato Flatpak.

onlyoffice-agora-tambem-esta-disponivel-em-flatpak

O Flatpak é um formato para empacotamento de softwares que, rapidamente, tem se tornado cada vez mais popular no mundo Linux. Com isso, a cada vez mais, empresas e desenvolvedores vem disponibilizando os seus softwares no formato, tendo como principal característica, a instalação e execução do software em “sandbox”, podendo assim disponibilizar updates e melhorias sem prejudicar o restante do sistema. Recentemente noticiamos a implementação de forma nativa do Flatpak no Elementary OS, e agora chegou a vez da Ascension System SIA disponibilizar o ONLYOFFICE em Flatpak.

Se você não sabe o que é, ou como funciona o formato Flatpak, altamente recomendo a leitura deste artigo, redigido pelo Dionatan Simioni. Caso você prefira assistir a ler, o vídeo abaixo também é uma ótima opção de conteúdo sobre formatos de empacotamento em “sandbox”.

 
A disponibilização do ONLYOFFICE em Flatpak é uma ótima notícia para toda a comunidade Linux, tendo um “gostinho” ainda mais especial para usuários de distros como o Fedora Silverblue e o Endless OS, que tem um foco muito maior nesse formato de empacotamento.
 
Caso não queira utilizar o software em Flatpak, não tem problema. O ONLYOFFICE também está disponível em .deb, .rpm, snap e AppImage. Além de também possuir versões para Windows e MacOS.
 
Talvez algumas pessoas pensem que disponibilizar o software em Flatpak, quando o mesmo já está disponível em outros formatos, principalmente sendo eles Snap e AppImage, é uma redundância desnecessária e trabalho desperdiçado. Eu realmente não penso assim. Pelos mais variados motivos, as pessoas têm preferências diferentes, e muitas vezes o software estar disponível em um formato ou não pode ser a “gota d’água” para o usuário escolher entre um software ou outro.

Instalando o ONLYOFFICE em Flatpak

 
Se você não sabe o que é, ou como trabalhar com Flatpaks, confira o nosso tutorial sobre o assunto. Lembrando que após ter instalado o suporte ao Flatpak, será necessário adicionar o repositório Flathub, que pode ser feito com o comando abaixo:
 
flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo 
 
Para instalar a versão Flatpak do ONLYOFFICE, basta acessar a página do mesmo no Flathub e seguir as instruções. Ou então, você pode simplesmente copiar e colar o comando abaixo no seu terminal:
 
flatpak install flathub org.onlyoffice.desktopeditors
 
Já publicamos aqui no blog alguns artigos sobre o ONLYOFFICE, incluindo as novidades do lançamento da última versão, e uma entrevista com a Galina Goduhina, uma das desenvolvedoras do projeto.

Você é usuário ou já testou o ONLYOFFICE? Ou tem interesse em testá-lo no futuro? Diga nos comentários o quê você pensa sobre o software, principalmente quando comparado às suas principais alternativas como o LibreOffice, WPS Office, FreeOffice, e é claro, o Microsoft Office.😁

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Kdenlive agora tem versão em Snap de forma oficial

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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Kdenlive é um editor de vídeo não-linear que muitos usuários que começam no Linux usam para editar vídeos, ele apareceu, inclusive, em uma lista que fizemos com várias boas opções para quem quer editar vídeos no Linux.

Kdenlive agora tem versão em Snap de forma oficial





O anúncio foi feito no blog do KDE, pelo dev  Jonathan Riddell, onde comenta que os snaps são um novo formato de pacotes baseados em contêineres e que o projeto KDE tem mais de 50 aplicativos já disponíveis nesse formato, informando que agora é a vez do Kdenlive de juntar-se a “família” snap de forma oficial.



Riddell, comenta sobre o novo formato e a adoção da comunidade KDE deles:

“A maioria dos pacotes Snap do KDE são construídos pelo time do KDE Neon em seus próprios servidores, e visam tornar a construção dos pacotes mais integrada com os repositórios do projeto, garantindo uma construção contínua dos mesmos. Isso significa que estes pacotes são frequentemente atualização e no momento que alguma mudança é feita, você, como usuário, sempre terá as últimas versões dos softwares do KDE, com novos recursos e correções de bugs.”


Com isso, temos agora os 3 (três) formatos novos suportados pelo Kdenlive oficialmente, snap, flatpak e appimage. Fora os outros formatos, que você pode consultar aqui.

Se você quiser experimentar o Kdenlive via snap, primeiramente terá que instalar o suporte a snap no seu sistema. Caso este suporte não existe nativamente, você pode aprender a habilitar este recurso através deste tutorial nosso. Se você usa o Ubuntu e suas flavours, basta procurar na Store por “kdenlive” ou via terminal, com o seguinte comando:

sudo snap install kdenlive

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Loja do elementary OS passa a suportar o Flatpak

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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Loja do elementary OS agora possui compatibilidade com pacotes Flatpak, e usuários do sistema poderão instalar apps neste formato de forma descomplicada.

appcenter-elementary-linux-flatpak-loja-pacote-juno-sideload-flathub-de-interface-grafica-programa-app-software-livre-open-source-base-ubuntu

O elementary OS foi cotado durante anos como a distribuição Linux mais bela, dono de uma interface gráfica que é fortemente inspirada na Aqua (macOS), a distro baseada no Ubuntu acaba de dar mais um passo significativo. Para quem não acompanha o elementary OS, saiba que sua pretensão vai além de ser mais uma distro Linux, de forma que foi criado todo um ecossistema/plataforma em torno da distribuição. O vídeo a seguir explana um pouco mais sobre o tema.


Há quem diga que a loja do Deepin seja a mais bonita entre as diversas opiniões do mundo Linux, particularmente gosto da simplicidade da AppCenter (loja do elementary OS). A ideia de oferecer a possibilidade de doações dentro da própria loja é algo que me chama a atenção. Obviamente, que existem muitas deficiências no design da loja e até a ausência de algumas funcionalidades. A AppCenter foi disponibilizada aos usuários da distro no ano de 2017, e pequenas implementações foram adicionadas desde então. Ao menos das vezes que utilizei, nenhuma mudança substancial saltou-me os olhos.


Agora um recurso interessantíssimo passa a compor a loja do elementary OS, noticiamos essa decisão e escrevi uma postagem intitulada “Por que o elementary OS escolheu o Flatpak?”, acesse e saiba mais sobre essa escolha. No último update, a loja passou a suportar a instalação de pacotes neste formato. Como é de se esperar, os responsáveis pelo sistema tem todo um controle de qualidade, e através de sua curadoria de apps, seleciona as aplicações com o “selo elementary”. Inicialmente parece haver pouquíssimos programas no formato Flatpak em sua loja, ao menos não encontrei nenhum ao pesquisar, no entanto, é possível adicionar o repositório Flathub e usufruir de uma gama considerável de aplicações.

appcenter-elementary-linux-flatpak-loja-pacote-juno-sideload-flathub-de-interface-grafica-programa-app-software-livre-open-source-base-ubuntu

Ao contrário do Linux Mint que traz por padrão o repositório do Flathub, o elementary apenas entrou em contato com os responsáveis pela plataforma para integrar facilmente a adicção em sua AppCenter. 

appcenter-elementary-linux-flatpak-loja-pacote-juno-sideload-flathub-de-interface-grafica-programa-app-software-livre-open-source-base-ubuntu

Mesmo não vindo por default no sistema, basta clicar em “Install” na página do programa no Flathub, o download do arquivo “.flatpakref” ocorrerá, então efetue a instalação com o auxílio do app Sideload, e o repositório será adicionado ao sistema (como bem informa a página de configuração do flatpak).

Todavia, na prática, o Sideload ainda não vem instalado por padrão. Baixei o arquivo e após clicar sobre ele, o app de texto que é aberto. Sendo necessário a instalação do pacote: 

sudo apt install io.elementary.sideload

Depois bastou instalar o arquivo utilizando o Sideload (traduzido para “carregamento lateral”), marcar a opção que compreendia que não era um app curado “não confiável” e clicar em “Instalar mesmo assim”.

appcenter-elementary-linux-flatpak-loja-pacote-juno-sideload-flathub-de-interface-grafica-programa-app-software-livre-open-source-base-ubuntu

Inicialmente o programa não apareceu no menu, nem na loja. Reiniciei e o programa estava no menu. Vale salientar que a loja consegue diferenciar quando existe mais de uma aplicação em diferentes formatos e nos repositórios. Outro detalhe, não será obrigatório reiniciar o sistema ou finalizar a sessão a cada novo programa instalado em Flatpak, e nem baixar o arquivo “.flatpakref”. Você pode utilizar a loja para isso, e no futuro são esperados mais recursos voltados ao Flatpak na AppCenter.

Confira na prática esta nova funcionalidade:


A implementação é nova, então é comum o sistema não estar totalmente “redondinho” com essa integração com os Flatpaks. Apenas o Flathub é suportado e não tem, ao menos por agora, como adicionar repositórios de terceiros. O Flathub é famoso por concentrar a maior variedade de programas neste formato, mas não é a única fonte. Desenvolvedores podem oferecer suas aplicações fora dele, um exemplo é o emulador de Nintendo 3DS Citra. O repositório do Citra ainda não é suportado pela AppCenter, para obter o software no elementary OS outros meios, como o terminal, deverão ser utilizados.

Você é usuário do elementary OS? Já pôde conferir o suporte ao Flatpak na AppCenter? Deixe nos comentários suas experiências com este novíssimo recurso.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: elementary OS.


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Fedora 31 lançado, baixe agora!

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terça-feira, 29 de outubro de 2019

O Fedora 31 chegou e você já pode efetuar o download da mais nova versão. Aliás, esse lançamento vem sendo considerado um dos melhores pela comunidade Fedora.

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O Fedora não é conhecido por ser uma distribuição para quem acaba de chegar ao Linux (mas não significa que não seja), e não sou eu quem afirma isso,  o próprio líder do projeto Fedora, Matthew Miller, disse em recente  entrevista ao site TechRepublic: "Particularmente, o [Fedora] tem como alvo desenvolvedores de software e usuários avançados, mas com a ideia de que os desenvolvedores também são humanos".

Com foco em desenvolvedores e mantido por uma parceria entre a comunidade e a gigante Red Hat, o Fedora a cada versão vem oferecendo recursos e comodidades. Me arrisco a dizer que um usuário inexperiente, mas curioso e determinado, consegue utilizar o Fedora 31 facilmente. Na realidade não creio que seja difícil a utilização do sistema, afinal, existem conteúdos e boa documentação internet a fora. Mas não irei me aprofundar sobre essa questão, se o Fedora é ou não recomendado para iniciantes. Deixarei meu companheiro Jedi Fonseca, destrinchar e dar maiores pontos corroborando ou não sobre este questionamento. Estou ansioso por sua visão sobre o tema, quem sabe se você pedir nos comentários, agora com o lançamento da versão 31, ele poste essa matéria (não custa tentar 😁️😋️😁️).

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Muitas novidades se fazem presentes neste novo lançamento do Fedora, anteriormente já abordamos alguns tópicos aqui no blog Diolinux. Como, o melhor suporte ao driver da NVIDIA, PipeWire, Wayland, Xorg e muitos mais. Você pode conferir os detalhes neste post. Contudo, as novidades não pararam por aí. O Fedora 31 passou a ter aprimorado elementos de aplicações Qt no GNOME, implementações de firmware, melhora na versão Open Source do formato de compressão de vídeos H.264, polimentos no GNOME Classic Mode, além dos últimos esforços de otimização no GNOME Shell. Tudo isso, pode ser averiguado com mais detalhes através desta postagem.

Veja um vídeo do canal Oficina do Tux, do Renato (FastOS), detalhando as novidades e suas experiências com a versão Fedora 31 Workstation. Super recomendo o canal, para amantes do Fedora ou quem almeja aprender e se aventurar no sistema.


Mudanças significativas passaram a ocorrer no Fedora 31, o abandono da arquitetura 32 bits é uma delas, porém, entenda ao certo quais as implicações dessa decisão. Recomendo a leitura de dois artigos aqui no blog, este escrito pelo próprio fundador do blog Diolinux, e outro do, já mencionado, Jedi Fonseca.

O Fedora tem uma relação íntima com o projeto Flatpak, mas sabemos que ele não é a única solução de empacotamento de softwares no mercado. AppImage e Snap compoẽ o atual cenário de distribuição de softwares no Linux. Obviamente, que estou me referindo aos novos formatos. No início de julho a possível decisão de desabilitar o plugin do Snap no Fedora 31, pegou alguns de surpresa. Logo soubemos que talvez o suporte seria mantido, conforme indico a conferir acessando o seguinte link. Infelizmente o plugin parece ter sido desabilitado, então para utilizar pacotes Snaps seria via terminal ou com o auxílio da Snap Store (loja de snaps em mesmo formato).

O Fedora é um sistema muito interessante, ainda mais para quem deseja utilizar ou ter uma real noção de como o GNOME “puro” funciona de fato. A distro quase não modifica o shell, uma ou outra extensão é adicionada por padrão, mas nada que altere a lógica de funcionamento do GNOME. Vale ressaltar que as aplicações por default também são do ecossistema GNOME, entretanto você poderá utilizar alternativas com KDE, XFCE e outros ambientes desktops em sua instalação em modo network install. Baixe o Fedora 31 Workstation diretamente de seu site oficial. Outras edições do sistema, podem ser encontradas acessando esse link.

Usa Fedora, ou não conhecia o sistema? Deixe nos comentários a sua opinião, aliás, já testou o Fedora 31?

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Fonte: Fedora.


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O que fazer depois de instalar o Ubuntu 19.10

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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O Ubuntu 19.10 está sendo elogiado pela maioria dos usuários, com uma versão atualizada do GNOME o sistema vem demonstrando maior performance ao realizar as tarefas. Aprenda quais passos tomar após instalar o Ubuntu 19.10.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia

Aguardado por muitos, essa é a última versão até o próximo lançamento de longo suporte, o Ubuntu 20.04 LTS. Caso tenha alguma dúvida com seu pós-instalação, iremos demonstrar quais ações devem ser tomadas com o novo Ubuntu.

Atualizando do Ubuntu 19.04 para o 19.10, sem reinstalar o sistema


Está usando o Ubuntu 19.04 e quer migrar para o 19.10? Talvez uma boa alternativa é atualizar o sistema, sem precisar baixar uma ISO, e fazer todo o trabalho de criar um pendrive bootável ou “queimar” um dvd. 

Antes de tudo, backup é a “nova lei” (😁️😁️😁️). Brincadeiras à parte, faça o backup de seus arquivos, para evitar problemas. Então, abra o programa “Softwares e Atualizações” e execute uma verificação por atualização, caso exista a ferramenta lhe informará.

Outra maneira é via terminal:

sudo do-release-upgrade -c

Configurações iniciais


Ao iniciar o sistema pela primeira vez, aparecerá a tela de “Bem-vindo”, basta ir completando os passos desejados e ignorando outros. Cada escolha é bem particular, como: Conectar ou não às suas contas on-line, ceder dados a equipe do Ubuntu para construir um sistema melhor (apenas informações simples de seu hardware e coisas do tipo, nenhum dado pessoal), habilitar ou não o serviço de localização, e até instalar alguns Snaps antes mesmo de usar o sistema pela primeira vez.

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Escolha o melhor servidor e habilite os parceiros da Canonical


Para tornar as atualizações e instalações mais rápidas, podemos escolher algum servidor que esteja mais próximo de nossa localização. Pesquise por: “Programas e atualizações”, selecione a aba “Aplicativos Ubuntu”, clique em “Baixar de: Outro…” e na nova janela em “Selecionar o Melhor Servidor”. Um teste será iniciado testando os espelhos mais próximos e você pode escolher o melhor clicando em “Escolher Servidor”.

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Finalize clicando em “Fechar” e caso o sistema solicite para “Recarregar” proceda desta maneira.

Na segunda aba do programa, existe a opção de habilitar “Parceiros da Canonical”, este repositório é composto de alguns softwares proprietários e seus extras. Marque ela e faça como anteriormente, para finalizar a ação.

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Atualize o sistema


Esse passo sempre é importante, antes de tudo ele deve ser o principal a ser feito. Pesquise por “Atualizador de programas” e se houverem atualizações, basta clicar em “Instalar agora”.

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Complete a instalação dos pacotes de idioma


Mesmo instalando o sistema em “portuguê brasil”, ainda é necessário instalar completamente o suporte ao idioma. Uma tarefa bem simples, abra o app “Configurações”, vá até à sessão “Região & idioma” e clique em “Gerir Idiomas Instalados”. O Ubuntu verificará se todos os pacotes já estão instalados, caso não, ele informará.

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Instale codecs multimídia


Abra a “Software Ubuntu”, sua loja de programas, clique na categoria “Complementos” e depois em “Codecs”. Instale quais deseja.

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Instale o Synaptic


A loja do Ubuntu pode ser bem interessante quando o assunto são pacotes Snaps e Flatpaks, entretanto ela tem uma deficiência que pode limitar sua experiência de uso. Mesmo sendo versátil em alguns casos em outros ela deixa a desejar, estou falando especificamente em sua limitação em não oferecer softwares sem ícones. No caso, pacotes, como libs, programas para linha de comando entre outros.

Nesse quesito um software que pode auxiliar, e muito, é o gerenciador de pacotes Synaptic. Com ele será possível fazer vários procedimentos sem a necessariamente do terminal, demonstrando que é possível sim usar Ubuntu sem obrigatoriamente fazer tudo via terminal.

Pesquise na loja do Ubuntu por: “Synaptic” e instale o software. Por exemplo, irei instalar o pacote de codecs “ubuntu-restricted-extras” via Synaptic. Não precisa nem se preocupar com quais codecs, este pacote instala os essenciais.

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Não sabe como usar o Synaptic, assista o vídeo abaixo e domine essa ferramenta.


Instale o OpenJDK, caso utilize aplicações em Java


Você pode instalar o OpenJDK em seu sistema, basta pesquisar pela versão desejada. Suponhamos que queira a versão 13, instale o pacote “openjdk-13-jdk”. Se preferir, instale apenas a máquina de execução “openjdk-13-jre”. Fica ao seu desejo. Outro pacote existente é a versão “padrão” do OpenJDK no Ubuntu. Essa se chama “default-jdk”.

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Instale os drivers Intel


Para quem possui um processador Intel de 3ª à 8ª geração, pode ser interessante proceder da seguinte maneira: abra a loja do Ubuntu, vá em “Complementos” e na aba “Drivers de hardware” selecione “Beignet” e instale esse driver.

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Instale o driver de vídeo para sua placa de vídeo


Caso possua uma GPU dedicada da AMD, nenhum procedimento é necessário (o driver aberto já vem no próprio Kernel). Isso no caso dos modelos mais recentes, se estiver em dúvida, acesse nossa postagem e veja como instalar o driver correto para sua placa de vídeo AMD. Inclusive até mesmo a versão do Mesa Driver contida no Ubuntu 19.10 é superior à versão estável do PPA do Padoka.

Donos de GPU’s NVIDIA podem pesquisar diretamente no sistema por: “Drivers Adicionais” e instalar o driver para sua placa de vídeo. Lembrando que a adição do PPA da NVIDIA não é mais obrigatória. Você pode acessar nossa matéria demonstrando e explicando um pouco mais sobre os Drivers proprietários NVIDIA no Ubuntu.

Habilite o suporte ao Flatpak e adicione o repositório Flathub


Infelizmente o Ubuntu não vem configurado por padrão com o suporte ao Flatpak, apenas Snap. Contudo, a tarefa é muito simples e rápida. Acesse essa postagem para configurar seu sistema, e comece a usar Flatpaks no Ubuntu. Depois pesquise na loja por apps neste formato.

Instale programas em Snap


Por default o Snap já vem configurado, então basta acessar a loja e instalar apps neste formato. O Spotify é um que sempre utilizo, ouvir músicas enquanto trabalho acaba aguçando minha criatividade (isso ao criar alguma arte ou coisa do gênero).

Baixe e instale programas em DEB


Particularmente utilizo vários programas, em diferentes formatos de empacotamento. Sendo que pacotes DEB estão presentes em meu pós-instalação. Esse ponto é bem particular e cabe a você escolher quais apps baixar. O 4K Vídeo Downloader e Google Chrome “”são de lei”. Para baixar o Navegador Google Chrome, por exemplo, acesse seu site oficial e baixe a opção em DEB.

Finalizado o download, abra com dois cliques ou com o botão direito do mouse e depois “Abrir com Instalação de programa”. Daí basta instalar como qualquer outro programa via loja do Ubuntu.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia-synaptic

Esse procedimento é semelhante com todos os demais pacotes neste formato.

Preparando o sistema para jogos


Você pode configurar seu sistema para inúmeros tipos de uso, caso queira jogar em seu Ubuntu, criamos um post demonstrando todo o preparo. Algumas partes podem estar obsoletas, como a indicação de um PPA para quem usa Mesa Driver ou PPA NVIDIA. Não aplique essas partes, dê preferencia as demonstradas nesse pós-instalação. As demais, aplique e deixe seu Ubuntu pronto para a jogatina.

Customizando o sistema


Esse passo é muito pessoal, você pode substituir wallpapers, mudar a posição da dock, retirar a função de suspensão de tela por inatividade, entre outras. Acesse o programa “Configurações” e personalize conforme seu uso. Assim como os navegadores de internet, o GNOME Shell pode ser modificado com a adição de extensões. Mas cuidado, adicionar extensões em demasia pode ocasionar instabilidades no sistema. Faça por sua conta e risco.

Temos uma matéria demonstrando algumas extensões interessantes para potencializar seu uso no GNOME Shell, porém não adicione a extensão “Pixel Saver” (a dica número 7 do link acima). Opte por outra suportada e que acaba sendo bem superior, segue a postagem da extensão Unite o “Pixel Saver compatível com o Ubuntu 19.10”

Essas são as dicas de pós-instalação do Ubuntu 19.10, caso queira dicas adicionais acesse outra matéria de pós-instalação que escrevi na época do Ubuntu 19.04. Algumas dicas ainda são válidas, mas tenha como preferência aplicar essas do Ubuntu 19.10 (se houver algum aparente conflito).

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Até o próximo post, e bom uso do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, SISTEMATICAMENTE! 😎


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