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Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

A Valve, empresa por detrás da Steam, lançou uma nova versão Beta do seu app, com algumas novidades e correções pontuais na versão para Linux

Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux






A primeira novidade, foi a mudança do IN-Home Streaming para o Steam Remote Play ou somente Remote Play. Esse recurso possibilita a transmissão dos seus jogos entre os apps da Steam, desde que haja uma boa conexão de internet para isso. Os dispositivos que estiverem utilizando o Steam Link, como por exemplo os celulares, vão aparecer nessa nova aba reformulada, assim podendo gerenciar eles.

Já a segunda novidade tem haver com o Vulkan. A Valve refez o sistema de shader, agora habilitando o download e a pré-compilação de toda a coleção do Vulkan pipelines para um determinado jogo. Como resultado, os downloads de dados do shader agora serão exibidos no gerenciador de downloads do Steam. 



A pré-compilação será ativada em uma futura versão beta. Isso sendo ativado por completo nos próximos betas, poderemos ter uma fluidez melhor tanto nos jogos nativos quanto nos jogos que rodam via SteamPlay.



Já as correções para Linux foram:

- Corrigida uma falha aleatória no cliente Steam ao lançar jogos;
- Corrigido um erro em que ao copiar/mover arquivos maiores que 2 GB, retornavam um erro de E/S;
- Melhorou a capacidade de resposta do cliente às mudanças de rede;
-Correções "Risk of Rain" e outros títulos de GameMaker;
-Adicionado suporte para remover versões antigas do Proton, assim deixando somente às versões mais recentes;

Para ver o post completo, basta acessar ele aqui.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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DXVK 1.0.3 é lançado enquanto o DXVK 1.1 recebe correções

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terça-feira, 16 de abril de 2019

DXVK é uma ferramenta fantástica que chegou ao mundo Linux, mais precisamente para o mundo dos games, onde possibilitou a “jogatina”  de alguns “milhares” de jogos que antes não poderiam ser executados, somente com o WINE. Agora conta com mais melhorias implementadas nesta versão.


 DXVK 1.0.3 é lançado enquanto o DXVK 1.1 recebe correções





Com o crescimento da compatibilidade de mais e mais jogos, a evolução do DXVK também vem crescendo e surpreendendo. Quem poderia imaginar que até o ano passado (2018), o projeto era somente um “hobby” e que poderia ajudar na “migração” de jogos para Linux em um “piscar de olhos”, realmente incrível.

Para essa versão, a 1.0.3, foram acrescentadas as seguintes melhorias e correções:

- DLLs do DXVK agora incluem informações sobre a versão, que alguns jogos podem usar;

- Corrigido o problema em que os shaders de geometria de hashing com metadados de saída de fluxo retornavam resultados indefinidos. Isso pode levar a que os arquivos de cache de estado cresçam indefinidamente;

- Corrigido o problema em que dados indefinidos seriam passados ​​para o driver para constantes de especialização não utilizadas durante a compilação de pipelines. Isso pode ter causado falhas inesperadas no cache do shader;

- Surface loss agora tem uma manipulação bem mais harmoniosa;
- Game Anno 1800 : Corrigido grave problema de desempenho, habilitado com a opção d3d11.allowMapFlagNoWait;

- Games como Dark Souls Remastered e Grim Dawn : Adicionado uma solução alternativa para corrigir problemas de renderização em GPUs da Nvidia;

- Star Citizen : Corregido o shader de geometría inválida, causando o travamento da GPU e falhas no driver;

Mas, e o DXVK 1.1…?


Então, ele foi até lançado mas depois foram relatados vários bugs e travamentos, que o desenvolvedor principal, Philip Rebohle, resolveu tirar ele do ar para arrumar essas pendências e soltar a seguinte nota junto com a versão 1.0.3:

“O lançamento foi levado de volta porque estava causando crashes nos jogos e a GPU travando para alguns usuários. Se você tiver um ambiente de compilação configurado, teste a última ramificação master com o maior número de jogos possível para ajudar a encontrar e solucionar problemas encontrados.”

Se você quiser baixar diretamente o DXVK e implementar manualmente ele ou conferir mais a fundo o código fonte dele, basta acessar seu GitHub oficial.

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Wine 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Na última Sexta-feira (12), o pessoal do WineHQ lançou a versão de desenvolvimento 4.6 do WINE, trazendo algumas melhorias no código, correções de bugs e updates pontuais. Isso para facilitar mais ainda a vida de quem precisa rodar algum programa ou jogo que não tem versão nativa para Linux.



 WINE 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs





O WINE é muito importante no mundo Linux, pois através dele podemos rodar uma gama de programas e jogos que não tem uma versão nativa para o Pinguim, assim podendo esses serem desfrutados pelos usuários de Linux.

E nesta nova versão de desenvolvimento do WINE, vieram algumas implementações bem interessantes, como:

  - Início de um backend do Vulkan para o WineD3D;
  - Suporte para carregar bibliotecas Mono a partir de um local compartilhado;
  - Libwine.dll não é mais necessário ao usar DLLs do Wine no Windows;
  - Suporte a estruturas complexas no marshaller typelib;
  - Captura de vídeo portada para Video4Linux versão 2;
  - Versão inicial da DLL do mecanismo de depuração.

Além de trazer correções para os jogos como Warframe (via Steam), Mass Effect 1 , The Sims e entre outros. E o ponto mais “curioso”, foi o Battleye aparecer na lista de “correções” do WINE, com a seguinte linha:

Battleye's BEDaisy.sys requires correct KeGetCurrentThread implementation

Mas, nada referente com o funcionamento do Battleye do Windows no Wine, o que possibilitaria jogos como RainbowSix, PUBG e Fortnite por exemplo. E como a empresa falou ao pessoal do GamingOnLinux, “Que só podem suportar o Linux se o jogo tiver uma versão nativa do sistema.”, parece que o pessoal do WINE terá de criar suas próprias soluções.

Mas é um bom sinal ver o pessoal do WINE, CodeWeavers e da Valve tentarem fazer com que o Battleye funcione, visto que a Valve negocia com a EAC, para que ela possa trazer a compatibilidade do anticheat dela para o Protron.

Se você quiser conferir todas as correções de bugs e melhorias nesta versão do WINE, pode conferir neste link.

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Linux e a pirataria nos jogos

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Antes de tudo, não estou aqui para afirmar se filosoficamente ou moralmente a pirataria é algo errado ou correto, apenas que conforme as leis vigentes em nosso país (Brasil), a pirataria é crime. Então seguirei essa linha de raciocínio, e deixo expressamente que esse não é o posicionamento do blog Diolinux, sendo inteiramente de minha responsabilidade.

linux-pirataria-jogos-emuladores-steam-opnião

No último Diolinux Friday Show, na qual você pode ouvir em nosso podcast (“Android Apps no Linux Desktop e Linux Gaming chamando atenção”), em determinado momento, afirmei que não é incomum vermos no Brasil os usuários praticando pirataria em jogos, e com utilizadores de Windows frequentemente os jogos são piratas. Não me entenda mal, essa afirmativa não é uma lei absoluta que taxa os usuários como piratas em potencial, apenas o que observo, seja com conhecidos ou clientes.

Linux e seu efeito “incentivar projetos”


E os usuários do Linux, não praticam pirataria em jogos? Sendo direto, sim! (Falo num geral, como anteriormente, não estou dizendo que todo usuário é pirata, interpretação de texto por favor 😁😄😅). Todavia a situação é mais profunda, e curiosa que isso.

Ao que pude perceber dos usuários gamers Linux, mais e mais jogos originais são adquiridos e evitar crackear algo se torna uma “regra”. É curioso notar que a cada promoção Steam, por exemplo, mais jogos são adquiridos de forma legal, e nem sempre o jogador da cabo de todos, algo que também ocorre no mundo Windows, no entanto a prática de crackear softwares é algo bem comum.

Então usuários Linux não "crackeiam" jogos?


Pois bem, a pirataria existe, independente do sistema operacional, e mesmo muitos usuários tendo uma consciência e evitando a pirataria, em alguns casos ela ainda é um meio necessário.

Nossa! Então você está incentivando a pirataria? Não sejamos hipócritas. Quem nos dias atuais não pratica em algum momento a pirataria? Se você é um estudante, saiba que ao tirar xerox dos livros (os professores incentivam e fazem isso, criando apostilas por exemplo), isso é pirataria… Entre outros inúmeros casos, que você sabe que em determinado momento acaba praticando. Então sejamos mais complacentes, e realistas.

Os anti-cheats são um dos principais causadores da pirataria de jogos no Linux, por identificarem o Proton/Wine como uma trapaça, esse método acaba impedindo o jogo em distros Linux. Veja essa matéria, e entenda a fundo essa questão.

Por conta disso, os usuários acabam baixando uma versão crackeada do game para o Windows (que comumente vem sem o anti-cheat), instalando a versão pirata via Wine. Porém a situação seria evitada em grande parte, se esse problema não existisse, pois vários jogadores compram o game original e impossibilitados de jogá-lo de forma legal, adotam o método descrito acima.

Outras maneiras de pirataria de jogos existem no Linux, como jogos piratas distribuídos em Flatpak. Algo extremamente perigoso a segurança do sistema, então curiosos de plantão, cuidado!

E os emuladores?


Falar sobre emulação de jogos é algo delicado e deveras complicado, existem várias nuances e em alguns casos mesmo a fabricante do console ou game, afirmando que é crime, manter uma cópia digital como backup, não é. O “problema” começa quando você não possui o game, e mesmo jogando um título antigo, isso pode ser considerado pirataria. Como citei no início, não quero discutir se pirataria é algo errado ou certo, do ponto de vista filosófico ou moral, afinal tenho minhas convicções e creio que você tenha as suas, apenas quero demonstrar que ela está em nosso cotidiano, indiferente da plataforma ou sistema operacional.

Valorize o que você gosta!


Se existe algo que tento praticar, é valorizar quem ou as coisas que gosto, apoiar projetos é uma maneira de continuá-los e melhor ainda, proporcionar novidades.

Por isso se existe um game, canal no YouTube, programa ou projeto, incentive ele! Compre os jogos que você gosta, dê valor aos responsáveis pelo projeto e caso não tenha uma "graninha" sobrando, espere promoções, a Steam sempre traz ofertas tentadoras de jogos que custam mais de R$100,00 saindo na faixa dos R$20,00.

Essa é uma das formas que mais adquiri jogos via Steam, seja comprando em sites como a Nuuvem ou em promoções Steam, além de acompanhar canais no Telegram que periodicamente compartilham links de jogos em promoção, ou até mesmo de graça.

Faça parte de nossos canais no Telegram, e receba diversos tipos de conteúdos, como eventuais promoções de jogos.


Sei que o assunto é delicado, e que muita gente também possuía essa dúvida se existia pirataria no Linux. E mesmo que você seja contra ou a favor a essa prática, aposto que incentivar os projetos e jogos que você gosta é a melhor escolha, independente de seu ponto de vista, afinal sem contribuição é bem provável que o mesmo acabe, e quem será prejudicado é você.

Acesse nosso fórum Diolinux Plus, e continue essa discussão, lembrando que uma das regras de nosso fórum, é o não compartilhamento de conteúdos ou apologia a pirataria, afinal em terras tupiniquins tal prática é crime. Seja ponderado e dê sua opinião de forma eloquente, seu ponto de vista é bem vindo. Não incentive as pessoas a praticarem pirataria, não imponha seu ponto de vista e nem queira para si essa responsabilidade, deixe que cada um tire sua própria conclusão.

Ufa! O assunto de hoje foi tenso, não? (😁😋😁) Te espero até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Projeto de lei quer proibir jogos violentos no Brasil

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terça-feira, 2 de abril de 2019

Não é de hoje que movimentos contra jogos são levantados por políticos ou algum meio de comunicação. Quem nunca viu uma matéria sensacionalista ou um programa de TV, que adicionasse todas as calamidades e crimes na conta dos jogos? Essa é uma realidade não apenas brasileira, porém, em nosso país é comum ver este tipo de coisa.

projeto-lei-proibir-games-jogos-violencia-crime

Em meio às recentes tragédias, um projeto de lei, deveras questionável, circula a Câmara dos deputados. Proposto no dia 19 de Março pelo deputado Júnior Bozzella do PSL - SP, o projeto de lei PL 1577/2019, pretende criminalizar jogos eletrônicos violentos, não levando em consideração a idade do jogador e indo além, tornando proibido seu desenvolvimento ou comercialização em solo brasileiro. Veja logo abaixo a ementa do projeto:

Ementa

“Criminaliza o desenvolvimento, a importação, a venda, a cessão, o empréstimo, a disponibilização ou o aluguel de aplicativos ou jogos eletrônicos com conteúdo que incite a violência e dá outras providências.”

Para os infratores a pena seria de 3 a 6 meses de prisão, ou multa.

Tais projetos bizarros são pautados em meio a histeria ou valendo-se de crimes com repercussão nacional. Estes casos assumem a ideia que tais situações de violência são ocasionadas pelo impacto dos jogos no desenvolvimento moral e social da criança, no entanto é uma alegação pífia que não considera fatores mais importantes como: estrutura e condição social e familiar, além de aspectos externos que possam impactar o alto índice de violência em nossa sociedade.

Alegar que os jogos estão tornando a sociedade mais violenta, é jogar fora toda a história que demonstra o quão horrenda já foram nossas civilizações (em termos de violência e criminalidade). Seriam os games os causadores de toda violência no Brasil, ou a desigualdade social, falta de educação ou anos de destruição de uma identidade cultural? É mais simplório por na conta dos jogos, logo que é algo imediatista, alias, quem nunca jogou um GTA e depois saiu atropelando idosos na rua? (sarcasmo, ok?! Não leve ao pé da letra… 😁😋😁)

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Jogo violento não é coisa de criança!


Os selos de classificação de jogos são uma métrica, que visa guiar quais títulos seriam indicados para uma determinada faixa etária, tal regulamentação é uma forma de assegurar o consumo, cerceando possíveis situações inadequadas para um certo público. Acesse o link para maiores informações desta classificação.

classificacao-jogos-games

O problema de alguns pais brasileiros, é que tal métrica é totalmente ignorada, não sendo incomum se deparar com situações em que pais presenteiam filhos com jogos de extrema violência. Só como comparativo, o game Mortal Kombat X e GTA V, tem uma classificação etária mínima para maiores de 17 anos e crianças de 10 anos jogam tais games. Deixando bem claro, que a classificação é apenas indicativa, ou seja os pais tem a palavra final.

Como responsáveis, os pais devem averiguar o tipo de conteúdo que seus filhos consomem, e uma boa conversa e educação é a chave para essa parceria. Todavia uma parte abalada na sociedade brasileira é justamente essa, a educação dos filhos, na qual nos últimos anos o estado vem tomando essa responsabilidade.

Proibição apenas de jogos violentos, por que não filmes e outras mídias?


Com bastantes controvérsias, essa lei proposta pelo deputado Júnior Bozzella do PSL - SP, visa proteger a sociedade (ao menos é o que honestamente quero acreditar 😁😜😁) contudo a justificativa é fraca e já existe um sistema de classificação. Retirar o direito de toda uma nação não é, nem de longe, a melhor alternativa. Seguindo a mesma lógica, filmes, novelas, músicas, livros e quaisquer meios que transmitam essa mensagem de violência deveriam enquadrar-se em uma lei semelhante.

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No documento, a justificação de tal projeto é “...essa banalização da vida e da violência pela população jovem é advinda pelo convívio constante com jogos eletrônicos violentos. Nesse tipo de “diversão”, os adolescentes e as crianças são incitados a atividades que não condizem com seu perfil, conduzindo a formação de cidadãos perturbados e violentos.” Perceba que ele mesmo admite que são atividades não condizentes com o perfil destes jovens e crianças, porém a responsabilidade e o dever é abstraída dos pais e imposta pelo estado. 

Imagine um mundo com apenas classificação Livre, seria ótimo não? Só que estamos num mundo real, e não imaginário. Crianças, jovens e adultos tem um nível diferente de percepção do mundo e um grau de maturidade distinta para absorver e processar a realidade, nem tudo que é bom para um jovem de 18 anos é bom para uma criança de 10.

Não obstante, seria de extrema loucura censurar tudo para haver classificação livre, como abordado anteriormente, a mesma lógica cai sobre outros conteúdos, o que seria mais real: abstermos de tudo que não seja condizente com as capacidades cognitivas de uma criança, ou seus responsáveis imporem limites e regularem seus filhos?

Adicionalmente, existe um tipo de situação que nunca cai em nenhum tipo de estatística, mas seria interessante haver uma pesquisa sobre: Quantas são as pessoas que evitam o uso da violência ou qualquer outro tipo de ato que possa prejudicar o próximo justamente por conta de games? Quantas pessoas descontam suas frustrações em jogos, ao invés de descontar em uma pessoa, de forma física? Esse tipo de dado não existe, mas algo me diz que o números seriam muito interessantes.

Acesse o documento completo do projeto de lei, neste link.

Você pode votar no site da Câmara dos deputados e dar sua opinião, segue o link.

Essa é uma discussão complexa e bem significativa, convido você a dar seu ponto de vista e opinião em nosso fórum Diolinux Plus, criminalizar os jogos violentos, seus desenvolvedores e empresas, seria a melhor maneira de reduzir a criminalidade, ou apenas um atalho?

Deixe sua opinião e participe em nosso fórumSISTEMATICAMENTE! 😎

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Você realmente precisa do Windows?

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quinta-feira, 14 de março de 2019

Algo que sempre ocorre, seja em cursos, grupos ou até mesmo em alguns casos em faculdades, é o Windows como único meio de uso, porém muitos usuários estão na plataforma da Microsoft por desconhecer alternativas, não me julgue mal, de forma alguma creio que o Windows é um “lixo” ou qualquer coisa do tipo, apenas que nem todo mundo precisa dele.


Já prevejo nos comentários vários usuários que não entendem que por indicar uma outra solução, não signifique que o Windows seja ruim, caso veja esse tipo de comentário simplesmente ignore, sua vida será mais feliz (😁😁😁), ressalvas feitas, vamos ao que interessa. 

O uso de sistemas operacionais para utilizadores comuns, praticamente é resumido em navegação na web, consumo de multimídia e criação de documentos, isso quando a pessoa utiliza alguma suite office, outro aspecto interessante, é cada vez mais a não dependência de aplicações Microsoft. 

É comum ver o VLC Player instalado para reproduzir os vídeos, navegadores como Google Chrome e Firefox, para navegação web, entre outras aplicações de terceiros no cotidiano de um user Windows, e destas ferramentas boa parte são encontradas no Linux ou macOS.

Eis um ponto importante, utilizamos na maior parte do tempo aplicações e o SO em si é “subutilizado”, ao trocar uma máquina com Windows e por uma distro Linux, estilo Kubuntu ou Linux Mint, verá que para uma pessoa não familiarizada com tecnologia, o sistema será irrelevante, no final das contas o que fará a diferença é um atalho do seu browser favorito. Faça o teste, é muito engraçado ver as reações, mostre uma distro com KDE e diga ser o novo Windows, depois dos inúmeros elogios (que certamente a pessoa dirá), revele a verdade, recomendo muito essa brincadeira. 😁😋😅

Nem todo usuário usa Photoshop!


Sejamos sinceros, quantas pessoas você conhece que utilizam Photoshop, After Effects, Premiere, AutoCad, Corel Draw, Vegas, e quaisquer outras ferramentas de uso profissional específico, mas que sempre estão em comparativos dizendo que Linux não é bom porque atualmente não as possui. Chega a ser hilário afirmar que por não possuir tais aplicações o Linux não serve para o usuário comum. A única “real barreira” que vejo, é a suíte office da Microsoft, todavia alternativas de visual parecido existem, e isso pode ser um facilitador ao migrar para uma nova solução.

Se você usa algum desses softwares, e não está disposto a migrar para alternativas ou quem sabe é impossibilitado, talvez o Linux não seja a melhor solução em seu caso, e não existe nada de errado em afirmar isso, o problema é achar que para ser um designer, editor, desenhista etc; O Photoshop é obrigatório, e soluções como Krita, Gimp não são para uso profissional, tal argumento é tão infundado que profissionais utilizam ferramentas livres para seus trabalhos, e para não ficar apenas em meras palavras, veja com seus próprios olhos um baita exemplo, “O Jedi do Gimp” Elias de Carvalho Silveira.


Um “gamer de verdade” só usa Windows!


Gosta de jogos? Eu adoro! Mas espera aí, sou usuário Linux, logo não posso jogar. Geralmente brinco com meus amigos, quando eles estão jogando algum game no Linux, e sempre solto a frase: “Mas Linux não tem jogos”, e conforme o mesmo argumento de “Linux não tem Photoshop, logo não é para usuário comum”, ocorre no lado gamer.

Jogos no sistema do pinguim não faltam, só de nativos Steam, são mais de 3 mil jogos e com o advento do Steam Play, outros 4100 dos 6957 testados até o momento, acrescentam a lista e o número só não é maior, pois os anti-cheats estão dificultando o funcionamento de alguns jogos, entretanto se no passado era fácil citar vários títulos indisponíveis no Linux, a realidade se tornou a oposta, e antes que alguns pensem: “Joguinhos de navegador qualquer um roda”, me diga se Devil May Cry 5, Warframe, Dragon Ball Fighter Z, PES 2019, GTA 5 e Overwatch são “joguinhos de navegador?”. 😁😁😁

Nos comparativos apenas a Steam é listada como a única forma de jogar no Linux, porém através do Lutris vários títulos da Origin, Uplay, Battlenet e Epic Store, funcionarão, além de emuladores de vídeo games, e mais ainda, confira 7 sites/lojas (além da Steam) para encontrar games para Linux.

Você pode acompanhar nossas lives na Twitch.tv, e ver o desempenho dos games no Linux, algo interessante e que muitos não sabem, é como otimizar e potencializar sua distro Linux para jogos, obtendo o máximo de proveito da plataforma. Os jogos tem um papel tão importante que estão mudando o Linux (no bom sentido, claro 😜).


Então Linux é para todos os tipos de jogadores? Depende, pode ser que algum jogo específico não esteja disponível, seja por “birra” do anti-cheat ou alguma incompatibilidade, é sempre bom conferir no site ProtonDB e ver quais jogos funcionam, e se não funcionar, neste caso o Linux não será a melhor escolha para ti, no entanto isso não desqualifica toda uma plataforma.

Seguir canais especializados em tutoriais voltados a jogos, é uma boa sacada, alguns exemplos com diversos tutoriais para Steam Play, Proton, Wine, Lutris, PlayOnLinux são: Tuxter Games, Livre Software, MADRUGUEDS, e em nosso canal Diolinux também existe muito conteúdo voltado à games.

Pensando no futuro, não apenas no agora


Uma boa prática que pode proporcionar maior liberdade para você, é dar preferência a softwares multiplataforma, que não dependa de um único sistema, os seus programas sempre estarão disponíveis. Anteriormente mencionei que as aplicações têm maior peso em nossas experiências, pensando no futuro, não serão mais necessárias grandes adaptações e não importando o sistema, seja Windows, macOS ou Linux.

Coloque numa balança, o quanto você realmente precisa do Windows, pratique essa ideia de priorizar programas disponíveis em ambas plataformas, vá migrando de aplicativos, caso esteja em dúvida, eis uma lista para iniciar tal mudança, garanto que não ser dependente de apenas um sistema operacional é algo libertador.

“Windows é ruim e o Linux perfeito”


“O Windows é um sistema todo bugado e o Linux perfeito em todos os aspectos”, infelizmente muitos pensam assim, outros julgam o Windows como “a perfeição em forma de sistema” e o Linux “algo inútil”, ambos estão tremendamente equivocados.

Bem como já falei aqui no blog, no post sobre o Windows 7 e o fim de seu suporte, o projeto Diolinux tem um compromisso com a veracidade dos fatos, e nenhum sistema é perfeito, e algumas situações podem fazê-lo desistir de migrar para Linux, e uma delas pode ser a ideia de grande parte da comunidade, que eventualmente tecem críticas ásperas, e nem sempre são baseadas em termos técnicos, ou que respeitam a escolha e liberdade do próximo.


Resumindo, para usuários de perfil comum que acessam o Facebook ou basicamente utilizam a internet, não precisam obrigatoriamente do Windows, já em outros casos, como abordei logo acima, sua utilização não é uma regra, usamos na maioria esmagadora do tempo as aplicações, como na brincadeira do “Windows KDE”, muitos usuários nem saberiam a diferença.

Ter um sistema que proporcione segurança, robustez e horas economizadas com desfragmentação ou preocupações com pragas virtuais, pode ser uma ótima escolha, e diversas pessoas estão dando uma chance ao Linux. Tenha em mente que a maneira mais inteligente é ter a disposição suas aplicações indiferente do sistema operacional, ao seu alcance em qualquer ocasião.

Reveja se existe algo que lhe prende em algum sistema, experimente ser livre, permita-se descobrir novas coisas, e aprender com os erros, abra a sua mente e promova coisas boas sem ofender ninguém impondo seu ponto de vista.

Espero que tenha ficado claro que existem opções, e que o Windows nem sempre é necessário, apenas fomos condicionados durante nossas vidas no mundo da informática.

E você, tem alguma aplicação que lhe impede de usar outro sistema? Sempre quando vejo esses comparativos, o Photoshop é citado de boca cheia, o engraçado que em todos esses anos trabalhando com manutenção de computadores, se instalei 5 vezes esse tipo de software para algum cliente, foi muito (😁😅😂), não estou dizendo que ninguém os utilizam, apenas que não é a regra.

Te espero no próximo post, sejam educados e complacentes com a opinião alheia, e não se esqueça de compartilhar as postagens do blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Gamehub, una várias plataformas em uma única biblioteca!

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segunda-feira, 11 de março de 2019

Os “gamers Linux” já estão familiarizados com as plataformas de jogos como Steam, itch.io e softwares que possibilitam a jogatina de games não nativos, a exemplos o PlayOnLinux e o Lutris, sem falar dos inúmeros emuladores. Pois bem, a aplicação GameHub tem uma proposta semelhante a do famoso Lutris, agregar seus diferentes jogos em um só lugar.

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Desenvolvido em GTK 3 e Vala, o GameHub pretende organizar a sua biblioteca de jogos, deixando todos (ou maior parte) em um único programa, como dito acima, o software lembra bastante o Lutris, com ele você poderá agregar games de diversas plataformas como: Steam, GoG, Humblebundle, emuladores pelo Retroarch e jogos via Wine e Proton.

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Opções de instalação do GameHub em seu sistema


Existem diversas maneiras de se obter o programa, tanto via deb, Snap, Flatpak e AppImage. Em meus testes particulares o arquivo baixado em “.deb” não se saiu muito bem, ocorrendo inúmeros erros, na qual alguns pesquisei e achei a solução e outros nem cheguei a procurar, pois pensei “Não vou indicar algo que dê tanto problema assim”, então descartei essa opção. 

Outro que não obtive sucesso foi sua versão em AppImage, que apresentou os mesmos problemas do “.deb”, já os com formatos Snap e Flatpak, não tive tantos bugs.

Tenha em mente que o GameHub é um software em desenvolvimento, e bugs são esperados..

Então fique a vontade para testar a versão em DEB, na página do Github da aplicação, existe todo passo a passo para instalar o PPA, outra possibilidade é baixar o AppImage, DEB ou Flatpak, porém focarei no Snap e Flatpak. E qual o melhor formato? Essa dúvida cruel respondemos em outro post, confira.

Instalando o GameHub via Snap


Caso não tenha o Snap configurado em sua distro, aprenda como proceder neste post que fizemos com todo carinho, se está utilizando o Ubuntu 18.04 em diante, o mesmo já vem habilitado.

Você pode instalar o GameHub via terminal com o comando:

sudo snap install gamehub-fenriswolf --edge

Removendo o GameHub via terminal:

sudo snap remove gamehub-fenriswolf

Se preferir fazer via interface, abra a loja do Ubuntu, pesquise por “gamehub-fenriswolf” e instale o software.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu-snap-loja

Por ser um software em desenvolvimento erros podem ocorrer, por exemplo quando testei o mesmo alguns meses atrás, sua versão em snap não exibia o ícone no menu do sistema, e ao executá-lo via terminal, o app não iniciava.

Instalando o GameHub via Flatpak



Assim coma a opção em Snap, o GameHub em Flatpak pode ser instalado tanto via terminal ou pela loja, a escolha fica ao seu cargo.

Primeiro temos que baixar o arquivo “.flatpak”, porém tem uma ressalva, sempre verifique a versão e nome do arquivo, e adapte o comando. 

Por exemplo, a versão que efetuei os testes era a “0.13.1-31.dev” de nome “GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak”, logo supondo que existe uma nova versão do app, você acrescentaria tais informações no comando depois de “wget https://github.com/tkashkin/GameHub/releases/download/”.

wget https://github.com/tkashkin/GameHub/releases/download/0.13.1-31-dev/GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak

O download será feito no diretório que você abrir o terminal, por default é na sua home.

Agora instale o programa (substitua pelo nome do pacote que você baixou):

flatpak install GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak

Se desejar remover a aplicação:

flatpak remove com.github.tkashkin.gamehub/x86_64/master 

Para instalar o GameHub, através da loja, baixe o programa por este link (as outras versões em DEB e AppImage, também encontra-se no link).

Dê dois cliques sobre o flatpak e instale via loja, se por algum motivo não consiga desta maneira, tente com o comando anterior.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu

Seus jogos num único lugar!


Alternativas são sempre bem vindas, contudo no tempo que testei o GameHub, notei que nem sempre seu modo de configurar é tão intuitivo como no Lutris, a seção de emuladores é confusa, a usabilidade deve ser lapidada e sua proposta de unificar as plataformas não é empregada da melhor forma, erros ao logar com minha conta Steam também ocorreram, outro ponto são os inúmeros bugs ao tentar instalar ou executar o software, em seu estado atual, creio que seja válido seu teste para apoiar o projeto ou curiosidade, entretanto alternativas como o POL ou Lutris, estão mais maduras e confiáveis.

E você obteve boas experiências com o GameHub? Houve alguma dificuldade na instalação ou configuração do software? Deixe nos comentários sua opinião, e diga se prefere o Lutris, PlayOnLinux ou qualquer outra alternativa.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Jogos e os anti-cheats no Linux

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Há 6 anos a Valve lançou seu cliente Steam para Linux, desde então a plataforma veio ganhando notoriedade no quesito games, e aos poucos várias distribuidoras começaram a portar ou lançar jogos nativos para o sistema do pinguim, porém é visível a diferença de títulos disponíveis no Linux, comparado ao Windows, que tem anos e anos no mercado de jogos. E a ausência de outras plataformas de games como a Origin da EA Games, alvo de críticas de diversos players, quando o assunto é “Linux + Games”.

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Em 2018 a Valve surpreendeu os gamers Linux, com seu projeto Steam Play, utilizando uma solução conhecida pela comunidade Linux, o Wine. A Valve criou um fork do Wine criando o Proton, que não faz o papel de um emulador (muitos acreditam que o Wine emula jogos do Windows, e isso não é verdade), o Proton é uma ferramenta implementada no cliente Steam Linux, que dá a oportunidade de executar games nativos do Windows em sistemas operacionais baseados em Linux, ele age como uma camada que traduz para o sistema a instrução que foi projetada para o Windows, adaptando a realidade e comportamento do Linux. 

O Proton faz uso do Vulkan para rodar os games Windows, que valem-se do DirectX 11 e 12 para funcionar, possuindo diversos parâmetros para forçar a utilização inclusive do OpenGL, caso o jogo utilize o DirectX 9. Saiba mais sobre  neste post que fizemos, detalhando o uso de tais opções. É interessante ressaltar que já existem projetos para fazer com que games que usam nativamente o DX9 também possam usar o Vulkan no Linux.

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“O maior vilão do Proton”


Com a facilidade de instalar jogos voltados ao Windows no Linux, o Steam Play rapidamente caiu nas graças dos usuários, e a lista de jogos em sistemas baseados em Linux, teve um crescimento exponencial do dia para a noite, literalmente, porém um vilão já conhecido por utilizadores de programas como: PlayOnLinux, Lutris etc; vem atrapalhando o funcionamento de diversos títulos famosos como: Fortnite e PUBG, são os softwares conhecidos como: “anti-trapaças”, os famosos anti-cheats, que normalmente reconhecem o Wine e agora o Proton, como programas maliciosos, com a intenção de obter vantagens, e trapacear nas partidas. 

Sempre especulei (HenriqueAD) que a Valve não lançaria um projeto tão importante e audacioso como o Steam Play, sem uma pesquisa de mercado ou um método para os anti-cheats reconhecessem o Proton não como um trapaceador, e sim como um recurso.

E como isso seria possível? Firmando parcerias com empresas especializadas em anti-trapaças, e parece que isso está se tornando realidade, pois um usuário do Reddit conseguiu entrar em contato com a equipe de desenvolvimento de um dos maiores e mais utilizados anti-cheats da atualidades, o Easy Anti-Cheat, e segundo ele, a Valve e a EAC estariam trabalhando para o suporte do Proton, possibilitando o funcionamento em jogos que usam essa solução.

Um fato curioso é que a Valve está contratando novos engenheiros de software para trabalhar com o SteamOS, será que tais desenvolvedores serão aplicados nos esforços desta parceria entre EAC e Valve?

OK, tem Steam para Linux, mas e a Origin?


Nem só de Steam viverá o gamer Linux”, e isso é uma realidade, mesmo não possuindo no momento um cliente nativo Origin, alternativas como o já citado Lutris, possibilitam em alguns casos a execução de títulos da EA, porém o anti-cheat persegue até nestes momentos e pode “acabar com a festa”.

Uma das vantagens de um software ser Open Source, é a possibilidade de sua utilização em outros projetos, e isso não é diferente com o Proton, que além de funcionar no Steam Play, pode ser utilizado no Lutris, recebendo todas as vantagens, e caso a parceria em desenvolvimento mútuo da Valve e EAC vá adiante, até mesmos títulos da EA Games poderão se beneficiar de tal implementação.

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E se a EA Games estivesse trabalhando em uma versão nativa de seu cliente Origin para Linux? Essa é outra possibilidade, recentemente uma discussão no Reddit entre usuários do site, levantou indícios que algo assim possa se concretizar em um futuro não tão distante.

Alguns usuários postaram suas experiências ao entrar em contato com o suporte da EA, questionando se existiria a possibilidade de uma versão Linux da Origin, e em meio a tantas respostas algumas foram positivas e outras negativas, houve um compartilhamento de um print, dessas supostas afirmações por parte dos atendentes.

Quando questionado sobre uma possível versão Origin para Linux, o suposto atendente da EA diz que tal projeto é uma prioridade e está em fase final de testes, podendo em qualquer momento ser liberado ao público. 

“So as i have checked the work in progress list that we are currently working on. This is on the priority, so you can expect it anytime very soon, As of now the work is being done on it to enhance the experience and its is almost completing stage.”

O usuário questiona se existiria uma data prevista para o lançamento, porém a única resposta foi que por não participar da equipe de desenvolvimento uma data não poderia ser repassada, mas que existia a garantia de estar nos estágios finais do desenvolvimento.

“As I am not in the developer team, I won’t be giving a estimate time but I can tell you that its almost in completing stage.”


Se tais informações forem reais, a comunidade de gamers Linux, receberá mais títulos e facilidades ao desfrutar de games na plataforma, e possivelmente novos players poderão jogar com maior comodidade e com a segurança de um suporte oficial pelas empresas.

E você, também joga no Linux? Deixe nos comentários suas experiências durante suas jogatinas no sistema do pinguim.

Até o próximo post, te aguardo, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Lutris deve ganhar versões em Snap e Flatpak, segundo criadores

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Sabemos que nos últimos meses, a instalação de jogos no Linux vem ficando cada vez mais fácil, o famoso “next, next, next and finish”, assim atraindo cada vez mais pessoas para o mundo do pinguim. Um dos responsáveis por isso é o Lutris, que tende a automatizar esse processo.


 Lutris deve ganhar versões em Snap e Flatpak, segundo criadores






Um outro que vem ajudando e muito na divulgação do Linux, é o Jason Evangelho da Forbes, que em meados do 2º semestre de 2018 começou a sua jornada de migração do Windows 10 para o Linux, primeiro com Mint e Ubuntu, e nos dias atuais está testando as mais diversas distros.




E naqueles “crossovers” que todos esperam, como Vingadores vs X-Men, eis que na tarde desta Quinta-Feira (7), que Jason pergunta ao pessoal do Lutris quando que eles iriam criar uma versão Snap e/ou Flatpak do seu aplicativo, visto que o mesmo e o site oficial tiveram uma repaginada, a resposta do pessoal do Lutris foi bem animadora:


Outro que entrou na “brincadeira” foi Alan Pope, gerente da comunidade Ubuntu nos serviços de engenharia para a Canonical e um dos líderes doo LoCo Team do Reino Unido, falando que já tinha uma versão em Snap do Lutris, mas que precisaria de alguns “polimentos”.

É muito animador saber que o pessoal do Lutris vem pensando em colocar o seu app em formatos de empacotamentos cross-plataform, assim eliminando a necessidade de terminal para adicionar repositórios, chaves de autenticação e afins. Isso agrada, e muito, os novatos que chegam ao Linux, que só querem baixar o app, instalar o game e jogar.

Comente aí o que você achou dessa novidade, que pode vir já na versão 0.5.1.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Lutris lança nova versão do aplicativo e novo site também

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

E 2019 começa “on fire” para os Linux Gamers. A equipe do Lutris lançou nesta Sexta-feira duas novidades muito boas para o seu portfólio. Reformulação do site e uma versão novinha em folha do aplicativo, chegando na versão 0.5.0.

 Lutris lança nova versão do aplicativo e novo site também







A primeira grande novidade trazida pelo pessoal do Lutris é a reformulação do seu site, o lutris.net. A nova versão conta com um carrossel dos jogos populares que já rodam, como LOL, OverWatch, The Witcher 3 , Warframe e WoW como exemplos. Agora o site está ainda mais intuitivo para quem está chegando ao mundo de jogos no Linux, ficando “na cara” os jogos mais populares que funcionam na plataforma. Isso vai ajudar e muito na propagação da ferramenta e na quebra do mito de que “Linux não tem jogos”.



A segunda mudança é a repaginação visual e mudança completa do aplicativo, facilitando para quem precisa instalar o seu jogo preferido.

Nessa nova versão, você tem mais opções de configurações com a maioria das opções sendo no sistemas de chaves (on/off), além da integração ao Game Mode da Feral (se assim ele estiver instalado) e também quando estiver ativado o modo Optimus para notebooks híbridos que tem placas Nvidia.



Outra coisa que agora ficou fácil para configurar, é qual versão do Wine usar, se vai usar ESYNC ou não, versão do DXVK e por aí vai. Agora a configuração fica ao alcance de um clique.



E por último e não menos importante, a “home” do Lutris também teve uma reformulação e agora está muito mais organizada. Agora você pode configurar separadamente cada game ou loja de jogos, podendo abrir um “terminal” para ver como “ a mágica funciona”. Isso é muito bom e ajuda na hora de reportar o bugs (debugar) para os devs e assim melhorar mais ainda o aplicativo.



Para instalar o Lutris você de várias formas:

1ª Forma: Instalando via terminal, você pode ver o método indicado por eles neste link;

2ª Forma: Baixando do repositório hospedado no site do openSUSE, você pode baixar através deste link;

3ª Forma: Baixando diretamente do GitHub, onde tem o .deb (base Debian) e o código fonte para as outras distros. Basta acessar este link.

Nós diga aí nos comentários o que você achou dessas novidades do projeto Lutris e o que você espera dele.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Ubuntu pretende facilitar instalação de drivers para Gamers

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

A chegada do Steamplay usando o Proton (DXVK+Wine) e trazendo a possibilidade de se poder jogar uma quantidade de jogos que antes só se tinha no Windows, “forçou” as empresas que mantém os drivers para Linux “ a se mexerem” também, como NVIDIA e AMD, e assim trazer as implementações e melhorias que o VULKAN proporciona.


Ubuntu pretende facilitar instalação de drivers para Gamers





Prezando pela estabilidade das suas versões LTS, o Ubuntu não traz às versões mais recentes dos drivers da NVIDIA, AMD e Intel (e sim os “estáveis”), e algumas funcionalidades e tecnologias podem não estar presentes no sistema, como a implementação completa do VULKAN e entre outras.

Para adicionar os drivers de vídeos mais recentes dessas empresas, precisamos recorrer aos PPAs (Personal Package Archive) r e assim desfrutar dessas tecnologias novas. Adicionar não é nenhuma tarefa difícil, tanto que já fizemos alguns posts aqui no blog explicando como proceder e tudo mais, mas sabemos que ainda tem pessoas que podem encontrar alguma dificuldade para tal procedimento. Sendo via terminal ou não.

Vendo isso, o jornalista da Forbes, Jason Evangelho, fez um questionamento em seu Twitter, perguntando o porque que o Ubuntu não tinha feito ainda uma ferramenta gráfica para adicionar os PPAs dos drivers e assim facilitar a vida dos gamers que estão vindo do Windows.

Eis que alguém da Canonical, empresa essa que mantém o Ubuntu, responde. E não foi “qualquer pessoa” que respondeu e sim alguém de “gabarito”. Quem respondeu ao tweet do Jason foi o Will Cooke, Diretor da Canonical responsável pela área de desenvolvimento do desktop. E a resposta foi positiva.

Segundo Cooke, a Canonical tem planos para o próximo ciclo de desenvolvimento (Ubuntu 19.04/19.10???) adicionar algumas GUI (Interfaces gráficas de interação) para tornar a adição desses PPAs mais fáceis, ou como ele disse “pointy-clicky”.

Jason questionou se seria possível selecionar o PPA apropriado para a sua GPU e a resposta do Cooke foi que sim, que eles facilitariam o acesso aos drivers Betas das empresas. Se quiser ver o Tweet original, basta clicar na imagem abaixo.



Esse tipo de facilidade questionada pelo Jason e prontamente respondida por Cooke, mostrando que a Canonical está atenta na guinada em que se deu nos últimos 6 meses, depois da “bomba” chamada Proton (Valve/Steam) e que deu uma “remexida” das boas, fazendo assim as empresas melhorarem os seus produtos no Linux, desde o pessoal do Lutris até em empresas como Canonical, NVIDIA, AMD e Intel. 

Podemos ter bons frutos ao longo de 2019 e não podemos ficar surpresos se o Linux pegar mais corpo e popularidade nos desktops através dessas iniciativas, que para quem já usa Linux possa ser algo “pequeno”, mas pra quem vem de outra plataforma ou que nunca teve um contato agradável com Linux, pode fazer uma grande diferença e fazer com que a pessoa possa se sentir “em casa”.

Espero você até o próximo post, forte abraço.
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TOP 7 Games Open Source que você precisa conhecer

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Como fizemos anteriormente, montamos duas listas com games atuais e “clássicos” que rodam via Steamplay, mas nem só de jogos proprietários vive o Linux (quem diria), existem muitos projetos de jogos que tem código aberto e são mantidos por comunidades de desenvolvedores.

 TOP 7 Games Open Source que você precisa conhecer






Essa lista não coloca os games do melhor para o pior ou qualquer coisa do tipo, nela vamos mostrar alguns games open source e vamos nos dar ao “luxo” de excluir os games mais “famosos”, como Dota2, CS:GO, Rocket League, Hitman, Tomb Raider, Dirty Rally, entre muitos, muitos outros.


Se você gosta de jogos baseados em turnos, de estratégia e com temática de fantasia, esse game mantido pela comunidade, esse pode ser uma ótima opção, inclusive, você pode instalá-lo via Steam.

Enredo : Explore o mundo de Wesnoth e participe de suas muitas aventuras! Embarque em uma busca desesperada para recuperar seu legítimo trono ... Fuja para um novo lar através do mar dos Lords Lich ... Mergulhe nas profundezas mais escuras da terra para criar uma jóia do fogo para si ... Defenda seu reino contra a hordas devastadoras de necromantes malucos ... Ou lidere um grupo descontrolado de sobreviventes pelas areias brilhantes para enfrentar um mal invisível.

Para instalar o Wesnotha sua distro favorita, eles tem uma área no site que ensina passo-a-passo como fazer, você pode acessar AQUI. Entretanto, você encontra ele nas lojas de aplicativos das distros Linux também

2 - Alien Arena

Se você gosta dos jogos de tiro no estilo “death match old school” mas quer algo moderno, divertido, colorido e com temática Sci-Fi, o Alien Arena vai lhe proporcionar algumas horas de diversão. O game tem inspirações em um “irmão” famoso, o Quake III. Nele você pode tanto jogar contra os bots, como jogar no modo online com os seus amigos.

 

Para instalar ele você tem 3 formas diferentes. A primeira é através da sua loja de aplicativos, procurando pelo termo “Alienarena” e instalando. A segunda é você baixando o pacote do jogo no site (que tem aproximadamente 900 MB) e compilar,ou então a terceira maneira, que é via Steam, onde o game é pago, o valor fica na casa dos R$ 6,00 aproximadamente, o que é forma legal de você ajudar os desenvolvedores também Para mais detalhes é só consultar o site oficial.

3 - SimuTrans

SimuTrans é um game que simula como seria construir uma companhia de transportes, podendo transportar desde passageiros via trem e chegando até o transporte via avião. O game pode ser jogado tanto singleplayer quanto multiplayer, tem mods, uma comunidade para lhe ajudar, mapa sem limites e os paksets (que são modificações para o jogo). E o melhor de tudo é Open Source 😁.



Para instalar você pode baixar ele direto do site e seguir as orientações para a sua distribuição ou baixar pela Steam. O jogo é Free também.

4 - Assault Cube

Se você estiver procurando um game ao estilo do Counter-Strike, mas não tem um computador forte e quer se divertir, o Assault Cube vai “cair como uma luva” para você. Ele é Free, multiplayer, first-person shooter e é baseado na Engine CUBE. Um game de 2013, mas que vai lhe proporcionar algumas horas de diversão

 

Para instalar ele existem duas formas diferentes. A primeira é através da sua loja de aplicativos, procurando pelo termo “Assaultcube” e instalando. A segunda é você baixando o pacote do jogo no site (que tem aproximadamente 50 MB) e fazer a instalação a partir do código. Para mais detalhes é só consultar o site dele.

5 - Urban Terror

Mais um game que é lembrado pelas pessoas quando pensam em jogos de FPS (First Person Shooter), o Urban Terror é mais um game “filho” do Counter Strike, e é um game muito bom e divertido. Tanto é o sucesso e reconhecimento, que os devs vão dar uma revitalizada nele e portar o game para a Engine da Epic Games, a Unreal Engine 4 (UE4), e pelas primeiras gameplays mostradas o game vai dar um salto e tanto. Você pode conferir essa nova versão nesse vídeo dos devs. Mas por hora a versão atual é a 4.3.4 e ainda não tem a poderosa Engine da Epic Games.



  

Para instalar ele você tem que baixar o pacote do jogo no site e fazer a instalação a partir do código (o game completo tem aproximadamente 1,4GB). Para mais detalhes é só consultar o site dele.

6 - Total Chaos

Se você gosta de jogos na mesma pegada do famoso Doom, o Total Chaos é um mod do Doom 2 e rodando no porte pelo GZDoom. Esse survival horror vai lhe entregar algumas boas horas de aventura, tiros, sustos e adrenalina. Para mais detalhes do game, você confere no site moddb.















Para instalar ele você tem duas formas de baixar o game. A primeira é baixar o pacote do jogo no site e fazer a instalação a partir do código (o game completo tem aproximadamente 1,4GB). E a outra forma é baixar ele via flatpak, se a sua distro já estiver suporte ao formato de pacote é só procurar por “Total Chaos”, mas se a sua distro não tiver, você pode conferir esse artigo onde ensinamos. Feito a instalação do flatpak, basta acessar o site do flathub e clicar em “Install”, bastando esperar o processo de instalação. Se você preferir fazer via terminal, basta rodar esses dois comandos:

Instalação : flatpak install flathub com.moddb.TotalChaos

rodando : flatpak run com.moddb.TotalChaos

7 - 0 A.D.

E não podemos deixar de mencionar o “Age of Empires” de código aberto, o  0 A.D, game que segue a mesma mecânica do seu “irmão” mais famoso mas que não deixa a desejar em nada em relação a ele. O game de estratégia em tempo real (RTS) é mantido atualmente pela Wildfire Games, um conjunto de devs do mundo todo que ajuda o jogo a ficar “nos trinques”.




0.A.D está presente nas lojas de aplicativos de todas as distros, incluindo versões Snap e Flatpak também.

Para instalar na sua distro ; Instalação via Snap e Instalação via Flapak


Lógico que existem muitos e muitos games open source espalhados por aí, pode ser através dos repositórios das distros Linux, bem como em sites também. As possibilidades são muitas e não caberia em um post, então deixe nos comentários qual game faltou e quem sabe ele aparece em uma lista futura aqui no blog. 


Até o próximo post, forte abraço.
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