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Proton 4.11 é lançado com muitas novidades para gamers Linux

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

A semana começou agitada para quem gosta de games e é usuário de Linux. Primeiro foi a NVIDIA lançando versões novas de drivers, agora a Valve trazendo uma nova versão do Proton e uma nova ferramenta de sincronização de objetos nos jogos. 

Proton 4.11 é lançado com muitas novidades  para gamers Linux





A primeira novidade é em relação ao Proton, que chegou com várias melhorias, correções de bugs e um salto na sua versão. Começando com a versão, que antes era a 4.2-9 e agora foi para 4.11, assim seguindo a mesma versão do Wine. Com isso trouxe:

● 3300 melhorias do Wine para o Proton e 154 patches do Proton 4.2 não são mais necessários ou foram para o upstreamed.

DXVK atualizado para a versão 1.3;

FAudio atualizado para a versão 19.07;

● Corrigido o input lag e adicionado suporte a rumble em alguns jogos que utilizam a Engine Unity;

Dentro deste update do Proton, dois se destacam, como a adição do D9VK e a mudança de alguns “módulos’ para Windows PE.

Sobre o D9VK, ele está vindo embutido em modo experimental, tendo que ser ativado manualmente no momento. O D9VK vinha sendo testado desde Junho, de acordo com o dev Joshua Ashton. Agora a Valve vai estar financiando de forma mais direta. Para ativar o D9VK nos jogos e assim experimentá-lo, você vai precisar colocar o seguinte parâmetro no jogo dentro da Steam: PROTON_USE_D9VK=1 %command%

A outra novidade é a mudança de alguns módulos do Wine, que antes eram em libs feitas no Linux e agora estão sendo construídas sobre as libs do Windows PE. Isso pode ajudar na compatibilidade de alguns sistemas de DRM e anti-cheat, conforme vai avançando o trabalho, a compatibilidade vai ficando mais madura e eficiente.

Para mais detalhes sobre essa versão do Proton, pode ser consultada aqui.

Agora a outra grande novidade é o começo dos testes do fsync, para melhorar a sincronização em processos a ser baseado no futex. Quando a Valve começou o desenvolvimento do Proton, encontrou problemas com jogos multi-threaded, assim trabalhou em conjunto com a CodeWeavers e desenvolveu um patchset, o “esync”, para resolver esses problemas. A princípio funcionou, mas precisava de várias configurações e poderiam causar problemas de exaustão nos aplicativos.

Por isso a Valve preferiu trabalhar em uma nova solução, o fsync. Com essa nova funcionalidade, o ganho nos games é esperado, visto que vai ser trabalhado junto ao kernel, tanto que a Valve mandou uma sugestão de mudança, para que ela seja “acomodada” no Kernel Linux.

Se você quiser testar esse kernel modificado pela Valve e testar às melhorias do fsync, eles publicaram um tutorial de como fazer isso.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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RetroArch está chegando de forma oficial na Steam

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terça-feira, 16 de julho de 2019

Se você é fã dos games “retros” e sempre está procurando uma forma de emular os seus games favoritos de uma forma fácil, o RetroArch na Steam pode facilitar a sua vida.

RetroArch está chegando de forma oficial na Steam






Para quem não está muito acostumado com o termo “RetroArch”, ele é uma GUI para que os usuários possam manipular a API Libretro e assim poderem emular os seus games “Retro”.

Em anúncio feito no blog oficial, por Daniel De Matteis (uns dos principais devs do projeto), comunicou que o RetroArch estaria chegando na Steam e será a princípio no dia 30. Segundo ele, a entrada do RetroArch na Steam, vai ajudar muitos usuários e projetos que executam os jogos, ou via mídias físicas ou emuladores, e que usam os “núcleos Libretro” de alguma forma.



De início, será lançada a versão para Windows em uma primeira fase e as versões de Linux e MacOS posteriormente. Eles escolheram oferecer para Windows primeiramente, para testar se a infraestrutura do projeto está preparada para uma demanda grande e assim garantir que vão conseguir suportar as outras mais tarde. Nada mais lógico “né não”.

Também comentaram que não terá diferença entre as versões do site deles com a disponibilizada na Steam, e que nesse primeiro momento, não terá implementações do Steamworks SDK, mas que não descartam em um futuro próximo.

Vale mencionar que você pode instalar o RetroArch na sua distro sem precisar esperar pela versão da Steam, tem versões oficiais em Flatpak e Snap também. Para conferir o método para a sua distro, basta acessar este link.

Para conferir o post no blog do projeto, basta acessá-lo aqui. E para acessar a página do RetroArch na Steam, você pode conferir clicando aqui.

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O que leva um novo usuário desistir do Linux?

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Novos usuários que por algum motivo se aventuram em terras desconhecidas, ou para os mais íntimos, “o mundo do pinguim,”, acabam passando por situações nem sempre agradáveis. Uma parte acaba desistindo e passam a repudiar a plataforma, seja por uma desilusão ou não conseguirem moldar o sistema, como o que usava anteriormente. Hoje irei abordar alguns motivos que levam novos usuários a desistirem do Linux.


Em 2015 o Dionatan Simioni, simplesmente o “mandachuva do Diolinux” (😇😇😇), escreveu uma postagem com tema semelhante. Aconselho que leiam, e de fato algumas coisas também estarão presentes neste. No entanto, irei abordar conforme minha visão dos fatos e espero que você também enriqueça essa postagem comentando e dando seu ponto de vista.

“O início do fim”


O ser humano gosta de conforto e rotina, qualquer coisa que mude esse “modus operandi” irá nos causar aversão. Usar algo novo nos proporcionará um misto de sensações, como: medo, anseio, impotência, alegria, raiva, surpresa, fascínio, recordação, frustração entre outros sentimentos. A forma que canalizamos esses momentos ao descobrir um mundo novo, será um dos aspectos que ditará o fim ou início. Não é difícil identificar usuários que se tornarão amargurados com a experiência de utilizar Linux. Quantas vezes você já não viu alguém procurando uma distribuição Linux igual ao Windows? Não estou dizendo em uma interface que tenha a lógica de funcionamento semelhante, mas sim pessoas que querem um Linux como o Windows. Seja na instalação e seleção de softwares, atualizações, interface, atalhos, comportamento, sistema de arquivos e tudo mais. Usuários que não mudam essa mentalidade, estão fadados a abandonarem o Linux. A premissa é muito simples: “Por que usar Linux, se o que na realidade você quer é utilizar outro sistema?”, no caso o Windows. Talvez por características e vantagens que o Linux possua, porém, nada é só vantagens ou só defeitos. Aventurar-se ao novo requer uma mudança de paradigmas, e isso não é para qualquer um.

Instalação do sistema 


Ao contrário do Windows e macOS o Linux não está presente pré-instalado no ato da compra de um hardware geralmente, claro que existem exceções, mas isso, querendo ou não, acaba dificultando parte do processo. “Obrigatoriamente” um novo usuário, ou terá que solicitar a instalação por meio de terceiros, ou fazer por conta própria. Essa já é uma primeira barreira, instalar uma distribuição “na cara e na coragem”. 

Vejo muitos usuários de Windows usarem isso como o “xeque-mate”, mas lembre-se que o mesmo ocorre com o Windows. A diferença é que qualquer “técnico de esquina” instala uma cópia pirata do sistema da Microsoft, enquanto, outros nem ao menos sabem o que é Ubuntu. Atualmente instalar uma distro como Ubuntu, Linux Mint, Deepin, etc; não é uma tarefa complicada, isso no modo automático. Lembrando que estamos falando de um novato, que não conhece nada de Linux. Procedimentos, como: criar pendrive bootável, desativar secure boot, verificar se está em modo UEFI ou Bios LEGACY, são coisas que exigirão pesquisas e alguns tutorias no Youtube.

Opções, muitas opções, qual sistema escolher?


Uma das características que mais gosto no Linux, é tido como defeito e qualidade: ter muitas opções. Isso possibilita utilizar a distribuição que mais se aproxime ao seu perfil ou confundir os novatos (“uma via de mão dupla”). Um usuário despercebido e que não “manje nada de Linux” pode até ficar confuso com tantas distribuições, todavia, uma se sobressai entre as outras. Claro, que não digo que ela é a melhor, simplesmente é a que quase todo novo usuário inicia. Estou falando do Ubuntu. Seja por sua vasta documentação, blogs, tutoriais, canais no Youtube e tudo mais. O Ubuntu aparecerá logo ao pesquisar por alguma solução para Linux, e provavelmente ele será o primeiro sistema em que os novos usuários ouvirão ou irão se aventurar. No entanto, é inegável que a quantidade assombrosa de sistemas Linux podem tornar a escolha bem difícil para alguns usuários.

Incompatibilidade com hardwares 


Nesses anos que utilizo Linux, não me recordo de ter passado por este problema, mesmo no início em que sempre estive preocupado com incompatibilidades, “nunca fui agraciado” com esse tipo de situação (sempre pesquiso bastante antes de adquirir algum hardware, isso pode contribuir). Talvez um device ou hardware muito datado, ou uma placa wifi muito específica, acabem tirando o sono de algumas pessoas ao tentar instalar uma distro. Diversos fóruns estão com tópicos do tipo: “minha placa wifi não funciona em distro tal”, “impressora y não funciona no Linux”, “não consigo jogar com o driver proprietário de placa x” e por aí vai…

Catálogo de programas indisponíveis para Linux


Outra barreira que acaba desestimulando o uso de Linux, são alguns softwares inexistentes na plataforma. Esse assunto é bem delicado, pois, a “culpa” não é do Linux em si (se é que existem culpados). Algumas empresas julgam sem necessidade um porte ou desenvolvimento de seus programas para outros sistemas. Um exemplo bem expressivo é a Adobe, com sua suite de criação. 

Quando o assunto é Adobe, logo aparecem usuários dizendo: “Você pode utilizar o Gimp” ou “Existe o Kdenlive, Blender, DaVinci Resolve”. Digamos que não é tão simples assim, e dependendo do caso, nem sempre o usuário pode migrar de programa.

Gamers e suas dificuldades no Linux 


Jogar no Linux não é “um bicho de 7 cabeças”. Houve uma tremenda evolução nestes últimos anos, e muitos títulos se fazem presentes no sistema do pinguim. Se há alguns anos era impossível jogar games, como: GTA V, The Witcher 3, Overwatch, Dota 2, Counter Strike entre outros. Atualmente não é mais assim, porém, mesmo com inúmeros games nativos, SteamPlay (que permite executar games do Windows no Linux), nem sempre a tarefa será das mais amigáveis. Alguns jogos não irão funcionar de primeira, sendo preciso alguns ajustes. Sites, como o ProtonDB e tutoriais ensinando alguns parâmetros, podem facilitar o processo, mas isso vai exigir algumas tentativas e erros. 

Para jogos que façam uso de Wine, Proton (SteamPlay), dependendo do hardware a performance pode ser prejudicada e visivelmente afetando a gameplay. Anteriormente abordei o caso de programas que não funcionam no Linux, e com jogos não é diferente. Dependendo do game em questão, a única solução será manter um dualboot, abandonar o jogo ou desistir do Linux (ao menos momentaneamente). O que mais me impressiona nesta história, é a capacidade do Linux rodar jogos do Windows de maneira que parece algo nativo. Obviamente que isso dependerá do seu hardware e do jogo. Um aspecto que atrapalha o funcionamento destes games no Linux são os anti-cheats, na qual já abordamos em outra postagem.

Tipos de pacotes, particularidades do sistema e nomenclaturas 


Talvez esse seja o ponto em que os novatos mais se atrapalham. O que é um Flatpak, Snap, AppImage, apt, dnf, tray, repositório, etc, etc, etc. São tantas novidades que ou das duas uma: “o cara fica doido e sai correndo” (😜😜😜) ou começa a refletir do porquê disso e começa a aprender. Para usuários que querem um Linux igual ao Windows, a jornada acaba aqui. Para quem entende que é algo novo e aceita a realidade, que “não sabemos de tudo”, a jornada apenas começou. Esse passo exige muita humildade, pois, é de nossa natureza, querer ser o melhor. Aceitar que novas situações, experiências, tecnologias nem sempre estarão em nossos plenos domínios, evita frustrações, nos condicionando para o aprendizado. Tudo isso irá depender do usuário, e não do novo sistema. Algo que quero salientar é: que usuário é diferente de administrador de sistema. Não é obrigado a aprender tecnicamente como as coisas funcionam, apenas tirar proveito da tecnologia e utilizar em seu dia-a-dia. Uma coisa que nem sempre acaba acontecendo, os usuários de Linux acabam criando um apreço e mesclando entre serem “usuários e administradores”. Gosto de chamar esse grupo de “usuário intermediário”, que é aquele cara que não chega a ser um administrador pleno, mas que sabe muito e por vezes administra sozinho seu sistema. Se você chegou a este ponto, dificilmente desistirá do Linux.

Comunidade áspera 


Por muito tempo a comunidade Linux recebeu este rótulo, uma comunidade ácida e que espantava os iniciantes e suas “perguntas burras”. O motivo da existência de vários blogs, sites e canais do Youtube, em parte, foi devido a essa conduta repugnante. Sendo sincero, felizmente nunca passei por uma situação humilhante em algum fórum ou grupo. O motivo? Não participava de nenhum, e sempre quando me permitia a navegar por essas águas, observava tais atrocidades. Sempre fui um lobo solitário, buscando resolver meus próprios problemas. Por conta disso, perdi oportunidades de conhecer pessoas que realmente se importavam com os outros. Sei que a acidez de algumas comunidades já afastaram muitos usuários, algumas pessoas não compreendem que começamos do início, por mais estranho que isso possa soar. Enfim, pessoas sensatas estão levantando grupos que realmente fazem a diferença, fóruns que não menosprezam os iniciantes e que na possibilidade de algum “sem noção” ofender alguém, logo ignoram esse indivíduo, e é claro que, isso não se restringe a grupos que falam sobre Linux ou Software Livre e Open Source, é possível ver comportamentos similares em qualquer grupo “rival”, sobretudo no mundo da tecnologia, Intel e AMD, Nvidia e AMD, Xbox e Play Station, Samsung e Apple, etc; etc.

Ideias radicais


Você já ouviu pessoas dizerem a palavra “Ruindows”? Algumas falam em tom de gozação e em círculos com amigos, assim como sempre brinco e falo “Linûx” ou “que Linux não tem jogos”. O problema que algumas realmente pensam assim. Na realidade não tiro o direito de pensarem nesse tipo de coisa, vejo como reprovável quando querem empurrar esse pensamento “goela abaixo”. Muitos usuários nem sequer experimentam Linux, por acreditar que seus usuários são assim. Esse tipo de comportamento também ocorre em outros usuários de sistemas distintos. Não é raro ver alguns usuários do Windows espalhando lorotas de que: “Não tem como ser gamer e usar Linux” ou “Linux é coisa de comunista/fascista”. Muita desinformação ronda a internet.

Minha singela conclusão


Linux é um ecossistema que proporciona muitas vantagens e facilidades de uso, entretanto, “nem tudo são flores”. Existem defeitos, dificuldades e uma provável obrigatoriedade na mudança de sua rotina ou algumas ideias e pensamentos. Longe de ser algo ruim, apenas diferente, não existe certo ou errado nisso. Caso o programa no qual você “ganha seu suado pão” não esteja presente, não é crime algum não migrar ou deixar de utilizar o Windows, por exemplo. Aquele jogo que você mais gosta não está no Linux, ou não existe a possibilidade de jogá-lo. Não há problema em não fazer um dualboot. Sim, existem nomenclaturas e conceitos um pouco confusos, mas é absolutamente comum sentir-se desorientado ao iniciar em algo novo. Aprenda o essencial, minha esposa, por exemplo utiliza Linux e não sabe o que é um Flatpak. Ela simplesmente abre a loja do Linux Mint e instala o que quer. Minha mãe nem sabe o que é Linux, Windows, ou seja lá o que for e usava Ubuntu (😂😂😂). Mesmo criança meu irmãozinho utilizava, agora adolescente passou a vasculhar e fazer coisas sem ao menos me pedir ajuda. Recentemente ele resolveu um problema de um jogo via SteamPlay, descobriu sozinho alguns comandos do winetricks que solucionaram o bug no game e fez algo que tentei por algumas semanas sem resultado.

Os motivos abordados neste post, são os que julgo serem os principais a desmotivarem o uso do Linux para novos usuários. Fique a vontade para expor suas ideias, claro, sendo complacente com a opinião alheia. Não ofenda ou empurre seu ponto de vista, isso só gera brigas e não uma verdadeira e saudável discussão.

Para quem precisa de uma comunidade “mente aberta”, considere participar de nosso fórum Diolinux Plus. Não importa se usa Windows, macOS, iOS, Android, Linux seja o que for. O intuito do Diolinux Plus é auxiliar os usuários e promover debates de ideias de alto nível, sem picuinhas ou brigas de ego.

Até o próximo post, que hoje o assunto rendeu (😁😁😁), compartilhe esta postagem, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Linux Mint revela melhorias no ambiente gráfico e novidades

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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Quem chega ao mundo Linux, muito provavelmente, se depara com a indicação do Linux Mint para começar a usar o pinguim (muito boa opção por sinal), assim não sentindo tanto a mudança de sistema e atenuando também a curva de aprendizagem. Para quem está habituado com o Mint, já virou tradição esperar os posts mensais com as novidades sobre o sistema.


Linux Mint revela melhorias no ambiente gráfico e novidades






A espera acabou e eis que o tão aguardado post “toma vida” e traz algumas coisas interessantes sobre o sistema.

No começo da nota, Clement Lefebvre (líder do projeto), agradece aos apoiadores e as doações que o projeto recebeu, também comenta com  empolgação sobre a próxima versão BETA do Linux Mint (provavelmente ele esteja falando do Mint 19.2), com as melhorias e recursos que estão sendo implementadas. Complementou que o ciclo de desenvolvimento foi “meio conturbado”, mas que agora está tudo bem.

Novidades vindo no Mint 


A primeira novidade anunciada, é a possibilidade de “pinar” (fixar) itens no Nemo (o gerenciador de arquivos do Mint). Esse novo recurso permite que você destaque pastas ou arquivos para que eles apareçam sempre no topo das listas, facilitando a sua organização. Isso realmente é muito útil para quem sempre tem vários arquivos ou pastas que precisa acessar constantemente, apesar de existirem formas diferentes de fazer isso, a função de "pinagem" parece ajudar.



Outra novidade que chega ao Nemo são as ações condicionais, esse recurso pode ser usado  quando você clica com o botão direito do mouse em um arquivo, onde é possível ver as ações disponíveis para ele, que até hoje eram genéricas. Com o Nemo 4.2, essas ações poderão conter scripts ou comandos externos, e assim dar condições específicas para o arquivo em questão. Um exemplo dado no post é: Se você tem um arquivo de vídeo em .mkv e tem 4GB, e está precisando dividir ele, basta clicar com o botão direito do mouse e clicar em “Dividir”. Como falaram, o “céu é o limite” para essa nova tecnologia que está chegando no Nemo 4.2.

Um recurso muito útil foi adicionado ao Menu do Cinnamon,  a diferenciação dos programas instalados no sistema. Por exemplo, se você instalar o Gedit, ele aparecerá como “Editor de Texto”, assim como o Xed. Na nova atualização, eles terão uma distinção, com o nome na frente.



Isso também vale para os programas instalados via Flatpak. Se um programa já veio por padrão nos repositórios e você instalou uma versão via Flatpak, este terá o nome "Flatpak" entre parênteses.

Como no exemplo do Glade.




Essas mudanças são realmente úteis, pois ajuda na hora de “bater o olho” e identificar os aplicativos.

Outra novidade foi na atualização da MintBox, parceria entre o Linux Mint e a Compulab. A nova versão é a MintBox 3, baseado no Airtop 3, vindo logicamente com o Linux Mint mais atual. São duas configurações “não definitivas”, mas que por hora são:

1. Configuração básica: Com um Core i5 (6 núcleos), 16 GB de RAM, 256 GB EVO 970, módulo Wi-Fi e FM-AT3 FACE.  US$1543 (na cotação atual do dólar, R$3,84, sai aproximadamente R$5.900,00 )

2. High end: Com Core i9, GTX 1660 Ti, 32 GB de RAM, 1 TB EVO 970, WiFi e Módulo FACE FM-AT3. US$2698 (na cotação atual do dólar, R$3,84, temos o valor de R$10.400,00 )

A questão da Canonical e os 32 bits


Os desenvolvedores apontam que a falta de desenvolvimento desse repositório por parte do Ubuntu faria com que o Linux Mint também fosse um sistema de 64 bits apenas em futuros lançamentos, mas mencionaram que pacotes como Wine e Steam são importantes para eles, sendo assim, eles estudariam as possibilidade de continuar a oferecer tais recursos, talvez até mesmo de forma semelhante ao Ubuntu.

Segundo a informação, “até 2020” é considerado um tempo bom o suficiente para pensar nessas questões e definir como será o futuro em relação a isso caso a Canonical decida realmente encerrar o suporte durante esse ciclo que, supostamente, por conta do tempo de suporte da LTS do Ubuntu, duraria até 2025.

Os desenvolvedores também comentaram sobre os pacotes Snap e o estudo para incorporá-los nativamente ao Linux Mint, apontando várias questões de ordem mercadológica que fazem eles preferirem inicialmente o formato Flatpak, você pode ler mais sobre isso no blog oficial do Linux Mint.

Ansioso para a nova versão do Linux Mint? Nós diga aí nos comentários o que espera dele.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Uma super seleção jogos para Linux nesta Steam Summer Sale

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domingo, 30 de junho de 2019

Como de costume, a Valve (dona da Steam) tem várias Sales (Saldões) ao longo do ano, e um deles é o Steam Summer Sale (Saldão de Verão), onde podemos encontrar jogos como GTA V, PUBG, Assassin’s Creed Odyssey, Devil May Cry 5, Resident Evil 2, Far Cry 5 e Final Fantasy XV por exemplo, com preços contendo descontos de até 80%. 



Uma super seleção jogos para Linux nesta Steam Summer Sale







Nós, da equipe do Diolinux, montamos uma lista de TOP 12 games que achamos interessantes e que poderiam estar na sua biblioteca de jogos da Steam, obviamente, todos compatíveis com Linux, seja via Proton ou não..Primeiro as indicações do Dio, os jogos são:



The Witcher: Wild Hunt é um RPG de mundo aberto de fantasia cheio de escolhas vitais. Em The Witcher, você joga como um caçador de monstros profissional, Geralt de Rívia, em busca da criança da profecia em um vasto mundo aberto, rico em cidades mercantis, ilhas piratas, passagens perigosas nas montanhas e cavernas esquecidas a serem exploradas.




A versão para PC do Grand Theft Auto V e Grand Theft Auto Online apresenta o Modo em Primeira Pessoa, que dá aos jogadores a chance de explorar o mundo incrivelmente detalhado de Los Santos e Blaine County de uma maneira completamente nova. Quando um malandro de rua, um ladrão de bancos aposentado e um psicopata aterrorizante se envolvem com alguns dos criminosos mais assustadores e loucos do submundo, o governo dos EUA e a indústria do entretenimento, eles devem realizar golpes ousados para sobreviver nessa cidade implacável onde não podem confiar em ninguém, nem mesmo um no outro.

ProtonDB : Gold



Em Sekiro: Shadows Die Twice, você é o "lobo de um braço só", um guerreiro desfigurado e caído em desgraça que foi resgatado do abismo da morte. Destinado a proteger um jovem senhor que descende de uma antiga linhagem, você se tornará alvo de muitos inimigos cruéis, incluindo o perigoso clã Ashina. Quando o jovem senhor é capturado, nada irá deter você em uma jornada arriscada para retomar sua honra - nem mesmo a própria morte.





Segue o conto sombrio da jovem Amicia e do seu irmãozinho Hugo, numa viagem pelos momentos mais negros da história. Perseguidos pelos soldados da Inquisição e rodeados por enxames de ratos imparáveis, Amicia e Hugo vão aprender a confiar um no outro. À medida que se debatem para sobreviver contra probabilidades esmagadoras, lutarão para encontrar sentido neste mundo brutal e impiedoso.


Uma bela lista e de respeito !!!


Agora é a lista do meu brother Henrique, do canal OSistemático, e essa é a lista dele:

1 - Bloodstained: Ritual of the Night (porte do jogo pode sair em breve)



Em Bloodstained: Ritual of the Night é a experiência de jogo COMPLETA, um RPG de ação side-scroller focado na exploração que contém todos os melhores recursos que você conheceu e ama do gênero Metroidvania em um único jogo repleto de conteúdo. Jogue como Miriam, uma órfã marcada pela maldição de um alquimista que lentamente cristaliza seu corpo. Para salvar a si mesma e, de fato, toda a humanidade, ela deve lutar por um castelo infestado de demônios convocado por Gebel, sua velha amiga cujo corpo e mente se tornaram mais cristal do que sua carne.

2 - Owlboy (Nativo no Linux)





Owlboy é um jogo de aventura plataforma em narrativa no qual você pode voar e explorar um mundo novinho nas nuvens! Pegue seus amigos e traga com você enquanto explora os céus abertos.  Supere os obstáculos e inimigos maiores em uma das aventuras mais detalhes dessa era.

3 - Hand of Fate (Nativo de Linux)



A composição de baralhos ganha vida em Hand of Fate.

Uma série de missões para jogar quantas vezes quiser — ganhe cartas, componha o seu baralho e tente derrotá-lo! Além dos treze portões, no fim do mundo, está o jogo da vida e da morte. Tire suas cartas, faça a sua mão e descubra o seu destino. Hand of Fate é um jogo que une jogos de RPG estilo ladino com composição de baralho, onde o jogador monta um baralho que será usado para estabelecer os níveis de masmorra nas aventuras que ele terá. Ao entrar em um combate, as cartas que o jogador juntou voam de sua mão, totalmente 3D, e assim o combate começa. Hand of Fate é um jogo que une jogos de RPG com composição de baralho, onde o jogador monta um baralho que será usado para estabelecer os níveis de masmorra nas aventuras que ele terá. Ao entrar em um combate, as cartas que o jogador juntou voam de sua mão, totalmente 3D, e assim o combate começa. Monte o seu baralho, entre no mundo de Hand of Fate e prepare-se para enfrentar o Ás de Caveiras

4 - Dust: An Elysian Tail (Nativo de Linux)




Mergulhe em um lindo mundo pintado à mão em busca de sua verdadeira identidade. Como o misterioso guerreiro, Dust, sua jornada repleta de ação o levará de clareiras pacíficas a montanhas nevadas e além. À sua disposição está a mítica Lâmina de Ahrah, capaz de transformar seu portador em uma força imparável da natureza, e o diminuto guardião da lâmina, Fidget. Combate dúzias de inimigos de uma só vez com um sistema de combate difícil de aprender e fácil de aprender, enfrente uma variedade de missões de aldeões amigáveis, descubra segredos antigos e atualizações poderosas escondidas por todo o mundo aberto e descoberto e descubra a história de uma antiga civilização à beira da extinção enquanto você luta para descobrir seu próprio passado.

Uma bela lista também, “diga-se de passagi” 😂😂

Agora a minha lista dos jogos que acho interessante nessa Sale, vamos a ela:



Mergulhe na experiência de estratégia premiada. A Microsoft Studios traz para você três jogos épicos do Age of Empires III em uma coleção monumental pela primeira vez. Comande poderosas potências européias buscando explorar novas terras no Novo Mundo; ou pular para o leste para a Ásia e determinar o resultado de suas lutas pelo poder.




A floresta de Nibel está morrendo. Após uma grande tempestade colocar em andamento uma série de eventos devastadores, Ori deve viajar em busca da coragem para confrontar um inimigo sombrio e salvar a floresta de Nibel. “Ori and the Blind Forest” conta a história de um jovem órfão destinado ao heroísmo, em um jogo de Ação em Plataformas com visual incrível criado pela Moon Studios. Apresentando artes pintadas à mão, personagens animados meticulosamente, uma trilha sonora totalmente orquestral e dezenas de novos recursos na Definitive Edition, “Ori and the Blind Forest” explora uma história profundamente emocional sobre amor e sacrifício e sobre a esperança que existe em todos nós. 

ProtonDB : Gold

3 - 7 Days to Die (nativo no Linux)




Ambientado em um mundo pós-apocalíptico brutalmente implacável, o 7 Days to Die é um jogo de mundo aberto que é uma combinação única de jogos de tiro em primeira pessoa, terror de sobrevivência, defesa de torre e RPG. Ele apresenta combate, criação, saques, mineração, exploração e crescimento de personagens, de uma forma que tem recebido uma resposta arrebatadora de fãs em todo o mundo. Jogue o RPG definitivo de sobrevivência de zumbis que veio primeiro. Navezgane aguarda!

4 - BATTLETECH (nativo de Linux)



O ano é 3025 e a galáxia está presa em um ciclo de guerra perpétua, travada por casas nobres com enormes veículos de combate mecanizados chamados BattleMechs. Assuma o comando de sua própria equipe mercenária de 'Mechs e os MechWarriors que os pilotam, lutando para se manter à tona enquanto você se vê envolvido em uma brutal guerra civil interestelar. Atualize sua base de operações, negocie contratos de mercenários com senhores feudais, conserte e mantenha seu estável e antigo BattleMechs e execute táticas de combate devastadoras para derrotar seus inimigos no campo de batalha.

E fechamos esse TOP 12 com jogos que vão te dar algumas boas horas de diversão.

“JoG0s n4o roD4m no Linûx”


Quando se fala jogos e Linux na mesma frase, precisamos fazer um belo “curso de retórica” para certos comentários aqui no blog e lá no canal. Tanto que a tirinha do pessoal do HQ NUUX expressou muito bem, aproveitem e confiram o trabalho deles que é show!


Brincadeiras a parte, qual seria a sua lista TOP 12 dessa Steam Sale Summer, diga aí nos comentários.

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Steam se pronuncia sobre o caso Ubuntu, e reforça apoio ao Linux

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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Com toda a polêmica provocada pela Canonical, com o fim do suporte aos pacotes de 32 bits (i386) e da possível perda de suporte a Steam, e ter voltado atrás na decisão, eis que, finalmente, a Valve se pronuncia via Pierre-Loup através do blog oficial da empresa.


 Steam se pronuncia sobre o caso Ubuntu, e reforça apoio ao Linux





Desde o anúncio da  intenção de finalizar o suporte dos pacotes de 32 bits até toda a repercussão que causou, a única manifestação da Valve (Steam), tinha sido através do perfil pessoal do desenvolvedor da Valve, Pierre-Loup, que até então não “refletia” muito o posicionamento da empresa. Mas agora é de forma oficial.

No comunicado, agora oficinal, o próprio Pierre-Loup, menciona as notícias e discussões em torno do tema “Fim do suporte a pacotes de 32 bits” no Ubuntu, linkando o comunicado feito pela Canonical em seu Discourse. Falou também que após esse comunicado, eles (sim ele se colocou como um porta voz da Steam no caso), estariam oficialmente não recomendando o Ubuntu 19.10 e versões posteriores para os usuários. O que é importante frisar aqui é que eles também não estariam “desrecomendando” o Ubuntu, seria mais uma questão de não apoiar claramente um único sistema, como foi feito antigamente, colocando um link para download do Ubuntu na página da Steam Linux inclusive, abrindo margem para trabalhar de forma mais próxima com outras comunidades Linux, incluindo a própria Canonical e o Ubuntu.

O desenvolvedor da Valve comenta sobre o suporte para às bibliotecas de 32 bits ser essencial e necessária,  não somente para a execução do app da Steam, mas principalmente por serem necessárias para vários jogos que estão na Steam e que somente estão disponíveis em 32 bits, ou seja, elas são importantes para manter os clientes da Valve com produtos que funcionem em suas compras. Pierre-Loup também comentou a decisão da Canonical de voltar atrás e até a versão 20.04 LTS esses pacotes estariam disponíveis, o que daria muito mais tempo do que alguns poucos meses até Outubro, que é quando o 19.10 sairá. Segundo Pierre, eles não ficaram “animados” com esse cenário, mas que essa atitude foi bem-vinda.

A Canonical tratou de tranquilizar as pessoas afirmando que trabalhará com a comunidade para incluir as libs necessárias para que tudo funcione, tanto na versão 19.10, quando na 20.04 LTS, de fato, nada foi falado até então em relação ao que bem depois, mas tudo é “conversável” sem sombra de dúvidas. No fundo a Steam sabe, que não só no Linux, mas no Windows também, as bibliotecas e componentes de 32 bits estão em contagem regressiva e é preciso criar tecnologias que permitam que clientes da Steam de 10 anos daqui em diante  possam instalar os games de hoje, da mesma forma que os clientes de hoje possam rodar os games que compraram a 10 anos atrás.

Esse é o tipo de desafio que nenhuma outra empresa de games enfrentou até agora, a Valve é pioneira em proporções em muitos sentidos nesse mercado, não existem modelos a serem seguidos, mas muito provavelmente qualquer que seja a tecnologia adotada no futuro, outras empresas vão se basear na própria Valve muito provavelmente.

É como se não tivesse acontecido?


No fim das contas parece que se você tivesse fechado os olhos e ouvidos para esse assunto nas últimas duas semanas e simplesmente seguisse com a sua vida, nada realmente teria mudado e, de fato, a programação segue a mesma. Ubuntu 19.10 vem aí e a Steam está com ele, assim como era de se esperar. Apesar disso, talvez esse tenha sido um indicativo para a Valve que talvez deva pensar em formas mais universais de manter o cliente Steam, assim como pensar em tecnologias que possam substituir essa necessidade de tecnologia legada, afinal, pode não ser agora, pode não ser daqui a alguns anos, mas o momento da arquitetura 32 bits se aposentar completamente é iminente. 

No final do comunicado, ele dedicou dois parágrafos sobre suporte ao Linux e o compromisso da Valve com ele. São eles:

“O cenário do Linux mudou drasticamente desde que lançamos a versão inicial do Steam para ele e, como tal, estamos repensando como queremos abordar o suporte à distribuição daqui para frente. Existem várias distribuições no mercado hoje que oferecem uma ótima experiência em jogos de desktop, como Arch Linux, Manjaro, Pop! _OS, Fedora e muitos outros. Trabalharemos mais de perto com muitos outros mantenedores de distribuição no futuro. Se você está trabalhando em tal distribuição e não sente que seu projeto tem uma linha direta de contato conosco, por todos os meios, se comunique diretamente com um representante.

Dito isto, não temos nada específico para anunciar neste momento sobre quais distribuições serão suportadas no futuro; espere mais notícias sobre isso nos próximos meses. Continuamos comprometidos em apoiar o Linux como uma plataforma de jogos, e continuamos a impulsionar numerosos esforços de desenvolvimento em recursos e drivers que esperamos ajudar em melhorar a experiência em jogos no desktop em todas as distribuições; falaremos mais sobre alguns exemplos disso em breve.”

Me parece claramente um recado bem dado da Valve para a Canonical, deixando claro que não gostou nada da atitude e que vai procurar apoiar outras distribuições também, assim não ficando “refém” da Canonical (Ubuntu), como ela não queria ficar da Microsoft (Windows).

Provavelmente o maior erro da Canonical não foi sugerir o encerramento dos 32 bits, até porque todos esperam que isso aconteça em algum momento, o maior problema foi chegar com essa “decisão em forma de comunicado” e não em forma de consulta, para avaliar o quanto as pessoas precisam de tais recursos, em outras palavras, faltou medir o impacto da decisão. Em conversar particulares com Will Cooke, líder da sessão de desktop da Canonical, fica claro o quanto ele entende a questão de que “nossas decisões afetam milhões de pessoas e por isso temos que pensar bem sobre cada questão”, o que não pareceu na época do anúncio, mas acabou se confirmando com a admissão do problema e a “volta ao normal”.

Será que o Ubuntu está precisando de um concorrente forte? Tenho certeza de que mal não faria.
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Espero você até a próxima, um forte abraço.

Artigo co-escrito por Ricardo e Dionatan

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FINALMENTE !!! Atari VCS já está disponível para pré-encomenda

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quarta-feira, 12 de junho de 2019

Para aqueles que pensavam que o Atari VCS estava “morto” ou “esquecido”, eis que a Atari Interactive, anuncia a pré-venda do seu produto em seu site, no Walmart e na GameShop.


FINALMENTE !!! Atari VCS já está disponível para pré-encomenda





Depois de muitas indas e vindas, de criação de um financiamento coletivo no IndieGOGO, e muita especulação, o aparelho da Atari vai ganhar a luz do dia. Vão ser três versões diferentes, além da venda dos controles. Todas as versões do ATARI VCS conta com APU e GPU da AMD.

Começando pela versão básica, chamada de ATARI VCS 400 SYSTEM, conta com uma APU AMD Raven Ridge 2, GPU Vega integrada, 4GB DDR4 de memória ram, 32GB de armazenamento (eMMC) e podendo ser expandido via USB, sistema operacional Atari OS (Linux), mas sendo compatível com outras versões de Linux e também sendo compatível com SteamOS, ChromeOS, Windows e  sem controle (tanto o clássico quanto o “moderno”). Essa versão custará US$249.

A segunda versão é o ATARI VCS 800 SYSTEM, vem equipado também com APU AMD Raven Ridge 2, GPU Vega integrada, 8GB DDR4 de memória ram, 32GB de armazenamento (eMMC) e podendo ser expandido via USB, sistema operacional Atari OS (Linux), mas sendo compatível com outras versões de Linux e também sendo compatível com SteamOS, ChromeOS, Windows e sem controle (tanto o clássico quanto o “moderno”). Essa versão custará US$279.

Já a terceira opção, é o ATARI VCS 800 SYSTEM com tudo incluso, com dois controles, custará US$389. Já os controles, tanto o clássico quanto o moderno, serão vendidos por US$49 e US$59 respectivamente. Se quiser comprar a versão completa, basta acessar o GameShop ou o Walmart

Para maiores informações, basta acessar o site da ATARI.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Google anuncia valores do Stadia, será que você vai poder usar o serviço em breve?

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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Há três meses, o Google revelou o nome oficial do seu projeto chamado de “Project Stream”, agora com o batismo de “Google Stadia”, nos moldes de streaming, como o Netflix e Spotify. A cobertura da revelação do nome e tudo mais, você pode conferir neste post do blog.

Google anuncia valores do Stadia, será que você vai poder usar o serviço em breve?






No primeiro Stadia Connect, evento para falar sobre o produto, a Google finalmente revelou detalhes sobre o serviço, como velocidade da conexão, jogos suportados, preços e data de lançamento oficial do serviço.

A primeira coisa revelada foi de qual velocidade de internet você precisará. Para ter uma transmissão de 720p a 60fps e som Estéreo, será necessária uma conexão de 10Mbps (com 1Mbps de upload). Já para uma transmissão em 4k a 60fps e 5.1 Surround, uma conexão de 35Mbps se faz necessária.



A segunda coisa importante revelada, foram os preços e países que irão receber o serviço primeiro. E sim, o Brasil está fora desta primeira rodada, infelizmente. Os países são: Bélgica, Finlândia, Canadá, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Existem também variações nos preços, separados por “perfis’, sendo a “Google Stadia Founder’s Edition “, “Google Stadia Pro” e o “Google Stadia Base”.

Na versão “Google Stadia Founder’s Edition”, quem adquirir vai desembolsar US$129, com direito a um controle Stadia na cor Light Blue, Chromecast Ultra, Três meses do Stadia Pro, ter preferência na escolha de um nome dentro da plataforma e o jogo Destiny 2 completo (base+expansões).

Já a versão “Google Stadia Pro”, você pagaria uma mensalidade de US$9,99 e teria acesso a alguns games grátis por mês, mas ainda teria que comprar jogos dentro da plataforma. O Google ainda comentou que pretende expandir a base de jogos grátis nesta modalidade. Aqui você poderá jogar em 4k, 60fps, HDR e som surround 5.1.

Também há planos de lançar uma versão gratuita do Stadia, denominada de “Google Stadia Base”, onde você só teria acesso à plataforma,  tendo que comprar os jogos separadamente, semelhante ao que acontece com a Steam, mas claro, em nuvem A jogatina rolaria em FullHD, 1080p, 60fps e som estéreo. Essa versão tem previsão para 2020.




Bandai Namco: Dragon Ball Xenoverse 2 ;
Bethesda: Doom Eternal+, Doom (2016), Rage 2, The Elder Scrolls Online, Wolfenstein: Youngblood+ ;
Bungie: Destiny 2 ;
Capcom*
Coatsink: Get Packed+ ;
Codemasters: GRID ;
Deep Silver: Metro Exodus ;
Drool: Thumper ;
Electronic Arts*
Giants Software: Farming Simulator 19 ;
Larian Studios: Baldur’s Gate III+ ;
nWay Games: Power Rangers: Battle for the Grid ;
Rockstar*
Sega: Football Manager ;
SNK: Samurai Shodown+ ;
Square Enix: Final Fantasy XV, Tomb Raider Definitive Edition, Rise of the Tomb Raider, Shadow of the Tomb Raider ;
2K: NBA 2K, Borderlands 3+ ;
Tequila Works: Gylt+ ;
Warner Bros: Mortal Kombat 11 ;
THQ: Darksiders: Genesis+ ;
Ubisoft: Assassin’s Creed Odyssey, Just Dance, Tom Clancy’s Ghost Recon Breakpoint+, Tom Clancy’s The Division 2, Trials Rising, The Crew 2 ;

Mais títulos serão anunciados na E3 deste ano (2019). O Google Stadia tem previsão de lançamento oficial em Novembro deste ano. Para acompanhar mais novidades, siga o Twitter oficial do Stadia.

                 

Vale lembrar que o Google Stadia é construído na plataforma Linux + Vulkan + AMD. Isso pode, em algum momento, cedo ou tarde, facilitar a portabilidade de grandes jogos Triple A para Linux e porque não, trazer outras empresas que não sejam do mundo dos jogos, mas isso é a minha humilde opinião (e porque não previsão?? emoji de risada). Não obstante, a própria existência do Stadia, como plataforma agnóstica de sistema operacional, por rodar através do Google Chrome, traria também vários games para Linux.

Não tão distante de você


Tudo bem, o Stadia ainda vai demorar um pouco para chegar ao Brasil, e em termos de “contras”, o maior fator apontado é a latência, que de fato, pode ser um problema, especialmente nos games multiplayers online.

Tanto o preço inicial do Stadia (ainda sem o valor para o Brasil), quando os requisitos de internet para rodar os jogos são muito acessíveis para a maior parte das pessoas aqui no Brasil, é um serviço que, se funcionar como deve, se torna muito mais barato do que comprar consoles ou fazer upgrades constantes do hardware do seu computador para comportar os novos lançamentos. 

O futuro nos dirá o quanto essa premissa funcionará efetivamente, mas não há como negar que, da forma com que a Google apresenta, o Stadia parece ser um bom serviço.

Nós diga aí nos comentários o que achou dessa primeira leva do Stadia e o que você espera do serviço. 

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Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

A Valve, empresa por detrás da Steam, lançou uma nova versão Beta do seu app, com algumas novidades e correções pontuais na versão para Linux

Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux






A primeira novidade, foi a mudança do IN-Home Streaming para o Steam Remote Play ou somente Remote Play. Esse recurso possibilita a transmissão dos seus jogos entre os apps da Steam, desde que haja uma boa conexão de internet para isso. Os dispositivos que estiverem utilizando o Steam Link, como por exemplo os celulares, vão aparecer nessa nova aba reformulada, assim podendo gerenciar eles.

Já a segunda novidade tem haver com o Vulkan. A Valve refez o sistema de shader, agora habilitando o download e a pré-compilação de toda a coleção do Vulkan pipelines para um determinado jogo. Como resultado, os downloads de dados do shader agora serão exibidos no gerenciador de downloads do Steam. 



A pré-compilação será ativada em uma futura versão beta. Isso sendo ativado por completo nos próximos betas, poderemos ter uma fluidez melhor tanto nos jogos nativos quanto nos jogos que rodam via SteamPlay.



Já as correções para Linux foram:

- Corrigida uma falha aleatória no cliente Steam ao lançar jogos;
- Corrigido um erro em que ao copiar/mover arquivos maiores que 2 GB, retornavam um erro de E/S;
- Melhorou a capacidade de resposta do cliente às mudanças de rede;
-Correções "Risk of Rain" e outros títulos de GameMaker;
-Adicionado suporte para remover versões antigas do Proton, assim deixando somente às versões mais recentes;

Para ver o post completo, basta acessar ele aqui.

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Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Uma das coisas que impedem uma certa migração em “massa” para o Linux, é a questão dos jogos. Jogos populares como Fortnite, PUGB, Raibow Six entre outros ainda não funcionam por causa dos anti-cheats, como o EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye.



Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux





O assunto “Jogos + Linux” sempre rendeu intermináveis debates, mas depois do surgimento do projeto PROTON da Valve, onde abriu a possibilidade de jogar games desenvolvidos só para Windows no Linux, por exemplo alguns games como o OverWatch (que fazemos lives lá na Twitch), League of Legends (LOL), World of Warcraf (WoW), Warframe, The Witcher 3, GTA V, Sekiro: Shadows Die Twice e entre outros. 

Isso só foi possível graças ao pessoal do  DXVK, do Wine, da CodeWeaver, do Vulkan (Khronos) e da Valve também, que viu a possibilidade de uma nova tecnologia para os jogos da sua vasta biblioteca ( mais ou menos 30 mil títulos).

Mesmo com todos esses esforços, ainda tinha algumas coisas a serem resolvidas, como os jogos onlines e os seus anticheats.

Os mais populares jogos online, usam os anticheats EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye, o que barra alguns jogos não-nativos, como os já mencionados Fortnite, PUGB, Raibow Six (R6), que “olham” o Wine/Proton como um meio de trapaça. Tanto que no começo do DXVK, Proton e afins, alguns jogos até chegaram a funcionar, mas depois de alguns updates, estão até hoje bloqueados.

Mas isso pode mudar..


No começo do ano, mais precisamente em Fevereiro, o pessoal do GaminOnLinux tentou contato com o pessoal do EAC, sobre a possível parceria com a Valve para trazer o anticheat para o SteamPlay. Eles não tiveram sucesso na resposta, como podem ver no artigo deles, mas um usuário do Reddit fez uma pergunta muito parecida e obteve a seguinte resposta:


“Agradecemos o seu contato!

Enquanto ao Easy Anti-Cheat, ele já suporta jos ogos nativos do Linux, infelizmente ainda não é compatível com o Steam Play. Estamos atualmente trabalhando com a Valve para trazer o suporte para o Steam Play também. No entanto, neste momento não podemos prometer uma data de lançamento.

Nossas desculpas pelo inconveniente. Apesar dos problemas, espero que você tenha um ótimo dia!”

Só isso já seria uma notícia muito boa, tendo em vista que um dos anticheats mais usado no mercado, já se “move” para a compatibilização com o SteamPlay/Wine/Proton.

Ainda teve meio que uma “confirmação” disso, quando no meio da polêmica se o EAC ia parar de funcionar ou não no Linux, um usuário do Twitter perguntou para a conta da Epic Games pq não tinha uma compatibilidade do EAC para o Wine. Então eis que a conta da própria EAC (que foi comprada pela Epic Games) respondeu.

“WINE/EAC a compatibilidade atualmente está em um estado beta, com vários jogos cuja a ajuda apreciamos, mas é necessário um trabalho significativamente maior para chegar a um nível adequadamente estável para todos.” 

Então podem esperar muito em breve, jogos como Fortnite rodando no Linux através do Wine por exemplo.

Outra empresa que trabalha com sistemas anticheats, a BattlEye, deu uma boa notícia também. O pessoal do GamingOnLinux  novamente entrou em contato com a BattlEye, perguntando se ainda mantinham o posicionamento de darem suporte somente a jogos nativos de Linux. E para a surpresa de todos, eles estão mudando de “pensamento”, e a resposta ao GamingOnLinux foi a seguinte:




“Atualmente nós não temos oficialmente suporte ao Wine, mas estamos trabalhando com a Valve para adicionar suporte ao Proton (SteamPlay) na Steam."

Se isso realmente acontecer galera, veremos novos tempos acontecendo para os “lados do Pinguim”. Pois jogos do momento e que são “febre” poderão rodar no Linux e assim atrair mais usuários para a plataforma e consequentemente aumentando a relevância dela frente às empresas.

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