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Epic Games Store agora roda no Lutris, e projeto ganha convite do Tim Sweeney

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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Quando falamos em jogos e Linux na mesma frase, isso causa um certo “rebu” nos comentários onde quer que seja, pode ser em redes sociais, blogs, sites e até no “boteco da esquina do Seu Linus”, mas parece que as coisas estão mudando e a famigerada frase “Linux não tem jogos” está cada vez mais com os “dias contados”. A próxima a ajudar isso pode ser a Epic Games.


Epic Games Store agora roda no Lutris, e projeto ganha convite do Tim Sweeney






Quando ela lançou a sua loja para vendas de jogos, fizemos um artigo abordando de forma mais completa e você pode conferir aqui, de forma resumida podemos pegar a declaração feita na época, que foi:

“Em breve lançaremos a Epic Games Store e vamos começar uma longa jornada para avançar na causa de todos os desenvolvedores. A loja será lançada com um conjunto de jogos, com uma curadoria manual para PC e Mac, depois será aberta de forma mais ampla para outros jogos e para o Android e outras plataformas abertas ao longo de 2019.”

Falando em plataformas abertas de jogos, o pessoal do Lutris estava desenvolvendo um script para a instalação da Epic Games Store, mas desde o lançamento da loja, o mesmo não funcionava de forma correta e assim ocasionando o famoso “pisca-pisca”, com,glitches na interface, quase impossibilitando a utilização, mas parece que isso terminou, ao menos por hora.

Em um anúncio do seu Twitter, o pessoal do Lutris anunciou que agora a loja da Epic Games estava funcionando sem mais esse “pisca-pisca” e que todos poderiam rodar os jogos de lá, tirando óbvio o Fortnite por causa do Easy Anti-Cheat que barra o Wine/Proton.

No tweet em questão, eles marcaram o “manda-chuva” da Epic GamesTim Sweeney, que já declarou algumas vezes que apoia o projeto Open Source, e para surpresa de muitos, ele respondeu ao tweet com um “Great work!” e logo em seguida, para mais surpresa ainda, ele recomenda que o pessoal do Lutris entre para o programa Epic MegaGrants, que de forma bem resumida, é um financiamento da Epic Games para projetos que utilizam a Unreal Engine 4 ou ferramentas de código aberto que aprimoram os recursos do mesmo para beneficiar a comunidade de gráficos 3D e jogos. 

A tread do Tweet você pode conferir abaixo:

Para muitos pode passar despercebido ou até mesmo nem ser muito importante, mas esse comentário vindo do “manda-chuva” da Epic pode sinalizar que eles estão de olho no “Mundo do Pinguim” e que em breve podem virem para ele, como aconteceu com a Stem em 2013 lançando o seu cliente para Linux. Então, para mim, é bem animador esse tipo de coisa e porque não pensar no Fortnite rodando no Linux nativamente em breve?

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso  fórum

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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DXVK 1.0.3 é lançado enquanto o DXVK 1.1 recebe correções

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terça-feira, 16 de abril de 2019

DXVK é uma ferramenta fantástica que chegou ao mundo Linux, mais precisamente para o mundo dos games, onde possibilitou a “jogatina”  de alguns “milhares” de jogos que antes não poderiam ser executados, somente com o WINE. Agora conta com mais melhorias implementadas nesta versão.


 DXVK 1.0.3 é lançado enquanto o DXVK 1.1 recebe correções





Com o crescimento da compatibilidade de mais e mais jogos, a evolução do DXVK também vem crescendo e surpreendendo. Quem poderia imaginar que até o ano passado (2018), o projeto era somente um “hobby” e que poderia ajudar na “migração” de jogos para Linux em um “piscar de olhos”, realmente incrível.

Para essa versão, a 1.0.3, foram acrescentadas as seguintes melhorias e correções:

- DLLs do DXVK agora incluem informações sobre a versão, que alguns jogos podem usar;

- Corrigido o problema em que os shaders de geometria de hashing com metadados de saída de fluxo retornavam resultados indefinidos. Isso pode levar a que os arquivos de cache de estado cresçam indefinidamente;

- Corrigido o problema em que dados indefinidos seriam passados ​​para o driver para constantes de especialização não utilizadas durante a compilação de pipelines. Isso pode ter causado falhas inesperadas no cache do shader;

- Surface loss agora tem uma manipulação bem mais harmoniosa;
- Game Anno 1800 : Corrigido grave problema de desempenho, habilitado com a opção d3d11.allowMapFlagNoWait;

- Games como Dark Souls Remastered e Grim Dawn : Adicionado uma solução alternativa para corrigir problemas de renderização em GPUs da Nvidia;

- Star Citizen : Corregido o shader de geometría inválida, causando o travamento da GPU e falhas no driver;

Mas, e o DXVK 1.1…?


Então, ele foi até lançado mas depois foram relatados vários bugs e travamentos, que o desenvolvedor principal, Philip Rebohle, resolveu tirar ele do ar para arrumar essas pendências e soltar a seguinte nota junto com a versão 1.0.3:

“O lançamento foi levado de volta porque estava causando crashes nos jogos e a GPU travando para alguns usuários. Se você tiver um ambiente de compilação configurado, teste a última ramificação master com o maior número de jogos possível para ajudar a encontrar e solucionar problemas encontrados.”

Se você quiser baixar diretamente o DXVK e implementar manualmente ele ou conferir mais a fundo o código fonte dele, basta acessar seu GitHub oficial.

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Wine 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Na última Sexta-feira (12), o pessoal do WineHQ lançou a versão de desenvolvimento 4.6 do WINE, trazendo algumas melhorias no código, correções de bugs e updates pontuais. Isso para facilitar mais ainda a vida de quem precisa rodar algum programa ou jogo que não tem versão nativa para Linux.



 WINE 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs





O WINE é muito importante no mundo Linux, pois através dele podemos rodar uma gama de programas e jogos que não tem uma versão nativa para o Pinguim, assim podendo esses serem desfrutados pelos usuários de Linux.

E nesta nova versão de desenvolvimento do WINE, vieram algumas implementações bem interessantes, como:

  - Início de um backend do Vulkan para o WineD3D;
  - Suporte para carregar bibliotecas Mono a partir de um local compartilhado;
  - Libwine.dll não é mais necessário ao usar DLLs do Wine no Windows;
  - Suporte a estruturas complexas no marshaller typelib;
  - Captura de vídeo portada para Video4Linux versão 2;
  - Versão inicial da DLL do mecanismo de depuração.

Além de trazer correções para os jogos como Warframe (via Steam), Mass Effect 1 , The Sims e entre outros. E o ponto mais “curioso”, foi o Battleye aparecer na lista de “correções” do WINE, com a seguinte linha:

Battleye's BEDaisy.sys requires correct KeGetCurrentThread implementation

Mas, nada referente com o funcionamento do Battleye do Windows no Wine, o que possibilitaria jogos como RainbowSix, PUBG e Fortnite por exemplo. E como a empresa falou ao pessoal do GamingOnLinux, “Que só podem suportar o Linux se o jogo tiver uma versão nativa do sistema.”, parece que o pessoal do WINE terá de criar suas próprias soluções.

Mas é um bom sinal ver o pessoal do WINE, CodeWeavers e da Valve tentarem fazer com que o Battleye funcione, visto que a Valve negocia com a EAC, para que ela possa trazer a compatibilidade do anticheat dela para o Protron.

Se você quiser conferir todas as correções de bugs e melhorias nesta versão do WINE, pode conferir neste link.

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Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 terá suporte para Linux, segundo SteamDB

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sexta-feira, 29 de março de 2019

Recentemente a Paradox Interactive anunciou a sequência do seu famoso RPG, o Vampire: The Masquerade – Bloodlines que foi lançado em 2004 e fez um sucesso estrondoso na época. O jogo utilizou a mesma engine do Half-Life 2, a Source Engine, que é desenvolvida até hoje pela Valve mas agora sendo a Source Engine 2. Esse primeiro jogo foi feito pela extinta Troika Games e distribuído pela Activision. Você ainda pode comprar ele via Steam. E a sua classificação no ProtonDB está entre Gold e Platinum.


 Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 terá suporte para Linux, segundo SteamDB






A sequência traz o seguinte enredo para o jogo:

“Gerado em um ato de terrorismo vampírico, sua existência alimenta a guerra pelo domínio do comércio de sangue de Seattle. Entre em alianças desconfortáveis com criaturas que controlam a cidade e desmascare a conspiração que mergulhou Seattle em uma sangrenta guerra civil entre facções poderosas de vampiros.
Torne-se um Vampiro Supremo
Mergulhe no Mundo das Trevas e viva sua fantasia vampírica em uma cidade repleta de personagens intrigantes que reagem às suas escolhas. Você e suas disciplinas singulares são uma arma em nosso sistema de combate progressivo, rápido e focado no corpo a corpo. Seu poder crescerá à medida que você avança, mas lembre-se de respeitar a Máscara e proteger sua humanidade... ou encare as consequências.”

E conforme informações do SteamDB (atualizado em 27 deste mês, Março), e também pelo ProtonDB, o jogo vai ter uma versão nativa para Linux, além de ter uma versão para MacOs e Windows. Conforme podemos ver na imagem abaixo.




E no ProtonDB também…




As configurações mínimas e recomendadas ainda não foram disponibilizadas nem pela Hardsuit Labs nem pela Paradox Interactive. O pessoal do site linuxgameconsortium, entrou em contato com as empresas para confirmar o suporte para Linux, mas até o fechamento desta edição não tiveram respostas. 

O game ainda está em pré-venda e por hora só constando para Windows, tudo normal até aí. Ele está custando na média de US$60 ou R$110 na cotação atual. Ele também está previsto para ser lançado em 31 de Março de 2020. Você pode pedir ele via Steam.

              


Agora é esperar e ver se no dia do lançamento, o game vai abranger as 3 plataformas (Linux, MacOs e Windows), além dos consoles, ou se vai ter algum atraso de lançamento em relação ao Windows. Mas isso já é um passo importante para os linux gamers, que já vão ter um grande jogo no lançamento.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Continue a discussão sobre o Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 no nosso fórum

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Dirt Rally 4 vai ser portado para Linux pela Feral Interactive

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quarta-feira, 27 de março de 2019

O game de rally feito pela Codemasters, o Dirty 4, será portado oficialmente pela competente Feral Interactive, que já fez o porte de alguns games de sucesso, como F1 2017, HITMAN -Game of the year , Rise of the Tomb Raider™: 20 Year Celebration, Mad Max e Deus Ex: Mankind Divided™ como exemplos.


 Dirt Rally 4 vai ser portado para Linux pela Feral Interactive










No anúncio, eles deram detalhes de quais requisitos serão necessários para rodar o game. E como já era esperado, vai ser usado a API gráfica Vulkan. Os requisitos mínimos para rodar o game são: 

⏺ SO: Ubuntu 18.04
⏺ Processador: Intel® Core™ i3-3225 3.3ghz
⏺ GPU: Nvidia 680 2GB, AMD R9 285 2GB (GCN 3ª geração e superior) ou superior
⏺ Memória RAM: 4 GB de RAM
⏺ Armazenamento: 39GB

Também foi mencionado que a distro Linux suportada de forma oficial será o Ubuntu, já quem preferir usar outra distro, provavelmente vá funcionar mas que não são apoiadas pela Feral. 

Já em relação aos drivers de vídeo, eles aconselham a usar para NVIDIA a versão 418.43 e para AMD vai precisar utilizar o Mesa Driver 18.3.4 ou superior. Temos artigos explicando como instalar os drivers mais recentes para NVIDIA e AMD (é só clicar nos nomes deles [emoji]). 

O jogo está programado para ser lançado nesta Quinta-Feira (28). Para comprar, você pode ir direto na Loja da Feral, na Humble Store e na Steam.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Continue a discussão sobre o Jogo lá no nosso fórum

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Gamehub, una várias plataformas em uma única biblioteca!

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segunda-feira, 11 de março de 2019

Os “gamers Linux” já estão familiarizados com as plataformas de jogos como Steam, itch.io e softwares que possibilitam a jogatina de games não nativos, a exemplos o PlayOnLinux e o Lutris, sem falar dos inúmeros emuladores. Pois bem, a aplicação GameHub tem uma proposta semelhante a do famoso Lutris, agregar seus diferentes jogos em um só lugar.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu

Desenvolvido em GTK 3 e Vala, o GameHub pretende organizar a sua biblioteca de jogos, deixando todos (ou maior parte) em um único programa, como dito acima, o software lembra bastante o Lutris, com ele você poderá agregar games de diversas plataformas como: Steam, GoG, Humblebundle, emuladores pelo Retroarch e jogos via Wine e Proton.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu

Opções de instalação do GameHub em seu sistema


Existem diversas maneiras de se obter o programa, tanto via deb, Snap, Flatpak e AppImage. Em meus testes particulares o arquivo baixado em “.deb” não se saiu muito bem, ocorrendo inúmeros erros, na qual alguns pesquisei e achei a solução e outros nem cheguei a procurar, pois pensei “Não vou indicar algo que dê tanto problema assim”, então descartei essa opção. 

Outro que não obtive sucesso foi sua versão em AppImage, que apresentou os mesmos problemas do “.deb”, já os com formatos Snap e Flatpak, não tive tantos bugs.

Tenha em mente que o GameHub é um software em desenvolvimento, e bugs são esperados..

Então fique a vontade para testar a versão em DEB, na página do Github da aplicação, existe todo passo a passo para instalar o PPA, outra possibilidade é baixar o AppImage, DEB ou Flatpak, porém focarei no Snap e Flatpak. E qual o melhor formato? Essa dúvida cruel respondemos em outro post, confira.

Instalando o GameHub via Snap


Caso não tenha o Snap configurado em sua distro, aprenda como proceder neste post que fizemos com todo carinho, se está utilizando o Ubuntu 18.04 em diante, o mesmo já vem habilitado.

Você pode instalar o GameHub via terminal com o comando:

sudo snap install gamehub-fenriswolf --edge

Removendo o GameHub via terminal:

sudo snap remove gamehub-fenriswolf

Se preferir fazer via interface, abra a loja do Ubuntu, pesquise por “gamehub-fenriswolf” e instale o software.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu-snap-loja

Por ser um software em desenvolvimento erros podem ocorrer, por exemplo quando testei o mesmo alguns meses atrás, sua versão em snap não exibia o ícone no menu do sistema, e ao executá-lo via terminal, o app não iniciava.

Instalando o GameHub via Flatpak



Assim coma a opção em Snap, o GameHub em Flatpak pode ser instalado tanto via terminal ou pela loja, a escolha fica ao seu cargo.

Primeiro temos que baixar o arquivo “.flatpak”, porém tem uma ressalva, sempre verifique a versão e nome do arquivo, e adapte o comando. 

Por exemplo, a versão que efetuei os testes era a “0.13.1-31.dev” de nome “GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak”, logo supondo que existe uma nova versão do app, você acrescentaria tais informações no comando depois de “wget https://github.com/tkashkin/GameHub/releases/download/”.

wget https://github.com/tkashkin/GameHub/releases/download/0.13.1-31-dev/GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak

O download será feito no diretório que você abrir o terminal, por default é na sua home.

Agora instale o programa (substitua pelo nome do pacote que você baixou):

flatpak install GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak

Se desejar remover a aplicação:

flatpak remove com.github.tkashkin.gamehub/x86_64/master 

Para instalar o GameHub, através da loja, baixe o programa por este link (as outras versões em DEB e AppImage, também encontra-se no link).

Dê dois cliques sobre o flatpak e instale via loja, se por algum motivo não consiga desta maneira, tente com o comando anterior.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu

Seus jogos num único lugar!


Alternativas são sempre bem vindas, contudo no tempo que testei o GameHub, notei que nem sempre seu modo de configurar é tão intuitivo como no Lutris, a seção de emuladores é confusa, a usabilidade deve ser lapidada e sua proposta de unificar as plataformas não é empregada da melhor forma, erros ao logar com minha conta Steam também ocorreram, outro ponto são os inúmeros bugs ao tentar instalar ou executar o software, em seu estado atual, creio que seja válido seu teste para apoiar o projeto ou curiosidade, entretanto alternativas como o POL ou Lutris, estão mais maduras e confiáveis.

E você obteve boas experiências com o GameHub? Houve alguma dificuldade na instalação ou configuração do software? Deixe nos comentários sua opinião, e diga se prefere o Lutris, PlayOnLinux ou qualquer outra alternativa.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Lançada versão 1.0 do DxVK

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

É pessoal, nem parece que foi no dia 13 de Janeiro de 2018 que o dev alemão, Philip Rebohle, mais conhecido por “doitsujin” na internet, começou um projeto que está transformando a indústria de games para o Linux. Hoje temos o Proton da Valve que se beneficia dele, além do pessoal do Lutris.


 DxVK chega 1.0 é lançado!






No começo do ano passado, começou a “pipocar” no YouTube vídeos mostrando alguns gamers conseguindo rodar jogos, que a princípio só rodavam no Windows, mostrando os mesmo rodando no Linux com algum desempenho satisfatório, como GTA V e The Witcher 3.

Depois que esses vídeos se popularizaram, começou uma verdadeira “corrida pelo ouro” para saber quais jogos estavam rodando com essa nova implementação via DLLs. E o resultado foi surpreendente, até os jogos que tem os “famosos” anticheats, que já fizemos uma matéria muito completa e legal sobre, rodaram por um tempo até serem “pegos”.

A evolução do projeto nos meses seguintes foi muito grande e rápida, pois a cada versão lançada, mais e mais recursos implementados, bugs corrigidos e melhorias no código eram feitas. Até que a Valve anunciou que estava financiando e dando suporte ao projeto, e como falei em um vídeo, isso foi o “Dia D” dos jogos no Linux. Aqui mesmo no blog nós produzimos um artigo super especial e um vídeo super completinho falando sobre. Vale a pena conferir.

Mas, agora depois de 1 ano de projeto “no ar”, ele chega na tão aguardada versão 1.0, com muito amadurecimento do código e várias implementações do Vulkan para ajudar na renderização dos jogos, algumas novidades da versão 1.0 são:

Melhorias


● Adicionado a opção DXVK_HUD=api para mostrar o nível de recurso do D3D usado pelo aplicativo. Ainda não funciona corretamente para o D3D10 no momento.

●  Pequenas melhorias de desempenho no RADV, gerando melhoria no shader code.

● Se disponível, as extensões VK_EXT_memory_priority e VK_EXT_memory_budget agoraserão usadas para melhorar o comportamento de compressão da memória e reportar a VRAM disponível para aplicativos com mais precisão, respectivamente.

Correções de Bugs


● Corrigidos vários pequenos problemas em que certos recursos eram exigidos dos dispositivos onde o Vulkan não estava atuando.
● Corrigido problemas com shaders inválidos do SPIR-V, que faziam os jogos feitos na Unreal Engine 4 ficassem amarelos com drivers proprietário da AMD.

●  Corrigido problemas de renderização do Fay Cry Primal, que ocorreria em alguns sistemas.

Para visualizar todos as implementações  com mais detalhes técnicos, você pode acessar o GitHub do DXVK.

Podemos deixar uma menção aqui, do trabalho do dev da CodeWeavers, Ethan Lee,  com o FAudio que tem relação com os áudios dos jogos e agora faz com que vários games que tinha “flicks” de áudio rodem sem esses problemas.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Lutris deve ganhar versões em Snap e Flatpak, segundo criadores

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Sabemos que nos últimos meses, a instalação de jogos no Linux vem ficando cada vez mais fácil, o famoso “next, next, next and finish”, assim atraindo cada vez mais pessoas para o mundo do pinguim. Um dos responsáveis por isso é o Lutris, que tende a automatizar esse processo.


 Lutris deve ganhar versões em Snap e Flatpak, segundo criadores






Um outro que vem ajudando e muito na divulgação do Linux, é o Jason Evangelho da Forbes, que em meados do 2º semestre de 2018 começou a sua jornada de migração do Windows 10 para o Linux, primeiro com Mint e Ubuntu, e nos dias atuais está testando as mais diversas distros.




E naqueles “crossovers” que todos esperam, como Vingadores vs X-Men, eis que na tarde desta Quinta-Feira (7), que Jason pergunta ao pessoal do Lutris quando que eles iriam criar uma versão Snap e/ou Flatpak do seu aplicativo, visto que o mesmo e o site oficial tiveram uma repaginada, a resposta do pessoal do Lutris foi bem animadora:


Outro que entrou na “brincadeira” foi Alan Pope, gerente da comunidade Ubuntu nos serviços de engenharia para a Canonical e um dos líderes doo LoCo Team do Reino Unido, falando que já tinha uma versão em Snap do Lutris, mas que precisaria de alguns “polimentos”.

É muito animador saber que o pessoal do Lutris vem pensando em colocar o seu app em formatos de empacotamentos cross-plataform, assim eliminando a necessidade de terminal para adicionar repositórios, chaves de autenticação e afins. Isso agrada, e muito, os novatos que chegam ao Linux, que só querem baixar o app, instalar o game e jogar.

Comente aí o que você achou dessa novidade, que pode vir já na versão 0.5.1.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!

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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Muitos que chegam ao blog, no canal Diolinux e no grupo do Facebook, perguntam como preparar o seu computador para que se possa jogar tanto na Steam via Steamplay ou até mesmo em outras lojas, como Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store. No post de hoje vamos mostrar o que você precisa instalar para rodar esses games.


 Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!






Vamos começar com o básico, que é a verificação se a sua GPU tem suporte ao Vulkan, o que permitirá usar o DXVK para rodar os games, tanto pela Steam quanto nas outras lojas.

Logo abaixo você pode  consultar se a sua placa é compatível com Vulkan. É de suma importância que a sua GPU tenha suporte completo para o Vulkan, pois se não tiver, pode ser que o jogo não rode de forma satisfatória.




Depois disso vamos instalar o último driver para Nvidia e AMD/Intel. No primeiro caso precisamos usar o driver 415.27 e no segundo caso precisamos usar o Mesa Driver 18.3 para ter as últimas atualizações e implementações para Vulkan. Para instalar as últimas versões dos drivers, vamos deixar 2 links logo abaixo com o procedimento completinho de como fazer. Para o pessoal que usa AMD/Intel é recomendado o PPA do Padoka.




OBS: Estas são as versões dos drivers no momento da criação deste artigo, dependendo do momento da sua leitura, podem haver versões mais recentes, atente-se para esse detalhe.

Passos opcionais que podem melhorar a compatibilidade


Se você pretende usar o Steamplay, só a instalação dos drivers adequado já deve ser o suficiente, porém, se deseja utilizar uma ferramenta como o Lutris para rodar games de outras lojas, ainda que o Lutris se encarregue de fazer todos os ajustes geralmente, para aumentar o nível de compatibilidade é possível instalar alguns complementos ao Wine nativo do seu sistema.

Primeiro precisamos habilitar o suporte para arquitetura de 32 bits, isso é fácil de fazer vamos abrir o terminal e digitar (ou colar) o seguinte comando:

sudo dpkg --add-architecture i386

Agora vamos instalar o Wine-Stable pelo Synaptic e procurar por esses pacotes lá:

wine-stable (3.0-1ubuntu1) ; libwine (3.0-1ubuntu1) ; libewine-development (3.6-1) ; wine64 (3.0-1ubuntu1) ; wine64-development (3.6-1) ; wineprefix e fonts-wine

No caso do Linux Mint, você também pode procurar diretamente na loja de aplicativos, não precisando do Synaptic necessariamente, no Ubuntu, obrigatoriamente será necessário usar o Synpatic, ou então usar o terminal para instalar cada um dos pacotes usando o “apt”.

Agora vamos conferir se os pacotes do Vulkan estão instalados, se você estiver usando Nvidia, ao instalar o driver, o suporte à Vulkan é ativado, não sendo necessário outras medidas. Se você usa AMD ou Intel confira se o Mesa Driver instalou o pacote mesa-vulkan-drivers. Agora os pacotes:

libvulkan1 ; libvulkan1:i386 e vulkan-tools

Por via das dúvidas, caso você use Nvidia e queira conferir, procure por esses: libnvidia-gl-415 ; libnvidia-gl-415:i386

Depois de fazer esses procedimentos, foi possível rodar o jogo Mass Affect 2 via Origin no Lutris, confira o desempenho no vídeo abaixo, além do tutorial de instalação dos drivers passo a passo:

             

Para instalar o Lutris, depois de seguir esse tutorial, basta seguir o passo a passo deles. Outra alternativa é baixá-lo diretamente da loja de aplicativos na sua distro. 

Com esses pacotes instalados, você vai poder jogar os games que não estão na Steam, como os jogos da Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store (tirando o Fortnite,  atualmente).

Feito isso é só acessar o site do pessoal do Lutris e procurar pelo seu jogo e rodar 🙂

             

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Lutris lança nova versão do aplicativo e novo site também

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

E 2019 começa “on fire” para os Linux Gamers. A equipe do Lutris lançou nesta Sexta-feira duas novidades muito boas para o seu portfólio. Reformulação do site e uma versão novinha em folha do aplicativo, chegando na versão 0.5.0.

 Lutris lança nova versão do aplicativo e novo site também







A primeira grande novidade trazida pelo pessoal do Lutris é a reformulação do seu site, o lutris.net. A nova versão conta com um carrossel dos jogos populares que já rodam, como LOL, OverWatch, The Witcher 3 , Warframe e WoW como exemplos. Agora o site está ainda mais intuitivo para quem está chegando ao mundo de jogos no Linux, ficando “na cara” os jogos mais populares que funcionam na plataforma. Isso vai ajudar e muito na propagação da ferramenta e na quebra do mito de que “Linux não tem jogos”.



A segunda mudança é a repaginação visual e mudança completa do aplicativo, facilitando para quem precisa instalar o seu jogo preferido.

Nessa nova versão, você tem mais opções de configurações com a maioria das opções sendo no sistemas de chaves (on/off), além da integração ao Game Mode da Feral (se assim ele estiver instalado) e também quando estiver ativado o modo Optimus para notebooks híbridos que tem placas Nvidia.



Outra coisa que agora ficou fácil para configurar, é qual versão do Wine usar, se vai usar ESYNC ou não, versão do DXVK e por aí vai. Agora a configuração fica ao alcance de um clique.



E por último e não menos importante, a “home” do Lutris também teve uma reformulação e agora está muito mais organizada. Agora você pode configurar separadamente cada game ou loja de jogos, podendo abrir um “terminal” para ver como “ a mágica funciona”. Isso é muito bom e ajuda na hora de reportar o bugs (debugar) para os devs e assim melhorar mais ainda o aplicativo.



Para instalar o Lutris você de várias formas:

1ª Forma: Instalando via terminal, você pode ver o método indicado por eles neste link;

2ª Forma: Baixando do repositório hospedado no site do openSUSE, você pode baixar através deste link;

3ª Forma: Baixando diretamente do GitHub, onde tem o .deb (base Debian) e o código fonte para as outras distros. Basta acessar este link.

Nós diga aí nos comentários o que você achou dessas novidades do projeto Lutris e o que você espera dele.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Wine 4.0 tem a sua versão final lançada e traz muitas novidades

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

A espera finalmente acabou e o WINE 4.0 Stable está no meio de nós, podendo ser utilizado nas mais diversas aplicações, desde a instalação de programas, até os jogos via Lutris e muito em breve também chegará ao projeto Proton da Valve, que se baseia no WINE.

 Wine 4.0 tem a sua versão final lançada e traz muitas novidades






Depois de um ano após o lançamento da versão Stable 3.0, eis que a nova Stable é lançada, e chegando na versão 4.0 traz várias melhorias e ajustes que podem ser utilizados nos mais diversos projetos, como já citamos.

Em comunicado oficial no site, a equipe do Wine faz o seguinte pronunciamento:

“A equipe do Wine tem o orgulho de anunciar que o lançamento do Wine 4.0 Stable
está disponível.

Este lançamento representa um ano de esforços no desenvolvimento e mais de 6.000
mudanças individuais. “

As melhorias e novidades apresentadas foram:

  -  Suporte Vulkan;
  - Suporte inicial para o Direct3D 12, precisando da lib vkd3d e uma GPU com suporte ao Vulkan;
  -  Suporte para joysticks e controles melhorado;.
  -  Suporte a High-DPI no Android;
  -  Multi-Threaded Command Stream habilitado por padrão;
  -  Suporte para texturas 2D e 3D usando o S3TC-compressed;
  -  Mais recursos implementados para o Direct3D 10 e 11.

A lista de implementações é enorme e você pode conferir ela completinha no site oficial do WineHQ. Aqui só listamos algumas das mais importantes.

Com a chegada da versão 4.0, muitos jogos poderão ter a performance melhorada e assim rodarem muito mais fluidos no Linux, assim como fazer com que muitos outros que não rodavam passem a funcionar. A cada versão lançada do WINE o “gargalo” de desempenho vai caindo cada vez mais, além disso, a tão aguardada chegada do Kernel 5.0 pode dar mais um “up” nesse cenário também.

Outro ponto muito positivo é que com a chegada dessas melhorias, não é somente os jogos que  vão se beneficiar, mas também os programas que as pessoas precisam e que não tenham uma versão nativa para Linux (ou para macOS, afinal o Wine roda nele também) ou não tem uma alternativa que substitua para aquela tarefa.

A nova versão do WINE estável deve chegar em breve nas distribuições, mas se você quiser tentar instalar por conta própria, pode seguir o tutorial do pessoal do WineHQ. Só preste muito atenção nos comandos que estiver executando, pois qualquer falta de atenção pode bagunçar o seu sistema. 

Particularmente, prefiro esperar que os projetos adicionem a tecnologia do Wine aos seus projetos, especialmente o Lutris e o Proton ao invés de fazer por conta própria, mas isso é algo pessoal.

Espero você até o próximo post, forte abraço.

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TOP 7 Games Open Source que você precisa conhecer

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Como fizemos anteriormente, montamos duas listas com games atuais e “clássicos” que rodam via Steamplay, mas nem só de jogos proprietários vive o Linux (quem diria), existem muitos projetos de jogos que tem código aberto e são mantidos por comunidades de desenvolvedores.

 TOP 7 Games Open Source que você precisa conhecer






Essa lista não coloca os games do melhor para o pior ou qualquer coisa do tipo, nela vamos mostrar alguns games open source e vamos nos dar ao “luxo” de excluir os games mais “famosos”, como Dota2, CS:GO, Rocket League, Hitman, Tomb Raider, Dirty Rally, entre muitos, muitos outros.


Se você gosta de jogos baseados em turnos, de estratégia e com temática de fantasia, esse game mantido pela comunidade, esse pode ser uma ótima opção, inclusive, você pode instalá-lo via Steam.

Enredo : Explore o mundo de Wesnoth e participe de suas muitas aventuras! Embarque em uma busca desesperada para recuperar seu legítimo trono ... Fuja para um novo lar através do mar dos Lords Lich ... Mergulhe nas profundezas mais escuras da terra para criar uma jóia do fogo para si ... Defenda seu reino contra a hordas devastadoras de necromantes malucos ... Ou lidere um grupo descontrolado de sobreviventes pelas areias brilhantes para enfrentar um mal invisível.

Para instalar o Wesnotha sua distro favorita, eles tem uma área no site que ensina passo-a-passo como fazer, você pode acessar AQUI. Entretanto, você encontra ele nas lojas de aplicativos das distros Linux também

2 - Alien Arena

Se você gosta dos jogos de tiro no estilo “death match old school” mas quer algo moderno, divertido, colorido e com temática Sci-Fi, o Alien Arena vai lhe proporcionar algumas horas de diversão. O game tem inspirações em um “irmão” famoso, o Quake III. Nele você pode tanto jogar contra os bots, como jogar no modo online com os seus amigos.

 

Para instalar ele você tem 3 formas diferentes. A primeira é através da sua loja de aplicativos, procurando pelo termo “Alienarena” e instalando. A segunda é você baixando o pacote do jogo no site (que tem aproximadamente 900 MB) e compilar,ou então a terceira maneira, que é via Steam, onde o game é pago, o valor fica na casa dos R$ 6,00 aproximadamente, o que é forma legal de você ajudar os desenvolvedores também Para mais detalhes é só consultar o site oficial.

3 - SimuTrans

SimuTrans é um game que simula como seria construir uma companhia de transportes, podendo transportar desde passageiros via trem e chegando até o transporte via avião. O game pode ser jogado tanto singleplayer quanto multiplayer, tem mods, uma comunidade para lhe ajudar, mapa sem limites e os paksets (que são modificações para o jogo). E o melhor de tudo é Open Source 😁.



Para instalar você pode baixar ele direto do site e seguir as orientações para a sua distribuição ou baixar pela Steam. O jogo é Free também.

4 - Assault Cube

Se você estiver procurando um game ao estilo do Counter-Strike, mas não tem um computador forte e quer se divertir, o Assault Cube vai “cair como uma luva” para você. Ele é Free, multiplayer, first-person shooter e é baseado na Engine CUBE. Um game de 2013, mas que vai lhe proporcionar algumas horas de diversão

 

Para instalar ele existem duas formas diferentes. A primeira é através da sua loja de aplicativos, procurando pelo termo “Assaultcube” e instalando. A segunda é você baixando o pacote do jogo no site (que tem aproximadamente 50 MB) e fazer a instalação a partir do código. Para mais detalhes é só consultar o site dele.

5 - Urban Terror

Mais um game que é lembrado pelas pessoas quando pensam em jogos de FPS (First Person Shooter), o Urban Terror é mais um game “filho” do Counter Strike, e é um game muito bom e divertido. Tanto é o sucesso e reconhecimento, que os devs vão dar uma revitalizada nele e portar o game para a Engine da Epic Games, a Unreal Engine 4 (UE4), e pelas primeiras gameplays mostradas o game vai dar um salto e tanto. Você pode conferir essa nova versão nesse vídeo dos devs. Mas por hora a versão atual é a 4.3.4 e ainda não tem a poderosa Engine da Epic Games.



  

Para instalar ele você tem que baixar o pacote do jogo no site e fazer a instalação a partir do código (o game completo tem aproximadamente 1,4GB). Para mais detalhes é só consultar o site dele.

6 - Total Chaos

Se você gosta de jogos na mesma pegada do famoso Doom, o Total Chaos é um mod do Doom 2 e rodando no porte pelo GZDoom. Esse survival horror vai lhe entregar algumas boas horas de aventura, tiros, sustos e adrenalina. Para mais detalhes do game, você confere no site moddb.















Para instalar ele você tem duas formas de baixar o game. A primeira é baixar o pacote do jogo no site e fazer a instalação a partir do código (o game completo tem aproximadamente 1,4GB). E a outra forma é baixar ele via flatpak, se a sua distro já estiver suporte ao formato de pacote é só procurar por “Total Chaos”, mas se a sua distro não tiver, você pode conferir esse artigo onde ensinamos. Feito a instalação do flatpak, basta acessar o site do flathub e clicar em “Install”, bastando esperar o processo de instalação. Se você preferir fazer via terminal, basta rodar esses dois comandos:

Instalação : flatpak install flathub com.moddb.TotalChaos

rodando : flatpak run com.moddb.TotalChaos

7 - 0 A.D.

E não podemos deixar de mencionar o “Age of Empires” de código aberto, o  0 A.D, game que segue a mesma mecânica do seu “irmão” mais famoso mas que não deixa a desejar em nada em relação a ele. O game de estratégia em tempo real (RTS) é mantido atualmente pela Wildfire Games, um conjunto de devs do mundo todo que ajuda o jogo a ficar “nos trinques”.




0.A.D está presente nas lojas de aplicativos de todas as distros, incluindo versões Snap e Flatpak também.

Para instalar na sua distro ; Instalação via Snap e Instalação via Flapak


Lógico que existem muitos e muitos games open source espalhados por aí, pode ser através dos repositórios das distros Linux, bem como em sites também. As possibilidades são muitas e não caberia em um post, então deixe nos comentários qual game faltou e quem sabe ele aparece em uma lista futura aqui no blog. 


Até o próximo post, forte abraço.
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TOP 8 Games Clássicos para Linux via Steamplay (2018)

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domingo, 30 de dezembro de 2018

Como fizemos um artigo mostrando alguns jogos Trilpe A rodando no Linux de forma satisfatória, resolvemos trazer mais uma listinha para você e mostrar mais alguns jogos que já estão rodando via Steamplay, mas só que desta vez será alguns games clássicos, fazendo uma lista de jogos antigos e bons (2010 ou anterior) que você pode jogar no Linux (sem contar os nativos). Confira agora o  TOP 8 Games Clássicos para Linux via Steamplay (2018)

 TOP 8 Games Clássicos para Linux via Steamplay (2018)





Como mencionamos no outro artigo, essa lista não coloca os games do melhor para o pior ou qualquer coisa do tipo, nela vamos mostrar que alguns games famosos já rodam no Linux e vamos nos dar ao “luxo” de excluir os que rodam nativamente, como Dota2, CS:GO, Rocket League, Hitman, Tomb Raider, Dirty Rally, entre muitos, muitos outros.

Usamos como base o site protondb.com para escolher alguns dos games que vamos mencionar aqui. Os games que escolhemos para começar essa lista são:

1 - Dead Space (classificado como Gold no protondb): 


Enredo: Uma massiva nave mineradora espacial desaparece após emergir um artefato de um planeta distante. O engenheiro Isaac Clarke embarca na missão de reparo, apenas para descobrir um aterrorizante banho de sangue - a equipe da nave horrivelmente massacrada e infectada por uma praga alienígena. Agora Isaac está isolado, preso e engajado em uma desesperada luta pela sobrevivência.

2 - Mass Effect (classificado como Silver no protondb):


Enredo: Como Comandante Shepard, você lidera um esquadrão de elite em uma aventura heróica repleta de ação em toda a galáxia. Descubra o perigo iminente de uma antiga ameaça e combata o traidor Saren e seu exército mortal para salvar a civilização. O destino de toda a vida depende de suas ações!

3 - F.E.A.R. (classificado como Gold e Silver no protondb):


Enredo: Seja o herói em sua própria cinemática épica de ação, tensão e terror. Uma misteriosa força paramilitar se infiltra em um complexo aeroespacial multibilionário fazendo reféns, mas sem fazer exigências. O governo responde enviando um time das Forças Especiais, que acaba sendo obliterado. Vídeos do massacre mostram uma onda inexplicável de destruição dilacerando os soldados. Sem mais opções, é reunida a equipe de elite F.E.A.R. (First Encounter Assault Recon) para lidar com as circunstâncias extraordinárias. A equipe recebe uma missão simples: Analisar a ameaça e eliminar os intrusos a qualquer preço.

4 - Call of Duty: Modern Warfare 2 (classificado como Silver no protondb):


Enredo: Modern Warfare 2 começa cinco anos depois da conclusão de Call of Duty 4. Apesar dos esforços dos Marines e da SAS, os Ultranacionalistas acabaram conseguindo o controle da Rússia, declarando Imran Zakhaev um herói e mártir, erguendo na Praça Vermelha uma estátua em sua homenagem. Enquanto isso, Vladimir Makarov, um dos antigos tenentes de Zakhaev, começa uma campanha contra a Europa, cometendo vários atos de terrorismo.

5 - Crysis (classificado como Bronze mas mudando para Gold no protondb):


Sim, agora o Linux roda Crysis, então deve ser um sistema “bão” né?? 😅

Enredo: Em 2020, arqueólogos americanos em uma ilha da Coreia do Norte acham algo interessante em suas escavações. Porém, o governo norte-coreano envia soldados imediatamente para o local e você, um soldado exemplar da Força Delta do exército dos Estados Unidos da América, é enviado para investigar o local.

6 - Far Cry (classificado como Silver no protondb):

 TOP 8 Games Clássicos para Linux via Steamplay (2018)

Uns dos primeiros jogos de sobrevivência misturada com ação ala Uncharted, tá agora rodando via Steamplay.

Enredo: Um paraíso tropical fervilha com o mal escondido em Far Cry®, um jogo de ação engenhosamente detalhado que leva os limites do combate a novos níveis chocantes.
O marinheiro freelancer Jack Carver está amaldiçoando o dia em que ele chegou a esta ilha. Uma semana atrás, uma impetuosa repórter chamada Valerie ofereceu-lhe uma quantia incrível de dinheiro para levá-la a esse paraíso intocado. Logo após a atracação, no entanto, o barco de Jack foi recebido por fogo de artilharia de um misterioso grupo de milicianos que se aglomerava na ilha.

7 - Max Payne 2: The Fall of Max Payne (classificado como Silver no protondb): 



Mais um jogo em que marcou muito às jogatinas dos gamers e agora rodando no Linux perfeitamente.

Enredo: Max Payne 2: A Queda de Max Payne é uma história de amor violenta e film-noir. Escuro, trágico e intenso, a história em profundidade é uma emoção de reviravoltas e revelações chocantes.

Sua vida em ruínas, Max Payne encontra-se de volta no NYPD. Durante uma investigação de assassinato de rotina, ele encontra Mona Sax, uma mulher que ele achava morta, um suspeito de assassinato de femme fatale. Ela detém as chaves para as perguntas que o assombram. Mas nada é simples na noite escura e trágica da cidade de Nova York. Um exército de bandidos do submundo fica entre Max e as respostas que ele procura. Sua jornada mais profunda em seu próprio inferno pessoal continua.

8 - Tomb Raider: Anniversary (classificado como  Silver no protondb): 



Mais um clássico rodando de forma perfeito e poder trazer umas boas horas de jogatinas com a Lara Croft

Sobre o jogo: Tomb Raider: Anniversary refaz a aventura original da Lara Croft - aventura de ação em terceira pessoa em busca do lendário artefato Scion. Utilizando um motor de jogo melhorado 'Tomb Raider: Legend', os gráficos, tecnologia e física trazem a aventura de Lara e um artefacto místico conhecido apenas como Scion até aos padrões tecnológicos actuais e oferece aos jogadores uma experiência de jogo completamente nova. Re-imagined, Anniversary oferece uma dinâmica e rápida Lara Croft, ambientes enormes de visuais impressionantes, combate intenso e ritmo de jogo, e uma história original aprimorada e esclarecida.

Esses são alguns games que separamos para mostrar que títulos famosos e que agora são considerados “clássicos”  já estão funcionando no Linux.  Se você quiser saber se o seu jogo está funcionando com o Steam Play ou se quer saber se funciona antes de comprar, recomendo consultar o site ProtonDB, ele é muito útil, lá você pode também dar os seus próprios feedbacks de qualquer game da Steam que você esteja rodando no Linux. Vá na aba “Contribute” e veja o passo a passo, caso você não se dê muito bem com Inglês, use o Google Tradutor e você não deve ter maiores problemas..

Agora monte a sua lista dos TOP 8 dos games clássicos que rodam no Linux e mostre pra gente aí nos comentários. 😃

Espero você, até uma próxima e um forte abraço.

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