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TOP 8 Games Clássicos para Linux via Steamplay (2018)

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domingo, 30 de dezembro de 2018

Como fizemos um artigo mostrando alguns jogos Trilpe A rodando no Linux de forma satisfatória, resolvemos trazer mais uma listinha para você e mostrar mais alguns jogos que já estão rodando via Steamplay, mas só que desta vez será alguns games clássicos, fazendo uma lista de jogos antigos e bons (2010 ou anterior) que você pode jogar no Linux (sem contar os nativos). Confira agora o  TOP 8 Games Clássicos para Linux via Steamplay (2018)

 TOP 8 Games Clássicos para Linux via Steamplay (2018)





Como mencionamos no outro artigo, essa lista não coloca os games do melhor para o pior ou qualquer coisa do tipo, nela vamos mostrar que alguns games famosos já rodam no Linux e vamos nos dar ao “luxo” de excluir os que rodam nativamente, como Dota2, CS:GO, Rocket League, Hitman, Tomb Raider, Dirty Rally, entre muitos, muitos outros.

Usamos como base o site protondb.com para escolher alguns dos games que vamos mencionar aqui. Os games que escolhemos para começar essa lista são:

1 - Dead Space (classificado como Gold no protondb): 


Enredo: Uma massiva nave mineradora espacial desaparece após emergir um artefato de um planeta distante. O engenheiro Isaac Clarke embarca na missão de reparo, apenas para descobrir um aterrorizante banho de sangue - a equipe da nave horrivelmente massacrada e infectada por uma praga alienígena. Agora Isaac está isolado, preso e engajado em uma desesperada luta pela sobrevivência.

2 - Mass Effect (classificado como Silver no protondb):


Enredo: Como Comandante Shepard, você lidera um esquadrão de elite em uma aventura heróica repleta de ação em toda a galáxia. Descubra o perigo iminente de uma antiga ameaça e combata o traidor Saren e seu exército mortal para salvar a civilização. O destino de toda a vida depende de suas ações!

3 - F.E.A.R. (classificado como Gold e Silver no protondb):


Enredo: Seja o herói em sua própria cinemática épica de ação, tensão e terror. Uma misteriosa força paramilitar se infiltra em um complexo aeroespacial multibilionário fazendo reféns, mas sem fazer exigências. O governo responde enviando um time das Forças Especiais, que acaba sendo obliterado. Vídeos do massacre mostram uma onda inexplicável de destruição dilacerando os soldados. Sem mais opções, é reunida a equipe de elite F.E.A.R. (First Encounter Assault Recon) para lidar com as circunstâncias extraordinárias. A equipe recebe uma missão simples: Analisar a ameaça e eliminar os intrusos a qualquer preço.

4 - Call of Duty: Modern Warfare 2 (classificado como Silver no protondb):


Enredo: Modern Warfare 2 começa cinco anos depois da conclusão de Call of Duty 4. Apesar dos esforços dos Marines e da SAS, os Ultranacionalistas acabaram conseguindo o controle da Rússia, declarando Imran Zakhaev um herói e mártir, erguendo na Praça Vermelha uma estátua em sua homenagem. Enquanto isso, Vladimir Makarov, um dos antigos tenentes de Zakhaev, começa uma campanha contra a Europa, cometendo vários atos de terrorismo.

5 - Crysis (classificado como Bronze mas mudando para Gold no protondb):


Sim, agora o Linux roda Crysis, então deve ser um sistema “bão” né?? 😅

Enredo: Em 2020, arqueólogos americanos em uma ilha da Coreia do Norte acham algo interessante em suas escavações. Porém, o governo norte-coreano envia soldados imediatamente para o local e você, um soldado exemplar da Força Delta do exército dos Estados Unidos da América, é enviado para investigar o local.

6 - Far Cry (classificado como Silver no protondb):

 TOP 8 Games Clássicos para Linux via Steamplay (2018)

Uns dos primeiros jogos de sobrevivência misturada com ação ala Uncharted, tá agora rodando via Steamplay.

Enredo: Um paraíso tropical fervilha com o mal escondido em Far Cry®, um jogo de ação engenhosamente detalhado que leva os limites do combate a novos níveis chocantes.
O marinheiro freelancer Jack Carver está amaldiçoando o dia em que ele chegou a esta ilha. Uma semana atrás, uma impetuosa repórter chamada Valerie ofereceu-lhe uma quantia incrível de dinheiro para levá-la a esse paraíso intocado. Logo após a atracação, no entanto, o barco de Jack foi recebido por fogo de artilharia de um misterioso grupo de milicianos que se aglomerava na ilha.

7 - Max Payne 2: The Fall of Max Payne (classificado como Silver no protondb): 



Mais um jogo em que marcou muito às jogatinas dos gamers e agora rodando no Linux perfeitamente.

Enredo: Max Payne 2: A Queda de Max Payne é uma história de amor violenta e film-noir. Escuro, trágico e intenso, a história em profundidade é uma emoção de reviravoltas e revelações chocantes.

Sua vida em ruínas, Max Payne encontra-se de volta no NYPD. Durante uma investigação de assassinato de rotina, ele encontra Mona Sax, uma mulher que ele achava morta, um suspeito de assassinato de femme fatale. Ela detém as chaves para as perguntas que o assombram. Mas nada é simples na noite escura e trágica da cidade de Nova York. Um exército de bandidos do submundo fica entre Max e as respostas que ele procura. Sua jornada mais profunda em seu próprio inferno pessoal continua.

8 - Tomb Raider: Anniversary (classificado como  Silver no protondb): 



Mais um clássico rodando de forma perfeito e poder trazer umas boas horas de jogatinas com a Lara Croft

Sobre o jogo: Tomb Raider: Anniversary refaz a aventura original da Lara Croft - aventura de ação em terceira pessoa em busca do lendário artefato Scion. Utilizando um motor de jogo melhorado 'Tomb Raider: Legend', os gráficos, tecnologia e física trazem a aventura de Lara e um artefacto místico conhecido apenas como Scion até aos padrões tecnológicos actuais e oferece aos jogadores uma experiência de jogo completamente nova. Re-imagined, Anniversary oferece uma dinâmica e rápida Lara Croft, ambientes enormes de visuais impressionantes, combate intenso e ritmo de jogo, e uma história original aprimorada e esclarecida.

Esses são alguns games que separamos para mostrar que títulos famosos e que agora são considerados “clássicos”  já estão funcionando no Linux.  Se você quiser saber se o seu jogo está funcionando com o Steam Play ou se quer saber se funciona antes de comprar, recomendo consultar o site ProtonDB, ele é muito útil, lá você pode também dar os seus próprios feedbacks de qualquer game da Steam que você esteja rodando no Linux. Vá na aba “Contribute” e veja o passo a passo, caso você não se dê muito bem com Inglês, use o Google Tradutor e você não deve ter maiores problemas..

Agora monte a sua lista dos TOP 8 dos games clássicos que rodam no Linux e mostre pra gente aí nos comentários. 😃

Espero você, até uma próxima e um forte abraço.

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TOP 10 Games para Linux via Steamplay (2018)

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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Até parece que foi outro dia em que se fosse montar uma lista de TOP 10 de games no Linux, provavelmente seria motivo de chacota ou ficaríamos presos aos games que viriam nas distros. Hoje não mais. Confira agora o TOP 10 dos jogos que rodam via Steamplay no Linux.


 TOP 10 Games para Linux via Steamplay (2018)







Essa lista não coloca os games do melhor para o pior ou qualquer coisa do tipo, nela vamos mostrar que alguns games famosos já rodam no Linux e vamos nos dar ao “luxo” de excluir os que rodam nativamente, como Dota2, CS:GO, Rocket League, Hitman, Tomb Raider, Dirty Rally, entre muitos outros.


Usamos como base o site ProtonDB para escolher alguns dos games que vamos mencionar aqui. Os games que escolhemos para começar essa lista são:

- Warframe (classificado como Silver no ProtonDB):
Warframe é um jogo de ação free-to-play online em um mundo de ficção científica. Você pode jogar tanto seguindo uma história quanto ir montando o seu enredo. Além de poder jogar com os amigos online.

          

- The Elder Scrolls V: Skyrim Special Edition (classificado como gold no ProtonDB)

        

Skyrim é um jogo RPG feito pela Bethesda e publicado pela The Elders Scrolls. No jogo você é livre para explorar o mapa da sua maneira. O jogo se passa 200 anos depois dos eventos de Oblivion.

- Age of Empires II HD (classificado como Silver no ProtonDB)

Bom, esse jogo dispensa apresentações né, 😄 . Um clássico dos jogos de estratégia e agora numa versão em HD, AoE II (carinhosamente chamado pelos jogadores) está funcionando no Linux e muito bem obrigado. Que tal conquistar umas vilas hein??

        

- PES 2019 (classificado como Silver no ProtonDB)

Esse é outro jogo que dispensa apresentações. Uma das franquias de sucesso do e-sports dos últimos 20 anos, PES ainda vem arrebatando vários e vários fãs ao redor do mundo, além é claro de ter o FIFA como o seu maior rival. Enquanto o game da Ea Games não fica compatível com o Linux, o game da Konami já roda via Steamplay.

        

- GTA V (classificado como gold no ProtonDB)

Se eu não mencionasse esse jogo na lista, muito provavelmente daria um “rebu danado” nos comentários. GTA V é outro game que dispensa apresentações e é um dos games de mundo aberto mais famoso da atualidade. Lançado em 2013 mas ainda arrastando uma legião de fãs ao redor do mundo.

      

The Witcher III (classificado como gold no protondb)

O Bruxo mais querido do mundo dos games também está rodando no Linux. O game é um RPG de mundo aberto, tipo GTA V, e com histórias desafiadoras para o player. A trilogia inteira roda no Linux, o 1 e 3 rodando via Steamplay/Wine e o 2 rodando de forma nativa.

        

Batman Arkham Origins e City (classificados como gold e silver no ProtonDB respectivamente)

E não poderia faltar nessa lista, o Morcegão mais “brabo” dos games, o Batman. Com esses dois jogos da Trilogia Arkham, podemos ter várias horas de gameplay com o “Maior detective do mundo”. O jogo Arkham Asylum ainda apresenta algumas inconsistências em algumas pcs e configurações, e assim recebendo o selo “Bronze” no ProtonDB

       

       


METAL GEAR SOLID V: THE PHANTOM PAIN (classificado como gold no ProtonDB)

Não podemos esquecer do agente mais furtivo e que adora uma caixa de papelão mais que um gato (#brinks 😂), estamos falando do Solid Snake. Se você gosta da franquia e gostaria de rodar esse último game dela no Linux, você vai poder.

      

Subnautica  (classificado como Silver no ProtonDB) *Obs.: Funciona perfeitamente via Lutris com a instalação da Epic Store Games.

Já se você gosta de explorar o mar com temática futurista e uma pegada Sci-Fi, esse jogo é para você. Depois de um acidente com a sua nave, você cai num planeta totalmente desconhecido e precisando coletar recursos para sobreviver e depois sair o mais rápido possível de lá.


      

DARK SOULS III  (classificado como gold no ProtonDB)

E para fechar essa lista, nada mais nada menos que uns dos jogos de RPG da nova geração mais difícil de se jogar, segundo os jogadores que morrem nele ( 😛 ). Esse jogo vem conquistando a galera e a crítica dando altas notas para ele. E você vai poder jogar no Linux e tentar não morrer “1 zilhão de vezes”. 😂

      

Esses são alguns games que separamos para mostrar que títulos famosos (os chamados Triple A) estão funcionando no Linux.  Se você quiser saber se o seu jogo está funcionando com o steamplay ou se quer saber se funciona antes de comprar, recomendo consultar o site ProtonDB, ele é muito útil, lá você pode também dar os seus próprios feedbacks de qualquer game da Steam que você esteja rodando no Linux,. Vá na aba Contribute e veja o passo a passo, caso você não se dê muito bem com Inglês, use o Google Tradutor e você não deve ter maiores problemas..

Agora monte a sua lista dos TOP 10 dos games que rodam no steamplay e mostre pra gente aí nos comentários. 😀

E acompanhe o nosso canal la na Twitch também, lives de seg a sex sempre jogando algum jogo.

Espero você até uma próxima e um forte abraço.
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Driver Open Source da Nvidia - Vale a pena usar?

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018


Quem é recém chegado ao mundo Linux e utiliza NVIDIA pode ficar em dúvida sobre qual driver usar no seu equipamento, se o proprietário ou o de código aberto (chamado de Nouveau), e muitos provavelmente em um primeiro contato utilizam o nouveau, por ser o que vem por padrão no Kernel, tendo assim uma experiência nada agradável


Driver Open Source da Nvidia - Vale a pena usar?







Até descobrirem como instalar o driver proprietário de forma correta (que é mamão com açúcar) podem ficar chateados e até “com raiva” do sistema, assim não voltando mais a utilizar ele por causa de pequenos detalhes.


  • Falando em instalar drivers da NVIDIA de forma fácil, recentemente fizemos um post explicando melhor como fazer isso, vale a pena conferir. =)

De uns tempos para cá a solução open source para NVIDIA não vinha trazendo resultados satisfatórios, com perda de rendimento em games, renderização de vídeos e em alguns casos nem subindo o sistema operacional, como acontece nos notebooks com placas híbridas.

Também fizemos duas matérias falando sobre o sistema híbrido, uma comentando as novidades que virão à partir do Xorg 1.20 e o outra sobre como instalar o driver Linux (Ubuntu e Mint).


AMD e Intel


Quem utiliza AMD e Intel geralmente não se aborrece com esses “perrengues”, visto que os drivers de vídeo dessas empresas vêm embutidos diretamente no kernel e se precisar de uma versão mais nova, basta instalar o MESA Driver mais recente e receber os últimos updates. Também fizemos um artigo de como receber as versões do MESA.

Dito isso, sempre se especulou o quanto o driver open source “perdia” em relação ao proprietário, visto que a NVIDIA não facilita a vida dos desenvolvedores do Nouveau, liberando por exemplo o firmware com suporte ao PMU (Power Management Unit ou Unidade de Gerenciamento de Energia) entre outras features.

Testando o driver Open Source da Nvidia

Para tirar essa dúvida a limpo, o pessoal do site Phoronix, resolveu testar algumas placas de vídeo, primeiro com o driver proprietário da NVIDIA na versão 415 e depois com o Nouveau utilizando o Kernel Linux 4.19 e com o MESA 19.0-devel.

No caso do nouveau, eles precisaram fazer um re-clocked 0f em algumas placas para que o teste pudesse ser feito. As placas utilizadas foram: NVIDIA GeForce GTX 680 2GB (1066/3004MHz), NVIDIA GTX 750 Ti 2GB (1019/2700MHz), NVIDIA GTX 780 Ti 3GB (875/3500MHz), NVIDIA GTX 980 4GB (1126/3505MHz) e a NVIDIA GTX 1080 8GB (1607/5005MHz). O teste foi feito no Ubuntu 18.04.

No driver proprietário da NVIDIA, tinha o VULKAN 1.1 + OpenGL 4.6, enquanto que no nouveau só tinha o OpenGL 4.3.


Os jogos utilizados no teste foi limitado para aqueles que tinham suporte  para o OpenGL, visto que o nouveau ainda não tem suporte para VULKAN.

O primeiro jogo a ser testado foi o BioShock Infinite, que quando utilizado as GPUs GTX 680, GTX 780Ti e GTX 750 Ti (tecnologias Kepler e Maxwell1 respectivamente) a média de fps ficava na casa dos 60 fps utilizando o nouveau, mas quando ia para às GTX 980 e GTX 1080 não passavam dos 20 fps (tecnologias Maxwell e Pascal respectivamente).
Já quando foi utilizado o driver proprietário nas GPUs, o mínimo registrado foi de 100 fps com a GTX 750 Ti.



Outro jogo que foi utilizado, foi o popular moba Dota 2. Quando utilizado nouveau nas GPUs mais “antigas” se conseguiu uma média de 30 fps, já nas GPUs mais novas não passou dos 12 fps de média, utilizando o driver proprietário, foi mais que o dobro de ganho de FPS nas GPUs. A diferença fica visível nas GPUs mais novas.



Já nos jogos de código aberto, a situação é um pouco mais confortável para o nouveau, os jogos que ele se saiu bem foram: ET:Legacy v2.75; Xonotic v0.8.2 e The Tesseract v2014-05-12. Nesses games o driver open source ficou “colado”com o driver proprietário, conforme você pode ver nas imagens abaixo, mas ainda assim perdendo.








Para ver os testes completos, veja neste link do Phoronix.

Vai jogar no Linux com Nvidia? Instale o Driver proprietário

Com esses testes, podemos tirar algumas ideias sobre o driver open source, o nouveau. Caso você tenha uma GPU um pouco mais antiga, como as das séries 600 e 700, o desempenho em jogos fica no razoável, ainda que você não tenha suporte ao Vulkan, o que é uma grande perda para jogos mais recentes e para os que rodam via Proton e DXVK. Caso você tenha GPUs mais recentes, das séries 900 e 1000, o desempenho fica perto do injogável. 

Enquanto a NVIDIA não trabalhar junto com o pessoal do Nouveau, infelizmente ele ficará preso a GPUs antigas e tecnologias básicas, uma triste realidade. Ao menos a empresa oferece um driver proprietário que funciona corretamente e entrega um bom desempenho.
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Epic Games lançará loja própria para concorrer com a Steam, cliente para Linux está no radar.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

A Epic Games anunciou no seu blog nesta Terça-feira (4), o lançamento da Epic Games Store, concorrente direta da Steam, que é mantida pela Valve. Segundo a Epic Games, a plataforma dela será mais rentável aos devs.


Epic Games lançará loja própria para concorrer com a Steam, cliente para Linux está no radar.






O anúncio foi feito pelo fundador da Epic Games, Tim Sweeney, comentando que “depois de 5 anos desenvolvendo um ecossistema com pagamentos em diversas formas de pagamentos”, com o Launcher deles e a Unreal Engine para PC e Mac, graças ao crescimento em grande escala do Fortnite, estaria na hora de entregar o algo a mais para os desenvolvedores.

Ainda segundo Tim, a Epic quer entregar uma loja com recompensas justas aos devs e também um relacionamento direto com eles, assim facilitando a comunicação.

Agora vem a fala dele que deixou muita gente esperançosa, e eu me incluo nelas =), foi a seguinte:

“Em breve lançaremos a Epic Games Store e vamos começar uma longa jornada para avançar na causa de todos os desenvolvedores. A loja será lançada com um conjunto de jogos, com uma curadoria manual para PC e Mac, depois será aberta de forma mais ampla para outros jogos e para o Android e outras plataformas abertas ao longo de 2019.”

Bom, como o pessoal do blog GamingOnLinux comentou, qual plataforma “aberta” poderia ocupar esse espaço? Muito provavelmente o Linux. E isso não seria nenhum absurdo, pois como comentamos em Agosto, no artigo Hollywood junta-se a Linux Foundation para criar a Academy Software Foundation, umas das empresas a “abraçar” o Linux foi a Epic Games, então ela lançar a sua plataforma para ele não seria nada anormal ou fora do padrão, visto que a Unreal Engine 4 já funciona no Linux e isso não seria o empecilho de porte para jogos para o Pinguim.

Outra cartada da Epic Games, é atrair os desenvolvedores através do lado financeiro da plataforma, dando uma parte maior do que a Valve oferece, mesmo ela mudando às políticas, em que ela diz o seguinte:

“ A partir de 1º de outubro de 2018 (i.é., não contando a receita acumulada anterior a este período), quando um jogo arrecadar mais de US$ 10 milhões no Steam, a divisão da receita do aplicativo será ajustada para 75%/25% no que for arrecadado para além desses US$ 10 mi. A partir de US$ 50 milhões, a divisão da receita será ajustada para 80%/20% no que for arrecadado para além desses US$ 50 mi. A receita conta pacotes do jogo, conteúdos adicionais, venda de conteúdo dentro do jogo e a tarifa do jogo cobrada em transações no Mercado da Comunidade Steam. A nossa expectativa é que essa alteração recompensará os efeitos de rede positivos gerados por desenvolvedores de grandes jogos, alinhando os seus interesses com os do Steam e da comunidade em geral.” - Valve via blog oficial.

Já a Epic Games vai oferecer 88% para todos os devs que forem utilizar a sua plataforma e ainda não cobrará os tradicionais 5% de royalties de quem utiliza a sua Engine para games, mostrando um gráfico em sua apresentação para facilitar o entendimento:



Para mais detalhes do anúncio, você pode acompanhar no blog oficial da Epic Games.


Acho que o Linux vai ser a plataforma “misteriosa”, além do Android, e para mim é uma atitude acertada, concorrência sempre é bem vinda e assim faz com que a Valve trabalhe também para não ficar para trás,  assim melhorando o seu serviço. Também acho que a provável chegada da Epic Games no Linux, vai ser muito benéfica, pois assim teríamos mais uma grande empresa do mundo do jogos apostando no sistema do pinguim e isso pode trazer mais empresas para ele, porque não pensar em Blizzard e Ubisoft? Nunca se sabe. 


O que você acha que vai acontecer com a nova concorrente da Steam?

Até uma próxima e um forte abraço.

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Parâmetros de inicialização úteis para o Proton da Steam (Steam Play)

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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

O novo Steam Play, que trouxe o projeto Proton, já mudou drasticamente o cenário de jogos para Linux, fazendo com que alguns milhares de novos títulos funcionassem, entretanto, a compatibilidade perfeita ainda deve levar algum tempo para acontecer, o que não quer dizer que você não possa pegar alguns atalhos para rodar os seus jogos.

Steam Play comomand Startup






A ideia de funcionamento do Steam Play com o Proton é simples: Ao clicar em um game que seria, teoricamente, apenas para Windows, o jogo abrirá no Linux normalmente permitindo que você jogue como faria na plataforma da Microsoft. É claro que isso é uma "super simplificação" do projeto, mas a verdade é que muitos jogos já se comportam exatamente dessa forma, mesmo os fora da Whitelist de compatibilidade da Valve.

A própria comunidade vem testando uma série de jogos e postando os resultados obtidos, você pode conferir o estado  de compatibilidade atual do jogo que você gostaria de jogar consultando este site.

Outros games funcionam também com o "minor tweaking", ou seja, com pequenos ajustes. O projeto Proton está disponível no GitHub e possui uma documentação muito rica, onde existe várias dicas interessantes que você pode usar nos games para fazer com que eles funcionem de forma adequada.

Para tirar provento do material que estamos compartilhando aqui, você precisa estar com o SteamPlay/Proton ativado na sua Steam, caso você não saiba como funciona, clique aqui para entender melhor.

Parâmetros na inicialização


O Steam sempre suportou pequenos ajustes como esses em grande parte dos jogos, inclusive os de Windows, existem vários fóruns de jogos para computador que permitem que você consiga certos comportamentos nos seus games através disso, como fazê-los rodar em tela cheia, modo janela, usar uma API específica, etc. No caso do Steam Play, temos algumas opções que forçam o comportamento do Proton, essas opções podem fazer com que um jogo rode ou não, ou podem otimizar o desempenho em alguns casos.

Como muita gente ficou com dúvida, eu resolvi criar esse material guia completo explicando para servir como referência, assim você pode fazer experimentações antes de reportar qualquer game lá no ProtonDB.

Como usar os parâmetros?


De nada adianta você saber quais são os parâmetros se você não souber onde aplicá-los, certo? Para adicionar um parâmetro de inicialização a qualquer game da Steam, basta clicar com o botão direito do mouse sobre ele na sua biblioteca de jogos e clicar na opção "Propriedades" ou "Properties", caso esteja em Inglês:

Propriedades de um jogo na Steam

Ao fazer isso você abrirá um painel muito útil que praticamente todo jogo da Steam possui, onde você pode fazer uma série de manutenções no jogo, como navegar pelos arquivos do game, verificar a integridade do mesmo para saber se nada está corrompido, acessar versões Beta, mudar o idioma de um jogo, etc.

Uma das opções é a "Set Launch Options..." ou "Definir opções de inicialização...", ao clicar neste botão uma nova janela (menor) vai se abrir permitindo que você coloque os parâmetros.


Como você pode ver pela imagem, é realmente muito simples. Os parâmetros que podem ser usados ali variam de jogo para jogo, porém, os parâmetros do Proton funcionam para qualquer jogo que rode no Linux através do Steam Play.

Uma vez adicionado o parâmetro, basta clicar no botão "OK", fechar a janela e iniciar o jogo normalmente pelo cliente Steam, clicando em "Jogar" ou "Play".

Parâmetros do Proton (Steam Play)


Para entender melhor como o Proton funciona, você pode conferir o vídeo de apresentação que nós fizemos no canal, prepare um bom café, pois se trata de um vídeo longo, mas é provavelmente um dos mais completos que você verá.


Você pode usar parâmetros do Proton para forçar os jogos a usarem uma API ou outra, a converterem os dados do DX9, DX11 ou 12 para o Vulkan ou para o OpenGL e uma série de outras coisas, eu vou  fazer uma lista para você logo mais.

Antes entendamos o contexto da sintaxe do parâmetro:
"PROTON_VARIABLE=1 %command%
As palavras "PROTON_VARIABLE" simplesmente demonstram qual variável você estará alterando, já o valor "=1" indica que a variável está ativa, se você colocar "=0" seria o mesmo que "desligado" ou seja, na prática o efeito seria o mesmo de você não adicionar a variável. A sentença "%command%" basicamente é uma variável que indica o comando desencadeado pelo botão "play" da Steam, ou seja, o executável do jogo ou um launcher, como alguns games usam.

Em outras palavras palavras, é como se você estivesse dizendo "Proton, use (ou não) 'esse recurso' para executar tal jogo". Simples assim.

Na prática os parâmetros são estes logo abaixo, sendo que podem ser adicionados alguns novos no futuro, os padrões atuais são:

1 -  Faça com que o Proton use o OpenGL no lugar no Vulkan para o DirectX 10 e 11

PROTON_USE_WINED3D=1 %command%

2 - Faça o Proton desabilitar o DirectX 11 e rodar em DirectX 9, o que pode ser usado para jogos que possuem suporte à versão antiga do DX da Microsoft e rodarão melhor dessa forma. Alguns jogos mais antigos funcionam melhor dessa forma.

PROTON_NO_D3D11=1 %command%

3 - Você pode ler mais sobre o recurso ESYNC do Wine aqui, este recurso pode ser útil para rodar games que sejam CPU-Bound e exijam mais deste componente do que geralmente acontece, como o game da Rockstar Games, GTA V. Ativar ou desativar essa função em muitos casos não fará muita diferença, mas em outros pode trazer mudanças drásticas.

PROTON_NO_ESYNC=1 %command%

Estes são os parâmetros principais do Proton e são os que mais afetam os jogos, porém, existem outros que podem ser úteis para debugar um jogo ou avaliar a performance do mesmo. Por exemplo, se você quiser ver a taxa de FPS, Frame Times, Versão do Vulkan, driver e a sua placa de vídeo e outros pormenores na tela, basta adicionar esse parâmetro:

DXVK_HUD=devinfo,fps,frametimes %command% 

Claro que você pode remover qualquer uma das palavras para mostrar somente o que você quiser, por exemplo, se você só quiser ver os FPS, basta deixar apenas a palavra "fps" depois de "DXVK_HUD=" e antes de "%command%", o mesmo vale para as demais opções.

Essa função ativada te trará, nos jogos que suportam a função, uma tela como essa do Pro Evolution Soccer 2019, que está rodando no Linux Mint no exemplo:

PES 2019 no Linux

Observe em ambas as imagens o canto superior esquerdo.

PES 2019 no Linux

Existem alguns parâmetros voltados exclusivamente para o Debug, você pode saber mais aqui.

Indo além do óbvio (avançado)


Não podemos esquecer que esses softwares são Open Source, então, você pode alterar o comportamento padrão deles, por conta e risco, é claro. Mas por exemplo, você pode adicionar algum componente faltante em um jogo através do Winetricks.

Exemplo: O desenvolvedor fez o jogo para Windows considerando que certas ferramentas intrínsecas do sistema da Microsoft já estejam instaladas, como o Net Framework 4.5. Geralmente os games da Steam instalam suas próprias dependências (no Linux e no Windows) na primeira vez que o jogo é executado, mas se o desenvolvedor já estava contando com esse componente direto do sistema operacional e não adicionou a função de instalá-lo na primeira vez que o jogo é executado, em se tratando do Proton, isso pode significar um problema, afinal o game precisa de um componente que pode não estar instalado.

Dessa forma você pode usar o Winetricks, um utilitário muito popular para manipulação do Wine para instalar componentes extras para o jogo.

O primeiro passo é ter certos pacotes instalados, para isso rode o comando (Ubuntu, Linux Mint e derivados):
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y
Com isso você pode manipular o prefixo do jogo dentro do Proton, por exemplo, esse comando permite que você instale o DotNet 4.5 no jogo "Yu-Gi-Oh Duel Links":
WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45 
Destacados em amarelo estão alguns itens importantes do comando. O primeiro é número da aplicação. 

Navegue até o diretório "/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/" e você verá uma série de pastas com números que parecem ser aleatórios, mas na verdade representam o ID do jogo dentro da Steam.

* Essas pastas com números só aparecerão se você possuir jogos instalados via Proton, os jogos nativos ficam em outro diretório.

Para descobrir qual jogo corresponde a qual pasta você pode explorar os arquivos dentro do prefixo, onde você provavelmente encontrará os executáveis, mas existe uma forma mais simples de fazer isso, você pode usar o ProtonDB e pesquisar pela numeração, o site vai te trazer o jogo em questão, como no exemplo do game Warframe:

Pesquisando de ID do jogo

Outra forma é usar o próprio site da Steam. Através de um navegador use a URL https://store.steampowered.com/app/601510, onde o número em amarelo é número do jogo (ou nome da pasta do prefixo), nesse caso, seria o jogo "Duel Links" antes mencionado, essa lógica funciona com qualquer game, inclusive os que não precisam do Proton para rodar.

O Winetricks é um programa gráfico também e você encontra ele no menu do seu sistema, originalmente ele busca usar a instalação padrão do Wine no seu computador, e não o Proton, por isso precisamos do comando supracitado para direcioná-lo para trabalhar na pasta correta, no entanto, essa aplicação gráfica pode ser útil para você encontrar o nome do pacote que você quer instalar, que seria o segundo destaque em amarelo no nosso comando, referindo-se ao "dotnet45", o nome do pacote do Net Framework 4.5.

Pesquisando no Winetricks

Como você pode ver, listado na primeira coluna da imagem acima temos o nome dos pacotes, se eu quisesse (por qualquer motivo) instalar as dlls do DirectX 10 em um prefixo do específico de um game via Proton, como o "Duel Links", para usar o mesmo exemplo, pela imagem acima, o nome do pacote que eu devo indicar é "d3dx10", logo, o comando ficaria:

WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks d3dx10 

Importante para finalizar!


Esse material não é, definitivamente, para quem simplesmente quer "sentar e jogar" apenas, mas para quem quer ir um pouco além com o Proton e explorar as possibilidades da ferramenta. 

Grande parte dos jogos compatíveis com o novo Steam Play simplesmente requerem o download do jogo normalmente e o seu clique no botão de jogar, e nada mais, rodando como se fossem nativos,  porém, existem alguns que com poucas modificações, como um simples parâmetro na inicialização, podem passar a funcionar ou funcionar melhor.

A parte mais avançada, destinada a quem quer testar profundamente e fazer alguns tweaks no próprio sistema da Valve é voltada, definitivamente, a quem quer explorar e ajudar a reportar quais são os problemas encontrados para que determinado título não rode e, com sorte, apontando a solução para o problema.

Estamos vivendo uma era de transição, até essa ferramenta ficar ainda mais madura, alguns ajustes para certos jogos podem ser necessários, e muitas vezes uma simples palavra na inicialização é a diferença entre fazer o jogo funcionar ou não.

Provavelmente, com o tempo, os jogos que forem passando para Whitelist da Valve e que precisem de certos comandos assim, já possuirão essas configurações de fábrica, sejam elas vindas da própria Valve ou do desenvolvedor do jogo.

O Proton além da Steam


O Proton se tornou tão interessante que agora já está fazendo parte de outros projetos como o Lutris, um software destinado para jogadores de Linux que agrega (ou tenta) todos as formas de jogar com o sistema do Pinguin, incluindo emuladores, no entanto, um dos pontos mais fortes do Lutris é a comunidade que cria scripts para facilitar a instalação de jogos como Overwatch e League of Legends, que pode ser instalados com, literalmente, um clique. Agora o Proton faz parte desse projeto também, assim como o DXVK.


Aproveite a jogatina, siga o nosso canal da Twitch pra acompanhar os gameplays usando Proton, e até a próxima!
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Google revela projeto de Stream de jogos para o Chrome

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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Cada vez mais o mundo do conteúdo na internet  muda. Hoje você já pode ouvir as suas músicas preferidas, ver seus vídeos, filmes e séries na hora que você quiser, no aparelho que você quiser, com a qualidade que você quiser e tudo isso pagando um valor geralmente acessível, então, por que seria diferente com jogos?

Novo programa de Stream de games para Chrome






Jogos via Streaming não são necessariamente uma novidade, existem (e existiram) vários serviços neste sentido e por mais que ainda vejamos, especialmente no Brasil, vários problemas por conta da qualidade da nossa internet, certamente este é um futuro possível para a indústria dos games.

Algumas empresas, como a Valve, podem estar mirando este mercado através de serviços como o Steam Link, porém, geralmente quando a Google coloca as mãos em algo, as pessoas prestam mais atenção.


Nesta semana a empresa anunciou um novo produto, ainda em fase de testes e disponível apenas nos EUA no momento, chamado "Project Stream", a ideia é levar os jogos de computador para o Google Chrome (e por consequência para o Chrome OS, por consequência para o Linux) através de Streaming.

O primeiro jogo disponível para os "Beta Testers" é nada mais, nada menos, do que o lançamento "Assassin's Creed: Odissey". A Google exibiu um gameplay oficial em um de seus canais do YouTube mostrando o jogo rodando em 1080p a 60 FPS pelo serviço de Streaming:


Os desafios para a implementação de um serviço assim envolvendo jogos são grandes e perfeitamente conhecidos. É preciso que as pessoas tenham uma boa estrutura e qualidade de internet, de fato, entretanto, a outra ponta também é importante e sabemos que se tem alguém com imenso poder computacional por aí, esse "alguém" é a Google.

Considerando que tanto os clientes, quanto os servidores, tenham uma boa conexão com a internet, o desafio é fazer com que imagens com gráficos extremamente bem elaborados funcionem bem em um ambiente de streaming com mínima latência.

Caso esse tipo de serviço se torne viável no futuro, serviços onde você paga um valor mensal para jogar os games que quiser podem se tornar realidade, assim como implementações onde será possível jogar games com grande qualidade em Smartphones por exemplo, jogando todo o trabalho da execução de um jogo para um servidor.

Essa prática permitiria, em tese, que usuários com computadores modestos em especificações, como é o caso de vários Chromebooks por exemplo, pudessem experienciar um gameplay fluído e de alta qualidade gráfica.

Há algum tempo nós testamos e mostramos para vocês um serviço chamado "Parsec", que tem uma lógica semelhante, onde você aluga computadores de alto desempenho para acessá-os remotamente e jogar todos os games que quiser em qualquer plataforma, confira:


Quem sabe um dia teremos games na Play Store que são feitos para computador, mas rodem no seu Smartphone, Chromebook ou no Google Chrome, como se fossem instalados na sua máquina. Parece ler um longo caminho até lá, mas a cada projeto novo, estamos um passo mais perto disso.

Nas palavras de AC/DC:

"Is a long to the top if you wanna rock 'n roll!"

O que você achou da ideia? Acha que streaming de jogos será uma realidade no futuro?

Até a próxima!
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Feliz Aniversário Linux, pelos seus 27 anos de alegrias e conquistas

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domingo, 26 de agosto de 2018

Na data de 25 de Agosto,  o nosso querido e amado Linux completa 27 anos de existência com muitas batalhas, conquistas, “baixas”, mas o mais importante é ter trazido a liberdade de escolha para os seus users, e isso é muito bom.

Feliz Aniversário Linux, pelos seus 27 anos de alegrias e conquistas






Corre nas comunidades Linux que o maior projeto open source do mundo tem dois aniversários, um sendo comemorado em 5 de Outubro e o outro no dia 25 de Agosto.

A primeira data (05/10/1991) foi quando lançada a primeira versão do Kernel Linux, que foi uma adaptação do Linus Torvalds do Minix para os seus propósitos.

Já a segunda data (25/08/1991) foi quando o Linus Torvalds lançou o primeiro sistema operacional baseado no Kernel Linux, que em suas palavras era “apenas um hobby, nada grande ou profissional.”, o e-mail você pode conferir na imagem abaixo.


Algumas curiosidades sobre o Linux


Aqui vamos mostrar algumas curiosidades sobre o Kernel Linux bem bacanas, confiram:

A primeira versão acabada do Kernel Linux (0.01), tinha 10.239 linhas ;

● Linux domina em 100% no top 500 supercomputadores mais rápidos do mundo;
       
● Atualmente Linus Torvalds escreve menos de 1% do código do Kernel Linux, que agora tem o foco no gerenciamento e ajudando outros devs com os seus códigos no Kernel;

● O “hobby” de Linus Torvalds a princípio iria se chamar “FreaX” (junção das palavras “free” e “Unix”, mas ainda bem que o jovem Torvalds aceitou a indicação do dono do servidor onde ele hospedava o projeto e assim mudando para Linux (Linus e Unix) como conhecemos hoje em dia.

● O Linux é usado em programas espaciais da NASA e da ESA por exemplo, também é usado por outros órgãos do governo americano como: Unit States Post Office, os tribunais federais da justiça; Federal Aviation Administration (FAA) e a frta de submarinos da USNavy;

● Empresas grandes do setor de tecnologia usam o sistema do pinguim, como a Google, Facebook, Amazon, Space X, Panasonic, CISCO, Twitter, Dell, IBM, Microsoft (sim, ela mesma usa e tem um, o Azure) entre outras;


● 80% de Hollywood usa Linux de forma direta ou indiretamente, como mencionamos em um artigo recente do blog.

● De acordo com a Google, mais de 2 bilhões de usuários ativos usando o Android (sistema baseado no kernel linux).

● Linux domina o setor de “internet das coisas” ou IoT, com a Canonical liderando esse mercado junto com o Google.

Essas são só algumas das curiosidades que podemos listar sobre o Linux, que se fossemos por todas aqui no blog, levaríamos anos (sic). =)

Futuro do Linux


Nessa parte vai ser opinião minha, Ricardo, sobre o que eu acho que vai acontecer com o Linux em um cenário geral da coisa.

Primeiramente creio que as empresas do setor de tecnologia irão abraçar mais ainda o Linux, depois dos acontecimentos recentes, como a adoção de Hollywood e da Valve e com isso poderemos ver mais projetos incríveis, como o DxVk, Krita, Steamplay e além de alavancar projetos mais conhecidos, como o WINE, GIMP, Inkscape e Kdenlive por exemplo.

Creio eu também que alguns aplicativos como os da Adobe possam vir para o Linux, assim trazendo uma parcela boa de usuários. E também creio que em algum momento a Microsoft libere a versão nativa para Linux do Office, isso também traria outra parcela boa de usuários.

Já na parte Gamer, bom, creio eu que depois da notícia bombástica da Valve ao trazer o Proton “a luz do dia” para compatibilizar os games que ainda não tinham versões para Linux e assim facilitar para as desenvolvedoras esse “meio de campo”, isso vai trazer outra parcela “gigante” de usuários, especialmente aqueles que usam dual boot (Windows+Linux) e que estavam esperando essa oportunidade para sair do sistema operacional de Redmond. 

Mas isso é o que eu acho apenas e observo que pode acontecer muito em breve, como também posso “quebrar a cara” e nada disso acontecer rs.
Mas diga aí nos comentários como você conheceu o Linux e como o utiliza no seu dia a dia, se é no desktop, notebook ou celular.

Até uma próxima e um forte abraço.

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Fortnite: Battle Royale, chegará ao Android muito em breve

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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Ótima notícia para todos os fãs de um dos videogames mais eletrizantes da atualidade! Informações reveladas há pouco confirmam que Fortnite está chegando mais perto de ser lançado para Android ainda neste verão.

Fortnite para Android







A Epic Games, a empresa por trás do Fortnite está finalmente trabalhando em uma versão Android do game, após seu sucesso com o lançamento em dispositivos iOS. As primeiras menções da empresa para o lançamento final da versão do jogo para Android, o sistema operacional do Google baseado em Linux, afirmaram que poderia estar pronto até este verão, sem explicitamente falar sobre uma data. A grande notícia para os fanáticos do jogo, é que os mineradores de dados no Fortnite Tracker, encontraram arquivos .ini na mais nova atualização do jogo, que estão diretamente conectados a uma versão Android do Fortnite: Android_Engine, Android_Game e Android_RuntimeOptions. 

Por que o Fortnite estar disponível no Android é uma boa nova?


O que faz a grande diferença no lançamento do Fortnite para Android é que ele se transforma em um dos poucos jogos cross-platform que existem, e que usam a mesma conta de usuário, mesmos servidores, as mesmas informações e status do jogo, ao mudar de um dispositivo ou sistema operacional para outro. 

Exemplos dessas plataformas podem ser vistos com o Netflix, onde os usuários podem começar a assistir a um filme em seu tablet, e continuar vendo exatamente onde eles saíram em sua Smart TV. A Betway Casino é outro exemplo dessa abordagem, já que seus usuários podem estar jogando nos seus laptops em casa e, em seguida, usar as mesmas informações de conta para continuar jogos como Blackjack ou Roleta em seus smartphones. No contexto musical, o Spotify oferece a mesma facilidade de ouvir música em um iPhone e continuar tocando a música em outro dispositivo, como um computador Linux, quando o login no aplicativo é detectado. Ao se tornar cross-platform, o Fortnite: Battle Royale, se une a outros poucos videogames desse tipo, como o Hearthstone, da Blizzard Entertainment, o famoso Minecraft, da Mojang, e o Rocket League, da Psyonix.

Falta ainda a versão de Linux no Desktop? Falta, mas quem sabe, né? Ao menos um dos Linux vai receber o porte.

Netflix


Por que a Epic Games escolheu este verão como ideal para o lançamento?


A empresa uniu forças com o gigante chinês, Tencent, para lançar uma versão Windows do jogo para o mercado chinês, e sendo a China o país com o maior número de usuários de smartphones por uma muito grande diferença, (775 milhões, versus 386 milhões da Índia), a versão Android do Fortnite pode ser um recurso muito lucrativo para a Epic Games e a Tencent. O game para computador foi lançado na China há poucos dias, e apesar de atrair a atenção dos jogadores de PC no extremo oriente do mundo durante esta semana, a versão para o Android pode ser exatamente o que o jogo precisa para decolar na China, que é um dos maiores mercados do Android e do Linux no mundo.

Após seu lançamento, o Fortnite ainda terá que competir com o PlayerUnknown's Battlegrounds, da PUBG, que é um dos poucos jogos que já estão entre os favoritos dos jogadores chineses, e também tem a capacidade multiplataforma que permite aos seus jogadores alternar entre Android, iOS, Xbox One e Windows.

Um Beta já foi disponibilizado para alguns aparelhos da Samsung, o que significa que em breve teremos novidades.

O Google é pioneiro em ser multiplataforma


Uma das principais estratégias do Google é oferecer aos usuários a facilidade de usar a mesma conta e continuar trabalhando ou se divertir facilmente em diferentes dispositivos, com o Gmail, o Google Drive ou o próprio Google Docs, que tenta substituir ao Microsoft Office, sendo exemplos de como o Google trabalhou na integração online. O princípio por trás dessa tecnologia é atualizar constantemente as alterações do usuário ou trabalhar online para que todas essas informações estejam sempre atualizadas usando uma conexão com a Internet. O exemplo mais claro desse esforço é o lançamento do Google de seus Chromebooks e seu sistema operacional Chrome OS, feito por diferentes fabricantes de computadores com o objetivo de reduzir os custos de hardware e basear o uso dos mesmos e o espaço de armazenamento na internet.

Multiplataforma

O uso dos mesmos detalhes da conta em vários dispositivos para fazer uma transição perfeita e oferecer a mesma experiência exige esforços muito difíceis por parte dos desenvolvedores, e é uma tarefa muito agradável quando o resultado final é tão uniforme quanto nos exemplos anteriores.

E aí, vai jogar Fortnite no Android?

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Um convite especial para você que gosta do Diolinux!

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terça-feira, 7 de agosto de 2018

Estou aqui para te fazer um convite muito especial! Agora o canal Diolinux está marcando presença em um novo setor também e queremos você por lá!

Twitch Diolinux






Nós estamos começando uma nova fase no "projeto Diolinux", como chamamos. As lives são uma forma muito interessante de interação com o público, de entretenimento e conhecimento, porém, o YouTube, curiosamente, não favorece muito esse tipo de formato, ao contrário da Twitch

Continuaremos fazendo as lives no YouTube também, mas elas serão versões do conteúdo padrão do canal, com a única diferença de ser ao vivo, já na Twitch, focaremos em games para Linux especialmente, é claro que podemos conversar sobre assuntos diferentes, mas estaremos rodando games quase que diariamente para você poder se divertir com a gente.

O projeto é fazer live na TwitchTV todos os dias desta semana e continuar com uma alta frequência nos dias seguintes, na medida do possível. Hoje mesmo teremos live por lá, basta você acessar o nosso canal da Twitch e acompanhar.

Vale a pena seguir o canal e talvez até baixar o App da Twitch para o seu Smartphone, assim você vai ser avisado sempre que nós entrarmos ao vivo, permitindo que você assista a live e também comente ao vivo, interagindo conosco e com as outras pessoas que estiverem assistindo.

Quanto a games, de forma geral, no YouTube vamos reservar o Sábado para postar conteúdo neste sentido, porém, não serão gameplays necessariamente, serão vídeos diferentes, vale a pena ficar de olho, os vídeos vão sair sempre às 19 horas lá, e assim, teremos 7 vídeos por semana! :D

Chegou a hora de mostrarmos que Linux pode ser usado para diversão com games também no antro de gamers da internet que é a Twitch! Entre você também para a #LinuxGamersGeneration!

Bora lá acompanhar a gente na Twitch então, temos um encontro marcado todos os dias depois das 19:30, é só ficar ligado! :)

Até logo!
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