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Emulador PPSSPP no Linux via Flatpak

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

O PSP é um dos portáteis que marcaram minha vida, e olha que sou aficionado por esses “pequenos monstrinhos”. Recentemente tive o desprazer de não poder desfrutar de meus jogos neste console, entretanto, ainda posso matar a saudade jogando diretamente em meu Ubuntu.

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A equipe de desenvolvimento do emulador PPSSPP sempre está implementando novas funcionalidades e recursos no programa. O emulador é bem famoso e possui até mesmo uma versão Android, além de suas versões GOLD com recursos premium. Caso tenha se interessado, em seu site oficial encontra-se todos os links e mais informações dessas opções.

Instalando o PPSSPP em sua distro Linux


Existem algumas maneiras de se obter o PPSSPP no Linux, através de pacotes DEB ou até mesmo um PPA para Ubuntu. Temos uma postagem abordando como efetuar a instalação do emulador via PPA. No entanto, as coisas são mais lentas por este meio. Não falo especificamente do emulador, e sim da demora em novas atualizações serem disponibilizadas. Alguns podem pensar que isso não é tão importante para softwares com foco em emulação, entretanto, te garanto que as melhorias de performances podem praticamente diferenciar o mesmo programa, apenas por conter uma versão superior. Convenhamos, que para computadores mais modestos, quanto mais performance e ajustes finos melhor.

Uma solução que venho adotando a bastante tempo, e que superou minhas expectativas, foi o PPSSPP diretamente do Flathub. Além de sempre estar alinhado com as últimas versões estáveis do PPSSPP, o emulador tem se mostrado muito estável e sempre com desempenho acima que a versão anterior. Obviamente, que isso é graças aos desenvolvedores do aplicativo que sempre disponibilizam uma versão melhor e superior a cada lançamento (estão de parabéns).

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Para prosseguir com a instalação do emulador, será necessário ter o Flatpak configurado em seu sistema e o repositório do Flathub. Calma, que é muito simples e essa postagem ensina o passo a passo para o Ubuntu (se já não tem configurado). Outras distribuições que não possuem o Flatpak habilitado, poderão configurar o recurso por esse post (acesse o link anterior, do Ubuntu, lá existe um passo para adicionar o repositório do Flathub). Caso utilize Linux Mint ou Fedora, o Flatpak já vem habilitado por padrão. No caso do Fedora, será necessário apenas adicionar o repositório do Flathub.

Instale no Ubuntu, Mint, Fedora ou qualquer outra distribuição que tenha uma loja com suporte a Flatpak, pesquisando por: “PPSSPP flatpak”.

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O processo pode ser feito via terminal, para quem desejar.

Adicionando o repositório do Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalação do PPSSPP Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.ppsspp.PPSSPP

Remoção do PPSSPP Flatpak via terminal:

flatpak remove org.ppsspp.PPSSPP/x86_64/stable

Dica extra (se possuir HD externo com seus jogos armazenados):

flatpak override --filesystem=/caminho_do_seu_hd org.ppsspp.PPSSPP

Exemplo do comando acima (costumo montar meus HDs em “media”):

flatpak override --filesystem=/media org.ppsspp.PPSSPP

Assim o PPSSPP em Flatpak poderá ler todos os meus arquivos, vindouros do ponto de montagem “media”, em meus outros HDs (esse comando pode ser adaptado para qualquer Flatpak, inclusive o da Steam).

Sem sombra de dúvidas o PPSSPP é um dos melhores emuladores, o interessante que você pode executar games sobre OpenGL ou Vulkan. Pelos meus testes, alguns títulos ganham mais potência em Vulkan, enquanto, outros são afetados por bugs. Vale o teste e ficar atento ao funcionamento do jogo. A resolução pode ser escalonada, entre outras configurações que são auto explicativas.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE!
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Veja como instalar a Uplay no Linux de forma fácil

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terça-feira, 16 de julho de 2019

Hoje em dia, quando se fala em jogos, temos várias lojas como Origin, da EA Games, Battle.net da Blizzard, GOG Galaxy (GOG), Steam, a Epic Games a Epic Games Store e a Uplay da Ubisoft. Nesse tutorial de hoje vamos te ensinar a instalar ela no Linux.

Veja como instalar a Uplay no Linux de forma fácil





Vamos para a instalação da UPLAY


Para “começo de conversa”, vamos preparar o Linux para rodar jogos, para não nos estendermos demais, recomendo que siga o guia que criamos para isso. Tá bem explicadinho e detalhado.

Depois de preparado o Linux e instalado o Lutris, como ensinado em nosso artigo, você pode instalar a Uplay de duas formas. A primeira é buscar dentro do próprio Lutris por ela, como mostra a Figura abaixo. Depois é só clicar em “Install” (Na imagem abaixo, o botão de instalar apareceria onde está escrito “Play”)



A segundo forma, é utilizando o site do Lutris. Na barra de buscas (Search), procure por “Uplay”, e depois clique no ícone da loja.







Clique em “Install”, o Lutris ou um pop-up irá abrir.

Aguarde a instalação e usufrua dela. Vale lembrar que alguns jogos podem não funcionar, como o Rainbow Six Siege (R6), que por causa do Anti-cheat do jogo, barra o Wine/DXVK. Dos 7 jogos que tenho lá, tirando o R6, alguns rodaram de forma satisfatória. Os jogos que peguei lá foram os oferecidos de graça, como o UNO Demo, Rayman Legends Demo, World in Conflict, e alguns Assassin’s Creed, como o Black Flag, o Unity e o Chronicles China. Já o Watch_Dogs 1, funciona quase que 100%, mas o som não funciona na gameplay, já nos menus sim. 

Pode ser que isso acontece em alguns títulos ( seja necessário alguma configuração extra), mas isso não quer dizer que seja “pra sempre” essa situação.

Se você estava precisando daquela ajudinha para rodar a Uplay, espero que esse tutorial lhe ajude. 😁

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Veja como instalar a EPIC Games Store no Linux de forma simples e fácil

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Hoje em dia, quando se fala em jogos, temos várias lojas como Origin, da EA Games, Uplay da Ubisoft, Battle.net da Blizzard, GOG Galaxy (GOG), Steam e a da Epic Games a Epic Games Store (nome bem criativo, não? 😅). Nesse tutorial de hoje vamos te ensinar a instalar ela no Linux.


 Veja como instalar a EPIC Games Store no Linux de forma simples e fácil






Para dar uma “refrescada” na memória, há uns 3 meses noticiamos que o pessoal do Lutris recebeu um “incentivo” do manda chuva da Epic Games, Tim Sweeney, em ingressar no programa de financiamento da Epic Games, o Epic MegaGrants. O artigo completo você pode conferir aqui.

Agora vamos para a instalação da Epic Games Store


Para “começo de conversa”, vamos preparar o Linux para rodar jogos, para não nos estendermos demais, recomendo que siga o guia que criamos para isso Tá bem explicadinho e detalhado.

Depois de preparado o Linux e instalado o Lutris, como ensinado no nosso artigo, você pode instalar a Epic Games Store de duas formas. A primeira é buscar dentro do próprio Lutris por ela, como mostra a Figura abaixo. Depois é só clicar em “Install” (Na imagem abaixo, o botão de instalar apareceria onde está escrito “Play”)



Aguarde a instalação e usufrua dela. Vale lembrar que alguns jogos podem não funcionar, como o Fortnite, que por causa do Anti-cheat do jogo, barra o Wine/DXVK. Dos 17 jogos que tenho lá, só o Fortnite não rodou, já os outros rodaram de forma muito boa. Os jogos que peguei lá foram os oferecidos de graça, como o Subnautica,  Slime Rancher e o Super MeatBoy.

A segunda forma, é só procurar no site do Lutris, no campo Search, por Epic Games Store e mandar instalar. Assim vai abrir o Lutris e começar a instalação.

Se você estava precisando daquela ajudinha para rodar a Epic Games Store, espero que esse tutorial lhe ajude. 😀

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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O que leva um novo usuário desistir do Linux?

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Novos usuários que por algum motivo se aventuram em terras desconhecidas, ou para os mais íntimos, “o mundo do pinguim,”, acabam passando por situações nem sempre agradáveis. Uma parte acaba desistindo e passam a repudiar a plataforma, seja por uma desilusão ou não conseguirem moldar o sistema, como o que usava anteriormente. Hoje irei abordar alguns motivos que levam novos usuários a desistirem do Linux.


Em 2015 o Dionatan Simioni, simplesmente o “mandachuva do Diolinux” (😇😇😇), escreveu uma postagem com tema semelhante. Aconselho que leiam, e de fato algumas coisas também estarão presentes neste. No entanto, irei abordar conforme minha visão dos fatos e espero que você também enriqueça essa postagem comentando e dando seu ponto de vista.

“O início do fim”


O ser humano gosta de conforto e rotina, qualquer coisa que mude esse “modus operandi” irá nos causar aversão. Usar algo novo nos proporcionará um misto de sensações, como: medo, anseio, impotência, alegria, raiva, surpresa, fascínio, recordação, frustração entre outros sentimentos. A forma que canalizamos esses momentos ao descobrir um mundo novo, será um dos aspectos que ditará o fim ou início. Não é difícil identificar usuários que se tornarão amargurados com a experiência de utilizar Linux. Quantas vezes você já não viu alguém procurando uma distribuição Linux igual ao Windows? Não estou dizendo em uma interface que tenha a lógica de funcionamento semelhante, mas sim pessoas que querem um Linux como o Windows. Seja na instalação e seleção de softwares, atualizações, interface, atalhos, comportamento, sistema de arquivos e tudo mais. Usuários que não mudam essa mentalidade, estão fadados a abandonarem o Linux. A premissa é muito simples: “Por que usar Linux, se o que na realidade você quer é utilizar outro sistema?”, no caso o Windows. Talvez por características e vantagens que o Linux possua, porém, nada é só vantagens ou só defeitos. Aventurar-se ao novo requer uma mudança de paradigmas, e isso não é para qualquer um.

Instalação do sistema 


Ao contrário do Windows e macOS o Linux não está presente pré-instalado no ato da compra de um hardware geralmente, claro que existem exceções, mas isso, querendo ou não, acaba dificultando parte do processo. “Obrigatoriamente” um novo usuário, ou terá que solicitar a instalação por meio de terceiros, ou fazer por conta própria. Essa já é uma primeira barreira, instalar uma distribuição “na cara e na coragem”. 

Vejo muitos usuários de Windows usarem isso como o “xeque-mate”, mas lembre-se que o mesmo ocorre com o Windows. A diferença é que qualquer “técnico de esquina” instala uma cópia pirata do sistema da Microsoft, enquanto, outros nem ao menos sabem o que é Ubuntu. Atualmente instalar uma distro como Ubuntu, Linux Mint, Deepin, etc; não é uma tarefa complicada, isso no modo automático. Lembrando que estamos falando de um novato, que não conhece nada de Linux. Procedimentos, como: criar pendrive bootável, desativar secure boot, verificar se está em modo UEFI ou Bios LEGACY, são coisas que exigirão pesquisas e alguns tutorias no Youtube.

Opções, muitas opções, qual sistema escolher?


Uma das características que mais gosto no Linux, é tido como defeito e qualidade: ter muitas opções. Isso possibilita utilizar a distribuição que mais se aproxime ao seu perfil ou confundir os novatos (“uma via de mão dupla”). Um usuário despercebido e que não “manje nada de Linux” pode até ficar confuso com tantas distribuições, todavia, uma se sobressai entre as outras. Claro, que não digo que ela é a melhor, simplesmente é a que quase todo novo usuário inicia. Estou falando do Ubuntu. Seja por sua vasta documentação, blogs, tutoriais, canais no Youtube e tudo mais. O Ubuntu aparecerá logo ao pesquisar por alguma solução para Linux, e provavelmente ele será o primeiro sistema em que os novos usuários ouvirão ou irão se aventurar. No entanto, é inegável que a quantidade assombrosa de sistemas Linux podem tornar a escolha bem difícil para alguns usuários.

Incompatibilidade com hardwares 


Nesses anos que utilizo Linux, não me recordo de ter passado por este problema, mesmo no início em que sempre estive preocupado com incompatibilidades, “nunca fui agraciado” com esse tipo de situação (sempre pesquiso bastante antes de adquirir algum hardware, isso pode contribuir). Talvez um device ou hardware muito datado, ou uma placa wifi muito específica, acabem tirando o sono de algumas pessoas ao tentar instalar uma distro. Diversos fóruns estão com tópicos do tipo: “minha placa wifi não funciona em distro tal”, “impressora y não funciona no Linux”, “não consigo jogar com o driver proprietário de placa x” e por aí vai…

Catálogo de programas indisponíveis para Linux


Outra barreira que acaba desestimulando o uso de Linux, são alguns softwares inexistentes na plataforma. Esse assunto é bem delicado, pois, a “culpa” não é do Linux em si (se é que existem culpados). Algumas empresas julgam sem necessidade um porte ou desenvolvimento de seus programas para outros sistemas. Um exemplo bem expressivo é a Adobe, com sua suite de criação. 

Quando o assunto é Adobe, logo aparecem usuários dizendo: “Você pode utilizar o Gimp” ou “Existe o Kdenlive, Blender, DaVinci Resolve”. Digamos que não é tão simples assim, e dependendo do caso, nem sempre o usuário pode migrar de programa.

Gamers e suas dificuldades no Linux 


Jogar no Linux não é “um bicho de 7 cabeças”. Houve uma tremenda evolução nestes últimos anos, e muitos títulos se fazem presentes no sistema do pinguim. Se há alguns anos era impossível jogar games, como: GTA V, The Witcher 3, Overwatch, Dota 2, Counter Strike entre outros. Atualmente não é mais assim, porém, mesmo com inúmeros games nativos, SteamPlay (que permite executar games do Windows no Linux), nem sempre a tarefa será das mais amigáveis. Alguns jogos não irão funcionar de primeira, sendo preciso alguns ajustes. Sites, como o ProtonDB e tutoriais ensinando alguns parâmetros, podem facilitar o processo, mas isso vai exigir algumas tentativas e erros. 

Para jogos que façam uso de Wine, Proton (SteamPlay), dependendo do hardware a performance pode ser prejudicada e visivelmente afetando a gameplay. Anteriormente abordei o caso de programas que não funcionam no Linux, e com jogos não é diferente. Dependendo do game em questão, a única solução será manter um dualboot, abandonar o jogo ou desistir do Linux (ao menos momentaneamente). O que mais me impressiona nesta história, é a capacidade do Linux rodar jogos do Windows de maneira que parece algo nativo. Obviamente que isso dependerá do seu hardware e do jogo. Um aspecto que atrapalha o funcionamento destes games no Linux são os anti-cheats, na qual já abordamos em outra postagem.

Tipos de pacotes, particularidades do sistema e nomenclaturas 


Talvez esse seja o ponto em que os novatos mais se atrapalham. O que é um Flatpak, Snap, AppImage, apt, dnf, tray, repositório, etc, etc, etc. São tantas novidades que ou das duas uma: “o cara fica doido e sai correndo” (😜😜😜) ou começa a refletir do porquê disso e começa a aprender. Para usuários que querem um Linux igual ao Windows, a jornada acaba aqui. Para quem entende que é algo novo e aceita a realidade, que “não sabemos de tudo”, a jornada apenas começou. Esse passo exige muita humildade, pois, é de nossa natureza, querer ser o melhor. Aceitar que novas situações, experiências, tecnologias nem sempre estarão em nossos plenos domínios, evita frustrações, nos condicionando para o aprendizado. Tudo isso irá depender do usuário, e não do novo sistema. Algo que quero salientar é: que usuário é diferente de administrador de sistema. Não é obrigado a aprender tecnicamente como as coisas funcionam, apenas tirar proveito da tecnologia e utilizar em seu dia-a-dia. Uma coisa que nem sempre acaba acontecendo, os usuários de Linux acabam criando um apreço e mesclando entre serem “usuários e administradores”. Gosto de chamar esse grupo de “usuário intermediário”, que é aquele cara que não chega a ser um administrador pleno, mas que sabe muito e por vezes administra sozinho seu sistema. Se você chegou a este ponto, dificilmente desistirá do Linux.

Comunidade áspera 


Por muito tempo a comunidade Linux recebeu este rótulo, uma comunidade ácida e que espantava os iniciantes e suas “perguntas burras”. O motivo da existência de vários blogs, sites e canais do Youtube, em parte, foi devido a essa conduta repugnante. Sendo sincero, felizmente nunca passei por uma situação humilhante em algum fórum ou grupo. O motivo? Não participava de nenhum, e sempre quando me permitia a navegar por essas águas, observava tais atrocidades. Sempre fui um lobo solitário, buscando resolver meus próprios problemas. Por conta disso, perdi oportunidades de conhecer pessoas que realmente se importavam com os outros. Sei que a acidez de algumas comunidades já afastaram muitos usuários, algumas pessoas não compreendem que começamos do início, por mais estranho que isso possa soar. Enfim, pessoas sensatas estão levantando grupos que realmente fazem a diferença, fóruns que não menosprezam os iniciantes e que na possibilidade de algum “sem noção” ofender alguém, logo ignoram esse indivíduo, e é claro que, isso não se restringe a grupos que falam sobre Linux ou Software Livre e Open Source, é possível ver comportamentos similares em qualquer grupo “rival”, sobretudo no mundo da tecnologia, Intel e AMD, Nvidia e AMD, Xbox e Play Station, Samsung e Apple, etc; etc.

Ideias radicais


Você já ouviu pessoas dizerem a palavra “Ruindows”? Algumas falam em tom de gozação e em círculos com amigos, assim como sempre brinco e falo “Linûx” ou “que Linux não tem jogos”. O problema que algumas realmente pensam assim. Na realidade não tiro o direito de pensarem nesse tipo de coisa, vejo como reprovável quando querem empurrar esse pensamento “goela abaixo”. Muitos usuários nem sequer experimentam Linux, por acreditar que seus usuários são assim. Esse tipo de comportamento também ocorre em outros usuários de sistemas distintos. Não é raro ver alguns usuários do Windows espalhando lorotas de que: “Não tem como ser gamer e usar Linux” ou “Linux é coisa de comunista/fascista”. Muita desinformação ronda a internet.

Minha singela conclusão


Linux é um ecossistema que proporciona muitas vantagens e facilidades de uso, entretanto, “nem tudo são flores”. Existem defeitos, dificuldades e uma provável obrigatoriedade na mudança de sua rotina ou algumas ideias e pensamentos. Longe de ser algo ruim, apenas diferente, não existe certo ou errado nisso. Caso o programa no qual você “ganha seu suado pão” não esteja presente, não é crime algum não migrar ou deixar de utilizar o Windows, por exemplo. Aquele jogo que você mais gosta não está no Linux, ou não existe a possibilidade de jogá-lo. Não há problema em não fazer um dualboot. Sim, existem nomenclaturas e conceitos um pouco confusos, mas é absolutamente comum sentir-se desorientado ao iniciar em algo novo. Aprenda o essencial, minha esposa, por exemplo utiliza Linux e não sabe o que é um Flatpak. Ela simplesmente abre a loja do Linux Mint e instala o que quer. Minha mãe nem sabe o que é Linux, Windows, ou seja lá o que for e usava Ubuntu (😂😂😂). Mesmo criança meu irmãozinho utilizava, agora adolescente passou a vasculhar e fazer coisas sem ao menos me pedir ajuda. Recentemente ele resolveu um problema de um jogo via SteamPlay, descobriu sozinho alguns comandos do winetricks que solucionaram o bug no game e fez algo que tentei por algumas semanas sem resultado.

Os motivos abordados neste post, são os que julgo serem os principais a desmotivarem o uso do Linux para novos usuários. Fique a vontade para expor suas ideias, claro, sendo complacente com a opinião alheia. Não ofenda ou empurre seu ponto de vista, isso só gera brigas e não uma verdadeira e saudável discussão.

Para quem precisa de uma comunidade “mente aberta”, considere participar de nosso fórum Diolinux Plus. Não importa se usa Windows, macOS, iOS, Android, Linux seja o que for. O intuito do Diolinux Plus é auxiliar os usuários e promover debates de ideias de alto nível, sem picuinhas ou brigas de ego.

Até o próximo post, que hoje o assunto rendeu (😁😁😁), compartilhe esta postagem, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Imposto sobre eletrônicos e jogos pode ser reduzido em votação do Senado Federal

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quarta-feira, 3 de julho de 2019

O Senado Federal vai pôr em pauta de votação novamente a redução de impostos sobre eletrônicos e jogos eletrônicos (consoles e games) produzidos no Brasil. Vale ressaltar que a carga tributária atualmente é de (inacreditáveis) 72%.


Imposto sobre eletrônicos e jogos pode ser reduzido em votação do Senado Federal






A indústria dos games é uma das mais rentáveis do mundo, movimentando bilhões e bilhões de Dólares ao ano. O Brasil é uns dos mercados que mais consome dessa indústria, mesmo tendo uma carga tributária “cruel” para esse setor.

Esse cenário pode mudar com base em uma sugestão feita no portal e-Cidadania (SUG), foi elaborada uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para que se fosse zerado os impostos sobre games e consoles. Itens importados ainda não terão a redução.


O anúncio da votação, que foi realizada hoje (3), feita pelo Twitter oficial do Senado Federal, deu uma movimentada na comunidade gamer do Brasil, tento praticamente 99% de apoio.



A PEC 51/2017, em resumo, vai ter como objetivo, facilitar a produção dos games e consoles em território brasileiro, assim como já acontece com os CDs e DVDs. Com isso, segundo a PEC e a SUG, fomentaria-se o consumo e o crescimento (mais ainda) do mercado brasileiro de games.

Por questão de agenda, a pauta dos games (como já está sendo chamada na internet), foi adiada, mais uma vez, para semana que vem, mantendo todos os que se importam com a causa apreensivos novamente, mas pelos indícios, muito provavelmente será aprovada e assim seguirá para o plenário do Senado para votação e posteriormente para sanção presidencial.



PEC 51/2017 e o relatório sobre.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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FINALMENTE !!! Atari VCS já está disponível para pré-encomenda

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quarta-feira, 12 de junho de 2019

Para aqueles que pensavam que o Atari VCS estava “morto” ou “esquecido”, eis que a Atari Interactive, anuncia a pré-venda do seu produto em seu site, no Walmart e na GameShop.


FINALMENTE !!! Atari VCS já está disponível para pré-encomenda





Depois de muitas indas e vindas, de criação de um financiamento coletivo no IndieGOGO, e muita especulação, o aparelho da Atari vai ganhar a luz do dia. Vão ser três versões diferentes, além da venda dos controles. Todas as versões do ATARI VCS conta com APU e GPU da AMD.

Começando pela versão básica, chamada de ATARI VCS 400 SYSTEM, conta com uma APU AMD Raven Ridge 2, GPU Vega integrada, 4GB DDR4 de memória ram, 32GB de armazenamento (eMMC) e podendo ser expandido via USB, sistema operacional Atari OS (Linux), mas sendo compatível com outras versões de Linux e também sendo compatível com SteamOS, ChromeOS, Windows e  sem controle (tanto o clássico quanto o “moderno”). Essa versão custará US$249.

A segunda versão é o ATARI VCS 800 SYSTEM, vem equipado também com APU AMD Raven Ridge 2, GPU Vega integrada, 8GB DDR4 de memória ram, 32GB de armazenamento (eMMC) e podendo ser expandido via USB, sistema operacional Atari OS (Linux), mas sendo compatível com outras versões de Linux e também sendo compatível com SteamOS, ChromeOS, Windows e sem controle (tanto o clássico quanto o “moderno”). Essa versão custará US$279.

Já a terceira opção, é o ATARI VCS 800 SYSTEM com tudo incluso, com dois controles, custará US$389. Já os controles, tanto o clássico quanto o moderno, serão vendidos por US$49 e US$59 respectivamente. Se quiser comprar a versão completa, basta acessar o GameShop ou o Walmart

Para maiores informações, basta acessar o site da ATARI.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Google anuncia valores do Stadia, será que você vai poder usar o serviço em breve?

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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Há três meses, o Google revelou o nome oficial do seu projeto chamado de “Project Stream”, agora com o batismo de “Google Stadia”, nos moldes de streaming, como o Netflix e Spotify. A cobertura da revelação do nome e tudo mais, você pode conferir neste post do blog.

Google anuncia valores do Stadia, será que você vai poder usar o serviço em breve?






No primeiro Stadia Connect, evento para falar sobre o produto, a Google finalmente revelou detalhes sobre o serviço, como velocidade da conexão, jogos suportados, preços e data de lançamento oficial do serviço.

A primeira coisa revelada foi de qual velocidade de internet você precisará. Para ter uma transmissão de 720p a 60fps e som Estéreo, será necessária uma conexão de 10Mbps (com 1Mbps de upload). Já para uma transmissão em 4k a 60fps e 5.1 Surround, uma conexão de 35Mbps se faz necessária.



A segunda coisa importante revelada, foram os preços e países que irão receber o serviço primeiro. E sim, o Brasil está fora desta primeira rodada, infelizmente. Os países são: Bélgica, Finlândia, Canadá, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Existem também variações nos preços, separados por “perfis’, sendo a “Google Stadia Founder’s Edition “, “Google Stadia Pro” e o “Google Stadia Base”.

Na versão “Google Stadia Founder’s Edition”, quem adquirir vai desembolsar US$129, com direito a um controle Stadia na cor Light Blue, Chromecast Ultra, Três meses do Stadia Pro, ter preferência na escolha de um nome dentro da plataforma e o jogo Destiny 2 completo (base+expansões).

Já a versão “Google Stadia Pro”, você pagaria uma mensalidade de US$9,99 e teria acesso a alguns games grátis por mês, mas ainda teria que comprar jogos dentro da plataforma. O Google ainda comentou que pretende expandir a base de jogos grátis nesta modalidade. Aqui você poderá jogar em 4k, 60fps, HDR e som surround 5.1.

Também há planos de lançar uma versão gratuita do Stadia, denominada de “Google Stadia Base”, onde você só teria acesso à plataforma,  tendo que comprar os jogos separadamente, semelhante ao que acontece com a Steam, mas claro, em nuvem A jogatina rolaria em FullHD, 1080p, 60fps e som estéreo. Essa versão tem previsão para 2020.




Bandai Namco: Dragon Ball Xenoverse 2 ;
Bethesda: Doom Eternal+, Doom (2016), Rage 2, The Elder Scrolls Online, Wolfenstein: Youngblood+ ;
Bungie: Destiny 2 ;
Capcom*
Coatsink: Get Packed+ ;
Codemasters: GRID ;
Deep Silver: Metro Exodus ;
Drool: Thumper ;
Electronic Arts*
Giants Software: Farming Simulator 19 ;
Larian Studios: Baldur’s Gate III+ ;
nWay Games: Power Rangers: Battle for the Grid ;
Rockstar*
Sega: Football Manager ;
SNK: Samurai Shodown+ ;
Square Enix: Final Fantasy XV, Tomb Raider Definitive Edition, Rise of the Tomb Raider, Shadow of the Tomb Raider ;
2K: NBA 2K, Borderlands 3+ ;
Tequila Works: Gylt+ ;
Warner Bros: Mortal Kombat 11 ;
THQ: Darksiders: Genesis+ ;
Ubisoft: Assassin’s Creed Odyssey, Just Dance, Tom Clancy’s Ghost Recon Breakpoint+, Tom Clancy’s The Division 2, Trials Rising, The Crew 2 ;

Mais títulos serão anunciados na E3 deste ano (2019). O Google Stadia tem previsão de lançamento oficial em Novembro deste ano. Para acompanhar mais novidades, siga o Twitter oficial do Stadia.

                 

Vale lembrar que o Google Stadia é construído na plataforma Linux + Vulkan + AMD. Isso pode, em algum momento, cedo ou tarde, facilitar a portabilidade de grandes jogos Triple A para Linux e porque não, trazer outras empresas que não sejam do mundo dos jogos, mas isso é a minha humilde opinião (e porque não previsão?? emoji de risada). Não obstante, a própria existência do Stadia, como plataforma agnóstica de sistema operacional, por rodar através do Google Chrome, traria também vários games para Linux.

Não tão distante de você


Tudo bem, o Stadia ainda vai demorar um pouco para chegar ao Brasil, e em termos de “contras”, o maior fator apontado é a latência, que de fato, pode ser um problema, especialmente nos games multiplayers online.

Tanto o preço inicial do Stadia (ainda sem o valor para o Brasil), quando os requisitos de internet para rodar os jogos são muito acessíveis para a maior parte das pessoas aqui no Brasil, é um serviço que, se funcionar como deve, se torna muito mais barato do que comprar consoles ou fazer upgrades constantes do hardware do seu computador para comportar os novos lançamentos. 

O futuro nos dirá o quanto essa premissa funcionará efetivamente, mas não há como negar que, da forma com que a Google apresenta, o Stadia parece ser um bom serviço.

Nós diga aí nos comentários o que achou dessa primeira leva do Stadia e o que você espera do serviço. 

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Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

A Valve, empresa por detrás da Steam, lançou uma nova versão Beta do seu app, com algumas novidades e correções pontuais na versão para Linux

Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux






A primeira novidade, foi a mudança do IN-Home Streaming para o Steam Remote Play ou somente Remote Play. Esse recurso possibilita a transmissão dos seus jogos entre os apps da Steam, desde que haja uma boa conexão de internet para isso. Os dispositivos que estiverem utilizando o Steam Link, como por exemplo os celulares, vão aparecer nessa nova aba reformulada, assim podendo gerenciar eles.

Já a segunda novidade tem haver com o Vulkan. A Valve refez o sistema de shader, agora habilitando o download e a pré-compilação de toda a coleção do Vulkan pipelines para um determinado jogo. Como resultado, os downloads de dados do shader agora serão exibidos no gerenciador de downloads do Steam. 



A pré-compilação será ativada em uma futura versão beta. Isso sendo ativado por completo nos próximos betas, poderemos ter uma fluidez melhor tanto nos jogos nativos quanto nos jogos que rodam via SteamPlay.



Já as correções para Linux foram:

- Corrigida uma falha aleatória no cliente Steam ao lançar jogos;
- Corrigido um erro em que ao copiar/mover arquivos maiores que 2 GB, retornavam um erro de E/S;
- Melhorou a capacidade de resposta do cliente às mudanças de rede;
-Correções "Risk of Rain" e outros títulos de GameMaker;
-Adicionado suporte para remover versões antigas do Proton, assim deixando somente às versões mais recentes;

Para ver o post completo, basta acessar ele aqui.

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DXVK 1.0.3 é lançado enquanto o DXVK 1.1 recebe correções

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terça-feira, 16 de abril de 2019

DXVK é uma ferramenta fantástica que chegou ao mundo Linux, mais precisamente para o mundo dos games, onde possibilitou a “jogatina”  de alguns “milhares” de jogos que antes não poderiam ser executados, somente com o WINE. Agora conta com mais melhorias implementadas nesta versão.


 DXVK 1.0.3 é lançado enquanto o DXVK 1.1 recebe correções





Com o crescimento da compatibilidade de mais e mais jogos, a evolução do DXVK também vem crescendo e surpreendendo. Quem poderia imaginar que até o ano passado (2018), o projeto era somente um “hobby” e que poderia ajudar na “migração” de jogos para Linux em um “piscar de olhos”, realmente incrível.

Para essa versão, a 1.0.3, foram acrescentadas as seguintes melhorias e correções:

- DLLs do DXVK agora incluem informações sobre a versão, que alguns jogos podem usar;

- Corrigido o problema em que os shaders de geometria de hashing com metadados de saída de fluxo retornavam resultados indefinidos. Isso pode levar a que os arquivos de cache de estado cresçam indefinidamente;

- Corrigido o problema em que dados indefinidos seriam passados ​​para o driver para constantes de especialização não utilizadas durante a compilação de pipelines. Isso pode ter causado falhas inesperadas no cache do shader;

- Surface loss agora tem uma manipulação bem mais harmoniosa;
- Game Anno 1800 : Corrigido grave problema de desempenho, habilitado com a opção d3d11.allowMapFlagNoWait;

- Games como Dark Souls Remastered e Grim Dawn : Adicionado uma solução alternativa para corrigir problemas de renderização em GPUs da Nvidia;

- Star Citizen : Corregido o shader de geometría inválida, causando o travamento da GPU e falhas no driver;

Mas, e o DXVK 1.1…?


Então, ele foi até lançado mas depois foram relatados vários bugs e travamentos, que o desenvolvedor principal, Philip Rebohle, resolveu tirar ele do ar para arrumar essas pendências e soltar a seguinte nota junto com a versão 1.0.3:

“O lançamento foi levado de volta porque estava causando crashes nos jogos e a GPU travando para alguns usuários. Se você tiver um ambiente de compilação configurado, teste a última ramificação master com o maior número de jogos possível para ajudar a encontrar e solucionar problemas encontrados.”

Se você quiser baixar diretamente o DXVK e implementar manualmente ele ou conferir mais a fundo o código fonte dele, basta acessar seu GitHub oficial.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Wine 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Na última Sexta-feira (12), o pessoal do WineHQ lançou a versão de desenvolvimento 4.6 do WINE, trazendo algumas melhorias no código, correções de bugs e updates pontuais. Isso para facilitar mais ainda a vida de quem precisa rodar algum programa ou jogo que não tem versão nativa para Linux.



 WINE 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs





O WINE é muito importante no mundo Linux, pois através dele podemos rodar uma gama de programas e jogos que não tem uma versão nativa para o Pinguim, assim podendo esses serem desfrutados pelos usuários de Linux.

E nesta nova versão de desenvolvimento do WINE, vieram algumas implementações bem interessantes, como:

  - Início de um backend do Vulkan para o WineD3D;
  - Suporte para carregar bibliotecas Mono a partir de um local compartilhado;
  - Libwine.dll não é mais necessário ao usar DLLs do Wine no Windows;
  - Suporte a estruturas complexas no marshaller typelib;
  - Captura de vídeo portada para Video4Linux versão 2;
  - Versão inicial da DLL do mecanismo de depuração.

Além de trazer correções para os jogos como Warframe (via Steam), Mass Effect 1 , The Sims e entre outros. E o ponto mais “curioso”, foi o Battleye aparecer na lista de “correções” do WINE, com a seguinte linha:

Battleye's BEDaisy.sys requires correct KeGetCurrentThread implementation

Mas, nada referente com o funcionamento do Battleye do Windows no Wine, o que possibilitaria jogos como RainbowSix, PUBG e Fortnite por exemplo. E como a empresa falou ao pessoal do GamingOnLinux, “Que só podem suportar o Linux se o jogo tiver uma versão nativa do sistema.”, parece que o pessoal do WINE terá de criar suas próprias soluções.

Mas é um bom sinal ver o pessoal do WINE, CodeWeavers e da Valve tentarem fazer com que o Battleye funcione, visto que a Valve negocia com a EAC, para que ela possa trazer a compatibilidade do anticheat dela para o Protron.

Se você quiser conferir todas as correções de bugs e melhorias nesta versão do WINE, pode conferir neste link.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Linux e a pirataria nos jogos

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Antes de tudo, não estou aqui para afirmar se filosoficamente ou moralmente a pirataria é algo errado ou correto, apenas que conforme as leis vigentes em nosso país (Brasil), a pirataria é crime. Então seguirei essa linha de raciocínio, e deixo expressamente que esse não é o posicionamento do blog Diolinux, sendo inteiramente de minha responsabilidade.

linux-pirataria-jogos-emuladores-steam-opnião

No último Diolinux Friday Show, na qual você pode ouvir em nosso podcast (“Android Apps no Linux Desktop e Linux Gaming chamando atenção”), em determinado momento, afirmei que não é incomum vermos no Brasil os usuários praticando pirataria em jogos, e com utilizadores de Windows frequentemente os jogos são piratas. Não me entenda mal, essa afirmativa não é uma lei absoluta que taxa os usuários como piratas em potencial, apenas o que observo, seja com conhecidos ou clientes.

Linux e seu efeito “incentivar projetos”


E os usuários do Linux, não praticam pirataria em jogos? Sendo direto, sim! (Falo num geral, como anteriormente, não estou dizendo que todo usuário é pirata, interpretação de texto por favor 😁😄😅). Todavia a situação é mais profunda, e curiosa que isso.

Ao que pude perceber dos usuários gamers Linux, mais e mais jogos originais são adquiridos e evitar crackear algo se torna uma “regra”. É curioso notar que a cada promoção Steam, por exemplo, mais jogos são adquiridos de forma legal, e nem sempre o jogador da cabo de todos, algo que também ocorre no mundo Windows, no entanto a prática de crackear softwares é algo bem comum.

Então usuários Linux não "crackeiam" jogos?


Pois bem, a pirataria existe, independente do sistema operacional, e mesmo muitos usuários tendo uma consciência e evitando a pirataria, em alguns casos ela ainda é um meio necessário.

Nossa! Então você está incentivando a pirataria? Não sejamos hipócritas. Quem nos dias atuais não pratica em algum momento a pirataria? Se você é um estudante, saiba que ao tirar xerox dos livros (os professores incentivam e fazem isso, criando apostilas por exemplo), isso é pirataria… Entre outros inúmeros casos, que você sabe que em determinado momento acaba praticando. Então sejamos mais complacentes, e realistas.

Os anti-cheats são um dos principais causadores da pirataria de jogos no Linux, por identificarem o Proton/Wine como uma trapaça, esse método acaba impedindo o jogo em distros Linux. Veja essa matéria, e entenda a fundo essa questão.

Por conta disso, os usuários acabam baixando uma versão crackeada do game para o Windows (que comumente vem sem o anti-cheat), instalando a versão pirata via Wine. Porém a situação seria evitada em grande parte, se esse problema não existisse, pois vários jogadores compram o game original e impossibilitados de jogá-lo de forma legal, adotam o método descrito acima.

Outras maneiras de pirataria de jogos existem no Linux, como jogos piratas distribuídos em Flatpak. Algo extremamente perigoso a segurança do sistema, então curiosos de plantão, cuidado!

E os emuladores?


Falar sobre emulação de jogos é algo delicado e deveras complicado, existem várias nuances e em alguns casos mesmo a fabricante do console ou game, afirmando que é crime, manter uma cópia digital como backup, não é. O “problema” começa quando você não possui o game, e mesmo jogando um título antigo, isso pode ser considerado pirataria. Como citei no início, não quero discutir se pirataria é algo errado ou certo, do ponto de vista filosófico ou moral, afinal tenho minhas convicções e creio que você tenha as suas, apenas quero demonstrar que ela está em nosso cotidiano, indiferente da plataforma ou sistema operacional.

Valorize o que você gosta!


Se existe algo que tento praticar, é valorizar quem ou as coisas que gosto, apoiar projetos é uma maneira de continuá-los e melhor ainda, proporcionar novidades.

Por isso se existe um game, canal no YouTube, programa ou projeto, incentive ele! Compre os jogos que você gosta, dê valor aos responsáveis pelo projeto e caso não tenha uma "graninha" sobrando, espere promoções, a Steam sempre traz ofertas tentadoras de jogos que custam mais de R$100,00 saindo na faixa dos R$20,00.

Essa é uma das formas que mais adquiri jogos via Steam, seja comprando em sites como a Nuuvem ou em promoções Steam, além de acompanhar canais no Telegram que periodicamente compartilham links de jogos em promoção, ou até mesmo de graça.

Faça parte de nossos canais no Telegram, e receba diversos tipos de conteúdos, como eventuais promoções de jogos.


Sei que o assunto é delicado, e que muita gente também possuía essa dúvida se existia pirataria no Linux. E mesmo que você seja contra ou a favor a essa prática, aposto que incentivar os projetos e jogos que você gosta é a melhor escolha, independente de seu ponto de vista, afinal sem contribuição é bem provável que o mesmo acabe, e quem será prejudicado é você.

Acesse nosso fórum Diolinux Plus, e continue essa discussão, lembrando que uma das regras de nosso fórum, é o não compartilhamento de conteúdos ou apologia a pirataria, afinal em terras tupiniquins tal prática é crime. Seja ponderado e dê sua opinião de forma eloquente, seu ponto de vista é bem vindo. Não incentive as pessoas a praticarem pirataria, não imponha seu ponto de vista e nem queira para si essa responsabilidade, deixe que cada um tire sua própria conclusão.

Ufa! O assunto de hoje foi tenso, não? (😁😋😁) Te espero até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Projeto de lei quer proibir jogos violentos no Brasil

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terça-feira, 2 de abril de 2019

Não é de hoje que movimentos contra jogos são levantados por políticos ou algum meio de comunicação. Quem nunca viu uma matéria sensacionalista ou um programa de TV, que adicionasse todas as calamidades e crimes na conta dos jogos? Essa é uma realidade não apenas brasileira, porém, em nosso país é comum ver este tipo de coisa.

projeto-lei-proibir-games-jogos-violencia-crime

Em meio às recentes tragédias, um projeto de lei, deveras questionável, circula a Câmara dos deputados. Proposto no dia 19 de Março pelo deputado Júnior Bozzella do PSL - SP, o projeto de lei PL 1577/2019, pretende criminalizar jogos eletrônicos violentos, não levando em consideração a idade do jogador e indo além, tornando proibido seu desenvolvimento ou comercialização em solo brasileiro. Veja logo abaixo a ementa do projeto:

Ementa

“Criminaliza o desenvolvimento, a importação, a venda, a cessão, o empréstimo, a disponibilização ou o aluguel de aplicativos ou jogos eletrônicos com conteúdo que incite a violência e dá outras providências.”

Para os infratores a pena seria de 3 a 6 meses de prisão, ou multa.

Tais projetos bizarros são pautados em meio a histeria ou valendo-se de crimes com repercussão nacional. Estes casos assumem a ideia que tais situações de violência são ocasionadas pelo impacto dos jogos no desenvolvimento moral e social da criança, no entanto é uma alegação pífia que não considera fatores mais importantes como: estrutura e condição social e familiar, além de aspectos externos que possam impactar o alto índice de violência em nossa sociedade.

Alegar que os jogos estão tornando a sociedade mais violenta, é jogar fora toda a história que demonstra o quão horrenda já foram nossas civilizações (em termos de violência e criminalidade). Seriam os games os causadores de toda violência no Brasil, ou a desigualdade social, falta de educação ou anos de destruição de uma identidade cultural? É mais simplório por na conta dos jogos, logo que é algo imediatista, alias, quem nunca jogou um GTA e depois saiu atropelando idosos na rua? (sarcasmo, ok?! Não leve ao pé da letra… 😁😋😁)

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Jogo violento não é coisa de criança!


Os selos de classificação de jogos são uma métrica, que visa guiar quais títulos seriam indicados para uma determinada faixa etária, tal regulamentação é uma forma de assegurar o consumo, cerceando possíveis situações inadequadas para um certo público. Acesse o link para maiores informações desta classificação.

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O problema de alguns pais brasileiros, é que tal métrica é totalmente ignorada, não sendo incomum se deparar com situações em que pais presenteiam filhos com jogos de extrema violência. Só como comparativo, o game Mortal Kombat X e GTA V, tem uma classificação etária mínima para maiores de 17 anos e crianças de 10 anos jogam tais games. Deixando bem claro, que a classificação é apenas indicativa, ou seja os pais tem a palavra final.

Como responsáveis, os pais devem averiguar o tipo de conteúdo que seus filhos consomem, e uma boa conversa e educação é a chave para essa parceria. Todavia uma parte abalada na sociedade brasileira é justamente essa, a educação dos filhos, na qual nos últimos anos o estado vem tomando essa responsabilidade.

Proibição apenas de jogos violentos, por que não filmes e outras mídias?


Com bastantes controvérsias, essa lei proposta pelo deputado Júnior Bozzella do PSL - SP, visa proteger a sociedade (ao menos é o que honestamente quero acreditar 😁😜😁) contudo a justificativa é fraca e já existe um sistema de classificação. Retirar o direito de toda uma nação não é, nem de longe, a melhor alternativa. Seguindo a mesma lógica, filmes, novelas, músicas, livros e quaisquer meios que transmitam essa mensagem de violência deveriam enquadrar-se em uma lei semelhante.

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No documento, a justificação de tal projeto é “...essa banalização da vida e da violência pela população jovem é advinda pelo convívio constante com jogos eletrônicos violentos. Nesse tipo de “diversão”, os adolescentes e as crianças são incitados a atividades que não condizem com seu perfil, conduzindo a formação de cidadãos perturbados e violentos.” Perceba que ele mesmo admite que são atividades não condizentes com o perfil destes jovens e crianças, porém a responsabilidade e o dever é abstraída dos pais e imposta pelo estado. 

Imagine um mundo com apenas classificação Livre, seria ótimo não? Só que estamos num mundo real, e não imaginário. Crianças, jovens e adultos tem um nível diferente de percepção do mundo e um grau de maturidade distinta para absorver e processar a realidade, nem tudo que é bom para um jovem de 18 anos é bom para uma criança de 10.

Não obstante, seria de extrema loucura censurar tudo para haver classificação livre, como abordado anteriormente, a mesma lógica cai sobre outros conteúdos, o que seria mais real: abstermos de tudo que não seja condizente com as capacidades cognitivas de uma criança, ou seus responsáveis imporem limites e regularem seus filhos?

Adicionalmente, existe um tipo de situação que nunca cai em nenhum tipo de estatística, mas seria interessante haver uma pesquisa sobre: Quantas são as pessoas que evitam o uso da violência ou qualquer outro tipo de ato que possa prejudicar o próximo justamente por conta de games? Quantas pessoas descontam suas frustrações em jogos, ao invés de descontar em uma pessoa, de forma física? Esse tipo de dado não existe, mas algo me diz que o números seriam muito interessantes.

Acesse o documento completo do projeto de lei, neste link.

Você pode votar no site da Câmara dos deputados e dar sua opinião, segue o link.

Essa é uma discussão complexa e bem significativa, convido você a dar seu ponto de vista e opinião em nosso fórum Diolinux Plus, criminalizar os jogos violentos, seus desenvolvedores e empresas, seria a melhor maneira de reduzir a criminalidade, ou apenas um atalho?

Deixe sua opinião e participe em nosso fórumSISTEMATICAMENTE! 😎

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Você realmente precisa do Windows?

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quinta-feira, 14 de março de 2019

Algo que sempre ocorre, seja em cursos, grupos ou até mesmo em alguns casos em faculdades, é o Windows como único meio de uso, porém muitos usuários estão na plataforma da Microsoft por desconhecer alternativas, não me julgue mal, de forma alguma creio que o Windows é um “lixo” ou qualquer coisa do tipo, apenas que nem todo mundo precisa dele.


Já prevejo nos comentários vários usuários que não entendem que por indicar uma outra solução, não signifique que o Windows seja ruim, caso veja esse tipo de comentário simplesmente ignore, sua vida será mais feliz (😁😁😁), ressalvas feitas, vamos ao que interessa. 

O uso de sistemas operacionais para utilizadores comuns, praticamente é resumido em navegação na web, consumo de multimídia e criação de documentos, isso quando a pessoa utiliza alguma suite office, outro aspecto interessante, é cada vez mais a não dependência de aplicações Microsoft. 

É comum ver o VLC Player instalado para reproduzir os vídeos, navegadores como Google Chrome e Firefox, para navegação web, entre outras aplicações de terceiros no cotidiano de um user Windows, e destas ferramentas boa parte são encontradas no Linux ou macOS.

Eis um ponto importante, utilizamos na maior parte do tempo aplicações e o SO em si é “subutilizado”, ao trocar uma máquina com Windows e por uma distro Linux, estilo Kubuntu ou Linux Mint, verá que para uma pessoa não familiarizada com tecnologia, o sistema será irrelevante, no final das contas o que fará a diferença é um atalho do seu browser favorito. Faça o teste, é muito engraçado ver as reações, mostre uma distro com KDE e diga ser o novo Windows, depois dos inúmeros elogios (que certamente a pessoa dirá), revele a verdade, recomendo muito essa brincadeira. 😁😋😅

Nem todo usuário usa Photoshop!


Sejamos sinceros, quantas pessoas você conhece que utilizam Photoshop, After Effects, Premiere, AutoCad, Corel Draw, Vegas, e quaisquer outras ferramentas de uso profissional específico, mas que sempre estão em comparativos dizendo que Linux não é bom porque atualmente não as possui. Chega a ser hilário afirmar que por não possuir tais aplicações o Linux não serve para o usuário comum. A única “real barreira” que vejo, é a suíte office da Microsoft, todavia alternativas de visual parecido existem, e isso pode ser um facilitador ao migrar para uma nova solução.

Se você usa algum desses softwares, e não está disposto a migrar para alternativas ou quem sabe é impossibilitado, talvez o Linux não seja a melhor solução em seu caso, e não existe nada de errado em afirmar isso, o problema é achar que para ser um designer, editor, desenhista etc; O Photoshop é obrigatório, e soluções como Krita, Gimp não são para uso profissional, tal argumento é tão infundado que profissionais utilizam ferramentas livres para seus trabalhos, e para não ficar apenas em meras palavras, veja com seus próprios olhos um baita exemplo, “O Jedi do Gimp” Elias de Carvalho Silveira.


Um “gamer de verdade” só usa Windows!


Gosta de jogos? Eu adoro! Mas espera aí, sou usuário Linux, logo não posso jogar. Geralmente brinco com meus amigos, quando eles estão jogando algum game no Linux, e sempre solto a frase: “Mas Linux não tem jogos”, e conforme o mesmo argumento de “Linux não tem Photoshop, logo não é para usuário comum”, ocorre no lado gamer.

Jogos no sistema do pinguim não faltam, só de nativos Steam, são mais de 3 mil jogos e com o advento do Steam Play, outros 4100 dos 6957 testados até o momento, acrescentam a lista e o número só não é maior, pois os anti-cheats estão dificultando o funcionamento de alguns jogos, entretanto se no passado era fácil citar vários títulos indisponíveis no Linux, a realidade se tornou a oposta, e antes que alguns pensem: “Joguinhos de navegador qualquer um roda”, me diga se Devil May Cry 5, Warframe, Dragon Ball Fighter Z, PES 2019, GTA 5 e Overwatch são “joguinhos de navegador?”. 😁😁😁

Nos comparativos apenas a Steam é listada como a única forma de jogar no Linux, porém através do Lutris vários títulos da Origin, Uplay, Battlenet e Epic Store, funcionarão, além de emuladores de vídeo games, e mais ainda, confira 7 sites/lojas (além da Steam) para encontrar games para Linux.

Você pode acompanhar nossas lives na Twitch.tv, e ver o desempenho dos games no Linux, algo interessante e que muitos não sabem, é como otimizar e potencializar sua distro Linux para jogos, obtendo o máximo de proveito da plataforma. Os jogos tem um papel tão importante que estão mudando o Linux (no bom sentido, claro 😜).


Então Linux é para todos os tipos de jogadores? Depende, pode ser que algum jogo específico não esteja disponível, seja por “birra” do anti-cheat ou alguma incompatibilidade, é sempre bom conferir no site ProtonDB e ver quais jogos funcionam, e se não funcionar, neste caso o Linux não será a melhor escolha para ti, no entanto isso não desqualifica toda uma plataforma.

Seguir canais especializados em tutoriais voltados a jogos, é uma boa sacada, alguns exemplos com diversos tutoriais para Steam Play, Proton, Wine, Lutris, PlayOnLinux são: Tuxter Games, Livre Software, MADRUGUEDS, e em nosso canal Diolinux também existe muito conteúdo voltado à games.

Pensando no futuro, não apenas no agora


Uma boa prática que pode proporcionar maior liberdade para você, é dar preferência a softwares multiplataforma, que não dependa de um único sistema, os seus programas sempre estarão disponíveis. Anteriormente mencionei que as aplicações têm maior peso em nossas experiências, pensando no futuro, não serão mais necessárias grandes adaptações e não importando o sistema, seja Windows, macOS ou Linux.

Coloque numa balança, o quanto você realmente precisa do Windows, pratique essa ideia de priorizar programas disponíveis em ambas plataformas, vá migrando de aplicativos, caso esteja em dúvida, eis uma lista para iniciar tal mudança, garanto que não ser dependente de apenas um sistema operacional é algo libertador.

“Windows é ruim e o Linux perfeito”


“O Windows é um sistema todo bugado e o Linux perfeito em todos os aspectos”, infelizmente muitos pensam assim, outros julgam o Windows como “a perfeição em forma de sistema” e o Linux “algo inútil”, ambos estão tremendamente equivocados.

Bem como já falei aqui no blog, no post sobre o Windows 7 e o fim de seu suporte, o projeto Diolinux tem um compromisso com a veracidade dos fatos, e nenhum sistema é perfeito, e algumas situações podem fazê-lo desistir de migrar para Linux, e uma delas pode ser a ideia de grande parte da comunidade, que eventualmente tecem críticas ásperas, e nem sempre são baseadas em termos técnicos, ou que respeitam a escolha e liberdade do próximo.


Resumindo, para usuários de perfil comum que acessam o Facebook ou basicamente utilizam a internet, não precisam obrigatoriamente do Windows, já em outros casos, como abordei logo acima, sua utilização não é uma regra, usamos na maioria esmagadora do tempo as aplicações, como na brincadeira do “Windows KDE”, muitos usuários nem saberiam a diferença.

Ter um sistema que proporcione segurança, robustez e horas economizadas com desfragmentação ou preocupações com pragas virtuais, pode ser uma ótima escolha, e diversas pessoas estão dando uma chance ao Linux. Tenha em mente que a maneira mais inteligente é ter a disposição suas aplicações indiferente do sistema operacional, ao seu alcance em qualquer ocasião.

Reveja se existe algo que lhe prende em algum sistema, experimente ser livre, permita-se descobrir novas coisas, e aprender com os erros, abra a sua mente e promova coisas boas sem ofender ninguém impondo seu ponto de vista.

Espero que tenha ficado claro que existem opções, e que o Windows nem sempre é necessário, apenas fomos condicionados durante nossas vidas no mundo da informática.

E você, tem alguma aplicação que lhe impede de usar outro sistema? Sempre quando vejo esses comparativos, o Photoshop é citado de boca cheia, o engraçado que em todos esses anos trabalhando com manutenção de computadores, se instalei 5 vezes esse tipo de software para algum cliente, foi muito (😁😅😂), não estou dizendo que ninguém os utilizam, apenas que não é a regra.

Te espero no próximo post, sejam educados e complacentes com a opinião alheia, e não se esqueça de compartilhar as postagens do blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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