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Funtoo Linux - Instalação e Configuração

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sábado, 1 de dezembro de 2018

Funtoo é um sistema operacional livre, baseado em Linux, baseado no Gentoo e iniciado em torno de 2008 por Daniel Robbins. Hoje vamos explorar um pouco mais essa distribuição tão peculiar.

Funtoo Linux





O primeiro passo é a instalação da distro em si. No vídeo abaixo configuramos nossa tabela de partições através do Ubuntu utilizando o Gparted, criando as seguintes partições dentro de uma partição estendida. 


Após isso, montamos as partições de root e boot e baixamos o stage3 para instalação do Funtoo 64-bit para dentro do diretório montado a partição de root e logo após isso já o descompactamos. Depois montamos os dispositivos necessários para efetuarmos o chroot e o fazemos em seguida. E então sincronizamos a àrvore de diretório do Portage com a oficial do Funtoo utilizando o comando ego e logo depois alteramos a fstab (mudamos o número das partições e alteramos o boot de noauto para defaults) e em seguida atualizamos os aplicativos do Portage. Tratamos erros, adicionamos serviços para iniciar com o OpenRC e instalamos e configuramos o grub. Com tudo finalizado, saimos do chroot e desmontamos os dispositivos e reiniciamos a máquina para conferir. Assista o vídeo completo da instalação.

Configurando e instalando aplicativos


  • bspwm é um gerenciador de janelas leve, lado a lado, e minimalista escrito em C que organiza janelas em árvore binária completa. Seu tamanho instalado é menor que 600KB. O bspwm tem suporte para EWMH e múltiplos monitores. Ele responde apenas a eventos e mensagens X que recebe em um soquete dedicado de um programa incluído em seu pacote, o bspc
  • Polybar é uma ferramenta rápida e fácil de usar para criar barras de status. Ele tem o objetivo de ser facilmente personalizável, utilizando vários módulos que permitem uma ampla variedade de funcionalidades (editáveis), como a exibição de espaços de trabalho, a data ou o volume do sistema. O Polybar é especialmente útil para gerenciadores de janelas que possuem uma barra de status limitada ou inexistente, como awesome ou i3 . O Polybar também pode ser usado em ambientes de desktop completos , como o Plasma.
  • Rofi é um launcher que começou como um clone de simpleswitcher , escrito por Sean Pringle e posteriormente expandido por Dave Davenport .
Instalamos, ajustamos e configuramos esses e outros aplicativos conforme o vídeo abaixo:

Finalizando


Finalizamos a série sobre Funtoo Linux e mostramos como customizar o Polybar , Rofi e outros aplicativos e configurações. Logo no início (após logarmos com nosso usuário normal) configuramos o bspwm para iniciar setando configurações do rxvt-unicode, wallpaper e carregar o Polybar automaticamente. Elimine todas as dúvidas assistindo o vídeo abaixo que efetua todos os processos acima relatados, além de dicas adicionais.

Links Úteis


Aplicativos úteis

Conta do Gentoo no Github é hackeada

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sábado, 30 de junho de 2018

O Gentoo Linux é conhecido por ser considerado o Linux "faça você mesmo", onde você coloca a mão na massa e vai montando o seu sistema operacional do seu jeito e do zero. Sendo considerado por muitos umas das distros mais rápidas do mercado.


Conta do Gentoo no Github é hackeada





A Organização Linux Gentoo lançou uma nota oficial em seu site nessa sexta-feira (29), comentando a invasão da sua conta no Github, que teria ocorrido na quinta-feira (28) as 20:20 (horário local), a mesma teria comprometido os códigos-fontes ali hospedados e substituídos por malwares.

Ela informou que um grupo de hackers, ainda não identificados, invadiu a conta do Gentoo no Github e trocou os códigos originais que são arvores do portage e musl-dev por versões maliciosas do ebuilds, com o intuito de remover os arquivos.

O ebuild é um script com base bash,onde é possível fazer a instalação automatizada (e até a compilação) de softwares no Gentoo Linux.

Os desenvolvedores tranquilizaram os usuários, avisando que os códigos-fontes e ISO's do sistema hospedados no seu site (gentoo.org) não foram comprometidos, mas somente o Github foi.

O desenvolvedor Francisco Blas Izquierdo Rieda, pronunciou-se da seguinte forma:


"Ainda estamos trabalhando para determinar a extensão exata e recuperar o controle da organização e de seus repositórios. Todo o código do Gentoo hospedado no Github deve, por enquanto, ser considerado comprometido."

E complementou:

" Além disso, os repositórios do gentoo-mirror, incluindo metadados, são hospedados em uma organização separada do Github e provavelmente não estão afetados também. Todos os commits do Gentoo são assinados, e você deve verificar a integridade das assinaturas ao usar o git."  disse o desenvolvedor.

A Organização Gentoo Linux informou através do seu site, que já retomou o controle sobre a sua conta do Github com a ajuda do suporte da empresa, mas que não aconselha a utilização da mesma até que se apure todo o ocorrido.

O canal parceiro nosso, O Cara do TI, fez um vídeo sobre o tema, confiram:

       

Agora é esperar pra ver os próximos "capítulos".

Espero que tenha gostado, aguardo você até uma próxima oportunidade, forte abraço.
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Compilação de código fonte torna programas realmente mais rápidos?

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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Durante a live de comemoração dos sete anos do blog Diolinux, debatemos a questão do ganho de desempenho do Gentoo através da compilação de programas. Será que isso é real mesmo?






Gentoo Linux é conhecido pelo seu desempenho baseado na estratégia de compilação de código fonte diretamente na máquia que será utilizada. A lógica é o seguinte:
Como os programas dos repositórios das distribuições são compilados em máquinas que possuem processadores diferentes da sua (algo que é incerto de se saber), isso pode acarretar em certa perda de desempenho. Portanto compilando os programas na mesma máquina que irá utilizá-lo acaba acarretando no melhor aproveitamento do desempenho.
Mas esse conceito em certo aspecto é teórico, em outro não; as próprias ferramentas de desenvolvimento do Android são disponibilizadas em forma de código fonte para poder extrair o melhor proveito do hardware após compila-la.

Somente o fato de compilar programas diretamente na máquina não é garantia melhor aproveitamento de desempenho do hardware, especialmente se o usuário não souber como fazer isso. Pode ser, na verdade, que a situação piore ao invés de melhorar. Existem mais fatores a serem considerado antes de concluirmos e julgarmos que a compilação do código fonte é o fator chave desse conceito.

Eu já havia até mesmo feito um vídeo no meu canal debatendo o assunto quando me disseram que o FreeBSD utilizando o UFS ou ZFS possuía melhor desempenho do que do Linux e expliquei em detalhes. Confiram o vídeo:


Da mesma forma que um filesystem não é a única característica que influencia no ganho de desempenho de um sistema operacional,  compilar código fonte diretamente na máquina também não. Alguns fatores que influenciam para isso são:
  • Configuração especifica para o hardware (exemplo disso é o kernel que deve ser configurado para a família correta do seu processador e não a versão genérica. Utilizar microcódigos do processador também ajuda;
  • Makefile personalizado (as comunidades Gentoo e Funtoo fazem isso muito bem);
  • Patches de correções desenvolvidos pelas próprias comunidades Gentoo e Funtoo (esse é um ponto importantíssimo que as comunidades Gentoo/Funtoo fazem adicionando seus patches para melhorar o desempenho);
  • Fazer uso de compiladores e bibliotecas corretas;
  • Filesystem
  • init system (inclusive a comunidade Gentoo criou o Openrc exatamente com esse propósito. O systemd vem apresentando melhor desempenho até mesmo que o Openrc).
Querem prova que até mesmo pacotes binários podem proporcionar bom desempenho? A própria distribuição Clear Linux é prova de fogo disso, que vem aprimorando o desempenho do Linux mesmo tendo pacotes binários, inclusive trabalhando para tornar o Steam em um programa 64 bits nativo.

 Alguns dos seus resultados podem ser conferidos no próprio Phoronix:

Teste de Benchmark Linux

Teste de Benchmark Linux

Teste de Benchmark Linux


Outros dois grandes exemplos disso são as distribuições Alpine Linux por adotar o musl ao invés da Glibc e o LLVM no lugar do GCC.

A distribuição Debian que vem ganhando melhoria de desempenho de uma versão para a outra, um dos fatores para esse sucesso também foi por estar adotando o LLVM no lugar do GCC e há planos de migrar da Glibc para a musl.

Muitas vezes distribuições source based não serão a melhor solução para o ganho de desempenho; na verdade ela pode até mesmo se tornar uma dor de cabeça ao invés de uma solução e você se frustrar. O que deve ser analisado para adoção de uma distribuição source based é a sua necessidade (quando adotar ou não) assim como o Google fez no caso do ChromeOS e a Apple vem fazendo com o iOS.

Um debate legal. É isso aí, um abraço e falou :)
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Aprenda a INSTALAR e CONFIGURAR o GENTOO Linux

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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Se você estava procurando por um material completo à respeito do Gentoo, uma das distribuições Linux com maiores místicas em seu entorno, agora você terá algo para colocar nos seus favoritos com detalhes importantes da instalação do Gentoo, compilação do Kernel no Gentoo e um guia de pós-instalação, para deixar o sistema funcionamento de forma perfeita para você.

Instalação e configuração do Gentoo Linux




O Gentoo é o que podemos chamar de distribuição Linux "Source Based", isto é, a ideia é que você baixe o código fonte das aplicações e compile elas no próprio sistema para utilizar. Não somente as aplicações, mas o sistema como um todo pode trabalhar desta forma.

Distribuições como o Gentoo são tidas como "difíceis" e destinadas a usuários avançados. O "difíceis" está entre aspas porque "fácil e difícil" são conceitos altamente relativos ao seu conhecimento e interesse em "desvendar os segredos" de uma distro como o Gentoo.

Quem sou eu para dizer o que você vai fazer com o Gentoo, mas em geral essas distros tem um público, falei sobre isso neste vídeo:


Agora que você já conhece um pouco mais sobre o objetivo de distros com estas características, chegou a hora de conhecer mais a fundo o Gentoo; o primeiro passo é conhecer a sua história, recomendo que você veja este outro artigo aqui no blog, leia depois volte para este:


Depois destas informações, você já realmente sabe onde está se metendo. Vou te dizer, na minha opinião o Gentoo não chega a ser difícil (conceito relativo, como falei), mas requer paciência para fazer todas as coisas e deixar o sistema funcionando corretamente.

Para facilitar o seu entendimento nós vamos contar com a ajuda do Marcos, do canal Terminal Root, e vamos aprender a instalar e configurar o Gentoo em 3 vídeos diferentes, são vídeos longos mas que abrangem detalhadamente tudo o que você precisa saber sobre o sistema.

Nas palavras do Marcos:

O Gentoo é uma distribuição veloz e moderna com um projeto limpo e flexível. O Gentoo é construído em torno de um ecossistema de software livre e não esconde de seus usuários o que está “sob o capô do motor”. O Portage, o sistema de gerenciamento de pacotes utilizado pelo Gentoo, é escrito em Python, o que significa que o usuário pode facilmente ver e modificar o código fonte. O sistema de pacotes do Gentoo usa código fonte (mas o suporte para pacotes pré-compilados também é incluído) e a configuração do Gentoo é feita através de arquivos texto comuns. Em outras palavras, tudo acontece de forma muito clara e aberta.

Como instalar o Gentoo


O primeiro passo é a instalação, então preste atenção nas explicações para você estar pronto para os próximos passos:


O segundo passo (que na verdade é um extra do primeiro), é um episódio inteiro sobre a compilação do Kernel no Gentoo. O processo não chega a ser muito diferente do que eu ensinei neste artigo, utilizando o Linux Mint, mas como é algo importante, vamos para essa aula também:



O terceiro e último vídeo é o que você vai utilizar para aprender a deixar o Gentoo pronto para o seu uso diário:



Edit: Recentemente o Marcos acrescentou mais uma vídeo para a série onde ele mostra os retoques finais na distribuição.


Com estas informações você certamente tem um caminho muito mais simples para utilizar o Gentoo, não é? Não esqueça de passar no canal do Marcos e se inscrever para acompanhar vídeos futuros dele.

Até a próxima!
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Quebrando mitos do Linux: Debian "velho", Buguntu e Gentoo para servidores

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O mundo Linux é cercando de opiniões e rumores, alguns se aproximam mais da verdade do que outros, hoje vamos falar sobre alguns em específico: o Debian ser antiquado e pouco atualizado, o Ubuntu ser bugado e o Gentoo ser inadequado para servidores. Quem vai colocar os "pingos nos is" hoje é o nosso redator ,Gabriel, também autor do canal Toca do Tux.

Mitos do Linux




Existem muitos mitos no mundo Linux, alguns eu mesmo já comentei, tanto em vídeo no canal Diolinux, quanto aqui no blog, como o "Linux não pega vírus", aquele sobre a desfragmentação de disco no Linux e um outro sobre o compartilhamento de bibliotecas do Linux em relação ao Windows e hoje vamos falar sobre outros assuntos igualmente polêmicos e comumente distorcidos, confira:


Canal Toca do Tux
Espero pelo próximo capítulo de "Mitos do Linux", até a próxima!
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Como usar os pacotes Snap do Ubuntu em outras distribuições Linux

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domingo, 13 de novembro de 2016

Eu vejo nos pacotes Snap do Ubuntu uma grande possibilidade para uma mudança de paradigma na forma de distribuição de software para Linux e uma das coisas importantes neste sentido é a compatibilidade com outras distros, assim como os pacotes FlatPak, veja agora como usar os Snaps em outras distros que não sejam o Ubuntu.

Ubuntu Snap em outras distros



O Snapd é o nome do utilitário que um sistema operacional precisa ter para poder utilizar os pacotes Snap, hoje ele está disponível para uma série de distribuições e futuramente estará em mais! Se bem que a lista já é grande o suficiente para abranger a maior parte dos sistemas baseados no Kernel Linux se incluirmos os derivados de cada distro, que também são compatíveis.

Veja agora como instalar o Snapd para ter acesso aos pacotes Snap em algumas distribuições Linux populares. Em todos os casos será necessário utilizar o Terminal, tudo bem? Mas fique tranquilo, independente do caso, o processo é simples, basta prestar atenção.

Pacotes Snap no Arch Linux

sudo pacman -S snapd
Depois de instalar você precisa habilitar o processo para inicialização do sistema se você quiser:
sudo systemctl enable --now snapd.socket


Pacotes Snap no Debian 


No caso do Debian só funciona atualmente no Debian Sid, a versão estável ainda não tem suporte, quem sabe na próxima versão do Debian, né? Mas se você usa o Debian Sid, basta usar este comando:
sudo apt install snapd
Caso você não tenha o sudo habilitado, rode o comando como administrador no terminal.

Pacotes Snap no Fedora

sudo dnf copr enable zyga/snapcore
sudo dnf install snapd
sudo systemctl enable --now snapd.service
 O Fedora usa o SELinux que pode causar alguns conflitos atualmente, então será preciso rodar este comando:
sudo setenforce 0
Se mesmo assim o problema persistir pode pode tentar editar o seguinte arquivo: etc/selinux/config e o configure esta linha desta forma:  SELINUX=permissive

Pacotes Snap no Gentoo


Para o Gentoo o processo é um pouco mais complicado, visite o projeto Gentoo Snappy Overlay no GitHub e siga os passos descritos por lá.

Pacotes Snap no openSUSE


Para o openSUSE o processo é simples também:
sudo zypper addrepo http://download.opensuse.org/repositories/system:/snappy/openSUSE_Leap_42.2/ snappy
sudo zypper install snapd 


Pacotes Snap no Linux Mint e outras distros derivadas do Ubuntu


Qualquer distribuição que use como base o Ubuntu 16.04 LTS ou superior já tem a possibilidade de usar os Snaps, o Snapd já está no repositório, isso vale para o Linux Mint, Xubuntu, Kubuntu, Lubuntu, Ubuntu Gnome, etc.
sudo apt install snapd
Depois de tudo instalado você vai poder usar o comando:
sudo snap install nome_do_pacote_snap  
Assim você instala qualquer pacote que esteja no repositório Stable do Ubuntu Core.

Bacana não é? Uma tecnologia facilmente acessível para todos.

Até a próxima!
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Gentoo Linux - A distro mais rápida do mundo

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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Conheça a história de uma das mais antigas e clássicas distribuições Linux que existem, o Gentoo Linux.

A história do Gentoo Linux


Conheça os detalhes da história do Gentoo Linux


O Gentoo é uma distros mais antigas do mundo Linux e tem muitas particularidades que o tornam interessante perante as outras distros.

Considerada uma distro difícil para usuários comum, ela é considerada por muitos a distro mais rápida do mundo, especialmente pelo seu método de instalação, tanto do sistema quanto dos programas. Conheça todos os detalhes sobre o sistema neste vídeo abaixo:



Agradecemos ao Gabriel da Costa do canal Toca Tux pela excelente explanação, você pode conhecer o canal dele clicando aqui.

Leia também:
A história do Red Hat Linux

Compartilhe o conteúdo deste artigo para espalhar o conhecimento por aí e até a próxima!

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