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GNOME 3.34 e o refinamento do XWayland

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

O GNOME 3.34, ao que tudo indica, será uma das melhores versões do GNOME desde muito tempo. Com diversas melhorias em sua performance e possíveis novidades em seu Shell. Mas, não acaba por aí…

xorg-x11-wayland-sudo-xwayland-gnome-shell-linux-red-hat

Além do refinamento na performance do GNOME Shell, a equipe responsável pelo GNOME vem implementando aprimoramentos a cada lançamento. Desta vez os usuários do Wayland receberão uma adição interessante.

Neste ano o suporte ao Mutter do GNOME para gerenciar um arquivo Xauth e delegar a requisição ao XWayland foi adicionado. Essa contribuição da gigante Red Hat, tinha como objetivo permitir que aplicações X.org/X11 fossem executados no XWayland com privilégios de super usuário. Até o momento, executar programas como “sudo” não era uma tarefa tão simples, porém, com essa adição de código para o GNOME 3.34 esse comportamento foi corrigido.

Assim o gerenciador de janelas do GNOME, o Mutter, recebe uma mudança significativa em seu código ao trabalhar com XWayland. Permitindo que um mesmo usuário local seja adicionado ao xhost e rode aplicações do Xclient como sudo no XWayland. As mudanças foram de autoria de Olivier Fourdan, atual Engenheiro de Software Sênior da Red Hat e criador do ambiente desktop XFCE.

A API gráfica Clutter, recebeu uma otimização em seu desempenho no Mutter. O Clutter é o responsável por acelerar as interfaces do usuário criadas com ela, por hardware, aproveitando de tecnologias como o OpenGL entre outros. A título de curiosidade o próprio GNOME Shell faz uso da API e outras aplicações. Essa foi uma contribuição de Niels De Graef, um dos desenvolvedores do GNOME.

O GNOME 3.34 está sendo desenvolvido com muito empenho e promete ser uma ótima versão, seja para usuários do Wayland, como de sessões Xorg. Seu lançamento está previsto para 11 de Setembro.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Phoronix, GNOME.
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Novo GNOME MPV é lançado e tem seu nome alterado para Celluloid. Aprenda como instalar o player

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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

O player GNOME MPV é famoso entre os usuários do GNOME, sendo um frontend do GTK para o mpv, o programa recebeu uma nova versão. Em seguida irei destacar as principais mudanças desta nova versão e demonstrar como obter as últimas versões de lançamento do software.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Player de música e vídeo, são coisas muito pessoais. Mas estar aberto a novas experiências, e quem sabe substituir uma atual solução por uma nova, pode lhe proporcionar bons resultados.

Outrora chamado de GNOME MPV, o player de vídeos, agora foi renomeado para Celluloid (em sua versão 0.17).

O por quê dessa mudança? Segundo um dos membros do GNOME, Tobias Bernard, o nome era “não-descritivo”:

“O nome atual é um pouco deselegante e não se encaixa realmente com outros aplicativos na plataforma GNOME. Bons nomes de aplicativos geralmente são um único substantivo relacionado ao domínio do aplicativo (por exemplo, "Fragments" para um aplicativo de torrent ou "Peek" para um gravador de tela).”

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Há pouco tempo Tobias escreveu no blog oficial do GNOME, uma postagem com dicas e demonstrando um passo a passo para dar bons nomes aos seus projetos. Você pode acessar uma postagem que escrevi, aqui no blog Diolinux, complementando com minhas experiências as dicas do Tobias. Recomendo para quem deseja iniciar um novo projeto (seja software, canal no Youtube, site, nome de marca, etc) ou possui um atualmente e gostaria de um nome mais condizente. Você pode acessar essa postagem, por este link (falo um pouco do OSistemático, e algumas curiosidades, aposto que gostará 😉️😉️😉️).

Celluloid, esse nome tem haver com vídeos?


Alguns podem estar se perguntando: Mas porque Celluloid? Celluloid (em português celulóide) é o nome de um plástico transparente feito em folhas de cânfora e nitrocelulose, antigamente utilizado para filme cinematográfico (por ser altamente inflamável, era comum ocorrer acidentes durante a exibição dos filmes). O nome segue algumas das regrinhas descritas na postagem que disponibilizei no link acima. Obviamente que existiria uma mudança em seu ícone, isso ocorreu na versão anterior do app (0.16). Este novo ícone representa muito bem o nome Celluloid, pois sua figura é de um quadro de filme de celulóide, somado a um símbolo de player e uma pequena barra indicando ser um reprodutor.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Principais alterações na versão 0.17 do Celluloid:

  • Nome renomeado de GNOME MPV para Celluloid;
  • Tradução Turca adiciona por @TeknoMobil;
  • Tradução em Esperanto adicionada por @ F3nd0;
  • Migração do opengl-cb para a nova API de renderização;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado numpad;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado unicode;
  • Encaminhamento dos eventos do “media-keys” para o mpv;
  • Adicionado a chave dconf para controlar o limite de velocidade do cursor para mostrar os controladores;
  • Adicionado a opção para suprimir erros de reprodução;
  • E muito mais.

Como instalar o Celluloid


Por conta dessa transição do nome GNOME MPV para Celluloid, não será raro encontrar ambas as formas de se adquirir o programa. Alguns pacotes e repositórios o denominam pelo antigo nome e outros pelo novo. Por exemplo, no Ubuntu você encontrará a versão antiga pesquisando em sua loja por “GNOME MPV”, entretanto, para instalar os últimos lançamentos deverá recorrer ao PPA ou o pacote em Flatpak.

Celluloid (GNOME MPV) via PPA


A opção via PPA em meu ponto de vista não é a melhor opção. Justamente por conta da migração, o repositório continua com o pacote da versão .016, a anterior a 0.17 com o novo nome (na data deste post 16/08/2019). No momento não existem informações se o PPA será trocado ou apenas o pacote. Inclusive no próprio site oficial do Celluloid essa opção é disponibilizada. No entanto, recomendo a segunda forma que irei demonstrar adiante. Agora se mesmo assim deseja instalar por essa maneira, eis os comandos.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:xuzhen666/gnome-mpv

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Celluloid (GNOME MPV) do PPA via terminal:

sudo apt install gnome-mpv

Removendo o Celluloid (GNOME MPV) via terminal:

sudo apt remove gnome-mpv

Removendo o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository -r ppa:xuzhen666/gnome-mpv 

Celluloid Flatpak via Flathub


O Celluloid está disponível do repositório Flathub, facilitando a instalação para maioria das distribuições Linux. Caso esteja utilizando Linux Mint, não será necessário nenhuma configuração. Pesquise na loja por: “Celluloid” e instale a aplicação. Usuários do Ubuntu podem adicionar o suporte ao Flatpak e também instalar pela loja. Configure conforme este tutorial.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-flathub-flatpak

Para usuários de outras distribuições, veja neste link a forma de habilitar o suporte a Flatpak. Lembrando que o repositório do Flathub deverá ser adicionado. Já se prefere instalar via terminal ou a loja de sua distro Linux não possui integração com o Flatpak, use os comandos logo abaixo para instalar o Celluloid. Obviamente, que você o Flatpak já deve estar configurado em seu sistema, conforme o procedimento que informei anteriormente.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak install flathub io.github.celluloid_player.Celluloid

Removendo o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak remove io.github.celluloid_player.Celluloid

Se preferir pode compilar o Celluloid, em seu repositório do Github existe todo procedimento. 

E você, costumava usar o GNOME MPV ou utiliza outro player? Gosto muito do VLC. O visual dele não é um dos melhores, mas ele “roda até tampa de garrafa” (😁️😁️😁️). No entanto, o Celluloid se comportou bem e não tive maiores problemas (nem com legendas).

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Até o próximo post, que agora irei ver alguns vídeos no Celluloid, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Lollypop um player de música completo

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Lollypop é um poderoso player de música desenvolvido em GTK, software livre e muito famoso no meio GNOME. No entanto, sua usabilidade não se limita ao ecossistema GNOME, podendo ser utilizado em diversos ambientes e até outros sistemas. Afinal, o player também está disponível para FreeBSD.

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Durante este ano de 2019 venho mais do que nunca utilizando diversos players de música. Há muito tempo substitui meus “momentos sonoros” pelo streaming via Spotify, e quando offline utilizava o VLC player. Infelizmente meu player favorito foi “abandonado pela Canonical”, era o Music, uma das aplicações do Unity 8 com convergência conforme o redimensionamento da janela. Obviamente que sou movido tanto pela praticidade, funcionalidades, como visual. Veja o visual logo abaixo do Music.

music-ubuntu-unity8-canonical

Contudo, se existe algo em que o Lollypop não peca (e não estou falando do Android 😁😁😁), é em seu visual e quantidade de recursos. O player chama a atenção com seu visual minimalista e elegante. Além, de também possuir uma certa convergência ao se adaptar conforme redimensione sua janela.

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Uma curiosidade é que o Lollypop é o player de música padrão do smartphone com Linux da Purism, o Librem 5. Algumas características deste belo player, que posso destacar são:

  • Tema dark;
  • Reprodução dos principais formatos de áudio, por exemplo: MP3, MP4, OGG, FLAC, entre outros (até hoje não tive problema com formatos);
  • Navegação de suas músicas por: gênero, artista, capa;
  • Pesquisa rápida e eficiente;
  • Integração com atalhos de teclado;
  • Suporte a lista de reprodução (podendo importar playlists);
  • Visualização em modo tela cheia;
  • Sincronização MTP;
  • Suporte a telas de alta intensidade (HiDPI);
  • Suporte a TuneIn;
  • Integração com a web, podendo buscar informações de canções diretamente em serviços, como o Last.fm;
  • Download das capas dos albúns e dos artistas (o legal que o player não te força esse recurso, sendo totalmente opcional);
  • Suporte a rádio;
  • Visualização do artista por contexto;
  • Equalizador de áudio;
  • Sistema de favoritos, você pode dar notas as suas músicas com estrelas (podendo ouvir as prediletas ou pesquisar e montar suas playlists “mais acaloradas”);
  • Adição de vários diretórios em locais diferentes com suas músicas;
  • Possibilidade de ouvir música via streaming (por incompatibilidades com algumas APIs proprietárias, esse recurso pode nem sempre funcionar perfeitamente);
  • Opções como: transição suave entre as músicas, repetição, separação por categorias, redimensionamento das miniaturas de seus álbuns, e muito mais. 

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Existem várias formas de se obter o Lollypop nas distribuições, como Arch Linux, Fedora e OpenSUSE. Basta pesquisar normalmente no repositório, seja via terminal ou pela loja. No Ubuntu e derivados existe a possibilidade da adição de um PPA ou via Flatpak (forma que também pode ser utilizada em outras distros).

Lollypop via PPA


A instalação via PPA é um meio de se obter o Lollypop, entretanto, caso seja iniciante recomendo a segunda opção. Particularmente não creio que atualmente o uso de PPAs seja a melhor forma de se obter softwares no Ubuntu, salvo poucas exceções.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:gnumdk/lollypop

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Lollypop do PPA via terminal:

sudo apt install lollypop

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:gnumdk/lollypop

Lollypop via Flatpak


O Lollypop encontra-se no repositório Flathub, antes de tudo, para instalar o Lollypop desta maneira será necessário ter o Flatpak configurado em seu sistema. Para usuários de outras distros que não sejam o Ubuntu ou Mint, acesse essa postagem (o repositório do Flathub deve ser adicionado, conforme irei abordar ao demonstrar o processo via terminal). No Ubuntu, você pode acompanhar todo passo a passo deste post, e além de configurar o Flatpak, configurar a GNOME Software (loja do Ubuntu) para efetuar suas instalações via interface gráfica. Após ter tudo pronto, pesquise por: “Lollypop” e instale a aplicação (no Linux Mint, basta pesquisar, não sendo preciso nenhuma configuração prévia).

player-música-gnome-gtk-lollypop-flathub-flatpak-ubuntu-mint

O processo pode ser igualmente feito via terminal, caso tenha preferência ou sua distribuição não possua uma loja que suporte este tipo de pacote.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Lollypop Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.gnome.Lollypop

Removendo o Lollypop Flatpak via terminal:

flatpak remove org.gnome.Lollypop

Conclusão


O Lollypop é uma alternativa muito interessante, funcional e bonita. Ao que parece o mesmo permanecerá em meu sistema por muito tempo. O player passou a ser um de meus favoritos, seja por sua beleza ou eficiência. No entanto, existem muitas soluções atuais em que eu e meu colega de trabalho, Ricardo (O Cara do TI), abordamos durante este ano de 2019. Recomendo que experimente e descubra qual o melhor player de música para você. Segue a lista: Olivia Player, Elisa Player, Museeks, Tauon Music Box e o Strawberry para os mais saudosistas. 

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Agora vou ouvir algumas músicas no Lollypop, enquanto vou criando a capa deste post, SISTEMATICAMENTE! 😎


Fonte: GNOME.
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GNOME está planejando trazer uma função que você sempre quis!

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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Uma das grandes verdades do mundo Open Source é que nada, nunca, está realmente pronto, mas não veja isso como algo ruim, isso simplesmente significa algo comum da própria vida, há sempre constante movimento para frente, modificações, melhorias, e isso é excelente! Com projeto GNOME, autor do GNOME Shell, interface utilizada na maioria das grandes distros Linux, não seria diferente, e o desenvolvedor brasileiro, Georges Stavracas Neto, nos conta em seu blog uma das novidades que pode estar chegando ao GNOME Shell, um App Grid com funções novas e mais ricas.

Drag n' Drop






A Dash, ou menu do GNOME, como muitos conhecem, é onde você encontra o grid de aplicativos instalados no seu sistema, é onde você pode explorar através dos ícones as aplicações, lança-las, ou adicioná-las à dock.

Como a maioria de nós, você está acostumado a usar um grid de apps semelhante ao do GNOME Shell no seu Smartphone, e em algum momento você pensou em arrastar um ícone sobre o outro nesse grid para criar pastas, ou simplesmente reorganizar conforme você gostaria, assim como você faz no seu Smartphone, e acabou percebendo que o GNOME Shell Vanilla não tem este recurso.

Nos temos um artigo aqui no blog sobre uma extensão chamada "AppFolders" que criava um recurso semelhante.

Ideias que vem de anos anteriores


Durante o "London UX Hackfest", ainda em 2017, os desenvolvedores e designers do GNOME estavam pensando em formas diferentes de organizar os elementos da interface do GNOME Shell.

Segundo Georges, "é muito interessante deixar os designers criarem conceitos sem considerarem limitações que as ferramentas do momento eventualmente possuam ou os tempos para a realização de algo, pois essa liberdade acaba gerando resultados maravilhosos!".

Dentre as sugestões da época, houve uma que acabou sendo implementa no Endless OS, mais ou menos da forma com que foi imaginada, que é justamente esse gerenciamento do grid de aplicativos.



O que temos agora não é exatamente a implementação que ocorre no EndlessOS, mas funciona de forma semelhante.

Georges comenta que passou as últimas semanas trabalhando um novo recurso de organização dos ícones das aplicações do menu do GNOME Shell, e os resultados iniciais me parecem animadores.

Neste primeiro exemplo, podemos ver que agora é possível criar pastas para agrupar os ícones dos programas, simplesmente arrastando um ícone sobre outro:



Repare que o nome da pasta recebe o nome da categoria em comum que as aplicações jogadas nela possuem. Ainda nos resta saber se será possível renomear as pastas livremente, o que deve ajudar na organização de forma geral. Como ainda é algo recente, as coisas podem mudar ao longo do tempo, até o lançamento, como o próprio desenvolvedor comenta no artigo.

O próximo exemplo nos mostra que é possível também mover os aplicativos para fora das pastas criadas, um comportamento esperado dentro deste tipo de situação, mas que assim como qualquer coisa que você use no seu computador, precisa ser programado e desenvolvido:



Quando uma pasta fica vazia ela é automaticamente apagada, para que você não fique cheio de pastas sem aplicativos presentes, um recurso muito inteligente.

No vídeo seguinte temos a demonstração do reposicionamento de ícones, permitindo que o usuário organize as aplicações como achar melhor:



A última demonstração, nos mostra que também é possível arrastar os ícones através das múltiplas páginas de aplicações que eventualmente você tenha.


Quando chegará ao GNOME Shell de forma oficial?


Você pode ler o artigo completo do Georges aqui, nele o desenvolvedor nos informa que podemos ver essa novidade no GNOME Shell entre a versão 3.34 (a próxima versão estável) e a 3.36, que é a versão estável seguinte. 

Se for possível adicionar o código antes do momento de freezing do GNOME Shell para o lançamento da versão 3.34, teremos o recurso em poucos meses nas principais distros, caso contrário, teremos de esperar um pouco mais. Stavacras finaliza agradecendo a empresa Endless Computers, que desenvolve o Endless OS, por apoia-lo na realização deste trabalho.

O que você achou da novidade? Ficou empolgado para testar? Comente no nosso fórum.

Até a próxima!
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Finalmente a Purism revela as especificações de seu smartphone Linux

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terça-feira, 30 de julho de 2019

Atualmente contamos com boas soluções em smartphones no mercado, porém, nem sempre os dados pessoais são “realmente pessoais”. Afinal, não é incomum que empresas usem certos dados para marketing orientado. Obviamente, que existem vantagens e desvantagens com esse padrão de mercado.

librem-5-smartphone-linux-debian-pureos-flatpak-segurança-gnome-convergente-open-source

A Purism é conhecida por sua linha de laptops com Linux, Librem, e o seu smartphone Librem 5. Há muito tempo especula-se sobre as especificações deste aparelho, pois, era de conhecimento geral alguns detalhes, como o seu sistema operacional PureOS, baseado no Debian. Que o mesmo utilizaria aplicações convergentes, sua interface gráfica é uma parceria com o Projeto GNOME, utilização do Flatpak entre outros detalhes que você pode averiguar em nossa postagem especial.

Especificações técnicas do Librem 5


  • Sistema operacional: PureOS (baseado no Debian);
  • Tela: IPS TFT de 5,7 polegadas (resolução de 720x1140);
  • Processador: CPU ARM de 1.5 GHz, i.MX8M Quad-Core Cortex A53;
  • Suporte às tecnologias: OpenGL / ES 3.1, OpenCL 1.2 e Vulkan;
  • RAM: 3 GB;
  • Armazenamento interno: 32 GB eMMC, com slot de expansão via microSD;
  • Câmera: Uma traseira de 13MP com flash LED e uma frontal de 8MP;
  • Bateria: Sua bateria possui 3.500mAh, que pode ser substituída pelo usuário;
  • Conectividade: Entrada de fone de ouvido de 3,5 mm (estéreo e mono), Wi-fi 802.11 a / b /g /n 2.4GHz, Bluetooth 4.x, GPS interno Teseo LIF3 GNSS, USB 3.0 Type C (transferência de dados, carregamento e saída de vídeo), leitor smart card com slot 2FF (tamanho de um SIM card), slot microSIM e modem opcional Gemalto PLS8 3G / 4G ou Brodmobi BM818 fabricado na China;
  • Extras: LED RGB para notificações com controle PWM por cor, motor háptico (vibração), luz ambiente e sensores de proximidade, sensores de aceleração, giroscópio e bússola de 9 eixos; 
  • Interruptores para hardware: Com 3 interruptores em seu hardware, o Librem 5 é capaz de ativar e desativar funções, como: acesso a Wi-fi, Bluetooth e uso do chip (internet e comunicação), câmera, microfone, IMU, bússola, o GNSS, luz ambiente e sensores de proximidade. Tudo fisicamente, garantindo maior controle e privacidade total.

librem-5-smartphone-linux-debian-pureos-flatpak-segurança-gnome-convergente-open-source

Atualmente o Librem 5 está disponível em encomenda, digamos que uma pré-venda. Com isso seu valor está em US $649 (aproximadamente R$ 2.588 sem impostos). Esse preço especial irá até 31 de Julho. Logo após o valor será de US $699 (aproximadamente R$ 2.787 sem impostos).

Por trazer o conceito de convergência, existe a opção de adquirir junto ao smartphone Librem 5 um kit, composto por: 1 monitor (de 24 ou 30 polegadas), teclado e mouse compatíveis com o dispositivo.

librem-5-smartphone-linux-debian-pureos-flatpak-segurança-gnome-convergente-open-source-kit

Se está interessado pelo produto, entre diretamente em sua página oficial, veja os valores e se existe disponibilidade para entrega em outros países, como o Brasil. Acesse este link, da pré-ordem do Librem 5.

Pessoalmente a ideia de ter um smartphone, como o Librem 5 me atrai. A possibilidade de utilizar o ambiente GNOME tanto em modo smartphone, como desktop é bem interessante. Obviamente que outras soluções, como o Plasma Mobile e Unity 8, não poderiam faltar em meus testes (😁😁😁).

Gostou do Librem 5? Compraria um smartphone com essa filosofia de segurança e maior controle de seu utilizador? Faça parte de nossa comunidade e fique por dentro das novidades do mundo da tecnologia.

Até o próximo post, te espero, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Purism, Softpedia.
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Criando um Ubuntu GNOME MEGA Minimal!

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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Vamos abordar um assunto muito interessante, customização de sistema operacional em "baixo nível", especificamente, customização do Ubuntu à partir de sua ISO Minimal.

Ubuntu Minimal






A ideia partiu do nosso vídeo de instalação do Arch Linux, uma distro conhecida por sua ampla capacidade de personalização. A ideia é cria o mesmo nível de personalização no Ubuntu, ou o mais próximo disso possível, usando a imagem de instalação mínima, de 60MB de tamanho.

Você pode conferir a instalação do Ubuntu Minimal aqui, a única diferença para este projeto, é que você não deve instalar ou escolher qualquer desktop enviroment ou algo semelhante, queremos um Ubuntu absolutamente básico, sem nada instalado.


Depois da instalação, vamos fazer as customizações conforme este vídeo:


Os comandos utilizados no vídeo acima, e que servem de material de apoio são os seguintes:

- Instalação básica:
sudo apt install xorg gdm3 gnome-backgrounds gnome-session adwaita-icon-theme-full gnome-themes-standard gnome-control-center gnome-tweaks software-properties-gtk network-manager pulseaudio gnome-terminal nautilus --no-install-recommends
- Opcionais para Wayland:
sudo apt install wayland-protocols weston xwayland
- Opcionais de Softwares:

Gnome Software/Loja do Ubuntu
 sudo apt install gnome-software
Extensões do Ubuntu para ícones indicadores, desktop e barra lateral:
sudo apt install gnome-shell-extension-appindicator
sudo apt install gnome-shell-extension-ubuntu-dock
sudo apt install gnome-shell-extension-desktop-icons 
Tema Yaru:
sudo apt install yaru-theme-shell yaru-theme-gtk yaru-theme-icon  
Remover suporte a Snap:
sudo apt remove snapd 
- Configuração de rede para o Network Manager pela interface funcionar:
 sudo nano /etc/netplan/01-netcfg.yaml
Substituir, conforme o vídeo acima o "networkd" por "NetworkManager".

Reinicie o computador.

Até a próxima!
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Dash to Panel recebe update com melhorias e correções

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

A customização no mundo Linux é uma das coisas que mais atrai a galera que prefere ter o sistema com a “sua cara”, assim dando toques que podem torná-lo único. Para quem usa o Gnome-Shell, isso não seria diferente. 


Dash to Panel recebe update com melhorias e correções







Muitos não gostam da proposta do GNOME “puro” (Vanilla) ou das distros que modificam ele, como Ubuntu, ZorinOS, Pop!_OS entre outras. Umas das extensões que é mais usada para tal modificação, é a dash to panel. Extensão essa que unifica outras duas, a GNOME Shell Dash e o GNOME Top Bar, assim entregando todos os recursos dessas extensões em uma única barra.





As melhorias apresentadas na versão 20 do dash to panel, são:

● Fornecida uma variedade de estilos para as janelas de prévisualização, como o tamanho, preenchimento, opacidade, localização de botão, visibilidade do cabeçalho e estilo da fonte;

● Possibilidade de adicionar atalhos ao menu de contexto no botão de Mostrar Aplicativos;

● O Windows Preview tem a escala e tamanha de forma dinâmica nas thumbnails em vez de ter um tamanho fixo nelas.

● Opção para ocultar as opções dos aplicativos em execução

● Melhor compatibilidade com o Gnome 3.32

Para mais detalhes, você pode consultar a release deles aqui.

Por hora, a versão 20 ainda não foi liberada no Gnome Extensions, mas quando for, e se você estiver com a extensão instalada, vai receber o aviso de update.

Mas se você quiser testar antes, basta baixar o ZIP e extrair nesse caminho:

/home/user/.local/share/gnome-shell/extensions

Onde está o user, você coloca o nome do seu usuário do sistema. Depois, para gerenciar a extensão instalada, basta utilizar o “Ajustes”, caso não o tenha instalado, basta procurar na loja (Gnome Software ou Ubuntu Software).

Se você quiser instalar a versão 19, basta acessar a page da dash to dock no Gnome Extensions, e habilitar. 

Para instalar as extensões via navegador, você vai precisar do complemento para isso, possuindo versões para o  Chrome e Firefox. Se precisar de mais formas de instalação, basta acessar esse guia deles.

Temos um tutorial bem bacana feito pelo meu amigo Henrique, do canal OSistemático, de como personalizar o dash to panel.
Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Personalize o visual do Ubuntu com a extensão Dash to Panel

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Muitos usuários não conseguem se adaptar a lógica de funcionamento do Ubuntu ou Gnome-Shell, com sua barra lateral e outros pormenores. Os anos de utilização de ambientes gráficos que possuem um “estilo Windows/KDE Plasma” tornam ainda mais dificultoso algo “fora desse padrão”.

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O Gnome-Shell não é conhecido por possuir um funcionamento que lembre um Windows da vida, pelo contrário, existe uma disparidade de conceitos. Obviamente, que não há mal nenhum nisso. No entanto, alguns usuários preferem algo que estão acostumados, e na maioria das vezes esse costume é vindouro da utilização do Windows. Curiosamente algumas pessoas preferem uma distribuição Linux que tenha um visual completamente diferente, enquanto, outras querem a comodidade de usar algo parecido. Se você está entre esse grupo e deseja utilizar mesmo assim o Gnome-Shell, a dica de hoje é valiosíssima.

Dash to Panel, modificando o comportamento padrão do Ubuntu/Gnome-Shell


A famosa barra de tarefas pode estar presente no Ubuntu, basta adicionar essa extensão. Com um visual mais tradicional, o sistema se torna extremamente familiar. Combinando com outros elementos, o ambiente se transforma praticamente em outro. Por exemplo, ao combinar com a extensão Arc-Menu, um menu iniciar estilo Windows 7, o GNOME sofre uma verdadeira metamorfose. 

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Para instalar extensões no Gnome-Shell (interface do Ubuntu) é muito simples, temos esse tutorial demonstrando todo a passo-passo. Você pode pesquisar diretamente na Loja do Ubuntu por “Dash to Panel”, ou até mesmo no Fedora ou outro sistema operacional que utilize o Gnome-Shell, e tenha a Gnome Software instalada.

extension-extensão-gnome-shell-barra-tarefas-windows-kde-cinnamon-dash-to-panel-ubuntu-fedora-install-gnome-software-loja

A extensão pode ser configurada diretamente na Loja, no botão “Configurações de extensão”, conforme a imagem acima. Outra possibilidade é ir à categoria “Complementos” na página inicial da loja, em seguida na aba “Extensões de shell” e clicar em “Configurações de extensão”. 

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Ao identificar a extensão que quer configurar, clique no símbolo de engrenagem e uma caixa de diálogo com muitas opções aparecerão.

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Existe outro software, que inclusive utilizo, chamado GNOME Tweaks (Ajustes). Caso tenha interesse, essa postagem aborda essa ótima ferramenta. O gerenciamento das extensões pode ser feito por meio dele também.

Ao abrir as configurações da extensão Dash to Panel, diversas opções poderão ser customizadas, como: cor do panel, transparência, tamanho dos elementos, indicadores, comportamento, modos de visualização e muito mais.

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Algo interessante é poder exportar e importar configurações, poupando muito tempo a cada nova formatação. Essa opção encontra-se na aba “Sobre”, aliás, caso queira utilizar a minha configuração, baixe por este link o arquivo e importe.

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Lembrando que ao ativar a Dash to Panel, automaticamente a Dock do Ubuntu será desativada. Mas não se preocupe, caso desative a extensão a Dock do Ubuntu é reativada novamente. Veja mais funcionalidades diretamente do Github do projeto.

Espero que a dica seja útil para você, gosto muito dessa extensão e sempre mesclo entre seu comportamento e o padrão do Ubuntu.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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3 alternativas para desenhos simples, estilo "Microsoft Paint"

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

O Microsoft Paint é um programa muito popular entre usuários do Windows, na qual provavelmente você quando mais jovem, já tenha “perdido” algumas horas em frente ao PC. A criançada adora rabiscar e pôr a imaginação em ação. Se busca por uma ferramenta similar, irei apresentar 3 alternativas. Indo da mais simples para a mais completa em recursos.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web-app-drawing-kolourpaint-gnome-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Essa postagem não tem como objetivo indicar softwares para edição ou desenhos elaborados, soluções como: GIMP, Krita, Inkscape, entre outros são os indicados. Afinal, programas assim podem ser bem complexos para crianças e o objetivo é apenas rabiscar e se divertir, quem sabe despertar um Leonardo da Vinci ou Van Gogh (sem suas excentricidades, claro 😕😕😕).

Google Canvas


O Google Canvas vem sendo chamado por muitos sites, como o “Paint” da Google. Inclusive noticiamos na época de seu lançamento, no início do ano. A solução é online e sendo bem simples o seu funcionamento. Se busca por algo rápido e que não exija instalação, ele pode ser uma alternativa a se considerar. Mesmo possuindo pouquíssimas ferramentas, dependendo do perfil de quem for utilizar o programa, o Canvas é mais que suficiente.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web

Por ser online, conexão com a internet será requisito e uma conta Google. Acesse o Google Canvas por este link. Se ficou alguma dúvida, considere ler nossa postagem sobre o serviço.

Drawing


Pensado para ambiente o GNOME (mas pode ser utilizado nos demais), o Drawing possui alguns recursos à mais que o Google Canvas. Digamos que ele é o intermediário da nossa lista. O número de ferramentas e opções dão um pouco mais de autonomia, entretanto, nada tão complexo. Além de desenhar com a ferramenta, pequenas edições podem ser realizadas. O Drawing suporta imagens no formato PNG, JPEG e BMP.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-drawing-gnome-kde-gtk-ubuntu-flatpak

O Drawing está disponível oficialmente via Flatpak no Flathub. Caso não tenha configurado em seu sistema o Flatpak, essa postagem tem todo procedimento. Se utiliza Ubuntu, este post ensina como habilitar o suporte a esse tipo de pacote na loja da distribuição (Software Ubuntu/Gnome Software), permitindo instalação do Drawing via interface gráfica (depois de adicionar o suporte, pesquise por “Drawing”, encontre a aplicação e efetue a instalação). No Linux Mint, basta pesquisar na loja pelo programa. Caso queira instalar via terminal, proceda assim:

Habilite o repositório do Flathub (se não tem configurado)

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Drawing Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.maoschanz.drawing

Para desinstalar via terminal:

flatpak remove com.github.maoschanz.drawing/x86_64/stable

Kolourpaint


A última aplicação da lista é o Kolourpaint, talvez o mais completo do gênero. Possuindo até mais ferramentas que o próprio Microsoft Paint. Se quer mais opções e uma familiaridade com o app da Microsoft, o Kolourpaint é a opção certa. Para se ter uma noção, o programa suporta vários tipos de arquivos, como o formato do Adobe Photoshop (PSD) e do GIMP (XCF).

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-kolourpaint-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Você pode obter o Kolourpaint de várias formas. Pesquise normalmente na loja de sua distribuição e instale diretamente do repositório, ou via Flatpak ou Snap. Digamos que queira utilizar no formato Snap. Configure primeiramente o Snap em sua distribuição, conforme este artigo, lembrando que no Ubuntu não é necessário configurar e você encontrará normalmente na loja. Utilize estes comandos se a loja de sua distribuição não possui integração com os Snaps.

A versão Snap pode ser instalado por esse comando:

sudo snap install kolourpaint

Para remover o Kolourpaint Snap:

sudo snap remove kolourpaint

Outra opção é via Flatpak. Relembrando que será necessário ter o Flatpak configurado e o repositório do Flathub também. Além, de poder instalar via interface gráfica na Gnome Software. Caso não tenha configurado, na parte que abordei sobre o Drawing, demonstrei como proceder.

Instalação via Flatpak:

flatpak install flathub org.kde.kolourpaint

Remoção da aplicação Flatpak:

flatpak remove org.kde.kolourpaint/x86_64/stable

Essas são as 3 alternativas ao Microsoft Paint, se conhece alguma interessante compartilhe nos comentários ou em nosso fórum Diolinux Plus

Particularmente não me dou bem com esse tipo de aplicativo, acho que deu para notar nas imagens (😂😂😂). No entanto, quando instalei o Kolourpaint no pc de um usuário (com esse perfil, uma criança e tal...) o resultado foi super positivo. Já se você precisa criar artes mais elaboradas, utilize algum dos softwares que citei no início do artigo.

Acho que irei continuar no Inkscape + GIMP (😋😋😋), mas se alguém sentir a falta do Microsoft Paint, opção é o que não falta. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Lutris agora consta nos repositórios do Clear Linux da Intel

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

O Clear Linux é a distribuição Linux desenvolvida pelo pessoal da Intel, pensando na otimização para os developers, computação na Nuvem, IoT, desenvolvimento em geral, além de poder ser usada como um desktop “normal”. Além é claro, de ter um sistema otimizado para os seus processadores e também nas suas futuras GPU’s dedicadas.

Lutris agora consta nos repositórios do Clear Linux da Intel





Agora, de forma oficial, o Lutris está incluso nos repositórios oficiais do Clear Linux, juntamente com o pacote WINE.

No Clear Linux, você utiliza o swupd, que em linhas gerais é como se fosse o APT, YUM ou DNF, para saber mais sobre o funcionamento dele de forma profunda, veja o guia. Ele também utiliza para a instalação, o bundle, para facilitar o gerenciamento.

Primeiramente, vamos instalar WINE,  que você pode fazer de duas formas. Como o Clear Linux OS usa o GNOME, você tem a GNOME Software nele, e nela você pode procurar pelo bundle WINE e instalar, ou via terminal, com o seguinte comando:



sudo swupd bundle-add wine

Feito isso, basta esperar a instalação terminar.

Para instalar o Lutris podemos também utilizar a mesma forma de procurar na GNOME Software, mas agora vamos procurar pelo bundle “Games”, ou senão via terminal com o seguinte comando:

sudo swupd bundle-add games

Aí, é só esperar terminar a instalação. No site do Lutris também tem a menção do Clear Linux.

Agora você já tem o conjunto para jogar os games que não são da Steam, visto a mesma pode ser instalada via Flatpak, que já vem instalado no Clear Linux. Se você precisar instalar a Steam, é só seguir esse tutorial.

Vale uma menção aqui. É importante você verificar se a sua GPU da Intel tem suporte ao Vulkan, essa informação pode ser encontrada no site deles. Se ela tiver o suporte incompleto, os games podem rodar de forma instável. Para instalar o Vulkan no Clear Linux, é bem simples, basta instalar o seguinte bundle:

sudo swupd bundle-add developer-gpu

Se você estiver pensando em instalar o Clear Linux  em um PC com GPUs da NVIDIA, você pode tentar seguir a documentação sobre isso, mas a cada update do sistema, será necessário atualizar o driver de  forma manual, ao menos por enquanto.

Muito gratificante ver que um grande projeto como esse do Clear Linux, dando assim mais uma opção de distro Linux para jogos.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Editando Apps no menu da sua distro Linux manualmente

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Como já diz o velho ditado: "Tudo no Linux são arquivos", e por esse motivo, tudo pode ser mudado, tudo pode ser configurado, e com o menu do seu sistema não seria diferente.

Configuração de menus do Linux






Hoje vamos tratar de um tipo de arquivo de configuração responsável por mudar a forma com que os aplicativos aparecem no menu da sua distro Linux. Apesar de usarmos GNOME como referência, as dicas realmente servem para, virtualmente, qualquer interface.

Arquivos .desktop


Temos um vídeo preparado para te ajudar a entender como esse processo todo funciona, você pode conferir no nosso canal, ou logo abaixo:


Os arquivos .desktop são responsáveis por "iconificar" os programas que você encontra no menu, mas mais do que isso, eles são responsáveis pela categorização do programa na sua distribuição e por quais palavras chaves o aplicativo será encontrado quando o usuário fizer uma busca.

Existem, de forma geral, dois locais onde você encontra estes arquivos:

/usr/share/applications

/home/user/.local/share/applications

Este tipo de arquivo possui uma série de informações e pode ser aberto com qualquer editor de texto. 

Os arquivos que estão dentro da sua home acabam sobrescrevendo as preferências contidas na pasta "applications" em "/usr/share" para o seu usuário. Pensando dessa forma, se você quiser que alguma alteração seja válida para todos os usuários do sistema, altere direto na raiz, caso queira apenas para seu usuário, você pode alterar somente na home. É o típico caso preferencial.

* Para editar arquivos dentro da raiz e salvar as alterações, é necessário rodar o editor de textos em modo root.

Configurações de arquivos .desktop

Existem muitos tipos de parâmetros que pode ser aplicados aqui, como por exemplo:

Name: Altera o nome da aplicação
Comment: Altera a descrição da aplicação
Exec: Onde está o executável
Terminal: Se a aplicação pode rodar pelo terminal
Categories: Em qual categoria do menu ele vai se encaixar
Keywords: Palavras chave que podem ser digitadas para encontrar a aplicação
Icon: Diz o nome do ícone que deve ser exibido

Entre muitos outras, um parâmetro interessante permite que você oculte um ícone do menu e da pesquisa em caso de necessidade é o "NoDiplay":

NoDisplay=true

NoDisplay=false

A primeira opção oculta a aplicação, a segunda exibe. A ausência  do parâmetro exibe automaticamente a aplicação.

Configurando estes arquivos você pode alterar o comportamento de qualquer aplicação que aparece no menu do seu sistema, confira o vídeo acima para vários exemplos.

Você pode ver a documentação de como o arquivo .desktop deve ser escrito aqui.

Deixe nos comentários sua opinião, e participe de nosso fórum Diolinux Plus. Assim você sempre fica por dentro das novidades e encontra um lugar amistoso para tirar as suas dúvidas.

Até a próxima!
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