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Estilo Long Shadow - Novo tema de ícones para Linux

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Se você estiver procurando uma opção bacana de tema de ícones para a sua distro Linux e pretende colocar um tema bem estilizado e com um conceito um tanto diferente, especialmente se você curtir as famosas “long shadows”, você vai adorar o tema “Shadow”.

 Estilo Long Shadow - Novo tema de ícones para Linux










O Shadow é um tema flat para GNOME 3.10+ e interfaces “filhas” Na versão 4 contém mais de 980 ícones de apps e mais de 2200 ícones para o sistema e afins.




Instalando o tema Shadow


Baixe o tema à partir do GitHub ou do "GNOME Look", ele virá em um pacote compactado (zip), basta extrair o tema do arquivo compactado para a pasta .icons (ponto icons) dentro da sua pasta pessoal. Depois é só fazer a alteração do tema pelo software adequado a sua interface gráfica.



No Linux Mint você pode usar as próprias configurações do sistema e no Ubuntu, use o GNOME Tweaks.

Quem deseja fazer o processo de instalação pelo terminal pode seguir os seguintes passos:

git clone https://github.com/rudrab/Shadow.git

mv Shadow-master /home/$USER/.icons/

Se for pelo Gnome-Look, basta baixar e extrair o .tar.xz dentro da pasta “icons” que você criou

Feito isso, agora você pode desfrutar do novo tema para o seu sistema.
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As extensões resolverão a "falta de desktop" no GNOME?

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Enquanto ambientes gráficos como KDE Plasma e Cinnamon Desktop estão ampliando cada vez mais as opções voltadas para o desktop, o GNOME vai na contramão desse movimento e abandona esse conceito, ao menos de forma nativa. A promessa é que essas funcionalidades voltem através de uma extensão chamada "Desktop Icons", além de toda uma família de extensões disponíveis que acrescentam funcionalidades, mas será que isso se resolve com uma extensão?

GNOME Desktop Icons






Desde o lançamento da versão 3.0, que trouxe o novo Shell para o GNOME, o comportamento padrão da interface é não possuir um desktop ativo, porém, essa função era "habilitável" através de uma pequena configuração no Nautilus, o gestor de arquivos do projeto. Isso deixou de ser possível recentemente com a versão 3.30 do GNOME, onde as funcionalidades que tornavam o Nautilus capaz de gerenciar a Área de trabalho foram removidas do código da aplicação.

Para contornar esse problema, a comunidade de desenvolvedores do GNOME acabou criando uma extensão que tenta trazer essas mesmas funcionalidades para o desktop GNOME, porém, ela ainda não está completamente finalizada e continua sendo uma extensão, e não uma função nativa do ambiente.


Um problema de filosofia de trabalho?


Recentemente tivemos uma série de entrevistas no canal com um dos desenvolvedores brasileiros do GNOME, onde foram comentadas várias coisas importantes e interessantes sobre o desenvolvimento do projeto, incluindo os motivos para a remoção de alguns componentes, vale a pena conferir. Uma das coisas que me chamou a atenção no discurso foi a retidão da forma de trabalho do GNOME, o que traz coisas boas e ruins ao projeto, discutivelmente.

O GNOME tem como viés um padrão de excelência técnico, optando por deixar de implementar coisas se elas não forem implementadas da forma considerada "correta", como os ícones de indicadores, como Telegram, Dropbox, Skype, Steam, etc. O GNOME também visa ser pioneiro em tecnologia, simplicidade e eficiência, além de criar tendências.

Que o projeto foi inovador, eu não tenho a menor dúvida, o projeto GNOME, ao lado do KDE, é responsável por uma massiva produção de aplicativos para, virtualmente, todas as funcionalidades imagináveis no mundo Linux, sendo um projeto muito maior que do "somente" o GNOME Shell, a interface, ainda que seja justamente ali que todos esses softwares acabem convergindo.

Esse viés de trabalho que parece quase imutável divide muitas opiniões, me arrisco a dizer que ser mais flexível com algumas coisas faria bem para o projeto.

Dividindo opiniões desde o início


As críticas ao GNOME ter mudado drasticamente a forma de se usar o computador para algo muito diferente da "metáfora de desktop" reconhecida por qualquer um que usou um computador na vida , seja Windows, seja macOS, não são recentes, com o tempo as pessoas foram entendendo e se acostumando, mas ainda assim, exemplos de mudanças não faltam.

Ainda assim, mostrar o GNOME pela primeira vez para alguém que nunca o utilizou, ou que só usou Windows vai causar comentários do tipo:

- Nossa, que bonito!
- Onde abre o menu?
- Não tem minimizar?
- Onde desliga?
- Por não consigo criar uma pasta na área de trabalho?

Unity
Unity do Ubuntu 17.04


Antes do GNOME 3 já existiam muitas interfaces diferentes, mas só depois dele é que tantas outras se criaram. 

Não sei a sua idade e nem a quanto tempo você conhece/usa Linux, mas na época do Ubuntu 10.04 LTS nós tínhamos uma "disputa" entre GNOME 2 e KDE 3/4, onde XFCE, LXDE e interfaces baseadas em linha de comando eram menos populares, junto com algumas outras ainda menos populares hoje em dia.

Depois do lançamento do GNOME 3, tivemos o nascimento do Unity, do Cinnamon, do Budgie Desktop, do MATE, do Deepin Desktop, e tivemos uma grande acensão de ambientes como o XFCE, além disso, tivemos várias distros modificando o Desktop GNOME porque a opção padrão simplesmente não agradou, como o Zorin Desktop, o Endless Shell e o próprio Ubuntu recentemente, além disso, ainda temos a crescente popularidade de extensões como Dash to Dock e Dash to Panel, que modificam consideravelmente a forma com que se usa a área de trabalho do computador.

  • Por que as pessoas simplesmente não usam o GNOME como ele foi feito para ser?
  • Por que a maior parte dos projetos que tem como público alvo o usuário DESKTOP não usa o GNOME PURO?
  • Qual é o perfil de utilizador das distros que usam o GNOME puro?
  • O GNOME é feito para agradar a quem?
São perguntas que eu gostaria que você respondesse no seus comentários logo abaixo.

Muitas interfaces forkeadas ou iniciadas do GNOME


Essa grande criação, com certeza, não foi uma coincidência. Analisemos:

- Cinnamon: Nasceu depois da equipe do Mint tentar usar o GNOME com um pacote de modificações chamado MGSE (Mint Gnome Shell Extensions), que tentava manter o viés Desktop tradicional;

- Unity: Nasceu por parte do desagrado do GNOME 3 pela Canonical, parte pela intenção da empresa em colocar o Ubuntu em dispositivos diferentes;

- Budgie Desktop: É uma reimaginação do GNOME 3 "como ele deveria ter sido", criado pelo projeto Solus para ser uma interface com base GNOME, mas diferenciada;

- Deepin Desktop: Originalmente o Deepin usava customizações do GNOME também, mas depois  desistiu e decidiu fazer usa própria interface baseando suas aplicações em Qt, não GTK.

- Zorin Desktop e Endless Shell: Continuam usando o GNOME como motor, mas criaram um Shell diferente que usa os mesmos elementos organizados de forma diferente, procurando respeitar mais o modo mais tradicional de desktop.

- MATE: A saudade do GNOME 2 foi tanta, que eles decidiram continuar da onde a equipe GNOME, que passou a focar do GNOME 3, parou.

De certa forma foi todas as mudanças foram positivas, pois temos mais opções atualmente, ao mesmo tempo que muitos talentos foram dispersados entre vários projetos diferentes, fazendo o projeto GNOME Vanilla, como a equipe do GNOME o planeja, perder popularidade.

Atualmente as distros que usam o GNOME "puro" são geralmente sistemas onde a interface é secundária, onde focam os serviços na parte "enterprise" e profissional, Red Hat, SUSE, Fedora Workstation, CentOS, Debian, Pop!_OS (esse usa temas diferentes), são alguns exemplos.

Todas as distros que tem foco em serem acessíveis ao Desktop e ao usuário comum mudam o GNOME consideravelmente, incluindo o próprio Endless OS e seu Endless Shell, que é um sistema que trabalha de forma bem próxima do time do GNOME.  O Endless fez um extensa pesquisa sobre os hábitos dos usuários e familiaridade, intuitividade com o sistema, será que o GNOME não pode tirar boas ideias dali?

Distros atuais que são populares em desktops e estão em evidência incluem: Ubuntu, Linux Mint, elementary OS, Deepin e Manjaro, onde ou elas não usam o GNOME, ou usam ele modificado.

Resolvendo com extensões


Tornou-se comum, até uma piada praticamente, que "tudo no GNOME" precisa de extensões, o que tem até um pequeno fundo de verdade. 

Não tenho dúvidas de que existem pessoas que usam o GNOME puro, sem extensões, mas elas provavelmente não são um grande número e principalmente, elas fazem parte de um nicho de usuários que é, ou próximo do desenvolvimento do GNOME, ou um núcleo de usuários avançados, mais purista. 

Gnome Desktop Icons
"Oh que legal, agora  o GNOME removeu a função de 'não ter ícones no desktop' ;) Bom trabalho Carlos!"


O que eu mais vejo "na várzea" são pessoas mudando muito o GNOME para atender às suas necessidades, até pouco tempo atrás existia uma extensão até para atualizar automaticamente a lista de redes Wi-Fi, coisa que mudou nas versões mais recentes do ambiente felizmente.

A filosofia do projeto é estreita e direta, mas ela não precisa ser imutável!

Uma decisão que seria muito acertada, do meu ponto de vista, seria observar quais extensões as pessoas mais utilizam para entender quais as funcionalidades as pessoas buscam e então adicioná-las ao sistema como um recurso nativo, planejado e integrado.

Se as pessoas usam muito o Dash to Dock ou o Dash to Panel, isso é um claro indicativo de que as pessoas acham menos produtivo manter os ícones escondidos, para citar um exemplo.

O GNOME pode tentar forçar o mercado a aceitar os seus padrões, mas será que essa força realmente faz diferença? Qual foi a última vez que você viu alguém desenvolver alguma aplicação (de fora do mundo Open Source) pensando em GTK ou GNOME? Talvez existam casos, mas eu não consegui pensar em exemplos.

Quando você faz parte de um nicho, você não dita tendências geralmente, você se adapta a elas. Mesmo que você tenha personalidade para fazer diferente e influenciar um pouco, o quanto isso trará de benefício efetivo para quem usa o software? É uma reflexão a se fazer.

Utopia do GNOME?


O objetivo do GNOME é utópico, mas isso não é necessariamente um problema. Fazer com que os desenvolvedores implementem as funções como eles gostariam e planejaram essas implementações seria o ideal, mas ele será possíve?

Toda vez que eu vejo alguém falando que algo é ruim porque é uma suposta "utopia', eu não consigo ver com bons olhos. 

Utopias são boas.

A utopia serve para nos apontar uma direção, algumas pessoas se esforçam para viver a utopia antes do momento de todos as condições estarem favoráveis, geralmente fazendo esforço e eventualmente sacrifícios para tal.

Eu penso de forma mais prática, afinal, existem vários níveis diferentes de adoção de uma ideia até que ela se torne padrão. 

A paz mundial é um utopia, mas nem por isso é uma ideia descartável (por ser uma utopia) e que deva deixar de ser perseguida, porém, existirão sempre "meios termos" até esse objetivo final e utópico, muitos deles não são tão ruins assim.

Eu aposto que você gostaria da paz mundial, ou da extinção da fome, mas se você tivesse que escolher entre: Ou você tem zero de fome ou você tem a situação atual e uma situação onde você tem pelo menos 90% a menos de fome do que agora, qual você preferiria?

Para exemplificar com o suporte a indicadores do GNOME, por exemplo, a situação atual é exatamente essa: Ou os devs implementam como o GNOME gostaria ou não faz parte do projeto.

Quem fica sem a função, no fim das contas, é quem só queria usar o software, será que não existe um meio termo? Será que não seria possível oferecer e melhorar essa função até que a solução ideal aparecesse?

É como a ideia de software livre. Algumas pessoas defendem a ideia de que tudo no mundo dos programas de computador deveria ser aberto, livre, open source, como quiser chamar, e eu tenho certeza de que se tudo fosse viável, esse seria um mundo ideal muito interessante de se viver, porém, para caminharmos para isso, é preciso que parte dos usuários use software livre, depois uma maior parte, depois uma maior parte ainda, assim até ir caminhando cada vez mais para essa "utopia livre", querer cortar o caminho e viver esse momento agora vai requerer sacrifícios que nem todos querem ou podem fazer, usando a lógica de que, ou é livre ou eu não uso, não me parece conquistar muitas pessoas.

Fazer transições graduais é um processo menos traumático e que facilita a aceitação, em alguma momento será preciso dar passo maiores, mas se tudo estiver bem fundamentado, até esses passos mais largos serão melhores aceitos.

Desktop Icons


A tentativa é válida, e como você viu no vídeo do início do artigo, a extensão já tem vários bons recursos, ainda que alguns estejam faltantes, mas ainda assim é uma extensão. É algo que você terá de esperar a distro implementar por conta própria, como é o caso do Ubuntu, ou como algo que você, como usuário terá de buscar.

Extensões, assim como em navegadores, servem para ampliar as funcionalidades básicas do software, mas no GNOME, as extensões servem, em alguns casos, para trazer justamente funções básicas que, apenas na minha, estrita e individual opinião, deveriam fazer parte do ambiente de forma nativa, permitindo que a equipe de desenvolvedores e tradutores atue de forma mais direta, sem necessidade de haver de prestar atenção com a compatibilidade da extensão com a versão do Shell.

O GNOME continua sendo um dos meus projetos favoritos, é por isso que eu falo sobre ele, endosso, incentivo o uso e elogio, por esse mesmo motivo é que eu critico quanto acho que tenho que criticar, lamento que eu simplesmente não consiga ser produtivo no GNOME Shell padrão, o próprio layout da interface ignora completamente tudo o que qualquer um que usou um computador não Linux anteriormente tenha aprendido, algumas pessoas gostarão dessa novidades, outras nunca mais voltarão.

A solução para o Desktop virá com essa extensão? É cedo para dizer, mas provavelmente se não for dessa forma, provavelmente não será de nenhuma outra.

O que você acha?
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Enquete: Qual a sua interface gráfica favorita no mundo Linux?

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sábado, 1 de dezembro de 2018

É sempre interessante vermos as preferências da maioria das pessoas, isso nos ajuda a moldar melhor o conteúdo que será publicado e também mostra aos desenvolvedores de aplicativos as plataformas principais. É hora de você dar a sua opinião também!

As melhores e mais preferidas interfaces do mundo Linux






Você que acompanha o nosso canal no YouTube e presta atenção na "Aba da Comunidade", onde são postamos vários avisos, conteúdos extras e alguns exclusivos para membros também, talvez tenha percebido e até participado da nossa enquete, mas caso ainda não tenha visto, aqui vai ela!


A aba da comunidade do YouTube atualmente permite apenas 5 itens numa enquete, então adicionei as que eu acredito que sejam algumas das mais populares, além da opção "Outras", onde você pode colocar nos comentários as que você preferir.

Depois dessa primeira etapa, temos mais de 1.200 votos e o GNOME Shell continua vencendo em popularidade. Vamos esperar conseguir um valor maior de votos e vamos produzir um vídeo mostrando e comentando o resultado.

Participe!
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Fedora 29 está finalmente disponível para download!

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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Os desenvolvedores do Fedora anunciaram a disponibilidade da versão 29 da distro comentando que em breve o sistema operacional comemorará 15 anos desde o lançamento do Fedora Core 1, fazendo assim o anúncio das novidades não de um Fedora "core", mas de uma versão Workstation, Server, Atomic Host e uma grande coleção de Spins, como são chamadas as versões comunitárias com focos específicos do Fedora.

Fedora 29





Segundo os próprios desenvolvedores, seria um marco esperar mais uma semana para lançar o Fedora novo exatamente na data de aniversário do Fedora Core 1, mas eles decidiram não fazer a comunidade esperar e acreditam que esta é a melhor versão do Fedora de todos os tempos. A versão GNOME, em especial, na minha opinião realmente traz várias features interessantes, conforme mostramos no vídeo a seguir:


Talvez uma das maiores novidades seja o "Fedora Modularity", um recurso que permite distribuir diferentes versões de pacotes na mesma base do Fedora, leia mais sobre aqui.

Na versão principal, Workstation, temos o GNOME 3.30, com melhorias em vários aspectos, na versão para arquitetura ARM temos agora a função ZRAM ativada, e uma versão Vagrant para o Fedora Scientific.

Meu grande destaque na versão GNOME é a integração com softwares de terceiros, que agora podem ser ativados com um simples clique do mouse, o que disponibiliza a instalação das últimas versões de drivers Nvidia, Google Chrome e Steam no Fedora, eliminando qualquer complicação, além de permitir o gerenciamento de softwares de forma automatizada para aqueles que desejarem, como mencionamos no vídeo acima.

👁 Leia as notas de lançamento do Fedora 29
Faça o download do Fedora 29
Faça o download de uma das Spins do Fedora 29

Se você já usa o Fedora 28, é possível fazer a atualização para a última versão, consulte o tutorial disponibilizado pela equipe do Fedora aqui.

Você já está usando a nova versão do Fedora? Conte pra gente a sua experiência!

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Conheça as novidades do recém lançado Manjaro Linux 18

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Os desenvolvedores do Manjaro anunciaram o lançamento de uma nova versão do sistema. Apesar de ser Rolling Release, de tempos em tempos os desenvolvedores atualizam a ISO do sistema para compilações específicas, convergindo pacotes que estavam em linhas instáveis de desenvolvimento anteriormente para a versão estável do Manjaro e acrescentando novidades.


Manjaro Linux Illyria






Existem várias novidades interessantes neste lançamento do Manjaro, entretanto, para aqueles que usam a distro regularmente, essa nova atualização parecerá mais uma lapidação do que algo "super novo", porém, se fazia um certo tempo que você não testava o Manjaro, saiba que esta versão está ainda mais completa e fácil de utilizar.

Confira o vídeo abaixo que fizemos para mostrar para você os principais destaques da nova versão do Manjaro em uma de duas versões principais, com a interface XFCE:


Vamos aos destaques da versão 18 do Manjaro, que recebeu o codinome "Illyria". No título eu usei a palavra "recém", mas na verdade, ainda que sejam poucos dias, o Manjaro 18 foi lançado no dia 28 de Outubro, então, estamos um pouco atrasados! Mas ao invés de lamentar, deixe-me mostrar o que novo Manjaro pode lhe oferecer. 😊

Manjaro 18 Illyria


Atualmente, somente as versões principais do Manjaro, com XFCE, KDE Plasma e GNOME Shell estão disponíveis, as versões comunitárias ainda deverão ser lançadas nos próximos dias. Você pode fazer o download da versão 18 do Manjaro através do site oficial

Se você já está usando o Manjaro, basta manter o seu sistema atualizado, o próprio gerenciador de pacotes deverá te orientar para a atualização, porém, você pode fazer a atualização via terminal com o seguinte comando:
sudo pacman -Syyu
Claro, é sempre bom fazer um backup antes de qualquer procedimento como este, just in case.

Manjaro XFCE


Finalmente o XFCE recebeu uma atualização! Não é a toa que o XFCE é uma das mais leves e debugadas interfaces do mundo Linux, há muito tempo ele não recebia grandes upgrades e, para falar a verdade, ele realmente não recebeu nada de exuberante, como era de se esperar, mas temos uma nova versão! XFCE 4.13. Você pode ver um relatório bem completo de todas as novidades do XFCE na página de desenvolvimento do Xubuntu, os mesmos benefícios são esperados no Manjaro.

Nesta nova versão do sistema, os desenvolvedores do Manjaro tentaram melhorar a experiência de uso no desktop, trazendo um novo tema e um novo recurso do "Manjaro Hello", a tela de boas-vindas, onde é possível selecionar, instalar e remover aplicativos populares do sistema.

* Até mesmo aquele detalhe no design dos ícones no menu, que eu havia mencionado no vídeo acima, foi corrigido. Boa Manjaro!

Manjaro Linux 18
Manjaro 18 XFCE usando o tema Adapta-Maia e rodando Kernel 4.19

Um novo recurso interessante provindo do XFCE é o chamado "Display Profiles", ele permite que sejam criados perfis de configuração de monitores, o que torna a vida de quem trabalha com multimonitores eventualmente mais prática. 


Manjaro KDE


Enquanto a versão XFCE continua sólida como uma rocha e com poucas novidades, considerando o KDE, este sim é um mar de novidades a cada lançamento. O Manjaro KDE continua a oferecer uma das melhores experiências com o Plasma nas distros Linux atualmente.
Manjaro KDE Pĺasma


Temos a versão 5.14 do Plasma chegando ao Manjaro e os KDE-Apps na versão 18.08, não existe nada especificamente criado pelo Manjaro para o Plasma, além de suas aplicações tradicionais que são usadas em todas as versões principais, como o supracitado "Manjaro Hello", "MHWD" para configuração de drivers, o aplicativo responsável pela configuração do idioma e por gerenciar as versões do Kernel, etc. Todas fazendo parte do excelente "Manjaro Settings Manager".
No Manjaro KDE, a "Manjaro Hello" não mostra a opção de gerenciar aplicativos, como mostra na versão XFCE e GNOME. As configurações do "Manjaro Settings Manager" são integradas ao painel de controle do KDE e temos uma opção avançada para configurar o SystemD.

SystemD KDE Pĺasma Manjaro

Manjaro GNOME


O Manjaro GNOME é a versão mais  recente a fazer parte da família de versões oficiais do Manjaro, mas não por isso ele é menos importante. O GNOME chega na versão 3.30 para o novo Manjaro, o que traz várias melhorias para o GNOME Shell e aplicações GNOME em si.

GNOME Shell Manjaro


O GNOME do Manjaro é altamente modificado, muito mais do que o do Ubuntu até, com uma série de extensões instaladas adicionadas por padrão e outro "punhado" instaladas, apenas esperando pela sua ativação. Inclusive, existe uma opção no sistema que permite reverter todas as modificações no GNOME implementadas pelo time do Manjaro para que você possa usar a versão "Vanilla" do ambiente, semelhante ao que você encontraria no Fedora.

A versão GNOME do Manjaro também vem com o tema "Adapta-Maia" por padrão, dando um visual mais moderno, com inspiração no Material Design, para a distro. Em termos de consumo de RAM, a versão do GNOME do Manjaro ainda continua um pouco acima do que as demais versões, menos otimizado que o Ubuntu 18.10 neste sentido, mas melhor que o 18.04.

O Kernel do Manjaro e mais novidades


O kernel 4.19 LTS é agora usado como padrão, ainda que você possa instalar outras versões facilmente através do gerenciador de Kernel. 

Temos também um novo Pamac (padrão das versões XFCE e GNOME) capaz de editar os PKGBuild, tornando-se um "ajudante" mais completo para o usuário que deseja trabalhar com o AUR. Todos os arquivos usados em um compilação serão armazenados no diretório "/var/tempo/pamac-build-user", onde "user" é o seu nome de usuário.

Outra novidade legal com o Pamac é que agora ele possui novos comandos que podem ser usados via linha de comando, funcionando de uma forma mais inteligível, como o apt, dnf, zypper, yum, etc. Com comandos simples como:

sudo pamac update, sudo pamac install pacote, sudo pamac remove pacote,sudo pamac upgrade e outros, consulte o manual da ferramenta.

O instalador padrão do Manjaro, o Calamares, agora usado pelo Lubuntu 18.10 também, foi atualizado e recebeu correções de bugs menores. 

Se você gosta de jogar, boas novas também! O Manjaro 18 inclui suporte para a geração mais recente de drivers Nvidia, 410.x e Mesa Driver 18.3, facilmente instaláveis através do gestor de drivers do sistema.

O que mais virá?


O Manjaro me parece no início de um projeto de "comercialização" da distro, fazendo parcerias para lançar a distro com Laptops de fábricas e coisas do tipo, como já acontece com alguns modelos. 

Pisar no terreno onde a resposta do consumidor se dá em compra de um produto é um pouco diferente do que simplesmente "agradar a sua própria comunidade" e isso tem levado ares mais profissionais ao projeto, ao que me parece.

O Manjaro sempre foi uma distro "dirigida pela comunidade", ou como se usa na expressão em inglês, "a community-run distro", porém, o mercado, ainda que muito dele nesse caso seja a própria comunidade Manjaro, exige certos padrões, certos cuidados. Reflexo disso é a melhoria feita nos temas do sistema, lapidando a usabilidade, criando novos recursos que facilitem a vida dos usuários e coisas do tipo.

Ainda assim, existe ainda um grande caminho a ser trilhado, potencial e competência nós sabemos que os profissionais do Manjaro tem, quem sabe o que eles vão fazer no futuro?

O que eu vou escrever agora pode parecer um "sacrilégio" para muitos e pode ir contra ou a favor do que os desenvolvedores do Manjaro desejam, sinceramente eu não sei o posicionamento deles quanto a isso. Mas tomando o pressuposto de recursos são finitos, tanto humanos, quanto tecnológicos, e mesmo tempo; para o Manjaro ficar ainda melhor seria interessante eles terem apenas uma única versão oficial e transformar o restante em versões da comunidade. Focando assim recursos de desenvolvimento em uma distro apenas. Menos é mais geralmente, e o Manjaro é um exemplo de distro com versões com "todas" as interfaces, o que não é necessariamente bom (e nem ruim).

Curiosamente não foi o que eles fizeram ao agrupar a versão GNOME recentemente para o "set" de versões oficiais, o que vai totalmente ao oposto do que eu disse, mas o Manjaro tem, na minha modesta opinião, junto com o KDE Neon, um dos KDE Plasma mais interessantes, atrelado ao AUR e as ferramentas que o Manjaro dispõem, seria um caminho interessante para se seguir, focando a energias em melhorar uma única versão, em um único ambiente.

Fico me perguntando o que aconteceria com a distro, mercadologicamente falando, caso isso acontecesse...

Ainda assim, mesmo com três versões oficiais distintas, e várias edições comunitárias, o Manjaro continua "arrasando corações" por aí. 


O que você acha?

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Como instalar o Nemo no lugar do Nautilus no Ubuntu?

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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O Nemo é o gestor de arquivos do ambiente gráfico Cinnamon, mas ele pode ser utilizado em outros ambientes também com alguns poucos ajustes. Hoje você irá aprender a substituir o Nautilus pelo Nemo no Ubuntu (GNOME).

Nemo no lugar no Nautilus







Apesar do Nautilus ser um excelente gestor de arquivos, o Nemo pode ser uma boa alternativa para quem quer um gestor de arquivos com mais opções de configuração e suporte para a área de trabalho.

Como instalar o Nemo no Ubuntu?


O Nemo está no repositório oficial do Ubuntu, basta procurar na loja de aplicativos e fazer a instalação normalmente, se preferir fazer pelo terminal, rode o comando:
sudo apt install nemo

Como tornar o Nemo o gestor de arquivos padrão do GNOME? 


Depois de instalado, você já vai poder usar o Nemo, basta buscá-lo no menu de aplicativos, porém, como ele não é gestor de arquivos padrão, ao inserir um pen drive, abrir uma pasta, ou qualquer coisa do tipo, não será ele a aplicação utilizada.

Para tornar o Nemo o gestor de arquivos padrão do Ubuntu no lugar do Nautilus basta rodar este comando no terminal:
xdg-mime default nemo.desktop inode/directory application/x-gnome-saved-search

Quer usar o Nemo para gerir o seu desktop? 


O Nautilus não é nada bom para gerir ícones na área de trabalho e por isso muita gente deixou de utilizar o recurso, ao menos de forma mais intensa, entretanto, se você gosta de criar atalhos e gerir ícones na área de trabalho, o Nemo será uma das melhores opções.

Em versões mais recentes do GNOME, o Desktop já não é ativo por padrão, ainda assim, vamos garantir que ele esteja desativado. Basta rodar o seguinte comando no terminal:
gsettings set org.gnome.desktop.background show-desktop-icons false
O próximo passo é rodar o processo "nemo-desktop", para isso, pressione "Alt+F2" e digite:
nemo-desktop 

Como fazer o Nemo gerir o seu desktop na inicialização do sistema? 


Rodar o "nemo-desktop" faz com que o desktop fique ativo somente na sua sessão atual, para que o Nemo gerencie o seu Desktop sempre, você precisa adicionar esse processo à inicialização do sistema. Para isso, abra o menu do Ubuntu e pesquise por "Aplicativos de inicialização" e adicione o Nemo, conforme a imagem abaixo:

Como ativar o suporte ao Nemo no Desktop GNOME

Com isso você terá o Nemo como gestor de arquivos padrão no seu Ubuntu.

💡 Dica: Apesar de você não estar mais usando o Nautilus, evite remover a aplicação do sistema, ela geralmente está atrelada a diversos outros componentes do desktop GNOME e isso poderia lhe causar problemas.

Como desfazer as modificações?


Não gostou das modificações ou enjoou do Nemo? Então vamos deixar tudo de volta ao "normal", padrão do Ubuntu.

O primeiro passo é voltar o Nautilus como gestor padrão através deste comando:
xdg-mime default nautilus.desktop inode/directory application/x-gnome-saved-search
Depois disso, coloque o Nautilus novamente em condição para gerir a sua Área de Trabalho:
gsettings set org.gnome.desktop.background show-desktop-icons true
Por último, você pode remover o Nemo:
sudo apt remove nemo 
É possível remover a aplicação pela loja de aplicativos também, e só para deixar as coisas em ordem, vá até o "Aplicativos de inicialização" e remova a entrada que você tinha adicionado para o Nemo. 

Até a próxima!
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Canonical chama usuários do Ubuntu para testar Nvidia PRIME

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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

O Nvidia PRIME é uma tecnologia que permite que os usuários de Linux utilizem de forma estável e funcional os computadores que possuem hardwares comutáveis, ou seja, que possuem dois chips gráficos, ou ainda, que possuem placas gráficas híbridas, como também é como de ser designado. Para melhorar a experiência de quem possui estar hardware no Ubuntu a Canonical precisa da sua ajuda.


Nvidia Prime no Ubuntu






Através do Community Hub do Ubuntu a Canonical anunciou uma chamada de voluntários para testar o Nvidia Prime remodelado para o Ubuntu 18.04 LTS e o Ubuntu 18.10.

Segundo os desenvolvedores, o Ubuntu 18.04 LTS, lançado no início deste ano, marcou a transição do Ubuntu para uma nova forma de trabalhar com os drivers Nvidia, o que, infelizmente, somado a mudança de gestor de login (LightDM do Unity, para GDM do GNOME) fez com que laptops com placas híbridas (Intel+Nvidia) parassem da funcionar da forma com que eles funcionavam no Ubuntu 16.04 LTS e anteriores. 

Os problemas que os usuários enfrentaram neste sentido eram randômicos, mas alguns deles acabavam gerando uma maior consumo de energia, mesmo quando a GPU com maior performance estava desativada e também a incapacidade de mudar o perfil de desempenho sem precisar reiniciar o computador.

A Canonical afirma que está trabalhando no porte dos recursos existentes no Ubuntu 16.04 com Unity para o GNOME (ou o GDM), assim trazendo esta funcionalidade de volta com maior eficiência. Ambos os problemas mencionados devem ser corrigidos para o Ubuntu 18.10, que deverá ser disponibilizado em alguns dias (você pode baixar o Beta aqui no momento) e depois será entregue ao Ubuntu 18.04 LTS, assim que os resultados dos testes forem positivos.

A empresa pede a comunidade de usuários Ubuntu que usam a versão 18.04 LTS e possui placas híbridas que reportem os erros e problemas eventuais encontrados nesta configuração através do Launchpad.

Will Cooke também comenta que quem deseja testar o recurso experimental pode seguir um certo procedimento, entretanto, esses testes não são indicados para leigos ou pessoas que usam a máquina para produtividade, é ideia é instalar os recursos e reportar os bugs, porque, provavelmente eles vão aparecer.

Como ativar esse recurso experimental?


Segundo o material divulgado pela Canonical, são apenas alguns passos:

1 - Habilite o repositório "bionic-proposed", você pode fazer isso através do aplicativo "Programas e atualizações".

2 - Crie um arquivo neste diretório:
/etc/apt/preferences.d/proposed-updates
No arquivo você deve colocar este conteúdo:

Package: *
Pin: release a=bionic-proposed
Pin-Priority: 400

3 - Atualize os repositórios:
sudo apt-get update
4 - Por último, instale os novos pacotes vindos deste novo repositório para testar:
sudo apt install nvidia-driver-390/bionic-proposed gdm3/bionic-proposed ubuntu-drivers-common/bionic-proposed nvidia-prime/bionic-proposed nvidia-settings/bionic-proposed libnvidia-gl-390/bionic-proposed libnvidia-compute-390/bionic-proposed libnvidia-decode-390/bionic-proposed libnvidia-encode-390/bionic-proposed libnvidia-ifr1-390/bionic-proposed libnvidia-fbc1-390/bionic-proposed

Reinicie o computador para começar a testar e lembre-se de reportar os problemas para ajudar no desenvolvimento do sistema.

Até a próxima!
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7 atalhos simples para facilitar a sua experiência no GNOME do Ubuntu

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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Atalhos sempre são bem vindos, eles nos ajudam a ser mais produtivos com o computador no dia a dia,no artigo de hoje vamos mostrar alguns atalhos para quem está usando o GNOME no Ubuntu  e claro, não vamos mencionar os atalhos universais como Ctrl+C (Copiar), Ctrl+V (Colar) e Ctrl+S (Salvar). Vamos lá:

7 atalhos simples para facilitar a sua experiência no GNOME do Ubuntu






1 - Abrir o Dash 

Para abrirmos o Dash do GNOME e procurar algum aplicativo instalado, ver as áreas de trabalho disponíveis e ainda procurar por aplicativos não instalados (e que estejam nos repositórios ou na GNOME Software) basta pressionar a tecla Super (ou a tecla com o símbolo do Windows)

Se você quiser abrir o Dashboard do GNOME diretamente na grade de aplicativos, basta pressionar a combinação tecla ”Super+A”..

2 -Abrir o terminal

Quando precisamos executar algum comando, como atualizar o sistema, instalar um aplicativo ou qualquer outra ação que precise do terminal, podemos facilitar essa tarefa utilizando o seguinte atalho Ctrl+Alt+T e “voilà” , terminal aberto.

3 - Bloquear a tela 

Se você precisar sair por alguns momentos da frente do seu computador e não quer que ninguém fique bisbilhotando, , você pode bloquear a sua tela com usuário e senha, basta apertar Super+L ou Ctrl+Alt+L

4 - Minimizar todas as janelas abertas

Se você estiver querendo minimizar de uma vez todas as janelas abertas dos programas, basta apertar Super+D ou Ctrl+Alt+D e para maximizar todas novamente basta pressionar novamente.

5 - Alternar entre os aplicativos abertos

Se você tem muitos apps abertos e se perde com tantas janelas, esse atalho vai lhe ajudar.r. Pressione a combinação Super+Tab ou Alt+Tab e assim você vai ver todos os apps abertos e circular entre eles, podendo selecionar a aplicação desejada.

6- Fechar todas janelas de um determinado aplicativo

Se você precisar fechar todas as janelas de um determinado aplicativo, como o Firefox por exemplo, basta selecionar a janela da aplicação com o mouse e pressionar: Ctrl+Q e pode usar tb o Ctrl+W

7 -Fazer logoff/logout (Encerrar a Sessão)

Se você precisar fazer logoff/logout do sistema, existe um atalho que é bem conhecido, o Ctrl+Alt+Del.

Feito isso vai aparecer uma janela pedindo a sua confirmação para prosseguir.

Esses são alguns dos atalhos que podem facilitar o seu dia a dia.

Conte aí nos comentários se você usa algum atalho diferente e em qual ambiente gráfico.

Um forte abraço e até a próxima.
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Conheça os novos recursos adicionados ao GNOME 3.30

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Foi lançado nesta quarta-feira (5) a 35ª versão do GNOME, chegando na versão 3.30 e com o nome de  “Almería”. O lançamento ocorreu após 6 meses da versão 3.28 ter “ganho a luz do dia”.

Conheça os novos recursos adicionados ao GNOME 3.30






A nova versão do GNOME conta com 24.845 alterações no seu código e contou com aproximadamente 801 colaboradores. O nome “Almería” foi uma homenagem para a equipe de organização da GUADEC, que é a principal conferência anual do GNOME e que neste ano aconteceu em Almería - Espanha.

Novas funcionalidades do Gnome 3.30


⏺ Desempenho do desktop melhorado

O pessoal do Gnome focou em melhorar a fluidez e rapidez do GNOME e assim consumindo menos recursos do computador, isso inclui a correção do problema de “vazamento” memória do GNOME Shell que se encontra presente. Isso foi possível, graças aos devs da Canonical e da Red Hat,  juntamente com a comunidade para abordar e corrigir essas questões.

Outra melhoria foi a atualização do GNOME Javascript (GJS) para o SpiderMonkey60, que é a versão mais recente do JavaScript Engine, procurando otimizar o desempenho do ambiente gráfico.

       GNOME 3.30 Desktop


 ⏺ Novo visual do Nautilus

O Nautilus, gerenciador de arquivos do GNOME, teve melhorias também, como o refinamento e simplificação dos principais recursos, como o  comportamento da barra de pesquisa e a melhora da fluidez dos ícones quando são redimensionados.

Outras mudanças são incluem a substituição dos botões na barra onde fica o caminho das pastas e agora tem um visual mais sutil e “clean”. A pesquisa foi integrada também à barra e agora você pode acessar o caminho clicando com o botão direito em cima, exibindo-o em um menu suspenso.

       GNOME 3.30 Features - Nautilus




Melhor gerenciamento dos pacotes Flatpaks

O GNOME Software vai receber melhorias para o gerenciamento dos pacotes Flatpack, além de receber os updates vindos diretamente do flathub, assim recebendo as versões mais recentes e estáveis dos aplicativos,você também poderá escolher se quer receber os updates automaticamente e se quer também receber notificações sobre eles.


       Automatic Flatpak Updates

 ⏺ Programa nativo de Podcasts

O GNOME 3.30 vai trazer um programa nativo para os amantes dos Podcasts. Nele você vai poder gerenciar as suas assinaturas diretamente da área de trabalho, além poder controlar a reprodução, pausando e mudando de faixa Outra funcionalidade presente é a possibilidade de baixar os novos episódios, além de poder importar episódios de outros dispositivos.

      GNOME Podcasts App

 Para maiores informações sobre o GNOME 3.30, você pode acessar os links do projeto aqui e aqui.

O GNOME 3.30 vai ser lançado junto com a nova versão do Ubuntu, a 18.10 em 5 de Setembro de 2018. Conte-nos nos comentários se você usa o GNOME e se está esperando essas melhoras com entusiasmo, qual novidade mais lhe agradou?

Até uma próxima e um forte abraço


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Ubuntu 18.10 vai ser lançado com versão antiga do Nautilus

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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Quando a versão final do Ubuntu 18.04 LTS foi anunciada no começo desse ano (26/04), ele veio trazendo algumas novidades na nova versão do Gnome (3.28), que foi o não suporte a inclusão de ícones na área de trabalho e uma nova versão do gerenciador de arquivos Nautilus (v3.28).

Ubuntu 18.10 vai ser lançado com versão antiga do Nautilus






Isso gerou algumas reclamações na comunidade Linux e assim “forçando”  a Canonical a lançar o novo Ubuntu 18.04 LTS com a versão do Nautilus ainda na ”versão antiga”, a 3.26 que ainda tem suporte nativo a criação de ícones na área de trabalho. 


Parece que a história vai se repetir novamente com a versão 18.10 do Ubuntu.

Os devs querem lançar com a nova versão do Ubuntu, as também versões novas do Gnome e do Nautilus, que seriam respectivamente 3.30 e 3.28 e que não iam oferecer suporte nativo para a criação de ícones na Área de Trabalho.

Mas o pessoal achou melhor “não mexer no time que está ganhando”, estão preferindo manter a versão 3.26 do Nautilus junto com o Gnome 3.30.

Sabendo que os ícones na área de trabalho são “populares”, o dev Carlos Soriano da Red Hat está trabalhando em uma extensão do GNOME SHELL para quando acontecer a mudança de fato, os usuários possam habilitar novamente essa opção do ícones. Por hora o projeto está em Beta. 

Os devs do Ubuntu estão observando que essa extensão que habilita os ícones na área de trabalho está bem completa e “redondinha”, mas que ainda não está pronta para adoção no sistema. Ainda preferem manter como está, com a versão 3.26 do Nautilus.

Houve recentemente o anúncio da versão 3.30 do GNOME, que deverá sair em Setembro., essa versão traria também a nova versão do Nautilus (3.30), comentamos mais neste artigo.

Muito provavelmente será possível instalar a nova versão do Nautilus (3.30) no Ubuntu 18.10 como um aplicativo Flatpak através do repositório GNOME e assim podendo ter as duas versões no sistema, de forma a poder experimentar as novidades do gerenciador de arquivos novo do Gnome. 

Lembrando que o Nautilus Flatpak pode não ter uma integração “perfeita” ao desktop do Ubuntu.

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Como instalar e usar a GNOME Software no Linux Mint

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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Apesar do Linux Mint possuir um excelente gestor de softwares, que permite que você instale tudo o que você precisa com poucos cliques, a GNOME Software pode te oferecer alguns complementos interessantes e garantir uma experiência ainda mais completa se usada em conjunto com o seu sistema.







O GNOME Software possui uma boa integração com pacotes Snap e Flatpak, ainda que talvez em termos de Flatpak, a integração do Mint seja ainda melhor nativamente, no entanto, você pode querer utilizá-lo para gerenciar os seus Snaps, ou talvez, você simplesmente goste do visual ou funcionalidade da aplicação.

GNOME Software no Linux Mint

Explorando a GNOME Software que vem com o Ubuntu por padrão eu acabei descobrindo vários softwares interessantes que estão sendo distribuídos via Snap, de forma que eles não ficam disponíveis no Linux Mint, a menos que você use a linha de comando. Instalando o GNOME Software, esse problema é contornado facilmente.

Como fazer a instalação do GNOME Software no Linux Mint?


Gestor de softwares do Linux Mint

Abra a loja de aplicativos do Linux Mint e procure por "Gnome Software", você verá que alguns resultados serão exibidos, a primeira opção com o ícone diferenciado é a loja em si (vide a imagem acima), os demais são complementos. Você pode instalar os complementos para Snap e Flatpak caso queira que a GNOME Software seja capaz de gerenciar estes formatos também.

Depois de instalados é sobre a procurar por "Programas" no menu do seu Linux Mint ou por "Software", que você encontrará a aplicação, uma vez aberta basta você instalar o que quiser normalmente.

Se preferir fazer a instalação pelo terminal, você pode usar este comando:
sudo apt install gnome-software gnome-software-common gnome-software-plugin-flatpak gnome-software-plugin-snap
De forma geral eu não vejo tanta utilidade na GNOME Software no Linux Mint, a central que ele mesmo carrega é muito rápida e eficiente (e até mais leve), mas a GNOME Software pode ser útil para manusear os pacotes Snap de forma mais intuitiva. 

Até a próxima!
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GNOME 3.30 terá ícones na área de trabalho via extensão

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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

A evolução do projeto GNOME não tem agradado a todos, e uma das mudanças mais drásticas foi a remoção do suporte à área de trabalho ativa, com ícones e atalhos, mas felizmente, ao menos agora você terá uma extensão para contornar essa ausência.

GNOME Shell






Como a maior parte das funcionalidades diferenciadas do GNOME Shell nos últimos tempos, agora a área de trabalho também será responsabilidade de uma extensão da comunidade.

Obviamente a decisão foi controversa, mas mesmo assim parece que o GNOME vai seguir por este caminho, entretanto, a solução veio à partir de Carlos Soriano, funcionário da Red Hat e desenvolvedor do GNOME, onde é responsável por dar manutenção no pacote do gerenciador de arquivos Nautilus, o que lhe deu conhecimento suficiente para realizar este projeto. Soriano criou uma extensão que devolve ao ambiente GNOME todas as funcionalidades que o nautilus-desktop fornecia, e quem sabe, algumas a mais.

Através da extensão de habilitar os ícones no desktop os usuários GNOME poderão ter uma experiência semelhante ao que já se tem usando o Nautilus, até então, distros como o Ubuntu 18.04 LTS, que gostariam de usar os ícones no desktop, foram obrigados a usar uma versão mais antiga do gestor de arquivos, que claramente possui alguns problemas de usabilidade.

O que você acha da decisão do GNOME de acabar com os ícones na área de trabalho? Você acha viável usar uma extensão para contornar o problema?

Até a próxima!
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