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Finalmente a Purism revela as especificações de seu smartphone Linux

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terça-feira, 30 de julho de 2019

Atualmente contamos com boas soluções em smartphones no mercado, porém, nem sempre os dados pessoais são “realmente pessoais”. Afinal, não é incomum que empresas usem certos dados para marketing orientado. Obviamente, que existem vantagens e desvantagens com esse padrão de mercado.

librem-5-smartphone-linux-debian-pureos-flatpak-segurança-gnome-convergente-open-source

A Purism é conhecida por sua linha de laptops com Linux, Librem, e o seu smartphone Librem 5. Há muito tempo especula-se sobre as especificações deste aparelho, pois, era de conhecimento geral alguns detalhes, como o seu sistema operacional PureOS, baseado no Debian. Que o mesmo utilizaria aplicações convergentes, sua interface gráfica é uma parceria com o Projeto GNOME, utilização do Flatpak entre outros detalhes que você pode averiguar em nossa postagem especial.

Especificações técnicas do Librem 5


  • Sistema operacional: PureOS (baseado no Debian);
  • Tela: IPS TFT de 5,7 polegadas (resolução de 720x1140);
  • Processador: CPU ARM de 1.5 GHz, i.MX8M Quad-Core Cortex A53;
  • Suporte às tecnologias: OpenGL / ES 3.1, OpenCL 1.2 e Vulkan;
  • RAM: 3 GB;
  • Armazenamento interno: 32 GB eMMC, com slot de expansão via microSD;
  • Câmera: Uma traseira de 13MP com flash LED e uma frontal de 8MP;
  • Bateria: Sua bateria possui 3.500mAh, que pode ser substituída pelo usuário;
  • Conectividade: Entrada de fone de ouvido de 3,5 mm (estéreo e mono), Wi-fi 802.11 a / b /g /n 2.4GHz, Bluetooth 4.x, GPS interno Teseo LIF3 GNSS, USB 3.0 Type C (transferência de dados, carregamento e saída de vídeo), leitor smart card com slot 2FF (tamanho de um SIM card), slot microSIM e modem opcional Gemalto PLS8 3G / 4G ou Brodmobi BM818 fabricado na China;
  • Extras: LED RGB para notificações com controle PWM por cor, motor háptico (vibração), luz ambiente e sensores de proximidade, sensores de aceleração, giroscópio e bússola de 9 eixos; 
  • Interruptores para hardware: Com 3 interruptores em seu hardware, o Librem 5 é capaz de ativar e desativar funções, como: acesso a Wi-fi, Bluetooth e uso do chip (internet e comunicação), câmera, microfone, IMU, bússola, o GNSS, luz ambiente e sensores de proximidade. Tudo fisicamente, garantindo maior controle e privacidade total.

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Atualmente o Librem 5 está disponível em encomenda, digamos que uma pré-venda. Com isso seu valor está em US $649 (aproximadamente R$ 2.588 sem impostos). Esse preço especial irá até 31 de Julho. Logo após o valor será de US $699 (aproximadamente R$ 2.787 sem impostos).

Por trazer o conceito de convergência, existe a opção de adquirir junto ao smartphone Librem 5 um kit, composto por: 1 monitor (de 24 ou 30 polegadas), teclado e mouse compatíveis com o dispositivo.

librem-5-smartphone-linux-debian-pureos-flatpak-segurança-gnome-convergente-open-source-kit

Se está interessado pelo produto, entre diretamente em sua página oficial, veja os valores e se existe disponibilidade para entrega em outros países, como o Brasil. Acesse este link, da pré-ordem do Librem 5.

Pessoalmente a ideia de ter um smartphone, como o Librem 5 me atrai. A possibilidade de utilizar o ambiente GNOME tanto em modo smartphone, como desktop é bem interessante. Obviamente que outras soluções, como o Plasma Mobile e Unity 8, não poderiam faltar em meus testes (😁😁😁).

Gostou do Librem 5? Compraria um smartphone com essa filosofia de segurança e maior controle de seu utilizador? Faça parte de nossa comunidade e fique por dentro das novidades do mundo da tecnologia.

Até o próximo post, te espero, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Purism, Softpedia.
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Criando um Ubuntu GNOME MEGA Minimal!

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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Vamos abordar um assunto muito interessante, customização de sistema operacional em "baixo nível", especificamente, customização do Ubuntu à partir de sua ISO Minimal.

Ubuntu Minimal






A ideia partiu do nosso vídeo de instalação do Arch Linux, uma distro conhecida por sua ampla capacidade de personalização. A ideia é cria o mesmo nível de personalização no Ubuntu, ou o mais próximo disso possível, usando a imagem de instalação mínima, de 60MB de tamanho.

Você pode conferir a instalação do Ubuntu Minimal aqui, a única diferença para este projeto, é que você não deve instalar ou escolher qualquer desktop enviroment ou algo semelhante, queremos um Ubuntu absolutamente básico, sem nada instalado.


Depois da instalação, vamos fazer as customizações conforme este vídeo:


Os comandos utilizados no vídeo acima, e que servem de material de apoio são os seguintes:

- Instalação básica:
sudo apt install xorg gdm3 gnome-backgrounds gnome-session adwaita-icon-theme-full gnome-themes-standard gnome-control-center gnome-tweaks software-properties-gtk network-manager pulseaudio gnome-terminal nautilus --no-install-recommends
- Opcionais para Wayland:
sudo apt install wayland-protocols weston xwayland
- Opcionais de Softwares:

Gnome Software/Loja do Ubuntu
 sudo apt install gnome-software
Extensões do Ubuntu para ícones indicadores, desktop e barra lateral:
sudo apt install gnome-shell-extension-appindicator
sudo apt install gnome-shell-extension-ubuntu-dock
sudo apt install gnome-shell-extension-desktop-icons 
Tema Yaru:
sudo apt install yaru-theme-shell yaru-theme-gtk yaru-theme-icon  
Remover suporte a Snap:
sudo apt remove snapd 
- Configuração de rede para o Network Manager pela interface funcionar:
 sudo nano /etc/netplan/01-netcfg.yaml
Substituir, conforme o vídeo acima o "networkd" por "NetworkManager".

Reinicie o computador.

Até a próxima!
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Dash to Panel recebe update com melhorias e correções

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

A customização no mundo Linux é uma das coisas que mais atrai a galera que prefere ter o sistema com a “sua cara”, assim dando toques que podem torná-lo único. Para quem usa o Gnome-Shell, isso não seria diferente. 


Dash to Panel recebe update com melhorias e correções







Muitos não gostam da proposta do GNOME “puro” (Vanilla) ou das distros que modificam ele, como Ubuntu, ZorinOS, Pop!_OS entre outras. Umas das extensões que é mais usada para tal modificação, é a dash to panel. Extensão essa que unifica outras duas, a GNOME Shell Dash e o GNOME Top Bar, assim entregando todos os recursos dessas extensões em uma única barra.





As melhorias apresentadas na versão 20 do dash to panel, são:

● Fornecida uma variedade de estilos para as janelas de prévisualização, como o tamanho, preenchimento, opacidade, localização de botão, visibilidade do cabeçalho e estilo da fonte;

● Possibilidade de adicionar atalhos ao menu de contexto no botão de Mostrar Aplicativos;

● O Windows Preview tem a escala e tamanha de forma dinâmica nas thumbnails em vez de ter um tamanho fixo nelas.

● Opção para ocultar as opções dos aplicativos em execução

● Melhor compatibilidade com o Gnome 3.32

Para mais detalhes, você pode consultar a release deles aqui.

Por hora, a versão 20 ainda não foi liberada no Gnome Extensions, mas quando for, e se você estiver com a extensão instalada, vai receber o aviso de update.

Mas se você quiser testar antes, basta baixar o ZIP e extrair nesse caminho:

/home/user/.local/share/gnome-shell/extensions

Onde está o user, você coloca o nome do seu usuário do sistema. Depois, para gerenciar a extensão instalada, basta utilizar o “Ajustes”, caso não o tenha instalado, basta procurar na loja (Gnome Software ou Ubuntu Software).

Se você quiser instalar a versão 19, basta acessar a page da dash to dock no Gnome Extensions, e habilitar. 

Para instalar as extensões via navegador, você vai precisar do complemento para isso, possuindo versões para o  Chrome e Firefox. Se precisar de mais formas de instalação, basta acessar esse guia deles.

Temos um tutorial bem bacana feito pelo meu amigo Henrique, do canal OSistemático, de como personalizar o dash to panel.
Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Personalize o visual do Ubuntu com a extensão Dash to Panel

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Muitos usuários não conseguem se adaptar a lógica de funcionamento do Ubuntu ou Gnome-Shell, com sua barra lateral e outros pormenores. Os anos de utilização de ambientes gráficos que possuem um “estilo Windows/KDE Plasma” tornam ainda mais dificultoso algo “fora desse padrão”.

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O Gnome-Shell não é conhecido por possuir um funcionamento que lembre um Windows da vida, pelo contrário, existe uma disparidade de conceitos. Obviamente, que não há mal nenhum nisso. No entanto, alguns usuários preferem algo que estão acostumados, e na maioria das vezes esse costume é vindouro da utilização do Windows. Curiosamente algumas pessoas preferem uma distribuição Linux que tenha um visual completamente diferente, enquanto, outras querem a comodidade de usar algo parecido. Se você está entre esse grupo e deseja utilizar mesmo assim o Gnome-Shell, a dica de hoje é valiosíssima.

Dash to Panel, modificando o comportamento padrão do Ubuntu/Gnome-Shell


A famosa barra de tarefas pode estar presente no Ubuntu, basta adicionar essa extensão. Com um visual mais tradicional, o sistema se torna extremamente familiar. Combinando com outros elementos, o ambiente se transforma praticamente em outro. Por exemplo, ao combinar com a extensão Arc-Menu, um menu iniciar estilo Windows 7, o GNOME sofre uma verdadeira metamorfose. 

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Para instalar extensões no Gnome-Shell (interface do Ubuntu) é muito simples, temos esse tutorial demonstrando todo a passo-passo. Você pode pesquisar diretamente na Loja do Ubuntu por “Dash to Panel”, ou até mesmo no Fedora ou outro sistema operacional que utilize o Gnome-Shell, e tenha a Gnome Software instalada.

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A extensão pode ser configurada diretamente na Loja, no botão “Configurações de extensão”, conforme a imagem acima. Outra possibilidade é ir à categoria “Complementos” na página inicial da loja, em seguida na aba “Extensões de shell” e clicar em “Configurações de extensão”. 

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Ao identificar a extensão que quer configurar, clique no símbolo de engrenagem e uma caixa de diálogo com muitas opções aparecerão.

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Existe outro software, que inclusive utilizo, chamado GNOME Tweaks (Ajustes). Caso tenha interesse, essa postagem aborda essa ótima ferramenta. O gerenciamento das extensões pode ser feito por meio dele também.

Ao abrir as configurações da extensão Dash to Panel, diversas opções poderão ser customizadas, como: cor do panel, transparência, tamanho dos elementos, indicadores, comportamento, modos de visualização e muito mais.

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Algo interessante é poder exportar e importar configurações, poupando muito tempo a cada nova formatação. Essa opção encontra-se na aba “Sobre”, aliás, caso queira utilizar a minha configuração, baixe por este link o arquivo e importe.

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Lembrando que ao ativar a Dash to Panel, automaticamente a Dock do Ubuntu será desativada. Mas não se preocupe, caso desative a extensão a Dock do Ubuntu é reativada novamente. Veja mais funcionalidades diretamente do Github do projeto.

Espero que a dica seja útil para você, gosto muito dessa extensão e sempre mesclo entre seu comportamento e o padrão do Ubuntu.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, o pessoal gosta muito de personalizar o sistema, quem sabe você acabe descobrindo coisas novas.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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3 alternativas para desenhos simples, estilo "Microsoft Paint"

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

O Microsoft Paint é um programa muito popular entre usuários do Windows, na qual provavelmente você quando mais jovem, já tenha “perdido” algumas horas em frente ao PC. A criançada adora rabiscar e pôr a imaginação em ação. Se busca por uma ferramenta similar, irei apresentar 3 alternativas. Indo da mais simples para a mais completa em recursos.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web-app-drawing-kolourpaint-gnome-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Essa postagem não tem como objetivo indicar softwares para edição ou desenhos elaborados, soluções como: GIMP, Krita, Inkscape, entre outros são os indicados. Afinal, programas assim podem ser bem complexos para crianças e o objetivo é apenas rabiscar e se divertir, quem sabe despertar um Leonardo da Vinci ou Van Gogh (sem suas excentricidades, claro 😕😕😕).

Google Canvas


O Google Canvas vem sendo chamado por muitos sites, como o “Paint” da Google. Inclusive noticiamos na época de seu lançamento, no início do ano. A solução é online e sendo bem simples o seu funcionamento. Se busca por algo rápido e que não exija instalação, ele pode ser uma alternativa a se considerar. Mesmo possuindo pouquíssimas ferramentas, dependendo do perfil de quem for utilizar o programa, o Canvas é mais que suficiente.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web

Por ser online, conexão com a internet será requisito e uma conta Google. Acesse o Google Canvas por este link. Se ficou alguma dúvida, considere ler nossa postagem sobre o serviço.

Drawing


Pensado para ambiente o GNOME (mas pode ser utilizado nos demais), o Drawing possui alguns recursos à mais que o Google Canvas. Digamos que ele é o intermediário da nossa lista. O número de ferramentas e opções dão um pouco mais de autonomia, entretanto, nada tão complexo. Além de desenhar com a ferramenta, pequenas edições podem ser realizadas. O Drawing suporta imagens no formato PNG, JPEG e BMP.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-drawing-gnome-kde-gtk-ubuntu-flatpak

O Drawing está disponível oficialmente via Flatpak no Flathub. Caso não tenha configurado em seu sistema o Flatpak, essa postagem tem todo procedimento. Se utiliza Ubuntu, este post ensina como habilitar o suporte a esse tipo de pacote na loja da distribuição (Software Ubuntu/Gnome Software), permitindo instalação do Drawing via interface gráfica (depois de adicionar o suporte, pesquise por “Drawing”, encontre a aplicação e efetue a instalação). No Linux Mint, basta pesquisar na loja pelo programa. Caso queira instalar via terminal, proceda assim:

Habilite o repositório do Flathub (se não tem configurado)

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Drawing Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.maoschanz.drawing

Para desinstalar via terminal:

flatpak remove com.github.maoschanz.drawing/x86_64/stable

Kolourpaint


A última aplicação da lista é o Kolourpaint, talvez o mais completo do gênero. Possuindo até mais ferramentas que o próprio Microsoft Paint. Se quer mais opções e uma familiaridade com o app da Microsoft, o Kolourpaint é a opção certa. Para se ter uma noção, o programa suporta vários tipos de arquivos, como o formato do Adobe Photoshop (PSD) e do GIMP (XCF).

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-kolourpaint-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Você pode obter o Kolourpaint de várias formas. Pesquise normalmente na loja de sua distribuição e instale diretamente do repositório, ou via Flatpak ou Snap. Digamos que queira utilizar no formato Snap. Configure primeiramente o Snap em sua distribuição, conforme este artigo, lembrando que no Ubuntu não é necessário configurar e você encontrará normalmente na loja. Utilize estes comandos se a loja de sua distribuição não possui integração com os Snaps.

A versão Snap pode ser instalado por esse comando:

sudo snap install kolourpaint

Para remover o Kolourpaint Snap:

sudo snap remove kolourpaint

Outra opção é via Flatpak. Relembrando que será necessário ter o Flatpak configurado e o repositório do Flathub também. Além, de poder instalar via interface gráfica na Gnome Software. Caso não tenha configurado, na parte que abordei sobre o Drawing, demonstrei como proceder.

Instalação via Flatpak:

flatpak install flathub org.kde.kolourpaint

Remoção da aplicação Flatpak:

flatpak remove org.kde.kolourpaint/x86_64/stable

Essas são as 3 alternativas ao Microsoft Paint, se conhece alguma interessante compartilhe nos comentários ou em nosso fórum Diolinux Plus

Particularmente não me dou bem com esse tipo de aplicativo, acho que deu para notar nas imagens (😂😂😂). No entanto, quando instalei o Kolourpaint no pc de um usuário (com esse perfil, uma criança e tal...) o resultado foi super positivo. Já se você precisa criar artes mais elaboradas, utilize algum dos softwares que citei no início do artigo.

Acho que irei continuar no Inkscape + GIMP (😋😋😋), mas se alguém sentir a falta do Microsoft Paint, opção é o que não falta. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Lutris agora consta nos repositórios do Clear Linux da Intel

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

O Clear Linux é a distribuição Linux desenvolvida pelo pessoal da Intel, pensando na otimização para os developers, computação na Nuvem, IoT, desenvolvimento em geral, além de poder ser usada como um desktop “normal”. Além é claro, de ter um sistema otimizado para os seus processadores e também nas suas futuras GPU’s dedicadas.

Lutris agora consta nos repositórios do Clear Linux da Intel





Agora, de forma oficial, o Lutris está incluso nos repositórios oficiais do Clear Linux, juntamente com o pacote WINE.

No Clear Linux, você utiliza o swupd, que em linhas gerais é como se fosse o APT, YUM ou DNF, para saber mais sobre o funcionamento dele de forma profunda, veja o guia. Ele também utiliza para a instalação, o bundle, para facilitar o gerenciamento.

Primeiramente, vamos instalar WINE,  que você pode fazer de duas formas. Como o Clear Linux OS usa o GNOME, você tem a GNOME Software nele, e nela você pode procurar pelo bundle WINE e instalar, ou via terminal, com o seguinte comando:



sudo swupd bundle-add wine

Feito isso, basta esperar a instalação terminar.

Para instalar o Lutris podemos também utilizar a mesma forma de procurar na GNOME Software, mas agora vamos procurar pelo bundle “Games”, ou senão via terminal com o seguinte comando:

sudo swupd bundle-add games

Aí, é só esperar terminar a instalação. No site do Lutris também tem a menção do Clear Linux.

Agora você já tem o conjunto para jogar os games que não são da Steam, visto a mesma pode ser instalada via Flatpak, que já vem instalado no Clear Linux. Se você precisar instalar a Steam, é só seguir esse tutorial.

Vale uma menção aqui. É importante você verificar se a sua GPU da Intel tem suporte ao Vulkan, essa informação pode ser encontrada no site deles. Se ela tiver o suporte incompleto, os games podem rodar de forma instável. Para instalar o Vulkan no Clear Linux, é bem simples, basta instalar o seguinte bundle:

sudo swupd bundle-add developer-gpu

Se você estiver pensando em instalar o Clear Linux  em um PC com GPUs da NVIDIA, você pode tentar seguir a documentação sobre isso, mas a cada update do sistema, será necessário atualizar o driver de  forma manual, ao menos por enquanto.

Muito gratificante ver que um grande projeto como esse do Clear Linux, dando assim mais uma opção de distro Linux para jogos.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Editando Apps no menu da sua distro Linux manualmente

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Como já diz o velho ditado: "Tudo no Linux são arquivos", e por esse motivo, tudo pode ser mudado, tudo pode ser configurado, e com o menu do seu sistema não seria diferente.

Configuração de menus do Linux






Hoje vamos tratar de um tipo de arquivo de configuração responsável por mudar a forma com que os aplicativos aparecem no menu da sua distro Linux. Apesar de usarmos GNOME como referência, as dicas realmente servem para, virtualmente, qualquer interface.

Arquivos .desktop


Temos um vídeo preparado para te ajudar a entender como esse processo todo funciona, você pode conferir no nosso canal, ou logo abaixo:


Os arquivos .desktop são responsáveis por "iconificar" os programas que você encontra no menu, mas mais do que isso, eles são responsáveis pela categorização do programa na sua distribuição e por quais palavras chaves o aplicativo será encontrado quando o usuário fizer uma busca.

Existem, de forma geral, dois locais onde você encontra estes arquivos:

/usr/share/applications

/home/user/.local/share/applications

Este tipo de arquivo possui uma série de informações e pode ser aberto com qualquer editor de texto. 

Os arquivos que estão dentro da sua home acabam sobrescrevendo as preferências contidas na pasta "applications" em "/usr/share" para o seu usuário. Pensando dessa forma, se você quiser que alguma alteração seja válida para todos os usuários do sistema, altere direto na raiz, caso queira apenas para seu usuário, você pode alterar somente na home. É o típico caso preferencial.

* Para editar arquivos dentro da raiz e salvar as alterações, é necessário rodar o editor de textos em modo root.

Configurações de arquivos .desktop

Existem muitos tipos de parâmetros que pode ser aplicados aqui, como por exemplo:

Name: Altera o nome da aplicação
Comment: Altera a descrição da aplicação
Exec: Onde está o executável
Terminal: Se a aplicação pode rodar pelo terminal
Categories: Em qual categoria do menu ele vai se encaixar
Keywords: Palavras chave que podem ser digitadas para encontrar a aplicação
Icon: Diz o nome do ícone que deve ser exibido

Entre muitos outras, um parâmetro interessante permite que você oculte um ícone do menu e da pesquisa em caso de necessidade é o "NoDiplay":

NoDisplay=true

NoDisplay=false

A primeira opção oculta a aplicação, a segunda exibe. A ausência  do parâmetro exibe automaticamente a aplicação.

Configurando estes arquivos você pode alterar o comportamento de qualquer aplicação que aparece no menu do seu sistema, confira o vídeo acima para vários exemplos.

Você pode ver a documentação de como o arquivo .desktop deve ser escrito aqui.

Deixe nos comentários sua opinião, e participe de nosso fórum Diolinux Plus. Assim você sempre fica por dentro das novidades e encontra um lugar amistoso para tirar as suas dúvidas.

Até a próxima!
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Plugin do Snap será desabilitado no Fedora 31, e agora?

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Hoje (11) Quinta-feira, Richard Hughes, um dos principais engenheiros de software da Red Hat, anunciou na lista de discussão de desenvolvedores do projeto Fedora que o plugin que integra os pacotes Snap com a Gnome Software, será “desativado” no Fedora 31. Atualmente o mesmo vem desabilitado, podendo ser ativado pelo usuário.

fedora-31-gnome-software-loja-plugin-snap-store-canonical-snapcraft-snapd-

A notícia pode aparentar como assustadora, mas calma! O Fedora continuará a manter suporte ao Snap e usuários que utilizam essa solução, não precisam se preocupar. Outro ponto, é que a Canonical vem desenvolvendo uma nova aplicação (loja) voltada aos Snaps. Caso até o lançamento da próxima versão do Fedora, tal solução não esteja disponível. Existe a possibilidade de utilizar a aplicação em Snap, chamada de Snap Store e instalar graficamente apps neste formato no Fedora e demais distribuições. Lembre-se que o snap continuará nos repositórios do Fedora 31, talvez apenas a primeira instalação de um Snap seja necessário utilizar o terminal, no caso a Snap Store.

A decisão não foi arbitrária, o próprio Richard Hughes explica o motivo:

“O plugin snap existente não está muito bem testado e eu não quero ser o responsável quando ele quebrar. No momento, ativar o plugin snap faz com que a UX (experiência do usuário) do gnome-software seja degradada, já que todas as consultas de pesquisa também são roteadas por meio do snapd, em vez de serem manipuladas no mesmo processo”.

Hughes também descreve que o snapd é o responsável por atualizar as aplicações, e não propriamente a Gnome Software. Em seu texto outros motivos técnicos são abordados. Resumidamente, não existe uma real integração entre o snapd e a loja do Gnome.

“Palma, palma, não priemos cânico”


Com uma nova Snap Store em mente, a Canonical vem empregando esforços para entregar uma melhorada experiência de uso com os Snaps. Hughes revela que: “… os desenvolvedores atualmente designados para trabalhar na Gnome Software foram reatribuídos para trabalhar no Snap Store”. Mesmo com um impacto inicial por não permitir a possibilidade de instalar programas em Snap diretamente de sua loja, impactando um pouco a experiência de alguns usuários que fazem uso do formato da Canonical, o Fedora presa em garantir a integridade de seu projeto, não atribuindo sobre si responsabilidades de terceiros. Do ponto de vista do projeto, tal decisão faz muito sentido, no entanto, é inegável que possa haver um pequeno desconforto por parte de uma parcela de seus usuários, mas nada que mude drasticamente a rotina de um usuário Fedora, afinal, o pacote “gnome-software-plugin-snap” não vinha habilitado por padrão.

O que achou dessa situação? Deixe nos comentários sua opinião, e participe de nosso fórum Diolinux Plus. Assim você sempre fica por dentro das novidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Fedora.
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Coloque emblemas em pastas do Nautilus!

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Um recurso muito comum nos "idos do GNOME 2" eram os emblemas em pastas do Nautilus, curiosamente, tal recurso ainda existe nativamente em gerenciadores de arquivos como o Caja, do ambiente MATE (que deu continuidade ao GNOME 2) e no Nemo, do ambiente Cinnamon. Apesar de ter passado por diversas mudanças, o Nautilus ainda tem suporte a essa ferramenta.

Emblemas do Nautilus






Esses "emblemas" servem para você identificar visualmente as pastas no seu gerenciador de arquivos, de acordo com o que você queira.

Emblemas disponíveis

Para adicionar esse recurso ao seu Nautilus, é preciso usar o pacote:
nautilus-emblems
Verifique o gerenciador de pacotes da sua distro Linux por ele e instale, se você usa Debian, Ubuntu ou algum derivado, use este comando:
sudo apt install nautilus-emblems
 Feche o Nautilus e abra novamente, ou encerre a sessão e logue-se novamente.

Como usar a ferramenta?


Usar o "Emblems" é muito simples, basta clicar com o botão direito sobre uma pasta qualquer, ir até o menu "Propriedades" e na janela que se abrir, você encontra a aba "Emblems", basta selecionar o emblema desejado, fechar e abrir o Nautilus e a pasta conterá ele.

GNOME Nautilus Emblems

Aproveite o novo recurso para otimizar a sua organização e participe do nosso fórum.

Até a próxima!
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"Arrastar e Soltar" apps para pastas, pode estar chegando ao Gnome-Shell

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terça-feira, 2 de julho de 2019

O Gnome-Shell não é conhecido por embarcar incontáveis recursos em seu ambiente, essa fama fica com o Plasma do KDE, muitas vezes sua simplicidade demasiada pode não agradar todo tipo de usuário. Seu menu de aplicativos é composto por uma grade de apps, e alguns estão em pastas, porém, o usuário não tem a liberdade de criar novas pastas ou adicionar apps as existentes (ao menos não por padrão).

apps-pasta-folder-gnome-shell-extensão-linux-ubuntu

Parece bobagem dar foco a algo tão “trivial”. Afinal, são apenas pastas na grade de aplicativos. Por mais absurdo que isso pareça, o recurso é esperado há muito tempo. Será que agora vai? Aparentemente graças ao desenvolvedor brasileiro do GNOME, Georges Stavracas, o recurso “Arrastar e Soltar” de apps para pastas já existentes em outras interface, está chegando ao Gnome-Shell. Até o momento o que podemos ver no gitlab do Gnome são algumas funcionalidades planejadas, e outras “funcionando razoavelmente bem”. Veja logo abaixo uma demonstração, do canal baby WOGUE do recurso.


Arrastar e soltar apps em pastas


  • Mover aplicativos da grade para pastas (implementado);
  • Mover aplicativos de pastas para a grade de ícones (implementado);
  • Crie uma nova pasta ao passar o mouse no ícone de um aplicativo (em desenvolvimento).

Animações adicionadas


  • Escala nos ícones movidos para pastas (implementado);
  • Escala e ícone de posição ao passar o mouse (em desenvolvimento).

Infelizmente não é possível criar as pastas nativamente, apenas mover os apps. Provavelmente o recurso chegará ao Gnome-Shell 3.34 de forma oficial. 

Extensão para os “apressadinhos” (utilizo há tempos) 


O recurso ainda não chegou oficialmente ao Gnome-Shell, na real ele “até existe”, mas está bem “escondidinho” e nativamente ainda é bem complicado utilizá-lo. Como no Gnome-Shell as extensões podem “quebrar aquele galho” e caso você queira utilizar essa função, pode instalar a extensão Appfoldes management extension.

apps-pasta-folder-gnome-shell-extensão-linux-ubuntu-apppfoldes-management-extension

Com ela você poderá criar pastas, adicionar e remover aplicativos de forma bem prática (como deveria ser por padrão 😉😉😉). Não sabe como adicionar extensões ao seu Gnome-Shell? Essa postagem é perfeita para você, um ótimo passo-a-passo.

Aprendi a gostar do GNOME, mas confesso que algumas opções seriam válidas. Compreendo a filosofia de minimalismo do projeto, no entanto, algumas coisas deveriam ser reavaliadas. Felizmente o Georges Stavracas vem fazendo um ótimo trabalho dentro da comunidade, e o GNOME aparenta estar mais aberto.

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Como habilitar a transparência dinâmica no Ubuntu 19.04

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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Para quem estiver usando o Ubuntu 19.04 com Gnome, provavelmente já percebeu que a transparência dinâmica na barra superior não acontece mais. Hoje vamos mostrar como “trazer ela de volta”.


Como habilitar a transparência dinâmica no Ubuntu 19.04




O pessoal do Gnome desabilitou essa função desde a versão 3.32, falando que tão função tinha problemas de usabilidade e legibilidade. 

No lugar, foi feito um efeito “dinâmico”, mas pero no mucho. Esse que é encontrado hoje em dia, é tornando o painel superior semi-transparente quando nenhuma janela está aberta e maximizada, tornando-se preta a barra quando a janela a toca.


Mas nem tudo são “tempos nublados com trovões” . No Gitlab do GNOME, já tem um tópico aberto para trazer “de volta” essa funcionalidade.

Enquanto essa funcionalidade não volte, podemos usar uma extensão no Gnome para usar ela de novo. A extensão é a “Dynamic Panel Transparency”.

Essa extensão funciona a partir do GNOME 3.22 ou superior, assim trazendo a transparência dinâmica para a barra superior do seu GNOME.

Para instalar ela, é muito simples. Na Gnome Software (Ubuntu Software) e na “lupa” coloque o nome da extensão, “Dynamic Panel Transparency” e depois clicar em instalar. Vai abrir uma janela de confirmação, é só dar sim e esperar a instalação.


Usando a extensão, você pode fazer os seguintes ajustes nela:

● Ajustar a cor e a opacidade do painel usando por base o aplicativo

● Configurar texto e painel para colorir globalmente

● Modifique a sombra do texto

● Ajustar o tempo de transição

Para baixar a extensão diretamente do site do GNOME, basta acessar esse link. Para conhecer o Github acesse este link e o site do projeto.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Papéis de parede diferentes em cada monitor no Ubuntu

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domingo, 30 de junho de 2019

Quem utiliza mais de um monitor no Ubuntu talvez já se deparou com a impossibilidade de utilizar papéis de parede distintos em cada desktop. Essa limitação do Gnome-Shell pode ser contornada com um simples programa.

wallpaper-dois-monitores-gnome-ubuntu-hydrapaper

O HydraPaper é um gerenciador de papéis de parede com suporte multi-monitor para o GNOME. Através dele a utilização de diferentes wallpapers em cada monitor será uma realidade. Para ser sincero, o HydraPaper utiliza uma biblioteca Python chamada Pillow e mescla ambas imagens, configurando-as como um único wallpaper com a opção “Estender” habilitada. Parece uma gambiarra que contorna o “problema”, mas sejamos honestos, “o mundo é dos mais espertos” (😁😁😁).

Funcionamento do HydraPaper


No meu caso possuo 2 monitores de resoluções diferentes, e o HydraPaper funciona muito bem em ambos. Ao executar o programa pela primeira vez, você deve adicionar o caminho das pastas que estão seus wallpapers. Basta clicar no primeiro ícone superior à esquerda (uma pasta), logo em seguida no símbolo de “+” e navegar até o local de suas imagens.

wallpaper-dois-monitores-gnome-ubuntu-hydrapaper-linux-fllatppak-flathub

Caso não apareça as imagens, não se desespere, clique novamente no ícone da “pasta” e “marque e desmarque a chave seletora”.

wallpaper-dois-monitores-gnome-ubuntu-hydrapaper-linux-fllatppak-flathub

Clique no ícone que representa o seu monitor, e em seguida na imagem que quer configurar como seu wallpaper. Repita o processo para cada monitor.

wallpaper-dois-monitores-gnome-ubuntu-hydrapaper-linux-fllatppak-flathub

Na segunda aba do programa ficam as imagens selecionadas como favoritas, para adicionar a essa categoria, clique com o botão direito do mouse sobre a imagem e a opção aparecerá.

wallpaper-dois-monitores-gnome-ubuntu-hydrapaper-linux-fllatppak-flathub

O mesmo processo vale para remover dos favoritos.

wallpaper-dois-monitores-gnome-ubuntu-hydrapaper-linux-fllatppak-flathub

Ao escolher as imagens que deseja setar como wallpaper, clique no ícone de “aceitar”.

wallpaper-dois-monitores-gnome-ubuntu-hydrapaper-linux-fllatppak-flathub

Outras configurações estão presentes na aplicação, nada muito customizável, porém, opções, como: setar randomicamente os wallpapers, mudar o atalho padrão para fechamento do HydraPaper, selecionar os papéis de parede com o duplo clique, visualizar os favoritos, apagar todos os favoritos ou o cache, estão presentes.

wallpaper-dois-monitores-gnome-ubuntu-hydrapaper-linux-fllatppak-flathub

Instalando o HydraPaper em seu sistema


A instalação do HydraPaper é feita por meio do Flatpak, então, um dos requisitos é ter o mesmo e o repositório do Flathub configurados em seu sistema. Esse post é um passo-a-passo bem intuitivo (após configurar pesquise por “HydraPaper” diretamente na loja), inclusive ele demonstra até como habilitar a instalação de pacotes Flatpak via loja do Ubuntu. Já para quem prefere a praticidade do terminal, utilize os comandos, mas antes configure o Flatpak em seu sistema:

Adicione o repositório do Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o HydraPaper:

flatpak instalar flathub org.gabmus.hydrapaper

Esse comando lhe permite executar o HydraPaper via terminal, não vejo muita necessidade, pois, ele aparecerá junto a suas aplicações:

flatpak run org.gabmus.hydrapaper

A remoção é através deste comando:

flatpak uninstall org.gabmus.hydrapaper/x86_64/stable

Utilizo diariamente o HydraPaper, julgo indispensável para quem possui mais de um monitor e gosta personalizar seu desktop.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, a galera gosta de personalizar o sistema.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Novidades que estão chegando no Fedora 31 Workstation

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Quem chega ao mundo do Linux, sempre é apresentado a algumas opções para usar em seu PC, dentro dessas opções está o Fedora. Em resumo, o Fedora é uma versão comunitária do RHEL (Red Hat Enterprise Linux) e apoiada pela própria Red Hat. Geralmente é no Fedora que recursos serão testados e usados no RHEL.

Novidades que estão chegando no Fedora 31 Workstation





Feito essa breve apresentação, vamos comentar das novidades que virão na versão 31 do Fedora Workstation, prevista para chegar no final de outubro deste ano (2019). Algumas novidades que estão chegando, envolve o Wayland, nova versão do Gnome, melhor suporte ao driver da NVIDIA, PipeWire, recursos e suporte expandidos do Flatpak e muito mais.

Primeiro vamos comentar sobre o Wayland, sucessor do Xorg, que segundo o dev do projeto, Christian Schaller, é que seja concluída a transição para o Wayland muito em breve e também removendo a dependência do X Windowing System, significando que o Gnome Shell não precisará rodar o tempo todo o  XWayland. Ele ainda comenta porque demorou tanto:

“Para aqueles que se perguntam por que isso levou tanto tempo, é bem simples; por 20 anos, os desenvolvedores poderiam assumir com segurança onde estamos rodando no atop do X. Então refatorar tudo o que é necessário para remover qualquer código que faça a suposição de que ele está rodando sobre o X.org tem sido um grande esforço. O trabalho é feito principalmente para o shell em si, mas existem alguns itens em relação ao daemon de Configuração do GNOME, onde precisamos expulsar a dependência do X.”

Ele acredita que nas versões 3.34 ou 3.36 do GNOME, a transição já estará concluída. Ainda complementou sobre o XWayland:

“Uma vez que o trabalho esteja concluído, server X (XWayland) só será iniciado se você realmente executar um aplicativo X e quando você fechar o aplicativo no servidor X será encerrado também. Outra mudança em que Hans de Goede está trabalhando no momento é permitir que os aplicativos X sejam executados como root no XWayland. Em geral, executar aplicativos de desktop como root não é considerado aconselhável do ponto de vista da segurança, mas como sempre funcionou com o X, achamos que ele também deveria continuar presente no XWayland. Isso deve corrigir alguns aplicativos “de fora”, que só funciona quando executado como root atualmente.”

Sobre o driver da NVIDIA trabalhar com o Wayland, vou deixar o comentário do dev, que já deve ser o bastante para a situação:

“Finalmente, há a pergunta de suporte ao driver binário da NVIDIA. Então você pode rodar uma sessão Wayland nativa em cima do driver binário e você teve esteve habilitado por muito tempo. Infelizmente, não houve suporte para o driver binário no XWayland e, portanto, os aplicativos X (que são muitos) não receberiam nenhum suporte para aceleração gráfica 3D via hardware. Adam Jackson trabalhou em deixar o XWaylands carregar o driver binário NVidia x.org e agora estamos aguardando que a NVIDIA revise esse trabalho e esperemos que seja capaz de atualizar seu driver para suportá-lo.”, resumindo, só depende da NVIDIA aprovar o trabalho feito pelos devs. Vamos torcer que aprovem o mais rápido possível.

O próximo a ser relatado, é o PipeWire, que para quem não conhece, é um projeto que “visa melhorar muito o manuseio de áudio e vídeo no Linux. O objetivo é oferecer suporte aos casos de uso atualmente controlados pelo PulseAudio e pelo Jack e, ao mesmo tempo, fornecer o mesmo nível de manipulação eficiente de entrada e saída de vídeo. Ele também introduz um modelo de segurança que facilita a interação com dispositivos de áudio e vídeo a partir de aplicativos em contêiner.’, segundo o site do projeto. Os devs do Fedora estão trabalhando para melhorar os principais recursos dele para que assim esteja pronto para substituir o Jack e o PulseAudio para essa finalidade.

Também foi falado sobre o Flatpak, que além das habituais correções de bugs e melhorias, agora estão focando em melhorar a infraestrutura para que se possa construir Flatpaks a partir dos pacotes RPM e assim automatizar o processo o máximo possível. Isso na visão do dev da Red Hat, é um pré-requisito para que eles comecem a enviar alguns aplicativos padrões via Flatpak e futuramente, enviar todos por padrão. 

Sobre o GNOME em si, muito provavelmente o Fedora 31 Workstation virá com a versão 3.34.

Para ler o post detalhado do dev da Red Hat, você pode acessar este link.

Nós diga aí nos comentários, o que você espera desta nova versão do Fedora.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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