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Tangram, um app para gerenciar Webapps

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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Hoje em dia, ter os serviços concentrados em um único lugar e poder acessá-los de forma rápida e prática é muito bom, não é mesmo? 😊
Se usamos webapps então, uma hora ou outra vira “bagunça”. 😄 Tangram quer ajudar a organizar essa “bagunça”.


Tangram, um app para gerenciar Webapps






Webapps, de forma bem resumida, são serviços ou aplicações dentro da “Web”, como por exemplo o Google Docs, GDrive, YouTube, Twitter e afins. Se estivermos usando o Google Chrome/Chromium, podemos “instalar” alguns sites e assim virar “programas”, sem exibir a barra de URL, favoritos e etc.
Alguns programas já famosos, como o Rambox e Franz, fazem esse tipo de instalação e hoje vamos mostrar mais um que está chegando para isso, o Tangram.

Ele foi pensado e desenvolvido para o ambiente GNOME, usando o WebKitGTK como base, então teoricamente, qualquer ambiente derivado dele pode se beneficiar das integrações entre app e o ambiente gráfico.


Para adicionar um Webapp é bem simples, basta digitar a url na barra de pesquisa, não precisa do https:// ele completa “sozinho” depois que você apertar a tecla “Enter”. Feito isso é só esperar o carregamento do site e aí apertar o botão “Done”. Pronto o seu webapp ta criado no Tangram.



Recursos presentes na versão atual:

● Configurar e gerenciar webapps;
● Abas permanentes e independentes;
● Personalizar título;
● Re-ordenar abas;
● Alterar posição das abas;
● Navegação;
● Atalhos;
● Notificações na área de trabalho;

Para instalar ele, você vai utilizar o Flatpak. Se o seu sistema não tem ele instalado, basta seguir o nosso tutorial. Depois de ter feito a configuração do Flatpak, vamos a instalação do Tangram. Com o terminal aberto, digite o seguinte comando para adicionar o repositório do Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Em seguida, instale a aplicação:

flatpak install flathub re.sonny.Tangram

Depois de terminado a instalação, é para ficar “mais ou menos” parecido com a imagem abaixo.


Se quiser remover via terminal, utilize este comando:

flatpak remove re.sonny.Tangram

No Ubuntu depois de seguir a nossa postagem, acesse este link, pesquise diretamente na loja por: “Tangram” e instale o programa.

Alguns sites podem não funcionar, mas aí vai depender do site. Aí agora é só usufruir do Tangram 😉.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Nova versão do plugin Mate Optimus ganha suporte ao driver 435

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Muitos dos leitores do blog Diolinux, vem acompanhando a “saga” do Linux em notebooks híbridos (Intel+NVIDIA), onde já produzimos artigos de como instalar o Ubuntu/Mint até a notícia mais esperada, a compatibilização completa no Linux, que finalmente saiu e você pode conferir aqui.

Nova versão do plugin Mate Optimus ganha suporte ao driver 435






Dentro desses artigos, teve também artigos falando que a NVIDIA estava disposta a trabalhar o Optimus no Linux, como também os anúncios da Canonical, através do Ubuntu, incluindo os drivers da NVIDIA já na ISO.

Por incrível que pareça, a primeira flavour do Ubuntu a se movimentar e começar o processo de suporte, foi o Ubuntu MATE, através do desenvolvedor principal, Martin Wimpress. Tanto que tem um artigo falando sobre o Ubuntu MATE 19.04 e as suas facilidades com as híbridas.

E como não seria surpresa para ninguém, eis que o Ubuntu MATE surge novamente como “pioneiro”  no mundo das híbridas, vamos assim dizer 😁.

Em seu Twitter, Martin fez um anúncio muito positivo e gerou uma expectativa muito boa na comunidade. Ele anunciou uma nova versão do plugin mate-optimus para a versão 19.10 (a mesma do Ubuntu 19.10) e assim compatibilizando-o com as novidades trazidas pela NVIDIA no driver 435, em especial para as híbridas (Nvidia Optimus).



Como demonstra a imagem, agora podemos escolher qual modo utilizar (Power Saving, Performance Mode ou On-Demand).

É ali na opção On-Demand, que “reside a mágica” da Nvidia para as híbridas. No primeiro anúncio, Martin tinha informado que ainda seria necessário fazer o logoff para a troca. Aí perguntei a ele se pretendia compatibilizar a "não necessidade" dessa etapa, e ele disse que ia arrumar. E assim fez.

Também perguntei se essa ferramenta poderia ser usada em outras interfaces ou se ele teria alguma informação sobre. Ele confirmou que sim, e que as interfaces suportadas serão: MATE, XFCE, Budgie, Cinnamon, GNOME, KDE e LXQt. Para conferir a thread completa, acesse o link.

Ele também me falou, que se a pessoa quiser testar fora do Ubuntu 19.10, bastasse clonar o repositório do GitHub e rodar os binários em usr/bin. Se você quiser testar, o GitHub dele é esse aqui.

Isso era questão de tempo, das distros e interfaces gráficas a compatibilizar a solução da NVIDIA e assim ir “quebrando” esse tabu no Linux, que na minha visão, será totalmente derrubado no Ubuntu 20.04 LTS, assim fazendo com que as outras distros e flavours também irão seguir.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Unite - Extensão “Pixel Saver” compatível com Ubuntu 19.04

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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Pixel Saver é uma das extensões que sempre utilizei no GNOME Shell, para quem não conhece, ela é responsável por adicionar os botões das janelas (minimizar, maximizar/restaurar e fechar) na barra superior da interface. Convenhamos, ter duas barras e ocupando espaço em um monitor com baixa resolução é péssimo.

extension-extensão-gnome-shell-economizar-espaço-tela-monitor-ubuntu-fedora-unite-pixel-saver

Nas últimas versões do GNOME a extensão perdeu suporte e deixou de funcionar. No entanto, a dica de hoje é sobre um substituto de peso, que chega ser superior ao Pixel Saver. Estou falando a extensão “Unite”.

Caso esteja achando familiar essa palavra, saiba que justamente este é o intuito da extensão, tornar o comportamento das janelas ao maximizar semelhante à interface gráfica Unity 7. Veja abaixo o GIMP aberto, na esquerda sem a extensão habilitada e na direita com a extensão Unite.

extension-extensão-gnome-shell-economizar-espaço-tela-monitor-ubuntu-fedora-unite-pixel-saver

Algumas aplicações não funcionam perfeitamente em resoluções menores que Full HD, no caso do GIMP, preste atenção na barra de ferramentas. Sem a extensão ela é bem maior, pois se deixar na mesma espessura de quando o Unite está habilitado o programa perde a opção de maximizar.

extension-extensão-gnome-shell-economizar-espaço-tela-monitor-ubuntu-fedora-unite-pixel-saver

O ganho de espaço é nítida na minha resolução de 1366x766, ficar sem um complemento desses é inconcebível (em meu cotidiano). Obviamente, que as aplicações GNOME ou a maioria em GTK, são pensadas para possuir os botões das janelas na mesma barra, assim ao maximizar, não existe uma perda de espaço. Todavia apps que não foram concebidos com esse planejamento, ocuparão mais espaço em tela (ocasionando em duas barras, e quem não tem um monitor Full HD sofre).

Além de sua funcionalidade principal o Unite agrega outros recursos, dispensando outras extensões. Alterar o posicionamento das notificações do sistema e do relógio na barra superior. O comportamento dos botões das janelas na barra superior, como diversos temas para combinar com o que está utilizando nas suas aplicações (destaque ao Yaru, Arc, tema do Pop entre outros). A extensão é muito eficiente e se no passado sofria de eventuais bugs, atualmente não notei nenhum.

extension-extensão-gnome-shell-economizar-espaço-tela-monitor-ubuntu-fedora-unite-pixel-saver

A instalação é da extensão Unite é simples, e ela é totalmente compatível com o Ubuntu 18.04 e 19.04 (que são as versões do Ubuntu disponíveis na data deste post). Segue postagens para auxiliar os novatos, na instalação de extensões no GNOME.




Você pode instalar tanto pelo site ou loja do Ubuntu, conforme o primeiro link demonstra. O gerenciamento pode ser feito pela aplicação GNOME Tweaks (Ajustes), abordado no segundo link, e também pela loja do Ubuntu. No site GNOME Extensions, você pode averiguar a compatibilidade com a versão do GNOME Shell.

Mesmo sendo totalmente estável em meu uso diário, tenho que esclarecer que toda e qualquer extensão adicionada no sistema pelo usuário é de sua responsabilidade. Seja consciente e evite adicionar um “rio de extensões” em seu sistema (😉️😉️😉️).

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Como iniciar uma partição NTFS no Ubuntu durante o Boot

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Essa é uma daquelas dúvidas que muita gente tem, acostumados a criar um "Disco D" no Windows para usar como backup de arquivos e, em muitos casos, especialmente quando a pessoa usa Dual Boot, essa partição acaba servindo justamente como "ponte" entre os arquivos do Linux e os do Windows, porém, no Linux, todas as unidades precisam ser montadas para que possam permanecer acessíveis, independente do sistema de arquivos.

Discos Linux





As configurações de discos no Linux são geridas pelo FSTAB, um arquivo de configurações que diz para o sistema quais partições devem ser montadas no boot, nós temos um artigo muito completo sobre o FSTAB aqui no blog, clique aqui para conferir.

Discos extras, partições extras que não fazem parte do conjunto do sistema, são tratados como um Pen Drive ou Cartão SD muitas vezes, sendo montados no momento em que você clica ativamente no disco, porém, esse comportamento pode ser facilmente alterado.

Como fazer com que o "Disco D" inicie junto com o Boot do Ubuntu


Eu utilizo uma disco de 1,5 TB com NTFS como disco de Backup, e para fazer com que ele inicialize montado juntamente com o sistema, podemos usar o software "GNOME Disks", ou "Discos", em Português, um aplicação que já vem pré-instalada com o Ubuntu e com várias distros que também usam GNOME.

GNOME Disks

Selecione o disco desejado no painel esquerdo, clique no ícone da engrenagem e depois clique "Editar opções de montagem..."


Na janela que se abrir, desabilite a opção "Padrões de sessão de usuário", e tenha certeza de que a opção "Montar ao inicializar o sistema" está marcada.

Pontos de montagem

Clique no botão "OK", digite a sua senha, e o processo será concluído. Depois disso, você pode reiniciar o computador e verificar se a montagem foi feita de forma automática.

Em caso de dúvidas, consulte o nosso fórum. Curtiu a dica? Compartilhe para os seus amigos e nos ajude a espalhar o conhecimento.

Até a próxima!
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GTK e Qt, do que se trata?

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O mundo Linux é cheio de nomenclaturas diferentes que fazem parte do vocabulário dos usuários, dentre elas estão as palavras ou siglas "GTK" e "Qt". Vamos entender um pouco melhor do que se trata.

GTK e Qt





Temos um quadro no canal Diolinux chamada "DTL", o "Dicionário de Termos Linux", onde explicamos o significado de palavras que fazem parte desse universo, que todo mundo comenta no dia a dia, mas nem sempre sabe o significado.

O episódio dessa semana nos oferece a explicação sobre o tema "GTK" e "Qt":


O que é GTK e Qt?


Vamos começar definindo o que eles ambos são, GTK e Qt  são Widget Toolkits, que são bibliotecas de software utilizadas para criar interfaces gráficas para programas de computador.

Elas permitem que os desenvolvedores de softwares criem a interface dos programas, onde o usuário final vai interagir, clicando, deslizando interruptores, selecionando opções, etc.

No mundo Linux é muito comum o software rodar em modo texto também, e uma interface é construída para dar fácil acesso às ferramentas, o que permite que existam várias interfaces diferentes para um mesmo tipo de aplicação.

GTK


O GTK é exatamente um desses Widget Toolkits, que é completamente de código aberto e multiplataforma, apesar de ser menos comum, o GTK pode ser usado para fazer aplicações para Windows e macOS também.

O GNOME é o principal projeto que utiliza essa tecnologia e o GTK é responsável então pelo visual das aplicações do GNOME e de outros projetos que também usam ele, como MATE, Cinnamon, XFCE, Budgie, entre outros.

Opções de ambientes GTK


Apesar de o GTK não possuir exatamente um sistema com suporte para temas, como ele é de código aberto,  pode ser configurado para que os Widgets sejam exibidos de forma diferente e mudei o seu visual. 

É dessa forma que as distros que usam GNOME e/ou GTK criam seus visuais personalizados, é dessa mesma forma que, o que a gente convencionou a chamar de temas, são criados.

Que aplicativos são criados com GTK?

Todo o core de aplicações GNOME é GTK, mas existem outros softwares, como o GIMP, GNU Emacs, Ardour, AbiWord, Pidgin, o antigo Unity 7 do Ubuntu, entre muitos outros.

Qt


Assim como o GTK, o Qt também é um Widget Toolkit, multiplataforma e de código aberto, porém, ao contrário do GTK, que é geralmente usando em meio Linux a projetos com ligações ao GNOME, o Qt é amplamente usado em outros sistemas, incluindo o Linux, sendo popular também em aplicações que rodam no Windows, macOS, Android e sistemas embarcados.

Qt Creator


Atualmente o Qt é mantido pela ‘The Qt Company”, e pelo “Qt Project” de forma open source, o que envolve tanto desenvolvedores individuais e comunidades, quanto empresas e organizações comerciais.

Da mesma forma que o GTK, o Qt também é usado para dar o visual que as aplicações terão, e por ser usado de formas variadas, não só no mundo Linux, ele acaba tendo várias integrações com outros produtos do mercado.

Dentre os projetos famosos que usam o Qt, estão o KDE Plasma, a DDE, interface atual do Deepin, que migrou de GTK também, o LXQt, o Unity 8, projeto da Canonical com interface conversível, o Blackbarry 10, O SailfishOS, o Tesla Model S, o webOS, o MeeGO, entre outras.

Entre as empresas e projetos que usam o Qt, seja em software aberto ou proprietário, estão alguns elementos do Adobe Photoshop, alguns projetos da Autodesk, Bitcoin Core, CryEngine, DaVinci Resolve, Google Earth, VLC, OBS Studio, Telegram, Teamviewer, Virtualbox, WPS Office, entre outros.

Existe também um longa lista de empresas que usa Qt, que vão desde empresas reconhecidas por software, como  Adobe e Valve, passando por empresas de hardware, como AMD, até empresas de indústrias diferentes, como a Disney.

Você já sabia do que se tratavam essas palavras? Você tem alguma preferência? Compartilhe as suas opiniões no nosso fórum.

Até a próxima!
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Assista gameplays na TwitchTV com o GNOME Twitch

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A Twitch.tv é uma plataforma repleta de jogadores, muitos até profissionais, e acompanhar as jogatinas, pode ser algo divertido e relaxante. Caso não acompanhe o nosso trabalho na Twitch, considere interagir conosco. Temos lives de segunda a sexta, às 20h. Venha comprovar que Linux é um sistema viável para gamers. Vire SUB do canal

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Não é difícil ver usuários alegando que não conseguem assistir a Twitch, sei muito bem como é passar por essa situação, há um tempo sofria com esse mal. Um paliativo que aliviou os constantes engasgos ao acompanhar uma transmissão, foi justamente o app que irei apresentar. Longe de ser o “Santo Graal”, mas proporcionou a, minha e de alguns que recomendei, possibilidade de assistir e interagir na Twicth. Atualmente minha conexão é um pouco melhor, mas em dias de instabilidades, confesso que ainda recorro ao programa (😁️😁️😁️). 

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GNOME Twitch


O GNOME Twitch é um cliente/player focado na plataforma de streaming TwitchTV, o programa possui recursos interessantes, como: aceleração por hardware, com 4 back-end disponíveis, bate-papo integrado, escolha da qualidade da transmissão, tema dark, modo fullscreen, etc. Em constante desenvolvimento, a aplicação é distribuída em vários formatos, conforme mostra seu site oficial. Hoje irei apresentar duas formas, via Snap e Flatpak. Assim, não importa a distribuição que esteja utilizando, estes formatos cobrem boa parte das distros Linux.

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GNOME Twitch via Snap


O formato Snap pode ser habilitado nos principais sistemas baseados em Linux, no Ubuntu o mesmo já vem por padrão. Para usuários de outros sistemas, acesse essa postagem e configure o Snap. Nem toda loja possui a integração com esse tipo de pacote, caso a sua não tenha tal recurso, a instalação via terminal pode ser a solução. No Ubuntu é opcional, caso queira instalar via interface gráfica, abra a loja e pesquise por: “Gnome Twitch”.

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Efetuar a instalação via terminal é bem simples, após ter configurado o Snap em seu sistema, digite os comandos a seguir.

Instalando o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap install gnome-twitch

Removendo o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap remove gnome-twitch

GNOME Twitch via Flatpak


O repositório Flathub também possui o programa. Para quem deseja esse formato, como o Snap, ele pode ser configurado nas principais distribuições e algumas já vem com ele habilitado. O Linux Mint é um exemplo. Aos usuários de Ubuntu, demonstramos todo passo a passo para configurar o Flatpak e adicionar o repositório Flathub no sistema. Acesse essa postagem e configure seu Ubuntu. Após os procedimentos, pesquise normalmente na loja por: “Gnome Twitch Flatpak

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Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal, como a alternativa em Snap, também é uma opção.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.vinszent.GnomeTwitch

Removendo o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak remove com.vinszent.GnomeTwitch

Configurando o Back-end do GNOME Twitch


Se você instalou o GNOME Twitch e “na hora H” apareceu uma mensagem do gênero: “Sem reprodutor carregador!”. Não se preocupe, acesse no local indicado pelo app “Clique aqui para carregar um”.

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Outra maneira é com a janela do GNOME Twitch em foco ir “Definições”, em seu menu, que no caso do Ubuntu você pode acessar essa opção clicando na barra superior. Detalhe, basta ir na primeira opção, se quiser logar com sua conta da Twitch.

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Na aba “Reprodutores”, selecione o que mais lhe agradar. Sempre utilizo o “GStreamer OpenGL player backend”, efetue os testes da melhor alternativa para sua situação. Pode ocorrer de apenas o áudio da stream ser reproduzida, ao mudar de backend também, mas ao reiniciar o programa as mudanças serão aplicadas.

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O GNOME Twitch me ajuda bastante, e caso tenha problemas de instabilidades ao ver transmissões da TwichTV, recomendo experimentar a aplicação. Explore suas opções, em “Definições” >> “Geral” existem algumas que podem auxiliar quem tem uma conexão ruim. Essas são as duas formas que indico a utilização do GNOME Twitch, obviamente, que existem outras e você pode até instalar sem recorrer ao Snap ou Flatpak. No entanto, as versões podem não ser as mais recentes. A decisão é sua.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e acompanhe nossas lives na Twitch, com essa dica é bem capaz de não ter mais complicações com instabilidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Novo app para gerenciar Firmwares no Linux está a caminho no GNOME

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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Recentemente noticiamos que a System76, empresa responsável pelo Pop!_OS, está trabalhando em uma ferramenta para gerenciar os firmwares dos dispositivos e assim facilitar a vida do usuário que precise fazer isso. Parece que ela não está sozinha nessa “caminhada”.


Novo app para gerenciar Firmwares no Linux está a caminho no GNOME






A novidade vem através do engenheiro da Red Hat e da GNOME Software, Richard Hughsie, que em seu blog dentro do projeto GNOME, anunciou a implementação.

No anúncio, ele comenta que a Dell o procurou há alguns meses para ser co-mentor de um estagiário em um projeto de verão (muito comum nos EUA), para criar um aplicativo em GTK em gerenciar o firmware. Ainda segundo ele, a ideia deste app, é que alguém do suporte da Dell, consiga orientar o usuário a fazer alguma intervenção “avançada” através desse app, como por exemplo ler versões de firmware ou fazer o downgrade para uma versão de firmware mais antiga.  Evitando assim, a “temida” tela preta do terminal.


Como vimos na imagem acima, foi possível gerenciar vários dispositivos, assim tendo a possibilidade de ver informações mais detalhadas. Já na imagem abaixo, podemos ver cinco (5) tipos de versões do firmware do Lenovo ThinkPad P50.


O gerenciador de firmware está quase finalizado, mas por hora só tem o código e os binários prontos. Ainda estão trabalhando na interface e qual melhor experiência para o usuário final. Segundo Richard, será lançado nas próximas semanas com a primeira release,  no formato Flatpak no Flathub, assim possibilitando a instalação em praticamente todas as distros.

Com isso, estamos vendo as empresas se preocupando cada vez mais em facilitar a vida de quem opta em usar Linux, nesse caso é a “dobradinha” Dell e Red Hat, mas que vai beneficiar a todos. Quem sabe não veremos outras empresas a fazerem isso, como Razer, Logitech e tantas outras. Seria maravilhoso se isso acontecesse. 

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GNOME Feeds, um leitor de feeds simples para o Linux

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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Em um mundo cada vez mais dinâmico, a notícia corre cada vez mais rápida pela internet, assim ficando quase “impossível” acompanhar os “feeds” de notícias dos sites. Um bom leitor de RSS pode ajudar nisso.


GNOME Feeds, um leitor de feeds simples para o Linux





RSS (Really Simple Syndication) é formato de distribuição de notícias, desenvolvido na linguagem XML, assim permitindo que os sites consigam distribuir as suas postagens em “tempo real”. Aqui no Diolinux também temos um RSS, basta “assinar” ele através deste link.

Se você acompanha vários sites, já se deparou que acompanhar todos é quase uma tarefa “bem difícil”, e que um leitor de feeds  RSS ajudaria e muito não é verdade?? Eu mesmo acompanho vários sites sobre tecnologia e seguir todos eles não é uma tarefa fácil, pensando nisso, fui buscar algum app que fosse simples e que me entregasse às notícias “já de cara”, assim poupando alguns “minutinhos valiosos” 😂. 

Nesta busca, acabei encontrando o GNOME Feed feito em Python 3, GTK+ 3 e utilizando a licença GPL3.



As funções dele são bem simples e objetivas, como:

●  Marcar como Lido ou não-Lido



● Filtro por feeds específicos



● Adição de RSS facilitada


● Possibilidade de ler os artigos offline;

●  Modo de leitura facilitada, assim deixando “menos poluído”



●  Modo RSS de Leitura



● Possibilidade de Importação e Exportação dos feeds RSS em OPML.

Para mais detalhes, você pode acessar o site do projeto.

Instalando o GNOME Feeds


Para instalar  o GNOME Feeds, você vai precisar do Flatpak configurado em seu sistema, se ele não estiver habilitado de forma nativa, basta seguir esse tutorial que preparamos para você. Se você preferir, pode seguir o tutorial feito pelo pessoal do Flatpak.

Depois de feito a instalação do Flatpak, você pode procurar na “Lojinha” de Aplicativos por “GNOME Feeds” e instalar por lá. Ou se preferir, a instalação pode ser feita via terminal, copiando ou digitando o seguinte comando nele:

flatpak install flathub org.gabmus.gnome-feeds 

Aí é só esperar a instalação acabar e usufruir do seu novo leitor de feeds RSS.

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GNOME 3.34 e o refinamento do XWayland

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

O GNOME 3.34, ao que tudo indica, será uma das melhores versões do GNOME desde muito tempo. Com diversas melhorias em sua performance e possíveis novidades em seu Shell. Mas, não acaba por aí…

xorg-x11-wayland-sudo-xwayland-gnome-shell-linux-red-hat

Além do refinamento na performance do GNOME Shell, a equipe responsável pelo GNOME vem implementando aprimoramentos a cada lançamento. Desta vez os usuários do Wayland receberão uma adição interessante.

Neste ano o suporte ao Mutter do GNOME para gerenciar um arquivo Xauth e delegar a requisição ao XWayland foi adicionado. Essa contribuição da gigante Red Hat, tinha como objetivo permitir que aplicações X.org/X11 fossem executados no XWayland com privilégios de super usuário. Até o momento, executar programas como “sudo” não era uma tarefa tão simples, porém, com essa adição de código para o GNOME 3.34 esse comportamento foi corrigido.

Assim o gerenciador de janelas do GNOME, o Mutter, recebe uma mudança significativa em seu código ao trabalhar com XWayland. Permitindo que um mesmo usuário local seja adicionado ao xhost e rode aplicações do Xclient como sudo no XWayland. As mudanças foram de autoria de Olivier Fourdan, atual Engenheiro de Software Sênior da Red Hat e criador do ambiente desktop XFCE.

A API gráfica Clutter, recebeu uma otimização em seu desempenho no Mutter. O Clutter é o responsável por acelerar as interfaces do usuário criadas com ela, por hardware, aproveitando de tecnologias como o OpenGL entre outros. A título de curiosidade o próprio GNOME Shell faz uso da API e outras aplicações. Essa foi uma contribuição de Niels De Graef, um dos desenvolvedores do GNOME.

O GNOME 3.34 está sendo desenvolvido com muito empenho e promete ser uma ótima versão, seja para usuários do Wayland, como de sessões Xorg. Seu lançamento está previsto para 11 de Setembro.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Phoronix, GNOME.
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Novo GNOME MPV é lançado e tem seu nome alterado para Celluloid. Aprenda como instalar o player

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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

O player GNOME MPV é famoso entre os usuários do GNOME, sendo um frontend do GTK para o mpv, o programa recebeu uma nova versão. Em seguida irei destacar as principais mudanças desta nova versão e demonstrar como obter as últimas versões de lançamento do software.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Player de música e vídeo, são coisas muito pessoais. Mas estar aberto a novas experiências, e quem sabe substituir uma atual solução por uma nova, pode lhe proporcionar bons resultados.

Outrora chamado de GNOME MPV, o player de vídeos, agora foi renomeado para Celluloid (em sua versão 0.17).

O por quê dessa mudança? Segundo um dos membros do GNOME, Tobias Bernard, o nome era “não-descritivo”:

“O nome atual é um pouco deselegante e não se encaixa realmente com outros aplicativos na plataforma GNOME. Bons nomes de aplicativos geralmente são um único substantivo relacionado ao domínio do aplicativo (por exemplo, "Fragments" para um aplicativo de torrent ou "Peek" para um gravador de tela).”

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Há pouco tempo Tobias escreveu no blog oficial do GNOME, uma postagem com dicas e demonstrando um passo a passo para dar bons nomes aos seus projetos. Você pode acessar uma postagem que escrevi, aqui no blog Diolinux, complementando com minhas experiências as dicas do Tobias. Recomendo para quem deseja iniciar um novo projeto (seja software, canal no Youtube, site, nome de marca, etc) ou possui um atualmente e gostaria de um nome mais condizente. Você pode acessar essa postagem, por este link (falo um pouco do OSistemático, e algumas curiosidades, aposto que gostará 😉️😉️😉️).

Celluloid, esse nome tem haver com vídeos?


Alguns podem estar se perguntando: Mas porque Celluloid? Celluloid (em português celulóide) é o nome de um plástico transparente feito em folhas de cânfora e nitrocelulose, antigamente utilizado para filme cinematográfico (por ser altamente inflamável, era comum ocorrer acidentes durante a exibição dos filmes). O nome segue algumas das regrinhas descritas na postagem que disponibilizei no link acima. Obviamente que existiria uma mudança em seu ícone, isso ocorreu na versão anterior do app (0.16). Este novo ícone representa muito bem o nome Celluloid, pois sua figura é de um quadro de filme de celulóide, somado a um símbolo de player e uma pequena barra indicando ser um reprodutor.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-ppa-flathub-flatpak

Principais alterações na versão 0.17 do Celluloid:

  • Nome renomeado de GNOME MPV para Celluloid;
  • Tradução Turca adiciona por @TeknoMobil;
  • Tradução em Esperanto adicionada por @ F3nd0;
  • Migração do opengl-cb para a nova API de renderização;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado numpad;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado unicode;
  • Encaminhamento dos eventos do “media-keys” para o mpv;
  • Adicionado a chave dconf para controlar o limite de velocidade do cursor para mostrar os controladores;
  • Adicionado a opção para suprimir erros de reprodução;
  • E muito mais.

Como instalar o Celluloid


Por conta dessa transição do nome GNOME MPV para Celluloid, não será raro encontrar ambas as formas de se adquirir o programa. Alguns pacotes e repositórios o denominam pelo antigo nome e outros pelo novo. Por exemplo, no Ubuntu você encontrará a versão antiga pesquisando em sua loja por “GNOME MPV”, entretanto, para instalar os últimos lançamentos deverá recorrer ao PPA ou o pacote em Flatpak.

Celluloid (GNOME MPV) via PPA


A opção via PPA em meu ponto de vista não é a melhor opção. Justamente por conta da migração, o repositório continua com o pacote da versão .016, a anterior a 0.17 com o novo nome (na data deste post 16/08/2019). No momento não existem informações se o PPA será trocado ou apenas o pacote. Inclusive no próprio site oficial do Celluloid essa opção é disponibilizada. No entanto, recomendo a segunda forma que irei demonstrar adiante. Agora se mesmo assim deseja instalar por essa maneira, eis os comandos.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:xuzhen666/gnome-mpv

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Celluloid (GNOME MPV) do PPA via terminal:

sudo apt install gnome-mpv

Removendo o Celluloid (GNOME MPV) via terminal:

sudo apt remove gnome-mpv

Removendo o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository -r ppa:xuzhen666/gnome-mpv 

Celluloid Flatpak via Flathub


O Celluloid está disponível do repositório Flathub, facilitando a instalação para maioria das distribuições Linux. Caso esteja utilizando Linux Mint, não será necessário nenhuma configuração. Pesquise na loja por: “Celluloid” e instale a aplicação. Usuários do Ubuntu podem adicionar o suporte ao Flatpak e também instalar pela loja. Configure conforme este tutorial.

gnome-mpv-celluloid-player-video-musica-linux-ubuntu-mint-gtk-flathub-flatpak

Para usuários de outras distribuições, veja neste link a forma de habilitar o suporte a Flatpak. Lembrando que o repositório do Flathub deverá ser adicionado. Já se prefere instalar via terminal ou a loja de sua distro Linux não possui integração com o Flatpak, use os comandos logo abaixo para instalar o Celluloid. Obviamente, que você o Flatpak já deve estar configurado em seu sistema, conforme o procedimento que informei anteriormente.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak install flathub io.github.celluloid_player.Celluloid

Removendo o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak remove io.github.celluloid_player.Celluloid

Se preferir pode compilar o Celluloid, em seu repositório do Github existe todo procedimento. 

E você, costumava usar o GNOME MPV ou utiliza outro player? Gosto muito do VLC. O visual dele não é um dos melhores, mas ele “roda até tampa de garrafa” (😁️😁️😁️). No entanto, o Celluloid se comportou bem e não tive maiores problemas (nem com legendas).

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Até o próximo post, que agora irei ver alguns vídeos no Celluloid, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Lollypop um player de música completo

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Lollypop é um poderoso player de música desenvolvido em GTK, software livre e muito famoso no meio GNOME. No entanto, sua usabilidade não se limita ao ecossistema GNOME, podendo ser utilizado em diversos ambientes e até outros sistemas. Afinal, o player também está disponível para FreeBSD.

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Durante este ano de 2019 venho mais do que nunca utilizando diversos players de música. Há muito tempo substitui meus “momentos sonoros” pelo streaming via Spotify, e quando offline utilizava o VLC player. Infelizmente meu player favorito foi “abandonado pela Canonical”, era o Music, uma das aplicações do Unity 8 com convergência conforme o redimensionamento da janela. Obviamente que sou movido tanto pela praticidade, funcionalidades, como visual. Veja o visual logo abaixo do Music.

music-ubuntu-unity8-canonical

Contudo, se existe algo em que o Lollypop não peca (e não estou falando do Android 😁😁😁), é em seu visual e quantidade de recursos. O player chama a atenção com seu visual minimalista e elegante. Além, de também possuir uma certa convergência ao se adaptar conforme redimensione sua janela.

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Uma curiosidade é que o Lollypop é o player de música padrão do smartphone com Linux da Purism, o Librem 5. Algumas características deste belo player, que posso destacar são:

  • Tema dark;
  • Reprodução dos principais formatos de áudio, por exemplo: MP3, MP4, OGG, FLAC, entre outros (até hoje não tive problema com formatos);
  • Navegação de suas músicas por: gênero, artista, capa;
  • Pesquisa rápida e eficiente;
  • Integração com atalhos de teclado;
  • Suporte a lista de reprodução (podendo importar playlists);
  • Visualização em modo tela cheia;
  • Sincronização MTP;
  • Suporte a telas de alta intensidade (HiDPI);
  • Suporte a TuneIn;
  • Integração com a web, podendo buscar informações de canções diretamente em serviços, como o Last.fm;
  • Download das capas dos albúns e dos artistas (o legal que o player não te força esse recurso, sendo totalmente opcional);
  • Suporte a rádio;
  • Visualização do artista por contexto;
  • Equalizador de áudio;
  • Sistema de favoritos, você pode dar notas as suas músicas com estrelas (podendo ouvir as prediletas ou pesquisar e montar suas playlists “mais acaloradas”);
  • Adição de vários diretórios em locais diferentes com suas músicas;
  • Possibilidade de ouvir música via streaming (por incompatibilidades com algumas APIs proprietárias, esse recurso pode nem sempre funcionar perfeitamente);
  • Opções como: transição suave entre as músicas, repetição, separação por categorias, redimensionamento das miniaturas de seus álbuns, e muito mais. 

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Existem várias formas de se obter o Lollypop nas distribuições, como Arch Linux, Fedora e OpenSUSE. Basta pesquisar normalmente no repositório, seja via terminal ou pela loja. No Ubuntu e derivados existe a possibilidade da adição de um PPA ou via Flatpak (forma que também pode ser utilizada em outras distros).

Lollypop via PPA


A instalação via PPA é um meio de se obter o Lollypop, entretanto, caso seja iniciante recomendo a segunda opção. Particularmente não creio que atualmente o uso de PPAs seja a melhor forma de se obter softwares no Ubuntu, salvo poucas exceções.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:gnumdk/lollypop

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Lollypop do PPA via terminal:

sudo apt install lollypop

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:gnumdk/lollypop

Lollypop via Flatpak


O Lollypop encontra-se no repositório Flathub, antes de tudo, para instalar o Lollypop desta maneira será necessário ter o Flatpak configurado em seu sistema. Para usuários de outras distros que não sejam o Ubuntu ou Mint, acesse essa postagem (o repositório do Flathub deve ser adicionado, conforme irei abordar ao demonstrar o processo via terminal). No Ubuntu, você pode acompanhar todo passo a passo deste post, e além de configurar o Flatpak, configurar a GNOME Software (loja do Ubuntu) para efetuar suas instalações via interface gráfica. Após ter tudo pronto, pesquise por: “Lollypop” e instale a aplicação (no Linux Mint, basta pesquisar, não sendo preciso nenhuma configuração prévia).

player-música-gnome-gtk-lollypop-flathub-flatpak-ubuntu-mint

O processo pode ser igualmente feito via terminal, caso tenha preferência ou sua distribuição não possua uma loja que suporte este tipo de pacote.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Lollypop Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.gnome.Lollypop

Removendo o Lollypop Flatpak via terminal:

flatpak remove org.gnome.Lollypop

Conclusão


O Lollypop é uma alternativa muito interessante, funcional e bonita. Ao que parece o mesmo permanecerá em meu sistema por muito tempo. O player passou a ser um de meus favoritos, seja por sua beleza ou eficiência. No entanto, existem muitas soluções atuais em que eu e meu colega de trabalho, Ricardo (O Cara do TI), abordamos durante este ano de 2019. Recomendo que experimente e descubra qual o melhor player de música para você. Segue a lista: Olivia Player, Elisa Player, Museeks, Tauon Music Box e o Strawberry para os mais saudosistas. 

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Agora vou ouvir algumas músicas no Lollypop, enquanto vou criando a capa deste post, SISTEMATICAMENTE! 😎


Fonte: GNOME.
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