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Google abre código de seu "Web Crawler" depois de 20 anos!

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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Trabalhar com ‘softwares’ de código aberto é algo essencial para qualquer empresa hoje em dia, mesmo as empresas focadas em soluções de código fechado, eventualmente acabam usando algum tipo de tecnologia em toda a sua infra-estrutura que é aberta, mas muitas vezes, a necessidade de abrir o código vem de outro lugar.

Google Bots






Já não era sem tempo, mas o Google abriu o código fonte de mais um de seus projetos, o seu "Webcrawler" que faz a consulta no arquivo "Robots.txt" de todos os sites da internet.

Você pode encontrar mais informações sobre o anúncio no blog de Webmasters.

O que são Robots.txt?


O arquivo robots.txt é um arquivo público de qualquer site que especifica quais páginas de um blog ou site devem ser consideradas pelos mecanismos de busca, por exemplo: Você pode contar alguma página em seu site, como uma página de membros por exemplo, que você não queira que seja indexada da mesma forma que a sua home page ou as suas postagens, ou talvez você tenha arquivos, imagens, ou qualquer coisa do tipo, que não queira exibir para os robôs que vasculham a internet atrás de informações, tudo isso pode ser ajustado através de instruções colocadas nesse arquivo robots.txt. Você pode ver o exemplo do Diolinux aqui.

A grande questão é que, apesar de todo mundo usar esse recurso há muito tempo, ninguém realmente sabia como os "crawlers" do Google liam estas informações, o que acabava gerando eventuais problemas de configuração, exibindo o que era para ficar escondido do buscador e escondendo o que era para ser exibido, incluindo problemas de formatação e caracteres que os bots poderiam não conseguir ler, fazendo com que a galera que trabalha com SEO tivesse que buscar sempre testar opções até encontrar uma certa meio que "às cegas".

Agora ficou mais fácil?


É possível dizer que sim, ficou realmente mais fácil, porém, na verdade o mecanismo simplesmente não mudou, ele só ficou mais transparente e simples de entender. A Google tem um tutorial bem interessante de detalha todas as sintaxes possíveis no arquivo robots.txt, você pode conferir aqui. A empresa também liberou no Github o código fonte da aplicação, juntamente com uma biblioteca e uma ferramenta de testes para validação de regras.

A vida de quem trabalha diretamente através da internet, com sites e blogs acabou de ficar um pouco mais fácil, ainda que tenha demorado "um tempão", é mais uma coisa importante que se torna Open Source.
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Depois de testar nos conte o que você achou!
Até a próxima!
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Mozilla lança novo navegador para o Android

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sábado, 29 de junho de 2019

Recentemente noticiamos sobre os novos rumos que a Mozilla vem traçando, mudando a identidade visual de suas soluções e planejando novos serviços. Agora, a investida é introduzir um novo e reformulado navegador para plataforma Android e substituir seu atual app do Firefox.

firefox-preview-android-app-aplicativo-google-play-store

Intitulado “Firefox Preview” a nova aplicação da “raposa de fogo”, voltada a navegação web no Android, está em fase de “teste piloto”. O curioso que a lista de navegadores web da Mozilla para Android, só cresce. São diversos programas: Firefox, Firefox Focus, Firefox Lite e enfim, Firefox Preview. 

Com uma interface de usuário minimalista e totalmente reformulada, o novo browser promete ser até 2 vezes mais rápido que seus antecessores e não ser tão dependente da Google. Isso porque o novo mecanismo de navegação do Preview é próprio da Mozilla, o GeckoView. Anteriormente o “motor” utilizado era o Blink, do Chromium, utilizado no Google Chrome e outros navegadores baseados nele. Outras aplicações da Mozilla já utilizavam o GeckoView, como o Firefox Reality e o Firefox Focus. Essa escolha permite a utilização de suas próprias APIs e maior controle.

“Enquanto todos os outros principais navegadores do Android hoje são baseados no Blink, portanto, refletem as decisões do Google sobre dispositivos móveis, o mecanismo GeckoView do Firefox garante a independência de nós e de nossos usuários”, afirmou a Mozilla em seu blog oficial.

Firefox Preview o futuro do Firefox no mobile


A competitividade entre Firefox e Chrome torna-se mais acirrada, possibilitando maior gama de escolha ao usuário, ao invés, de mais do mesmo. O Firefox Preview por padrão bloqueia os rastreadores. Isso possibilita uma navegação mais rápida, pois, esses anúncios segmentados não irão influenciar o tempo de carregamento das páginas. A gerente de produtos sênior do Firefox Mobile, Vesta Zare, conclui: 

“As melhorias de velocidade são impulsionadas em grande parte pela proteção abrangente de rastreamento que está ativada por padrão no Firefox Preview”.

A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android, assim o Firefox Preview ocupará sua atual posição. No momento o app não conta com o idioma Português, no entanto, isso não dificultou a minha utilização, pois a interface é intuitiva.

Um pouco do Firefox Preview


Ao iniciar o navegador pela primeira vez, configurações iniciais são indicadas para serem feitas, como: conectar-se ao serviço do Firefox (permitindo acesso do histórico, favoritos, senhas entre as diversas plataformas), tema.

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A possibilidade de desativar o bloqueio de rastreadores, indicativo da navegação anônima e o termo de privacidade.

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Algo que chamou minha atenção foi a localização da barra de buscas (ou URL). A mesma fica na parte inferior do app, e navegando utilizando apenas uma mão, é muito confortável e acessível.

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A visualização das abas abertas e adição de novas, também é bem intuitivo.

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Durante a navegação não identifiquei eventuais bugs ou lentidão, entretanto, fique avisado que o app não possui todas as opções, comparado ao “seu antecessor”. Digamos, que as principais “que o povão usa”, estão todas ali. Claro, que isso num aspecto geral, evidentemente com o tempo, novos recursos vão compor o app.

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A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android e focar no desenvolvimento e amadurecimento do Preview, caso tenha interesse em testar o navegador, acesse este link. Ele te levará diretamente à Google Play Store.

Já testou o Firefox Preview? Espero que esse não seja mais um app “Firefox’ a ser descontinuado”, afinal, quanto mais concorrência, melhor. 

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Google lança o Chrome OS 75, com novidades para os apps Linux e na segurança do sistema

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sexta-feira, 28 de junho de 2019

O Google desenvolve o ChromeOS, o seu sistema operacional baseado em Linux, que é embarcado em chromebooks de empresas como Dell, Asus, Lenovo, Acer, HP, Samsung. E a empresa de Mountain View lançou mais uma release do seu sistema.

Google lança o Chrome OS 75, com novidades para os apps Linux e na segurança do sistema





O ChromeOS 75 chegou ao canal estável, na versão 75.0.3770.102, com algumas novidades para os aplicativos Linux, melhorias no aplicativo Arquivos. 

Nesta versão, foi apresentada uma nova funcionalidade para o “Controle de Pais”, onde vai ser possível limitar o tempo gasto das crianças no ChromeOS

Ainda que em fase Beta, o suporte de aplicativos desenvolvidos para Linux no ChromeOS vem se desenvolvendo rapidamente. Antes já se podia rodar alguns programas, como GIMP, agora os apps poderão acessar os dispositivos Android através de uma conexão USB.

Outro que recebeu melhorias, foi o aplicativo Arquivos, que agora tem suporte para aplicativos de arquivos fornecidos por terceiros. Foi utilizado APIs do Android DocumentsProvider.

Na parte de segurança, o ChromeOS 75 trouxe várias mitigações no quesito vulnerabilidades de hardware Intel MDS (Microarchitectural Data Sampling). Em seu documento de suporte, o Google explica como funciona o MDS:

O Microarchitectural Data Sampling (MDS) é um grupo de vulnerabilidades que permite que um invasor leia dados potencialmente confidenciais. Se os processos do Chrome forem atacados, esses dados confidenciais podem incluir o conteúdo do site, bem como senhas, números de cartão de crédito ou cookies. As vulnerabilidades também podem ser exploradas para ler a memória do host de dentro de uma máquina virtual ou para um aplicativo Android ler a memória de processo privilegiada (por exemplo, keymaster).”

Neste documento, eles listam os dispositivos afetados e mais detalhes técnicos. Se você quiser conferir, pode acessar ele através deste link.
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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Google libera recurso para limpar seu rastro na internet por completo

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O Google começou a disponibilizar nesta quarta-feira (26) a função “excluir automaticamente”, concedendo assim, mais controle ao seus usuários sobre os seus dados que a empresa mantém em seu poder. Agora vai ser possível apagar o histórico da web e localização a cada 3 ou 18 meses.


Google libera recurso para limpar seu rastro na internet por completo





O anúncio deste novo recurso, foi feito no blog oficial do Google, e ele vai ser distribuído aos poucos para todos os usuários globalmente. Você pode conferir na página Controles de Atividades, sendo possível definir três opções: apagar os dados manualmente; removê-los se forem anteriores a três meses; ou se forem anteriores a 18 meses.


Até hoje, o Google guardava todos os dados do usuário, que somente possuía duas opções: apagar tudo ou interromper totalmente a coleta. Porém, alguns recursos poderiam apresentar um mal funcionamento, pois a empresa usa essas informações para oferecer os serviços personalizados. Conforme o anúncio: “Esses controles estão chegando primeiro ao Histórico de Localização e Atividade na Web e de apps e serão lançados nas próximas semanas.”

O Google explicou como funciona essas novas opções:

“Escolha um limite de quanto tempo você deseja que seus dados de atividade sejam salvos - 3 ou 18 meses - e os dados mais antigos serão automaticamente excluídos de sua conta de forma contínua.”

Para conferir o post do anúncio, basta clicar neste link.

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Agora você pode receber o seu Google Adsense no Banco Inter

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O Banco Inter acaba de receber um recurso tão esperado por criadores de conteúdo. Seja você dono de um site, blog, canal no Youtube ou qualquer plataforma que esteja ligada ao Google Adsense. Basta possuir uma conta no Banco Inter, para receber seu dinheiro da Google, via Adsense.

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Lembre-se que atualmente o valor mínimo de recebimento do Google Adsense são de US$ 100, contidos em sua conta. Se possuir a quantia mínima em seu Adsense, e quiser recebê-la através do Banco Inter, faça o seguinte:

  1. Navegue até a área de câmbio do app Banco Inter;
  2. Na opção voltada para recebimentos, informe os dados dos códigos IBAN e SWIFT.

Após os passos acima, um e-mail com todas as informações serão enviadas para você. Prossiga com todos os passos contidos nele para efetivar o recebimento do dinheiro.

Caso tenha dúvidas de como adquirir esses códigos acesse o link de ajuda do Banco Inter, com toda explicação. Uma ótima notícia é que assim como as demais transações de seus correntistas, o Banco Inter não cobra tarifas adicionais ao receber remessas do exterior. Os valores são convertidos conforme a cotação do dólar comercial. Um verdadeiro “punch na cara” dos bancos tradicionais (😁😁😁).

É usuário do Banco Inter e recebe do Adsense? Faça parte de nossa comunidade, acompanhando o fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Banco Inter.
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Google lança extensão Suspicious Site Reporter para o Google Chrome

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quinta-feira, 20 de junho de 2019

O Google lançou nesta quarta-feira (19) uma extensão para garantir que a sua navegação na internet fique mais segura. A extensão ajuda a sinalizar sites suspeitos e que não foram “pegos” nos rastreios automáticos que já são feitos no Safe Browsing.


Google lança extensão Suspicious Site Reporter para o Google Chrome






O nome da extensão é Suspicious Site Reporter e com ela você tem um ícone de uma bandeira, que fica no mesmo espaço que aparece as outras extensões instaladas. Essa bandeira muda conforme você visita os sites. A bandeira só fica verde, se o site estiver o TOP 5000 do Google. Se a bandeira ficar laranja ou “amarela”, pode ser que o site ainda não esteja nesta lista (caso do Diolinux) ou que o site tem algum aviso.




Além desta extensão, a versão 75 do Google Chrome, vai vir com um sistema que você não entre em sites enganosos, como por exemplo, digitar “go0gle.com” em vez do “google.com”. Assim que o site for carregado, o navegador emitirá um aviso de tela inteira.



Para conferir o post de lançamento da extensão, basta acessar este link. Para baixar a extensão, pode acessar este link.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Legendas em tempo real no Google Slides

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terça-feira, 18 de junho de 2019

A suíte office da Google está cada dia ganhando novas funcionalidades. Noticiamos recentemente que o G Suite recebeu suporte aos formatos do Microsoft Office, a opção de pagamento em Real para usuários do Brasil, agora o Google Slides vai receber mais essa nova função (que está em testes desde 2018).

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Conhecida como Closed Caption, o recurso possibilita por meio do microfone do computador detectar a voz e transcrevê-la. Algo semelhante existente no Google Docs. Com essas legendas automáticas, novos usuários poderão tirar maiores proveitos da ferramenta. A acessibilidade do recurso pode auxiliar o desenvolvimento de apresentações por pessoas com algum tipo de deficiência auditiva ou surdez, ou quem tem dificuldades na escrita.


Até o momento o “Closed Captions” só está disponível em inglês, porém, como já sabemos é uma questão de tempo para a Google adicionar o suporte ao português. A empresa inclusive promete que novos idiomas serão adicionados. A ativação do recurso é conforme o demonstrado no vídeo, logo acima. Clique no ícone “CC” na barra de navegação do Google Slides, e comece a ditar. O programa irá automaticamente criar as legendas. Lembrando, que o recurso não está disponível em nossa língua.

O que achou dessa opção? Fará uso quando possuir o idioma português? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Firefox Premium, o novo projeto da Mozilla

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segunda-feira, 10 de junho de 2019

Recentemente noticiamos o fim do projeto Antergos, por não se auto sustentar, acabou abreviando seus dias. Parece que a Mozilla não quer um destino semelhante ao seu navegador web Firefox. Mesmo contando com fontes de renda para seu browser, a empresa está decidida a não depender “apenas de uma via”.

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O Mozilla Firefox é um navegador open source oferecido de forma gratuito pela Mozilla. Atualmente cerca de 90% de sua renda é oferecida pelas pesquisas em seu browser. A maioria esmagadora vem do Google. É totalmente natural que empresas não querem ser tão dependentes de um único meio (até mesmo organizações sem fins lucrativos como a Mozilla). Vale lembrar que a Google é líder absoluta quando se pensa em buscas na internet. Obviamente que existem outras empresas como, a Microsoft com o Bing, porém, comparado a gigante das buscas sua participação é pífia no mercado.

Firefox Premium, um novo projeto que visa sustentabilidade financeira


Em entrevista à revista alemã T3N, Chris Beard atual CEO da Mozilla, confirmou que o projeto Firefox Premium está em fase final de planejamento. Não foram revelados mais informações sobre a nova empreitada da empresa. Entretanto, rumores indicam que serão serviços oferecidos pela Mozilla. Um destes serviços podem estar ligados a oferta de VPN, visto que a empresa possui uma associação com o provedor suíço ProtonVPN. Esta nova versão do navegador, como o nome sugere, será paga. A versão atual permanecerá livre e gratuita. Ao contrário do que muitos pensam, soluções open source necessariamente não precisam ser gratuitas. “Livre” não significa “de graça”. Talvez haja uma limitação de banda (na VPN) nesta versão “free”, e outras limitações nos serviços da Mozilla. Com previsão de lançamento para Outubro deste ano, muitas informações sobre o Firefox Premium ainda serão reveladas. Fique ligado no blog Diolinux, e não perca nenhum detalhe deste novo projeto.

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Você estaria disposto a pagar por uma versão premium do Firefox? Dependendo de quais sejam esses serviços, creio que seria bem interessante. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: MuyComputer, T3N.
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Google anuncia valores do Stadia, será que você vai poder usar o serviço em breve?

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sexta-feira, 7 de junho de 2019

Há três meses, o Google revelou o nome oficial do seu projeto chamado de “Project Stream”, agora com o batismo de “Google Stadia”, nos moldes de streaming, como o Netflix e Spotify. A cobertura da revelação do nome e tudo mais, você pode conferir neste post do blog.

Google anuncia valores do Stadia, será que você vai poder usar o serviço em breve?






No primeiro Stadia Connect, evento para falar sobre o produto, a Google finalmente revelou detalhes sobre o serviço, como velocidade da conexão, jogos suportados, preços e data de lançamento oficial do serviço.

A primeira coisa revelada foi de qual velocidade de internet você precisará. Para ter uma transmissão de 720p a 60fps e som Estéreo, será necessária uma conexão de 10Mbps (com 1Mbps de upload). Já para uma transmissão em 4k a 60fps e 5.1 Surround, uma conexão de 35Mbps se faz necessária.



A segunda coisa importante revelada, foram os preços e países que irão receber o serviço primeiro. E sim, o Brasil está fora desta primeira rodada, infelizmente. Os países são: Bélgica, Finlândia, Canadá, Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Existem também variações nos preços, separados por “perfis’, sendo a “Google Stadia Founder’s Edition “, “Google Stadia Pro” e o “Google Stadia Base”.

Na versão “Google Stadia Founder’s Edition”, quem adquirir vai desembolsar US$129, com direito a um controle Stadia na cor Light Blue, Chromecast Ultra, Três meses do Stadia Pro, ter preferência na escolha de um nome dentro da plataforma e o jogo Destiny 2 completo (base+expansões).

Já a versão “Google Stadia Pro”, você pagaria uma mensalidade de US$9,99 e teria acesso a alguns games grátis por mês, mas ainda teria que comprar jogos dentro da plataforma. O Google ainda comentou que pretende expandir a base de jogos grátis nesta modalidade. Aqui você poderá jogar em 4k, 60fps, HDR e som surround 5.1.

Também há planos de lançar uma versão gratuita do Stadia, denominada de “Google Stadia Base”, onde você só teria acesso à plataforma,  tendo que comprar os jogos separadamente, semelhante ao que acontece com a Steam, mas claro, em nuvem A jogatina rolaria em FullHD, 1080p, 60fps e som estéreo. Essa versão tem previsão para 2020.




Bandai Namco: Dragon Ball Xenoverse 2 ;
Bethesda: Doom Eternal+, Doom (2016), Rage 2, The Elder Scrolls Online, Wolfenstein: Youngblood+ ;
Bungie: Destiny 2 ;
Capcom*
Coatsink: Get Packed+ ;
Codemasters: GRID ;
Deep Silver: Metro Exodus ;
Drool: Thumper ;
Electronic Arts*
Giants Software: Farming Simulator 19 ;
Larian Studios: Baldur’s Gate III+ ;
nWay Games: Power Rangers: Battle for the Grid ;
Rockstar*
Sega: Football Manager ;
SNK: Samurai Shodown+ ;
Square Enix: Final Fantasy XV, Tomb Raider Definitive Edition, Rise of the Tomb Raider, Shadow of the Tomb Raider ;
2K: NBA 2K, Borderlands 3+ ;
Tequila Works: Gylt+ ;
Warner Bros: Mortal Kombat 11 ;
THQ: Darksiders: Genesis+ ;
Ubisoft: Assassin’s Creed Odyssey, Just Dance, Tom Clancy’s Ghost Recon Breakpoint+, Tom Clancy’s The Division 2, Trials Rising, The Crew 2 ;

Mais títulos serão anunciados na E3 deste ano (2019). O Google Stadia tem previsão de lançamento oficial em Novembro deste ano. Para acompanhar mais novidades, siga o Twitter oficial do Stadia.

                 

Vale lembrar que o Google Stadia é construído na plataforma Linux + Vulkan + AMD. Isso pode, em algum momento, cedo ou tarde, facilitar a portabilidade de grandes jogos Triple A para Linux e porque não, trazer outras empresas que não sejam do mundo dos jogos, mas isso é a minha humilde opinião (e porque não previsão?? emoji de risada). Não obstante, a própria existência do Stadia, como plataforma agnóstica de sistema operacional, por rodar através do Google Chrome, traria também vários games para Linux.

Não tão distante de você


Tudo bem, o Stadia ainda vai demorar um pouco para chegar ao Brasil, e em termos de “contras”, o maior fator apontado é a latência, que de fato, pode ser um problema, especialmente nos games multiplayers online.

Tanto o preço inicial do Stadia (ainda sem o valor para o Brasil), quando os requisitos de internet para rodar os jogos são muito acessíveis para a maior parte das pessoas aqui no Brasil, é um serviço que, se funcionar como deve, se torna muito mais barato do que comprar consoles ou fazer upgrades constantes do hardware do seu computador para comportar os novos lançamentos. 

O futuro nos dirá o quanto essa premissa funcionará efetivamente, mas não há como negar que, da forma com que a Google apresenta, o Stadia parece ser um bom serviço.

Nós diga aí nos comentários o que achou dessa primeira leva do Stadia e o que você espera do serviço. 

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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G Suíte recebe opção de pagamento em Real

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segunda-feira, 3 de junho de 2019

O Google possui um ferramental bem amplo e completo. Contemplando diversos perfis de usuários o G Suíte é composto de diversas ferramentas como, Documentos, Planilhas, Apresentações, Gmail, Drive, Hangouts, etc.

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A novidade anunciada pelo Google, traz a possibilidade de efetuar o pagamento do serviço com a moeda nacional. Anteriormente era necessário possuir um cartão de créditos internacional e pagar a alíquota de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Além da “roleta russa” que é a taxa de variação cambial do Dólar. Agora os brasileiros poderão utilizar tanto o cartão de créditos nacional, como pagar em boleto bancário. A mudança, segundo o Google, visa auxiliar os seus clientes brasileiros e é totalmente opcional.

A mudança é opcional, e os clientes atuais que quiserem migrar para o pagamento em Reais terão cancelados os planos anuais pagos em dólares americanos, bem como a cobrança de débitos futuros. Se o cliente migrar para o pagamento em Real não terá a opção de voltar a pagar em dólar”, alertou a empresa.

A opção está disponível nas versões Basic, Business, Enterprise e, também, para G Suíte Lite.

Você utiliza o G Suíte? É bom opções que não exijam meios de pagamentos “não acessíveis para todos”.

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Nova plataforma do Google com foco em viagens

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segunda-feira, 27 de maio de 2019

O Google é sem sombra de dúvidas um dos maiores gigantes da tecnologia, a empresa que ganhou o mundo com seu buscador de sites, agora é responsável por inúmeros serviços, indo de email até viagens.

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A nova plataforma do Google agrega todas as suas ferramentas voltadas para viagens em um único serviço, o “Google Travel” (Google Viagens). Agora o usuário poderá encontrar funções que já existem no Google Voos, na busca por hotéis e no Google Trips em um único site. O objetivo da nova plataforma é como sempre tornar mais cômodo a busca por destinos e facilitar todo o processo para o viajante, e o próprio Google deixa isso claro ao declarar: 

Todas essas novidades têm o objetivo de simplificar o planejamento, te ajudando a encontrar rapidamente as informações mais úteis e retomar a pesquisa do ponto onde parou, em qualquer dispositivo. Vamos continuar facilitando a organização e as viagens graças a ferramentas como o Google Maps, a Busca e o Google Viagens. Depois, é só sair e aproveitar o mundo”.

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No Google Viagens você poderá pesquisar por destinos, explorar os principais pontos turísticos, ver reservas em hotéis e até mesmo programar-se comparando passagens e companhias aéreas, além de maior comodidade.

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O Google informou que pretende adicionar novas funções a plataforma conforme seu amadurecimento. Creio que o Google Viagens será mais um case de sucesso da empresa, essa comodidade e facilidade de uso é umas das marcas da empresa. Caso queira experimentar o Google Viagens (que é totalmente gratuito), acesse este link.

E você gostou da nova plataforma? Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus, quem sabe pessoas possam lhe indicar lugares incríveis para viajar.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Falha do Google armazena senhas em simples arquivos de texto

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Parece que as gigantes da tecnologia também sofrem com falhas, afinal, por trás de uma mega empresa existem meros mortais.

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A falha ocorreu devido a um erro, em que o seu sistema de recuperação de senhas ao invés de armazená-las de forma segura, acabou adicionando essas informações de altíssima importância em um simples documento de texto. Tudo ficou armazenado internamente, tal “erro” era algo que vinha ocorrendo desde 2005. Ao menos todos os sistemas foram criptografados, e segundo a empresa, não há “evidências” de algum acesso indevido ou utilização dessas informações.

O problema afetou apenas usuários do serviço G Suíte, e o Google por meio de notificação está informando aos seus clientes que redefina suas senhas, o próprio Google também vem redefinindo automaticamente as senhas.

As contas normais não foram afetadas e para utilizadores do G Suíte, segundo o Google, a falha já foi corrigida.

E você utiliza o G Suíte? Uma falha dessas é algo grave, isso tudo evidencia que todos em algum momento falhamos, e que nada desenvolvido por humanos é 100% seguro.

Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus, até a próxima SISTEMATICAMENTE! 😎

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Novo Mozilla Firefox 67 chega prometendo ser no mínimo 40% mais rápido

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

O Mozilla Firefox se tornou uma opção muito viável na época em que o Internet Explorer “reinava” no quesito navegadores (Browser) e logo tinha se tornado líder nesse segmento. Mas com o lançamento do Google Chrome, ele perdeu espaço e caiu no ranking. Mas hoje está na segunda colocação, só atrás do navegador do Google. Mas a Mozilla quer mudar isso.

Novo Mozilla Firefox 67 chega prometendo ser no mínimo 40% mais rápido







Desde o lançamento da plataforma Quantum, o Mozilla Firefox vem recebendo várias melhorias no desempenho e performance de como carregar as páginas da internet. Além de proteger a privacidade dos seus usuários, com o lançamento de ferramentas complementares, como o Facebook Container, Firefox Monitor e o Firefox Send (esses dois últimos com cobertura aqui no blog). Sendo o foco principal da plataforma Quantum, velocidade, privacidade e segurança.

Algumas novidades da versão 67…


- Priorizar recursos essenciais : Foram priorizados recursos que realmente são necessários para carregar sites como Instagram, Google, Amazon e afins mais rapidamente. Isso graças a modificação de prioridade no setTimeout;

- Suspensão de abas ociosas: Muito comum em quem abre “zilhões” de abas, é notável a queda de performance do pc, além de “lotar” a memória ram. Agora o Firefox detectará quanto de memória RAM ainda você tem sobrando, e se ela chegar aos 400MB, o navegador vai suspender as abas que você não “dá atenção” à muito tempo;

- Navegador personalizado: Para quem personaliza o Firefox com complementos e temas, a nova versão vai melhorar a abertura deles, assim “descartando” processos desnecessários.

          

Confira todas as melhorias e novidades aqui e aqui.

A versão 67 do Mozilla Firefox está disponível para Linux, Windows, macOS e Android. Para a versão de Linux, você pode esperar a sua distro disponibilizar via update, ou baixar através dos pacotes tar.bz2 ou via snap. Se o seu sistema não tem suporte ao Snap, confira este nosso artigo  mostrando como habilitar ele.



Nos meus testes, o novo Mozilla Firefox se comportou muito bem, abrindo sites como YouTube, Facebook, Twitter e Twitch de forma muito mais rápida que a versão anterior e em alguns casos mais rápido que o Google Chrome.

Deixe aí nos comentários, se você já recebeu a nova versão do Firefox e o que está achando.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Huawei e Deepin podem impulsionar o Linux

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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Por um breve período a Huawei foi posta em uma lista negra, e o governo Trump chegou a aconselhar que empresas americanas cortassem relações comerciais com a empresa chinesa. Google, Intel, Qualcomm, Broadcom entre outras gigantes do mundo tecnológico foram ao encontro do conselho do atual governo

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Porém por decisão do Departamento de Comércio dos EUA, uma licença provisória foi concedida à empresa. Licença essa que tem validade até o dia 18 de Agosto. Não ficou claro se haverá prorrogação ou se a Huawei entrará na "lista branca". Entretanto após as declarações da Google impedindo o uso da licença do Android para a fabricante chinesa e caso no futuro a Huawei perca em definitivo esta licença, a mesma teria que bolar soluções que contornam a decisão americana. Para entender toda essa situação, fizemos uma matéria detalhando o caso.

Huawei sem Android, como seria?


A Huawei vem desenvolvendo sua própria solução móvel, chamado de HongMeng OS, não é de conhecimento geral o estado de desenvolvimento de seu sistema. Ou se o substituto do robozinho verde seria baseado no próprio Android, mas sem as tecnologias proprietárias da Google.

huawei-ms-microsoft-windows-linux-HongMeng-OS-Android-Deepin-mobile-desktop-laptop-notebook

É quase certo que a gigante da China já tinha em seus planos, possíveis situações como a atual, afinal a relação entre Estados Unidos e China nunca foram as melhores. Todavia algumas características importantes deveriam ser adotadas em seu novo sistema. Por isso creio que o mesmo seja baseada ou tenha compatibilidade total com aplicações e games do Android, claro sem a necessidade de uma Google Play Store. Essa estratégia poderia manter a empresa firme no mercado, mesmo que fora dos Estados Unidos ou países que fossem influenciados pela decisão do governo americano.

O consumidor "comum não quer saber" se o sistema é X ou Y. O que na realidade importa para as massas são os apps. E caso o HongMeng OS, sistema em desenvolvimento da Huawei, atenda esses requisitos a empresa continuará "no jogo". Caso contrário, já temos alguns exemplos como o Windows Phone e Ubuntu Phone que demonstram os possíveis destinos.

Huawei sem Windows, como seria?


Outra possibilidade é a exclusão da Huawei no hall de parceiros da Microsoft. A gigante de Redmond poderia seguir os mesmos passos da Google, e caso a licença não seja renovado após 18 de Agosto, a Huawei seria impossibilitada de embutir o Windows em seus notebooks e equipamentos (o laptop da Huawei a MS já retirou de sua store, sobre o Windows ainda continua um mistério). Obviamente que a chinesa poderia utilizar-se de outro parceiro, todavia o custo de seus equipamentos seria muito mais elevado, ocasionando consequências em sua posição no mercado. E qual outra solução? (Sei que está esperando isso, desde quando começou a ler 😁😋😇). Provavelmente o mesmo plano que a empresa planeja ao Android, uma outra alternativa (claro que a Huawei poderia embarcar seus computadores com o HongMeng OS, unificando toda plataforma, mas perceba que ficariam limitados quando o assunto é “software e games para desktop”).

Ao se falar de alternativas ao Windows, não seria cabível imaginar que a Huawei conseguiria desenvolver um sistema desktop, compatível com diversos softwares do mercado em poucos anos. Na realidade é loucura e muita ingenuidade acreditar que um sistema operacional é desenvolvido de um dia para o outro. Então, não seria de se espantar a empresa começar a investir em um sistema baseado no kernel Linux. Talvez seja até isso um dos pontapés iniciais para a popularização do Linux nos desktops. Uma realidade não tão distante e que com o marketing certo a empresa poderia contornar a situação, sem necessariamente depender do Windows. Indo além, sua autonomia poderia ser maior ao não depender de outras empresas e quem sabe desenvolver sua própria distribuição. 

Uma tarefa não tão simples e que poderia custar muito mais que pagar licenças de “redistribuidores” do Windows. No entanto existe outra maneira, uma parceria com outra empresa chinesa a Wuhan Deepin Technology.

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Linux promovido através do Deepin


Aqui no Diolinux sempre "batemos na mesma tecla", falta marketing no Linux. Não falamos no aspecto de servidores e internet das coisas (IoT), e sim desktop, games e no uso do cotidiano. A Dell é uma grande empresa que oferece o Linux, através do Ubuntu como alternativa. Todavia, o seu foco continua sendo o Windows e na realidade não existe nenhuma empresa que possua um alcance mundial impulsionando massivamente o Linux nos desktops.

Talvez a Huawei poderia ser essa empresa, com seu domínio em diversas áreas e um mercado relativamente abrangente com seus notebooks, o Linux pode ser conhecido e usado por mais pessoas. Desenvolver um sistema não é algo barato e rápido, logo uma parceira chinesa poderia ser uma poderosa aliada, e a empresa por trás do Deepin pode ser a resposta. Com todo esse transtorno com o governo americano, é plausível pensar que uma das melhores escolhas seria uma empresa de seu próprio país. A Wuhan Deepin Technology, empresa responsável pela distribuição Deepin, tem alguns anos no mercado, um software atraente e funcional, podendo chamar atenção da gigante Huawei.

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Com uma empresa que possua experiência no desenvolvimento de sistemas Linux, a Huawei possivelmente firmaria algum acordo e disponibilizaria o Deepin em seus equipamentos, ou quem sabe compraria a Wuhan Deepin Technology. Convenhamos que a distribuição chinesa atrai os olhos e consumidores são fisgados "pela luxúria" em primeiro momento. E quanto aos problemas existentes no Deepin? Nada que uma boa grana injetada não possa resolver (ou amenizar) e isso não é empecilho para empresa.

Será que o Deepin tornará o Linux popular nos desktops? Afinal o mercado chinês é um dos maiores e que mais cresce no mundo. Muitos esperam do Ubuntu ou ChromeOS tal façanha, talvez o “pequenino” chinês faça história, você gostando ou não. Se ele seria adotado maciçamente em outros países, aí já é outra história. Talvez ele impulsione o Linux nos desktops, retirando o preconceito da cabeça de muitos consumidores ou mostrando que existem outras alternativas. 

E você o que pensa sobre esse assunto? Que tal continuá-lo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera por lá é bem educada. E creio que você também é (aqui nos comentários).

Até o próximo post, que o assunto hoje rendeu (😁😁😁), seja complacente com a opinião alheia e como sempre te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Huawei e seu relacionamento complicado com os EUA

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segunda-feira, 20 de maio de 2019


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Diversas empresas estrangeiras foram afetadas, gigantes como a Chinesa Huawei "ficaram impedidas" de atender o mercado americano. A decisão do atual governo dos Estados Unidos tem como uma das medidas evitar a espionagem de outros países, e todo mundo sabe que os americanos e chineses não têm uma relação tão "amorosa". O governo americano suspeitava que a Huawei era uma boa amiga da China e sedia informações de seus usuários para espionagem chinesa. Tais alegações foram negadas pela empresa. Em uma medida de última hora o Departamento de Comércio dos EUA, concede provisoriamente uma licença geral de comercialização de produtos e serviços que eventualmente a Huawei ofereça no país.  Tal "carta branca" tem validade até 19 de Agosto. 

A Huawei é a maior empresa de telecomunicações na China e uma das maiores do mundo. Seu comércio é (até o momento) forte em países como os Estados unidos, graças a ela tecnologias como o 5G estavam a pleno vapor. Agora parece que os EUA terão perdas significativas quando se trata desta tecnologia, podendo atrasar a implementação do 5G no país ou quem sabe inviabilizá-lo. Um dos objetivos da empresa era ultrapassar a atual líder de vendas de smartphones em 2020, Samsung, mas com essa nova barreira, parece que a meta não será tão simples. Pois mesmo com a nova licença provisória seu futuro em solo americano é incerto.

Nada de Intel, Qualcomm e Google?


Responsável por produzir chips para seus equipamentos, a Intel e Qualcomm aderiram a decisão do governo e cortou relações com a empresa chinesa. Entretanto a Huawei parecia estar esperando tal decisão governamental. Conhecida por armazenar estoques de chips sediados em parceiros nos EUA, a Huawei veio durante anos desenvolvendo tecnologias que não obrigasse sua total dependência da Qualcomm com seu Snapdragon e Intel, a exemplo dos seus chips criados com o HiSilicon Kirin. Não apenas a Qualcomm e Intel cortaram relações com a Huawei, a Google retirou seu direito de uso do Android e baniu a empresa da Google Play Store. Com a nova decisão e licença oferecida pelo Departamento de Comércio dos EUA, as empresas voltam seus negócios com a Huawei. A medida provisória visa não impactar a infraestrutura do país e ocasionar transtornos aos usuários. A questão que fica é se haverá prorrogação, ou se a empresa passará a ser "barrada" novamente com o término da licença.

Huawei sem Android, ao menos como era


Depois do dia 19 de Agosto a Huawei pode ficar impossibilitada de embarcar seus aparelhos com o Android "convencional”, por conta de não obter a "prorrogação" do licenciamento de comércio com os EUA, então a empresa poderia seguir dois possíveis caminhos: Utilizar a versão Open Source do Android, sem as tecnologias proprietárias da Google ou desenvolver seu próprio sistema.

Parece que a segunda opção será a adotada pela chinesa, com seu sistema em desenvolvimento HongMeng OS, parece ser questão de tempo para a empresa não necessitar do Android. Com loja de apps própria, o HongMeng OS virá embarcado em seus aparelhos. Não ficou claro se o mesmo é desenvolvido do zero, ou baseia-se no Android. Apenas posso julgar que caso o sistema não rode aplicações Android, o fracasso da empresa é eminente, temos o Windows Phone como exemplo. Se o HongMeng OS conseguir rodar games e apps Android, sua adoção por parte dos usuários pode não ser tão afetada. Lembrando que na China diversos apps e sites são bloqueados, e mesmo sem uma Google Play Store a Huawei conseguiria muito bem manter seus novos aparelhos. Afinal os usuários estão mais preocupados com os jogos e aplicativos (falo do público leigo, obviamente).

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Vale ressaltar que a Huawei também comercializa notebooks e equipamentos que são embarcados com o Windows, e após a data da licença a MS poderia cortar relações com a empresa. Será que veremos notebooks da Huawei com Deepin? Logo que a distribuição também é chinesa, e possivelmente seus equipamentos não viriam mais com Windows, caso adefinitivamete a mesma fosse impedida de ter algum vínculo com os Estados Unidos

Para donos de aparelhos Huawei


A Google informou que donos de aparelhos Huawei, lançados antes do ocorrido, que acessam a Play Store, não serão impedidos de receberem atualizações de segurança ou melhoria de seus smartphones. A instalação de apps continuará sem problema algum. Os equipamentos também funcionarão normalmente nos Estados Unidos. Agora cabe saber se essa licença será provisória ou se o governo poderá "adicionar num futuro a Huawei na lista branca", só o desenrolar dessa história poderá dizer. Mas que fique claro que o intuito desta licença provisória  não é apaziguar a situação ou "aliviar para o lado da Huawei". Ao que parece, o governo americano percebeu que tal medida, ao menos no momento é incabível e os danos seriam extremos. Inclusive existiam rumores de falhas severas na infraestrutura da rede americana. 

O que você acha desta situação? Parece que estamos em uma "nova guerra fria", desta vez utilizando a tecnologia e economia como armas (nada de corrida espacial). Sobreviverá quem permanecer firme, mesmo em meio às mudanças do mercado (mudanças essas totalmente "artificiais").

Não curto esse controle, sei que pode haver espionagem, todavia parece que os EUA também não cometem esse tipo de crime (😏😏😏). É algo complicado, e que deixo essa "bucha" para vocês, então continuem esse papo em nosso fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, sem brigas nos comentários hein! Sejamos complacentes com a opinião alheia.

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Mark Shuttleworth: "...A comunidade ficou com raiva de ambos Unity"

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

O então CEO da Canonical e criador do Ubuntu, Mark Shuttleworth, através de uma entrevista para o canal “TFiR: Open Source & Emerging Technologies” expôs sua opinião sobre diversos assuntos relacionados ao Ubuntu e consequentemente ao mundo Linux. Então saiba o que pensa Shuttleworth…

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Mark é conhecido por ter opiniões “fortes” e plenas convicções em sua forma de pensar, algo que aprecio, porém pensar “fora da caixinha” ou ser enfático em algo pode gerar situações não tão agradáveis, ainda mais quando lidamos com seres humanos. Logo abaixo você verá as partes que mais me chamaram atenção, da breve entrevista.

Porque o desktop Linux/Ubuntu falhou?


Esse é basicamente um dos questionamentos feitos à Mark e o mesmo fala sobre a dificuldade de enfrentar um público tão exigente, composto em sua maioria por desenvolvedores de software. Mas porque é difícil agradar aos usuários Linux? Parece que isso está relacionado a maleabilidade e poder que o Linux acaba dando aos usuários que é “um público que gosta de mudar as coisas, têm suas próprias opiniões e não quer o mesmo que os outros”, diz ele. Ainda sobre o mesmo assunto, Mark afirma que não adianta argumentar e dizer que por exemplo: “esta é a melhor mesa”, pois a resposta será algo como: “não é a melhor para mim”. Realmente devido a pluralidade de escolhas nós usuários de Linux, acabamos customizando/adaptando o sistema ao nosso uso, entretanto mesmo que sejamos criteriosos não vejo isso como um real impedimento. Afinal, todo usuário consciente tem dentro de si um bom senso do que é bom para um todo. Ao menos eu sou assim e você também pensa assim? (❔❓❔) 

Sobre o Unity, Shuttleworth diz ter aprendido a lição: “Eu achava que estávamos fazendo um trabalho realmente bom, um ótimo trabalho, mas as pessoas não gostavam de ser pressionadas, então agora eu penso em dar suporte ao GNOME, KDE, MATE; e dar aos desenvolvedores a liberdade de escolher o que quiserem”.

Outra descoberta é saber que Shuttleworth gosta bastante do Chrome OS, e acredita que o “não sucesso do Linux nos desktops” foi devido “...não inventamos nada no desktop Linux que foi muito avançado em seu tempo” ao contrário da Google com sua distro Linux. “Eu amo o que os caras do Chrome OS fazem , porque é essencialmente uma visão futurista do desktop como uma extensão da web, e é por isso que eles merecem seu sucesso, porque estavam dispostos a criar algo que não existia em um mundo onde para maioria das pessoas a área de trabalho é algo que se parece com o Windows”. E “Na comunidade de software livre, só nos permitimos falar sobre coisas que se parecem com algo que já existe e estamos nos definindo como uma série de bifurcações e fragmentações ", diz ele. 

O “engraçado” deste último comentário de Mark, é que isso se parece muito com o atual posicionamento da Canonical, dá para perceber que ele ainda sente “um aperto no peito” por ter “abandonado” a ideia de convergência no Ubuntu. Isso evidencia-se num trecho da entrevista, logo após falar que a comunidade não se permite coisas novas: "Foi algo que achei muito difícil com o Unity, porque pensei que articulamos uma visão de convergência ... e creio que acontecerá; E que o iOS e o Mac vão convergir. Estávamos dez anos à frente, mas a comunidade não nos deixou fazer isso, o que é loucura".


Mas o que acho interessante é que a comunidade ficou com raiva de ambos Unity. E não entendo esse comportamento”.

Talvez eu (HenriqueAD) estivesse em uma bolha, porém mesmo ouvindo reclamações sobre o Unity, num aspecto geral sempre o vi como “a cara do Ubuntu”. Sei que fora do mundo Linux, o Unity era algo que chamava a atenção, ele foi justamente um dos motivos de me aproximar do Ubuntu. Outro aspecto é que de fato a comunidade criticava fortemente o projeto do Unity 8, todavia a Canonical “deu alguns motivos”, justamente por adiar várias vezes o seu lançamento, criando uma desconfiança sobre o quão maduro e bom seria a interface. Não esqueçamos que o Unity 8 nos foi “vendido” como algo revolucionário, a tão “endeusada” convergência. 

Entendo que deve ser difícil trabalhar em algo e pessoas criticarem o tempo todo, só que damos tanto peso as críticas que abafamos os elogios. E no meu ponto de vista esse foi o erro de Mark, claro que seus esforços no desenvolvimento do Unity 8 e Ubuntu Phone estavam criando um rombo nos cofres da empresa. Me parece que ele esperava maior engajamento da comunidade e no desenvolvimento, que abraçassem a ideia, talvez isso teria evitado “o rio de dinheiro desperdiçado no projeto”. Alegar que “a comunidade não nos deixou fazer isso” é algo muito forte. Nem sempre ideias boas são abraçadas pelas massas, mas afirmar que a “culpa” foi da comunidade, me soa muito estranho.

Linux e sua fragmentação


Ao ser questionado sobre a fragmentação no desktop Linux, de projetos que são “teoricamente” redundantes, que apenas um seria necessário (Snap, Flatpak e AppImage são exemplos citados), Shuttleworth respondeu: “Creio que uma das grandes coisas no Linux e software livre é que ela atrai pessoas que querem ser diferentes , que querem mudar as coisas. Isso é genial, é um grupo incrivelmente engenhoso, mas torna um pouco difícil conseguir o que você está pedindo, para criar algo que funcione para todos”.

Outra pergunta feita a Mark, foi sobre a imensidão de distribuições Linux, e se apenas uma não seria melhor. O criador do Ubuntu logo respondeu que isso só seria possível se o Linux tivesse sido de código fechado, e não seria de fato Linux. 

Muitas pessoas “não param para refletir” o quanto é caro desenvolver o Linux, que ele só foi possível como é hoje, graças aos milhões de dólares de diversas empresas envolvidas, desenvolvedores e a comunidade. Sem isso até poderia existir algo semelhante, mas não tão gigantesco e dominando diversos setores e mercados como o pinguim. Seu “aparente fracasso” apenas foi no desktop, e como tudo, tendemos a olhar apenas o “lado mais fraco” de determinada coisa ou situação.

Logo abaixo está a entrevista em inglês, com Mark Shuttleworth.


E você o que achou sobre a entrevista? Continue esse assunto em nosso fórum

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