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Google embarca na onda de assinatura de apps no Android

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

A plataforma Android está prestes a receber uma enorme mudança de paradigmas, um comportamento semelhante a serviços, como: Spotify, Netflix e o “aluguel” de livros da Amazon. Já pensou em utilizar os apps do Android sem propagandas, sem a necessidade de comprá-los, sem microtransações dentro do app e tudo isso de forma legal?

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“Está quase na hora ⏲️ Google Play Pass em breve”, é o que diz o anúncio oficial do Google em seu Twitter:


Nenhum detalhe a respeito do serviço foi informado, mas desde Julho o Google vem desenvolvendo o serviço. Graças a comunidade de desenvolvedores de software mobile XDA e prints de participantes dos testes, sabemos do que se trata o Play Pass. Essa nova investida da empresa pode ser uma enorme mudança no mercado Android.

O Play Pass permitirá que usuários paguem uma mensalidade e tenha um vasto catálogo de apps Android. Nada de compras, propagandas ou microtransações (obviamente, que os usuários poderão comprar apps, mas os apps pagos inclusos no serviço, poderão ser utilizados sem essa obrigatoriedade). Em algumas prints, obtidas com exclusividade pelo site Android Police, podemos observar mais detalhes.

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Ao menos nos testes iniciais o valor proposto na mensalidade era de US$ 4.99 (aproximadamente R$ 20,55 em uma conversão direta). Claro que esses preços podem mudar em seu lançamento oficial e não sabemos se haverá disponibilidade no Brasil, em um primeiro momento. Após obter as capturas de tela, o pessoal do Android Police entrou em contato com um porta-voz do Google que confirmou na época que estavam testando o Play Pass.

Claramente o serviço é inspirado no Apple Arcade, sistema de assinatura da sua concorrente direta, a Apple. No entanto, o Apple Arcade planeja ter jogos exclusivos dos principais desenvolvedores, enquanto no caso do Play Pass não temos nenhuma informação. Apenas que apps e jogos serão incluídos (exclusivos? Talvez). 

Será que a assinatura de aplicativos, nos moldes de um Spotify e Netflix da vida se tornará o padrão de mercado? Não se esqueça que o Google Stadia pretende fazer algo semelhante com os games. Agora resta saber se o valor será em conta para nós brasileiros, quando o serviço for lançado e disponibilizado para outros países.

Você pagaria uma mensalidade para utilizar apps sem precisar comprá-los ou ver propagandas? Se o Play Pass possuir jogos, no meu ponto de vista, pode ser muito interessante. Afinal, microtransações é algo que não curto ( você acaba gastando horrores… “de grão em grão a galinha enche o papo” e esvazia minha carteira 😁️😁️😁️).

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Cansado do Google? Conheça o buscador DuckDuckGo

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A gigante das buscas domina em diversos setores da tecnologia, seja com o Android, Youtube, seu browser ou até mesmo o que lhe fez ser tão bem sucedida, seu buscador Google.

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Na era digital parece que privacidade é um termo inexistente, nem sempre a comodidade e a privacidade andam lado a lado. Alguns podem estar pensando, mas existe o modo anônimo, sinto muito em lhe informar que isso não impede a coleta de dados. Você já fez uma simples busca de um produto em seu smartphone, e do nada produtos equivalentes passaram a brotar em outros lugares? Minha esposa brincou esses dias comentando que estava sendo perseguida, pois, ao pesquisar um produto em específico, as propagandas começaram a pular em redes sociais, aplicativos ou qualquer outro site (no PC e no smartphone).

Cerca de 75% dos sites contém algum rastreador do Google, acompanhando tudo o que você procura e o Google analisa quais sites você acessa, para depois segmentar publicidade conforme seu perfil, navegação e utilização. Outro detalhe é que seus dados permanecem no Google indefinidamente, talvez nem sempre isso seja interessante (já parou para avaliar? 🤔️🤔️🤔️).


DuckDuckGo o buscador que não registra seus dados


Lançado em 25 de Setembro de 2008, pelo jovem empreendedor americano Gabriel Weinberg, o DuckDuckGo almeja ser uma alternativa segura e com o mais alto nível de privacidade possível para um buscador. Como os demais buscadores, o DuckDuckGo mostra resultados de notícias, imagens, vídeos e tem “caixas” exclusivas para informações da Wikipedia e outros recursos.


Para fazer suas pesquisas, sem a coleta de dados, acesse o site “DuckDuckGo.com” e tenha mais privacidade. 

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DuckDuckGo no Android


Você poderá utilizar normalmente o site do DuckDuckGo em todos seus dispositivos, entretanto, no Android utilizo o “DuckDuckGo Privacy Browser” e faço minhas pesquisas normalmente.

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Ter privacidade ao navegar na internet não é algo comum, e no mundo atual às vezes ceder informações é sinônimo de comodidade. Sei bem que privacidade total é quase uma utopia em pleno século XXI, esse artigo não tem por intuito induzir os leitores a acreditarem que apenas usando o DuckDuckGO sua privacidade será total. Lembre-se, não adianta querer total privacidade e acessar redes sociais, comprar online, consumir conteúdo por streaming entre outras práticas. Conforme disse anteriormente, reveja quais dados são mais importantes e se realmente tudo deve ser oferecido a empresas ou plataformas. Todavia, situações desagradáveis de “perseguição por publicidade” podem ser evitadas ao utilizar o DuckDuckGo.

Equilíbrio é a chave do sucesso.

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Google Assistente com novidades

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sábado, 7 de setembro de 2019

Foi anunciado na IFA 2019 (Internationale Funkausstellung Berlin, “abrasileirando” seria mais ou menos, como Festival do Rádio de Berlim), que é a maior feira de eletrônicos da Europa, novas funcionalidades do Google Assistente. Confira os detalhes a seguir.

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Marcando presença em uma das maiores feiras de produtos eletrônicos e eletrodomésticos, o Google destacou funcionalidades extras de seu assistente pessoal, parceiros e fabricantes aliados que embarcariam a tecnologia em seus produtos, como smartphones, Smart TVs, caixas de som inteligente, fones de ouvido, etc.

Além de novos dispositivos com o Google Assistente instalado, proporcionando maior interação com os equipamentos conectados. Um recurso chamado “Modo Ambiente” permitirá novas maneiras de se relacionar com o assistente. Quando o aparelho estiver carregando, notificações e lembretes poderão ser visualizados e outras interações são possíveis, por exemplo, iniciar uma lista de reprodução e o controle de outros gadgets conectados na casa a partir da tela.

O Modo Ambiente proporciona que o smartphone possa se transformar em um porta-retratos digital conectado ao Google Fotos, basta não utilizar o aparelho (e obviamente ter a função habilitada). Esse pequeno detalhe com certeza agradará usuários, principalmente quem comprava porta-retratos digitais caríssimos. No momento alguns aparelhos contarão com a novidade, todos apresentados na IFA 2019. Mas creio que seja questão de tempo para outros Androids usarem o recurso.

Usuários do WhatsApp, também ganharam novidades. Através do Google Assistente chamadas de áudio e vídeo em viva-voz poderão ser realizadas no WhatsApp Android. Inicialmente apenas o idioma inglês está disponível.

Muito mais novidades acompanham o Google Assistente, algumas atreladas a hardwares específicos e outras que aparentam chegar em pouco tempo à todos os aparelhos Android.

Você usa o Google Assistente? Particularmente costumo fazer umas perguntas, e até brincar um pouco ou dar início a uma busca.

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Fonte: Discovery.
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Dell e Google fecham parceria para a área empresarial

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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

O Google fechou mais uma parceria recente para diversificar o seu portfólio de produtos. Agora “atacando” o terreno dominado pela Microsoft com o Windows.

Dell e Google fecham parceria para a área empresarial






O Google é um gigante da tecnologia e isso ninguém dúvida, tendo produtos como YouTube, Waze, Google Maps, Gmail, GDrive, G Suits entre outros. Agora ele quer abocanhar mais uma fatia, o setor empresarial. Para isso, fechou uma parceria com a Dell e assim lançar dois modelos de Chromebook Enterprise, o Dell Latitude 5400 e Dell Latitude 5300 2-in-1. 

O primeiro custando US$699 (cerca de R$2.900,00) e o segundo custando US$819 (cerca de R$3.400,00). Ambos vindo com Core i7 de 8.ª geração, 32 GB de memória RAM e 1 TB de SSD para armazenamento, USB-C e o Dell ProSupport 24/7.



Conforme entrevista ao site The Verge, John Solomon, vice-presidente do Google Chrome OS no Google, a Dell não vai ser “exclusiva” e que eles vão querer o sistema do Google embarcado (OEM) em mais fabricantes, como Lenovo e HP por exemplo.

"Estamos lançando com a Dell primeiro ... mas no futuro voltaremos a fazer isso de forma mais ampla com o ecossistema. Enterprise é mais uma maratona do que um “tiro curto” (sprint). Para o Google, este é um momento chave para realmente mostrarmos que estamos falando sério sobre o ramo Enterprise. Este não é apenas um projeto que "bem, você sabe que é como um experimento, vamos ver como é." Este é um compromisso a longo prazo e sério.”




Vale mencionar, que os novos Chromebooks poderão rodar aplicativos Linux, como noticiamos nesta matéria.

Será que começaremos a ver uma popularização do Linux, através do Chrome OS, assim trazendo mais público para o “Mundo do Pinguim”? Como o Linus Torvalds comentou em uma entrevista recente? Se eu fosse apostar uma “paçoquita e uma guaraná dollynho”, creio que isso será só o começo e se “deslanchar” rápido no meio empresarial, pode chegar ao usuário doméstico bem rápido. Mas só o tempo dirá. Infelizmente não deram prazo para chegarem ao Brasil.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Malware espião encontrado na Google play

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Recentemente a empresa de segurança ESET, anunciou ter descoberto uma aplicação na Google Play que burlou as medidas de segurança. A Google estipula um conjunto de regras para aceitar um app na loja do Android. Além de um processo automático de segurança para identificar possíveis irregularidades.

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Nem tudo é perfeito, mesmo com toda segurança que uma plataforma possa garantir, ter um app da Google Play não é sinal de estar livre de desenvolvedores mal-intencionados. O aplicativo de nome Radio Balouch, conhecido por RB Music, funcionava como um tipo de transmissor de rádio.

Com todos os seus recursos funcionais, o app continha uma funcionalidade oculta que visava roubar os dados pessoais de seus usuários. A ESET observou que na loja existiam duas versões do app, ambos com mais de 100 instalações e com o spyware embutido. Um número relativamente pequeno, ao se considerar a base gigantesca de usuários do robozinho verde, mas que não deixa de ser preocupante.

A empresa alertou a Google e rapidamente o aplicativo foi removido da loja.

Outro caso curioso ocorreu há pouco tempo. Um app com uma nova técnica que burlava as restrições do uso de permissões de SMS e registro de chamadas, imposta pela Google em Março deste ano, e roubava dados pessoais dos usuários enganando os mecanismos de autenticação de dois fatores baseados em SMS. 

A ESET também notificou a Google que tomou as devidas ações. 

Embora a recomendação para baixar aplicativos de fontes oficiais seja mantida, isso também não garante total segurança. Portanto, é recomendável que os usuários analisem cada aplicativo que pretendem instalar em seus dispositivos e não concedam permissões ou funções desnecessárias. Além disso, sempre use uma solução de segurança para o celular”, afirma Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa do ESET América Latina.

Assim, ao instalar uma app em seu Android, além de preferir apps da loja da Google, verifique e pesquise um pouco sobre aquele desenvolvedor. Tenha em mente que aplicações com alto índice de avaliações, somados a milhares de downloads, pode ser uma característica interessante na hora da decisão (entre uma alternativa não tão popular). Obviamente, que isso não garante total segurança, mas já é um plus. Se uma empresa com toda infraestrutura da Google, não é imune a trapaças, imagine aquele APK baixado no “submundo da internet” (😁️😁️😁️).

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Até o próximo post, e cuidado com essa Android, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: ESET, Discovery.
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Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Para quem acompanha o cenário Linux “tupiniquim”, já ouviu falar da distro BigLinux, que é muito tradicional no meio de TI e que já foi a distro de entrada de muita gente no mundo Linux.

Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04






Como tudo no mundo da tecnologia, temos evoluções e com o BigLinux não poderia ser diferente. Eis que em 2019, a distro volta com tudo e reformulada. A última versão tinha sido a 7.10 e lançada em 2017.  

A reformulação da distro

Primeira coisa que foi feita pelo pessoal do BigLinux, foi encontrar a base do sistema, e a escolhida foi o Ubuntu 19.04 e pretendem estabilizar no Ubuntu 20.04 LTS. Isso é muito bom, pois “vai pegar” as melhorias que vêm sendo implementadas pelo Ubuntu, como os drivers de vídeos recentes, Kernels e melhorias em geral.

Depois vem a escolha do Desktop Environment (DE), que antes eram usados o Cinnamon e a DE do Deepin. Depois de muitos testes, foi escolhido que seria melhor voltar para o KDE e implementar o LXQT.

Outras novidades apresentadas nesta versão 19.04 do BigLinux são:

● 30 webapps, entre eles Whatsapp, Telegram, Netflix, Spotify, Deezer, Prime Vídeo, Google Maps, Youtube, Twitter, Skype, Waze, TuneIn, Messenger, que ao todo não chegam perto de consumir 1 MB de armazenamento;



● Sistema de Arquivos Btrfs, que já vem configurado para criar pontos de restauração de até 7 dias (snapshots ou backups). Por padrão esse recurso funciona apenas para arquivos do sistema, não mantendo cópias dos arquivos da pasta do seu usuário, ou seja, a pasta /home, mas, se você preferir, pode alterar a opção em “Snapshots e backups”;

● Três (3) temas pré-configurados:  Arc, Adapta e Dark;



● Editor de Imagens GIMP, já com o GMIC e o PhotoGimp (criação Diolinux) instalados por padrão;



● Outra possibilidade, é poder escolher entre o Kernel “normal” (Generic, o mesmo usado pelo Ubuntu, por exemplo) ou o Kernel Xanmod, que conta com algumas melhorias.

Às versões dos principais programas são:

● Kernel Generic 5.0.0-25.26;
● Kernel Xanmod 5.2.8-8;
● KDE Frameworks 5.60.0;
● KDE Plasma 5.16.4;
● LibreOffice 6.3.0;
● GIMP 2.10.8;
● Firefox 68.0.2;
● Chromium 76
● Mesa Driver 19.0.9
● Suporte para Snap e Flatpak na loja de aplicativos.

Configuração mínima
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 2 GB de memória RAM
- 8 GB de espaço de armazenamento

Configuração recomendada
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 4 GB ou mais de memória RAM
- 40 GB ou mais de espaço de armazenamento

Para baixar a nova versão do BigLinux, basta acessar este link.

Muito bom ver uma distro tão querida retomando “os trabalhos” com “gás total” e trazendo um produto de qualidade, como o pessoal do BigLinux está fazendo. Espero que continue por muitos anos 😁.

Nós diga aí nos comentários, o que achou dessa versão nova do BigLinux.

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5 Apps para gerenciar seus arquivos no Android

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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Gerenciar arquivos no Android nunca foi tão fácil, é comum se perder em meio a tantos documentos, músicas, fotos, apks entre outros. Por isso selecionei 5 ótimas soluções para gerenciar os arquivos de seu aparelho.

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O Android é repleto de apps, porém, nem sempre esses aplicativos cumprem o que prometem ou atendem todos os públicos. Alguns programas embutidos pelas fabricantes se enquadram nessa situação. Caso esse seja a sua realidade, ou apenas queira algo novo, irei abordar resumidamente 5 alternativas e recomendo que teste cada uma e veja qual lhe agrada mais. Irei começar conforme a nota destes programas na Google Play (no máximo 5 estrelas), mesmo tendo o meu favorito, tentarei ser imparcial.

1.º File Manager by Xiaomi: Explorador de arquivos (Xiaomi Inc)


O gerenciador de arquivos da empresa chinesa Xiaomi é um dos melhores apps desta categoria, com uma nota bem alta de 4,8 o programa possui características interessantíssimas, algumas são:

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  • Recentes: Na qual o app indica os arquivos que você manipulou recentemente;
  • Categorias: Os arquivos são organizados conforme seu formato;
  • Armazenamento: O app lhe informa detalhadamente quais arquivos estão consumindo espaço e lhe dá a opção de gerenciamento de todas as pastas de seu dispositivo;
  • Limpeza: A possibilidade de liberar espaço de armazenamento apagando o cache de arquivos obsoletos;
  • Mi Drop (ShareMe): Compartilhe arquivos com amigos muito mais rápido, sem necessidade do Bluetooth ou conexão com a internet;
  • FTP: Para conectar seu dispositivo ao computador e transferir arquivos (algo relativamente simples no Ubuntu);
  • Pesquisa Global: Digite palavras-chave e encontre arquivos;
  • Compactação de arquivos: Comprima e descompacte arquivos em 7Z/RAR;
  • Gerenciamento de arquivos em lote: Selecione vários arquivos para mesma operação;
  • Integração com a nuvem: Compatibilidade com o Google Drive;
  • E muito mais. 

O app tem um tamanho de 18 MB, requer Android 4.4 ou superior, tendo mais de 100.000.000 downloads.


2.º Gerenciador de arquivos (Flashlight + Clock)


O segundo app de nossa lista também tem uma nota altíssima, sendo 4,8 num total de 5 estrelas. Seu visual pode não agradar a todos, entretanto, a ferramenta é bem poderosa e versátil. Veja algumas de suas funcionalidades:

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  • Armazenamento principal: Gerencie todos os arquivos e pastas no armazenamento de seu Android;
  • Cartão SD: O gerenciamento não é limitado a memória interna, sendo possível no cartão SD, algo que nem todo gerenciador consegue fazer;
  • Gerenciamento de diversos formatos: Seja música, vídeo, imagem, apks, documentos, entre outros. Você poderá gerenciar e pré visualizar muitos tipos de arquivos em seu dispositivo;
  • Controle sobre os Apps: Um recurso bem prático, é poder ver de forma resumida várias informações sobre apps instalados. Sendo possível excluir o cache destes apps, como os próprios aplicativos.
  • Backup de dados: Além de excluir os dados e caches de aplicativos, o backup também pode ser realizado;
  • Novos arquivos: A cada download ou realocação de arquivos o app lhe ajudará identificando esses novos arquivos;
  • Integração com a nuvem: Acesse seu armazenamento em nuvem de diversos serviços, como DropBox ou Google Drive;
  • Acesso remoto: Você pode utilizar o FTP para acessar seu computador ou até NAS;
  • E muito mais.

O app tem um tamanho de 6,3 MB, requer Android 4.0.3 ou superior, tendo mais de 100.000.000 downloads.


3.º Files da Google (Google LLC)


O aplicativo da Google tem como slogan “libere espaço no seu celular”, com uma nota de 4,6 a solução da empresa é bem completa e não perde para seus concorrentes. Os principais recursos são:

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  • Mais espaço: Libere de forma simples e rápida o espaço de seu armazenamento no Android, descartando arquivos obsoletos;
  • Análise de armazenamento: Utilize o Files para verificar o espaço restante no armazenamento interno ou SD, e transfira arquivos de um para o outro se necessário. Além de um limpador integrado para facilitar essa tarefa;
  • Otimização e avisos integrados: O app garante maior desempenho notificando você cada vez que um espaço pré determinado de armazenamento seja alcançado, assim seu smartphone Android nunca trabalhará no limite;
  • Recomendações inteligentes: Esse recurso apreende conforme você vai utilizando o Files e sugere quais arquivos apagar;
  • Pesquisa rápida: Com diversos filtros, encontrar seus arquivos será bem mais simples e rápido;
  • Gerenciamento por categorias: O app de forma inteligente categoriza seus arquivos, facilitando durante ações, como: compartilhar esses arquivos, copiá-los entre outras tarefas cotidianas;
  • Compartilhamento de arquivos: Sem a necessidade de Bluetooth ou internet, compartilhe seus arquivos para outro aparelho de forma rápida e intuitiva (todo procedimento é criptografado, aumentando a segurança);
  • Integração com a nuvem: Faça backup no Google Drive e escolha quais arquivos devem ser sincronizados ou não;
  • E muito mais.

O app tem um tamanho de 12 MB, requer Android 5.0 ou superior, tendo mais de 100.000.000 downloads.


4.º Organizador de Arquivos Astro (Metago)


O Astro tem um visual bem agradável e muitas funcionalidades. No passado sua nota era bem superior, entretanto, com o passar do ano caiu no ranking de avaliação da Google Play. Atualmente sua nota de avaliação dos usuários está em 4,5. Veja alguns de seus recursos:

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  • Gerenciamento de arquivos: Com o Astro será possível gerenciar os arquivos da memória interna e do cartão SD;
  • Compartilhamento: Possuindo diversos protocolos de compartilhamento, o Astro pode ser uma alternativa bem versátil. O app tem suporte ao FTP, SFTP e rede SMB (Samba);
  • Integração com a nuvem: Conecte diversos serviços de armazenamento em nuvem e sincronize com seus arquivos;
  • Gerenciador multimídia: Esse recurso lhe permite classificar, categorizar e organizar seus arquivos;
  • Descompactador: Comprima ou descompacte arquivos nos formatos ZIP e RAR;
  • Gestor de apps: Exclua apps, mova para memória de seu SD, mova para nuvem, apague arquivos obsoletos entre outras funcionalidades;
  • Analisador de armazenamento: O Astro é capaz de analisar o uso do espaço e aponta apps não utilizados. Dando a possibilidade de remover arquivos não utilizados ou compactá-los para economizar o máximo possível de seu armazenamento;
  • E muito mais.

O tamanho do app e versão mínima do Android variam de acordo com o dispositivo, tendo mais de 50.000.000 downloads.


5.º File Manager (Mobile, ASUSTek Computer Inc.)


Também conhecido como File Explorer, o gestor de arquivos da ASUS é uma opção muito elogiada entre os usuários Android. O app é bonito, clean e possui uma nota de 4,4 na loja do Android. Suas principais funcionalidades são:

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  • Gerenciamento inteligente: Pesquise e gerencie seus arquivos, tanto da memória interna, como de seu cartão SD;
  • Navegação em categorias: Acesse seus arquivos de forma organizada e descomplicada, com o intuito de potencializar suas buscas e cotidiano;
  • Compactação de arquivos: Compacte seus arquivos para economizar espaço, os formatos suportados são ZIP e RAR;
  • Compartilhamento: Manipule seus arquivos e compartilhe os mesmos seja em LAN (rede local) ou com o protocolo SMB (Samba);
  • Múltiplas contas e integração com a nuvem: Faça backups ou gerencie seus arquivos em nuvem de diversos serviços. ASUS WebStorage e outros, como Dropbox, Google Drive e Microsoft OneDrive são suportados;
  • Transmissão multimídia: Acesse suas imagens, músicas, documentos ou vídeos de qualquer uma de suas contas de armazenamento em nuvem, sem efetuar o download em seu dispositivo;
  • E muito mais.

O tamanho do app e versão mínima do Android variam de acordo com o dispositivo, tendo mais de 100.000.000 downloads.


Fique a vontade para testar as soluções apresentadas e ver qual é a melhor para seu uso, compartilhe também em nosso fórum Diolinux Plus, alternativas que você julga ser interessante para outros usuários. A galera curte um Android também (😁️😁️😁️), se você usa iOS e por algum motivo caiu de paraquedas nessa publicação, não se acanhe. Compartilhe também no fórum algum app que goste e outros usuários da maçã tenham que conhecer. 

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Chega de sobremesas! Google resolve mudar diversos conceitos do novo Android

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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

A cada nova versão do Android seus usuários tentam adivinhar seu próximo nome, conforme nomes de guloseimas famosas. As sobremesas sempre estiveram nestes longos anos, e algumas famosas entre o público brasileiro, como o chocolate KitKat.

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Quebrando o ciclo de 10 anos de lançamentos nomeando suas versões do Android com sobremesas, a Google resolveu abandonar essa maneira de identificar seu sistema mobile. Uma tremenda surpresa para os entusiastas de plantão, afinal a nova letra era a “Q” e nomes já estavam sendo cogitados. Nunca fui bom em acertar as versões do robozinho verde, apenas a letra “L” tive esse prazer (Lollipop, o momento em que o Android me chamou visualmente a atenção).

Nada de doces, tudo será mais simples em diante. O Android apenas receberá uma numeração, indicando seu versionamento. Assim, a nova versão passa a se chamar Android 10. O abandono desta tradição não se limitou a forma de chamar seu sistema, conceitos do design foram renovados.

A marca Android recebeu um novo estilo de fonte, como a própria logo teve cores e formatos levemente alterados. Segundo Aude Gandon, diretor mundial de marcas para Android, diz que a marca está “mais moderna”. Com um novo tom de verde e um close na cara do mascote do Android, as mudanças podem parecer sutis para alguns, entretanto, os mais apaixonados pela marca, poderão levar um certo tempo para se acostumarem.

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Antes que muitos reclamem da mudança de nomes de doces para apenas números, existe uma lógica nisso. Por ser uma empresa com alcance mundial, algumas línguas ao redor do mundo não identificavam a ordem através dos codinomes. Tenhamos em mente que nem sempre as letras têm uma pronúncia distinguível e obedecem à ordem alfabética em que os nomes eram escolhidos. A própria Google informa que ouviu diversos feedbacks ao longo dos anos e este novo passo tem por objetivo simplificar as coisas e evitar esses problemas.

Resumidamente, a brincadeira e o mistério em torno de cada lançamento era divertido e fomentava a ansiedade pelo nome da nova versão. Por outro lado, acabava introduzindo alguns aspectos negativos com a identificação de suas versões em alguns países.

Recebendo esse “upgrade de marca” o Android passa a ser chamado de Android 10, Android 11 e daí por diante.

Veja o vídeo “A próxima evolução do Android”, apresentando essa mudança visual de um jeito que só a Google sabe fazer (🤩️🤩️🤩️).


Gostou da novidade ou preferia o conceito anterior?

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Google Chrome ganhará melhor gerenciamento de energia

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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Um projeto em pleno desenvolvimento sempre tende a obter melhores resultados, seja com refatorações de código, adições ou até mesmo mudanças. Algo “na ativa” dificilmente regride em sua performance e demais aspectos, a não ser por alguma situação muito específica ou por mudanças de liderança.

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Há pouco tempo abordamos a possibilidade da chegada do Microsoft Edge para Linux, o browser da Microsoft agora compartilha a mesma base de outros. O Chromium é um projeto open source e que serve de alicerce para diversos navegadores, e a Google sem dúvidas é a mais famosa de todos. Possuindo a mesma base, inevitavelmente uma hora ou outra ambas empresas, Microsoft e Google, seriam beneficiadas com código e modificações, mesmo concorrendo com seus produtos.

Recentemente a Microsoft indicou que os navegadores baseados em Chromium poderiam ser mais eficientes, e nas últimas semanas passou a pôr na prática e aperfeiçoar alguns aspectos do Edge. Obviamente, que essas mudanças são para benefício próprio, entretanto, o Google Chrome também sai ganhando com isso.

Com toda descrição sobre como obter maior economia de bateria, a MS revelou os passos necessários para esse maior gerenciamento em sua página do Github. Então, a Google passa a testar essas implementações em seu navegador na versão Canary. As modificações sugeridas pela Microsoft prometem menor consumo de energia.

"Como o consumo de mídia é um cenário de alto uso, esse uso extra de energia tem um impacto negativo na vida útil da bateria. Essa alteração impedirá o armazenamento em cache de determinado conteúdo de mídia em disco com a finalidade de melhorar a vida útil da bateria dos usuários", declarou Shawn Pickett, engenheiro sênior de software da Microsoft. 

Basicamente durante atividades, como o consumo de streaming multimídia, os dados escritos em disco serão reduzidos e alocados para memória do dispositivo. Além de ser mais eficiente, o recurso permite menor consumo energético, exigindo menos do hardware. Algo simples, mas que pode fazer toda diferença. Agora nos resta esperar a versão final do Google Chrome, com tais melhorias.

É curioso pensar que a Microsoft, depois de ser veterana na “Guerra dos Browsers” iria auxiliar uma empresa rival, mesmo que direta ou indiretamente. Isso só evidencia a mudança de postura da empresa nos últimos anos. Ponto para o CEO da empresa, Satya Nadella, que vem desempenhando um ótimo trabalho na gigante do Vale do Silício.

E você, utiliza o Google Chrome em notebooks? Economia de bateria nunca é demais (😁️😁️😁️).

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KDE Connect no macOS e Windows! Isso mesmo! Você não leu errado!

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terça-feira, 13 de agosto de 2019

Praticidade é algo que sempre desejamos, indiferente do sistema operacional. Integrar Android e PC, ao menos que minimamente, é uma tarefa requisitada por muitos. No mundo Linux uma aplicação faz muito bem esse papel, seu nome é KDE Connect.

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Ao instalar o Ubuntu sempre adiciono o KDE Connect em minha lista de aplicações. No Gnome, especificamente, uma boa pedida é utilizar a extensão GSconnect. Temos um post de instalação do KDE Connect e no caso do Ubuntu com Gnome, o GSconnect. Acesse a postagem e veja como utilizar o programa no Ubuntu e derivados. No entanto, o assunto de hoje é a integração do KDE Connect no Windows e macOS.

Google “contribuindo com KDE Connect”


A gigante das buscas é uma das muitas empresas que impactam o mundo open source. Seja com suas contribuições diretas, com auxílio no desenvolvimento ou dinheiro,como promoção. O curioso que desta vez, é que essa “contribuição” foi de forma indireta, através do Google Summer of Code 2019. Incentivados pela Google, diversos alunos são apresentados ao desenvolvimento de software open source. Esse programa permite que esses estudantes tenham maior contato com projetos abertos e em suas férias auxiliem no desenvolvimento de programas. Desde 2005, ano de sua criação, o Google Summer of Code reuniu mais de 14.000 estudantes e mais de 24.000 mentores ao redor do mundo inteiro. Num total, foram mais de 651 organizações de código aberto auxiliadas, e alguns estudantes estão trabalhando no KDE Connect para Windows e macOS.

KDE Connect no macOS


O Mac, por exemplo, possui o recurso de “continuidade” entre o macOS e o iOS. Essa função é muito interessante, porém, usuários de Android poderão sentir a necessidade de algo parecido. O KDE Connect no sistema da maçã, é uma boa solução.

Basicamente para utilizar o KDE Connect no sistema da Apple, você terá que ter as últimas versões (a partir do macOS 10.14 Mojave). Isso se o intuito for uma simples instalação de um DMG, versões inferiores também poderão fazer uso da ferramenta. No entanto, a construção (compilação do KDE Connect) deverá ser manual. Em breve versões estáveis serão lançadas, até lá os usuários de Mac devem acessar o KDE Binary Factory e obter o arquivo DMG.

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Baixe o KDE Connect para macOS, por este link.

Enfatizando que a opção disponibilizada atualmente precisa de permissão para execução de aplicativo de um desenvolvedor não certificado. Todavia é uma questão de tempo para não ser mais necessário esse passo em seu Mac. 

Caso queira mais informações sobre o KDE Connect para macOS, acesse o blog do estudante Weixuan Xiao, responsável por essa façanha.

KDE Connect no Windows


No Windows o KDE Connect pode ser compilado para sua utilização, porém, existem muitos problemas e plugins importantes sem suporte. Por esse motivo a versão para o sistema da Microsoft até hoje não foi considerada estável o suficiente para ser apresentada pelo projeto do KDE Connect. Mais uma vez um estudante, Piyush Aggarwal, participante do programa da Google, entra em ação e pretende resolver as atuais falhas e incompatibilidades.

A versão Windows ainda está em um estado mais “embrionário”, todavia Piyush vem, em seu blog, demonstrando os avanços em seu desenvolvimento. Eis um vídeo demonstrando um pouco do funcionamento do KDE Connect no Windows 10.


Mais informações podem ser obtidas no blog de Piyush, ele descreveu detalhadamente seus testes e resultados.

O app Android do KDE Connect está disponível diretamente na Google Play Store e F-Droid.

É muito interessante ver projetos de código aberto serem auxiliados por estudantes que, ao mesmo tempo que ganham expertise, contribuem com ótimas soluções. Com o Google Summer of Code, a Google proporciona a entrada de jovens profissionais no mundo open source.

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Google mais rígida com as regras para extensões do Chrome

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terça-feira, 30 de julho de 2019

A poderosa Google, por meio do Projeto Strobe, vem revisando o acesso de desenvolvedores e suas extensões de terceiros a dados pessoais. No mês de Maio, medidas contra táticas de instalação fraudulentas foram anunciadas, e tais políticas entrariam em vigor em Outubro.

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Na terça, dia 23 de Julho, foram anunciadas duas novas políticas da Chrome Web Store. Os desenvolvedores que quiserem manter suas extensões na loja da Google, necessariamente terão que se enquadrar nas novas diretrizes até o final do ano. Por exemplo, no passado os desenvolvedores apenas eram incentivados a solicitar a menor quantidade de acesso de dados para suas extensões. Com a nova regra, todas as extensões de terceiros serão obrigadas a utilizar o mínimo desse acesso de dados. A medida visa combater extensões abusivas que capturam dados demasiados com outras finalidades. Outro aspecto é que extensões de terceiros ao utilizarem dados com foco em comunicações pessoais e conteúdo fornecido pelo usuário, devem publicar políticas de privacidade. Anteriormente apenas os complementos do Chrome que manipulam esses tipos de dados cumpria tal regra.

“É claro que as extensões devem continuar a ser transparentes na forma como lidam com os dados do usuário, divulgando a coleta, o uso e o compartilhamento desses dados.”, diz a postagem sobre as novas políticas. 

Informações com a data para regularização das extensões de terceiros também foram estipuladas.

“Depois de 15 de outubro de 2019, os itens que violarem essas atualizações da política de dados do usuário serão removidos ou rejeitados do Web Store e deverão se tornar compatíveis para serem restabelecidos. Continuaremos a tomar medidas sobre violações da Política de dados do usuário em sua forma atual”.

A Google também forneceu algumas diretrizes aos desenvolvedores que auditam suas extensões em seu navegador. Para mais detalhes acesse o comunicado oficial no blog do Chromium

Se você pretende desenvolver alguma extensão para o Google Chrome, talvez seja interessante a leitura de alguns requisitos exigidos pela empresa, segue o link.

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Google abre código de seu "Web Crawler" depois de 20 anos!

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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Trabalhar com ‘softwares’ de código aberto é algo essencial para qualquer empresa hoje em dia, mesmo as empresas focadas em soluções de código fechado, eventualmente acabam usando algum tipo de tecnologia em toda a sua infra-estrutura que é aberta, mas muitas vezes, a necessidade de abrir o código vem de outro lugar.

Google Bots






Já não era sem tempo, mas o Google abriu o código fonte de mais um de seus projetos, o seu "Webcrawler" que faz a consulta no arquivo "Robots.txt" de todos os sites da internet.

Você pode encontrar mais informações sobre o anúncio no blog de Webmasters.

O que são Robots.txt?


O arquivo robots.txt é um arquivo público de qualquer site que especifica quais páginas de um blog ou site devem ser consideradas pelos mecanismos de busca, por exemplo: Você pode contar alguma página em seu site, como uma página de membros por exemplo, que você não queira que seja indexada da mesma forma que a sua home page ou as suas postagens, ou talvez você tenha arquivos, imagens, ou qualquer coisa do tipo, que não queira exibir para os robôs que vasculham a internet atrás de informações, tudo isso pode ser ajustado através de instruções colocadas nesse arquivo robots.txt. Você pode ver o exemplo do Diolinux aqui.

A grande questão é que, apesar de todo mundo usar esse recurso há muito tempo, ninguém realmente sabia como os "crawlers" do Google liam estas informações, o que acabava gerando eventuais problemas de configuração, exibindo o que era para ficar escondido do buscador e escondendo o que era para ser exibido, incluindo problemas de formatação e caracteres que os bots poderiam não conseguir ler, fazendo com que a galera que trabalha com SEO tivesse que buscar sempre testar opções até encontrar uma certa meio que "às cegas".

Agora ficou mais fácil?


É possível dizer que sim, ficou realmente mais fácil, porém, na verdade o mecanismo simplesmente não mudou, ele só ficou mais transparente e simples de entender. A Google tem um tutorial bem interessante de detalha todas as sintaxes possíveis no arquivo robots.txt, você pode conferir aqui. A empresa também liberou no Github o código fonte da aplicação, juntamente com uma biblioteca e uma ferramenta de testes para validação de regras.

A vida de quem trabalha diretamente através da internet, com sites e blogs acabou de ficar um pouco mais fácil, ainda que tenha demorado "um tempão", é mais uma coisa importante que se torna Open Source.
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Depois de testar nos conte o que você achou!
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Mozilla lança novo navegador para o Android

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sábado, 29 de junho de 2019

Recentemente noticiamos sobre os novos rumos que a Mozilla vem traçando, mudando a identidade visual de suas soluções e planejando novos serviços. Agora, a investida é introduzir um novo e reformulado navegador para plataforma Android e substituir seu atual app do Firefox.

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Intitulado “Firefox Preview” a nova aplicação da “raposa de fogo”, voltada a navegação web no Android, está em fase de “teste piloto”. O curioso que a lista de navegadores web da Mozilla para Android, só cresce. São diversos programas: Firefox, Firefox Focus, Firefox Lite e enfim, Firefox Preview. 

Com uma interface de usuário minimalista e totalmente reformulada, o novo browser promete ser até 2 vezes mais rápido que seus antecessores e não ser tão dependente da Google. Isso porque o novo mecanismo de navegação do Preview é próprio da Mozilla, o GeckoView. Anteriormente o “motor” utilizado era o Blink, do Chromium, utilizado no Google Chrome e outros navegadores baseados nele. Outras aplicações da Mozilla já utilizavam o GeckoView, como o Firefox Reality e o Firefox Focus. Essa escolha permite a utilização de suas próprias APIs e maior controle.

“Enquanto todos os outros principais navegadores do Android hoje são baseados no Blink, portanto, refletem as decisões do Google sobre dispositivos móveis, o mecanismo GeckoView do Firefox garante a independência de nós e de nossos usuários”, afirmou a Mozilla em seu blog oficial.

Firefox Preview o futuro do Firefox no mobile


A competitividade entre Firefox e Chrome torna-se mais acirrada, possibilitando maior gama de escolha ao usuário, ao invés, de mais do mesmo. O Firefox Preview por padrão bloqueia os rastreadores. Isso possibilita uma navegação mais rápida, pois, esses anúncios segmentados não irão influenciar o tempo de carregamento das páginas. A gerente de produtos sênior do Firefox Mobile, Vesta Zare, conclui: 

“As melhorias de velocidade são impulsionadas em grande parte pela proteção abrangente de rastreamento que está ativada por padrão no Firefox Preview”.

A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android, assim o Firefox Preview ocupará sua atual posição. No momento o app não conta com o idioma Português, no entanto, isso não dificultou a minha utilização, pois a interface é intuitiva.

Um pouco do Firefox Preview


Ao iniciar o navegador pela primeira vez, configurações iniciais são indicadas para serem feitas, como: conectar-se ao serviço do Firefox (permitindo acesso do histórico, favoritos, senhas entre as diversas plataformas), tema.

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A possibilidade de desativar o bloqueio de rastreadores, indicativo da navegação anônima e o termo de privacidade.

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Algo que chamou minha atenção foi a localização da barra de buscas (ou URL). A mesma fica na parte inferior do app, e navegando utilizando apenas uma mão, é muito confortável e acessível.

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A visualização das abas abertas e adição de novas, também é bem intuitivo.

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Durante a navegação não identifiquei eventuais bugs ou lentidão, entretanto, fique avisado que o app não possui todas as opções, comparado ao “seu antecessor”. Digamos, que as principais “que o povão usa”, estão todas ali. Claro, que isso num aspecto geral, evidentemente com o tempo, novos recursos vão compor o app.

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A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android e focar no desenvolvimento e amadurecimento do Preview, caso tenha interesse em testar o navegador, acesse este link. Ele te levará diretamente à Google Play Store.

Já testou o Firefox Preview? Espero que esse não seja mais um app “Firefox’ a ser descontinuado”, afinal, quanto mais concorrência, melhor. 

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Google lança o Chrome OS 75, com novidades para os apps Linux e na segurança do sistema

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sexta-feira, 28 de junho de 2019

O Google desenvolve o ChromeOS, o seu sistema operacional baseado em Linux, que é embarcado em chromebooks de empresas como Dell, Asus, Lenovo, Acer, HP, Samsung. E a empresa de Mountain View lançou mais uma release do seu sistema.

Google lança o Chrome OS 75, com novidades para os apps Linux e na segurança do sistema





O ChromeOS 75 chegou ao canal estável, na versão 75.0.3770.102, com algumas novidades para os aplicativos Linux, melhorias no aplicativo Arquivos. 

Nesta versão, foi apresentada uma nova funcionalidade para o “Controle de Pais”, onde vai ser possível limitar o tempo gasto das crianças no ChromeOS

Ainda que em fase Beta, o suporte de aplicativos desenvolvidos para Linux no ChromeOS vem se desenvolvendo rapidamente. Antes já se podia rodar alguns programas, como GIMP, agora os apps poderão acessar os dispositivos Android através de uma conexão USB.

Outro que recebeu melhorias, foi o aplicativo Arquivos, que agora tem suporte para aplicativos de arquivos fornecidos por terceiros. Foi utilizado APIs do Android DocumentsProvider.

Na parte de segurança, o ChromeOS 75 trouxe várias mitigações no quesito vulnerabilidades de hardware Intel MDS (Microarchitectural Data Sampling). Em seu documento de suporte, o Google explica como funciona o MDS:

O Microarchitectural Data Sampling (MDS) é um grupo de vulnerabilidades que permite que um invasor leia dados potencialmente confidenciais. Se os processos do Chrome forem atacados, esses dados confidenciais podem incluir o conteúdo do site, bem como senhas, números de cartão de crédito ou cookies. As vulnerabilidades também podem ser exploradas para ler a memória do host de dentro de uma máquina virtual ou para um aplicativo Android ler a memória de processo privilegiada (por exemplo, keymaster).”

Neste documento, eles listam os dispositivos afetados e mais detalhes técnicos. Se você quiser conferir, pode acessar ele através deste link.
Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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