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Extensão da Google oculta comentários tóxicos da internet

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quinta-feira, 21 de março de 2019

Na internet é comum vermos os famosos haters, que significa: “um ser mal amado, invejoso, que não tem mais nada de bom para fazer, que persegue e tece comentários tóxicos não agregando em nada” (😓😞😒), digamos que não seja esse o significado literal, mas creio que você entendeu a lógica da coisa, isso se é possível entender uma mente “tão evoluída”. Nos tempos atuais ficou cômodo apontar os defeitos, ou simplesmente distribuir ódio gratuitamente e convenhamos, atrás de uma tela todo hater é “machão”, mas Cara a Cara, é um singelo e delicado poodle. (😁😁😁)

google-chrome-tune-extensão-hater-comentário

Visando uma experiência de navegação mais saudável, a Google está desenvolvendo uma extensão para seu navegador Google Chrome, que permite ocultar certos tipos de comentários, com filtros moderados ou a invisibilidade completa deste tipo de conteúdo.

Também existe o modo oposto, que dá foco a esse tipo de mensagem, entretanto não é algo recomendável, aliás os haters são especialistas em destruir, e abster-se de tais coisas é o melhor a se fazer. 

O foco da extensão são nos 4 sites mais utilizados no mundo: Youtube, Twitter, Facebook e Reddit e o Disqus, a mesma plataforma centralizada de discussões que utilizamos nos comentários do blog Diolinux. Não ficou claro se a Google pretende estender essa funcionalidade à outros sites, ou até mesmo, possibilitar a integração de tal extensão com outros browsers (creio que seja algo exclusivo do Chrome, porém isso é apenas uma especulação).

Chamado de “Tune”, a extensão ainda é experimental e conta apenas com suporte ao idioma Inglês, ao instalar em um navegador em língua portuguesa, o mesmo identifica todos os comentários como ofensivos, ocultando-os.

google-chrome-tune-extensão-hater-ocultar-comentário-toxico-youtube-facebook-twitter-reddit-disqus

Uma iniciativa da Google Jigsaw, uma unidade da Alphabet que foca na tecnologia para um mundo melhor, o Tune é parte de uma pesquisa de inteligência artificial, que utiliza-se da API Perspective, que aprende com conversas humanas e depois de analisá-las, chega a um resultado melhor, com isso a inteligência artificial consegue criar filtros e estipular quais são os comentários impróprios, com base em seu aprendizado. 

Outro ponto interessante, é que o Tune não armazena nenhum dado do usuário. Com seus modos de “proteção”, pode acabar se tornando um ótimo aliado para o uso de tais redes sociais por crianças, ou quem não quer perder tempo com comentários tóxicos.

Particularmente vejo com bons olhos iniciativas como essas, porém uma discussão que pode entrar em tópico é referente a liberdade de expressão de quem faz tais comentários, no entanto, perceba que os comentários permanecerão, a extensão apenas possibilita a não visualização deles, e se o tópico é liberdade, convenhamos que os usuários também têm o direito (à liberdade) de abster-se dos haters ou comentários inapropriados.

A internet é algo relativamente novo, e parece que a humanidade ainda não aprendeu a lidar com o mundo virtual, ética e respeito nem sempre permeiam os mares da web. 

E você o que achou disso tudo? Usaria a extensão quando a mesma estivesse pronta?

Continue a discussão sobre essa nova extensão do Google no nosso fórum Diolinux Plus, até a próxima postagem, e compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Google Stadia promete revolucionar o mundo dos jogos com Linux e Vulkan

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terça-feira, 19 de março de 2019

Em Outubro de 2018 nós publicamos aqui no blog uma matéria sobre o "Project Stream" da Google. Na época foi-nos demonstrado o game "Assassin's Creed: Odissey" rodando através do Google Chrome via Streaming, algo que parecia muito promissor, mas que levantava dúvidas. Hoje, dia 19 de Março de 2019, a empresa anuncia o "Stadia", a evolução do "Stream", um projeto que promete trazer esse tipo de tecnologia para os nossos lares.

Google Stadia






Em San Francisco, EUA, no palco da GDC 2019, Sundar Pichai, atual CEO da Google, afirmou:  “Descobrimos que podemos levar qualquer jogo grande para qualquer dispositivo por meio do Google Chrome”. Uma proposta altamente audaciosa que foi explicada ao longo da apresentação.

O que é o Stadia?


A melhor forma de descrever o projeto é compará-lo com outros serviços de streaming que as pessoas estão mais habituadas, como a Netflix ou o Spotify, com a diferença de que o Stadia é voltado para jogos. Stadia não só é uma nova plataforma de distribuição de jogos, mas o nome que representa toda uma nova tecnologia de streaming de conteúdo com alta densidade de processamento e desempenho, sobretudo e especialmente, jogos, mas possivelmente não só isso. O que abre portas para rodar outras grandes aplicações no futuro com tecnologia similar.

Stadia Google
Stadia será totalmente multiplataforma

Durante a apresentação, várias pessoas passaram pelo palco para contar um pouco mais sobre o projeto e mostrar aspectos técnicos de seu funcionamento e quais problemas que ele pretende resolver, tanto para os jogadores, quanto para os desenvolvedores, extendendo-se aos criadores de conteúdo do YouTube.

The Data Center is your new Platform


A ideia é trazer o poder computacional dos data centers da Google para o mundo dos jogos, inclusive, a frase, "o data center é a sua nova plataforma", foi repetida algumas vezes durante toda a apresentação.

Qualidade


O Stadia promete oferecer conteúdo com resolução até 4K à 60 FPS de forma fluída em uma conexão de 25Mbps, o que não é tanto, considerando a qualidade apresentada. Até o momento, o game demonstração, em parceria com a Ubisoft, é o mesmo que vimos no "Project Stream", "Assassin's Creed: Odissey", que é capaz de rodar com a mesma qualidade em um super PC Gamer da atualidade, e em um Smartphone ou um Chromebook com praticamente nenhuma aceleração de hardware, chegando até a um Chromecast. Incrível.

Google Stadia
Reprodução: Google
A expectativa é que em um futuro próximo seja possível um streaming de 8K à 120 FPS, o que atualmente não é uma realidada para praticamente ninguém no mundo.

Na apresentação, o Google também compara o perfil atual do Stadia, que segundo eles podem crescer indefinidamente ao longo do tempo, com os atuais melhores consoles da atualidade, mostrando que o potencial de processamento do Stadia é maior que os dois somados:

Comparação com PS4 PRO e XBOX One X
Reprodução: Google

Linux, Vulkan e parcerias


O sistema operacional por tráz do Stadia é o Linux, em conjunto a poderosa API gráfica Open Source, Vulkan. O Stadia já conta com o suporte de diversos parceiros importantes do mercado, além da própria Ubisoft e da id Software, desenvolvedora do Doom, que inclusive anunciou que o novo título da franquia estará no Stadia, rodando Linux, em Vulkan, chamado de "Doom: Eternal".

Linux e Vulkan Stadia
Linux e Vulkan são a base do Stadia

Essa combinação de tecnologias permitira que o nível de jogos multiplayer chegue a "outro nível", segundo a empresa. 

Se hoje existem vários empecílhos técnicos que impedem partidas com muitos players com uma grande qualidade, com o Stadia, você poderá jogar Fortnite no seu Chromecast em 4K, 60 FPS com milhares de pessoas ao mesmo tempo em um cenário super otimista.

* Fortnite é só um exemplo, nada foi confirmado, ainda que a Unreal Engine faça parte do projeto.

Parceiros do Stadia
Parceiros do projeto atualmente
No painel de apoiadores atuais do projeto, podemos ver outros nomes muito importantes, como Unity Engine, CryEngine, Havok, Visual Studio e entro vários outros (vide imagem acima), temos a AMD, que foi responsável por construir um processador  especial para este início de projeto.

Com essas combinações de tecnologia e com os gamers fazendo acessos direto ao servidor, acaba-se (praticamente) com qualquer possibilidade de hacking ou cheating, visto que nada será rodado diretamente na máquina dos jogadores.

Stadia Controller, muito mais que um controle próprio


No anúncio, o pessoal da Google comentou que será possível usar os controles que todas as pessoas possuem em casa para rodar tais games, incluindo teclado e mouse, entretanto, a empresa também apresentou o "Stadia Controller", um controle que funciona, literalmente, sem um console.

Controle do Stadia
Stadia Controller
Com um design que parece uma mescla conceitos de Xbox e PlayStation, o Stadia Controller nem sequer precisa se conectar ao seu computador via rede ou BT, ele simplesmente acessa a internet e se conecta ao servidor da Google, permitindo que vocẽ use o mesmo controle para jogar em um Smartphone, numa TV com Chromecast, num TVBox, em um laptop (independente do sistema operacional), etc.

A ideia é que o controle "entenda" onde você está querendo jogar e simplesmente funcione. Parece mágica, tô sabendo... Isso eliminaria, por exemplo, a necessidade de ficar pareando o seu controle com todos os dispositivos que você quer jogar, além disso, o controle também permite que você compartilhe a sua gameplay automaticamente no YouTube através de uma live ou vídeo pelo simples toque de um botão, todo o processamento da live, gravação, etc; seria processado diretamente nos mesmos servidores do YouTube e da Google com baixíssima latência.

O controle também tem um botão com o Google Assistent, que pode ser usado em conjunto com um microfone contido nele para dar comandos aos jogos (quando algum game for programado para tal), ou para simplesmente dar comandos ao seu Android, Chromebook ou Chromecast.

Stadia Gaming & Enterteinment 


Outro ponto interessante é que a Google anunciou uma divisão do Stadia que será responsável por títulos exclusivos da plataforma, o Stadia Gaming & Enterteinment, fazendo com que a empresa também entre no mercado de produção de jogos. Com essa nova atividade, foi chamada para o cargo de CEO da divisão de criação de games, Jade Raymond, ex-EA Games e Ubisoft.

Jade Raymond, Stadia Google
Jade Raymond, Stadia.

Integração com YouTube e outras mídias


A apresentação possuia claramente três públicos alvo, os desenvolvedores de games, os gamers em si, e as pessoas que gostam de assistir a gameplays. Como se trata de um serviço em nuvem, com o Stadia será possível criar links para compartilhar os jogos facilmente.

A internet é a sua loja

O Stadia promete resolver um problema que estamos tão habituados que nem consideramos mais um problema, a demora entre decidir comprar um jogo e efetivamente jogar.

 Tome como exemplo:

Você está interessado por um título qualquer, vê um gameplay dele para ver se o game se parece com o que você gostaria de jogar no YouTube, ou simplesmente vê o trailer do jogo e decide comprá-lo. Você sai do YouTube e vai até um outro site ou loja, compra o game, aguarda o download. Depois de algumas horas, ou com sorte, alguns minutos, você começa a jogar o game na melhor qualidade que o seu computador ou console suportar.

Com o Stadia você poderá sair de um vídeo já com o link para uma demo do game que irá roda diretamente no seu navegador, o que torna a vida dos anunciantes e desenvolvedores mais fácil também.

Se você gosta de fazer lives, como a gente,  jogando com os amigos, uma das possibilidades do Stadia é poder compartilhar um link instatâneo para partidas multiplayer dos games no chat das suas lives no YouTube, permitindo que o seu público se conecte com você quase que instantaneamente.

Para quem é desenvolvedor, isso significa fazer um único game, com um único código e rodá-lo em qualquer plataforma através do Chrome e similares. A Google comenta que é possível que no futuro o serviço suporte outros navegadores também, o que nos faz pensar que a Microsoft ter mudado a base do Edge acaba tornando a vida deles mais fácil em caso de necessidade de compatibilização. 

Google e Open Source


Como podemos observar, a grande base dessa nova tecnologia reside no Open Source. No blog de desenvolvedores do Stadia, Dov Zimring, diretor da plataforma, comentou o seguinte:

" A Google acredita que o Open Source é bom para todos. Ele permite e encoraja a colaboração e o desenvolvimento de tecnologia, resolvendo problemas do mundo real. Isso é especialmente verdade no Stadia, nós acreditamos que uma comunidade de desenvolvedores de games tem uma longa história com colaboratividade, inovação e compartilhamento. Estamos investindo em tecnologia de código aberto para criar a melhor plataforma para os desenvolvedores, em parceria com as pessoas que a usam. Isso começa com as fundações da nossa plataforma, que são o Linux e o Vulkan, e extendem-se até a nossa seleção de GPUs, que possuem drivers e ferramentas open source. Estamos integrando o LLVM e o DirectX Shader Compiler para garantir que grande performance para os nossos compiladores e debuggers. As maiores novidades no ramo de ferramentas gráficas são itens críticos para desenvolvedores de jogos, e nós estamos felizes em contribuir com o RenderDoc, GAPID e com o Radeon GPU Profiler, parte da melhor qualidade dos produtos de código aberto voltados para o meio de gráficos."

Desafios, quando e como?


A pergunta mais natural e inevitável de um serviço tão promissor como este é: Quando estará disponível ao público? 

A Google informa que este projeto vem sendo trabalhado há alguns anos e ele estará em funcionamento ainda em 2019 na Europa, Canadá e Estados Unidos. Não há previsões para o Brasil, como sempre.

Certamente outra questão a ser considerada é a infraestrutura de conexão com a internet. Toda vez que falamos sobre streaming de qualquer coisa, especialmente de games, esbarramos nessa questão.

Definitivamente isso é um ponto chave, mas a Google informa na apresentação a sua presença em centenas de países com data centers de alta qualidade, potência e velocidade para atender tal demanda, sendo algo que "somente eles podem fazer". 

Realmente a sua conexão com a internet será importante, mas é possível que os requisitos finais sejam muito menores que os atuais, especialmente para games single player.

Por outro lado, pense que você que atualmente usa basicamente o PC para games, poderá deixar de gastar muito dinheiro em placas de vídeo e muita RAM para investir  numa boa internet e quem sabe um upgrade de placa de rede. 😁

Naturalmente um serviço como este não vai ter uma adesão incrível em pouquíssimo tempo, mas parece que este é realmente o futuro dos jogos,  começando a ser uma questão de tempo para que isso se torne viável a todos, sejam com serviços da Google ou não. 

A maior diferença que vemos em relação ao Stadia com outras soluções como Steam Link, Nvidia GeForce Now, Parsec e outros, é que a Google não só lança uma nova tecnologia eficiente, como também um amplo plano de negócios, integrado a diversos outros produtos e plataformas, além de várias parcerias com grandes do mercado.

Para os interessados em desenvolver para o Stadia, a Google criou um site para projeto, onde há maiores explicações.

Não houve explicações sobre como o Stadia vai funcionar em relação aos consumidores, se será um serviço pago mensalmente ou se será algo vendido por títulos, como são os games da Google Play por exemplo, mas algo me diz que em breve descobriremos.

E você, acha que o novo projeto de plataforma de jogos da Google decola?

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Google lança transcrição de voz em tempo real no Android

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quarta-feira, 13 de março de 2019

Empresas de tecnologia sempre estão em constante desenvolvimento, seja em sua mentalidade ou visão perante as transformações do mercado, como o aprimoramento de seus produtos e serviços. Ao decorrer dos anos a Google veio se tornando líder em diversos segmentos, como inteligência artificial. Ela é uma poderosa aliada para tarefas de reconhecimento facial, estudos do comportamento do usuário e transcrição de voz.

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Em seus últimos lançamentos o Gboard, teclado da Google para Android, vem recebendo atenção especial da empresa, com a possibilidade de uma digitação por voz de forma rápida e totalmente offline. Depois de inúmeros testes, a funcionalidade foi aprimorada graças a tecnologia de inteligência artificial, sem a necessidade de uma conexão com a internet, essa nova forma de transcrever o áudio em texto, é obtida graças a um poderoso sistema que funde diversos componentes de reconhecimento de voz, criando um único mapa neural que transforma o sinal de onda sonora em seu texto equivalente.

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Essa nova maneira de transcrever a voz, é mais rápida que a forma convencional, pois não exige o acesso a internet, e tendo passos adicionais que poderiam atrasar o processo, como acesso aos servidores Google e depender da velocidade de internet do aparelho, entre outras coisas. E mesmo na hipótese de estar utilizando o Gboard em modo offline,  essa nova implementação tem uma latência e tempo de resposta menor, sendo superior à aplicação atual.

Caso esteja preocupado com o tamanho exigido para essa funcionalidade em seu aparelho, não se preocupe, se antes durante seu desenvolvimento esse espaço em disco pudesse ser requisitado em até 2GB, agora com o aprimoramento do software, apenas 85MB é reivindicado.

Aparelhos que terão tal funcionalidade


Em primeiro momento, apenas os aparelhos Pixel, Pixel 2 e Pixel 3 receberão essa novidade, os quais estiverem definidos com a linguagem “inglês americano”, caso possua algum citado na lista, basta acessar a opção: Gboard settings > Voice typing > Faster voice typing e habilitar o recurso, no entanto creio ser uma questão de tempo para que tal funcionalidade esteja disponível em outros aparelhos e idiomas, assim como a assistente de voz da Google em seu lançamento. Lembrando que você pode utilizar a transcrição de áudio offline atualmente, porém sem a precisão e os aprimoramentos contidos nessa nova implementação do Gboard. 

E você gostou da novidade? Está ansioso para testar em seu Android? Deixe nos comentários sua opinião e se utilizaria a transcrição de voz no robozinho verde?

Te espero até o próximo post no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Linus Torvalds lançou no dia 3 de Março deste ano (2019) mais uma versão do Kernel Linux, chegando na numeração 5.0 e assim trazendo algumas correções de bugs, melhorias e otimizações pontuais no código do Kernel, além da melhor compatibilização com alguns dispositivos e trazendo o FreeSync da AMD embutido no Kernel.

 Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?






Com o lançamento do Kernel Linux 5.0, veio algumas novidades que já estavam sendo preparadas e que agora chegaram em seu mainline dele. Algumas novidades trazidas foram:

● Suporte para o AMD Radeon FreeSync;
● Suporte para a nova VegaM;
● Suporte para o NVIDIA Xavier
● Melhoramento nos gráficos do Intel Icelake Gen11
● Suporte inicial para os SoCs NXP i.MX8;
● Suporte para Allwinner T3, Qualcomm QCS404 e NXP Layerscape LX2160A;
● Intel VT-d Scalable Mode com suporte para o Scalable I/O Virtualization;
● Novos drivers Intel Stratix 10 FPGA;
● Correções para F2FS, EXT4 e XFS;
● Btrfs file-system com suporte de restauração dos arquivos de swap;
● AgFscrypt Adiantum da Google agora é suportado com ajuda a criptografia rápida de dados em hardware low-end. Isso substitui o algoritmo Speck pela NSA;
● Melhorias no driver Realtek R8169;
● Suporte de alta resolução para rolagens da Logitech;
● Driver para tela sensível ao toque de Raspberry Pi;
● Melhoria aos drivers de notebooks com arquitetura x86;
● Aprimoramento de segurança para o Thunderbolt;
● Suporte para a placa Chameleon96 Intel FPGA;
● Melhor gerenciamento de energia;

No comunicado, Linus Torvalds disse que está contente com o lançamento e que a próxima janela de desenvolvimento está aberta, para a versão 5.1, e que já tem várias solicitações chegando para analisar e processar.  Mas o que chamou a atenção, foi essa declaração no final do comunicado na lista de discussão do projeto, em que ele diz o seguinte:

As mudanças gerais para todas as versões do “5.0” são muito maiores. Mas eu gostaria de ressaltar (mais uma vez) que não fazemos lançamentos baseados em recursos, e que o "5.0" não significa nada mais do que isso. Os números para a série 4.x estavam ficando grandes o suficiente para que eu ficasse sem dedos na mão e dos pés para contar.”.

Caso queira ver um compilado técnico mais completinho, o pessoal do Phoronix fez esse trabalho árduo. Agora se você deseja ver a lista de discussão em que Linus Torvalds fez o anúncio, você pode conferir neste link.

Aí você me pergunta: “ Será que devo atualizar o Kernel do meu sistema?”, e então lhe respondo: “Depende meu caro Padwan, depende.”, e vou tentar explicar o porque do “Depende”. Usando como base um dos mantenedores e membro da Linux Foundation, Greg Kroah-Hartman.

Vou dar uma breve descrição de cada “versão” do Kernel que são lançadas e assim tirar algumas dúvidas que sempre aparecem aqui no blog, no canal do YouTube e no Diolinux Plus.

Versão Mainline do Kernel


Essa versão é o que falamos que “acabou de sair do forno”, na qual você pode instalar em sua distro. Mas tome cuidado, pois essa versão não tem as correções, melhorias e patchs da distro que você usa, podendo ocorrer instabilidades no sistema. Ela é recomendada para entusiastas ou quem quer testar novas funcionalidades ou compatibilidades de hardware “hiper novos”. Se você é um desses, fizemos um artigo de como fazer a troca, usando o programa UKUU (Ubuntu Kernel Update Utility). Também temos um artigo de como instalar os pacotes .deb, no caso do Ubuntu, e para acessar o mainline dele, basta acessar este link.

Última versão estável (Stable)


Quando o Kernel é lançado como “Stable” (Estável), quer dizer que é o mais recente em que a comunidade de desenvolvedores declaram como tal. Isso acontece a cada 3 (três) meses, em que um versão stable é lançada, contendo as últimas correções de bugs e suporte aos hardwares mais recentes. Essa versão é comumente usada na maioria das grandes distribuições, como Ubuntu, Fedora, openSUSE entre outras. Além de ter sido testado pelos 4.000 desenvolvedores do projeto.

Último lançamento da versão LTS (Long-term support)


Se você tem um hardware que precisa de implementações que não venham diretamente do mainline do Kernel Linux, como por exemplo os equipamentos de IoT, a última versão lançada do Kernel LTS é uma boa escolha. A sigla LTS, que quer dizer Long-term support ou Suporte a longo prazo, contém as últimas correções de bugs no Kernel, mas não tem nenhum novo recurso adicionado, sem suporte a novos hardwares implementados e também não obtém as mais recentes melhorias de desempenho do Kernel. Esse tipo de Kernel LTS “novo” é utilizado por usuários que gostam de não se preocupar com os upgrades constantes das versões Stables, que ocorrem a cada 3 meses, já as versões LTS “novas” são atualizadas pelo menos uma vez por ano. Ainda segundo Greg, quem escolhe esse tipo de Kernel, tem que estar bem ciente que o suporte pode ser difícil por parte dos devs, pois os mesmos usam como base a versão Stable. E se você reportou um problema/bug, o dev perguntará “a última versão estável tem esse problema?”. Então tem que ter essa noção.

Versões mais antigas do LTS


Essa versão do Kernel tem um suporte de pelo menos de 2 anos, entretanto às vezes pode se estender por conta de grandes distribuições Linux tem maior suporte, como o caso do Debian ou as SLES.

Empresas como a Google e que fazem parte da Linaro, investiram para que esses kernels perdurem ainda mais, de uma forma “beeemmm resumida”, os chips SoC são desenvolvidos com base em Kernels com mais de 2 anos de suporte e eventualmentetem mais de 2 milhões de linhas adicionadas ao longo do tempo para mantê-los funcionando de forma segura. Se esses LTS forem interrompidos após 2 anos, o suporte da comunidade também vai cessar e com isso não terão mais correções sendo feitas, ocasionando em milhões de dispositivos sem a segurança necessária e estando por aí “flutuando”, e as empresas não querem isso para si e para seus clientes, obviamente.

E na data desta publicação, as versões do Kernel são:

Só para ilustrar melhor, o meu Asus Zenfone 4 Selfie usa o Kernel 3.18.71 com correções feitas e mantidas pela Asus, agora imagina se isso acaba “da noite para o dia”, seria bem complicado.

Então, na hora que você for mudar de Kernel em sua distro, pense muito bem antes de sair trocando “ a torto e direita”, pois pode ser que o problema que você esteja enfrentando não seja do Kernel, e sim de uma instalação mal feita do driver de vídeo, de um programa ou a simples curiosidade de mexer no Linux. 😜

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Adicione temas oficiais ao seu Google Chrome

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Se tem uma coisa que a maioria dos usuários Linux gostam, é de customizar o sistema, talvez esse seja o primeiro encanto ao instalar uma distro, sair trocando os temas e personalizando com cores prediletas, pois bem, basicamente essa é a novidade para usuários de Google Chrome.

temas-google-chrome-personalizar

A possibilidade de trocar o tema do browser da Google não é nada novo, porém, nesta semana a gigante das buscas lançou um plugin com diversas opções de cores para o Chrome. A coleção de temas visa agradar a todos os públicos, seja quem curte uma interface mais clara e colorida, ou pessoas como eu, que dão preferência a interfaces mais escuras. Inclusive um dos temas, o “Just Black”, simula um visual mais noturno, ideal para quem passa as noites e madrugadas utilizando o computador.

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Num total são 14 temas compatíveis com todas as versões do navegador, para aplicar ao seu navegador basta ir até a Chrome Web Store, selecionar o tema favorito e clicar no botão “Usar no Chrome”, Simples e prático.

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Até o momento o tema agraciado por quem sabe da novidade é o “Classic Blue” com 75 usuários.

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Você utiliza o Google Chrome? Curtiu a novidade? Com os temas oficiais da Google a segurança de algo padronizado é maior. Deixe nos comentários o que achou da novidade.

Aguardo você no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Nova extensão do Google Chrome visa proteger suas contas

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

O Google anunciou em seu blog de segurança, no dia 5 deste mês e que foi comemorado do “Dia Internacional da Internet Segura”, o lançamento  da extensão Google Password Checkup, que visa lhe ajudar para saber se alguma senha sua foi exposta na internet.

Nova extensão do Google Chrome visa proteger suas contas






Segundo o Google, o Password Checkup utiliza tecnologias que se baseiam na privacidade, isso quer dizer que a empresa não terá acesso às informações pessoais sensíveis dos usuários. As credenciais de login vão ser tratadas de forma criptografadas,tanto no site, quanto no navegador.

Esse novo serviço fará uma consulta a um banco de dados com mais de 4 bilhões de logins se senhas vazados, então, se o ícone do mesmo ficar vermelho, é melhor trocar a senha. A checagem do Google Password Checkup vai ser utilizada em uma gama bem grande de sites, não somente nos sites com vinculação com a conta Google.

O Google diz ainda que o serviço foi desenvolvido para não revelar usuários e senhas com pouca seguranças para os invasores e que também não gera alertas de senhas inseguras ou fracas, como “123456”. O alerta da extensão vai acontecer quando ela for consultar o banco de dados,  assim retornando se o login foi comprometido ou não.






A gigante de Moutain View ainda disse que o Password Checkup fará medições para fins estatísticos, mas com os dados sendo tratados de forma anônima. Isso indica que o Google vai ter acesso de quantas checagens foram feitas em logins vazados e qual proporção de usuários que logo após ver o alerta, mudaram a senha.



Para baixar o Google Password Check para o Google Chrome, basta acessar esse link.

A postagem completa e com maiores detalhes, você pode conferir no blog oficial de segurança do Google.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Novo Design do App Gmail está chegando

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Prático e cheio de funcionalidades, o app do Gmail é uma aplicação moderna e de fácil entendimento, mas a Google está planejando uma remodelação em seu visual. Em 2014 houve a estreia de seu Material Design e agora a Google está atualizando suas aplicações e serviços aos poucos para o Material Theme, chegando a vez do seu app de e-mails.

app-gmail-redsin-material-theme

O Gmail já havia ganhando uma versão “Material Theme” e receberá um redesign nos mesmos moldes com alterações em cores e ícones. Por exemplo o botão redondo vermelho para compor um novo e-mail é substituído por um branco, também redondo e com um “+” colorido, seguindo o padrão de outras aplicações da família Google e sua própria versão web.

app-gmail-redsin-material-theme-antes-depois

Outras mudanças, como a retirada da barra vermelha superior, opção de visualizar ou não os avatares dos contatos, tornam a experiência do aplicativo mais “clean”. Sua versão web possui funções que o Gmail para smartphones não possui, quem sabe novidades venham para o aplicativo.

app-gmail-redsin-material-theme-demonstrativo

A forma de visualizar as mensagens e anexos foram alteradas tornando tudo mais rápido, incluindo no procedimento de alternar entre contas, dando uma dinâmica maior em tais processos. 

A novidade deve chegar nas próximas semanas para os sistemas Android e iOS, primeiro para alguns usuários e depois será disponibilizada para todos.

E você curtiu o novo visual do app do Gmail? Eu gosto mais de algo “dark”, um modo assim seria interessante, não acha? Deixe nos comentários sua opinião.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Conheça o Museu Nacional através do Google Arts & Culture

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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

No dia 2 de Setembro de 2018 o Museu Nacional foi palco de uma terrível tragédia, um incêndio descomunal que destruiu maior parte do seu acervo de 20 milhões de itens.

Tais relíquias não podem ser recuperadas, sendo de grande importância o registro para gerações futuras que não terão como apreciar e aprender parte de sua história.

museu-nacional-google-tour

Em uma parceria entre o Ministério da Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Google, foi disponibilizado através do Google Arts & Culture um tour e 8 exposições virtuais de 164 imagens de peças destruídas pelo incêndio.

Capturadas em 2017 pelo Google, diversas obras estão registradas na plataforma Museum View, possibilitando um tour virtual pelas imagens em 360 graus, e com gadgets como Google Cardbord a imersão se torna maior. 

Destaques perdidos no incêndio, que estão presentes virtualmente 


Infelizmente diversas obras foram tragadas pelas chamas no dia 2 de Setembro de 2018, curiosamente, 3 meses depois do aniversário do Museu Nacional. É triste ver o descaso com a cultura brasileira e os baixos investimentos, mas com essa iniciativa pessoas que não tiveram a oportunidade de ver as peças quando existiam, podem deslumbrar e aprender um pouco com essa história perdida. Alguns destaques são:

  • Luzia, o esqueleto humano mais antigo das Américas, com aproximadamente 11.500 anos de idade.
  • Meteorito do Bendegó, descoberto em 1784 por um menino, um dos maiores meteoritos do mundo.
  • Caixão de Sha-amun-en-su, presente de Quediva Ismail à Dom Pedro II em 1876.
  • Vaso Marajoara da sociedade pré-colombiana.
  • Máscaras indígenas do povo Awetí, Waurá e Mehináku.

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Você pode acessar o site do Google Arts & Culture e ver os destaques do Museu Nacional, caso queira fazer o tour e aprender sobre a história do Brasil e de preciosas relíquias, basta acessar este link e passear pelas galerias do museu.

Gostou da possibilidade de ver tais obras? Confesso que não tive a oportunidade de visitar o Museu Nacional, e com essa maneira digital descobri coisas que nem tinha noção que existiam no Brasil. É lamentável saber que parte de nossa história foi destruída, que possamos ser mais ativos e não deixar nossa história ser perdida por descaso das autoridades.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Google doa US$ 3,1 milhões à Wikipédia

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

A responsável pela maior enciclopédia da internet, Fundação Wikimedia, está recebendo uma doação de USS$ 3,1 milhões da Google. Se você nunca fez uso da Wikipédia em algum momento de sua vida, provavelmente não navega na internet, 😂😂😂 afinal, por 18 anos a Wikipédia tem sido fonte de conhecimento para usuários da web.

google-wikipedia

Com tal doação, a Google destina o montante em duas partes, uma de US$ 2 milhões para Wikimedia Endowment, divisão responsável pelo financiamento de projetos e arrecadação de fundos e US$ 1,1 para campanha anual da Fundação Wikimedia, que visa incentivar a produção, desenvolvimento e distribuição de conteúdo livre na internet.

Projetos como a Wikipédia são de extrema importância, com sua forma colaborativa, é uma fonte de informação que em muitos momentos tem o melhor conteúdo da atualidade, enquanto mídias impressas nem sempre acompanham tais mudanças. 

Claro que existem problemas de páginas da Wikipédia sendo alvo de vândalos, mas uma é questão de tempo até serem corrigidas por usuários comprometidos com o bom senso. 

Uma das formas de tirar melhor proveito do conteúdo desta enciclopédia digital, é sempre verificar as fontes e sua confiabilidade.

Investimento em software 


A Google também vai contribuir com software, cedendo gratuitamente sua API, assim a Wikipedia poderá incorporar em sua ferramenta própria de tradução, o Google Tradutor

Trabalhando em conjunto, Google e Wikimedia pretendem expandir o Project Tiger, que tem o objetivo de aumentar o conteúdo em linguagem local em países como Índia, México, Indonésia, Nigéria e regiões do Norte da África e Oriente Médio.

google-wikipedia-translate-tradutor

E você, utiliza a Wikipédia em suas pesquisas? Sempre estou vasculhando alguns de seus artigos e tem momentos que vou de fonte a fonte pesquisando e aprendendo novos conhecimentos.

Como de costume, te aguardo no próximo post, SISTEMATICAMENTE!

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“Ad block” nativo do Google Chrome tem data confirmada

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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Os bloqueadores de anúncio são utilizados em diversos navegadores, inclusive no Google Chrome, mas em sua maioria não são nativos e acabam prejudicando os produtores de conteúdo. Visando o benefício mútuo, a Google decidiu implementar uma maneira diferente ao bloquear propagandas da internet.

google-chrome-bloqueador-anúncios-propagandas

O bloqueador de propagandas do Google Chrome, não afetará os produtores de conteúdo, ao menos os que estiverem em normalidade com suas regras.

E quais tipos de propagandas serão bloqueados?


Formada pelas principais empresas de mídia online, a Coalition for Better Ads, depois de uma extensa pesquisa com mais de 66 mil consumidores, em países que representam 70% dos gastos com publicidade online. Elaborou um conjunto de regras com tipos de propagandas, que ao critério dos usuários são abusivas.

Essas regras têm como objetivo o aumento da comodidade ao navegar pela internet por parte dos usuários e ao mesmo tempo manter o sustento de sites que utilizam tais recursos.

Algo que os atuais bloqueadores não fazem, pois impedem qualquer tipo de propaganda, tanto as abusivas, quanto as aceitáveis.

Anúncios intrusivos como: Pop-ups, que contém reprodução automática de vídeo ou áudio, com contagem regressiva etc, serão bloqueados pelo “Ad block” nativo do Chrome. No total são 12 tipos de anúncios com experiência intrusiva.

exemplo-anúncio-desktop

O conjunto de regras também é válido para sites em dispositivos móveis, que além dos exemplos acima, costumam ter outros tipos adicionais de propagandas em sua experiência ao consumir conteúdo online. Então grandes propagandas fixas ou anúncios que cobrem toda tela, serão igualmente bloqueados.

exemplo-anúncio-mobile

Com essa medida a Google deseja aumentar a facilidade e conforto da experiência dos internautas, sem propagandas e anúncios abusivos que estragam toda navegação.

O interessante dessa história, é que ao contrário de bloqueadores atuais, apenas as propagandas chatas serão impedidas de serem mostradas, não afetando os produtores de conteúdo e nem obrigando o usuário a ativar ou desativar o recurso em determinados sites. 

Gostou da novidade? Ela está prevista para o dia 9 de Julho.

Deixe nos comentários se usa algum bloqueador de anúncios, e se acha justa essa medida de bloquear apenas conteúdos abusivos. E se outros bloqueadores também passassem a aderir este comportamento.

Até o próximo post, te espero, SISTEMATICAMENTE, aqui no blog Diolinux. 😎

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Google remove Apps Android que acessam histórico de chamadas e SMS

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Parece que a Google está adotando sua nova política de uso de dados. Anunciada em Outubro de 2018, essa nova investida, visa minimizar os problemas de segurança dos dados de seus usuários na plataforma Android.

android-google-sms-call

Aplicativos sem validação prévia da Google, não poderão utilizar mais dados referentes aos registros das chamadas telefônicas e SMS. Os desenvolvedores que utilizam as antigas APIs, obrigatoriamente terão que migrar, caso queiram tais funcionalidades em seus apps, pois as permissões legadas não funcionarão.

Para utilizar os recursos ao acesso do histórico de chamadas e SMS, o desenvolvedor terá que preencher um formulário sobe análise da Google, e efetivada a real utilidade do acesso para função do app, o mesmo poderá obter tais dados sem problema algum.

Segurança em primeiro lugar 


Com tais medidas a gigante de Mountain View, espera reduzir problemas de aplicativos falsos, que roubam dados dos usuários.

Deste modo se o App ter função principal de acessar as chamadas, ele só pode acessar os históricos de chamadas, e se for para SMS, ele só poderá visualizar as mensagens.

Em casos específicos que o app leia penas um sms para códigos de verificação, por exemplo o Steam e Telegram. Existe uma API chamada “SMS Retriviever”, que lida com tais situações.

Seguindo a Apple


Tal medida da Google assemelha-se a da Apple no iOS, que restringe o uso destes dados e só libera o histórico de chamadas e SMS, para alguns apps, que anteriormente tenham passado por alguma supervisão da empresa.

Com tal medida fica claro que a Google vem melhorando a qualidade do Android, evitando aplicativos que coletem dados indiscriminadamente. 

Até a próxima pessoal, espero vocês aqui no blog Diolinux. Compartilhe, SISTEMATICAMENTE, nosso conteúdo. 😎
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Google aconselha desenvolvedores criarem Apps 64bits

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Processadores 64 bits oferecem diversas vantagens sobre os de arquitetura 32 bits, mas parece que nem todo desenvolvedor visa criar aplicativos em versão 64 bits. Isso “obrigou” a Google a dar o ultimato. Calma que não é todo esse alarde que alguns veem fazendo.

apps-playstore-google-64bits

Nesta Terça-feira, 15 de Janeiro, Vlad Radu, gerente de produtos da Google, anunciou no blog de desenvolvedores Android, os planos da empresa para o futuro do Android em relação a arquitetura de processador dos aplicativos.

A intenção é que processadores em tal arquitetura, tirem maior proveito ao executar apps em 64 bit. Atualmente, nem todas aplicações possuem sua variante em 64 bits, limitando um smartphone de 64 bits obrigando os aparelhos a utilizarem as versões 32 bits, e por consequência, não extraírem o máximo de desempenho, como foram projetados.

O fim dos 32 bits? Será?


Com o pronunciamento, algumas dúvidas ficaram no ar. Não que a nota pelo gerente da Google foi confusa, pelo contrário, mas alguns portais de tecnologias noticiaram que seria o fim dos aplicativos em 32 bits na Play Store.

Para quem esse requisito se aplica?


A proposta da Google é de que no dia 1º de Agosto de 2021, a Play Store deixe de dar suporte 32 bits para aparelhos que suportam 64 bits. Isso não significa que smartphones com processadores 32 bits sejam afetados. Os apps em 32 bits não acabarão, apenas donos de aparelhos com suporte 64 bits, passarão a extrair o máximo de seus gadgets. Pois existirão versões de apps apropriadas, não obrigando a utilizar 32 bits.

Se essa transição for feita com sucesso, provavelmente as pessoas não vão perceber nenhuma diferença em relação a disponibilidade de Apps, ainda que talvez sintam um melhor desempenho em alguns, o que é uma coisa boa, sem dúvida.

Salvo algumas exceções, como jogos feitos na Unity 5.6 em 32 bits, até o prazo de 2021, poderão manter suas versões de 32 bits, sem a necessidade de uma 64 bits.

Aplicações segmentadas ao Wear OS, Android TV, ou pacotes não destinados aos usuários do Android 9 Pie ou posterior, também não se enquadrarão nesta obrigatoriedade.

Uma tarefa perfeitamente possível


Para maior parte dos desenvolvedores Android a mudança será relativamente simples. Visto que as linguagens que dominam o desenvolvimento de apps Android são, o Java e Kotlin, e não precisam de alterações de código para suportar ambas arquiteturas, 32 bits e 64 bits.

A Google está esperançosa em tecnologias de inteligência artificial, machine learning (aprendizado de máquinas), e dispositivos mobiles mais imersivos. O suporte ao 64 bits prepara todo ecossistema para tais inovações, permitindo novos recursos avançados.

Assim como nos desktops, o próximo passo é deixar a era de 32 bits para trás nos smartphones.

Você possui algum smartphone com processador 64 bits? Pensava que os 32 bits iriam acabar? Deixe nos comentários o que acha disso tudo.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, nos vemos, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Gere códigos aleatórios para autenticação de 2 fatores no Linux com o Authenticator

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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Se você está procurando um aplicativo para ter a autenticação em 2 fatores no Linux, o Authenticator veio para isso. Com ele você vai poder gerar códigos aleatoriamente para várias contas que disponibilizam esse recurso, como Google, Twitch, Amazon, Blizzard entre outros.


 Gere códigos aleatórios para autenticação de 2 fatores no Linux com o Authenticator






O projeto é mantido pelo desenvolver belga, Bilal Elmoussaoui, que mantém outros projetos como Nautilus Folder Icons, o Audio Cutter,entre outros projetos que você pode conferir no GitHub dele.

Mas afinal, o que é autenticação de dois fatores?


Autenticação em dois fatores (ou 2FA em inglês) é altamente recomendado para proteger as suas contas onlines. A Google popularizou muito o mecanismo em suas contas nos últimos anos, possuindo ela própria um aplicativo similar, o Google Authenticator, compatível com Android.

Imagine que você tem uma casa ou apartamento e quer proteger ela além da tradicional chave (senha) que você usa. E para dar uma proteção a mais na sua casa, você instala uma fechadura biométrica, fazendo com que  além de você usar a sua chave, tenha que usar a sua digital para confirmar que é você mesmo (autenticação de 2 fatores). Isso muito provavelmente aumentará a segurança da sua casa (conta online) enquanto você não estiver por perto para ficar de olho. 

A autenticação em dois fatores pode ser feita de diversas formas, mas o interessante de aplicativos assim, que 2FA com conjuntos de números aleatórios e que ficam se renovando constantemente, é que mesmo que alguém, em algum momento descubra esses números, poucos segundos depois eles já não existem mais.

Mas aí você me pergunta, é preciso ter um autenticador desses para desktop??


Tecnicamente não, mas isso é mais como uma conveniência do que uma “necessidade” mesmo. Ele pode ser útil caso você não queira depender do seu Smartphone.

Como instalar o Authenticator?


O aplicativo foi criado para o ambiente GNOME, Budgie e MATE mas como ele é distribuído via flatpak, provavelmente funcione em outros ambientes gráficos. O prints que você vai ver foram retirados usando o Cinnamon com o Mint.

Ele tem um interface muito simples e intuitiva que facilita a adição dos serviços e que em alguns casos pode exibir um QR CODE para a criação deste duplo fator de autenticação.

O Authenticator tem suporte para mais de 290 sites e aplicativos, dentre eles: Amazon,Apple,Dropbox, Facebook,OneDrive,Google,YouTube,Twitch, entre outros.

Para instalá-lo, você vai precisar do suporte ao flatpak instalado na sua distro, além do repositório flathub adicionado,, como é o caso do Linux Mint, Fedora por exemplo. Se você usa o Ubuntu ou alguma distro que não tem suporte ao Flatpak nativamente temos esse tutorial no blog ensinando a instalar.

Depois de instalado o suporte, você tem duas possibilidades de instalação. A primeira é ir na loja de aplicativos da sua distro que já tem o suporte nativo ao flatpak e procurar por “Authenticator” e mandar instalar, esperar a instalação terminar e executar o programa.

Se você preferir instalar via terminal ou se a distro não tem suporte a flatpak em sua loja, você pode instalar com esse seguinte comando:

flatpak install flathub com.github.bilelmoussaoui.Authenticator 


Aí é só esperar a instalação e procurar no menu da sua distro por “Authenticator”.

A primeira tela que você vai ser apresentado é essa abaixo.



Para adicionar um serviço você vai clicar no sinal de “+” no canto superior esquerdo



Por último você vai escolher qual serviço quer ter a autenticação em 2 fatores, colocar o seu “usuário” e o “token de segurança” que eles oferecem para esse tipo de aplicativo.





Depois disso é só aproveitar o aplicativo. =D

Aplicativos de segurança pode ser muito úteis e sem dúvidas são muito importantes, se quiser uma proteção extra, use também o gerenciador de senhas, como o KeePassX ou o Lastpass.

Espero você até o próximo post, forte abraço.

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