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Intel anuncia sua primeira GPU dedicada, a DG1, na CES 2020

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

A tão esperada GPU dedicada (discrete graphics) da Intel foi apresentada na maior feira de eletrônicos do mundo, a CES (Consumer Electronics Show ) 2020.

Intel anuncia sua primeira GPU dedicada, a DG1, na CES 2020





No ano passado (2019), fizemos uma matéria em que foi descoberto através de um “vazamento”, em que a Intel estaria preparando o seu driver para vídeo, o i915, com suporte para multi-GPUs assim sendo possível a utilização das GPUs dedicadas.


Bom, parece que esse “vazamento” está batendo com o que foi apresentado na CES 2020 até então. Nele dizia que a GPU dedicada seria baseada na arquitetura Xe, que é a mesma arquitetura gráfica usada nos próximos chips gráficos integrados Tiger Lake de 10 nm, que também foram apresentados na feira.



O DG1, como foi chamado pela Intel, tem um detalhe interessante segundo a empresa. Com os gráficos Xe integrados no Tiger Lake, eles vão oferecer um desempenho gráfico dobrado em comparação aos chips da geração anterior.

Também foi feita uma apresentação rápida, em que a DG1 estava rodando o game Destiny 2, mas não foi passada maiores informações, como a versão do game, fps e afins.



A Intel fez um post falando da sua participação na CES 2020, que você pode conferir aqui.

Depois de muitos anos, a Intel está entrando no mercado de GPUs dedicadas e parece que está disposta a investir pesado, mas precisa correr pois a AMD já está na frente e desenvolvendo na arquitetura de 7nm, indo para 5nm.

Mas agora diz aí pra gente nos comentários, o que você acha da entrada da Intel nesse mercado 😀?

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Mesa ACO recebe implementações para melhorar o desempenho de jogos

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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Recentemente o compilador de shaders ACO recebeu melhorias com o objetivo de reduzir em grande parte o número de operações de memória utilizadas pelo software, o que deve melhorar o desempenho de jogos e outras aplicações 3D.

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O ACO é um compilador de shaders desenvolvido pela Valve, com o objetivo de substituir o “LLVM Shader Compiler”, que atualmente é o padrão na versão atual do Mesa Driver na maioria das distros. Para tirar um melhor proveito do conteúdo deste artigo, é muito importante que você saiba o que é um compilador de shader, e por sua vez o ACO. Caso você não saiba do que se trata, fortemente recomendo que leia o artigo que escrevemos sobre o assunto.

Agora que você já sabe do que estamos falando, vamos às novidades.

Na última segunda-feira (25), a equipe de desenvolvimento do Mesa Driver incluiu no código do mesmo uma implementação que já estava sob revisão há quatro meses. Se formos analisar o tempo que foi necessário manter tal implementação em revisão, não é preciso ser um profissional de T.I. para perceber que trata-se de algo bastante complexo. Seguindo a lógica, uma implementação com um nível relativamente alto de complexidade também trará grandes benefícios.

Tal implementação, que entre os desenvolvedores está sendo chamada de “load/store vectorizer”, é uma contribuição do desenvolvedor Rhys Perry. O que ela faz é, de forma simplificada, diminuir a quantidade de código com que o compilador de shaders precisa trabalhar para executar determinadas tarefas. Esse comportamento faz com que o número de operações de memória simultâneas também seja reduzido, e quanto menor for este número, menor serão os tempos de carregamento, e mais alta será a taxa de FPS.

Até o presente momento, foram realizados testes com dois jogos, sendo eles Nier: Automata e GTA V. Nesses testes foi notada uma diminuição no número de operações de memória de 13% e 15%, respectivamente. Vale ressaltar que os benefícios devem ser visíveis em outros jogos além dos dois que foram testados, bem como outras aplicações 3D. 

Essas implementações deverão estar disponíveis para os usuários na versão 20.0 do Mesa Driver, que deverá ser lançado como estável no final de Fevereiro.

Já dissemos isso várias vezes aqui no Diolinux, e volto a dizer como cada vez mais fico surpreso, e animado com a velocidade com que “o Linux” vem evoluindo como uma plataforma para jogos, especialmente nos últimos dois ou três anos. É realmente impressionante!

Agora diga-nos qual é a sua opinião sobre o assunto. Será mesmo que algum dia “o Linux” chegará a ser uma plataforma de jogos considerada “mainstream”?

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Emuladores que utilizam OpenGL ganham aumento de performance graças ao multithreading

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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Emuladores que utilizam OpenGL agora poderão ter desempenho melhorado, graças a utilização de mais núcleos do processador. A mudança beneficiará jogadores que possuam processadores com vários núcleos e threads.

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Emulação de jogos é uma paixão que nutro por muitos anos, e não é atoa que minha primeira postagem no Diolinux foi justamente sobre um emulador. Além de ter possuído diversos títulos e consoles, vejo na emulação uma forma de manter vivo, clássicos que se assim não fosse, jamais poderiam ser apreciados no momento. Por vezes é mais prático jogar diretamente em meu computador, ao invés de ligar meu console. No entanto, em alguns casos a emulação não entrega uma performance digna ou semelhante ao hardware real na qual o jogo foi pensado.

OpenGL é uma API gráfica livre utilizada por diversos softwares mundo afora, e justamente vários emuladores o utilizam para encarregar-se da parte gráfica do jogo. Obviamente, que soluções alternativas existem no mercado, e por muitas vezes mais de uma API gráfica é utilizada. Posso citar o Vulkan, como uma das que vêm sendo implementadas em diversos programas deste segmento, e proporcionando um ótimo desempenho.

Não é incomum encontrar usuários com computadores poderosos tendo alguma dificuldade no ato da emulação, pois, mesmo possuindo um processador com diversos núcleos e uma GPU dedicada, o emulador não consegue fazer todo proveito deste hardware. O OpenGL era um destes elementos que impossibilitava a extração de máximo poder do processamento durante uma emulação. Há dois anos o suporte a distribuição de múltiplos processos de forma simultânea através de diversos núcleos de CPUs, foi implementado graças ao engenheiro de software Marek Olsák da AMD. Contudo, apenas jogos (nativos e via Wine/Proton e afins) estavam recebendo essa implementação, sendo que emuladores que usavam OpenGL não vinham se beneficiando deste método. Na época da implementação, jogos foram tiveram um ganho considerável em seu desempenho. Alguns, como Alien Isolation, Border Lands 2 e BioShock Infinite tiveram um acréscimo de mais de 50% em performance durante a jogatina.

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Agora os emuladores começam a receber o tão cobiçado recurso multithreading do OpenGL e aumentarem a eficiência durante a emulação utilizando a API livre.

Testes foram realizados com um processador Intel Core i7-8550U de quatro núcleos e quatro threads (núcleos virtuais), com gráficos UHD 620 integrados. Utilizando o driver i965 Mesa que a pouco tempo recebeu suporte ao multiprocessamento.

O Dolphin (emulador de Nintendo GameCube e Wii) obteve um aumento de 17%, passando de 75 para 88 fps no jogo Super Mario Galaxy, já o Citra (emulador de Nintendo 3DS) recebeu um ganho de 12%, passando de 81 para 91 fps no game The Legend of Zelda: A Link Between Worlds. Até emuladores mais novos, como o Yuzu (emulador de Nintendo Switch) teve um maior desempenho, atingindo um aumento de 29%. É claro que o desempenho não é apenas uma responsabilidade do OpenGL ou processador. Existe todo um conjunto para um bom funcionamento, sendo que uma GPU inferior ao processador pode muitas vezes impedir uma jogatina mais satisfatória (o famoso gargalo). 

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Para acessar os dados dos testes, basta clicar neste link.

Você curte jogos? Tem algum título de paixão que jogava no console e também joga via emulador? Deixe nos comentários a sua opinião sobre a melhora no desempenho em emuladores que fazem uso do OpenGL.

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Versão 5.4 do Kernel Linux chega recheada de novidades

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terça-feira, 26 de novembro de 2019

A versão 5.4 do Kernel Linux acaba de ser lançada, com uma “feature” um tanto polêmica, aprimoramentos para o driver AMDGPU, uma lista de dispositivos periféricos que devem funcionar de forma “plug and play”, e muito mais.

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A mais nova versão do Kernel Linux acaba de sair do forno, e com ela saiu também a amada e odiada “feature” chamada” Lockdown. Para aquelas pessoas que estão preocupadas com a função Lockdown estar potencialmente ferindo a sua liberdade, a boa notícia é que a mesma não estará ativada por padrão nesta versão do kernel. Todavia, isso não necessariamente significa que a função não estará ativada em todas as distribuições, já que cada distro poderá decidir entre ativá-la, não ativá-la, ou até mesmo removê-la.

Você não sabe o que é esse tal de Lockdown? Então dê uma olhada no artigo que fizemos assim que a notícia veio a público!

Deixando as polêmicas um pouco de lado, a nova versão do kernel também trará várias melhorias referentes as GPUs AMD. A partir desta versão, o driver AMDGPU passou a suportar as famílias de GPUs Navi 12, Navi 14, Arcturus, e as famílias de APUs Dali e Ryzen 4000 que serão lançadas em 2020.

As principais melhorias para GPUs AMD geralmente são lançadas tendo como foco principal os hardwares mais recentes, que fazem uso do driver AMDGPU. Caso você possua uma GPU mais antiga, ou não sabe qual é o driver que você está utilizando (e não estou falando sobre o Mesa Driver), confiram os nossos artigos sobre os drivers AMD no Linux, e sobre como utilizar a melhor opção de driver para a sua GPU AMD antiga.

Partindo para a área dos processadores, o Kernel 5.4 está trazendo suporte para os CPUs Intel da família “Tiger Lake”, e aprimoramentos para o sistema de “color management” para dispositivos utilizando o driver de código aberto da Nvidia, o Noveau.

Máquinas equipadas com hardwares que utilizam a arquitetura ARM, como por exemplo alguns modelos de laptops da Asus, HP e Lenovo, também não foram deixados de lado. Agora o Kernel Linux possui suporte para os processadores Qualcomm Snapdragon 835 SoC, e 850 SoC. Também foi adicionado suporte a alguns processadores utilizados em dispositivos móveis, como por exemplo o Snapdragon 410, que está embarcado em modelos como os Samsung Galaxy A3 e A5. O quê pode ser uma boa notícia para os desenvolvedores do Plasma Mobile e Ubuntu Touch.

Além do que foi abordado acima, várias outras melhorias também foram feitas neste lançamento. Dentre elas, podemos destacar:

• Adicionado relatório de temperatura para processadores AMD Ryzen da série 3000;
• Sistema de arquivos para máquinas virtuais VirtIO-FS foi aprimorado, o que deve melhorar o compartilhamento de pastas entre a máquina real e as virtuais;
• Versões atualizadas dos drivers do sistema de arquivos exFAT;
• O sistema de arquivos XFS agora permite modificações de diretório maiores, e o faz de forma mais rápida;
• Adicionado suporte para dispositivos de rede RTL8125;
• Melhoria no gerenciamento de energia Intel TCC.

Vários dispositivos periféricos foram compatibilizados, e assim entraram para a enorme lista daqueles que funcionam de forma “plug and play” nas distros Linux. Confira a seguir quais são estes dispositivos:

• MobileStudio Pro 13;
• Mouse Logitech G700;
• Mouse/teclado Logitech Lightspeed;
• Receptores Creative SB0540;
• Painel touchscreen Smart Tech;
• Sintonizador de TV Mygica T230C.

Cada nova versão do Kernel Linux sempre traz um número enorme de correções de bugs e novas funcionalidades, desta forma, cobrimos o que julgamos ser mais relevante. Todavia, se você tem interesse em mergulhar mais a fundo no mar de informações disponíveis sobre a nova versão do Kernel do Pinguim, você pode acessar a documentação oficial do Kernel Linux.

Se você for um usuário recém chegado ao mundo Linux, talvez esteja se perguntando se vale a pena atualizar o Kernel da sua distro, a fim de poder tirar proveito de todas as novidades. Não precisa ficar “quebrando a cabeça, jovem gafanhoto”. O vídeo a seguir, apesar de ser do tempo em que o Dionatan ainda tinha mais cabelo na cabeça do que na cara um pouco antigo 😁, ainda é extremamente atual quando o assunto é atualização de Kernel.


Caso você queira se aprofundar ainda mais no assunto, ou simplesmente você é uma pessoa que prefere ler a assistir vídeos, este artigo sobre atualização e versões do Kernel Linux é certamente um ótimo complemento ao vídeo acima.

Sempre fico fascinado em ver o quão longe, e quão rapidamente projetos livres e de código aberto podem crescer. E as proporções colossais que chegam a atingir. É com esse pensamento que estou acabando de escrever este artigo, por isso gostaria que vocês, caros leitores, me dessem a sua opinião sobre o seguinte:

Quais razões vocês acreditam serem as responsáveis por alguns projetos, que inicialmente não possuem grandes equipes ou investimentos financeiros, conseguirem chegar tão longe, e literalmente mudar para melhor as vidas de tantas pessoas?

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Intel trabalha em nova loja para sua distro Clear Linux Project

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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

A Intel também é responsável por uma distro Linux, o Clear Linux Project, e parece que seu desenvolvimento está indo além de ajustes em performance e uma nova loja está a caminho. Considerando todo histórico do Clear Linux e seus resultados em benchmarks, podemos esperar um software de altíssima qualidade. 

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O Clear Linux Project é um sistema operacional desenvolvido pela Intel e baseado em Linux. Com o intuito de ser uma alternativa segura, customizável, eficiente e performática, seu objetivo é atrair desenvolvedores e tirar proveito de suas características e inclinação para contêineres. Contudo, não significa que apenas developers estão se interessando pela distribuição, ao passar dos anos o sistema vem adicionando aos seus repositórios aplicações, que “não se encaixam necessariamente com esse público alvo”.


Em julho deste ano anunciamos que o Lutris estava disponível nos repositórios do Clear Linux Project, e mesmo sendo voltada para desenvolvedores, computação na Nuvem, IoT e desenvolvimento em geral, era entregue como uma alternativa ao desktop. Naturalmente programas voltados ao lazer ou usos “menos técnicos” estariam à disposição de seus usuários, sendo a Steam e o Lutris exemplos. Outro ponto importante é seu foco no ecossistema Intel. Não é incomum ver matérias de comparativos em jogos, e o Clear Linux Project estar no topo dos testes. O sistema é minuciosamente otimizado para processadores Intel, como suas futuras GPU’s dedicadas

Novidades no Clear Linux


Sua equipe de desenvolvimento está trabalhando em diversos aprimoramentos no sistema, indo de ajustes internos à implementações mais visíveis aos usuários: 

  • Uso do Kernel Linux 5.4 (em sua versão final);
  • Substituição do Python 2 pelo Python 3;
  • Possível implementação do compilador LLVM Clang 9;
  • Desenvolvimento de uma nova loja, alternativa para atual GNOME Software;
  • Aprimoramentos em seu instalador, suportando LVM (Logical Volume Manager), melhorias na instalação de sistemas no-EFI (BIOS legacy), otimizações no desempenho e mais.

Logo abaixo você pode ver as considerações do canal Sir Rob Linux Brasil, quando testou o Clear Linux em maio deste ano.


Para mais informações sobre o Clear Linux Project, o desenvolvimento de sua nova loja e mais, acesse a postagem oficial em seu blog. Para quem deseja ser informado continuamente sobre o sistema, considere seguir o perfil no Twitter da gerente de comunidade do Clear Linux Project, Beatriz Palmero. Inclusive a postagem no blog oficial, com as features que em breve irão chegar ao sistema, foi de sua autoria. 

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Clear Linux Project quer saber como você usa o seu Linux

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

O pessoal do Clear Linux Project , distro mantida pela equipe open source da Intel, quer saber melhor como você usa o Linux no seu dia a dia.


Clear Linux Project quer saber como você usa o seu Linux





Há uns 2 meses estava “navegando” no Twitter, e me deparo com um tweet do  Clear Linux Project pedindo para que os usuários preenchessem um formulário, para dizer como utilizavam o Linux e quais ferramentas utilizavam e afins. Achei a iniciativa muito legal, participei da pesquisa e dai me veio uma ideia (💡). Por que não tentar trazer essa pesquisa para o público do Diolinux?

Aí percebi que a pesquisa estava em Inglês, e muitos dos leitores não tem domínio deste idioma, pensando nisso, comecei a procurar uma forma de entrar em contato com alguém da equipe do Clear Linux.

Por uma ”coincidência” (o algoritmo do Twitter é porreta 😁😅), acabei “achando” a Beatriz Palmeiro, uma brasileira que é Community Manager and Developer Advocate do Clear Linux Project. Comecei a seguir ela no Twitter e perguntei em uma postagem se poderia trocar uma ideia via DM. Ela foi muito solicita e depois de uma breve conversa por lá, trocamos alguns e-mails. Nesses e-mails, ela me apresentou ao Fabricio Novak, que é UX designer e brasileiro que também está envolvido no projeto.

Depois de uma breve apresentação da minha parte, perguntei se teria como ter uma versão em pt-br para que eu pudesse divulgar. Eles falaram-me que infelizmente não havia essa possibilidade, mas que eles ainda poderiam disponibilizar a pesquisa em Inglês, para que fosse traduzida. Assim foi feito.

A tradução foi feita em conjunto com Dio e disponibilizado no Google Forms, com o aval da Beatriz e do Fabricio.

Com isso, convido você a participar da pesquisa e ajudar o Clear Linux Project a entender o usuário Linux brasileiro. 

Você pode responder a pesquisa clicando logo abaixo (Pessoal do Clear Linux Project vai estar acompanhando as respostas também) :


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Nova versão do plugin Mate Optimus ganha suporte ao driver 435

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Muitos dos leitores do blog Diolinux, vem acompanhando a “saga” do Linux em notebooks híbridos (Intel+NVIDIA), onde já produzimos artigos de como instalar o Ubuntu/Mint até a notícia mais esperada, a compatibilização completa no Linux, que finalmente saiu e você pode conferir aqui.

Nova versão do plugin Mate Optimus ganha suporte ao driver 435






Dentro desses artigos, teve também artigos falando que a NVIDIA estava disposta a trabalhar o Optimus no Linux, como também os anúncios da Canonical, através do Ubuntu, incluindo os drivers da NVIDIA já na ISO.

Por incrível que pareça, a primeira flavour do Ubuntu a se movimentar e começar o processo de suporte, foi o Ubuntu MATE, através do desenvolvedor principal, Martin Wimpress. Tanto que tem um artigo falando sobre o Ubuntu MATE 19.04 e as suas facilidades com as híbridas.

E como não seria surpresa para ninguém, eis que o Ubuntu MATE surge novamente como “pioneiro”  no mundo das híbridas, vamos assim dizer 😁.

Em seu Twitter, Martin fez um anúncio muito positivo e gerou uma expectativa muito boa na comunidade. Ele anunciou uma nova versão do plugin mate-optimus para a versão 19.10 (a mesma do Ubuntu 19.10) e assim compatibilizando-o com as novidades trazidas pela NVIDIA no driver 435, em especial para as híbridas (Nvidia Optimus).



Como demonstra a imagem, agora podemos escolher qual modo utilizar (Power Saving, Performance Mode ou On-Demand).

É ali na opção On-Demand, que “reside a mágica” da Nvidia para as híbridas. No primeiro anúncio, Martin tinha informado que ainda seria necessário fazer o logoff para a troca. Aí perguntei a ele se pretendia compatibilizar a "não necessidade" dessa etapa, e ele disse que ia arrumar. E assim fez.

Também perguntei se essa ferramenta poderia ser usada em outras interfaces ou se ele teria alguma informação sobre. Ele confirmou que sim, e que as interfaces suportadas serão: MATE, XFCE, Budgie, Cinnamon, GNOME, KDE e LXQt. Para conferir a thread completa, acesse o link.

Ele também me falou, que se a pessoa quiser testar fora do Ubuntu 19.10, bastasse clonar o repositório do GitHub e rodar os binários em usr/bin. Se você quiser testar, o GitHub dele é esse aqui.

Isso era questão de tempo, das distros e interfaces gráficas a compatibilizar a solução da NVIDIA e assim ir “quebrando” esse tabu no Linux, que na minha visão, será totalmente derrubado no Ubuntu 20.04 LTS, assim fazendo com que as outras distros e flavours também irão seguir.

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Nvidia traz melhorias no PRIME, será o fim dos problemas com placas híbridas no Linux?

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Parece que a NVIDIA tirou um tempinho para “brincar” com as emoções do usuários Linux nos últimos dias 😁. Primeiro foi o lançamento de três (3) drivers ao mesmo tempo e depois lançando a documentação das suas GPUs, assim ajudando o driver open source Nouveau. Agora chegou a vez do pessoal das híbridas (eu incluso 😄), e finalmente o nosso “calvário” está chegando ao fim.


Nvidia traz melhorias no PRIME, será o fim dos problemas com placas híbridas no Linux?





Nesta Terça (13), a Nvidia veio com uma notícia “bombástica” para quem usa GPUs híbridas (Intel+Nvidia), com o seu novo driver Beta, o 435.17, onde ela traz ao Prime, finalmente, o Optimus, funcionalidade que permite a “switch” (troca) rápido entre as GPUs (entre a Intel e Nvidia). Em um exemplo prático, você usa a GPU integrada ao processador para as tarefas triviais do dia a dia, como navegar na internet, ouvir música, ver vídeos, editar documentos e etc. Mas se você quiser jogar, renderizar algum vídeo ou qualquer outra tarefa que precise de mais poder de processamento, aí você escolheria a GPU da Nvidia para isso. Com isso, você consegue uma eficiência maior da bateria.

O primeiro indício que essa função estaria chegando, foi percebida pelo pessoal do Phoronix em Abril deste ano (2019), na qual foi relatado que a Nvidia estaria trabalhando em uma nova extensão GLX, a GLX_EXT_server_vendor_select, que permitiria essa troca. Kyle Brenneman, dev da Nvidia para Linux, explicou melhor neste link.
Agora parece que isso está mudando, graças a outro dev da Nvidia para Linux,  Aaron Plattner, estamos chegando perto da solução. 

Em um anúncio no blog oficial de desenvolvedores da Nvidia, ele lista as melhorias do driver beta 435.17, constando as implementações iniciais do GLX. Para poder usar essa novidade é preciso ter uma versão bem atualizada do Xorg com algumas implementações feitas pela Nvidia, a empresa disponibilizou as novidades via PPA, que por hora só está disponível para a Base Ubuntu (nas versões 19.04 e 18.04). Com esse Xorg ”novo” e com o driver Beta, será possível fazer o “switch” das GPUs.

Também foi adicionado o suporte para Vulkan e OpenGL+GLX no PRIME. Está sendo incluído também o runtime de gerenciamento de energia D3 (RTD3), que vai ajudar e muito na economia de energia nos notebooks. O comunicado por completo você confere aqui. As novidades foram:

● Adicionado suporte experimental para a runtime D3 (RTD3) para o gerenciamento de energia em notebook com GPUs Turing;
● nvidia-bug-report.sh aprimorado para coletar informações do runtime D3 (RTD3);
● nvidia-bug-report.sh aprimorado para coletar tabelas ACPI quando a ferramenta acpidump estiver disponível;
● Adicionado suporte do Vulkan e OpenGL+GLX ao PRIME. 

Mais detalhes aqui.

Se você quiser baixar o driver e experimentar, basta acessar aqui e seguir as instruções de instalação. Se não, espere chegar no PPA.

Agora é só “sentar e aguardar” a chegada do driver nas distros e também observar o movimento da DEs, no sentido da criação de soluções como “abra a Steam com a sua placa de vídeo NVIDIA”. Quem disse que esse dia não chegaria, não é meus amigos? Depois que o suporte oficial chegar, faremos um artigo contando as primeiras impressões.

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Intel prepara drivers Linux para Multi-GPU

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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Antes de qualquer lançamento de hardware, é importante garantir que os seus clientes terão suporte via software (driver), e isso acaba gerando certos "vazamentos" de informações e gerando expectativas, especialmente quando os drivers são de código aberto e podemos ler especificações.

Intel Drivers Multi-GPU





Até o momento, nenhum dos drivers Intel para Linux possuia especificações para suportar multi-GPUs simultaneamente. Isso é tanto quanto óbvio, porque até então a Intel não possuia nem sequer a possibilidade de que os consumidores sonhassem com placas de vídeo dedicadas por parte da empresa.

Com a chegada da primeira linha Intel Xe GPU, esperada no próximo ano, o driver "i915" do Kernel Linux começou a ser estruturado para o suporte a setups multi-GPU, ou o que provavelmente deve acontecer, é o paralelismo entre os gráficos integrados dos CPUs da Intel, trabalhando em conjunto com a chamada Xe GPU. Não devemos entender isso como suporte para tecnolocias como CrossFire e SLI, estas são de responsabilidade de AMD e Nvidia, respectivamente, e já existem.

Até a primeira ou segunda geração das Xe GPUs, o driver "i915" continuará sendo usado, este driver DRM recebeu implementações no último ano para trabalhar corretamente com o suporte das novas GPUs da Intel, introduzindo o conceito de "device local memory", fazendo com que ele seja capaz de trabalhar em conjunto com gráficos integrados, essa constatação fica evidente analisando alguns patches recentemente introduzidos. 

Não é descartado que o driver sofra reformulação no futuro, ou mesmos seja substituído, entretanto, há indícios de que ele será mesma o driver para, pelo menos, as duas primeiras regações de GPUs dedicada da Intel.

Com melhorias no Vulkan, OpenCL, essas placas deverão estar funcionando de forma eficiente no Linux em pouco tempo, entretanto, não será surpresa se vermos mais novidades relacionadas a essa nova linha de GPUs em produtos lançados em 2020, como o Clear Linux, da própria Intel, e por consequência, outras distros Linux, como o Ubuntu, Fedora, entre outras.

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Ancioso para testar as novos GPUs da Intel?

Até a próxima!
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Lutris agora consta nos repositórios do Clear Linux da Intel

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

O Clear Linux é a distribuição Linux desenvolvida pelo pessoal da Intel, pensando na otimização para os developers, computação na Nuvem, IoT, desenvolvimento em geral, além de poder ser usada como um desktop “normal”. Além é claro, de ter um sistema otimizado para os seus processadores e também nas suas futuras GPU’s dedicadas.

Lutris agora consta nos repositórios do Clear Linux da Intel





Agora, de forma oficial, o Lutris está incluso nos repositórios oficiais do Clear Linux, juntamente com o pacote WINE.

No Clear Linux, você utiliza o swupd, que em linhas gerais é como se fosse o APT, YUM ou DNF, para saber mais sobre o funcionamento dele de forma profunda, veja o guia. Ele também utiliza para a instalação, o bundle, para facilitar o gerenciamento.

Primeiramente, vamos instalar WINE,  que você pode fazer de duas formas. Como o Clear Linux OS usa o GNOME, você tem a GNOME Software nele, e nela você pode procurar pelo bundle WINE e instalar, ou via terminal, com o seguinte comando:



sudo swupd bundle-add wine

Feito isso, basta esperar a instalação terminar.

Para instalar o Lutris podemos também utilizar a mesma forma de procurar na GNOME Software, mas agora vamos procurar pelo bundle “Games”, ou senão via terminal com o seguinte comando:

sudo swupd bundle-add games

Aí, é só esperar terminar a instalação. No site do Lutris também tem a menção do Clear Linux.

Agora você já tem o conjunto para jogar os games que não são da Steam, visto a mesma pode ser instalada via Flatpak, que já vem instalado no Clear Linux. Se você precisar instalar a Steam, é só seguir esse tutorial.

Vale uma menção aqui. É importante você verificar se a sua GPU da Intel tem suporte ao Vulkan, essa informação pode ser encontrada no site deles. Se ela tiver o suporte incompleto, os games podem rodar de forma instável. Para instalar o Vulkan no Clear Linux, é bem simples, basta instalar o seguinte bundle:

sudo swupd bundle-add developer-gpu

Se você estiver pensando em instalar o Clear Linux  em um PC com GPUs da NVIDIA, você pode tentar seguir a documentação sobre isso, mas a cada update do sistema, será necessário atualizar o driver de  forma manual, ao menos por enquanto.

Muito gratificante ver que um grande projeto como esse do Clear Linux, dando assim mais uma opção de distro Linux para jogos.

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Huawei e seu relacionamento complicado com os EUA

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segunda-feira, 20 de maio de 2019


huawei-smartphone-android-google-intel-qualcomm-impedida-governo-donald-trump-estados-unidos-eua-china-importação-telefonia

Diversas empresas estrangeiras foram afetadas, gigantes como a Chinesa Huawei "ficaram impedidas" de atender o mercado americano. A decisão do atual governo dos Estados Unidos tem como uma das medidas evitar a espionagem de outros países, e todo mundo sabe que os americanos e chineses não têm uma relação tão "amorosa". O governo americano suspeitava que a Huawei era uma boa amiga da China e sedia informações de seus usuários para espionagem chinesa. Tais alegações foram negadas pela empresa. Em uma medida de última hora o Departamento de Comércio dos EUA, concede provisoriamente uma licença geral de comercialização de produtos e serviços que eventualmente a Huawei ofereça no país.  Tal "carta branca" tem validade até 19 de Agosto. 

A Huawei é a maior empresa de telecomunicações na China e uma das maiores do mundo. Seu comércio é (até o momento) forte em países como os Estados unidos, graças a ela tecnologias como o 5G estavam a pleno vapor. Agora parece que os EUA terão perdas significativas quando se trata desta tecnologia, podendo atrasar a implementação do 5G no país ou quem sabe inviabilizá-lo. Um dos objetivos da empresa era ultrapassar a atual líder de vendas de smartphones em 2020, Samsung, mas com essa nova barreira, parece que a meta não será tão simples. Pois mesmo com a nova licença provisória seu futuro em solo americano é incerto.

Nada de Intel, Qualcomm e Google?


Responsável por produzir chips para seus equipamentos, a Intel e Qualcomm aderiram a decisão do governo e cortou relações com a empresa chinesa. Entretanto a Huawei parecia estar esperando tal decisão governamental. Conhecida por armazenar estoques de chips sediados em parceiros nos EUA, a Huawei veio durante anos desenvolvendo tecnologias que não obrigasse sua total dependência da Qualcomm com seu Snapdragon e Intel, a exemplo dos seus chips criados com o HiSilicon Kirin. Não apenas a Qualcomm e Intel cortaram relações com a Huawei, a Google retirou seu direito de uso do Android e baniu a empresa da Google Play Store. Com a nova decisão e licença oferecida pelo Departamento de Comércio dos EUA, as empresas voltam seus negócios com a Huawei. A medida provisória visa não impactar a infraestrutura do país e ocasionar transtornos aos usuários. A questão que fica é se haverá prorrogação, ou se a empresa passará a ser "barrada" novamente com o término da licença.

Huawei sem Android, ao menos como era


Depois do dia 19 de Agosto a Huawei pode ficar impossibilitada de embarcar seus aparelhos com o Android "convencional”, por conta de não obter a "prorrogação" do licenciamento de comércio com os EUA, então a empresa poderia seguir dois possíveis caminhos: Utilizar a versão Open Source do Android, sem as tecnologias proprietárias da Google ou desenvolver seu próprio sistema.

Parece que a segunda opção será a adotada pela chinesa, com seu sistema em desenvolvimento HongMeng OS, parece ser questão de tempo para a empresa não necessitar do Android. Com loja de apps própria, o HongMeng OS virá embarcado em seus aparelhos. Não ficou claro se o mesmo é desenvolvido do zero, ou baseia-se no Android. Apenas posso julgar que caso o sistema não rode aplicações Android, o fracasso da empresa é eminente, temos o Windows Phone como exemplo. Se o HongMeng OS conseguir rodar games e apps Android, sua adoção por parte dos usuários pode não ser tão afetada. Lembrando que na China diversos apps e sites são bloqueados, e mesmo sem uma Google Play Store a Huawei conseguiria muito bem manter seus novos aparelhos. Afinal os usuários estão mais preocupados com os jogos e aplicativos (falo do público leigo, obviamente).

alternativa-android-huawei-HongMeng-OS

Vale ressaltar que a Huawei também comercializa notebooks e equipamentos que são embarcados com o Windows, e após a data da licença a MS poderia cortar relações com a empresa. Será que veremos notebooks da Huawei com Deepin? Logo que a distribuição também é chinesa, e possivelmente seus equipamentos não viriam mais com Windows, caso adefinitivamete a mesma fosse impedida de ter algum vínculo com os Estados Unidos

Para donos de aparelhos Huawei


A Google informou que donos de aparelhos Huawei, lançados antes do ocorrido, que acessam a Play Store, não serão impedidos de receberem atualizações de segurança ou melhoria de seus smartphones. A instalação de apps continuará sem problema algum. Os equipamentos também funcionarão normalmente nos Estados Unidos. Agora cabe saber se essa licença será provisória ou se o governo poderá "adicionar num futuro a Huawei na lista branca", só o desenrolar dessa história poderá dizer. Mas que fique claro que o intuito desta licença provisória  não é apaziguar a situação ou "aliviar para o lado da Huawei". Ao que parece, o governo americano percebeu que tal medida, ao menos no momento é incabível e os danos seriam extremos. Inclusive existiam rumores de falhas severas na infraestrutura da rede americana. 

O que você acha desta situação? Parece que estamos em uma "nova guerra fria", desta vez utilizando a tecnologia e economia como armas (nada de corrida espacial). Sobreviverá quem permanecer firme, mesmo em meio às mudanças do mercado (mudanças essas totalmente "artificiais").

Não curto esse controle, sei que pode haver espionagem, todavia parece que os EUA também não cometem esse tipo de crime (😏😏😏). É algo complicado, e que deixo essa "bucha" para vocês, então continuem esse papo em nosso fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, sem brigas nos comentários hein! Sejamos complacentes com a opinião alheia.

Te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Ubuntu 19.04 é lançado com otimizações de desempenho e Kernel Linux 5

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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Muitos que chegaram no mundo Linux ou que tiveram contato com o mesmo, foi através do Ubuntu, tirando a “velha guarda” dos usuários e os mais “fuçadores”, ele foi e ainda é a porta de entrada para o mundo Linux tanto para usuários comuns, como para empresas.


 Ubuntu 19.04 é lançado com otimizações de desempenho e Kernel Linux 5






Nos últimos anos, o Ubuntu foi a “cara” do Linux, com a interface Unity e suas cores, que como diz a música, “Entre tapas e beijos, é ódio é desejo…”, foi conquistando usuários ao redor do mundo. Quem não lembra dos CDs e DVDs que a Canonical mandava via correspondência para as nossas casas? 😁

E quando foi anunciado o “fim” do Unity pela Canonical, muitos se perguntavam qual interface iria ser utilizada, e a escolha foi o GNOME, pois o Unity era um fork do mesmo e assim a transição seria menos “traumática”, vamos assim dizer. Will Cooke, principal líder do time de desenvolvimento do Ubuntu, nos conta como foi essa transição em uma entrevista exclusiva.

Novidades do Ubuntu 19.04 Disco Dingo


Na data de hoje (18/04/2019), o Ubuntu chega na sua versão 19.04, sendo aguardada por muitos, pois várias melhorias no Kernel, GNOME, Drivers, Apps e afins, vão estar disponíveis para utilização dos usuários.

As principais novidades que chegaram ao Ubuntu 19.04 são:

- GNOME 3.32 ;
- Kernel 5.0;
- Driver de vídeo da NVIDIA na versão 418.56;
- Driver de vídeo para AMD e Intel, o Mesa Driver na versão 19.0.2;
- LibreOffice 6.2.2;
- Mozilla Firefox 66.0;

Quem tem placas de vídeo da Nvidia em notebooks pode comemorar também um melhor suporte. a hora que você for instalar, poderá escolher o “Safe Graphics Mode”, que vai habilitar o NOMODESET, possibilitando “subir” o sistema e instalar o driver proprietário da NVIDIA já na tela de formatação. Ainda falta a implementação da troca de GPUs sem precisar reiniciar a sessão ou a máquina, mas já é um começo. Podemos ouvir um “Amém”????

Download da versão atualizada


Para conferir todas as novidades, tanto da versão desktop quanto a de servidores, você pode acessar este link. Lembrando que o Ubuntu 19.04 não é uma versão LTS (suporte de 5 anos) e que o suporte desta versão só terá 9 meses.

Para baixar o novo Ubuntu 19.04, você pode conferir este link.

Você também pode baixar as flavors do Ubuntu (Xubuntu, Kubuntu, Ubuntu MATE, Lubuntu, Ubuntu Kylin, etc.) neste endereço.

Atualização para a nova versão


Se você usa o Ubuntu 18.04 LTS ou o 18.10 (especialmente), é possível fazer a atualização pelo gerenciador de atualizações do seu Ubuntu, caso você tenha baixado a versão Beta do 19.04, basta manter o sistema atualizado e você estará utilizando a versão final.

A atualização é recomendada apenas se você realmente não precisa do suporte a longo prazo que a LTS te proporciona, tirando esta questão e o suporte ao sistema de Live patching da Canonical, o Ubuntu 19.04 Disco Dingo é um upgrade muito interessante em relação ao 18.10 e ao 18.04 LTS.

Em breve publicaremos vídeos sobre essa nova versão do Ubuntu, por hora, você pode conferir a preview logo abaixo:

                 

Você já baixou o Ubuntu 19.04? O que achou da nova versão?

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso  fórum

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Intel declara que vai dar suporte ao Linux nas suas GPUs dedicadas

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

A Intel vem se mostrando uma grande parceira ao Linux e do mundo open source, visto que a mesma, ao longo dos últimos anos, vem implementando suporte a novas tecnologias, como o Vulkan, aos seus processadores e GPUs integradas neles, e essa mesma dedicação pode ser esperada da nova empreitada da empresa, as GPUs dedicadas.


 Intel declara que vai dar suporte ao Linux nas suas GPUs dedicadas






Em uma publicação no Twitter, com uma das contas oficiais, a @IntelGraphics, a companhia declarou que tem o compromisso com a comunidade Open Source, e trará um suporte robusto para o Linux com às novas GPUs dedicadas que a empresa promete trazer para o mercado.


No mesmo tweet, a Intel disponibiliza um link com as implementações feitas para a tecnologia de “different memory regions” (regiões de memória diferentes, em tradução livre). Para saber mais sobre essa tecnologia, basta acessar o link acima citado.

Esse movimento da Intel em ter soluções em GPUs dedicadas, ainda que não saibamos qual será o público alvo, (arrisco a dizer que provavelmente será o público gamer e dos designers) vai trazer uma concorrência muito boa para o setor que durante muitos anos só teve duas opções de qualidade, AMD e Nvidia, e agora terá a chegada de mais um “player de peso” para concorrer e “disputar a tapas” às moedinhas dos consumidores a partir de 2020.

Agora nos resta saber onde essas GPUs entrarão, com quais setores de suas concorrentes elas farão páreo?

E você, teria uma solução completa da Intel, CPU e GPU? Diga aí nos comentários.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!

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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Muitos que chegam ao blog, no canal Diolinux e no grupo do Facebook, perguntam como preparar o seu computador para que se possa jogar tanto na Steam via Steamplay ou até mesmo em outras lojas, como Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store. No post de hoje vamos mostrar o que você precisa instalar para rodar esses games.


 Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!






Vamos começar com o básico, que é a verificação se a sua GPU tem suporte ao Vulkan, o que permitirá usar o DXVK para rodar os games, tanto pela Steam quanto nas outras lojas.

Logo abaixo você pode  consultar se a sua placa é compatível com Vulkan. É de suma importância que a sua GPU tenha suporte completo para o Vulkan, pois se não tiver, pode ser que o jogo não rode de forma satisfatória.




Depois disso vamos instalar o último driver para Nvidia e AMD/Intel. No primeiro caso precisamos usar o driver 415.27 e no segundo caso precisamos usar o Mesa Driver 18.3 para ter as últimas atualizações e implementações para Vulkan. Para instalar as últimas versões dos drivers, vamos deixar 2 links logo abaixo com o procedimento completinho de como fazer. Para o pessoal que usa AMD/Intel é recomendado o PPA do Padoka.




OBS: Estas são as versões dos drivers no momento da criação deste artigo, dependendo do momento da sua leitura, podem haver versões mais recentes, atente-se para esse detalhe.

Passos opcionais que podem melhorar a compatibilidade


Se você pretende usar o Steamplay, só a instalação dos drivers adequado já deve ser o suficiente, porém, se deseja utilizar uma ferramenta como o Lutris para rodar games de outras lojas, ainda que o Lutris se encarregue de fazer todos os ajustes geralmente, para aumentar o nível de compatibilidade é possível instalar alguns complementos ao Wine nativo do seu sistema.

Primeiro precisamos habilitar o suporte para arquitetura de 32 bits, isso é fácil de fazer vamos abrir o terminal e digitar (ou colar) o seguinte comando:

sudo dpkg --add-architecture i386

Agora vamos instalar o Wine-Stable pelo Synaptic e procurar por esses pacotes lá:

wine-stable (3.0-1ubuntu1) ; libwine (3.0-1ubuntu1) ; libewine-development (3.6-1) ; wine64 (3.0-1ubuntu1) ; wine64-development (3.6-1) ; wineprefix e fonts-wine

No caso do Linux Mint, você também pode procurar diretamente na loja de aplicativos, não precisando do Synaptic necessariamente, no Ubuntu, obrigatoriamente será necessário usar o Synpatic, ou então usar o terminal para instalar cada um dos pacotes usando o “apt”.

Agora vamos conferir se os pacotes do Vulkan estão instalados, se você estiver usando Nvidia, ao instalar o driver, o suporte à Vulkan é ativado, não sendo necessário outras medidas. Se você usa AMD ou Intel confira se o Mesa Driver instalou o pacote mesa-vulkan-drivers. Agora os pacotes:

libvulkan1 ; libvulkan1:i386 e vulkan-tools

Por via das dúvidas, caso você use Nvidia e queira conferir, procure por esses: libnvidia-gl-415 ; libnvidia-gl-415:i386

Depois de fazer esses procedimentos, foi possível rodar o jogo Mass Affect 2 via Origin no Lutris, confira o desempenho no vídeo abaixo, além do tutorial de instalação dos drivers passo a passo:

             

Para instalar o Lutris, depois de seguir esse tutorial, basta seguir o passo a passo deles. Outra alternativa é baixá-lo diretamente da loja de aplicativos na sua distro. 

Com esses pacotes instalados, você vai poder jogar os games que não estão na Steam, como os jogos da Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store (tirando o Fortnite,  atualmente).

Feito isso é só acessar o site do pessoal do Lutris e procurar pelo seu jogo e rodar 🙂

             

Espero você no próximo post, forte abraço.
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