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Intel deixará de produzir o seu instalador de drivers para Linux

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sexta-feira, 30 de março de 2018

A Intel anunciou que está descontinuando o software instalador de drivers da empresas para as distros Linux. O "Linux Graphics Update Tool" está obsoleto e deixará de ser produzido.

Intel aposenta instalador de drivers para Linux






Nós já falamos algumas vezes aqui no blog sobre esta ferramenta da Intel e de fato, ela já foi mais útil. Geralmente a empresa lançada drivers com suporte "oficial" apenas para Ubuntu e Fedora, no entanto, distros derivadas também podiam se beneficiar dela, ainda que necessitasse de alguns ajustes, como o Linux Mint.

Intel Drivers


A Intel anunciou que a ferramenta de atualização de drivers será descontinuada por um simples motivo, as distros Linux atualmente já estão conseguindo trazer a versão mais recente dos drivers da empresa no próprio Kernel Linux, eliminando a necessidade de uma ferramenta como esta.

Vale ressaltar que isso nada tem a ver com os drivers da Intel em si, eles continuam sendo desenvolvidos e otimizados normalmente, o que deixamos de ter a ferramenta de atualização, puramente por praticidade e falta de necessidade.

Em um "mundo ideal" esse tipo de coisa se tornaria mais comum, isso também vem acontecendo nos sistemas que usam o Kernel Linux quando o assunto é Driver AMD, enquanto isso, os drivers Nvidia, que tem um ótimo desempenho, ainda são instalados de outra forma.

Recomendo assistir a nossa entrevista com o Alfredo Heiss, representante da AMD aqui no Brasil, para entender melhor essa relação entre os drivers open source e o Linux:


O "modus operandi" do Linux de forma geral acaba gerando esse tipo de comportamento, ainda assim, alguns hardwares mais específicos ainda pode necessitar de suporte externo, enquanto que a maior parte tem suporte diretamente do Kernel, inclusive de atualizações para versões mais recentes.

Até a próxima!

Fonte
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O problema com os Processadores Intel (AMD e ARM) é mais importante e perigoso do que você imagina!

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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Nem só de boas notícias vive o blog e como segurança é a pauta da semana graças aos problemas de design com os processadores (especialmente Intel) colocando em risco os dados de praticamente todos os usuários, vamos olhar profundamente para o caso e analisar até onde esse erro pode nos afetar.

Eu te mostro a profundidade da toca do coelho





Como o assunto é extremamente complexo, eu chamei o meu amigo e especialista em segurança, Alberto Azevedo, para poder contar para você o tamanho do drama.

Se quiser conhecer um pouco melhor, confira o vídeo que fizemos na Campus Party de Pato Branco - PR no final do ano passo:



O mundo entrou em pânico nesta semana. A razão é simples, vieram à público duas vulnerabilidades extremamente graves que afetam virtualmente (praticamente) todos os processadores em uso no mundo! 

Logo que as informações foram divulgadas, chegaram outros ainda mais "desconcertantes". A primeira era de que a falha já havia sido comunicada aos fabricantes a nada menos do que SEIS meses e a segunda de que Brian Krzanich, CEO da Intel, "malandramente" vendeu nada menos que METADE de suas ações, ficando com o mínimo que ele legalmente poderia ficar quando soube das falhas há alguns meses atrás. 

A razão para as fabricantes estarem sabendo disso há tanto tempo e não terem feito nada (e Brian Krzanich ter feito o que fez) é simples: As falhas, e principalmente seus impactos e dificuldades no processo de correção, são muito mais graves do que você pode imaginar.

Começando pelo começo


O ano era 1946 e um matemático húngaro de nome John von Neumann, com sua equipe de pesquisadores no IAS (Princeton Institute for Advanced Studies), desenvolveu um novo modelo computacional onde uma máquina digital conseguia armazenar seus programas no mesmo espaço de memória que os dados, podendo assim manipular tais programas. Isso resolvia uma série de limitações que o modelo fixo, adotado até então, possuía. Isso porque até então os computadores não eram tão 'programáveis" até então, mas praticamente "desenhados" para a função para que eram designados. Eram concebidos os desenhos esquemáticos de como ele faria aquilo, isso era escrito, e pronto.

Seria como se você criasse um computador "capaz de fazer bolo de chocolate", ele teria a única e exclusiva capacidade de fazer bolo de chocolate pro resto da vida. Caso você quisesse mudar isso, ou "ensinar" ele a fazer um novo tipo de cobertura, você enfrentaria um processo extremamente penoso, em que seria preciso reprojetar a máquina como um todo, podendo levar semanas para criar um novo programa no ENIAC e voltar a trabalhar.

Diagrama computacional

O modelo de Von Neumann era revolucionário, mudava radicalmente a forma de como as coisas eram feitas e criava inúmeras novas possibilidades para a computação. Ele possibilita que a máquina tratasse as instruções recebidas e essa a capacidade de tratar as instruções como os dados é o que faz montadores, compiladores e outras ferramentas de programação automatizada possíveis. 

Era sensacional!

No entanto, haviam problemas e críticas, a primeira e mais óbvia mesmo à época era o gargalo. O canal de transmissão de dados entre a CPU e a memória leva ao que ficou conhecido como "gargalo de von Neumann". A troca de dados limitada (taxa de transferência) entre a CPU e a memória em relação à quantidade de memória era problemática desde aquela época. 

Na maioria dos computadores modernos, a troca de dados entre o processador e a memória é muito menor do que a taxa com que o processador pode trabalhar. Isso limita seriamente a velocidade de processamento, que poderia ser muito mais eficiente, principalmente quando o processador é exigido para realizar o processamento de grandes quantidades de dados. A CPU é constantemente forçada a esperar por dados que precisam ser transferidos para, ou a partir da, memória. Como a velocidade da CPU e o tamanho da memória têm aumentado muito mais rapidamente que a taxa de transferência entre eles, o gargalo se tornou mais um problema, um problema cuja gravidade aumenta com cada geração de CPU.

Uma vez que os programas estão sendo armazenados no mesmo espaço que os dados, alterar o programa pode ser extremamente prejudicial, quer por acidente ou uma falha no design, um programa com defeito pode alterar outros programas ou até mesmo o sistema operacional. Vários matemáticos, dentre eles Alan Turing, se opunham ao modelo de Von Neumann apontando as falhas matemáticas no processo e escreveram artigos propondo outros modelos, mas o envolvimento de Neumann no projeto Manhattan e projeto ENIAC, fez com que sua concepção para o EDVAC alcançasse maior circulação, e o resto é história.


Voltando ao problema atual dos processadores


Essa limitação na arquitetura que já causou inúmeros problemas que foram sendo mitigados/resolvidos ao longo do tempo, por exemplo, praticamente todas as vulnerabilidades de memória que tivemos nos últimos anos tiram proveito dessa escolha de design, hoje mostrou seu verdadeiro potencial destrutivo. 

Não estou culpando Von Neumann pela falha de hoje, os culpados são as centenas de engenheiros que vieram posteriormente e não tiveram peito para fazer o que vão ter que fazer agora. Um completo redesign e reestruturação da arquitetura face aos novos desafios e realidade da computação atual.

Isso porque (spoiler alert!), a vulnerabilidade que foi nomeada Spectre, a principio, simplesmente não pode ser corrigida com um patch!!!

Ela vai exigir um redesign dos processadores. Você está entendendo, caro leitor?
Virtualmente todos, eu repito, TODOS os processadores em uso no mundo hoje precisarão ser TROCADOS!!!! Está entendendo porque a toca do coelho é mais profunda? Esta entendendo porque os fabricantes não fizeram nada até agora, mesmo tendo tido seis meses para fazer? Bom, o Brian fez, vendeu todas as ações que ele podia, porque ele sabia há meses o que o mundo ficou sabendo agora. Veja, não existe nem capacidade de produção para realizar as trocas que precisam ser feitas. O assunto é muito sério.

Antes de continuarmos, vamos explorar e explicar rapidamente os problemas.

Os problemas


Meses atrás alguns pesquisadores de segurança independentes e outros dentro do projeto "Google Project Zero" descobriram duas vulnerabilidades nos processadores que foram chamadas de Meltdown e Spectre. Elas permitem que atacantes maliciosos roubem/acessem todo o conteúdo de memória de computadores, celulares, e servidores. A primeira, chamada de Meltdown, está limitada à processadores Intel e quebra o isolamento existente entre as aplicações do usuário e o sistema operacional. Você pode achar mais informações aqui, além de ver uma PoC aqui e aqui.

Para essa vulnerabilidade existem alguns patchs de correção que já estão sendo disponibilizados, porém elas causarão uma redução na capacidade de processamento que pode variar entre 5% e 30%. Ao passo que será um certo incomodo para o usuário final perder cerca de 30% da capacidade de processamento de sua estação, você, caro leitor, faz alguma ideia do impacto financeiro que isso significa para uma Amazon por exemplo? 

Amazon, Microsoft, Google, entre outros grandes players do mercado de cloud, terão prejuízos astronômicos porque de uma hora pra outra seu parque computacional simplesmente não acomodará mais o uso que vem sendo feito dele. Note que enquanto em seu computador, um atacante pode roubar informações suas, em um servidor virtualizado ele pode roubar informações de todas as pessoas/empresas que estão acomodadas naquele virtualizador. Estamos falando de senhas, dados, chaves de criptografia, qualquer coisa.

Agora veja que o patch de correção, embora exista para o caso do Meltdown, precisa ser aplicado por cada administrador de sistemas da terra em seu sistema operacional. Lembram do WannaCry? Aquela vulnerabilidade foi descoberta e já havia uma correção disponível há meses no Windows. 

Está entendendo o problema? 

Pior é que o Meltdown pode ser explorado por qualquer script-kiddie com acesso a um computador e dois neurônios funcionais.

Sobre a Spectre...


Já por sorte a exploração da Spectre é mais complexa de ser realizada, e digo sorte, porque como foi dito, teoricamente simplesmente não existe correção possível para a vulnerabilidade. Será necessário um redesign completo dos processadores e Intel, AMD e ARM teriam de fazer um recall completo de todos os processadores já fabricados, na pratica, os problemas serão resolvidos somente no próximo ciclo de vida dos hardwares, ou seja, sentiremos os efeitos pela próxima década. Basicamente o que ocorreu é que na ânsia e guerra pela performance e capacidade, as fabricantes se tornaram desleixadas com a segurança. Não é de hoje que isso é questionado por pesquisadores de segurança no mundo inteiro. Tanto que muitos equipamentos de missão crítica são equipados com os chamados processadores seguros. Processadores feitos por empresas como a Kryptus, empresa estratégica de defesa nacional pertencente aos amigos Gallo e Henrique e o seu Secure Crypto-processor (SCuP) ou os Secure Processors, fabricados pela Broadcom por exemplo.

A Spectre foi chamada dessa maneira pois explora o que chamamos de "capacidade de execução especulativa dos processadores". 
Processadores modernos usam técnicas como branch prediction e speculative execution para maximizar a performance. Lembram do gargalo do Von Neumann? Essas são algumas das técnicas adotadas pra tentar mitigar esse problema. Na prática se o destino dos dados de um branch dependem de dados que ainda estão sendo lidos na memória, a CPU vai tentar "especular" (adivinhar/prever) qual é esse destino e executar na frente. Quando os dados de fato chegarem, ela irá confirmar ou descartar essa previsão. O ataque consiste em abusar dessa capacidade especulativa dos processadores e induzir a vítima a realizar operações que não iriam ocorrer normalmente, o que leva ao vazamento de informações via side-channel. 

Você pode ver um exemplo de implementação aqui. Embora seja possível mitigar os efeitos da Spectre via micro-code, a solução só vai ocorrer através de um redesign dos processadores, o que absolutamente não ocorrerá de forma rápida. 

O problema é que na guerra entre segurança e velocidade, foram sendo feitas concessões em nome da performance. A conta está chegando agora.

A solução é trocar os CPUs


Finalizando


No fim das contas esse incidente pode trazer resultados positivos. O primeiro deve ser uma profunda reflexão por parte do mercado e do perigo em se ficar dependente de tão poucos fornecedores de hardware, veja, o mercado de processadores está literalmente nas mãos de três empresas. Somos totalmente dependentes delas, de suas vontades e de suas decisões. Outro benefício será uma maior atenção e importância a ser dada às questões de segurança. Esse dilema já é antigo, Segurança x Velocidade. 

"Se você tem um baú, colocar um cadeado nele o deixará mais seguro, mas vai levar mais tempo para abri-lo e fecha-lo todas as vezes que você precisar fazer isso durante o dia."

E nessa discussão até hoje a performance tem sempre vencido a segurança, pode ser que isso mude um pouco agora. Outra vantagem vai ser o fato de que tecnologias como Field-Programmable Gate Array (FPGA) e Complex Programmable Logic Device(CPLD) devem ganhar mais relevância, uma vez que apresentam muito mais recursos e possibilidades de personalização do que as tecnologias em uso hoje.

Resumindo, a solução não vai ser simples a Intel está claramente tentando acalmar os animos, mas a questão é muito séria. Como foi dito, a Meltdown pode ser explorada até pela minha filha de cinco anos, já a Spectre pode ser explorada por pessoal mais qualificado, por agentes do estado, ou patrocinados por ele. O que levanta a pergunta: Há quanto tempo você acha que a NSA, por exemplo, pode estar explorando essas falhas secretamente? Agora pense. 

Ambas as vulnerabilidades podem ser exploradas até mesmo via browser, como a Mozilla publicou e a correção de uma delas implica na perda de até 30% de performance e a outra não tem correção definitiva possível, a não ser a troca do processador, o que implicaria em um recall completo de todos os processadores já fabricados em uso e a sua substituição por novos com um redesign que nem existe ainda. 

Mesmo que as fabricantes estivessem dispostas a ir a falência para tentar fazer isso em tempo record, esse tecnologia ainda não foi criada, visto que um projeto completo de um novo processador pode levar anos, além disso, não temos capacidade de produção para esse volume. 

Consegue entender agora porque as fabricantes elas não fizeram nada de muito concreto nesses seis meses em que sabem das falhas? Consegue entender as implicações disso tudo?

Bem-vindo ao Cybergeddon!

Agradecimentos


Gostaria de deixar os meus cumprimentos e agradecimentos ao Alberto J. Azevedo pela abordagem clara e consiga, você pode ler alguns artigos que ele publica eventualmente no Medium, de hoje em diante, espere ver alguns conteúdos dele aqui no blog também, sejam autorais ou co-escritos.

Até a próxima!
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Bug dos processadores Intel pode afetar também processadores ARM e AMD

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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Ontem nós publicamos aqui no blog uma notícia sobre um bug que afeta os processadores Intel dos últimos 10 anos, onde a correção para o problema poderia afetar consideravelmente o desempenho dos mesmos, em alguns casos causando até 30% de perda de potência.

Processadores com bug






Algumas horas depois, essa notícia repercutiu pelo mundo e as empresas, comunidades e desenvolvedores começaram a se manifestar. A Microsoft que, como tínhamos informado ontem, iria lançar a correção para o Windows na próxima Terça-feira, como de costume para este tipo de atualização, resolveu lançar um atualização de emergência hoje mesmo e ela já está disponível, assim como a correção para Linux, que saiu ainda ontem, para macOS, ainda não temos informações.

A Intel finalmente se pronunciou sobre o caso comentando que este problema pode afetar outros CPUs também, como os da AMD e os ARM, no entanto, não desmentiu o fato do problema de redução de desempenho.

Na noite de ontem o blog sobre segurança da Google comentou que o "Project Zero", programa da empresa que busca encontrar falhas em produtos de outras companhias também, entrou na jogada mostrando quais eram as falhas que foram detectadas e confirmou as informações da Intel, dizendo que a falha pode realmente comprometer processadores de outros fabricantes também, não somente os do "lado azul".

A AMD respondeu rápido a essas possibilidades, dizendo que seus engenheiros analisaram as falhas apontadas pela Google:

AMD Bug

Basicamente, a primeira das três variáveis de ataque pode ser corrigida via update de software e não deve afetar o desempenho dos chips, no segundo caso, a diferença de arquitetura parece não tornar os CPUs AMD como vetores para ataque e no último caso, existem diferenças nas arquiteturas dos processadores da AMD que impedem a falha de ser explorada, ou seja, para o "lado vermelho da força" de todos os males, ainda é o menor.

A ARM Holdings nãos e pronunciou sobre o caso ainda e a Intel diz estar trabalhando em correções de firmware que poderão ajudar aos desenvolvedores de sistemas operacionais a contornar o problema.

Segundo a Google, até mesmo os Chromebooks podem ser afetados, mas a correção para ele se dá em passos simples, basta garantir que ele esteja atualizado e ativar o seguinte parâmetro:

 chrome://flags/#enable-site-per-process

No dia 24 de Janeiro deve ser lançado o Chrome 64, juntamente com a atualização para o Chrome OS, o que deve resolver o problema nos equipamentos, no Android, o problema pode ser um pouco maior, visto a fragmentação de atualizações que existe caso o problema seja confirmado em processadores ARM, mas ainda não temos informações o suficiente para falar sobre isso, não ficou claro se essa falha afeta os processadores dos iPhones também.
Para mais informações fique ligado aqui no blog e sempre mantenha os seus sistemas operacionais atualizados.
Até a próxima!
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Correção em falha de processadores Intel pode acabar reduzindo o desempenho do CPU em até 30%

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O ano mal começou e a Intel já está tendo problemas de segurança com seus processadores. Os processadores Intel, tanto x86 quanto x64, fabricados nos últimos 10 anos podem ter seu desempenho fortemente afetado devido a necessidade de uma atualização a nível de kernel dos sistemas operacionais, sejam eles Windows, macOS ou Linux.

CPU Intel problemas de segurança










Geralmente esse tipo de problema é corrigido via update de firmware, mas desta vez isso não será o suficiente. Os desenvolvedores de sistemas operacionais terão de fazer alterações do Kernel para evitar a falha e isso pode acabar reduzindo a performance dos processadores da Intel em até 30%, variando de acordo com o modelo.
O problema não está completamente claro pois até o momento em que eu escrevo este artigo a Intel não se manifestou claramente sobre o caso. O que se sabe, até então, é que esse erro afeta a forma com que o Kernel dos sistemas operacionais  lidam com instruções do CPU, isso acaba fazendo com que o Kernel não consiga gerenciar corretamente as permissões de acesso, dando margem para que atacantes pudessem ter acesso ao user space do sistemas operacionais e conseguir acesso a senhas e informações sigilosas em muitos casos.

Além dos processadores convencionais de desktop, a falha também afeta processadores de servidores e ambientes em nuvem, como Amazon EC, Google Compute Engine e Microsoft Azure.

No Linux a atualização para corrigir a falha já está disponível, então apenas mantenha os seu sistema atualizado, logo a atualização deve chegar até você (se já não chegou), para Windows, a Microsoft deve lançar na próxima semana a atualização para a correção, a Apple parece estar trabalhando no caso também, mas  ainda não há previsão de quando a correção estará disponível para os usuários da "maçã".

Com a atualização, a ideal é que o Kernel não possa ser mais acessado por nenhum processo em execução, o que consequentemente irá aumentar o esforço do processador para executar os seus processos, impactando a performance, o que pode ter efeitos diferentes de CPU para CPU.

Para conseguir isso os desenvolvedores precisam separar completamente a memória do kernel do KPTI (Isolamento da Tabela de Página do Kernel). Esta atualização leva o Kernel a um endereço completamente separado, então, ele fica invisível para um processo em execução, evitando os ataques.

A AMD não perdeu a viagem e aproveitou, claro, para ressaltar que seus processadores estão livres dessa falha.

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Ubuntu 17.10 está corrompendo BIOS de Notebooks Lenovo

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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Alguns usuários estão relatando problemas ao utilizar o Ubuntu 17.10 com Notebooks Lenovo, alguns desses problemas acabaram danificando a BIOS dos equipamentos.

Lenovo e Ubuntu 17.10





Hoje alguns usuários relataram que a BIOS de seus computadores foi corrompida depois da instalação do Ubuntu 17.10. Aparentemente, a maior parte dos computadores afetados é da Lenovo, mas surgiram alguns relados de modelos da Acer, Toshiba e Dell. O problema não é generalizado e parece afetar somente modelos específicos, no entanto, o problema é grave demais para ser ignorado.

A Canonical até removeu temporariamente os links para download do Ubuntu 17.10 para evitar esses problemas até que o problema fosse resolvido, felizmente, ele já foi, e o Ubuntu 17.10 já está disponível novamente.


Aparentemente o componente do sistema que estava corrompendo as BIOS é o Driver Intel SPI incorporado ao Kernel Linux 4.13 que o Ubuntu utiliza, por questão de segurança a Canonical desabilitou este recurso.

Apesar de os relatos terem surgido com o Ubuntu 17.10, não está descartado este tipo de problema com outras distros que usem a mesma versão do Kernel, incluindo distribuições derivadas do Ubuntu, muitas vezes a quantidade de relatos está diretamente relacionada a quantidade de usuários que o Ubuntu tem, talvez tenha acontecido em outras distros, porém, não ganharam a mesma repercussão, vale a pena ficar de olho.

Eu mesmo tenho um Notebook Lenovo e felizmente não sofri com este problema com o Ubuntu, para o bem ou para o mal, o desenvolvimento open source foi ágil novamente e corrigiu o problema em poucas horas.

Os computadores que foram afetados, segundo os relatos, são estes modelos:

- Lenovo B40-70
- Lenovo B50-70
- Lenovo B50-80
- Lenovo Flex-3
- Lenovo Flex-10
- Lenovo G40-30
- Lenovo G50-70
- Lenovo G50-80
- Lenovo S20-30
- Lenovo U31-70
- Lenovo Y50-70
- Lenovo Y70-70
- Lenovo Yoga Thinkpad (20C0)
- Lenovo Yoga 2 11 "- 20332
- Lenovo Z50-70
- Lenovo Z51-70
- Lenovo Ideapad 100-15IBY
- Acer Aspire E5-771G.

Até a próxima!

Fonte
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Intel anuncia novo Core i9 com 18 núcleos e 36 threads

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terça-feira, 30 de maio de 2017

Não totalmente de surpresa, mas ainda assim de forma surpreendente, a Intel anunciou na Computex deste ano em Taiwan a nova série de processadores da família Core i. O Core i9 deve chegar ao mercado para atender a necessidades muito específicas e claro, concorrer com a novo topo de linha da AMD.

Lançamento Core i9 Xtreme



A nova linha da Intel, batizada de Core X, vai trazer novos processadores para o mercado muito em breve, ela é composta de versões "turbinadas" do Core i5 e i7 e traz também a grande novidade, o Core i9, que segundo a Intel é o primeiro processador com 18 núcleos voltado para consumidores finais domésticos.

Pelas informações liberadas, a intenção da empresa com o novo Core i9 é atender aos consumidores gamers especialmente, especificamente os entusiastas em hardware e pessoas que querem rodar games em altíssima resolução e fazer transmissões ao vivo na internet ao mesmo tempo, como a galera que faz streaming pelo Twitch e pelo YouTube (o que me lembra que eu tenho que voltar a fazer isso no canal). Toda a linha Core X também será desbloqueada para overclock.

O novo Core i9


Os novos processadores serão feitos à partir de uma versão melhorada da arquitetura Skylake X, mas temos exceções, existem dois modelos mais simples da linha Core X que são baseados na Kabylake X, versão modificada da sétima geração da Intel, apesar da diferença, ambos são compatíveis com o mesmo chipset, o X299, que segundo a Intel, estará disponível em breve para os consumidores.

Dentre os modelos disponíveis o mais poderoso, por assim dizer, é o Core i9 Extreme Edition, o processador com 18 núcleos e 36 threads que custa cerca de 2 mil dólares, até o momento não temos a especificação do cache dele ou do clock base. Haverão também variações do Core i9 com menor quantidade de núcleos, existirão versões com 16 núcleos, 14 núcleos, 12 núcleos e 10 núcleos, custando, 1700, 1400, 1200 e 1000 dólares, respectivamente. Além destes modelos com 10 ou mais núcleos, existem outros lançamentos de Core i9 mais "modestos" que tem 8, 6 e 4 núcleos, cada um com o dobro de threads, como todos os outros. Houve também o anúncio de um novo Core i5 com 4 núcleos e quatro threads que obviamente é o CPU mais barato de todos estes anúncios, custando cerca de 240 dólares, alem de evoluções, segundo o Verge,  menos chamativas na linha i7.

Fonte e mais informações no The Verge.
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Clear Linux da Intel agora integra o Microsoft Azure também

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Mais uma distribuição Linux entra para o hall de opções que a Microsoft oferece no Azure Marketplace, trata-se do Clear Linux, da Intel.

Clear Linux no Azure




A Microsoft anunciou que mais uma distribuição Linux está disponível para os clientes da empresa no Azure, trata-se do Clear Linux, uma distribuição não tão conhecida pelo público, pertencendo a Intel.

O Clear Linux é utilizado normalmente para Enterprise, por conta disso é que talvez ele não apareça tanto na mídia comum, nós falamos recentemente sobre ele numa tentativa da Intel de melhorar os drivers de vídeo do Linux para a Steam.

Existem 3 formas diferentes de disponibilidade do Clear Linux no Azure:

– No formato Docker;

– Uma máquina virtual que pode ser usada como ponto de partida para quem quer explorar e criar um sistema com pacotes de sua escolha;

– Uma imagem voltada para machine learning com ferramentas com código aberto comumente usadas neste campo.

Para acessar a página do Marketplace do Azure onde você encontra o Clear Linux, basta clicar aqui.

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Intel usa o seu Clear Linux para melhorar o desempenho de seus chips para jogos da Steam

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Para aqueles que planejam desenvolver jogos para Linux utilizando hardware Intel HD graphics, poderá em breve ter uma nova escolha para distribuição orientada a desempenho (e poe desempenho nisso), o Clear Linux, um projeto do centro tecnologia Open Source da Intel.

Linux Clear Intel

Os desenvolvedores do Clear Linux estão atualmente trabalhando para trazer suporte para Steam no sistema, algo que requer adaptação, pois é o Clear Linux é completamente focado em 64 bits e a Steam ainda depende de alguns pacotes de 32. Mesmo assim, o desenvolvedor da Intel, Arjan van de Ven, compartilhou uma foto no Twitter mostrando Steam já rodando, ao menos de forma básica no Clear Linux.

Clear Linux

Vai ser muito interessante observar como a Steam se comporta no Clear Linux uma vez que tudo estiver funcionando corretamente. O Clear Linux já vem com a ultima versão do Mesa stack, incluindo os drivers Vulkan. O que torna o Steam no Clear Linux particularmente interessante é o foco ativo da distribuição no desempenho a partir as otimizações no tempo de compilação, multi versões em funções diferentes, a distro embarca vários patches out-of-tree em nome do desempenho, e outros performance tuning pelo centro de tecnologia Open Source da Intel.

Enquanto o Clear Linux está mais focado em desempenho de workstations/servidores/data-centers, ele tem se mostrado poderoso também para entregar desempenho gráfico com os chips da Intel.

Esse trabalho da Intel deverá criar um reflexo claro na potência dos drivers para Linux de modo geral e para os gamers que tem hardware HD Graphics e usam Linux para jogar. Vamos aguardar as novidades.

Até a próxima!
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Qualcomm cria processador de 48 núcleos e 10 nanômetros para concorrer com Intel

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

O mercado de processadores de alta performance para servidores acabou de ganhar uma nova opção e a Intel acabou de ganhar um concorrente também, trata-se da processador  ARMv8 da Qualcomm.

Qualcomm cria processador de 48 núcleos




A Qualcomm já tem seu "lugar ao sol" nos dispositivos móveis, sendo uma das principais fabricantes de processadores ARM do mundo, mas apesar de ter conquistado este mercado, a empresa atua em segmentos diferentes e um destes é o ramo de servidores de alta performance.

O anúncio do novo processador mostrou uma combinação muito poderosa, até 48 núcleos ARMv8 e apenas 10 nanômetros, a ideia da empresa é concorrer com os  processadores Xeon da Intel, que são muito populares atualmente.

A litografia extremamente baixa chama a atenção pois parece ser algo que a Intel está tendo dificuldade de implementar em seus chips, além disso, o novo processador da Qualcomm também usa a tecnologia FinFET, que permite encaixar os transistores de uma forma diferente e mais eficiente, é a mesma tecnologia que a Nvidia usa em sua nova geração Pascal. O resultado disso é um processador energeticamente eficiente, o que é um fator muito interessante para se considerar na implementação e manutenção de um Data Center.

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Intel libera ferramenta para atualização de drivers de vídeo para o Ubuntu 16.04 LTS e Fedora 24

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

A Intel lançou o "Intel Graphics Update Tool" para o Ubuntu 16.04 LTS e o Fedora 24, isso permite que os usuários usem as versões mais recentes de drivers de vídeo da empresa com poucos cliques.

Intel Graphics Update Tool




Esta não é uma ferramenta nova, mas ela mudou de nome, antes ela se chamava "Intel Graphics Installer for Linux", mas a funcionalidade dela é a mesma. A ferramenta basicamente permite a instalação dos drivers de vídeo da Intel mais recentes no Ubuntu 16.04 LTS e no Fedora 24, sim, oficialmente a ferramenta está disponível apenas para estas distribuições em pacotes .deb e .rpm, porém, é possível também baixar os arquivos do instalador para fazer a instalação manualmente em outras distros.

Dica: No Ubuntu, é possível você manter os drivers de vídeo atualizados e otimizados também através do repositório Oibaf, eu o utilizo há vários anos e ele é muito bom também.

Download do Intel Graphics Update Tool


Para baixar é muito simples, basta acessar o site e escolher a opção que adéqua-se melhor à sua distribuição.

Intel Drivers Linux

No Ubuntu e no Fedora, instale dando dois cliques, depois você encontrará a aplicação no menu do sistema com o nome "Intel Graphics Update Tool for Linux* OS", para verificar se novos drivers podem ser instalados, basta rodar a aplicação e seguir os passos sugeridos:

Linux Driver

Faça o download do botão abaixo:

Até a próxima!
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Drivers Oibaf para melhorar o desempenho em jogos no Ubuntu

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sábado, 30 de julho de 2016

Quem usa Linux com placas gráficas Intel, e especialmente AMD, depende muito dos drivers de código aberto para o bom funcionamento do sistema, porém, os drivers que as distribuições normalmente trazem não são os mais otimizados e recentes, tudo isso pode ser corrigido no Ubuntu e em seus derivados com os drivers Oibaf, sem a necessidade de mudança de Kernel.







Este PPA Oibaf traz drivers otimizados para Intel, AMD e Nvidia, com otimizações de OpenGL e outras configurações para tentar tirar o máximo proveito da sua placa gráfica.

Como não tenho nenhuma placa AMD, não pude fazer testes nelas, instalei no meu Notebook com Ubuntu e placa Intel HD Graphics 3000 e tive um bom desempenho com jogos na Steam, para placas Nvidia, ainda é melhor utilizar o driver fornecido por este outro repositório, o PPA Graphics Nvidia do Ubuntu.

Apesar de não possuir hardware AMD, eu pude testar no Notebook da minha namorada, este sim com uma placa da AMD simples e o resultado foi satisfatório. O notebook dela é um pouco fraco, então, juntando estes drivers com a dica de deixar o Unity que ela tanto gosta no modo de Low GFX, o desempenho do notebook melhorou consideravelmente.

Baseado nos testes que eu fiz, acredito que vale apena usar este repositório caso você tenha placas Intel e AMD e use drivers open source, os mesmos que vem com o Kernel Linux do Ubuntu ou algum derivado, apenas se você usa o computador para jogar ou usar algum software que exija um maior desempenho em 3D, caso contrário, você pode usar o próprio driver do Kernel sem problemas.

Testando

Como testar não custa nada, se você quiser fazer a experimentação abra o terminal e cole os seguintes comandos:
sudo apt-add-repository ppa:oibaf/graphics-drivers
sudo apt-get update
sudo apt-get dist-upgrade
Depois disso reinicie o seu sistema e faça os seus testes, caso algo não funcione de acordo, desinstale usando os comandos:
sudo apt-get install ppa-purge
sudo ppa-purge ppa:oibaf/graphics-drivers
Depois de testar volte aqui e comente o que aconteceu, assim vamos poder ajudar mais pessoas, até a próxima!


Digital Storm coloca uma GTX 1080 dentro de um PC All in One

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Poder de fogo em processamento gráfico e sem um gabinete tradicional. Computadores All in One são conhecidos pela potência mediada normalmente, mas principalmente por ocuparem pouco espaço, afinal, todo o hardware que é alocado dentro de um gabinete convencional é embutido através/junto do monitor. Mas algumas empresas exageram.

Digital Storm GTX 1080






É um projeto ousado e interessante. A GTX 1080 é a melhor single core da atualidade e as empresas já estão usando a imaginação para adapta-la em cases diferentes. A fabricante de computadores, Digital Storm criou um modelo de "tudo em um" com a GPU acoplada no sistema.

Não é comum colocar componentes de algo desempenho e que normalmente precisam de um bom sistema de refrigeração em computadores All In One, algo que normalmente este tipo de máquina não possui, justamente pela estrutura.

All in One com GTX 1080


A linha "Aura" é a que carrega o modelo mais poderoso que custa 3 mil Dólares e conta com um monitor curvo de 34 polegadas, processador Intel Core i7 6700K, GTX 1080 na versão Founders Edition, 16 GB de RAM DDR4 e um SSD 850 EVO da Samsung com 500 GB, um HD de 1 TB e resfriamento líquido, para garantir que o negócio não pegue fogo! :P


Quem quiser poderá deixar o computador ainda mais completo (e caro) adicionando mais memória RAM, colocar um leitor de CD/DVD/Blu-Ray e uma versão com o i7 configurado para overclock em 4.4 Ghz, fazendo assim com que o preço vá para 4 mil Dólares.

E aí, você usaria um destes? O que você acha de computadores All in One?
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Unigine Heaven/Valley - Plataforma de Benchmark gráfico para Linux, Windows e Mac

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Estou pretendendo fazer alguns vídeos no futuro do canal do Diolinux envolvendo benchmarks entre sistemas operacionais, então, nada melhor do que encontrar uma plataforma de benchmark fixa para fazer uma análise, para isto é que a Unigine Heaven sai servir, sendo compatível com Linux, Windows e Mac.

Benchmark Linux Unigine Heaven




A Unigine Heaven tem uma versão paga também, porém, a versão free "já dá pro gasto", como se diz.

O programa serve para você fazer testes de stress no seu hardware gráfico, tanto usando DirectX, quanto OpenGL, como a ferramenta tem versões para Linux, Windows e Mac, é possível comparar os 3 sistemas, pelo menos sob a API open source.

Existem várias opções para você customizar o teste, com processamento de tesselação e filtros Anti-Aliasing para que você possa ver até onde a sua placa vai. A Unigine Heaven é compatível com Nvidia, AMD e Intel e pede para você dê preferencia por usar drivers proprietários no Linux para ter uma melhor experiência.

Download e utilização


Para baixar, basta acessar essa página, existe também a versão Unigine Valley, que basicamente muda o tipo do cenário utilizado nos Benchmarks, você testar com as duas se quiser. O arquivo tem pouco mais de 270 MB de tamanho para ser baixado.

O arquivo baixado tem a extensão .run, em tese você pode executá-lo dando dois cliques, caso isso não seja possível, verifique se nas propriedades do arquivo o mesmo está marcado para ser executado como um programa.

Unigine Heaven Ubuntu


Dando dois cliques nele e rodando-o, uma pasta com o nome do software será criada na pasta em que você está, se você salvou o arquivo na Área de Trabalho por exemplo, uma pasta será criada ali, dentro desta pasta você vai encontrar os arquivos para executar a Unigine Heaven (ou Valley), basta dar dois cliques no arquivo "heaven" se você estiver usando a Unigine Heaven, ou no arquivo "valley", se você estiver utilizando a Unigine Valley.

Agora é partir para os testes! :)
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Skull Canyon é o novo NUC da Intel voltado para games com a potência do XBox One e do PS4

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quarta-feira, 6 de abril de 2016

A Intel lançou essa semana mais um daqueles "aparelhinhos" que vai fazer você contar as moedas para comprar. O Skull Canyon é mais um modelo da linha NUC, que são modelos compactos e potentes. 

Intel Skull Canyon


Pequenino e poderoso, segundo a Intel, este NUC tem a mesma potência que os principais consoles da atualidade, além de ter um visual super atraente.

O NUC Skull Canyon conta com o chip gráfico Iris PRO 580, processador Core i7 6770HQ que possui quatro núcleos de  até 3.5 GHz, dois slots DDR4 2133 MHz que permitem até 32 GB de RAM, suporte interno para SSD, consumo de energia por volta dos 45 W apenas, uma porta Thunderbolt 3.0, seis portas USB 3.0, uma entrada DisplayPort 1.2, um conexão HDMI 2.0 e leitor de cartões de memória, além de Wi-Fi, Bluetooth 4.2. O computador tem compatibilidade com a resolução 4K.

Intel Skull Canyon


Outro detalhe interessante é o XConnect, um recurso da AMD que permite ligar uma placa de vídeo externa no aparelho. O Intel NUC Skull Canyon encontra-se atualmente em pré-venda nos EUA pelo preço de 650 dólares aproximadamente, sendo que quem comprar agora receberá o produto provavelmente no próximo mês, não existem ainda informações sobre a disponibilidade do aparelho para o mercado brasileiro.

Parece que computadores compactos e potentes são uma tendência atualmente, veja as Steam Machines da Valve por exemplo, claroq ue o Skull Canyon não é tão potente quanto a mais simples Steam Machine, porém, ele tem muitas possibilidades e pode ser uma opção perfeita para quem precisa de uma certa potência para trabalhar em um escritório onde não se tem tanto espaço.

O que você achou do novo NUC da Intel?

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Como resolver o problema de Tearing em placas Intel no Linux

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Tearing é algo que dá nos nervos de qualquer um que o enfrente, se você não está entendendo muito bem do que se trata, "tearing" é a expressão que usamos para designar aquele efeito horrível de "tela cortando", isso acontece muito em filmes em tela cheia, games e eventualmente até no uso corriqueiro do sistema, abrindo pastas ou algo do tipo.

Intel video Tearing no Linux




É um problema chato para dizer o mínimo e a solução felizmente é muito simples, esta é uma daquelas dicas que envolvem o terminal mas que fazer pelo modo gráfico seria muito mais complicado, quer ver?

Para solucionar o problema de Tearing, independe ta distro Linux (pelo menos até o momento em que escrevo este post) basta abrir um terminal qualquer e copiar e colar este comando abaixo:

sudo apt-get install mesa-utils -y && sudo mkdir /etc/X11/xorg.conf.d/ && echo -e 'Section "Device"\n Identifier "Intel Graphics"\n Driver "Intel"\n Option "AccelMethod" "sna"\n Option "TearFree" "true"\nEndSection' | sudo tee /etc/X11/xorg.conf.d/20-intel.conf

Basicamente o que ele faz é instalar o Mesa Utils, um utilitário para configurações do Mesa, e criar um arquivo dentro da pasta X11 chamado "xorg.conf.d" e adicionar informações nele com o parâmetro especial "TearFree" que fará com que o Tearing pare de acontecer.

Dicas adicionais:



Com sorte você nunca passou por este problema, mas se passou, eis aqui a nossa dica para corrigir. Gostaria de fazer um agradecimento especial pela colaboração do nosso leitor e amigo José Rafael, que ajudou a encontrar a solução e a testar a mesma em distros diferentes.
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Intel anuncia seu plano de suporte para o Vulkan

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O anúncio do lançamento do Vulkan está simplesmente movimentado vários desenvolvedores de todos os lados, desta vez foi a poderosa Intel que divulgou o seu plano de suporte para a nova API gráfica.

Intel divulga seu plano de suporte para o Vulkan

Há algum tempo atrás a Intel já havia feito uma demonstração do Vulkan comparando-o ao OpenGL, ambas as APIs gráficas tem código aberto, porém o Vulkan é o resultado do esforço de várias empresas do ramo da tecnologia para criar algo realmente potente e multiplataforma. Saiba mais sobre o Vulkan aqui.

Leia também: Street Fighter V para Linux será adiado e provavelmente suportará o Vulkan em seu lançamento

Na demonstração da Intel  o Vulkan conseguiu dobrar o desempenho de um chip HD Graphics em relação ao OpenGL, uma marca realmente impressionante!

Leia também: Criador da Valve lança nota sobre Vulkan e fala sobre concorrência com Windows

As informações são de que o Vulkan já estará disponível na próxima versão do driver da empresa para Linux, e os mais apressados poderão baixar o código fonte do Git e compilar em seus próprios sistemas para tentar mensurar ganhos e reportar bugs.

Leia também: Emuladores de PSP e de consoles antigos irão suportar o Vulkan

Segundo as informações, o novo driver da Intel para Ubuntu, Fedora e Red Hat já conterá suporte para o Vulkan, as demais distros que usarem os mesmos do Mesa destas três tirarão proveito também.
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Ubuntu Core é disponibilizado para os NUCs da Intel

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

A Canonical anunciou uma nova parceria com a Intel para trazer o Ubuntu Core para os NUCs da famosa empresa de processadores, mas o que isso significa?

Ubuntu Core agora roda nos NUCs da Intel

Um NUC é um computador compacto da Intel que possui configurações de hardware diferentes, alguns muito potentes, outros mais modestos, mas acima de tudo eles parecem ser opções ideais para se trabalhar com IoT (Internet of Things) o que faz a parceria com o Ubuntu algo excelente. A Canonical é uma das líderes deste mercado e o Ubuntu Core é a versão do sistema feita para trabalhar com este tipo de equipamento.

Se você ficou interessado em utilizar o Ubuntu Core em um NUC você pode encontrar mais informações sobre a aplicação dele nesta página.

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Processadores Skylake da Intel tem bug que causa travamento

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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A nova geração dos processadores Intel está sofrendo com um bug no mínimo chato quando são forçados a trabalhar com cálculos muito grandes, ocasionando o travamento do CPU e por consequência, do computador como um todo.

Processadores Skylake com Bug

O site alemão Hardwareluxx foi o primeiro a reportar o problema, ele foi detectado ao utilizar o programa Prime95, muito comum em utilização pelas pessoas que querem testar os processadores, pessoas que fazem overclock e demais entusiastas de hardware.
Leia também: Vale a pena fazer Overclock?
O software Prime95 faz com que o processador execute transformações de Fourier para multiplicar números muito grandes, o que causa grande carga no CPU, e com este bug, fazendo o processador travar. O problema foi identificado no hardware e ocorre em qualquer sistema operacional, pessoas que utilizem a linha Skylake em supercomputadores ou em máquinas que executem cálculos pesados podem ter problemas.

Por conta da natureza do problema é improvável que um usuário domésticos enfrentem o bug, mas isso serve de alerta para lembrar que até mesmo algumas das empresas mais tradicionais eventualmente falham e esta não seria a primeira vez da Intel, felizmente o bug não deve afetar tantas pessoas.
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