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Novidades vindo ao KDE Plasma 5.18 LTS, confira!

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Umas das mais populares interfaces gráficas do mundo Linux, o KDE Plasma, tem muitas novidades vindo para a próxima LTS.

Novidades vindo ao KDE Plasma 5.18 LTS, confira!






Em seu blog, o projeto apresentou as novidades que virão na release final do KDE Plasma 5.18 LTS, como uma simplificação nas configurações mais completas e melhor integração com o GTK.


As novidades implementadas foram divididas em quatro (4) frentes, que podemos destacar algumas:

Plasma


● Novo modo de edição global que substitui o botão da área de ferramentas do monitor e lhe permite personalizar facilmente a disposição dele;




● Suporte para as aplicações do GTK que usam decorações do lado do cliente (CSD's), adicionando sombras adequadas e áreas de dimensionamento para as mesmas. As aplicações do GTK também herdam automaticamente as definições do Plasma para os tipos de letra, ícones, cursores, entre outras.





Notificações


● O indicador de tempo limite nas mensagens de notificações agora é circular e rodeia o botão de fechar. Agora existe um ícone arrastável na notificação de "arquivo transferido" que poderá arrastar para os locais e que poderá fazer coisas interessantes com ele;





● O Plasma agora mostra-lhe um aviso de notificação quando um dispositivo Bluetooth estiver conectado e estiver prestes a ficar sem bateria




Configuração do Sistema


● O Plasma ganhou configurações opcionais de Feedback do usuário (desativado por padrão), permitindo que você forneça informações detalhadas do sistema e estatísticas sobre a frequência com que os recursos individuais do Plasma você usa.




Discover


No campo de pesquisa da loja virtual do KDE Plasma, agora recebe o foco padrão do teclado, o que significa que quando você abri-lo, basta começar a digitar o nome do aplicativo para a busca ser inicializada. Também é possível agora buscar por extensões na página principal.




Essas foram só algumas das novidades que virão no KDE Plasma 5.18 LTS, você pode conferir as outras na postagem completa no blog do projeto aqui.

Até o momento, para instalar e utilizar essa versão do KDE Plasma, só é possível através do código fonte e “compilar na unha” ou através de alguma distro rolling release, como o KDE Neon Unstable Edition por exemplo ou qualquer outra distro que entregue o pacote. Muito provavelmente o KDE Plasma 5.18 LTS poderá vir na versão 20.04 do Kubuntu por padrão já, como na versão Stable do KDE Neon também. Distros como Fedora, Manjaro e Arch poderão também disponibilizar nos repositórios assim que possível.

Pra mim, essa versão do KDE Plasma parece bem promissora e com uma repaginada grande. E você, o que acha? Deixa aí nos comentários.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Vale a pena usar o Deepin?

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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Pensou em design e Linux, o Deepin é uma das primeiras alternativas no mundo do pinguim. Mas, será que ele é apenas um rostinho bonito? Ou vale a pena utilizar o sistema?

deepin-debian-ubuntu-linux-distro-sistema-usuário-comum-doméstico-pc-computador-notebook-laptop-sistema-operacional-mac-windows

A versão 20 do Deepin se aproxima cada vez mais, inclusive algumas prévias foram apresentadas em seu canal oficial do Youtube. Recentemente um possível Deepin 20 foi vazado, com diversos vídeos no Youtube, contudo essas imagens do sistema ainda não foram anunciadas como oficiais. O que pode ser observado em inúmeros vídeos disponíveis no Youtube, é seu design voltado à dispositivos com telas sensíveis ao toque, e a mudança de nome para UOS. Então, é provável que essa versão não seja o Deepin “convencional” que conhecemos, mas sim uma variante para tais hardwares, ou quem sabe este tenha sido o caminho escolhido por seus idealizadores. A Wuhan Deepin Technology Co. Ltd não ofereceu o download da versão beta até o momento. Caso esteja curioso e baixe a ISO de alguma fonte da internet, que não seja a do próprio site do Deepin, tenha cuidado e não use em um ambiente de trabalho. Não sabemos a procedência dessa imagem, justamente por tal motivo não disponibilizamos para download. Nosso compromisso é pela segurança e integridade de nossos leitores. 

Outro ponto que podemos averiguar, é a substituição do painel lateral de configurações ou centro de controle. Todavia, o foco dessa postagem será na versão atual do sistema e toda a experiência que venho adquirindo no mesmo ao decorrer dos anos.


Atualmente na versão 15.11, a distribuição chinesa sofreu uma metamorfose em sua interface gráfica ao decorrer dos anos. Temos um vídeo review da versão 15.10, que você poderá ver logo abaixo, esteticamente falando não houve mudanças drásticas da 15.10 para a 15.11, assim sendo, é super válido assistir o vídeo caso não tenha o feito (ou queira relembrar).


“Nada é feito da noite para o dia”


Antes de dar o “”veredito””, este com muitas aspas, pois cada pessoa discerne e toma sua decisão final, devemos mencionar um pouco da caminhada do sistema ao longo destes anos. O Deepin inegavelmente é uma distribuição Linux com foco em usuários comuns e iniciantes, que apela para o visual. Por muito tempo o posto de “distribuição mais bela” foi do elementary OS, e com a repaginada da distro chinesa, logo perdeu esse lugar. Ao menos sendo bem genérico e considerando o grande volume de comentários que leio internet a fora.

A construção visual do Deepin é inspirada em diversos ambientes gráficos, e a cada versão os refinamentos na interface e a disponibilidade de novos apps compunham o Deepin. A base do sistema também mudou durante os anos, indo do Ubuntu para o Debian Unstable e agora Debian Stable. Veja o Deepin quando ainda utilizava o GNOME shell como base de sua interface customizada (Isso até a chegada da versão 12.12 com o Deepin Desktop Environment 1.0).

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Já o Deepin 2014 era totalmente diferente, continha elementos que foram mantidos até os dias de hoje.


O Deepin 2015 foi lapidado, em comparativo ao anterior, e com ele tive bons momentos em meus estudos sobre Java, web e outros elementos de programação, além de algumas jogatinas. Já testava o sistema na época do GNOME, mas digamos que a partir da sua mudança a distro tomou lugar em meu computador. Entre idas e vindas, a versão 2015 foi a padrão até o Ubuntu 16.04.


Muita coisa aconteceu no cenário Linux, como nas principais distribuições, o “chinesinho” evoluiu e passou a ser reconhecido por muitos usuários. O Diolinux entrevistou o líder de desenvolvimento do Deepin, numa época que considero o auge da popularidade da distro, tirando dúvidas e esclarecendo muita coisa. Justamente em 2017 o projeto OSistemático contribuiu para essa divulgação do sistema, sendo que grande parte das pessoas que já utilizaram Deepin ou pesquisaram sobre o sistema, já tiveram algum contato com meu canal pessoal. Contudo, nem só de maravilhas vive o projeto, e em 2018 uma polêmica envolvendo o Deepin ocorreu. Deepin espiona? Confira a resposta oficial dos desenvolvedores, e algumas observações do Diolinux sobre o tema.


Prós e contras do Deepin


Todo sistema operacional contém suas vantagens e desvantagens, se no seu caso o visual for algo em primeiro lugar o Deepin é uma das melhores opções. A quantidade de softwares em sua loja também é um bônus da distribuição. Essa variedade pode auxiliar na hora de se obter algum programa, sem sair procurando em páginas da internet. A flexibilidade de transitar entre o modo “clássico e moderno”, moldando a interface para um funcionamento semelhante ao Windows ou macOS é algo que vai agradar aos fãs de ambos os lados. Aplicativos do próprio sistema, também, dão um show à parte. Destaques para o terminal, monitor do sistema, software de captura de telas, entre outros. A instalação de drivers NVidia é algo fácil de se fazer, ao menos em uma versão não tão atualizada, bastando abrir o gerenciador de drivers.

Pontos negativos estão relacionados ao modo que o usuário observa o sistema, digo isso, pois ter pacotes em versões antigas nem sempre é um problema para muitos. Agora a ausência de uma integração com pacotes Snap e Flatpak é algo a se lamentar. Tais formatos de empacotamento vem ganhando mais espaço e não oferecer uma opção gráfica, com uma loja tão bonita e organizada, é um verdadeiro pecado. Eventuais bugs ocorrem na distro, quanto a isso reforço que pode ser diferente com cada experiência de uso, então considero como relativo e só você pode afirmar se é um incômodo ou não. Nem preciso mencionar a origem do sistema, né? Creio que muitos já sabem que o Deepin é uma distro Linux chinesa, caso tenha algum problema com isso o sistema não é para você.

Seria o Deepin seguro, por ser chinês? O vídeo a seguir é um dos meus favoritos e representa minha opinião sobre o tema.


Algumas observações


Olhar para o passado do Deepin, em minha perspectiva, é um dos passos primordiais para chegar em uma resposta satisfatória. Com todos esses anos de experiência com o sistema, aliás o mesmo encontra-se aqui em meu computador em dualboot, me fez perceber toda mudança que o sistema teve e quais públicos ainda são ou não atendidos pelo sistema.

A base de uma distribuição é muito importante e pode ditar algumas características da mesma. Seja pela disponibilidade de softwares, versionamento, facilidade de material sobre na internet, etc. O foco da distribuição também é um ponto a ser observado, entretanto, não significa que um sistema que não seja declarado a um determinado tipo de usuário não o satisfaça. A postagem do meu colega de trabalho, Jedi Fonseca, respondendo o questionamento se o Fedora é uma boa escolha para iniciantes, resume muito bem tal situação.

Para responder se é válido a utilização do Deepin, como sistema principal, deve ser observado qual tipo de usuário e seus propósitos. No passado, por ser baseado no Ubuntu, a adição de drivers mais recentes da NVidia era bem simples no Deepin. No entanto, após a mudança para base Debian tal característica se perdeu. Isso não quer dizer que usuários de NVidia não poderão usar o sistema, contudo para gamers mais hardcores talvez o sistema não seja a melhor escolha. Obviamente que algumas características devem ser analisadas, pois, se não possui uma GPU muito nova esse detalhe pode nem ser tão importante.

Donos de notebooks com placa de vídeo NVidia podem passar por maus bocados no sistema, nesse quesito não posso afirmar categoricamente por não possuir nenhum hardware deste tipo, porém, em meu canal recebi diversas reclamações informando esses problemas.

Também tenha em mente que nem sempre as versões dos pacotes estarão nas últimas possíveis, ou todo programa de terceiro (fora dos repositórios) vá funcionar. Um caso que ocorreu por bastante tempo no Deepin, foi a impossibilidade de utilizar alguns apps por conta das versões das bibliotecas serem incompatíveis. Algo que me recordo é o Citra, emulador de Nintendo 3DS, esse sendo um exemplo de aplicativos que por algum motivo possa não funcionar. Obviamente, que no presente basta utilizar a versão em Flatpak ou Snap do software. Mas isso pode ocorrer com outro programa, justamente por distribuições mais famosas, como o Ubuntu, ser o foco dos desenvolvedores.

Sem sombra de dúvidas que o design chama muito a atenção, e o DDE é o que mais gosto no Deepin. Também existem apps interessantíssimos e que uso, indiferente da distro Linux, somando ao conjunto da obra e dando pontos a seu favor.

Sinceramente sempre demonstrei minha usabilidade real com o sistema, e não é atoa que um dos vídeos mais acessados de meu canal é expondo alguns motivos que me fizeram deixar o Deepin como secundário.


Essa transparência, faz com que pessoas interpretem erroneamente minhas palavras e levem a um ou outro extremo, sendo eles: hater e em alguns casos fanboy.

Mas, vale ou não a pena usar o Deepin? 


O Deepin é um sistema bonito e que facilita em muita coisa ao oferecer softwares, como o Google Chrome diretamente na loja, com uma seleção satisfatória de programas por padrão atendendo a maioria dos usuários comuns, mas que acaba pecando em outros aspectos. Vejo muitos relatos, experimento alguns, de instabilidades e bugs aleatórios que não ocorrem em outros sistemas. Inúmeras vezes me deparei com depoimentos que insinuavam que o Deepin apenas foca no design e deixa a desejar na estabilidade (de usuários comuns e até alguns desenvolvedores de outros projetos que tentam manter o DDE em suas distros). Não posso averiguar e nem afirmar, apenas orientar as pessoas a terem suas experiências com o sistema. 

Após a mudança da base Ubuntu para Debian, confesso que fiquei bem frustrado. Seja pelas limitações ou instabilidades que passaram a fazer parte de meu cotidiano. Ao decorrer do tempo me pareceu que o Deepin estava tornando-se pior, e com mais mudanças (por exemplo, o DDE-Kwin) o sistema passou a se comportar de forma que já não era suportável para minha utilização. O cenário passou a mudar com as recentes atualizações e erros não são tão evidentes.

No overview que fiz do Deepin 15.10, você poderá perceber alguns destes bugs. Felizmente muita coisa mudou, e para melhor, que a equipe de desenvolvimento do Deepin esteja empenhada em resoluções de problemas.


Finalizando, vale muito a pena utilizar o Deepin. Seja para experimentação ou usos corriqueiros. Caso o sistema não lhe atenda, você poderá testar outro. Alguns podem ter todas as suas necessidades supridas com o sistema, outros nem tanto. Estou entre muitos que não conseguem mais ter a distro, em seu estado atual, como sistema principal. Não ter de forma facilitada as versões mais recentes do driver NVidia é um contra para mim. A falta de integração da loja com formatos Flatpak e Snap, limitam a belíssima loja do Deepin. Porém, nem todo mundo gosta ou usa os novos formatos de empacotamento. Enquanto muitos estão ansiosos com a nova versão 20 e seu visual, estou preocupado com as melhorias de baixo do capô.

Vejo que para um iniciante no Linux o Deepin pode valer a pena, entretanto, um usuário que goste de muitas opções o mesmo pode não ser o ideal. Nestes casos, talvez outra distro com o ambiente gráfico do Deepin possa ser uma alternativa.

Creio que o Deepin ainda vai desempenhar um papel importantíssimo no meio Linux com sua parceria com a Huawei, e sua versão 20 será um divisor de águas entre seus usuários.

Você usa o Deepin ou já testou o sistema? Deixe nos comentários sua experiência com essa distro.

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Conheça o provável design do Deepin 20 [UPDATE]

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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

O Deepin é considerado uma das distribuições mais bonitas do mundo Linux, mas você já viu sua nova proposta de design para versão 20? Parece que a cada lançamento a distro traz um visual apelativo e que chama a atenção do usuário comum.

deepin-launcher-qt-de-interface-gráfica-dde-kwin-linux-debian

Creio que não seja segredo para ninguém, ao menos para quem conhece um pouco sobre meu trabalho, o relacionamento que tenho com o Deepin. Curiosamente o canal OSistemático foi por muito tempo um dos responsáveis por impulsionar o sistema aqui no Brasil. Não falo para me vangloriar ou algo assim, apenas para enfatizar o envolvimento que tive ao produzir material sobre o sistema. É provável que, você usuário de Deepin já tenha se deparado com algum vídeo de minha autoria. Seja em algum grupo no Telegram, aqui no blog Diolinux ou até mesmo em meu canal (até eu mesmo já me deparei e pessoas nem sabiam que estavam falando com o próprio criador do vídeo em questão 🤣️🤣️🤣️).

Abaixo você pode ver um vídeo do OSistemático, relatando um pouco mais sobre a usabilidade do Deepin 15.10. Perceba que sou sincero e dou minha opinião. Todavia, a versão atual do Deepin é a 15.11 (em que escrevo essa matéria).


O curioso é que nessa história toda, há quem acredite que sou fanboy de Deepin e outros que sou hater. É engraçado pensar nisso, pois sou categorizado como extremista até hoje, seja de um lado ou de outro. Contudo, algumas pessoas ainda não entenderam que quando elogiei o Deepin foi por conta de meus vários anos utilizando o sistema, e quando critiquei ou mencionei algo, não foi para descaracterizar ou simplesmente ofender usuários. Toda essa transparência é o que de fato passei e passo com o sistema, meus relatos e usabilidade com o Deepin. “Se tá ruim digo, se tá bom também”, não é tão difícil compreender isso, é?

Pense, se sou hater de Deepin, porque teorizar que a Huawei utilizaria o sistema, e o Linux poderia ser mais conhecido graças a distro chinesa? Não sabe sobre o que estou falando? Acesse a postagem na qual inicialmente abordei esse tema. E não é que depois as coisas começaram a desenrolar, e de fato a Huawei passou a vender computadores com Deepin.

deepin-launcher-qt-de-interface-gráfica-dde-kwin-linux-debian-huawei

Visual apelativo, isso o Deepin “tem para dar e vender”


Quando o assunto é beleza, o design do Deepin é impecável. Seu UX Design é bem inteligente e não confunde o usuário leigo, possibilitando inclusive um uso que lembra o Windows, ou até mesmo o macOS. Ao passar dos anos a distribuição chinesa passou por um verdadeiro “banho de loja” e ganhou diversos recursos visuais, como uma melhor consistência de seu ecossistema.

Deepin em 2013

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Deepin em 2015

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Deepin em 2019

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Não obstante, mesmo ao utilizar outro sistema, termino instalando vários aplicativos da distro.


O futuro do Deepin é promissor


Recentemente o canal oficial do Deepin lançou um vídeo com o próximo visual de seu launcher. A interface gráfica DDE (Deepin Desktop Environment) poderá passar por uma nova transformação. Muita coisa ainda pode ser mudada, e o vídeo a seguir é um conceito de como as coisas poderão ficar na versão 20 do sistema.


Podemos observar que esse conceito se aproxima bastante da interface da Apple, o iOS, utilizada nos iPads. A barra também é semelhante a do Chrome OS, que inclusive recebeu uma nova versão essa semana. Tudo parece estar mais arredondado e com o clássico “blur” das últimas versões do Deepin. Quando o menu está maximizado, é praticamente idêntico o do macOS.


E as mudanças estão à todo vapor, agora a tela de login recebeu um redesign e ao que tudo indica a versão 20 será bem diferente que a atual, em vários aspectos da interface gráfica. Apps estão sendo reformulados,  ao que tudo indica, podemos ver no vídeo a seguir o player de música com uma cara nova.


Lembrando que as versões de lançamento do Deepin agora são referenciadas conforme o ano inicial de seu lançamento (2015 == Deepin 15, 2020 == Deepin 20). Por isso haverá um salto da versão 15.11 para 20, visto que ele sairá como estável em 2020. Mas existem indícios que em novembro, possa ser disponibilizado uma versão beta do próximo Deepin 20. Essa versão também pode ser baseada no Debian 10.

Até lá muita coisa pode mudar, pois, os desenvolvedores ainda estão trabalhando em seu visual. Esse empenho vem ocorrendo durante este ano de 2019, e talvez o refinamento com o DDE-Kwin possa aumentar a performance do novo launcher.

Você usa o Deepin ou quem sabe o DDE em outra distro? Deixe nos comentários o que achou do novo visual em construção. Particularmente foi de meu agrado, principalmente o menu quando maximizado (que é a forma que utilizo).

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Fonte: Deepin, Forbes.


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KDE Plasma 5.17 lançado! Muito mais rápido e responsivo

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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

O Plasma é o ambiente desktop do projeto KDE, cheio de recursos e cada vez mais personalizável. Sua equipe de desenvolvimento sempre está implementando novas funcionalidades e otimizando a DE, e eis que sua nova versão tem data de lançamento marcada.

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Recentemente falamos sobre o desenvolvimento da versão 5.17 do Plasma, você pode acessar por este link, entretanto as novidades não acabam por aí. 

Além de recursos, como a chegada do Night Color no X11 (projetado para reduzir distúrbios causados pela exposição excessiva à telas brilhantes), redesenho de várias partes do ambiente desktop, ajustes no Discover, entre outros já apresentados na postagem no link acima. Mais correções e refinamentos foram empregados nesta nova versão.

O KDE Plasma é considerado por muitos como uma das mais rápidas DEs, disponíveis atualmente no mercado, e que sabe dosar entre utilização do hardware features. Agora o sistema passa a ser ainda mais veloz, pois a equipe converteu os scripts de inicialização do Bash para o C++, possibilitando uma execução simultânea.

A compatibilidade com o Wayland vem sendo trabalhada, aprimorando o gerenciamento de configurações de vários monitores e introduzindo o redimensionamento fracionário. Com isso as dimensões de todos os elementos em tela serão adaptados, e tendo melhor aparecia em monitores de altíssima resolução (HiDPI). 

O vídeo a seguir mostra uma breve apresentação das novas funcionalidades da versão.


O Plasma 5.17.0 foi lançado no dia 15 (terça-feira), mas já tem data prevista para os próximos lançamentos. 

• Data de lançamento: 22 de outubro — Plasma 5.17.1;
• Data de lançamento: 29 de outubro — Plasma 5.17.2;
• Data de lançamento: 12 de novembro — Plasma 5.17.3;
• Data de lançamento: 3 de dezembro — Plasma 5.17.4;
• Data de lançamento: 7 de janeiro — Plasma 5.17.5.

Lembrando que essa versão é de curto prazo, portanto apenas 5 atualizações de manutenção serão lançadas.

Para mais informações acesse a postagem do desenvolvedor do projeto KDE, Nate Graham.

Você utiliza KDE Plasma? Sem sombra de dúvidas é uma das DEs mais poderosas, seja no mundo Linux ou fora dele.

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GNOME 3.34 lançado, confira as novidades

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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Depois de muito empenho ao desenvolver o GNOME 3.34, cerca de 6 meses, a nova versão de codinome “Thessaloniki” é anunciada. Para quem achou estranho o codinome, saiba que a cidade foi sede do evento GUADEC (Conferência Europeia do Usuário e Desenvolvedor do GNOME). Também conhecida por “Tessalônica”, é a segunda maior cidade da Grécia, sendo homenageada neste lançamento.

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Novos recursos, melhorias de performance, atualizações visuais para vários aplicativos e correções de bugs, são as novidades do GNOME 3.34, alguns destaques são:

Novo design nas configurações de “Plano de Fundo”, facilitando a seleção de wallpapers personalizados.

gnome-apps-shell-thessaloniki-linux-flatpak-flathub-interface-open-source-software-livre-comunidade-wallpaper-personalizado

O recurso tão aguardado e já abordado por nós, com um post detalhando tudo, é a possibilidade de criar pastas nativamente no menu do GNOME Shell. Agora basta arrastar o ícone de um aplicativo e soltar em cima de outro, para criar uma pasta. 

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Houve um aprimoramento na navegação web, o navegador do GNOME passa a manter processos em sandbox, com a capacidade de fixar guias e um recurso que permite bloquear anúncios através de filtros de conteúdo do WebKit. 

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O GNOME Boxes passa a suportar a inicialização de VMs a partir de imagens de CD/DVD anexadas. 

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Já o GNOME Jogos recebeu suporte para salvar múltiplos save states dos jogos. 

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Sua aplicação de música, o GNOME Músicas, enfim atualiza automaticamente a biblioteca de músicas. Além de receber o recurso Gapless playback (reprodução sem intervalos), compatível com um número massivo de formatos.

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Os programas GNOME Photos (Fotos), GNOME To Do (Tarefas) e Totem (Vídeos), receberam um redesign em seus ícones. O gerenciador de arquivos do GNOME, Nautilus (Arquivos), agora avisa ao usuário quando o mesmo tentar mover algum arquivo em um diretório protegido contra gravação. Quem não curte o atalho atividades, pode desativá-lo sem o auxílio de uma extensão de terceiros.

Essa versão está recheada de novidades, seja para o usuário comum ou desenvolvedor. Por exemplo, o Mutter passa a ter integração com o Sysprof. Mais fontes de dados foram adicionadas, facilitando a criação de perfis de desempenho em um aplicativo e diversas melhorias no Builder, incluindo um inspetor D-Bus integrado. Um prato cheio para desenvolvedores GNOME.

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Pessoalmente fiquei animado com várias coisas nessa versão 3.34 (algumas dispensarão o uso de extensões que sempre adiciono 😁️😁️😁️) e nosso querido desenvolvedor brasileiro do GNOME, Georges Stavracas, pontuou o que mais gostou com esse lançamento.

“Como usuário GNOME, o que está me deixando mais animado é o gapless playback no GNOME Músicas. Seguido do GNOME Jogos.

Como desenvolvedor, o que me deixa mais maluco é a integração do Mutter com o Sysprof. Está abrindo portas para todo tipo de melhoria, e isso porque só começamos”.

Veja abaixo o vídeo de lançamento do GNOME 3.34, um trabalho primoroso e muito bonito. Detalhe, feito com software livre, segundo informado pelo Georges em uma de suas lives desenvolvendo o GNOME em seu canal pessoal no Youtube.


A versão 3.34 pode ser obtida diretamente nos repositórios das distros (isso depende do sistema, nem todos irão receber essa versão), se preferir os programas podem ser instalados via Flatpak, basta pesquisar no Flathub. Outra alternativa é compilar o GNOME direto do repositório oficial do projeto, nada recomendado para novos usuários.


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Fonte: GNOME.
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Antivírus no Linux? Conheça o ClamAV

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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Usuários de Windows estão habituados a utilizarem softwares antivírus, como técnico em informática sempre comunico com as pessoas a importância de manter seu sistema atualizado, seguro e pronto para o trabalho. Existe um grande debate na real importância da utilização destes tipos de programas, deixarei esse assunto para uma próxima ocasião, no momento vamos manter o foco no uso de antivírus no Linux.

clamav-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint

O ClamAV é um antivírus de código aberto desenvolvido pela Cisco Systems, uma das maiores empresas em soluções de TI e rede. Quem já teve a oportunidade de manusear um de seus equipamento, sabe a qualidade e eficiência dos produtos desta empresa. Isso sem mencionar suas certificações, e importância no cenário tecnológico.

A solução oferecida pela Cisco é multiplataforma, possuindo versões para diversos sistemas, como: Windows, Linux, BSD e macOS. Conforme você pode observar em seu site oficial.

O ClamAV pode tanto ser utilizado inteiramente via linha de comando, como por interface gráfica.

Preciso de antivírus no Linux?


Antivírus é um assunto delicado, existem técnicos e usuários que são a favor e outros contra. Principalmente por sua forma de funcionamento, não será difícil ver alguém mencionando que nunca utilizou antivírus, seja no Windows ou qual seja o sistema. Que basta ter consciência e cautela por onde navega e quais arquivos abrem que o assunto está encerrado. Todavia nem sempre esse controle depende apenas do utilizador da máquina em si, e em casos específicos pode ser interessante usar um antivírus no Linux.

Assista o vídeo logo abaixo e entenda um pouco mais sobre o tema: vírus para Linux, Windows e Android.


Um dos cenários em que você poderá considerar o uso de antivírus em sua distro é se possuir dualboot com Windows. Outra caso é se constantemente trabalha com arquivos vindouros de outros usuários ou da própria internet e vá disponibilizar para outros usuários do Windows, ou costuma fazer manutenções e varreduras em máquinas de clientes. Afinal, a infecção de pragas virtuais pode ser mais difícil no Linux, entretanto, por vezes seu sistema não pode ser infectado, mas você pode estar abrindo as portas para pessoas más intencionadas no computador de algum conhecido. “Segurança nunca é demais”, e mesmo não sendo algo rotineiro na vida de usuários Linux, o uso de algum programa como o ClamAV tem seu valor.

Como instalar o ClamAV no Ubuntu, Mint e derivados


O interessante do ClamAV é sua versatilidade, proporcionando tanto seu uso via terminal ou com um frontend chamado ClamTk. Você pode adquirir o ClamAV diretamente pela loja do Ubuntu, Mint e derivados. Basta pesquisar por: “ClamTk” e instalar o antivírus.

clamav-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-clamtk

Outra maneira é instalar o programa via terminal, com o comando:

sudo apt install clamav clamav-daemon clamtk

clamav-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-clamtk

Com isso poderá manusear a aplicação com uma interface não tão difícil de entender. Mas, se o seu intuito for utilizar via linha de comando, instale apenas o ClamAV mais o pacote “clamav-daemon”.

sudo apt install clamav clamav-daemon

Outro pacote interessante, caso utilize arquivos compactados no formato RAR, é a biblioteca “libclamunrar”. Atualmente no Ubuntu, o mesmo encontra-se na versão 7. Caso queira este “plus” em seu sistema, você poderá instalar tanto pela linha de comando ou com o auxílio de um software, como o Synaptic, a GNOME Software atualmente não instalar alguns pacotes (no Mint, é só pesquisar diretamente na loja).

sudo apt install libclamunrar7

Aos utilizadores do ClamAV com interface gráfica, existe a opção de sempre obter as últimas atualizações de segurança, seja de forma automática ou manual. Se por algum motivo não conseguir pela interface, poderá proceder da mesma maneira de quem utiliza via terminal (por esse motivo instalamos o pacote “clamav-daemon” junto a interface gráfica).

Primeiro iremos interromper o processo do clamav-freshclam (só por precaução):

sudo systemctl stop clamav-freshclam.service

Em seguida atualizar o arquivo de definições, de seu banco de dados:

sudo freshclam

Utilização do antivírus ClamAV


O uso do ClamAV é bem simples, para escanear algum diretório a procura de vírus, malwares, trojans e demais ameaças. Utilize o comando “sudo clamscan -r” com o caminho logo a frente. Por exemplo:

clamscan -r /home/henriquead/minha_pasta/

clamav-comandos-terminal-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd-ubuntu-mint

No caso acima nem o root utilizei, raramente algum arquivo na home necessitará de privilégios elevados, entretanto, aconselho o uso do “sudo” para evitar maiores problemas. Para os mais atentos perceberão que utilizei o parâmetro “-r”, proporcionando uma busca recursiva em meus diretórios. Existem muito mais opções, utilize “clamscan --help” e leia todas as possibilidades. Citando uma bem curiosa é o parâmetro “-i”, que emite um som a cada ameaça identificada.

Usuários que tenham instalado o ClamTk, maiores explicações são dispensáveis. Com alguns minutinhos navegando e lendo cada seção (Configurações, Lista Branca, Rede, Programador, Histórico, Quarentena, Atualização, Assistente de atualização, Escanear um arquivo, Escanear um diretório e Análise), logo se identifica e aprende o funcionamento da ferramenta. 

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XFCE 4.14 enfim lançado! Saiba quais são as novidades

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terça-feira, 13 de agosto de 2019

O XFCE é conhecido por ser relativamente leve e bem conservador. Não é difícil ver alguns usuários chamando ele de “rocha”, pois, sua fama é de prezar pela estabilidade e nem sempre acompanhar as últimas novidades (ao contrário de um KDE Plasma da vida). No entanto, essa característica não é um defeito, apenas um modo de se trabalhar.

xfce-gtk3-linux-interface-leve-customizável

A nova versão do “Ratinho mais querido entre os pinguins”, vem repleto de novidades e polimentos, eis logo a seguir alguns destes principais destaques:

  • Porte dos principais componentes de GTK2 para GTK3, do D-Bus GLib para GDBus; 
  • Área de trabalho com suporte a função do monitor principal RandR;
  • O gerenciador de janelas do XFCE agora possui suporte a VSync, HiDPI, aprimoramento do GLX com drivers proprietários NVidia ou XInput2;
  • Refinamento no plugin que permitia o agrupamento de janelas em listas;
  • Sincronização entre os wallpapers do usuário com Contas e Serviço;
  • Possibilidade de escalonamento das janelas GTK na caixa de diálogo de aparência e uso da fonte mono espaçada (a visualização por tópicos foi abandonada);
  • O mecanismo para pesquisa de aplicativos pode ser aberto como uma janela única, ou de forma tradicional. Sua navegação via terminal foi aprimorada.

A mudança não ficou apenas nos painéis ou componentes que “desenham e formam” a interface. As aplicações receberam muitas novidades. Podemos dizer que essa versão 4.14 do XFCE foi uma das que mais trouxeram mudanças. Por vários anos o XFCE permaneceu apenas com correções de desempenho e falhas, sem novidades ou adições que mudassem o comportamento, ou algum de seus elementos. Como mencionado anteriormente, essa característica mais conservadora do projeto, é um dos pilares que reforçam essa sensação de robustez e confiança do XFCE. Obviamente que outros aspectos, como leveza e um alto nível de personalização, são chamarizes para novos usuários.

  • O Thunar recebeu várias funcionalidades e correções, que vão de aspectos visuais à experiência do usuário. Por exemplo, sua barra de caminho recebeu uma revisão completa, suporte a miniaturas maiores e para ícones como miniatura (ou até mesmo arquivos de música, com álbuns em suas miniaturas). Melhor navegação via teclado e suporte a Blu-ray, pelo gerenciador de volume do Thunar;
  • Parole Media Play passou a possuir um “modo mini”, melhor integração com transmissões de rede e podcasts. O mesmo passou a inibir protetores de tela ou até mesmo configurações de energia que desligassem a tela, durante a reprodução de conteúdo;
  • O gerenciador de bateria foi refinado, permitindo suporte ao botão XF86Battery e o novo protetor de tela xfce4. Além, de correções de bugs e ajustes de recursos já existentes;
  • O add-on do painel ganhou novas funções, como: poder exibir o tempo ou percentual de baterias e dependerá do ícone padrão do UPower para trabalhar com temas de ícones. Afinal, com o LXDE migrando para base QT, o complemento do painel que responsável por isso foi removido.
  • O serviço de notificação recebeu um modo não perturbe e suporte a persistência;
  • Ristretto obteve melhoras em seu design e passa a poder configurar o plano de fundo da área de trabalho;
  • O gerenciador de área de transferência, através do GtkApplication, passa a ter maior compatibilidade com atalhos do teclado.
  • Melhorias no add-on do painel pulseaudio, proporcionando o controle de players de mídia remotamente;
  • A captura de tela com mais liberdade, sendo que o usuário pode mover a largura e altura da seleção de captura, entre outros detalhes;
  • E muito mais novidades.

Para maiores detalhes acesse o comunicado oficial do lançamento do XFCE 4.14. Lembrando que as Daily Builds do Xubuntu 19.10 estão com a versão de teste do XFCE 4.14, sendo questão de tempo para usarem a final.

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Fonte: XFCE.
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Novidades no GNOME 3.33.4

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quarta-feira, 24 de julho de 2019

O lançamento da próxima versão do Ubuntu está bem perto, o Ubuntu 19.10 está programado para 17 de Outubro e acompanhará o GNOME 3.34. No entanto, antes de sabermos as novidades da nova versão, o GNOME 3.33.4 é lançado. 

gnome-shell-linux-ubuntu-19.10

A versão 3.33.4 não é um grande lançamento, como sugere seu número de versionamento, entretanto, as novidades e melhorias contidas nela, também estarão presentes na próxima versão 3.34.

Algumas novidades do GNOME 3.33.4


  • Melhorias no sistema de compilação de softwares, o Meson, para EOG e outros componentes;
  • GTK+ 3.24.10 compativél com o protocolo XDG-Output e várias correções.
  • Muitas melhorias no Gnome-Shell e seu compositor de janelas Mutter;
  • Mudanças no modo clássico do GNOME, desabilitando a visão geral do GNOME 3 e diversas modificações;
  • Agora o GMD mata a sessão do usuário ao parar o gerenciador de janelas;
  • O GNOME Boxes adicionou a opção de aceleração 3D em seu diálogo de propriedades. Incluindo suporte para o VirtIO-GPU;
  • Foi repaginada a caixa de diálogo do gerenciamento de calendários do aplicativo GNOME Calendar;
  • Grande parte do código do GNOME Music foi reescrito. A equipe de desenvolvimento do app vem trabalhando nas listas, no MPRIS e na capacidade de reproduzir músicas sem espaços;

Você pode acessar o código das mudanças desta versão por este link. Lembrando que esta versão é o último lançamento até o beta do GNOME 3.34.

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Fonte: Phoronix, GNOME.
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Deepin recebe atualização com correções de bugs e melhorias

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sexta-feira, 5 de julho de 2019

O Deepin recentemente sofreu algumas mudanças significativas, com novo gestor de janelas baseado no do projeto KDE, base Debian para Stable e outros por menores. Noticiamos essa “metamorfose” do sistema.

deepin-linux-atualização-update-correção-bug-dde-kwin-deepin15

Comumente o Deepin recebe essas atualizações de melhorias depois de um grande upgrade. Assim a 15.10 passou para 15.10.1 e agora 15.10.2, o foco dessas versões intermediárias até um próximo lançamento, são eventuais correções devido a implementações ou mudanças da versão atual. Digamos que não é nada voltado a novidades, apenas polimento no sistema.

Veja algumas correções:


  • Corrigido: a configuração do papel de parede de fundo do menu de inicialização, quando o mesmo falhava; 
  • Corrigido: o erro aleatório no Deepin Calendar; 
  • Corrigido: falha da autenticação no campo da senha que “perdia o foco” ao selecionar; 
  • Adicionado: suporte a verificação simultânea de senha e impressão digital.

Launcher: 


  • Corrigido: erro ao iniciar atalhos pesquisando no iniciador.

Dock: 


  • Bug que não reconhecia adaptadores de energia em alguns computadores; 
  • Corrigido: indicativo de volume oculto ao ajustar o volume; 
  • Corrigido: erro na dock ao clicar na visualização de janelas, caso o efeito de janela estivesse desativado; 
  • Melhor visualização da dock na tela.

Control Center: 


  • Adicionado: suporte ao usuário sem senha; 
  • Corrigido: a exibição anormal da interface da conta de usuário; 
  • Fixo: a exibição de sobreposição dos atalhos; 
  • Corrigido: a caixa de erro não desapareceu ao modificar a senha; 
  • Corrigido: nas configurações personalizadas do ambiente de vários monitores, o modo de mesclagem saía automaticamente quando a resolução da tela era alterada;

dde-session-ui: 


  • Adicionado: suporte a usuário sem senha; 
  • Adicionado: suporte a login de usuário LDAP; 
  • Corrigido: o campo de senha, que perdia o foco após a suspensão; 
  • Bug que ocasionava o travamento da tela de login após muito tempo na suspensão.

deepin-kwin:


  • Corrigido: a exibição de tela anormal ao abrir uma janela com a barra de título depois de habilitar e desabilitar o efeito de janela várias vezes; 
  • Corrigido: a impossibilidade de minimizar a janela, e o Deepin Movie não poderia reproduzir o vídeo depois que a janela minimizada foi restaurada; 
  • Corrigido: janela que se tornava oculta na dock, após minimizar e utilizar a visualização de janela; 
  • Corrigido: erro no botão +/- na interface dos desktops virtuais, que em HiDPI ficava muito pequeno; 
  • Corrigido: erro na janela do WPS Office, que não era mostrada às vezes; 
  • Limite ao número de espaços de trabalho (desktops virtuais) para no máximo 4; 
  • Melhor experiência ao utilizar telas sensíveis ao toque, como “arrastar e soltar” que antes por engano poderia redimensionar as janelas;
  • Menu da janela adotou os controles de menu no "estilo Deepin"; 
  • Corrigido: a exibição anormal da barra de título da janela, quando a taxa de escala da tela era em 2; 
  • Corrigido: erro que impedia a visualização de imagens na dock, se a janela estivesse minimizada; 
  • Corrigido: bug que retirava o foco da janela em alguns casos; 
  • Corrigido: os atalhos inválidos Super + Shift + teclado numérico. Utilizados para mover as janelas nos diferentes desktops virtuais. 
  • Desativado: na interface de gerenciamento de desktops virtuais, o atalho Alt. Você pode arrastar e soltar a janela diretamente sem pressionar Alt; 
  • A função “Fechar Janela” nas configurações dos cantos, agora funciona apenas na janela maximizada e que pode ser fechada;
  • Adicionado: um aviso se você clicar em multitarefa enquanto o efeito da janela estiver desabilitado; 
  • Corrigido: no dde-kwin, o erro na qual o protetor de tela só era visível em um monitor, no caso de múltiplos monitores; 
  • Corrigido: no dde-kwin, bug que sobrepunha a dock no protetor de tela.

Esses foram apenas algumas das melhorias e ajustes no Deepin 15.10.2, se desejar maiores detalhes e todas as correções, acesse a postagem oficial da distribuição.

Está pensando em dar mais uma chance ao Deepin, e ver se algum bug específico não ocorre mais em seu hardware? Temos uma postagem super especial com “o que fazer depois de instalar o Deepin 15.10”. Quem sabe o sistema possa ser utilizado em seu cotidiano. Já aos usuários atuais do Deepin, atualizem imediatamente o sistema, melhor estabilidade será uma das vantagens.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, existem diversos usuários de Deepin por lá e outros sistemas também.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Deepin.

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KDE 5.16 lançado! Veja como instalar em seu Kubuntu/Ubuntu

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terça-feira, 11 de junho de 2019

Recentemente anunciamos o lançamento da versão beta do KDE Plasma 5.16, com diversas melhorias e refinamentos. Seu sistema de notificações foi totalmente reformulado, houve mudanças na tela de login/logout, melhor suporte ao Wayland e muito mais. Hoje, 11 de Junho, foi lançado definitivamente o Plasma 5.16 e você já pode instalar a nova versão em seu Kubuntu.

kde-plasma-kde5.16-linux-interface-ubuntu-kubuntu-neon

Em primeiro lugar, deixamos claro que esse procedimento tem que ser feito com cuidado e siga sempre a “máxima”: backup nunca é demais. Pois, bem! Faça o backup de seus arquivos, caso tudo não saia como o planejado. Outra ressalva é que este tutorial não tem como foco abranger outras versões que não sejam a do Kubuntu/Ubuntu 19.04 (Disco Dingo), se possuir uma versão inferior e tentar, já fica avisado que “vai dar ruim” (😵😵😵).

Instalando o novo KDE Plasma 5.16 e suas aplicações no Kubuntu/Ubuntu 19.04


Através de sua conta do Twitter, a equipe do Kubuntu anunciou que a nova versão 5.16 do KDE já está presente em seu PPA Backports. Sua instalação é fácil, mas como já citado anteriormente, tenha os backups de seus arquivos, caso algo saia errado.

Adicione primeiramente o repositório PPA Backports da equipe do Kubuntu:

sudo add-apt-repository ppa:kubuntu-ppa/backports

Atualize o seu sistema:

sudo apt update && sudo apt full-upgrade

Após o procedimento, reinicie o sistema e utilize a nova versão do KDE Plasma.

Para usuários que querem instalar o KDE Plasma junto a outra interface, no caso do Ubuntu em sua versão principal ou em outra flavour, a instalação do meta pacote do KDE pode ser uma opção.

sudo apt-get install kubuntu-desktop

Depois adicione o PPA e atualize o sistema, conforme os dois comandos acima. Particularmente não gosto de adicionar mais de uma interface no sistema. Acho meio carregado, e as vezes, processos de ambas as interfaces iniciam juntos. Sendo bem chato ficar configurando processo por processo. Entretanto, fique a vontade e proceda como desejar. Em casos de possuir mais de uma interface gráfica, a escolha da mesma será durante a tela de login.

Para remover o KDE Plasma, instalado via o PPA Backports do Kubuntu, proceda assim:

sudo apt install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:kubuntu-ppa/backports

Reinicie o sistema após finalizar a desinstalação.

Essa forma pode ser utilizada para quem não quer instalar o KDE Neon e mesmo assim tirar proveito de versões mais atualizadas do Plasma e suas aplicações.

Usa KDE Plasma? Sem dúvidas é uma das interfaces mais voláteis e customizáveis do mundo do pinguim. Participe de nosso forúm Diolinux Plus, existem vários amantes do KDE, você poderá tirar todas suas dúvidas sobre esse ecossistema.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Kubuntu.
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Muitas novidades na versão beta do KDE Plasma 5.16

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Se existe um projeto que posso "tirar o chapéu" a cada novo lançamento é o KDE, não menosprezando os demais, entretanto os caras do KDE sempre estão implementando coisas novas. Ok! Às vezes me perco em meio a tanta configuração, mas é bem interessante ver essa gama de possibilidades e ferramental oferecido.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur

Em sua nova versão beta, o KDE Plasma 5.16, várias modificações e recursos foram adicionados ao Desktop Plasma 5. Muitos aspectos foram polidos e reescritos.

Como exemplo podemos citar o novo sistema de notificação, totalmente reescrito, o mesmo tem agregado funcionalidades bem úteis como: Modo não perturbe, histórico inteligente com agrupamento, notificações críticas de apps em tela cheia, aprimoramento na notificação de ações como transferências de arquivos, e muito mais.

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Outra novidade está nos widgets do Plasma, que foram refinados e agora trabalham com o código pensado em portabilidade, graças ao framework do Kirigami e Qt. Visando melhor experiência na utilização da interface para usuários.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-widget

Além do widget de rede que passou a atualizar redes Wi-Fi de forma rápida e confiável, e ao clicar em qualquer rede a opção "Configurar" estará disponível.

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A tela de login está bem mais atraente, ponto para os designers da interface.

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Não foi apenas o login que recebeu uma atenção visual. A aparência da "página" dos "Esquemas de cores", teve todo um redesign, contando com uma visualização de grades. E não ficou apenas nisso, agora é possível filtrar por cores claras ou escuras nos temas, arrastar e soltar para instalar os temas etc.

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Também foi adicionado o suporte inicial para o uso do Wayland com drivers proprietários Nvidia. Utilizando o Qt 5.13, vários problemas de uso com o Wayland foram removidos, como distorções nos gráficos ao desligar o computador. As janelas GTK aplicam corretamente o esquema de cores ativo e inativo, na nova versão. E o KWin traz um aprimoramento no Blur, sendo mais natural ao olhos humanos.

kde-plasma-5.16-qt-kirigami-kwin-discover-interface-desktop-linux-DE-blur-kwin-wayland-nvidia-driver

Claro que o Discover, software para instalação de pacotes do KDE, não ficaria de fora. Foi adicionado melhor suporte para AppImages, um indicador de conclusão de tarefas, opção de forçar a saída durante os processos de instalação e atualização, o menu de fontes apresenta o versionamento de cada aplicativo de fonte diferente e em "Downloads" os pacotes têm seções distintas ("download" e "instalação"). Quando o item for instalado ele deixará de ser listado na exibição.

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Crie e envie seu wallpaper para ser o padrão do Plasma 5.16


Pela primeira vez, o papel de parede padrão do Plasma será decidido pela comunidade. Na verdade existirá um concurso na qual o vencedor terá esse mérito, além de receber um computador Slimbook One V2 (processador I5 + 8Gb de RAM). Interessados acessem a página da competição.

Quer saber como está o KDE Plasma 5.16? Então efetue o download da versão de testes do KDE Neon. O lançamento final será no dia 11 de Junho, e essa versão contará com 5 atualizações de manutenções até Setembro de 2019.

Caso queira ver todas as novidades contidas no KDE Plasma 5.16 beta, acesse a página oficial do projeto.

E você, utiliza KDE Plasma como interface principal? Que tal continuar esse assunto em nosso fórum.

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