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Dropbox Transfer, o concorrente do Firefox Send, disponível para todos usuários

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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Pensando em transferir arquivos de forma descomplicada? O Dropbox acaba de lançar seu serviço de compartilhamento para concorrer com o Firefox Send e o WeTransfer.

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Serviços de compartilhamento e transferência de arquivos estão cada vez mais se tornando comuns, ainda mais com a crescente onda de trabalhos à distância. E estou falando de todo tipo de trabalho, seja ele remunerado ou alguma atividade em grupo. Transferir arquivos acaba por ser bem prático, ao invés de sempre contar com um pendrive. Melhor estar precavido em casos que o uso de alguma mídia física seja possível, aliás, melhor ter um “plano b” (quem sabe um “c” 😋️😁️😉️). Já em ocasiões em que não é possível utilizar meios físicos, tais soluções são perfeitas.

No lançamento da solução da Mozilla, abordamos em um artigo que você pode conferir acessando este link. Desde seu anúncio de lançamento, venho fazendo uso do Firefox Send, e agora o Dropbox disponibiliza sua alternativa. Serviços destinados à rápidos compartilhamentos, são conhecidos, outro bem famoso é o WeTransfer.

Chamado de Dropbox Transfer, a solução do Dropbox também é gratuito e conta com alguns diferenciais. Depois de um longo período em fase beta, cerca de uns quatro meses, enfim está disponível para todos os usuários. Quando anunciado, comentamos sobre a solução e demonstramos alguns de seus aspectos.

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Para adicionar os arquivos e compartilhá-los com terceiros, é obrigatório possuir uma conta no Dropbox. A mesma pode ser a versão gratuita, já quem recebe o link para download não precisa possuir conta. As transferências têm validade de sete dias após o envio na versão free do Dropbox, para usuários Professional 30 dias, Business Advanced 60 dias e Enterprise ou Education pode durar até 90 dias.

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O tipo de conta também interfere no tamanho máximo de envio de cada arquivo, indo de 100 MB para o básico e aumentando para 2 GB (Plus e Business Standard), chegando aos 100 GB para contas Professional, Business Advanced, Enterprise e Education.

Você pode acessar o anúncio de lançamento no blog oficial do Dropbox por este link.

Para fazer uso do Dropbox Transfer, basta acessar por aqui e logar com sua conta do Dropbox.

O serviço, por enquanto, pode ser acessado via web ou pelo app do Dropbox no iOS. Provavelmente a aplicação desktop e sua versão Android recebam o recurso em breve.

Cada alternativa tem seus prós e contras, como mencionei venho utilizando o Firefox Send e agora tenho mais um para testar e analisar os pontos forte e fracos. 

Usa esse tipo de serviço, o que achou do Dropbox Transfer? Deixe nos comentários sua opinião e participe de nossa comunidade Diolinux Plus para sempre ficar por dentro das novidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Dropbox.


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Mais de 800 servidores são removidos da rede Tor

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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Tor é um software livre que proporciona navegação e comunicação anônima na internet, redirecionando o tráfego através de vários servidores distribuídos ao redor do planeta, em uma rede de túneis http (com o protocolo de segurança tls) sobrejacente à internet.

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Recentemente o projeto Tor removeu uma quantia considerável de seus servidores, sendo mais de 800 que estavam executando versões desatualizadas e sem suporte do software Tor. Atualmente os servidores da rede ultrapassam mais de 6.000, totalizando aproximadamente 13,5% de servidores desativados.

Cerca de 750 desses servidores removidos, eram responsáveis por intermediar o tráfico na rede enquanto 62 eram de ponto de saída, que ligava a rede Tor na rede mundial de computadores, obviamente depois de ter sua localização verdadeira, redirecionada inúmeras vezes dentro da rede Tor.

Os administradores do projeto Tor planejam não aceitar mais os servidores que não estiverem atualizados, principalmente aqueles que estiverem rodando uma versão EOL (End Of life). Uma atualização do software, lançada em Novembro de 2018, impedirá conexões obsoletas, tudo isso sem intervenção manual.

“Até lá, recusaremos cerca de 800 servidores obsoletos usando suas impressões digitais”, informa a equipe do projeto.

Essa desativação não era uma novidade, afinal, a equipe do Tor informou em setembro que planejavam remover todo e qualquer servidor que não estivesse com as últimas versões do seu software. O número inicial eram de 1.276 servidores, entretanto após o anúncio o número caiu para 800.

Utilizar o software atualizado garante maior segurança e impede o uso de brechas causadas por vulnerabilidades já corrigidas, então prezando pela manutenção e integridade de sua rede os servidores foram removidos.

Manter a consistência e segurança é uma prioridade ao projeto, de modo que os servidores não adequados no padrão de qualidade são desligados.

Você faz uso do Tor? Deixe nos comentários suas experiências ao navegar pela “interwebs”.

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Até o próximo post, segurança sempre é bem-vinda, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Cansado do Google? Conheça o buscador DuckDuckGo

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A gigante das buscas domina em diversos setores da tecnologia, seja com o Android, Youtube, seu browser ou até mesmo o que lhe fez ser tão bem sucedida, seu buscador Google.

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Na era digital parece que privacidade é um termo inexistente, nem sempre a comodidade e a privacidade andam lado a lado. Alguns podem estar pensando, mas existe o modo anônimo, sinto muito em lhe informar que isso não impede a coleta de dados. Você já fez uma simples busca de um produto em seu smartphone, e do nada produtos equivalentes passaram a brotar em outros lugares? Minha esposa brincou esses dias comentando que estava sendo perseguida, pois, ao pesquisar um produto em específico, as propagandas começaram a pular em redes sociais, aplicativos ou qualquer outro site (no PC e no smartphone).

Cerca de 75% dos sites contém algum rastreador do Google, acompanhando tudo o que você procura e o Google analisa quais sites você acessa, para depois segmentar publicidade conforme seu perfil, navegação e utilização. Outro detalhe é que seus dados permanecem no Google indefinidamente, talvez nem sempre isso seja interessante (já parou para avaliar? 🤔️🤔️🤔️).


DuckDuckGo o buscador que não registra seus dados


Lançado em 25 de Setembro de 2008, pelo jovem empreendedor americano Gabriel Weinberg, o DuckDuckGo almeja ser uma alternativa segura e com o mais alto nível de privacidade possível para um buscador. Como os demais buscadores, o DuckDuckGo mostra resultados de notícias, imagens, vídeos e tem “caixas” exclusivas para informações da Wikipedia e outros recursos.


Para fazer suas pesquisas, sem a coleta de dados, acesse o site “DuckDuckGo.com” e tenha mais privacidade. 

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DuckDuckGo no Android


Você poderá utilizar normalmente o site do DuckDuckGo em todos seus dispositivos, entretanto, no Android utilizo o “DuckDuckGo Privacy Browser” e faço minhas pesquisas normalmente.

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Ter privacidade ao navegar na internet não é algo comum, e no mundo atual às vezes ceder informações é sinônimo de comodidade. Sei bem que privacidade total é quase uma utopia em pleno século XXI, esse artigo não tem por intuito induzir os leitores a acreditarem que apenas usando o DuckDuckGO sua privacidade será total. Lembre-se, não adianta querer total privacidade e acessar redes sociais, comprar online, consumir conteúdo por streaming entre outras práticas. Conforme disse anteriormente, reveja quais dados são mais importantes e se realmente tudo deve ser oferecido a empresas ou plataformas. Todavia, situações desagradáveis de “perseguição por publicidade” podem ser evitadas ao utilizar o DuckDuckGo.

Equilíbrio é a chave do sucesso.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Google Assistente com novidades

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sábado, 7 de setembro de 2019

Foi anunciado na IFA 2019 (Internationale Funkausstellung Berlin, “abrasileirando” seria mais ou menos, como Festival do Rádio de Berlim), que é a maior feira de eletrônicos da Europa, novas funcionalidades do Google Assistente. Confira os detalhes a seguir.

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Marcando presença em uma das maiores feiras de produtos eletrônicos e eletrodomésticos, o Google destacou funcionalidades extras de seu assistente pessoal, parceiros e fabricantes aliados que embarcariam a tecnologia em seus produtos, como smartphones, Smart TVs, caixas de som inteligente, fones de ouvido, etc.

Além de novos dispositivos com o Google Assistente instalado, proporcionando maior interação com os equipamentos conectados. Um recurso chamado “Modo Ambiente” permitirá novas maneiras de se relacionar com o assistente. Quando o aparelho estiver carregando, notificações e lembretes poderão ser visualizados e outras interações são possíveis, por exemplo, iniciar uma lista de reprodução e o controle de outros gadgets conectados na casa a partir da tela.

O Modo Ambiente proporciona que o smartphone possa se transformar em um porta-retratos digital conectado ao Google Fotos, basta não utilizar o aparelho (e obviamente ter a função habilitada). Esse pequeno detalhe com certeza agradará usuários, principalmente quem comprava porta-retratos digitais caríssimos. No momento alguns aparelhos contarão com a novidade, todos apresentados na IFA 2019. Mas creio que seja questão de tempo para outros Androids usarem o recurso.

Usuários do WhatsApp, também ganharam novidades. Através do Google Assistente chamadas de áudio e vídeo em viva-voz poderão ser realizadas no WhatsApp Android. Inicialmente apenas o idioma inglês está disponível.

Muito mais novidades acompanham o Google Assistente, algumas atreladas a hardwares específicos e outras que aparentam chegar em pouco tempo à todos os aparelhos Android.

Você usa o Google Assistente? Particularmente costumo fazer umas perguntas, e até brincar um pouco ou dar início a uma busca.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Discovery.
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Mozilla pretende criar um sistema de assinaturas para o Firefox em um sistema "Ad-Free"

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segunda-feira, 8 de julho de 2019

A Mozilla está sempre tentando tornar a internet um lugar melhor, criando ferramentas para tornar a vida dos usuários mais confortáveis sob a sua óptica. Uma das recentes novidades inclui um plano de assinatura para os usuários de Firefox, que pode ajudar tanto o projeto, quanto aos próprios usuários.

Firefox e seu modelo de pagamento




Estando descontente com o modelo atual de monetização de sites, a Mozilla parece pretender criar um sistema de assinaturas para o Firefox onde, pelo valor de USD 4,99, você teria uma internet "livre" de anúncios, com alguns benefícios em sites específicos.

No momento o produto ainda não está disponível, conforme você pode ver no site, mas ao clicar no link de assinatura, somos redirecionados para uma página com um questionário para feedback sobre a ideia. 

Parece que ideia é, de alguma forma, lidar com sites que usam um "paywall" para restringir o acesso a conteúdo. A Mozilla provavelmente lançaria um sistema de "ad-free news" em parceria, voltado especialmente para sites populares como Vox, BuzzFeed, USA Today e alguns outros.

Esse serviço de assinatura, que deixaria alguns sites livres de anúncios, incluiria uma versão em áudio de cada um dos artigos, recomendações de leituras e sincronia de favoritos entre os navegadores Firefox em diferentes platataformas, como em Desktop em Mobile.

Essa forma de atuação, no entanto, não chega a ser uma novidade, visto que a Google também criou um produto similar, com ad-free. Esse produto permite que os usuários usem contas Google para logar em sites que tem a função de "Entrar com Google", trazendo benefícios para os leitores que pagam pelo serviço, apesar de existir, não foi um grande sucesso por parte da empresa.

Veremos no futuro como esse recurso funcionará para a Mozilla, visto que, em muitos casos, uma extensão ad-block faz um trabalho semelhante. É também complicado se isso acabar quebrando o modelo de negócio de grandes portais, que escolheram não exibir anúncios apenas para assinantes, de modo que essa manobra desse ser feita com cuidado.
Você está convidado para discutir essa questão no nosso fórum, acesse e crie a sua conta gratuitamente.

Até a próxima!
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Google abre código de seu "Web Crawler" depois de 20 anos!

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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Trabalhar com ‘softwares’ de código aberto é algo essencial para qualquer empresa hoje em dia, mesmo as empresas focadas em soluções de código fechado, eventualmente acabam usando algum tipo de tecnologia em toda a sua infra-estrutura que é aberta, mas muitas vezes, a necessidade de abrir o código vem de outro lugar.

Google Bots






Já não era sem tempo, mas o Google abriu o código fonte de mais um de seus projetos, o seu "Webcrawler" que faz a consulta no arquivo "Robots.txt" de todos os sites da internet.

Você pode encontrar mais informações sobre o anúncio no blog de Webmasters.

O que são Robots.txt?


O arquivo robots.txt é um arquivo público de qualquer site que especifica quais páginas de um blog ou site devem ser consideradas pelos mecanismos de busca, por exemplo: Você pode contar alguma página em seu site, como uma página de membros por exemplo, que você não queira que seja indexada da mesma forma que a sua home page ou as suas postagens, ou talvez você tenha arquivos, imagens, ou qualquer coisa do tipo, que não queira exibir para os robôs que vasculham a internet atrás de informações, tudo isso pode ser ajustado através de instruções colocadas nesse arquivo robots.txt. Você pode ver o exemplo do Diolinux aqui.

A grande questão é que, apesar de todo mundo usar esse recurso há muito tempo, ninguém realmente sabia como os "crawlers" do Google liam estas informações, o que acabava gerando eventuais problemas de configuração, exibindo o que era para ficar escondido do buscador e escondendo o que era para ser exibido, incluindo problemas de formatação e caracteres que os bots poderiam não conseguir ler, fazendo com que a galera que trabalha com SEO tivesse que buscar sempre testar opções até encontrar uma certa meio que "às cegas".

Agora ficou mais fácil?


É possível dizer que sim, ficou realmente mais fácil, porém, na verdade o mecanismo simplesmente não mudou, ele só ficou mais transparente e simples de entender. A Google tem um tutorial bem interessante de detalha todas as sintaxes possíveis no arquivo robots.txt, você pode conferir aqui. A empresa também liberou no Github o código fonte da aplicação, juntamente com uma biblioteca e uma ferramenta de testes para validação de regras.

A vida de quem trabalha diretamente através da internet, com sites e blogs acabou de ficar um pouco mais fácil, ainda que tenha demorado "um tempão", é mais uma coisa importante que se torna Open Source.
Faça parte de nossa comunidade e não perca nenhuma assunto do mundo da tecnologia, acesse o fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.

Depois de testar nos conte o que você achou!
Até a próxima!
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G Suíte recebe opção de pagamento em Real

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segunda-feira, 3 de junho de 2019

O Google possui um ferramental bem amplo e completo. Contemplando diversos perfis de usuários o G Suíte é composto de diversas ferramentas como, Documentos, Planilhas, Apresentações, Gmail, Drive, Hangouts, etc.

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A novidade anunciada pelo Google, traz a possibilidade de efetuar o pagamento do serviço com a moeda nacional. Anteriormente era necessário possuir um cartão de créditos internacional e pagar a alíquota de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Além da “roleta russa” que é a taxa de variação cambial do Dólar. Agora os brasileiros poderão utilizar tanto o cartão de créditos nacional, como pagar em boleto bancário. A mudança, segundo o Google, visa auxiliar os seus clientes brasileiros e é totalmente opcional.

A mudança é opcional, e os clientes atuais que quiserem migrar para o pagamento em Reais terão cancelados os planos anuais pagos em dólares americanos, bem como a cobrança de débitos futuros. Se o cliente migrar para o pagamento em Real não terá a opção de voltar a pagar em dólar”, alertou a empresa.

A opção está disponível nas versões Basic, Business, Enterprise e, também, para G Suíte Lite.

Você utiliza o G Suíte? É bom opções que não exijam meios de pagamentos “não acessíveis para todos”.

Que tal participar de nosso fórum Diolinux Plus? Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎


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Teste a velocidade da sua internet via terminal

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

O terminal Linux é uma ferramenta muito poderosa e prática, pena que alguns usuários não compreenderam essa praticidade e outros chegam a temer a “telinha preta”. Uma das muitas possibilidades é com apenas 1 comando, poder efetuar testes em nossa conexão de internet, isso é o que demonstrarei neste post. Caso queira uma solução gráfica e que abarque outros sistemas operacionais, veja a dica contida neste post.

speedtest-cli-internet-terminal-linux-conexão-download-upload-ubuntu-mint-elementary-kde-neon

Existem diversas maneiras de verificar essa informação, porém, irei demonstrar utilizando o bom e velho terminal. Afinal, terminal é legal (✌).

SpeedTest CLI


O site SpeedTest é famoso entre os usuários brasileiros, não obstante, existe uma forma de efetuar testes de conexão sem ao menos abrir seu navegador. Podemos instalar o utilitário “speedtest-cli”, uma ferramenta de fácil manuseio e muito prática (Github oficial do software). Para instalar o programa em sua distribuição utilize o seguinte comando (Para Ubuntu, Linux Mint, Elementary OS, KDE Neon e derivados):

sudo apt install speedtest-cli

Para executar basta utilizar o comando de mesmo nome do app:

speedtest-cli

Em seguida é aguardar o processo e comparar os valores do Download e Upload com a velocidade contratada.

speedtest-cli-internet-terminal-linux-conexão-download-upload-ubuntu-mint-elementary-kde-neon

Caso queira desinstalar o speedtest-cli, utilize o comando:

sudo apt remove speedtest-cli

Para mais detalhes de uso da ferramenta, veja o vídeo a seguir:


Uso diariamente este e mais alguns comandos do terminal, uma forma rápida e cômoda de obter certas informações ou determinadas ações.

Acesse nosso fórum Diolinux Plus e participe desta comunidade. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Teste a velocidade da sua internet com a ferramenta oficial da Netflix

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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Tem dias que a nossa internet parece uma carroça, e muitos não sabem como verificar a velocidade atual da conexão. Para essa tarefa irei demonstrar uma ferramenta muito interessante, desenvolvida pela Netflix. Outra possibilidade é utilizar o terminal Linux para efetuar tais testes, mas não vou abordar esse método neste post, para isso acesse essa outra matéria e verá o quão prático é o terminal. Famosa por seus filmes e seriados a Netflix é uma das gigantes da web, e sua ferramenta é muito útil.

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O legal nesta dica é a possibilidade de efetuar o teste indiferente de seu sistema operacional, seja Windows, macOS, Linux, Android ou o que for. Baseado na web, basta abrir seu navegador de internet e efetuar o teste direto do site da ferramenta “Fast”. Seu uso é simples e intuitivo, sem dificuldade alguma no teste. Aliás, ao abrir o site “fast.com” o teste ocorre automaticamente, sem a necessidade de clicar em algum botão. 

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Caso queira reiniciar o teste, clique no botão “reiniciar” (uma seta circular). Já no botão “Mostrar mais informações”, detalhes estarão visíveis como: Latência, velocidade do upload, tamanho dos arquivos do teste e mais.

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Em “Configurações” outros ajustes do teste poderão ser refinados, como: O mínimo e máximo de conexões paralelas, duração do teste, medir a latência carregada durante o upload, mostrar as métricas etc.

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O Fast ainda conta com a possibilidade de postar o teste da velocidade de sua conexão em redes sociais, Facebook e Twitter.

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Agora ao efetuar testes em sua velocidade de conexão, experimente a ferramenta da Netflix, por não conter inúmeras propagandas atreladas ao site, o teste poderá ser bem mais preciso, afinal, nenhuma banda estará em utilização com a publicidade destes banners.

Gostou da ferramenta da gigante do streaming de vídeos? Para acessar e efetuar seu teste basta clicar neste link ou digitar na barra de endereço de seu navegador “fast.com”. Só um adendo, o Fast possui uma aplicação em Snap que pode ser utilizada via terminal, entretanto, seu funcionamento só possui a opção de verificar a velocidade do download. Algo simples demais e que não “justifica” a instalação de uma Snap, porém, se deseja conferir o app, acesse este link.

Conhecia o Fast? (Não estou falando do FastOS hein! 😁😁😁). Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Operadoras poderão deixar de usar postes para o cabeamento de internet e telefone

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

A Telcomp, Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas, estima mudanças na construção na infraestrutura das redes do nosso país. Isso graças a entrada da nova operação do SNOA, Sistema Nacional de Ofertas no Atacado, com previsão de início ainda este mês.

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Através de tubulações, que eram utilizados em infraestruturas de redes antigas, o sistema da Anatel tende a ser alimentado gradualmente por novas redes em grandes cidades. Atualmente os cabos e fios estão mais compactos e resistentes, ao contrário dos cabos antigos. Essas tubulações foram praticamente subutilizadas no passado, por depender de uma infraestrutura economicamente não replicável e na época a tecnologia era de custo mais elevado. Pois os cabos eram maiores e mais pesados, dificultando todo o processo.

Na atual infra existem desavenças com as provedoras de internet e as donas dos postes, ocasionando assim em confrontos pelo espaço utilizado. Já com a utilização dos dutos, abre-se várias possibilidades para o descongestionamento da rede e assim criar uma distinção entre elas (elétrica e a de comunicação). Acarretando em maior segurança, podendo desmotivar eventuais atos de vandalismos e furtos de cobre ou fibra óptica, por dificultar o acesso a pessoas não autorizadas.

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O sistema de dutos oferece preços atrativos ao mercado, com aluguéis e preços limites entre R$120 e R$750 o quilômetro. Cabe agora a mobilização das empresas interessadas, tornando mais agradável e menos poluído o visual das grandes cidades brasileiras. 

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Falha do Google armazena senhas em simples arquivos de texto

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Parece que as gigantes da tecnologia também sofrem com falhas, afinal, por trás de uma mega empresa existem meros mortais.

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A falha ocorreu devido a um erro, em que o seu sistema de recuperação de senhas ao invés de armazená-las de forma segura, acabou adicionando essas informações de altíssima importância em um simples documento de texto. Tudo ficou armazenado internamente, tal “erro” era algo que vinha ocorrendo desde 2005. Ao menos todos os sistemas foram criptografados, e segundo a empresa, não há “evidências” de algum acesso indevido ou utilização dessas informações.

O problema afetou apenas usuários do serviço G Suíte, e o Google por meio de notificação está informando aos seus clientes que redefina suas senhas, o próprio Google também vem redefinindo automaticamente as senhas.

As contas normais não foram afetadas e para utilizadores do G Suíte, segundo o Google, a falha já foi corrigida.

E você utiliza o G Suíte? Uma falha dessas é algo grave, isso tudo evidencia que todos em algum momento falhamos, e que nada desenvolvido por humanos é 100% seguro.

Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus, até a próxima SISTEMATICAMENTE! 😎

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Qual distro Linux é a mais popular? (sem achismo)

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O mundo Linux é repleto de opções, que agradam diversos tipos e níveis de usuários, e sempre existe aquele sistema que por algum motivo temos uma maior afinidade. Às vezes por uma paixão acabamos por ficar presos em uma bolha e não enxergar sua real popularidade.

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Como medir a real popularidade de uma distribuição Linux? Eis a questão. Mensurar a quantidade de usuários no Linux não é uma tarefa tão simples, visto que não existe um controle de quantos usuários estão utilizando distro X ou distro Y, e mesmo se tivesse isso seria apenas nichado as distribuições que fizessem esse controle.

"A falsa popularidade do Distrowatch" 


Não é difícil encontrarmos usuários Linux que pautam a popularidade de um sistema baseado em Linux, de forma única e exclusivamente pelo site Distrowatch. E isso é um erro tremendo, sabe o porquê? A resposta é um tanto quanto simples, pois o Distrowatch mede o número de pesquisas dentro do próprio site sobre determinada distribuição. Como medida de popularidade, não podemos nos embasar pelo Distrowatch, afinal as distribuições nas posições altas da plataforma, ali estão por apenas quem conhece o site, e convenhamos nem toda pessoa que ouviu sobre Linux ou usa, vive pesquisando no Distrowatch. Agora um site como o Google, é bem mais provável tirarmos uma base interessante de dados, pois quem não pesquisa nele? (Sei que existem as exceções, mas galera isso é o mínimo do mínimo, as massas utilizam fortemente o buscador da gigante das buscas).

Veja a popularidade de um site com o Alexa


O Alexa é um serviço da Amazon, na qual várias informações relevantes podem ser levantadas, como a posição de um determinado site mundialmente, rank dentro de cada país, países que ele mais tem popularidade e muito mais. Com o auxílio desta ferramenta, dados pertinentes do quão acessado o site da distro é, nos dá indícios de sua popularidade, ao compararmos com outros sites de outros sistemas Linux.

Efetue seus testes com alguns sites oficiais das distros, e veja qual distribuição tem uma maior popularidade, com base no ranking de seu site.

Como exemplo veja os sites das distribuições: Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. E o comparativo do ranking global de cada um (quanto menor o número, mais alto a posição).

Fedora: posição global em 43,291.

Ubuntu: posição global em 1,893.

Linux Mint: posição global em 3.924.

Manjaro: posição global em 17.680.

Levando como base o ranking mundial, segundo o Alexa, o site do Ubuntu tem maior popularidade entre os demais.

Claro que você não deve apenas se basear em um site, então a ferramenta a seguir é um ótimo complemento.

Compare as pesquisas com o Google Trends


Uma poderosa ferramenta, e julgo eu, ser a melhor para mensurar a popularidade de qualquer sistema (ou o que for) é o Google Trends. Com ele você poderá ver gráficos com os comparativos das pesquisas, sejam elas mundiais ou do nosso país. Filtrar determinadas informações e na prática observar o quão pesquisado, e consequentemente popular, um sistema é. Como o Google é o buscador mais utilizado do planeta, a assertividade dos dados é extremamente alta e ilustra muito bem o tema desta matéria (Além de obter dados de outras fontes como o YouTube).

Utilizando os mesmos sistemas, que acima comparamos, o Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. Veja o quão popular o Ubuntu é comparado aos demais sistemas.

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A diferença de popularidade é gigantesca, assim fica evidente o porquê de em muitos casos, pessoas que são leigas quando o assunto é Linux, acharem que o Ubuntu é sinônimo de Linux.

Mídias sociais e comunidade


Outra forma que pode ser um "plus" ao medir a popularidade de uma distribuição, é ver o engajamento de outras pessoas em comunidades e redes sociais. Ver o número de seguidores nas contas oficiais das distros Linux é uma maneira de observar o quão interessadas estão as pessoas. E num somatório geral, esse é o tipo de dado que não pode ficar de fora.

Popularidade não quer dizer superioridade 


Não me entenda mal, mensurar e demonstrar com dados (e não achismo ou "fanboyzisse") que o Ubuntu é o sistema Linux mais popular, de forma alguma descaracteriza a qualidade e trabalho dos demais sistemas baseados em Linux. Com isso podemos observar que sim! O Ubuntu é a porta para muitos usuários, devido grande parte a sua popularidade. E o porquê de tal popularidade? Não sei dizer especificamente. Talvez tenha sido a sua tática inicial de oferecer CD's de instalação, ou as ferramentas que traziam facilidades ao usuário. O Unity 7 que tornava sua DE diferente dos demais sistemas. Não sei, só podemos testemunhar que os dados são estes.

Que tal um vídeo super completo, e com mais detalhes sobre tais ferramentas e o assunto: "popularidade das distros"? Então assista esse material com diversos comparativos e veja na prática todo o conteúdo deste post (e mais).


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Rússia aprova lei que isola a internet no país

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segunda-feira, 6 de maio de 2019

O presidente da Rússia, Vladmir Putin, sancionou no dia 1º de Maio, uma lei que visa criar uma "internet russa", tal medida não está sendo vista com bons olhos pelos diversos países do mundo.

lei-internet-russia-russa-vladmir-putin-runet

Segundo o governo Russo, a lei é uma forma de garantir a soberania do país e protegê-lo contra possíveis ataques cibernéticos. Essa informação é da agência de notícias local TASS, conforme a mesma, essa rede local está sendo chamada de "Runet", e caso a Rússia fosse desconectada da infraestrutura global da World Wide Web, o país teria capacidade de operar isolado e independentemente.

Com isso o Roskomnadzor (Serviço Federal de Supervisão das Comunicações em Massa, TI e Telecomunicações) ficará responsável por criar uma rede de comunicações centralizada no país.

Como isso seria possível?


Na prática a Rússia forçaria todo tráfego de sua internet a passar por um DNS, do governo, monitorando o fluxo de sua internet local. Assim o controle de acesso a internet estará nas mãos das autoridades russas, que informa que terroristas poderiam ser identificados com maior facilidade. Todavia o que várias organizações alegam, é que isso nada mais é que uma violação da privacidade dos usuários e maior controle governamental, cerceando a liberdade de expressão dos cidadãos russos, além de dar mais poder ao estado.

Nada de Linux ou Windows!


A Rússia não está nem um pouco afim de utilizar "tecnologias de estrangeiros", não importa se é de código fechado ou aberto, nada de Linux ou Windows. O governo pretende utilizar um sistema desenvolvido pela Universidade Estadual de Tomsk, em parceria com a empresa EleSi. Inicialmente o sistema será instalado em computadores do governo.

Internet Russa, uma nova internet Chinesa?


No ano passado a Rússia tentou bloquear o Telegram no país, alegando que o mesmo deveria disponibilizar os dados dos usuários ao governo, e pela "inflexibilidade" do Telegram, acabou banindo vários IPs ao tentar impedir usuários russos na aplicação. De "brinde" vários IPs da Google e Amazon foram bloqueados, pois estavam sendo identificados como "agentes externos". Toda essa situação levou a uma crescente utilização de VPNs no país.

O aumento governamental não é de hoje, existe uma lei no país que proíbe a publicação ou compartilhamento de "fake news", com uma "pequena" multa de 1,5 milhões de Rublos (cerca de R$90 mil). Agora o que seria “fake news”? O governo Russo é quem decide. Também existe uma lei que criminaliza "falar mal de símbolos e autoridades do governo", com multa de 300 mil Rublos (por volta de R$ 18 mil), isso nos melhores casos, se o governo classificar como algo mais grave, a pena poderá chegar a 15 anos de prisão.

Podemos observar que a internet Russa, está se tornando tão fechada e controlada como a Chinesa, que bloqueia o acesso a vários sites e aplicativos ocidentais.

A nova lei entra em vigor a partir de 1º de Novembro na Rússia.

Particularmente não curto todo esse controle estatal, até o Brasil já tentou "entrar nessa onda", e há pouco tempo houve uma proposta de lei que tornava crime o "fake news" (projeto de lei 6.812/2017). Questões desta natureza são complicadas, e podem ocasionar em uma soberania do estado sobre os indivíduos, invertendo os papéis. Afinal, o estado tem que servir o cidadão e não o contrário.

E você, o que acha sobre toda essa questão? Que tal continuar esse assunto lá em nosso fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, te aguardo aqui no blog Diolinux SISTEMATICAMENTE! 😎

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Veja como instalar o navegador Brave no Ubuntu e Linux Mint

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quarta-feira, 27 de março de 2019

Brave é um dos navegadores para internet mais populares para quem deseja ter privacidade na hora de navegar nos sites. Ele conta com bloqueadores de anúncios e rastreio dos sites, de forma nativa. Hoje vamos mostrar como instalar ele no Ubuntu e Linux Mint.


 Veja como instalar o navegador Brave no Ubuntu e Linux Mint





O Brave tem uma forma de instalar um tanto quanto “”peculiar”” em relação aos outros navegadores, que ou estão nas lojas das distros ou estão disponíveis em algum formato de pacote, de forma oficial como .deb; .rpm; Snap; Flatpak ou AppImage.



No caso dele, temos dois métodos para instalação Um que você vai precisar utilizar alguns comandos no terminal que é a forma “oficial” (mas nada tenebroso ou complicado rs) e a outra é via Snap, que é mantido pela comunidade e ainda não sendo uma forma oficial, mas com “aval” da Brave. Bom, vamos para a instalação.

Para instalar via terminal pressione Crtl+Alt+t ou procure no menu da sua distro por “Terminal”. Depois disto é só digitar ou copiar e colar os seguintes comandos, sempre prestando atenção nos espaços e nas letras maiúsculas e minúsculas, pois pode dar erro. Este método é para o Ubuntu 16.04 ou superior e Linux Mint 18 ou superior.

curl -s https://brave-browser-apt-release.s3.brave.com/brave-core.asc | sudo apt-key --keyring /etc/apt/trusted.gpg.d/brave-browser-release.gpg add -

source /etc/os-release

echo "deb [arch=amd64] https://brave-browser-apt-release.s3.brave.com/ $UBUNTU_CODENAME main" | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/brave-browser-release-${UBUNTU_CODENAME}.list

sudo apt update && sudo apt install brave-keyring brave-browser -y


Se ocorrer erros, consultar o GitHub do Brave para solucionar, acessando aqui.

E a segunda forma é via Snap, que na própria page já avisa que é mantida pela comunidade e de forma “não oficial” ou “unofficial”. Mas antes de instalar ele via Snap, se você não usa Ubuntu e suas flavours e derivados, veja nesse tutorial de como ativá-lo em sua distro. Se estiver no Ubuntu e seus derivados que tiverem o snap já habilitado, basta procurar na “lojinha de apps” por Brave e instalar ele. Mas se você preferir instalar via terminal, também dá e é super simples, com o terminal aberto basta digitar ou copiar e colar o comando abaixo, e esperar o término da instalação.

sudo snap install brave

Depois é só procurar pelo navegador no Menu da sua distro e desfrutar do navegador. 😉

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Continue a discussão sobre o "Brave" lá no nosso fórum.

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Economize internet com a extensão Bandwidth Hero

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Nem todas as regiões do Brasil possuem conexão de internet com alta velocidade, e às vezes é comum a adesão em alguma banda larga 4G LTE, e nestes casos economizar o limite de tráfego de banda de internet é algo super importante, pois caso o limite da franquia seja alcançada, a internet pode diminuir drasticamente sua velocidade, ou até mesmo ficar temporariamente indisponível.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

É aí que o Bandwidth Hero (“Herói da Banda Larga”) entra em ação, com essa extensão de código aberto e disponível para Google Chrome e Firefox, o fluxo dos dados podem diminuir, economizando sua franquia de internet

Seu funcionamento é bem simples, comprimindo as imagens dos sites que são acessados pelo usuário nos formatos WebP e JPEG. Ao navegar na web o Bandwidth Hero endereça as imagens dos sites visitados para seu servidor proxy, que compacta cada uma e envia em baixa resolução diretamente para você, essa técnica visa diminuir a qualidade da imagem e evitar o máximo do uso da sua banda larga, uma maneira interessante para quem sofre com essas limitações de internet.

funcionamento-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Comprimindo as imagens em até 50 - 70% de seus tamanhos originais, no entanto, em alguns casos sua compressão é tão agressiva que imagens podem ficar em preto e branco, entre outras coisas, mas com as diversas configurações da extensão você pode resolver tais problemas facilmente, apenas desabilitando alguns recursos.

Outro ponto a ser observado é que o proxy não garante seu anonimato, ele faz o download de imagens em nome do usuário, passando os cookies e o endereço IP para o host de origem. 

Configurando o Bandwidth Hero no seu navegador


O serviço de proxy do Bandwidth Hero faz uso do Node.js, então vamos instalá-lo em nosso sistema (Ubuntu, Linux Mint e derivados):

sudo apt install nodejs

sudo apt install build-essential

Você pode utilizar a interface gráfica, caso não queira usar o terminal, basta fazer todo procedimento via Synaptic, pesquise e instale os pacotes: “node.js” e “build-essential”, aprenda a utilizar o Gerenciador de pacotes Synaptic, com esse vídeo super especial.

instalar-node.js-ubuntu-synaptic

Por se tratar de uma aplicação em Node.js, devemos hospedá-lo para correto funcionamento do servidor proxy, no entanto acalme-se, iremos usar o serviço gratuito Heroku (mesmo possuindo planos pagos, utilizaremos o free).

Efetue seu cadastro normalmente no serviço, e na opção “Primary development language”, selecione “Node.js”. Um link de confirmação será enviado para seu email.

hospedar-node.js-heroku-app

Configure sua senha de acesso ao Heroku, e acesse o serviço.

senha-heroku-cadastro-free-app-node

Adicione a extensão, conforme seu navegador:

Google Chrome

 Baixe a extensão para Google Chrome

Mozilla Firefox

 Baixe a extensão para Mozilla Firefox

Em seu navegador na parte superior direita irá aparecer o ícone do Bandwith Hero, clique nele, um pequeno pop-up surgirá, clique na opção “Compressions settings”, logo após em “Configure data compression service”, abrindo assim a janela de configuração.

config-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Clique na opção “Heroku”, aparecerá um botão de nome “Deploy to Heroku”, clique nele e ao ser redirecionado para página do Heroku, efetue o login.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Configure seu app Node.js, preenchendo todos os campos, em “App name” tente uma combinação até ter um nome disponível, em “Choose a region” escolha “United States”, logo abaixo crie um LOGIN e PASSWORD para aplicação, ao finalizar clique em “Deploy app” e aguarde a conclusão do processo (pode demorar uns minutinhos).

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Ao finalizar a compilação do app, aparecerá dois botões no final da página, clique em “View”, um pop-up solicitando LOGIN e PASSWORD aparecerá, digite ambos que acabou de criar.

deploy-app-heroku-nodejs

Uma nova página se abrirá, copie a URL.

url-node.js-heroku-app

Cole a URL no campo “Data Compression Service” na página de configuração do Bandwidth Hero, aquela que abrimos anteriormente após instalar a extensão.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Por fim veja a mágica acontecer, e a quantidade de MBs que serão “salvos” na sua franquia de internet. Por exemplo, aqui no blog Diolinux passamos a utilizar o formato Webp (indicado para imagens na web), e mesmo assim o Bandwidth Hero, comprimiu e conseguiu economizar 78% no resultado final .

resultado-compressão-imagens-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Com essa extensão muitos poderão se beneficiar e prolongar sua franquia, seja ela 4G, ou como já fiz há alguns anos atrás, uma internet 3G por meio de um adaptador USB (Época que não tinha internet cabeada, recorrendo a boa e velha gambiarra com o 3G do meu celular  😂😂😂).

Gostou da dica? Deixe nos comentários se já conhecia essa solução.

Te espero como sempre, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Adicione temas oficiais ao seu Google Chrome

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Se tem uma coisa que a maioria dos usuários Linux gostam, é de customizar o sistema, talvez esse seja o primeiro encanto ao instalar uma distro, sair trocando os temas e personalizando com cores prediletas, pois bem, basicamente essa é a novidade para usuários de Google Chrome.

temas-google-chrome-personalizar

A possibilidade de trocar o tema do browser da Google não é nada novo, porém, nesta semana a gigante das buscas lançou um plugin com diversas opções de cores para o Chrome. A coleção de temas visa agradar a todos os públicos, seja quem curte uma interface mais clara e colorida, ou pessoas como eu, que dão preferência a interfaces mais escuras. Inclusive um dos temas, o “Just Black”, simula um visual mais noturno, ideal para quem passa as noites e madrugadas utilizando o computador.

tema-preto-escuro-google-chrome-

Num total são 14 temas compatíveis com todas as versões do navegador, para aplicar ao seu navegador basta ir até a Chrome Web Store, selecionar o tema favorito e clicar no botão “Usar no Chrome”, Simples e prático.

temas-google-chrome-oficial

Até o momento o tema agraciado por quem sabe da novidade é o “Classic Blue” com 75 usuários.

tema-azul-oficial-classico-google-chrome

Você utiliza o Google Chrome? Curtiu a novidade? Com os temas oficiais da Google a segurança de algo padronizado é maior. Deixe nos comentários o que achou da novidade.

Aguardo você no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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