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Qual distro Linux é a mais popular? (sem achismo)

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O mundo Linux é repleto de opções, que agradam diversos tipos e níveis de usuários, e sempre existe aquele sistema que por algum motivo temos uma maior afinidade. Às vezes por uma paixão acabamos por ficar presos em uma bolha e não enxergar sua real popularidade.

distro-distribuição-linux-popular-maior-mais-famosa

Como medir a real popularidade de uma distribuição Linux? Eis a questão. Mensurar a quantidade de usuários no Linux não é uma tarefa tão simples, visto que não existe um controle de quantos usuários estão utilizando distro X ou distro Y, e mesmo se tivesse isso seria apenas nichado as distribuições que fizessem esse controle.

"A falsa popularidade do Distrowatch" 


Não é difícil encontrarmos usuários Linux que pautam a popularidade de um sistema baseado em Linux, de forma única e exclusivamente pelo site Distrowatch. E isso é um erro tremendo, sabe o porquê? A resposta é um tanto quanto simples, pois o Distrowatch mede o número de pesquisas dentro do próprio site sobre determinada distribuição. Como medida de popularidade, não podemos nos embasar pelo Distrowatch, afinal as distribuições nas posições altas da plataforma, ali estão por apenas quem conhece o site, e convenhamos nem toda pessoa que ouviu sobre Linux ou usa, vive pesquisando no Distrowatch. Agora um site como o Google, é bem mais provável tirarmos uma base interessante de dados, pois quem não pesquisa nele? (Sei que existem as exceções, mas galera isso é o mínimo do mínimo, as massas utilizam fortemente o buscador da gigante das buscas).

Veja a popularidade de um site com o Alexa


O Alexa é um serviço da Amazon, na qual várias informações relevantes podem ser levantadas, como a posição de um determinado site mundialmente, rank dentro de cada país, países que ele mais tem popularidade e muito mais. Com o auxílio desta ferramenta, dados pertinentes do quão acessado o site da distro é, nos dá indícios de sua popularidade, ao compararmos com outros sites de outros sistemas Linux.

Efetue seus testes com alguns sites oficiais das distros, e veja qual distribuição tem uma maior popularidade, com base no ranking de seu site.

Como exemplo veja os sites das distribuições: Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. E o comparativo do ranking global de cada um (quanto menor o número, mais alto a posição).

Fedora: posição global em 43,291.

Ubuntu: posição global em 1,893.

Linux Mint: posição global em 3.924.

Manjaro: posição global em 17.680.

Levando como base o ranking mundial, segundo o Alexa, o site do Ubuntu tem maior popularidade entre os demais.

Claro que você não deve apenas se basear em um site, então a ferramenta a seguir é um ótimo complemento.

Compare as pesquisas com o Google Trends


Uma poderosa ferramenta, e julgo eu, ser a melhor para mensurar a popularidade de qualquer sistema (ou o que for) é o Google Trends. Com ele você poderá ver gráficos com os comparativos das pesquisas, sejam elas mundiais ou do nosso país. Filtrar determinadas informações e na prática observar o quão pesquisado, e consequentemente popular, um sistema é. Como o Google é o buscador mais utilizado do planeta, a assertividade dos dados é extremamente alta e ilustra muito bem o tema desta matéria (Além de obter dados de outras fontes como o YouTube).

Utilizando os mesmos sistemas, que acima comparamos, o Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. Veja o quão popular o Ubuntu é comparado aos demais sistemas.

distro-distribuição-sistema-linux-mais-procurado-pesquisado-google-ubuntu-fedora-mint-manjaro

A diferença de popularidade é gigantesca, assim fica evidente o porquê de em muitos casos, pessoas que são leigas quando o assunto é Linux, acharem que o Ubuntu é sinônimo de Linux.

Mídias sociais e comunidade


Outra forma que pode ser um "plus" ao medir a popularidade de uma distribuição, é ver o engajamento de outras pessoas em comunidades e redes sociais. Ver o número de seguidores nas contas oficiais das distros Linux é uma maneira de observar o quão interessadas estão as pessoas. E num somatório geral, esse é o tipo de dado que não pode ficar de fora.

Popularidade não quer dizer superioridade 


Não me entenda mal, mensurar e demonstrar com dados (e não achismo ou "fanboyzisse") que o Ubuntu é o sistema Linux mais popular, de forma alguma descaracteriza a qualidade e trabalho dos demais sistemas baseados em Linux. Com isso podemos observar que sim! O Ubuntu é a porta para muitos usuários, devido grande parte a sua popularidade. E o porquê de tal popularidade? Não sei dizer especificamente. Talvez tenha sido a sua tática inicial de oferecer CD's de instalação, ou as ferramentas que traziam facilidades ao usuário. O Unity 7 que tornava sua DE diferente dos demais sistemas. Não sei, só podemos testemunhar que os dados são estes.

Que tal um vídeo super completo, e com mais detalhes sobre tais ferramentas e o assunto: "popularidade das distros"? Então assista esse material com diversos comparativos e veja na prática todo o conteúdo deste post (e mais).


Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Rússia aprova lei que isola a internet no país

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segunda-feira, 6 de maio de 2019

O presidente da Rússia, Vladmir Putin, sancionou no dia 1º de Maio, uma lei que visa criar uma "internet russa", tal medida não está sendo vista com bons olhos pelos diversos países do mundo.

lei-internet-russia-russa-vladmir-putin-runet

Segundo o governo Russo, a lei é uma forma de garantir a soberania do país e protegê-lo contra possíveis ataques cibernéticos. Essa informação é da agência de notícias local TASS, conforme a mesma, essa rede local está sendo chamada de "Runet", e caso a Rússia fosse desconectada da infraestrutura global da World Wide Web, o país teria capacidade de operar isolado e independentemente.

Com isso o Roskomnadzor (Serviço Federal de Supervisão das Comunicações em Massa, TI e Telecomunicações) ficará responsável por criar uma rede de comunicações centralizada no país.

Como isso seria possível?


Na prática a Rússia forçaria todo tráfego de sua internet a passar por um DNS, do governo, monitorando o fluxo de sua internet local. Assim o controle de acesso a internet estará nas mãos das autoridades russas, que informa que terroristas poderiam ser identificados com maior facilidade. Todavia o que várias organizações alegam, é que isso nada mais é que uma violação da privacidade dos usuários e maior controle governamental, cerceando a liberdade de expressão dos cidadãos russos, além de dar mais poder ao estado.

Nada de Linux ou Windows!


A Rússia não está nem um pouco afim de utilizar "tecnologias de estrangeiros", não importa se é de código fechado ou aberto, nada de Linux ou Windows. O governo pretende utilizar um sistema desenvolvido pela Universidade Estadual de Tomsk, em parceria com a empresa EleSi. Inicialmente o sistema será instalado em computadores do governo.

Internet Russa, uma nova internet Chinesa?


No ano passado a Rússia tentou bloquear o Telegram no país, alegando que o mesmo deveria disponibilizar os dados dos usuários ao governo, e pela "inflexibilidade" do Telegram, acabou banindo vários IPs ao tentar impedir usuários russos na aplicação. De "brinde" vários IPs da Google e Amazon foram bloqueados, pois estavam sendo identificados como "agentes externos". Toda essa situação levou a uma crescente utilização de VPNs no país.

O aumento governamental não é de hoje, existe uma lei no país que proíbe a publicação ou compartilhamento de "fake news", com uma "pequena" multa de 1,5 milhões de Rublos (cerca de R$90 mil). Agora o que seria “fake news”? O governo Russo é quem decide. Também existe uma lei que criminaliza "falar mal de símbolos e autoridades do governo", com multa de 300 mil Rublos (por volta de R$ 18 mil), isso nos melhores casos, se o governo classificar como algo mais grave, a pena poderá chegar a 15 anos de prisão.

Podemos observar que a internet Russa, está se tornando tão fechada e controlada como a Chinesa, que bloqueia o acesso a vários sites e aplicativos ocidentais.

A nova lei entra em vigor a partir de 1º de Novembro na Rússia.

Particularmente não curto todo esse controle estatal, até o Brasil já tentou "entrar nessa onda", e há pouco tempo houve uma proposta de lei que tornava crime o "fake news" (projeto de lei 6.812/2017). Questões desta natureza são complicadas, e podem ocasionar em uma soberania do estado sobre os indivíduos, invertendo os papéis. Afinal, o estado tem que servir o cidadão e não o contrário.

E você, o que acha sobre toda essa questão? Que tal continuar esse assunto lá em nosso fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, te aguardo aqui no blog Diolinux SISTEMATICAMENTE! 😎

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Veja como instalar o navegador Brave no Ubuntu e Linux Mint

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quarta-feira, 27 de março de 2019

Brave é um dos navegadores para internet mais populares para quem deseja ter privacidade na hora de navegar nos sites. Ele conta com bloqueadores de anúncios e rastreio dos sites, de forma nativa. Hoje vamos mostrar como instalar ele no Ubuntu e Linux Mint.


 Veja como instalar o navegador Brave no Ubuntu e Linux Mint





O Brave tem uma forma de instalar um tanto quanto “”peculiar”” em relação aos outros navegadores, que ou estão nas lojas das distros ou estão disponíveis em algum formato de pacote, de forma oficial como .deb; .rpm; Snap; Flatpak ou AppImage.



No caso dele, temos dois métodos para instalação Um que você vai precisar utilizar alguns comandos no terminal que é a forma “oficial” (mas nada tenebroso ou complicado rs) e a outra é via Snap, que é mantido pela comunidade e ainda não sendo uma forma oficial, mas com “aval” da Brave. Bom, vamos para a instalação.

Para instalar via terminal pressione Crtl+Alt+t ou procure no menu da sua distro por “Terminal”. Depois disto é só digitar ou copiar e colar os seguintes comandos, sempre prestando atenção nos espaços e nas letras maiúsculas e minúsculas, pois pode dar erro. Este método é para o Ubuntu 16.04 ou superior e Linux Mint 18 ou superior.

curl -s https://brave-browser-apt-release.s3.brave.com/brave-core.asc | sudo apt-key --keyring /etc/apt/trusted.gpg.d/brave-browser-release.gpg add -

source /etc/os-release

echo "deb [arch=amd64] https://brave-browser-apt-release.s3.brave.com/ $UBUNTU_CODENAME main" | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/brave-browser-release-${UBUNTU_CODENAME}.list

sudo apt update && sudo apt install brave-keyring brave-browser -y


Se ocorrer erros, consultar o GitHub do Brave para solucionar, acessando aqui.

E a segunda forma é via Snap, que na própria page já avisa que é mantida pela comunidade e de forma “não oficial” ou “unofficial”. Mas antes de instalar ele via Snap, se você não usa Ubuntu e suas flavours e derivados, veja nesse tutorial de como ativá-lo em sua distro. Se estiver no Ubuntu e seus derivados que tiverem o snap já habilitado, basta procurar na “lojinha de apps” por Brave e instalar ele. Mas se você preferir instalar via terminal, também dá e é super simples, com o terminal aberto basta digitar ou copiar e colar o comando abaixo, e esperar o término da instalação.

sudo snap install brave

Depois é só procurar pelo navegador no Menu da sua distro e desfrutar do navegador. 😉

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Continue a discussão sobre o "Brave" lá no nosso fórum.

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Economize internet com a extensão Bandwidth Hero

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Nem todas as regiões do Brasil possuem conexão de internet com alta velocidade, e às vezes é comum a adesão em alguma banda larga 4G LTE, e nestes casos economizar o limite de tráfego de banda de internet é algo super importante, pois caso o limite da franquia seja alcançada, a internet pode diminuir drasticamente sua velocidade, ou até mesmo ficar temporariamente indisponível.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

É aí que o Bandwidth Hero (“Herói da Banda Larga”) entra em ação, com essa extensão de código aberto e disponível para Google Chrome e Firefox, o fluxo dos dados podem diminuir, economizando sua franquia de internet

Seu funcionamento é bem simples, comprimindo as imagens dos sites que são acessados pelo usuário nos formatos WebP e JPEG. Ao navegar na web o Bandwidth Hero endereça as imagens dos sites visitados para seu servidor proxy, que compacta cada uma e envia em baixa resolução diretamente para você, essa técnica visa diminuir a qualidade da imagem e evitar o máximo do uso da sua banda larga, uma maneira interessante para quem sofre com essas limitações de internet.

funcionamento-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Comprimindo as imagens em até 50 - 70% de seus tamanhos originais, no entanto, em alguns casos sua compressão é tão agressiva que imagens podem ficar em preto e branco, entre outras coisas, mas com as diversas configurações da extensão você pode resolver tais problemas facilmente, apenas desabilitando alguns recursos.

Outro ponto a ser observado é que o proxy não garante seu anonimato, ele faz o download de imagens em nome do usuário, passando os cookies e o endereço IP para o host de origem. 

Configurando o Bandwidth Hero no seu navegador


O serviço de proxy do Bandwidth Hero faz uso do Node.js, então vamos instalá-lo em nosso sistema (Ubuntu, Linux Mint e derivados):

sudo apt install nodejs

sudo apt install build-essential

Você pode utilizar a interface gráfica, caso não queira usar o terminal, basta fazer todo procedimento via Synaptic, pesquise e instale os pacotes: “node.js” e “build-essential”, aprenda a utilizar o Gerenciador de pacotes Synaptic, com esse vídeo super especial.

instalar-node.js-ubuntu-synaptic

Por se tratar de uma aplicação em Node.js, devemos hospedá-lo para correto funcionamento do servidor proxy, no entanto acalme-se, iremos usar o serviço gratuito Heroku (mesmo possuindo planos pagos, utilizaremos o free).

Efetue seu cadastro normalmente no serviço, e na opção “Primary development language”, selecione “Node.js”. Um link de confirmação será enviado para seu email.

hospedar-node.js-heroku-app

Configure sua senha de acesso ao Heroku, e acesse o serviço.

senha-heroku-cadastro-free-app-node

Adicione a extensão, conforme seu navegador:

Google Chrome

 Baixe a extensão para Google Chrome

Mozilla Firefox

 Baixe a extensão para Mozilla Firefox

Em seu navegador na parte superior direita irá aparecer o ícone do Bandwith Hero, clique nele, um pequeno pop-up surgirá, clique na opção “Compressions settings”, logo após em “Configure data compression service”, abrindo assim a janela de configuração.

config-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Clique na opção “Heroku”, aparecerá um botão de nome “Deploy to Heroku”, clique nele e ao ser redirecionado para página do Heroku, efetue o login.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Configure seu app Node.js, preenchendo todos os campos, em “App name” tente uma combinação até ter um nome disponível, em “Choose a region” escolha “United States”, logo abaixo crie um LOGIN e PASSWORD para aplicação, ao finalizar clique em “Deploy app” e aguarde a conclusão do processo (pode demorar uns minutinhos).

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Ao finalizar a compilação do app, aparecerá dois botões no final da página, clique em “View”, um pop-up solicitando LOGIN e PASSWORD aparecerá, digite ambos que acabou de criar.

deploy-app-heroku-nodejs

Uma nova página se abrirá, copie a URL.

url-node.js-heroku-app

Cole a URL no campo “Data Compression Service” na página de configuração do Bandwidth Hero, aquela que abrimos anteriormente após instalar a extensão.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Por fim veja a mágica acontecer, e a quantidade de MBs que serão “salvos” na sua franquia de internet. Por exemplo, aqui no blog Diolinux passamos a utilizar o formato Webp (indicado para imagens na web), e mesmo assim o Bandwidth Hero, comprimiu e conseguiu economizar 78% no resultado final .

resultado-compressão-imagens-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Com essa extensão muitos poderão se beneficiar e prolongar sua franquia, seja ela 4G, ou como já fiz há alguns anos atrás, uma internet 3G por meio de um adaptador USB (Época que não tinha internet cabeada, recorrendo a boa e velha gambiarra com o 3G do meu celular  😂😂😂).

Gostou da dica? Deixe nos comentários se já conhecia essa solução.

Te espero como sempre, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Adicione temas oficiais ao seu Google Chrome

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Se tem uma coisa que a maioria dos usuários Linux gostam, é de customizar o sistema, talvez esse seja o primeiro encanto ao instalar uma distro, sair trocando os temas e personalizando com cores prediletas, pois bem, basicamente essa é a novidade para usuários de Google Chrome.

temas-google-chrome-personalizar

A possibilidade de trocar o tema do browser da Google não é nada novo, porém, nesta semana a gigante das buscas lançou um plugin com diversas opções de cores para o Chrome. A coleção de temas visa agradar a todos os públicos, seja quem curte uma interface mais clara e colorida, ou pessoas como eu, que dão preferência a interfaces mais escuras. Inclusive um dos temas, o “Just Black”, simula um visual mais noturno, ideal para quem passa as noites e madrugadas utilizando o computador.

tema-preto-escuro-google-chrome-

Num total são 14 temas compatíveis com todas as versões do navegador, para aplicar ao seu navegador basta ir até a Chrome Web Store, selecionar o tema favorito e clicar no botão “Usar no Chrome”, Simples e prático.

temas-google-chrome-oficial

Até o momento o tema agraciado por quem sabe da novidade é o “Classic Blue” com 75 usuários.

tema-azul-oficial-classico-google-chrome

Você utiliza o Google Chrome? Curtiu a novidade? Com os temas oficiais da Google a segurança de algo padronizado é maior. Deixe nos comentários o que achou da novidade.

Aguardo você no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Assista o Netflix no navegador Vivaldi

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Famoso por ir na contramão do atual mercado de browsers, o Vivaldi implementa a cada dia novas funcionalidades e dá maior liberdade na personalização do navegador, porém, um recurso importante estava ausente, ao menos nativamente, a possibilidade de consumir conteúdos em sites como Netflix e Amazon Prime Video.

vivaldi-netflix

Vários sites de mídias populares, como os já citados, Netflix e Amazon Prime Video, HBO, Hulu entre outros, usam o EME (Encrypted Media Extensions), uma forma de gerenciamento de mídias digitais com direitos (DRM).

Uma tecnologia chamada Widevine é a responsável por proteger os conteúdos destes provedores de serviços audiovisuais, e nas versões anteriores do Vivaldi a mesma não era presente, sendo necessário a instalação manual.

Netflix sem gambiarras no Vivaldi


Nas versões atuais o Vivaldi conta com o Widevine incorporado nativamente, facilitando o uso de usuários Linux, pois a funcionalidade era presente na versão Windows.

Codecs de áudio e vídeo proprietários


Um dos pontos abordados pela equipe do Vivaldi, refere-se ao uso de padrões proprietários pelo mercado, na concepção deles, formatos como MP4 (H.264/AAC), deveriam ser substituídos por alternativas livres como por exemplo o Webm (AV1/Opus). Lembrando que o h.264 é um formato proprietário e livre de royalties ao usuário final, contudo o consórcio responsável pelo codec, o MPEG-LA, informa que sempre será uma alternativa gratuita.

Caso alguma mídia de formato proprietário não funcione no Vivaldi, o mesmo poderá ser executado via terminal, com uma mensagem explicando como proceder. Anteriormente não existia tal facilitador. 

Outro ponto é o armazenamento em cache da cópia da biblioteca utilizada no manuseio de codecs proprietários, evitando erros caso a distribuição atualize para uma biblioteca com versão não suportada pelo browser.

Você utiliza o Vivaldi para consumir conteúdo via streaming? Sei que alguns usuários vão alegar que há algum tempo o navegador já suportava sites como o Netflix, no entanto quem testou o browser no passado, e realizava os procedimentos para o funcionamento destes tipos de sites, poderiam ficar desorientado ao não encontrar esse passo a passo explicativo feita pela própria equipe do navegador.


Deixe nos comentários sua opinião sobre esse navegador, te aguardo aqui no blog Diolinux, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE!

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Novo Firefox 65, veja as novidades

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terça-feira, 29 de janeiro de 2019



Famoso não apenas entre usuários Linux, o Mozilla Firefox é um dos principais browsers da atualidade, com o lançamento desta nova versão, o navegador recebe um polimento na segurança e compatibilidade com tecnologias da web.

mozilla-firefox

Com novas opções de bloqueio de conteúdo, a versão 65 do Firefox vem mantendo sua filosofia de “privacidade sem restrições de funcionalidades ao navegar na web”. Por exemplo, ao clicar no “i”, conforme imagem abaixo, opções e informações sobre a página estão disponíveis, caso tenha concedido alguma permissão especial ao site uma mensagem indicará tais privilégios.

sites-firefox

Outras configurações avançadas estão disponíveis, você pode configurá-las acessando: Preferências >> Privacidade e Segurança >> Bloqueio de conteúdo.

Existem 3 opções: Padrão, Rigoroso e Personalizado. Por padrão o Firefox 65 bloqueia apenas rastreadores conhecidos em janelas no modo anônimo, na segunda opção “Rigoroso” ele bloqueia todos os rastreadores e informa que isso pode prejudicar o funcionamento de alguns sites. 

No modo “Personalizado” você tem a total liberdade de bloquear uma lista de sites e permitir quais possam acessar os cookies ou se a configuração será válida durante navegação privada ou não, ainda é possível gerenciar ou limpar os dados de sites no Firefox. 

configuração-sites-firefox

Mais novidades no Firefox 65


Outra melhoria nesta nova versão é o aprimoramento na batalha contra os pop-ups, pois o Firefox impedirá que várias janelas abram numa mesma página. A proteção “Stack Smashing” que é uma vulnerabilidade que força o aplicativo “estourar” em meio a tantos processos, foi aprimorada.

Para usuários que usam multilinguagens em diferentes sites, serão contemplados com a opção de idiomas sem necessariamente efetuar o download de cada pacote de linguagem.

Gerenciador de tarefas remodelado


Remodelado o gerenciador de tarefas do Firefox está mais direto ao ponto, com informações detalhadas de uso de RAM e consumo de CPU, isso permite identificar os processos que estão devorando mais recursos ou até ocasionando travamentos. 

gerenciador-tarefas-firefox

Suporte ao padrão de imagem WebP da Google


E as novidades não param, o formato desenvolvido para web da Google o WebP foi adicionado ao Firefox 65, essa tecnologia permite arquivos menores e com mesma qualidade de outros formatos, além das opções de compactação com e sem perdas.

Como obter essa nova versão?


O Firefox 65 está disponível em seu site oficial, se você utiliza Linux Mint, Ubuntu ou derivados, a atualização virá do repositório oficial sem a necessidade de baixar do site da Mozilla. (Até o momento desta matéria a atualização não tinha chegado nos repositórios do Ubuntu, confira em sua distribuição).

E você utiliza o Mozilla Firefox? Gosto demais deste browser e utilizo em meu cotidiano. Deixe nos comentários quais melhorias e implementações almeja paras novas versões.

Te vejo no próximo post e compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Linux Foundation lança o novo LF Edge, criando uma estrutura unificada para Edge Computing e dispositivos IoT

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

No dia 24 de Janeiro a organização sem fins lucrativos responsável pelo Kernel mais famoso do mundo, a Linux Foundation, anuncia um novo projeto visando a união e maior organização abrangente em tecnologias que exijam coisas conectadas, processamento de baixa latência e mobilidade.

lfedge-linux-foundation-iot-edge

O “Edge Computing” é um paradigma de computação com devices distribuídos em nós, podendo estes dispositivos estarem em parcial ou total distribuição, conhecidos por serem IoT, “internet das coisas” ou Edge devices.

Ao invés de trabalhar num ambiente centralizado em nuvem, os Edge devices, com sua dinâmica de nós, descentralizam-se geograficamente. São responsáveis por cidades inteligentes, computação física, sistemas ciber-físicos, sensores em devices inteligentes, roteadores, aplicativos multimídia, realidade aumentada, jogos em nuvem e a internet das coisas.

LF Edge, e os projetos que o compõem


Composto por 5 projetos, anteriormente alguns autônomos, a iniciativa LF Edge é proposta como uma forma de unir a atual fragmentação do mercado quando se trata de IoT (Internet das coisas). A então mundial empresa Gartner, líder em pesquisa e consultoria no mercado estipula que até 2020 o número de dispositivos IoT ultrapasse os 20,4 bilhões, essa nova empreitada da Linux Foundation veio para facilitar tal tecnologia e criar uma união aberta para inúmeras possibilidades que o mercado oferece. 

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Um pouco sobre cada projeto


Akraino Edge Stack cria stacks de softwares de código aberto que suportam serviços em nuvem, otimizados para sistemas e aplicativos de Edge Computing.

EdgeX Foundry é focado na criação de estruturas abertas para Edge computing e IoT.


Home Edge Project com contribuições no código pela gigante coreana Samsung Electronics, é um ecossistema de serviços de Edge Computing e IoT voltados ao uso do cotidiano, como eletrodomésticos inteligentes etc. 


Open Glossary of Edge Computing procura fornecer uma coleção de termos relacionados ao léxico Edge Computing.

Project EVE (Mecanismo de Virtualização Edge) responsável por oferecer níveis de controle por meio de virtualização de Edges devices, podendo particionar o hardware e aumentar a carga de trabalho por várias aplicações.

Unidade ao Edge Computing e IoT


Apoiado por várias líderes do segmento, (Premier) Arm, AT & T, Baidu, Dell EMC, Dianomic Inc., Ericsson, HP Inc., HPE, Huawei, IBM, Intel, Nokia Solutions, Tecnologias Qualcomm, Red Hat, Samsung Electronics, Seagate Technology, Tencent, WindRiver, Wipro, ZEDEDA, Canonical Group Limited e muito mais. O Projeto LF Edge parece trazer união a um mercado antes fragmentado.

O LF Edge visa criar um conjunto abrangente e coordenado de ferramentas open source, permitindo maior agilidade na criação de soluções de computação IoT e Edge.

A Linux Foundation vem fornecendo eventos, treinamentos, ferramentas e fomentando projetos open source. Com esse novo passo a internet das coisas ganha uma robusta estrutura, e quem sai ganhando somos nós usuários destas tecnologias.

Te aguardo no próximo post, SISTEMATICAMENTE!

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Anatel analisa possibilidade de limite em franquias de Internet novamente

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

No primeiro semestre de 2016 os internautas se revoltaram com a possibilidade de uma internet com limite de acesso. Tal prática é comum em conexões móveis (3G/4G) aqui no Brasil, e empresas gostariam que a regra fosse válida para internet banda larga.

limite-internet-banda-larga-fixa

O limite de franquia é algo comum em outros países, mas olhando para o Brasil, vemos que a realidade é bem diferente. Com infraestrutura moderna e preços atrativos, países que possuem o limite no tráfego de dados na banda larga, contam com preços acessíveis, maior velocidade de download e upload e várias opções de provedoras de internet. 

Um assunto delicado


A Claro Brasil solicitou à Anatel, órgão responsável por regulamentar os assuntos referentes às telecomunicações do país, que reavaliasse a possibilidade de limite em franquias de internet fixa

O grupo responsável pela Claro Brasil, NET e Embratel, alega que tal medida seria necessária para evitar os os altos custos financeiros. A infraestrutura, segundo eles, está sobrecarregada, e para melhor prestação de serviços aos clientes a medida seria necessária.

Um dos maiores problemas das limitações impostas pelo governo em relação a concorrência, em um mercado mais livre, uma empresa incapaz de atender o público perde clientes, vai a falência, mas num modelo cartelizado assim, é mais fácil mudar as regras do jogo para não ser preciso gastar em infraestrutura e continuar lucrando (muito) mesmo sem oferecer um serviço melhor.

anatel-limite-internet

"Com tais mudanças na regulamentação, a comercialização da banda larga fixa permitiria que empresas atuassem com maior liberdade, fomentando a concorrência e melhora dos serviços”, alega a Claro Brasil.

Em 2016 a Anatel prometeu analisar o assunto até o final do ano de 2019 e emitir o parecer se as regras seriam adaptadas ou não.

E você o que acha deste assunto? A possibilidade de franquias na internet fixa, seria um meio para modernizar a infraestrutura das provedoras de banda larga no Brasil? Ou acredita que a situação pioraria para o lado do consumidor, sem investimento na internet brasileira?

Deixe nos comentários seu ponto de vista, mas seja educado. Por ser um assunto delicado, visões totalmente opostas podem aparecer e aprender com a opinião e argumentos diferentes é um ótimo exercício mental.

Te espero no próximo post aqui no blog Diolinux, até lá compartilhe as postagens, SISTEMATICAMENTE!
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Google doa US$ 3,1 milhões à Wikipédia

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A responsável pela maior enciclopédia da internet, Fundação Wikimedia, está recebendo uma doação de USS$ 3,1 milhões da Google. Se você nunca fez uso da Wikipédia em algum momento de sua vida, provavelmente não navega na internet, 😂😂😂 afinal, por 18 anos a Wikipédia tem sido fonte de conhecimento para usuários da web.

google-wikipedia

Com tal doação, a Google destina o montante em duas partes, uma de US$ 2 milhões para Wikimedia Endowment, divisão responsável pelo financiamento de projetos e arrecadação de fundos e US$ 1,1 para campanha anual da Fundação Wikimedia, que visa incentivar a produção, desenvolvimento e distribuição de conteúdo livre na internet.

Projetos como a Wikipédia são de extrema importância, com sua forma colaborativa, é uma fonte de informação que em muitos momentos tem o melhor conteúdo da atualidade, enquanto mídias impressas nem sempre acompanham tais mudanças. 

Claro que existem problemas de páginas da Wikipédia sendo alvo de vândalos, mas uma é questão de tempo até serem corrigidas por usuários comprometidos com o bom senso. 

Uma das formas de tirar melhor proveito do conteúdo desta enciclopédia digital, é sempre verificar as fontes e sua confiabilidade.

Investimento em software 


A Google também vai contribuir com software, cedendo gratuitamente sua API, assim a Wikipedia poderá incorporar em sua ferramenta própria de tradução, o Google Tradutor

Trabalhando em conjunto, Google e Wikimedia pretendem expandir o Project Tiger, que tem o objetivo de aumentar o conteúdo em linguagem local em países como Índia, México, Indonésia, Nigéria e regiões do Norte da África e Oriente Médio.

google-wikipedia-translate-tradutor

E você, utiliza a Wikipédia em suas pesquisas? Sempre estou vasculhando alguns de seus artigos e tem momentos que vou de fonte a fonte pesquisando e aprendendo novos conhecimentos.

Como de costume, te aguardo no próximo post, SISTEMATICAMENTE!

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“Ad block” nativo do Google Chrome tem data confirmada

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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Os bloqueadores de anúncio são utilizados em diversos navegadores, inclusive no Google Chrome, mas em sua maioria não são nativos e acabam prejudicando os produtores de conteúdo. Visando o benefício mútuo, a Google decidiu implementar uma maneira diferente ao bloquear propagandas da internet.

google-chrome-bloqueador-anúncios-propagandas

O bloqueador de propagandas do Google Chrome, não afetará os produtores de conteúdo, ao menos os que estiverem em normalidade com suas regras.

E quais tipos de propagandas serão bloqueados?


Formada pelas principais empresas de mídia online, a Coalition for Better Ads, depois de uma extensa pesquisa com mais de 66 mil consumidores, em países que representam 70% dos gastos com publicidade online. Elaborou um conjunto de regras com tipos de propagandas, que ao critério dos usuários são abusivas.

Essas regras têm como objetivo o aumento da comodidade ao navegar pela internet por parte dos usuários e ao mesmo tempo manter o sustento de sites que utilizam tais recursos.

Algo que os atuais bloqueadores não fazem, pois impedem qualquer tipo de propaganda, tanto as abusivas, quanto as aceitáveis.

Anúncios intrusivos como: Pop-ups, que contém reprodução automática de vídeo ou áudio, com contagem regressiva etc, serão bloqueados pelo “Ad block” nativo do Chrome. No total são 12 tipos de anúncios com experiência intrusiva.

exemplo-anúncio-desktop

O conjunto de regras também é válido para sites em dispositivos móveis, que além dos exemplos acima, costumam ter outros tipos adicionais de propagandas em sua experiência ao consumir conteúdo online. Então grandes propagandas fixas ou anúncios que cobrem toda tela, serão igualmente bloqueados.

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Com essa medida a Google deseja aumentar a facilidade e conforto da experiência dos internautas, sem propagandas e anúncios abusivos que estragam toda navegação.

O interessante dessa história, é que ao contrário de bloqueadores atuais, apenas as propagandas chatas serão impedidas de serem mostradas, não afetando os produtores de conteúdo e nem obrigando o usuário a ativar ou desativar o recurso em determinados sites. 

Gostou da novidade? Ela está prevista para o dia 9 de Julho.

Deixe nos comentários se usa algum bloqueador de anúncios, e se acha justa essa medida de bloquear apenas conteúdos abusivos. E se outros bloqueadores também passassem a aderir este comportamento.

Até o próximo post, te espero, SISTEMATICAMENTE, aqui no blog Diolinux. 😎

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Malware minerador de criptomoedas pode afetar linux

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

É comum ouvir a seguinte afirmação: “Linux não tem vírus” e isso está longe da realidade. É verdade que sistemas baseados em Linux, tem um nível de segurança altíssimo, e para simples tarefas, como instalar uma aplicação, é necessário permissão de administrador.

Mas ele não é imune a falhas, muito menos invulnerável, como o dito popular.

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Linux vs. Vírus


Mesmo não sendo tão simples ser infectado no Linux, tais ameaças existem, e a cada dia novos casos ocorrem. Às vezes alardes fantasiosos, outros verídicos.

Se você gostaria de entender de verdade “porque Linux não pega vírus”, temos um conteúdo detalhado sobre o assunto.

Pesquisadores de segurança da Unidade 42, alertam sobre novo malware para Linux. Líder em segurança cibernética, a “Palo Alto Networks”, descobriu recentemente um malware que consegue, por meio de vulnerabilidades no Apache Struts 2, Oracle WebLogic e Adobe ColdFusion, injetar um script malicioso chamado “a7”, esse script faz a persistência usando cronjobs, um utilitário de software, que agenda e executa tarefas no sistema operacional, de forma automatizada.

O malware minerador


Depois de infectar o servidor, o malware remove os softwares responsáveis pela segurança do sistema. Oculta seu processo malicioso, mata quaisquer outros processos que se valem de regras no iptables, e que também mineram criptomoedas.

Com todo palco pronto, ele começa a minerar a moeda “Monero”, que assemelha-se as Bitcoins.

De responsabilidade do grupo de crackers “Rocke”, o software parece procurar especificamente por 5 produtos de proteção e monitoramento de segurança na nuvem.

Curiosamente, todas as soluções de segurança vulneráveis são de empresas chinesas:

  • Alibaba Threat Detection Service agent (Mecanismo de detecção baseado em AI);
  • Alibaba CloudMonitor agent (Monitor de consumo de RAM, CPU, conectividade de rede);
  • Alibaba Cloud Assistant agent (Software que gerencia instâncias, automaticamente);
  • Tencent Host Security agent (Mecanismo de detecção baseado em AI);
  • Tencent Cloud Monitor agent (Monitor e gerenciador de conectividade de rede);

Tendência entre os malwares


A equipe de pesquisadores da Palo Alto Networks, já entrou em contato com as empresas que oferecem tais soluções. Agora fica por conta da Alibaba e Tencent, resolver tais vulnerabilidades.

Vista como possível tendência entre os cibercriminosos, os pesquisadores que descobriram tal malware acreditam que esse modelo será empregado pelos crackers cada vez mais.

Como a maioria dos casos de vírus no Linux, o problema é ocasionado por alguma vulnerabilidade em outros softwares e não sua forma de gerenciar o sistema. Com atualizações de segurança, tais possibilidades são reduzidas e com correção das vulnerabilidades tais problemas logo são sanados.

E você, sabia que Linux também pega vírus? Ou acreditava que não. Não esqueça de acessar o link do post que explicamos tudo sobre “Linux não pegar vírus”.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE, aqui no blog Diolinux. 😎

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Software Base da Netflix é Open Source

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Cada vez mais tecnologias baseadas em contêineres estão ganhando espaço no mercado, e uma gigante como a Netflix não poderia ficar de fora.

Titus-netflix-opensource


Titus, é o nome do poderoso software da Netflix, um gerenciador de contêineres a lá Docker (Não sabe o que é Docker ou contêineres? Veja este Diocast, um especialista explica todos os detalhes desta tecnologia). Responsável por questões como: Codificação de mídia, treinamento de algoritmos, processamento de fluxo, tecnologia de estúdio, ferramentas internas de engenharia, tarefas de Big Data etc. 

Titus tem integração nativa com a nuvem da Amazon, AWS (Amazon Web Service) e EC2 (Elastic Compute Cloud), possibilitando maior escalonamento e configuração com o mínimo de esforço possível, maior velocidade ao iniciar novas instâncias no servidor e dimensionamento de recursos conforme a demanda do cenário atual.

Possui integração completa com outros serviços da Netflix, Spinnaker , Eureka , Archaius e Atlas, entre outros, além da possibilidade de execução nativa de contêineres do Docker, incorporando mais segurança, confiabilidade e estabilidade.

O Titus foi projetado tendo em mente a escalabilidade e utilização de recursos necessários, dando ênfase ao “disponível” e com a filosofia de “apenas o suficiente”, visando claro, as necessidades da Netflix e beneficiando-se da estrutura da nuvem Amazon.

A vantagem de ser Open Source


Se é um software da Netflix, qual a vantagem do Titus? Estando sob a Licença Apache, Versão 2.0 e sendo Open Source, outros projetos podem tirar proveito desta tecnologia, independente de serem pequenas ou grandes empresas, esse é justamente o desejo da Netflix. Outro intuito, seria possibilitar que seu software seja incorporado em outros projetos, e ao mesmo tempo amadurecendo e tendo um retorno à empresa (com a evolução do software, seja por implementações de novas funcionalidades ou desenvolvimento colaborativo e acelerado), tudo isso evidenciado na publicação de anúncio em meados de 2017.

Open Source é o futuro?


Cada modelo de desenvolvimento tem suas vantagens, o mercado parece estar adotando cada vez mais softwares de Código Aberto e modelos proprietários estão deixando de ser o padrão. Open Source não é o futuro apenas, já é o presente também.

Desenvolvimento colaborativo, uma comunidade forte e ativa por trás de um projeto, podem potencializar e dar sobrevida, o que uma iniciativa fechada muitas vezes não pode oferecer. Outras vantagens baseadas em sua adoção seriam: o crescimento, novas features e “partilha de gastos” entre as empresas e indivíduos interessados, não apenas a Netflix investindo, mas outras empresas contribuindo, seja com código ou capital. 

Dia após dia o Open Source está dominando o mundo. Você sabia que um software de Código Aberto era um dos pilares da infra-estrutura da Netflix? Deixe nos comentários se acredita que o “modo Open Source de ser” conquistará o posto de padrão de mercado.

E como sempre, espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Google revela projeto de Stream de jogos para o Chrome

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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Cada vez mais o mundo do conteúdo na internet  muda. Hoje você já pode ouvir as suas músicas preferidas, ver seus vídeos, filmes e séries na hora que você quiser, no aparelho que você quiser, com a qualidade que você quiser e tudo isso pagando um valor geralmente acessível, então, por que seria diferente com jogos?

Novo programa de Stream de games para Chrome






Jogos via Streaming não são necessariamente uma novidade, existem (e existiram) vários serviços neste sentido e por mais que ainda vejamos, especialmente no Brasil, vários problemas por conta da qualidade da nossa internet, certamente este é um futuro possível para a indústria dos games.

Algumas empresas, como a Valve, podem estar mirando este mercado através de serviços como o Steam Link, porém, geralmente quando a Google coloca as mãos em algo, as pessoas prestam mais atenção.


Nesta semana a empresa anunciou um novo produto, ainda em fase de testes e disponível apenas nos EUA no momento, chamado "Project Stream", a ideia é levar os jogos de computador para o Google Chrome (e por consequência para o Chrome OS, por consequência para o Linux) através de Streaming.

O primeiro jogo disponível para os "Beta Testers" é nada mais, nada menos, do que o lançamento "Assassin's Creed: Odissey". A Google exibiu um gameplay oficial em um de seus canais do YouTube mostrando o jogo rodando em 1080p a 60 FPS pelo serviço de Streaming:


Os desafios para a implementação de um serviço assim envolvendo jogos são grandes e perfeitamente conhecidos. É preciso que as pessoas tenham uma boa estrutura e qualidade de internet, de fato, entretanto, a outra ponta também é importante e sabemos que se tem alguém com imenso poder computacional por aí, esse "alguém" é a Google.

Considerando que tanto os clientes, quanto os servidores, tenham uma boa conexão com a internet, o desafio é fazer com que imagens com gráficos extremamente bem elaborados funcionem bem em um ambiente de streaming com mínima latência.

Caso esse tipo de serviço se torne viável no futuro, serviços onde você paga um valor mensal para jogar os games que quiser podem se tornar realidade, assim como implementações onde será possível jogar games com grande qualidade em Smartphones por exemplo, jogando todo o trabalho da execução de um jogo para um servidor.

Essa prática permitiria, em tese, que usuários com computadores modestos em especificações, como é o caso de vários Chromebooks por exemplo, pudessem experienciar um gameplay fluído e de alta qualidade gráfica.

Há algum tempo nós testamos e mostramos para vocês um serviço chamado "Parsec", que tem uma lógica semelhante, onde você aluga computadores de alto desempenho para acessá-os remotamente e jogar todos os games que quiser em qualquer plataforma, confira:


Quem sabe um dia teremos games na Play Store que são feitos para computador, mas rodem no seu Smartphone, Chromebook ou no Google Chrome, como se fossem instalados na sua máquina. Parece ler um longo caminho até lá, mas a cada projeto novo, estamos um passo mais perto disso.

Nas palavras de AC/DC:

"Is a long to the top if you wanna rock 'n roll!"

O que você achou da ideia? Acha que streaming de jogos será uma realidade no futuro?

Até a próxima!
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